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Por: Prof. Eng. Franklim Alexandre. franklin05alexandre@hotmail.

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MÓDULO B.3: ELECTRICIDADE INDUSTRIAL E AUTOMAÇÃO


CAP X: PLC (CLP)

TEMA 1: INTRODUÇÃO

1. Definição

Do inglês, PLC (Programable Logic Control). Do português, CLP (Controlador


Lógico Programável).

Pela ABNT (Associação Brasileira de Nomas Técnicas): É um equipamento


electrónico digital com hardware e software compatíveis com aplicações industriais.

Pela NEMA (National Electrical Manufacturers Association): Aparelho


electrónico digital que utiliza memória interna para armazenamento de instruções para
implementações específicas, tais como: Lógica, temporização, sequência, contagem e
aritmética, que podem, através de módulos de entradas e saídas, controlar
processos/máquinas.

1.1. Breve Historial

Há um século (±), a electrónica predominou uma grande revolução ao conseguir


miniaturizar muitos circuitos eléctricos/electrónicos através dos CIs (Circuitos
Integrados). Muitos anos depois, surgiu o primeiro microprocessador – INTEL i4004
(CI Programável), isto é, não vinha com uma programação específica através da
fábrica. Desta feita, até nos anos 70, os computadores passaram a diminuir bastante o
seu tamanho, sendo muito utilizados no exército, universidades, empresas, etc.

NB: Mesmo com todo esse avanço da electrónica, na indústria de automação, os


painéis ainda eram feitos com vários relés não programáveis, contactores, etc. Esses
painéis apresentavam as seguintes desvantagens:

 Ocupação de um grande espaço;


 Processamento das informações muito lenta;
 Dificuldade no acto da alteração do projecto;
 Custo mais elevado num longo período;
 Dificuldade para se comunicar com outros painéis;

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 Alto consumo de energia;


 Demora na elaboração de projectos;
 Dificuldade na manutenção e diagnóstico de problemas;
 Menor confiabilidade.

Figura 1: Painel com relés não programáveis, contactores, etc.

Aparecimento do CLP

Tendo em conta os problemas verificados noutrora com os painéis a relés, em


1968, David Emmet e Milliam Stone da GM (General Motors Corporation) –
Fabricante de Automóveis, desafiaram as empresas de electrónica e informática a
criarem um computador capaz de automatizar os processos industriais, substituindo o
tipo de controlo que se tinha até então na altura. Foi aí que, em 1969, surgiu o CLP
(MODICON 084), pelo inventor Eng. Richard Morley (1932 – 1917) e sua equipa.

Então:

CPL: Um computador para controlar máquinas e processos industriais


utilizando uma lógica programável.

Figura 2: Imagens de CLPs distintos

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Vantagens do CLP

 Ocupação de menos espaço;


 Processamento das informações muito mais rápido;
 Facilidade no acto da alteração do projecto;
 Custo menos elevado num longo período;
 Facilidade para se comunicar com outros painéis;
 Baixo consumo de energia;
 Mias rápido na elaboração de projectos;
 Facilidade na manutenção e diagnóstico de problemas;
 Maior confiabilidade.

2. Principais Fabricantes de CLP

 AB – ALLEN BRADLEY
 ATOS – SIEMENS
 AUTOS – AROMAT
 WEG – KLOCNER MOELLER
 ROCKWELL
 SCHNEIDER
 EMERSON
 GE/FANUC
 OUTROS

Figura 3: Percentagem de fabricação de CLP por partes de algumas concessionárias

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TEMA 2: REVISÃO SOBRE O SISTEMA AUTOMÁTICO

1. Definição

Para que o CLP funcione são necessários outros acessórios/componentes do


sistema automático, tais como: Sensores, actuadores, controladores, etc.

a) Sensor: é um órgão/dispositivo que detecta alguma característica do ambiente


(temperatura, pressão, velocidade, nível, etc.) e transforma em informação para
um outro elemento (controlador no caso). No caso do nosso corpo humano, os
sensores seriam os órgãos de sentido (audição, olfacto, visão, paladar e tacto).
b) Controlador (CLP, Microcontroladores, etc.): recebe o sinal através do sensor,
processa esse sinal, e, através da sua programação interna, emite sinais de saída
para os actuadores.
c) Actuador (Motor eléctrico, bobina, cilindro, etc.): O que recebem sinal da saída
do controlador e transformam-na em um trabalho útil. No corpo humano seriam
os músculos (pernas, cabeça, braços, etc.).

2. Sistema de Controlo Automático

Como estudamos no ciclo passado, o sistema automático é aquele que executa


tarefas quase que sem a intervenção humana. Com tudo, existem dois tipos de controlo:

2.1. Controlo em Malha Fechada

Um controlo em malha fechada é aquele que os dados de saída dependem dos de


entrada e intercomunicam-se, ou seja, todos os circuitos que envolvem sensores. Em
geral é o tipo de controlo mais utilizado a nível industrial.

Figura 4: Controlo de malha fechada

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2.2. Controlo em Malha Aberta

Um controlo em malha aberta é aquele que que os dados de saída não dependem
dos dados de entrada, ou seja, normalmente o controlador actua, através de sua
programação interna, por tempo, contagem ou pulso.

Figura 5: Controlo em malha aberta

NB: Exemplo do Controlo em Malha Fechada e Malha Aberta

Suponhamos que se pretenda encher um tanque de água através de um sistema


automático. A água sai de X (Rio) para Y (Tanque) através de uma electrobomba (B) e
duas válvulas nas condutas de sucção e recalque, um sensor de nível e um controlador.
O sistema deve funcionar de tal maneira que, quando se liga a electrobomba, enche-se
o tanque, depois de atingir o nível alto, desliga-se a bomba automaticamente. O mesmo
sistema deve ter duas opções distintas (CMF e CMA).

1º CASO: Controlo em Malha fechada: Quando o nível de água atingir o seu máximo
no tanque, o sensor NH envia um sinal na entrada I do controlador. Este por sua vez,
com a sua programação interna, emite um sinal (Saída Q1) para desligar a
electrobomba (Ver na figura, linha vermelha).

1º CASO: Controlo em Malha aberta: Quando o nível de água atingir o seu máximo no
tanque, através da programação interna do controlador (pelo temporizador), emite um
sinal (Saída Q2) para desligar a electrobomba (Ver na figura, linha verde).

Figura 6: Exemplo de CMF e CMA

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TEMA 3: ARQUITECTURA (HADWARE) DO CLP

O CLP é constituído por duas partes principais:

 Hardware – Parte Física


 Software – Parte Lógica
1. Componentes Hardware do CLP
a) Fonte de Alimentação:
 Mantem a alimentação eléctrica dos circuitos internos do CLP;
 Possui filtros para atenuar as interferências da rede;
 Proteger o CLP contra os surtos;
b) CPU (Central Processing Unit)
 É o Cérebro do PLC;
 Geralmente é o microprocessador – Efectua toda cálculos da programação e
o processamento da lógica;
 Junto da CPU, também temos:
 MEMÓRIA DE PROGRAMA: Armazena o programa por enquanto o
PLC estiver desligado;
 MEMÓRIA DE DADOS: Armazena dados durante o funcionamento
do PLC (Ex: os cálculos).
c) Módulos (SLOTS) – I/O (E/S)
 ENTRADAS (INPUTS) – I (E): Onde o PLC recebe os dados de
entrada vindo dos sensores;
 SAÍDAS (OUTPUTS) – O (S): Onde o PLC controla os actuadores.
d) Interface de Comunicação
 Por onde o PLC se comunica com o computador (para extrair ou carregar
software);
 Por onde o PLC pode se comunicar com outro PLC, IHM, Inversor de
frequência ou outros dispositivos;
 NB: Muitas vezes a interface de comunicação vem conectada com a CPU do
PLC.

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Figura 7: arquitectura física de um PLC

2. Classificação dos PLCs

Em geral (cada fabricante adopta sua maneira de classificação) os PLCs são


classificados em função do número de I/O:

 Nano PLC: menos de 15 I/O;


 Micro PLC: 15 a 128 I/O;
 PLC de Médio Porte: 128 a 512 I/O;
 LARGE – PLC de Grande Porte: Mais de 512 I/O.

3. Tipo de PLCs
 Compactos: Todos os componentes do PLC vêm embutidos numa mesma
unidade.

 Modulares: Há possibilidades, através de RACK/CHASSI, aumentar ou


diminuir o nº de I/O.

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TEMA 4: GENERALIDADE DOS I/O

Como vimos anteriormente, I/O ou E/S são módulos de Entrada e Saída do PLC.

Tal como ilustra a figura anterior, os I/O (tanto as entradas como saídas) podem
ser:

 Digital (Discretos)
 Analógico
1. INPUTS/OUTPUTS (ENTRADAS/SAÍDAS) DIGITAIS

São aquelas que só possuem dois estados possíveis (0 ou 1).

Exemplos de Sinal Digital de Entrada: Botão de Pressão, detectores indutivos e


capacitivos, sensor de presença e fotocélula, termostato, nivelostato, pressostato, etc.
Exemplos de Sinal Digital de Saída: Cilindros, motores, contactores, relés, lâmpadas,
etc.

NB: As saídas podem ser de diferentes voltagens. Com tudo, geralmente as saídas
são de 24VDC.

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2. INPUTS/OUTPUTS (ENTRADAS/SAÍDAS) ANALÓGICAS

São aqueles que possuem vários estados possíveis, ou seja, várias intensidades
possíveis.

Exemplos de Sinal analógico de Entrada: sensor – transmissor de temperatura,


pressão, nível, velocidade, luminosidade, etc. Exemplos de Sinal analógico de Saída:
Motores com regulação de velocidade, inversor de frequência, válvulas proporcionais,
etc.

NB: Para os sinais analógicos, os padrões adoptados para conversão do sinal


mecânico – (temperatura, pressão, nível, etc.) em sinal eléctrico, são os que se seguem
na figura seguinte:

OBS: Os sinais mecânicos são tomados apenas os valores – Mínimo e Máximo para a
conversão de sinal.

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TEMA 5: ABRANGÊNCIA DOS I/O

1. INPUTS/ENTRADAS – (I)

Normativamente, as entradas são representadas pela letra I (tipo – I1, I2, I3, etc.).

1.1. Entradas Digitais


 AC (De corrente alternada)
 DC (De corrente contínua)

AC (de corrente alternada) – não possui uma polaridade definida. Se as entradas


do PLC forem de corrente alternada, deve-se fazer entrar um sinal de corrente alternada
pelos terminais de entrada (I1, I2, I3, etc. conectado com o ponto comum - COM).

DC (de corrente contínua) – possuem uma polaridade definida (+ e –). Existem


dois tipos de entradas digitais DC:

a) SINK (–) ou tipo P: Em português – Pia

b) SOURCE (+) ou tipo N: Em português – Fonte

NB: A fonte de alimentação deve ser polarizada de tal maneira a criar uma
diferença de potencial na entrada em que se pretende utilizar.
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1.2. Entradas Analógicas

Cumpre as mesmas condições, todavia, com os padrões de conversão:

0 --- 10V
4 --- 20mA

2. OUTPUTS/SAÍDAS – (Q ou O)

Normativamente, as saídas são representadas pela letra Q (tipo – Q1, Q2, Q3, etc.).

2.1. Saídas Digitais


 Controladas com TRIAC – Apenas para controlar sinais de saída em
corrente alternada (AC). Durável e rápido no chaveamento (ns).
 Controladas com Transístor (SINK – Tipo N ou SPURCE – Tipo P) –
Apenas para controlar sinais de saída em corrente Contínua (DC). Durável e
rápido no chaveamento (ns).
 Controladas com Relés – Para controlar sinais de saída em corrente
alternada e corrente contínua (DC e AC). Estas são as mais utilizadas face à
versatilidade, todavia, apresentam pequenas desvantagens: Lentidão no
chaveamento (10 à 30ms); Desgastes mecânicos por causa das partes
móveis. Não são recomendados para certos processos e quando se pretende
efectuar abertura e fechamento de modo permanente.

OBS: Em geral, a utilização dessas saídas depende muito do actuador a ser


accionado (Relé, contactor, motor, cilindro, válvula, etc.

As saídas podem também ter um ponto comum ou não. Caso não tiver um ponto
comum, significa que cada saída se fará acompanhar de dois terminais.
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2.2. Saídas Analógicas

Cumpre as mesmas condições, todavia, com os padrões de conversão:

0 --- 10V
4 --- 20mA

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TEMA 7: SCAN DO CLP E LINGUAGEM PROGRAMAÇÃO

1. SCAN (CICLO DE VARREDURA) DO CLP

Fazer o scan de CLP significa operacionalizar o CLP em todos os aspectos. Suponha


que no circuito a seguir pretende-se: Ao pressionar o botão de pressão B, liga o motor
M tendo em conta a programação instalada na CPU do PLC.

OBS: Os passos que o CLP segue para concretizar essa operação é que
designada como SCAN DO CLP.

Inicialização: Neste ponto alimenta-se o PLC Todo numa fonte de electricidade


e prontifica-se para operação (na ordem dos ms).

Leitura das Entradas: Quando se faz, espécie de uma fotografia em todos os


dados das entradas e se armazena os mesmos em uma memória RAM da CPU-PLC (na
ordem dos ms).

Execução do Programa: Quando o CLP faz a comparação dos dados de entrada


com a programação instalada e executa-o (na ordem dos ms).

Actualização das Saídas: A fase em que os módulos de saída recebem o


comando a partir da CPU e ordenam os actuadores (na ordem dos ms).

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Housekeeping: Em português quer dizer – Serviço de Limpeza, sendo uma faze


onde o PLC faz um diagnóstico completo entre o PLC, seus componentes internos e os
de ligação externa (computador, IHM, Redes e outros) (na ordem dos ms).

NB: O tempo total do scan do PLC depende de(o):

 Modelo da CPU-PLC;
 Tamanho da programação lógica;
 Quantidade de I/O.

2. LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO

Segundo IEC 61131 – 3, Existem cinco (5) linguagens de programação distintas:

GRÁFICAS
 LADDER (LD): Mais usual internacionalmente
 GRAFCET (SFC)
 DIAGRAMA DE BLOCOS (FBD)
TEXTUAIS
 LISTA DE INSTRUÇÕES (LI): Mais antiga
 TEXTO ESTRUTURADO (ST): Igual ao que se usa nos computadores

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CODIFICAÇÃO

EQUIPAMENTO/DISPOSITIVO CÓDIGO
Aquecedor Resistivo AR
Bloco Rectificador BLR
Botão de Pressão (Sem Retenção) – DESLIGAR B
Botão de Pressão (Sem Retenção) – LIGAR S
Botão de Pressão (Sem Retenção) – EMERGÊNCIA E0
Botão de Pressão (Retenção) – LIGAR E DESLIGAR SB
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Vermelha – LIGAR SR
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Verde – LIGAR SG
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Amarela – LIGAR SY
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Vermelha – DESLIGAR BR
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Verde – DESLIGAR BG
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Amarela – DESLIGAR BY
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Vermelha – LIGAR & DESLIGAR SBR
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Verde – LIGAR & DESLIGAR SBG
Botão de Pressão (Retenção) Com Luz Amarela – LIGAR & DESLIGAR SBY
Botão de Pressão – Campainha SCP
Campainha CP
Chave Fim de Curso CH
Contactor (Arrancador Magnético) – 220VAC KM
Contactor (Arrancador Magnético) – 24VDC K
Contactor (Arrancador Magnético) – 110VDC KH
Disjuntor Tetrapolar DQ
Disjuntor Bipolar DB
Disjuntor Bipolar (alimentação) DM
Disjuntor Tripolar DT
Detector de Fumo FH
Fotocélula LH
Fusível F

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Gerador GE
Interruptor Simples IS
Interruptor Duplo (Comutador de Lustre) ID
Interruptor Comutador de Escada CE
Inversor Manual IM
Lâmpada Incandescente LI
Lâmpada Fluorescente LF
Motor M
Placa de Díodos PD
Relé Magnético de Comando R
Relé Magnético de Protecção RM
Relé Térmico RT
Relé Temporizador TM
Sensor de Nível NH
Sensor de Presença PH
Sinalizador Luminoso Verde – 24VDC G
Sinalizador Luminoso Amarelo – 24VDC Y
Sinalizador Luminoso Vermelho – 24VDC R.
Sinalizador Luminoso Verde – 220VAC G0
Sinalizador Luminoso Amarelo – 220VAC Y0
Sinalizador Luminoso Vermelho – 220VAC R0
Sinalizador Sonoro SS
Termóstato TH
Tomada Monofásica Sem Terra TD
Tomada Monofásica Com terra TDT
Tomada Trifásica Sem Terra TTD
Tomada Trifásica Com Terra TTDT
Transformador TFO
Ventilador VT

PRINCIPAIS SIMBOLOGIAS

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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COTRIM, Admaro. Instalações Eléctricas. 5ª Edição, 2008.
CREDER, Hélio. Instalações Eléctricas.15ª Edição,2007.
DECKMANN, Sigmar Maurer. Avaliação da Qualidade de Energia Eléctrica.2010.
DIONÍSIO, Felipe, et al. Geração de Energia Eléctrica a partir de Energia Eólica.
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EDMINISTER, Joseph. Circuitos Eléctricos. 2ª Edição, 1991.
ELECTRIC, Schneider. Manual e Catálogo do Electricista.2009.
FRANCO, Edgard. Qualidade de energia – Causas, Efeitos e soluções.2013.
FRANCHI, Claiton. Accionamento Eléctrico.4ª Edição, 2008.
GEBRAN, Amaury Pessoa e RIZZATO, Flávio Adalberto Poloni. Instalações
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LIMA, Charles Borges e VILLAÇA, Marco V. M. Avr e arduido: Técnicas de
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MARKUS, Octávio. Circuitos Eléctricos – Corrente Contínua e Corrente
Alternada.2001.
NETO, João de Jesus Afonso Domingos. O Impacto do Planeamento do Sector de
Energia Eléctrica Angolano no Processo de Integração Regional da África Austral.
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NISKIER, Júlio e MACINTYRE, A. J. (2000). Instalações Eléctricas.
POPPIUS, Eduardo Bertil. Fundamentos de Electromecânica. 2012.
ROSÁRIO, João Maurício. Automação Industrial.2009.
SENAI. Mestre de Obra. 2ª Edição, 2013.
STUDART, Octávio. Protecção de Sistemas Aéreos de Distribuição. Volume 2, 1982.
BOYLESTAD, Robert (2004). Introdução à Análise de Circuitos Eléctricos. 10ª Ed.
SP. Mc Graw Hill Editora.

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