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Acumulador Chumbo-Ácido

Estacionário
VRLA

PowerSafe DDm
Este manual contém informações importantes sobre segurança, armazenagem, instalação,
operação e manutenção de baterias chumbo-ácidas reguladas por válvula. Para aumentar a
segurança e o desempenho, ler todos os itens sobre instalação. Observar com atenção todas as
precauções apresentadas neste manual para evitar acidentes ou risco de vida como também
perda total ou parcial da garantia.

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como em sua totalidade, sem a permissão por escrito da EnerSys.

Registro das Revisões


Revisão Descrição Data Visto

0 Emissão Inicial 13/01/14
1 Revisão Geral 23/07/14
2 Revisão Geral 18/05/15
3 Revisão Geral 01/09/15

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Sumário
1 Introdução ................................................................................................................................................ 03
2 Aspectos Construtivos, dimensionais e físicos ............................................................................. 03
2.1 Desenhos dimensionais dos elementos e estantes ................................................................ 03
2.2 Características elétricas e dimensionais dos elementos ........................................................ 04
2.3 Características Construtivas ................................................................................................... 05
2.4 Características dimensionais das estantes ............................................................................. 06
2.5 Características dimensionais: Barra e Cabos de interligação ................................................ 07
2.6 Relação das capacidades nominais por modelo ................................................................ 08
2.7 Características de tensão de flutuação, carga e circuito aberto e temperatura .................. 08
3 Curvas e tabelas características .......................................................................................... 12
3.1 Capacidades x Tempo de descarga ....................................................................................... 12
3.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo .................................................................. 13
3.3 Curva de carga na tensão de flutuação .................................................................................. 15
3.4 Variação da capacidade em função da temperatura .............................................................. 16
3.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura ................................................ 16
3.6 Variação do estado de carga em função do circuito aberto ................................................... 17
3.7 Fator K .................................................................................................................................... 17
3.8 Variação da corrente de flutuação em função do tempo de vida do acumulador .................. 20
4 Desempenho e características ............................................................................................. 21
4.1 Condição climática desfavorável e vida útil em função da temperatura ................................ 21
4.2 Perda de capacidade em função do tempo de operação....................................................... 21
4.3 Auto Descarga ........................................................................................................................ 21
4.4 Emissão de gases .................................................................................................................. 22
4.5 Reações químicas envolvidas ................................................................................................ 22
4.6 Medidas ôhmicas internas e corrente de curto circuito .......................................................... 23
4.7 Corrente de Ripple .................................................................................................................. 23
5 Armazenamento e instalação................................................................................................ 24
5.1 Recebimento e Desembalagem ............................................................................................. 24
5.2 Características para armazenagem ....................................................................................... 24
5.3 Preparação do local de instalação ......................................................................................... 25
5.4 Montagem de estante/gabinete .............................................................................................. 26
5.5 Instalação dos acumuladores ................................................................................................. 26
5.6 Interconexão dos elementos ou monoblocos ......................................................................... 29
5.7 Torque aplicável ..................................................................................................................... 32
5.8 Medidas antes da Instalação e providencias em caso de irregularidades ............................. 33
5.9 Tabela que relacione as conexões com o tipo de elemento .................................................. 34
5.10 Requisitos de segurança para o local de instalação ............................................................ 35
6 Operação e manutenção preventiva...................................................................................... 36
6.1 Valores Típicos para a tensão de flutuação ........................................................................... 36
6.2 Procedimentos aplicáveis para equalização .......................................................................... 36
6.3 Método para avaliação de capacidade ................................................................................... 37
6.4 Programa de Manutenção: atividades e periodicidade .......................................................... 37
6.5 Descrição das anormalidades e dos defeitos mais comuns,
causas e procedimentos para correção ................................................................................. 39
6.6 Causas e precauções para avalanche térmica ...................................................................... 40
6.7 Instrumentos e ferramentas necessárias para manutenção .................................................. 40
6.8 Equipamentos de proteção individuais do operador .............................................................. 40
7 Saúde, segurança e meio ambiente ..................................................................................... 43
7.1 Orientações, cuidados básicos e descarte ............................................................................. 43

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1. Introdução

A linha de baterias chumbo-ácidas VRLA EnerSys PowerSafe DDm é a solução ideal para locais onde
sejam necessárias baterias de alta performance e confiabilidade.

Os elementos ficam alojados em módulos de aço, que proporcionam uma compressão uniforme e
constante durante toda a vida da bateria. Sua montagem em racks permite várias possibilidades de
instalação, tornando-a simples e rápida, inclusive nos locais menos acessíveis.

As baterias PowerSafe DDm possuem tecnologia avançada, com placas positivas mais grossas que
aumentam sua expectativa de vida. A selagem do pólo é feita com epóxi que utiliza um sistema duplo
de vedação, garantindo um processo da mais alta integridade. Para completar, o pólo com inserto de
cobre tem uma superfície maior para garantir a máxima condutividade elétrica.

As baterias VRLA PowerSafe DDm, são adequadas para aplicação em diferentes segmentos como
Telecomunicações, Geração e Distribuição de energia, Sistemas Ininterruptos de Energia – UPS, etc.

2. Aspectos construtivos, Dimensionais e Físicos

2.1 Desenhos Dimensionais dos Elementos e Estantes

ELEMENTOS

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2.2 Características Elétricas e Dimensionais dos Elementos

CAPACIDADE EM Ah CAPACIDADE DIMENSÕES ELEMENTO DIMENSÕES MÓDULO


POR MÓDULO

PESO
ELEMENTOS

DESCARGA ATÉ 1,75 VPE / 25°C NOMINAL (mm) (mm)

TENSÃO
(V)
TIPO 10h
1,75Vpe PROF. S/ PROF. C/ PROF. S/
C20 C10 C5 C3 C1 25°C COMP. ALT. PÓLOS PÓLOS
COMP. ALT. PÓLOS
ELEM. MÓD.

2DDm35-07 2 126 120 99 85 65 4 120 51 155 361 366 102 165 366 7,45 19,1

2DDm50-09 2 252 240 198 174 121 4 240 89 155 361 366 178 165 366 14,5 34,3

2DDm50-13 2 357 340 295 265 180 4 340 127 155 361 366 255 165 366 21,1 49,5

DDm50-17 1 494 470 395 342 242 2 470 166 155 361 366 166 165 366 29,1 34,0

2DDm85-13 2 609 580 490 426 305 4 580 127 155 549 554 255 165 554 32,8 75,7

2DDm85-15 2 680 660 567 498 355 4 660 145 155 549 554 293 165 554 38,5 88,5

DDm85-21 1 1020 970 810 705 500 2 970 204 155 549 554 204 165 554 56,4 64,5

DDm85-25 1 1230 1170 980 855 610 2 1170 242 155 549 554 242 165 554 64,9 74,4

DDm85-27 1 1335 1270 1060 921 660 2 1270 261 155 549 554 261 165 554 70,6 80,8

DDm85-33 1 1630 1550 1290 1125 810 2 1550 318 155 549 554 318 165 554 85,5 97,9

DDm100-21 1 1220 1160 985 885 605 2 1160 204 155 619 624 204 165 624 63,7 73,5

DDm100-25 1 1470 1400 1200 1065 750 2 1400 242 155 619 624 242 165 624 75,0 86,5

DDm100-27 1 1575 1500 1305 1164 800 2 1500 261 155 619 624 261 165 624 79,6 92,0

DDm100-33 1 1945 1850 1600 1431 990 2 1850 318 155 619 624 318 165 624 100,3 115,3

DDm125-25 1 1815 1730 1500 1365 940 2 1730 242 216 592 597 242 226 597 100,2 112,3

DDm125-27 1 1953 1860 1640 1476 1020 2 1860 261 216 592 597 261 226 597 107,8 120,8

DDm125-33 1 2415 2300 2000 1815 1250 2 2300 328 216 592 597 328 226 597 128,3 144,1

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2.3 Características construtivas

 Placa positiva – Com espessura de 6,4 mm e utilizando grade produzida com liga chumbo-
cálcio-estanho, que minimizam o processo de corrosão e prolongam a vida.

 Placa negativa - As grades de chumbo cálcio balanceadas apresentam alta eficiência pois
otimizam a recombinação dos gases.

 Tecnologia do Separador em AGM – Fibra de vidro microporosa que absorve


completamente o eletrólito em sua estrutura com alta resistência mecânica e baixa
resistência elétrica.

 Vaso e tampa – Polipropileno retardante a chama. (UL94 V-0/L.O.I. 28%).

 Eletrólito - Ácido sulfúrico diluído.

 Pólos – Terminal de chumbo com núcleo de cobre que aumenta a capacidade de condução
de corrente.

 Vedação térmica entre vaso e tampa: Garante 100% de resultado positivo durante a
operação da bateria.

 Vedação do pólo – A primeira vedação é feita com a junção de um anel vedante por meio
térmico mais uma segunda vedação feita com resina epóxi, com aprovação de 100% no
teste de estanqueidade realizado na fábrica e em campo.

 Válvula de segurança – Atua quando a bateria atinge valor de pressão interna de 2 a 3 psi.
Também tem a função de filtro anti-chama.

 Conexões entre-elementos – Feitas de cobre, totalmente isoladas.

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2.4 Características dimensionais das Estantes

LARGURA ALTURA
TIPO PROF.
1 2 3 4 1 2 3 4 5 6 7 8
elem. elem. elem. elem. elem. elem. elem. elem. elem. elem. elem. elem.
2 DDm35-07 204 331 459 585 460 520 740 960 1180 1400 1620 1840 2060
2 DDm50-09 308 498 688 878
2 DDm50-13 385 653 919 1186 460 520 740 960 1180 1400 1620 1840 2060
DDm50-17 296 474 652 830
2 DDm85-13 385 652 919 1186
2 DDm85-15 423 728 1033 1338
DDm85-21 334 550 766 982
650 520 740 960 1180 1400 1620 1840 2060
DDm85-25 372 626 880 1134
DDm85-27 391 664 937 1210
DDm85-33 448 778 1108 1438
DDm100-21 334 550 766 982
DDm100-25 372 626 880 1134
720 520 740 960 1180 1400 1620 1840 2060
DDm100-27 391 664 937 1210
DDm100-33 448 778 1108 1438
DDm125-25 372 626 880 1134
DDm125-27 391 664 937 1210 690 580 860 1140 1420 1700 1980 2260 2540
DDm125-33 448 778 1108 1438

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2.5 Características dimensionais das barras ou cabos de interligação

ELEM. TIPO TIPO SEÇÃO COMPR. REF.

Conector entre filas 100 mm CP09060


2DDm35-07
Conector entre níveis 100 mm CP09060
Conector entre filas 150 mm CP04001
2DDm50-09
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 250 mm CP04005
2DDm0-13
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 195 mm CP04003
2DDm50-17
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 250 mm CP04005
2DDm85-13
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 180 mm CP04002
2DDm85-15
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 250 mm CP04005
DDm85-21
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDm85-25
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 35 mm2 290 mm CP04006
DDm85-27
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 345 mm CP04008
DDm85-33
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 250 mm CP04005
DDm100-21
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDm100-25
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDm100-27
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 345 mm CP04008
DDm100-33
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDm125-25
Conector entre níveis 220 mm CP04004
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDm125-27
Conector entre níveis 220 mm CP04004
Conector entre filas 345 mm CP04008
DDm125-33
Conector entre níveis 220 mm CP04004

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2.6 Relação das capacidades nominais por modelo

ELEMENTOS TENSÃO (V) CAPACIDADE NOMINAL


TIPO
POR MÓDULO NOMINAL 10h / 1,75Vpe / 25°C

2 DDm35-07 2 4 120
2 DDm50-09 2 4 240
2 DDm50-13 2 4 340
DDm50-17 1 2 470
2 DDm85-13 2 4 580
2 DDm85-15 2 4 660
DDm85-21 1 2 970
DDm85-25 1 2 1170
DDm85-27 1 2 1270
DDm85-33 1 2 1550
DDm100-21 1 2 1160
DDm100-25 1 2 1400
DDm100-27 1 2 1500
DDm100-33 1 2 1850
DDm125-25 1 2 1730
DDm125-27 1 2 1860
DDm125-33 1 2 2300

2.7 Características de tensão de flutuação, carga, circuito aberto e temperatura

2.7.1. Tensão de Flutuação Recomendada

Neste tipo de operação, a bateria e o circuito de carga ficam continuamente conectados em


paralelo a um carregador de tensão constante.

A tensão de flutuação recomendada para elementos PowerSafe DDm é de 2,27Vpe a 25°C.

2.7.2. Método de Carga de Flutuação

A tensão da carga de flutuação deve ser mantida constante com valores que compensem a
auto descarga a fim de manter a bateria totalmente carregada e em condição plena de operação,
quando necessário, como na interrupção no fornecimento de energia alternada ou na ocorrência
de falha do carregador.

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É recomendado a utilização de um carregador de tensão constante com compensação
automática do valor de flutuação em função da temperatura. Este tipo de carregador irá ajudar
a obter a máxima eficiência de sua bateria e aumentar sua expectativa de vida uma vez que
ajusta automaticamente a tensão de flutuação para os valores recomendados em diferentes
temperaturas de trabalho. Se o seu carregador não realiza estes ajustes automaticamente, o
ajuste deverá ser realizado manualmente considerando o fator de -4mV por °C por elemento
tendo como temperatura de referência 25ºC.

Para realizar uma carga de flutuação, siga os procedimentos abaixo depois que a bateria
receber sua carga inicial (ver item 3.2.1).

1. A tensão de flutuação deverá ser ajustada em 2,27Vpe. Obter este valor através da
medição da tensão total da bateria e dividir este valor pelo número de elementos
conectados em série. Certifique-se que esta tensão não ultrapasse a tensão máxima
especificada para o consumidor conectado.

2. Ajustar o carregador para fornecer a tensão de flutuação recomendada nos terminais da


bateria. NUNCA utilizar tensão de flutuação menor ou maior que o recomendado. A vida
e a capacidade da bateria poderão sofrer grave redução se esta recomendação não for
observada, além de acarretar a perda da garantia de fábrica do produto.

3. Mensalmente, medir e registrar a tensão nos terminais da bateria e utilizar este valor
para uma calibração precisa do carregador.

4. Se a tensão média – Vpe estiver acima ou abaixo da escala recomendada no


procedimento 1, ajustar o carregador para fornecer a tensão adequada conforme
medidas feitas nos terminais da bateria.

5. É aceitável encontrar variações na leitura da tensão de flutuação nos elementos


PowerSafe DDm com menos de 01 ano de uso. Estes valores podem variar em até
±0,09V do valor nominal (2,27Vpe). Depois de 01 ano em flutuação este desvio deverá
reduzir-se para no máximo ± 0,05 V.

6. A medição da tensão total da bateria deve ser feita nos pólos terminais a fim de evitar
variações.

A tensão em aberto dos elementos PowerSafe DDm fica em torno de 2,14 Vpe a 25°C.

2.7.3. Carga

Informações Gerais

Não é possível medir a densidade do eletrólito em baterias do tipo VRLA, não sendo possível,
também, indicar o estado de carga através deste meio.

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2.7.4. Como Determinar o Estado de Carga

O seguinte método deve ser utilizado para determinar o estado de carga da bateria.

1. Colocar a bateria em recarga logo após uma descarga.


Utilizando amperímetro realizar uma leitura do valor de corrente.

A corrente de saída do carregador será a soma da corrente fornecida ao consumidor mais


a corrente necessária para carregar a bateria.

2. A bateria estará carregada quando o valor de sua corrente for gradativamente reduzindo
até estabilizar em dado’ valor.

3. Quando o nível de corrente se mantiver constante durante 3 horas, o estado de carga será
de aproximadamente 95 a 98%. E podemos considerar a bateria recarregada.

Nesta condição a bateria está pronta para ser utilizada na maioria das aplicações.

2.7.5. Temperatura de Utilização

A temperatura nominal de trabalho dos elementos PowerSafe DDm é de 25ºC.

Temperaturas superiores a nominal de 25ºC aceleram as reações químicas dos elementos,


gerando efeitos na bateria:

 Redução de vida útil


 Elevação da auto-descarga
 Aumento temporário da capacidade disponível
 Maior consumo de água
 Elevação da corrente de carga para a mesma tensão de carga

Uma elevação da temperatura em 10ºC em relação a nominal de 25ºC, ocasiona aceleração


das reações químicas, resultando em uma redução de vida da bateria em torno de 50%.
Este efeito pode ser minimizado através da adequada redução da tensão de flutuação.

Consequentemente devem ser observados maiores cuidados na operação de baterias


reguladas por válvulas, quando estas forem expostas a temperaturas maiores que a de
referência. Deve-se ainda evitar ao máximo a exposição destas baterias a fontes de calor que
causem desequilíbrio de temperatura entre os elementos da bateria.

Temperaturas inferiores a nominal de 25ºC retardam as reações químicas dos elementos,


gerando efeitos na bateria:

 Aumento da vida útil em flutuação


 Redução da capacidade disponível
 Diminuição da auto descarga
 Redução do consumo de água.

A faixa de temperatura ideal para operação de elementos regulados por válvula é entre 20°C e
25ºC.

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CUIDADO
Monitorar a temperatura da bateria durante a carga. Se a temperatura do elemento e/ou
bateria ultrapassar 40°C, parar a carga imediatamente e aguardar a temperatura reduzir
para valor abaixo de 32°C. Estas instruções devem ser seguidas rigorosamente a fim de
evitar sobrecarga e danificar o elemento e/ou bateria.

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3. Curvas e tabelas características

3.1 Capacidade x tempo de descarga

CAPACIDADE CAPACIDADE EM Ah ATÉ 1,75 Vpe


TIPO NOMINAL Tempo de descarga (h)
10 h - 1,75 Vpe - 25°C 1 3 5 10 20
2 DDm35-07 120 65 85 99 120 126
2 DDm50-09 240 121 174 198 240 252
2 DDm50-13 340 180 265 295 340 357
DDm50-17 470 242 342 395 470 494
2 DDm85-13 580 305 426 490 580 609
2 DDm85-15 660 355 498 567 660 680
DDm85-21 970 500 705 810 970 1020
DDm85-25 1170 610 855 980 1170 1230
DDm85-27 1270 660 921 1060 1270 1335
DDm85-33 1550 810 1125 1290 1550 1630
DDm100-21 1160 605 885 985 1160 1220
DDm100-25 1400 750 1065 1200 1400 1470
DDm100-27 1500 800 1164 1305 1500 1575
DDm100-33 1850 990 1431 1600 1850 1945
DDm125-25 1730 940 1365 1500 1730 1815
DDm125-27 1860 1020 1476 1640 1860 1953
DDm125-33 2300 1250 1815 2000 2300 2415

CAPACIDADE CAPACIDADE EM Ah ATÉ 1,80 Vpe


TIPO NOMINAL Tempo de descarga (h)
10 h - 1,75 Vpe - 25°C 1 3 5 10 20
2 DDm35-07 120 63 83 96 112 118
2 DDm50-09 240 117 171 193 230 242
2 DDm50-13 340 174 258 284 329 346
DDm50-17 470 232 335 384 459 482
2 DDm85-13 580 294 416 474 569 598
2 DDm85-15 660 342 487 548 648 680
DDm85-21 970 482 691 787 954 1002
DDm85-25 1170 588 835 947 1143 1200
DDm85-27 1270 635 900 1030 1246 1308
DDm85-33 1550 779 1097 1257 1523 1599
DDm100-21 1160 582 862 960 1143 1200
DDm100-25 1400 688 1020 1162 1366 1435
DDm100-27 1500 734 1113 1270 1471 1545
DDm100-33 1850 909 1370 1549 1806 1896
DDm125-25 1730 864 1307 1455 1692 1776
DDm125-27 1860 936 1415 1590 1815 1906
DDm125-33 2300 1139 1734 1977 2200 2310

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CAPACIDADE CAPACIDADE EM Ah ATÉ 1,85 Vpe
TIPO NOMINAL Tempo de descarga (h)
10 h - 1,75 Vpe - 25°C 1 3 5 10 20
2 DDm35-07 120 57 79 88 109 115
2 DDm50-09 240 103 162 178 226 237
2 DDm50-13 340 154 245 277 320 336
DDm50-17 470 206 321 371 442 464
2 DDm85-13 580 247 379 449 545 572
2 DDm85-15 660 288 448 521 620 651
DDm85-21 970 406 627 744 912 957
DDm85-25 1170 496 764 899 1100 1155
DDm85-27 1270 536 820 972 1181 1240
DDm85-33 1550 659 1001 1183 1457 1530
DDm100-21 1160 495 794 904 1079 1133
DDm100-25 1400 614 954 1102 1299 1364
DDm100-27 1500 655 1043 1201 1395 1465
DDm100-33 1850 811 1281 1469 1721 1807
DDm125-25 1730 760 1209 1392 1650 1733
DDm125-27 1860 825 1308 1525 1786 1875
DDm125-33 2300 1011 1604 1860 2208 2318

3.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo

3.2.1 Carga prévia e Reforço de Carga (Equalização)

As baterias perdem parte da carga durante o período de transporte e armazenamento. Em


função dessa perda, recomenda-se a aplicação de uma carga prévia antes do início de operação
em flutuação.

O único método de carga permitido é o de tensão constante. Confirme se o seu carregador é do


tipo tensão constante (a maioria dos carregadores modernos são deste tipo).

1. Determinar a tensão máxima que deve ser aplicada no sistema (ou a tensão máxima do
carregador se o consumidor ainda não foi conectado). Siga as recomendações do
fabricante do sistema conectado ao carregador.

2. Dividir a tensão total máxima do sistema pelo número de elementos conectados em


série. O resultado é a quantidade máxima de Volts por elemento que deve ser usada na
carga inicial. Não ultrapassar o valor de 2,35 V por elemento.

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A tabela a seguir mostra os níveis de tensão e o tempo necessário para a carga prévia.
Selecione a tensão mais alta que o sistema permitir para a carga inicial sem exceder 2,35 Volts
por elemento.

Tensão de Tempo (hs) Tempo (hs) Tempo (hs)


Carga Inicial (V) Temp.16° - 32°C Temp. 5° - 15°C Temp. <4°C
2,30 48 96 192
2,32 24 48 96
2,35 20 24 48

3. Conectar o terminal positivo ( + ) da bateria ao terminal positivo ( + ) do carregador.

4. Conectar o terminal negativo ( - ) da bateria ao terminal negativo ( - ) do carregador.

5. Aumentar a tensão até o valor a ser aplicado, conforme mostra a tabela acima.

IMPORTANTE: Não exceder o limite de 2,35 V em nenhuma hipótese.

CUIDADO
Monitorar a temperatura da bateria durante a carga. Se a temperatura do
elemento/bateria ultrapassar 40°C, parar a carga imediatamente e deixar a temperatura
alcançar menos de 32°C. Estas instruções devem ser seguidas rigorosamente a fim de
evitar sobrecarga e danificar o elemento/bateria.
.

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3.3 Curva de carga na tensão de flutuação

Recarga com tensão constante de 2,27Vpe considerando uma descarga de 80% em relação a
capacidade nominal (C10) e corrente inicial limitada a 0,10 x C10 (A) a temperatura de referência
de 25ºC.

160 2,35
Tensão constante de
140 2,27 Vpe 2,30
CORRENTE/% REPOSIÇÃO Ah

VOLTS POR ELEMENTO


120 2,25

100 2,20
Reposição dos Ah
80 (%) 2,15

60 2,10

40 2,05

20 Corrente (A) 2,00


I = 0,1 x C10
0 1,95
0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20

TEMPO HORAS

Aproximadamente após 8 horas de recarga com tensão de flutuação os elementos atingem 90%
do seu estado total de carga, sendo que a plena carga é atingida em torno de 72 horas após o
início da recarga.

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3.4 Variação e correção da capacidade em função da temperatura

A temperatura produz efeito direto na capacidade da bateria. O gráfico a seguir apresenta os


fatores de correção aplicáveis em função da temperatura durante o ensaio.

1,08

1,06

1,04
Fator de Correção

1,02

1,00

0,98

0,96

0,94

0,92

0,90
5 10 15 20 25 30 35 40
Temperatura (ºC)

3.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura

2,34

2,32
Tensão de Flutuação

2,30

2,28

2,26

2,24

2,22
5 10 15 20 25 30 35 40
Temperatura (ºC)

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3.6 Variação do estado de carga em função do circuito aberto

2,16
2,14
2,12
Tensão Circuito Aberto

2,10
2,08
2,06
2,04
2,02
2,00
1,98
1,96
0% 20% 40% 60% 80% 100% 120%
Capacidade (%)

3.7 Fator k

Fator K - Elemento DDM35


25

20 1,80 VPE

1,85 VPE

15
1,75 VPE

10

0
0 5 10 15 20 25
Horas

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Fator K - Elementos DDM50
25

20 1,80 VPE
1,85 VPE

1,75 VPE
15

10

0
0 5 10 15 20 25
Horas

Fator K - Elementos DDM85


25

20 1,80 VPE
1,85 VPE

1,75 VPE
15

10

0
0 5 10 15 20 25
Horas

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Fator K - Elementos DDM100
25

20 1,80 VPE
1,85 VPE

1,75 VPE
15

10

0
0 5 10 15 20 25
Horas

Fator K - Elementos DDM125


25

20 1,80 VPE
1,85 VPE
1,75 VPE
15

10

0
0 5 10 15 20 25
Horas

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3.8 Variação da corrente de flutuação em função do tempo de vida do acumulador

60

55

50

45
mA/100Ah

40

35

30

25

20

15

10
0% 20% 40% 60% 80% 100% 120%
Vida Útil (%)

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4. Desempenho e características
4.1 Condições climáticas desfavoráveis e vida útil em função da temperatura

Para maximizar a vida útil e o desempenho da bateria, é indispensável efetuar a compensação


de temperatura ajustando a tensão de carga de acordo com a variação da temperatura
ambiente. Desta maneira evita-se o fenômeno conhecido como “avalanche térmica” onde a
temperatura interna dos vasos de um banco de baterias aumenta excessivamente. Outra opção
é descontinuar o processo de carga até que a temperatura retorne ao valor normal.

4.2 Perda de capacidade em função do tempo de operação


CAPACIDADE ( % )

EXPECTATIVA DE VIDA ( % )

4.3 Auto Descarga

O fenômeno da auto-descarga ocorre em função do estado natural da bateria ser descarregada,


ou seja, quando a bateria é carregada ela é forçada a uma condição não natural e, quando
permanece em circuito aberto suas reações químicas internas tendem a retorná-la ao seu
estado natural (descarregada) gerando assim a auto-descarga.

Para as baterias PowerSafe DDm a auto-descarga é inferior a 3% mensais quando novas e a


25°C. Esse valor tende a aumentar 50% com o decorrer do tempo.

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Em função da baixa auto-descarga, os elementos podem permanecer armazenados por
períodos de até 6 meses sem a necessidade de recarga. Vale ressaltar que temperaturas
ambiente superiores a 25°C ocasionam o aumento da taxa de auto-descarga.

Devido à baixa auto-descarga nos elementos PowerSafe DDm, não são necessárias cargas de
equalização frequentes (desde que não se verifique grandes variações de tensão entre os
elementos). Porém, se for observado algum dos fatores abaixo listados, é recomendado aplicar
a carga de equalização:

 Ajuste inadequado do carregador


 A tensão que aparece no painel do carregador é superior à tensão aplicada na bateria
 Caso um dos elementos apresente tensão igual ou menor a 2,17Volts
 Variação de temperatura entre os elementos superior a 3ºC
 Após descargas profundas ou consecutivas
 Antes de colocar os elementos em operação
 E em caso de armazenamento, seguindo os intervalos recomendados

4.4 Emissão de gases

Devido ao baixo volume de gás emitido pela bateria PowerSafe DDm é possível reduzir ao
mínimo os riscos existentes mesmo em ambientes fechados.

Em função dessa baixa emissão de gases, mesmo durante processos de recarga, os elementos
PowerSafe DDm podem compartilhar o mesmo ambiente com equipamentos eletrônicos e até
mesmo com pessoas.

Volume de hidrogênio produzido durante a flutuação:

0,025 mL / h ( por Ah, por elemento, a 25ºC)

4.5 Reações químicas envolvidas

A reação química que ocorre após o final do estágio de carga ou sob a condição de sobrecarga
é demonstrada na fórmula a seguir e na figura “B”.

REAÇÃO NA PLACA POSITIVA


(GERAÇÃO DE OXIGÊNIO)
2 H2O ↔ O2 + 4H + +4e
(migrado da superfície da placa neg.)
REAÇÃO NA PLACA NEGATIVA
(REAÇÃO QUÍMICA DO CHUMBO ESPONJOSO COM OXIGÊNIO)
2 Pb + O2 ↔ 2 PbO
REAÇÃO QUÍMICA DO PbO COM ELETRÓLITO

2 PbO + 2 H2SO4 ↔ 2 PbSO4 + 2 H2O (para reação (1))


REAÇÃO DO PbSO4
2 PbSO4 + 4H + +4e ↔ 2 Pb + 2 H2SO4
REAÇÃO TOTAL NA PLACA NEGATIVA
O2 + 4H + +4e ↔ 2 H2

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4.6 Medidas ôhmicas internas e correntes de curto circuito

RESISTÊNCIA INTERNA CORRENTE DE CURTO


TIPO
(Ohms) CIRCUITO (Ah)
2 DDm35-07 1400 1500
2 DDm50-09 825 2527
2 DDm50-13 550 3791
DDm50-17 413 5048
2 DDm85-13 515 4049
2 DDm85-15 441 4728
DDm85-21 309 6748
DDm85-25 258 8081
DDm85-27 238 8761
DDm85-33 193 10803
DDm100-21 270 7722
DDm100-25 225 9267
DDm100-27 208 10024
DDm100-33 169 12337
DDm125-25 168 12411
DDm125-27 155 13452
DDm125-33 126 16458

4.7 Corrente de Ripple

É possível que, dependendo do carregador e de suas características técnicas, durante


o processo de carga uma certa parcela da corrente alternada se sobreponha a corrente
contínua de carga. Esta componente de corrente alternada sobreposta provoca
aquecimento adicional da bateria e pode produzir sérios danos.

A corrente de ripple é extremamente prejudicial para a vida da bateria. Para correntes


superiores a 5A (RMS)/100 Ah aumenta a velocidade de corrosão da grade positiva e
aumenta igualmente a temperatura do elemento como resultado das perdas internas.

Os elementos de bateria PowerSafe DDm podem aceitar uma corrente alternada


sobreposta de até 5A (RMS) por cada 100Ah de capacidade nominal (Ex.: 10A efetivos
no caso de uma bateria de 200Ah)

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5. Armazenamento e Instalação

5.1 Recebimento e Desembalagem

PRINCIPAIS CUIDADOS AO MANUSEAR OS MÓDULOS POWERSAFE DDm

 A embalagem dos acumuladores apresenta resistência mecânica suficiente para o


manuseio e transporte, com identificação de posicionamento e conteúdo.

 Os módulos são acondicionados verticalmente nos paletes. Todos os acessórios


necessários para o manuseio ou instalação das baterias são fornecidos como kits opcionais
e embarcados separadamente em paletes ou caixas.

 Nunca manusear o elemento pelos pólos. Quando erguer um grande elemento com
guindaste, elevador ou similares, utilize cintos de içamento e isopor para proteção.

 Não tente remover a válvula reguladora ou sua tampa, correndo o risco de danificar este
componente e, assim, prejudicar o funcionamento da bateria e, consequentemente, perda
de vida útil e da garantia do produto

 As baterias devem ser desembaladas e carregadas o mais rápido possível, logo após o seu
recebimento. Porém, se este procedimento não for possível de ser realizado imediatamente,
consultar as recomendações do item “Características para Armazenagem” e segui-las
atentamente a fim de se garantir a vida útil projetada das baterias PowerSafe DDm.

5.2 Características para armazenagem

O local para armazenamento das baterias deve ser limpo, seco e bem arejado (25ºC). O
armazenamento em temperaturas mais elevadas aumentará as taxas de auto descarga, perdas
de desempenho (capacidade) e vida útil da bateria. Períodos de armazenamento superiores aos
citados resultam em sulfatação das placas, afetando diretamente a capacidade e a expectativa
de vida da bateria. O tempo máximo de armazenamento permitido é de até 2 (dois) anos a partir
da data de embarque para o Cliente.

Os reforços de carga (vide item 3.2.1) devem ser aplicados periodicamente a cada 6 meses,
desde que a temperatura média ambiente não seja superior a 25ºC.

Em locais com temperatura ambiente superior a 25ºC, os reforços de carga deverão ser
aplicados a cada 3 meses.

A não realização das recargas de reforço conforme indicado acima durante o período de
armazenagem das baterias pelo cliente pode acarretar a perda da garantia do produto.

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5.3 Preparação do local de instalação

Ao planejar o ambiente para instalação, checar cada um dos itens da tabela abaixo:

ITEM CONSIDERAÇÃO

O espaço de circulação deve seguir as leis locais.


Espaço A distância entre parede/equipamento deve ser de no
mínimo 10 cm.

Limpo, fresco e seco. O local escolhido deve estar livre de


Ambiente
água, óleo e sujeira.

Temperatura ambiente entre 23° e 26°C.


Altas temperaturas reduzem a vida da bateria.
Baixas temperaturas diminuem o desempenho.
Temperatura
Evitar variação de temperatura entre os elementos. Evitar
locais próximos a dutos de ar-condicionado ou exaustores,
fontes de calor ou incidência direta de raios solares.

Não é necessária uma sala de baterias VRLA com


Ventilação ventilação especial, entretanto não é permitida a instalação
em ambientes hermeticamente fechados.

Nivelamento razoável. É permitido utilização de calços de


no máximo 6 mm para nivelar a bateria da frente para trás
Piso
e de lado a lado. O piso tem que suportar o peso da bateria
e mais algum equipamento auxiliar.

Todos os equipamentos devem ser aterrados ao piso.


O aterramento deve ser de acordo com as leis locais e
Aterramento normas industriais.
O aterramento do piso e seu projeto são de
responsabilidade do instalador.

As baterias PowerSafe DDm podem ser instaladas


Proximidade de
próximas a equipamentos eletrônicos, desde que estes não
equipamentos eletrônicos
constituam fonte de calor prejudicial à bateria.

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5.4 Montagem de estante/ Gabinete

1 – moldura
2 – longarina
3 – terminal do trilho
4 – porca isolante - pequena
5 – parafuso M8 x 80 HX HD
6 – arruela plana M8
7 – arruela flexível M8
8 – porca M8
9 – porca isolante – grande
10 – parafuso Allen
11 – parafuso M8 x 30 HX HD
12 – barra de pressão
13 – arruela espaçadora
14 – pé montado
15 – contra-porca M16
16 – arruela plana M16

5.5 Instalação dos acumuladores

As baterias PowerSafe DDm foram projetadas para utilização em módulos de aço.

O processo de recombinação destas baterias pode causar uma pequena folga entre o elemento
e o módulo assim que forem encaixados um no outro. Pode acontecer de o elemento escorregar
do módulo se o mesmo estiver inclinado, aumentando o risco de acidentes e danos nos
elementos. Mantenha o retentor no lugar até que os módulos estejam em segurança
posicionados nas prateleiras.

1. Antes de instalar os elementos checar as tensões.


A tensão mínima aceitável é de 2,10 Vpe.

Se algum elemento apresentar tensão abaixo de 2,10 Vpe entre em contato com a
Enersystem.

2. Inspecionar os terminais verificando se há sinais de defeitos mecânicos.

3. Se os terminais estiverem OK, colocar o primeiro módulo na prateleira inferior com os


terminais virados para frente. Veja a figura abaixo.

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Os módulos maiores são muito pesados e dificultam esta operação manualmente. Utilize
dispositivos de içamento apropriados para evitar danos pessoais.

4. Empurrar o módulo até que esteja firme e seguro. Remover o retentor.

5. Empurrar o módulo até que alcance a sua posição definitiva, de forma que a borda do
módulo encoste na parte frontal da prateleira.

6. Colocar o outro elemento próximo ao anterior. Consulte o desenho de montagem para


verificar as configurações de polaridade. Veja o desenho a seguir.

7. Instalar os elementos restantes, sempre começando das prateleiras inferiores para as


superiores. Veja as figuras a seguir:

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Retentor dos Módulos

1. Instalar a placa retentora e espaçadora para cada módulo de bateria usando parafuso
sextavado M10 x 1,5 – 25 mm – veja a figura a seguir:

Observações:

Os espaçadores ficarão atrás da borda superior dos módulos e serão fixados através do
retentor e do parafuso.

2. Ajustar o torque para 27 Nm

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Instruções da Fixação dos módulos no rack

1. Fixar a borda frontal de cada módulo à prateleira através de um parafuso auto-enroscante.

2. Fixar o espaçador de cada retentor à prateleira através de um parafuso auto-enroscante.

Para ambos os casos, veja a figura a seguir:

5.6 Interconexão dos elementos ou monoblocos

Agora que os elementos estão posicionados podem ser interligados seguindo o desenho de
montagem e as seguintes instruções:

Antes de começar a fazer as conexões, recomenda-se aquecer a graxa antioxidante em


água quente para facilitar o processo.

Placas Terminais

As placas terminais são fornecidas com as baterias e criam uma central do sistema de
conexões. Todas as conexões devem ser feitas na Placa Terminal e nunca no terminal do
elemento. As placas terminais superiores são padrão, as laterais são opcionais.

1. Limpar os contatos elétricos da placa terminal com uma escova de cerdas duras não metálicas
até que a superfície esteja brilhante. Cuidado para não remover o banho de chumbo da placa
com escovação excessiva.

2. Utilizando um pincel pequeno, aplicar uma camada leve de graxa antioxidante nos contatos
elétricos da placa terminal.

3. A montagem e instalação da placa terminal é feita com aperto manual, como mostrado nas
figuras a seguir:

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Conexões entre elementos

As baterias são fornecidas com conectores entre elementos ou entre módulos. Estes conectores
são parafusados aos pólos de polaridade oposta do elemento adjacente. Veja maiores detalhes
no desenho de montagem.

1. Limpar a superfície do conector entre elementos com uma escova de cerdas duras não
metálicas. Cuidado para não remover o banho de chumbo com escovação excessiva.

2. Com um pincel pequeno, aplicar uma camada leve de graxa antioxidante no contato da conexão
entre elementos e no pólo terminal.

3. Parafusar os conectores entre elementos conforme desenho de montagem. Montar de acordo


com a figura e lista a seguir:

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 Parafuso
 Arruela de pressão
 Arruela lisa
 Ligação entre-elementos
 Pólo

As arruelas de marcação possuem cantos vivos. Instalar as arruelas de marcação distantes da


ligação entre elementos para não danificar o banho de chumbo.

Obs.: Os conectores possuem tamanhos diferentes dependendo do tipo de ligação (elemento-


para-elemento, módulo-para-módulo, etc) ou do tipo do rack.

4. Certifique-se de que todos os conectores tiveram aperto manual para facilitar o ajuste.

5. Depois que todas as conexões estiverem prontas, aplicar torque de 10 Nm.

6. Com um pincel pequeno, aplicar uma camada leve de graxa antioxidante na conexão
parafusada.

Barras Terminais

As barras terminais são fornecidas com as baterias para fazer a conexão entre o terminal do
elemento e a placa terminal.

1. Inspecionar a bateria para certificar que todos os elementos foram conectados corretamente.
Sempre POSITIVO COM NEGATIVO e de acordo com o desenho de montagem.

2. Com um pincel pequeno, aplicar uma camada leve de graxa antioxidante no contato da conexão
entre elementos e no pólo terminal.

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3. Limpar o contato da barra terminal com uma escova de cerdas duras não metálicas até que a
superfície esteja brilhante. Cuidado para não remover o banho de chumbo com escovação
excessiva.

4. Com um pincel pequeno, aplicar uma camada leve de graxa antioxidante no contato da barra
terminal.

5. Instalar a barra terminal como mostrado na figura a seguir.

6. Aplicar torque de 10 Nm.

7. Aplicar uma camada fina de graxa antioxidante com um pequeno pincel nas conexões
parafusadas.

5.7 Torque aplicável

O uso do toque adequado durante a instalação garante o correto funcionamento das baterias e
garante a segurança do sistema, para elementos PowerSafe DDm o torque aplicado nos
parafusos das interligações entre elementos deve ser de 10Nm.

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5.8 Ações a serem tomadas antes da instalação e providências em caso de irregularidades

Consultar o desenho de montagem para determinar a configuração do seu sistema.

Conferir a NF com os itens, no ato do recebimento dos materiais.

Antes de trabalhar com a bateria, certifique-se de que você tem em mãos os EPI´S necessários,
como roupas protetivas, equipamentos de segurança e ferramentas isoladas.

Equipamentos de instalação recomendados

A lista abaixo apresenta os equipamentos necessários para a instalação da bateria PowerSafe


DDm:

 Giz
 Nível
 Torquímetro (10 – 200 Nm)
 Torquímetro (5 – 12 Nm)
 Aterramento no Piso (de responsabilidade do usuário)
 Calços
 Chave inglesa
 Chave de boca
 Chave de fenda
 Toalhas, papel ou pano
 Escova de cerdas duras não metálica
 Fita métrica
 Roupas e equipamentos de segurança (EPI)
 Pincel pequeno
 Chave Allen padrão

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5.9 Tabela que relacione as conexões com o tipo de elemento

ELEM. TIPO TIPO SEÇÃO COMPR. REF.

Conector entre filas 150 mm CP04001


2DDM50-09
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 250 mm CP04005
2DDM50-13
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 195 mm CP04003
2DDM50-17
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 250 mm CP04005
2DDM85-13
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 180 mm CP04002
2DDM85-15
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 250 mm CP04005
DDM85-21
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDM85-25
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDM85-27
Conector entre níveis 150 mm CP04001
35 mm2
Conector entre filas 345 mm CP04008
DDM85-33
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 250 mm CP04005
DDM100-21
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDM100-25
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDM100-27
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 345 mm CP04008
DDM100-33
Conector entre níveis 150 mm CP04001
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDM125-25
Conector entre níveis 220 mm CP04004
Conector entre filas 290 mm CP04006
DDM125-27
Conector entre níveis 220 mm CP04004
Conector entre filas 345 mm CP04008
DDM125-33
Conector entre níveis 220 mm CP04004

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5.10 Requisitos de Segurança para o local de instalação

Antes de instalar a bateria, verifique o espaço disponível, incluindo áreas de circulação que
possibilitem a instalação, manutenção e possível substituição de elementos. O espaço
recomendado entre os racks e outros objetos (incluindo paredes e equipamentos) é de 102
mm.

1. Posicionar o sistema conforme o tipo de montagem apresentado no desenho.

2. Para posicionar o aterramento utilizar as molduras.

NOTA:

 O aterramento é necessário em todos os tipos de montagens.


 Deixe espaço suficiente entre as paredes ou equipamentos para posicionar o
aterramento. Checar as normas padrão quanto ao espaçamento necessário.
 O projeto de aterramento e instalação são de responsabilidade do usuário/instalador.
 Seguir sempre o projeto do usuário e as instruções do fabricante.
 Não instalar equipamentos que produzam faíscas no local de instalação.
 As luminárias dentro da sala devem ser protegidas e instaladas no mínimo 1,5 m distante
da bateria e, em cubículos, as luminárias devem ser blindadas.

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6. Operação e manutenção preventiva
6.1 Valores típicos para a tensão de flutuação

A tensão de flutuação e carga dos elementos PowerSafe DDm é de 2,27 Volts por elemento a
temperatura de 25ºC. Entretanto se houver elevação da temperatura média ambiente a tensão
de flutuação deve ser reduzida a fim de evitar sobrecargas. Desta forma é recomendado um
fator de compensação de -4 mV por ºC por elemento partindo-se da tensão de 2,27 Volts por
elemento a 25°C.

6.2 Procedimentos aplicáveis para equalização

Carga de Equalização

Sob condições normais de operação a carga de equalização é dispensável. Este tipo de carga
especial é utilizada quando não há uniformidade na tensão entre elementos e também para
restaurar nos elementos a condição de plenamente carregados.

Elementos não equalizados pode ser resultado de:

 Baixa tensão de flutuação devido ao ajuste incorreto do carregador


 Um voltímetro descalibrado que faça leituras acima do normal, resultando em uma baixa
tensão de saída do carregador
 Seleção de uma tensão de flutuação muito baixa.
 Variação na temperatura dos elementos em uma série em um dado tempo, devido às
condições ambientais ou arranjo do módulo. A máxima diferença de temperatura de
elemento a elemento deve ser de 3°C. Se for o caso, reveja as instruções de instalação
da bateria para assegurar que a instalação foi feita em um local apropriado.

A carga de equalização deve ser aplicada quando:

 A tensão de flutuação de algum elemento esteja menor que 2,17 VPE.


 A escala da tensão de flutuação depois de 6 meses esteja fora ± 0,08 V do padrão
nominal.

Não é necessário equalizar a bateria PowerSafe DDm quando as tensões de seus elementos
estiverem dentro dos seguintes limites:

Durante primeiro ano ± 0,09 Volts do valor nominal conforme item 2.7.2
Depois de um ano ± 0,05 Volts do valor nominal conforme item 2.7.2

Método de Carga de Equalização

O método utilizado para aplicar uma carga de equalização é a carga com tensão constante.
Para realizar uma carga de equalização, siga o procedimento a seguir:

1. Determinar a tensão máxima total disponível no carregador.


Dividir esta tensão pelo número de elementos conectados em série.
O resultado será o valor máximo por elemento a ser usado para carga de equalização.
Este valor NÃO deve ultrapassar o limite de 2,35 Vpe.

2. Usar a tabela da página 14 para determinar o tempo da carga de equalização.

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6.3 Método para avaliação de capacidade

A avaliação de capacidade é o método mais eficaz e confiável para se definir o estado em que
a bateria se encontra. Para a realização desta avaliação, alguns procedimentos devem ser
seguidos para que os resultados obtidos sejam confiáveis:

 A bateria deverá apresentar estado de plena carga;


 O regime de descarga deve ser definido conforme tabelas de capacidade que são fornecidas
junto ao manual do fabricante;
 Durante a descarga, utilizar formulário adequado (colocar exemplo do nosso formulário) para
que sejam registrados os valores da corrente constante, tensão individual dos elementos e
temperatura;
 A referência de temperatura é de 25ºC, em caso de temperaturas diferentes a capacidade
em Ah deve ser corrigida conforme fórmula abaixo:

Inicialmente é necessário verificar a capacidade obtida:

C25 = CT
1 + λ (T - 25)
Onde:
C25 = Capacidade corrigida para 25°C;
CT = Capacidade na temperatura T;
λ = Coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de
descarga maiores que 1hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora,
ou outro valor indicado pelo fornecedor);
T = temperatura dos elementos em °C

Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial.
Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas
obtidas no decorrer da descarga.

6.4 Programa de manutenção: Atividades e periodicidade

A rotina de manutenção de uma bateria é essencial para assegurar seu desempenho


satisfatório. Relatórios detalhados ajudam a identificar quando uma ação corretiva é necessária
e desta forma assegurar a integridade do sistema.

Devem ser considerados, também, o local de instalação, os recursos disponíveis e as condições


de operação.

O programa de manutenção deve incluir:

LEITURAS INICIAIS

Depois da conclusão da carga inicial e imediatamente após reverter para a operação normal,
verificar se a tensão de carga da bateria está correta. Medir e registrar a temperatura ambiente
no local onde a bateria está instalada e a tensão de cada elemento.

Seguir com a carga inicial e depois de 6 meses de carga contínua com a tensão de flutuação
recomendada, verificar se a tensão de cada elemento está estabilizada em ± 5% da tensão
média aplicada.

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Imediatamente após a carga inicial e durante os 6 meses de carga contínua, observar a tensão
de cada elemento que esteja acima do limite de tolerância porém, sem oferecer riscos a bateria.
Não existe relação entre a tensão de flutuação e a capacidade de descarga; os elementos
podem descarregar normalmente mesmo quando se encontrem fora da variação de ± 5%.
Depois de 6 meses em serviço, se algum elemento apresentar redução ou aumento contínuo
de tensão acima de 3 períodos mensais consecutivos, entrar em contato com o fabricante.

LEITURAS MENSAIS

Assegurar que a tensão de carga da bateria está correta. Medir e registrar a temperatura
ambiente no local de instalação da bateria. Fazer inspeção visual da bateria, verificar se está
limpa e livre de corrosão. Se necessário, limpar com um pano úmido e detergente suave. Não
usar solventes nem saponáceos.

LEITURAS TRIMESTRAIS

Completando as leituras mensais, medir e registrar a tensão de todos os elementos.

LEITURAS SEMESTRAIS

Completando as leituras trimestrais, medir e registrar o valor interno ôhmico de todos os


elementos. Os resultados devem ser comparados com as leituras anteriores e juntos criar uma
linha de tendência do comportamento da bateria. O fabricante deverá ser contatado quando os
valores mudarem para 35% do valor inicial.

LEITURAS ANUAIS

Completando as leituras semestrais, checar o torque de todas as conexões, fazer uma descarga
e realizar teste específico.

GERAL

Registrar os detalhes de alguma descarga emergencial ou acidental e todas as ações corretivas


realizadas.

É altamente recomendado fazer e manter estes registros, para poder compará-los


posteriormente, pois o fabricante poderá exigir estes registros para análise de garantia.

TODOS PARÂMETROS DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DEVEM SER RESPEITADOS


PARA VALIDADE DA GARANTIA.

OS REGISTROS DAS MANUTENÇÕES PREVENTIVAS SERÃO SOLICITADOS PARA


ANÁLISE DE GARANTIA DO PRODUTO.

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6.5 Descrição das anormalidades e dos defeitos mais comuns, causas e procedimentos para
correção

DEFEITO CAUSAS PROVÁVEIS AÇÃO CORRETIVA


Carga Insuficiente Dar carga de equalização
Flutuação anormal
Dar carga para desulfatação
sistematicamente baixa
Desmontar, limpar os contatos
Queda excessiva de tensão
e dar o torque correto nos
nas ligações
Capacidade reduzida parafusos de fixação
Derivações não prevista no
Retirar as derivações
projeto
Fazer isolamento térmico e
Temperatura baixa instalar placas de aquecimento
na sala de baterias.
Auto descarga alta causada por Limpar, neutralizar e secar os
excesso de poeira e umidade elementos externamente
Substituir o eletrólito caso
Auto descarga alta causada por
contrário substituir o(s)
impurezas no eletrólito
Corrente de flutuação elemento(s)
anormal e alta Eliminar o curto, caso contrário
Elemento(s) em curto
substituir o(s) elemento(s)
Temperatura excessivamente Fazer isolamento térmico e
alta na sala de baterias insuflar ar fresco
Tensão de flutuação alta Ajuste ao valor recomendado
Desprendimento excessivo Eletrólito Contaminado Substituir o eletrólito
de gás em flutuação Tensão de flutuação alta Ajustar
Ausência de desprendimento Eliminar o curto, caso contrário
Curto Interno
de gás em carga substituir o elemento
Nível da solução acima do
Oxidação dos terminais e Ajustar
máximo
ligações
Tensão de flutuação alta Ajustar
Limpar os contatos com escova
Aquecimento anormal das de latão macia e dar torque
Mau contato
ligações correto nos parafusos de
fixação.
Eliminar o curto, caso contrário
Aquecimento anormal do Curto
substituir o elemento.
eletrólito durante a carga
Sulfatação Dar carga de desulfatação
Tensão de flutuação alta Ajustar
Consumo excessivo de água
Impurezas no eletrólito Substituir
Sobrecargas excessivas e
Evitar
Excessiva sedimentação frequentes
Tensão de flutuação alta Ajustar

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6.6 Causas e precauções para avalanche térmica

Este fenômeno pode ocorrer durante uma carga com tensão constante ou até mesmo em
flutuação nas seguintes condições: alta tensão de carga ou de flutuação, baterias velhas ou em
estado de degradação ou quando a bateria apresenta vários elementos em curto-circuito.

O fenômeno é simples: Se houver um aumento anormal de temperatura, a resistência interna


da bateria cai e segundo a Lei de Ohm, a corrente aumenta. O aumento da corrente conduz
para um aumento de temperatura que por sua vez diminui a resistência interna e novamente
aumenta a corrente: uma verdadeira avalanche térmica. Se a corrente não for limitada a baixos
valores por um mecanismo regulador, a bateria se destruirá rapidamente.

Se a tensão de flutuação não for ajustada com a temperatura, o efeito direto desta avalanche
será a gaseificação da água que compõe o eletrólito e consequente esgotamento da solução
ácida, deixando o elemento sem eletrólito (seco).

6.7 Instrumentos e ferramentas necessários para manutenção

a) Torquímetro
b) Voltímetro
c) Folha de registros
d) Termômetro
e) Ferramentas auxiliares
f) Calculadora

6.8 Equipamentos de proteção individuais do operador

Para a segurança do pessoal de manutenção deve haver, em um local apropriado e de fácil


acesso, os seguintes equipamentos:

1. EPI - Equipamentos de Proteção Individual

A) Capacete PVC
B) Protetor facial de acrílico
C) Óculos de Segurança
D) Luva leve de PVC
E) Avental de PVC
F) Bota PVC
G) Luva de PVC para tensão (1000V)

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2. Equipamentos de Primeiros Socorros

A) Lavador Ocular
B) Chuveiro de ação rápida
C) Lavatório com água corrente e neutralizador

3. Outros itens de Segurança

A) Kit de limpeza para derramamento de ácido


B) Extintor de incêndio
C) Ferramentas com cabo revestido

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FOLHA DE REGISTROS
N.º Ordem Trabalho: Referência Cliente:
Bateria Tipo: N.º Elementos
Local Instalação: Data Instalação:
Tensão
Temp.Ambiente (°C):
Flutuação (V):
Corrente de
VPE média:
Carga (A):
Nº Nº Nº Nº Nº Nº
VPE VPE VPE VPE VPE VPE
Série Série Série Série Série Série
1 41 81 121 161 201
2 42 82 122 162 202
3 43 83 123 163 203
4 44 84 124 164 204
5 45 85 125 165 205
6 46 86 126 166 206
7 47 87 127 167 207
8 48 88 128 168 208
9 49 89 129 169 209
10 50 90 130 170 210
11 51 91 131 171 211
12 52 92 132 172 212
13 53 93 133 173 213
14 54 94 134 174 214
15 55 95 135 175 215
16 56 96 136 176 216
17 57 97 137 177 217
18 58 98 138 178 218
19 59 99 139 179 219
20 60 100 140 180 220
21 61 101 141 181 221
22 62 102 142 182 222
23 63 103 143 183 223
24 64 104 144 184 224
25 65 105 145 185 225
26 66 106 146 186 226
27 67 107 147 187 227
28 68 108 148 188 228
29 69 109 149 189 229
30 70 110 150 190 230
31 71 111 151 191 231
32 72 112 152 192 232
33 73 113 153 193 233
34 74 114 154 194 234
35 75 115 155 195 235
36 76 116 156 196 236
37 77 117 157 197 237
38 78 118 158 198 238
39 79 119 159 199 239
40 80 120 160 200 240
Notas:

Nome: Data:

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7. Saúde, Segurança e meio ambiente
7.1 Orientações, Cuidados básicos e Descarte

As baterias VRLA PowerSafe DDM têm manutenção reduzida devido ao seu princípio de
recombinação e são mais seguras que as baterias ventiladas convencionais.

Sob condições NORMAIS de uso, suas principais características são:

 Mínima liberação de hidrogênio


 Não emite névoa ácida
 Não permite vazamento de solução ácida

SEMPRE que estiver trabalhando com uma bateria, observar o seguinte:

 Remover qualquer tipo de joia (anel, relógio, corrente, etc.)


 Manter longe da bateria quaisquer materiais que produzam faíscas, chamas e fumaça.
 Utilizar EPI´s adequados à manutenção realizada.

NUNCA deixe ferramentas ou outros objetos metálicos sobre os módulos das baterias.

Quando da substituição das suas baterias, lembre-


se que elas devem ter uma disposição final
adequada, de modo que os elementos químicos
nelas contidos sejam tratados dentro da Lei.

Os componentes das baterias chumbo-ácidas são


RECICLAGEM
recicláveis, mas só uma entidade idônea poderá
fazê-lo.

POR ISSO, ENTRE EM CONTATO COM A ENERSYSTEM PARA RECEBER INSTRUÇÕES


SOBRE O ENVIO DE SUAS BATERIAS PARA DISPOSIÇÃO FINAL ADEQUADA.

ENERSYSTEM DO BRASIL LTDA.


Rua da Lagoa, 175 – Cidade Industrial Satélite
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