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FACULDADES DO CENTRO DO PARANÁ

MANUAL DE NORMAS DA
FACULDADE DO CENTRO DO
PARANÁ

Pitanga
2013
2

UB-UCP EDUCACIONAL S.A


Faculdades do Centro do Paraná – UCP

Direção Geral
Jane Silva

Elaboração, Revisão e Atualização


Ana Rezende Kurita – Bibliotecária
Jaqueline A. S. S. da Luz – Esp. Didática e Met. do Ens. Superior
Neusa Moro – Coordenadora de Letras

©2012 by UCP
Direitos cedidos com exclusividade para as Faculdades do Centro do Paraná, UCP. Nenhuma
parte desta obra pode ser apropriada em qualquer forma ou meio, seja eletrônico, fotocópia,
sem permissão do detentor do copirraite.

Catalogação elaborada pela bibliotecária Ana Rezende Kurita (CRB9/1349) da Biblioteca


Prof. Dirce Doroti Mèrlin Clève das Faculdades do Centro do Paraná – UCP

F143
FACULDADES DO CENTRO DO PARANÁ - UCP
Manual de normas da Faculdade do Centro do Paraná. / Faculdade do
Centro do Paraná – UCP.ed. atual. e rev.– Pitanga: UCP, 2012.
59 f.
Revisado e atualizado por : Ana Rezende Kurita; Jaqueline A. S.S. da
Luz e Neusa Moro.

ISBN: 978-85-63943-00-2 (on-line)


ISBN: 978-85-63943-01-9 (impresso)

1. Documentação - Normalização. 2. Normalização bibliográfica.


3. Redação técnica. I. Faculdades do Centro do Paraná, UCP.
II. Título.

CDD 001.42

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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO..................................................................................................................... 4
TRABALHO ACADÊMICO ................................................................................................... 5
PROJETO DE PESQUISA......................................................................................................... 6
ESTRUTURA DE UM PROJETO DE PESQUISA .................................................................. 6
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ............................................................................................ 6
ELEMENTOS TEXTUAIS ..................................................................................................... 7
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS .......................................................................................... 10
MONOGRAFIA ..................................................................................................................... 11
ESTRUTURA DE MONOGRAFIAS ................................................................................... 11
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .......................................................................................... 13
ELEMENTOS TEXTUAIS ................................................................................................... 17
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS .......................................................................................... 18
ARTIGOS CIENTÍFICOS .................................................................................................... 20
ESTRUTURA BÁSICA PARA ARTIGOS CIENTÍFICOS .............................................. 21
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS .......................................................................................... 21
ELEMENTOS TEXTUAIS ................................................................................................... 22
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS .......................................................................................... 24
EDITORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS ......................................................... 26
CITAÇÕES ............................................................................................................................. 33
CITAÇÃO DIRETA ............................................................................................................... 35
CITAÇÃO INDIRETA .......................................................................................................... 37
NOTAS DE RODAPÉ ............................................................................................................ 43
NOTAS EXPLICATIVAS ..................................................................................................... 44
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................................. 45

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APRESENTAÇÃO

O trabalho científico é de suma importância para o desenvolvimento intelectual dos


acadêmicos bem como para o crescimento da IES como um todo.
A normalização de documentos é fundamental para a sistematização, padronização e
credibilidade dos conteúdos.
No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT é responsável pela
regulamentação das normas aplicáveis à produção científica.
Este manual, elaborado de acordo com as normas vigentes da ABNT, tem por
objetivo auxiliar os acadêmicos da UCP no desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos e a sua
padronização entre os cursos ofertados pela Instituição.
O manual utiliza-se das partes principais e relevantes, com uma linguagem simples,
para elucidar a elaboração, normalização e apresentação dos trabalhos acadêmicos.
Foram utilizadas para confecção do manual as seguintes normas:
• NBR 6022:2003 – Artigo em publicação periódica científica impressa –
Apresentação;
• NBR 6023:2002 – Referências – Elaboração;
• NBR 6024:2003 – Numeração progressiva das seções de um documento escrito –
Apresentação;
• NBR 6027:2003 – Sumário – Procedimento;
• NBR 6028:2003 – Resumos – Procedimentos;
• NBR 6034:2004 – Preparação de índice de publicações – procedimento;
• NBR 10520:2002 – Citações em documentos – Apresentação;
• NBR 10719:2011 – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
• NBR 12225:2004 – Lombada – Apresentação;
• NBR 14724:2011 – Trabalhos acadêmicos – Apresentação;
• NBR 15287:2011 – Projeto de pesquisa – Apresentação;
• Código de catalogação Anglo-Americano;
• IBGE. Normas de apresentação tabular.

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TRABALHO ACADÊMICO

Exposições por escrito sobre temas atribuídos em disciplinas de cursos de graduação


ou de pós-graduação (UFPR, 2000, p. 2)
Além dos trabalhos acadêmicos exigidos pelas disciplinas no decorrer da graduação,
há trabalhos que são exigidos para que o acadêmico conclua o seu curso e obtenha o
certificado ou diploma de conclusão. Esses trabalhos são comumente chamados de TCC
(Trabalho de Conclusão de Curso).
Os TCCs são exigidos em alguns cursos técnicos, cursos de graduação e de pós-
graduação (especialização, mestrado e doutorado). Os TCCs podem ser de diferentes
naturezas dependendo das exigências de cada curso. Os tipos mais comuns de TCCs são:
artigo, relatório, monografia, dissertação e tese. Em cursos de graduação podem ser exigidos
relatórios, monografia ou artigo. As monografias e os artigos normalmente são exigidos em
cursos de especialização. Já a dissertação é o TCC de cursos de mestrado, enquanto que no
doutorado o TCC é a tese.
O primeiro passo a ser dado na elaboração dessa modalidade de trabalho acadêmico
(TCC) é elaboração do Projeto de Pesquisa, um pré-requisito que irá nortear todos os passos
do pesquisador no momento da elaboração de seu trabalho.
O projeto de pesquisa é o

instrumento adequado para planejar e organizar os passos, recursos, etapas de uma


pesquisa, [...] que poderão ser aproveitados na elaboração da monografia ou trabalho
final da pesquisa, [...] ele é o elemento balizador das dificuldades e obstáculos que
poderão ser encontrados no desenrolar do trabalho [...] orientando e reorientando o
pesquisador, até mesmo, possibilitando a reflexão sobre a viabilidade ou não do
trabalho. (MICHEL, 2011, p. 91)

O desenvolvimento de uma pesquisa requer disciplina, comprometimento e


principalmente planejamento. O planejar se funda na capacidade do pesquisador em organizar
as informações coletadas, durante o processo de investigação, com o objetivo de responder
aos problemas propostos.
Para o desenvolvimento de qualquer pesquisa, em qualquer nível, há a necessidade
de elaborar um projeto. É importante destacar que a pesquisa (projeto e desenvolvimento da
pesquisa) tem peculiaridades em cada área do conhecimento. Para tanto, é sempre bom levar
em conta as orientações do orientador.

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PROJETO DE PESQUISA

Não há regras fixas para a elaboração de um projeto, sua estrutura é determinada pelo
tema escolhido, estilo de cada autor ou ainda pela exigência de cada curso. É necessário,
portanto, que o projeto esclareça de forma geral como será realizada a pesquisa, quais as
etapas serão desenvolvidas e quais recursos serão necessários para
atingir o seus objetivos dentro de um cronograma a ser observado. DICAS
IMPORTANTES
ANEXO A

ESTRUTURA DE UM PROJETO DE PESQUISA

A estrutura do projeto adotado pela UCP baseia-se na NBR15287:2011 e modelo


sugerido por MARCONI & LAKATOS (2009, p. 218), lembrando que a estrutura poderá
variar de acordo com as especificações de cada curso.

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

FOLHA DE ROSTO

Elemento obrigatório, contendo os seguintes elementos:


 autor (responsável intelectual ou artístico do trabalho);
 título principal do trabalho: claro, preciso, com palavras que identifiquem o seu
conteúdo;
 subtítulo (se houver);
 número do volume (quando necessário);
 natureza: tipo de projeto de pesquisa e nome da instituição a que é submetido;
 nome do orientador, coorientador ou coordenador, se houver;
 local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
 ano de depósito (da entrega).

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Projetos de Pesquisa

SUMÁRIO

Elemento obrigatório elaborado de acordo com a NBR6027: 2003. É a enumeração


das divisões, seções e/outras partes do trabalho, deve ser localizado como último elemento
pré-textual. Quando houver mais de um volume, deve ser incluído o sumário de toda a obra
em todos os volumes, permitindo que se tenha conhecimento de todo o conteúdo em qualquer
volume consultado. O sumário deve ser apresentado conforme se segue:
 a palavra SUMÁRIO deve ser centralizada em letra maiúscula e negritada;
 utilizar entrelinhamento normal (Fonte Times New Roman ou Arial 12, espaçamento
simples), caso o sumário seja muito extenso, pode-se diminuir o tamanho da Fonte
para condensá-lo;
 utilizar linha pontilhada (sem negrito) ligando os títulos aos números da página
correspondentes, ou utilizar ferramenta do próprio editor de texto para confecção de
sumário;
 os elementos pré-textuais não devem constar no sumário
 relacionar os títulos das seções primárias (capítulos) e suas principais subdivisões
conforme item 5.2.2;
 relacionar os elementos pós-textuais sem indicativo numérico (glossário, referências,
anexos e outros).

ELEMENTOS TEXTUAIS

TEMA (para quê?/ para quem?)

O tema de uma pesquisa é qualquer assunto que deseja provar ou desenvolver, que
necessite melhores definições, melhor precisão e clareza do que já existe sobre ele. Deve ser
respeitado os critérios de originalidade, relevância e viabilidade.

DELIMITAÇÃO DO TEMA

A delimitação do tema trata-se da limitação geográfica e espacial do tema escolhido.


Apresentar de forma sucinta os motivos mais relevantes que levaram a abordagem do assunto.

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Projetos de Pesquisa

OBJETIVO GERAL

No objetivo geral deve ser expresso claramente aquilo que pretende conseguir com
sua investigação.
O enunciado dos objetivos inicia-se com verbo no infinitivo.
Exemplos de verbos
OBJETIVOS ESPECÍFICOS ANEXO B

Os objetivos específicos apresentam os diferentes pontos a serem abordados de


forma a reafirmar e concretizar os objetivos gerais.
Assim como no objetivo geral, os verbos devem ser utilizados no infinitivo.

JUSTIFICATIVA (por quê?)

Parte fundamental do projeto, onde o acadêmico apresenta de forma sucinta, porém


completa, o valor do seu objeto de estudo, destaca a relevância do assunto, tanto em termos
acadêmicos quanto em aspectos de utilidade social, demonstra a viabilidade do tema
enquanto objeto de pesquisa e indica as razões de ordem teórica e de ordem prática que
tornam importante a realização da pesquisa.

PROBLEMA (o quê)

A formulação do problema prende-se ao tema proposto, que encerra uma dificuldade,


teórica ou prática, para qual se quer encontrar uma solução. A elaboração clara do problema é
fruto de revisão de literatura e de reflexão pessoal. Em geral, recomenda-se que o problema
seja elaborado em forma de uma questão (interrogação).

HIPÓTESE

“Hipóteses são as respostas provisórias (anteriores à pesquisa) que o pesquisador


oferece. O resultado pode negá-las ou confirmá-las”. (AZEVEDO, 2004, p. 46)

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Projetos de Pesquisa

METODOLOGIA (como? com quê? onde? quanto?)

Nessa etapa do trabalho o pesquisador deverá indicar de forma simples, mas


completa, as etapas, métodos e técnicas utilizadas para o desenvolvimento da pesquisa para
atingir os objetivos propostos.
Os procedimentos utilizados na pesquisa devem ser claramente descritos e variam de
acordo com o propósito do projeto. Basicamente traz os seguintes componentes:
a) plano ou delineamento da pesquisa de acordo com o propósito ou objetivo geral
estabelecido;
b) definição da área ou população-alvo do estudo;
c) plano de amostragem (quando for aplicável);
d) planos de instrumentos de coleta;
e) plano de análise dos dados.

REVISÃO DE LITERATURA (como?)

A revisão de literatura consiste na seleção, leitura, interpretação e discussão de obras


que se referem ao tema escolhido no projeto.
Nela o autor deverá apresentar e demonstrar de forma resumida o conhecimento da
literatura básica, resultados de estudos, a evolução do tema e ideias de diferentes autores
sobre o assunto.
Este processo possibilita a obtenção de conclusões lógicas, racionais, fundamentais
em teorias já comprovadas, garantindo a neutralidade do autor, em que se eximi de toda e
qualquer expressão de opinião pessoal, crítica, argumentação, limitando a transcrever o que os
autores lidos disseram, apenas citando-os. (MICHEL, 2009, p.123)

CRONOGRAMA (quando?)

Consiste em relacionar a previsão do tempo necessário para execução das etapas do


projeto de acordo com as atividades a serem cumpridas (semana a semana).
Cada área do conhecimento apresenta entendimento diferenciado, cabe ao
pesquisador, portanto, pautar-se nas características de sua área.

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Projetos de Pesquisa

ORÇAMENTO (com quanto?)

Especificar os recursos humanos e materiais indispensáveis para a realização do


projeto, com uma estimativa dos custos, quando este item for necessário. Geralmente o
orçamento só é elaborado em projetos que pleiteiam financiamento.

INSTRUMENTOS DE PESQUISA (como?)

Aqui serão indicadas técnicas a serem adotadas na coleta de dados. Devem-se anexar
ao projeto os instrumentos utilizados.
As principais técnicas de coleta de dados são a entrevista, o questionário, os testes e a
observação.

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

REFERÊNCIAS

Elemento obrigatório, “conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de


um documento, que permite sua identificação individual.” (ABNT, 2003, p. 2)
Todos os materiais citados no trabalho devem constar nas referências e deve ser
elaborado de acordo com a NBR6023:2002:
a palavra REFERÊNCIAS deve ser centralizada e em negrito;
as referências devem ser alinhadas à esquerda com entrelinhamento simples em ordem
alfabética crescente;
devem ser separadas entre si por espaço;

APÊNDICE

Elemento opcional, “texto ou documento elaborado pelo autor a fim de


complementar sua argumentação no texto, sem prejudicar a unidade nuclear do trabalho. Deve
ser precedido da palavra APÊNDICE, identificado por letras maiúsculas consecutivas,
travessão e pelo respectivo título.” (NBR 14724:2011. p. 2 e 9)
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MONOGRAFIA

Trata-se de uma construção intelectual do aluno-autor que revela sua leitura, reflexão
e interpretação sobre o tema da realidade. Tem como base a escolha de uma unidade ou
elemento social, sob duas circunstâncias: 1) ser suficientemente representativo de um todo
cujas características se analisa; 2) ser capaz de reunir os elementos constitutivos de um
sistema social ou de refletir as incidências e fenômenos de caráter autenticamente coletivo.
(MICHEL, 2008; MARCONI, 2009)

ESTRUTURA DE MONOGRAFIAS

A estrutura dos trabalhos acadêmicos divide-se em elementos pré-textuais, textuais e


pós-textuais, conforme a figura:

FIGURA 1 - Estrutura de Apresentação de Monografias

Índice
Folhas contadas COM Anexos
numeração impressa Apêndices
Glossário
Referências
Considerações Elementos
finais
Desenvolvimento Pós- textuais
Introdução
Sumário
Folhas contadas Listas Elementos textuais
SEM numeração Abstract
impressa
Resumo
Epígrafe

Agradecimentos
Dedicatória
Folha de Elementos
Aprovação Pré-textuais
Errata
Folha de Rosto
Capa

Fonte: Dos organizadores


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Obrigatório
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CAPA

Elemento obrigatório para proteção externa do trabalho e sobre o qual se imprimem


as informações indispensáveis à sua identificação, de forma clara, concisa e específica. Não
recebe numeração, nem é contada. Deve necessariamente conter:
nome da instituição;
nome do autor;
título (deve ser claro e preciso, identificando o seu conteúdo);
subtítulo se houver (deve ser precedido de dois pontos, evidenciando a sua
subordinação ao título de preferência sem negrito);
número de volumes (se houver mais de um, deve constar na capa a especificação do
respectivo volume);
local (cidade);
ano de depósito (entrega).

LOMBADA

Elemento opcional, onde as informações são impressas conforme a ABNT


NBR 12225:2004, sendo a lombada a parte da capa do trabalho que reúne as
margens internas das folhas, sejam elas costuradas, grampeadas, coladas ou
mantidas juntas de outra maneira. Deve conter:
nome do autor, impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé
da lombada, de maneira que seja possível sua leitura quando o documento estiver
TÍTULOAUTOR

no sentido horizontal e com a face voltada para cima;


TÍTULO

AUTOR

título do trabalho, impresso nos mesmos moldes do nome do autor;


elementos alfanuméricos de identificação
Reservar 30 mm
(quando for o caso), por exemplo: v. 1;
para a colocação
logomarca da faculdade;
2 de elementos de
012 identificação que
possibilitem a
identificação do
documento

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ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

FOLHA DE ROSTO

Elemento obrigatório constituída de anverso e verso, contendo os seguintes


elementos:
autor (responsável intelectual ou artístico do trabalho);
título principal do trabalho: claro, preciso, com palavras que identifiquem o seu
conteúdo;
subtítulo (se houver);
número do volume (quando necessário);
natureza: tipo de trabalho acadêmico (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso
e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido etc.), nome da instituição
a que é submetido e área de concentração;
nome do orientador e, se houver, do co-orientador;
local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
ano de depósito (da entrega).

FICHA CATALOGRÁFICA

Deve conter a ficha catalográfica do trabalho, elaborada por um bibliotecário de


acordo com as regras do Código de Catalogação Anglo-Americano vigente. Elemento
obrigatório.
A ficha catalográfica deverá ser solicitada, com antecedência de 48 horas, através do
site: http://www.ucpparana.edu.br/bibliotecaucp/ficha_catalogr_mail/ficha_catalog.html.

ERRATA

Trata-se de um elemento opcional e será acrescido somente ao trabalho depois de


impresso a fim de indicar a correção de erros detectados. Apresenta-se quase sempre em papel
avulso ou encartado, logo após a página de rosto. As informações são distribuídas na forma de

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lista, indicando as folhas e linhas em que ocorrem os erros, seguidas das devidas correções. A
referência do trabalho deve ser indicada na parte superior da folha da Errata.

FOLHA DE APROVAÇÃO

Elemento obrigatório, inserido após a folha de rosto (ou da errata, quando for o
caso), deve apresentar o nome do autor do trabalho, o título do trabalho e subtítulo (se
houver), a natureza (tipo do trabalho, objetivo, nome da instituição a que é submetido e área
de concentração), data de aprovação, nome, titulação e assinatura dos componentes da banca
examinadora e instituições a que pertencem. As informações sobre data de aprovação, bem
como a assinatura dos membros componentes da banca examinadora, devem ser colocadas
após a aprovação do trabalho.
Vale ressaltar que este termo é elaborado pela Instituição onde está sendo depositado
o trabalho e avaliado pelos membros de uma banca, os quais a assinam e a remetem ao
acadêmico para anexar na versão definitiva que será depositada após todas as correções
pertinentes, consideradas pelos avaliadores do trabalho.

DEDICATÓRIA

Elemento opcional, que deverá ser colocado após a folha de aprovação, no qual o
autor presta homenagem ou dedica sua obra a alguém. O título Dedicatória não deve aparecer
na folha. Sugere-se que o formato de apresentação da Dedicatória seja definido pelo autor,
mas deve seguir o mesmo molde da epígrafe.

AGRADECIMENTO(S)

Elemento opcional colocado após a dedicatória, em que o autor agradece, de maneira


sucinta, àqueles que contribuíram de maneira relevante na elaboração do trabalho.

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EPÍGRAFE

A epígrafe trata-se de uma citação, relacionada com a matéria tratada no corpo


do trabalho, seguida de indicação de autoria. Elemento opcional que deve ser inserido após
os agradecimentos. Podendo, também, optar pela inserção de epígrafes em cada capítulo ou
nas partes principais do trabalho.

RESUMO

Elemento obrigatório deve ser precedido da referência bibliográfica do trabalho,


apresentar os pontos relevantes do texto fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e
das conclusões do trabalho, utilizar verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
Quanto à extensão, o resumo indicativo é redigido em parágrafo único com espaço
simples entre linhas, devem conter de 150 a 500 palavras.
Logo abaixo do resumo devem figurar as palavras-chave, antecedidas pela expressão
Palavras-chave: separadas entre si e finalizadas por um ponto ( . ). Utilizar de 3 a 5 palavras-
chave.

ABSTRACT

Elemento obrigatório, com as mesmas características do resumo em língua


vernácula, apresenta a sua versão para idioma de divulgação internacional. Deve ser digitado
em folha distinta, após o resumo na língua original do texto, mas deve ter o visual
tipograficamente semelhante a este.

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Elemento opcional que indica a paginação de cada figura apresentada no trabalho, na


ordem em que estas aparecem no texto. Cada item deve ser designado por seu nome
específico, acompanhado do respectivo número da folha onde se encontra. Quando
necessário, recomenda-se a elaboração de lista própria para cada tipo de ilustração (quadros,
lâminas, plantas, fotografias, gráficos, organogramas, fluxogramas, esquemas, desenhos e
outros).
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LISTA DE TABELAS

Elemento opcional elaborado de acordo com a sequência apresentada no texto com


cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da folha
ou página.

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

Elemento opcional que consiste em relacionar alfabeticamente as abreviaturas e


siglas utilizadas no texto, seguidos das palavras ou expressões correspondentes grafadas por
extenso. Quando ocorrerem acima de cinco abreviaturas ou siglas, recomenda-se a elaboração
de lista própria para cada tipo.

LISTA DE SÍMBOLOS

Elemento opcional apresenta os símbolos descritos de acordo em que aparecem no


texto, seguido de seu significado.

SUMÁRIO

Elemento obrigatório elaborado de acordo com a NBR6027: 2003. É a enumeração


das divisões, seções e/outras partes do trabalho, deve ser localizado como último elemento
pré-textual. Quando houver mais de um volume, deve ser incluído o sumário de toda a obra
em todos os volumes, permitindo que se tenha conhecimento de todo o conteúdo em qualquer
volume consultado. O sumário deve ser apresentado conforme se segue:
 a palavra SUMÁRIO deve ser centralizada em letra maiúscula e negritada;
 utilizar entrelinhamento normal (Fonte Times New Roman ou Arial 12, espaçamento
simples), caso o sumário seja muito extenso, pode-se diminuir o tamanho da Fonte
para condensá-lo;
 utilizar linha pontilhada (sem negrito) ligando os títulos aos números da página
correspondentes, ou utilizar ferramenta do próprio editor de texto para confecção de
sumário;
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 os elementos pré-textuais não devem constar no sumário


 relacionar os títulos das seções primárias (capítulos) e suas principais subdivisões
conforme item 5.2.2;
 relacionar os elementos pós-textuais sem indicativo numérico (glossário, referências,
anexos e outros).

ELEMENTOS TEXTUAIS

INTRODUÇÃO

Parte inicial do texto, na qual deve constar o tema, a delimitação do assunto tratado,
os objetivos da pesquisa e sua relação com outros estudos, as razões de sua elaboração entre
outros elementos necessários para situar o tema do trabalho, tratados de forma clara e sucinta.
Recursos utilizados e cronograma são incluídos quando necessário. Salienta-se que os
procedimentos metodológicos e o embasamento teórico são tratados, posteriormente, em
capítulos próprios e com a profundidade necessária ao trabalho de pesquisa.

DESENVOLVIMENTO

Parte principal do texto que contém a exposição ordenada e pormenorizada do


assunto, na qual o autor detalha a pesquisa ou estudo realizado. É a parte mais extensa do
trabalho, podendo ter várias seções e subseções (Revisão de Literatura, Material e
Método(s) e/ou Metodologia e Resultados), variando em função da abordagem do tema e do
método.

CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS

Parte final do texto, na qual deverão ser apresentadas de forma clara e objetiva todas
as fases do trabalho, respondendo ao problema inicial, considerando as principais
contribuições e/ou objetivos alcançados através da pesquisa. “Da conclusão devem constar
a relação existente entre as diferentes partes da argumentação e a união das ideias e, ainda,
conter o fecho da introdução ou síntese de toda a reflexão.” (LAKATOS, 2009, p. 238).

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ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

REFERÊNCIAS

Elemento obrigatório, “conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de


um documento, que permite sua identificação individual.” (ABNT, 2003, p. 2)
Todos os materiais citados no trabalho devem constar nas referências e deve ser
elaborado de acordo com a NBR6023:2002,
a palavra REFERÊNCIAS deve ser centralizada e em negrito;
as referências devem ser alinhadas à esquerda com entrelinhamento simples em
ordem alfabética crescente;
devem ser separadas entre si por espaço;
Para montagem das referências ver capítulo Apresentação das Referências

GLOSSÁRIO

Elemento opcional utilizado para esclarecer palavras de uso restrito ou de sentido


obscuro empregadas no texto, tais como termos técnicos, expressões regionais entre outras,
devidamente acompanhadas das respectivas definições. Elaborado em ordem alfabética.

APÊNDICES

Elemento opcional, “texto ou documento elaborado pelo autor a fim de


complementar sua argumentação no texto, sem prejudicar a unidade nuclear do trabalho. Deve
ser precedido da palavra APÊNDICE, identificado por letras maiúsculas consecutivas,
travessão e pelo respectivo título.” (NBR 14724:2011. p. 2 e 9).

Exemplo: APÊNDICE A – RELAÇÃO DE NORMAS

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Monografias

ANEXOS

Elemento opcional, “texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de
fundamentação, comprovação ou ilustração. Deve ser precedido da palavra ANEXO,
identificado por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelo respectivo título.” (NBR
14724:2011. p. 2 e 9).

Exemplo.: ANEXO A – AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA

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ARTIGOS CIENTÍFICOS

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, “Artigo científico é parte de


uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas,
processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.” (NBR 6022, 2003, p.2).
O artigo científico pode ser: Original: trabalhos resultantes de pesquisa científica
apresentando dados originais de descobertas com relação a aspectos experimentais ou
observacionais de característica médica, bioquímica e social e inclui análise descritiva e/ou
inferências de dados próprios. Podem ser: relatos de caso, comunicação ou notas prévias. Ou
de Revisão: síntese crítica de conhecimentos disponíveis sobre determinado tema, mediante a
análise e interpretação de bibliografia pertinente que discuta os limites e alcances
metodológicos, permitindo indicar perspectivas de continuidade de estudos naquela linha de
pesquisa, ou seja, são trabalhos que têm por objeto resumir, analisar, avaliar ou sintetizar
trabalhos de investigação já publicados, revisões bibliográficas, etc. Para o Grupo Stela (2004,
p. 5), o que qualifica um artigo é o quanto ele contribuirá para o avanço da área de
conhecimento à qual se destina.
Ao iniciar uma pesquisa faça um levantamento bibliográfico, selecione as obras
relevantes que irá ler. Antes da leitura, anote os dados bibliográficos das fontes e durante a
leitura, anote as ideias do autor que considere relevante e o número da página em que ela se
encontra. Essas anotações lhes ajudarão na composição das citações. Todo o material
utilizado deve ser referenciado, mesmo que não estejam citados no corpo do texto. Evite o
uso de textos cujo conteúdo não possa ser comprovado. Prefira sempre a utilização de textos
originais. Utilize as citações de citação (apud) somente se não for possível a pesquisa no
material original. As notas de rodapé devem ser usadas com cautela, pois, elas interrompem a
seqüência lógica da leitura. Se for necessário, que sejam sucintas e curtas. No texto devem
aparecer apenas as metodologias e os resultados para a sustentação de sua(s) conclusão(ões).
Observe a concordância verbal e a correção gramatical. O texto científico deve ser
redigido de forma impessoal (na terceira pessoa), deve ser escrito com clareza, usando
palavras simples, frases curtas e na ordem direta, com o menor número de palavras para
expressar cada idéia. Ele deve ser convincente, demonstrando suas conclusões por meio de
resultados concretos, significativos. O texto deve ser argumentativo, conduzindo o leitor
até o objetivo (na Introdução) e daí até a conclusão (métodos, resultados e discussão), usando

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Artigos Científicos

para isso seus dados coletados e informações descritas na literatura. (VOLPATO, 2007, p.
114-115)
Para publicação dos artigos, o autor deverá obedecer às diretrizes de cada meio
escolhido. A UCP adota as seguintes recomendações:
artigos de conclusão de curso texto com 05 a 15 laudas, seguindo a estrutura básica para
artigos científicos.
publicação nas Revistas Trivum, Revista Eletrônica de Administração do Centro do
Paraná texto com 10 a 20 laudas, seguindo a estrutura básica para artigos científicos.
publicação na Iniciação Científica resumo com no mínimo de 1150 caracteres
(Aproximadamente 15 linhas) Máximo de 1750 caracteres (Aproximadamente 22
linhas).
Todo artigo para ser aceito deverá ser inédito. Os artigos para serem publicados
passam por avaliações e para sua aceitação levam-se em consideração alguns critérios:
adequação ao objetivo do meio proposto;
qualidade científica, atestada pelos avaliadores;
cumprimento das normas de publicação.

ESTRUTURA BÁSICA PARA ARTIGOS CIENTÍFICOS

ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

TÍTULO

Dever ser conciso e indicar claramente o conteúdo do texto. Utilizar Fonte Times
New Roman ou Arial 14, centralizado no alto da folha.

IDENTIFICAÇÃO

Transcrever o nome do autor alinhado à margem direita. Inserir em nota de rodapé a


titulação referente ao autor, e-mail para contato.

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RESUMO

Elemento obrigatório; escrito em um único parágrafo, deve apresentar os pontos


relevantes do texto fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do
trabalho, utilizar verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
Quanto a sua extensão, o resumo indicativo é redigido em parágrafo único com
espaço simples entre linhas, devem conter de 150 a 250 palavras ou de 965 a 1.563 caracteres
com espaços. Logo abaixo do resumo devem figurar as palavras-chave.

PALAVRAS-CHAVE

Palavras que descrevem e reforçam a essência do artigo. Separadas entre si e


finalizadas por um ponto ( . ). Utilizar de 3 a 5 palavras chaves.

ELEMENTOS TEXTUAIS

INTRODUÇÃO

Ela deve situar o leitor no tema do estudo, apresentando os objetivos e o que pretende
alcançar com deles. Ser clara, objetiva e sucinta.

DESENVOLVIMENTO

Parte principal do artigo, que contém a exposição ordenada e pormenorizada do


assunto tratado. Divide se em:

REVISÃO DE LITERATURA

A revisão de literatura consiste na seleção, leitura, interpretação e discussão de obras


que se referem ao tema escolhido no projeto.

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Nela o autor deverá apresentar e demonstrar de forma resumida o conhecimento da


literatura básica, resultados de estudos, a evolução do tema e ideias de diferentes autores
sobre o assunto.
Este processo possibilita a obtenção de conclusões lógicas, racionais, fundamentais
em teorias já comprovadas, garantindo a neutralidade do autor, em que se eximi de toda e
qualquer expressão de opinião pessoal, crítica, argumentação, limitando a transcrever o que os
autores lidos disseram, apenas citando-os. (MICHEL, 2009, p.123)

MATERIAIS E MÉTODOS

Nessa etapa do trabalho o pesquisador deverá indicar de forma simples, mas


completa, as etapas, métodos e técnicas utilizadas para o desenvolvimento da pesquisa para
atingir os objetivos propostos.
A opção pelo método de pesquisa, quantitativo e/ou qualitativo, orienta-se pela
formulação do problema de pesquisa, objetivos e hipóteses, variam de acordo com o propósito
do artigo. Qualquer que seja a escolha, esta deve estar claramente definida e justificada no
tópico referente à metodologia.
Basicamente traz os seguintes componentes:
a) plano ou delineamento da pesquisa de acordo com o propósito ou objetivo geral
estabelecido;
b)definição da área ou população-alvo do estudo;
c) plano de amostragem (quando for aplicável);
d)planos de instrumentos de coleta;
e) plano de análise dos dados.

RESULTADOS

É a apresentação dos resultados, obtidos com a pesquisa. De acordo com Volpato


(2007, p. 106) esse item tem importância adicional ao estudo, pois além de ser a base que
norteará toda sua discussão, ele será o primeiro a ser olhado no texto antes que o leitor inicie a
leitura. Se, ao folhear rapidamente seu texto, o leitor se deparar com resultados interessantes,
se sentirá atraído para ler o artigo. Para isso, é necessário atentar para as formas de

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apresentação. Note que a forma mais chamativa de apresentar um resultado é por meio de
Figuras. Depois disso, num patamar inferior, estão as Tabelas e, ao final, a descrição no texto.

DISCUSSÃO

Interpretação dos resultados, discussão dos efeitos, o impacto, o significado dos


resultados para a área de conhecimento. É neste item que o autor deve convencer o leitor que
seus dados são válidos e que sustentam adequadamente suas conclusões. Sendo, portanto, um
texto argumentativo.

CONCLUSÕES

Síntese das descobertas a partir dos dados apresentados anteriormente.

ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
ABSTRACT

Elemento obrigatório, com as mesmas características do resumo em língua


vernácula, apresenta a sua versão para idioma de divulgação internacional. Deve ser digitado
em folha distinta, após o resumo na língua original do texto, mas deve ter o visual
tipograficamente semelhante a este.

REFERÊNCIAS

Elemento obrigatório, “conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de


um documento, que permite sua identificação individual.” (ABNT, 2003, p. 2)
Todos os materiais citados no trabalho devem constar nas referências e deve ser
elaborado de acordo com a NBR6023:2002:
a palavra REFERÊNCIAS deve ser centralizada e em negrito;
as referências devem ser alinhadas à esquerda com entrelinhamento simples em
ordem alfabética crescente;
devem ser separadas entre si por espaço;
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Cite em seu texto apenas informações de materiais que tenha lido e que sejam
confiáveis, evite o excesso de citação.

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EDITORAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

FONTE/LETRA

Times New Roman ou Arial, na cor preta:


• tamanho 12 para o texto, inclusive capa;
• tamanho 10 para citações com mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, legendas,
Fontes das ilustrações, gráficos, quadros, tabelas e ficha catalográfica.

TAMANHO DO PAPEL

Branco A4 (21 X 29,7cm)

IMPRESSÃO

Anverso (frente) ou frente e verso (com mais de 100 folhas). Ao optar pela impressão
frente e verso, recomenda-se iniciar a impressão a partir da introdução.

MARGEM
 esquerda e superior 3 cm;
 direita e inferior 2 cm.

ENCADERNAÇÃO

Os Trabalhos de Conclusão de Curso deverão ser encadernados no modelo brochura


(capa dura, miolo costurado e colado, lombada quadrada) com capa e lombada gravadas em
dourado ou prata. Cada trabalho deverá obedecer a cor padrão de cada curso.
Para encadernações no modelo espiral, a capa deverá ser transparente para que os
elementos da folha de rosto estejam sempre visíveis e a contra capa deverá seguir a cor
estipulada para cada curso.

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Editoração de Trabalhos Acadêmicos

FORMATO DO PARÁGRAFO

texto
recuo especial: primeira linha 1,5 cm
espaçamento: antes 0; depois 0; entre linhas 1,5 cm

citações diretas
recuo 4 cm
espaçamento: antes 0; depois 0; entre linhas 1,0 cm (simples)
do texto que as precede e que as sucede: entre linha de 1,5 cm.

notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e tabelas, resumo e abstract;


alinhados a esquerda
espaçamento: antes 0; depois 0; entre linhas 1,0 cm (simples)

natureza do trabalho (folha de rosto)


recuo 8 cm
espaçamento: antes 0; depois 0; entre linhas 1,0 cm (simples)

títulos das seções e subseções


alinhado a esquerda
espaçamento: antes 0; depois 0; entre linhas 1,5 cm
os títulos das devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um
espaço entre linha de 1,5;

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FIGURA 2 – Espacejamento

1
espaço 1,5 de
entrelinhas

Fonte: MULLER, M. S.; CORNELSEN, J. M. Normas e padrões para teses, dissertações e


monografias. 6. ed. Londrina: Eduel, 2007. p. 15.

INDICATIVOS DE SEÇÃO/CAPÍTULO E SUBSEÇÃO

O indicativo numérico, em algarismo arábico, de uma seção precede seu título,


alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere. Os títulos de seções primárias
devem iniciar em folha distinta.
Os títulos que ocupem mais de uma linha devem ser, a partir da segunda linha,
alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título. Recomenda-se limitar a
numeração progressiva até a seção quinária.
A todo título de seção ou subseção deve seguir um texto.
Quando for necessário enumerar diversos assuntos de uma seção que não possua
título, esta deve ser subdividida em alíneas, indicadas por letra minúscula seguida de parentes,
obedecendo a seguinte disposição gráfica:
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a) o trecho final do texto anterior às alíneas termina em dois pontos (:);


b) as alíneas são ordenadas alfabeticamente;
c) c) as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda;
d) d) termina em ponto-e-vírgula (;), exceto a última que termina em ponto (.); e, nos
casos em que seguem subalíneas, estas terminam em vírgula (,);
e) e) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira
letra do texto da própria alínea.

MODELO 1 – Hierarquia de títulos (numeração progressiva)


1 SEÇÃO PRIMÁRIA (MAIÚSCULO/NEGRITO)
1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA (MAIÚSCULO/SEM NEGRITO)
1.1.1 Seção terciária (Primeira letra maiúscula/negrito)
1.1.1.1 Seção quaternária (Primeira letra maiúscula/sem negrito)
1.1.1.1.1 Seção quinária (Primeira letra maiúscula/itálico)
a) alíneas;
b) alíneas;
- subalíneas,
- subalíneas.

Fonte: Dos organizadores

Para os títulos sem indicativo numérico – errata, agradecimentos, lista de ilustrações,


lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos (em língua vernácula e estrangeira),
sumário, referências, glossário, apêndice(s), anexo(s), índice – devem ser centralizados.

NOTAS DE RODAPÉ

As notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens, ficando separadas do
texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 5 cm a partir da margem esquerda.

PAGINAÇÃO

As páginas são numeradas em algarismos arábicos sequenciais.


para trabalho digitado no anverso (frente) da folha, inserir no canto superior direito
cabeçalho acima 2 cm e rodapé abaixo 1,6 cm ;

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para trabalho digitado utilizando também o verso (atrás) da folha, inserir no canto
superior esquerdo;
nos elementos pré-textuais a numeração não poderá ser impressa, mas são
considerados na contagem total;
nos elementos pós-textuais a numeração deverá ser contínua dando seguimento à
paginação do texto principal.

QUADRO 1 – Paginação Padrão


Folha de rosto, folha de aprovação,
dedicatória, agradecimentos, epígrafe,
Páginas pré-textuais Contadas mas não numeradas
resumo, abstracts, listas de ilustrações,
sumário.
Introdução, desenvolvimento e Contadas e numeradas a partir da
Páginas textuais
conclusão. introdução
Referências, glossário, apêndices,
Páginas pós-textuais Contadas e numeradas na sequência
anexos.
Contadas e numeradas na sequência do
Trabalhados com mais de um volume.
primeiro ao último volume
Fonte: Comissão de Normalização – SIBI/UFPR. ago. 2011,

SIGLAS

A sigla, quando mencionada pela primeira vez no texto, deve ser indicada entre
parênteses, precedida do nome completo, não sendo necessário repetir o nome por extenso no
decorrer do texto.
Exemplo:
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC)

ILUSTRAÇÕES

As ilustrações são desenhos, gravuras, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos,


mapas, organogramas, plantas, quadros e outros. Seja qual for o tipo, sua identificação deve
aparecer na parte superior da imagem, precedida da palavra designativa, seguida de seu
número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos, travessão e do respectivo
título. Na parte inferior da imagem deve-se indicar a Fonte consultada (elemento
obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor). A ilustração deve ser inserida no
texto o mais próximo possível do trecho a que se refere.
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Exemplo:

FIGURA 1 – Normas da ABNT

Fonte: ABRAVIDRO. Disponível em: http://www.andiv.com.br/normas.asp

TABELAS

As tabelas apresentam informações de dados numéricos tratados estatisticamente.


a) a identificação deve aparecer na parte superior com algarismos arábicos, de modo
crescente, precedido da palavra Tabela, seguido de travessão e do título indicando a
época à qual se refere, local onde ocorreu o evento, o fenômeno que é descrito;
b) são abertas nas laterais contendo, no mínimo, três traços horizontais paralelos, não
podendo haver traços verticais que a delimitem à esquerda e à direita;
c) toda tabela deve ter Fonte, inscrita na parte inferior, para identificar o responsável pelos
dados numéricos;
d) uma tabela deve ter nota geral e/ou específica, inscrita logo após a Fonte, sempre que
houver necessidade de se esclarecer o seu conteúdo geral e/ou específico;
e) todas as tabelas do documento devem seguir o mesmo padrão gráfico, ou seja, utilizar
Fonte Times New Roman tamanho 10, utilizar de forma padronizada letras maiúsculas e
minúsculas, com espaçamento simples;
f) toda tabela que ultrapassar as dimensões da folha, o título da tabela deve ser repetido a
cada página, contendo a inscrição de continua para a primeira, continuação para as
demais e conclusão para a última página.
Recomenda-se seguir o tratamento estatístico estabelecido pelo IBGE.

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Exemplo:
TABELA 1 - Número e proporção de docentes dos Programas de Pós-Graduação em Saúde
Coletiva da Capes*, segundo faixa etária, Brasil, 2002.
Faixa etária N %
21 - 30 anos 3 1,3
31 - 40 anos 16 6,8
41 – 50 anos 93 39,2
51 – 60 anos 87 36,7
61 anos ou + 33 13,9
Sem
5 2,1
resposta
Total 237 100,0
*Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior
Fonte: BIBLIOTECA VIRTUAL DE SAÚDE. Guia de apresentação de teses. Disponível em:
<http://www.bvs-sp.fsp.usp.br:8080/html/pt/paginas/guia/i_cap_04.htm>

Obs.: Não confundir tabela com quadro, este tem todas as suas células delimitadas
por traços enquanto a tabela tem apenas traços horizontais que delimitam o cabeçalho e o fim
da mesma.

Exemplo:
QUADRO 1 – Rotina de trabalho
Dia/hora 2ª-feira 3ª- feira
6/7h
7/8h
8/9h
Fonte: Dos Organizadores

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CITAÇÕES

Citação é a menção no texto de informação extraída de outra Fonte para esclarecer,


ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. Podem ser diretas (transcrição literal de um texto
ou parte dele) ou indiretas (redigidas pelo autor do trabalho com base em ideias de outros
autores). (UFPR, 2002, p. 1)
De acordo com a NBR10520 (2002, p. 3), as citações devem ser indicadas no texto
por um sistema de chamada: numérico ou autor-data e podem aparecer no texto ou em notas
de rodapé. Seja qual for o sistema escolhido este deve ser seguido ao longo do trabalho,
permitindo a sua correlação na lista de referências ou em notas de rodapé.
Toda transcrição, literal ou não, que não respeitar e atender os ditames da norma é
considerado plágio, caracterizado, de acordo com a Lei nº 9.610, de 19/02/1998, como crime
e prevê as sanções legais e penais pertinentes.

REGRAS GERAIS

OMISSÕES

Para omissão de informação que não seja necessária na citação, deve-se utilizar
reticências entre colchetes [...]. A omissão em citação é permitida quando não alterar o
sentido do texto.

Exemplo:
Todas as ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos; em
contrapartida, nem todos os ramos de estudo que empregam estes métodos são
ciências. [...] Assim, o método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais
que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo – conhecimentos
válidos e verdadeiros. (LAKATOS, 2009, p. 83)

Numa citação longa de legislação poderão ser inseridos os artigos e parágrafos


exatamente como constam no documento original, indicando-se a supressão de algum deles
por uma linha pontilhada

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Citações

Exemplo:
Quanto à incidência de IR sobre o rendimento de operações efetuadas com o ouro, a Lei nº
7.766 deixa claro que:
Art. 4º O ouro destinado ao mercado financeiro sujeita-se, desde sua
extração inclusive, exclusivamente à incidência do imposto sobre
operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores
mobiliários.
.....................................................................................................................
Art. 8º O fato gerador do imposto é a primeira aquisição do ouro, ativo
financeiro, efetuada por instituição autorizada, integrante do Sistema
Financeiro Nacional.
.....................................................................................................................
Art. 13º Os rendimentos e ganhos de capital decorrentes de operações
com ouro, ativo financeiro, sujeitam-se às mesmas normas de incidência
do imposto de renda aplicáveis aos demais rendimentos e ganhos de
capital resultantes de operações no mercado financeiro. (BRASIL, 1989).

INTERPOLAÇÃO, ACRÉSCIMO OU COMENTÁRIO

As interpolações, acréscimos ou comentários que julgue necessário inserir na citação


deverão ser apresentados entre colchetes.

Exemplo:
“Neste sentido, se reconhece no processo de produção rural a vigência de leis biológicas de
reprodução e a utilização de formas primitivas de uso da energia [fotossíntese]”. (SILVA,
1999, p. 179)

ÊNFASE OU DESTAQUE

Para dar ênfase às palavras ou frases em citações diretas deve-se usar grifo, negrito
ou itálico, destacando a alteração com a expressão grifo nosso entre colchetes, após a
chamada da citação, ou grifo do autor, caso o destaque já faça parte da obra consultada.

Exemplo:
Todas as ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos; em
contrapartida, nem todos os ramos de estudo que empregam estes métodos são
ciências. Dessas afirmações podemos concluir que a utilização de métodos
científicos não é da alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego
de métodos científicos. Assim, o método é o conjunto das atividades sistemáticas e
racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo –
conhecimentos válidos e verdadeiros –, traçando o caminho a ser seguido,
detectando erros e auxiliando as decisões do cientista. (LAKATOS, 2009, p. 83,
grifo do autor)

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35
Citações

INFORMAÇÕES VERBAIS

Informações obtidas em palestras, debates, comunicações etc. deverão ser indicadas


após a citação e entre parênteses deverá constar a expressão informação verbal, mencionando-
se os dados disponíveis em nota de rodapé.

Exemplo:
No texto:
O estudo realizado no 11º Congresso Nacional de Iniciação Científica possibilitará um
levantamento do perfil mais completo tanto nas redes públicas como nas privadas e em
diversas regiões do país (informação verbal)1.

No rodapé da página:
1
Informação fornecida por Rodrigo Capelato, diretor executivo do Sindicato das Entidades mantenedoras de
Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (SEMESP), no Congresso Nacional de Iniciação
Científica, em Santos na Universidade Santa Cecília (UNISANTA), em novembro de 2011.

CITAÇÃO DIRETA

É a transcrição fiel de um texto ou parte dele do autor consultado. Deve ser usada
somente quando um pensamento significativo é particularmente bem expresso ou quando é
absolutamente necessário e essencial transcrever as palavras de um autor. (UFPR, 2002, v. 7,
p. 2)

CITAÇÃO DIRETA CURTA

Deve ser transcrita entre aspas precedida ou sucedida da indicação de autoria, com o
mesmo tipo e tamanho de Fonte do texto no qual está inserida.

Exemplo:
Assim, “quem diz dialética, não diz só movimento, mas também autodinamismo.”
(POLITZER, 1979, p. 205)
Ou
Assim, como afirma Politzer (1979, p. 205) “quem diz dialética, não diz só
movimento, mas também auto dinamismo”.

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36
Citações

Obs.: Quando a autoria fizer parte do texto esta deverá ser em letra maiúscula e minúscula
e, quando estiver entre parênteses, ou seja, quando a autoria não fizer parte do texto, deve
ser com as letras maiúsculas, ambas seguidas do ano e paginação.

CITAÇÃO DIRETA LONGA

Citação com mais de três linhas deve ser transcrita em parágrafo distinto, com recuo
de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado (Times New
Roman/Arial 10), com espaçamento simples e sem as aspas.

Exemplo:
Para Markoni e Lakatos, as partes de análise de texto se dividem em três partes:

A primeira é a análise dos elementos, consistindo no levantamento de todos os


elementos básicos constitutivos de um texto, visando à sua compreensão. Os
elementos podem aparecer de modo explícito ou implícito, dependendo de como o
autor os apresenta. [...] Análise das relações é a segunda parte, tem como objetivo
encontrar as principais relações, em estabelecer conexões com os diferentes
elementos constitutivos do texto. (MARKONI; LAKATOS, 2009, p. 44)
Ou
As partes de análise de texto se dividem em três partes:

A primeira é a análise dos elementos, consistindo no levantamento de todos os


elementos básicos constitutivos de um texto, visando à sua compreensão. Os
elementos podem aparecer de modo explícito ou implícito, dependendo de como o
autor os apresenta. [...] Análise das relações é a segunda parte, tem como objetivo
encontrar as principais relações, em estabelecer conexões com os diferentes
elementos constitutivos do texto. (MARKONI; LAKATOS, 2009, 44)

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37
Citações

CITAÇÃO INDIRETA

É a transcrição de textos de trabalhos de outros autores. “A citação indireta é a


maneira que o pesquisador tem de ler, compreender e gerar conhecimento a partir do
conhecimento de outros autores” (UTFPR, 2008, p. 2). Nas citações indiretas, a indicação das
páginas é opcional.

Exemplo:
Politzer et al. ([19--?], p. 38-9) citam dois exemplos práticos referentes à primeira lei
do método dialético. Determinada mola de metal não pode ser considerada à parte do universo
que a rodeia. Foi produzida pelo homem (sociedade) com metal extraído da terra (natureza).

SISTEMA DE CHAMADA

De acordo com a NBR10520 (2002, p. 3), as citações devem ser indicadas no texto
por um sistema de chamada: numérico ou autor-data e podem aparecer no texto ou em notas
de rodapé. Seja qual for o sistema escolhido este deve ser seguido ao longo do trabalho,
permitindo a sua correlação na lista de referências ou em notas de rodapé. Recomenda-se
utilizar o sistema autor-data. A UCP adota o sistema Autor-data.

SISTEMA AUTOR-DATA

Este sistema apresenta a Fonte da qual foi extraída a citação no próprio corpo do
texto, com a menção dos dados completos na lista de referências.
De acordo com a NBR10520(2002, p. 4), a indicação deve ser feita pelo sobrenome
de cada autor ou pelo menos de cada entidade responsável até o primeiro sinal de pontuação,
seguido(s) da data de publicação do documento e da(s) página(s) da citação, no caso de
citação direta, separados por vírgula e entre parênteses.
Exemplos:

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38
Citações

Citação direta curta

No texto:
“A mulher conseguiu o direito ao trabalho fora do lar, mas não foi discutindo a questão da
divisão do trabalho doméstico. Esta continua a ser uma atribuição feminina, não importando
se as mulheres desempenham uma atividade profissional.” (BLUSTAIN, 2005, p. 10)

Na referência:
BLUSTAIN, S. A paródia do segundo sexo. Folha de São Paulo, São Paulo, 08 maio 2005,
p. 10. (Caderno Mais).

Citação direta longa


No texto:
A mulher conseguiu o direito ao trabalho fora do lar, mas não foi discutindo a
questão da divisão do trabalho doméstico. Esta continua a ser uma atribuição
4 cm feminina, não importando se as mulheres desempenham uma atividade profissional.
Ainda diz, que a socialização dos filhos, por exemplo, constitui tarefa
tradicionalmente atribuída às mulheres. Mesmo quando a mulher desempenha uma
função remunerada fora do lar, continua a ser responsabilizada pela tarefa de
preparar as gerações mais jovens para a vida adulta. A sociedade permite à mulher
que delegue esta função a outra pessoa da família ou a outrem expressamente
assalariado para este fim. (BLUSTAIN, 2005, p. 10)

Na referência:
BLUSTAIN, S. A paródia do segundo sexo. Folha de São Paulo, São Paulo, 08 maio 2005,
100 p. (Caderno Mais).

Com 02 autores
No texto fora do parênteses

Alves e Pitanguy (1981, p. 71) afirmam que a partir de 1945 a democratização do país inclui
um número significativo de mulheres nas campanhas nacionais, tais como a da anistia, a do
petróleo e pela paz mundial.

No texto dentro do parêntese

A partir de 1945 a democratização do país inclui um número significativo de mulheres nas


campanhas nacionais, tais como a da anistia, a do petróleo e pela paz mundial. (ALVES;
PITANGUY, 1981, p. 71).

Na referência:
ALVES, B. M.; PITANGUY, J. O que é feminismo. São Paulo: Brasiliense, 1981, 78 p.

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Citações

Com 03 autores
No texto fora do parêntese

Alves, Pitanguy e Silva (1981, p. 71) afirmam que a partir de 1945 a democratização do país
inclui um número significativo de mulheres nas campanhas nacionais, tais como a da anistia, a
do petróleo e pela paz mundial.

No texto dentro do parêntese

A partir de 1945 a democratização do país inclui um número significativo de mulheres nas


campanhas nacionais, tais como a da anistia, a do petróleo e pela paz mundial. (ALVES;
PITANGUY; SILVA, 1981, p. 71).

Na referência:
ALVES, B. M.; PITANGUY, J. SILVA, K. O que é feminismo. São Paulo: Brasiliense, 1981,
78 p.

Com mais de 3 autores

No texto fora do parêntese


De acordo com Galanakis et al (1997) nos humanos, a ocorrência de P. aeruginosa está
associada principalmente aos distúrbios entéricos, dermatites pós-queimaduras e osteomielites.

No texto dentro do parêntese


Nos humanos, a ocorrência de P. aeruginosa está associada principalmente aos distúrbios
entéricos, dermatites pós-queimaduras e osteomielites. (GALANAKIS et al., 1997).

Na referência
GALANAKIS, N.; et al. Chronic osteomyelitis caused by multi-resistant Gram-negative
bacteria: evaluation of treatment with newer quinolones after prolonged follow-up. J.
Antimicrob. Chemother, v. 39, p. 241-246, 1997.

Citação com autor Entidade:


No texto fora do parêntese
Segundo o IBGE (2013) a longevidade dos brasileiros avançou 23,2% no período, de 64,7
anos para 73,9, o que represento um IDH de 0,816.

No texto dentro do parêntese


A longevidade dos brasileiros avançou 23,2% no período, de 64,7 anos para 73,9, o que
represento um IDH de 0,816. (IBGE, 2013)

Na referência
IBGE. Censo Demográfico 2012 - Resultados do universo. Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 20 out. 2012.

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Citações

Autores com o mesmo sobrenome


No texto:
Para Oliveira, L. (1998, p. 475) "o direito baseia-se no fato de que as pessoas agem de boa fé”
Na análise de Oliveira, J. (1981, p. 251) “na sociedade o interesse das partes converge para
um fim comum”

Na referência:

OLIVEIRA, José Lopes. Curso de direito civil: contratos 3. ed. São Paulo: Sugestões
Literárias, 1981.
OLIVEIRA, Leoni Lopes de. Direito civil: introdução ao direito civil. Rio de Janeiro: Lumen
Juris, 1998.

Mesmo autor com obras diferentes e com ano de publicação igual


No texto
Para Las Casas (2002b, p. 261) uma das principais decisões de produtos refira-se à marca.

O desenvolvimento de marcas para a área é semelhante ao de bens. A marca de preferência


deve ser simples, fácil de pronunciar, e transmitir o benefício principal do produto. (LAS
CASAS, 2002a, p. 82)

Na referência
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Marketing de serviços. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2002a.
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de marketing: conceitos, planejamento e
aplicações à realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2002b.

Vários autores sobre o mesmo assunto


Kenen (1969), McKinnon (1963), Mundell (1961) possuem argumentos distintos acerca da
mobilidade de fatores. O primeiro considera a mobilidade o único fator capaz de substituir a
flexibilidade cambial no combate a choques adversos e, portanto, determinante para se abrir
mão da flutuação cambial em função de uma união monetária. O segundo observa que a
mobilidade, exatamente por permitir ao país resistir a um choque adverso, o credita a não
necessitar aderir a uma união monetária.

Na referência

KENEN, P. B. The theory of optimum currency areas: an eclectic view. In: MUNDELL, R.
A., SWOBODA, A. K.(Orgs). Monetary problems of the international economy. Chicago:
University of Chicago, p. 41-60, 1969
MUNDELL, R. A theory of optimal currency areas. American Economic Review, v. 51, p.
657-665, 1961.
MCKINNON, R. (). Optimum currency areas, American Economic Review, v. 53, n. 3, p.
717-725, 1963.

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Citações

Sem indicação de autoria ou responsabilidade


No texto
Inclusive, essa realidade não é tão surpreendente em virtude de que a Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) não considera a Museologia como
uma disciplina da Ciência da Informação (TABELA..., 2009).

Na referência
TABELA das áreas do conhecimento. Brasília: Capes, 2009. Disponível em:
<http://www.capes.gov.br/images/stories/download/avaliacao/TabelaAreasConhecimento_04
2009.pdf>. Acesso em: 1 fev. 2011.

Citação de Citação
No texto
Sterne (2000, p. 49 apud LAS CASAS, 2006, p. 349) alerta que hoje em dia, uma imagem de
vanguarda é conquistada a duras penas através da implementação de coisas que tornam a vida
dos clientes mais fácil. Isso significa investir seriamente no seu site da Web em vez de ficar na
experimentação superficial com base em curiosidade e tempo ocioso.

Na referência
LAS CASAS, Alexandre Luzzi. Administração de marketing: conceitos, planejamento e
aplicações à realidade brasileira. São Paulo: Atlas, 2006.

Citação de documentos da internet com paginação


No texto
“As competências necessárias ao uso da informação incluem atividades em que o indivíduo se
engaja para apreender a informação e transformá-la em conhecimento.” (GASQUE, 2011, p. 23)

Na referência
GASQUE, Kelley Cristine Gonçalves Dias. Pesquisas na pós-graduação: o uso do pensamento
reflexivo no letramento informacional. Ci. Inf., Brasília, v. 40, n. 1, abr. 2011. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-
19652011000100002&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 13 ago. 2013.
http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652011000100002.

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42
Citações

Citação de documentos da internet sem paginação


No texto
O juízo pode ser alterado se houver conexão, continência ou outro motivo legal
posteriormente reconhecido que o torne incompetente. As partes podem ser substituídas, em
casos como, por exemplo, o falecimento (pelo seu espólio ou sucessores). Havendo sucessão
entre vivos, a substituição só se dará com o assentimento da outra parte ou o suprimento do
juiz. (SANTOS, 2013)

Na referência
SANTOS, Lara. Como se faz um processo. JusBrasil, 2013. Disponível em:
<http://larasantos.jusbrasil.com.br/artigos/111828166/como-se-faz-um-processo?ref=home>.
Acesso em: 13 ago. 2013.

Citação de jurisprudência
No texto
PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CAUTELAR. SUSTAÇÃO DE PROTESTO.
PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE. PRETENSÃO. POSSIBILIDADE. ART. 273, §
7º, DO CPC. 1. Faz-se possível deferir, em sede de ação cautelar, medida de cunho
satisfativo consistente na sustação de protesto de título, em face da fungibilidade
existente entre medida cautelar e medida antecipatória. (STJ, 2009).

Na referência
STJ. Recurso Especial n. 686209/RS (2004/0111329-9). Relator: Ministro João Otávio de
Noronha. DJ: 03/11/2009. JusBrasil, 16 nov. 2009. Disponível em:
<http://www.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/5915977/recurso-especial-resp-686209-rs-2004-
0111329-9-stj>. Acesso em: 10/05/2013.

Citação de lei

No texto
O art. 1º do CDC brasileiro (Lei n.8.078, de 11 de setembro de 1990) disciplina in verbis “Art.
1º. O presente Código estabelece normas de proteção e defesa do consumidor, de ordem públia
e interesse social, nos termos do art. 5º, inciso XXXII, 170, inciso V, da Constituição Federal e
art. 48 de suas disposições Transitórias”. (BRASIL, 2007, p. 26)

Na referência
BRASIL. Leis, decretos, etc. CÓDIGO comercial e constituição federal. 13.ed. São Paulo:
Saraiva, 2007.

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NOTAS DE RODAPÉ

São utilizadas para abordar dados que não devem ser incluídos no texto a fim de não
sobrecarregá-lo. Podem ser Notas de referência ou para Notas explicativas. As notas de
rodapé devem ser alinhadas a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra
da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas e com Fonte
menor.
Exemplo:

1
Canotilho, com base no art. 12.2 da Constituição Portuguesa, sustenta que “a extensão dos direitos e deveres
fundamentais às pessoas coletivas (pessoas jurídicas) significa que alguns direitos não são <<direito do
homem>>, podendo haver titularidade de direitos fundamentais e capacidade de exercício por parte de pessoas
não identificadas como cidadãos.

NOTAS DE REFERÊNCIAS

Indicam as obras consultadas ou remetem a outra parte do texto, devem ter


numeração com algarismos arábicos, única e consecutiva. A primeira citação de uma obra, em
nota de rodapé, deve ter sua referência completa. As subsequentes citações da mesma obra
podem ser referenciadas de forma abreviada utilizando as seguintes abreviaturas:
*
Idem – mesmo autor – Id;
*
Ibdem – na mesma obra – Ibid;
*
Opus citatum , opere citato – obra citada – op. cit.;
Passim – aqui e ali, em diversas passagens – passim;
Loco citato – no lugar citado – loc. cit.;
*
Confira , confronte – Cf;
Sequentia – seguinte ao que se segue – et seq.;
Apud1 – citado por, conforme, segundo.

1
A expressão apud pode, também ser utilizada no texto. Expressão muito utilizada para citação de citação, mas
deve ser utilizada apenas quando for impossível o acesso ao material original.
* Estas expressões só podem ser usadas na mesma página ou folha da citação a que se referem.
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Notas de Rodapé

NOTAS EXPLICATIVAS

Utilizadas para esclarecimentos, apresentação de comentários, explanações ou


traduções que não podem ser incluídas no texto por interromper a linha de pensamento.
Devem ser breves, sucintas e claras, apresentam-se em algarismos arábicos, devendo ter
numeração única e consecutiva. (UFPR; ABNT, 2002, p. 37; 7)

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

REGRAS GERAIS

Referência bibliográfica “é um conjunto padronizado de elementos descritivos


retirados de um documento que permite sua identificação individual.” (ABNT, 2002, p. 2)
A referência é constituída de elementos essenciais (autor, título, edição, local e
data), que podem ser acrescidos, quando necessário, de elementos complementares
(subtítulo, paginação, séries, entre outros); esses últimos permitem caracterizar os documentos
no todo ou em parte em diversos tipos de suportes.
Podem aparecer no rodapé, no fim do texto ou capítulo, tecendo resumos, resenhas e
recensões e em listas de referências, sendo essa última a mais comum e importante para
apresentação dos trabalhos acadêmicos.
Abaixo regras exigidas pela Faculdade do Centro do Paraná – UCP para compor
adequadamente as referências:

Sistema de chamada Autor-data


Alinhamento A esquerda do texto
Espaçamento Simples
Entrelinhamento Simples
Para livro - o título livro
Destaque em negrito
Para artigos - o título da revista
Abreviaturas Seguir as recomendações da nbr6032
Sequência Ordem alfabética
Alinhadas a partir da segunda linha da
mesma referência abaixo da primeira letra
Notas de rodapé
da primeira palavra, de forma a destacar
o expoente e sem espaço entre elas;
Todo material utilizado e citado no trabalho, inclusive a epígrafe, deve constar na lista
de referências.

ORDEM DOS ELEMENTOS


se houver

AUTOR(ES). Título: subtítulo. edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação.


paginação. A partir da 2. ed.

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Referências Bibliográficas

VIANNA, J. S. Manual prático dos tabeliães: atos e normas para os cartórios de notas. 6. ed.
Rio de Janeiro: Saraiva, 1989.
AUTORIA
De modo geral, os autores devem ser indicados pelo último sobrenome, em
maiúscula, seguido

Autor pessoal com até três autores - os nomes devem ser separados por ponto e vírgula (;)

RODRIGUES, C. E. Contratos: técnicas de elaboração. 2. ed. São Paulo: Ícone, 2000.

MÜLLER, M. S.; CORNELSEN, J. M. Normas e padrões para teses, dissertações e


monografias. 6. ed. Londrina, PR: EDUEL, 2007.

PEREZ JUNIOR, J. H.; OLIVEIRA, L. M.; COSTA, R. G. Gestão estratégica de custos. 4. ed.
São Paulo: Atlas, 2005.

Autor Pessoal com mais de três autores - transcreva apenas o nome do primeiro autor
acrescentando a expressão et al.

SAVIANI, D. et. al. Desenvolvimento e educação na América Latina. São Paulo: Cortez,
1983. (Polêmicas do nosso tempo; 6).

Autor com indicação explícita de responsabilidade - em coletânea de vários autores, a


entrada deve ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo
de participação [organizador (Org.), compilador (Comp.), editor (Ed.), coordenador (Coord.)
etc.]. No caso de mais de um organizador, a abreviação é utilizada no plural, a exemplo:
(Orgs.).

IUDÍCIBUS, S. (Org.). Contabilidade introdutória. 9. ed. São Paulo: Atlas, 1998.

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Referências Bibliográficas

Autor Entidade - tem a entrada, de modo geral, pelo seu próprio nome por extenso e quando
necessário acrescentar o nome da jurisdição geográfica à qual pertence.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e


documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Diretrizes para a política ambiental
do Estado de São Paulo. São Paulo, 1993.

BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Relatório de atividades. Rio de Janeiro, 1985.

Autoria desconhecida - a entrada é feita pelo título com a primeira palavra em caixa alta sem
negrito.

WORD for windows 6.0: método rápido. Rio de Janeiro: IBPI Press, 1994.

TÍTULO E SUBTÍTULO

O título deve ser negritado. O subtítulo (quando houver) deve ser reproduzido tal
como figura no documento, separado por dois pontos. Em caso de subtítulos demasiadamente
longos, podem-se suprimir as últimas palavras com reticências (...), desde que não seja
alterado o sentido.
Quando não houver título deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o
conteúdo do documento entre colchetes.

FORNAZIERI FILHO, A. Pimenta-do-reino: uma das mais importantes especiarias. 2. ed.


São Paulo: Ícone, 1989. 76 p. (Coleção Brasil Agrícola).

HOFFBECK, G; WALTER, J; LOUZADA FILHO, O. Como tomar notas rapidamente e


bem: guia útil no dia-a-dia da empresa, na preparação e condução de reuniões e palestras e
em todas as situações .... São Paulo: Nobel, 1991. 107 p.

SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA, 1., 1978, Recife. [Trabalhos


apresentados]. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 1980, ii, 412 p.

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48
Referências Bibliográficas

EDIÇÃO

Deve ser indicada a partir da 2ª edição, utilizando-se abreviaturas com numerais


ordinais e da palavra edição, ambas na forma adotada na língua.

FORNAZIERI FILHO, A. Pimenta-do-reino: uma das mais importantes especiarias. 2. ed.


São Paulo: Ícone, 1989. 76 p. (Coleção Brasil Agrícola)

LOCAL

O nome do local (cidade) de publicação deve ser transcrito tal como figura no
documento. Quando não for possível identificar o local utilizar a expressão sine loco,
abreviada entre colchetes [ S.l.].
FORNAZIERI FILHO, A. Pimenta-do-reino: uma das mais importantes especiarias. 2. ed.
rev. atual. São Paulo: Ícone, 1989. 76 p. (Coleção Brasil Agrícola)

FORNAZIERI FILHO, A. Pimenta-do-reino: uma das mais importantes especiarias. 2. ed.


rev. atual. [S.l]: Ícone, 1989. 76 p.

EDITORA

Indicar tal qual se apresenta no documento, abreviando-se prenomes suprimindo-se


palavras que designam a natureza jurídica ou comercial. Quando não for possível identificar a
editora indicar a expressão sine nomine, abreviada e entre colchetes [s.n.].
Quando não for possível identificar o local e editora usar ambas as expressões
abreviadas entre colchetes [S.l.: s.n.]

VIANNA, J. S.. Manual prático dos tabeliães: atos e normas para os cartórios de notas.
6.ed. Rio de Janeiro: F. Bastos, 1989. 360 p.

VIANNA, J. S. Manual prático dos tabeliães: atos e normas para os cartórios de notas. 6.ed.
Rio de Janeiro: [s.n.], 1989. 360 p.

VIANNA, J. S. Manual prático dos tabeliães: atos e normas para os cartórios de notas. 6.ed.
[S.l: s.n.], 1989. 360 p.

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Referências Bibliográficas

DATA

Indicar em algarismos arábicos. Deve ser sempre indicada uma data, caso nenhuma
data possa ser identificada registra-se uma data aproximada conforme exemplos.
Exemplo: c1983 (copyright)
[1969?] data provável
[1976] data certa, não indicada no item
[ca. 1964] data aproximada
[197-] década certa
[197-?] década provável
[18--] século certo
[18--?] século provável

VIANNA, J. S. Manual prático dos tabeliães: atos e normas para os cartórios de notas. 6.ed.
Rio de Janeiro: Ícone, 1989. 360 p.

VIANNA, J. S. Manual prático dos tabeliães: atos e normas para os cartórios de notas. 6.ed.
Rio de Janeiro: Ícone, [1989?]. 360 p.

DESCRIÇÃO FÍSICA

Registra-se o número da última página, folha ou coluna de cada sequência,


respeitando-se a forma encontrada (letras, algarismos romanos e arábicos) seguido da
abreviatura p. ou f (para publicações apenas no anverso). Para obras com mais de um volume
indicar pela abreviatura v.; em caso de partes de publicações, mencionam-se os número da
folhas inicial e final precedido da abreviatura p. ou f.

VIANNA, J. S. Manual prático dos tabeliães: atos e normas para os cartórios de notas. 6.ed.
Rio de Janeiro: Ícone, [1989?]. 360 p.

ROCHA, M. A. P. As políticas públicas para a alfabetização de jovens, adultos e idosos.


Pitanga: UCP, 2008. 49 f. Monografia (Especialização em Gestão Escolar com ênfase em
Psicopedagogia). UCP - Faculdades do Centro do Paraná, Pitanga, PR, 2008.

QUINCOZES, D. et. al. Estudo das atitudes para câncer em idosos participantes do II
ACAMPAVIDA . Caderno Adulto, Santa Maria, RS: Universidade Federal de Santa Maria,
n.7, p. 09-17, set. 2003.
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50
Referências Bibliográficas

SÉRIES E COLEÇÕES

São indicadas no final da referência entre parênteses na seguinte sequência: Título da


série ou coleção, numeração em algarismos arábicos se houver.

OLIVEIRA, E. C.; MAIORINO, J. E. Introdução aos métodos da matemática aplicada. 2.


ed. Campinas: UNICAMP, 2003. 241 p. (Coleção Livro-Texto).

SCHMIDT, P.; SANTOS, J. L.; PINHEIRO, P. R.. Introdução à contabilidade gerencial. 4.


ed. São Paulo: Atlas, 2007. 254 p. (Coleção Resumos de Contabilidade, v.25).

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Referências Bibliográficas

MODELO DE REFERÊNCIAS

LIVROS

Livro como um todo

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. edição. Local: Editora, data. paginação.


(Série)
LEITE, C. H. B. Curso de direito processual do trabalho. 9. ed.. São Paulo: LTr, 2011.
1376 p.

Livro como um todo em meio eletrônico:

Online

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. edição. Local: Editora, data. Disponível


em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano.

NABUCO, J. A Escravidão. Recife: Massangana, 1988. Disponível em:


<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/jn000061.pdf>. Acesso em: 13 mar.
2012.

Cd-rom

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. edição. Local: Editora, data. Descrição


física do meio eletrônico.

FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário Aurélio da língua portuguesa versão 6.0: dicionário


eletrônico. Curitiba, PR: Positivo, 2009. 1 CD-ROM.

Parte de livro

SOBRENOME, Prenome. Título da parte: subtítulo. In: SOBRENOME, Nome. Título


da obra. edição. Local: Editora, data, página inicial – página final.

MELTZER, P.S; KALLIONIEMI, A; TRENT, J.M. Chromosome alterations in human solid


tumors. In: Vogelstein B, Kinzler KW. The genetic basis of human cancer. New York:
McGraw-Hill; 2002. p. 93-113.

Parte de livro em meio eletrônico

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Referências Bibliográficas

SOBRENOME, Prenome. Título da parte: subtítulo. In: SOBRENOME, Nome.


Título da obra. edição. Local: Editora, data, página inicial – página final.

BERTHOLINO, M. L. F. Buscas em bases de dados. In: RAMOS, M. E. M. (org.).


Tecnologia e novas formas de gestão em bibliotecas universitárias. Ponta Grossa: UEPG,
1999. p. 145-155.

PERIÓDICOS

Publicações periódicas (revistas, jornais, boletins e outros)

TÍTULO. Local: Editora, volume, número do fascículo, data da publicação,


número de páginas.

REVISTA DA EDUCAÇÃO FÍSICA/UEM. Maringá, PR: UEM/DEF, v.14, n.1, jan./jun.


2003. 110 p.

Artigos e/ou matérias de revistas, boletins etc.

SOBRENOME, Prenome. Título do artigo. Título da publicação. Local, volume,


numero, pagina inicial – página final, data da publicação.

ARCHER, R. B. Os paradigmas da Educação Física: uma questão de sustentabilidade.


JOPEF, Curitiba, v.1, n.3, p. 122-126, maio 2005.

Artigos e/ou matérias de revistas, boletins etc. em meio eletrônico

SOBRENOME, Prenome. Título do artigo. Título da publicação. Local, volume,


numero, pagina inicial – página final, data da publicação. Disponível em: < endereço de
eletrônico>. Acesso em: dia mês ano.

VALENTE, D. S. M. et al. Definition of management zones in coffee production fields based


on apparent soil electrical conductivity.Sci. agric. Piracicaba, v. 69, n.3, p. 173-179.
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_pdf&pid=S0103-
90162012000300001&lng=pt&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em 13 maio 2012.

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Referências Bibliográficas

Artigos e/ou matérias de jornal

SOBRENOME, Prenome. Título do artigo. Título do jornal. Local, data da publicação,


seção, caderno ou parte, página.

ORIKASA, M. Combate ao preconceito é necessidade urgente. Folha de Londrina.


Londrina, 18 mar. 2012. Folha Entrevista, p. 3.

Artigos e/ou matérias de jornal em meio eletrônico

SOBRENOME, Prenome. Título do artigo. Título do jornal. Local, data da publicação,


seção, caderno ou parte. Disponível em: < endereço de eletrônico>. Acesso em: dia mês
ano.

BALDUSSI, D. O que mata o paranaense. Folha Web. Londrina, 19 mar. 2012. Disponível
em<http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3084-20120319>. Acesso em:19 mar. 2012.

EVENTOS

Evento em um todo

NOME DO EVENTO (se houver), ano e local (cidade) de realização. Título do


documento. Local: Editora, data da publicação.

ESCOLA REGIONAL DE INFORMÁTICA, 12. , 2004, Guarapuava, PR. Inteligência


Artificial. Guarapuava, PR: UNICENTRO, 2004. 230 p.

Evento em um todo em meio eletrônico

NOME DO EVENTO (se houver), ano e local (cidade) de realização. Título do


documento. Local: Editora, data da publicação. Disponível em: < endereço eletrônico>.
Acesso em: dia mês ano.

CONFERÊCIA IBERO-AMERICANA DE PUBLICAÇÃO ELETRÔNICA NO


CONTEXTO DA COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA, 2., 2008. Anais eletrônicos...Rio de
Janeiro: IBICT, 2008. Disponível em:
<http://cipecc2008.ibict.br/index.php/CIPECC2008/cipecc2008/schedConf/presentations>.
Acesso em: 19 mar. 2012.

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Referências Bibliográficas

Trabalhos apresentados em eventos

SOBRENOME, Prenome. Título do trabalho. In: NOME DO EVENTO (se houver),


numeração do evento (se houver), ano e local (cidade) de realização. Título do
documento... Local: Editora, data da publicação, paginação.

CASTRO, R. E. F.; MELO, M. H. S.; SILVARES, E. F. M. Avaliação da percepção dos pares


de crianças com dificuldades de interação em uma sucursal da clínica-escola do Instituto de
Psicologia da Universidade de São Paulo. In: CONGRESSO INTERNO DO INSTITUTO DE
PSICOLOGIA DAUNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, 5., 2001, São Paulo.Resumos... São
Paulo: Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, 2001. p. 49.

Trabalhos apresentados em eventos em meio eletrônico

SOBRENOME, Prenome. Título do trabalho. In: NOME DO EVENTO (se houver),


numeração do evento (se houver)., ano e local (cidade) de realização. Título do
documento... Local: Editora, data da publicação. Descrição do suporte.

RIBEIRO, R. Psicologia social e desenvolvimento do terceiro setor: participação da


Universidade. In: CONGRESSO NORTE NORDESTE DE PSICOLOGIA, 2., 2001,
Salvador. Anais... Salvador: Universidade Federal da Bahia, 2001. 1 CD-ROM.

TRABALHOS ACADÊMICOS

Teses, dissertações, monografias e trabalhos acadêmicos.

SOBRENOME, Prenome. Título do documento, ano, paginação. Natureza do trabalho


(Curso) - Instituição, Local da Instituição, data da publicação.

SILVA, M. C. Pessoas com necessidades especiais e os desafios para consolidação da


educação inclusiva no município de Nova Tebas-PR. 2008, 69 p. Trabalho de Conclusão de
Curso (Bacharel em Serviço Social) – Faculdades do Centro do Paraná, UCP, Pitanga, 2008.

OTT, M. B. Tendências Ideológicas no Ensino de Primeiro Grau. Porto Alegre: UFRGS,


1983. 214 p. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Federal
do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1983.

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Referências Bibliográficas

DOCUMENTOS JURÍDICOS

Legislação

Jurisdição (país, estado ou município). Título. Numeração, data e dados da publicação.

BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro de 1995. Lex:


legislação federal marginalia, São Paulo, v. 59. p. 1966, out./dez. 1995.

SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 42.822, de 20 de janeiro de 1998. Lex: coletânea de


legislação e jurisprudência, São Paulo, v.62, n. 3, p. 217-220, 1998.

Jurisprudência (decisões judiciais)

Jurisdição (país, estado ou município). Órgão judiciário competente, Título (natureza


da decisão ou ementa) e número, partes envolvidas (se houver), relator, local, data e
dados da publicação.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 14. In: ______. Súmulas. São Paulo:
Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.

Doutrina

Inclui toda e qualquer discussão técnica sobre questões legais publicadas em artigos
de revistas, monografias, entre outros, da área do direito. Deve ser referenciada de acordo
com o tipo de documento.
MARQUES, M. (Re)pensando a proporcionalidade: uma análise no âmbito das prisões
cautelares. Revista Síntese Direito Penal e Processual Penal, São Paulo, v.11, n.69, p.
113-125, ago. 2011.

DOCUMENTOS JURÍDICOS EM MEIO ELETRÔNICO

SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo. edição. Local: Editora, data. Disponível


em: <endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano.

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula nº 36. Servidor vitalício está sujeito a
aposentadoria compulsória, em razão da idade. Disponível em:
<http://www.stf.gov.br/jurisprudência/jurisp.asp>. Acesso em: 13 mar. 2012.

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Referências Bibliográficas

DOCUMENTOS SONOROS

Documentos sonoros em um todo

SOBRENOME, Prenome do(s) compositor(es) ou intérprete(s). Título. Local:


Gravadora, data da especificação do suporte.

MONTE, M.; ANTUNES, A.; BROWN, C.. Tribalistas. Rio de Janeiro: EMI, 2002. 1 CD

Documentos sonoros em parte (faixa)

SOBRENOME, Prenome do(s) compositor(es). Intérprete(s) da parte (ou faixa da


gravação). In: Título do CD. Local: Editor, ano. Descrição. Indicação da faixa. (tempo
de duração).
MONTE, M.; ANTUNES, A; BROWN, C.. Intérpretes: ______. Velha Infância. In:
Tribalistas. Rio de Janeiro: EMI, 2002. 1 CD faixa 3 (4 min 10 s)

Imagem em movimento (filme, videocassetes, DVD, entre outros)

TÍTULO. Diretor/Produtor. Local: Produtora, data e especificação do suporte em


unidades físicas. Duração e descrição física.

A COR PÚRPURA. Produção de Steven Spielberg. USA:Warner Bros Pictures. 1 DVD (154
min.), color. Baseado no romance epistolar da escritora afro-americana Alice Walker.

Documentos iconográficos (fotografias, pintura, gravuras, cartazes entre outros)

SOBRENOME, Prenome. Título, data. Especificação do suporte.

KOBAYASHI, K. Doença dos xavantes. 1980. 1 fotografia, color., 16X56 cm.

Documentos iconográficos em meio eletrônicos

SOBRENOME, Prenome. Título, data. Especificação do suporte. Disponível em:


<endereço eletrônico>. Acesso em: dia mês ano.

MACHADO, Y. [Vila Madalena], 2012. 1 fotografia, color. 3º Jameson Mostra SP


Fotografia. Disponível em: <http://www.conexaocultural.org/2012/02/vila-madalena-recebe-
a-3%C2%AA-mostra-sp-de-fotografia/>. Acesso em 19 mar. 2012.

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REFERÊNCIAS

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trabalhos acadêmicos: Citação. Florianópolis: UFSC, 2006. Apresentação de Slides.

ALVES-MAZZOTTI, A. J.; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e


sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1999.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: Informação e


documentação: Artigo em publicação periódica científica impressa: apresentação. Rio de
Janeiro, 2003.

______ . NBR 6023: Informação e documentação: Referências: elaboração. Rio de Janeiro,


2002.

______ . NBR 6024: Informação e documentação: Numeração progressiva das seções de um


documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.

______ . NBR 6027: Informação e documentação: Sumário: apresentação. Rio de Janeiro,


2003.

______ . NBR 6028: Informação e documentação: Resumo: apresentação. Rio de Janeiro,


2003.

______ . NBR 10520: Informação e documentação: Citações em documentos: apresentação.


Rio de Janeiro, 2002.

______ . NBR 10179: Informação e documentação: relatório técnico e/ou científico -


Apresentação. Rio de Janeiro, 2011.

______ . NBR 14724: Informação e documentação: Trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio


de Janeiro, 2011.

______. NBR 15287: Informação e documentação: Projeto de pesquisa: apresentação. Rio de


Janeiro, 2011.

ATAYDE, P. Trabalho acadêmico. Artigonal. Disponível


em:<http://www.artigonal.com/ensino-superior-artigos/trabalho-academico-647359.html>.
Acessado em 07/05/2012.

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acadêmicos. 11. ed. São Paulo: Hagnos, 2004.

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rev. Belo Horizonte: UFMG, 2001.

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XIV Curso de Editoração Cientifica da ABEC. São Paulo: ABEC, 2007.

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MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Metodologia do trabalho científico: procedimentos


básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 5. ed.
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________. Técnicas de Pesquisa. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

MICHEL, M. H. Metodologia e pesquisa científica em ciências sociais: um guia prático


para acompanhamento da disciplina e elaboração de trabalhos monográficos. 2. ed. São Paulo:
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NEVES, A. Castanheira. Metodologia Jurídica: problemas fundamentais. Coimbra:


Coimbra, 1993.
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Pernambuco, 1991.

ROESCH, Sylvia Maria Azevedo. Projeto de estagio e de pesquisa em administração: guia


prático para estágios, trabalhos de conclusão, Dissertações e Estudos de Caso. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2005.

SANTOS, A. R. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3. ed. Rio de


Janeiro: D&A, 2000.

SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 4. ed. rev. ampl. São Paulo: Martins
Fontes, 1997.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Cortez, 2001.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para


apresentação de trabalhos. 2. ed. Curitiba, 2000.

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