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PRÁ TICA DOCENTE

COMPONENTES DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

ENSINAR E APRENDER

Ensinar é um processo que envolve indivíduos num diálogo constante,


propiciando recursos temporais, materiais e informacionais para que se
desenvolva a auto-aprendizagem e a aprendizagem com os outros ou a partir de
outros.

Aprender é construir "seus conhecimentos e sua afectividade na interacção"


com outros sujeitos e "por meio de influências recíprocas que se vão
estabelecendo cada sujeito constrói o seu conhecimento de mundo e o
conhecimento de si mesmo como sujeito histórico".

Aprender significa ser capaz de reelaborar e reconstruir conhecimento através


da formulação de questionamentos, de análise e síntese das descobertas. O
indivíduo aprende é ao ser capaz de dialogar com o seu interlocutor, seja ele o
professor, o livro, o jornal, o programa de TV, o vídeo ou a página da WWW.
Dependendo do grau de escolaridade, aprender envolve saber questionar as
verdades apresentadas, reflectir, investigar suas dúvidas e elaborar nova síntese
que lhe satisfaça a inquietação inicial.

Aprender significa ser capaz de pesquisar com olhos inquisidores, orientados


por inquietações que tragam contribuições ao crescimento individual e
colectivo. É um processo multifacetado e estimulante se interconectar diversas
áreas do conhecimento mediadas pelas mídias impressa, audiovisual e digital
em uma rede de relações interpessoais.

TEORIAS DE APRENDIZAGEM

Os modelos de ensino podem ser reunidos em grandes grupos, caracterizando-


se cada um destes grupos por:

- uma orientação fundamental,

- um tipo predominante de objectivos educacionais,

- um papel do educador e do aluno,

- uma determinada estrutura da situação de ensino e

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- um ambiente de aprendizagem.

Estes grupos constituem teorias de aprendizagem.

COMPONENTES DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Desde o eclodir das grandes teorias didácticas, tais como,


Comportamentalismo, Cognitivismo e Construtivismo; sobre os componentes
do processo de ensino-aprendizagem destacaram-se o professor, a matéria e o
aluno.

Neste sentido, a maioria dos docentes prefere dividir os componentes do


processo de ensino aprendizagem em dois grandes grupos que são componentes
pessoais ou elementos pessoais e componentes materiais ou elementos não
pessoais.

1.1 - Componentes pessoais ou elementos pessoais

No processo de ensino-aprendizagem encontra-se o Professor e o Aluno,


considerados os elementos sine qua non do processo de ensinar e aprender.
Neste âmbito, componentes pessoais são aqueles que determinam o processo de
ensino e aprendizagem como fundamentos prementes da educação. Isto é, o
professor e o aluno.

O professor " É alguém que: a) sabe organizar um plano de acção pedagógica;


b) que sabe preparar e organizar, concretizar e operacionalizar situações de
aprendizagem; c) sabe regular o desenvolvimento da situação de aprendizagem
e é capaz também de avaliar esse desenvolvimento; d) sabe gerenciar
fenómenos operacionais; e) sabe fornecer uma ajuda metodológica; f) sabe
favorecer a construção de projectos profissionais positivos pelos alunos,
projectos de vida no início da escolaridade, projectos profissionais até o fim do
2o. Ciclo do ensino secundário; e finalmente, g) sabe trabalhar com parceiros."

Por sua vez, o Aluno é aquele individuo com capacidade de construir


significados, reconstruir o passado e projectar o futuro. É aquele individuo
capaz de reconhecer que quer se comunicar, que quer trocar informações com
alguém e que, nesta troca, vai se transformar, vai aprender.

1.2 - Componentes materiais ou elementos não pessoais

As teorias didácticas destacam os seguintes elementos não pessoais:


Estratégias, Problema, Objecto, Objectivos, Conteúdos, Métodos, Técnicas,

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Meios, Formas Expressivas, Formas organizativas e Instrumentos de


Avaliação.

Para ensinar, o educador leva a cabo um conjunto de acções orientadas para


alcançar determinados objectivos de aprendizagem que se têm em vista,
designado por estratégia de ensino.

Estratégia de ensino é o plano de acção para conduzir o ensino em direcção


a objectivos fixados, traduzindo-se tal plano num determinado modo de se
servir de métodos e meios para atingir esses resultados.

Esta estratégia pode estar vinculada a orientações educativas e a princípios


teóricos de actuação pedagógica, designado por modelo de ensino.

Modelo de ensino é uma estratégia docente articulada, assente em


princípios teóricos, resultando em acções do educador e actividades dos
alunos, que obedecem a uma certa estrutura e sequência e que criam um
determinado ambiente de aprendizagem.

Problema: é o componente que expressa a necessidade social. Constitui a


situação presente no objecto de estudo e que requer a acção de um sujeito para a
sua transformação para satisfazer a necessidade e cumprir o objectivo (por que
se ensina e aprende).

Objecto: Consiste na parte da realidade portadora do problema. Ao desenvolver-


se transforma-se na solução para o problema, alcançando o objectivo (Que se
desenvolve?).

Objectivo: são as finalidades ou aspirações que se pretendem alcançar no PEA


para conseguir as transformações desejadas nos estudantes (Para que se ensina e
aprende?).

Preparação para a gestão eficaz da sala de aula

1.Definição de objectivos, selecção dos conteúdos e divisão prévia das tarefas


de aprendizagem:

A planificação deve ser dada a conhecer;

Os materiais auxiliares de aprendizagem devem ser disponibilizados

Atempadamente.

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Conteúdo: Constitui aquela parte da cultura acumulada pela humanidade que


deve ser objecto de aprendizagem pelos estudantes, para cumprir os objectivos
(O que se ensina e aprende?).

Meios: são os objectos materiais que se utilizam no PEA como suporte dos
métodos, para que os estudantes se apropriem do conteúdo de uma maneira
mais eficiente e eficaz e cumpram os objectivos (Como é que se ensina e
aprende?).

Formas Expressivas: são o sistema linguístico com que se manifesta e se


efectiva o PEA. Essas formas podem ser: Oral e Escrita.

A Expressão oral é a mais directa e imediata forma de transmitir aos alunos


maior volume de conhecimento. Ela cumpre especialmente duas coisas: a
precisão e a exactidão do conteúdo e a realização da comunicação verbal em
sala de aula.

A expressão Escrita é a forma mais difícil de conseguir. Por fundar-se na


pragmática textual. Através dela os alunos aprendem a ler, escrever e fazer
interpretações de textos. Aprendem a realizar trabalhos de redacção e
composição livre, de carácter didáctico ou literário. É, também, por meio dela
que se concretiza as lições lectivas e os exercícios para casa.

Formas organizativas: é a organização externa que o processo adopta em


consonância com o conteúdo a assimilar e os objectivos a atingir pelos
estudantes (Como organizar a relação docente-estudante?).

Avaliação: expressa as transformações alcançadas pelos estudantes, que


satisfazem ou não o objectivo (Em que medida se aprendeu?).

No planeamento pedagógico a avaliação da aprendizagem é uma componente


tão importante quanto a definição dos objectivos.

MÉTODOS DE ENSINO OU PEDAGÓGICOS

Método: consiste no modo, ou seja, sequência que deve seguir-se no PEA para
que se detenham ou apropriem do conteúdo e cumpram os objectivos (Como se
ensina e aprende?).

Representam padrões de actuação pedagógica do educador.

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São estáveis face a educadores, alunos, níveis, áreas e situações de ensino.

Na implementação destes métodos recorrem-se a técnicas específicas,


designadas por técnicas de ensino.

Características dos Métodos de Ensino

As metodologias pedagógicas podem ser divididas quanto à sua Directividade


ou Afirmatividade:

1 - Directivos: expositivo e demonstrativo

2 - Semi-directivo: interrogativo

2 - Não directivo: activo

Métodos pedagógicos – método expositivo| seus aspectos diferenciadores

ASPECTOS POSITIVOS:

Económico em termos de tempo e recursos.

Flexível.

Aplica-se a um leque vasto de conteúdos.

Pode combinar-se facilmente com outros métodos e técnicas.

Proporciona reforço aos docentes.

Aplica-se a um número elevado de participantes.

ASPECTOS NEGATIVOS: 

Não respeita o ritmo individual.

Sobrevaloriza a linguagem e exige domínio de comunicação linguística.

Não favorece a iniciativa nem a aprendizagem autónoma.

CRÍTICAS

Passividade.

Não estimula a motivação, curiosidade e criatividade.

Sentido único de comunicação.

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Modela a aprendizagem, não desenvolve aprendizagem por descoberta.

Aquisição do conhecimento declarativo em detrimento do conhecimento


procedimental.

CONSELHOS DE UTILIZAÇÃO

Conhecer os temas ao pormenor, com detalhe técnico e científico.

Utilizar meios audiovisuais, sem fazer sobreposições.

Enriquecer a linguagem verbal com a não verbal.

Alternar raciocínios dedutivos e indutivos.

Fazer sínteses e reformulações parcelares.

Métodos pedagógicos – método demonstrativo

ASPECTOS POSITIVOS

Transmissão de conhecimentos teóricos e práticos

Possibilita a participação dos alunos

Estimula a dinâmica do grupo bem como o trabalho individual

Adequa-se ao desenvolvimento das aptidões psicomotoras.

ASPECTOS NEGATIVOS EXIGEM:

Grande disponibilidade de tempo

Adequado a grupos reduzidos

Materiais e equipamentos adequados

Põe-se ênfase na tarefa, podendo esquecer-se o aluno

CONSELHOS DE UTILIZAÇÃO

Bom domínio científico

Liderança do docente

Demonstrar, executando com qualidade.

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DESENVOLVE-SE EM 4 FASES

1 – ORGANIZAÇÃO DOS ALUNOS/EQUIPAMENTOS - Explicitação

2 – APRESENTAÇÃO DAS TAREFAS - Demonstração

- Evidência e explicação dos aspectos chave de tarefa.

3 – EXECUÇÃO DE ENSAIOS COM OS PARTICIPANTES - Execução

4 – VERIFICAÇÃO DAS APRENDIZAGENS - Controle

- Formulação de questões

- Medição e verificação do nível de aprendizagem

- Sugestão de áreas a vigiar

Métodos pedagógicos – método interrogativo

ASPECTOS POSITIVOS

Estimula o aluno a descobrir o que se pretende ensinar

Promove a descoberta.

Leva os alunos ao desenvolvimento de atitudes mais autónomas e ao


desenvolvimento de espírito crítico.

 ASPECTOS NEGATIVOS

Tempo de ensino longo.

Conteúdos restritos.

A iniciativa é do educador.

Nem sempre é estratégia promotora de democracia do grupo e


potenciadora de avaliação classificativa.

MÉTODOS PEDAGÓGICOS – MÉTODO INTERROGATIVO| SEUS


ASPECTOS DIFERENCIADORES

CONSELHOS DE UTILIZAÇÃO

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Disponibilidade de tempo.

Desenvolvimento de capacidades de colocar questões e problemas.

Rentabilizar perguntas:

- dirigidas à memória (para relembrar informação específica)

- dirigidas ao raciocínio (pensar/estruturar informação)

- criativas (exigem soluções novas/originais, através de informação fornecida)

- opinativas (expressar opiniões e juízos da valor)

TÉCNICAS

Interrogatório; Argumentação; Diálogo; Debate.

MÉTODOS PEDAGÓGICOS – MÉTODO ACTIVO| SEUS ASPECTOS


DIFERENCIADORES

ASPECTOS POSITIVOS

 Propiciam a aprendizagem por descoberta

Aprendizagem centrada no aluno

ASPECTOS NEGATIVOS

Levantam-se frequentemente dificuldades de coordenação por parte do


educador

Colocam dificuldades na gestão de contributos e na gestão de tempo.

CONSELHOS DE UTILIZAÇÃO

Neutralizar ou rentabilizar os faladores excessivos

Interpretar e questionar o pensamento dos participantes

Precisar fases intermédias e importantes 

TÉCNICAS

Brainstorming

Trabalhos de grupo

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Role – playing

Jogos pedagógicos

Estudos de casos

………………………

Modelos de Planificação

As componentes de um plano pedagógico

Requisitos da planificação pedagógica

Elementos essenciais da planificação pedagógica de curto prazo

Questões a considerar aquando da planificação psicopedagógica.

Modelos de planificação

 Médio / Longo Prazo

Elaboração dos Manuais, textos de apoio

Análise da Bibliografia existente

Calendarização de actividades pedagógicas

Estruturação das metas e finalidades

 Curto Prazo

Definição de Objectivos Gerais e específicos

Construção e apresentação do guião operacional de Orientação das intervenções


pedagógicas (aulas, módulos)

Análise e reformulação dos Objectivos Intermédios

As componentes de um plano pedagógico

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PLANIFICAÇÃO PEDAGÓGICA | SEUS ELEMENTOS

Quem são os alunos?

Expectativas

Formação Prévia / Experiências na área

Motivações/ Desmotivações

Utilidade da aula / da sequência lectiva nos seus contextos


socioprofissionais.

O que pretendo conseguir durante a aula?

Objectivos Gerais | Competências | Learning outcomes

Objectivos específicos

No ensino superior justifica-se a visão de conjunto das tarefas em avaliação.

Que Técnicas/ Instrumentos de Avaliação vou aplicar?

Quais os momentos em que vou avaliar?

Av. Diagnostica ou Inicial / Av. Formativa /Av. Sumativa

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Quais as técnicas/ instrumentos de suporte da avaliação?

Observação; Formulação de Perguntas; Medição

Qual a sequência das etapas de avaliação? Quais os critérios?

Que materiais e recursos pedagógicos vou seleccionar /elaborar?

Que Métodos e Técnicas Pedagógicas vou utilizar?

Como vai ser a sequência lectiva?

Qual a duração aproximada para cada uma das fases previstas?

Portanto, de salientar que no planeamento pedagógico a avaliação da


aprendizagem é uma componente tão importante quanto a definição dos
objectivos.

REQUISITOS DA PLANIFICAÇÃO PEDAGÓGICA

UNIDADE

CONTINUIDADE

FLEXIBILIDADE

PRECISÃO E CLAREZA

OBJECTIVIDADE

RIQUEZA

TAXIONOMIA DE OBJECTIVOS

Das várias taxionomias dos objectivos existentes, a maioria dos professores


optam por aplicar no PEA as duas seguintes taxionomias:

Taxionomia de objectivos pedagógicos de Bloom

NÍVEL

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1.CONHECIMENTO

2.COMPREENSÃO

3.APLICAÇÃO

4.ANÁLISE

5.SÍNTESE

5.AVALIAÇÃO

Taxionomia de objectivos pedagógicos de Biggs

Taxionomia SOLO

(Structure of Observed Learning Outcomes) de Biggs

Esta taxionomia é composta por cinco níveis:

Nível 1: pré-estrutural (o educando não tem alguma ideia organizada)

Nível 2: uni-estrutural (o educando já tem alguma ideia)

Nível 3: multi-estrutural (o educando tem diversas ideias úteis)

Nível 4: relacional (o educando relaciona as suas ideias)

Nível 5: abstracto (o educando alarga as suas ideias)

Aplicação da taxionomia de Biggs

Ao escrever os resultados da aprendizagem/objectivos:

1)Pré-estrutural: não faz a menor ideia da aplicação, não estabelece ligações

2) Uni-estrutural: identifica, realiza procedimentos simples

3) Multi-estrutural: enumera, descreve, lista, combina, faz algoritmos

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4) Relacional: compara, explica causas, relaciona, analisa, aplica

5) Abstracto: teoriza, hipotetiza, generaliza, reflecte.

Comparação de taxionomias: Bloom e SOLO

CONHECIMENTO PRÉ-ESTRUTURAL
SUPERFICIAL COMPREENSÃO UNI-ESTRUTURAL
APLICAÇÃO MULTI-ESTRUTURAL

ANÁLISE RELACIONAL
PROFUNDA
SÍNTESE e ABSTRACTO
AVALIAÇÃO

BLOOM SOLO

REFEÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Lisboa: Climepsi Editores.

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