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FMe-2005 .
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MANUAL DE OFICINA
. J83~
.......... Manutenção Preventiva da FM-e

-... l-SEGURANÇA
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A operação segura de empilhadeiras e outros equipamentos podem exigir experiência que o técnico de
manutenção eventualmente não possui. A operação com cargas em corredores estreitos e altas
elevações é um exemplo. Se necessário chame um operador qualificado.

Para trabalhar com segurança, porte-se como um pessimista. Pense em todas as possibilidades de risco.
Acredite que uma corrente pode romper justamente quando você estiver embaixo da carga.

Coloque avisos que o equipamento está em reparos e não pode ser operado. Desconecte a bateria ou
levante a roda de tração. Calce as outras rodas.

Bloqueie o dispositivo de elevação de carga, mastro ou chassi se tiver que trabalhar embaixo destes
elementos. Sob determinadas condições, o óleo dos cilindros pode retornar ao tanque e os garfos
descerão bruscamente quando os calços forem retirados.

Faça reparos e testes em áreas livres e pennitidas. Um fio invertido ou acionamento indevido pode
esmagar alguém contra uma parede ou obstáculo próximo.

A v alie os riscos de incêndio e providencie um extintor, se for o caso. Não use chama para ver o nível
do eletrólito na bateria nem use esmeril ou processo que gere faíscas - pode haver explosão. Use
aguarrás para fazer limpeza.

Não subestime os riscos de choques elétricos. A corrente contínua "gerada" nas baterias pode ser mais
perigosa que a alternada. Mesmo correntes baixíssimas podem ser mortais. Não trabalhe se tiver
ferimentos expostos, nestas partes, o isolamento elétrico parcial que a pele oferece não existe.

Use os equipamentos de proteção individual recomendado para cada serviço (óculos, luvas etc.).

Leia atentamente o manual de operações da máquina antes de iniciar qualquer serviço.

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........, Manual de Serviços da FM-e

......... . 2 .. TRANSMISSÃO
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.....
.... 2.1 -Descrição 4e funcionamento

-..........
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O redutor de ve locidades tem um par de engrenagens helicoidais e pinhão e coroa espirais (Fig.2.0).
A engrenagem menor pos.06 é fixada ao eixo do motor e transmite a rotação para o pinhão através da
engrenagem maior pos.07. O pinhão transmite a rotação para a coroa, que é fixada ao eixo da roda.

) 2.1.2 • Troca de Óleo da Transmissão

......
.
....... I

...... A primeira troca de óleo deve ser feita com SOOhs .


As próximas trocas com 2000hs. Em caso de máquinas frigoríficas trocar com lOOOhs .

...... Acione a máquina por alguns segundos para aquecer o óleo , antes da troca.
Os pontos de nível e dreno são mostrados na figura ao lado abaixo.

o Enchimento/Nível
• Dreno

2.1.3- Óleo da transmissão

A transmissão possui um volume de 3,6 lilros de óleo.


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CAl? NH.J
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Óleo recomendado: JJ~-...J~-..)1!' ;zvfir...d
Máquinas Standard: SAE80 (O .. C = 40°C)
~ p7 FF 9 v I, AI;:::).
Máquinas frigoríficas: SAE75W90 (-40"C)

2.1.4- Rol<tmento direcional

O Rolamento direcional deve ser lubrificado a cada tr!s meses.


A lubrití t.:ação é feita através. dos pinos graxeiros pos.3 da tig. .03
Lubrifique o rolamento com graxa a base de lítio consistência 2.

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x.a. Manual de Serviços da FM-e

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@15 Bujão de
- - - - - enchimento
e nível ·

16
12
21
27
23

FIG. 2.0

3
.. - -- -- -· ------

Manual de Serviços da FM-e

2.1.5 • Rcmoçito do transmissão

Eleve a máquina 230 mm pelo lado da tração.

Remova o freio

Remova a roda de tração.

Remova o motor .

Segure a transmissão com auxil io de uma talha.

Solte os seis parafusos de fixação pos .. 5

Desça lentamente a transmissão e remova o conjunto por baixo.

Para remontagem. siga o processo inverso ao da montagem .

Observe o torque dos parafusos apresentados na figura 2.0.

2.2 - Motor De Tração

2.2.1 -Descrição

O motor usado na FMP é do tipo "SHUNT" e trabalha com tensão de ~SV.


O induzido e a bobina de campo são controlados separadamente através do controlador eletrônico.
A rotação é iniciada pela aplicação da voltagem no induz.1do (Armadura), e excitação da bobina de
campo com 34 -17A
Assim que a voltagem do induzido é igual a da bateria. a COJTente do campo é reduzida e por
conseqüência aumenta a velocidade de rotação
Este motor possui sensor de temperatura e indicador de desgaste das escovas.

2.2.1.1 -Indicador de desgaste das escovas.

As escovas devem ser trocadas ao atingir 20mm, isto corresponde a 50% do seu comprimento original
(40 mm).

2..2.1.2 - Se nsor de Temperatura.

o motor tambtm possui sensor de temperatura que~ indicado atrav~s de falha no display.

4
Manual de Serviços da FM-e

3- FREIO

3.1 - CILINDRO MESTRE

2
1

5lC078 Bíld2 So\.')079

Recebe o esforço mecânico e o transforma em pressão hidráulica. Na po~ição de repouso o


óleo do reservatório pode entrar no ci Jindro compensando eventuais vazamentos e maior
deslocamento de fluido quando a lona se desgasta.

Quando o pedal é calcado, a haste (pos.l fig 1) desloca o êmbolo e este leva a mola (pos.5 fig
1) que empurra a peça da (pos.l tig 2), fechando a passagem para o reservatório.

O óleo sob pressão é obrigado a escoar pela tubulação até o cilindro que atua o disco de freio.

Ao cessar a força no pedal, a pressão diminui e a mola de retorno da alavanca que aciona o
disco faz o óleo retornar ao cilindro mestre.

O reservatório (2) é conectado ao lado superior do cilindro e a extrema direita ao tubo de


alimentação dos cilindros auxiliares.

3.1.1- FOLGA DO PEDAL

o pedal de freio tem um batente fixo na posição superior. A folga entre a posição limitada pelo
batente é aquela na qual o êmbolo do cilindro começa a ser deslocado é chamada de curso
"morto". Este curso garante que a haste não está comprimindo o pistão quando o pedal está na
posição de repouso.

ATENÇÃO: Com o pedal "solto", a haste não deve comprimir o pistão nem ser
tracionada peJa alavanca. Movimente a haste com a mão e sinta se está livre.

5
Manual de Se rviços da FM·e

3.2- FREIO ELETROMAGNÉTICO

3.2.1 -Funcionamento

C om a bobina magnética (8) desligada, isto é,


freio atuado, as molas (4) comprimem o disco
10 8 9 4
de pressão (5 ) contra o disco de freio (6).
O disco do freio esta fixado no eixo do motor
através de uma engrenagem e em função disto
o motor é parado. A ação de atuar ou liberar o
freio é controlado pelo Controlador da tração e
Bomba, dependendo das seguintes situações:
Atuação o micro do freio
O sistema de direção OK 11 6 7 5

A porca (9), ajusta a distância de frenagem e os parafusos (10) juntamente com a porca (11) ajusta a
folga do freio. '

3.3.2 - Ajuste Da Folga Do Freio

Desligue a maquina

Afrouxe os parafusos (1).


Não remova completamente o parafuso

Ajuste a fo lga através das porcas (2),


de form a que 3. folga esteja entre
0,2 e 0,35mm.

Meça a fol ga em três pontos.


4 2

3.3.3 - Ajuste Da Distância De Frenagem


Dim. X
A distância de frenagem é ajustada através
da porca pos 1, em passos de 90°,
Girando a para o sentido anti-horário, reduz
a força da mola, e conseqüentemente a
força de frenage m.
O ajuste de fá br ica é feito de forma que
o valor da distância "X" seja de 7,5mm.

L. . . . . . . . . . . . . . . . . ._______________
~
Manual de Serviços a FM-e

3.3.4 - Teste Da Bobina De Freio (Freio magnético)

O valor de ser próximo de 38!1.


Alimentação : 48V / 1,2 Ampcres (em situação ~onnal) 29V/0,8A

3.3.5 - Remoção Do Freio

Para remoção do freio, desligue e calce a máquina.


Desconecte as ligações elétri cas do freio (conector X 1).

.~ 1!11
.
Remova o freio por completo

•• "...
I
Para remontagem siga o processo inverso, observando os seguintes itens:
Torque dos parafusos de ve ser de 23 NM
Verifique a folga do freio e se necessário ajuste .
• • 1!!1
• •
3.3.6 - Troca Do Disco De Freio

h
• -.·· O disco de freio deve ser trocado quando a folga atingir 0,45 mm e não mais poderá ser ajustada.
Solte os três parafusos M8x55:
r ... Solte o conector X l e remova a bobina
Remova o disco de freio

O disco de freio novo possui 8mm de espessura e deve ser trocado ao atingir 6mm.

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...
Manual de Serviços da FM-e

3.4- Freio Da Roda De Carga

E ste freio tem o sistema mecânico/Hidráulico


e atua diretamente nas rodas de carga.

3.4.1 - Regulagem

E leve a maquina de forma que a roda do freio a


ser ajustado esteja livre do piso.

Aperte o parafuso pos 2 até que a roda esteja


travada.

Afrouxe o parafuso o suficiente para a roda girar


livremente.

A folga entre a lona e a roda deve ser de 0,3 á


O,Smm.

3.4.2 - Ajuste Do Pedal De F reio

O pedal de freio deve ser ajustado sempre que:


O cilindro mestre for trocado
O curso morto do freio não estiver
correto
Componentes do pedal forem
trocados

1- Afrouxe a porca pos 3.

2- Mova o batente (4) até alcançar o valor de


"X"= 62mm no pedal do freio.

3- A medida deve ser feita sem a borracha


do pedal.

4- Aperte a porca 3.

5- Afrouxe a porca 7 e gire a haste 6 até que


a distância entre a haste e o pistão do
cilindro mestre seja de 1mm. Isto pode ser
percebido pelo curso do pedal.

ATENÇÃO:
E sta folga é denominada "CURSO MORTO" e é fu ndamental pa.ra o bom fu ncionamento do freio.
A s lonas de freio devem ser trocadas ao atingir a espessura mínima de 2mm.
Em alguns casos a falta do curso morto do freio, pode causar entrada de ar no circuito.

8
________________ . ......
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M:mual de Serviços da FM-c

4- DIREÇÃO
......· ...,.
4.1 - Descrição de funciona mento

O conjunto da direção é formado por:


Sensor da coluna de direção, placas de direção e motor da direção.
A direção da FMe é do Lipo elétrica/clclrônica c poderá ser usada corno direção mccfinica e caso de
pane no sistema. Isto é possível em função do acionamento através da coluna de direção.
O sistema trabalha com 48V e a con·ente é limitada em no Maximo 30 A.

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9
Manual de Serviços da FM-e

4.2 - Sensor da coluna de direção

Para medir o ângulo de giro, o qual é


proporcional a força de direção, um sensor
magneto- resistivo (sensor Hall) e um imã
permanente são utilizados.

Quando as duas partes são giradas uma com


relação à outra, o campo magnético muda
dependendo do ângulo, e com isso muda o sinal
de saída do sensor.
2
A alteração de voltagem no sensor alcança
valores próximos a 1,5 volts em relação ao
ponto de referencia central, dependendo do
sentido de rotação. 1 mm
1
Esta alteração de voltagem também depende da
distancia entre o sensor e o imã.
A distancia dever ser n.o máximo lmm.

4.2.1- Ajuste do sensor C_•OIJ7/ (JJP:/yvl /..!.


._2} P.....J I C--r-':) 0 .;.-./.
l-Afrouxe o parafuso de fixação pos.l no
suporte e posicione-o á aproximadamente
1 mm sob o ímã.
O sensor deve ser centralizado sob o imã de
forma que a tensão medida entre os pontos 2 e
3 do conectar esteja em 2,5 Volts.

2- Gire o volante até que a luva prendedora seja


limitada pelo sensor (batente mecânico). A
tensão entre 1 e 2 e 2 e 3 deve variar em
~ aproximadamente 1,5V.

-..e
...... OBS 1: Não deixe a mão fixa ao volante ao
testar o funcionamento.
~
_,JJIf.
....... OBS 2: Verifique sempre o bom funcionamento
.......
. l

dos componentes de coluna de direção .


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Man ua l de Servi ços da FM·e

4.3 · Un idade Seno Dir~ào

Descrição de runcionamento

A unidad e seno direção con~ i ste num motor


elétri~o (48V) pos. l e um redutor montJdo em forma
de flangc pos.2.

A unidade servo dir~ção ~montada com dois


enrolamentus de bohina de campo .
O semidu de rotação do motor é portanto possível
sem a necessidade de inversão de polaridade do
motor.
Os rolamentos são livres de manutenç ão. Caso forem
removidos durante o trabalho de reparo, eles devem
ser substituídos. Os rolamentos de-.·em ser trocados
após aproximadamente 25.000 horas de operação.
2 ,
A engrenagem é livre de manutenção e possui '
lubtificação suficiente para a duração de sua vida em
operação.

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-
~
I

1
Para garantir uma melhor operação, o motor possu i ~ i! A1 Or
I
um scnsor de te mperatura e um indicador de desgaste ~~ !

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das escova de carvão. i I r!
Identificação das ligações do motor
i ~
••
AI = Armadura ~-·
Dl = Campo I para rotação para direita
DR = Campo 2 para rotação para esquerda

Substituindo as escovas de carvão


La .:lo
A
Comprimento da e!>cova nova: 22 mm
Co mprimento para troca: l i mm
Quantidade de escovas : ::! e scovas

11

....
Manual de Serviços da FM..e

4.3.1 - RemoYendo a unidade servo direção

Levante e calce a máquina.

Gire a direção de tal forma que a junta da corrente,


da COITente da transmissão de direção
(corrente pequena) esteja numa posição apropriada
para a montagem. "........
Desligue a máquina e remova a tomada da bateria.
~.
®
Marque e desconecte as ligações do motor de
direção. 0
Afrouxe a tensão da corrente da direção.
[ij
_)
Solte a trava e remova a COJTente.

Remova o parafuso Ml2x50 (pos.l ) da chapa de 2


suporte do motor de direção .

Eleve o motor de direção com a chapa de suporte.


Se necessário, use uma chave de fend.a para
alavancar.

Remova os quatro parafusos M6XJ2 pos.2 da


chapa suporte e puxe-a por cima da
Roda dentada da corrente.

Remova os parafusos M8X 16 pos.3 da roda da


corrente e então a puxe para fora

Para montar, siga as instruções na ordem inversa.

Assegure-se que os torques de aperto dos parafusos sejam os corretos (veja ilustração) e tencione a
corrente quando a unidade servo direção estiver completamente montada.
Verifique se a direção se move livremente e não produz nenhum ruído.

12


Manual de Serviços da FM-e

4.3.2 - Desmontagem dos rolamentos

1 - RemoYa a porca auto rravante pos.l e saque o eixo


--·
I

pos.2.

2- Remova com atenção a roda dentada pos.3

3 - Remova os rolamentos pos.4. Atenção para não


danificar o espaçador

4 - Remova a porca pos..4.

5 - Remova o eixo pos.6.

6- ReffiQva a roda dentada e os rolamentos

Para montagem siga o processo no sentido


mverso.

4A - Placa da direção

A exigência de torque do volante de direç:i0 é registrJdJ e


avalia-ia por um m:l.gneto-resistor, o qual ~r sua vez ativa
o estágio de saída do MOSFET.

Em comt-inaçãu com a curva característica não-linear corrente/torque, isto dá à direção um


desempenho que garante alta. estabilidade durante movimentos rápidos e direção leve quando
estacionado.
As nurr.erosas funções de monitoração asseguram que o sistema de direção funcione seguramente:
Proteção de alta/baixa voltagem

• Estágio de saida de energia à prova de curto-circuito com limitação de corrente.


• M.:>niloramento da temperarura do estágio de saída de energia.
• Proteção de voltagem inversa
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}:)j ~ 1 vH-~.
• Entràda externa de ativação - ' Q.IJ ~ c ).LJ" " /
• Indicador de desgaste das escovas do motor
o controiador de dife.rão é protegido por um fusível pos.l 30AII25V,

13
Manual de Serviços da FM-e

5- HIDRÁULICA
.
Para o entendimento desta seção. ~ necessário conh«imento do~ ~fmbolos e do funcionamento dos
componentes como visto no cur!to básico.

5.1 - VÁLVULA DE CO\tANDO

A válvula de comando usada na FMe ~ um agrupamento de v~ vu las direcionais. formando um


Nsanduíche" . Este conjunto tem um módulo de entrada, que recebe o ólev da bomba e um mi.Jdulo de
saída, que é ligado ao filtro de retomo no tanque. O módulo de entrada possui uma váh·u la de alívio,
regulável, que protege todo o sistema contra pressões excessivas.

Com os módulos direcionais na posi•; ão de repouso.


não há ligação entre o tanque e os ci lindros. assim,
estes fi c<tm "travados·. No módulo para ·corretor
lateral " entretanto, isto não aco ntece e o cilindro fica
li vre. O uso deste m<ÍduJo para outra função pode
cal13ar acidentes.

Na fig. acima. temos a representação do comando para F\ te c0:n um móduio para · cc.rretor lateral ~ .
Cada módulo direcional tem seu carretel ligado a uma chave f:m -ée~:ui~ , q ue sinaliza ao controlador
da bomba, qual a função que está sendo habilitada. :\a ele ' a.;ão , a bomoa w é acionada na subida, nos
outros mo vimentos, é ligada nos dois sentidos de de; locarr.er,w da aia• an·:a..

Com todas as alavancas do comando hidráulico e m pos.i ;ão de rep-:.u5.). o óleo fluí para o re5ervalón o
(se a bomba e sti ver iigada J. Em funcionamento normal. o Je"J.:..çarr.emo in1cial de alavanca ii ga a
bomba e o óleo passa livremente para o tdnque. Cví::inu an uo o je:>lvcamento, uma pdtle da vazão é
dirigida ao cilindro enquanto o utra contin ua sendo dc :...::t..rreg~j;s no wnque. Se o carretel é le vado ao
extremo de seu curso. toda a vazão vai pd1'a o cilindro.
A vazão de óleo levada ao cilindro é regulada pelo curso da ala ...·anca e ~ proporciona) ao giro da
bomba que por sua vez é controlada por uma controlâ-dora de i.e ns;io por pulsos de P'J.~.

Recomendamos não desmontar esta válvula. Se isto for absolutamente ne, essário, tome os cuidados a
seguir:

14

.......
,
..... . ..... .
.,. · ~ ~

Ma.,ua.J de ~·iços da FM-e

Solte os tirantes aos poucos e a:rerna.1a.rnente;


!\ão troque os CiLTTe.~i de posição. mesmo os
iguais;
N;o troque os módu:os de posição:
As faces entre os m5duios c-evem estar
perfenarneme ;impas antes da montagem;

Os tiranies dc•·em 5er apu-~s altern4dameme e com


tOfGue final de 1..8 ~.m

Para mc:r.ur o CC-f;j::.mo. ro1-oqüe todas as peças em


uma t-a.se pla.Iia e :irr:p.a ames de a;eí..ar os
tirdllle$;

Para retirar um ca:--re~e:, desmonte as peças do lado do


fim-de~rso (\·eja fig. 1) e a aia•·anca dv la.:io oposto;

Empurre o carretel para dentro do corpo até que um <k-s a;;E,s de vecà;ãv (ver figA) ;:ossa sec
removido. Puxe o ccu:retel por este lado. Remova o 01Jiro a,-,e!:

Para montar, co Ioque um ar..e l ·o·. m


· troouz.a 1 " ·- -~- -,...~·- -·,;-··e- ..-..-~·tra .ao outro
.a. o ca"Te....
_ _;en .. , ~,_-.; ·--:--'"~v =-~:.: a •=·"w ~.; u
seja visível. Mome o segundo ane: e ruxe o carre:e;_Es:es c-.;:.~a:vs e'-:~, -:r'-'e as a.-e~.as cortem
os anéis. Lubrifique com ólev todos os comvoner,:es antes .i: !T.;}r::a~:n;

S e çJOf d et e._-ra do vaz.ament" '"'-'>l '>r e· ''"'e-- =.. _.....r ..l- -·-e·e' - -· , __;> - -:.-;.r -~~- """""-'~ ... . ,_...~ ,..,.,_.Je -r.~..
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necessáJio trocar as vedações.

Antes de fazer reparos no comando ou qualquer p4I1e rudr-áulica, bloqueie os mo,imentos,


desconecte a bateria e mova todas as alavancas nos dois sentidos para despressuriz.ar as linhas.

5.1.1- REGVLAGE:\1 DA PRESS..\0 DE ALÍ\10

Com manômetro acoplado ao módulo de er,trada. ~5u~te o ;>~-af~so ~ ..-~vuJa até v...~er a pressão
necessária para e}evar a carga nominal no s.eg<~i:dü e~tági-:>. ot>se:>e o v::.:0r da pr-..~ eihiuamo a
carga é elevada. Retirar a carga e elevar os garf05 ao rniximo. Aj-.lS:ar o pa..-r-af:.l50 de m.a.;-;eira a obter
uma pressão de alívio 08% acima da observada amer-;\Y!nem.e.

Regulagem inadequada ou defeitos podem A-arre:.ar fugas de 6:ec pa.ra o re::orno. .1irninuindo a
velocidade na elevaç~o. prirA:lpalmeme. C:.m a a;a~o·a.nca ~ e;e\ ~ tv.:ia acioo:hia.. nlv de\·e ha:ver
retorno par<t o tanque pela mangueira lig~ ao ü;i.ro (o uso de um peii~"-0 de mang-u-eira tnnsparente
facilita a observação).

15
------------------~------~~~
Manual de Serviços da FM-e

5.1.2- VAZAMENTOS INTERNOS

Devido ao tipo de construção, sempre existe um pequeno vazamento interno nos módulos direcionais,
que ocasiona deslocamentos dos cilindros. Isto pode ser observado mais facilmente na elevação e gera
reclamações dos usuários. Consideramos como admissível um vazamento tal que, com a carga nominal
máxima nos garfos e no primeiro estágio, o deslocamento observado em 5 mi nutos não ultrapasse 18
rnm.

5.2- TIPOS DE MASTROS

5.2.1- MASTR O PD

O mastro PD é um mastro Triplex e tem características próprias que o identificam, como segue:
- Não é mais produzido desde 10/2004;
-Altura máxima de trabalho== 8700mm;
- Viga externa em formato J e internas em formato C;
:Cilindros laterais expostos na face traseira do mastro;
-Travessa de afastamento superior feita em viga soldada com formato em C.
- Correntes de elevação do cilindro central são guiadas na mesma linha do cilindro central, com guia
de mangueiras em sua lateral. .
- As con·entes de elevação do segundo estágio estão rente e atrás do terceiro perfil ou viga interna;
- Contém "pedras de atrito", ou seja, tem blocos de bronze que têm que ser ajustados para corrigir a
folga do mastro;
- Os rolamentos têm que ser engraxados periodicamente.

5.2.1.1 - CILINDROS DE ELEVAÇÃO MASTRO PD

A torre de elevação PD usa um cilindro central que eleva os garfos sem mover os quadros do mastro
no chamado primeiro estágio (ou elevação livre). Quando sua extensão total é atingida, os dois
cilindros laterais começam a se mover. Deste ponto em diante estamos no segundo estágio.

Um dos cilindros laterais tem a haste vazada, servindo de condutor de óleo para o cilindro central.
Uma mangueira liga a extremidade superior da haste ao cilindro central.

O outro cilindro lateral tem um sistema que amortece a passagem do segundo para o primeiro estágio
quando o conjunto desce. A regulagem deste amortecimento é feita pelo parafuso na sua parte inferior
e é conseguida por tentativas. A finalidade é evitar o choque entre os quadros.

Na parte superior das camisas existem parafusos de sangria para retirada do ar aprisionado.

16
Manual de Serviços da FM-e

5.2.1.2- VELOCIDADE DE DESCIDA PD

São usadas válvulas controladoras de fluxo


compensadas à pressão para garantia de
velocidade segura na descida. No sentido inverso
(elevação) o fluxo é livre. O tipo de construção é
mostrado na tig. S. Mesmo que haja ruptura de
linha, a velocidade será limitada. Exceto no caso
de vazamento entre o cilindro e a válvula
controladora.

A velocidade de descida é controlada pela válvula


da pos. 6.2. O tempo de descida para um percurso
de um metro deve estar entre 2.1 e 2.8 segundos
com carga nominal. As válvulas 6.1 e 6.3
impedem que , em caso de ruptura da mangueira
do cilindro central, a carga desça com velocidade
excessiva.

A calibragem das válvulas é feita antes da


montagem no seu alojamento e varia de acordo
com a posição no circuito. Ver fig. 5. e 6. Cuidado
para que não haja troca de posições durante
serviços de manutenção. Seguem os códigos e
regulagens.

Valores de regulagem "S" 24 V 48 v .


(pos. 6.2) 13.5mm 18,5mm Bom ba Cilindro
(pos. 6.1) 14mm 18 mm
(pos. 6.3) 15.5mm 18,5mm

5.2.1.3- GAXETAS

Os cilindros de elevação são de simples ação com vedação na haste. As gaxetas foram definidas após
longo período de experiência.
Na remoção dos elementos de vedação encaixados em ranhuras, use ganchos e hastes de alumínio ou
latão.
As gaxetas novas devem ser montadas com o auxílio da ferramentas especiais.
Lubrifique as vedações e alojamentos com óleo hidráulico antes da montagem.

17
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Manual de Serviços da FM-e

5.2.2.1- O MASTRO TR

O mastro TR é um mastro Triplex e tem características próprias que o identificam, como segue:
- Começou a ser produzido em 2002;
- Altura máx ima de trabalho dos garfos= 1 I .525mm;
- Vigas perfis do mastro em formato H;
-Cili ndros laterais estão colocados lateralmente na área de proteção do perfil H do mastro;
-Travessa de afastamento superior em ferro forjado, importada.
- Mangueiras do acessório são guiadas na mesma linha do cilindro central, com a guia das correntes
do pona-garfos em sua lateral.
- As coiTentes de elevação do segundo estágio estão rente e atrás do terceiro perfil ou viga interna;
- Não contém "pedras de atrito"
- Os rolamentos não necessitam ser engraxados periodicamente, pois são blindados.

5.2.2.2- CILINDROS DO MASTRO TR


Fig 1 Fig 2

18

..
Manual de Serviços da FM-e

Fig 3 Fig 4, e detalhe abaixo.


...1 .
f

2---+--++
3---+-~ .............-

5.2.2.2.1 - CILL'\"DRO CE~TRAL

O cilindro central é responsável pela elevação livre do primeiro estágio sem que inicie a subida
do segundo estágio. O cilindro central também é responsável pelo amortecimento da transição do
primeim estágio para o segundo estágio (subida). Este amortecimento é hidráulico e não afeta a
velocidade de subida dos garfos.
Na figura 1 temos uma visão do cilindro central, onde:
1 - Raspador;
2 - Gaxeta da rampa ou cabeçote do cilindro;
3 -Parafuso para sangria de ar•;
4 -Tampa ou cabeçote do cilindro;
5 - O'ring de vedação entre tampa e cil indro;
6 - Haste ou pistão;
7 -Cilindro;
8 - Cabeçote da Haste;
9 - Gaxeta do cabeçote da Haste;
10 -Guia

Funcionamento:
O óleo hidráulico entra no cihndro pelo orifício inferior, preenchendo através do orifício "A" toda a
cavidade posterior ao cabeçote da haste. A pressão nas áreas inferior e superior do cabeçote da haste
19
......
....,.
........, .
I .
Manual de Serviços da FM-e

são iouais durante toda a subida da haste até o momento em que o o rifício "A" se fechar, devido ao ~u
enco~tro com a tampa do cilindro 4. A partir deste ponto, a elevação cria, entre as. du~ gax~tas. uma
área de alta pressão criando uma resistência à continuação da elevação. um freto h1dráuhco. Para
penni tir o avanço d~ ascensão, o cabeçote da haste é provido de um pequeno orifício "B" em ~~a
lateral, que permite o alivio lento desta alta pressão, em direção ao óleo que se encontra na reg1ao
inferior da haste, até sua descarga completa. . .
No momento da descida, para não criar uma região de vácuo, a cavtdade supenor entr~ o
cilindro e a haste é preenchida de óleo através dos canais encontrados na figura 4 e detalhe, onde ext_ste
um parafuso oco que serve de sede para uma esfera. Este conjunto,impede o fluxo do óleo no senttdo
alto-baixo, mas permite o nuxo no sentido baixo-alto.

5.2.2.2.2- C I LINDRO MACIÇO

O cilindro maciço ou aquele que tem conexão somente em seu lado inferior~ tem a
responsabilidade de auxiliar no paralelismo da elevação e principalmente, na redução de veloctda~e .no
momento de transição do segundo estágio para o primeiro, impedindo que haja impacto mecamco
entre os estágios.
Na figura 3 temos uma visão do cabeçote do cilindro maciço, onde:
. 1 -Orifício de regulador; '·
2- Cabeçote da haste;
3- Cilindro do cabeçote;
4-Mola;
5 -Anel de segurança;
A- Entrada do cilindro;
· B - -Câmara de compressão.

O efeito de amortecimento entre os estágios se dá quando o mastro está no final do curso de


recolhimento da haste (fechamento do cilindro).
Funcionamento:
No momento que o óleo é inserido no cilindro através da entrada "A" do cilindro. acontece o
avanço I expulsão da haste. A partir deste ponto, o cilindro auxiliar (3) que existe dentro do cabeçote
(2), começa a ser expelido de dentro do cabeçote devido a força da mola (4), e respectivamente sendo
preenchida a câmara de compressão, com óleo que vem da entrada "A" e passa pelo orifício
regulador( I). O anel de segurança (5) vai limitar a saída do cilindro auxiliar (3) do cabeçote para que
este não saia do cabeçote da haste, podendo gerar problemas mecânicos diversos.
Quando o cilindro está em movimento de recolhimento, fechamento, a superfície externa do
cilindro auxiliar do cabeçote da haste, vai chegar primeiro ao fundo do cilindro. A haste continuará a
se deslocar no sentido do fundo do cilindro. Com este movimento, inserindo o cilindro auxiliar
novamente no cabeçote, haver.á uma compressão do óleo que ali está. Este óleo vai ser expulso pelo
orifício regulador (1) de manetra regulada e constante, reduzindo assim a velocidade e minimizando
impacto ?e ~nal de curso do cilindro, conseqüentemente do mastro, no transição do segundo esl<igio 0
para o pn me1ro.

5.2.2.2.3- CILINDRO OCO

Ver figura 3, acima.

ATENÇÃO:
LEMURA R QUE OS TRES CILINDROS ESTÃO LIGADOS, EM FORMA "PARALELA" ISTO
IMPLICA QU_E, EM OCORRENDO UMA RESISTENCIA MECÂl'llCA EM UM DOS ESTÁGIOS 0
OUTRO ESTAGIO ATUA. I

20
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Manual de Sen.;ços da FM-e

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. Esta é uma ''41vula de controle de Ouxo de óleo hidráulico, que tem a função de regular a

• 1~ ,
velocidade de descida do mustro. Ela se encontrd no bloco divisor de nuxo, área posterior inferior do mastro.
A velocidade de descida para a qual esta váh11la é designada em seu pré-ajuste de fábrica. é de no
••
..
4 máximo 60 em por segundo.
ZCI . Se for necessária a desmontagem desta válvula. por motivo de manutenção ou troca. veri.o~ar a
medida de compressão da mola desta válvula e após o con~no, limpeza ou inspeção. certificar-se que a
compressão da mola está, como estava anteriormente. Este ajuste é travado com contra-porca e de..,e sec feito de
fonua segura.

ITEM OE SF..GliRANCA N.i.O DEVE SER ALTER-\DO !!!!

5.2.2.3.2- VÁLVULA DE SEGURANÇA CONTRA RUPTURA DE TIJBUL\ÇÕES

Resistência ao Oux.o e ação congestionante na placa da válvula na direção do fluxo B - > F (rureção de
escape) é provocada em sua ação. em condições normais de trabalho. pela contra-pressão da mola: a "-ãivula
pem1anece aberta. Havendo ruptura da tubulação, a carga do nuxo aumenta. suplantando a pressão da mola.
provocando imediato fechamento da válvula. ....

A placa da válvula co ntém um pequeno furo. através do qual, independentemente do tamanho da carga, um
fluxo de óleo pode fluir de B --> F. assim fazendo a carga descer lentamente ao solo.

Função

A tarefa dessa válvula de segurança consiste em e\itar uma não comrolã,·eJ rápida queda da carga. em ~ de
ruptura da tubulação.
A segurança contra ruptura da tubulação é uma "'álvula. cujo disco em estado de repouso é le"-antado da bê5e
da válvula por uma mola, libercmdo um tlu\o transversal com altura regulá•·el.

Slnnbild

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ausführlich
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Manual de Serviços da FM-e

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5.2.2.3.3- DISPOSITIVO DE INCLINAÇÃO DOS GARFOS EM TR > 9500 mm
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Manual de Serviços da FM-e

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I
5.3- CILINDRO DE AVANÇO

Este cilindro desloca o suporte do mastro fazendo o movimento de avanço e recuo da carga. Para evitar

...
.

~ ­
I impactos que podem comprometer a estabi lidade da carga, o motor da bomba

.......
5.3.1 - VELOCIDADE DE AVANÇO

~I Com carga nominal máxima nos garfos, ajuste os batentes (parafusos) da alavanca do comando para
, o bter um tempo de 5 segundos tanto no avanço como no recuo.

.......
~ ,
. )
5.3.2 - GAXETAS

.....
_
I

A vedação da haste é do tipo em "U", de poliuretano. A da camisa é de TEFLON com fibra de vidro e
veda nos dois sentidos. Esta gaxeta tem um anel interno tipo "O ring" que comprime o anel externo de
TEFLON contra a camisa, garantindo a vedação mesmo sob baixas pressões .

~)
-.., A troca da vedação da haste deve ser feita com o auxílio da ferramenta especial.

--..,
......._~)
As gaxetas de TEFLON têm grande capacidade de retenção de impurezas na sua superfície de
contato. Esta ação, em princípio é benéfica , impedindo que a sujeira circule pelo sistema. Entretanto,
quando a quantidade de resíduos presos é muito grande, a gaxeta passa a atuar como um abrasivo,
danificando a camisa. Se a face de Vf!dação estiver com muitas incrustações, troque a gaxeta mesmo
que não apresente vazamento.

5.4 - CILINDRO DE INCLINAÇÃO

Os serviços realizados neste cilindro podem representar graves riscos de acidentes se não forem feitos
com atenção.
Não aumente o curso, não altere a regulagem do olhai, não retire peças internas nem tr oque por
outras de números diferentes das originais.
Consulte a Engenharia se necessitar fazer serviços que envolvam estes tópicos.
A pa rte roscada da haste não deve estar mais que 8 mm fora do olhai.

5.4.1 - VELOCIDADE DE INCLINAÇÃO

A medição das velocidades de inclinação devem ser feitas com carga nominal

Ãngulo de Tempo num


inclinação Velocidade sentido
graus ( F/R) graus/s segundos
0/3 0,666 4,5
0/2 0 ,666 3
0/1 0,333 3

Tolerância: +I· 0 ,2s

5.5 - CORRETOR LATERAL

25
Manual de Serviços da FM-e

Velocidade Tempo num sentido (l OOmm)


m/s Segundos
0,04 2,5

Tolerância: +I· 0 ,2s


Medições a realizar com óleo na temperatura de trabalho
Medições a realizar com carga nominal

·5.5.1- GAXETAS

São empregadas gaxetas tipo "U", de poliuretano, para vedação na haste e na camisa.
A troca das vedações deve ser feita com ferramentas especiais.

5.6 • RECOMENDAÇÕES GERAIS

Troque sempre o conjunto completo de vedação, incluindo guia, gaxeta, raspa do r e anel "O".

Lubrifique todas as peças antes da montagem, inclusive os gabaritos e dispositivos.

Não deixe lábios ou superfícies de vedação atritarem contra arestas ou partes com rebarbas.

A s ferramentas devem estar limpas, lisas e sem cantos vivos.

Não use solventes em gaxetas ou outras peças elásticas da vedação.

5.8 ·DIAGRAMAS

O diagrama com símbolos padronizados permitem o esrudo de seu funcionamento, facilitando a


localização de componentes defeituosos.

26
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5.8.1- PD
Manual de Serviços da FM-e
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27

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Manual de Serviços da FM-e

5.8.1 - TR
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Manual de Serviços da FM-e·

6- CONTROLADOR ZAPI
' \
I
Características principais

Conexões

Todas as entradas são protegidas contra erro de conexão.

Proteção Térmica
)
Se a temperatura no dissipador de calor exceder a 80°, a corrente máxima é reduzida
proporcionalmente ao aumento da temperatura.

Indicador de bateria descarregada

Quando a bateria estiver muito descarregada a corrente é reduzida proporcionalmente à carga da


bateria.

Proteção contra Partida acidental

Uma seqüência coiTeta de ligação é necessária ao ligar a maquina. Nenhum com ando pode ser
acionado antes de ligar a chave de contato.

Pr oteção contra movimentos incontroláveis

O contactor principal não vai fechar se:


-A unidade de potência não estiver funcion ando
- A lógica não estiver funcionando corretamente.

Contactor principal

Segurança e proteção contra inversão da polaridade da bateria.

Agentes externos

O controla~or é protegi~o contra a sujeira o/spray ~e lí~idos com uma p7>teção de grau IP54. _
/VHO <'" / #-0 /:51u/O CoN;/.t"-9 .J/J/<'K!IS-90

29
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.... LJH- y bf~ual de Serviços da FM-e

.......
~
6.1 - Código de Falhas: /} ; S 1

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.

1 PISCADA: ;z
fi'
É indicado através do display da máquina e indica o dígito Y confonne capítulo 8.

LOGIC FALURE * 1

Ao ligar a máquina o circuito do contactor principal é verificado. Se algo não estiver correto este
alarme é ativado.

Vcritique:
- Contactor principal
-Ligação do contactor -
- Troque o contactor
-

1 PISCADA: ..< I MICRO ST6215 KO


.
Micro processador de segurança detectar alguma falha. O contactor principal vai abrir.

Veri11q ue:
.
- Algum componente ligado antes de ligar a maquina.
- Custo da ligação do controlador. .
-Troque o controlador. : ' . ~
..

1 PISCADA: .:2 I EEPROM KO

Desligue e ligue a maquina, se a falha desaparecer verifique os parâmetros, caso a falha continue
troque o controlador.

2 PISCADAS: :fi INCORRECT START

Incorreta seqüência de ligação.

Veritique:
-Micro do acelerador
- Micro do H.Mastro
- Problema na fiação
- Troque a acelerador

2PISCADAS: HAND BRAKE

Freio atuando durante a operação.

Verifique:
- Micro do freio.
- Troque o controlador.

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30
X,-- I - ~;:;c 19-}::;
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Manual de Serviços da FM-e

.......... 2 PISCADAS: .g_l FORW+BACK

........... \

) Micros direcionais frente/ré acionados simultaneamente. . .. ..


.....
....
Verifique:
-Tração incorreta.
- Chave frente I ré
..

.....
.....,
....,,
)

~
-Troque o controlador

..,.,
..... - )
2l'lSCADAS: .:J STEER SENSOR KO

.... .
.
' Falta do sinal da placa da direção

....
)

Verifique:
..... i
- Fusível da placa da direção

.....
. I
- Escovas da coluna de direção ...
. ')
-Verificar sinal no ponto Xl.2 (L9) no controlador ZAPI. Deve ser de 1 a 2 V ·l !
.....
~
') -Troque o controlador·ZAPI ··~
'
I:

....
)
~)
)
3 PISCADAS:
1j CAPACITOR CHARGE
.. ..
' Este alarme aparece se os capacitares não são carregados dentro de 500ms após a chave de
contato ter sido ligada. :

-Controlador com defeito.

3 PISCADAS: 41 VMN NOTOK

Se a tensão no ponto VMN é menor que a tensão da bateria esta falha irá aparecer.

Veritiquc:
- Incorreta ligação do motor
- Fuga do motor para o chassis
-Controlador com defeito

3 PISCADAS: 4J V FlELD NOT OK

Com o contactor aberto, a voltagem em ambas as conexões do campo precisam ser de


1
aproximadamente h V bateria. Este alarme é gerado se a voltagem no campo for diferente deste
valor.

- Fuga do motor para chassis


- Fuga da bateria para chassis
- Torque o controlador

31
- - - - ----- • - - - • • • ._ o - --- - - - --- - · • - - - - - - .

~
~ I
._ Manual de Serviços da FM-e
._. I
........ 4 PISCADAS: 5\ VACCNOTOK I

........
......
Este alarme ocoiTe se o acelerador estiver com mais que 2v de diferença do valor registrado
durante o teach-in
I
-Verifique fuga do motor para choro is
- Incorreta ligação do acelerador I

--........,...... ,.
- Teach in incOITeto
- Acelerador com defeito I
1 - Controlador com defeito
I

......
. )

\
,
4PlSCADAS: 51 PEDAL WIRE KO I
. I Potcnciômctro do acelerador com defeito.
Circuito do acelerador aberto. I

'
I
5 PISCADAS:
61 NO FIELD CUR

Fiação do circuito do campo aberto

Veritique:
-Ligação do mota de tração :

- Toque o controlador

5 PISCADAS: 6 HlGH FIELD CUR

Incorreta conexão da ligação do campo ou controlador defeituoso.

Verifique:
- Ligações do motor de tração
-Troque o controlador

5 PISCADAS:
61 STBY /HIGH

Problemas com sensor de corrente da armadura.

Verifique:
-Fuga do motor para chassis.
- Troque o controlador.

32
..........
..... .
Manual de Ser..-iços da P.A-e
'.·'

....
..,.. :1
· 6 PISCADA~~ J l CONTACTOR DIUVER, COIL SHORTEU, DRIV.E.R SHOI<Tf..O j
I
~· i Curto no contactor principal
l

Verifique:
- Contactor principal - Contactor em curto
- Fi ação com defeito -Controlador com defeito

6 PISCADAS: CO~TACTOR CL OSED

Contactor colado

) Verifique:
Isto é verificado ao ligar maquina
- Contatos do contactor soldados
-Verifique cabos de potencia l

-Troque controlador ' !


7 PISCADAS: Bj MOTOR TE~1PERA .
Temperatura do motor maior que a permitida pelo sensor de temperan;ra..
!
I

)
Q uando o alarme é ligado a velocidade do motor é reduzida. Se o alarme aparecer com o motor I
' frio, verifique:

Verifique:
l
i

- Ligação do sensor de temperatura l


)
-Causa do aquecimento do motor. I
i

7 PISCADAS: Bj TH PROTECfl O~

Se a temperatura do controlador for maior que n oeste alarme é gerado. .


A corrente é reduzida proporcionalmente.
A 92° o controlador é desligado.
1 i
Se a temperatura do controlador for menor que - 1O" o alarme é gerado e a correr.Le é redü zi-da para
80%.

Verifique:
Verifique ligações do sensor
-Sensor com defeito
-Controlador com defeito

32 PISCADAS: BAITERY LOW

Baixa voltagem da bateria


Verifique: ,
;
1
.
I

- Voltagem da Bateria
- Tomada da bateria
- Fuga de correnle para o chassis

33

. ~ -·····-~----. . . ~=-·. ...~.r-----------------·---·------- ----·~ · · ·'·:- - --·~ .....-. ' -


Manual de Serviços da FM-e

6.2 - Fluxograma de uso do Hand"Set


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- ~·. ·_. PARAM.
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ROLL ENTER

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. ROLL OUT SET

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J) )

'
• -
i
)
- Ao conectar o Hand-Set na máquina as mensagens abaixo irão aparecer:
;F C:.. olOo 9;fl /
êo l'v .J o /e .O 1 c7 1 UI;
-. _)

• •
. )

I
ZAP CONSOLE
V. 3.07 ·
·li CONECTED TO:
SEM 2 SB 1.00
~----------------------------------------------~
Caso exista alguma falha no equipamento, o nome da falha irá aparecer em seguida conforme o
exemplo abaixo

* ALARM *
STEER SENSOR KO

Neste caso pressione a tecla Enter por 1 seg. A mensagem abaixo irá aparecer.

* MAIN MENU *
PARAMETER CHANGE

OBS: O item abaixo não esta disponível.

* MAIN MENU *
MOTOR DATA

34
........
--.........,
.-
Manual de Serviços da FM.-e

........... Acionando as setas para cima ou para baixo você Lerá acesso aos diversos programas.
Pressionando a tecla Enter você poderá acessar o programa escolhido conforme abaixo ..

* MAIN MENU *
PARAMET ER CHANGE D Pag. 29
._. ENTER

....... ) t 11
~) ROLL

..... .
llllllll!lf "i
) * MAIN MENU
TESTER
*
.. a Pag. 30

ENTER

t 11
ROLL '

* MAIN MENU *
SAVEPARAM ......
114 Pag.31

ta
Th'TER

ROLL

* MArN MENU *
RESTORE PARAM
m1 Pag. 31

ta
ENTER

ROLL

* MAIN MENU *
ALARMS • a Pag.32

ENTER

t 11
ROLL

• •
MAIN MENU
PROGRAM VACC
......
a • Pag. 33

ENTER

t 111ROLL
35
- - ----~ - - - -- - -- ---- -
t:::
~

hz

~ ·
6.2.1 .. TABELA DE PARÂMETROS
-.--. ·
h

-•.
11

11
* M AIN MENU ,.
PARAMETER CHANGE
Para acessar os parâmetros, pressione a tec:a Enter_

ll f
11

• ••• Para alterar os valores pressione as ~:as:


PA..V...}(.

ENTER

Controlador de tração:

Parâmetro Descl"ição ' ..: •.•:v.- i'd~' ;v


ACCELER DELA Y RAMPA DE ACEL.ERAÇAO ' 5
DECELER DELA Y RAMPA DE DESACE:...ERAÇÃO 5
:
RELEASE BRAKING FREIO REGE!\:ERATI\'0 5
PEDAL BRAK.l~G FREIO REG.E.J'.:ERATI\'0 AO PIS.-\..~ ~O 5
I
PEDAL DO FRElO
1!\:VERS BRAKl!\!G FRE!\!AGEM POR REV ERSAO 5
TRACION I MAX MAXIMO CARENTE DO
CONTROLADOR
!
..•
ARM C URR NOM l CARE~TE N0~1:\:AL DA .-\R\~ ..;8!._'R ..; 5
FIELD CURR NOM CORE!\:TE 1'!0~11.'\;AL DO C A\!0 5
MAX SPEED FORW ! MAXI~10 YEL. SE!\!T:DO TROCA 9
MAX SPEED BACK I M_AX IMO YE_L. S ENTI DO G.-\RFO S 9
WEAK DROP OUT LIMITA A CORRE~TE DA AR...\~ .oo\D!...:R..~ 5
PROPORCIONAL A CORRE,'TE DO
CAMPO
CUT BACK SPEED 1 VELOCIDADE LE!':TA 1 3
CUT BACK SPEED 2 VELOCIDADE L E ~TA:! '
CUT BACK SPEED 3
r-éREEP SPEED
VELOCIDADE LE!':T A 3
MINIMO VELOCIDADE
"'5
SEAT MICRO DELAY
o
RÉTORNO APOS ATtJAÇÂO DO .\HCRO 9 •
DO BANCO
HIDROTIME TEMPO DE OPERAÇAO DO
i
. 5
CONACTOR DA BOMBA APóS O
I
CONTROLADOR T ER SrDO UG...\00
í
BRAKING TIME NAO USADO
BR AK ING SPEED 5
NAO USADO
A UX TIME# I 5
NAO USADO
AUX TIME# 2 NAO USADO
o ..
o
Manual de Serv·iços da FM-e

Controlador de bomba:

Pa r â met ro Descriç_ão U~I D valor padrão

ACCELER DELA Y RAMPA DE ACELERAÇAO Se_g_ 5


EV. ACCELER DELAY 'RAMPA DE ACELERAÇAO DESCIDA Seg 5
PROPORCIONAL
DECELER DELA Y TEMPO DE DESACELERACAO Seg 5
EV. DECELER DELA Y TEMPO DE DESACELERA_fAO DESCIDA Sez 5
AUXILIARY TIME TEMPO AUXILIAR Seg 5
I MAX. DEFINIÇAO DE CORRENTE MAXIMA . A 9
HYD. SPEED COARSE AJUSTE GROSSO DE VELOC1DADE 1% BATT, I
HID SPEED FINE AJUSTE FINO DE VELOCIDADE I% B A TT Í 5
~-
HlORO COMPENS COMPENSAÇAO DE CORRENTE ? I 5
CREEPSPEED MINIMO DE TENSAO NO MOTOR P. GIRO % BA TT J I
WEAK DROP OUT PONTO DE DESLIGA/O DO CONTA TOR %\1AX. l 5 j

HYDROTIME RETARDO PARA INICIO OU 5a VELDCI// I Seg i 3


51
1 SPEED COARSE AJUSTE GROSSO VELOCI// I % BATT : o
~PE-ED FINE AJUSTE FINO VELOCI// 1 I% BATT j 5
1st SPEED C0~1P. COMPENSAÇAO VELOCIDADE I I% BATT i o
51 I I
2 SPEED COARSE AJUSTE GROSSO VELOCI// 2 i% BATTi 1 J
2 51 SPEED FINE AJUSTE FINO VELOCI// 2 ! % BATT ! 3
2st SPEED COMP.
51
COMPENSAÇAO VELOCIDADE 2 :%
I BATT!. o i
3 SPEED COARSE AJUSTE GROSSO VELOCV/ 3 I % B.-\TT i o
3 51 SPEED FINE I AJUSTE FINO VELOCI// 3 l% BATTl 8 i
3st SPEED COMP. COMPENSAÇÃO Vl~:LOCIDADE 3 I% 8.-\TT i o
51
4 SPEED COARSE
51
AJUSTE GROSSO VELOCIJ/ 4 li {'1'c- B ATT li 1 I
I
4 SPEED FINE AJUSTE Fli\'0 YELOCIJ/ 4 !I % BAT'T I! 1 I
4st SPEED COMP. ~
COMPENSAÇAO VELOClDADE 4 :% BATT: 1 !
MlN. VALVE VOLT
MAX VALVE VOLT
VOLTAGEM MIN PARA PROPORCIONAL
VOLTAGEM MAX PARA PROPORCIONAL
I
l% BATT ;
:% BATT i
:
5
5
I

Ol.IT
Após allerado os valores pressione a tecla a mensagem abaixo irá aparecer:

ARE YOU SURE ?


YES=ENTER NO=OUT
Para salvar as alterações pressione Enter.

37
Manual de Serviços da FM-e

6.2.2- TABELA DE TESTE


* MAIN MENU * Para acessar·a" tabela de testes, pressione a tecla Enter .
TESTER

ENTER
c ontro lad or dc traçao: I
'fESTE DESCRIÇAO UNIDADE

BAITERY VOLTAGE VOLTAGEM DA BATERIA VOLTS (V)


BAITERY CHARGE . CARGA DA BATERIA ! PERC {%)
MOTOR VOLTAGE VOLTAGEM DO MOTOR DE TRAÇAO VOLTS (V)
MOTOR CURRENTE CORRENTE NO MOTOR DE TRAÇAO AMPER (A)
FIELD CURRENTE CORRENTE NO CAMPO DO MOTOR AMPER (A)
VMN Vol ta~em no ..... VOLTS (V)
0
TR CHOPPER TEMP TEMPERATURA NO CONTROLADOR ' GRAUS ( C)
ACCELERATOR LEITURA DO ACELERADOR (MAX/MTN) · VOLTS (V}
FORWARD SWITH MICRO DIRECIONAL SENTIDO DA TRAÇAO ON!OFF
BACKW ARO SWITH MICRO DJRECJONAL SENTIDO DOS GARFOPS O~IOFF
ENABLE SWITH MICRO DO ACELERADO ON/OFF
SEAT SWITH MICRO DO BANCO ONIOFF
HANDBRAKE MICRO DO FREIO DE MAO ON/OFF
CUT BACK SWITH l BOTAO DE VELOCIDADE LENTA I ON/OFF
CUT BACK SWITH 2 BOTAO DE VELOCIDADE LENTA 2 ON/OFF
CUT BACK SWITH 3 BOTAO DE VELOCIDADE LENTA 3 ONIOFF
BRAKESWITH MICRO DO FREIO ON/OF-F
BACKrNG FUNCTJON ON/OFF
MOTOR TEMPERAT TEMPERATURA DO MOTOR DE TRAÇAO ON/OFF

...
..,JiJ
Legenda:
GND- Negativo
+ VB- Positivo da bateria

Controlador de bomba:
_.
-rl'i TESTE DESCRIÇAO U!\'IDADE

.A VMN > 30% VOLTAGEM NO PONTO VMN DO CONTROLADOR VOLTS (V)

,.,.
,.,;,.
..,...
VMN > 80%
DIRECTION
mVolt =???? ??%
CURRENT
VOLTAGEM NO PONTO VMN DO CONTROLADOR
TENSA O DO POTENCIOMETRO E PORCENTAGEM

CORRENTE NO MOTOR DE TRAÇAO


I
VOLTS (V)
VOLTS (V)
E o/o

......
..,._ . AMP=?
TEMPERATURE
350A
TEMPERATURA DA CONTROLADORA
AMPER (A)

GRAUS ( C)0

......_ SPEED (CONN.E)


5=? V. 3=?V . 2=?V
SINAL DE ATUAÇAO P/ 5-RETRATIL LENTO,
3=RETRATIL RAPIDO. 2=rN"CLINAÇÀO.
OV ou VB

...;.. 4TH SPEEDHYDRO


El=?V. E4=?V
El = DESLOCADOR OV ou VB
,;A BATTERY TENSAO MEDIDA DA BATERIA VOLTS (V)

,_,.
~
VOLT=???,? 48V

..,.
_,.
MOTOR VOLTAGE VOLTAGEM DO MOTOR DE TRAÇAO VOLTS (V)

,..
38

;IA
t:
.... Manual de Serviços da FM-e

• ••
't
Pressione a tecla OUT para retornar ao menu inicial

•• • • . /1

6.2.3- SALVAR OS PARÂMETROS REGISTRADOS


••
)

•.
'l

• I

• •.
... Nesta tela pressione a tecla ENTER
MAIN MENU *




.,.. _J
,
)
I

)
SAYEPARAM


• .) ENTER
Selecione através das setas onde deseja
• •• SELECT: MOD 00
SEM 2 SB
salvar os parâmetros. Por ex: MD OI,
ou MD 02, etc. Em seguida pressionar a
I
I
tecla ENTER
-') '
")

ENTER
Para salvar os parâmetros pressionar a
OVER\VRITE DATA? tecla ENTER, caso deseje cancelar,
YES=ENTER NO=OUT pressionar a tecla OUT

6.2.4- PARA RESTAURAR OS PARÂMETROS ATRA \'ÉS DE Ui\1 BANCO DE DADOS


SALVO.
Nesta tela pressione a tecla ENTER
* MAIN MENU *
RESTORE PARAM

ENTER
Selecione através das setas qual banco
SELECT: MOD 00 de dados deseja utilizar. Por ex:
SEM 2 SB MD 01, ou MD 02, etc. Em seguida
pressionar a tecla ENTER

ENTER
Para alterar os parâmetros existentes,
ARE YOU SURE ? pressione a tecla ENTER. Caso deseje
YES=ENTER NO=OUT cancelar, pressionar a tecla OUT

39
l .
I .
----- - --· ..


'- ·-- -- -~~- . - ---~-- --- j

Ei
- ---- -- -

......
..... Manual de Serviços da FM-e

...........
~
!
I

6..2..5- ANÁLISE DAS FALHAS ARMAZENADAS

.....
......
.
I
... MAIN MENU
ALAR MS
* Nesta tela pressione a tecla ENTE R

) ENTER
~- . )
Em seguida irá aparecer uma tela com os seguintes dados:
~-- )

Nome da falha

STEER SENSOR KO
0003 h #30 27°C
~~------ Temperatura do dissipador de
calor

Horímetro quando a falha


OCOlTCU
Código da falha

Para verificar os demais defeitos, você pode selecionar através das setas.

Na tela acima ao clicar em OUT irá aparecer a tela abaixo :

CLEAR LOGBOOK
YES=ENTER NO=OUT

Para apagar os defeitos armazenados, pressione a tecla ENTER. Para cancelar pressione a tecla OUT.

Caso pressione a tecla ENTER a mensagem abaixo irá aparecer, indicando que os defeitos foram
apagados.

LOGBOOK CLEARED
(PRESS OUT)

Para finalizar pressione a tecla OUT

40

-- - - .._. _ ~-.:....---.....~~......,_
~!lo,.--.;a__
..... . ~- - ·-·- - - · -· .• ·-
- -· - - v - - • • ' • • • • - • - - •• • • - - ----- -

~ - Manual de Serviços da FM..e

6.2.6- TEACH-IN DO ACELERADOR

• MAIN MENU • Nesta tela pressione a tecla ENTER


PROGRAM V ACC

11
ENTER

V ACC SEITINGS Nesta tela irão aparecer os valores atuais


4,5 8,3 de ajuMc . Pressione a tecla ENTER

a
ENTER '

Ao pressionar a tecla ENTER, a tela abaixo irá aparecer mosU"ados os valores (Mínim~1áximo) de
ajuste.

MIN VACC . MÁX


4,9
i 8,3

Pressione o acelerador até o final. Em seguida pression~ a te..:::a OUT. A tela abaixo irá aparecer

ARE YOU SURE?


YES=ENTER NO=OUT

Pre~sione a tecla ENT ER para confirmar o ajuste

41


- --- - - - - . -- ~ . - - - - ~ - - .. - - - .

E: Manual de Serviços da FM-e

.....
~
....,.
1
6.2.7 - AJUSTES ESPECIAIS

~ Pression e simultaneamente as teclas t 11


ROLL
e 11
PARAM.
t
A tela abaixo irã aparecer:

Ajuste de opcionais

* CONFIO MENU ...


Pagina 35
SETOPTIONS
ENTER

Ajustes
t 11ROLL Zona zer o do acelerado r/ajustar pa r a 3%

... CONFIO MENU THROTTLE OZONE


*
ADJUST MENTS ' 3%
ENTER

t 11
ROLL ROLL
Mod elo THOTTLE X POINT
... CONFIO MENU *
47 %
SET MODEL

rm t il ROLL
ENTER
THOTTLE Y POINT
NOT 20%
AVAILABLE

Não dispo nível

42
--- -- ---- ~ ' .. "-. . ' ·- ' ~ - - ' ' -, . ... . ~- ~ -·--- ------

• BATTER Y CHECK ... Verificação dn Bateria. Ajustar para OFF


OFF/ON

t 11
ROLL
* HOUR COUNTER ...
RUNNING /KEYON Ajuste do horímetro do controlador. Padrão
Still: Key on
)

t El ROLL

* BRUSHES SWITCH * Contato das escovas: Presente


PRESENT
) '
g ·
t ROLL
* ENABLE SWITCH *
PRESENT Micro do acelerador: Presente

ta ROLL

AUXILIAR FUNCTION
HIDRO CONT ACTOR Contactor para hid ráulica: ~ão usado

t 11 ROLL
SET BATIER Y TYPE
48V Tipo de bateria: ajustar para 4S V

t 11 ROLL
QUJCK INVERSION
OFF Não Usado: Deixar em OFF

t 11
ROLL
~.
:-
Manual de Serviços da FM-e

••
•• 7- PROGR~-\~1.-\Ç~~O ATRAVÉS DO LAP TO~

A., .:\.'"'lt~t;ar 1.) ~ T\'f' na tmpilhadeira e ligar a máquina, siga o procedime nto abaixo:

1- A~-ir \.~ f'f\"'~r.1nu STEDS : 2 - Clicar em STILL 3 - Clicar em diagnose


I

I
-··-
· ···· ··- · '

O rr-:-g::-J.<11..i ir.í fc!\:har u \\inJvws e iniciará o software através do DOS.

\"OCE TA:\IRÉ..\1 PODE CRIAR U'1 ATALHO EM SEU LAP T OP PARA PODER ACESSAR
O PROG R..\.:\L\.
08.5. É PRECISO TER O STEDS INSTALADO.

1! - C.:-m v .:c-mput.h~hx ligadv, clicar em iniciar


l:. - C:i,:M em Localizar
~ 3 - C:1.:..1r em Arquivos ou pastas
:.:. - ~0 .:am~ Korne: digitar ZAPILTI'\K e em seguida clicar em Localizar agora
15 - Seie.:ivnar o ar'iui ...·o Zapilink
1 f. -C::.:.'lr C\:'m o~ direito do mouse
17 - Gi.:ar ern criar atalho

44

-
Manual de Serviços da FM-e

8- PAINEL DISPLA Y

Freio acionado, velocidade reduzida e aqueci mento


1or de falhas

Indicador de posição da roda


Acessórios

Velocidade Reduzida

. I
·~

Frigorífico
Indicador de falhas
;?N C I .:J

o p

NO

.,.
'--"
' ·.
- --~ ::_ .... _:. ~ ""\. ......' . .' ' -. ..._.. :. , . ~
--- -- "- • •• • • .. '. 4 3 • ~ !>

)
11cador de posição daroda ou sentido
.. )
de direção
-,

FaroiRé ~
'

)
Farol Frente
\• \ r fsu-obo

)
)
"""
..
)

·~
"\
I

)
)

)
\_ Aquecimento do :>.!í.: o
\_
.)
Altura I Parada programada
)
)
)

)
Programação do altímetro
_/
)

.)

. '
Manu al de Serviços da FM-e

Funcionamento
Falhas .
• As falhas são mostradas uma por vez, enquanto esuverem presentes. A s falhas são mostradas em
.
código com fonnato FEXY, onde X e Y são dígitos. b b
• - , .
Quando a falha for referente a traçao o d1gtto da dezena (X) á 1
ser • qu ando for referente a om a
será 2, e quando for referente a direção, o dígito será 3.

Falhas d:.~ tração


FEl O Escova da tração
FEl I Termostato da tração
... ...
Falhas da bomba
FE20 Escova da bomba
FE21 Termostato da bomba
... ... ...

Falhas da direção
FE30 I Escova da direção
FE31 J Termostato da direção
Frigorífico
• Aquecimento da máquina é ligado quando a máquina está abaixo de 4°C e após ligado só des liga
em uma temperatura acima de l5°C.

• aquecimento do banco pode ser desligado através do botão.~


)
Acessórios
.l • Ao apertar o botão correspondente ao acessório, este muda de estado a cada apertar do botão. O
último estado dos acessórios, ligado ou desligado, ou automático no caso dos faróis, é armazenado
de fom1a que a m:1quina pode ser desligada, que ao ligar novamente, a situação anterior é mantida.
Faróis automáticos ~Q
• Os faróis têm o modo automático. Neste modo o farol aceso é o correspondente ao sentido de
translação da máquina.
• O modo automático é ativado ao manter apertados simultaneamente os dois botões. O Ied
correspondente ao farol aceso, no modo automático, irá piscar indicando este modo. Para sair dele
basta apertar um dos botões do farol. '
·- ;::'<".:·-;-,
"1~· ' . • ·~

Indicador de . :W.{~:1
. .
..!.U~~~=~=~~ i li,· · . ~

• Caso a máquina possua sensor de posição, o indicador mostrará qual direção a roda de tração irá se
deslocar. ·
• Ao mudar o sentido da máquina, o indicador mudará para posição oposta.

53
......... .
·- -

......
-
~
.I
Altímetro ti .-··~~
Manual de Serviços da FM~e

.........
... I
• O altímetro marca a altura em que o garfo se encontra. Para sua utilização é necessário configurar o
valor de altura inicial, que é o a altura em que o garfo se encontra no fim do primeiro estágio.

....... .
Configuração do valor inicial
• Após elevar o garfo até o fim do primeiro estágio, manter pressionado os dois botões
h U e PRG E.lpara entrar no modo de programação. O dígito menos significativo (milímetro) irá
piscar, indicando o modo de programação .
• O valor é incrementado, a cada vez que é apertado o botão h i!. Este valor pode ser ajustado com

.........
-.
. . .I acréscimos de 1, I O, I 00 e 1000. Para escolher o acréscimo, basta apertar em PRG 6].
• Manter pressionado os dois botões h U e PRG ;;] até que os mostradores parem de piscar para
finalizar programação e annazenar o valor inicial. Caso isso não seja feitq, a programação é
finalizada após um tempo, sem armazenar o valor inicial.
• OBS: toda vez. que o valor inicial é configurado, as paradas pré-selecionadas são apagadas .
Parada programada
~ • Eleve o garfo até a altura desejada depois aperte os botões h iJ e PRG t;1 , até que os
mostradores comecem a piscar.
• Selecione o número da parada apertando o h iJ,eleve o garfo até a altura que deseja que ele pare,
depois mantenha o PRG b] pressionado, até que apareça novamente o número de parada, para
am1azenar o valor.
• Para sair da programação, manter pressionados os dois botões h U e PRG i:;'].
• OBS: na programação de parada, a elevação não é cortada nas paradas.
Operação
• O altímetro mostra o valor da altura do garfo em milímetros, ao atingir um valor igual ou acima do
armazenado na parada selecionada, a elevação é cortada por uns instantes, depois é liberada.
• A seleção da parada é feita apertando o h l\:2:.
Ao selecionar o nível de parada, é mostrado o nível
armazenado e o seu valor (altura), depois os mostradores voltam a resgistrar

t:::

54
9 - l\l.-\STRO
9.1 - fol:a ~ Plst2S
T e b. \ r-o a •"' • " ~ os
sobr-•-••a ' ct•
-
pe:ns .:\.'t~<ll! a .s<lp.:r7:-....~ ·~~~ -<~··; ·, -.
em urr-.a ~J.u serr-e:.--~-~ .i j,cr :--c-..A: .je ~ !Ã.
d i ...... ~ .... 0 ,.,. . . . . . . ,..0 mJs...q . E.'<.il ~~ é 5::::i ü:--~"':;.1 ;:c, ;,- -~ -%i
fun-..~~.u:.-e~0- ~ .:;.i;ru.<õili .:._""{!; o~~
52,5 .66· 1· 9 A i0~ga ~ oo ~- .:r:.4 ~ 't:~~-.;c
~.:\~--:,·o tK: ~ ~ ~-::::s ~ qz ~
53 .066e • t e ~.L.:ter:-iO.S p.s:-dffi ~~ rr-,..;__~ ~~-,<.C. ~
t.h.&r:"'r'X' ?!'"~"~.& esf..7"-~CS ~-Je ~~-e:;--;;=::;;; .=,-,.~a
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~e..-.=:-:s..

~:~ ~ ..:...:~: n~ e .::- ;:e:-=:: :-::r ~-:r- ""!~ iJ


mm. .--\ ~:: ~p. :::i;.:::-c.a.... :.:-c ~ =~··-:s :-;:~ ~-=-=:S..
.:te -,~ ~ f/.3 i1lDl..

Os
~-:::s
~~~
:..i...'-: . ;~-.t. ~e:--- -_:.:- ·~ :..:..::.-- ~~-;::. j.: -:-:~.c::::.: :=..c..3
::-=. . .-~..:-.:-. :::e--:":l ~ :::;;-::. ::.:~ =-= ~~~::$ ~~-:::e:-.·=~
'""··· ~ ~~_ri~~:~ !::1 ~-=- ~.:S:;l.: :__ :1. - 4
~_: ~.:-::--. J-s :_-..:~: .:r:s .:c·.·- := ~ - ::-:.,:.c.
\~:-:=::~ j. ~.2= ~ s---?:r-~ •
_..,._
r::..:..'l.:::-....!. .:-e-.~ ~ 1.3 ma. a
~'­
:c_-:_
!"~ --...;

I
I

-
Manual de Serviços da FM-~

. ) 9.2 - Cor rentes

Os elos e pinos se desgastam e podem romper se


não forem substituídos na época certa. Para
· :)
determinar se a con·ente deve ser trocada, deve ser
)
pa5SO
3/4"
passo
\ .. feita a medição da distância entre 35 pinos (ver
fig.l ). As medidas máximas admissíveis para cada
A m~x

I 667 SS9 passo estão na tabela 2.


( mm)
")
Na FM-e, a corrente do primeiro estágio
) (cilindro central) tem passo 1" (25,4 mm) e as
' . ) outras passo 3/4" (19,05 mm). Fazer a medição
-~
com carga nominal e incluindo os elos que fi cam
sobre os rolamentos quando a máquina faz
) movimento de translação. Pode-se usar uma trena
com graduação em mm.
,l
Para controlar' o desgaste medindo a distância
entre um número menor de dentes, considere que
o alongamento máximo permissível com carga
nominal é 3% maior que o comprimento original
Fig. 2 sem carga (número de elos x passo).

Troque sempre a corrente inteira do primeiro


) estágio e o par no segundo. Não t roque apenas
Se a corrente for limpa com solventes, a
relubrificação deve ser feita imediatamente e
por imersão durante 6 horas em óleo aquecid o
a 100 graus C.

Use pano limpo e sem fiapos para limpar e


lubrifique as con·entes por imersão, pulverização
ou com pincel. Veja especificações dos óleos nos
~anuais das máquinas. Os pinos removíveis que
chanfro para baixo ligam as correntes aos terminais também devem
ser lubrificados.

Não emende cor rentes! Os catálogos mostr am


os com p rimentos qu e devem ser pedidos.

56
......
11111115
·-----···
........ Manual de Serviços da fl..f-e

....... t .J · T~l'lBinait

......-. A;enle pilla a cornt.a JX-~•.;lo ~ cúmp<~~nlei. COfDO'moMr....:k> noa fig.l . A aJT\Jel~ esft.rica c a cônica•
q;.ae mon!.4das Ci.lfTel.arr,er.tt, eumtn•m t~f~i exce.,~r"os no,; elo!. hu~r.us das ~orrentes. A
doe;.de
"mea•-;>::-!:,.~ .:ic•e loU cv:....:.aJ.a t~nt.n u.a potca. NÃú ~ubmet.1 a COITenle a ed·on;os de lo rção quando

........ ~pen.J l.~ iX-"'~ 00 ~ !e~rrut;õta S~ t\qUt.\• O CúiH!õtpinO. .


~ ;er,.-_ ,,_..a C&!.lú ~~ou_;e.to• a gr..r.Jc) f(·r~d e .~ f"bn.:ado• com aço-lrga de altíssima rcsJstencJ3.
h~u :1lo or:gl',4.o~ poJcm romper em uso com con§.eGI.IénCJ~ de)~tro~ .

t ..a · KquLa~m Da.s Corrtnta


.

....... A CC"Ter.te oo prime ,ro e~t;i._;Jo de•e -.er itju.,tada no rerrnínal roscado de manerra que a distjncía da

........ p.íi.;""L ~~;~:.IJf" .iv pi>rt4-gd!f-"...~ .:, ct.Jao e\ttJa entre 555 c 565 mm. O cu~ d~'YC ser hm1t~do pelo
ciluadro e r.~ pe.o !.u~ne dos ~arfo\ . Os titLtr.tes dd plaworma dos garfos nJo devem encostar na

............. . :r-.-.e~~ dv m.a.\tro .

A• .xr.~r.:.e; dv ~g~r, do e)~f•.J de·. em ~r regu l.::td.tS ~lo terrnm~ no mastro externo de (orma que as
C:J..i:err.;.:..:.c• H·,feía ·Jre~ Lk tvdos ~ ffiil'> trvs fi quem a: 1 nh~1as. A.s duas correntes devem ficar
1g~.o~::-JCr.!e :e·.cav n..:la.; . O curw jo ~gunuc. est.lg10 t:.Hn~m deve ser hm1tado pelos cdindros. A
u.à·e~ ;r::"en 0-r .j.:J m.:s.~:.ro Jnterr:ú r•.'iv deve tvc•r n.a l!4•c~;.. lii fl!nor do mastro m~dio .
. . . . .I

...... .
~ -~
Se 4ú : ~.eg.;..r a.o ~ r <J <k -: ;..;')>Q d~ ek,açâo. o mas!IIJ J0g.sr béer<li T,o!i! re. é pr-:.v.í.'"el haver folga entre ia
r.L.~ :.e .. ;:-. : 1 .r,.j n :éa.t.e:-;;. , e a ü<s • e ~ sa orJde as hãSte; u .c.:::.t..Lf:1 L' )C! .uT uê ; J.S para elmunar as folgas.

9.6 • A""'l.i~ cb~ C(lrrt:ntes

É I!Jt."-er-,il..--;..er-~e = 'T!J::O(.-rto~r: ~ ;,a ;:>rr..t~-; 10 ::!.J :(·rrente ·~ t. .a?"1:0 a. ~0rro.,lo, ~uanJo em uso ou armazenada.
A •.._or.f ..: ~ ~;;..,~ fc . ~éa. peJ.:,s f.ar:..r.c ar.te , e '.J nl e-....::e,cr.te líl JtJ td v r de ferrugem e corrosão.
E-.u .·... t.-r: : ..:..-.~~ é f -: .iil .ttr .a-. t s il-t w .erl .lu Ja co rrente em um tanq ue de ól~o quente
1 ãpr:,l..r..a:..a.r..u,U! l iff C ,, h to pcrn •• lc: .a penc:lr.tç:l.:;. do lu o n r~ .:.inte n;.,.s JUntAS.

r-.; ..r..:<a ret.r~ o luu, fi.;.iaf,te J.a cvncnt.: ..o rc-.. ebér 0u ••ht.1l.u úffi.l ~.:om:ntc: nova.

A CCK!f..~ ae ... c ~r .r. ~r~-=-J •:Jíi.àJ.a pc.r tran.:.._) e


pel.ia pn~r..~ de ferru~t: na n.;. ~';Jperfic1e .
A firurl -.o 1~ trJIÚ!Wr• a ilp~tfk:Jill de uma
""'~r.u córr<.Á<l• Ao er~·:.ntr4f pvnto~
CUTó..l-:.ai IWil c.vrren(e. lroqo.tt i c.onente Jfate1ra
pc# OUtr• rJCJY&.

57

..... .. ~· ......
Manual de Serviços da FM-e

Fadiga

A fadiga causa ruptura dos elos da corrente,


quando esta é usada por longo tempo em
condições extremamente severa.

Inspecione os elos quanto a trincas


(fig. ao lado) e troque as con·entes sempre que
apresentar esta característica.

Juntas travadas

Todas as juntas devem articular livremente.


As Juntas ou articulações travadas aumentam a
ficção interna, portanto aumenta a tensão da
corrente quando esta requer carga. Isto acelera
o desgaste e o problema de fadiga.

Este problema é identificado através de


pequenas trincas nas extremidades dos elos
conf a figura ao lado

Pinos desalinhados

Os pinos de ligação dos elos recebem um


cravamento especial, por este motivo as
correntes não devem ser emendadas a menos
que você possua o ferramenta! adequado.
No catálogo é mostrado o comprimento
correto da corrente para reposição.

A falta de lubrificação pode causar travamento dos pinos e com isso a perda de resistência.
Observe as correntes de acordo como a figura ao lado. Se
ela apresenta esta característica as correntes devem ser
trocadas.

9.7- GARFOS

Os garfos não podem sofrer aquecimento nem soldas,


pois são tratados termicamente pelo fabricante e podem
enfraquecer se submetidos a altas temperaturas.

O desgaste dos garfos faz diminuir sua espessura e


evidentemente, sua capacidade. Troque os garfos quando
atingirem a espessura mínima admissível. Desgaste máximo
admissível é de 10% da medida original. Usa-se a medida
de espessura do garfo na vertical como referencia.

58
.....
.... . Manual de Serviços da FM-e

...... 9.8- Suporte do mastro

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.......
...
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....
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...
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O suporte do mastro se desloca entre as patolas da torre sobre rolamentos .
O jogo lateral pode ser ajustado usando os parafusos laterais pos.l.
Estes parafusos acionarão os carnes com roletes e eliminarão a folga do conjunto.

...,.......
..i
~ ,
O parafuso excêntrico 2 que ajusta o rolamento menor do suporte deve ser girado até eliminar a folga .
O outro rolamento deve encostar na pista oposta.
Ajuste o suporte do mastro sempre que com o retrac todo avançado

Torre -Importada
I

t-4 ,
O jogo lateral pode ser ajustado usando os
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Roletes laterais laterais pos.2.
~­ O ajuste é feito soltando a porca 8 e apertando o
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parafuso 13
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O excêntrico 12 reduz a folga do conjunto.
~

59
Manual de Serviços da FM-e

10- .A.LTBIETRO
O a.himetro funciona a par..ir de um sensor gerador de pulsos (ENCODER).

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Kanal A.
l(.;;n-J~ a

o início de contagem de altura se dá na passagem de um atuador, pelo sensor indutivo existente


na lare~ ai superior ào mastro, no fim do primeiro estágio.
o sensor en'\ia sinais quadrados por dois canais defasados entre si, o canal que envia sinal
primeiro. indi..:a o sentido de giro.
A mola deve ser ajustada de fonna que o sensor esteja sempre pressionado contra o mastro.

60
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MS-ARMADURA MOTOR BOMBA
LEYENDA:
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MO-ARMADURA MOTOR DIREÇÃO MO-ARMADURA MOTOR DIRECCIÓN ,...,
01 e''~2-CAMPO MOTOR DIREÇÃO 01 e D2 - CAMPO MOTOR DIRECCIÓN 011.1. N.!.O INOICAOA.S MATERIAL: COO. I (1 :;r X \PESO
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1A1O- CONTROLA.DOR DE TRACCióN
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........ 3.4 LOGIC BOARD CONNECTORS

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CONSOLLE
D!AGNOSTlC
LED

e
BATT

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Al -LED Alann LED negative: to be connected to the cathode
A2 +LED Alarm LED positive: to be connected to the anode
·, Output current 12mA, for standard type LED

Bl PCLRXD Serial receptiori' positive


B2 NCLRXD Serial reception negative
B3 PCLTXD Serial transmission positive
B4 NCLTXD Serial transmission negative
B5 GND Console supply negative
B6 +12 Console supply positive
B7 FUNCTION SELECT Channel for mini-console (speed signal)
B8 UP/DOWN Cbannel for mini.çonsole (speed ref_)

Cl CPOT Potentiometer central unit: connected to the potentiometer

.. from O
C2 NPOT
cursor. For speed regulation, the useful signal ranges
Volt (minimurn speed) to 10 V (maximum speed).
Potentiometer negative: a battery negative.
C3 PPOT Potentiometer positive: a 12 V output.
Do not short circuit this terminal toward the battery negative
or apply a resistive load of less tban 500 ohm.

DI +CHIN To be COilllected to the key.


D2 +CHOUT The positive to be sent to the function request microswitches
is taken from this pin. This positive is taken after the
internai diode.

Pagina 9
......
...... pin

El
E2
functi.on

4thspeed
3th speed
description

Input 4th speed request. Enabled ifEl is connected to +Batt


Input 3th speed request. Enabled ifE2 is connected to +Batt
E3 2nd speed Input 2th speed request. Enabled ifE3 is connected to +Batt
E4 Hydspeed (Active High) Input hydro6ruide request. Enabled ifE4 is connected
to +Batt. In the pump standard version E4 is hyd speed, in the
PUMP+HYDRO version E4 is the hydroguide contactor. In both
versions the programrnable timing hydro time is active.
E5 1st speed Input 1st speed request. Enabled ifE5 is connected to +Batt.
E6 Stopup Input stop lifting. W11en active function on pin E7 is stopped.
E7 Up (Active High) Input speed request associated to a potentiometer.
E8 Hyd speed Same function as E4 butActive Low.
E9 Hydspeed Sarne function as E8 but electrically disconnected from it

3.5 POWER CONNECTORS

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+M Output current sense


+B Battery positive
-M Connected to the power mosfet drain,
it supplies a negative to the motor
with variable duty cycle BATT
-B Battery negative
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