Você está na página 1de 3

A.

A dimensão estética
1.1- A
1.2- D
1.3- B
1.4- B
1.5- C
1.6- B
1.7- D
2.1- As razões que pode levar o artista à criação das suas obras são:
compreender-se a si mesmo e exprimir-se e revelar-se.
4- A teoria da arte como expressão considera que o objeto artístico está
dentro do próprio artista, pois, o artista experiência vários sentimentos
que muitas vezes não consegue transmitir de outra forma, e transforma-
os em obras de arte. O seu objetivo é transmitir as mesmas emoções para
o espectador, recriando essa emoção. Portanto, as obras de arte são
formas de o artista comunicar intencionalmente um sentimento vivido, e
provocar o mesmo sentimento no público recetor, ou seja, não há arte se
o espectador não sentir nenhuma emoção ou quando a emoção que sente
não é igual à do artista. Desta forma, a frase “A arte é simplesmente
emoção (intuição)” resume de uma forma muito clara e simples a teoria
da arte como expressão.
5- A teoria formalista surgiu no início do seculo XX e o seu principal
teorizador foi Clive Bell, um crítico da arte inglês. No formalismo, toda a
verdadeira arte provoca uma emoção estética. Esta emoção distingue o
que é arte do que não é, ou seja, devemos procurar o que define uma
obra de arte no sujeito que a aprecia, e não na própria obra. Mas se essa
emoção estética é provocada pelas obras de arte, logo tem de haver
alguma propriedade comum a todas as obras de arte, que seja capaz de
provocar tal emoção nas pessoas. Para isso, a obra tem que ter alguma
característica especial, a forma significante (uma relação entre
características que distinguem a estrutura de uma obra de arte e não o
seu conteúdo), que desperta as emoções estéticas.
Alguns aspetos a favor desta teoria são que esta pode incluir todo o tipo
de obras de arte, e que ela tem uma condição necessária e suficiente, a
emoção estética.
B. A dimensão Religiosa
1- Normalmente, a resposta ao sentido da existência não é importante
uma vez que estamos rodeados de uma certa harmonia e prazer,
pois existem elementos que conferem esse sentido (como por
exemplo a arte, a ciência e a filosofia, que dão sentido é vida). No
entanto, perante situações negativas, quando nos sentimos infelizes
ou algo nos corre mal, questionamo-nos sobre o sentido da vida e
do nosso lugar no mundo.
Deste modo, a religião tenta encontrar uma resposta para o
problema do sentido da existência, ou seja, a crença em Deus e a
crença numa vida depois da morte confere significância e
importância à vida humana. Desta forma, Deus é a razão de todo o
sentido.
No entanto, há críticas à perspetiva religiosa acerca do sentido da
existência, uma delas retratada no texto, ou seja, podemos
questionar-nos sobre o sentido de Deus e da existência deste.
Segundo a religião, Deus é a explicação para todos os problemas,
mas segundo o autor “é muito difícil compreender como pode
haver uma tal coisa” que justifique todas as questões acerca do
sentido da vida.
Na minha perspetiva, deste o início da história, a humanidade
tentou encontrar sentido aos problemas para os quais não tem
explicação, na religião. E na atualidade, apesar dos avanços
científicos e tecnológicos existentes, esta maneira de resolver as
questões sem explicação continua “incutida” e enraizada. No
entanto, na minha opinião, pode haver sentido sem a religião, pois
a vida e o sentido desta, somos nós próprios que o damos.

2- As experiências religiosas acontecem quando o individuo tem um


encontro ou uma união com uma entidade divina ou algum
contacto com uma realidade transcendente. Para Rudolf Otto, a
experiência religiosa está fundada no numinoso, algo que nos
assusta pois não sabemos o que vai acontecer, no entanto é
fascinante exatamente por esse motivo. Logo, as experiências
religiosas são mistérios terríveis, mas fascinantes.

3- O argumento teleológico ou do desígnio procura defender do ponto


de vista racional a existência de Deus. Este pretende transmitir que
ao fazer uma observação direta do mundo, percebemos que ele
parece obedecer a um conjunto de regras, isto é, tudo parece ter a
sua finalidade própria. O argumento procede a partir de uma
analogia entre o que é criado pelo ser humano e a natureza. A
natureza teria de ser criada por um desígnio inteligente, que é Deus.
Um bom exemplo deste argumento está na crença de que as leis da
natureza são descobertas (e não construídas), existindo assim, uma
inteligência própria na natureza. Uma das maiores exposições deste
argumento foi feita por William Paley. O autor diz-nos que quando
observamos um relógio inferimos que ele terá sido construído por
um relojoeiro, da mesma maneira que quando observamos o
engenho presente na natureza, somos forçados a concluir que ele
também terá um criado, Deus.
No entanto, apresenta algumas objeções: A analogia entre o
universo e a natureza é fraca, já que os objetos naturais são muito
diferentes dos artificias. Por outro lado, mesmo que o Universo
tivesse um criador, o argumento não prova que esse criador seja
Deus. Também não sabemos qual a finalidade do universo, portanto
não podemos inferir que é um sistema teleológico.