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Perseguição política na OAB/DF

A advogada Thayrane possui divergência política com a advogada Isabela, pois ela trabalha no
escritório de advocacia da advogada Daniela Teixeira. Daniela Teixeira tem muitos adversários
políticos e tem a fama de perseguir pessoas, inclusive com histórico de pedir para blogueiros(as)
criarem ​fake news​para destruir reputação de adversários. Tenho prova do que falo.

Daniela e o grupo que participa da gestão me veem como adversária política devido a diversas
ações que fiz e sabem que farei em desfavor da gestão, como por exemplo a ação do quinto
constitucional e meu auxílio político para os funcionários da OAB/DF, indevidamente demitidos.

Fora esses dois atos, a gestão foi avisada por mim, e todos sabem disso, que eu ajuizaria uma ação
de prestação de contas, pois a prestação de contas foi feita de forma irregular e sem transparência.
Os conselheiros seccionais dispuseram de apenas 1 hora para analisar diversas pastas com
documentos. Dois conselheiros pediram vista para que pudessem checar os documentos com mais
cautela e segurança. O pedido de vista lhes foi indeferido sem qualquer explicação. As contas foram
analisadas meses depois do que a norma exige e, além do mais, inexplicavelmente, em sessão
extraordinária. Portanto, essa é mais uma das celeumas que tenho com essa gestão. Outra
divergência diz respeito ao acesso aos autos em um inquérito que tramita no STF, pois atuo nele e
fará um ano que não temos acesso, e a OAB/DF e a OAB Federal permanecem inertes em relação à
minha atuação e aos demais advogados.

Como sou bastante firme e presente nas redes em relação a fazer críticas quanto a essas questões,
Daniela Teixeira escalou a Thayrane para que fosse para os embates comigo a fim de me
desqualificar. Eu sempre dizia a ela ser ela teleguiada e discípula, insinuando estar lá a mando de
Daniela. Muitas vezes tivemos embates mais firmes, inclusive com a Thayrane insinuando que eu
tinha poucos neurônios e postando ​link ​de ​curso de português do professor Filemon para que eu o
fizesse, pois eu não sabia escrever e falar português. Poderia ter levado para o lado do racismo,
pois, por sempre ter sido loira, poderia interpretar estar sendo chamada de “loira burra”. Mas como
sou muito a favor da liberdade de expressão, sempre preferi resolver os embates nesse campo.
Inclusive um apoiador da gestão da OAB/DF sempre postava coelhinha vestida e maquiada com
intuito de depreciar minha inteligência. Nenhum da gestão foi em minha defesa ou fez o alvoroço
que agora fazem. A Thayrane faz parte da comissão das mulheres advogadas e sempre chamava a
atenção dela quando ela me desqualificava dizendo que transparecia ser sua pauta em defesa das
mulheres não verdadeira, pois mesmo sendo de linha política diferente dela, ela deveria sempre
estimular o debate e o ativismo político das mulheres.

Então, na segunda-feira, eu estava criticando a gestão de Santa Cruz, presidente da OAB Nacional,
quando o administrador do grupo postou um meme e a Thayrane comentou sobre ele. Fui nos
emojis procurar uma figura que simbolizasse uma pessoa discípula, mole, que se deixa levar pelas
outras, e quando vi a banana, achei que representaria isso. Na minha casa falávamos que aquela
pessoa era uma banana por ser “bunda-mole” (desculpe o termo). E daí publiquei a banana. Uma
observação: Eu a vi umas três vezes em minha vida e nunca me atentei quanto à cor de pele dela.
Quando debato com qualquer pessoa não reparo na cor de sua pele, pois para mim a cor da pele
não tem qualquer importância. Não houve cunho racista. Ressalto que minha filha também é bem
morena e o pai de minha filha também é bem moreno.
Quando postei a banana, ela disse que não havia entendido. Como estava com preguiça de explicar,
respondi “reserva de pensamento” e “pensei alto”. Daí ela disse “injúria racial”. Eu na hora não
entendi por que ela se referiu a injúria racial. Fiquei uns minutos tentando entender, e quando caiu
minha ficha eu expliquei, inclusive busquei no google o significado da banana para mostrar que
queria dizer pessoa mole, sem atitude ou coragem, está no google. Mas percebi que ela estava
interpretando de outra forma, ou por má-fé, ou por se sentir ofendida. Disse a ela que não havia sido
minha intenção, e que se havia entendido errado, que me desculpasse, mas que quanto ao
significado de achá-la mole e discípula eu permaneceria dizendo. Detalhe: fui ao privado dela e mais
uma vez eu disse que não havia tido a intenção de ofendê-la e que não sou racista.

A partir daí muitos da gestão, mesmo tendo explicado, fizeram meu linchamento em praça pública.
Se há alguém com direito a ajuizar algo aqui, sou eu, que sofri humilhação, calúnia e
constrangimento. Os ataques foram desproporcionais, fazendo com que colegas fossem ao meu
privado, telefonassem para mim, e publicassem no grupo alguma nota como forma de apoio.
Perceberam que havia o intuito de perseguição política. Eu fiquei muito mal e sem dormir, não pelo
ataque que fizeram a mim, pois já estou a ser atacada por eles, mas pela falsa acusação de
racismo, algo que quem me conhece sabe que não sou de jeito algum. Isso me fez muito mal e
ainda me faz, pois é muito injusto acontecer algo dessa natureza, já que sou uma pessoa que
conversa com todo mundo sem qualquer diferenciação. Nem sequer nos debates deixo de falar com
um ou com outro. Sempre respondo a todos sem qualquer diferença.

Sei que Deus é justo e a justiça mostrará a perseguição e linchamento público que esse pessoal da
gestão está praticando contra uma mulher advogada e mãe, com intuito de tentar calar minha voz e
impedir minhas ações.