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Givaldo Cassamo José Givane

Tema: Atletismo

Instituto Médio do Desporto e Educação Física de Moçambique


Nampula
2020
Givaldo Cassamo José Givane

Tema: Atletismo

O presente trabalho é de carácter


avaliativo e formativo da cadeira de
Atletismo leccionada pelo docente Hélder
António Saide.
O trabalho aqui apresentado foi feito com
base nas indicações dadas pelo docente

Instituto Médio do Desporto e Educação Física de Moçambique

Nampula

2020-
Índice
Introdução................................................................................................................................................... 4
O Atletismo................................................................................................................................................. 5
Origem e história do atletismo..................................................................................................................... 5
Marcha Desportiva...................................................................................................................................... 7
Diferença entre Marcha e Corrida............................................................................................................... 8
Exercícios técnicos da corrida..................................................................................................................... 8
Cooper......................................................................................................................................................... 9
Estafeta...................................................................................................................................................... 11
Tipos de Transmissão de Estafeta............................................................................................................. 11
Conclusão.................................................................................................................................................. 13
Bibliografia............................................................................................................................................... 14
Introdução
No presente trabalho da cadeira de Atletismo irei abordar de forma simplificada os pontos
referentes no Atletismo, ou seja, o seu historial, a sua origem assim como a sua evolução até aos
dias de hoje.

Este trabalho ajudou-me a conhecer melhor o Atletismo, isto é, maior parte dos seus
componentes, tendo em mente que o Atletismo é a base de todas as modalidades desportivas

Educação física é um conjunto de actividades físicas planejadas e estruturadas que estuda e


explora a capacidade física e a aplicação do movimento humano, o objectivo é melhorar o
condicionamento físico e a saúde dos praticantes, através da execução de exercícios físicos e
actividades corporais.

Atletismo é o conjunto de desportos formado por três modalidades: corrida, lançamentos e


saltos.
O Atletismo
O Atletismo é a modalidade desportiva mais antiga que se conhece. A história do atletismo e o
seu aparecimento confunde-se com o da própria humanidade, Correr, saltar e lançar são
actividades que constituem padrões motores básicos que utilizamos

No nosso dia-a-dia, antes de existir oficialmente como modalidade já o homem corria atrás dos
animais, saltava para ultrapassar os obstáculos e lançava pedras para se defender ou para caçar,
com o objectivo de sobreviver, o atletismo para o Homem não é portanto mais que a utilização
natural do seu património motor.

Origem e história do atletismo


Foi na antiga Grécia onde as actividades atléticas tinham relevância na educação, que o
Atletismo surgiu como uma modalidade desportiva, que era objecto de competição
proporcionando assim o aparecimento dos antigos Jogos Olímpicos.

Consta que aconteceram pela primeira vez no ano de 776 a.C., em Atenas, a partir daí o
Atletismo tem sido a expressão máxima destes jogos, e a sua expansão pelo mundo sucedeu de
forma fácil e natural, mas as várias disciplinas do Atletismo: as corridas, os saltos e os
lançamentos; só se tornam uma modalidade desportiva depois de sofrerem um processo
evolutivo que deu origem a que estas fossem delimitadas por um regulamento, toda essa
evolução passou pela criação de instituições como o Clube de atletismo fundado na Inglaterra em
1817, que foi o primeiro do mundo, Em 1870 Surge nas provas de corrida a separação das pistas
ou corredores, Só mais tarde, em 1888 surge pela primeira vez nas corridas a partida baixa, estas
e outras evoluções decorreram ao longo de anos, e ainda hoje vão surgindo inovações e
alterações aos regulamentos.

A história do atletismo pode dividir-se em três períodos:

1O período: de suas origens, nas civilizações primitivas, à extinção dos antigos jogos
olímpicos, pelo imperador romano Teodósio no ano de 393 d.C. – já nas primitivas civilizações,
o homem cultivava o gosto de competir medindo sua força, rapidez e habilidade, em 2500 a.C.,
os egípcios já se ocupavam de provas de luta livre e combates com paus. Dez séculos depois, os
cretenses dedicavam-se à dança, ao pugilato e à corrida a pé, como forma de recreação, o berço
do desporto organizado situa-se na Grécia, segundo Filóstrato em 1225 a.C. foi disputado o
primeiro pentatlo, série de cinco provas (corrida, salto em distância, luta e lançamento de disco e
dardo), por um mesmo atleta, para honrar os deuses ou homenagear os visitantes, os gregos
costumavam organizar programas esportivos perto de Olímpia, tradição que foi mantida pelo
menos até a segunda metade dos séculos X a.C.
Coube a Ífito, rei da Élida, por sugestão da Pítia, sacerdotisa que interpretava os oráculos de
Delfos reviver a tradição em 884 a.C., certo de que com isso os deuses interviriam em seu
favor e poriam fim à peste que assolava o Peloponeso. Mas os jogos olímpicos, recriados por
Ífito, só começaram a ser contados de 776 a.C. em diante, quando os nomes dos campeões
passaram a ser inscritos nos registros públicos. O primeiro foi Corebo (grego Kóroibos, latim
Coroebus), da Élida, vencedor da única prova do programa; a corrida do estádio (grego stádion,
latim stadium).

O programa dos jogos olímpicos manteve-se praticamente o mesmo por toda a Antiguidade no
século VII a.C., em Esparta, houve modificações para que as mulheres também pudessem
competir, coube a Licurgo a decisão de que, as mulheres como os homens devem medir entre si a
força e rapidez pois a missão das mulheres livres é engendrar filhos vigorosos. Nos jogos
realizados em Delos, elas participavam de corridas a pé por categorias segundo a idade,
cumprindo um percurso equivalente a 160m.

2o período: Da Idade Média aos vitorianos

O atletismo dos romanos já apresentou uma fase de decadência em relação as dos gregos, não só
por ser menos competitivo e sem fim educativo, mas também porque o atleta em geral era
escravo ou prisioneiro de guerra, estava muito longe de gozar do prestígio social dos antigos
competidores gregos.

Os séculos que separam Teodósio do ano de 1154, quando se vai encontrar o primeiro registro de
provas de atletismo na Idade Média, foram total abandono das competições de pista e campo, a
não ser pelos jogos de alguns povos da América pré-colombiana e uma ou outra actividade
isolada em poucos países do Oriente, quase sempre ligada às corridas a pé, não houve atletismo
organizado nesse período e mesmo depois, as provas que realizaram em Londres e outras cidades
inglesas, em 1154, não passaram de um recomeço discreto. Eram corridas e saltos em distância e
altura, lançamentos de peso e outros jogos de campo, praticados sem regras fixas. A Europa
medieval, então, interessava-se mais pela cavalaria, pelos exercícios militares que aperfeiçoavam
o manejo de espadas, lanças, arco e flecha, mais úteis numa época de guerras quase permanentes,
As provas regulamentadas pelos educadores vitorianos – e que serviram de ponto de partida para
o moderno programa de competições atléticas – compreendiam as quatro modalidades clássicas
dos gregos (corrida, salto em distância, lançamentos de dardo e disco) e muitas variantes por eles
criadas ou adaptadas. As corridas eram disputadas em várias distâncias, a menor de 110 jardas; a
maior de 3 a 4 milhas. Além de salto em distância, havia o de altura, o triplo (que se inspirava
nos três saltos isolados dos gregos) e o com vara, cuja origem se situa nos antigos métodos
ingleses de pular sobre valas, riachos e canais, com o auxílio de varas.

Aos lançamentos de dardo e disco, acrescentaram-se os de peso e martelo, este de origem celta e
muito popular, havia séculos na Escócia e na Irlanda. Havia ainda, uma forma rudimentar de
revezamento (corridas entre equipes, com passagem de bastão de um corredor para outro) e
provas combinadas nos moldes de pentatlo.

3o período: De Coubertin até hoje

Em 1892 numa sessão solene realizada na Sorbonne, em Paris, Pierre de Fredi barão de
Coubertin, apresentou um projecto para que fossem recriados os jogos olímpicos extintos por
Teodósio, seu objectivo era um movimento internacional, o olimpismo, que visava a promover o
estreitamento de ralações entre os povos através do exporte, a proposição tinha também, fins
pedagógicos.

Mas a ideia só se concretizou em 1894, a partir de um congresso realizado também na Sorbonne,


com a participação de representantes de 14 países, foi criado o Comité Olímpico Internacional,
com sede em Lausanne, Suíça, e estabeleceram-se as normas para a realização dos primeiros
jogos em 1896, na Grécia.

O primeiro programa olímpico de atletismo compreendia corridas de 100, 400, 800 e 1.500m, e
mais a de 110m com barreiras, saltos em distância, altura, triplo e com vara, lançamentos de peso
e disco, uma prova especial a maratona, foi organizada para os corredores de fundo por sugestões
do linguista e helenista francês Michel Bréal, pretendia-se com ela recordar a façanha de
Fidípdes (gr. Pheidippídes), soldado atenciense que correu da cidade de Maratona perto de Ática
até Atenas, para anunciar aos gregos a vitória de Milcíades sobre os persas em 490 a.C. A
maratona olímpica que acabou convertendo-se numa das provas clássicas dos jogos olímpicos
modernos foi corrida num percurso de 42Km, aproximadamente a mesma distância cumprida
por Fidípedes, seu primeiro vencedor foi o grego Louís Spýros, modesto fabricante que vivia em
Marusi.

As mulheres só começaram a participar regularmente dos jogos olímpicos em 1928, cumprindo


um programa de 100, 800 e 4×100 metros, o salto em altura e o lançamento do disco, até 1948
outros acréscimos e supressões foram feitos tanto no programa masculino como no feminino. de
1948, quando o número de provas para mulheres aumentou consideravelmente, a 1956, ano em
que disputou a primeira marcha de 20km (a de 50km já fora introduzida em 1932) o programa
oficial sofreu suas últimas alterações.

Marcha Desportiva
A marcha desportiva, também denominada de marcha rápida ou marcha activa, é um desporto
que se pratica a um ritmo mais intenso que a marcha que praticamos quando andamos
diariamente, e que faz assim trabalhar o fôlego, a resistência e quase todos os músculos do corpo,
ao contrário da marcha diária, que se pratica frequentemente de forma inconsciente, a marcha
desportiva pratica-se de forma voluntária e a um ritmo acelerado.
Ao contrário da caminhada, este desporto pratica-se num terreno sem desníveis e
prioritariamente em universo urbano, parques, barragens, estádios ou até passadeiras, a marcha
desportiva realiza-se a uma velocidade variável, consoante os objectivos de cada pessoa, a
velocidade de marcha pode variar entre 5 e 10 km por hora.

Os praticantes de marcha desportiva realizam sessões de 30 minutos a várias horas, dependendo


a frequência dos objectivos, embora possa atingir várias sessões por semana.

Porquê praticar a marcha desportiva

Objectivos principais para os praticantes de marcha:

- Sentir-se bem, manter a forma.

- Melhorar a performance.

Vantagens da marcha desportiva

Uma das principais vantagens da marcha desportiva é que pode ser praticada praticamente em
todo o lado, com qualquer tempo e requer pouco investimento em material: basta calçado
adaptado e está pronto!

Diferença entre Marcha e Corrida


A diferença existente entre a marcha e a corrida é que, a marcha é um desporto que se pratica a
um ritmo mais intenso que a marcha que praticamos quando andamos diariamente e que faz
assim trabalhar o fôlego, a resistência e quase todos os músculos do corpo, enquanto que a
corrida é uma competição de velocidade ou resistência, onde os competidores tentam completar
uma determinada tarefa no menor período de tempo.

Exercícios Técnicos da corrida


Técnicas e regras da corrida

O conhecimento das técnicas de qualquer especialidade ajuda a melhorar nosso desempenho e a


obter maior proveito da actividade na qual nos dedicamos, isso se aplica também aos exportes,
por isso vamos estudar as técnicas da corrida em fases.

As técnicas da corrida são três:

Partida: momento em que o atleta procura ganhar impulso para chegar mais rapidamente a sua
melhor velocidade;
Percurso: momento em que o atleta procura manter a sua velocidade;

Chegada: momento em que o atleta cruza a linha de chegada.

Partida

Antigamente em todas as corridas a saída era feita em pé, entretanto as provas de velocidade
evoluíram para posições com maior flexão de pernas e tronco, originando a saída baixa.

O corredor coloca-se na posição de partida quando o árbitro fala às suas marcas,. estica um
pouco mais as pernas levantando o tronco para frente, quando o árbitro fala "pronto", deve
manter-se imóvel e o peso do corpo passa a ser suportado mais pelas mãos, quando o árbitro dá o
tiro de largada o atleta estende bruscamente as duas pernas usando-as como apoio e projecta
todo o seu corpo para frente.

Percurso

Logo após a partida ao iniciar o percurso, o corredor aumenta gradativamente a suas passadas.
Assim, atinge o máximo de sua velocidade, o corredor então preocupa-se em manter essa
velocidade com amplos movimentos dos braços.

Será desclassificado o atleta que invadir a baliza do lado ou prejudicar de alguma forma o
adversário.

Chegada

Na chegada o atleta deve lançar o peito para a frente procurando ultrapassar a linha de chegada.

Não se deve saltar para alcançar a linha final pois pode-se perder tempo no impulso e também
machucar-se.

Cooper
O Teste de Cooper é um teste de preparação física idealizado pelo médico e preparador físico
norte-americano Kenneth H. Cooper em 1968 para ser usado pelas forças armadas para verificar
o nível de condicionamento físico, o teste consiste em uma corrida em velocidade constante que
varia de acordo com a idade, sexo e seu desempenho (profissional ou amador), este método é
adequado para atletas pois exige 100% da velocidade (carga), o nome "Cooper" deu-se por causa
do nome de seu criador.

Para fazer o teste de Cooper, a pessoa deve correr ou caminhar sem interrupções durante 12
minutos, numa esteira ou em uma pista de corrida mantendo um ritmo ideal de caminhada ou
corrida, após este período deve ser registada a distância que foi percorrida.
A distância percorrida é aplicada em uma fórmula que é utilizada para calcular o VO2 máximo,
sendo então verificada a capacidade aeróbica da pessoa, assim, para calcular o VO2 máximo
levando em consideração a distância percorrida em metros pela pessoa em 12 minutos, deve-se
colocar a distância (D) na fórmula seguinte: VO2 max = (D – 504)/45.

Kenneth H. Cooper (nascido em 4 de março de 1931, Oklahoma City ) é um médico formado


em medicina e ex- coronel da Força Aérea de Oklahoma, que foi pioneiro nos benefícios de fazer
exercícios aeróbicos para manter e melhorar a saúde ele é o autor do livro (Aerobics), de 1968,
que enfatizou um sistema de pontos para melhorar o sistema cardiovascular, a versão popular do
mercado de massa foi The New Aerobics ( ISBN 0-553-26874-0 ), publicada dez anos depois.

De acordo com o VO2 obtido é possível que o profissional de educação física ou médico que
esteja acompanhando a pessoa avalie a sua capacidade aeróbica e saúde cardiovascular.

Vejamos a seguir a tabela com índice recomendado na corrida de Cooper


Estafeta
A corrida de estafetas é uma corrida por equipas, constituída por quatro elementos, cada um
deles percorre uma determinada distância, transportando na mão um tubo liso e oco, de madeira
ou metal (testemunho), para entregar ao companheiro seguinte, o objectivo dos corredores é
transportar o testemunho até à meta, o mais depressa possível.

O aspecto técnico e táctico mais importante da corrida de estafetas é a entrega e recepção do


testemunho, o que exige grande coordenação entre os corredores nos diversos percursos, a
passagem ou transmissão do testemunho deve ser feita mão a mão e dentro de uma zona marcada
na pista.

As estafetas que integram os Jogos Olímpicos são as de 4x100 m e as de 4x400 m, tanto para
homens como para mulheres, fora do referido programa, são considerados ainda recordes do
mundo para as estafetas, tanto masculinos como femininas, 4x200 m, 4x800 e 4x1500 m.

São também realizadas provas de estafetas em estrada ou no campo por equipes com mais de
quatro elementos.

Tipos de Transmissão de Estafeta


A transmissão do testemunho é realizada dentro da zona de transmissão, sendo que os atletas
continuam em ato de corrida. Se a transmissão for bem executada, o receptor do testemunho não
terá de olhar para trás, enquanto corre, se a pessoa que entrega o testemunho, entrega com a
direita, o receptor tem de receber com a esquerda.

Transmissão ascendente – este tipo de transmissão é realizada de forma ascendente, isto é, o


atleta que tem o testemunho na sua posse realiza um movimento ascendente com a mão, de modo
a transferir o testemunho para a mão do atleta seguinte, o qual deve ter a palma da sua mão
virada para baixo e o polegar afastado (forma americana).

Transmissão descendente – por sua vez este tipo de transmissão é realizada de modo
descendente ou seja, o atleta que possui o testemunho tem a mão elevada e realiza um
movimento descendente (em direcção ao chão), por outro lado, o atleta que receberá o
testemunho deverá posicionar a palma da sua mão virada para cima, de maneira a que o outro
atleta realize a transmissão com mais facilidade (forma alemã).

Para realizar uma boa transmissão do testemunho, o atleta deve:

1. Colocar-se no início da zona de balanço, com os pés virados para a frente, olhando por cima
do ombro, para observares a aproximação do teu companheiro.

2. Iniciar a corrida quando o teu companheiro passar pela marca previamente combinada e segue
olhando sempre para a frente.
3. Ao sinal do teu companheiro, estende o braço direito com a palma da mão para trás, o polegar
virado para o solo e afastado do indicador, para que o testemunho possa ser entregue com um
movimento de baixo para cima.

4. Segurar o testemunho pela sua parte anterior (da frente) e passa-lo para a outra mão.

Regulamento

1. O testemunho deve ser transportado na mão durante todo o percurso e se um concorrente o


deixar cair só ele o pode apanhar.

2. Em todas as corridas de estafetas, o testemunho deve ser passado obrigatoriamente dentro da


zona de transmissão.


Conclusão
Chegado a conclusão do trabalho, cheguei de concluir que o Atletismo não é algo novo, mais sim
é algo que teve o seu aparecimento com o surgimento do homem, tendo desde sempre como base
os movimentos diários.

Pós em algumas circunstâncias tem fins terapêuticos em fim de tudo isso, o Atletismo faz parte
da vida do Homem no seu dia-a-dia.
Bibliografia
Atletismo: Corrida de Estafetas. Efapoio, 2007. Disponível em:
<http://efapoio.blogspot.com/2007/05/atletismo-corrida-de-estafetas.html>. Visitado em: 30 de
Novembro de 2020

CONCEITO EM EDUCAÇÃO FISICA. Meuartigo,. Disponível em:


<https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/conceito-educacao-fisica.htm>.
Visitado em 30 de Novembro de 2020.

Significado de Atletismo. Significados, 2016. Disponivel em:


<https://www.significados.com.br/atletismo/>. Visitado em 30 de Novembro de 2020

Teste de Cooper. Wikipedia, 2008. Disponível em:


<https://pt.wikipedia.org/wiki/Estafeta_(atletismo)>. Visitado em: 30 de Novembro de 2020

Teste de Cooper: o que é, como é feito e tabelas de resultados. Tuasaude, 2020. Disponível em:
<https://www.tuasaude.com/teste-de-cooper/>. Visitado em 30 de Novembro de 2020