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Probabilidade e Estatística/Análise combinatória

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Índice
Análise Combinatória
Princípios básicos de contagem
Princípio da Adição
Princípio da Multiplicação
Permutação Simples
Arranjo
Combinação simples
Permutação com objetos repetidos

Análise Combinatória

Princípios básicos de contagem

Princípio da Adição
Suponhamos um procedimento executado em fases. A fase 1 tem maneiras de ser executada, a fase 2 possui maneiras de ser
executada e a fase tem modos de ser executada. As fases são excludentes entre si, ou seja, não é possível que duas ou mais das
fases sejam realizadas em conjunto. Logo, todo o procedimento tem maneiras de ser realizado.

Exemplo

Deseja-se fazer uma viagem para a cidade A ou para a cidade B. Existem 5 caminhos possíveis para a cidade A e 3 possíveis
caminhos para a cidade B. Logo, para esta viagem, existem no total 5 + 3 = 8 caminhos possíveis.

Princípio da Multiplicação
Suponhamos um procedimento executado em fases, concomitantes entre si. A fase 1 tem maneiras de ser executada, a fase 2
possui maneiras de ser executada e a fase tem modos de ser executada. A fase 1 poderá ser seguida da fase 2 até a fase k,
uma vez que são concomitantes. Logo, há maneiras de executar o procedimento.

Exemplo

Supondo uma viagem para a cidade C, mas para chegar até lá você deve passar pelas cidades A e B. Da sua cidade até a cidade A
existem 2 caminhos possíveis; da cidade A até a B existem 4 caminhos disponíveis e da cidade B até a C há 3 rotas possíveis.
Portanto, há 2 x 4 x 3 = 24 diferentes caminhos possíveis de ida da sua cidade até a cidade C.

Os princípios enunciados acima são bastante intuitivos. Contudo, apresentaremos ainda alguns exemplos um pouco mais complexos
de aplicação.

Quantos números naturais pares de três algarismos distintos podemos formar?


Inicialmente, devemos observar que não podemos colocar o zero como primeiro algarismo do número. Como os números devem ser
pares, existem apenas 5 formas de escrever o último algarismo . Contudo, se colocamos o zero como último algarismo
do número, nossas escolhas para distribuição dos algarismos mudam. Portanto, podemos pensar na construção desse número como
um processo composto de 2 fases excludentes entre si.

Fixando o zero como último algarismo do número, temos as seguintes possibilidades de escrever os demais algarismos:

1º algarismo: 9 possibilidades ;
2º algarismo: 8 possibilidades , porém excluímos a escolha feita para o 1º algarismo;
3º algarismo: 1 possibilidade (fixamos o zero).
Logo, há 9 x 8 x 1 = 72 formas de escrever um número de três algarismos distintos tendo o zero como último algarismo.

Sem fixar o zero, temos:

3º algarismo: 4 possibilidades
1º algarismo: 8 possibilidades , excluindo a escolha feita para o último algarismo;
2º algarismo: 8 possibilidades , porém excluindo as escolhas feitas para o primeiro e último
algarismos.
Portanto, temos 8 x 8 x 4 = 256 maneiras de escrever um número de três algarismos distintos sem zero no último algarismo.

Ao todo, temos 72 + 256 = 328 formas de escrever o número.

Permutação Simples
A permutação simples é o número total de ordenações possíveis de n elementos:

1. Quantos números naturais de quatro algarismos distintos podem ser formados com os algarismos 3,4,5,6,7,8 e 9?

1º algarismo: 7 possibilidades;

2º algarismo: 6 possibilidades;

3º algarismo: 5 possibilidades;

4º algarismo: 4 possibilidades;

Então é simples, basta multiplicar-se as possibilidades.

7.6.5.4 = 840 formas de escrever um número de quatro algarismos distintos.

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Arranjo
Arranjo é um caso especial de permutação: uma ordenação de n elementos de tamanho p.

A fórmula usada para arranjo simples é a seguinte:


Combinação simples
Cada subconjunto com p elementos é chamado de uma combinação simples de classe p dos n objetos , , ... , . A fórmula usada

para a combinação simples é a seguinte:

Permutação com objetos repetidos

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