Você está na página 1de 8

Índice

Introdução..........................................................................................................................2

1. Divisão do microscópio óptico composto.....................................................................3

2. Experiência 1.................................................................................................................5

3. Experiencia 2.................................................................................................................6

Conclusão..........................................................................................................................7

Bibliografia........................................................................................................................8

1
Introdução

O presente trabalho da cadeira de experiência laboratorial faz uma reflexão sobre o


microscópio composto e experiências laboratoriais, com o objectivo de analisar as
razões da divisão do microscópio composto, e saber o que acontece quando realizamos
experiencias com as flores brancas e folhas do feijão.

O trabalho reveste-se de grande importância porque contribui de forma pragmático na


aquisição do conhecimento dos estudantes, e para a sua realização foi usado o método
bibliográfico e experimental.

O trabalho segue a seguinte estrutura: introdução, desenvolvimento de relatórios de


experiências, conclusão e bibliografia.

2
1. Divisão do microscópio óptico composto

a) Razões da divisão do microscópio óptico composto

O microscópio ótico composto (M.O.C.) é um instrumento usado para ampliar, com


uma série de lentes, estruturas pequenas impossíveis de visualizar a olho nu. O M.O.C.
é constituído por uma componente mecânica que suporta/estabiliza e permite controlar
uma componente óptica que amplia as imagens. Cada parte engloba uma série de
componentes constituintes do microscópio.

Se pararmos para realizar uma minuciosa observação em um microscópio, veremos que


ele é constituído basicamente por duas lentes convergentes montadas coaxialmente.
Dizemos coaxialmente pelo fato de as lentes serem montadas com seus eixos
coincidentes.

A divisão do microscópio composto em duas partes deve-se pelo facto de cada parte do
microscópio dedicar-se a uma função específica. Observando a parte mecânica do
microscópio, conclui-se que  é uma base, cuja função é estabilizar o microscópio, uma
coluna ou canhão que se estende da base para cima, dando sustentação às lentes, e uma
platina, na qual é colocado o objeto a ser examinado.

Segundo Leal (2000), “a ocular consiste de uma combinação de lentes que estão
embutidas na extremidade superior do tubo do microscópio. O valor gravado tal como
12,5x indica o aumento da ocular. As objetivas (pode haver três, quatro ou cinco) são
uma combinação de lentes presas à extremidade inferior do tubo do microscópio”.
(p.44)

b) Elementos da parte óptica do Microscópio

A parte óptica do microscópio é constituída por:

 Sistema de Oculares e Sistema de Objetivas – o conjunto de lentes que


permitem a ampliação do objeto. A ampliação total dada pelo microscópio é
igual ao produto da ampliação da objetiva pela ampliação da ocular.
 Ocular - capta a imagem ampliada pela objetiva, ampliandoa, através do seu
sistema de lentes e permite a sua observação pelo olho humano. As oculares
mais usadas são as de ampliação 10X;

3
 Objectivas - Ampliam a imagem do objeto a ser observado, através do sistema
de e lentes que a compõem.
 Fonte Luminosa – existem vários tipos de fontes luminosas, podendo ser uma
lâmpada (iluminação artificial), ou um espelho que reflicta a luz solar
(iluminação natural). Os dois tipos de iluminação tem virtudes e defeitos, mas
destinam-se os dois à iluminação da preparação, possibilitando assim a sua
visualização;
 Diafragma – regula a intensidade luminosa no campo visual do microscópio.
 Condensador – distribui regularmente, no campo visual do microscópio, a luz
que atravessa o diafragma.

c) Importância do uso do microscópio para a biologia moderna

Na perspectiva de Valle (2001) “com o avanço da tecnologia e a invenção do


microscópio, pode-se finalmente observar as unidades estruturais e funcionais dos
organismos vivos, ou seja a célula” (p.32).

Desde então, estes avanços permitiram que a biologia desse um enorme salto.
Principalmente após a invenção do microscópio electrónico, com potencial de aumento
muito superior ao óptico.

Com o aparelho foi possível estudar seres unicelulares e pluricelulares invisíveis a olho
nú, incluindo é claro, as bactérias e protozoários responsáveis pela maioria das doenças
hoje conhecidas.

O olho humano tem um limite de resolução de 0,2 mm. Abaixo desse valor, não é
possível enxergar os objetos sem o auxilio de instrumentos, como lupas e,
principalmente, o microscópio.

4
2. Experiência 1

Relatório

Após deixar a flor branca no copo com corantes azul e vermelho, obervei que a flor
mudou de cor.

Isto acontece porque o caule da flor absorve a água que está no copo. A água irriga toda
a planta até atingir as pétalas. Como a água está carregada de pigmentos coloridos, esses
pigmentos migram com a água até ficarem depositados nas pétalas, deixando-as
coloridas.

Portanto, deixa visível o processo que permite que a água seja absorvida pelas raízes e
distribuída por todo corpo da planta, chegando até suas folhas e flores. Nem todas as
plantas possuem sistema condutor, mas aquelas chamadas de vasculares desenvolveram
ao longo de sua evolução tecidos especializados na condução de água (xilema) e seiva
(floema).

Ou se preferirmos, a água é puxada em virtude da perda dessa substância pelas folhas no


processo de transpiração ou então pelo uso dela por esse órgão. Isso faz com que surja
um gradiente de potencial hídrico das folhas para a água na superfície das raízes,
fazendo com que ela suba até as folhas. Em razão da grande coesão entre as moléculas
de água, a tensão é exercida durante todo o percurso dessa substância pela planta,
formando uma coluna ascendente contínua.

5
Experiencia 2

Após a experiência feita com a planta de feijão, observou-se que o caule do feijão suga
a água do copo e isso faz com que o caule mude de cor.

Isso acontece porque a planta de feijão tem uma particularidade de transporte de


substâncias na membrana plasmática podem ocorrer de forma passiva ou ativa. No
transporte passivo, não há consumo de energia. O fluxo de partículas é espontâneo, no
sentido de igualar as concentrações do meio intracelular e intersticial. No transporte
ativo, há gasto de energia (ATP). Nesses processos observa-se o movimento de solutos
contra o gradiente de concentração, ou seja, da solução menos concentrada para a mais
concentrada.

6
Conclusão

Após a realização do trabalho, conclui-se que o microscópio óptico tem muita


relevância porque observa o que o homem não pode observar a olho nú. Portanto, o
microscópio óptico composto (M.O.C.) é constituído por duas partes – uma parte
mecânica e uma parte óptica. Cada parte engloba uma série de componentes
constituintes do microscópio.

Outro tema desenvolvido no trabalho, foi a experiencia com flores, e chegou-se a


conclusão que as flores brancas mudam de cor após certas aplicações de corantes.

7
Bibliografia

Leal, Luiz Henrique Monteiro (2000). Fundamentos de microscopia. Rio de Janeiro:


UERJ.

Valle, Francisco das Chagas (2001). Práticas de citologia e genética. Rio de Janeiro:
MEDSI.

Você também pode gostar