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PATO L O G I A S

D E FAC H A D AS :
As oportunidades e
ameaças de inovação
C3 CONEXÕES - PATOLOGIAS DE FACHADAS

APRESENTAÇÃO

O núcleo de conteúdo foi constituído com a intensão de resolver um


problema recorrente: a falta de conexão entre todos os membros de um
projeto.

O C3 é uma plataforma independente que representa o mercado. A meta


em 2020 é conquistar a integração entre engenheiros, arquitetos,
projetistas e todos os núcleos de trabalho.

Bom ano a todos.


C3 CONEXÕES - PATOLOGIAS DE FACHADAS

ÍNDICE
Introdução 4
Causas e soluções que o mercado oferece 6
Causas das patologias 7
Pensar antes de executar: 8
Execultar com qualidade e controlar a execução
Materiais 9
O que é qualidade? 11
O processo 12
3
Existem dois tipos de processos de cerâmica 13
O processo 18
Soluções das patologias em fachadas 19
Problema na fachada 20
Sistema Rai_Fix 21

Proteção e impermeabilização 22
Debate 25
Argamassas 29
Conclusão 31
Biografia 33
C3 CONEXÕES - PATOLOGIAS DE FACHADAS

INTRODUÇÃO

A Equipe C3, reuniu um time de profissionais para debater o primeiro tema do Conexões C3
de 2020: Patologias de Fachadas - As Oportunidades e Ameaças de Inovação.

Além da função estética, os revestimentos de fachadas exercem papel importante na vida


útil das edificações e estão considerados na norma de desempenho ABNT NBR15.575, em
vigor desde 2013.
As opções vão desde revestimentos cerâmicos, pastilhas e pedras até diferentes tipos de
4
pintura. As patologias relacionadas aos revestimentos da fachada são classificadas
conforme suas origens.
Existem os defeitos congênitos, que surgem na fase de projeto; os construtivos, ligados à
etapa de execução da obra, podendo ou não estar associados à falha do material; os
adquiridos durante a operação e uso do edifício, e os acidentais que são caracterizados
pela ocorrência de fenômenos atípicos.
Normalmente, não é apenas um fato isolado que gera problemas, mas sim a soma de ações
de diferentes agentes mecânicos, térmicos ou biológicos, todos promovendo alterações
que impactam no desempenho da edificação.
Fissuras de retração e deficiência de aderência, por exemplo, são resultados da atuação
conjunta de elementos como chuva, vento e temperatura.
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Participaram do evento o mediador: Alexandre Oliveira – coordenador do GT Pós


Obras no Sinduscon-SP e Diretor Técnico na inDia

OS PAINELISTAS
Alexandre Tomazeli: Sócio e Diretor Técnico da Toten Engenharia
Rubens Moscardini: Engenheiro Técnico na Cerâmica Atlas
Julio Cesar Fratantonio Filho: Gerente Nacional de Vendas Ceramfix
Odair Teixeira: Técnico em Cerâmica e Engenheiro de Produção na Ceramfix
Claudio Ourives: Diretor Executivo na Penetron Brasil
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Reunimos nesse material, um resumo das informações de cada profissional, com o
principal objetivo de apontar causas, soluções e mensurar a degradação das fachadas.
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CAUSAS E SOLUÇÕES QUE O


MERCADO OFERECE
Por Alexandre Oliveira

Há anos, Alexandre Oliveira participa do C3 - Clube da Construção Civil. Nessa


edição é convidado para participar do núcleo de conteúdo do projeto
Conexões.

Membro do Comitê de Tecnologia e Qualidade do SindusCon São Paulo,


coordenando o Grupo de Trabalho Pós Obras, busca também em sua empresa 6

focar na fase de pós obra e trabalhar em soluções e tratamentos a partir dos


dados da assistência técnica das empresas.

Trabalhar os dados das Patologias – o que deu errado? Compilar estes dados,
tratá-los e trazer essa informação para todos os envolvidos da cadeia - desde
os materiais, projetos, mão de obra, gestão, até o uso e sempre em busca da
melhoria contínua.
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CAUSAS DAS PATOLOGIAS?

Por Alexandre Tomazeli

Em três anos a fachada desse prédio, situado


em Porto Alegre (RS), apresentou problemas.
Para o cliente é o sonho da casa própria que
vira um pesadelo – prédios com espessura de
massa de 2 cm e fungos ocasionados por
fachadas ecológicas. O resultado é um prédio 7

novo com inúmeras fissuras.


O que falta?
Falta qualidade, a expectativa do usuário e a
tecnologia existente no local da obra, um
conjunto de especificações. Lembre-se – a
primeira etapa sempre será o projeto.
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PENSAR ANTES DE EXECUTAR:


EXECUTAR COM QUALIDADE E CONTROLAR A EXECUÇÃO
Em outras palavras – Pegar a teoria e transformar em projeto. Compreender
que em um sistema de revestimento um departamento depende do outro, e
todos precisam conversar – fabricante, projetista e manutenção, mas isso
não acontece.

É necessário investir em projetos, porém existe um fator que é separado


durante o processo, e que previne essa situação – a leitura minuciosa e
8
aplicação da Norma ABNT NBR – 13755.

A Norma de Produção de Revestimento de


Cerâmica, contém um item somente referente a
projetos de revestimento. A partir disso foi
possível formalizar diretrizes ao projetista e
definir a obrigatoriedade da construtora em
possuir projetos de produção de revestimento
de cerâmica.

A norma não tem o peso da lei, mas, é ligada ao código do consumidor o


que garante respaldo aos envolvidos.
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MATERIAIS

Imagine uma situação onde o engenheiro solicita uma porca ao


funcionário da obra, e ao invés do material, ele busca uma porca, um
animal? Parece anedota, mas, isso acontece.
Um problema recorrente é a falta de comunicação entre engenheiros e
compradores.
Cada profissional do projeto precisar estar capacitado, este é um fator
fundamental.
A construtora precisa investir em um comprador que possua, no
mínimo, um curso ou conhecimento técnico voltado a área.
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E todo o material, seja qual for, precisa ser testado - no período de


recebimento, durante a execução e no final do projeto.

Os processos executivos visam obedecer às etapas, exemplo: respeitar


subidas e descidas de balancins, “teste do chapisco” e treinamento da sua
equipe. Ou seja, um controle incansável dos processos e comprometimento
de todos por parte da equipe técnica da obra.
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Recursos Humanos – Treinamento dos profissionais é prioridade, mesmo que a
equipe seja composta de membros terceirizados. É responsabilidade de quem
assina o projeto.

Quando não há comprometimento da equipe de obras, não há conferência e


muito menos qualidade.
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O QUE É QUALIDADE?

Conjunto de características que determina a capacidade de um produto ou


sistema de satisfazer as expectativas do usuário/cliente.

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O PROCESSO

Por Rubens Moscardini

Para entender melhor as causas patológicas, é necessário conhecer o


processo de fabricação da matéria prima das fachadas – pastilhas e
revestimento. Nosso segundo painelista, Rubens Moscardini, Engenheiro na
Cerâmica Atlas, há quarenta e dois anos é responsável por engenharia de
cerâmicas. 12

Em seu exemplo, trouxe toda a linha de método de trabalho aplicado. Segundo


Rubens Moscardini, a meta é diminuir a absorção em até 3%.
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EXISTEM DOIS TIPOS DE PROCESSOS


DE CERÂMICA
VIA ÚMIDA

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VIA SECA

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O processo é realizado em fornos de laboratórios e toda a sua produção é


monitorada, desde o comportamento do corpo cerâmico, até esmalte,
autoclave, expansão por umidade e gretamento. Na sequência é medido as
alterações de volume causadas por um processo físico ou químico - comparar
o corpo cerâmico ao esmalte. É feita a dilatometria. Todo esse procedimento,
somado a matéria-prima, garantem uma expansão por umidade (EPU), a
expansão sofrida pelo material, abaixo de 0,30mm/m.
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Os fornos de laboratórios atingem mais de 1.400 ºC
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Calcula a resistência mecânica plausível.

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Laboratório de desenvolvimento de esmaltes e


colorações, novos tipos de massa e novos tipos
de esmaltes.
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Ensaio Absorção, Prensa Hidráulica, Zona de Queima Forno.

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Exemplo de forno com ciclo de 50 min. A maioria das fábricas realizam o


mesmo processo em apenas 20 min.
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O PROCESSO

Rubens participou da elaboração do “buratura”, um processo desenvolvido


pela Atlas , que garante menos de 20% de contato com o engobe, desde a
fabricação da cola, até a altura de gota.

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O excesso de engobe pode prejudicar a ancoragem do revestimento
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SOLUÇÕES DAS PATALOGIAS EM FACHADAS

Por Julio Cesar Fratantonio Filho

Prédios que marcaram época nos últimos cinquenta e seis anos

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PROBLEMA NA FACHADA

Nos últimos cinco anos mais de 3 milhões de metros de cerâmicas apresentaram


problemas em função de várias patologias.
É necessário olhar para o passado e tirar boas lições, a fim de encarar com segurança
os desafios da nova era, pois eles só aumentam.

As novas fachadas de prédio exigem novos


materiais, grandes formatos, baixas espessuras nas peças e prédios com Índice 20
De Esbeltez, cada vez maiores –construções maiores em terrenos menores.

Esse problema é sentido por


vários departamentos - compras, projetos,
proprietário ou responsável técnico.
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SISTEMA RAI_FIX

É um conceito utilizado há oito anos, na região de Maranello, na Itália,


aonde existe a maior mecânica de precisão do mundo, atendendo fábricas
como – Ferrari e lamborghini.

Inédito no Brasil, RAI FIX, foi adaptado às temperaturas do país, junto com
o professor Jonas Medeiros, da Inovatec, que é indicado para sistemas de
fixação de fachadas aderidas em peças de grandes formatos. 21

A quantidade de garras varia de acordo com o tamanho do


porcelanato/cerâmica.
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PROTEÇÃO E IMPERMEABILIZAÇÃO

Por Claudio Ourives

Fachadas e Pastilhas
A precaução é outra etapa importante do projeto. Existem alguns
cuidados por trás dos revestimentos de fachadas que são necessários
para evitar as patologias.
Sem manutenção é provável que ocorram sérios problemas.
Antigamente, empresas contratadas para a manutenção das fachadas, 22
aplicavam ácido muriático para a limpeza.
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O resultado era que a solução penetrava no rejunte e atingia o concreto, que na maioria
das vezes, não tinha um comprimento de proteção de armadura, uma ausência de
proteção necessária nos edifícios.

Em meados de 1940, com a falta de tecnologia, era comum ver projetos com os
concretos aparentes. Hoje sabemos que o concreto autoadensável, evita juntas de
concretagem. O que resulta em concretos de baixíssimas permeabilidades e um aumento
de proteção. 23

Hoje a tecnologia nos auxilia de forma adequada e existem muitos projetos arquitetônicos
com concreto com acabamento em verniz e aparente com aparência fosca.
Trabalhamos com soluções de proteção que já podem ser incorporados ao concreto.
Nossa solução é um aditivo mineral – aditivo redutor de permeabilidade por cristalização
integral, e por cristalização fecha a porosidade do concreto, sem alterar características e
estética.

Outra preocupação é a proteção de estrutura de concreto aparente sem mudar o aspecto


estético, não se decompõem ao longo do tempo.
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DEBATES
C3 CONEXÕES
DEBATE

Separamos algumas perguntas e citações dos nossos associados,


pertinentes ao assunto. As soluções foram retiradas das respostas dos
nossos painelistas, o que resultou em um material de consulta.

Boa Leitura!

Existe um o nível de informação e responsabilidade que podemos atribuir 25


aos executores do projeto, o básico. Atualmente os arquitetos no
mercado apresentam ausência em conhecimentos técnicos – desde os
cálculos, oriundos da graduação – até a qualidade do projeto final. Em
muitos casos, os engenheiros recebem materiais de profissionais
arquitetos e necessitam complementar o projeto. O que apresenta falta
de comprometimento

Nesse sentido, não só o arquiteto, mas os profissionais ligados a


suprimentos, sentem falta de informação para a definição de um
produto.
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Um dos nossos maiores atritos é verificar um problema e não conseguir resolver, pois
o mesmo não foi cotado no orçamento, conhecido como “Ajuste Técnico”. É possível
trabalhar com sistema de qualidade ou criar uma Ficha de Verificação de Compra
(FVC), poderia chegar no comprador, ou, no arquiteto. Muitas empresas realizam
testes que verificam os desvios – testes internos e de outros laboratórios. Mas é
necessário olhar para o passado e encontrar soluções. Nos últimos quarenta anos os
métodos mudaram consideravelmente. Os aspectos, projetos e desempenhos de
materiais modificaram muito – hoje construímos com outros materiais, não tínhamos 26
o auxílio do mundo digital. Hoje você produz em um tempo menor e a velocidade é
superior. O desempenho dos materiais, para cada momento, era diferente.

A partir dos anos 2000 tivemos a proliferação de simuladores de cálculo, o que trouxe
auxílio do ponto de vista de desempenho, maximiza os testes do desempenho das
estruturas. Porém, isso trouxe algumas complicações. Os desempenhos dos
materiais precisam acompanhar as novas configurações. Estamos no meio dessa
transição, compreendendo essa nova realidade. São os desafios da digitalização.
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Hoje não cabe mais para o profissional de compras trabalhar isolado, é


necessário acompanhar o processo junto com o projetista e entender o
desempenho dos materiais. Boa parte desses problemas acontecem por conta
desse processo de transição.

Outro fator recorrente é o destino da responsabilidade quando o assunto são


fachadas, fica na mão da construtora. Em outros países existe a profissão de
engenheiro de fachadas. A solução seria uma coparticipação maior do 27
engenheiro.

Existe uma resistência entre as partes – engenheiro e arquiteto, quando o


assunto são obras de concreto aparente.

Nota-se que, independente do profissional, cada integrante traz e recebe um


desafio quando examina um projeto.
Isso puxou a engenharia a desenvolver outra tecnologia.
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Gasta-se muito em controle e a simples relação de confiança entre os


stakeholders seria a solução para muitos casos.

Tema de discussão entre vários especialistas é o fato da falta de


confiança, e nem é necessário a contratação de profissional acadêmico,
à parte, o que seria oneroso à obra. Existem requisitos mínimos que
necessitam ser observados, a engenharia pode ser parâmetro
determinante. A comunidade da construção, de alguma maneira, ao longo 28
do tempo, focou somente no custo da construção. A vida útil está
amarrada ao desemprenho dos materiais.
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ARGAMASSAS

É bom discutir o mundo das argamassas, mas, a indústria de argamassas


mudou ao longo dos anos, avançou em acomodação e aderência, mas o
chão de fábrica, profissionais que atuam diretamente com a obra,
necessitam acompanhar “passo a passo” do projeto.

Os construtores tem a obrigação de prestar informações fundamentais


sobre o processo, ao nosso cliente final. O problema maior é que fica a 29
cargo do vendedor ou fornecedor, fornecer esse vasto conteúdo, o que
passa de um limite racional.

Da construtora ao cliente final, a informação deve ser repassada e


respeitada, desde as indicações de materiais, até a vida útil do material.

É importante levar em consideração as ações de intemperes distintas


nas faixas das fachadas.
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Só em São Paulo, região metropolitana, algumas as regiões sofrem


incidências diferentes.

Respeitar as normas técnicas é a garantia da aplicação de métodos


adequados a cada situação: desde a expectativa do usuário com a
escolha do material até a comunicação entre as partes. São itens
fundamentais.
O investimento em controle tecnológico para a escolha do sistema de 30
revestimento e o seu controle na obra é outra garantia de danos
menores.
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CONCLUSÃO

Nosso mercado perdeu um pouco o vínculo com a


cadeia de fornecimento, de matérias, serviços e
até métodos construtivos, por conta da alta
demanda, onde ninguém tinha tempo, inclusive
por todos estarem totalmente vendidos, e na
sequência com a queda brusca decorrente da
crise. 31
O foco estava, e em alguns casos ainda continua,
na sobrevivência. Agora temos que pôr em
prática as lições aprendidas para não recorrer
nos erros passados, temos que entender que a
tecnologia que todos buscam, para aumentar a
produtividade, passa por implementar processos
e não simplesmente utilizar um APP. A norma de
desempenho já está em vigor há anos, e ainda
muitos não se deram conta.
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Vale lembrar que fornecedor, perante o art 3° do Código de Proteção e Defesa


do Consumidor, é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou
estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem
atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação,
importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou
prestação de serviços; Produto é qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou
imaterial; Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, 32

mediante remuneração. Para tanto devem assegurar informações corretas,


claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características,
qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e
origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde
e segurança dos consumidores, ou seja, as informações de como manter,
conservar e utilizar seus produtos são de responsabilidade de todos da cadeia
envolvida na produção do produto final, o empreendimento.
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BIOGRAFIA
Conheça nossos Painelistas:

Alexandre Oliveira - Coordenador do GT Pós


Obras no Sinduscon-SP e Diretor Técnico na INDIA.

Alexandre Tomazeli – Sócio e Diretor Técnico da


Toten Engenharia

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Claudio Ourives - Diretor Executivo na Penetron Brasil

Julio Cesar Fratantonio Filho - Gerente Nacional de


Vendas Ceramfix

Rubens Moscardini – Engenheiro Técnico na Cerâmica Atlas

Odair Teixeira: Técnico em Cerâmica e Engenheiro de Produção na Ceramfix


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PATROCINADORES

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