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UNIVERSIDADE GREGÓRIO SEMEDO

Faculdade de Ciências Jurídicas e Políticas


Mestrado em ciências Jurídico Empresariais

TRABALHO DO 1º ANO do MESTRADO

Metodologia de Investigação Científica

O CONTRATO PROMESSA NO ORDENAMENTO


JURÍDICO ANGOLANO ACTUAL

Autor: Ricardo Tchamuta Mangunza

Professor: Dr. Belarmino Van-Dúnem

Luanda, 01 de Julho de 2019

1
Ass: ______________________________________

Trabalho de Mestrado

Trabalho de Mestrado
apresentado á universidade
Gregório Semedo como parte
dos requisitos para obtenção
do grau académico de Mestre
em ciências Jurídico –
Forenses/Empresariais.

Professor: ________________________________

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AGRADECIMENTO

O meu agradecimento ao Professor Doutor Belarmino Van-Dúnem pelo


acompanhamento, pela partilha do saber e valiosas contribuições para este
trabalho do primeiro módulo (Metodologia de investigação cientifica).

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ÍNDICE

1. CAPÍTULO
1.1. Introdução_____________________________________________________ 4
2. CAPÍTULO
2.1. Noção de contrato em geral_____________________________________ 5
3. CAPÍTULO
3.1. Contrato promessa factores de preferência ______________________6
3.2. O Contrato promessa ___________________________________________7
3.2.1. Noção e regime jurídico aplicável _________________________ 8
3.2.2. Modalidades do contrato promessa _______________________ 9
3.2.3. Disposições respeitantes a forma e a
substancia________________________________________________10
3.2.4. Disciplina Jurídico do contrato promessa __________________ 11
3.3. Efeitos dos contratos promessa __________________________________12
3.3.1. Eficácia real do contrato-promessa ________________________ 13
3.3.2. Eficácia meramente obrigacional contrato-
promessa_________________________________________________14
3.4. A execução Especifica __________________________________________ 15
4. CAPÍTULO
4.1. Conclusão ________________________________________________________ 16

Bibliografia ________________________________________________________ 17

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1. Capitulo

1. Introdução

Contrato-promessa caracteriza-se especialmente pelo seu objecto, uma


obrigação de contratar a qual poderá ser relativa a qualquer contrato.

O contrato-promessa poderá qualificar-se como um contrato preliminar que tem


por objecto a celebração de um outro contrato prometido. A assunção do
princípio da equiparação ou da correspondência serve de base do sistema de
aplicação do contrato-promessa, por a via de regra facilitará em maior medida,
qualificação do contrato prometido constitui uma vez que se caracteriza
normalmente por ter eficácia meramente obrigacional, mesmo o contrato
definitivo tenha eficácia real.

O contrato promessa pode ser classificado em contrato promessa bilateral ou


unilateral, consoante apenas uma das partes se vincule à celebração do
contrato futuro ou essa vinculação ocorra para ambas partes.

Pois, independentemente da observância de qualquer formalidade o contrato-


promessa seguirá ou seja, estará sujeito ao princípio da consensualidade.

Em Angola, o contrato-promessa serve múltiplos interesses e exigências


práticas dos operadores económicos. Dele os contraentes fixam o conteúdo do
futuro contrato e obrigam-se a celebrá-lo.

Assim, mediante contrato-promessa, os contraentes preparam e garantem o


contrato definitivo, que não pode ou não quer firmar de momento, por exemplo
por falta de dinheiro ou de documento cuja obtenção requer tempo.

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Existe cisão em duas fases: a fase preliminar, instrumentar ou preparatória e
fase definitiva. É a consagração do princípio da correspondência, segundo a
qual o regime do contrato promessa será por via de regra o contrato prometido.

Não por ocaso, o contrato promessa mais difundido na prática respeita os


prédios em construção, ou a construir pela qual produção de efeitos
obrigacionais, inter-partes de acordo com princípio da relatividade dos
contratos. Mas, a lei faculta às partes atribuição de eficácia real à promessa de
transmissão ou a constituição de direitos reais sobre bens imóveis ou bens
móveis sujeitos a registo.

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2. Capitulo

2. Noção de contrato em geral

Os Contratos constituem, de longe, os negócios mais frequentes e complexos,


e são passíveis de tratamento muito mais concreto do que a disciplina
forçosamente assaz abstracta, do negócio jurídico, disciplina bastante difícil de
formular e, na prática, quase sempre em função da realidade contratual, com
as distorções dai provenientes.

Os contratos constituem a principalmente fonte das relações das obrigacionais,


não só pela sua frequência, contudo também porque os direitos e obrigações
deles resultantes são de um modo geral os de maior relevo na vida de todos.

Segundo António Maria M. Pinheiro (2010:70) `` Diz-se se negócio Juridico o


acto produtor de efeitos jurídicos e traduzido uma auto-regulamentação de
interesses. Os próprios interessados ou interessado dentro dos limites que
consentidos pela lei, dão aos seus interesses a disciplina que consideram mais
conveniente.

No exercício dessa autonomia, manifestam a sua vontade com vista a produzir


efeitos jurídicos.

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O Contrato é pois, o acordo porque duas ou mais partes ajustam
reciprocamente os seus interesses, transferem entre si algum direito ou se
sujeitam a alguma obrigação”.

Diz-se o acto produtor de efeitos jurídicos que representam uma aplicação do


princípio da autonomia da vontade, traduzindo uma auto-regulamentção de
interesses.

“O contrato é pois, o acordo porque duas ou mais partes ajustam


reciprocamente os seus interesses, dando-lhes uma regulamentação que a lei
traduz em termos de efeitos jurídicos” (Galvão Inocêncio Telles 2010 58).

Segundo Fernando Araújo (2007:16) “que o contrato é essencialmente um


facilitador da circulação de titularidade de valores e de modo de governo
conjunto de problemas atinentes ao conhecimento, ao poder e aos interesses.
Nessa concepção descentralizadora e libertadora é que tem pleno cabimento a
afirmação de liberdade contratual, seja no sentido de liberdade de contratar e
de não contratar, seja no sentido de preferência pelo contrato”.

Tal como a maior parte da doutrina, também sigo á opinião unanime que o
contrato é um acordo de vontades entre partes.

3. Capitulo

3.1. Contrato promessa factores de preferência

A matéria do Contrato-promessa apresenta enorme importância, assim teórica


como pratica. O código civil de 1966 já sofreu, neste domínio, duas ordens de
alteração, uma introduzida pelo dec-lei nº 236/86, de 18 de julho, que deu
origem as maiores duvida, e a outra pelo dec-lei nº 379/86, de 11 de novembro,
que visou primariamente desfazer essas duvidas, embora tenha aproveitado a
oportunidade para procurar dissipar também algumas outras relativas a
matéria.

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3.2. O contrato promessa.
3.2.1. Noção e regime jurídico aplicável.

Segundo Luís Manuel Teles de Menezes Leitão (2010:221) ``De acordo com a
definição prevista no art.º 410º nº 1, o contrato promessa é a convenção pela
qual alguém se obriga a celebrar novo contrato. Estamos assim perante um
contrato preliminar de outro contrato que, por sua vez, se designa de contrato
definitivo. O contrato-promessa caracteriza-se especificamente pelo seu
objecto, uma obrigação de contratar, a qual pode ser relativa a qualquer outro
contrato.

A celebração de contratos-promessa apresenta-se como muito frequente na


actual vida económica. Efectivamente, em muitas situações as partes iniciam
negociações para a conclusão de um contrato e chegam a acordo
relativamente a essa celebração, mas não querem ou não podem por algum
motivo realizá-la naquele momento (pode, por exemplo, o contrato definitivo
exigir escritura pública e não haver possibilidade de efectuar imediatamente).
Nestes casos, em lugar de celebrar logo o contrato definitivo, as partes podem
comprometer-se á sua celebração, assumido, a obrigação nesse sentido. Essa
obrigação tem por objecto a emissão de uma declaração negocial, podendo por
isso ser caracterizada como uma prestação de facto jurídico.

O contrato-promessa pode, por sua vez, ser classificado em contrato-promessa


unilateral ou bilateral, consoante apenas uma das partes se vincule á
celebração do contrato-futuro ou essa vinculação ocorra para ambas as partes.

Relativamente á forma, o contrato-promessa segue, por esse motivo, o regime


geral, que se baseia precisamente na liberdade de forma (art.º. 219º).Há, no
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entanto, uma importante excepção, referida no art. 410.º,n.º2, que nos refere
que quando a lei exige um documento, autentico ou particular, para o contrato
prometido é também exigido documento para o contrato-promessa de compra e
venda de um imóvel, sujeita por lei a escritura publica ou documento particular
autenticado (art. 875º), pode realizar-se por simples documento particular
autenticado (art. 875.º), pode realizar-se por simples documento particular. A
exigência de forma escrita para o contrato-promessa não é naturalmente
preenchida com a simples outorga de um recibo de sinal.

Quanto á transmissão dos direitos e obrigações emergentes do contrato-


promessa, o art. 412º vem esclarecer que os direitos e obrigações emergentes
do contrato-promessa, que não sejam exclusivamente pessoais, se transmitem
por morte aos sucessores das apartes (nº 1), ficando a transmissão por acto
entre vivos sujeita ás regras gerais (n.º 2). Desta norma resulta que em
princípio a lei não reconhece ao contrato-promessa um cariz intuitu personae,
pelo que nada impede que, em caso de morte de uma das partes, o
cumprimento da obrigação respectiva seja exigido dos herdeiros ou seja
requerido pelos herdeiros do defunto. Caso, no entanto, as partes tenham
celebrado o contrato-promessa tomado em consideração especificamente a
pessoa do outro contraente, a própria natureza da relação impedirá a
transmissão por morte, ao abrigo do art. 2025.º´´.

“Importa salientar que o contrato-promessa pode ter por objecto, não a


celebração de outro contrato, de um negócio Juridico unilateral: por ex., duas
pessoa fazem entre si um acordo onde estipulam que uma delas passara a
outra determinada procuração em que esta também é interessada.

Os contrato-promessas tendentes a celebração dos actos unilaterais são pouco


frequentes, e dai a revelação do art.º 410º, que tem vista a generalidade dos
casos. Á aqueles contrato-promessas serão aplicáveis, por analogia, as
disposições dos art.º. 410º e segs., com necessárias adaptações.

Iniciadas negociações relativas a certo contrato (compra e venda,


arrendamento, sociedade, etc), os interessados chegam a entendimento sobre
o conteúdo desse contrato, por algum motivo, porém, não podem ou não

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querem proceder desde logo a celebração: v.g o contrato visado depende de
escritura pública e a preparação desta exige tempo, ou a negociação visa a
venda de um bem futuro e as partes consideram mais prudente fazer primeiro
simples promessa aonde definam claramente as características desse bem
futuro, e só depois o imediata vincula e para isso fazem o contrato-promessa.

O contrato-promessa é um acordo preliminar que tem por objecto uma


convecção futura. o contrato prometido. Mas em si é uma convecção completa,
que se distingue do contrato subsequente. Reveste em princípio, a natureza de
puri contrato obrigacional ainda que diversa seja a índole do contrato definitivo.
Gera uma obrigação de prestação de facto, que tem de particular consistir na
emissão de uma declaração negocial.

Trata-se de um pactum de contrahendo”( António Maria M. Pinheiro Torres,


2010:115).

3.2.2. Modalidades do contrato promessa.

Segundo O António Maria M. Pinheiro Torres (2010:118) contrato-promessa


pode ser bilateral e unilateral.

É bilateral (ou sinalagmático) se ambas as partes se obrigam a celebrar o


contrato definitivo.

Ex. A promete vender a B e este promete-lhe ceto imóvel por determinado


preço

É unilateral (ou não sinalagmático) se apenas umas das partes se obriga a


celebração.

Ex. Apenas A promete vender o imóvel a B, que fica livre de o comprar ou não.

As promessas bilaterais são de longe as mais frequentes. E também se


distingue o contrato-promessa unilateral do chamado pacto de opção, que
consiste no acordo em que uma das partes se vincula a respectiva declaração

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da primeira uma proposta irrevogável referido entendimento não mostra em
todo caso pacífico”.

“ o contrato-promessa unilateral pode ser remunerado, o que sucede sempre


que a outra parte assuma a obrigação de pagar ao promitente determinada
quantia como contrapartida pelo facto de se manter durante certo tempo
vinculado á celebração de um contrato(preço de imobilização).

Em qualquer caso, no contrato-promessa unilateral, a lei considera que o direito á


celebração do contrato definitivo apenas deve poder ser exercido dentro de um prazo
limitado, pelo que, sempre que as partes não o estipulem, é possível ao promitente
fixar á outra parte um prazo para o exercício do direito, findo o qual este caducará (art.
410º, nº 1) ” (Luís Manuel Teles de Menezes Leitão, 2010:224).

3.2.3. Disposições respeitantes a forma e á Substancia

Segundo António Maria M. Pinheiro Torres (2010:118) “Consoante determina o


art. 410º nº 1, aplicam-se ao contrato-promessa as normas disciplinadoras do
contrato prometido. Apenas se ressalvem os preceitos relativos a forma e os
que, pela sua razão de ser, não devem considerar-se-lhe extensivos. Vigora,
pois, o princípio de equiparação.

Significa o referido regime que o contrato-promessa, quanto aos requisitos e


efeitos, se encontra, viva de regra, submetido as normas respeitantes, aos
contratos em geral e á que sejam especificas do contrato prometido. Derivam
deste ultimo ponto varias ilações tais como: abrangem o contrato-promessa as
normas propiás do contrato prometido que eventualmente existam sobre
capacidade das partes, proibições de aquisição, interpretação e integração do
negócio, etc.

O contrato-promessa deve definir o conteúdo do contrato prometido, de


maneira a dispensarem-se ulteriores negociações para a sua celebração.

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Mas, como observamos, abrem-se duas excepções ao princípio da
equiparação: Uma referente á forma e outra aos preceitos que, pela sua razão
de ser, se mostrem inaplicáveis ao contrato-promessa.

Passamos a analisá-las:

Quanto a forma o contrato-promessa esta sujeito ao principio da


consensualidade expresso no art. 219º, e por isso, em regra é valido
independentemente da observância de quaisquer formalidades.

Há porém uma importante expção a assinalar, que corresponde alias aos casos
mais vulgares. Se a Lei exigir documento para o contrato prometido, é
necessário também documento particular, ainda que o contrato prometido
dependa de documento autentico ( art. 410, nº2). Assim, pode fazer-se por
documento particular a promessa de compra e venda de imóvel, que a lei
sujeita a escritura pública.

Isto patenteia bem o caracter autónomo da promessa, como convenção distinta


da que constitui seu objecto”.

3.2.4. Disciplina Jurídica do contrato promessa.

O contrato-promessa encontra-se regulado nos art. 410º a 413º, 441, 442, 755
nº 1, al f), e 830º do código civil. Alguns desses preceitos têm uma redação
diversa da originária, que resultou de dois diplomas sucessivos. Com efeito,
o legislador entendeu conveniente, em 1980, introduzir alterações na disciplina
do contrato-promessa. Reforma todavia, foi pouco feliz, de tal maneira que
sustentava certos autores que defendem que essas alterações

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designadamente as do art. 442º, e 830º. Quanto ao sinal e a execução
específica, deixaram incólume a anterior disciplina geral do instituto.

4. Efeitos do contrato promessa.

4.1. Eficácia real do contrato-promessa

Segundo António Maria M. Pinheiro Torres (2010: 143) “ Tratando-se de


promessa de alienação ou oneração de imoveis ou de móveis sujeitos a
registo, podem as partes atribuir-lhes eficácia real, tornando-a oponível a
terceiros, desde que no título da promessa façam uma declaração expressa
neste sentido e procedam a respectiva inscrição no registo e a outra inovação
introduzida pelo código de 1966: art. 413º, nº 1 (na redação do dec-lei nº
379/86). A promessa deveria segundo os casos, constar de escritura pública ou
de documento particular com reconhecimento de assinatura.

Suponha-se que A promete vender a B um prédio, e antes de cumprida a


promessa, o vende a C. A promessa foi atribuída eficácia real. Se a venda a C
for registada antes de se inscrever no registo a promessa, prevalecerá sobre
esta, tudo se passando como se a promessa fosse puramente obrigacional,
nos termos declarados precedentes. Se der a inversa, sendo a promessa
registada antes de o ser venda, prevalecerá a primeira sobre a segunda” .

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4.2. Eficácia meramente obrigacional do contrato-promessa

O contrato-promessa tem eficácia meramente obrigacional, cria para o


promitente a obrigação de contratar, ou seja a obrigação de emitir a declaração
de vontade correspondente ao contrato prometido (Almeida Costa).

5. A Execução Específica

Conforme se referiu, Antunes varela, citado por Luís Manuel Teles de Menezes
Leitão (2010:225), no contrato-promessa os promitentes vinculam-se a uma
prestação de facto jurídico. Esta é incoercível, não podendo o devedor ser
coagido pela força a emitir a declaração negocial a que se obrigou. No entanto,
a lei admite a execução específica desta obrigação, que consiste em o devedor
ser substituído no cumprimento, obtendo o credor a satisfação do seu direito
por via judicial. Neste caso, a execução específica consistirá em o tribunal
emitir uma sentença que produza os mesmos efeitos jurídicos da declaração
negocial que não foi realizada, operando-se assim a constituição do contrato
definitivo.

A execução específica da obrigação de contratar encontra-se prevista no artigo


830 do código civil. Desta norma resulta então que o não cumprimento da
promessa atribui á outra parte o direito a recorrer a execução específica.

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4. Capitulo

6. Conclusão

Como decore do que ficou exposto, o contrato-promessa é um contrato


preliminar, é um contrato posterior, de natureza principal.

Tendo como requisitos, os mesmos exigidos para o principal, sendo esta uma
manifestação do princípio da equiparação. Sendo que este contrato pode ser
Bilateral e unilateral

Foi igualmente importante observar que o princípio da consensualidade,


mesmo no domínio do direito das obrigações tem uma justificação e um
fundamento de liberdades de celebração do negócio e por outras a liberdade
de estipulação em que as partes podem fixar livremente o conteúdo do
negócio.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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Coimbra editora, 2010.

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