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ATIVAR OU 
NÃO ATIVAR O 
POWER HOUSE 
DURANTE AS 
AULAS? 
 
JANAÍNA CINTAS 
Janaína Cintas
Ativar ou não ativar o Power House
Parte 1

Antes de iniciar a leitura deste "polêmico" artigo, eu tenho três coisas


importantes para te falar:

1) Não confie em mim. Confie na ciência. Sempre desconfie,


pesquise e estude. O que eu apresento aqui não é uma verdade
absoluta e imutável, entretanto, eu trago pesquisas e referências
bibliográficas novas sobre o tema, que podem em algum momento
causar espanto, mas tudo bem, não precisa mudar sua forma de
trabalho agora. Sugiro uma leitura mais aberta neste momento
para a quebra de possíveis paradigmas.

2) Eu vou abordar este tema com mais profundidade nos dias 17 e


18 de Setembro, às 22h através de webinários que serão
transmitidos gratuitamente pela internet. Será um ​Workshop
Online de Biomecânica do Pilates​. A inscrição é gratuita por
este link: ​http://bit.ly/aulabiomecanicapilates

3) Este material é gratuito​, mas se quiser me "pagar" a melhor


forma é compartilhando este PDF entre seus colegas pelo
WhatsApp, pois desta forma você me ajuda a continuar divulgando
meu trabalho e ajudando mais profissionais.

Boa leitura!
Janaína Cintas
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Ativar ou não ativar o Power House
Parte 1

Estabilidade Lombo Pélvica: Pilates é eficiente para trabalhar a


habilidade?
Neste texto vamos falar de um tema que eu particularmente gosto
e estudo bastante: a estabilização segmentar. Mas antes de mais
nada, precisamos compreender exatamente como funciona o
conceito de estabilidade para a física.
A estabilidade é definida como:

MOBILIDADE
X
RIGIDEZ
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Estabilização Segmentar
Profissionais de áreas como fisioterapia, educação física, medicina,
e outras profissões do movimento, tratam a estabilização
segmentar como um princípio útil para a prevenção, reabilitação e
treinamento. A ​estabilidade do núcleo​ é considerada como
processo resolutivo para disfunções na metade inferior do tronco.

Contudo, espantosamente, poucos a questionam cientificamente.

O núcleo, power house ou core, é formado pelo músculo transverso


do abdômen, responsável pelo reflexo antecipatório postural do
tronco. Paul Hodges, em uma de suas pesquisas observou que o
Transverso do Abdômen (TrA) se contrai 5 milissegundos antes de
tirarmos os membros superiores da inércia, pesquisa depois
repetida com os membros inferiores.
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O importante é que por ser o músculo mais profundo do tronco, e


por ser responsável pelo Reflexo Antecipatório Postural, ele forma
a parte mais profunda do núcleo de estabilização (CS), os
músculos profundos posteriores do tronco – mais especificamente
o multifideo – o assoalho pélvico fechando o sistema inferiormente,
além do diafragma torácico como teto deste sistema.

Este sistema funciona por diferença pressórica, ou seja, quando o


diafragma se contrai, abaixando-se, ocorre um aumento de pressão
intra-abdominal (PIA), gerando assim, uma alavanca de flexão
pré-compensada por uma alavanca de extensão. As duas
alavancas no tronco geram uma estabilização do mesmo por
compressão.
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Simplificadamente está aí a teoria da estabilização proposta por


Hodgesm trazida tão fortemente para dentro do Pilates, como do
Treinamento Funcional.

Eyal Ledeman foi a primeira a reexaminar o princípio da


estabilidade de núcleo em um artigo extremamente importante de
2009. Ledeman utilizou-se de diversas pesquisas de variados
autores sobre a proposta objetivando plausíveis explicações para
tal questão. Ela reexaminou os princípios da:

● Estabilidade Segmentar Central


● Estabilização da Coluna Vertebral

O primeiro cientista a investigar sobre a estabilidade da coluna


lombar foi Bergmark, um engenheiro mecânico, em 1989, através
de um modelo elasto-estático da coluna. O elasto seriam os
músculos do tronco que gerariam rigidez – o que gerariam rigidez,
o que estabilizaria a ​coluna​ – e o estático indica que o modelo
estudado por Bergmark seria a coluna dentro: a estática.
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Subsistemas de Estabilização

Panjabi em 1992 incluiu 3 subsistemas:

1. Subsistema Passivo de Estabilização:​ ligamentos, tendões,


discos intervertebrais e as próprias vértebras. Por ainda
precisar garantir movimento, esse subsistema deixa uma área
de frouxidão ao redor da vértebra onde ocorrem boa parte das
lesões.
2. Subsistema Ativo da Coluna:​ para diminuir essa área de
frouxidão é preciso utilizar as musculaturas.
3. Subsistema Neural:​ é preciso utilizá-lo para o sistema
nervoso controlar os ​movimentos​ e realizá-los com precisão.

Esses 3 subsistemas para Panjabi deveriam atuar em sinergia. A


ativação muscular é especialmente importante para controlar a
mecânica articular e impedir uma lesão. Notem que falei em
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ativação muscular, não força. Falaremos mais a respeito disso à


frente.

Esses pacientes têm dificuldades para recrutar os músculos


estabilizadores da coluna, que muitas vezes é combinada com
fraqueza de musculatura profunda. É claro que o subsistema neural
não deixa o corpo parar de se mover por causa disso. Assim,
ocorre um processo de ​substituição compensatória​.

O movimento passa então a ser realizado por musculaturas que


não tinham essa função a princípio, porém no corpo humano a
conta não é tão matemática assim.
Lederman também avaliou como esses princípios se encaixam em
um conhecimento mais amplo do controle motor. O princípio da
estabilidade de núcleo (CS) foi derivado de estudos de Hodges e
Richardson, 1996, 1998 conforme já citado anteriormente, porém
mais adiante demonstraram uma mudança no tempo inicial da
contração dos músculos do tronco em indivíduos portadores de dor
lombar crônica (CLBP), ou seja, os portadores de dor lombar
crônica teriam um atraso nessa ativação do núcleo (CS).

Esses achados e crenças gerais sobre a importância dos músculos


abdominais, sobretudo o músculo Transverso do Abdômen (TsA),
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trouxeram fortes influências para o Pilates e o Treinamento


Funcional. O TrA tem várias funções na postura vertical e a
estabilidade é somente uma. Mas a função está em sinergia com
todos os outros músculos que compõem a parede abdominal e
além (Hodges et al., 1997, 2003, Sapford et al., 2001).

A musculatura atua no controle da pressão na cavidade abdominal


aumentando a rigidez para a estabilidade das vértebras, além do
tensionamento da fáscia toraco-lombar. O TrA também atua na
vocalização, respiração, defecação, vômitos, etc. (Misuri et al.,
1997).

LOGO, SURGE ASSIM A INSTABILIDADE LOMBO PÉLVICA


COMO A GRANDE VILÃ CAUSADORA DA DOR LOMBAR!
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Instabilidade Lombo Pélvica


Como vimos acima, nem todos os indivíduos possuem a habilidade
de ativar ​musculaturas​ profundas da coluna para sua estabilização.
Isso acontece especialmente no segmento lombar da articulação,
gerando instabilidade, lesão e dor.

Precisamos ficar atentos a um detalhe da estabilidade lombar: ela é


realizada por musculaturas profundas da coluna. Portanto,
dificilmente conseguimos falar para um aluno “ative os multífidos” e
ter algum resultado desse comando.

Em primeiro lugar, imagino que seu aluno sequer sabe que


musculatura é essa, onde está localizada e sua função. Em
segundo lugar, o corpo não trabalha com a ativação muscular
isolada.
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Além disso, boa parte dos indivíduos que já têm dor lombar
possuem uma dificuldade de ativação que não está relacionada à
fraqueza diretamente. Sua ativação muscular acontece atrasada,
depois do movimento já ter iniciado. É um problema de ​feedforward
que vai além de ter músculos fortes ou fracos.
Pensemos em um movimento importante da coluna lombar, como
se inclinar para frente. Nesse movimento de flexão, precisamos de
uma combinação de estabilidade e mobilidade que envolve flexão
lombar e inclinação da pelve. As duas articulações precisam
trabalhar em conjunto para não surgir dor.

Vamos pensar um pouco mais profundamente: ​Será que não


superestimamos a ativação do core ou do power house
durante todo esse período?
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1. Será que existe ativação funcional específica para músculos


locais e outra para músculos globais?
2. Será que conseguimos ativar o core isoladamente?
3. Será que o TrA é o músculo mais importante para a
estabilização do tronco?

A dor lombar será tratada com a melhora do tempo de ativação do


TrA, ou ainda, se o mantivermos ativados o tempo inteiro.
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Mas, quão essencial é o TrA para a


Estabilização da Coluna Vertebral?

Uma maneira de avaliarmos a ineficácia da ativação do core, ainda


que possível, basta observarmos as condições onde o músculo
está danificado ou submetido a um estresse mecânico anormal.
Isso fragilizaria o sistema de estabilização submetendo o indivíduo
ao desenvolvimento da ​dor lombar​.

A gravidez é uma situação fisiológica que nos levarias a fragilidade


da estabilização, já que o músculo TrA, além de todos os músculos
da faixa abdominal estarão:
● Com seu alongamento muito além da curva de comprimento x
tensão
● Com perdas de força e incapacidade de estabilizar a pelve
contra resistência (Fast et al., 1990; Gilleard e Brown, 1996).
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Em estudo de 2006 os efeitos de uma abordagem


cognitivo-comportamental foram comparados com fisioterapia
clássica na dor pélvica e lombar, imediatamente após o parto por
Bastiaenen et al., onde 869 mulheres grávidas participariam da
pesquisa.

No entanto, 635 mulheres foram excluídas, pois mais da metade de


amostrar obteve sua recuperação espontânea e sem qualquer tipo
de intervenção após o parto para a dor lombar.

A recuperação dessas mulheres aconteceu em um período em que


os músculos abdominais estavam fora da sua curva de
comprimento X tensão, ou seja, com pouca capacidade de
contração e, portanto, sem estabilização (Gilleard e Brown, 1996).
No entanto, esse foi um período em que a dor lombar foi
absurdamente reduzida, sem nenhuma intervenção.

Como pode a dor lombar e pélvica ter melhorado durante um


período de profunda ineficiência muscular abdominal? Por quê a
coluna vertebral não colapsa? A relação entre os músculos
abdominais e a estabilidade da coluna foi superestimada?
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Este estudo concluiu que há poucas evidências de que os


problemas localizados da mecânica musculoesquelética, incluindo
a estabilidade da coluna, que desempenha um papel no
desenvolvimento da dor lombar durante a gravidez.

Outro período interessante para nós, sobre o papel dos músculos


abdominais e estabilização, é imediatamente após o parto. No
pós-parto, o músculo abdominal demora cerca de 4 a 6 semanas
para retornar das mudanças de comprimento e para o controle
motor se reorganizar.

O reto abdominal, por exemplo, leva cerca de 4 semanas após o


parto para retomar seu comprimento. A estabilidade pélvica só se
normaliza após cerca de 8 semana (Gilleard e Brown, 1996).
Espera-se que, durante esse período, não haveria estabilização do
núcleo. Talvez, esse fator aumentaria a probabilidade de
aparecimento da dor lombar?
Não foi demonstrado no estudo.

Nos estudos originais, diferenças de tempo de início de CS entre


indivíduos assintomáticos e pacientes com CLBP (dor lombar
crônica) foram cerca de 20ms.
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Ou seja, uma quinquagésima diferença (Hodges e Richardson,


1996, 1998; Radebold et al., 2000).

Deve-se notar que as questões não se referem a força, mas


atrasos no tempo de contração. Tais atrasos estão muito além do
controle consciente do ​paciente​ e as capacidades clínicas do
terapeuta para testar ou alterá-los.
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Controle Motor de Movimento

O controle motor do movimento é composto de vários fatores


subjacentes que incluem:

1. Força
2. Velocidade
3. Alcance
4. Resistência – Grupo Paramétrico de Habilidades
5. Co Contração
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6. Ativação Recíproca

Esses fatores representam o nível de controle sinérgico. E para as


habilidades motoras mais complexas, incluem ainda:

1. Coordenação
2. Equilíbrio
3. Tempo de Transição entre Diferentes Atividades
4. Relaxamento Motor

Todos esses componentes motores atuam durante o movimento. E


ao alterar um, todos os outros fatores de controle também
mudarão. (Lederman E, Reabilitação neuromuscular em terapia
manual e física, 2010. London, Elsevier).

Além disso, nenhum estudo até o momento demonstrou que o


exercício de estabilidade de núcleo irá redefinir o tempo de início
da contração do núcleo em pacientes com CLBP.
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Há mais confusão sobre a questão da força do tronco e sua relação


com a dor lombar e prevenção de lesões. O que sabemos é que o
controle muscular do tronco deficitário, incluirá perdas de força,
consequências na CLBP e não vice-versa.

Os níveis de Co contração no tronco são mantidos em níveis


baixos, suficientes para as atividades de vida diária. Um aumento
nesta atividade elétrica não parece ser uma boa estratégias pois
aumentará a força de compressão no disco, a rigidez do tronco,
além de consumir mais energia.

Tanto a produção motora quanto o recrutamento de músculos são


extensivos (Hodges et al., 2000; Cholewicki et al., 2002,
interferindo em todo o corpo. O treinamento focado em um único
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músculo é muito difícil. A ativação específica do músculo não existe


e a ativação central se dá para a função. Se você traz a mão para a
boa, o sistema nervoso “pensa” na mão e não em flexionar o
bíceps, depois os peitorais, etc.

Porém, se a mão estiver no bolso, provavelmente outro esquema


de ativação central será ativado especificamente para essa função.
Os músculos realizam sua ativação de forma dependente da
função para qual ele está designada no momento, afim de
promover economia energética para todo sistema.

O controle muscular único é relegado na hierarquia dos processos


motores para os centros do motor espinhal. É um processo que
está distante do controle consciente.

Na verdade, demonstrou-se que ao tocar os tendões do reto


abdominal, oblíquo externo e oblíquo interno, as respostas reflexas
de estiramento evocadas podem ser observadas no músculo, mas
também se espalham extensivamente aos músculos da faixa
abdominal.

Isso sugere que o feedback sensorial e o controle reflexo dos


músculos abdominais estão funcionalmente relacionados. Portanto,
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seria impossível separá-lo pelo esforço consciente. Isso torna


impossível contrair um único músculo ou grupo específico, mesmo
com treinamento extensivo (Beith et al., 2001).

De fato, não há apoio da pesquisa de que o TrA pode ser ativado


singularmente (Cholewicki et al., 2002).

Sendo assim, em 2007 Garcia, Elvira, Brown, Grenier, além de


McGill chegaram a conclusão de que o abdominal ”hollowing” – o
abdominal clássico – não ativa, tão pouco estabiliza a coluna. E
que para a estabilização da coluna possa acontecer outros fatores,
são de extrema importância.

Dessa forma, Lederman em 2010 e Hibbs et al em 2008 concluem


que a classificação em músculos profundos (estabilizadores) e
superficiais, não possuem critério funcional, e que ainda que fosse
possível executar essa contração isoladamente, não estaríamos
prevenindo ou tratando a dor lombar, evitando movimentos de
compensação na mesma.

Isso é mais uma crença dentre os profissionais do movimento,


pois não existe evidência científica para essa afirmação.
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A ativação dos músculos do tronco depende da tarefa à qual estão


sendo designados no momento. A estabilização do tronco é
garantida por atividade sinérgica muscular de direção específica
que incluem outros músculos que se encontram fora do power
house. Mc Guill 2010, 2013, Tarnanen SP et al 2012, Franca FR et
al 2010.

Sobre a ativação dos músculos do tronco, percebam que aqui


deixei de falar em estabilização do núcleo (CS) pois já sabemos
que o sistema nervoso central ativará os músculos que serão
necessários para realizarmos uma tarefa. Portanto, nossos treinos
deveriam ser focados nos exercícios que buscam a funcionalidade
para o dia-a-dia de cada aluno.

Um exercício de Sit Up (sentar e levantar) em uma simples cadeira,


pode ser um ​ótimo exercício​ de controle de tronco para uma
senhora de 86 anos com histórico de sedentarismo. Por outro lado,
esse exercício é completamente ineficaz para uma jovem atleta.

Percebam que a estabilização segmentar é um tema mais profundo


que o proposto por Paul Hodges, sendo que o próprio já assumiu
que seu conceito do core acaba por gerar troncos rígidos. Quanto
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maior a rigidez de um tronco, menor a funcionalidade que o corpo


terá.

Confira abaixo uma entrevista de Paul Hodges sobre a falta de


entendimento do power house:
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Mas, e o Power House no Pilates?


Ah, o Método Pilates foi desenvolvido pelo genial ​Joseph Pilates
durante a primeira guerra mundial, e a proposta de estabilização
segmentar foi trazida por Hodges.

Será que Joseph chegou a conhecer Hodges? Estudar seus artigos


científicos?

Como Joseph Pilates não se encontra mais vivo, cada discípulo de


1ª geração falou sua língua e transmitiu seu conhecimento, e só
temos Lolita San Miguel viva. Essa questão do power house
tornou-se uma questão de telefone sem fio, sem nenhuma
evidência científica. Tão pouco uma citação de Joseph em seus
livros…

Estamos falando de ciência, e quero deixar claro aqui que


reverencio todos os mestres do maravilhoso Método Pilates, que
tanto amamos.

Em um próximo artigo continuaremos a nossa deliciosa viagem


pela ​busca científica​, pela busca da verdade, e pela resposta para
essa questão.
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Se você gostou deste material e quer discutir mais a respeito, eu


convido você a participar do nosso workshop clicando no banner
abaixo.
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