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DEZ 1996 NBR 13756


Esquadrias de alumínio - Guarnição
elastomérica em EPDM para vedação -
ABNT-Associação
Brasileira de
Especificação
Normas Técnicas

Sede:
Rio de Janeiro
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NORMATÉCNICA

Origem: Projeto 02:119.01-001:1996


CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção Civil
CE-02:119.01 - Comissão de Estudo de Componentes de Esquadrias de Alumínio
NBR 13756 - Aluminium doors and windows, EPDM elastomeric extruded gasket
sealing
Descriptors: Aluminium. Doors and windows. Gasket sealing
Copyright © 1996, Válida a partir de 31.01.1997
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil Palavras-chave: Alumínio. Esquadria. Guarnição de vedação 8 páginas
Todos os direitos reservados

Sumário Esta Norma inclui os anexos A e B, de caráter normativo, e


Prefácio os anexos C e D, de caráter informativo.
1 Objetivo
2 Referências normativas 1 Objetivo
3 Definição
4 Requisitos Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para
5 Tolerâncias dimensionais composto e guarnição elastomérica em EPDM para vedação
6 Armazenagem de esquadrias de alumínio para usos interno e externo.
7 Amostragem
8 Aceitação e rejeição 2 Referências normativas
ANEXOS
A Figuras das tolerâncias dimensionais As Normas relacionadas a seguir contêm disposições que,
B Método de ensaio para determinação da resistência ao ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para
esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no
envelhecimento acelerado
momento desta publicação. Como toda Norma está sujeita
C Incompatibilidade dos elastômeros com outros materiais
a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com
D Tabela comparativa das características do EPDM com
base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as
outros elastômeros
edições mais recentes das normas citadas a seguir. A
ABNT possui a informação das normas em vigor em um
Prefácio dado momento.

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o EB-362:1974 - Sistema de classificação de materiais


Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, elastoméricos vulcanizados para aplicações gerais
cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros
NBR 6565:1988 - Elastômero vulcanizado - Deter-
(CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS),
são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas minação do envelhecimento acelerado em estufa - Mé-
todo de ensaio
por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo
parte: produtores, consumidores e neutros (universidades,
laboratórios e outros). NBR 7199:1988 - Projeto, execução e aplicações -
Vidros na construção civil - Procedimento

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos NBR 7318:1982 - Elastômero vulcanizado para uso
CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre os as- em veículos automotores - Determinação da dureza -

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CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre os as- em veículos automotores - Determinação da dureza -
sociados da ABNT e demais interessados. Método de ensaio
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2 NBR 13756:1996

NBR 7462:1992 - Elastômero vulcanizado - Determina- manchas, rebarbas, cortes, fissuras ou qualquer outra
ção da resistência à tração - Método de ensaio imperfeição que possa interferir negativamente na sua
utilização.
NBR 8116:1983 - Alumínio e suas ligas - Tolerâncias
dimensionais de produtos extrudados - Padronização A guarnição pode conter emendas no processo de fa-
bricação, porém estas não devem prejudicar suas caracte-
NBR 10025:1987 - Elastômero vulcanizado - Ensaio rísticas físicas e mecânicas.
de deformação permanente à compressão - Método de
ensaio A cor da guarnição deve ser preta.

NBR 10435:1988 - Borracha natural - Determinação


A dureza da guarnição deve ser indicada pelo comprador,
do teor de cinzas - Método de ensaio
atendendo a faixa conforme a tabela 1.
ASTM 1171:1994 - Standard test method for rubber
deterioration - Surface cracking outdoor or chamber As guarnições devem possuir as dimensões nominais do
projeto e atender as tolerâncias de acordo com a seção 5.
ASTM D3677:1994 - Standard test methods for rubber
- Identification by infrared spectrophotometry O tipo de polímero CA deve estar de acordo com a EB-362.

3 Definição As dimensões dos encaixes dos perfis de alumínio devem


atender as tolerâncias dimensionais da NBR 8116.
Para os efeitos desta Norma, aplica-se a seguinte definição.
As espessuras dos vidros devem atender as tolerâncias
3.1 guarnição de vedação: Produto elastomérico maciço
dimensionais da NBR 7199.
ou não, vulcanizado, destinado à vedação de partes ex-
ternas e internas de esquadrias de alumínio.
4.2 Específicos

4 Requisitos
4.2.1 Composto

4.1 Gerais
As características físico-mecânicas e seus requisitos estão
A guarnição deve ter superfície uniforme e homogênea, especificados na tabela 1.
isenta de materiais estranhos que possam interferir na sua
utilização. 4.2.2 Guarnições

A guarnição deve apresentar estrutura uniforme isenta de As características físico-mecânicas e seus requisitos estão
falhas, tais como poros, materiais mal dispersos, bolhas, especificados na tabela 2.

Tabela 1 - Características físico-mecânicas do composto

Características Método de ensaio Unidade Valores-limite

Dureza Shore A NBR 7318 Pontos 60 a 70

1)
Tensão de ruptura NBR 7462 MPa Mínimo 7

Alongamento à ruptura NBR 7462 1)


% Mínimo 250

2)
Deformação permanente à compressão NBR 10025 % Máximo 35

Variação da dureza Shore A NBR 6565 3)


Pontos -1 a + 10

3)
Variação da tensão de ruptura NBR 6565 % Máximo - 35

3)
Variação do alongamento à ruptura NBR 6565 % Máximo - 50

Resistência ao ozônio ASTM 1171 4)


Índice de fendilhamento 0

Teor de cinzas (calcinação) NBR 10435 % Máximo 7

1)
O corpo de prova deve obedecer ao modelo 1.
2)
Método B - exposição durante 22 h, a 70°C.
3)
Envelhecimento acelerado em estufa; exposição durante 70 h, a 70°C.
4)
Exposição durante 70 h, a 40°C, 50 ppcm sobre mandril, avaliação conforme Método B.

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Tabela 2 - Características físico-mecânicas das guarnições

Propriedades Método de ensaio Requisitos

Variação de carga de ruptura no envelhecimento anexo B Máximo ± 25%

Variação de alongamento no envelhecimento anexo B Máximo - 50%

1)
Resistência ao ozônio ASTM 1171 Não fendilhar

Identificação do elastômero ASTM D 3677 EPDM

Teor de cinzas NBR 10435 Máximo 7%

1)
Exposição durante 70 h, a 40 o
C, 50 ppcm sobre mandril, avaliação conforme Método B.

5 Tolerâncias dimensionais O fabricante deve colocar à disposição do comprador, ou


seu representante, os equipamentos e pessoal especializado
Para as medidas das seções transversais (ver anexo A) de para a realização dos ensaios, gabaritos de controle dimen-
todos os artefatos extrudados, são válidas as seguintes sional ou outros equipamentos conforme sua rotina normal
classes de tolerâncias: de controle de qualidade, ou fornecer laudos que comprovem
as características do composto e guarnição.
a) classe E1: grau de precisão fino, para perfis sólidos
de seções simples; O comprador ou seu representante deve ser avisado, com
antecedência mínima de dez dias corridos, da data de início
b) classe E2: grau de precisão médio, para perfis tubu- das operações de recepção do material encomendado.
lares sólidos complexos;
Caso o comprador ou seu representante não compareça na
c) classe E3: grau de precisão grosso, para perfis tu- data estipulada para acompanhar os ensaios de recebi-
bulares complexos. mento, deve o fabricante proceder aos ensaios e demais
providências conforme estabelece esta Norma.
As medições devem ser realizadas com projetor de perfil ou
qualquer outro instrumento de precisão. Todo o fornecimento de guarnição deve ser dividido em
lotes conforme corrida produtiva do composto.
Os desvios admissíveis para todas as dimensões das se-
ções transversais estão especificados na tabela 3. De cada lote do composto deve ser separada uma amostra
para realizar os ensaio conforme a tabela 1.
6 Armazenagem
De cada lote formado de guarnições deve ser separada a
Devem ser observadas as seguintes condições: amostra para inspeção dimensional, conforme especificado
na tabela 4, não sendo necessários ensaios para lotes
a) local seco e livre de exposições solares, chuvas e menores que 25 m.
sujeiras, recomendando-se estar ventilado;
Todas as amostras de guarnições formadas conforme espe-
b) empilhamento adequado com o volume armazenado; cificado na tabela 4 devem ser verificadas quanto às di-
mensões nominais do projeto e ao atendimento às tolerân-
c) nos casos em que a embalagem ocasionar alguma cias especificadas na tabela 3.
distorção à guarnição, deve-se armazená-la estendida
e no comprimento de sua utilização. As amostras de guarnição aprovadas na verificação dimen-
sional devem ser submetidas aos ensaios destrutivos, for-
NOTAS mando lotes conforme especificado na tabela 5, não sendo
necessários ensaios para lotes menores que 90 m.
1 O bom desempenho das guarnições de borracha é grandemente
influenciado pelo seu correto armazenamento. 8 Aceitação e rejeição

2 Devem ser fornecidas pelo fabricante as instruções para o Quando o número de unidades não conformes encontradas
transporte, armazenamento e manuseio, dependendo do tipo, da na amostra for igual ou menor que o número de aceitação
forma, dos tamanhos e da quantidade. (Ac), indicado nas tabelas 4 ou 5, o lote de inspeção do qual
foi retirada a amostra deve ser aceito.
3 As guarnições, quando do seu fornecimento em rolos ou bobinas,
sendo amarradas, não devem apresentar defeitos ou deformações. Quando o número de unidades não conformes encontradas
na amostra for igual ou superior ao número de rejeição
7 Amostragem (Re), indicado nas tabelas 4 ou 5, o lote de inspeção do qual
foi retirada a amostra deve ser rejeitado.
Recomenda-se que a inspeção seja efetuada na fábrica,
mas pode ser realizada em local escolhido previamente e O composto deve ser aceito se atender as características

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mas pode ser realizada em local escolhido previamente e O composto deve ser aceito se atender as características
em comum acordo entre fabricante e comprador. físico-mecânicas, conforme a tabela 1.
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4 NBR 13756:1996

O lote de guarnições deve ser aceito se forem atendidas as Quando da aprovação feita pelo comprador ou seu re-
tolerâncias dimensionais conforme a tabela 3 e as caracte- presentante, o relatório de inspeção deve ser dado tão logo
rísticas físico-mecânicas conforme a tabela 2, amostradas os ensaios e a análise dimensional estejam concluídos.
conforme tabelas 4 ou 5, respectivamente.

Tabela 3 - Medidas de seções transversais


Dimensões em milímetros

Faixa de dimensões nominais (N) Classe E1 Classe E2 Classe E3

0 <N = 2,5 ± 0,20 ± 0 ,35 ± 0,50

2,5 < N = 4,0 ± 0,25 ± 0,40 ± 0,70

4,0 < N = 6,3 ± 0,35 ± 0,50 ± 0,80

6,3 < N = 10 ± 0,40 ± 0,70 ± 1,00

10 <N = 16 ± 0,50 ± 0,80 ± 1,30

16 <N = 25 ± 0,70 ± 1,00 ± 1,60

25 <N = 40 ± 0,80 ± 1,30 ± 2,00

1)
40 <N = 63 ± 1,60 ± 2,50

1)
63 <N = 100 ± 2,00 ± 3,20

1)
Os limites devem ser acordados entre o fabricante e o comprador.

NOTAS

1 No caso de perfis ocos (tubulares), ou perfis com seções transversais complexas, recomenda-se aplicar as tolerâncias da classe E2 ou
E3.

2 Para perfis sólidos maciços, devem-se aplicar as tolerâncias da classe E1.

3 As tolerâncias especificadas nesta tabela não são aplicáveis para guarnições esponjosas.

Tabela 4 - Plano de amostragem para inspeção dimensional

Guarnição
Tamanho do lote Tamanho da amostra
Ac Re

26 a 50 8 0 1

51 a 280 32 1 2

281 a 500 50 2 3

501 a 1200 80 3 4

NOTA - Cada unidade de guarnição equivale a 1 m.

Tabela 5 - Plano de amostragem para ensaios destrutivos

Guarnição
Tamanho do lote Tamanho da amostra
Ac Re

91 a 1200 5 0 1

NOTA - Cada unidade de guarnição equivale a 1 m.

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/ANEXO A
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Anexo A (normativo)
Figuras das tolerâncias dimensionais

As figuras A.1 e A.2 exemplificam as tolerâncias dimen- E1 (guarnições sólidas) e para a classe E2 (guarnições
sionais conforme as medidas das seções transversais (ver tubulares).
tabela 3) para a aplicação das guarnições para a classe

Dimensões em milímetros

Figura A.1 - Guarnição sólida - Classe E1


Dimensões em milímetros

Figura A.2 - Guarnição tubular - Classe E2

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/ANEXO B

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Anexo B (normativo)
Método de ensaio para determinação da resistência ao envelhecimento acelerado

B.1 Princípio B.5 Expressão dos resultados

Os corpos-de-prova, após envelhecimento acelerado em Os resultados do ensaio são calculados conforme descrito
estufa, são submetidos à tração, a fim de se determinar a a seguir.
alteração da resistência comparativamente àquela do estado
original.
B.5.1 Variação da carga de ruptura

B.2 Aparelhagem
Ce Co

Vc = x 100
B.2.1 Máquina universal de ensaio, com velocidade cons- Co
tante de separação das garras.
onde:
B.2.2 Dispositivo de medida de alongamento manual ou
automático, com aproximação de ± 1mm. V c é a variação da carga de ruptura, em porcentagem;

B.2.3 Estufa ventilada com circulação forçada de ar, capaz


o Ce é a mediana da carga de ruptura dos cinco corpos-
de manter a temperatura de 70 C, com variação máxima de
de-prova envelhecidos, em newtons;
± 2 o C.

Co é a mediana da carga de ruptura dos cinco corpos-


B.3 Preparação de corpos-de-prova
de-prova originais, em newtons.

B.3.1 Devem ser preparados dez corpos-de-prova da mes-


B.5.2 Variação do alongamento de ruptura
ma amostra, sendo cinco corpos-de-prova para ensaio no
estado original e cinco após envelhecimento.
Ae − Ao
Va = x 100
B.3.2 Os corpos-de-prova devem ser extraídos do perfil, Ao
sem levar em consideração sua configuração ou área com
comprimento longitudinal de (100 ± 10) mm.
onde:

B.4 Procedimento
V a é a variação do alongamento de ruptura, em por-
centagem;
B.4.1 Os corpos-de-prova originais devem ser ensaiados
o
após condicionamento a (23 ± 2) C, durante 24 h. Os corpos-
de-prova envelhecidos devem ser mantidos em estufa a Ae é a mediana do alongamento de ruptura dos cinco
(70 ± 2) C, durante (70 ± 0,5) h, e a seguir condicionados a
o
corpos-de-prova envelhecidos, em porcentagem;
(23 ± 2) C, durante 24 h.
o

Ao é a mediana do alongamento de ruptura dos cinco


B.4.2 Os corpos-de-prova, tanto para o ensaio da amostra corpos-de-prova originais, em porcentagem.
original, como após o envelhecimento, devem ser marcados
com dois traços paralelos, distanciados em (25 ± 0,5) mm e B.6 Relatório de ensaio
normais ao eixo longitudinal do corpo-de-prova. A tinta utili-
zada na marcação não deve afetar o corpo-de-prova.
No relatório de ensaio devem constar:

B.4.3 O corpo-de-prova deve ser preso pelas extremidades a) descrição da amostra;


nas garras do dinamômetro. A colocação dos corpos-de-
prova na máquina deve ser de forma simétrica, de modo
que a tensão se distribua uniformemente em qualquer seção b) data de ensaio;
transversal. Ensaiar à tração, com velocidade de separação
das garras de (500 ± 50) mm/min e temperatura ambiente c) mediana dos valores originais e envelhecidos;
de (23 ± 2) o C.
d) alteração da carga e do alongamento de ruptura;
B.4.4 No momento da ruptura, registrar os valores de carga
e a distância entre as marcas de referência. e) referência a esta Norma.

/ANEXO C

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Anexo C (informativo)
Incompatibilidade dos elastômeros com outros materiais

C.1 Produtos recomendados - diesel;

Os produtos a seguir não atacam as guarnições: - ácido sulfúrico;

- glicerina pura ou diluída em álcool; - tetrabromometano;

- emulsão de silicone; - tricloroetileno;

- sabão neutro; - selantes de silicone;

- talco industrial; - etilbenzeno;

- estearato de zinco. - etilpentaclorobenzeno;

C.2 Produtos não compatíveis - fluorobenzeno;

Os produtos a seguir atacam as guarnições: - gasolina/petróleo;

- vaselina; - ácido fluorídrico;

- combustível em geral; - óleo mineral;

- solvente; - monoclorobenzeno;

- ácido diluído; - nafta;

- querosene; - gás natural;

- lubrificantes sintéticos; - ácido nítrico;

- benzeno; - thiner;

- clorofórmio; - tolueno/toluol.

/ANEXO D

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Anexo D (informativo)
Tabela comparativa das características do EPDM com outros elastômeros

A tabela D.1 compara as características variáveis do EPDM


com outras borrachas.

Tabela D.1 - Comparação das características

Características EPDM
1)
NR
2)
SBR
3)
BR
4)
CR
5)
NBR
6)
BBR
7)

Peso específico 0,86 0,92 0,94 0,91 1,23 0,98 0,92

Velocidade de cura Rápida - Lenta Rápida Rápida Rápida Rápida Rápida Lenta

Absorção de cargas Boa Ruim Ruim Regular Ruim Ruim Péssima

Resistência às intempéries Excelente Ruim Ruim Ruim Regular Ruim Ruim

Resistência aoExcelente Péssima Ruim Ruim Regular Ruim Ruim


envelhecimento pelo calor

Resistência ao vapor Excelente Regular Regular Regular Péssima Regular Boa

Resistência aos ácidos Excelente Regular Regular Regular Ruim Regular Boa

Resistência às bases Excelente Regular Regular Regular Ruim Regular Boa

Resistência aos óleos Péssima Péssima Péssima Péssima Regular Excelente Péssima

Resistência ao etilenoglicol Boa Boa Boa Boa Boa Regular Boa

Deformação por Boa Péssima Ruim Ruim Ruim Regular Ruim


compressão a 100 o
C

Resistência às baixas Boa Regular Regular Péssima Péssima Péssima Ruim


temperaturas

Resistência à abrasão Regular Regular Regular Regular Regular Regular Ruim

Resistência ao rasgo Regular Boa Ruim Bom Boa Ruim Regular

Dinâmicas Regular Boa Regular Bom Boa Ruim Péssima

Elétricas Excelente Regular Regular Ruim Ruim Péssima Ruim

Permeabilidade aos gases Ruim Ruim Ruim Regular Regular Ruim Ruim

Resistência às chamas Péssima Péssima Péssima Regular Regular Péssima Péssima

Poder de pegaPéssima Boa Regular Regular Regular Regular Regular

Adesividade Péssima Regular Regular Regular Boa Regular Regular

1)
Etilenopropileno.
2)
Borracha natural.
3)
Estireno butadieno.
4)
Polibutadieno.
5)
Policloropreno.
6)
Borracha nitrílica.
7)
Borracha butílica.

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