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Pacard, nascido Paulo Cardoso, na idílica Cazuza Ferreira, em 1957, tendo sido

transportado ainda na tenra idade à poética musa Gramado, então denominada


“Jardim das Hortênsias”, e por não entender a razão da mudança, entendeu-se
favorecido pela sorte, até o dia em que precisou caminhar noutra direção,
impulsionado pela vida.

É um Designer que pensa ser poeta, um poeta que acredita ter compromisso
com a arte, e um artista que gosta de comer pudim, arroz doce, bolinho de arroz,
e figo em calda.
Por essas virtudes todas, afirma ter encontrado a fonte da juventude, mas por ter
isso acontecido quando era muito novo, esqueceu onde fica o lugar, e deu-se
por satisfeito em envelhecer pensando. Daí ser chamado de “Pensador”. É o que
gosta de ser, fazer e ocupar-se nas horas vagas, aquelas onde não come bolinho
de arroz, figo em calda, arroz doce, ou pudim.

O resto de sua biografia é só ocupação de tempo. Do tipo, babar nos cinco


netos, três filhos, e uma esposa adquirida em priscas eras, que diz ser dona e
senhora do supracitado, contingente que permite requerer o grau de uma nova
civilização.