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solarorkli

Componentes para
sistemas solares
Componentes para aquecimento e água quente sanitária

Componentes para sitemas solares · Colectores e equipamentos de distribuição · Vávulas termostáticas · Válvulas manuais · Válvulas de zona motorizadas ·
Válvulas misturadoras · Regulação ambiente · Grupos e válvulas de segurança · Complementos domóticos de segurança · Válvulas de gás · Acessórios de união ao tubo
Desde 1982, a Orkli fabrica componentes para aquecimento e água quente sanitária, aquecimento
de água e electrodomésticos. Os seus produtos são vendidos nos cinco continentes e dispõe de
delegações próprias em mais de 20 países.
É graças ao seu poderoso e contínuo processo de investimento, com uma média anual da ordem
dos 12 milhões de euros, que ano após ano incorpora, além de novos produtos ao seu vasto
catálogo, novas actividades, como Chão Radiante Integral Lurbero há dois anos e esta nova
actividade SolarOrkli com componentes para sistemas solares. Porque para se manter na vanguarda
é essencial uma grande aposta em matéria de I+D+i e a Orkli enfrenta este desafio dentro da
sua estratégia com objectivos básicos, como a inovação tanto em produtos, como em gestão
empresarial.
A Orkli é uma empresa pertencente à Mondragón Corporación Cooperativa, dentro da divisão
Mondragón Componentes, um grupo empresarial que conta com mais de 85.000 postos de
trabalho e mais de 220 empresas e entidades estruturadas em grupos sectoriais. Conta, além
disso, com o apoio tecnológico dos grandes centros de investigação e desenvolvimento como
Ikerlan, Ceit, Robotiker, etc., num processo de actualização permanente do conhecimento, além
de criar uma cultura inovadora para garantir novos caminhos para o futuro.
Componentes para sistemas solares
As instalações solares térmicas são utilizadas, normalmente, para aquecer água para uso sanitário ou para aquecimento.
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Componentes
para sistemas solares

INSTALAÇÕES SOLARES TÉRMICA

Os sistemas solares térmicos são compostos, principalmente, por:

a. Colectores solares.
b. Acumulador.
c. Componentes hidráulicos.
d. Regulação.
e. Sistema de apoio.

Sistema de apoio
Caldeira

Regulador

Acumulador
Colectores

Válvula
misturadora

a. Colectores solares:

O colector solar é o elemento que converte a energia contida na radiação solar em calor aproveitável, aquecendo o fluido que
circula pelo mesmo. Existem vários tipos de colectores, dos quais os colectores solares planos são os mais comuns.

Vidrio

Superfície
absorvente

Isolamento
b. Acumuladores

A radiação solar geralmente não coincide com o consumo de


água quente sanitária ou aquecimento e, por isso, é necessário Material isolante
reter a energia fornecida pelo sol para um consumo posterior.
Este armazenamento de energia é realizado aumentando a
temperatura da água contida no acumulador.

Os acumuladores solares têm, normalmente, integrado um Tubo interno


tubo que transfere a energia captada pelos colectores para a
água de consumo. Em grandes instalações, o tubo pode ser
um elemento independente pela impossibilidade de ter uma
grande superfície de intercâmbio dentro do acumulador.

c. Componentes hidráulicos

Tratando-se de um circuito hidráulico, uma instalação solar deve integrar uma série de componentes, quer para o seu correcto
funcionamento, quer pela sua segurança.

A Orkli, como fabricante de componentes, oferece uma gama ampla de válvulas e acessórios para completar uma instalação solar.

d. Regulação

O sistema de regulação é o que comanda a bomba e as válvulas motorizadas para conseguir uma correcta transmissão da energia
das placas para o fluido a aquecer. Decide quando a bomba deve trabalhar ou a posição das válvulas em função das temperaturas
em vários pontos do circuito: geralmente colectores e acumulador.

e. Sistema de apoio

Serve para garantir o serviço ao utilizador em dias em que a radiação solar não é suficiente para satisfazer a necessidade.
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para sistemas solares

SELEÇÃO DE COMPONENTES HIDRÁULICOS

Para realizar uma instalação solar térmica devem considerar-se dois circuitos bem diferenciados:

Circuito primário: o que leva o calor captado nos colectores para o acumulador.
Circuito secundário: responsável por levar a água aquecida pelo circuito primário até ao consumo.

O circuito primário é o que apresenta maiores diferenças relativamente a uma instalação convencional de aquecimento ou água
quente sanitária.

Temperatura: los colectores solares têm um desenho optimizado para conseguirem transmitir a maior quantidade de energia ao
circuito primário e, por isso, podem alcançar temperaturas muito elevadas.

Como critério geral para a selecção de componentes, pode considerar-se:


a. Ramal de ida: linha que leva o fluido aquecido nos painéis para o acumulador. Os elementos que forem instalados nesta linha
deverão resistir a, pelo menos, 150ºC contínuos: válvulas de esfera, separadores de ar, anti-retornos, válvulas de zona…
b. Ramal de retorno: uma vez cedido no acumulador o calor captado, a temperatura do fluido diminui e, por isso, as temperaturas
que devem suportar são menos severas: 100ºC contínuos (bomba, regulador de caudal, válvulas de esfera, anti-retornos…)

Fluido: O gerador (colector) deve estar no exterior para poder captar a radiação solar. Isto implica que se devem também tomar
precauções para evitar que o fluido do circuito congele quando a temperatura no exterior seja inferior a 0ºC. Em regiões onde
existe este risco é utilizado como fluido uma mistura de água e anticongelante (etilenglicol). Para isso, os componentes instalados
neste circuito deve estar preparados para trabalhar com este tipo de fluidos.

Pressão: os valores normais de pressão para esta instalação são semelhantes aos dos circuitos de aquecimento (1,5-2 bar). De
todas as formas, em casos extremos, a pressão pode aumentar devido à temperatura e é conveniente que os componentes
resistam a pressões de até 8 bar.
COMPONENTES SOLARORKLI PARA INSTALAÇÕES SOLARES TÉRMICAS

Purgador

Colectores

Regulador

Vaso de
expansão

Grupo
hidráulico solar

Sistema de apoio Caldeira

Válvula
de zona
Acumulador

Purgador com
separador de ar

Válvula
misturadora
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GRUPO HIDRÁULICO SOLAR

O grupo hidráulico para instalações solares térmicas é um


conjunto de componentes que integra os elementos hidráulicos
necessários no circuito primário destas instalações.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

A principal característica que diferencia estes componentes dos utilizados no sistema de aquecimento e A.Q.S. é a elevada temperatura a
que podem ser submetidos. É por isso que os materiais utilizados são especialmente seleccionados para trabalhar a estas temperaturas:

Temperatura máxima de trabalho no ramal de ida: 160ºC.


Temperatura máxima de trabalho no ramal de retorno: 120ºC.
Temperatura máxima de trabalho da válvula de segurança: 160ºC.
Pressão máxima admissível: 10 bar.
Calibração da válvula de segurança: 6 bar.
Intervalo de temperatura dos termómetros: 0-120ºC.
Intervalo de indicação de caudal: 2-14 l/min.
Escala do manómetro: 0-10 bar.
Densidade do Polipropileno Expandido: 50 gr/l.
Componentes e funções

1: Bomba solar

2: Válvulas de esfera com anti-retorno e termómetros integrados


(no ramal de ida e retorno para evitar fluxos inversos).

3: Conjunto de segurança composto por:


a-Válvula de segurança solar calibrada a 6 bar.
b-Manómetro (0-10 bar).
c-Ligação ” para vaso de expansão.

3.Conjunto
4: Caudalímetro e regulador de caudal. de segurança

O objectivo deste elemento é o equilíbrio do circuito primário, 6.Torneiras de


em função do número de colectores dado que os colectores enchimento/esvaziamento
têm um caudal óptimo de trabalho (aprox. 1 litro/min. e m2 de
colector) 2.Válvulas de esfera
com anti-retorno

5: Câmara de purga de ar.


São instalados purgadores automáticos nos colectores, mas estes 1.Bomba solar
têm de estar fechados para evitar que quando a temperatura for
superior a 100ºC o vapor saia pelo purgador e a instalação seja
5.Câmara de purga
esvaziada. de ar

6.Torneiras de
enchimento/esvaziamento

4.Caudalímetro e
regulador de caudal

7.Caixa isoladora

Para evacuar o ar numa zona acessível, é instalada uma câmara


de purga. O fluido “com ar” passa pelo tubo interior e na expansão,
as bolhas separam-se e acumulam-se na parte superior da câmara.
A câmara dispõe de um purgador manual para que o ar acumulado
seja evacuado periodicamente.

6: Torneiras de enchimento/esvaziamento.
7: Caixa isoladora de Polipropileno Expandido (EPP).
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para sistemas solares

CARACTERÍSTICAS HIDRÁULICAS

[m]
Head
6,4
6
5,6
5,2
4,8
4,4
4
3,6
3,2
2,8
2,4
2
1,6
1,2
0,8
0,4
eco max
0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 1,1 [l/s]

DIMENSÕES

Altura do conjunto: 455 mm.


Largura do conjunto: 235 mm.
Ligações: 3/4” H.
Distância entre ramais: 95 mm.

INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO

Ligação das tubagens 35 85

É necessário realizar as uniões ao Grupo Hidráulico com os


racordes correspondentes antes de o fixar para evitar danificar
a caixa de EPP.
140

Fixação do Grupo Hidráulico à parede

1.Realizar orifícios na parede para as buchas com as distâncias indicadas.

2. Colocar a placa de fixação na posição indicada e introduzir os


parafusos nos orifícios.
Nota: assegure-se de que os elementos visíveis coincidem com os
espaços da tampa do Grupo Hidráulico.
Enchimento da instalação

1. Abrir os purgadores automáticos situados nos colectores solares.


2. Desactivar os anti-retornos das válvulas de esfera rodando a alavanca 45º.
3. Encher lentamente a instalação com a mistura água/glicol a partir da torneira de enchimento mais baixa do circuito utilizando uma bomba.
Caso não haja qualquer outra torneira além das integradas no Grupo Hidráulico, utilizar a do caudalímetro.
4. Fechar as válvulas dos purgadores automáticos de ar.
Nota: é conveniente ter a bomba em funcionamento durante, pelo menos, h para completar a purga antes de isolar os purgadores.

Regulação do caudal

1. Verificar o caudal nominal recomendado pelo fabricante de painéis (valor aproximado 1 l/min e m2 ) e calcular o caudal necessário
para a sua instalação.
2. Abrir totalmente todas as válvulas do circuito.
3. Colocar a bomba em funcionamento na “velocidade 1” e verificar se o caudal indicado no caudalímetro é superior ou inferior ao necessário:
a. Se for inferior a aumentar a velocidade e voltar a verificar (passo 3).
b. Se for superior a calibrar o caudal a partir do regulador utilizando uma chave de parafusos. Ajustar a passagem até que o
caudalímetro indique o caudal necessário.
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PURGADOR AUTOMÁTICO SOLAR

Descrição Instalação e funcionamento

Os purgadores automáticos cumprem a função de evacuar o ar do Os purgadores devem ser instalados no ponto mais alto da instalação
circuito solar nas operações de enchimento e manutenção. (geralmente, a saída dos colectores solares) e sempre na posição
vertical.

Nas instalações solares, os purgadores automáticos devem ter Depois de realizado o enchimento e a purga da instalação, fechar
sempre uma chave de corte na parte da frente para os isolar depois a válvula de corte instalada antes do purgador.
de realizado o enchimento da instalação. Desta forma evita-se que
o fluido do circuito seja evacuado pelo purgador automático quando
a temperatura faz com que seja atingido o seu ponto de evaporação.

Purgador com válvula de


esfera

Características técnicas Colectores

Temperatura máxima de trabalho: 150ºC.


Fluido: mistura de água e glicol 50%.
Pressão máxima de trabalho: 6 bar.
Ligação: 3/8”M.
Ligações da válvula de esfera: 3/8”H-3/8”M.

SEPARADOR DE AR

Descrição

Como o nome indica, este elemento ajuda a separar o ar contido


no circuito através de um volume de expansão e uma rede contida
no interior. Este ar pode ser evacuado do sistema instalando um
purgador automático na sua parte superior ou através de um purgador
manual.

Características técnicas

Temperatura máxima de trabalho: 150ºC.


Fluido: mistura de água e glicol 50%.
Pressão máxima de trabalho: 6 bar.
Ligação superior: 3/8” H.
Acessórios de ligação ao tubo de Ø 22 mm.
Instalação

Os separadores de ar devem ser instalados em linhas horizontais


de tubagens e na posição horizontal para que o ar se acumule na
parte superior.

Acumulador
O separador também inclui acessórios para fixação à parede.

Purgador com
separador de ar

VÁLVULAS DE SEGURANÇA

Descrição Instalação

As válvulas de segurança solares de membrana solar destinam-se As válvulas de segurança devem ser instaladas na posição vertical
a limitar a pressão do circuito primário dos sistemas solares térmicos. ou horizontal, nunca invertidas (com a alavanca para baixo). Além
Incorporam também uma alavanca de accionamento para efectuar disso, devem evitar-se elementos que isolem a válvula do resto do
um esvaziamento manual. sistema.
Recomenda-se também que haja um dispositivo de recolha do fluido
Características técnicas na saída para evitar que a mistura de água e anticongelante evacue
sem controlo
Temperatura máxima de trabalho: 160ºC.
Fluido: mistura de água e glicol 50%.
Ligações: ”H- ”H
Junta e membrana de etileno-propileno.
Alavanca
Corpo de válvula em latão especial estampado, em
conformidade com as normas EN 12165.
Racord
Mola com tratamento antioxidante.
Pressões de calibração: 3, 4, 6, 8, 10 bar.
Mola
Homologação para válvulas de segurança solares:
TÜV SV 07 2012 • SOL • 50 • p.
Junta de fecho

Membrana

Corpo valvular
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VÁLVULAS DE ZONA

Descripción

As válvulas de zona solares motorizadas foram concebidas para


funcionar como reguladores tudo-nada e como válvulas desviadoras
de caudal em circuitos primários dos sistemas solares térmicos.

As válvulas de 2 vias são modelos normalmente fechados em A


(sem tensão) e, quando se aplica tensão ao motor, a válvula abre
e fecha o micro-interruptor (se houver). As válvulas de 3 vias são
válvulas desviadoras, com entrada por AB e saídas por A e por B,
com a via A normalmente fechada (sem tensão). Ao aplicar tensão
ao motor, a via A abre-se, a B fecha-se, e fecha-se o microrruptor
(se existir).

A B A B

AB

Também existem modelos desmontáveis que permitem realizar a


ligação hidráulica da parte valvular sem haver necessidade de que
a parte motorizada esteja montada.
IIgualmente, quando a instalação estiver a funcionar, a parte motorizada
pode ser substituída sem haver necessidade de esvaziar a instalação
nem de actuar sobre a mesma.

Características técnicas

Temperatura mínima do fluido: -20ºC. Tempo de abertura: 12 s.


Temperatura máxima do fluido: 160ºC. Tempo de fecho: 5 s.
Fluido: mistura de água e glicol 50%. Tensão de alimentação: 230 V (disponível também 24 V).
Temperatura ambiente máxima: 50ºC. Consumo: 6 W.
· Pressão estática máxima: 10 bar. Comprimento do cabo: 60 cm (outras medidas disponíveis a
· Pressão diferencial máxima: pedido).
Em conformidade com as Directivas Europeias 89/336/EEC e
2 vías 3 vías
73/23/EEC.
DN 15 (1/2”) 1,4 bar 1,4 bar

DN 20 (3/4”) 0,6 bar 0,7 bar

DN 25 (1”) 0,4 bar 0,6 bar


Características hidráulicas:

Modelo não desmontável Modelo desmontável

10000 10000
8000 8000

6000 6000

4000 4000

2000 2000

1000 1000
800 800

600 600

400 400
Pressão diferencial mm ca.
Caudal l/h 200
200

2 vías 1/2”
100 3 vías 1/2” 100
80 80

60 2 vías 3/4” 60

3 vías 3/4”
40 2 vías 1” 40

20 20
3 vías 1”
10 10
200

400

600

800

8000
6000
4000
2000
1000

12000
10000
100
200

400

600

800

8000
6000
4000
2000
1000

12000
10000
100

Instalação e funcionamento

A parte motorizada não deve ficar nunca na parte inferior da parte


valvular, para evitar que as possíveis condensações nas tubagens
de ligação entrem no interior do motor.

Os cabos azul e castanho são os que alimentam o motor. Os cabos cinzento e cor de laranja são os do microrruptor
(nos modelos que o incorporam).

Sem micro Com micro

Azul
Azul Motor
Motor Castanho
Castanho Cinzento Micro N.A.
Cor-de-laranja
A/V
A/V
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Funcionamento

Antes do enchimento da instalação, o accionamento manual · As válvulas de 2 vias ficam abertas.


da válvula deve ser colocado na posição manual (MAN). Uma · As válvulas de 3 vias derivam o caudal que entra por AB tanto
vez realizado o enchimento e durante o funcionamento normal por A como por B.
da válvula, deve colocá-la na posição automática (AUTO).
Nos modelos desmontáveis, a passagem de posição manual
para posição automática é feita automaticamente ao colocar
em funcionamento a instalação eléctrica.
Auto
No caso de falta de alimentação eléctrica, assim como durante
as operações de enchimento, purga ou esvaziamento da Man
instalação, a válvula pode trabalhar na posição manual (MAN),
com o seguinte resultado:

Circuito solar
centralizado
Válvula de zona
Interacumulador
solar individual

B A

Válvula misturadora

Válvula de zona
Interacumulador
solar individual

B A

Válvula misturadora
GRUPO DE SEGURANÇA

Descrição

Os grupos de segurança são componentes utilizados nas instalações


de água quente sanitária para a protecção dos acumuladores de
água quente. Os modelos para instalações solares são específicos
para a utilização em equipamentos solares termosifão onde o
acumulador e, também, o grupo de segurança, se instalam no
exterior.

Válvula de segurança e
esvaziamento manual

Os grupos de segurança são constituídos por diferentes componentes


Válvula
anti-retorno que têm as seguintes funções:
DN20 De segurança: para evitar que a pressão da água contida nos
acumuladores alcance valores perigosos.
Ligação ao Antipoluição: para evitar o retorno de água quente para a rede de
acumulador Chave de alimentação de água fria e a contaminação de água contida no
isolamento
Entrada de
acumulador com a água de descarga.
água fria De isolamento: para isolar a rede de alimentação e permitir a
Orifício de esvaziamento e
Orifício de controlo da descarga manutenção e o controlo do acumulador e da instalação.
válvula anti-retorno

Características técnicas

Corpo em latão especial estampado Cu Zn 40 Pb2, EN 12165. Pressão de fecho da válvula de segurança
Junta de fecho da válvula de segurança em EPDM. · Em água fria > 6,3 bar
Válvula anti-retorno em PPS. · A vapor > 5,25 bar
Material do eixo da válvula de segurança: aço inoxidável. Pressão de abertura da válvula anti-retorno: < 0,2 bar.
Elementos exteriores resistentes a radiação UV. Pressão de estanquicidade da válvula anti-retorno: > 0,03 bar.
Pressão nominal de regulação da válvula de segurança: 7 bar

Acumulador do equipamento termosifão

Os grupos de segurança estão certificados em conformidade Racord isolante dieléctrico


Grupo de segurança
com a Norma Europeia EN 1487 nos Institutos CSTB e
BELGAQUA
DN20

Entrada de água fria


NF EN 1487
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VÁLVULAS MISTURADORAS TERMOSTÁTICAS

Descrição

As válvulas misturadoras são utilizadas sobretudo nas linhas


de distribuição de água quente sanitária para limitar a
temperatura da água de consumo. O controlo da temperatura
é assegurado através da tecnologia de cera de reacção rápida.
As válvulas misturadoras termostáticas são utilizadas nas
instalações solares na saída do acumulador solar. O principal
objectivo na instalação destas válvulas é evitar riscos de
queimaduras no utilizador final quando a temperatura no
acumulador é superior à máxima recomendada para uso
sanitário (nos acumuladores solares a água pode alcançar
temperaturas superiores a 80ºC).
Existem modelos específicos solares para os sistemas nos
quais existe risco de a temperatura do acumulador superar os
90ºC (em sistemas em que não existe uma limitação de
temperatura no acumulador).

Características técnicas

Modelo standard Modelo Solar Modelo Solar alta tª


Temperatura fixada na fábrica 41ºC 47,5 ºC 63 ºC
Intervalo de temperatura à saída 35 ºC · 50ºC 40ºC · 50 ºC 50ºC · 70 ºC
Temperatura da água quente de entrada 95 ºC máx. 60-130 ºC 60-130 ºC
Temperatura da água fria de entrada 5-25 ºC 5-30 ºC 5-30 ºC
Diferença de temperatura mínima para a mistura 10 ºC 15 ºC 15 ºC
Estabilidade de temperatura (nominal) ± 3 ºC ± 3 ºC ± 3 ºC
Pressão estática de trabalho 10 bar 10 bar 10 bar

Instalação e ajuste da temperatura

· Introduzir os anti-retornos nas duas entradas da válvula (nas Uma vez instalada a válvula deve-se ajustar a temperatura de
referências em que são fornecidas). saída. As válvulas misturadoras têm uma chave específica para
· Respeitar o sentido de fluxo indicado. evitar manipulações não dese

· Verificar se as tubagens de água quente e fria são instaladas 1. Retirar a tampa.


nas entradas correspondentes: “H” ou ponto vermelho para 2. Ajustar a temperatura rodando o cartucho da válvula com
a entrada quente e “C” ou ponto azul para a entrada fria. a chave específica que é fornecida. Rodar no sentido dos
· Instalar os filtros fornecidos nas ligações das entradas para ponteiros do relógio para diminuir a temperatura e no sentido
a tubagem (nas referências com filtros). contrário para a aumentar.
3. Uma vez atingida a temperatura desejada na saída devem
ser realizados 3 cortes de fornecimento de água quente e
fria alternativamente. Desta forma o pistão é deslocado em
todo o seu percurso e vai assegurar o seu correcto
funcionamento.
4. Voltar a colocar a tampa.
REGULAÇÃO

É indispensável uma correcta utilização da regulação para que um sistema de circulação forçada trabalhe de forma óptima.

Sistemas com duas entradas e uma saída de relé

Nas instalações simples, com entrada solar para a água quente


sanitária e um único tubo existem duas funções principais. 2. Limitação de temperatura no acumulador. Ainda que a temperatura
1. Colocação em funcionamento e paragem por VT entre colectores de referência possa ser aproximadamente 60ºC, em caso de dias
e acumulador. de alta radiação é preferível aumentar a temperatura da água do
Determina-se uma diferença de temperatura (valor mais comum acumulador e evitar o sobreaquecimento nos painéis.
7ºC) para que a bomba comece a funcionar e outra (2ºC) para
que deixe de o fazer.

Regulador

Acumulador
Colectores

Sistemas com saídas de relé

Para instalações mais complexas onde seja necessário actuar b) Desviar o fluxo para o segundo tubo em interacumuladores
sobre várias bombas ou válvulas motorizadas deve ser utilizado de dupla serpentina para melhorar a estratificação ou com
um sistema de regulação com mais saídas de relé. As funções dois acumuladores.
mais comuns são: c) Actuar sobre duas bombas em instalações com tubo
a) Accionar uma válvula de zona para desviar o fluxo depois externo.
de alcançada a temperatura desejada no acumulador.

Colectores Colectores

Regulador Regulador

Acumulador Acumulador
Espanha Espanha
Jaime Martín Josep María Gruart
Avda. Pablo Neruda 118, Portal I, 3º B. Barcelona
28018 Madrid
Tel.: + 34 629 536 266 Tel.: +34 649 444 905
Fax: + 34 913 801 544 Fax: +34 935 879 963
Email: jmartin@orkli.es Email: jmgruart@orkli.es

Alemanha Itália Grã-Bretahnha Rúsia Portugal


Orkli Deutschland GmbH Orkli Italia SRL Orkli U.K. Ltd Orkli Rusia / Nikolai Zezetko António da Mota Pascoal
Filderstr. 1 A Cassina Plaza Unit B Roebuck Road Bolotnaia naberezhnaya, 15, block 1 Lugar de Crespos-Britêlo
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Via Roma 108 Tel.: + 351 255 323 619
Tel.: + 49 (0) 715 89 800 30 I-20060 Cassina de Pecchi (MI) Tel.: + 440 181 974 1120 Tel.: + 7 495 957 3557
+ 351 963 211 744
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Fax: + 351 255 323 619
Email: info@orkli.de Fax: + 39 02 95 30 12 98 E-mail: Simon.Baker@orkli.co.uk Email: orkli@mondragon.ru Email: orkli-pt@iol.pt
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ORKLI se reserva la posibilidad de realizar cualquier modificación en las características, diseño y materiales de sus productos sin previo aviso.