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Universidade Federal do Tocantins

Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários

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FORMULÁRIO-SÍNTESE DA PROPOSTA - SIGProj
EDITAL 2019 - FLUXO CONTÍNUO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO

Uso exclusivo da Pró-Reitoria (Decanato) de Extensão


PROCESSO N°:
SIGProj N°:

PARTE I - IDENTIFICAÇÃO
TÍTULO: Minicurso: Sistemas de Justiça e humanização

TIPO DA PROPOSTA:
( X )Curso ( )Evento ( )Prestação de Serviços
( )Programa ( )Projeto

ÁREA TEMÁTICA PRINCIPAL:


( ) Comunicação ( ) Cultura ( X ) Direitos Humanos e Justiça ( )Educação
( ) Meio Ambiente ( ) Saúde ( ) Tecnologia e Produção ( ) Trabalho
( ) Desporto

COORDENADOR: Graziela Tavares de Souza Reis


E-MAIL: grazielareis@mail.uft.edu.br
FONE/CONTATO: 63 - 32154737 / 63 - 9 92228072

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Universidade Federal do Tocantins
Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários

FORMULÁRIO DE CADASTRO DE CURSO DE EXTENSÃO

Uso exclusivo da Pró-Reitoria (Decanato) de Extensão


PROCESSO N°:
SIGProj N°:

1. Introdução

1.1 Identificação da Ação

Título: Minicurso: Sistemas de Justiça e humanização

Coordenador: Graziela Tavares de Souza Reis / Docente


Tipo da Ação: Curso
Edital: 2019 - FLUXO CONTÍNUO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO
Faixa de Valor:
Vinculada à Programa de Extensão? Não
Instituição: UFT - Universidade Federal do Tocantins

Unidade Geral: CUP - Campus de Palmas


Unidade de Origem: DIR - DIREITO
Início Previsto: 09/06/2019
Término Previsto: 12/06/2020
Possui Recurso Financeiro: Não

1.2 Detalhes da Proposta

Carga Horária Total da Ação: 40 horas


Justificativa da Carga Horária: cada encontro terá 4 horas. São cinco encontros ao total. As
palestrantes e a coordenadora - Prof. Graziela Reis - deverão se
reunir, discutir os tópicos do curso e alinhar os temas, o que
demandará mais 15h horas. Reservei 5h para promover a
organização, cadastro, certificação e concretização do evento.

Periodicidade: Permanente/Semanal

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A Ação é Curricular? Não
Abrangência: Regional

1.2.1 Turmas

Turma 1
Identificação: Minicurso sobre sistemas de justiça e humanização
Data de Início: 22/04/2019
Data de Término: 26/04/2020
Tem Limite de Vagas? Sim
Número de Vagas: 50
Tem Inscrição? Sim
Início das Inscrições: 22/04/2019
Término das Inscrições: 26/04/2020
Contato para Inscrição: Bloco C - auditório

Tem Custo de Insc./Mensalidade? Não


Local de Realização: câmpus Palmas - bloco C

1.3 Público-Alvo

Acadêmicos de direito das universidades em Palmas - TO.


Demais acadêmicos da UFT.

Nº Estimado de Público: 13
Discriminar Público-Alvo:
A B C D E Total
Público Interno da Universidade/Instituto 0 0 0 0 0 0
Instituições Governamentais Federais 3 3 3 1 3 13
Instituições Governamentais Estaduais 0 0 0 0 0 0
Instituições Governamentais Municipais 0 0 0 0 0 0
Organizações de Iniciativa Privada 0 0 0 0 0 0
Movimentos Sociais 0 0 0 0 0 0
Organizações Não-Governamentais
0 0 0 0 0 0
(ONGs/OSCIPs)
Organizações Sindicais 0 0 0 0 0 0
Grupos Comunitários 0 0 0 0 0 0
Outros 0 0 0 0 0 0
Total 3 3 3 1 3 13
Legenda:
(A) Docente
(B) Discentes de Graduação

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(C) Discentes de Pós-Graduação
(D) Técnico Administrativo
(E) Outro

1.4 Parcerias

Não há Instituição Parceira.

1.5 Caracterização da Ação

Área de Conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas » Direito » Direitos Especiais

Área Temática Principal: Direitos Humanos e Justiça


Área Temática Secundária: Educação
Linha de Extensão: Direitos individuais e coletivos

Caracterização: Presencial
Subcaracterização 1:

1.6 Descrição da Ação

Resumo da Proposta:

Trata-se de curso de capacitação em direito e gênero, com vistas a um atendimento humanizado no


sistema de justiça.
O projeto cadastrado 'Teoria e prática humanizada em direito e gênero' pressupõe a qualificação dos
acadêmicos e acadêmicas que poderão atuar no núcleo de prática. Para tanto, essa qualificação é
preponderante, pois traz o ensino e pesquisa para o fortalecimento da extensão.

Palavras-Chave:

capacitação, prática, teoria, gênero, direito

Informações Relevantes para Avaliação da Proposta:

o minicurso contará com cinco encontros, quatro de formação e um de vivência,sendo eles os seguintes: 1
- sistemas de justiça, vulnerabilidades e humanização; 2 - gênero e interseccionalidades; 3 - políticas
públicas e a rede de atendimento à mulher; 4 - metodologias ativas e 5 - visita técnica à rede.

1.6.1 Justificativa

Permitir que o curso de direito da UFT realize mudanças positivas nas comunidades, esclarecendo,
orientando e até atuando judicialmente nos propósitos de prevenção e/ou repressão da violência contra as
mulheres residentes na periferia de Palmas/TO. Para que esse projeto se concretize, faz-se necessária a
qualificação dos/as acadêmicos/as que atuarão no projeto e os demais, para que tenham uma formação
humanizada.

A parceria com o MP/TO e com as advogadas voluntárias também fortalece o projeto, trazendo mais
pessoas e também compartilhando experiências, espaço e técnicas, nos propósitos do projeto.

1.6.2 Fundamentação Teórica

O conceito de gênero concerne especificamente à categoria de pessoas, difere da expressão 'gênero', que

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'significa classe ou categoria que se divide em outras classes, categorias ou espécies que apresentam
caracteres comuns convencionalmente estabelecidos' e representa conceito histórico e dinâmico com
vários conteúdos de significado. É tema fulcral dos debates do movimento e teorias feministas, inclusive,
indo além, com a desconstrução de estereótipos e a afirmação de novos comportamentos e novas
identidades. Pimentel, Sylvia. Gênero e direito. Enciclopédia Jurídica da PUC/SP.

Joan Scott em seu artigo, Gênero uma categoria útil de análise histórica, publicado no Brasil em 1995, põe
em evidência que o uso do termo Gênero tem uma conotação mais objetiva e neutra que a categoria
‘mulheres’. Sendo assim, este se ajustaria de forma mais científica às ciências sociais dissociando-se da
política do feminismo. O gênero incluiria as mulheres sem mencionar, de forma estratégica, o que parecia
ser uma forte ameaça nos anos 1980, quando se buscava uma legitimidade acadêmica para os estudos
feministas.

Sendo assim, estudar o termo gênero é também uma forma de estudar mulheres. Cabe ainda destacar
que a pensadora americana é enfática em suas matrizes teóricas advinda do movimento na Nova História
e do Pós-estruturalismo.

Desta forma, o termo gênero constituiu-se como um instrumento analítico para designar as relações
sociais entre os sexos, definindo-se como uma “categoria social imposta sobre um corpo sexuado”
(SCOTT, 1995, p.80).

Incontestável a luta feminista para a equidade de gênero na sociedade. O estudo e as práticas que
permitam a desconstrução da ideia de que haja lugares preestabelecidos para as mulheres na hierarquia
social precisa ser incentivado, especialmente, na formação de acadêmicos (as) de direito. Nesse sentido,
na obra recentíssima “Constitucionalismo Feminista”, o importante destaque:

A historicidade do ideário de libertação feminista latino americana centrou-se na luta contra a


subalternidade de gênero que permeou a década de 70 e o movimento social em construção nos anos 80,
dando origem a uma nova ordem bissexuada e uma interlocução das mulheres com os Estados e
organismos regionais e internacionais. GAARGALLO, Francesco. El feminismo Múltiple: Prácticas e ideas
feministas em América Latina. In: Perfiles del feminismo ibero-americano. Buenos Aires: Catálogo, 2002,
p.103 apud in Constitucionalismo Feminista. Nowak, Bruna (2019. P.41).

A história do feminismo e sua explosão em 2015 conhecida como a nova onda do feminismo, traz
reflexões sobre como se dá a construção coletiva da identidade da mulher e o quanto há reflexos no direito
das famílias, no direito do trabalho, no direito empresarial, no direito penal, no direito empresarial e etc.
Vê-se que a partir das críticas ao patriarcado, é viável uma sociedade melhor, menos violenta e mais
igualitária se as estruturas de gênero e raça puderem ser contestadas e modificadas, em prol da
igualdade, fundamento do direito e da própria constituição federal brasileira.

O próprio direito internacional dos direitos humanos garante o direito à igualdade, englobando aí,
identidade, diferença e igualdade como pressupostos de compreensão e aplicação do direito interno.

Nesse sentido, programas como o programa das Nações Unidas para o desenvolvimento, trazem
“Políticas para erradicar la violencia contra las mujeres in América latina y el Caribe. ONU (2007).

Em “ Identity and Violence: the illusion of destiny”, Sen, Amartya ( 2006, p.4), chama a atenção como a
diversidade pode ser um elemento para se aniquilar direitos. Ou seja, a diferença term servido apenas
para ver o outro (a) menor em dignidade e direitos: “ identity can be a source of richness and warmth as

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well as of violence and terror”.

Neste sentido o direito precisa reconhecer a categoria mulher negra, pois é importante contextualizar a
questão racial na sociedade capitalista, bem como seus impasses e dilemas, marcada por um sistema
desigual que não reconhece a população negra como sujeito de direito colocando a no lugar de
subalternidade.

Sendo assim, mesmo quando há mais de 130 anos da suposta libertação de escravos, fica mais nítido
compreender que faltam ainda muitos passos, para que a população negra tenha o mesmo acesso à
saúde, à educação de qualidade, às mesmas condições de trabalho.

No tocante a reflexão sobre a mulher negra, a abordagem deste projeto é realizada a partir das análises de
Sueli Carneiro (2003; 2015), Lélia Gonzalez (1984, 1988a), Beatriz Nascimento, Kimberlé Crenshaw
(2002), Angela Davis, Ochi Curiel, e tantas outras mulheres negras que tem produzido teoricamente desde
os anos de 1980 numa perspectiva de gênero, raça, classe e sexualidade.

O curso de direito precisa trazer essas reflexões e reconhecimentos de situações fáticas porque o caminho
para a redistribuição e reconhecimento de identidades e asseguramento da dignidade deve ser dar por
meio da justiça. O curso de direito formará cidadãos e cidadãs que atuarão nesse sistema de justiça, que
por sua vez, devem ter referencial teórico e práticas que os ensinem a lutar por tais direitos. FRASER,
Nancy. Igualdade, Identidade e Justiça Social. LE MONDE DIPLOMATIQUE BRASIL. Jun. 2012.

A preocupação com o direito internacional aplicável aqui diz respeito à necessidade de um diálogo
cosmopolita, para se alcançar uma hermenêutica global contra a lógica neocolonialista de imposição de
modelos centrais aos constituiconalismos periféricos. BURGORGUE- LARSEN, Laurence. Des droit
invoques aux droits protégés. Les petites affiches, Paris, n. 31, 2011.

O projeto preocupa-se com as especificidades da mulher negra e da mulher lésbica, para o que, uma
professora especialista nos temas fará o acompanhamento dos acadêmicos (as) interessados nessa
temática.

Também nos importa, a jurisprudência local e nacional sobre temas relacionados às mulheres e ações que
busquem políticas públicas que atenda as mulheres, sobretudo as que estão na periferia local. Silva,
Christine Oliveira Peter da. Por uma teoria feminina da Constituição. In: LEITE, George.

1.6.3 Objetivos

O objetivo geral desse projeto é permitir que a formação acadêmica dos alunos/as do curso de direito da
UFT seja sensível à determinação constitucional de igualdade e equidade e que levem à sociedade local
uma contribuição prática de seus aprendizados.

Objetivos específicos:

1 - O estudo da teoria crítica do direito feminista ( que passa pela compreensão de direitos humanos e
direitos fundamentais, orientados pela proteção internacional de direitos humanos);

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2 - A compreensão de como na prática buscar que a Justiça seja aplicável aos casos de violação dos
direitos das mulheres;

3 - A compreensão de que direito e gênero está presente no direito das famílias, direito do trabalho, direito
empresarial, direito penal e o quanto todas essas possibilidades jurídicas devem ser orientadas por um
direito internacional.

1.6.4 Metodologia e Avaliação

Ao contrário de um serviço jurídico tradicional caracterizado pela imposição do poder/saber de um dos


lados da relação advogado (a)-

cliente, a perspectiva da intervenção jurídica a ser realizada é marcada pela alteridade. Significa dizer que
suas ações são informadas pela realidade econômica, social e cultural daquelas COM quem se está
trabalhando, e não PARA quem se está trabalhando.

As atividades jurídicas incluem a atuação, pelos/as advogados/as voluntários/as, nas audiências


realizadas no Juizado de Palmas/TO e

atendimento das mulheres no NÚCLEO ITINERANTE DE COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER


aos sábados, pelos (as) estudantes, com acompanhamento de advogado/a. Na definição das soluções

jurídicas leva-se em conta o consentimento prévio informado da mulher atendida.

O núcleo de prática destina-se a:

Prestar aconselhamento jurídico;

Encaminhar para atendimento psicológico, buscando atendimento terapêutico à rede de atendimento e


futuras parcerias com profissionais da psicologia que queiram participar do projeto;

Atender e encaminhar os casos em que se faça necessária a intervenção da rede de assistência social
municipal;

Reunir elementos mediante análise de processos judiciais, aplicação de questionários e/ou realização de
entrevistas para fins de

desenvolvimento de pesquisas em nível de graduação e pós-graduação;

Capacitar os/as alunos/as na percepção da violência de gênero e nas estratégias para superá-la;

- Interagir com as entidades governamentais e não governamentais da rede de enfrentamento à violência


doméstica na cidade de Palmas/TO.

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1.6.5.1 Conteúdo Programático

Como funciona o sistema de Justiça.


Direitos Humanos e o sistema de Justiça.
Inquérito policial e violência contra a mulher.
As redes interdisciplinares de atendimento à mulher vulnerável à violência.
Gênero, raça, classe, sexo, orientação sexual como interseccionalidades para o direito.
Metodologias ativas.
Políticas públicas e a mulher.

1.6.6 Relação Ensino, Pesquisa e Extensão

1.6.7 Avaliação
Pelo Público

Pela Equipe

1.6.8 Referências Bibliográficas

ALLEGUE, Rosario. El género: un concepto relacional. Construcción de la identidad femenina y masculina.


Masculino-Femenino: los problemas del género. Grupo “Derecho y Género”, CSEP- U.R. Montevideo:
Universidad de la República. Facultad de Derecho, 2005.

BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo. A experiência vivida. Trad. por Sérgio Millet. 3. Ed. São Paulo.

BEDÍA, Rosa Cobo. Aproximaciones a la teoría crítica feminista. Boletín del programa de formación, no 1,
ano 1. Lima: CLADEM, abr., 2014. Disponível em: . Acesso em: 20.01.2017.

BUTLER, Judith. El género en disputa: el feminismo y la subversión de la identidad. Trad. por Maria
Antônia Muñoz. Barcelona: Paidós Ibérica, 2007.

Claassen, R. (2014). Human dignity in the capability approach. In M. Düwell, J. Braarvig, R. Brownsword, &
D. Mieth (Eds.), The Cambridge Handbook of Human Dignity: Interdisciplinary Perspectives (pp. 240-249).
Cambridge: Cambridge University Press. doi:10.1017/CBO9780511979033.030

CARNEIRO, Sueli. Enegrecer o feminismo. A situação da Mulher Negra na América Latina a partir de uma
perspectiva de gênero. Disponível em:
COOK, Rebecca J. Human rights and maternal health: exploring the effectiveness of the alyne decision,
global health and the law. Journal of law, medicine and ethics, 2013.

CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial


relativos ao gênero. Estudos Feministas, ano 10. Rio de Janeiro, 1º semestre de 2002. Disponível em: .
Acesso em: 20.05.2016.

CRUZ, Rúbia Abs. Lei Maria da Penha: a compreensão da violência de gênero no Supremo Tribunal
Federal e no Superior Tribunal de Justiça. Dissertação. Mestrado em Direito. Faculdade de Direito, Centro
Universitário Ritte dos Reis: Porto Alegre,2017.

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Trad. por Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016.

ERTÜRK, Yakin. 15 years of the United Nations special rapporteur on violence against women, its causes
and consequences (1994 – 2009). Disponível em:. Acesso em: 20.01. 2019.

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FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio da língua portuguesa. 2. ed. rev. ampl.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.

ARENDT, Hannah. A vida do espírito: o pensar, o querer, o julgar. Trad. Por Antonio Abranches. Rio de
Janeiro: Relume Dumará, 1995.

HESPANHA, António Manuel. O caleidoscópio do direito: o direito e a justiça nos dias e no mundo de hoje.
2. ed. Coimbra: Almedina, 2009.

IHERING, Rudolf Von. A luta pelo direito. 6. ed. Rio de Janeiro: Forense, 1987.

LIMA, Luiza Ferreira. A verdade produzida nos autos: uma análise de decisões

judiciais sobre a retificação de registro civil de pessoas transexuais em tribunais brasileiros. Dissertação de
Mestrado. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
Departamento de Antropologia, 2015.

NOVAK, Bruna e outras. Constitucionalismo Feminista. Editora Jus Podium. São Paulo: 2019.

ONU. Born free and equal: sexual orientation and gender identity in international human rights law. New
York and Geneva, 2012. Disponível em: .

Acesso em: 20.12. 2018

PIMENTEL, Silvia. Evolução dos direitos da mulher: norma, fato, valor. São Paulo: Editora Revista dos
Tribunais, 1978.

PIMENTEL, Silvia; GREGORUT, Adriana. Humanização do direito internacional: as recomendações gerais


dos comitês de direitos humanos da ONU e seu papel crucial na interpretação autorizada das normas de
direito internacional. A interface dos direitos humanos com o direito internacional. Mário Lúcio Soares
Quintão e MérciaCardoso Souza (org.). Belo Horizonte: Arraes Editores, 2016. Tomo II.

RIBEIRO, Djamila. Prefácio. Mulheres, raça e classe. Angela Davis. Trad. por

Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016.

__________________. Afasta de mim esse cálice (cale-se): o silenciamento de

mulheres negras em espaços de militância. Disponível em:


espacos-militancia/>. Acesso em: 20.12.2018

SAFFIOTI, Heleieth I. B. Gênero, patriarcado e violência. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular: Fundação
Perseu Abramo, 2004.

SAFFIOTI, Heleieth I.B.; ALMEIDA, Suely Souza. Violência de gênero: poder e impotência. Rio de Janeiro:
Revinter, 1995.

SEN, Amartya. Identity and Violence: The Illusion of Destiny. W.W. Norton & Company, 2007.

WEISELFISZ, Julio Jacobo. Mapa da Violência 2015: Homicídio de mulheres no Brasil. Brasília: Flacso,
2015. Disponível em . Acesso em 20.03.2017.

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1.6.9 Observações

1.7 Divulgação/Certificados

Meios de Divulgação:

Contato:

Emissão de Certificados:
Qtde Estimada de Certificados para Participantes:
Qtde Estimada de Certificados para Equipe de Execução: 0
Total de Certificados: 0
Menção Mínima:
Frequência Mínima (%):
Justificativa de Certificados:

1.8 Outros Produtos Acadêmicos

Gera Produtos: Não

1.9 Anexos

Nome Tipo
Modelo de Termo de Ciência
termo_de_ciencia___graziela_tavares_de_souza_reis___1_.pdf
e Compromisso
TERMO DE COMPROMISSO
termo_de_compromisso_do_aluno_voluntario___dinah.pdf
DO ALUNO VOLUNTÁRIO
TERMO DE COMPROMISSO
termo_de_compromisso_do_aluno_voluntario___dinah.pdf
DO ALUNO VOLUNTÁRIO
Modelo de Termo de
termo_ministerio_publico.pdf
Anuência
TERMO DE ADESÃO E
COMPROMISSO DE
PARTICIPAÇÃO
anuencia_dra_haydee.pdf
VOLUNTÁRIA DE
PRESTADORES DE
SERVIÇO

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2. Equipe de Execução

2.1 Membros da Equipe de Execução


Docentes da UFT
Nome Regime - Contrato Instituição CH Total Funções
Aline Sueli de Salles Santos Dedicação exclusiva UFT 0 hrs Ministrante
Gleys Ially Ramos dos Santos Dedicação exclusiva UFT 0 hrs
Gestor,
Graziela Tavares de Souza Reis 40 horas UFT 0 hrs
Coordenador(a)
Karoline Soares Chaves 20 horas UFT 0 hrs

Discentes da UFT
Nome Curso Instituição Carga Funções
Dinah da Silva Rodrigues Direito UFT 0 hrs

Técnico-administrativo da UFT
Não existem Técnicos na sua atividade

Outros membros externos a UFT


Nome Instituição Carga Função
Emilleny Lázaro da Silva Souza OAB 0 hrs
Maria Haidée Alves Guimarães Aguiar OAB 0 hrs

Coordenador:
Nome: Graziela Tavares de Souza Reis
Nº de Matrícula: 1629573
CPF: 99502135920
Email: grazielareis@mail.uft.edu.br
Categoria: Professor Adjunto
Fone/Contato: 63 - 32154737 / 63 - 9 92228072

, 03/10/2019
Local Graziela Tavares de Souza Reis
Coordenador(a)/Tutor(a)

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