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Índice

1.Introdução.................................................................................................................................................3
1.1.Objectivos:............................................................................................................................................3
1.2.Geral......................................................................................................................................................3
1.3.Especifico..............................................................................................................................................3
1.4.Metodologia..........................................................................................................................................4
2.Teorias cognitivas: Bruner, Piaget & vygotsky.........................................................................................5
2.1.A metáfora principal da psicologia cognitiva........................................................................................5
3.Principais crenças das teorias cognitivas..................................................................................................6
3.1.Teoria da aprendizagem de Bruner........................................................................................................6
4.Desenvolvimento da representação em crianças.......................................................................................8
4.1.Representações e teoria cognitiva..........................................................................................................8
5.A teoria de representação de Bruner: categorização.................................................................................9
5.1.Sistemas de codificação.......................................................................................................................10
6.Implicações educacionais da teoria de Bruner........................................................................................10
7.Jean Piaget uma posição desenvolvimentista - cognitiva........................................................................11
7.1.Adaptação por meio da assimilação e acomodação.............................................................................12
8.Uma teoria dos estágios..........................................................................................................................12
9.A teoria de Piaget como uma teoria da aprendizagem............................................................................13
9.1.Implicações educacionais da teoria de Piaget......................................................................................13
10.Lev Vygotsky – uma teoria social/Cognitiva........................................................................................14
10.1.O papel da cultura..............................................................................................................................14
11.Pensamento e linguagem......................................................................................................................15
11.1.Suporte..............................................................................................................................................16
12.Conclusão.............................................................................................................................................17
13.Referencias Bibliográficas....................................................................................................................18
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1.Introdução
Não é tarefa fácil para as pessoas perguntar para os pombos o que realmente eles sabem e
pensam. Contudo HERRNSTEIN e CABLE (1976), juntaram algumas dessas aves apara tentar
descobrir o que elas realmente pensam das pessoas. Por mais surpreendente que possa parecer, os
pombos responderam. Foi daí que ser humano começou os seus estudos mais profundos sobre
como, como aprendemos, o que aprendemos, onde aprendemos, o que faz com que aprendamos
entre outros factores relacionados a cognição humana.

O presente trabalho é composto por dezasseis páginas, começando com a introdução, seguido
dos objectivos onde separamos os gerais e específicos, trazemos também a metodologia usada
apara elaboração do mesmo após a metodologia, que por sua vez é seguida pelo
desenvolvimento.

No desenvolvimento vamos começar com um breve resumo sobre as teorias cognitivas: Bruner,
Piaget & vygotsky partindo de uma simples análise de como estas se desenvolveram. Para
melhorar deslumbrar e facilitar a compreensão dos conteúdos descrevemos cada teórico e sua
respectiva teoria no decurso do trabalho. E esperamos que a todo custo o conteúdo seja útil hoje
amanhã e sempre.

1.1.Objectivos:

1.2.Geral
 Estudar as teorias cognitivas: Bruner, Piaget & vygotsky

1.3.Especifico
 Identificar as causas que contribuem para aprendizagem
 Verificar até que ponto as cognitivas influenciam na aprendizagem
 Comparar as teorias cognitivas apresentando as implicações educacionais de cada uma
delas.
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1.4.Metodologia
A metodologia da pesquisa num planeamento deve ser entendida como o conjunto de detalhado e
sequencial de métodos e técnicas científicas a serem executadas ao longo da pesquisa, de tal
modo que se consiga atingir os objectivos inicialmente propostos. Quanto aos procedimentos
técnicos utilizados será do tipo Bibliográfica, porque será elaborada a partir de material já
publicado, constituído principalmente de livros.
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2.Teorias cognitivas: Bruner, Piaget & vygotsky


Existem varias diferenças entre psicologia cognitiva e behaviorismo. Primeiro, a psicologia
cognitiva esta interessada principalmente nos processos menos superiores, em vez de no
comportamento observável. As mais importantes dessas funções tem a ver com a percepção
(como a energia física é traduzida em experiencias significativas), formação de conceitos,
memoria, linguagem, pensamento, solução de problema e tomadas de decisão.

Segundo, a guinda para o cognitivismo mudou a enfâse na pesquisa com animais para uma
renovada enfâse na pesquisa com humanos. Terceiro. O alvo primordial das teorias behavioristas
tem sido determinar as relações que existem entre comportamento e seus antecedentes, bem
como suas consequências. O objectivo principal das teorias cognitivas é fazer inferências
plausíveis e úteis sobre os processos mentais que intervém entre imput e output e sobre oque
entendemos como significados.

E por fim, temos o quarto, na qual sustenta que as teorias cognitivas tendem a ser menos
ambiciosas em amplitude do que as teorias behavioristas, como as de B.F. Skinner e Hull. Isto é,
a maioria dos teóricos cognitivos não esta tentando construir teorias sistemáticas e inclusivas que
explicariam toda a aprendizagem e o comportamento humano.

2.1.A metáfora principal da psicologia cognitiva


Segundo GARNHAM (2009), a metáfora dominante na psicologia cognitiva é a do
processamento da informação, que é, basicamente, uma metáfora baseada no mundo do
computador. Processamento da informação corresponde ao modo como a informação é
modificada e alterada. A enfâse recai sobre processos perceptuais e conceituais que permitem ao
perecedor perceber.

Determinam como o agente atua e que fundamentam pensamento, memorização, resolução de


problemas entre outros. Contudo, a característica singular comum mais importante dos tópicos da
psicologia cognitiva é que eles pressupõem representação mental e, claro, processamento da
informação. Consequentemente, a construção de teorias no desenvolvimento da psicologia
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cognitiva tomou a forma de metáforas relacionadas a natureza da representação mental e aos


processos envolvidos na construção e no uso dessas representações.

3.Principais crenças das teorias cognitivas


As teorias cognitivas são fundamentais em uma série de suposições e crenças comuns, três das
mais importantes são as seguintes:

a) A aprendizagem actual se baseia na aprendizagem anterior: esta abordagem enfatiza


a importância e habilidades adquiridas previamente pelo aprendiz. Isto contradiz as
abordagens behavioristas que tendem a ver todos os aprendizes como sendo
relativamente iguais em termos de sua sustentabilidade aos efeitos de recompensas e
punições. Entretanto, a visão da psicologia cognitiva enfatiza que a aprendizagem se
apresenta de diferentes motivos, diferentes informações de background, interesses
distintos, características genéticas diversas, e assim por diante. Como resultado, mesmo
em situações idênticas, eles geralmente aprendem coisas diferentes.
b) A aprendizagem envolve processamento de informação: de acordo com esta visão, o
aprendiz não é um receptor de informações passivo ou um reagente não consciente do
incitamento e suas consequências. Em vez disso, o aprendiz é um participante activo no
processo de aprendizagem, esforçando-se para descobrir e analisar, e capaz de utilizar
estratégias para chegar a conceitos e organiza-los na memória.
c) O significado depende de relações entre conceitos: conforme explicam os psicólogos, o
significado resulta de processar informações activamente, construir com base na
aprendizagem anterior, e depende de relações entre conceitos (algumas vezes,
denominados esquemas) que estão actualmente activos. Entre importantes contribuições
teóricas ao desenvolvimento da psicologia cognitiva contemporânea estão aquelas feitas
por jerome Bruner, jean Piaget e lev vygotsky.

3.1.Teoria da aprendizagem de Bruner


Bruner (1964), compara o desenvolvimento de uma criança com a evolução da raça humana.

Evolução do cérebro
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No entanto, quanto a evolução, Bruner diz, os seres humanos estavam mais longe de serem os
predadores mais rápidos, fortes e ferozes deste planeta, o tigre-dentes-de-sabre ou outra besta
medonha teria sido muito bem-sucedida ao dominar a população humana se não fosse por um
simples facto: os seres humanos provarem, no final, serem mais inteligentes do que todos eu
roubavam a carne humana. Este animal erra tão inteligente que acabou tomando o curso da
evolução nas mãos. Usando o cérebro.

Vantagens do cérebro

O cérebro humano possui inúmeras vantagens tas como: facilitar o acesso a fontes de alimentos
que passaram despercebidas por competidores da espécie humana, muito das quais tinham
melhor olfacto, visão, mais aguçada, movimentos mais rápidos e mandíbulas e bicos mais fortes.
Foi o cérebro que permitiu as pessoas fazerem conexão entre usar varetas e cavar o solo em
buscava de raízes e tubérculos ou entre rochas pesadas e a possibilidade de intimidar uma presa (
ou predadores).

Foi o cérebro que acabou por criar um instrumento de madeira e pedra, os implementos de caca e
agrícolas a roda, o foguete, o computador a conquista do espaço cedere-la e tudo o mais que veio
em seguida. O mais importante ainda é que o cérebro levou ao desenvolvimento da linguagem e
da cultura.

Evolução da mente

A linguagem é um dos produtos da evolução cultural (BICKERTON e SZATHMARY, 2009),


Fossilizada pelo cérebro. E assim também é a entidade mal definida que chamamos de mente. O
termo se refere principalmente a consciência humana, que temos de sermos, sentirmos,
pensarmos. Com certeza a mente esta estritamente associada com actividades cognitivas, tais
como: pensar, perceber, imaginar e assim por diante.

A evolução da mente destaca Bruner (1964,1966), é evidenciada pelas três ondas de invenções
notáveis, cada uma das quais serviram a três funções diferentes.

a) Os humanos desenvolveram eventos que ampliaram a capacidade motora. Ao ampliar sua


capacidade motora os humanos ficaram mais fortes e rápidos, mais bem preparados para
construir abrigos muito menos vulneráveis aos predadores e as catástrofes naturais. Bem
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recentemente na história humana surgiu um segundo grupo de invenções e de novo


padrão de evolução humana foi alterado drasticamente. Em vez de ampliar a capacidade
motora esses objectos ampliaram os sentidos entre esses objectos estão o telescópio, o
rádio, a televisão e todos os meios que expandem a capacidade humana de ver, ouvir,
sentir e de perceber coisas que de outra forma não seriam percebidas.

O último grupo de invenções humanas inclui aquilo que amplio aquilo que Bruner chamou de
capacidades de raciocínios (intelectuais), são eles os sistemas simbólicos humanos e as teorias;
que incluem as linguagens e os sistemas de computadores. Quase todo o trabalho mental humano
alerta brunner1999, é agora feito com ajuda da tecnologia que as culturas proporcionam aos seus
membros.

4.Desenvolvimento da representação em crianças


Bruner sugere que o uso de sistemas de representações pelas crianças, a medida que elas se
desenvolvem corre paralelo a história das invenções humanas. Assim, bem no início da vida, elas
representa, os objectos por meio das sensações imediatas. Nas palavras de Bruner as coisas “são
representados nos músculos” essas representações, chama-se representação inactiva,
corresponde o período da evolução humana, quando a enfâse estava na amplificação das
habilidades motoras.

No desenvolvimento que vem a seguir, as crianças progridem de uma representação


extremamente motora (para aquilo que Bruner chama de representação icónica). A mais
avançada forma de representação disponível para criança é a representação simbólica que ocorre
paralelamente ao desenvolvimento das invenções que ampliaram as capacidades intelectuais. A
diferença fundamental entre um símbolo e um ícone é que o ícone mantem uma semelhança
literal com a sua referencia e o símbolo não pose e completamente arbitrária.

4.1.Representações e teoria cognitiva


Em resumo os adultos têm pelo menos três maneiras diferentes de representar não apenas os
efeitos de experiencias sensórias, mais também os pensamentos. A importância da representação
e em especial a representação simbólica – dificilmente pode ser superestimada.
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Um sistema de representação simbólica, notadamente a linguagem, é essencial para o raciocínio


sistemático, diz NEWEL (1990). Além disso, esse sistema é necessário para compartilhar o
conhecimento entre as pessoas. Por fim, a representação é fundamental da determinação da
cultura humana e na modelagem da experiencia de viver uma vida humana.

O sistema de representação, destaca Bruner, são “ um tipo muito especial de um kit de


ferramentas comunitários cujas pecas, uma vez usadas, fazem do seu usuário um reflexo da
comunidade”.

5.A teoria de representação de Bruner: categorização


Aprendizagem e percepção, argumenta Bruner (1957), são actividades de processamento de
informações que reflectem nossa necessidade de simplificar e fazer sentido em nosso mundo.
Nos simplificamos as coisas em categorias. Entretanto, categorização é o termo de Bruner para a
formação de conceitos. Toda actividade cognitiva humana envolve categorias, segundo Bruner.
Portanto, para entender a teoria de Bruner, é importante saber oque é uma categoria, como ela se
forma e qual é o seu valor.

Entretanto, categoria afirma Bruner é tornar equivalentes coisas descriminavelmente diferentes,


agrupar em classes objectos, eventos e pessoas em torno de nos, e responder a eles em termos da
inclusão da classe, e não em termos de sua singularidade. Dai que uma forma de compreender o
termo categoria é defini-lo como se ele fosse uma regra.

Em resumo na categorização as pessoas interagem com o ambiente por meio de categorias ou


sistemas de classificação que lhe permite tratar eventos ou objectos diferentes como se fossem
equivalentes. A informação de entrada é, dessa forma, organizada em categorias preexistentes ou
leva a formação de novas.

Bruner sugere que toda a interacção com o mundo precisa envolver a classificação de output em
relação as categorias já existentes. Experiencias completamente novas são “ condenadas a ser
uma pedra preciosa não lapidada, trancafiada no silencio da experiencia privada” afirma Bruner.
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5.1.Sistemas de codificação
As categorias permitem a classificação e, portanto, o reconhecimento, do imput sensorial.
Entretanto, ir além da informação sensorial imediata envolve mais do que apenas fazer referencia
baseadas na categoria na qual o imput é classificado. Mais importante ainda, envolve fazer
inferência com base em categorias relacionadas.

Na verdade, o KORUNG EGEE identificado e previsões sobre ele são feitas com base nas
categorias relacionadas entre se. Essas categorias são conhecidas como um sistema de
codificação.

Sistemas de codificação podem ser pensados como combinação hierarquizadas de categorias


relacionadas entre si, de modo que a categoria que fica no topo do sistema é mais geral, do que
as categorias que vem abaixo. Em outras palavras a medida que uma se move para cima partindo
de uma instância específica que definem categorias relacionadas com cada conceito subsequente,
fica mais abstracto, mais livre dos específicos nos termos usados por Bruner.

Colocar um evento ou experiencia em qualquer sistema de codificação permite ao individuo


fazer generalizações com bases naquilo que é conhecido sobre os outros eventos sobre sistemas
de codificação, categorizar e localizar conceitos em sistemas de codificação é básico para a
generalização ou que é chamado transferência.

6.Implicações educacionais da teoria de Bruner


A teoria de Bruner ajusta-se especialmente bem no que diz respeito no seu valor heurístico,
também se sai muito bem em termos de suas implicações praticas, ele mostrou-se preocupado em
indicar algumas das implicações deducionais do seu trabalho Bruner (1966;1983;1990).

Sua enfâse na formação no sistema de codificação juntamente com sua crença de que os sistemas
s de codificação facilitam a transferência melhora a retenção e desenvolve a capacidade de
solucionar problemas e aumenta a motivação, levando a defender a abordagem da descoberta
orientada nas escolhas. Bruner defende o uso de técnicas pelas quais as crianças são encorajadas
a descobrir factos e relações por se próprias. Um tema fundamental em sua abordagem da
instrução é que a aprendizagem é um processo activo, em vez de passivo.
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Bruner sugere que alguma forma de currículo espiral geralmente é a melhor a educação centrada
no aprendiz. O ponto central do construtivismo dizem GABLER E SCHROEDER, é passar o
estudante o papel familiar de ouvinte a que esta acostumado para a do aprendiz activo.

O construtivismo esta em estreita concordância com o argumento de Bruner que o aluno precisa
construir o conhecimento por se próprio, nem todos os educadores teóricos são tão entusiastas a
respeito do emprego dos métodos de descoberta nas escola. Uma controvérsia relativamente
branda entre o ensino marcado pela descobertas e as abordagens mais didácticas algumas vezes
chamadas de aprendizagem receptiva tem ocorrido em certos currículos educacionais a várias
décadas.

7.Jean Piaget uma posição desenvolvimentista - cognitiva


O sistema de Piaget é também uma teoria desenvolvimentista: volta-se para os processos pelos
quais as crianças alcançam compreensão progressivamente mais avançada do seu ambiente e de
si próprias.

Método clinico

Muitas das informações nas quais Piaget baseou suas teorias derivam de uma técnica especial
que ele desenvolveu para estudar crianças: o método clinico é uma técnica de entrevista
semiestruturada na qual as respostas dos sujeitos as perguntas determinam qual será a pergunta
seguinte, é bem diferente da abordagem mais convencional, na qual perguntas predeterminadas
são feitas numa ordem também predeterminada.

Orientação teórica

Talvez, a mais básica das ideias de Piaget, observa VON GLASERFIELD (1997), é que: o
desenvolvimento humano é um processo de adaptação. E a mais elevada formada de adaptação
humana é a cognição ( ou conhecimento)

Consistimente com este treinamento, Piaget inicia sua pesquisa emprestando duas grandes
questões da zoologia(a) quais propriedades dos organismos permite-lhe sobreviver e (b) como as
espécies podem ser classificadas? A orientação de Piaget é claramente biológica e evolucionária,
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bem como cognitiva, ou seja ele estuda o desenvolvimento da mente no contexto da adaptação
biológica.

7.1.Adaptação por meio da assimilação e acomodação


O recém-nascido, explica Piaget, é, de muitas maneiras, um organismo enormemente indefeso
que não sabe que o mundo é real, ignora causas e feitos, não possui nenhuma ideia armazenada
com a qual raciocinar e não tem capacidade de apresentar comportamentos intencionais. Eles
buscam a estimulação exterior e respondem a ela de forma continua, como destaca FLAVELL
(1985) o processo pelo qual isso ocorre é a adaptação. E para responder à primeira das questões
da biologia da maneira mais simples possível, assimilação e acomodação são os processos que
tornam possível a adaptação. Assimilação envolve responder a situações usando actividades ou
conhecimentos já aprendidos ou que estão presentes no nascimento. Se deve haver progressos no
desenvolvimento, é preciso haver mudanças na informação e no comportamento. Essas
mudanças definem a acomodação.

Equilibração

É importante, explica Piaget, que haja um balanço entre assimilação e acomodação – uma
equilíbrio. Dai ele usar o termo equilibração para explicar processos ou tendências que levam a
esse balanço.

Brincar

Quando a criança brinca, explica Piaget elas assimilam continuamente objectos ou actividades
predeterminadas, ignorando os atributos que não se encaixam naquela actividade, por exemplo,
quando as crianças sentam numa cadeira e dizem “upa, cavalinho” não estão dando atenção
particularidade aos atributos da cadeira que não lembram o cavalo.

8.Uma teoria dos estágios


Piaget acreditava que o desenvolvimento infantil progride ao longo de uma série de estágios,
cada um dos estágios caracterizado pelo desenvolvimento de novas capacidades. Ele descreve
quatro estágios principais e vários sob estágios ao longo dos quais as crianças progridem num
seu desenvolvimento:
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 Sensório-motor (do nascimento aos 2 anos).


 Pré-operatório (dos 2 aos 7 anos)
Preconceitual (dos 2 aos 4 anos).
Intuitivo (dos 4 aos 7anos)
 Operações concretas (dos 7 aos 11 anos).
 Operações formais (dos 11 aos 12 ou mais dos 14 aos 15 anos .

Cada estágio pode ser descrito pelas principais características identificadoras das crianças
naquele determinado estagio e pela aprendizagem que ocorre antes da transição para o próximo
estágio.

9.A teoria de Piaget como uma teoria da aprendizagem


Na essência Piaget diz respeito a uma teoria do desenvolvimento humano. Principalmente devido
a sua enfâse na génese do conhecimento. Pode ser simplificada e reduzida ao seguinte conjunto
de afirmações:

 Aquisição do conhecimento é um processo de desenvolvimento gradual que se torna


possível pela inteiração da criança com o meio ambiente.
 A sofisticação da representação do mundo pelas crianças é uma função do seu estágio de
desenvolvimento. Esse estágio é definido pelas estruturas de pensamento que elas
possuem na ocasião.

9.1.Implicações educacionais da teoria de Piaget


O impacto da teoria de Piaget sobre o currículo escolar, os procedimentos de instrução e praticas
de mensuração é profunda e significativo.

Teorias como de Piaget e Bruner enfatizam que a aprendizagem é muito mais do que
simplesmente deslocar itens de informação de fora para dentro da criança. Como vimos, essas
teorias apoiam o construtivismo. O trabalho de Piaget sugere varia abordagens e princípios
educacionais muito específicos. Piaget também sugere que as escolas deveriam se esforçar para
oferecer aos estudantes tarefas e desafios de dificuldades óptimas. O material oferecido ao aluno
não pode ser tão difícil a ponto de não poder ser compreendido nem de tão fácil que não resulte
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em aprendizagem nova. Dai que é muito importantes os professores saberem algo sobre o
desenvolvimento infantil e sobre como as crianças apreendem e pensam.

A posição de uma avaliação

Os críticos de Piaget são muitos, tem algumas restrições em relação a ele. Uma das mais antigas
diz respeito ao pequeno número de sujeitos em sua pesquisa: o meto clinico não se presta
facilmente a grandes amostras. Essa crítica não é relevante, excepto quando estudos mais
cuidadosos com grupos maiores contradizem as descobertas de Piaget.

Piaget subestimou as crianças pequenas

Os críticos destacam que o Piaget parece haver subestimado as idades nas quais as crianças
pequenas são capazes de certos comportamentos importantes. Há indicações que as dificuldades
vertais frequentemente podem sem estar implicando no insucesso de Piaget em encontrar certas
capacidades e compreensão durante os períodos iniciais do desenvolvimento.

10.Lev Vygotsky – uma teoria social/Cognitiva


A teoria de Vygotsky, preocupa-se também com a construção do significado; como resultado,
sua teoria é frequentemente citada como exemplo do construtivismo. Contudo, ao contrário de
Piaget, vygotsky enfatiza como a cultura e a inteiração social estão envolvidas no
desenvolvimento da consciência humana. Assim enquanto a teoria de Piaget da as forcas que
estão dentro da criança um papel fundamental o sistema de vygotsky enfatiza as forcas que estão
fora da criança - em outras palavras, as forca cultura ( GREDLER E SHIELDS, 2008). Três
temas sobrepostos unificam a ampla teoria de Vygotsky: eles lidam com a importância da
cultura, o papel da linguagem e a relação entre o aluno e professor.

10.1.O papel da cultura


Vygotsky ente a inteiração da criança com aquilo que ele chama de cultura. Somos muito
diferente dos outros assim ele explica. Por que? Porque usamos ferramentas e símbolos e, como
resultado, criamos uma coisa chamada cultura. As culturas são muito poderosas e dinâmicas,
alterando coisas que exercem uma enorme influência sobre cada um de nós. As culturas
modelam o funcionamento mental humano. A importância da cultura na teoria de vygotsky é
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realçada pela distinção que ele faz entre funções mentais e funções mentais superiores. As
funções elementares são nossas tendências e comportamentos naturais, não apreendidos,
evidentes, na capacidade do recém-nascido de sugar, balbuciar e chorar. Durante o
desenvolvimento destas funções mentais elementares são transformadas em funções mentais
superiores – como pensamento, resolução de problemas e imaginação – principalmente através
das inteirações sociais que as culturas possibilitam. Afinal, a cultura torna a linguagem possível.
E a inteiração social possibilita a aprendizagem da linguagem.

11.Pensamento e linguagem
Para estudar a como a linguagem e o pensamento se desenvolvem em crianças pequenas,
Vygotsky elaborou uma série de estudos engenhosos. Utilizando o que actualmente se conhece
como bloco de vygotsky, esse s blocos vária de formatos, cor, cultura e tamanho. Observando
sequencias de resolução entre varias centenas de crianças de diferentes idades e analisando seu
uso do discurso nesta e em outras investigações vygotsky chegou a conclusão de que o discurso e
o pensamento são totalmente independentes, mas que a inteiração cultural e, especialmente, o
nível de sofisticação da linguagem é instrumental na determinação do nível de sofisticação
conceitual que a criança atinge.

Aplicações educacionais – zona de crescimento proximal e suporte

Muito da popularidade actual da estrutura teórica de vygotsky diz respeito a sua descrição de
relação entre aprendiz e professor – ou entre pais e criança. Na estrutura teórica de vygotsky,
essa relação envolve ensinar e aprender em ambas partes (SCRIMSHER e TUDGE, 2003), ou
seja, o professor aprende com a criança sobre a mesma forma que a criança aprende por causa
das acções do professor. Em relação é mais resumida pela noção de vygotsky da zona de
desenvolvimento proximal. Para resumir DAVYDOV, explica a zona de desenvolvimento
proximal assim “aquilo que a criança inicialmente consegue fazer apenas junto com adulto e seus
pais, então, pode fazer de forma independente, reside exactamente na zona proximal de
desenvolvimento psicológico.

A noção de Vygotsky de crescimento da zona proximal é uma das duas mais importantes
contribuições à teoria e prática instrucional; a outra é a seu conceito de suporte, que esta
estreitamente relacionado.
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11.1.Suporte
A tarefa do professor e dos pais, explicou Vygotsky, é cuidar para que as crianças participem de
actividades dentro da zona de crescimento proximal actividade que, por definição, não se
apresentem tão fáceis a ponto de as crianças conseguirem realiza-las correctamente sem esforço,
nem tão difíceis que, mesmo com ajuda, não consigam realiza-las. O modo como o aprendiz
pode ser ajudado é descrito por suporte.
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12.Conclusão
As teorias cognitivas estão preocupadas, principalmente, em explicar os processos mentais
superiores e se baseiam mais nas pesquisas com seres humanos do quem os animais. Neste
parâmetro de análise das teorias cognitivas, a que olharmos para as três teorias de Bruner, Piaget
e Vygotsky pois estes teóricos enfatizam as suas abordagens em ser humano desde os seus
primeiros dias de vida até a construção do mundo abstracto e possivelmente do real.

Comecemos com Bruner que compara o desenvolvimento da criança com à evolução há raça
humana pois segundo ele: a criança progride da representação enativa que corresponde as
invenções que ampliaram as capacidades motoras para representação icónicas que, corresponde
as invenções que a ampliaram os sentidos e, finalmente, para a representação simbólica.
Enquanto a teoria de Piaget pode ser vista como uma tentativa de responder as duas questões
básicas da biologia, dando assim a primazia a maturação biológico da criança como a base do
desenvolvimento cognitivo ao passo que Lev Vygotsky realça a importância da cultura e da sua
principal invenção: a cultura e especialmente a linguagem que remove-nos da esfera animal dos
reflexos e reacções e torna possíveis os processos mentais superiores.

Contudo é de estrema importância que o educador ou professor tenha noção básicas destas três
teorias cognitivas pois lidar com crianças principalmente no campo da educação sem as
respectivas teorias é colocar-se num oceano sem bússola para a respectiva navegação.
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13.Referencias Bibliográficas