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ANHANGUERA EDUCACIONAL LTDA.

Ciência da Computação

ALISSON GEROTTI SANTOS RA: 6814004267

EDUARDO SILVA RA: 6814004282

FILIPE DE OLIVEIRA SANTOS RA: 6818463560

LUCAS TAFAREL BAQUIAO DOS SANTOS RA: 6267248289

RENAN CORREIA CARINTA RA: 6814004311

ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA:

Introdução e Organização de Computadores

Prof. Márcio Artero

LIMEIRA

2013
Sumário

RELATÓRIO 1: MODELOS E EQUIPAMENTOS ULTRABOOK E TABLETS......................1

1.1 Introdução a Arquitetura de Computadores.................................................................................1

1.2 Computadores Pessoais e Equipamentos Portáteis.......................................................................2

1.3 Arquiteturas RISC e CISC.............................................................................................................7

1.4 Opções disponíveis no mercado Ultrabooks................................................................................10

1.5 Opções disponíveis no mercado de tablets...................................................................................13

RELATORIO 2: CARACTERÍSTICAS DE MEMÓRIAS.................................................................16

2.1 TIPOS E CARACTERISTICAS DE MEMÓRIA DE ACESSO ALEATÓRIO......................23

2.2 TIPOS E CARACTERISTICAS DE MEMÓRIA DE ARMAZENAMENTO.........................23

2.3 CARACTERISTICAS DE MEMÓRIAS UTILIZADAS NO ULTRABOOK..........................25

2.4 CARACTERISTICAS DE MEMÓRIAS UTILIZADAS NO TABLET....................................26


RELATÓRIO 1: MODELOS E EQUIPAMENTOS ULTRABOOK E TABLETS

1.1 INTRODUÇÃO A ARQUITETURA DE COMPUTADORES

Um computador é uma máquina capaz de processar dados de forma que resulte


informações para um ou mais objetivos. Sendo ela uma máquina, o computador é constituído de
diversos componentes físicos, como os transistores, resistores e capacitores (componentes
eletrônicos), o teclado, o mouse, a fiação elétrica interna, as placas de circuito impresso e outros.
Em conjunto, esses componentes formam a parte conhecida como hardware.

No entanto, se considerarmos apenas o hardware, não há grande importância no


computador, pois o hardware requer uma instrução ou comando para realizar uma específica
atividade, por menor ou mais simples que seja. Essas instruções, podem ser criadas de formas
diferentes, através de comando gerados por software, que é o oposto do termo hardware. É o que
conhecemos como programas de computador.

Para que os programas de computador sejam interpretados pela máquina (computador)


eles precisam de algum modo ser introduzido no hardware. Trata-se do processamento de
Entrada, que requer um dispositivo de entrada (hardware). Há inúmeros componentes de entrada
de dados em um sistema de computação. Exemplo: Teclado, Mouse, Scanner, CDs e DVDs,
Microfone, Touch-screen, etc., porém, os computadores são projetados com capacidade de
entender e realizar apenas tarefas bem simples e curtas como, somar dois números de cada vez,
mover um número de um local para outro, interpretar caracteres que são pressionados no teclado,
etc. Os comandos passados via dispositivo de entrada ao software e desses para o hardware, não
podem ser diretamente processado, pois são complexos para o entendimento da máquina, então,
neste momento entra a função do processador.

O processador (UCP- Unidade Central de Processamento) é o componente que é capaz de


entender e realizar uma operação instruída de máquina, e se constitui de milhões de minúsculos
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circuitos e componentes eletrônicos (transistores, resistores etc.) cujas funções básicas são ler e
interpretar instruções de máquina e realizar as operações matemáticas definidas após a
interpretação de uma determinada instrução.

Antes da execução do programa, este e os dados que serão por ele manipulados devem
ser armazenados na própria máquina através da memória (componente do sistema da
computação responsável pelo armazenamento temporário das informações introduzidas pelo
dispositivo de entrada e pelo processador), para que um a um, sejam localizados pelo
processador, interpretados e executados.

A memória é como um sistema de armazenamento, constituído de vários dispositivos,


cada um com características diferentes de desempenho, porém todos servindo a um mesmo
propósito: armazenamento e recuperação.

Os dispositivos de Entrada e Saída servem basicamente para permitir que o sistema de


computação comunique com o mundo exterior, realizando ainda, além da integração, a
conversão das linguagens do sistema para a linguagem do meio exterior e vice-versa.

1.2 COMPUTADORES PESSOAIS E EQUIPAMENTOS PORTÁTEIS

Evolução dos Computadores Pessoais

ENIAC(1945) e o UNIVAC(1951) foram um dos primeiros computadores a serem


criados, eram gigantescos e tinham apenas funções de cálculos, sendo utilizados para resolução
de problemas específicos. Esses computadores não contavam com uma linguagem padronizada
de programação, cada máquina possuía seu próprio código e, para novas funções, era necessário
reprogramar completamente o computador. O superaquecimento desses computadores eram
muito constante, ao invés do uso de microprocessadores se usavam válvulas elétricas, que
permitiam amplificação e troca de sinais, por meio de pulsos. Elas funcionavam de maneira
correlata a uma placa de circuitos, cada válvula acesa ou apagada representava uma instrução à
máquina.

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A principal necessidade dos computadores da segunda geração foi substituir as válvulas
elétricas por uma nova tecnologia permitindo um armazenamento mais discreto e não fosse tão
responsável pela geração de calor excessivo. Assim os transistores passaram a integrar os painéis
das máquinas de computar. Os componentes eram criados a partir de materiais sólidos
conhecidos como "Silício". As vantagens dos transistores fizeram com que os computadores
diminuíssem seus tamanhos, barateassem seu valor e gastassem menos energia. As linguagens
das máquinas foram substituídas por linguagem Assembly, onde se mantém até hoje.

O emprego de materiais de silício, com condutividade elétrica maior que a de um


isolante, mas menor que a de um condutor, foi chamado de semicondutor. Esse novo
componente garantiu aumentos significativos na velocidade e eficiência dos computadores,
permitindo que mais tarefas fossem desempenhadas em períodos de tempo mais curtos.

Junto à terceira geração dos computadores, surgiram os teclados para digitação de


comandos. Monitores também permitiam a visualização de sistemas operacionais primitivos,
completamente distantes dos sistemas gráficos que utilizamos atualmente. Apesar das facilidades
trazidas pelos semicondutores, os computadores dessa geração não foram reduzidos, chegando
pesar mais do que os antecessores. A adição da capacidade de upgrade nas máquinas foi um
outro grande avanço, fazendo com que empresas comprassem computadores com determinadas
configurações e aumentar as suas capacidades de acordo com a necessidade, pagando
relativamente pouco por essas facilidades.

O início dos computadores pessoais se deu na quarta geração onde foram os primeiros a
serem chamados de microcomputadores. Esse nome se deve ao fato de eles pesarem menos de
20 kg, o que tornou o armazenamento deles muito facilitado. O surgimento dos
microprocessadores (chip de controle e processamento), tornou a informática muito mais
acessível, além de oferecer uma enorme gama de novas possibilidades para os usuários.

Características dos Computadores Pessoais e Equipamentos Portáteis

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Os computadores pessoais são máquinas que executam tarefas ou cálculos seguindo
instruções através de programas. Os computadores atualmente são impressionantes comparados
aos computadores de antigamente, não só porque estão muito mais rápidos como podem caber na
mesa, no colo ou até no bolso.

Eles funcionam com base em uma interação entre hardware e software, sendo que o
hardware são peças de um computador que se podem ver e tocar e ficam alocados dentro do
gabinete. A peça principal e mais importante de hardware é a CPU (unidade de processamento
central), microprocessador, pois ele realiza a parte que converte as instruções e executa os
cálculos. Monitor, teclado, mouse, impressora e outros componentes são itens de hardware que
costumam ser chamados de dispositivos de hardware ou simplesmente dispositivos. Software são
programas que cria instruções para que o hardware execute. Como por exemplo, um programa
de processamento de texto que pode ser usado para escrever letras no computador. O sistema
operacional também é um software que gerencia o computador e os dispositivos conectados a
ele. Dois sistemas operacionais muito conhecidos são o Windows e o Macintosh.

Desktop

Os chamados Desktops, foram criados para uso em mesa, e normalmente são maiores e
mais potentes que outros tipos de PC, eles também são constituídos por componentes separados.
Um computador desktop moderno consiste de uma placa mãe, CPU, armazenamento primário
(RAM), cartão de expansão, central de força, disco ótico, armazenamento secundário (HDD).

Todos os computadores desktops vêm com portos que permitem inserir dispositivos
externos diferentes no computador, como por exemplo, teclados, monitores, scanners,
impressoras. Os diferentes tipos de portos são Universal serial bus, Ethernet, Modem,
Headphone, Serial, Parallel, PS/2, VGA, Power connection, Fire wire e Card reader.

Laptops

Os Laptops são computadores totalmente portáveis, possuem uma tela fina, gastam
menos energia e fazem menos barulho que os computadores de mesa. Os laptops podem operar
com baterias, por isso você pode levá-los para qualquer lugar. Ao contrário dos desktops, os
laptops combinam a CPU, a tela e o teclado em um único gabinete. A tela se fecha sobre o
teclado, quando não está em uso. Mas geralmente são um pouco mais lentos e têm menos poder
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de processamento gráfico e de som. No entanto estas diferenças podem ser tão pequenas que a
maioria dos usuários não percebem.

Os laptops são mais caros do que os desktops, apesar da diferença estar diminuindo.
Geralmente, computadores laptop e desktop são muito similares. Eles têm os mesmos hardwares,
softwares e o sistema operacional básico. A diferença primordial é a maneira que os
componentes se combinam.

O microprocessador atua como cérebro do computador controlando-o, esse processo


causa muito calor, onde o computador desktop utiliza a circulação de ar, através de um
ventilador e um dissipador de calor. Já no laptop o espaço é muito menor para estes métodos de
resfriamento, fazendo com que a CPU (unidade central de processamento), funcione em tensões
e velocidades mais baixas, deixando o processador mais lento. A maioria dos laptops funcionam
com tensões e velocidades mais altas quando ligados na tomada em configurações menores
quando alimentado pela bateria.

Os laptops geralmente usam módulos de memória menores para economizar espaço. Os


tipos de memória usados em laptops incluem:

○ Memória SODIMM (Small Outline Dual Inline Memory Module)

○ Memória DDR SDRAM (Dual data Rate Synchronus RAM)

○ Memória SDRAM (Single Data Rate Synchronus RAM)

○ Módulos de memória proprietários

Os laptops geralmente têm pequenos ventiladores, dissipadores de calor, propagadores de


calor ou condutores de calor para ajudar a dissipar o calor da CPU. Alguns modelos avançados
de laptop reduzem o calor ainda mais com líquido de refrigeração mantido em canais ao longo
dos condutores de calor. Além disso, a maioria das CPUs nos laptops está perto das
extremidades da unidade. Isto permite ao ventilador transferir o calor diretamente para fora ao
invés de através dos outros componentes.

Handheld

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Hadheld é um computador que pode ser guardado convenientemente em um bolso e
usado enquanto se segue-o. Hoje em dia eles também são chamados de assistentes digitais
pessoais(PDAs), podem ser divididos entre os que aceitam escritas como entrada de dados e os
com pequenos teclados (pamtop). Newton foi o primeiro handheld a aceitar escrita, foi lançado
pela Apple mas foi retirado do mercado. Hoje em dia o handheld mais popular é o palm. Eles são
usados para gerenciar informações pessoais, e também para uso comercial. Existem inúmeras
aplicações disponíveis, muitas já acompanham os computadores de mão, como agenda de
compromissos, cadastro de endereço, aplicativo para anotações e gerenciador de e-mail.

Tablets PC

Um Tablet PC ou simplesmente Tablet é um dispositivo pessoal em formato de prancheta


que pode ser usado para acesso à Internet, organização pessoal, visualização e tirar fotos, vídeos,
leitura de livros, jornais e revistas e para entretenimento com jogos 3D.Apresenta uma tela touch
screen e tem como o dispositivo de entrada principal a ponta dos dedos ou uma caneta, em vez
de um teclado ou mouse. É um novo conceito: não deve ser igualado a um computador completo
ou um smartphone, embora possua diversas funcionalidades dos dois.

Os tabletes possuem diferentes tipos de sistemas operacionais, um dos sistemas


operacionais mais usados entre eles é o Android, por ser gratuito, e por possuir grande número
de programas e aplicativos disponíveis. Mas o melhor sistema operacional com ampla qualidade
e lider em quantidades de aplicativos é o IOS, que funciona no mais famoso e conhecido iPad.

Por meio dos aplicativos, os tablets podem realizar as mesmas tarefas que um PC. É
possível navegar na internet, editar documentos, rodar jogos, comunicar-se por Messenger,
realizar videoconferências, explorar mapas, etc. A diferença é que, em vez de usar teclado e
mouse, usa-se uma interface 100% tátil, que é a tela.

1.3 ARQUITETURAS RISC E CISC

As arquiteturas RISC (Reduced Instruction Set Computer) e CISC(Complex Intruction


Set Computer) de processador tratam-se não de tecnologias, mas sim de estratégias de produção

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de processadores. Para que possamos entender mais à respeito dessas estratégias, precisamos não
somente comparar as duas, mas sim, entender o contexto histórico e tecnológico no qual os
projetistas se encontravam ao desenvolve-las.

Em termos de hardware, na época em que os projetistas estavam pensando em otimizar os


sistemas, peças como a memória dificultavam a tarefa. Nos anos 70, as memórias tinham um
custo muito alto, além de serem muito lentas. O que tornava inviável armazenar grandes
volumes de códigos nas memórias, logo, para que um código fosse eficiente ele teria de ser
compacto. Outro problema em relação à tecnologia da época eram os compiladores, que
traduziam linguagens de alto nível (C ou PASCAL) para assembly, que depois teria denovo que
ser traduzida para linguagem de máquina através de assembladores. Esse trabalho de traduções
não era perfeito, então o jeito mais eficiente de se programar era diretamente em assembly.

Temos agora uma evolução na programação, o que faz seu custo subir consideravelmente
em relação ao custo do hardware. Pensando nisso os projetistas da arquitetura CISC tiveram a
ideia de aproximar a linguagem de baixo nível das linguagens de alto nível, o que facilitaria o
trabalho dos programadores. Ou seja, a intenção deles era fazer a linguagem assembly ficar um
pouco mais “amigável” parecida com as linguagens de alto nível em se tratando da semântica.
Assim, os compiladores ficariam mais fáceis de escrever, os softwares ficariam mais compactos
o que economizaria programação e memória, a detecção de erros também seria mais fácil o que
resultaria em menos dinheiro gasto com manutenção, tudo isso levaria à uma economia em
relação à programação.

Em suma o que os projetistas da arquitetura CISC estavam tentando fazer era transportar
a complexidade do software para o hardware, de modo que o hardware fosse o mais responsável
por executar tarefas complexas, para tanto, chegaram até a programar micro-códigos, que
ficavam armazenados na memória e eram quase que um processador dentro do processador, ou
seja, eram responsáveis por interpretar e executar instruções do software “antes” de o
processador fazê-lo, porém, esses micro-códigos começarama ficar muito grandes, dificultando
os programadores de encontrar erros e necessitando de mais espaço. Isso fez com que os
projetistas dessa arquitetura se questionassem se esse era realmente o melhor caminho a seguir.

Por serem muito complexas, muitas das implementações feitas pela arquitetura CISC
eram distribuídas entre vários chips, o que nao era o ideal. Era necessário uma solução em um
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único chip, que usasse melhor os poucos recursos disponíveis na época. Pensando assim, os
projetistas começaram a dar mais valor à ideia de deixar as tarefas mais complexas para os
softwares, e as menos complexas para o hardware, eles chegaram à conclusão de que seria muito
mais eficiente tirar a linguagem de alto nível do hardware, afinal, o hardware estava começando
a ficar barato, e os compiladores muito mais eficientes. Os projetistas decidiram que daria para
usar melhor os recursos disponíveis, se eles tirassem dos processadores as instruções complexas,
e as implementassem via software. Isso se opõe aos conceitos que deram início a arquitetura
CISC, e dá origem à arquitetura RISC, que visa executar no processador as tarefas que eram
executadas mais frequentemente, e deixar de lado as outras, que não eram tão necessárias,
mesmo que isso resultasse num tempo maior para executar algumas tarefas, tornaria o sistema
mais eficiente.

Não só a quantidade de instruções mudou, mas também o tamanho das mesmas. Ficou
decidido que cada instrução RISC deveria demorar apenas um ciclo de relógio para terminar sua
execução. Os projetistas perceberam que tudo o que podia ser feito através de microcódigo
também poderia ser feito com pequenas e rápidas instruções de assembly e que o espaço na
memória necessário para armazenar o microcódigo, poderia simplesmente ser usada para
armazenar o assembler.

Mesmo que essa arquitetura tenha aumentado ligeiramente o número de instruções, os


projetistas visavam diminuir o tempo de ciclo de execução de cada instrução. Isso possibilitou a
aplicação de uma técnica chamada pipelining (permite a execução de várias instruções em
paralelo). A arquitetura RISC também implementou a eliminação dos modos de

endereçamento complexos e o aumento do número de registos internos do processador. Esta


separação das instruções LOAD e STORE de todas as outras, permite ao compilador
“programar” uma operação imediatamente a seguir ao LOAD (por exemplo). Assim, enquanto o
processador espera alguns ciclos para os dados serem carregados para o(s) registo(s), pode
executar outra tarefa, em vez de ficar parado à espera. Algumas máquinas CISC também tiram
partido desta demora nos acessos à memória mas esta funcionalidade tem que ser implementada
em microcódigo. As arquiteturas têm de confiar no compilador para fazerem os códigos
compactos e otimizados.

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Atualmente, os problemas que deram origem às arquiteturas RISC e CISC já não são
mais problemas, visto que o hardware teve seu custo bem diminuído, e os componentes estão
mais rápidos e eficazes. Hoje, a preocupação já não é mais o que pode ser retirado do
processador para aumentar o desempenho, e sim o que pode ser incluído para fazer isso, afinal,
temos muito mais recursos hoje do que tínhamos antes. O que realmente distingue os
processadores RISC dos

CISC atualmente, está relacionado com a arquitetura em si e não tanto com o conjunto de
instruções.

A maior ameaça para as arquiteturas RISC e CISC pode não ser nenhuma delas (por
oposição à outra), mas uma nova arquitetura denominada EPIC (Explicit Parallel Instruction
Computer). Como se pode depreender da palavra “paralelo” a arquitetura EPIC pode executar
várias instruções em paralelo umas com as outras. Esta filosofia foi criada pela Intel e é, de certa

forma, a combinação das arquiteturas RISC e CISC.

Disso tudo, podemos concluir que não a como comparar efetivamente as arquiteturas
RISC e CISC, como dito no começo tudo foi embasado pelo contexto histórico e tecnológico,
logo, cada arquitetura teve sua importância tanto na evolução como na contribuição à
informática, porém, podemos perceber que, como cada uma tem suas vantagens e desvantagens,
a tendência será unir as duas, de modo a aproveitar o que cada uma pode nos oferecer, e seguir
assim com mais um passo na escala evolutiva da computação.

1.4 OPÇÕES DISPONÍVEIS NO MERCADO ULTRABOOKS

Ultrabook Inspiron 14z

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O Ultrabook Inspiron 14z é fornecido pela Dell com preços de R$ 2.559,00 até
R$3.098,00 acompanhado do sistema operacional Windows 8 e de uma placa de Vídeo Dedicada
AMD Radeon™ HD 7570M, 64-bit, 1GB, antivírus McAfee Security Center com 1 ano e 3
meses gratuitos, um design ultrafino com acabamento em alumínio escovado e com apenas 1,87
kg além de uma bateria de longa duração.

Memória: Memória 8GB, Dual Channel DDR3, 1600MHz (2x4Gb)

Processador: 3ª Geração do Processador Intel® Core™ i7-3537U (2.0GHz até 3.1GHz com
Intel® Turbo Boost 2.0, 4 Threads, 4Mb Cache)

Armazenamento: Disco Rígido 500GB SATA (5400 RPM) com 32GB mSATA SSD (para
Intel® Smart Response)

Tecnologias de comunicação: wifi 802.11bg/n Lan - Ethernet Gigabit

Interfaces: Tela widescreen de alta definição de 14" (720 p) com luminosidade de 200 nits.

Ultrabook Acer S5 3916600

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O Ultrabook Acer s5 é fornecido pela Acer com preços de R$ 3.341,00 a R$ 3.799,00
acompanhado do sistema operacional Windows 7 Home Premium e uma placa de vídeo Intel®
HD Graphics 4000 com 128 MB de memória dedicada. Com garantia de 1 ano, bateria de 3
células, é rápido e oferece uma grande performance, em menos de 2 segundos ele está pronto
para ser utilizado, pesando pouco menos de 1.4 kg e tem uma espessura um pouco menos de 1
cm.

Memória: 4 GB DDR3

Processador: Intel® Core™ i5-3317U (3 MB L3 cache, 1.70 GHz with Turbo Boost up to 2.60,
DDR3 1600 MHz,17 W)

Armazenamento: 128GB de SSD e 128GB de HD

Tecnologias de comunicação: Wireless Acer InviLink™ Nplify™ 802.11b/g/n Wi-Fi


CERTIFIED, placa de Rede: 10/100/1000 e Bluetooth 4.0

Interfaces: 13.3 HD, high-brightness (200-nit) Acer CineCrystal™ LEDbacklit TFT LCD,
Super-slim design e resolução 1366 x 768 pixel

Ultrabook Samsung 530U3C-AD5

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O Ultrabook Samsung 530U3C-AD5 é fornecido pela Samsung com preços de R$
2.341,00 a R$ 2.654,10 acompanhado do sistema operacional Windows 8 e uma placa de vídeo
Intel® HD Graphics, com garantia de 1 ano, é rápido e oferece uma grande performance, em
menos de 2 segundos ele está pronto para ser utilizado, bateria de íons de lítio, 4 células, com
duração até 7hs.

Memória: 4 GB DDR3

Processador: Intel® Core™ i7 3517U (1.90 GHz, 4 MB L3 Cache)

Armazenamento: 500 GB S-ATA + 24 GB iSSD Express Cache

Tecnologias de comunicação: wifi 802.11bg/n Lan - Ethernet Gigabit

Interfaces: 13.3" LED HD 16: 9 antirreflexiva

Ultrabook LG Z330

O Ultrabook Z330 é fornecido pela LG com preços de R$ 3.641,00 a R$ 3.899,10


acompanhado do sistema operacional Windows 7, com garantia de 1 ano, possui espessura de
14,7mm e pesa 1,21 Kg e ainda assim proporciona um desempenho ultrarrápido e um design
superelegante, bateria de íons de lítio, 3 células, com duração até 7hs.

Memória: 4GB DDR3


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Processador: Segunda geração processador Intel® Core™ i7

Armazenamento: 256GB SSD (SATA3)

Tecnologias de comunicação: Intel Centrino Wireless N 1030 802.11 b/g/n,

Intel Wireless Display (WiDi), Bluetooth 3.0 + HS, Lan 10/100 miniRJ45 (adaptador incluso)

Interfaces: Tela - 13.3” HD (1366*768) LED LCD, Vídeo Embutido - Intel® HD 3000
Graphics

1.5 OPÇÕES DISPONÍVEIS NO MERCADO DE TABLETS


Tablet Latitude 10

O Tablet Latitude 10 é fornecido pela Dell com preços de R$ 2.499,00 a R$ 2.999,00


acompanhado do sistema operacional Windows 8, Placa de Vídeo Intel® (533MHZ), bateria de
lítio de 2 células (Removível), garantia de 1 ano com atendimento em domicilio e uma webcam
integrada de 8 Megapixels.

Memória: Memória RAM de 2GB, DDR2, 800MHz

Processador: Processador Intel® Atom™ Z2760 (1.80 GHz, 1 MB Cache)

Armazenamento: Unidade de Armazenamento SSD de 64GB

Tecnologias de comunicação: Placa Wireless Dell 1536C (802.11 A/B/G/N) com Bluetooth 4.0

Interfaces: Tela Touch-Screen LCD de 10.1" (1366x768), com tecnologia Corning® Gorilla®
Glass

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Tablet Asus Transformer Pad TF300TG

O Tablet Asus Transformers Pad é fornecido pela Asus com preços de


R$ 1.499,00 a R$ 1.999,00, acompanhado do sistema operacional Android 4.0 Ice Cream
Sandwich, O Tablet Transformer Pad TF300TG é um modelo com teclado acoplado à tela, leve e
rápido, para uma maior mobilidade e desenvoltura em um produto altamente tecnológico, 1 ano
de garantia com câmera integrada de 8.0 MP.

Memória: 1GB de memória RAM

Processador: Quad-core NVIDIA® Tegra® 3 4-Plus-1

Armazenamento: 32GB EMMC + 8GB de armazenamento vitalício ASUS WebStorage*1

Tecnologias de comunicação: WLAN 802.11 b/g/n@2.4GHz Bluetooth V3.0+EDR

Interfaces: Tela Touch-Screen LCD de 10.1"

Tablet Samsung Galaxy Tab 2 10.1

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O Tablet Samsung Galaxy Tab 2 10.1 é fornecido pela Samsung com preços de R$
1.499,00 a R$ 1.599,00 acompanhado do sistema operacional Android 4.0, esse tablet possui
uma bateria de 7000 mAh e alto rendimento. Dependendo de seu uso, ela pode chegar a até 30
horas de autonomia, e estima-se que em espera dure até 35 dias.

Memória: 1GB RAM

Processador: 1GHz Dual-Core

Armazenamento: 16GB expansível até 32GB

Tecnologias de comunicação: Bluetooth 3.0, WiFi 802.11 bgn, 3G

Inteface: 10.1” TFT - WXGA(1280x800)

Tablet iPad 4ª Geração

O Tablet iPad 4ª Geração é fornecido pela Apple com preços de R$ 1.999,00 a R$


2.099,00 acompanhado do sistema operacional IOS, bateria com duração de até 10 horas para
navegar na Internet via Wifi, assistir vídeo ou escutar música.

Memória: 1GB RAM


Processador: A6X Dual Core com chips gráficos quad core
Armazenamento: 16GB
Tecnologias de comunicação: Bluetooth 3.0, WiFi 802.11 abgn, 4G
Inteface: Tela Multi-Touch de 9,7 polegadas (diagonal) retroiluminada por LED, com
tecnologia IPS (É um variação da tecnologia LCD. A diferença está nos cristais líquidos, que são
alinhados horizontalmente ao invés de verticalmente. O que proporciona um ângulo maior de

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visão. A qualidade da imagem é garantida também pelo baixo tempo de resposta, ideal para
cenas de movimento).

RELATORIO 2: CARACTERÍSTICAS DE MEMÓRIAS

Subsistemas de Memória
Segundo o autor Mário.A.Monteiro, a memória é um componente de um sistema de
computação cuja função é armazenar as informações que são ou serão manipuladas por esses
sistemas, para que elas possam ser prontamente recuperadas, quando necessário.
De maneira conceitual a memória é um “depósito” onde são guardados certos elementos
para serem usados quando desejado, no entanto, não é possível construir e utilizar um tipo de
memória, a memória de um computador é também um sistema ou um subsistema, constituída de
vários componentes ou vários tipos diferentes de memórias com o objetivo de armazenar
informações e permitir sua recuperação quando necessário.
A necessidade da existência de vários tipos de memória ocorre em virtude de alguns
fatores como o aumento sempre crescente da velocidade das UCP (Unidade Central de
Processamento), muito maior que a velocidade da memória ocasiona atrasos na transferência de
bits entre memória e UCP. Outro fator relaciona-se com a capacidade de armazenamento de
informações que os sistemas de computação precisam ter, cada vez maior em face do aumento
do tamanho dos programas como também do aumento do volume dos dados que devem ser
armazenados e manipulados nos sistemas atuais.
Se existisse apenas um tipo de memória, sua velocidade ou tempo de acesso teria que ser
compatível com a da UCP, sendo que esta não ficasse esperando muito tempo por um dado que
estivesse sendo transferido da memória.
Podemos imaginar um sistema no qual o UCP manipula um dado em 5 nano segundos e a
memória pode transferir um dado para a UCP em 60 nano segundos, podendo afirmar que a UCP
em cada 60 nano segundos, ela trabalha 5 e ficaria os outros 55 nano segundos ociosa,
acarretando em uma baixa produtividade do sistema.

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Para aumentar a produtividade pode-se desenvolver memórias com maior velocidade,
porem tais memórias têm um custo alto que cresce ainda mais quando se sabe que as memórias
vêm aumentando de capacidade sistematicamente.
Os dois fatores citados, velocidade e capacidade, indicam a necessidade de se projetar
para um conjunto de memórias com diferentes características, o que leva a uma hierarquia de
funcionamento denominada de subsistema de memória.
A memória de um sistema tem como elemento básico de armazenamento físico o bit, ou
seja fisicamente ela é construída de modo a representar individualmente bit por bit. Os bit é
identificado na memória por sinal elétrico, campo magnético ou ainda por presença ou ausência
de um ponto de luz.
Na prática, precisamos passar para o computador as informações que conhecemos na vida
cotidiana, normalmente em forma de caracteres ou símbolos gráficos, que conseguimos
distinguir visualmente ou através do sentido tato, como se faz em braile para pessoas cegas,
infelizmente computadores não possuem esses sentidos dos humanos para distinguir as coisas,
eles apenas conseguem distinguir sinais elétricos diferentes, isto é, se o valor representa 0 ou 1.
Nesse caso para introduzir todos os símbolos básicos que usamos em nosso dia-a-dia precisamos
mais do que um bit, visto que com apenas um bit só poderíamos representar 2 símbolos distintos.
Por isso, os sistemas de computação costumam grupar uma determinada quantidade de bits,
identificando este grupo como uma unidade de armazenamento, denominada como célula. Uma
célula é um grupo de bits tratado em conjunto pelo sistema, esse grupo é movido em bloco como
se fosse um único elemento, sendo assim identificado para efeitos de armazenamento e
transferência, como uma unidade, o termo célula costuma ser utilizado apenas para identificar a
unidade de armazenamento da memória principal, nos outros tipos de memória, a unidade de
armazenamento possui outras denominações (bloco, setor, cluster e etc).
Como uma memória é constituída de vários desses grupos de bits, é necessário que seja
definido um método para identificar cada uma dessas células de modo que possa ser
distintamente identificado o grupo de bits desejado para um certo processamento. Cada célula da
memória principal ou cada grupo de bits em um sistema de computação é identificado na sua
fabricação por um número chamado de endereço. A memória é organizada em grupos de bits,
sequencialmente dispostos, a partir do grupo de endereço 0 até o último gripo de endereço N - 1,

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sendo N a quantidade total de grupos, o sistema de controle das memórias é construído de modo
a localizar um certo grupo de bits a parti do seu endereço.
Memória é um dispositivo de armazenamento que pode ser chamado de depósito de
informações, quando se organiza um depósito, tem se por objetivo permitir que elementos
possam ser armazenados de uma forma organizada que possibilite sua identificação e
localização, quando se deseja recuperá-los. Em um depósito pode-se realizar duas ações distintas
como guardar elementos ou retirar elementos, também em uma memória pode-se realizar essas
mesma duas operações, as quais, nesse caso são denominadas escritas ou gravação ou
armazenamento (write ou record) e leitura ou recuperação (read ou retrieve).
Ambas operações são possíveis graças à técnica utilizada para identificar cada elemento
ou grupo de bits, por um número, que permite identificar o local de armazenamento ou de
recuperação.
A operação de escrita é naturalmente destrutiva, ou seja, ao armazenar um dado em uma célula o
conteúdo anterior é destruído, visto que os bits que chegam são gravados por cima dos que
estavam no local, processo é parecido com o realizado para gravar uma música em uma fita
cassete, a música gravada apaga a música anterior, já a operação de leitura não deve ser
destrutiva, pois é uma ação de copiar o valor (dado ou informação) em outro local,
permanecendo o mesmo valor no local de origem. (MONTEIRO, M. Introdução à Organização
de Computadores - 4° Edição, Rio de Janeiro, Grupo Editora Nacional, 2002.)

Principais tipos de memórias e suas características.

1. Registradores

Por serem construídos com a mesma tecnologia da UCP, estes dispositivos possuem o
menor tempo de acesso ou ciclo de memória do sistema, algo em torno de 1 a 5 nanossegundos.
Os registradores são fabricados com capacidade de armazenar um único dado, uma única
instrução ou até mesmo um único endereço. Dessa forma, a quantidade de bits de cada um é de
uns poucos bits (de 8 a 64), dependendo do tipo de processador e , dentro deste, da aplicação
dada ao registrador em si.

18
Registradores de dados, têm, em geral, o tamanho definido pelo fabricante para a palavra
do processador, tamanhos diferente dos registradores usados exclusivamente para armazenar
endereços.
Registradores são memórias de semicondutores e, portanto, necessitam de energia elétrica
para funcionar. Assim, registradores são memórias voláteis.
Os registradores são memórias de semicondutores como mencionado acima, sendo
fabricados com tecnologia igual à dos demais circuitos da UCP, visto que eles se encontram
inseridos em seu interior. No entanto, há diversos modelos de tecnologia de fabricação de
semicondutores, uns com tempo de acesso maior que outros, custos e capacidade de
armazenamento, no mesmo espaço físico, diferentes.
Os registradores são memórias auxiliares internas à UCP e, portanto, tendem a armazenar
informação por muito pouco tempo. Devido à tecnologia mais avançada de sua fabricação, os
registradores encontram-se no topo em termos de custos, sendo os dispositivos de maior custo
entre diversos tipos de memória.

2. Memória Cache

São fabricadas com tecnologia e recursos para prover menores ciclos de memória do que
as memórias RAM comuns, elas possuem velocidade de transferência tal que lhes garante
tempos de acesso menores que 5 a 7 nano segundos.
Tendo em vista que a UCP acessa primeiramente a memória cache, para buscar a
informação requerida, é importante que a referida memória tenha capacidade adequada para
armazenar uma apreciável quantidade de informações, uma vez que, se essas informações não
foram encontradas na cache, então o sistema deverá sofrer um atraso para que as mesmas sejam
transferidas da memória principal para a cache.
A exemplo dos registradores, memórias cache são dispositivos construídos com circuitos
eletrônicos, requerendo, por isso, energia elétrica para seu funcionamento, são desse modo,
dispositivos voláteis. Memórias cache são fabricadas com circuitos eletrônicos de alta
velocidade para atingirem sua finalidade, em geral são memórias estáticas, denominadas SRAM.
O tempo de permanência de uma instrução ou dado nas memórias cache é relativamente
pequeno, menor que a duração da execução do programa ao qual a referida instrução ou dado

19
pertence. Isto porque, devido a seu tamanho não ser grande e ser utilizada por todos os
programas em execução, há necessidade de alteração periódica da informação armazenada para
permitir a entrada de novas informações.
O Custo de fabricação das memórias cache é alto. O valor por byte está situado entre o
dos registradores que são os mais caros, e o da memória principal, mais barata.

3. Memória Principal

A memória principal é construída com elementos cuja velocidade operacional se situa


abaixo das memórias cache, embora sejam muito mais rápidas que a memória secundaria. Em
geral, a capacidade da memória principal é bem maior que a da memória cache. Enquanto, esta
oscila atualmente entre 64K e 2 Mbytes, valores típicos de memória principal para
microcomputadores estão na faixa de dezenas de Mbytes, pois raramente vai se adquirir, nos dias
de hoje, um microcomputador que não possua algo em torno de 32MB de memória principal.
Sendo atualmente construído com semicondutores e circuitos eletrônicos correlatos, este tipo de
memória também é volátil, tal como acontece com os registradores e a memória cache. No
entanto, há normalmente uma pequena quantidade de memória não volátil fazendo parte da
memória principal, a qual serve para armazenar pequena quantidade de instruções que são
executadas sempre que o computador é ligado.
Nos primeiros sistemas usavam-se núcleo de ferrite para armazenar os bits na memória
principal, até que foram substituídos pela tecnologia de semicondutores. Os circuitos que
representam os bits nas memórias atuais possuem uma tecnologia bem mais avançada que seus
predecessores de ferrite e, portanto, têm velocidade mais elevada de transferência, garantindo
baixos tempos de acesso em comparação com o modelo anterior.
Para que um programa seja executado é necessário que ele esteja armazenado na memória
principal juntamente com seus dados. Atualmente esta afirmação é parcialmente verdadeira,
visto que não é mais necessário que o programa completo esteja na MP. Neste caso é obrigatório
apenas o armazenamento, na MP, da instrução que será acessada pela UCP. Não importa,
contudo, se é o programa todo, ou parte dele, que deve estar armazenado na MP para ser
utilizado pela UCP. Fica claro que, em qualquer circunstância, as instruções e os dados

20
permanecem temporariamente na MP, enquanto durar a execução do programa. Esta
temporariedade é bastante variável, dependendo de diversas circunstâncias, como, por exemplo,
o tamanho do programa e sua duração, a quantidade de programas que estão sendo processados
juntos, e outrais mais. No entanto, a transitoriedade com que as informações permanecem
armazenadas na MP é, em geral mais duradoura que na memória cache ou nos registradores,
embora mais lenta que na memória secundária.
Memórias dinâmicas usadas como memória principal têm um custo mais baixo que o
custo das memórias cache, por isso podem ser vendidos computadores com uma quantidade
apreciável de MP sem que seu preço seja inaceitável.

4. Memória Secundária

Os dispositivos que podem ser constituir em elemento de armazenamento secundário ou


auxiliar em um sistema de computação são, em geral, dispositivos eletromecânicos e não
circuitos puramente eletrônicos, como é o caso de registradores, memória cache e memória
principal, por essa razão aqueles dispositivos possuem tempo de acesso maiores. Tempos de
acesso típicos para discos rígidos estão atualmente na faixa de 8 a 15 milissegundos. Discos do
tipo CD-ROM trabalham com tempos de acesso ainda maiores, na faixa de 120 a 300 ns,
enquanto as fitas magnéticas são ainda mais lentas.
As memória secundária, tem uma grande capacidade de armazenamento, a qual varia
consideravelmente dependendo do tipo de dispositivo utilizado.
Como estes dispositivos armazenam as informações de forma magnética ou ótica, elas não se
perdem nem desaparecem quando não há alimentação de energia elétrica. Trata-se, pois, de
elementos úteis para guardar os programas de forma permanente.
Este parâmetro possui uma variedade imensa de tipos, visto que, para cada dispositivo entre os já
mencionados, há diferentes tecnologias de fabricação atualmente em uso, o que dificulta a
descrição de sua tecnologia.
A memória secundária é um componente de armazenamento com caráter permanente ou,
pelo menos, de longo período de armazenamento. Ela serve, então para armazenar programas e
dados que não estão sendo requeridos imediatamente e que exigem também grande espaço de
armazenamento devido à sua natural quantidade.

21
2.1 TIPOS E CARACTERISTICAS DE MEMÓRIA DE ACESSO ALEATÓRIO

Memórias de Acesso Aleatório

O método de acesso aleatório é o método em que cada posição de memória possui um


endereço único e o tempo de acesso a uma posição é constante, sendo independente dos acessos
anteriores. Um exemplo de memórias que utilizam esse método é a Memória RAM. Memória
RAM é um hardware de armazenamento volátil, ou seja, armazena dados de programas em
execução enquanto o computador está ligado e o acesso a cada célula depende apenas de seu
endereço e não da posição do acesso anterior. Esse tipo de memória é essencial para acompanhar
a velocidade do processador, onde ela armazena os dados temporariamente para disponibilizá-los
ao processador, mas caso haja algum problema que faça a máquina se desligar, as informações
que estavam na MEMÓRIA RAM serão perdidas, e a última informação salva estará no HD.
Atualmente. Existem 4 tipos de MEMÓRIAS RAM, DDR, DDR2, DDR3, DDR4, sendo
o DDR4 o mais potente no mercado atual. Cada um destes tipos de memória tem uma
velocidade, que está sendo medida em MHz. “O avanço da tecnologia nesta área é
surpreendente. A pouco tempo foram descobertos novos materiais para produzir o núcleo de
armazenamento das memórias. É muito provável que logo estejam no mercado memórias RAM
com 10 GB, ou mais.” (http://www.infoescola.com/informatica/memoria-ram/). Pois isso é
necessário já que diariamente os programas são evoluídos exigindo memórias mais potentes.

2.2 TIPOS E CARACTERISTICAS DE MEMÓRIA DE ARMAZENAMENTO

Memória de armazenamento de dados

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As memorias de armazenamento são componentes de um sistema de computação cuja
função é armazenar as informações que são manipuladas por esse sistema, para que elas possam
ser prontamente recuperadas, quando necessário. Existem diversos tipos de memórias de
armazenamentos, como os HD’s, CD’s e DVD’s, SSD, etc.
 Os HD’s são dispositivos de armazenamento que é capaz de armazenar grandes
quantidades de dados, e possui um tempo de acesso rápido. Eles são formados por uma pilha de
discos fixadas a um eixo, onde cada disco tem duas superfícies feitas de alumínio ou vidro, esses
pratos são cobertos com um material magnético como óxido de ferro. Além dos discos há os
braços ligados aos pentes que se movem para dentro e fora dos discos, onde os pentes leem ou
escrevem magnetizando o material magnético. Na codificação de dados, possui dois tipos,
Manchester e Modulação Por Frequência Modulada, que possuem a função de detectar as
transições entre áreas magnéticas ao lerem um disco.
Um dos riscos que possui o HD é de partículas do ar, ficar entre o pente e o disco
causando a queda do pente, é por esse motivo que o HD é lacrado e não é aconselhável abrir este
lacre. Um outro problema que pode ocorrer é dos pentes se desalinharem e corromperem dados.
   Os CD’s são discos compactos que conseguem armazenar dados em pequenos espaços,
através de traços com um milésimo de largura e profundidade igual a um sexto dessa largura,
onde a medida dos traços corresponde a cada informação, e a leitura é feita por feixes de laser
que focalizam os traços gravados e refletem separando do incidente e dirigido aos detectores,
que medem o tamanho dos traços, tornando possível a leitura de informações.
“Um cd é organizado em um formato em espiral (usando velocidade linear constante). A
velocidade de rotação, originalmente os mesmos 300 RPM dos disquetes, é ajustada de forma
que o disco se move mais lentamente quando a cabeça de leitura está na borda do disco do que
quando está no centro. ”
 Agora os DVD’s são discos com capacidade de armazenamento muito maior que a dos
CD’s, através de novas técnicas aprimoradas na gravação. Ele é mais utilizados para gravação de
videos e podiam chegar a capacidade de armazenamento de 4,7 GB (DVD-5), mas atualmente
existem DVD’s que podem chegar a 9 (DVD-9) ou até 10GB (DVD-10) de capacidade de
armazenamento que é na verdade 2 discos unidos face a face. Possuem basicamente o mesmo
modo de funcionamento do CD.  

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 Os SSD’s é uma nova tecnologia vista como a evolução dos  HD’s, pois essa nova
tecnologia não possui partes móveis e é construído por circuitos integrados semi condutores, que
fazem parte do sistema de armazenamento, diferente dos HD’s que utilizam sistemas
magnéticos. Os SSD’s também possui um tempo de acesso reduzido em relação aos meios
magnéticos e ópticos, além de serem mais resistentes que o HD por causa da ausência das partes
mecânicas, e consumem menos energia, realizam gravações e leituras de forma mais rápida.
Porém a sua capacidade de armazenamento ainda é muito baixa em relação ao HD’s atuais, mas
cientistas dizem que é questão de tempo para o aprimoramento dos SSD’s.

Diferença entre USB 2.0 e 3.0

O USB 2.0 foi uma tecnologia muito boa com capacidade de transferência de 480 MbPS,
mas atualmente com arquivos de grandes extensões, sua taxa de transferência não está sendo
capaz de transferir tais arquivos. Então para suprir essa necessidade foi criado a tecnologia do
USB 3.0 que tem um aumento de taxa de transferência de dez vezes maior que sua antecessora,
além de possuir 4 cabos só de troca de informações ( totalizando 8 cabos), sendo que a sua
antecessora só possui 2 cabos para troca de informações ( totalizando 4 cabos), com essa falta de
cabos no USB 2.0 faz com que os dados sejam enviados somente por uma única direção, ou seja,
eles saem do computador e somente depois de chegar ao dispositivo USB os dados contidos nele
são enviados para o computador. O USB 3.0 também funciona com portas USB’s 2.0, e são
compatíveis com os sistemas operacionais, Windows 7, Linux, MAC OS X, etc.

2.3 CARACTERISTICAS DE MEMÓRIAS UTILIZADAS NO ULTRABOOK

A capacidade de armazenamento e funcionabilidade das memorias dos ultrabooks são


diferenciadas pelas marcas e fabricantes, mas possuem em comum a memória de armazenamento
sendo o SSD, que é uma nova tecnologia que substitui o HD, tendo uma velocidade de acesso
aos dados mais rápida e sendo mais resistente, mas ainda com pouca capacidade de
armazenamento, porem em alguns ultrabooks possuem os dois tipos de armazenamento o HD e o

24
SSD ,e possuem como em  todos os outros computadores a memória RAM. Alguns exemplos de
memórias de Ultrabooks:
 
Ultrabook Inspiron 14z (fabricante Dell)

 Memória RAM: Memória 4GB, Single Channel DDR3, 1600MHz (1x4Gb)


 Memória de Armazenamento: Disco Rígido 500GB SATA (5400 RPM) com 32GB
mSATA SSD (para Intel® Smart Response)

 Ultrabook Aspire M5 (fabricante Acer).

 Memória RAM: 4 GB, DDR3 1600 MHz, 17 W.


 Memória de Armazenamento:500GB de disco rigido + 20GB SSD.

Ultrabook STI UB 1401 (fabricante Semp Toshiba)

 Memória RAM: 4 GB, DDR3 1600 MHz.


 Memória de Armazenamento: SSD de até 256 GB ou híbrido com SSD de 32 GB e HD
de 500 GB.

2.4 CARACTERISTICAS DE MEMÓRIAS UTILIZADAS NO TABLET

A memória do tablet é diferente da memória do computador, pois no tablet só possui um


tipo de memória que é a memória do sistema, sendo que possuem pouca capacidade de
armazenamento comparado aos computadores, mas para a finalidade dele é um armazenamento
bom, apesar que diariamente vão aperfeiçoando essa capacidade. Além de que alguns tablets
ainda tem capacidade de expandir seu armazenamento com o cartão de memória. Alguns
exemplos da memória dos tablets.

Samsung Galaxy Tab 2 7.0 (fabricante Samsung)


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 Memória Interna: 16 GB

Motorola Xoom 2 (fabricante Motorola)

 Memória Interna: 32 GB

BlackBerry® PLAYBOOK (fabricante BlackBerry)

 Memória Interna: 16 GB

26
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