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02-PSICOLOGIA CRISTÃ

Para começar, é difícil falar em psicologia porque na verdade, o que existem


são psicologias ou vertentes da psicologia. De acordo com cada uma dessas
vertentes o objeto de estudo sofre alteração. Uma linha teórica se concentra
em estudar a mente, outra se concentra no estudo do inconsciente, outra no
estudo do comportamento… mas o que ocorre em geral é estudar o ser
humano para além do organismo físico, sem esquecer o organismo físico.

Durante o curso, estudamos diversas matérias sobre o funcionamento do


aparelho psíquico, sobre comportamento, personalidade, teorias específicas
como psicanálise, gestalt, behaviorismo, psicologia social, psicologia
evolucionista, etc.. além de matérias como antropologia, sociologia, filosofia,
anatomia, fisiologia, neurofisiologia, estatística, e outras.

A psicologia é uma ciência, com as peculiaridades de uma ciência que estuda


algo que não pode ser pegado e apalpado, mas que pode ser manipulado em
laboratório, dependendo da linha teórica com a qual se trabalhe. Enquanto
ciência, ela embasa seus postulados em pesquisas que buscam testar
hipóteses acerca do funcionamento de diversos fenômenos humanos [...].

Um fator que na minha visão é peculiar à psicologia é a necessidade que o


aluno de psicologia e o profissional psicólogo tem de se afastar de julgamentos
morais e preconceitos ao lidar com as pessoas. Isso pode ser bom ou ruim,
dependendo da maturidade que a pessoa tenha para lidar com isso.

Creio que é bom, pois nos ajuda a olhar para as pessoas sem preconceito,
aceitando-as como são para então podermos ajudá- las de alguma forma. Por
outro lado, muitos correm o risco de aceitar e ser coniventes com todo o tipo de
prática, tornando um respeito às diferenças em liberalismo.

O psicólogo pode atuar em diversas áreas, como por exemplo, consultório,


consultoria organizacional (para empresas, escolas, etc.), RH, psicologia
jurídica, psicologia hospitalar, psicologia escolar, pode fazer parte de equipes
que atuam em catástrofes, pode seguir carreira acadêmica, trabalhar
exclusivamente com pesquisas. As possibilidades são diversas, e os conflitos
bastante semelhantes aos de outros profissionais.
CAPÍTULO 1

INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA

No sentido etimológico, a psicologia seria a ciência da alma ou o estudo da


alma. Teles (2003) define a psicologia como a ciência que busca compreender
o homem e seu comportamento, para facilitar a convivência consigo próprio e
com os o outro. “Pretendese fornecer subsídios para que ele saiba lidar
consigo e com as experiências de vida.” (pág. 9).

Como destaca Figueiredo (2005) psicologia não existe no singular. O que há


são inúmeras maneiras de conceber o campo do “psicológico” e outras tantas
maneiras de se inserir nesse campo, intervindo nele, praticando “psicologia”.
Entre as maneiras de pensar o “psicológico” há mesmo quem pretenda
descartar-se desta denominação e dar preferência a outros conceitos, como
“conduta” ou “comportamento” entre os que se situam no campo do
psicológico, há também os que pretendem fazer outra coisa que não
“psicologia” como, por exemplo, “psicanálise”.

A psicologia é um conjunto de diversos domínios. Alguns psicólogos realizam


pesquisa básica, alguns fazem pesquisa aplicada, e alguns prestam serviços
profissionais. “A psicologia se desenvolveu a partir da biologia e da filosofia,
com o objetivo de se tornar uma ciência que descreve como pensamos,
sentimos e agimos. ” (Myers, 1999, pág. 1).

Em psicologia não há um acordo na metodologia, e não há uma terminologia


comum; existe uma diversidade enorme de orientações teórico-metológicas. O
objeto de estudo da psicologia tem variado ao longo do tempo e sua pré-
história confunde-se com a própria história da filosofia. Antes de 300 a.C., o
filósofo grego Aristóteles teorizou sobre temas como aprendizagem e memória,
motivação e emoção, percepção e personalidade.

A psicologia não é apenas a ciência do bem-estar, tendo como ponto de


referência uma sociedade bem comportada. Se a psicologia usa como
parâmetros de normalidade e de ajustamento os valores da classe dominante,
então ela é, também, um veículo ideológico. A profissão de psicólogo esteve
inicialmente ligada aos problemas de educação e trabalho. O psicólogo
“aplicava testes”: para selecionar o “funcionário certo” para o “lugar certo”, para
classificar o escolar em uma turma que lhe fosse adequada, para treinar o
operário, para programar a aprendizagem, etc.

Todas essas funções ainda são importantes na definição da identidade


profissional do psicólogo; mas hoje, quando se fala em psicólogo, o leigo logo
pensa no psicólogo clínico, e quem se decide a estudar psicologia quase
sempre é com a intenção de se tornar um clínico.

Embora durante muitos anos essa especialização nem existisse legalmente,


atualmente é a principal identidade do psicólogo aplicado. (Figueiredo e Santi,
2004) É cada vez mais freqüente que as teorias psicológicas se popularizem e
sejam assimiladas pelo linguajar popular e que cada vez mais pensem a cerca
de si e dos outros com termos emprestados das escolas psicológicas.

CAPÍTULO 2

PSICOLOGIA PASTORAL

Na abordagem da questão psicológica é empregada uma terminologia tão


vasta e diferencia da que se torna necessário, ao menos preliminarmente, fazer
alguns esclarecimentos conceituais. O que é psicologia? Segundo a definição
clássica, psicologia é " a ciência dos fenômenos psíquicos e do
comportamento” (Dicionário Aurélio).

A psicologia assim definida se entende como uma ciência empírica. Isto é, ela
não pretende pagar tributo à filosofia ou à metafísica. "Sua ambição se limita a
apresentar um quadro tão conciso quanto possível dos comportamentos
complexos... e de seu tratamento científico ".

Esse caráter estritamente científico e de neutralidade da psicologia diante da


metafísica tem sido enfatizado até mesmo pela psicologia da religião. Esta, que
poderia ser considerada uma parceira a chegada de diálogo com a teologia,
igualmente se limita a observar, descrever e analisar as manifestações
religiosas como objetos e conteúdos da consciência e do comportamento
humanos. Deus não pertence ao campo de interesse do psicólogo. Deus só
entra em consideração na sua pesquisa na medida em que a pessoa humana
se relaciona com ele através das suas ações. Todavia, esta postura clássica,
descomprometida com valores de ordem espiritual a transcendente, não está
mais se mantendo como linha única e exclusiva no trato da questão psicológica
do ser humano.

Escolas psicológicas como a da análise existencial, também chamada de


logoterapia (representada por Viktor Frankl), não apenas ampliam a questão
psicológica para dentro da questão espiritual ou transcendental, como fazem
desta o ponto central de todo o seu método terapêutico. Isto acontece na
medida em que colocam a questão da busca por sentido de vida como a
pergunta central da pessoa humana, estribada numa antropologia que
caracteriza o ser humano como um ser essencialmente orientado para o divino.

A psicologia pastoral pretende ser uma subdisciplina da teologia pastoral. Ela


resultou do diálogo e da cooperação entre médicos e pastores. Por ser uma
disciplina nova, suas atribuições e seu campo de competência ainda não estão
claramente definidos. Claro está que ela pretende aplicar conhecimentos e
recursos da psicologia a prática pastoral, seja no campo do aconselhamento,
seja no da educação cristã e ultimamente também na área da pedagogia de
grupo.

CAPÍTULO 3

ACONSELHAMENTO PASTORAL

O Aconselhamento Pastoral é uma forma de ajuda característico do meio


cristão, porém possui aconselhados do meio cristão como também do meio não
cristão.

Rogers (1975) afirma que as relações de ajuda são relações nas quais pelo
menos uma das partes procura promover na outra pessoa o crescimento, o
desenvolvimento, a maturidade, um melhor funcionamento e uma maior
capacidade de enfrentar a vida Rogers relata ainda que existe um princípio,
lógico, de que eu só posso desenvolver uma relação de ajuda comigo mesmo
se eu puder estar afetivamente consciente dos meus próprios sentimentos e
aceitá-los, desta forma é ampla a possibilidade de poder vir a formar uma
relação de ajuda com outra pessoa [...].
De acordo com Scheeffer (1986), o aconselhamento se desenvolveu
primeiramente nos Estados Unidos no inicio do século XX, tendo o objetivo de
reduzir desigualdades, e injustiças ligadas à industrialização massiva.

Entre a década de 20 e a de 50, o aconselhamento foi dominando esta prática


de ajuda, sendo mais focalizada e objetiva, com uma atitude mais situacional,
educativa e preventiva, apoiando-se na construção de uma atmosfera e uma
relação voltada para o apoio psicológico, objetivando-se na solução dos
problemas específicos e para a tomada de decisão do indivíduo.

Esta prática foi se desenvolvendo e, em muitos países, definiu-se, como uma


carreira e atividade específica a parte da psicoterapia e da psicologia clínica e
de outras profissões de ajuda, como a medicina, assistência social,
enfermagem e psiquiatria [...].

Comentando sobre alguns métodos de aconselhamento pesquisados


destacam-se entre eles o método de aconselhamento noutético 1 de Jay
Adams, que segundo Hurding (1995), este tem ênfase no nível bíblico, que usa
uma pressuposição baseada em especial por reconhecer duas abordagens, a
cristã e a não cristã. É um tanto radical por ter uma opinião que a vida
pecaminosa era o centro do aconselhamento, e que só existia a doença mental
ou a perturbação psicológica devido aos pecados, que o ser humano cometia,
e que somente o Espírito Santo poderia mudar a vida do aconselhado.

Outro método de aconselhamento com nome de Espiritual, que foi elaborado


pelo psicopedagogo Martin Bobgans, afirmava segundo Hurding (1995), que
somente existia um caminho psicológico e um caminho espiritual para a saúde
mental-emocional, posicionando-se diante de distintas escolas de
aconselhamento, partindo do pressuposto de que todas as confusões mentais
e emocionais de natureza não orgânica têm uma saída cujo centro é Cristo, em
vez de uma resposta psicológica, cujo centro é o eu [...].

Abreviando a forma como o psicólogo mais conhecido como Dr. Larry Crabb
unifica as perspectivas psicológicas com a verdade bíblica Hurding (1995), cita
duas premissas do Aconselhamento de Lawrence Crabb: Uma que as pessoas
precisam desesperadamente tanto de sentido quanto de amor (valor e
segurança); e outra que essas duas necessidades podem ser completamente
satisfeitas pelo todopoderoso Senhor Jesus Cristo [...]. O teólogo Hughes é
possivelmente o mais popular personagem britânico do aconselhamento
bíblico, e segundo Hurding (1995), evoluiu de uma posição antecedente em
que analisava as necessidades humanas exclusivamente à luz do pecado ou
da doença, para uma terceira área da sensibilidade humana com a qual
conotava a fraqueza ou a fragilidade.

Conforme o seu interesse cresceu em torno dos pontos emocionais e


psicológicos, Hughes foi desenvolvendo também contatos com alguns dos mais
conhecidos especialistas em Aconselhamento Pastoral. A procura de recursos
passa por um trabalho que é feito no sentido inverso, de dentro para fora por
meio das camadas, buscando constituir estilos apropriados de pensar,
convicções, decisões e a consideração e controle das emoções.

Afirmando que o aconselhamento pastoral é na sua maior parte diretivo, pois


usa-se intencionalmente a Bíblia […]. Apresentando um novo conceito no
Aconselhamento Pastoral Collins (1984, apud BECKER 2003), proporciona um
método que ambiciona garantir uma aproximação entre os princípios da
Teologia e os da Psicologia.

Para ele, esta aproximação é saudável e relevante. Por isso, ele visa propor
um diálogo e não uma separação, falando que o Aconselhamento Pastoral
deve levar com importância os conflitos pessoais dos aconselhados,
procurando instigar o desenvolvimento da personalidade, e enfrentar
eficazmente os problemas da vida, procurando o conselheiro cristão levar o
indivíduo a uma relação pessoal com Jesus Cristo […].

O Aconselhamento Pastoral tem uma visão que representa um estilo de


relação de ajuda muito particular e específica. O termo “Aconselhamento
Pastoral”, é bastante usado pelas igrejas protestantes brasileiras, sendo a
tradução de Pastoral Counselling, expressão usada nos Estados Unidos a
partir do século XX.

O Aconselhamento Pastoral segundo Schneider-Harpprecht (1998, apud


KRAUSE 2006), nasce como uma divisão da Teologia Pastoral, que relata o
pensamento teológico, com a efetivação prática desta teologia ela oferece
elementos para o afazer do pastor, dos quais o Aconselhamento Pastoral faz
parte desta vivência. O aconselhamento pastoral é um relacionamento de
indivíduo para indivíduo ou de um pequeno grupo que visa possibilitar a
potencialização de cura e de crescimento nos indivíduos e nos seus
relacionamentos.

O aconselhamento pastoral para Clinebell (1987), em igrejas protestantes é


feita geralmente no gabinete pastoral, em visitas domiciliares, escolas, cadeias,
hospitais visando rápidas conversas bem como até encontros de maior
duração.

Para definir o que é Aconselhamento Pastoral o autor Sathler-Rosa (1996,


apud BECKER 2003 p. 44), utiliza estes conceitos para defini-lo: “O
Aconselhamento Pastoral é um processo no qual as pessoas se encontram
para repartir lutas e esperanças.

Este processo é animado e iluminado pela esperança do Reino de Deus, que


estabelece a dignidade humana. Utiliza como instrumentais necessários para a
compreensão da psique humana e de suas interações sociais os recursos das
ciências que estudam e servem à promoção da pessoa em sua integridade de
todas as pessoas e da família humana”.

O aconselhamento, nos dá o entendimento, de que uma pessoa busca opinião


de alguma pessoa em que ele tenha confiança e uma experiência maior em
lidar com a situação que ela está precisando de ajuda. No nosso caso a pessoa
irá até um líder ou ministro religioso, pedir um conselho, porque sabe que ele
tem uma orientação em que ela possa confiar, orientação essa que se baseia
na prática cristã.

CAPÍTULO 4

O QUE É PSICOLOGIA CRISTÃ

Convém percebermos que da forma que a expressão “psicologia cristã” é


usada hoje, parece mais um paradoxo. Descreve mais uma coletânea de
terapias que são, essencialmente, humanistas. Para confundir ainda mais, a
infusão da psicologia para dentro do ensino da igreja tem deixado obscura a
linha divisória entre a mudança de comportamento e a santificação.
Cremos que a santificação espiritual é o caminho para a vitalidade pessoal. As
pressuposições e a maior parte das doutrinas da psicologia não se integram
com as verdades bíblicas.

O perigo é que essa inclinação para abraçar as doutrinas da psicologia ameaça


a vida da Igreja. A maioria dos psicólogos atuais reivindica possuir o
conhecimento secreto que resolve os reais problemas das pessoas.

Há até mesmo os que alegam possuir uma técnica terapêutica que chamam de
“aconselhamento cristão”, mas, na realidade, valem-se de teorias seculares
para tratar os problemas espirituais, adicionando-lhes referências bíblicas.
Adotam uma metodologia integracionista.

CAPÍTULO 5

ACONSELHAMENTO BÍBLICO E PSICOLOGIA CRISTÃ

Nosso propósito através deste capítulo é destacar a importância do


aconselhamento bíblico distinguindo-o da psicologia cristã. À primeira vista,
parece que o conselheiro bíblico e o psicoterapeuta cristão fazem a mesmas
coisas, porém, convém notar a grande diferença que existe entre ambas as
propostas de ajuda às pessoas.

Creio que para entendermos essa diferença, precisamos olhar atentamente


para as práticas que cada um possui e quais ensinamentos cada um deles
oferece. Vejamos o que cada um pensa:

1. Perspectiva sobre a Bíblia e sua contribuição para o aconselhamento

a. Psicologia cristã

i. A maioria enxerga a Bíblia como um recurso de inspiração, mas suas teorias


e métodos usados são transferidos da psicologia secular.

ii. São, em sua maioria, ecléticos.

iii. Alguns usam muitos versículos bíblicos, outros usam poucos, mas mal
utilizados.
b. Aconselhamento Bíblico

i. A Bíblia é fonte de abordagem exaustiva e detalhada para se compreender e


aconselhar pessoas (2 Tm 3.15-17; 2 Pe 1.4)

ii. A exegese é importante. A conselheiro bíblico compromete-se a permitir que


Deus fale por Si mesmo através da Palavra e em manejar bem a Palavra (2 Tm
2.15)

2. Perspectiva sobre Deus

a. Psicologia cristã

i. A soberania, santidade, justiça, bondade, autoridade e poder de Deus, são


raramente mencionados.

ii. O amor paternal de Deus é o grande tema desses psicoterapeutas, mas,


completamente desvinculado de quem o Deus bíblico é.

b. Aconselhamento Bíblico

i. Segue a Bíblia e procura ensinar e ministrar o amor de um Deus vivo e


verdadeiro, que trata do pecado e produz obediência (1 João)

3. Perspectiva sobre a Natureza e Motivação Humanas

a. Psicologia cristã

i. Quase todo psicólogo cristão apresenta alguma variante da teoria da


necessidade (autoestima, aceitação, significado) Ex. “As cinco linguagens do
amor”

ii. Tiram sua teoria da motivação diretamente da psicologia humanista.

b. Aconselhamento cristão

i. As Escrituras se opõem claramente a tais teorias de necessidades – (Gl 5.16-


24; Ef 2.3; Tg 1.14-16).

ii. A motivação correta está baseada no anseio por Deus e por uma vida
piedosa (Sl 42.1; 73.25; Mt 6.33; Pv 3.15; 2 Tm 2.22).
4. Perspectiva sobre o Evangelho

a. Psicologia cristã

i. Para a maioria, Jesus é aquele que satisfaz às necessidades psíquicas


interiores e cura as feridas psíquicas.

ii. O amor de Deus na cruz é para satisfazer a autoestima do homem, em sua


necessidade de ser amado.

b. Aconselhamento cristão

i. O amor de Deus derruba a autoestima e a cobiça pela auto-estima.

ii. Elimina a cobiça enganadora para nos amar a despeito de quem somos e
ensina-nos a amar a Deus e ao próximo. (1 Jo 4.7-5.3)

5. Perspectiva sobre o Aconselhamento

a. Psicologia cristã

i. Enxergam o aconselhamento como uma atividade profissional sem qualquer


conexão necessária com a igreja de Cristo.

b. Aconselhamento cristão

i. Os conselheiros cristãos seguem a Bíblia e enxergam o aconselhamento


como uma atividade pastoral.

ii. O alvo do aconselhamento é a santificação progressiva.

iii. Está ligado à adoração, ao discipulado, à pregação, à disciplina na Igreja, ao


uso de dons e outros aspectos da vida no corpo de Cristo.
REFERÊNCIAS

BECKER, Maria Candida. Aconselhamento pastoral na depressão: uma analise


psicoteologica do aconselhamento pastoral diante da depressão. 2003. 247 f.
Dissertação (Mestre Ciências Médicas). Faculdade de Ciências Médicas.
UNICAMP. Campinas.

CLINEBELL, Howard. Aconselhamento Pastoral: Modelo centrado em


libertação e crescimento. 2. ed. São Paulo: Paulus; São Leopoldo Leopoldo:
Sinodal, 1987.

FIGUEIREDO, Luis Cláudio e Santi, Pedro Luis Ribeiro. Psicologia: uma (nova)
introdução. São Paulo: EDUC, 2004.

FIGUEIREDO, Luis Cláudio. Prefácio. In: Jacó-Vilela, Ana Maria; Ferreira,


Arthur A. L.; Portugal, Francisco T. (orgs.). História da Psicologia: rumos e
Percursos. Rio de Janeiro: NAU Ed., 2005.

HURDING, R. F. A Árvore da Cura. S. Paulo: Vida Nova,1995.

KRAUSE, Renilda. O Aconselhamento Pastoral por meio do telefone: uma


possibilidade para a igreja no contexto urbano. 2006. 115 f. Dissertação
(Mestre em Teologia). Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Teologia.
Escola Superior de Teologia. São Leopoldo. Myers, David. Introdução à
psicologia Geral. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

ROGERS, Carl R. Psicoterapia e relações humanas teoria e prática da terapia


nãodiretiva. Belo Horizonte: Interlivros, 1975.

SCHEEFFER Ruth. Teorias de aconselhamento. São Paulo: Atlas, 1986. Teles,


Maria Luiza S. O Que é Psicologia? São Paulo: Brasiliense, 2003. (coleção
primeiros passos.).

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