UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS

FISIOLOGIA HUMANA

QUESTIONÁRIOS ORIENTADORES PARA SEMINÁRIOS E ROTEIROS DE AULAS PRÁTICAS
Professores(as) responsáveis: Prof. Dr. Adair Roberto Soares dos Santos Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto Profa. Dra. Marta Aparecida Paschoalini Prof. Dr. Moacir Serralvo Faria Prof. Dr. Vander Baptista Parte integrante da Disciplina MED7002 Semestre: 2009-2

A e C) Prof.br). abaixo. A e C) SOBRE A DINÂMICA DOS SEMINÁRIOS: A critério do(a) Professor(a). B e D) Profa. respiratória. renal e digestória) e a menor das 5 notas de relatórios de aulas práticas (veja. Cristina Maria Henrique Pinto (cristina@ccb. B. através de uma prova (escrita ou teste de múltip. 2004. o(a) professor(a) fará intervenções quando os alunos solicitarem ou quando julgar necessário. perfazendo um total de 19 avaliações individuais de Fisiologia Humana. Dr. veja demais recomendações nos questionários).br/mt_med7002. Marta Aparecida Paschoalini (marta@ccb.ufsc.a escolha) ou b) pela entrega de um relatório individual. obrigatoriamente. será feita uma avaliação individual (escrita ou teste de múltipla escolha. 11ª ed. a avaliação do conhecimento sobre o assunto abordado na aula prática poderá ser feita: a) ao final da aula prática. Tratado de Fisiologia Médica. Respiratório (t. após um período de estudo e sem a interferência do(a) professor(a). Fisiologia. Ao final da discussão. com a apresentação e discussão dos resultados obtidos. SOBRE NOSSOS MONITORES: Monitores do CFS estarão disponíveis para o atendimento aos alunos. Cada professor definirá qual atividade prática será realizada. Dr.htm . Cardiovascular (t. e Renal (t. 2006.UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPTO. 5ª ed.cristina. guiando-os na procura das respostas.. Dra. ou edição mais atual.ufop. C e D) definidas previamente e por sorteio. OS PROFESSORES RESPONSÁVEIS pela Fisiologia Humana na MED7002 são: Prof. Serão realizados seminários (veja abaixo em Dinâmica dos Seminários).. Durante a discussão. uma aula prática experimental (Renal) e uma aula de “Exercícios Virtuais” de Digestório. Elsevier e/ou Guyton & Hall.ufsc. Elsevier. Na aula prática experimental. as instruções sobre as aulas práticas). no prazo de 7 dias. aulas práticas experimentais. A freqüência em Fisiologia Humana será registrada com base na entrega das avaliações individuais (seminários e relatórios de aulas práticas). A e C) Profa. O objetivo da avaliação será estimar a extensão do conhecimento geral do aluno sobre o tema proposto. Serão desconsideradas: a menor nota de seminário de cada um dos 4 tópicos (fisiologia cardiovascular. pelos professores do CFS.ufsc. DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS (CFS) ESTRUTURA DOS ENCONTROS DE FISIOLOGIA HUMANA – SEMESTRE 2009-2 (PARTE INTEGRANTE DA DISCIPLINA MED7002) Os alunos serão distribuídos em 4 turmas (A. Serão consideradas para o cálculo da média cognitiva de Fisiologia Humana (a ser considerada na média final) apenas 14 destas. os alunos formarão pequenos grupos para a discussão que deverá ser baseada no questionário previamente entregue aos alunos(*) e nos livros-textos recomendados (Berne et al. (*) Os questionários e materiais didáticos suplementares.br). os alunos deverão trazer.br).ufsc. em horários publicados no mural do departamento ou divulgados pelos Professores. sobre o assunto abordado no respectivo seminário. Cardio. A critério do(a) professor(a). Moacir Serralvo Faria (serralvo@ccb. SOBRE AS AVALIAÇÕES: ao longo do semestre haverá 14 avaliações de seminários e 5 relatórios de aulas práticas. Renal e Digestório (t. Vander Baptista (vander@nupeb. Ed. aulas práticas demonstrativas (em vídeo) ou exercícios de fixação. Veja na página destinada à turma: http://www. a critério do professor). Dr. B e D) Prof. se aula prática experimental.prof. sem consulta à bibliografia.ufsc. Adair Roberto Soares dos Santos (arssantos@ccb. demonstrativa ou exercício de fixação. luvas de procedimentos e o Roteiro da aula prática.br). Dra. as atividades serão iniciadas com uma exposição teórica da visão geral e dos pontos mais relevantes do tema proposto naquele seminário. Ed.br). guarda-pó ou jaleco. Respiratório e Digestório (t. sobre os assuntos descritos no cronograma de aulas entregue aos alunos no início do semestre. SOBRE AS AULAS PRÁTICAS: Serão realizadas três aulas práticas demonstrativas em vídeo ou exercícios de fixação (Cardiovascular e Respiratório). estão disponíveis on-line. Em seguida.

Fisiologia. J. GANONG. Fisiologia. SILBERNAGL. Qual a diferença básica entre a circulação pulmonar e a circulação sistêmica? Qual a relação entre débito cardíaco. 6. (1998). 2. 3. O que é volume diastólico final. et al. Seminário 1: Propriedades elétricas do coração 1. RTP e pressão arterial? O que é fluxo sanguíneo? Qual a diferença entre o controle local e controle nervoso do fluxo sanguíneo? Explique porque um paciente com hipertireoidismo ou hipotireoidismo. ainda que normotenso. & DESPOPOULOS. Quais as correntes iônicas que caracterizam o automatismo cardíaco? Como o sistema nervoso autônomo (simpático e parassimpático) altera tais correntes? 6. Considerando-se um resposta cardíaca do tipo rápida. o período de ejeção rápida e lenta e o que é relaxamento isovolúmico? 3. RJ. 4. W. O que é pré-carga e pós-carga? Quais as implicações da pré. UFSC Disciplina: MED-7002 – semestre 2009-2 Livro-texto recomendado (verifique sempre se há versão mais atual): BERNE. Fisiologia Médica. 5ª ed.. Veja na página destinada à turma:: http://www. estão disponíveis on-line. 11ª ed. Descreva o método da ausculta para determinação da pressão sanguínea. Porque existe um período chamado de “refratário absoluto” e outro chamado de “refratário relativo” no músculo cardíaco? Justifique sua resposta. a contração isovolúmica. 5ª ed. & HALL. 5. 2ª ed. 3 e 4) e os fluxos iônicos que as caracterizam. apresenta débito cardíaco alto ou baixo. O que é débito cardíaco e retorno venoso? 7. 7. 4. E. (2006) Tratado de Fisiologia Médica. M. R. Artmed Editora. 3. A. Qual o efeito da estimulação simpática sobre o débito cardíaco e o retorno venoso? Seminário 3: Hemodinâmica 1. RJ.ufsc. responsáveis: Adair Roberto Soares dos Santos e Moacir Serralvo Faria Departamento de Ciências Fisiológicas. Editora Elsevier. pressão sanguínea e resistência total periférica (RTP). 1.br/mt_med7002. respectivamente. Como ocorre uma resposta cardíaca do tipo rápida? Considere as diferentes fases do potencial de ação (0. Guanabara Koogan. O que é pulso arterial? O que garante a manutenção do fluxo sanguíneo capilar durante a diástole? Os questionários e materiais didáticos suplementares. Ed.. Explique como é o período de enchimento rápido dos ventrículos. O que são bulhas cardíacas? Descreva a seqüência de bulhas cardíacas. S.cristina.. 5. C..e pós-carga sobre o consumo de oxigênio do miocárdio? 5. 2. Guanabara Koogan. Qual a relação entre a pressão atrial direita e o débito cardíaco? Qual a relação entre a pressão atrial direita e o retorno venoso? 8. (*) Defina os termos resistência vascular. M. (2003) Fisiologia. Explique de que maneira as variações sanguíneas de potássio (hiper e hipocalemia) podem alterar a excitabilidade cardíaca.. A. 6. RJ. volume sistólico final e débito sistólico? 4. F. explique como os digitálicos podem melhorar um quadro de insuficiência cardíaca. 8. Bibliografia suplementar: GUYTON.prof. (1999). Como ocorre uma resposta cardíaca do tipo lenta? Considere as diferentes fases do potencial de ação (0. Editora Elsevier.FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR QUESTÕES ORIENTADORAS PARA OS SEMINÁRIOS (*) Profs. (2004). RS. 17ª ed. AIRES. 3 e 4) e os fluxos iônicos que as caracterizam. O que é ciclo cardíaco? 2. RJ. M.htm . texto e atlas. Seminário 2: Ciclo e débito cardíaco 1. 2. Centro de Ciências Biológicas.. Ed..

porque a pressão arterial do animal retorna ao valor controle. 3. vídeo) Regulação da pressão arterial no cão (Questões abaixo) ou Exercício de fixação 2 (eue será entregue aos alunos no dia da aula). Como é o mecanismo molecular através do qual as catecolaminas e a acetilcolina alteram a contratilidade cardíaca? 5. Explique o mecanismo de diurese/natriurese de pressão para controle a longo prazo da pressão arterial. O que são marcapassos subsidiários? Explique como se estabelece a hierarquia entre o nodo sinusal. vídeo) Cardiograma de tração na rã (Questões abaixo) ou Exercício de fixação 1 (que será entregue aos alunos no dia da aula) 1. 3. M. ademais.. 2. Explique de que maneira os quimiorreceptores aórticos e carotídeos ajudam a controlar a curto prazo a pressão arterial. Explique porque a administração de Acetilcolina por via endovenosa determina queda da pressão arterial. Qual o papel dos barorreceptores aórticos e carotídeos no controle rápido da pressão arterial? Explique porque esse sistema é ineficaz a longo prazo. após a administração de noradrenalina. Explique. O que é escape ventricular? Seminário 5: Regulação da pressão arterial. Explique porque a vagotomia induz retardo na normalização da pressão arterial. 2. 1. qual a consequência sobre a pressão arterial? Justifique sua resposta. Esquematize o circuito neural envolvido no controle rápido da pressão arterial (Utilize o esquema proposto por AIRES.Aula 4: (prática 1. 4. AULA 6: (prática 2. porque a pressão arterial do animal retorna ao valor controle. Como funciona a resposta isquêmica do sistema nervoso central. -o-o-o-o-o- . Esse sistema é utilizado usualmente no controle da pressão arterial? 3. O que é extra-sístole? 6. Explique porque a vagotomia induz hipertensão arterial. Quais as implicações sobre a freqüência cardíaca? 4. M. 5. nodo atrioventricular e sistema de Purkinje. 5. O que é automatismo cardíaco? Qual a base eletrofisiológica para a sua ocorrência? 2. De que maneira o sistema nervoso autônomo altera uma resposta cardíaca do tipo lenta. Quais os estímulos para a liberação de renina? Caso a concentração plasmática de renina aumente. Explique porque a oclusão das carótidas induz hipertensão arterial. Explique porque a administração de Noradrenalina por via endovenosa determina aumento da pressão arterial. no controle a curto prazo da pressão arterial? 4. ademais. 1. 1999). Explique.

Qual a importância do surfactante na fisiologia respiratória? 6. Qual a importância das pleuras na fisiologia respiratória? Durante a inspiração a pressão intrapleural é negativa ou positiva? Porque? O que é pneumotórax? 7. 8. 1. O que é relação ventilação/perfusão? Qual o significado dessa relação para a troca gasosa? 5. 2ª ed. Bibliografia suplementar: GUYTON. Fisiologia. (2004).. na forma de HCO3 . M. texto e atlas. O que garante a saturação da hemoglobina com oxigênio. expulsando. A. Troca gasosa e transporte de gases.FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA (*) QUESTÕES ORIENTADORAS PARA OS SEMINÁRIOS Profs. Editora Elsevier. Guanabara Koogan. 1. W. Seminário 1. RJ. S. Centro de Ciências Biológicas. M. responsáveis: Marta A. considere os músculos envolvidos e as variações na pressão alveolar e na pressão intrapleural. C. O que é dispnéia? Qual a relação entre a liberação de histamina e o calibre bronquiolar? 4. Explique porque os pulmões tendem sempre a colapsar. SILBERNAGL... RJ. et al. ventilação alveolar e espaço morto? Qual a relação entre os dois últimos? 3. Editora Elsevier. (2006) Tratado de Fisiologia Médica. ou parassimpática. Ed. Circulação Brônquica e Shunt artério-venoso (implicações sobre a pO2 nas veias pulmonares) . Seminário 2. 5. M. R. A. Qual o comportamento da curva de saturação da hemoglobina quando o pH está ácido ou básico? Justifique sua resposta. O que vem a ser função condicionadora do ar das vias aéreas superiores? Qual a importância do epitélio que reveste as vias respiratórias? 2. Artmed Editora. Explique como é o transporte de CO2 no sangue. sobre a resistência à passagem do ar? Justifique sua resposta considerando os neurotransmissores e receptores envolvidos. RS. Circulação Pulmonar (Características e efeito da gravidade) 9. Fisiologia. F. 11ª ed. (1998). O que é membrana respiratória ou membrana pulmonar? Onde ela se localiza? Como é constituída? 3. Descreva a curva de saturação da hemoglobina com oxigênio. Fisiologia Médica. Mecânica respiratória. Guanabara Koogan. 4. J. UFSC. 5ª ed. durante exercício físico intenso? 7. Qual a força que rege a difusão de gases entre o ar alveolar e o sangue do capilar e entre o sangue no capilar tecidual e os tecidos? Como essa força se estabelece? 2. AIRES. Disciplina: MED-7002 – semestre 2009-2 Livro-texto recomendado (verifique sempre se há versão mais atual): BERNE. & DESPOPOULOS. GANONG. (2003) Fisiologia. O que é pressão alveolar. 6. Ed.. E. assim. Descreva os processos de inspiração e expiração. RJ. & HALL. RJ.. 5ª ed. (1999).. o ar neles contido. Quais os fatores que alteram a velocidade de difusão dos gases através da membrana respiratória? Explique de que maneira o enfisema e o edema pulmonar alteram a troca gasosa. Quais os efeitos de uma ativação simpática. 17ª ed. Paschoalini e Vander Baptista Departamento de Ciências Fisiológicas. no sangue dos capilares pulmonares..

prof.cristina.br/mt_med7002.htm .(*) Os questionários e materiais didáticos suplementares. estão disponíveis on-line.ufsc. Veja na página destinada à turma:: http://www.

1. Explique porque a pressão intrapleural é negativa em relação à atmosfera. Explique porque o procedimento de asfixia induz hiperventilação. De que maneira o sistema sensorial colabora para a regulação da respiração? Considere os quimiorreceptores centrais e periféricos. 5.. Esquematize os grupamentos neuronais que participam da regulação da respiração: Adote aqui o esquema proposto no livro Fisiologia (BERNE et al. A obstrução das carótidas altera a respiração do animal? Justifique sua resposta. A estimulação tônica do coto central do vago promove que tipo de alteração na respiração do animal? 6. 3. 4.ou hipoventilação sobre o pH sanguíneo? 6. 4. Explique como a administração endovenosa de um ácido ou uma base altera o padrão respiratório do animal. Qual a importância da adaptação à altitude para a manutenção adequada da ventilação alveolar durante exercício físico? AULA 4: (prática 3. vídeo) Regulação da respiração no cão (considere o esquema proposto por BERNE et al. bem como os mecanorreceptores localizados nos pulmões e articulações. durante um quadro de acidose e alcalose sanguínea? Quais as implicações sobre a ventilação alveolar? 5. 1.Seminário 3: Regulação da respiração. O que acontece com a pressão intrapleural durante a inspiração e expiração do animal? -o-o-o-o-o-o- . Qual o papel dos grupos respiratório dorsal e ventral na respiração? 3. Como fica a sensibilidade dos quimiorreceptores centrais ao CO2. 2. 2004). Quais as conseqüências de uma hiper . 2. Quais as conseqüências de uma vagotomia sobre a respiração do animal? Considere o efeito imediato da secção do vago e o padrão final da respiração do animal. 2004).

Bibliografia suplementar: GUYTON. Dê 3 possíveis explicações para isso. L. os 3 processos básicos de manipulação renal plasmática: filtração glomerular.Nosso organismo pode sofrer alterações (fisiológicas ou patológicas) que. Podemos dizer que o filtrado não é semelhante nem ao sangue e nem ao plasma. Seminário 1: Introdução ao estudo da Fisiologia Renal. consequentemente. R. de maneira genérica. (2006). citando as conseqüências imediatas.htm . 2. A. A depuração plasmática de uma substância “B” é maior do que a depuração (determinada simultaneamente) de inulina. Editora Elsevier. dos Santos e Cristina M.E. Henrique Pinto Departamento de Ciências Fisiológicas/Centro de C. J. b) a TFG seria afetada? Justifique sua resposta.Descreva como ocorre a auto-regulação do FRS e.. (2000). a princípio. Fisiologia. Em qual situação ela é mais eficiente: no aumento ou na diminuição da pressão arterial sistêmica (PA)? Justifique sua resposta e indique a porção correspondente ao traçado do gráfico A (adiante). A. 5. (2006). M. Fundamentos de Fisiologia Médica. 6. RJ. N. RJ.Quais são as principais funções dos rins? Descreva. 5ª ed. 11ªed. podem provocar a alteração na formação do ultrafiltrado e. 7. reabsorção e secreção tubulares..br/mt_med7002. A depuração plasmática de uma substância “A” é menor do que a depuração (determinada simultaneamente) de inulina.C.Conceitue depuração plasmática ou clearance plasmático. 4ª ed. Mc Graw Hill. consequentemente. 7 edition. Biológicas/UFSC Disciplina: MED-7002 – semestre 2009-2 Livros-textos recomendados (verifique sempre se há versão mais atual): BERNE.. B. J. c) haveria alteração do fluxo renal sangüíneo (FRS)? Justifique sua resposta. continua. M. Qual é a possível explicação para isso? A REGULAÇÃO DA TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR.Descreva as forças de Starling que determinam a filtração glomerular (FG). Elas são devidas a quê? Quais são os valores estimados dessas forças para o Homem? Como elas se relacionam entre si e de quanto é a resultante? 4. e STANTON. B.. localizando os segmentos do néfron nos quais eles ocorrem. A. (*) Os questionários e materiais didáticos suplementares. (2005)... & HALL. EUA... et al. RJ. Porquê? Quais são os principais componentes do ultrafiltrado? 3. Editora Elsevier.cristina. Inc. na formação urinária. Tratado de Fisiologia Médica. Ed. determinam a composição do ultrafiltrado. R. BERNE E LEVY: Fundamentos de Fisiologia. responsáveis: Adair Roberto S.Todo o sangue que chega aos rins passa necessariamente pelas arteríolas aferentes (AAf)? Caso ocorra a vasoconstricção de todas as Aaf: a) como ficaria a pressão hidrostática no glomérulo? Justifique sua resposta.. RJ. Descreva uma situação na qual um dos fatores determinantes da filtração (previamente descritos apenas na questão 4) possa estar alterado.Descreva as características da barreira de filtração que.FISIOLOGIA RENAL QUESTÕES ORIENTADORAS PARA OS SEMINÁRIOS (*) Profs. estão disponíveis on-line. Veja em: http://www.ufsc. th VANDER. da TFG. Renal Physiology. Guanabara Koogan.. (2004). Ed. 2ª ed. Elsevier.M. 1. JOHNSON. KOEPPEN.prof. no conjunto. LEVY.

Verifique no gráfico B (setas 3) que. ex..Entre os valores 90 e 180 mmHg de PA (veja gráfico A. setas 2). setas 2). tanto o FRS quanto a TFG praticamente não variam ou variam muito pouco.8. numa hemorragia)? 9. faixa de normalidade 8 Fluxo urinário (ml/min) 6 3 4 2 0 0 20 40 60 80 100 120 140 160 Pressão arterial média (mmHg) Gráfico B: Fluxo urinário durante a variação da pressão arterial sistêmica média. a quantidade de urina formada (ou fluxo urinário) aumenta.Fatores extrínsecos aos rins podem (e devem) influenciar de maneira significativa o FRS e a TFG. -o-o-o-o-o-o-o- . setas1) e responda: como esses mecanismos extrínsecos influenciam a TFG numa queda abrupta e aguda da PA (p. Porquê isso ocorre. Quais mecanismos seriam predominantes: os intrínsecos ou os extrínsecos? Existe participação hormonal no controle da TFG no aumento da PA? Qual? 10. apesar de a TFG estar praticamente inalterada no aumento da PA (gráfico A. isto é. do quê depende a formação urinária? Depende apenas do quanto é filtrado? 225 200 faixa de normalidade Taxa de filtração glomerular (ml/min) 175 150 125 100 75 50 25 0 0 20 40 1 2 60 80 100 120 140 160 Pressão arterial média (mmHg) Gráfico A: Taxa de filtração glomerular (TFG) durante a variação da pressão arterial sistêmica média. Quais são esses mecanismos? Veja o gráfico A (adiante.

tanto da membrana apical quanto da membrana basolateral. 1.Porque a osmolalidade do interstício peritubular não entra em equilíbrio com a osmolalidade do filtrado? MECANISMOS DE SECREÇÃO DE CATABÓLITOS E XENOBIÓTICOS. 10. a um total diário de 126 litros (isto apenas no TCP!) Como explicar tal capacidade reabsortiva. Porém. tanto da membrana apical quanto da membrana basolateral. o lactato e os aminoácidos. sabendo-se que praticamente não existe gradiente osmótico favorável entre o filtrado e o sangue dos capilares peritubulares no início do TCP? Qual é o mecanismo-chave na reabsorção do filtrado pelo TCP? + 2. ascendente fino e ascendente espesso da Alça de Henle? 2. que apresenta hiperglicemia (p.A reabsorção de NaCl e dos demais solutos pelas células do TCP. 9. quais outras substâncias são reabsorvidas na AH e no túbulo contorcido distal inicial (TCDi)? Descreva os mecanismos (das membranas apical e basolateral) para a reabsorção das principais substâncias que ainda permanecem no filtrado quando este chega à AH. Quais são esses grupos? Descreva como são os mecanismos celulares (basolateral e apical) e dê exemplos.O TCP secreta íon hidrogênio (H ). é de se esperar que existam também diferenças funcionais entre esses segmentos? Quais são as funções dos segmentos descendente fino (ou delgado).A reabsorção dos solutos que chegam ao túbulo contorcido proximal final (último terço. como fica a reabsorção de água pelos néfrons de um indivíduo diabético descompensado. Portanto. + + 6. para a reabsorção e/ou secreção dos principais íons presentes no filtrado. 1. Tendo isso em mente. Isto equivale. glicemia = 600 mg/dl de plasma)? Isto afetará a reabsorção de água apenas no TCP? 8.Seminário 2: Mecanismos tubulares renais de manipulação do filtrado 1: néfron proximal (TCP) REABSORÇÃO DAS PRINCIPAIS SUBSTÂNCIAS PRESENTES NO TÚBULO CONTORCIDO PROXIMAL (TCP). O que são: limiar e taxa máxima (Tm) de reabsorção? Quais as conseqüências de um aumento na oferta de solutos orgânicos na quantidade (ou carga) filtrada e na quantidade reabsorvida? Tome como exemplo a glicose e um indivíduo que apresenta uma glicemia = 600 mg/dl de plasma.Existem diferenças morfológicas entre os segmentos descendente e ascendente da AH. Quais são estas limitações? Existe um mecanismo mais eficiente para que uma substância seja totalmente retirada do sangue que chega aos rins? Explique em termos gerais como os rins são capazes de depurar o sangue. isto é. pode ser saturável.Como se comporta a osmolalidade do interstício medular? Ela é a mesma.O epitélio do túbulo contorcido proximal (TCP) é responsável pela reabsorção de aproximadamente 70% do volume de filtrado formado. de uma droga ou xenobiótico. isto significa que todo este H será necessariamente + excretado? Quais são os mecanismos de reabsorção do TCP dependentes da secreção de H ? 7. por exemplo. possuir limiar e Tm de secreção? Quais são as conseqüências práticas desses conhecimentos? -o-o-o-o-o-o-oSeminário 3: Mecanismos tubulares renais 2: néfron proximal (AH e TCDi). provoca alterações na osmolalidade do interstício peritubular.Tendo como referência a reabsorção do Na (íon sódio) no TCP. 4. Um mecanismo de secreção ativa de catabólitos e xenobióticos pode ser compartilhado? Ainda. ou seja. TCPinicial) e dos mecanismos existentes no próprio TCPf. ocorre praticamente na sua totalidade nos 2/3 iniciais do TCP.A reabsorção de solutos orgânicos tais como a glicose. Explique como se dá a reabsorção de parte dos principais solutos ainda presentes no filtrado neste segmento. em média. ex. Existe difusão intercelular nestes segmentos? Quais substâncias são reabsorvidas dessa maneira? .Sabendo-se que a reabsorção de água é sempre por difusão a favor de gradiente osmótico. tanto na região medular externa quanto na região medular interna? Existe correlação entre as funções da AH e a sua localização na região medular renal? Quais são os principais mecanismos celulares que contribuem para a existência do gradiente osmótico intersticial medular? Este gradiente osmótico medular é importante para a função de qual(is) segmento(s) do néfron? 3. Justifique suas respostas. existe diferença entre os segmentos + inicial (TCPi) e final (TCPf)? Como o Na é reabsorvido no início do TCP? Descreva os principais mecanismos celulares. por se tratar de co-transporte e transporte ativo. Descreva quais são os principais mecanismos celulares. 5.Podemos dividir em dois grupos as substâncias endógenas e/ou exógenas que são secretadas ativamente pelo TCP para sua excreção final na urina. esses processos são limitados e não depuram totalmente o sangue dessas susbtâncias.A excreção de catabólitos e xenobióticos pode ocorrer como conseqüência de sua filtração e pela nãoreabsorção pelos rins. Descreva o fenômeno denominado reabsorção por arraste pelo solvente. explique como a água é reabsorvida no TCP. Quais as modificações que ocorrerão na concentração dos principais solutos do filtrado ao final do TCPi? 3. Porém. TCPf) depende das modificações ocorridas no segmento anterior (primeiros 2 terços. CONCEITO DE LIMIAR RENAL E Tm. para a reabsorção de uma das três substâncias citadas acima.Graças aos mecanismos básicos descritos acima.

mas isto contribuirá diretamente para a compensação renal num estado de acidose? Como os rins podem contribuir efetivamente em um estado de acidose? (melhor em Berne et al.Como os rins contribuem para o restabelecimento da PA numa situação de aumento da pressão arterial? Considere esse aumento da PA como transitório. qual é a osmolalidade do filtrado quando ele chega ao néfron distal? Caso o filtrado chegue neste segmento com a osmolalidade menor que a do interstício. perda de 10% do volume sangüíneo). a uréia tem um papel importante na concentração urinária.O bloqueio da reabsorção de Na . manipular o cálcio presente no filtrado.4. Quais são as conseqüências em termos de osmolalidade. Faça um esquema do néfron e indique como a uréia é manipulada desde o néfron proximal até o néfron distal. porém. Num estado de privação de água. Quais seriam as conseqüências em termos de osmolalidade.Em condições normais.. o que acontece com a pressão arterial sistêmica e o débito cardíaco do indivíduo? Em linhas gerais.Podemos bloquear com uma determinada droga a reabsorção de Na . densidade e volume urinários após uma sobrecarga hídrica? 3. + + 6. é possível que ocorra alteração no pH tubular.Descreva como o filtrado será manipulado pelo néfron num estado de desidratação. facultativamente. Reveja quais são as conseqüências da secreção de + H no TCP. outro segmento é capaz de secretar íon hidrogênio (H ) para a luz tubular. deverá ser excretada constantemente. ACIDOSE. consequentemente. nos rins. Onde e como isso ocorre? -o-o-o-o-o-o-oSeminário 4: Aspectos integrados das funções renais na regulação da osmolalidade e da PA. como tal.Descreva como o filtrado será manipulado pelo néfron caso o indivíduo ingira muito mais água do que aquela necessária naquele momento (sobrecarga hídrica). sem afetar diretamente a reabsorção de NaCl em qualquer outro segmento do néfron? Quais seriam os efeitos na função da AH como um todo e. PARTICIPAÇÃO RENAL NA REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO ÁCIDO-BÁSICO. em estado normal de hidratação. isto favorece ou desfavorece a reabsorção de água no néfron distal? Justifique sua resposta. 1. Porque é possível esse bloqueio tão específico. Os rins podem. após a administração dessa droga? Existe aplicação clínica importante para essa droga? 5. Participação renal na regulação do equilíbrio ácido-básico.A curto e médio prazos.Qual(is) o(s) segmento(s) do néfron mais importante(s) para a reabsorção de íon bicarbonato (HCO3 )? Como os rins podem contribuir para a manutenção do pH sangüíneo num estado de alcalose? -o-o-o-o-o-o-o- . SECREÇÃO DE ÍON HIDROGÊNIO E DE AMÔNIA NA + + + - 7. 8.Durante uma desidratação severa ou uma hemorragia moderada (por exemplo.Sendo o cálcio presente em abundância na alimentação (lembre-se que somos mamíferos). na formação urinária. como a uréia contribui para a diminuição da perda de água pelos rins? Sua reabsorção no néfron distal está sob controle hormonal? Qual e quando? 5.A uréia é um produto do catabolismo protéico e. porém. Neste segmento. K e Cl na AH. prioridade para receber sangue? Quais seriam as conseqüências imediatas na função renal? 4. quais são os mecanismos hormonais que poderiam induzir uma resposta renal compensatória para a perda de volume extracelular? 6. reversível e de origem extra-renal. quais seriam os recursos imediatos os quais o organismo poderia “lançar mão” para manter a perfusão sangüínea pelo menos dos órgãos mais vitais? Os rins teriam. um indivíduo que consome uma dieta ideal pode sofrer grandes variações na sua calcemia (níveis de cálcio sangüíneo) ao longo do dia. K e Cl no ramo ascendente espesso da AH e no TCDi prejudica a reabsorção de quais outros importantes componentes do filtrado? 7. densidade e volume urinários? 2. as funções desses segmentos são bastante diferentes. nesse caso. 2004).Além do TCP.

U2/Φ2 t3 90 min. Os demais colegas deverão: a) medir o volume urinário (V1). toda a urina (U1). podemos induzir variações na excreção renal de água e eletrólitos alterando a ingestão de líquidos.ANTIDIURESE POR RESTRIÇÃO HÍDRICA: quatro alunos(as) voluntários(as) deverão se abster de tomar líquidos durante toda a manhã até o momento da aula prática. A capacidade renal de concentração ou diluição da urina nessas situações pode ser estudada medindo-se o fluxo. colhendo. IMPORTANTE: os(as) alunos(as) voluntários(as) deverão anotar a hora de todas as micções realizadas durante a manhã do dia da aula prática e. 3. se possível. GRUPOS E PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS: Doze alunos(as) voluntários(as) deverão se organizar em 3 grupos experimentais. Anotar os resultados obtidos na Tabela 1 e guardar uma amostra da urina. do Departamento de Fisiologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. tais como frutas e sucos. U1/Φ1 t2 45 min. 1º periodo experimental ). Na presente aula prática observaremos as alterações da formação urinária frente a diferentes situações experimentais.DIURESE POR SOBRECARGA DE SUCO NATURAL DE LARANJA: quatro alunos(as) voluntários(as) deverão ingerir 1. ocorrem variações fisiológicas da excreção renal. conforme as seguintes propostas: 1. COLETA DAS AMOSTRAS: TEMPO ZERO (t1. d) anotar os resultados obtidos na Tabela 1 e guardar uma amostra da urina. RESUMO DO PROCEDIMENTO PARA AS COLETAS: t1 zero min. O(A) aluno(a) em restrição hídrica deverá permanecer assim. procurando apenas evitar ingerir alimentos muito ricos em água. Experimentalmente. o pH e a densidade urinários. realizar nova coleta de urina (U2) e proceder como no tempo zero.DIURESE AQUOSA POR SOBRECARGA HÍDRICA: quatro alunos(as) voluntários(as) deverão ingerir 1. submeter o(a) aluno(a) voluntário(a) à condição experimental escolhida acima e descrita nos itens 2 ou 3. 2. USP. os(as) alunos(as) deverão se alimentar normalmente. principalmente decorrentes da variação de ingestão hidro-eletrolítica e de perdas por sudorese. período-controle): O(A) aluno(a) voluntário(a) deverá esvaziar a sua bexiga no início da aula prática. evitar urinar 1 hora antes da aula prática. em recipiente adequado. ingerindo apenas o suficiente para aliviar a sensação de sede. . ingerindo água apenas o suficiente para aliviar a sede. Descartar o restante.5 litros de água no início da aula (se possível. REPETIR O MESMO PROCEDIMENTO após 45 minutos desde a última micção (t3. nos primeiros 15 minutos).5 litros de suco natural de laranja no início da aula (se possível. b) calcular o fluxo urinário (Φ1). Obviamente. b) calcular o fluxo urinário (Φ1) e c) medir a densidade e o pH urinários. Descartar o restante. dos Santos e Cristina Maria Henrique Pinto INTRODUÇÃO No dia-a-dia de um indivíduo normal. INÍCIO DO 1º PERÍODO EXPERIMENTAL: Imediatamente após a primeira coleta. 2º período experimental). APÓS 45 MINUTOS ( t2. nos primeiros 15 minutos).UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS (*) ROTEIRO DE AULA PRÁTICA SOBRE A FUNÇÃO RENAL EM HUMANOS Profs. bem como a hora da presente micção. ou seja: a) medir o volume urinário (V1). responsáveis: Adair Roberto S. conhecendo a hora aproximada da última micção. U3/Φ3 (*) Adaptado do roteiro de aulas práticas ministradas nos Cursos de graduação de Medicina e Curso de Verão de Fisiologia Humana. e c) medir a densidade e o pH urinários.

∆: intervalo de tempo.. d: densidade (g/L) . em min. (t2) ∆2 Φ2 pH2 d2 U3 2º período exper. em mL/min. (t3) ∆3 Φ3 pH3 d3 U1 ∆1 Φ1 aluno(a) 1: aluno(a) 2: aluno(a) 3: aluno(a) 4: média SOBRECARGA HÍDRICA U1 ∆1 Φ1 pH1 d1 U2 ∆2 Φ2 pH2 d2 U3 ∆3 Φ3 pH3 d3 aluno(a) 1: aluno(a) 2: aluno(a) 3: aluno(a) 4: média SOBRECARGA DE SUCO DE LARANJA U1 ∆1 Φ1 pH1 d1 U2 ∆2 Φ2 pH2 d2 U3 ∆3 Φ3 pH3 d3 aluno(a) 1: aluno(a) 2: aluno(a) 3: aluno(a) 4: média U: volume urinário. em mL. RESULTADOS EXPERIMENTAIS – AULA PRÁTICA SOBRE A FUNÇÃO RENAL NO HOMEM CONTROLE RESTRIÇÃO HÍDRICA (t1) pH1 d1 U2 1º período exper. Φ: fluxo urinário.TABELA 1.

A. Descreva o Sistema Nervoso Entérico. J. liberados pelo trato digestório durante a digestão.. 6. & HALL... 11ª ed. (2006). 2004. (2006) Tratado de Fisiologia Médica. cap. M. et al. estão disponíveis on-line. 2. 7. 2ª ed. C. J. Equilíbrios dietéticos. GUYTON.. 3. relacionando-os às principais funções digestivas. E. 5ª ed. Guanabara Koogan. R. Rio de Janeiro: Editora Elsevier. pg.FISIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO (*) QUESTÕES ORIENTADORAS PARA OS SEMINÁRIOS Profas. Seminário 1: Sistemas reguladores das funções do trato gastrintestinal (TGI) e funções motoras (1). 5. 2006. 2004). relacionando os principais componentes com suas funções (melhor no cap. RJ. Descreva um circuito neuronal entérico (reflexo intrínseco) responsável pelo movimento peristáltico (melhor no cap. 4ª ed. (2000) Fundamentos de Fisiologia Médica. Regulação da Alimentação. & HALL. A. RJ. C. Descreva os fenômenos motores do intestino delgado e como são regulados. p. Vitaminas e Minerais. RJ. Henrique Pinto e Marta A. Editora Elsevier. como ficariam as funções digestórias (secretoras e motoras) deste segmento? Justifique sua resposta. KOEPPEN. 71. A. N. 865-873 -o-o-o-o-o-o-o- 4. Paschoalini Departamento de Ciências Fisiológicas. Quais são os dois tipos básicos de movimentos observados no tubo digestório (considere como “tubo digestório” a porção que se inicia no segundo terço do esôfago até o canal anal).htm . (2004). Ed. JOHNSON. J. Fisiologia. 31 de Berne et al. que estão envolvidos com o controle da ingestão alimentar? (melhor em: GUYTON. M. Bibliografia suplementar: LEVY. 582). 31 de Berne et al. Obesidade e Inanição. B.ufsc.cristina. R. Editora Elsevier. e STANTON. responsáveis: Cristina M.prof. E. Centro de Ciências Biológicas.. B. C. (*) Os questionários e materiais didáticos suplementares. BERNE E LEVY: Fundamentos de Fisiologia. UFSC. Quais são os peptídeos. Disciplina: MED-7002 – semestre 2009-2 Livros-textos recomendados (verifique sempre se há versão mais atual): BERNE... L.. In: Tratado de Fisiologia Médica.. Editora Elsevier.br/mt_med7002. M. GUYTON.. Descreva os aspectos mais importantes da relação entre o Sistema Nervoso Central e o SNE Após a secção de nervos parassimpáticos que chegam ao tubo digestório (tome como exemplo ramos do vago que inervam o estômago). E. A. RJ. & HALL. 1. Veja em: http://www.

31 de Berne et al. Descreva a absorção de outros lipídeos contidos em uma dieta ideal. 7.. 2004. Digestão e absorção dos principais nutrientes de uma dieta ideal. digestão e esvaziamento para o intestino delgado). Descreva a composição e a função dos principais componentes da secreção exócrina pancreática. gástrica e intestinal). durante o jejum e durante a ingestão alimentar (fases cefálica. 3. 2. ácida e serosa). durante a ingestão alimentar. relacionando-os às principais funções digestórias (armazenamento. Qual é a única secreção exócrina gástrica vital para o ser humano? Justifique sua resposta. Absorção de água e eletrólitos. pg. Como estes movimentos são regulados? 5. Descreva a digestão e absorção das proteínas contidas em uma dieta ideal. Seminário 3: Funções secretoras (2) do Sistema Digestório. sacarose e lactose). Quais são as suas principais funções? 2. Descreva como ocorre a absorção intestinal de água e eletrólitos. Descreva como é o processo de mastigação. Descreva as funções motoras do intestino grosso. 4. armazenamento. 1. 8. Como ocorre a deglutição do bolo alimentar? 4. -o-o-o-o-o-o-o- . da secreção exócrina pancreática. secreção e função dos sais biliares. Cite a composição e a função dos principais componentes da secreção salivar (ou saliva).Seminário 2: Funções motoras (2) e secretoras (1) do trato gastrintestinal. Descreva os fenômenos motores do estômago. 6. Descreva o processo de estimulação. 594). Como sua secreção é regulada? 3. Descreva a digestão e absorção dos principais carbohidratos contidos em uma dieta ideal (amido. Descreva a síntese. Cite a composição e a função dos principais componentes da secreção gástrica. Descreva o “complexo mioelétrico migratório” (melhor no cap. 1. 6. 5. 7. Descreva como é regulada a secreção gástrica (mucosa. Descreva a digestão e absorção dos triacilgliceróis contidos em uma dieta ideal.

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