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Projeto Político-Pedagógico

EE JOSÉ MAMEDE DE AQUINO


2018

1-Identificação

Escola Estadual José Mamede de Aquino

Rua Heitor Vieira de Almeida, nº 287 – Jardim Aeroporto

CEP – 79106-053 Fone: (67) 3314-7058/ 3314-7066

eejmda@sed.ms.gov.br

Localização: Urbano Campo Grande – MS


Níveis e Modalidades de Ensino

Ensino Fundamental em 09 anos

Ensino Médio

Corpo técnico e administrativo

Diretora - Diana Pilatti Onofre

Diretora Adjunta - Marilidia Satiro

Secretária - Izabel dos Santos

Assistente para assuntos educacionais: Edemir Pereira Flores Junior.

Coordenadora Pedagógica - Elaine Aparecida Correa Messa Segura

Coordenadora Pedagógica – Juliana Aparecida da Silva

Coordenador Pedagógico - Otoniel Alem Blanco

Presidente do Colegiado Escolar: Otoniel Luis Alem Blanco

Presidente da APM- Maria Nogueira da Silva

Clientela: Alunos oriundos dos bairros Jardim Aeroporto I e II, Jardim Pantanal, Bellinat, Ana Maria do Couto, Silvia Regina,
Jardim Itália, Vila Popular, Santa Mônica, Zé Pereira, Nova Campo, Carioca, Bosque das Araras e Residencial Búzios.

2-Apresentação do Projeto Político Pedagógico


A Educação se identifica com o processo de humanização. A Educação é o que se pode fazer do
homem amanhã. (Gadotti)

O Projeto Político Pedagógico da Escola Estadual José Mamede de Aquino, visando preparar o
aluno de maneira crítica e construtiva atuando de forma independente com práticas da sociedade é
embasado nos princípios e fins da Educação Nacional que declara liberdade de aprender, ensinar,
pesquisar, pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, propõe a Pedagogia Crítico-Social
dos Conteúdos a serem trabalhados, pois, sabendo-se que nessa tendência pedagógica a
educação não está centrada no professor ou no aluno, mas na questão central da formação do
homem. A educação está voltada para o ser humano e sua realização em sociedade.
A escola se organiza como espaço de negação de dominação e não mero instrumento para reproduzir a estrutura social
vigente. Os pressupostos de uma pedagogia crítica são o de trabalhar no sentido de ir além dos métodos e técnicas,
procurando associar escola-sociedade, teoria-prática, conteúdo-forma, técnico-político, ensino-pesquisa, professor-aluno.
Assim, o currículo escolar, produto de reflexão coletiva, estará articulado com a Base Nacional Comum Curricular, esperando
que sua aplicação oportunize aos alunos uma experiência escolar coerente e bem sucedida.

Considerando a LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Brasileira 9394/96, o Plano Estadual da Educação,
bem como na Proposta Pedagógica da Escola Estadual José Mamede de Aquino em consonância com o Projeto de
Educação da SED, pretende efetivar uma gestão democrática com princípios de diálogos e participação de todos os
segmentos da comunidade escolar nas tomadas de decisões pedagógicas e administrativas.

O enfoque nas atribuições do diretor contidas no Regimento Escolar da Escola será conjugado com o Colegiado Escolar,
respeitando as decisões horizontais de todos os envolvidos na educação, trabalhando em equipe e conquistando autonomia.

É imprescindível mencionar que o foco da gestão escolar é a qualidade do ensino e aprendizagem dos alunos. Eles serão o
ponto referencial do processo de ensino, que a partir de metas por meio de gestão democrática alcançaremos a efetiva
melhoria no ensino.

Assim sendo, pretendemos garantir a participação da comunidade escolar a fim de que assumam com dedicação e
comprometimento o papel de co-responsáveis na construção do Projeto Pedagógico da escola que vise à qualidade com
excelência no ensino e aprendizagem.

O desenvolvimento de uma pedagogia de cooperação entre os sujeitos do processo passa por momentos de formação
contínua, conquistas, diálogos e troca de experiências entre seus atores, portanto, nos propomos desencadear ações que
atendam às metas almejadas por nós.

O plano de ação neste sentido emerge da vontade coletiva de construção de uma escola possível, inclusiva, de qualidade e
para todos.

3-Missão
Proporcionar a comunidade local (crianças, jovens e adultos) uma educação escolar de qualidade, gratuita e que acompanhe
o desenvolvimento sócio-tecnológico do país, visando à formação dessas pessoas para o seu bem estar, para o bem estar
de sua comunidade, bem como para sua realização pessoal e profissional em qualquer que seja o espaço que ocupe na
sociedade brasileira.

Construindo com a comunidade escolar uma relação baseada no respeito, na valorização da instituição familiar e nosso
compromisso em oferecer as pessoas que buscam o espaço da escola um ambiente harmonioso em que a criatividade
esteja presente em todas as ações e, principalmente, que esse seja um lugar em que as pessoas possam encontrar
respeito, produção de conhecimento e expectativa de um futuro promissor e digno.

4-Visão
Vislumbramos uma escola em que o respeito, o comprometimento e a solidariedade sejam objetivos constates de nossas
ações, pois com tais atitudes toda a comunidade escolar alcançará seus anseios, sejam eles o de oferecer aos estudantes
uma educação gratuita e de qualidade, o de construir um ambiente de estudo e de trabalho saudável e eficiente diante da
realidade da unidade escolar, o de demonstrar a comunidade local (alunos, pais e responsáveis) que o espaço da escola
também é um espaço da família e, principalmente, um espaço saudável de formação para as crianças e para os jovens.

5-Valores
Igualdade: Tratamos com equidade os estudantes, os professores, os funcionários responsáveis pela manutenção do
prédio público e os funcionários responsáveis pela administração da unidade escolar, respeitando as especificidades
pessoais e dando condições para que suas atividades sejam realizadas da melhor forma possível, visando sempre o bem
estar do aluno e das comunidades escolar e local.

Ética: A escola visa proporcionar uma margem de respeito mútuo e seriedade entre seus atores, tendo como objetivo formar
um indivíduo consciente de seus deveres e direitos dentro de uma sociedade, ideais de compromisso que serão
transmitidos de forma concisa para que possam ser transmitidos à gerações futuras, formando uma base sólida para uma
sociedade mais justa.

Respeito: Respeitamos a dignidade e os direitos de cada pessoa em nossa escola, fomentando a atitude do respeito entre
as pessoas que vivenciam o ambiente escolar, para que todos possam compreender as particularidades das experiências
individuais e juntos chegarem a uma solução para as dificuldades que possam surgir diante da convivência diária.

Participação: Trabalhamos em equipe, com forte senso de comprometimento e solidariedade.

6-Histórico da Escola
6.1-Diagnóstico

6.1 - Situação socioeconômica e educacional da comunidade

Localizada na Zona Oeste de Campo Grande, a Escola José Mamede de Aquino atende atualmente alunos oriundos dos
bairros Jardim Aeroporto I e II, Jardim Pantanal, Sayonara, Bellinat, Ana Maria do Couto, Silvia Regina, Jardim Itália, Vila
Popular, Santa Mônica, Zé Pereira, Nova Campo, Carioca, Bosque das Araras e Residencial Búzios. Nossa comunidade,
composta essencialmente de famílias de baixa renda e muitas, ainda, assistidas por programas sociais, como o Bolsa
Família e o Vale Renda.

O bairro onde está localizada nossa escola, Jardim Aeroporto II, passou por diversas obras, com o intuito de melhorar sua
infraestrutura, ganhando asfalto, saneamento básico, áreas de recreação e centros de saúde e de assistência social. A
população do bairro cresceu muito nos últimos anos com a retirada das famílias às margens do córrego Imbirussu, que
ganharam casas próprias, construídas por meio de projetos sociais.

6.2 - Histórico da escola Patrono da escola:

José Mamede de Aquino nasceu no dia 17 de agosto de 1884, em Minas Gerais, na


cidade de Curvelo, filho de Francelino Correa de Aquino e Maria Cândida de Aquino. Em
1912, veio para Campo Grande, como funcionário da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil,
quando esta cidade ainda era uma pequena vila.

Em Campo Grande, ele casou-se com Elizena Carvalho, campo-grandense, filha de


Venâncio Teodoro de Carvalho e Maria Rosa de Almeida, da tradicional família Vieira de
Almeida. Do casamento, nasceram os filhos Deodato, Geralda, Gabriela, Mirian, Justino
Mendes de Aquino – antigo e famoso alfaiate de Campo Grande, conhecido por Mendes –
e Plínio José.

Mamede, assim ele era chamado, foi professor dos filhos mais velhos de Benjamim
Correa da Costa, marido de Dona Neta, João, Avelina e Líria, na fazenda Chapada, no
Município de Nioaque.

Homem muito alegre, tocador de viola, muito bom de prosa, que irradiava muita simpatia.
Interessava-se por política e, sobretudo, pela natureza, que amava muito. Seu prazer maior era plantar. Dizia sempre: “Planto
uma árvore porque sei que ela dará frutos aos que a ela chegarem.” Não pensava em colhê-los ele próprio, lembrava sim de
todas as pessoas que porventura pudessem ser agasalhadas pela árvore no futuro.

Na tarefa de ajardinar a Praça Ary Coelho e arborizar a cidade, o intendente Arlindo de Andrade foi auxiliado por José Mamede
de Aquino, que cuidou e fabricou mudas de árvores para tal. Deslumbrado com a arborização da Avenida Afonso Pena de
Belo Horizonte, trouxe para Campo Grande mudas de “ficus-benjamim” para plantar em nossa avenida de igual nome. Ele
mesmo doou e plantou as árvores que aí estão, frondosas e aconchegantes. Mamede era um homem letrado. Foi
seminarista em Curvelo, sua terra natal. Em 1932, participou da Revolução Paulista, e sempre foi um idealista da Divisão de
Mato Grosso. Deixou um manuscrito intitulado “Mato Grosso por dentro”, hoje desaparecido.

Ele residiu por algum tempo em Ribas do Rio Pardo, exercendo as mais diversas profissões, como comerciante, sapateiro e
seleiro, sendo também nomeado como Juiz de Paz. Lá, era comum reunir-se com os amigos Horácio Lemos, Olímpio de
Carvalho e o farmacêutico Louzada, para longos bate-papos noturnos, contavam anedotas e histórias de toda a espécie,
transformando a reunião em uma verdadeira festa.

José Mamede de Aquino é uma figura que merece ser lembrada dentro da história de Campo Grande, numa recompensa
pela sua dedicação desinteressada no trabalho de embelezamento da cidade. Homem honesto e cumpridor de seus
deveres, ele morreu sem armazenar riquezas, mas tendo a certeza que estava deixando frutos do seu trabalho.

6.3 – E E José Mamede de Aquino: Documentos e criação

Primeiro Ofício de solicitação da criação da escola foi encaminhado no dia 29/12/1993, através do Ofício nº. 01321/84.

Em 1986, foi implantado o PI – Programa de Educação Integrado no noturno.

Decreto de criação nº 2.483 de 14 de março de 1994, D.O. nº 1.292 de 12/03/1984, na tipologia F.

Em 1987, a escola muda para outro prédio, no qual permanece até hoje. Atendendo a comunidade com 05 salas de aula,
com capacidade total para atender de 700 a 800 alunos.
Em 1999, a escola atende em 8 salas, 1008 alunos em três turnos, matutino, vespertino e noturno, uma sala de recuperação
paralela e uma de reforço.

A Resolução/SED nº 1350, de 22 de abril de 1999 autoriza o funcionamento do Ensino Fundamental e a Resolução/SED nº


1351 autoriza o funcionamento do Ensino Médio.

Local: Creche Comunitária que já existia no bairro com a administração autônoma e exclusiva.

1ª Diretora designada pela Secretaria de educação – Rosane Dichof Kasai no dia 24 de fevereiro de 1984. Rosane Dichof
recebia o retorno positivo da criação da escola José Mame de Aquino através do Ofício nº 01321/84, informando para
aguardar a publicação do funcionamento da referida escola.

Ofício de autorização nº 035/GA/AFE/84 expedido pelo Sr. Antônio Parron Arando, Agente Especial de Educação e Assessoria
de Gabinete da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul.

O terreno onde está construída a escola foi doado pela Prefeitura


Municipal de Campo Grande, administração do prefeito Lúdio Coelho.
Uma área de 4800 metros quadrados sito à rua Heitor Vieira de
Almeida esquina com a rua Cariúva.

Em 2008 a escola passa por uma grande reforma, e a área


administrativa é reorganizada, alterando a entrada da escola,
tornando-a mais ampla.

Em 2009, é construída a quadra poliesportiva coberta.

Em 2011 a escola passa por uma ampliação, na qual são construídas mais três salas, totalizando 10 salas de aula, uma
biblioteca e uma sala de professores.

Em 2012, a escola passa a ser classificada na tipologia C.

Também em 2012, houve um grande avanço no que tange ao acompanhamento pedagógico, com a contratação de
Coordenadores por Área de Conhecimento - Língua Portuguesa e Matemática - os professores em orientação direcionada.
Este projeto findou em 2013.

Em 2012, foi implantando na escola o Ensino Médio Inovador (ProEMI), programa do Governo Federal que visa melhorar a
qualidade do Ensino Médio e minimizar a evasão escolar nessa etapa de ensino.

Também em 2012, foi realizado um concurso interno na escola, para a


escolha do LOGO que representasse os ideais da escola e da educação.
Elaborada pelos alunos do Ensino Médio e inspirada nas cores da
bandeira da escola, o Logo em forma de escudo representa a criatividade
e o brilho dos alunos da comunidade escolar JMA.

No segundo semestre de 2013 foi implantado o planejamento on-line


implantado pela Secretaria de Educação, tornando mais dinâmico e
organizado o acompanhamento do trabalho do professor.

Em 2016 a escola sobe para Tipologia B.

Em 2017 a escola passa a oferecer 6º tempo para os alunos do Ensino


Médio matutino (o Programa Ensino Médio Inovador ficou em vigor
somente um ano nesta unidade escolar, voltando a matriz curricular de 5 tempos em 2018).

Atualmente a escola conta com 14 salas, sendo uma sala de tecnologia educacional, uma biblioteca, uma sala de
professores, uma sala de recursos e dez salas de aula.

Oferecendo à comunidade:

Período Matutino: Ensino Fundamental em 09 anos – 9º ano e Ensino Médio 1º, 2º e 3º anos.

Período Vespertino: Ensino Fundamental em 09 anos – 1º ao 5º ano primeira etapa (exceto 4º ano), e 6º, 7º e 8º anos
segunda etapa.

Período Noturno: Ensino Médio regular e EJA – Conectando Saberes – e Ensino Médio.

6.4 – Histórico da Administração da Escola José Mamede de Aquino

1984 – Diretora Rosane Dichof Kasai


1986 – Diretora Rosane Dichof Kasai e Diretora adjunta Sueli Luiza Concerlato

1988 – Diretora Vera Luiza Rabello Bianchin e Diretora adjunta Lucimar Espíndola Eudociak

1990 – Diretora Nedinéia Zanelli Volce

Primeira diretora eleita em 22/06/1991 – Nedinéia Zanelli Volce

1993 – Diretora Márcia Meira Machado

1995 – Diretora Márcia Meira Machado

1998 – Diretora Márcia Meira Machado

2001 – Diretora Lucimar Espíndola Eudociak e Diretora adjunta Fátima Aparecida Leal Rodrigues

2005 – Diretora Lucimar Espíndola Eudociak e Diretora adjunta Fátima Aparecida Leal Rodrigues

2008 – Diretora Fátima Aparecida Leal Rodrigues e Diretor Adjunto Adamo Del Pino Lino

2011 – Diretora Fátima Aparecida Leal Rodrigues e Diretora Adjunta Diana Pilatti Onofre

2015 – Diretora Diana Pilatti Onofre (pro-tempore)

2016 – Diretora Diana Pilatti Onofre e Diretora Adjunta Marilídia Satiro

6.3 - Situação física da escola

Atualmente a escola conta com 13 salas, sendo uma sala de tecnologia educacional, uma biblioteca, uma sala de recursos e
dez salas de aula. Oferecendo à comunidade:

Período Matutino: Ensino Fundamental em 09 anos – 9º ano e Ensino Médio – 1º,2º e 3º anos, Sala de Recursos. Período
Vespertino: Ensino Fundamental em 09 anos – 1º, 2º, 3º, 5º, 6º, 7º e 8º anos, Sala de Recursos, Período Noturno: Ensino
Médio– 1º, 2º e 3º anos e EJA – Conectando Saberes.

Estrutura administrativa

Colegiado Escolar

Associação de pais e mestres

Corpo Administrativo

Corpo Técnico – Coordenadores

Corpo Docente

Corpo Discente

Estrutura Física

10 salas de aula com 37 carteiras.

01 sala de professores (sala de aula adaptada) com 04 computadores conectados à internet, 01 impressora, 01 ar-
condicionado, 01 geladeira e uma televisão.

01 sala da secretaria com 04 computadores, com impressora, 01 ar-condicionado e guichê para atender o público.

01 sala de Diretoria com 02 computadores e 01 ar-condicionado.

01 almoxarifado.

01 cozinha com 01 depósito de alimentos.

01 biblioteca (sala de aula adaptada) com ar-condicionado.


01 sala de coordenação pedagógica, com 02 computadores e 01 ar-condicionado.

01 sala de tecnologia (sala de aula adaptada) com 16 computadores para alunos, 02 PC Servidores, 02 impressoras, 02
aparelhos de ar condicionado.

01 depósito para guardar instrumentos musicais.

01 depósito para materiais esportivos e mesas de Tênis de mesa.

01 sala de recurso com 03 computadores.

01 banheiro masculino com 07 Box, sendo 01 adaptado para APNE.

01 banheiro feminino com 07 Box, sendo 01 adaptado para APNE.

02 banheiros para funcionário.

01 quadra de esportes coberta

01 refeitório ainda não mobiliado.

6.4 - Corpo docente / pedagógico / técnico / administrativo

Corpo Docente

Atualmente, na escola atuam 70 professores atendendo nos três turnos, sendo, aproximadamente 50% pertencentes ao
quadro efetivo:

SITUAÇÃO
RELAÇÃO NOMINAL DO CORPO DOCENTE TURNOS FORMAÇÃO
FUNCIONAL

Alan Carvalho Oliveira Convocado Vesp/ Not Física/ Matemática

Ana Carolina Rozenberg de Andrade Convocada Mat/ Vesp Matemática

Ana Laura Lamounier Magalhães Convocada Vesp/ Not Biologia/ Ciências

Antonio Fernandes dos Santos Efetivo Not Biologia

Beatriz Eugênio Ferreiro Convocada Vesp Letras

Carla de Oliveira Convocada Vesp Pedagogia

Claudiane Similli dos Santos Convocada Mat Apoio

David Alexandre Camilo Convocado Not Filosofia

Dilma Assunção Convocada Mat Letras

Dina Maria da Silva Efetiva Mat/ Not História

Elikeli Krevin Holz Souza Efetiva Mat/ Vesp/ Not Ciências/Biologia


Elton Fernandes Barbosa Convocado Not Matemática

Fabio Silva Martinelli Efetivo Vesp/ Not Geografia

Gesiany da Costa Souza Convocada Vesp Pedagogia

Gisele dos Santos Escobar Convocada Vesp Pedagogia

Ironda Aparecida Hisler Efetivo Mat/ Not Geografia

Isabela Nunes Abreu Costa Convocada Mat/ Vesp/ Not Letras

João Carlos Bezerra Efetivo Not Letras

José Coelho de Araujo Efetivo Mat/ Not Ed. Física/ Xadrez

Keila Christina da Silva Neto Convocada Vesp Apoio

Keli Roberta Avila da Cruz Efetiva Not Educação Física

Kelly Cristina Sanches da Costa Convocada Vesp Apoio

Kleber Leonn Moraes Azuaga Efetivo Vesp Ed. Física

Lilian Maria de Assis Resende Convocada Not Física

Lucas Henrique de Ferreira Santos Efetivo Vesp Educação Física

Lucia Satiko Nakayama Efetiva Mat Ciências/ Biologia

Luis Antonio Fumis Convocado Mat/ Vesp Tênis de mesa

Marcelo Gonçalves André Convocado Not Biologia

Marcelo Picolli Efetivo Not História

Maria Inês Andrade Carlos Efetiva Vesp Arte

Marlene Viana de Lima Maia Nunes Efetiva Vesp/ Not Arte

Marly Teodoro Vieira Efetivo Not Letras

Michele Almeida Paes Convocada Vesp Ginástica Rítmica

Morgânia Vernal Convocada Mat/ Vesp Apoio

Nádia Rodrigues Convocada Mat Letras


Neiton Cezar Benites Efetivo Mat Arte

Patrícia Conceição Vasques Yamashiro Convocada Mat/ Not Física

Paulo Diniz Veronez Convocado Mat/ Not Química

Pedro Manzur Convocado Mat/ Vesp/ Not Letras

Raffael Gonçalves de Oliveira Efetivo Mat/ Vesp Geografia

Simone Bastos Vieira Convocada Mat/ Not Matemática

Thiago Bonfim Neves Efetivo Mat História

Vanderley Chiquito Convocado Not Sociologia

Vanessa Alexandra Olivo Efetiva Mat/ Vesp Letras

Veruska Alves Nogueira Convocada Mat/ Vesp Matemática

Vilma de Souza Convocada Vesp/ Not História

SITUAÇÃO
DIREÇÃO ESCOLAR TURNOS FORMAÇÃO
FUNCIONAL

Diana Pilatti Onofre Efetivo Mat/Vesp/Not Letras

Marilidia Satiro Efetivo Mat/Vesp/Not Letras

SITUAÇÃO
SECRETÁRIA ESCOLAR TURNOS FORMAÇÃO
FUNCIONAL

Izabel Silva Efetivo Mat/Vesp/Not Ensino Médio

SITUAÇÃO
COODENAÇÃO PEDAGÓGICA TURNOS FORMAÇÃO
FUNCIONAL

Elaine Aparecida Correa Messa Segura Efetivo Mat/ Vesp Letras

Juliana da Silva Efetivo Mat/ Vesp Letras

Otoniel Alem Blanco Efetivo Not Filosofia

SITUAÇÃO
ASSESSOR PEDAGÓGICO TURNOS FORMAÇÃO
FUNCIONAL

Maria Eliza de Oliveira da Silva Efetivo Mat Arte

Maria José da Conceição Efetivo Vesp Pedagoga


Perola Íris Magalhães Efetivo Mat/ Vesp Letras

Tânia Aparecida Oliveira Acosta Efetivo Vesp/ Not História

Assistentes Administrativos

Moacir Vargas Rolão

Edemir Pereira Flores Júnior

Inspeção de alunos

(não há inspetor lotado nesta unidade escolar)

Agentes de Limpeza

Joana Cátia da Silva

Maria Emanuela da Silva

Sandra Gonçalves Carneiro

Sebastiana Silva de Paula

Selenir Canuto Pereira Cristaldo

Marian Conceição (readaptado)

José de Almeida (readaptado)

Agentes de Merenda

Fátima Azevedo Fernandes (readaptado)

Hosanas de Almeida Flores (readaptado)

Laura Jane (Terceirizada)

Silviane Azambuja Nazareth (Terceirizada)

Marlene de Oliveira

Portaria

Sônia Helena Da Silva

Auxiliar de Biblioteca

Olívia Cardoso Rolão

6.5 - Recursos materiais e tecnológicos disponíveis e sua adequação, móveis, equipamentos e material didático.

Recursos materiais

Mesas e carteiras tipo escolar em número suficiente


10 Arquivos de aço

20 armários de aço

03 armários para professores com 15 repartições cada

05 câmeras digitais

01 filmadora

26 Prateleiras de aço para livros

02 fogão semi-industriais

02 freezers

04 aparelhos de DVD

06 Projetores ProInfo Integrados

02 Data Shows

03 televisores 29 P

01 televisor 49 polegadas

01 antena parabólica desativada

03 rádios gravadores

05 caixas de som Amplificadas

01 aparelhagem de som com mesa

04 computadores na secretaria

04 computadores na sala dos professores conectados à internet

01 Impressora para sala dos professores

02 computadores na biblioteca

01 impressora na secretaria

02 impressoras na STE, 01 colorida e 01 monocromática.

01 armário de aço na STE

Utensílios de copa e cozinha em número insuficiente

01 máquina de cortar grama

01 lavadora a jato de pressão

02 máquinas para limpar o piso

Recursos didáticos pedagógicos

Enciclopédias e livros de literatura infanto-juvenil e clássica da literatura relacionada em livro tombo Materiais e jogos
pedagógicos

Mapas e globos

Bandeiras do Brasil, do Estado e da Escola em bom estado de conservação.

01 Esqueleto

03 Torsos Humanos

08 microscópios

04 kits de vidraria para laboratório


O histórico da Escola em pastas catálogos, fotos e Vídeo.

Livros de literatura infantil e juvenil

Acervo de jogos para alfabetização

Livros didáticos para pesquisa

Material de consumo e expediente

Conforme a necessidade (papéis, álcool, cola, grampeadores, etc.)

Material desportivo em quantidade suficiente (bolas de futsal, campo, basquete, bambolês, 02 mesas de tênis de mesa,
redes, 03 jogos de camisas, 01 jogo de camisa com short, damas, xadrez...).

6.6 - Existência de sala de recursos multifuncional.

Criada pelo Decreto Federal 6.094/2007, tem como objetivo apoiar a organização e a oferta do Atendimento Educacional
Especializado – AEE, prestado de forma complementar ou suplementar no contraturno aos estudantes com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação matriculados em classes comuns do ensino
regular, assegurando-lhes condições de acesso, participação e aprendizagem. O programa disponibiliza à escola um
conjunto de equipamentos de informática, mobiliários, materiais pedagógicos e de acessibilidade para a organização do
espaço de atendimento educacional especializado, a escola, anualmente, contrata e capacita profissionais, em parceria com
NUESP, para o atendimento às crianças que se encaixam no perfil.

Trabalhar em uma Sala de Recursos Multifuncional é vencer o desafio de ser diferente e fazer a diferença na vida de alguns
alunos que passam em sua vida por meio das ações em seu micro espaço. É contribuir para uma sociedade mais justa, em
que há igualdade nas diferenças, em que o ser humano seja capaz de perceber que mesmo havendo diferença entre os
grupos pode haver aprendizagem, que cada um tem seu jeito singular e especial de aprender.

A Sala de Recursos Multifuncional oferece atendimento da seguinte forma: Sala de Recursos Multifuncional para o Ensino
Fundamental e Sala de Recursos Multifuncional por Áreas, sendo elas Exatas e Humanas. O atendimento é realizado nos
períodos matutino e vespertino, sendo estes no contra turno do aluno. De acordo com o Manual da Sala de Recursos
Multifuncional (MEC, 2010), os alunos público-alvo do AEE são definidos da seguinte forma: Alunos com deficiência - aqueles
que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial, os quais em interação com
diversas barreiras podem ter obstruído participação plena e efetiva na escola e na sociedade; Alunos com transtornos
globais do desenvolvimento - aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor,
comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com
autismo, síndromes do espectro do autismo psicose infantil; Alunos com altas habilidades ou superdotação - aqueles que
apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas:
intelectual, acadêmica, liderança, psicomotora, artes e criatividade.

Acreditando que todos podem aprender mesmo com suas diferenças, pois todo e qualquer indivíduo tem e deve ter acesso
ao conhecimento; bem como, as oportunidades que a sociedade oferece, de maneira que ele possa atuar como cidadão
ativo e participativo em nosso meio social.

A Sala de Recursos Multifuncional dá subsídios pedagógicos para que o aluno seja incluído nas salas de ensino regular e
tenha a mesma oportunidade de acesso ao conhecimento para seu desenvolvimento e aprendizagem.

Na Escola José Mamede de Aquino o atendimento é feito no período matutino por uma pedagoga, e no vespertino o
atendimento é por área de conhecimento. Cerca de 25 alunos são atendidos em nossa sala de recursos.

PROFESSOR DE APOIO NA SALA REGULAR COMUM

O professor de apoio precisa compreender o processo histórico das relações sociais; revendo a prática pedagógica,
buscando junto com a comunidade escolar descobrir sobre seu aluno suas possibilidades de aprendizagem e o papel
fundamental do professor de apoio permanente no ensino regular que é fazer as adaptações necessárias para que esse
aluno possa participar das aulas como os outros alunos e posteriormente assimilar algum tipo de conhecimento.

Outro fato importante é o professor de apoio precisa oferecer possibilidades concretas para que isso aconteça,
possibilidades que precisam ser efetivadas na vida social e principalmente na vida escolar deste indivíduo; com isso, deve
ter em parceria com o professor da sala regular, organizando uma ação pedagógica crítica e reflexiva, que considere as
potencialidades dos seus alunos de maneira eficiente.
Precisamos enfatizar que o “limite” do que pode ser aprendido pelas pessoas com necessidades educativas especiais, não
está no professor; pelo contrário, este precisa utilizar das diversas formas de ensinar para oportunizar o aluno ao acesso dos
conteúdos culturais e intelectuais; compreendendo que as limitações precisam deixar de ser o ponto de partida para o ato de
ensinar, mas as possibilidades e caminhos que podem e devem ser explorados.

O professor de apoio pode desenvolver algumas ações como: viabilizar situações de aprendizagem; buscar diferentes
formas que facilitem a interação do aluno no processo de ensino e aprendizagem; atuar como facilitador no apoio à
complementação dos conteúdos escolares; adaptação dos conteúdos em conjunto ao professor regente e mediador do
processo ensino aprendizagem,

O professor de apoio tem o compromisso de legitimar o que foi cuidadosamente organizado e planejado anteriormente pelos
dois professores (regente e apoio) e não preparar sozinho as ações para efetivar a inclusão do aluno com necessidades
educativas especiais ao ensino regular.

Em nossa escola, buscamos realizar um trabalho de parceria, envolvendo direção, coordenação pedagógica, professores da
Sala de Recursos Multifuncional, professores regentes e professor de apoio para que possamos efetivar o trabalho
pedagógico junto a esta clientela que a cada ano que passa vem aumentando e ganhando cada vez mais espaço no meio
educacional e merece ter as mesmas oportunidades de aprendizagem, sempre respeitando seus limites e recebendo as
devidas adaptações necessárias para seu desenvolvimento. Atualmente, a escola José Mamede de Aquino conta com quatro
professoras de apoio, sendo que uma dela atende em dois turnos, matutino e vespertino, as demais atendem no vespertino
no fundamental I.

7-Organização da Escola

7.a - Proposta de Trabalho para Medidas de Melhoria da Organização da Escola e do Desempenho


7.A.1 Conecta Escola

OBJETIVO GERAL

Mudar o conceito do uso da sala de tecnologia e dos recursos midiáticos de modo que os alunos entendam que esses
recursos têm grande eficácia no processo de ensino aprendizagem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Possibilitar o efetivo exercício da cidadania através de: domínio da língua falada e escrita, capacidade de reflexão
matemática, domínio das coordenadas temporais e espaciais que organizam a percepção do mundo, condição de fruição da
arte e estética, capacidade de desenvolver os princípios da explicação científica;

Socializar os conhecimentos produzidos com os recursos tecnológicos;

Sensibilizar os alunos para a utilização adequada das ferramentas, estabelecendo as diferenças entre a informática e a
informática educativa;

Proporcionar aos alunos a aquisição de conhecimentos e convicção quanto às vantagens e os riscos dos recursos
tecnológicos na sociedade atual;

Desenvolver projetos de aprendizagem interdisciplinares;

Proporcionar aos professores novas ferramentas e métodos para que os mesmos possam desenvolver a sua prática
pedagógica de forma dinâmica e criativa;

DESENVOLVIMENTO

O desenvolvimento do CONECTA Escola se dá com uma turma, no mínimo, por período de funcionamento da escola.

A escola deve priorizar turmas cujo desempenho acadêmico dos alunos possua aspectos que necessitem de atenção
especial, para que os resultados gerais da escola possam ser melhorados.

As turmas são escolhidas após uma análise dos professores envolvidos no CONECTA Escola, analisando alguns itens
obrigatórios para participação das turmas. Os Itens são os seguintes: turma com Problemas de Aprendizagem; turma com
Indisciplina e turma que passará por Avaliação Externa.

As turmas participantes terão preferência na utilização da Sala de Tecnologia Educacional, com frequência mínima de duas
vezes por semana.
Os temas a serem trabalhados podem ser de livre escolha dos professores envolvidos e direção escolar ou determinado
pelo Núcleo de Tecnologia Educacional.

7.A.2 PROJETO JOVENS AUTORES

Leitura e produção de textos

OBJETIVO GERAL

Prover o aluno de conhecimentos teóricos e práticos no que tange ao uso e criação de informação (objetiva e subjetiva),
através da ação interdisciplinar dos componentes curriculares, de forma tal que o aluno tenha condições de observar, refletir
e (re)ler o tema proposto, contribuindo para a formação do aluno enquanto cidadão atuante na comunidade onde está
inserido.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Criar um ambiente de ensino/aprendizagem no qual o aluno possa criar, pesquisar e problematizar, construir hipótese e
soluções para problemas propostos, bem como novas formas de representação mental;

Aumentar a qualidade no rendimento escolar (em todas as áreas de conhecimento, não comente Língua Portuguesa), com o
advento da leitura;

Reconhecer a importância das diversas formas de leituras, como manifestação da diversidade cultural;

Incentivar o hábito de ler, reler e corrigir seus próprios textos;

Despertar no aluno o espírito coorporativo, valorizando o trabalho em equipes, valorizando as capacidade e limitações de
cada, buscando um único objetivo;

Exercer o valor social da escrita;

Vivenciar produção de informação;

Trabalhar as leituras das mídias e suas múltiplas linguagens, relacionando texto, som, imagem e tecnologia: numa breve
comparação entre os jornais televisionados, radiofônicos e impressos; Usar com autonomia os recursos tecnológicos
disponíveis, como o processador de texto, planilhas e vídeos;

Proporcionar ao aluno uma oportunidade de observar, relacionar e tecer críticas quanto aos temas propostos em sala de
aula, bem como seus problemas do dia-a-dia;

Debater assuntos de comum interesse entre a comunidade e a escola, dando oportunidade aos alunos de expressarem
suas opiniões, defender suas idéias e elaborar propostas criativas e alternativas para solucionar os problemas da
comunidade;

Prover o intercâmbio de ideias entre os alunos da Escola José Mamede de Aquino e da comunidade, utilizando os recursos
de multimídia disponíveis;

Ampliar seus conhecimento e reflexões sobre as informações e meios de comunicação;

Valorizar e incentivar as produções artísticas dos alunos, sejam elas textuais, orais ou pictóricas;

Vivenciar produção da Arte;

Conscientizar o aluno que a Arte é uma das muitas formas de expressão de idéias pessoais e ideais culturais;

Despertar no aluno o prazer em ler, como forma de crescimento cultural e intelectual;

Usar a Arte como forma de leitura do mundo, oportunizando o debate de assuntos de comum interesse entre a comunidade e
a escola, abrindo um espaço para os alunos expressarem suas opiniões, defender suas idéias e elaborar propostas
criativas e alternativas para solucionar os problemas da comunidade.

7.A.3 GINCANA MATEMÁTICA

OBJETIVO GERAL:

Trabalhar a Gincana Matemática, de forma lúdica e interdisciplinar em que as vivências possam proporcionar mudanças nos
saberes, de tal maneira que a disciplina possa ser compreendida como um todo dinâmico, e que o ser humano seja parte
integrante dela e agente de transformação do ambiente em que vive.
Estimular a interação professor-aluno além de proporcionar mudanças práticas de atitudes na formação de novos hábitos a
fim de adquirir novos conhecimentos através das práticas do dia-a-dia.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Desenvolver de forma lúdica e interdisciplinar conteúdos das diversas áreas do conhecimento; Promover mudança de
postura e de percepção de responsabilidade em relação aos diversos espaços ambientes em que vivemos;

Incentivar o gosto pela disciplina de matemática.

Cooperar em projetos coletivos;

Buscar informações em diferentes fontes de dados para propor avanços a desenvolvimento de técnicas.

7.A.4. GINCANA DE LÍNGUA PORTUGUESA

OBJETIVO GERAL:

Trabalhar a Gincana de Língua Portuguesa, de forma lúdica e interdisciplinar em que as vivências possam proporcionar
mudanças nos saberes, de tal maneira que a disciplina possa ser compreendida como um todo dinâmico, e que o ser
humano seja parte integrante dela e agente de transformação do ambiente em que vive.

Estimular a interação professor-aluno além de proporcionar mudanças práticas de atitudes na formação de novos hábitos a
fim de adquirir novos conhecimentos através das práticas do dia-a-dia.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Desenvolver de forma lúdica e interdisciplinar conteúdos das áreas de Linguagens; Promover mudança de postura e de
percepção de responsabilidade em relação aos diversos espaços ambientes em que vivemos;

Incentivar o gosto pela disciplina de língua portuguesa;

Cooperar em projetos coletivos;

Buscar informações em diferentes fontes de dados para propor avanços a desenvolvimento de técnicas.

7.A.5 LANÇAMENTO D FOGUETES

Em linhas gerais, o Projeto objetiva a introdução a pesquisa científica e a melhoria na proficiência dos alunos nos resultados
de Ciências da Natureza.

O aluno exercita teoria e prática, por meio de uso de materiais alternativos (partindo dos princípios da adaptação,
reaproveitamento, reciclagem) e usando aos espaços disponíveis na escola (uma vez que, infelizmente, não dispomos de
espaço físico para laboratórios de Física, Química e/ou Biologia.

7.A.6. PROJETO DE LEITURA

Institucionalizou-se, principalmente nos anos finais do ensino fundamental, partindo da oitiva de reclamações recorrentes de
alguns professores de que os alunos são sabem ler, interpretar ou escrever adequadamente para o nível que estão
cursando.

A coordenação faz uma escala de leitura semanal, que pode ser feita em sala de aula ou na biblioteca escolar. O professor
define o tema da leitura e a forma como essa aula procederá (individual, em grupo, silenciosa, alternada, dramatizada, etc).

O objetivo é proporcionar ao aluno um momento de leitura e, posteriormente, interpretação (por meio de narrativas orais) dos
textos lidos, suas impressões, relacionando-os com a nossa realidade e cotidiano.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Despertar e incentivar o interesse pela leitura.

Facilitar o acesso do aluno aos diferentes portadores de textos.


Aproximar o aluno do universo escrito e dos portadores de escrita para que possam manuseá-los, reparar na beleza das
imagens, relacionar texto e ilustração, manifestar sentimentos, experiências, ideias e opiniões, definindo preferências e
construindo critérios próprios para selecionar o que irá ler.
Enriquecer o vocabulário.
Desenvolver as habilidades linguísticas: falar, escutar, ler e escrever.
Compreender a intenção, o ponto de vista de quem escreve fazendo uma leitura crítica, reconstruindo o sentido, segundo
suas vivências, ampliando sua visão de mundo.
Auxiliar o aluno no processo de constituição da sua identidade e na formação de valores próprios.
Trabalhar a leitura com diferentes objetivos: busca de informação, de prazer, para comunicar um texto a um auditório, etc.
Contribuir para formação de leitores autônomos e competentes.
Propor atividades em que os alunos tenham que perguntar, prever, recapitular, opinar, resumir, comparar opiniões,
confrontar...

7.A.7. TORNEIO DE XADREZ E DAMAS

OBJETIVO GERAL

Oferecer conhecimento e experiência a instituição e em cooperação com outras disciplinas, conseguir tais êxitos em grupo
como um todo no auxílio didático-pedagógico e vislumbrar uma imagem positiva seja isso tanto no campo cognitivo e ético,
quanto na formação em caráter geral do aluno.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Propiciar espaço para a prática do jogo de xadrez como “esporte–arte–ciência” de forma orientada e sistematizada;

Ministrar aulas de capacitação de xadrez para professores, para que possam aproveitar esse esporte em suas respectivas
disciplinas;

Oferecer mais uma modalidade desportiva aos alunos;

Promover iniciativas de integração entre o xadrez e as disciplinas tradicionais do currículo escolar (interdisciplinaridade).

7.A.8. FEIRA DO CONHECIMENTO

OBJETIVO GERAL

Despertar o gosto pelos estudos, ciência e pesquisa, valorizando patrimônio histórico cultural nacional.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

a) Para a direção

Incentivar a realização da mostra e proporcionar as condições necessárias para que ela aconteça.

Assegurar o espaço de divulgação do conhecimento que está sendo construído na escola.

b) Para coordenação pedagógica

Planejar, junto com os professores, os trabalhos que serão realizados e dar sentido ao que vai ser proposto.

Acompanhar o desenvolvimento dos projetos e contribuir na análise dos processos de ensino e aprendizagem.

Garantir, por meio dos professores, que todos os estudantes terão a oportunidade de participar das atividades.

c) Para os professores

Compartilhar o tema com os estudantes, definir as etapas de acordo com o método científico e orientar a pesquisa,
evidenciando como o conhecimento explica os problemas do dia a dia.

Planejar sistematizações para cada etapa para analisar os avanços e desafios.

Propiciar aos alunos momentos em que possam socializar o que estão aprendendo com os demais grupos.

d) Para os alunos

Encontrar soluções para a pergunta colocada pelo projeto, pesquisar em diferentes fontes, tomar decisões em grupos e
pensar em como socializar o que foi aprendido.

Considerar o público para definir a melhor maneira de comunicar as descobertas realizadas.

- Acontece anualmente, o tema é definido na jornada pedagógica pela equipe pedagógica (direção, coordenação e
professores), observando as demandas e índices obtidos no ano anterior.
_______

E.E JOSÉ MAMEDE DE AQUINO

Plano Político Pedagógico

Mapa de Ações

1- Ação: ATUALIZAR OS DADOS E AS AÇÕES DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO.

Encaminhamentos:

- Ler o projeto político pedagógico com toda a equipe escolar.

- Levantar e analisar os dados atualizados sobre a comunidade.

- Propor projetos que atendam às necessidades de todos.

- Registrar o que foi discutido e decidido em ata.

Materiais:

- PPP.

- Dados do ano anterior.

- Dados sobre a comunidade e demandas da escola.

Responsáveis:

- Diretor, diretor adjunto, coordenadores pedagógicos, professores e administrativo.

Pessoas envolvidas:

- Diretor, diretor adjunto, coordenadores pedagógicos, professores e administrativo.

Prazo para realização: Fevereiro a Abril.

Resultados esperados: Fazer as atualizações do PPP considerando as expectativas e necessidades da comunidade escolar.

2 - Ação: LEVANTAMENTO DOS PROBLEMAS CAUSADORES DA REPROVAÇÃO.

Encaminhamentos: Análise dos dados anteriores, avaliação dos gráficos e das Atas de resultados finais.

Materiais:

- Gráficos (Portais SGDE, Qdu, Foco no Estudante).

- Atas de resultados finais.

Responsáveis: Diretor, diretor adjunto e coordenadores pedagógicos.

Pessoas envolvidas: Diretores, coordenadores, professores, administrativos e comunidade escolar.

Prazo para realização: 2 dias durante a Jornada Pedagógica e/ou durante as formações continuadas, quando houver
necessidade.

Resultados esperados: Diminuir o índice de evasão e reprovação escolar.

3 - Ação: ESTUDAR O REGIMENTO ESCOLAR.

Encaminhamentos:

- Compartilhar e ler o regimento da escola com a equipe.

- Analisar se tudo o que consta no regimento e verificar se condiz com o PPP.


- Garantir que os direitos e os deveres dos atores da escola estejam descritos e assegurados no regimento.

Materiais: PPP e Regimento Escolar.

Responsáveis: Diretor e Diretor Adjunto.

Pessoas envolvidas: Diretor, diretor adjunto, coordenadores pedagógicos, professores e funcionários.

Prazo para realização: 2 dias durante a Jornada Pedagógica.

Resultados esperados: Garantir que todos os setores da escola tenham conhecimento do regimento escolar, seus direitos e
deveres.

4 - Ação: GARANTIR A MANUTENÇÃO DO MURAL DA BIBLIOTECA.

Encaminhamentos: Pesquisa sobre datas comemorativas e autores diversos: Folclore, Festa Junina, Dia das mães, Páscoa,
Cordel, Monteiro Lobato, Dia das crianças, etc.

Materiais:

- Biografias impressas.

- Gravuras coloridas relacionadas ao tema.

- Enfeites em EVA.

- Papéis para decoração: TNT, Crepom, Seda, Cartolina, Papel Cartão.

Responsáveis: Bibliotecária.

Pessoas envolvidas:

- Bibliotecária Olívia, professoras readaptadas Tânia e Maria José.

Prazo para realização:

- Uma vez por bimestre.

Resultados esperados:

- Tornar o espaço um lugar aconchegante, didático e informativo a fim de despertar no aluno o interesse pela leitura.

5 - Ação: EXPOSIÇÃO DO ACERVO RENOVADO COM VERBA FNDE.

Encaminhamentos:

- Apresentar os livros novos para os professores e alunos.

- Indicar a quantidade de livros do mesmo título.

- Avisar sobre os horários de atendimento para empréstimo dos livros e prazo para devolução.

Materiais:

- Expositores metálicos.

- Acervo de novos livros.

Responsáveis: Bibliotecária Olívia.

Pessoas envolvidas: Bibliotecária Olívia e professores, que acompanham as turmas durante a primeira visitação.

Prazo para realização: 2 a 3 dias após a entrega dos exemplares novos.

Resultados esperados: Manter o corpo docente e discente atualizados acerca do acervo literário, para que os alunos possam
usufruir dos livros da biblioteca e para que os professores planejem suas ações pedagógicas.
6 - Ação: OBSERVAR E INFORMAR OS PROBLEMAS FÍSICOS-ESTRUTURAIS DA UNIDADE ESCOLAR.

Encaminhamentos: Todo problema físico – estrutural observado durante o trabalho de limpeza será relatado à diretora da
escola.

Materiais: análise observatória.

Responsáveis: Maria Emanuela, Joana Cátia.

Pessoas envolvidas: Joana Cátia, Maria Emanuela, Sandra, Sebastiana e Selenir.

Prazo para realização: Anualmente.

Resultados esperados: Manter a gestora informada sobre os problemas para que as devidas providências sejam tomadas.

7 - Ação: OBSERVAR DURANTE O HORÁRIO DE ENTRADA DOS ALUNOS SE OS MESMO ESTÃO CORRETAMENTE
UNIFORMADOS.

Encaminhamentos: Todo aluno que não estiver devidamente uniformizado deverá ser encaminhado à coordenação
pedagógica para as devidas providências.

Materiais: Analise observatória.

Responsáveis: Sônia Helena, Marian Conceição e Fátima Azevedo.

Pessoas envolvidas: José de Almeida, Sônia Helena, Marian Conceição, Fátima Azevedo e Hosanas.

Prazo para realização: Anualmente.

Resultados esperados: Manter a ordem e o cumprimento do regimento escolar.

8 - Ação: INTERPRETAR MODELOS E EXPERIMENTOS PARA EXPLICAR FENÔMENOS E PROCESSOS BIOLÓGICOS EM


QUALQUER NÍVEL DE ORGANIZAÇÃO DOS SISTEMAS BIOLÓGICOS.

Encaminhamentos: Descrever os processos e características do ambiente ou de seres vivos, observados em microscópio ou


a olho nu.

Materiais:

- Microscópios óptico.

- Lâminas.

- Lâminas permanentes.

- Lamínulas.

- Corantes.

- Espátula.

- Pinça.

- Cebola.

- Mucosa bucal.

Responsáveis:

- Professoras Élikeli Krevi, Lúcia Satiko e Patrícia.

Pessoas envolvidas: Professoras Élikeli Krevi, Lúcia Satiko e Patrícia; alunos dos 1º e 2º anos do Ensino Médio, alunos dos
8º e 9º Ensino Fundamental.

Prazo para realização: 2 a 3 dias, de acordo com o planejamento dos professores.


Resultados esperados: Apresentar o conhecimento biológico aprendido, através de textos, desenhos, esquemas, gráficos,
tabelas ou maquetes.

9 - Ação: PINTURA MURAL: GRAFITE E AUTORRETRATO.

Encaminhamentos: Os alunos participarão dos projetos através de aulas expositivas e práticas, culminando com a pintura
dos muros da escola e uma exposição de quadros e desenhos.

Materiais:

- Tinta látex.

- Tinta spray.

- Tinta guache.

- Folha sulfite A3.

- Pincel.

- Telas.

Responsáveis: Prof. Neiton Benites.

Pessoas envolvidas: Direção, coordenação, professor Neiton e alunos do período matutino.

Prazo para realização: A ação acontece em todas as turmas do professor Neiton no decorrer do ano letivo.

Resultados esperados:

- Conscientizar os alunos da preservação do espaço físico público da escola e do entorno.

- Incentivar o desenvolvimento de uma imagem positiva de si mesmo, trabalhando a autoestima dos alunos.

10 - Ação: TABUADA NA SALA DE AULA.

Encaminhamentos: Tomar a tabuada dos alunos para assimilação, de forma a agilizar os cálculos que envolvam
multiplicação e divisão.

Materiais:

- Projetor integrado.

- Folha sulfite A3.

Responsáveis: Professora Veruska.

Pessoas envolvidas: Professora e discentes.

Prazo de realização: A cada quinzena.

Resultados esperados: Assimilação da tabuada para cálculo rápido de multiplicação e divisão.

11 - Ação: LISTA DE EXERCÍCIOS DE MATEMÁTICA BÁSICA.

Encaminhamentos: Aplicação de lista com exercícios.

Materiais: Xerox da lista de exercícios.

Responsáveis: Professores Elton, Angélica, Veruska e Ana Carolina.

Pessoas envolvidas: Professores e discentes.

Prazo de realização: Bimestral.

Resultados esperados:
- Identificar a defasagem dos alunos no conteúdo ensinado.

- Caso necessário, mudar a metodologia adotada.

12 - Ação: PRODUZIR MAPAS TEMÁTICOS DO BRASIL E DO MS.

Encaminhamentos:

- Produzir mapas utilizando técnicas de elevação para que o aluna possa compreender melhor os mapas.

- Trabalhar com escala.

- Confecção de mapas da escola.

Materiais: EVA, isopor, colar, papel milimetrado, cartolina, lápis de cor, trena.

Responsáveis: Professores Fábio, Ironda e Raffael.

Pessoas envolvidas: Alunos do Ensino Médio e Fundamental.

Prazo de realização: um bimestre.

Resultados esperados: Possibilidade do aluno conhecer um pouco mais do local onde vive, o Estado e o País.

13 - Ação: APRESENTAR A IMPORTÂNCIA DOS CONHECIMENTOS NA DISCIPLINA DE BIOLOGIA NA FORMAÇÃO


UNIVERSITÁRIA E EM DIFERENTES CURSOS PROFISSIONALIZANTES.

Encaminhamentos: Desenvolver o trabalho de sensibilização por meio de apresentações de vídeos e textos exemplificativos
do uso dos conhecimentos da disciplina de biologia em diferentes áreas do saber e na formação superior.

Materiais: Apresentação de slides usando Datashow, vídeos motivacionais e debates em sala de aula sobre o tema.

Responsáveis: Prof. Antônio Fernandes.

Pessoas envolvidas: Prof. Antônio Fernandes e alunos dos primeiros e segundos anos do ensino médio noturno.

Prazo de realização: no decorrer do ano letivo.

Resultados esperados: Conscientizar os alunos a respeito da importância da Biologia na formação do futuro acadêmico,
bem como o conhecimento válido que permite ao aluno desenvolver habilidades e competências relacionadas à biologia
como ciência.

14 - Ação: RECUPERAÇÃO PARALELA DIAGNÓSTICA DAS AVALIAÇÕES DESENVOLVIDAS.

Encaminhamentos: Atividades de recuperação de conteúdo em defasagem.

Materiais: Xerox de listas de exercícios.

Responsáveis: Todos os docentes.

Pessoas envolvidas: Docentes e discentes.

Prazo de realização: Decorrer do ano letivo.

Resultados esperados: Recuperar a aprendizagem e sanar dúvidas ainda existentes.

15 - Ação: DEMONSTRAR ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS PRÁTICAS A CONFECÇÃO DE SABONETE, AROMATIZANTES OU


PERFUMES, DA QUAL A QUÍMICA FAZ PARTE NO DIA A DIA DOS ALUNOS.

Encaminhamentos: Os alunos dos 9º anos irão realizar as aulas práticas após as aulas teóricas, para entenderem que a
teoria está interligada com o seu dia a dia.

Materiais: livro, caderno, caneta, glicerina, álcool de cereal, extrato glicólico, essências, laurel, corantes, formas de silicone,
fogão, panela esmaltada, espátulas de vidro, papel filme, saquinhos para embalar e fitas.
Responsáveis: Professora Lúcia Satiko, Ana Laura.

Pessoas envolvidas: Diretora, diretora adjunta, alunos e professoras Lúcia e Ana Laura.

Prazo de realização: segundo semestre.

Resultados esperados: Compreender a relação da Química no nosso dia a dia.

16 – Ação: DIVERSIFICAR AS FORMAS DE AVALIAÇÕES DE CIÊNCIAS.

Encaminhamentos: Os alunos dos 8º e 9º anos terão além das provas mensais, bimestrais e trabalho individual ou em
grupo, irão confeccionar livrinhos, esquemas, painéis com diversos materiais; aulas práticas com materiais pedagógicos.

Materiais:

- EVA, papel manilha, sulfite, entre outros.

- Esqueleto, mapas do corpo humanos, microscópio, torso.

- Sala da STE.

Responsáveis: Prof. Lúcia Satiko, Élikeli e Ana Laura.

Pessoas envolvidas: Alunos dos 8º e 9º anos e professores.

Prazo de realização: Todos os bimestres.

Resultados esperados: Que ocorra uma diversificação de avaliações para que possa contemplar todos os alunos de acordo
com as suas habilidades.

17 - Ação: LEITURA NA BIBLIOTECA

Encaminhamentos: aproveitar o ambiente propício da biblioteca, autonomia para escolha do livro, incentivar o hábito da
leitura e produção da escrita em forma de resumos ou fichas.

Materiais: Acervo da biblioteca.

Responsáveis: Todos os professores da escola.

Pessoas envolvidas: Professores, coordenadores, alunos, direção e responsáveis pela biblioteca.

Prazo de realização: Todo o ano letivo.

Resultados esperados: Incentivo ao prazer da leitura.

18 - Ação: Prática da leitura.

Encaminhamentos: Leitura em voz alta, silenciosa de textos (parlendas, quadrinhos, canções, poemas, trava-lingua, etc),
promover o empréstimo de livros da biblioteca e a socialização com os familiares em casa.

Materiais: Livros, folhas xerocopiadas, fichas e caderno.

Responsáveis: Professoras Gisele, Zilma, Carla e Geisiany.

Pessoas envolvidas: Professora de Língua Portuguesa e coordenação.

Prazo de realização: A ação será realizada em todas a turmas do Fundamental 1 e 2 no decorrer do ano.

Resultados esperados: Estimular a leitura, valorizar a escrita, releitura da linguagem verbal para linguagem não verbal.

19 - Ação: Atividades com os descritores.

Encaminhamentos: Todas as atividades e avaliações serão contextualizadas com base nos descritores específicos.

Materiais:
Responsáveis: Todos os docentes.

Pessoas envolvidas:

Prazo de realização:A ação será realizada em todas as turmas no decorrer do ano.

Resultados esperados:

20 - Ação: Feira das profissões.

Encaminhamentos: Visitas às Universidades para que o aluno tenha o primeiro contato com as instituições de ensino
superior.

Materiais: Visita aos Institutos/Faculdade de Ensino Superior.

Responsáveis: Docentes e Coordenadores.

Pessoas envolvidas: Docentes e Coordenadores.

Prazo de realização: Uma ou duas vezes ao ano.

Resultados esperados: Para que o aluno possa sanar as possíveis dúvidas sobre o futuro acadêmico.

21 - Ação: Experimentos de Física.

Encaminhamentos: Pesquisa, construção e apresentação dos experimentos.

Materiais: Jornal, Bexiga, Papel toalha, Caixa de leite, Pote de plástico, Papel alumínio, Isopor, Lata de refrigerante, tinta
guache, garrafa pet.

Responsáveis: Professora Patrícia.

Pessoas envolvidas: Alunos do 9º ano do Ensino Fundamental e alunos do Ensino Médio.

Prazo de realização: Bimestral.

Resultados esperados: Motivar o interesse para a iniciação científica, promover a pesquisa através da curiosidade, mostrar
experimentos simples e práticos relacionados com a realidade dos alunos.

22 - Ação: Diário de Bordo.

Encaminhamentos: Leitura de um livro escolhido pelo aluno e elaboração de um diário de bordo sobre o livro, folders e outro
de fatores históricos.

Materiais: Livro (biblioteca) e caderno.

Responsáveis: Professor de Língua Portuguesa e de História.

Pessoas envolvidas: Professores – Vilma, Vanessa e Thiago.

Prazo de realização: Bimestral.

Resultados esperados: Desenvolver o hábito da leitura, aprimorar a habilidade de produção textual.

23- Ação: Visita a museus.

Encaminhamentos: Museu das Culturas Dom Bosco, MARCO, MIS, CRAS.

Materiais: Ônibus escolar.

Responsáveis: Professores de todas as disciplinas.

Pessoas envolvidas: Professores, coordenação e alunos.

Prazo de realização: No decorrer do ano, conforme disponibilidade e de horários de agendamento.


Resultados esperados: Explorar o potencial educativo de museus e exposições.

7.1-Gestão Escolar
Desenvolver uma gestão democrática engloba uma administração que contemple todos os segmentos da escola por meio
de decisões horizontais, respeitando o ser humano em sua diversidade com o propósito de garantir a qualidade do ensino e
aprendizagem.

A escola, de forma geral, dispõe de dois tipos básicos de estrutura: administrativas e pedagógicas. As primeiras asseguram,
praticamente, a locação de recursos humanos, físicos e financeiros. Fazem parte ainda, das estruturas administrativas todos
os elementos que têm uma forma material como, por exemplo, a arquitetura do edifício escolar e a maneira como ele se
apresenta do ponto de vista de sua imagem: equipamentos e materiais didáticos, mobiliário, distribuição das dependências
escolares e espaços livres, cores, limpeza e saneamento básico; (água, esgoto, lixo e energia elétrica). As pedagógicas, que
teoricamente determinam a ação das administrativas "organizam as funções educativas para que a escola atinja de forma
eficiente e eficaz as suas finalidades" (Alves, 1992, p.21).

Nossa escola é democrática, gestores e docentes proporcionam um espaço de interação de saberes e delegação de poder
em prol da aprendizagem significativa do aluno. Pensar o trabalho coletivamente significa construir mediações capazes de
garantir que os obstáculos não se constituam em imobilismo, que as diferenças não sejam impeditivas da ação educativa
coerente, responsável e transformadora. Esse contexto relacional implica em buscar o objetivo comum que é o
desenvolvimento integral do aluno e do sucesso da escola através da implantação de um Projeto Político Pedagógico que
traduza os interesses e anseios coletivos.

COLEGIADO ESCOLAR

O Colegiado Escolar criado pelo Decreto nº. 5.868, de 17 de abril de 1991, e alterado pelo Decreto nº. 12.500, de 24 de
janeiro de 2008, com fulcro no que dispõe na Resolução/SED n. 2.182, de 5 de agosto de 2008, é um órgão colegiado
integrante da Secretaria de Estado de Educação e compõe a estrutura da Escola Estadual José Mamede de Aquino. O
Colegiado Escolar é órgão de caráter deliberativo, executivo, consultivo e avaliativo nos assuntos referentes à gestão
pedagógica, administrativa e financeira da unidade escolar, respeitadas as normas legais vigentes.

As funções deliberativas e executivas referem-se à tomada de decisões quanto ao direcionamento das ações pedagógicas,
administrativas e de gerenciamento dos recursos públicos.

As funções consultivas referem-se à emissão de pareceres para dirimir dúvidas e resolver situações no âmbito da sua
competência.

As funções avaliativas referem-se ao acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas pela unidade escolar,
objetivando a identificação de problemas, propondo alternativas para a melhoria de seu desempenho.

São da competência do Colegiado Escolar.

I. - criar e garantir mecanismos de participação efetiva e democrática da comunidade escolar, na elaboração e


acompanhamento do Projeto Político-Pedagógico (PPP) ou Proposta Pedagógica (PP), do Regimento Escolar (RE) e
do Plano de Desenvolvimento Escolar (PDE-ESCOLA);
II. - estimular a melhoria do desempenho acadêmico dos alunos da Unidade Escolar;
III. - participar da discussão com os segmentos e emitir parecer, quanto às alterações metodológicas, didáticas e
administrativas da Unidade Escolar, respeitadas as normas vigentes;
IV. - indicar e discutir as falhas cometidas pelos alunos e profissionais da Educação Básica, quando necessário,
propondosoluções no âmbito escolar, respeitada a legislação vigente;
V. - sugerir e acompanhar a destinação dos recursos oriundos das esferas estadual e federal para Unidade Escolar
VI. - emitir parecer, quanto às prestações de contas dos recursos oriundos das esferas estadual e federal;
VII. - divulgar, semestralmente, as informações à comunidade, referentes à aplicação dos recursos financeiros, aos
resultados obtidos e à qualidade dos serviços prestados;
VIII. - garantir a execução das determinações emanadas dos órgãos a que se subordinar;
IX. - encaminhar, quando for o caso, à autoridade competente, proposta de instauração de sindicância ou processo
administrativo disciplinar, com vistas a apurar irregularidades do Diretor e ou do Diretor-Adjunto, em decisão tomada
pela maioria absoluta de seus membros e com razões fundamentadas, documentadas e registradas formalmente;
X. - recorrer a instâncias superiores sobre questões omissas.

APM
A Associação de Pais e Mestres da Escola Estadual José Mamede de Aquino, fundada, em 11/07/1985, é uma associação
civil sem fins lucrativos, de duração indeterminada, com atuação junto à comunidade escolar, com sede e foro no Município
de Campo Grande, no Estado de Mato Grosso do Sul, e será regida pelo presente estatuto.

AAssociação de Pais e Mestres tem por finalidade colaborar na formação do educando, por meio da aproximação entre pais,
alunos e professores, promovendo a integração: poder público – comunidade – escola – família.

Compete a Associação de Pais e Mestres:

I. – interagir junto à escola como instrumento de transformação de ação, promovendo o bem-estar da comunidade do
ponto de vista educativo, cultural e social;
II. – promover a aproximação e a cooperação dos membros da comunidade pelas atividades escolares;
III. – contribuir para solução de problemas inerentes à escola, motivando uma convivência harmônica entre os pais ou
responsáveis legais, professores, alunos e funcionários da escola e membros da comunidade local;
IV. – contribuir com a conservação do prédio e equipamentos da unidade escolar;
V. – administrar, de acordo com as normas legais que regem a atuação da Associação de Pais e Mestres, os recursos
provenientes de repasses, subvenções, convênios, doações e arrecadações da entidade;
VI. – incentivar a criação do Grêmio Estudantil e trabalhar cooperativamente;
VII. – firmar convênios para execução de ações de manutenção, construção, ampliação, reformas, aquisição de gêneros
alimentícios, e outros de natureza educativa.

7.2-Organização do Tempo e Espaço

7.2 - Organização do tempo e espaço

A Escola José Mamede de Aquino atende à comunidade escolar em três turnos de trabalho, com cinco tempos de aulas
sendo distribuídas nestes turnos as etapas de ensino oferecidas:

Matutino - Ensino Fundamental II e Ensino Médio

Vespertino - Ensino Fundamental I e II

Noturno – Ensino Médio e EJA.

Ensino Fundamental

Matutino Vespertino Noturno

9º A 1º A

9º B 2º A

9º C 3º A Com ANE

5º A Com ANE

6ºA

6º B Com ANE

7º A Com ANE

7º B
8º A

8º B Com ANE

Ensino Médio

Matutino Vespertino Noturno

1º A 1º E

1º B 1º F Com ANE

1º C 2º C Com ANE

1º D Com ANE 2º D

2º A Com ANE 3º B

2º B Com ANE 3º C

3º A Com ANE

8-Relações entre a Escola e a Comunidade


8.1 Pontos comuns de trabalho da comunidade escolar

A autonomia moral e intelectual é uma capacidade a ser desenvolvida pelos alunos, e seu desenvolvimento se dá em função
de uma prática educativa exercida coerentemente com essa finalidade.

A autonomia refere-se á capacidade de saber fazer escolhas e de posicionar-se, elaborar projetos pessoais e participar
enunciativa e cooperativamente de projetos coletivos, terem discernimento organizar-se em função de metas eleitas,
governarem-se, participar da gestão de ações coletivas, estabelecerem critérios e eleger princípios éticos, etc.

A autonomia do aluno em relação à construção do conhecimento depende fundamentalmente do desenvolvimento da


autonomia moral e emocional, que envolvem autorrespeito, respeito mútuo, segurança e sensibilidade.

A aprendizagem da autonomia depende de suportes materiais, intelectuais e emocionais, considerando tanto trabalho
individual como o coletivo-cooperativo.

É importante salientar que a autonomia não é um estado psicológico geral que, uma vez ativado, esteja garantido em
qualquer situação.

É necessário, portanto, que a escola busque sua extensão aos diferentes campos de atuação. É necessário também, que as
decisões assumidas pelo professor auxiliem os alunos a desenvolver essas atitudes e a aprender os procedimentos
adequados a uma postura autônoma, que só será efetivamente alcançada ao longo de toda a escolaridade.

8.2 A escola e a construção da cidadania

No que se refere às problemáticas sociais, além do que está continuamente sendo produzido no âmbito da Ciência, existe
outros saberes em diversas instituições sociais.

O contato com as instituições e organizações, compromissadas com as questões apresentadas pelos Temas Transversais,
desenvolvem atividades de interesse para o trabalho educativo, rica contribuição, principalmente pelo vínculo que estabelece
com a realidade da qual se está tratando, representando uma forma de interação com o repertório sociocultural, permitindo o
resgate da dimensão de produção coletiva do conhecimento e da realidade.

Para desenvolver sua prática, os professores precisam também desenvolver-se como profissionais e como sujeitos críticos
na realidade em que estão, como educadores, como cidadãos participantes do processo de construção da cidadania, de
reconhecimento de seus direitos e deveres, de valorização profissional.

Para o professor, a escola é, também, lugar de possibilidade de construção de relações de autonomia, de criação e
recriação de seu próprio trabalho, de reconhecimento de si, que possibilita redefinir sua relação com a instituição, com o
estado, com os alunos, suas famílias e comunidades.

Os alunos do bairro, advindos das comunidades circunvizinhas, são de baixo poder aquisitivo, com seus valores
desestimulados, sem autoestima, com falta de interesse, com pais impossibilitados de acompanhar seu desenvolvimento
escolar, sem acesso à biblioteca e materiais pedagógicos, indisciplinas e sem objetivos. Os alunos que queremos formar:

Alunos-cidadãos conscientes e capazes de refletir, analisando as diferentes situações dentro de um raciocínio lógico e
humanitário.

9-Critérios e Formas de Avaliação de Aprendizagem


A avaliação dentro da educação visa o conhecimento da realidade de aprendizagem do educando, tendo como finalidade
reconhecer os avanços e dificuldades dos alunos, a fim de rediscutir a prática pedagógica e realizar ajustes necessários
para que tais dificuldades sejam sanadas.

Os critérios de avaliação apontam as experiências educativas a que os alunos devem ter acesso e que são considerados
essenciais para o seu desenvolvimento e socialização. Nesse sentido, a equipe pedagógica e os professores regentes
devem refletir juntos e de forma equilibrada sobre os diferentes tipos de capacidades e as três dimensões de conteúdos
(conceitos, procedimentos e atitudes), e servir para encaminhar a programação e as atividades de ensino e aprendizagem.

Os resultados expressos pelos instrumentos de avaliação, tais como participação, interesse, criatividade, relacionamento e
iniciativa, servirão para nortear a continuidade do trabalho desenvolvido pelo professor.

Os critérios para a avaliação serão adotados pelo professor, de acordo com a realidade de cada turma, levando em
consideração o desempenho, interesse e participação do aluno em sua totalidade, desde o início do projeto até a
culminância (finalização), respeitando as diferentes personalidades e diversas modalidades de trabalho.

De acordo com os Artigos 46 a 48 da Resolução/SED nº 3.019, de 5 de fevereiro de 2016. Publicado no Diário Oficial n. 9.101,
de 10 de fevereiro de 2016, página 4 a 7, sobre as Atividades Avaliativas:

O(a) docente deverá adotar diversas atividades avaliativas e estratégias de ensino, com objetivos claramente definidos em
cada atividade proposta.

O(a) docente deve planejar, elaborar, orientar, supervisionar, acompanhar e redimensionar as atividades avaliativas, quando
necessário, garantindo que os objetivos educativos determinados sejam alcançados.

Cabe à direção e coordenação pedagógica acompanhar a aplicação de diversas atividades avaliativas, com vistas à
aprendizagem dos(as) estudantes.

Assim, para que a avaliação seja satisfatória e seguindo as sugestões do Referencial Curricular, sugerimos como base a:

Avaliação diagnóstica - em geral, é inicial e tem por objetivo averiguar os conhecimentos que os alunos já possuem,
adquiridos nas etapas anteriores do processo de ensino/aprendizagem

Avaliação formativa - no recorrer do processo de ensino, para que o professor visando conhecer informações para um
possível replanejamento, se necessário.

Avaliação somativa - ao final do processo e tem como objetivo identificar o conhecimento assimilado pelos alunos, se
satisfatório.

Autoavaliação - estimulando a autoanálise e autocrítica tanto de alunos como de professores.

Uma vez que a avaliação da aprendizagem é parte fundamental do processo educativo e “tem como objetivo analisar e
avalizar os conhecimentos estabelecidos no plano de trabalho do professor quanto às necessidades de aprendizagem dos
alunos” (Referencial Curricular) Verificando, assim, os pontos falhos ou fracos no processo de ensino/aprendizagem,
apontando os avanços na aquisição dos conhecimentos por parte dos alunos e a elaboração ou reelaboração (o ponto de
partida) do trabalho metodológico do professor. Para tal, a avaliação não deve ser encarada como uma modalidade única,
mas sim um conjunto metodológico que segue um sistema próprio de acordo com os objetivos e metas da escola.

Em 2013, com a implantação do Diário On-line, reuniram-se todos os docentes, coordenação e direção, para definir
parâmetros para as avaliações realizadas com os alunos da escola. Após debates ficou acordado e registrado em ata que
serão realizadas bimestralmente, ao menos, três avaliações para o Ensino Fundamental, sendo duas provas formais
(mensais e bimestrais, com questões de múltipla escolha e discursivas) e um trabalho, que poderá ser apresentado a
critério do professor (um seminário, uma pesquisa escrita, um resumo, nota de caderno, participação em sala e nos
projetos, etc). Já para o Ensino Médio, devido à quantidade de aulas semanais serem reduzidas, em relação ao Ensino
Fundamental, ficou estabelecido que o professor aplicasse uma prova formal bimestral (com questões de múltipla escolha e
discursivas) e dois trabalhos.

1. PROCEDIMENTOS GERAIS:

São aqueles relativos aos instrumentos, tarefas e atividades necessárias ao processo educativo. São eles:

a) USO DO CADERNO

O uso do caderno pelos estudantes é de suma importância para a eficácia da aprendizagem escolar, uma vez que este é um
documento do aluno que diz respeito a sua frequência em sala e sua participação nas atividades propostas também em sala
de aula, bem como nas tarefas de casa. O livro didático é um recurso que também colabora em parceria com o caderno e
proporciona a aprendizagem dos estudantes.

Para fins de avaliação, todos os conteúdos devem estar registrados de forma organizada, com as devidas datas lançadas no
caderno diariamente, com letra legível, sem falta de páginas e com os devidos vistos, quando dados pelos professores e
cobrados. Assim o caderno torna-se mais um mecanismo de avaliação para o processo de ensino aprendizagem.

b) PESQUISA/PRODUÇÃO ESCRITA

Os trabalhos serão solicitados de acordo com as necessidades e exigências dos professores. Devem ser entregues dentro
dos devidos prazos e a falta da entrega dentro do prazo implicará na perda de nota conforme o combinado entre docentes e
discentes.

c) PROVAS

As provas que ocorrerem durante o bimestre, sendo mensais, pode ser aplicadas livremente pelos professores de formas
variadas, podendo ser orais, escritas ou práticas. As provas mensais devem abranger o conteúdo do período estudado até a
data da prova, marcadas pelos professores e as bimestrais deverão exigir os conteúdos de todo o bimestre.

As provas mensais ocorrem em datas marcadas pelos professores e as provas bimestrais ocorrem na semana de provas
organizadas pela coordenação e professores.

2. O QUE DEVE CONTER UMA AVALIAÇÃO

A Direção/Coordenação da EE José Mamede de Aquino procedendo a estudos e análises das avaliações aplicadas aos
alunos e ainda, considerando a necessidade de se buscar melhoria para os próximos períodos letivos, a sua concepção de
educação delineada na sua proposta, a necessidade de vincular a avaliação aos demais elementos do processo de ensino
e de aprendizagem, pois mudanças na forma de desenvolvimento de ensino e da aprendizagem implicam em mudanças
nas formas de ação avaliativa. Isto posto, reúne e orienta a sua equipe de docentes em relação:

2.1. Ao entendimento de que a avaliação pode e deve alimentar, constantemente, o diálogo entre aluno e professor,
permitindo a ambos, numa relação dialética, informações sobre fazeres e aprendizagens cada vez mais significativas para
ambos;

2.2. Ao apoio que o professor precisar dar ao aluno com informações que possam esclarecê-lo, encorajá-lo e orientá-lo e
para que isso ocorra, as avaliações precisam contemplar:

· Questões desafiadoras, objetivas e subjetivas;

· Questões contextualizadas e conforme descritores (habilidades e competências que precisam ser aferidas);

· Questões claras e coerentes (que não permitam ambiguidade);

· Envio de questões via e-mail, seguindo padrão de cabeçalho enviado pela coordenação pedagógica no início do ano
letivo a cada um dos docentes desta unidade escolar. Ficando assim obrigatório o uso desse modelo, padronizando em toda
a escola, uma estrutura de avaliação com seu envio já formatado, implicando assim na devolução das mesmas, caso
estejam em desacordo com o exigido;
· No mínimo 06 (seis) questões, sendo pelo menos duas questões subjetivas, nas quais o aluno tem a possibilidade de
escrever sobre o que aprendeu referente ao conteúdo estudado. Nas demais questões, quatro ou mais, o aluno poderá
relacionar colunas, marcar falso ou verdadeiro, ou marcar x, desde que, na prova, tenha o valor de cada questão.

· Cada turma não poderá realizar mais de três provas no mesmo dia;

· Na devolutiva, oportunizar a discussão e superação das dificuldades e dos erros, sendo obrigatória a devolução de
provas e trabalhos corrigidos em até cinco dias úteis.

· O processo avaliativo torna-se eficaz à medida que todos cumprem as normas estabelecidas, critérios, rotinas, posturas,
datas e prazos.

· Exame Final - No mínimo 10 (dez) questões, sendo pelo menos duas questões subjetivas, nas quais o aluno tem a
possibilidade de escrever sobre o que aprendeu referente ao conteúdo estudado. Nas demais questões, oito ou mais, o
aluno poderá relacionar colunas, marcar falso ou verdadeiro, ou marcar x, desde que, na prova, tenha o valor de cada
questão.

10.3. RECUPERAÇÃO PARALELA

Constando no Regimento Escolar como uma das atribuições do docente, a recuperação paralela oportuniza aos discentes
atividades para realização da recuperação de conteúdo, devendo ser realidade imediatamente após a prova, baseando-se
nas dificuldades diagnosticadas. O professor tem liberdade para estabelecer a metodologia a ser utilizada, podendo ser:
listas de exercícios, pesquisas, avaliações orais, aulas debate, sistema de monitoria, etc. A recuperação paralela deve ser
oportunizada por todos os professores em todas as disciplinas, seja no ensino fundamental ou médio.

10.4. Resolução sobre avaliação

De acordo com a Resolução/SED Nº 3.019, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2016. Publicado no Diário Oficial n. 9.101, de 10 de
fevereiro de 2016, página 4 a 7.

Art. 2º A avaliação do rendimento escolar dos(as) estudantes da Rede Estadual de Ensino tem como objetivo contribuir para
formação de pessoas autônomas, críticas e conscientes, por meio de:

I - avaliação inicial ou diagnóstica: sua finalidade é identificar os conhecimentos prévios dos(as) estudantes, conceitos,
conteúdos e aprendizagens já consolidados em etapas anteriores do processo escolar, podendo ocorrer no início de uma
unidade, período ou ano letivo ou sempre que o(a) docente julgar necessário;

II- avaliação processual ou formativa: sua finalidade é de verificar se os objetivos de aprendizagem esperados estão sendo
alcançados, identificando as dificuldades dos(as) estudantes e auxiliando na reformulação do trabalho didático;

III - avaliação de resultado ou somativa: tem a função de classificar o(a) estudante de acordo com os resultados alcançados
no decorrer do processo de aprendizagem, sendo útil para a sua promoção ou retenção ao término do período letivo.

Art. 3º Os resultados da avaliação do rendimento escolar podem demonstrar pontos significativos que ajudem os(as)
docentes a aperfeiçoarem suas práticas em direção à melhoria da qualidade do ensino.

Art. 4º A avaliação do rendimento escolar, no processo de aprendizagem, é de responsabilidade das escolas da Rede
Estadual de Ensino, com o devido registro conforme normas vigentes da Secretaria de Estado de Educação (SED).

Art. 5º A escola deve considerar, no processo avaliativo, os seguintes aspectos:

I- concepções teóricas, métodos e instrumentos que norteiam a prática de avaliação, realizada pelo(a) docente nas etapas da
educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio;

II- avaliação clara e objetiva;

III- objetivos bem definidos, com vistas a promover a aprendizagem contrapondo-se ao caráter punitivo das avaliações;

IV- ações que contribuam, por meio da avaliação, para a aprendizagem;

V- utilização de diversas estratégias e instrumentos avaliativos, durante todo percurso formativo do estudante.

Parágrafo único. O(a) coordenador(a) pedagógico(a) deve assistir ao(à) docente em todos os momentos da avaliação, de
forma que ela se torne justa e adequada.

Art. 6º A verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:


I– avaliação contínua e cumulativa do desempenho do(a) estudante, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos e dos resultados ao longo do período letivo sobre os de eventuais exames finais;

II- aperfeiçoamento da aprendizagem;

III- aferição do desempenho do(a) estudante quanto à apropriação da aprendizagem em cada área de conhecimento,
componentes curriculares e/ou disciplinas;

IV- desenvolvimento de competências e habilidades;

V– possibilidade de aceleração de estudos para estudantes com atraso escolar;

VI– possibilidade de avanço escolar mediante verificação do aprendizado, em conformidade com as normas vigentes;

VII– aproveitamento de estudos concluídos com êxito;

VIII- obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo
rendimento escolar.

Art. 7º O resultado da avaliação do rendimento escolar será atribuído pelo(a) docente de cada componente curricular e/ou
disciplina, com notas bimestrais e anuais, apreciado pelo Conselho de Classe.

Art. 8º A verificação do rendimento escolar deverá ocorrer com o devido planejamento, sempre que o(a) docente julgar
necessário, com acompanhamento da coordenação pedagógica.

Parágrafo único. O Projeto Político-Pedagógico atenderá aos preceitos emanados desta Resolução.

Art. 9º Na apreciação dos aspectos qualitativos apresentados pelos(as) estudantes na avaliação da aprendizagem, deverão
ser considerados, pelo menos, para efeito de julgamento do(a) docente:

I- a compreensão e o discernimento dos fatos da questão apresentada;

II- a percepção de suas relações com o tema;

III- a aplicabilidade dos conhecimentos, demonstrada na avaliação;

IV- as atitudes e os valores adquiridos;

V- a capacidade de análise e de síntese, além de outras competências comportamentais e intelectivas, e ou outras


habilidades do(a) estudante, verificadas pelo(a) docente.

Art. 10. Os aspectos qualitativos da avaliação da aprendizagem necessitam ser trabalhados previamente pelos(as) docentes
da Rede Estadual de Ensino.

Art. 11. O Projeto Político-Pedagógico da escola deverá explicitar as concepções, procedimentos e critérios do
rendimento escolar constantes desta Resolução, estabelecendo os direitos e as expectativas de aprendizagem que
devem ser alcançadas no percurso escolar do(a) estudante.

Art. 12. A avaliação do rendimento escolar do(a) estudante deverá considerar os procedimentos próprios da recuperação
paralela.

§ 1º As escolas deverão oferecer, a título de recuperação paralela de estudos, quando verificado o rendimento insuficiente,
novas oportunidades de aprendizagem, sucedidas de avaliação, nos termos do estabelecido nesta Resolução, durante os
bimestres, antes do registro das notas.

§2º Para atribuição de nota resultante da avaliação das atividades de recuperação paralela de estudos, prevista no parágrafo
anterior, deverá ser utilizado o mesmo peso da que originou a necessidade de recuperação, prevalecendo o resultado maior
obtido.

§ 3º As atividades referentes ao cumprimento do §1º e do §2º deste artigo deverão ser planejadas pelos(as) docentes,
juntamente com a coordenação pedagógica da escola.

§ 4º O(a) docente deverá fazer o devido registro, além das atividades regulares, as atividades de recuperação de estudos e
seus resultados.

Art. 13. Na educação infantil, a avaliação não tem caráter de promoção, inclusive para o acesso ao ensino fundamental e visa
diagnosticar e acompanhar o desenvolvimento da criança em todos os seus aspectos.

Parágrafo único. Para o registro das atividades pedagógicas da criança será utilizado um Parecer Descritivo, em que serão
informados os aspectos físicos, psicológicos, intelectual e social.

Art. 14. No 1º (primeiro) ano do ensino fundamental os(as) docentes devem elaborar Parecer Descritivo sobre as atividades
de avaliação, nos mesmos parâmetros da educação infantil, utilizando-se da ficha de acompanhamento elaborada e
disponibilizada pela SED.

Em alguns casos bem específicos, conforme a mesma resoplução, é permitido ao aluno a aceleração escolar (mecanismo
utilizado pela escola com vistas a corrigir o atraso escolar do(a) estudante em relação à idade e ao ano, possibilitando a
este(a) o alcance do nível de desenvolvimento próprio para a sua idade) e avanço escolar (promoção do(a) estudante para a
fase de estudos superior àquela em que se encontra matriculado, desde que apresente características especiais e que
comprove maturidade e pleno domínio dos conhecimentos relativos ao(s) ano(s) escolar(es) em que pretenda avançar)

3. AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Avaliação é o mecanismo de acompanhamento sistemático e continuo sobre as condições estruturais, pedagógicas e de


funcionamento da Unidade Escolar com vistas ao aperfeiçoamento da qualidade de ensino oferecido e com base na
Proposta Pedagógica.

Na Educação Básica a avaliação institucional compreenderá:

Avaliação interna ou auto-avaliação, organizada e executada pela própria Unidade Escolar, envolvendo os diferentes
segmentos que integram a comunidade escolar, a partir de critérios previstos na Resolução e outros por ela definidos:

Avaliação externa, organizada e executada pela Superintendência de Políticas de Educação, desta Secretaria de Estado de
Educação, em conformidade com esta Resolução.

A avaliação Institucional interna e externa deverá incidir sobre os seguintes critérios:

a. O cumprimento da Legislação do ensino;

b. A formatação inicial e continuada de dirigentes, professores e funcionários;

c. O investimento institucional em qualificação de recursos humanos;

d. O desempenho dos dirigentes, professores e funcionários;

e. A qualidade dos espaços físicos, instalações, equipamentos;

f. A organização da escrituração e do arquivo escolar;

g. A articulação com a família e a comunidade externa;

h. O desempenho dos alunos frente aos objetivos propostos e as competências desenvolvidas.

Os resultados da avaliação institucional, interna e externa deverão ser consolidados por meio de relatórios, os quais se
constituirão em peças para instrução de processos de nova solicitação de Autorização de Funcionamento.

10-Acompanhamento do Processo de Ensino e Aprendizagem


O Acompanhamento do processo de ensino é realizado em dois momentos na escola: nos planejamentos dos professores,
nos quais são pontuadas pelos professores as dificuldades encontradas em sala de aula, pontos fortes e fracos de cada
turma, bem como as ações a serem desenvolvidas até o final do bimestre, visando melhorar o desenvolvimento do aluno; no
segundo momento, nas reuniões dos Conselhos de Classe, nas quais, além de pontuar alunos com notas inferiores à
média, também são realizadas reflexões sobre possíveis estratégias para melhoria da qualidade de ensino.

Outras modalidades de acompanhamento de aprendizagem pertencem à esfera externa, como por exemplo, a Prova Brasil
ou a SAEMS, que produzem índices de proficiência, os quais são avaliados pelos professores, regularmente e, com base
nos mesmos, são traçadas metas e ações visando à progressão dos alunos.

10.a-Conselho de Classe
De acordo com a Resolução/SED Nº 3.019, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2016. Publicado no Diário Oficial n. 9.101, de 10 de
fevereiro de 2016, página 4 a 7.
O CONSELHO DE CLASSE

Art. 29. Com a finalidade de orientar o trabalho pedagógico da escola, é realizado, bimestralmente, a cada ano, o Conselho
de Classe, com vistas a redimensionar o trabalho docente ao alcance da aprendizagem dos(as) estudantes.

Art. 30. O Conselho de Classe é uma instância colegiada de natureza consultiva e deliberativa integrante da estrutura das
escolas estaduais, com função específica de sugerir medidas adequadas à aprendizagem e à avaliação do rendimento
escolar, com as seguintes prerrogativas:

I- análise do processo de aprendizagem desenvolvido e com a proposição de ações para a sua melhoria;

II- avaliação da prática docente, no que se refere à metodologia, aos conteúdos programáticos e à totalidade das atividades
pedagógicas realizadas;

III- avaliação dos(as) envolvidos(as) no trabalho educativo e a proposição de ações para a superação das dificuldades;

IV- definição de novos critérios para a avaliação e sua revisão, quando necessário;

V- apreciação, em caráter deliberativo, dos resultados das avaliações dos(as) estudantes apresentados individualmente
pelos(as) docentes;

VI- decisão pela promoção ou retenção dos(as) estudantes.

Art. 31. O Conselho de Classe será composto por:

I- docentes da turma;

II- direção da escola ou seu representante;

III- coordenação pedagógica;

IV- estudantes, quando for o caso;

V- pais ou responsáveis, quando for o caso.

Art. 32. O Conselho de Classe será realizado, ordinariamente, por turma, bimestralmente, nos períodos que antecedem ao
registro definitivo do rendimento dos(as) estudantes no processo de apropriação de conhecimento.

Art. 33. A coordenação dos trabalhos do Conselho de Classe será assumida pela coordenação pedagógica, ou na falta desta
por um(a) docente escolhido(a) entre os(as) participantes do colegiado.

Art. 34. O Conselho de Classe tem por competência:

I- analisar os dados resultantes da avaliação da aprendizagem dos(as) estudantes;

II- identificar as causas do processo de aprendizagem do(a) estudante com resultados insuficientes, sugerindo alternativas
para saná-las;

III- acompanhar o processo de aprendizagem dos(as) estudantes e analisar seus resultados, a fim de aperfeiçoá-lo;

IV- analisar o desempenho da turma como um todo, tendo como parâmetro a organização dos conteúdos e o plano de aula
do(a) docente;

V- proceder a uma análise criteriosa do rendimento escolar do(a) estudante, por todos os participantes do conselho;

VI- sugerir encaminhamentos metodológicos para o próximo bimestre;

VII- decidir sobre o significado dos símbolos ou conceitos utilizados nas transferências de estudantes oriundos de outras
instituições de ensino.

Art. 35. O trabalho a ser desenvolvido pelo conselho de classe deve ser coerente e com observância de aspectos que podem
interferir no campo de decisão do colegiado, com vistas à:

I- provisão de meios de aprendizagem àqueles(as) com baixo rendimento escolar;

II- análise conjunta para definição de metodologia e de critérios de avaliação adotados(as) pelos(as) docentes, conduzindo-
os a uma autoavaliação de sua prática, a fim de cumprir e garantir a eficácia do Projeto Político-Pedagógico da escola;

III- decisão sobre as situações limítrofes dos(as) estudantes, após exame final, caso possam ficar retidos.

Parágrafo único. Situação limítrofe é o número de pontos necessários para aprovação do estudante, quando não foi atingida
a nota mínima exigida para aprovação.
Art. 36 O Conselho de Classe reunir-se-á, ordinariamente, ao final de cada bimestre e, extraordinariamente, quando
convocado.

§ 1º Para as ações do Conselho de Classe terem efeito legal será necessária a presença do(a) diretor(a) ou diretor(a)-
adjunto(a), do(a) coordenador(a) pedagógico(a) e, no mínimo, de 70% (setenta por cento) do corpo docente.

§ 2º A porcentagem mínima estabelecida no parágrafo anterior será extensiva ao corpo discente quando da participação de
todos(as) os(as) estudantes da turma, se houver.

Art. 37. A reunião do Conselho de Classe após o exame final deverá contar com 80% do corpo docente.

Art. 38. Fica impedido ao Conselho de Classe deliberar sobre a aprovação com o limite de faltas acima do percentual previsto
em lei.

Art. 39. Em se tratando de estudante que após a realização dos exames finais persistirem em situações limítrofes, deve ser
tomada decisão conjunta e coerente do conselho para a possibilidade de alteração dos resultados do rendimento escolar.

Parágrafo único. Para o cumprimento do caput deste artigo deve ser respeitado o índice de 80% de aprovação nos demais
componentes curriculares e/ou disciplinas pelo(a) estudante e anuência da direção e coordenação pedagógica.

Art. 40. O(a) docente responsável pelo componente curricular e/ou disciplina da retenção, após exame final, poderá deixar de
participar do Conselho de Classe, tendo em vista que já foi expresso o resultado do rendimento escolar por esse
profissional.

Parágrafo único. O colegiado do Conselho de Classe é soberano na decisão de situações limítrofes e o(a) docente
envolvido(a) nessa situação deverá acatar a decisão desse colegiado.

Art. 41. As atividades do Conselho de Classe devem ser registradas em ata de ocorrência e assinada por todos os
participantes.

Art. 42. Quando da reunião do Conselho de Classe, com o objetivo de deliberar sobre a aprovação ou não do(a) estudante,
por razão de situação limítrofe, deverão ser adotados os seguintes procedimentos:

I- elaborar um novo canhoto fazendo constar neste somente os(as) estudantes que foram considerados(as) aprovados(as)
na reunião do Conselho de Classe;

II- registrar o aproveitamento com o valor mínimo igual ao exigido no exame final, para aprovação;

III- observar no novo canhoto dados sobre a ata da reunião do Conselho de Classe, constando número, data e assinaturas
dos(as) participantes;

IV- manter inalterado o primeiro canhoto dos resultados do exame final, elaborado pelo(a) professor(a) que motivou a
retenção;

V- arquivar os canhotos do exame final e do Conselho de Classe juntamente com os demais da mesma turma e ano.

Art. 43. Os procedimentos previstos no artigo anterior deverão ser adotados antes da inserção dos dados no Sistema de
Gestão e Dados Escolares – SGDE.

Art. 44. Quando do cálculo da média final, deverão ser considerados os dois canhotos, sendo:

I - o inicialmente elaborado pelo(a) docente, no qual não houve alteração por decisão do Conselho de Classe;

II - o novo, elaborado pelo(a) coordenador(a) do Conselho de Classe, conforme decisão tomada.

Art. 45. Quando da expedição de qualquer documento escolar, deve ser transcrito o que consta na ata de resultados finais,
sem a necessidade de observação sobre o processo de aprovação pelo Conselho de Classe.

11-Indicadores de Qualidade
Vários são os mecanismos para a escola acompanhar seu desempenho, enquanto instituição pública, tanto internamente -
com avaliações internas, simulados, FIMA e pesquisas de satisfação da comunidade - ou externa - com as avaliações que
vem dos órgãos educacionais aos quais a escola está subordinada, como:

Provinha Brasil - Avaliação diagnóstica do nível de alfabetização das crianças matriculadas no segundo ano de
escolarização das escolas públicas brasileiras. Essa avaliação acontece em duas etapas, uma no início e a outra ao
término do ano letivo. A aplicação em períodos distintos possibilita aos professores e gestores educacionais a
realização de um diagnóstico mais preciso que permite conhecer o que foi agregado na aprendizagem das crianças,
em termos de habilidades de leitura dentro do período avaliado.
SAEB - O Sistema de Avaliação da Educação Básica é composto por duas avaliações complementares.

A primeira, denominada Aneb – Avaliação Nacional da Educação Básica, abrange de maneira amostral os estudantes das
redes públicas e privadas do país, localizados na área rural e urbana e matriculados no 5º e 9º anos do ensino fundamental e
também no 3º ano do ensino médio. Nesses estratos, os resultados são apresentados para cada Unidade da Federação,
Região e para o Brasil como um todo.

A segunda, denominada Anresc - Avaliação Nacional do Rendimento Escolar, é aplicada censitariamente alunos de 5º e 9º
anos do ensino fundamental público, nas redes estaduais, municipais e federais, de área rural e urbana, em escolas que
tenham no mínimo 20 alunos matriculados na série avaliada. Nesse estrato, a prova recebe o nome de Prova Brasil e oferece
resultados por escola, município, Unidade da Federação e país que também são utilizados no cálculo do Ideb.

As avaliações que compõem o Saeb são realizadas a cada dois anos, quando são aplicadas provas de Língua Portuguesa e
Matemática, além de questionários socioeconômicos aos alunos participantes e à comunidade escolar.

Em 2014, o Governo Federal instituiu a Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), realizada na última etapa da alfabetização,
o 3º ano do Ensino Fubndamental.

- SAEMS - A Secretaria de Estado de Educação (SED) é responsável pela Avaliação Estadual Externa de Desempenho
(SAEMS) para estudantes dos 1º, 2º, 3º e 4º (quando houver) anos do Ensino Médio, nos componentes curriculares de Língua
Portuguesa/Produção de Texto e Matemática.

A realização desse processo avaliativo tem por finalidade aferir e acompanhar a qualidade do ensino em Mato Grosso do Sul,
refletir sobre o direcionamento dos recursos, além de fornecer informações consistentes, periódicas e comparáveis sobre o
desempenho dos estudantes, as quais permitem, também, que os gestores escolares tenham uma análise que favorecerá
na definição de suas políticas pedagógicas de aprimoramento interno. - ENEM - Criado em 1998, o Exame Nacional do
Ensino Médio (Enem) tem o objetivo de avaliar o desempenho do estudante ao fim da escolaridade básica. Podem participar
do exame alunos que estão concluindo ou que já concluíram o ensino médio em anos anteriores.

O Enem é utilizado como critério de seleção para os estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa no Programa
Universidade para Todos (ProUni). Além disso, cerca de 500 universidades já usam o resultado do exame como critério de
seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou substituindo o vestibular.

Indicadores APROVAÇÃO escolar:

Ao observar o gráfico, identificamos que, comparamos os resultados dos três anos anteriores ao mandato, percebemos que
a porcentagem de alunos aprovados subiu aproximadamente 12% e manteve-se estável em 2016 e 2017.

Indicadores REPROVAÇÃO escolar:


Ao observar o gráfico comparando os resultados com os anos anteriores, percebemos que, infelizmente, não estamos
conseguindo diminuir a reprovação e estamos revendo o plano gestor e as ações realizadas para tentar alcançar resultados
mais exitosos.

Indicadores EVASÃO escolar:

Ao observar os dados, identificamos que alcançamos nossa meta com êxito e ouve uma redução drástica no número de
alunos evadidos.

OBS.: Os totais de alunos aprovados, retidos e evadidos, foram calculados com base no SGDE.

IDEB da escola:

Conforme resultado publicado em 2017, para o Ensino Fundamental Séries Inicias, ainda não alcançamos a nota 6.0, porém
estamos dentro da meta projetada pelo MEC.
Infelizmente, não foram publicados dados referente ao IDEB das séries finais e Ensino Médio, uma v que o total de alunos
que realizaram a prova não chegou a 80% conforme determinado na legislação vigente.

Para acompanharmos os dados referente a proficiência, consultamos os resultados do ENEM e SAEMS.

ENEM – média por área do conhecimento:

Aos analisar os dados, constatamos que houve melhora na Área de Linguagens e suas Tecnologias.
Quanto aos dados da redação, identificamos que houve uma melhora branda, porém a média das notas não alcança os 500
pontos necessários para a provação no ENEM.

Referente a Matemática e suas Tecnologias, houve melhora na média da proficiência de 40 pontos.

Infelizmente, a Média de Ciências Humanos caiu muito e iremos discutir com os professores quais são as possíveis ações a
serem desenvolvidas para elevar os resultados.
Ao analisarmos os resultados, a média de Ciências da natureza também teve melhora de 20 pontos.

SAEMS 2017

Língua Portuguesa

Ao analisar os resultados de proficiência em Língua Portuguesa, identificamos que houve melhora leve e gradual de 267.7
em 2012, para 277.7 em 2017. E as porcentagens de alunos nos níveis Intermediário e Avançado também aumentaram.

Matemática

A proficiência Matemática, apresentou melhora de 2012 para 2013 (23 pontos), porém voltou a cair em 2017 (-17 pontos). A
maior parte dos alunos encontra-se no nível Muito Crítico.

Redação
A média de proficiência em Redação vem caindo a cada avaliação, passando de 6.0 em 2012, para 5.3 em 2013 e 4.4 em
2017. A maioria dos alunos está nos níveis Básico e Intermediário.

Porém, todos os resultados da escola no SEMS 2017, não estão muito distantes do resultado Estadual. Ainda há um longo
caminho até os índices satisfatórios e muito tem se discutido com o corpo docente sobre quais seriam as ações
efetivamente exitosas para sanar esse déficit.

12-Formação Continuada
É consenso entre os estudiosos da educação, a importância da formação continuada e em serviço para que de fato ocorram
as mudanças necessárias a fim de garantir uma educação de qualidade que atenda a todos os alunos. Libâneo (2001), por
exemplo, discute essa idéia destacando que (...) os cursos de formação inicial têm papel muito importante na construção de
conhecimentos, atitudes e convicções dos futuros professores necessários à sua identificação com a profissão. Mas é na
formação continuada que essa identidade se consolida, uma vez que ela pode desenvolver-se no próprio trabalho (p. 65).

É na escola que os professores aprendem mais sobre a sua profissão, no seu dia-a-dia, na análise dos resultados
satisfatórios e insatisfatórios, na troca de experiências com seus colegas de trabalho, na avaliação de sua prática e na
integração com os outros agentes escolares.

A formação continuada contribui para um bom desenvolvimento pessoal e profissional dos docentes, dando a esses,
oportunidades, qualificação profissional e competência técnica. Esse aperfeiçoamento deve acontecer no espaço escolar, é
ali que o professor desenvolve seu profissionalismo. É nesse espaço educativo que os professores podem trocar idéias,
compartilhar as experiências bem-sucedidas e aperfeiçoá-las ainda mais.

Assim, rotina do funcionamento da escola oferta ao professor a possibilidade de aperfeiçoar-se continuamente em sua
competência docente, o mesmo deve ocorrer com diretores, assistentes administrativos e demais profissionais que atuam
na escola.

Pode-se dizer que o conceito de competência docente apresenta cinco aspectos essenciais:

domínio competente e crítico do conteúdo a ser ensinado;

clareza dos objetivos a serem atingidos;

domínio competente dos meios de comunicação a serem utilizados para a mediação eficaz entre o aluno e os conteúdos do
ensino;

visão articulada do funcionamento da Escola, como um todo;

percepção nítida e crítica das complexas relações entre educação escolar e sociedade.

Atualmente, a Escola José Mamede de Aquino oferta a seus professores quatro dias de Formação Continuada, garantidas
em Calendário Escolar, para momentos de estudo com os professores a fim de lhes proporcionar formações nas mais
diversas áreas do conhecimento, com foco em melhorias das práticas pedagógicas e, consequentemente, em competências
e habilidades.

13-Avaliação Interna
A avaliação dentro da instituição escolar é um instrumento recomendado na Resolução CNE/CBE nº 07/2010 que dispõe
sobre as novas diretrizes curriculares nacionais do ensino:

“Art. 35 Os resultados de aprendizagem dos alunos devem ser aliados à avaliação das escolas e de seus professores,
tendo em conta os parâmetros de referência dos insumos básicos necessários à educação de qualidade para todos nesta
etapa da educação e respectivo custo aluno-qualidade inicial (CAQi), consideradas inclusive as suas modalidades e as
formas diferenciadas de atendimento como a Educação do Campo, a Educação Escolar Indígena, a Educação Escolar
Quilombola e as escolas de tempo integral”

Aqui entendemos que a avaliação nada mais é do que a leitura da realidade daquele momento histórico da escola visando
traçar rumos para o planejamento da gestão de um próximo ano letivo, visando a superação dos problemas detectados e o
aperfeiçoamento dos processos de ensino/aprendizado.

O grande objetivo da avaliação é (re)significar o Projeto Político Pedagógico da escola, buscando melhorar a qualidade dos
serviços prestados para os alunos, pais e toda comunidade escolar.

14-Comissões de Elaboração do Projeto Político Pedagógico


Diretora - Diana Pilatti Onofre

Diretora Adjunta - Marilidia Satiro

Secretária - Izabel dos Santos

Assistente para assuntos educacionais: Edemir Pereira Flores Junior.

Coordenadora Pedagógica - Elaine Aparecida Correa Messa Segura

Coordenadora Pedagógica – Juliana Aparecida da Silva

Coordenador Pedagógico - Otoniel Alem Blanco

Presidente da APM- Maria Nogueira da Silva

PROGETEC - André Candido da Silva

15-Avaliação do Projeto Político e Equipe Responsável pela Aprovação


O Projeto Político Pedagógico necessita de avaliações periódicas, mesmo que seu processo de reescrita aconteça de forma
anual, nada impede que a equipe reuna-se e discuta seu conteúdo em momentos de Jornada Pedagógica ou por
convocação extraordinária da Direção.

Assim, o PPP, por princípio, deve estabelecer um processo permanente de reflexão e discussão dos problemas, em busca
de alternativas viáveis à efetivação de sua intencionalidade. Ao se constituir em um processo democrático de decisões, o
projeto político-pedagógico rompe com as relações burocráticas existentes no interior da Instituição.

Equipe RESPONSÁVEL PELA APROVAÇÃO:

Diretora - Diana Pilatti Onofre

Diretora Adjunta - Marilidia Satiro

PROGETEC - André Candido d Silva

Coordenadora Pedagógica - Elaine Aparecida Correa Messa Segura

Coordenadora Pedagógica – Juliana Aparecida da Silva

Coordenador Pedagógico - Otoniel Alem Blanco


16-Referências
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990. Disponível em
http://www.pmcg.ms.gov.br/SEMED/downloads/181ECA.pdf.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em
http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf.

BRASIL. Plano Nacional de Educação. 2000. Disponível em http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/pne.pdf.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental, Parâmetros Curriculares Nacionais, Brasília: MEC/SEF, 1997. COSTA. R. J.
Que finalidade e objectivos para a educação?. Jornal A Página. Disponível em http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?
ID=3697, acessado em 14.03.2009.

FUSARI, José Cerchi. A formação continuada de professores no cotidiano da escola fundamental. Série Idéias n. 12, São
Paulo: FDE, 1992.

GOMES, G. D. S. O Papel da Cultura na Educação Brasileira. Porto, Portugal. Disponível em


http://br.geocities.com/ferreavox/o_papel_da_cultura_na_educacao_brasileira.html, acessado em 12.03.2009. LIBÂNIO, José
Carlos. Democratização da Escola Publica. A pedagogia Critico – Social dos Conteúdos.Editora Loyola.São Paulo.

LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escola. Goiânia: Alternativa, 2003.

MATO GROSSO DO SUL. Gerenciando a Escola Eficaz - SED/MS, 2008.

MATO GROSSO DO SUL. Plano estadual de Educação de Mato Grosso do Sul. Campo Grande, 2004. Disponível em
http://www.sed.ms.gov.br/controle/ShowFile.php?id=1091.

MORAN, J. M. Ensino e Educação de Qualidade (?). In Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica, 12ª ed. Campinas:
Papirus, p.12. Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/qual.htm, acessado em 13.03.2009. PDE - ESCOLA/2008

SÃO PAULO. Centro de Referência em Educação Mário Covas. Realização da Auto-avaliação pela Escola. Disponível em
www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ccs/gestao/orientacoes_manual.ppt, acessado em 12.03.2009.

SILVA, J. P. S. A integração dos conteúdos curriculares aos temas transversais. Goiás, 2006. Disponível em
http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9759, acessado em 14.03.2009. VYGOTSKY, L. S ell alli. Psicologia e
Pedagogia. Vol. 2. Lisboa: Editorial Estampa, 1997.