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Introdução

O surgimento de novas expressões desse fenómeno “Mercado Informal”, foi


responsável por alargar ainda mais o nicho das actividades informais, possibilitando que
o trabalho de estágio e o comércio ambulante fossem incorporados à gama heterogénea
das actividades informais, (Krein & Proni, 2010).

Diante desse contexto, trabalhadores buscam, através do comércio informal, um meio de


garantir sua subsistência, assim como formas de melhorias na sua renda, ou que
almejam serem donos de seu próprio negócio, ou mesmo alguma actividade para
desempenhar. Segundo Castells (1999), surge uma nova forma de organização social e
económica, apontando para uma administração descentralizadora, individualização do
trabalho e mercados cada vez mais personalizados, fragmentando as sociedades e o
trabalho.