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Aleitamento

materno
no contexto
da covid-19

UNIDADE 2
Recomendações para
os cuidados com o
binômio mãe-filho no
contexto da pandemia
do SARS-CoV-2

Lays Pinheiro de Medeiros


Gabrielle Mahara Martins Azevêdo Castro
Priscila Pereira Machado Guimarães
Na Unidade 2 deste módulo, iniciaremos a abordagem sobre as novas
recomendações dos cuidados referentes à manutenção do aleitamento
materno, desde o local do nascimento até a continuidade no domicí-
lio, com isso esperamos que ao final da unidade você possa auxiliar
mães e sua rede de apoio na promoção e manutenção do aleitamento
materno nesse período.
AULA 1 – Medidas de proteção
na primeira hora de vida para
mãe suspeita ou confirmada
com covid-19 (hora ouro)
No contexto da infecção comunitária da covid-19 no Brasil diversas medi-
das, estão continuamente sendo divulgadas para favorecer a proteção
do recém-nascido, e aqui pontuamos a importância do tema, tendo em
vista a imaturidade do sistema imunológico imaturo do recém-nascido.
Sabe-se que até o momento não há evidência consolidada da transmis-
são vertical do SARS-CoV-2, pois não foi encontrado presença do vírus
em amostras de líquido amniótico, cordão umbilical, swab da garganta
de neonatos e no leite materno.

RECOMENDAÇÕES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE


DO BRASIL PARA A PRIMEIRA HORA DE VIDA
DO RECÉM-NASCIDO

1. Parturientes assintomáticas e que não tenham contato domiciliar com pessoa


com síndrome gripal ou infecção respiratória comprovada por SARS-CoV-2:
orienta-se a manutenção do clampeamento em tempo oportuno do cordão
umbilical ao nascimento, bem como o contato pele a pele e o aleitamento
materno na primeira hora de vida.

2. Parturientes sintomáticas ou que tenham contato domiciliar com pessoa


com síndrome gripal ou infecção respiratória comprovada por SARS-CoV-2:

a. O contato pele a pele deve ser suspenso, porém deve-se manter con-
duta acolhedora, possibilitando à mãe um contato ocular com a crian-
ça. Nesses casos, a amamentação deverá ser adiada para momento
em que os cuidados de higiene e as medidas de prevenção da conta-
minação do recém-nascido (RN) possam ser adotadas, como limpeza
da parturiente (banho no leito), troca de máscara, touca, camisola e
lençóis, que foram adotados.

b. Sobre o clampeamento do cordão em RN com idade gestacional igual


ou maior que 34 semanas com respiração adequada e tônus muscular
em flexão ao nascimento, deve-se clampear o cordão umbilical de 1 a
3 minutos depois da sua extração completa da cavidade uterina.

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Atenção

O neonato NÃO DEVE ser posicionado no abdome


ou tórax materno durante esse período.

RN com idade gestacional menor que 34 semanas que começou a res-


pirar ou chorar e se está ativo, indica-se aguardar de 30 a 60 segun-
dos antes de clampear o cordão umbilical. Se a circulação placentária
não estiver intacta (descolamento prematuro de placenta, placenta
prévia, rotura, prolapso ou nó verdadeiro de cordão) ou se o RN não
inicia a respiração ou não mostra tônus muscular em flexão, logo
recomenda-se o clampeamento imediato do cordão.

c. Sempre que possível, prestar os primeiros cuidados ao RN em sala


separada da que está a mãe. Quando não for possível, manter a
distância mínima de 2 metros entre a mãe e a mesa de reanimação
neonatal.

d. A decisão do melhor local para manter o RN após o cuidado inicial e


antes da admissão no alojamento conjunto ou na unidade neonatal
depende das condições locais de cada maternidade. Como o RN não
deve ficar em contato pele a pele com a mãe, pode ser necessária a
permanência em incubadora até sua transferência à unidade neona-
tal ou até que mãe e recém-nascido sejam transferidos ao alojamen-
to conjunto. A indicação de banho na primeira hora de vida deve ser
individualizada de acordo com as condições de cada instituição. Para
essa decisão, é preciso pesar a possibilidade de contato com tecidos e
secreções maternas infectados vs. o papel protetor do vérnix caseoso.

e. Para mães com sintomas de síndrome gripal, as precauções consis-


tem na manutenção de distância mínima de dois metros entre leito
materno e o berço do recém-nascido (RN), uso de máscara pela mãe
sintomática durante o contato para cuidados, e durante toda a ama-
mentação, precedida pela higienização adequada das mãos antes e
após o contato com a criança.

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Para saber mais acerca do manejo da parturiente e puérpera
com suspeição ou confirmação da covid-19, acesse o módulo
“Covid-19: cuidado materno-infantil” disponibilizado na
Plataforma AVASUS!

RECOMENDAÇÕES RELACIONADAS À SAÚDE


OCUPACIONAL DA EQUIPE ASSISTENCIAL

Caro cursista, levando em consideração sua formação profissional na área


da saúde, você conhece as normativas relacionadas à segurança no traba-
lho e saúde ocupacional, que se tornam ainda mais importantes devido
a alta transmissibilidade e carga viral relacionadas com a covid-19. Para
proteção da equipe e do binômio mãe-filho, recomenda-se uma equipe
adequada, porém mínima, que deve estar preparada para a assistência
ao RN na sala de parto/sala de reanimação. O excesso de profissionais de
saúde na assistência ao RN implica no aumento do uso de Equipamento
de Proteção Individual (EPI), em um momento em que os recursos devem
ser racionalizados, aumentando as chances de exposição de profissionais
de saúde aos riscos biológicos e, consequentemente, à infecção. A equipe
deve realizar frequentemente a higiene das mãos com água e sabonete
líquido ou preparação alcoólica (70%).

A equipe que assiste ao RN deve estar paramentada com EPI para pre-
cauções de contato, gotículas e aerossóis: avental descartável e imper-
meável de mangas longas, luvas de procedimento, óculos de proteção
ou protetor facial, gorro, máscara N95 ou PFF-2. A equipe deve se para-
mentar em sala adjacente à sala de parto, esperar e entrar na sala de
parto, momentos antes do nascimento. O médico mais experiente, de
preferência o pediatra ou o neonatologista, devidamente paramentado,
deve estar presente ao nascimento e preparado para realizar os proce-
dimentos de reanimação neonatal.

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Atenção

É imperativo que a equipe que vai prestar cuidados ao RN


paramente-se com EPI para precauções de contato, gotículas
e aerossóis, como já falamos anteriormente, incluindo a más-
cara N95 ou PFF2. Esse equipamento é obrigatório para quem
vai manipular as vias aéreas do recém-nascido (aspiração de
secreções de vias aéreas, intubação traqueal e/ou aplicação do
CPAP), segundo a nota técnica Nº 04/2020 da ANVISA. No link a
seguir acesse a referida nota técnica, também disponibilizada
na nossa biblioteca.

http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/
Nota+T%C3%A9cnica+n+04-2020+GVIMS-GGTES-ANVISA/
ab598660-3de4-4f14-8e6f-b9341c196b28

Portanto, dadas as significativas mudanças no contexto da promoção


dos cuidados ao binômio na sala de parto, é oportuno que as equipes
possam comunicar à mãe e acompanhante, quando possível, sobre essas
alterações de condutas antes do momento do parto. Esse diálogo deve
ser feito no sentido de informar a mãe, e acompanhante, da necessidade
daquela medida e incluí-los na promoção da proteção do filho naquele
momento específico. As equipes de saúde que realizam a assistência ao
parto e puerpério devem buscar conhecimento válido para minimizar o
estresse da família do recém-nascido.

PARAMENTAÇÃO ADEQUADA NA ASSISTÊNCIA


A MÃES E/OU RECÉM-NASCIDOS SUSPEITOS OU
CONFIRMADOS COM COVID-19

A paramentação consiste no ato de paramenta-se, ou seja, cobrir-se de


paramentos. Essa “cobertura” deve oferecer ao profissional uma bar-
reira contra a penetração de microrganismos, objetivando proteger o
profissional do risco de exposição biológica. A referida barreira funciona
como uma proteção para que, estando adequadamente paramentado, a
exposição seja mínima e os efeitos da carga viral possam ser eliminados
ou drasticamente atenuados. Assista a seguir os vídeos sobre Paramen-
tação e desparamentação, e cuidados de prevenção durante o uso, a fim
de evitar lesões por pressão causadas pelo uso de EPI:

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Vídeo 1: Uso seguro de EPI

Vídeo 2: Uso seguro de EPI com


presença de aerossóis

Vídeo 3: Prevenção de lesões


relacionadas ao uso de máscaras
e protetores faciais

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AULA 2 – Manutenção
do alojamento conjunto
com puérpera suspeita ou
confirmada com covid-19
O Alojamento Conjunto é o local em que a mulher e o recém-nascido
sadio, logo após o nascimento, permanecem juntos, em tempo integral,
até a alta. Assim, possibilita a atenção integral à saúde da mulher e do
recém-nascido, por parte do serviço de saúde.

A manutenção da mulher e do recém-nascido em Alojamento Conjunto


apresenta as seguintes vantagens:

•  Favorece e fortalece o estabelecimento do vínculo afetivo entre pai, mãe


e filho; Propicia a interação de outros membros da família com o recém-
-nascido;

•  Favorece o estabelecimento efetivo do aleitamento materno com o apoio,


promoção e proteção, de acordo com as necessidades da mulher e do
recém-nascido, respeitando as características individuais;

•  Propicia aos pais e acompanhantes a observação e cuidados constantes ao


recém-nascido, possibilitando a comunicação imediata de qualquer anor-
malidade;

•  Fortalece o autocuidado e os cuidados com o recém-nascido, a partir de ati-


vidades de educação em saúde desenvolvidas pela equipe multiprofissional;

•  Diminui o risco de infecção relacionada à assistência em serviços de saúde;


propicia o contato dos pais e familiares com a equipe multiprofissional por
ocasião da avaliação da mulher e do recém-nascido, como também durante
a realização de outros cuidados.

No caso de mãe clinicamente estável e recém-nascido assintomático, o


regime de alojamento conjunto poderá́ ser mantido.

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Atenção
No entanto, sobre as mudanças preconizadas para esse novo
contexto assistencial, tem-se a nova rotina para acompanhan-
tes e visitantes, nos locais onde os espaços de alojamento
conjunto são compartilhados, sugere-se:

• suspender visitas e a presença de acompanhante, como medida


de redução da aglomeração e proteção à mãe e recém-nascido
internados.

No Alojamento conjunto mãe e filho deverão ser mantidos, em isola-


mento, em quarto privativo, assegurados dois metros de distância entre
o leito da mãe e o berço do recém-nascido. Nos locais em condição de
promoção do distanciamento entre os internados, ou com acomodações
privativas, recomenda-se à manutenção de acompanhante único, regu-
lar, desde que assintomático, com idade entre 18 e 59 anos, e não con-
tato domiciliar de pessoa com síndrome gripal ou infecção respiratória
comprovada pela covid-19.

No caso de mãe com suspeita clínica ou confirmada da covid-19, logo


sugere-se a acomodação privativa com o recém-nascido, devendo ser
respeitada a distância de dois metros entre o leito da mãe e o berço do
recém-nascido. O aleitamento materno é permitido e incentivado, se a
mãe desejar, com utilização das precauções recomendadas como uso
de máscaras e lavagem das mãos, essa recomendação serve também
durante os cuidados de rotina da mãe com o recém-nascido, como troca
de fralda, banho, acalentar etc. A alta hospitalar não deverá ser poster-
gada além de 48h a 72 h. Não está indicada a triagem laboratorial para
investigação de SARS-CoV-2 em RN assintomático cuja mãe tenha diag-
nóstico suspeito ou confirmado da covid-19.

Nos casos de mães com necessidades especiais, um acom-


panhante com as condições já definidas anteriormente e de
acordo com as recomendações gerais de controle da covid-
19, poderá acompanhar a puérpera durante sua internação,
asseguradas todas as recomendações anteriores.

Por fim, nas situações que seja necessária uma separação temporária,
pelo comprometimento do estado de saúde materno ou do recém-nas-
cido, quando possível, as mães devem ser incentivadas a realizar orde-
nhas e expressões manuais para manter o suprimento do leite humano.
Esse leite materno expresso deve ser oferecido ao recém-nascido por
um cuidador saudável, ou ainda por profissional da enfermagem, devi-
damente paramentado.

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AULA 3 – Cuidados durante
a amamentação
Caro cursista, como você já viu na primeira unidade deste módulo, diver-
sos são os benefícios da amamentação para o recém-nascido e sua mãe,
os quais justificam a manutenção dessa prática mesmo em tempos de
infecção por covid-19. Observando-se, evidentemente, as condições físi-
cas da mãe, em relação ao grau e severidade do acometimento.

Diversas entidades nacionais e internacionais se manifestaram favo-


ráveis à manutenção do aleitamento materno durante a pandemia
do SARS-CoV-2, incluindo a Organização Mundial da Saúde, Centers of
Disease Control and Prevention (CDC), American Breastfeeding Medici-
ne (ABM), International Baby Food Action Network (IBFAN), Ministério da
Saúde do Brasil (MS), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Federação
Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e
Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (Rede BLH), como você pode
ver na figura a seguir. Observe que toda a informação disponibilizada
nela tem amplo respaldo e embasamento na Recomendação Técnica Nº
01/20.170320 do Ministério da Saúde brasileiro (RBLH, 2020).

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Figura 3 – Principais pontos da Recomendação Técnica nº 01/20.170320.

Fonte: Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano. Disponível em: https://rblh.fiocruz.


br/sites/rblh.fiocruz.br/files/usuario/80/folder_5_0.jpeg. Acesso em: 5 jul. 2020.

Assim, caso amamentar seja o desejo da mãe e família do recém-nas-


cido, a equipe deve orientar acerca dos seguintes cuidados durante 14
dias após o início dos sintomas:

•  Usar máscara cirúrgica continuamente, principalmente quando estiver ama-


mentando;

•  Evitar falar e tossir quando estiver amamentando;

•  Lavar bem as mãos, por pelo menos 20 segundos, antes e depois de tocar
na criança;

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•  Trocar a máscara a cada mamada;

•  Entre as mamadas manter uma distância de dois metros, sempre que possí-
vel.

Figura 4 – Amamentação e covid-19: cuidados recomendados para as mães.

Fonte: Organização Mundial da Saúde. Disponível em: http://www.emro.who.int/ima-


ges/stories/ncds/2_en_protective_steps_when_breastfeeding_hi_res.jpg?ua=1.
Acesso em: 5 jul. 2020.

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Atenção

Não há evidências de transmissão do coronavírus pelo leite


humano!

Lembre-se que apenas o leite materno é capaz de fornecer


elementos que protegem o recém-nascido contra infecções e
deve ser a primeira opção para alimentá-los, principalmente
nesse período.

Caro cursista, como profissional de saúde você tem como uma de suas
atribuições a educação em saúde. Para ajudar nesse processo criamos
um infográfico com todas as informações que você precisa para educar
as suas pacientes e acompanhantes! Acesse o infográfico que está na
plataforma AVASUS e também disponibilize para que a sua equipe possa
utilizar. Esse material pode ser impresso e entregue as suas pacientes!

Infográfico 1: Amamentação em tempos


da covid-19: um guia para mães

Caso a mãe não se sinta segura para amamentar durante esse período,
ela pode extrair seu leite para ser oferecido ao recém-nascido por algum
familiar ou cuidador. Mais detalhes desse assunto você verá na Unidade
3 deste módulo.

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AULA 4 – Orientações para
a alta hospitalar e cuidados
no domicílio
Como você viu nas aulas anteriores, o aleitamento materno durante a pan-
demia do SARS-CoV-2 poderá ser mantido. Além dos cuidados durante o
internamento, torna-se muito importante que a mãe e demais membros
da família do recém-nascido, saibam como continuar a amamentação em
casa. Sobre as recomendações de início e continuidade do aleitamento
materno estão mantidas as seguintes orientações: aleitamento materno
exclusivo por seis meses e permanência por dois anos ou mais.

As mães e a rede de apoio à amamentação envolvida no processo de


aleitamento, devem ser orientadas pelo profissional de saúde, quan-
to a possíveis situações, como por exemplo, com relação a mãe com a
covid-19 confirmada ou que está sintomática. Nesses casos, as precau-
ções já referidas anteriormente, deverão ser seguidas, para evitar trans-
mitir o vírus para o RN.

Ao realizar a retirada do leite materno de forma manual, ou com uma


bomba manual ou elétrica, a mãe deve ser orientada a higienizar suas
mãos de forma adequada, antes de tocar em qualquer parte da bomba
e seguir as recomendações para limpeza da bomba após cada uso, bem
como das superfícies que teve contato. Ela também deve ser orientada
a considerar a ajuda de uma pessoa de sua rede de apoio, que esteja
saudável para ofertar o leite ao recém-nascido.

A coordenação do cuidado após a alta deve ser realizada pela Atenção


Primária à Saúde para o seguimento puerperal e de puericultura.

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ALGUMAS ORIENTAÇÕES IMPORTANTES
NO MOMENTO DA ALTA:
• O transporte seguro para casa deve ser preconizado, oriente a
não utilização de transporte público coletivo;

• O contato pele a pele com a mãe assintomática para covid-19


deve ser estimulado após a alta;

• Devem ser desestimuladas as visitas sociais à mãe e ao recém-


-nascido (em sua residência);

• A mãe deve ser orientada acerca dos sinais de alerta de adoeci-


mento do recém-nascido e quando deve procurar assistência de
acordo com o fluxo estabelecido pelos protocolos assistenciais
validados pelo Ministério da Saúde.

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Resumo da Unidade 2
O aleitamento materno continua sendo estimulado, caso a mãe deseje,
mesmo durante a pandemia do SARS-CoV-2. Entretanto, com o objetivo
de proteger o recém-nascido, algumas medidas foram recomendadas,
em consenso, por diversos órgãos normativos. Por conseguinte, des-
tacam-se os casos de mães suspeitas ou confirmadas com covid-19: o
contato pele a pele não está indicado, ao amamentar a mãe deve tomar
cuidados higiênico-sanitários e manter-se numa distância segura do seu
filho durante o período de transmissibilidade do vírus.

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REFERÊNCIAS
ACADEMY OF BREASTFEEDING MEDICINE – ABM. Transmission of
COVID-19 through breast milk. Disponível em: https://www.bfmed.
org/abm-statement-coronavirus?fbclid=IwAR2Pp3w8RKLXncIc9vZhC8rv
TsSIr1mMf3_poEQ4J_GeZf9EfPuug38H_o. Acesso em: 12 abr. 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica Nº 10/2020-COCAM/


CGCIVI/DAPES/SAPS/MS. Atenção à saúde do recém-nascido no
contexto da infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). 2020a.
Disponível em: http://www.crn2.org.br/crn2/conteudo/nt%206.pdf.
Acesso em: 12 abr. 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica Nº 6/2020-COCAM/CGCIVI/


DAPES/SAPS/MS. Atenção à saúde do recém-nascido no contexto da
infecção pelo novo coronavírus. 2020b. Disponível em: http://www.crn2.
org.br/crn2/conteudo/nt%206.pdf. Acesso em: 11 abr. 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica Nº7/2020- DAPES/


SAPS/MS. Orientações direcionadas ao Centro de Operações de
Emergências para o Coronavírus (COE COVID-19), a serem adotadas
pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para a amamentação em eventuais
contextos de transmissão de síndromes gripais. 2020c. Disponível
em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/
notatecnicaamamentacao92020DAPESSAPSMS03abr2020COVID-19.pdf.
Acesso em: 11 abr. 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica Nº9/2020- DAPES/


SAPS/MS. Orientações direcionadas ao Centro de Operações de
Emergências para o Coronavírus (COE COVID-19), a serem adotadas
pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para a amamentação em eventuais
contextos de transmissão de síndromes gripais. 2020d. Disponível
em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/documentos/
notatecnicaamamentacao92020DAPESSAPSMS03abr2020COVID-19.pdf.
Acesso em: 11 abr. 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Especializada à


Saúde. Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência.
Protocolo de manejo clínico da Covid-19 na Atenção Especializada.
1. ed. rev. Brasília: Ministério da Saúde, 2020e.

BRASIL. Nota Técnica GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020. Orientações


para serviços de saúde: medidas de prevenção e controle que
devem ser adotadas durante a assistência aos casos suspeitos ou
confirmados de infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2). Órgão
Emissor: ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2020f.

17
Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/271858/
Nota+T%C3%A9cnica+n+042020+GVIMS-GGTES-%20-ANVISA-
ATUALIZADA/ab598660-3de4-4f14-8e6f-b9341c196b28. Acesso em: 11
abr. 2020.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 2.068, de 21 de outubro


de 2016. Institui diretrizes para a organização da atenção integral e
humanizada à mulher e ao recém-nascido no Alojamento Conjunto.
2016. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/
gm/2016/prt2068_21_10_2016.html. Acesso em: 12 abr. 2020.

CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION – CDC.


Pregnancy and Breastfeeding. Disponível em: https://www.cdc.
gov/coronavirus/2019-ncov/need-extraprecautions/pregnancy-
breastfeeding.html?CDC_AA_refVal=https%3A%2F%2Fwww.cdc.
gov%2Fcoronavirus%2F2019-ncov%2Fprepare%2Fpregnancy-
breastfeeding.html. Acesso em: 12 abr. 2020.

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E


OBSTETRÍCIA – FEBRASGO. Nótula complementar sobre COVID-19 e
Aleitamento Materno. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/pt/
noticias/item/949-notula-complementar-sobre-covid-19-e-aleitamento-
materno. Acesso em: 12 abr. 2020.

REDE BRASILEIRA DE BANCOS DE LEITE HUMANO – RBLH.


Recomendação técnica No.01/20.170320. Assunto: Covid-19 e
Amamentação. Disponível em: https://www.icict.fiocruz.br/sites/www.
icict.fiocruz.br/files/rBlh_recomendacao_01020_170320.pdf. Acesso em:
12 abr. 2020.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA – SBP. O Aleitamento Materno


nos Tempos de COVID-19! 2020a. Disponível em: https://www.sbp.
com.br/fileadmin/user_upload/22393c-Nota_de_Alerta_sobe_Aleitam_
Materno_nos_Tempos_COVID-19.pdf. Acesso em: 12 abr. 2020.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA – SBP. Prevenção e


Abordagem da Infecção por COVID-19 em mães e Recém-
Nascidos, em Hospitais-Maternidades. [2020b]. Disponível em:
https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22412bNota_Alerta_
PrevenAbordagem_infeccao_COVID19_maes-RN_em_HospMatern.pdf.
Acesso em: 11 abr. 2020.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA – SBP. Recomendações para


Assistência ao Recém-Nascido na sala de parto de mãe com
COVID-19 suspeita ou confirmada [Atualização]. 2020c. Disponível em:
https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22422d-NAlerta-Assist_
RN_SalaParto_de_mae_com_COVID-19.pdf. Acesso em: 11 abr. 2020.

18
WORLD HEALTH ORGANIZATION – WHO. Breastfeeding advice during
the COVID-19 outbreak. [2020]. Disponível em: http://www.emro.who.
int/nutrition/nutrition-infocus/breastfeeding-advice-during-covid-19-
outbreak.html. Acesso em: 12 abr. 2020.

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