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mensal da

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Mais notícias em www.jornalobasto.com Director - Gonçalo de Meirelles Director Adjunto - Albino Antunes Ano
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Director - Gonçalo de Meirelles
Director Adjunto - Albino Antunes
Ano VII - N.º 73 - 20 de Janeiro de 2011
Sub-Director - Marco Gomes
Preço: 0,60 €
Bombeiros de Cabeceiras e Celorico recebem 50 mil euros do Governo Civil Pág. 5 Homicida

Bombeiros de Cabeceiras e Celorico recebem 50 mil euros do Governo Civil

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e Celorico recebem 50 mil euros do Governo Civil Pág. 5 Homicida de Ermelo com pena

Homicida de Ermelo com pena agravada

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Civil Pág. 5 Homicida de Ermelo com pena agravada Pág. 4 Profissional de Fermil coopera com

Profissional de Fermil coopera com

Escolas produtoras

de vinho

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de Fermil coopera com Escolas produtoras de vinho Pág. 2 Freguesia de Mondim promove Matança do

Freguesia de Mondim promove Matança do Porco

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Obra orçada em 4 milhões de euros vai ter trabalhos complementares de mais 3,8 milhões

Segundo o JN “Obra de remodelação da Escola EB 2,3 Cabeceiras já é um caso de Polícia”

O Jornal de Notícias afirma na sua edição do passado dia 15 de Janeiro que “O processo das obras de remodelação da EB 2,3 de Cabeceiras já é caso de Polícia. Em causa estão suspeitas, no concurso público lançado em Outubro passado pela Câmara de Cabeceiras, tendo em vista a execução de trabalhos complementares de mais 3,8 milhões de euros. Enquanto isso, diz o JN, os alunos têm aulas em contentores há mais de um ano”

Arco de Báulhe

Lar de Idosos/Creche “quer abrir” mas Câmara não passa licença

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Ribeira de Pena

Só há um Médico para 5000 utentes

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Ribeira de Pena Só há um Médico para 5000 utentes Pág. 5 Distribuidor: Almaverde S.A., Lda
Distribuidor: Almaverde S.A., Lda Rua do Paraíso, 73 4000 - 377 Porto Eduardo A. P.

Distribuidor: Almaverde S.A., Lda Rua do Paraíso, 73 4000 - 377 Porto Eduardo A. P. Valente Leal Tel 22 339 0303 - Tel/Fax. 22 3322635

Alma Nova

Vinho Verde

Denominação de Origem Controlada (Sub-Região de Basto)

Quinta das Carvalhas - Cavez

O semáforo de Basto Por Marco Gomes

O Município de Mondim de Basto investiu em um novo projecto de intervenção e apoio social. Chama-se “Loja Social” e tenciona criar as condições para a recepção de géneros, nomeadamente, alimentos, vestuário, mobiliário e electro- domésticos, doados por particulares ou empresas, dirigindo-os para os agregados familiares com dificuldades económicas. A solidariedade é necessária, cabendo aos Municípios um importante papel no incentivo (criando condições e meios para tal) da solidariedade entre os cidadãos.

e meios para tal) da solidariedade entre os cidadãos. M ais uma vez é notícia, em
e meios para tal) da solidariedade entre os cidadãos. M ais uma vez é notícia, em
e meios para tal) da solidariedade entre os cidadãos. M ais uma vez é notícia, em

Mais uma vez é notícia, em Cabeceiras de Basto, um processo de licenciamento (embora de natureza diferente) de um equipamento essencial para a qualidade de vida da população cabeceirense. O “Lar/ Creche de Arco de Baúlhe”, embora pronto e disponível está há mais de um mês, está à espera da necessária licença camarária para a sua abertura. Em causa está um arranjo urbanístico no exterior do edifício. Caso o argumento oficial tivesse um grande “peso” no processo de licenciamento, o mesmo teria de ser usado em outras situações. O que dizer do arranjo urbanístico exterior (nomeadamente a estrada e o passeio) aos prédios existentes na “zona do mercado” em Refojos de Basto?

existentes na “zona do mercado” em Refojos de Basto? N o final do ano transacto, em
existentes na “zona do mercado” em Refojos de Basto? N o final do ano transacto, em

No final do ano transacto, em declarações transcritas no “Diário de Viseu”, o secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, afirmou, e passo a citar, que: “As EIP [Equipas de Intervenção Permanente] que não foram criadas até agora, em 2011 não teremos a possibilidade de criar novas EIP”. Tendo em conta a declaração daquele governante, a conclusão é a seguinte: Cabeceiras e Celorico de Basto, apesar de terem sido dos primeiros concelhos a assinar o protocolo de criação destas equipas em 2008, três anos depois não terão uma EIP. Infelizmente, os governantes locais não quiseram e não terão no próximo ano estas equipas nos seus concelhos. Exige-se responsabilidade.

estas equipas nos seus concelhos. Exige-se responsabilidade. Objectivo é estabelecer uma ponte entre a vida escolar

Objectivo é estabelecer uma ponte entre a vida escolar e a vida profissional

Profissional Fermil integra projecto escolas europeias produtoras de vinho

integra projecto escolas europeias produtoras de vinho O cultivo do “precioso néctar” no centro da

O cultivo do “precioso néctar” no centro da cooperação da Escola Profissional de Fermil com outras escolas europeias produtoras de vinho

A Escola Profissional de Fermil (EPF). Celorico de Basto, está a preparar a integração

num projecto de cooperação entre escolas europeias produtoras de vinho. Nesse sentido, a docente Patrícia Sampaio, coordenadora de projectos, participou num encontro entre representantes dos vários estabelecimentos de ensino envolvidos, que decorreu na Escola Agrícola Edgard Pisani, em Montreuil-Bellay, França. Além da EPF e da escola anfitriã, participaram na reunião instituições de Oppenheim (Alemanha), Plumpton (Inglaterra), Perouchtitza (Bulgária) e Piacenza (Itália). Este projecto, de carácter europeu, pretende melhorar os métodos de aprendizagem existentes nestas escolas e incentivar a cooperação entre as diferentes instituições

de ensino, procurando estabelecer uma ponte entre a vida escolar e a vida profissional.

O sector da viticultura é considerado fundamental para o desenvolvimento rural e

económico dos países da União Europeia, que se debatem com uma forte concorrência

resultante da crescente globalização, designadamente no mercado dos vinhos. Assim,

a aposta das escolas europeias produtoras de vinho vai no sentido da inovação nos

sectores da educação, na investigação técnica, no enoturismo e na comercialização.

A EPF espera que a participação neste projecto represente uma oportunidade para o

sucesso dos seus alunos, contribuindo, através da troca de ideias e da colaboração com estudantes de outros países, para melhorar a experiência de aprendizagem em

quatro temas principais: viticultura e enologia, línguas, e-learning e enoturismo.

R. 25 de Abril-Nº 17-R/C B | 4860-350 Cabeceiras de Basto Tlf.|Fax. 253 768 027 | Tlm. 961 403 167 geral@domusbasto.com

253 768 027 | Tlm. 961 403 167 geral@domusbasto.com Licença AMI: 7508 | APEMIP : 3835

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Ajudamos a vender

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AMI: 7508 | APEMIP : 3835 Ajudamos a vender Com o apoio Outeiro Excelente moradia com

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7508 | APEMIP : 3835 Ajudamos a vender Com o apoio Outeiro Excelente moradia com amplas

Excelente moradia com amplas áreas, jardim e furo de água.

Cabeceiras

com amplas áreas, jardim e furo de água. Cabeceiras Casa de r/chão e andar, terreno com

Casa de r/chão e andar, terreno com área de 1.500m2 e furo de água.

Refojos

andar, terreno com área de 1.500m2 e furo de água. Refojos Moradia recentemente restaurada. Localizada a

Moradia recentemente restaurada. Localizada a 2 passos do centro. Bom preço!

Refojos

Localizada a 2 passos do centro. Bom preço! Refojos Loja comercial com 100m2 de área e

Loja comercial com 100m2 de área e garagem na cave. Marque visita…

Olela

com 100m2 de área e garagem na cave. Marque visita… Olela Bonita moradia T3 em zona

Bonita moradia T3 em zona sossegada. Churrasqueira, jardim e furo próprio.

Alvite

sossegada. Churrasqueira, jardim e furo próprio. Alvite Moradia tipo T3 com boas áreas a nível interior

Moradia tipo T3 com boas áreas a nível interior e exterior, bem localizada.

Refojos

áreas a nível interior e exterior, bem localizada. Refojos Lote de terreno com vistas para a

Lote de terreno com vistas para a vila. Excelente exposição solar…

Outeiro

vistas para a vila. Excelente exposição solar… Outeiro Belíssima moradia c/ bons acabamentos e excelentes áreas.

Belíssima moradia c/ bons acabamentos e excelentes áreas. A não perder.

Outeiro

bons acabamentos e excelentes áreas. A não perder. Outeiro Moradia tipo T4, com cozinha mobilada e

Moradia tipo T4, com cozinha mobilada e equipada. Magnifica paisagem.

Porto

com cozinha mobilada e equipada. Magnifica paisagem. Porto Apartamento T1 em óptimo estado, todo mobilado. Só

Apartamento T1 em óptimo estado, todo mobilado. Só 52.500,00 .

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estado, todo mobilado. Só 52.500,00 € . Jaime Barros | Tlm. 968 876 427 www.domusbasto.com 2

20 de Janeiro de 2011

Obra orçada em 4 milhões de Euros vai ter trabalhos complementares de mais 3,8 milhões

Segundo o JN “Obra de remodelação da Escola EB 2,3 de Cabeceiras já é um caso de Polícia”

O Jornal de Notícias afirma na sua edição do passado dia 15 de Janeiro que “o processo de remodelação da Escola EB 2,3 de Cabeceiras já é um caso de Polícia. Em causa estão suspeitas no concurso público lançado em Outubro passado pela Câmara de Cabeceiras, tendo em vista a execução de trabalhos complementares de mais 3,8 milhões de euros. Enquanto isso, diz o JN, os alunos têm aulas em contentores há mais de um ano”

No JN pode ler-se que “a obra foi adjudicada, em Junho de 2009, à empresa Alberto Couto Alves (ACA) e deveria ter ficado concluída em Abril do ano seguinte. Mas tal não aconteceu e os alunos da EB 2,3 continuam a ter aulas dentro de contentores. Conforme a placa que se encontra no local, o custo total da obra é de quatro milhões de euros, financiada em 2,8 milhões por fundos comunitários. Ao longo do ano passado foram surgindo entraves ao projecto, que levaram a um atraso significativo no desenrolar da obra, suscitando à empresa ACA (Alberto Couto Alves) comunicações à autarquia informando-a, por exemplo, que “mantém todos os meios em obra mas ela está parada por indefinição do projecto”, em Julho, informação reiterada em Agosto e Setembro.

Obra começou em Junho de 2009. Só em Outubro 2010 Câmara lança Concurso Público urgente para execução de obras na Escola “em que alguns dos trabalhos previstos já estavam realizados”

A ACA chegou mesmo a solicitar à autarquiaumaindemnização“peloscustos indirectos e não previstos”, já que estima estar em obra mais alguns meses do que o previsto. Em Outubro, a Câmara Municipal publica em Diário da República e na plataforma de concursos públicos Vortal, um anúncio para um concurso urgente de uma

empreitada denominada “Substituição Integral das Instalações da Escola Básica de Cabeceiras de Basto - Trabalhos Complementares”, com um valor de preço base de 3,8 milhões de euros. Uma empresa da região achou “estranho” um prazo de concurso de apenas três dias para uma obra de tal valor

e telefonou à autarquia para perguntar se, porventura, não ter havido engano na publicação. “Qual não é o nosso espanto quando passados 10 minutos recebemos uma chamada de um administrador da ACA, cujo objectivo era o de nos sensibilizar para não concorrer porque os trabalhos já estavam realizados”, contou o gerente da empresa concorrente. Depois dessa abordagem, a empresa enviou ao local da obra uma equipa técnica para verificar o estado da empreitada e no relatório de observação pode ler-se, com prova documental fotográfica, que alguns dos trabalhos previstos já estavam executados.

Empresa concorrente ao concurso público acusa Presidente da Câmara de Cabeceiras e adminis- tração da Alberto Couto Alves, de “sensibilização” para que não concorresse “porque os trabalhos já estavam realizados”

Intransigente na vontade de prosseguir para

o concurso, a empresa não cedeu a nova

Remodelação da Escola EB 2,3 de Cabeceiras

Deputado Agostinho Lopes exige explicações a Teixeira dos Santos

Veja aqui as questões que o Deputado da CDU quer ver esclarecidas por parte do Ministério das Finanças:

1 - Porque razões técnicas ou financeiras as obras não foram

concluídas em Abril de 2010, conforme estava previsto? Que «entraves» surgiram ao longo de 2010? 2 - Como foi adjudicada

a obra à empresa ACA- Alberto Couto Alves? 3 - Porque razão a

ACA afirma que «mantém todos os meios em obra, mas ela está parada por indefinição do projecto»? O que é e qual a origem desta indefinição? 4 - Porque razão a ACA chegou a solicitar uma

Deputado Agostinho Lopes

indemnização à Câmara de Cabeceiras «pelos custos indirectos

e não previstos»? Que custos indirectos são estes? 5 - Como é que se explica a

publicação em Outubro, no Diário da República e na Plataforma Vortal de um anúncio para um concurso urgente para «a substituição integral das instalações da escola básica de Cabeceiras de Basto – trabalhos complementares» com um valor de 3,8 milhões de euros? Então o pagamento inicial é de 4 milhões e em trabalhos complementares extraordinários gastam-se 3,8 milhões de euros? 6 - Porque razão o prazo deste concurso público urgente para trabalhos complementares foi de apenas

três dias, para uma obra de 3,8 milhões de euros? Quantas empresas concorreram? 7- Porque razão uma empresa da região - chamemos-lhe empresa X- telefona à Autarquia

a perguntar se houve engano no prazo de três dias, e passados dez minutos recebe

uma chamada telefónica de um Administrador da ACA tentar sensibilizar X para não concorrer «porque os trabalhos já estavam realizados»? Já estavam de facto? E um concurso de 3,8 milhões de euros legalizava-as à posteriori? (A empresa X enviou equipa à obra e verificou, com prova fotográfica, que haviam de facto alguns trabalhos previstos já executados!) 8 -Porque razão a data limite para esses trabalhos complementares era, na Plataforma Vortal, 16 de Outubro e, mesmo entrando nesse dia, a proposta da empresa X foi considerada fora do prazo? Quais os prazos fixados e inscritos com datas na Plataforma Vortal? 9 - Porque razão, apesar de considerada a obra urgente, e a data de abertura de propostas ser a 18 de Outubro, a empresa X ainda não recebeu qualquer relatório do concurso? 10 - Entretanto, a obra de trabalhos complementares foi adjudicada à empresa A. S. Couto, a 6 de Dezembro, e o contrato celebrado a 14 de Dezembro. mas então os trabalhos não tinham sido realizados pela ACA?E não estavam já prontos? . 11 - Qual a relação empresarial entre a ACA e a A.S. Couto? Têm sócios comuns? 12 - Quantas empresas concorreram ao concurso urgente para os trabalhos complementares? Solicitava uma informação documentada, com referências aos prazos em que as candidaturas foram registadas na Plataforma Vortal.

que as candidaturas foram registadas na Plataforma Vortal. “Jornal de Notícias afirma que “Remodelação da Escola
que as candidaturas foram registadas na Plataforma Vortal. “Jornal de Notícias afirma que “Remodelação da Escola

“Jornal de Notícias afirma que “Remodelação da Escola EB 2,3 de Cabeceiras é um caso de Polícia”

Apesar de considerado urgente, e com data de abertura de propostas de 18 de Outubro, a empresa em causa ainda não recebeu qualquer relatório do concurso, sendo que a empreitada de trabalhos complemen- tares foi adjudicada em 6 de Dezembro à empresa A.S. Couto e o contrato celebrado em 14 do mesmo mês. A empresa que se diz lesada neste concurso não percebe, igualmente, “como uma obra orçada em quatro milhões de euros pode ter trabalhos complemen- tares orçados em 3,8 milhões e, perante isso, com provas documentais e testemunhais, vai avançar “através de todos os meios legais” para o apuramento de culpados”, conclui a mesma notícia publicada no JN.

a detectar “factos estranhos” na

A partir desse dia, a empresa começou

investida da administração da ACA nem a um pedido pessoal do próprio presidente da Câmara, feito num encontro em Braga a pedido do autarca.

plataforma Vortal, nomeadamente, a data de disponibilização ao mercado. Na plataforma a data limite de entrega das propostas era de 16 de Outubro, mas, mesmo entrando nesse dia, a proposta dessa empresa foi considerada “fora do prazo legal”.

“Empresa concorrente ainda não foi notificada do resultado do Concurso Público, cujas propostas foram abertas a 18 de Outubro”

Deputado Emídio Guerreiro quer saber “como uma obra orçada em 4 milhões de euros pode ter derrapagens de 3,8 milhões”

Em requerimento dirigido à Ministra da Educação, o Deputado Emídio Guerreiro do PSD exige explicações daquele Ministério para “o facto da obra de remodelação da Escola EB 2,3 de Cabeceiras de Basto, obra orçada em 4 milhões de euros, vir a ter trabalhos complementares no valor de 3,8 milhões de euros”. No mesmo requerimento, o parlamentar eleito pelo Distrito de Braga lembra que “a Comunicação Social traz a público a notícia de que podem ter ocorrido irregularidades relativamente ao Concurso Público para a remodelação da Escola EB 2,3 de Cabeceiras de Basto”. Para Emídio Guerreiro “é estranho que uma empreitada que é inicialmente adjudicada por 4 milhões de euros, venha 16 meses mais tarde, a sofrer trabalhos complementares no valor de 3 milhões e oitenta mil euros, quase duplicando o custo total das obras”. Acresce que outras empresas, segundo o Deputado, “que concorreram ao concurso dentro

do prazo legal, fazendo-o através da plataforma de concursos públicos Vortal, não o conseguiram fazer, já que a referida plataforma indicava que as propostas se encontravam fora do prazo legal”. Existe também a informação, continua o requerimento dirigido a Isabel Alçada, “de que parte dos trabalhos submetidos a concurso público pela Câmara Municipal de Cabeceiras já estavam realizados, pela empresa Alberto Couto Alves S. A. , o que por si só já levanta suspeitas”. O Parlamentar questiona ainda o Ministério da Educação sobre se tem alguma explicação para o facto de uma obra com um orçamento de 3,8 milhões de euros, seja posta a concurso com um prazo de apenas três dias para entrega de propostas. E o requerimento termina, questionando “quando é que as obras da escola estarão concluídas, uma vez que tem sofrido adiamentos e os alunos continuam a ter aulas em contentores”.

Deputado Emídio Guer- reiro quer apurar respon- sabilidades pelas derra- pagens na empreitada de remodelação da Escola EB 2,3 Cabeceiras

na empreitada de remodelação da Escola EB 2,3 Cabeceiras Compro Velharias Pago de Imediato em Dinheiro!

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Festa de Natal das Escolas do Arco terminou mais cedo…

Incidente com o Presidente da Câmara “assinalou negativamente o evento”

Autarca terá recomendado “um oftalmologista” aos Arcoenses

De acordo com o Blogue Arcoense “malmaior.blogspot.com” em “post” publicado no passado dia 21 de Dezembro, “a Festa de Natal das escolas ao extinto agrupamento

de Arco de Baúlhe, agendada para a casa do Povo, terá terminado mais cedo, quando um professor, no seu discurso aos encarregados de educação e

alunos, desejou em Cabeceiras de Basto para 2011, “Mais Educação e menos Betão”! Ora o Presidente da Câmara, convidado e ofendido pela inocente provocação, terá recomendado um “oftalmologista” aos arcoenses – gente pelos vistos pobre e mal agradecida – tendo iniciado logo ali, uma “troca de presentes” com a assistência, para mal dos alunos e comunidade, que celebravam o fim do primeiro período do ano escolar. Para memória futura e não obstante o dom da palavra, as qualidades de um político também, se medem pela oportunidade e sabedoria de se ficar calado”, pode ler-se no mesmo “post”.

Ao que “O Basto” conseguiu apurar, Joaquim Barreto terá ficado “irritado” com o discurso do Professor Jorge Mangas, da Escola Primária da Serra, que terá recomendado, “Mais Educação e menos Betão”.

O discurso seguinte de Joaquim Barreto, ao que nos garantiram, “foi polémico

e até provocatório”, pois terá

recomendado “um oftalmologista” aos arcoenses”, “referindo-se à obra que ele próprio entende que fez no Arco de Baúlhe”, e que não estaria a ser reconhecida pelos presentes De imediato, se levantaram alguns encarregados de educação, indignados com o discurso de Joaquim Barreto. Uma encarregada de educação terá mesmo referido: “Senhor Presidente, esta é uma Festa de Natal das crianças das escolas, não é um comício político!”. Joaquim Barreto terá ficado desagradado e terá referido que “quem não quisesse ficar na sala, poderia sair!” Ao que nos referiram, tal situação levou a que alguns encarregados de educação tivessem abandonado a festa, criando-se uma situação de tensão que não passou

despercebida aos muitos encarregados de educação e alunos presentes.

“Visita de Joaquim Barreto ao Arco surge num momento particularmente delicado para a sua imagem pública naquela vila”

Ao que nos referiram a visita de Joaquim Barreto ao Arco, ainda que para participar numa Festa de Natal das escolas, “terá indignado muitos encarregados de educação e professores”. Ainda estão bem recentes na memória de todos, os episódios que levaram à extinção do Agrupamento de Escolas de Arco de Baúlhe, que reconhecidamente era um dos Projectos Educativos mais inovadores do País. “Professores e encarregados de Educação entendem que Barreto não fez tudo o que lhe competia para defender os interesses da comunidade educativa do Arco, permitindo que o Governo do PS fechasse o Agru- pamento de Escolas, subordinando-o a Cabeceiras”. Há também a questão da ARCA que viu indeferida pela Câmara, a atribuição da licença para a abertura do

pela Câmara, a atribuição da licença para a abertura do Presidente da Câmara com “extrema sensibilidade”

Presidente da Câmara com “extrema sensibilidade” às críticas dos professores, “terá sido pela negativa, o protagonista da Festa”. Comemoração natalícia terminou mais cedo para vários alunos e encarregados de educação do Arco

Lar de Idosos /Creche, obra que no dizer da Direcção da Arca, “se encontra pronta a abrir portas” Questão da ARCA, que se relaciona directamente com o fim da actividade do Clube de Caça e Pesca de Basto, outra instituição acarinhada em Arco de Baúlhe, que viu interrompida

a sua actividade, porque a mesma

Câmara, licenciou as obras para a construção do Lar da ARCA, bem na frente do Campo de Tiro, situação que contribuiu para paralisar a actividade da instituição, que pôs o “Histórico Campo de Tiro à venda”, segundo as últimas informações de que dispomos.

Cruz Vermelha Portuguesa de Arco de Baúlhe também com razões de queixa da Câmara de Cabeceiras

Por fim há também a questão da Cruz Vermelha Portuguesa de Arco de Baúlhe. Com tanta falta de oferta social ao nível de Lares para acolher idosos, “a Cruz Vermelha Portuguesa de Arco de Baúlhe também tem razões de

queixa da Câmara Municipal”. Há pelo menos 3 anos apresentou um projecto para construção de um Lar de Idosos, para o qual havia terrenos e fundos financeiros para o construir, “mas a Câmara acabou por não licenciar as obras que permitiriam a edificação do equipamento social”. A justificação dada, terá sido a de que, “O terreno disponibilizado pela Cruz Vermelha de Arco de Baúlhe, se situaria numa área residencial”, situação que causou estranheza aos responsáveis pela instituição que referiram ao nosso jornal”:

“fomos os primeiros a instalar-nos naquele terrenos, onde queríamos construir o Lar de Idosos. Depois chegou a Escola, a Biblioteca Municipal, o Pavilhão e a Piscina. Então se à nossa volta, se instalaram vários serviços públicos, porque é que no nosso terreno não é possível instalar o Lar de Idosos, com o argumento de que o nosso terreno está classificado para fins residenciais?” declarou ao nosso jornal um dos responsáveis pela instituição.

Mondim “mata o porco” a 6 de Fevereiro

A Junta de Freguesia de Mondim de Basto volta a cumprir a tradição e tem agendada a Matança do Porco para o próximo dia 6 de Fevereiro. A iniciativa tem início pelas 9 Horas junto ao Parque de Campismo. Pelas 9.30 horas dá-se início à Caminhada e pelas 11 Horas é servido o Mata-Bicho.

A caminhada reinicia às 12.30 horas e a

chegada ao parque de campismo está prevista para as 15 horas. Às 15.30 horas

é servido “Porco no Espeto”, acompanhado de Animação Musical. O convívio finaliza pelas 20 horas.

O valor da inscrição nesta iniciativa é de

“6 orelhas” e as inscrições dos eventuais interessados em participar no convívio, podem ser efectuadas através dos números 255382741, mail freguesia@jf- mondimdebasto.pt , ou Parque de Campismo 255381650

Junta de Mondim prepara Matança do Porco, uma tradição com raízes seculares na Região de Basto

uma tradição com raízes seculares na Região de Basto Mondim de Basto Homicida de Ermelo com

Mondim de Basto

Homicida de Ermelo com pena agravada

António Cunha, ex-candidato do PS à Junta de Freguesia de Ermelo, Mondim de Basto, que em Outubro de 2009 matou

o marido da opositora, viu a sua pena ser

a agravada em seis meses pelo Tribunal

da Relação do Porto.Na base da decisão está o facto de Maximino Clemente ter sido morto com um tiro de caçadeira, algo que pode ser considerado como uma agravante. O homicida, GNR aposentado, de 62 anos, terá assim de cumprir 15 anos de prisão.Os juízes desembargadores da

Relação do Porto recusaram, contudo, parte do recurso interposto pelo Ministério Público e pela mulher da vítima, que pediam que o crime fosse considerado homicídio qualificado.

pediam que o crime fosse considerado homicídio qualificado. António Cunha viu a sua pena de prisão

António Cunha viu a sua pena de prisão agravada. “O Crime não compensa!”

Três Anos de Saudade

Três Anos de Saudade AUGUSTO TEIXEIRA (08/07/1932 - 13/01/2008) “Não nos lembramos de dias, lembramo-nos de

AUGUSTO TEIXEIRA

(08/07/1932 - 13/01/2008)

“Não nos lembramos de dias, lembramo-nos de momentos.”

(CESARE PAVESE)

Esposa, Irmã, Filhos, Netos, Genros e Nora

Onde é que já vimos este filme em Cabeceiras de Basto?

Lar de Idosos e Creche do Arco de Baúlhe quer “abrir portas” mas Câmara de Cabeceiras não passa a Licença

“Situação traz à memória a inviabilização do projecto da Santa Casa da Misericórdia de Cabeceiras para a Recuperação do Hospital Júlio Henriques em 2005, em virtude de atrasos irremediáveis na atribuição de licença para a construção da obra, por parte da Câmara. Enquanto o Lar/Creche não abre, segundo a reportagem emitida pela TVI, que poderá ser visualizada em www.jornalobasto.com”, há muitos idosos que necessitam do Lar, tal como crianças para o serviço de creche e a reportagem demonstrou que na área de Arco de Baúlhe há “idosos com quase 90 anos que estão em casa a cuidar de outros”. Uma situação que deveria envergonhar os autarcas responsáveis (Junta de Arco de Baúlhe incluída)!

A

população idosa de Arco de Baúlhe

licenciamento efectuado à Câmara

e

muitos encarregados de educação

pela Santa Casa da Misericórdia,

de freguesias vizinhas, continuam à espera que o Lar de Idosos e a Creche da ARCA (Associação Recreativa de Arco de Baúlhe) possa abrir as suas portas. A Câmara liderada por Joaquim Barreto, que tem sido um exemplo notável ao nível do cumprimento das obras exteriores das urbanizações (para tirar conclusões, é dar uma volta pelo Centro de Refojos ou do Arco!) terá embirrado com os arranjos exteriores, com os paralelos dos passeios e indeferiu o pedido de licenciamento, efectuado pela ARCA, fundamental para que aquele

esteve a “hibernar” nos serviços técnicos durante vários meses, tendo recebido “luz verde” da autarquia, só muito tempo depois, facto que conduziu à perda do financiamento comunitário, tendo os 500 mil contos “voado” para outro município. A Associação Recreativa e Cultural de Arco de Baúlhe (ARCA), no concelho de Cabeceiras de Basto, tem concluído um novo edifício que funcionará como Lar de Idosos e Creche mas que não tem licença da autarquia para poder abrir as portas. “Foi um investimento de cerca de 2,4 milhões de euros e está tudo

equipamento social, que tanta falta faz, possa abrir à população. Aqui há uns anos (é bom ter memória), também a Santa Casa da Misericórdia de Cabeceiras de Basto viu adiada em tempo útil por parte da Câmara, a licença para a Recuperação do Hospital Júlio Henriques, um projecto que ascendia a 500 mil contos em moeda antiga, previa a instalação de inúmeras valências na área da saúde

construído e pronto para avançar e receber os utentes”, anunciou Elisa Martins. Esta responsável não se conforma com o indeferimento por parte da autarquia do pedido de licenciamento para a abertura do edifício. “Pedimos a licença de utilização no dia 11 de Novembro e a notificação da Câmara é de indeferimento porque nós modificamos o pavimento dos passeios à volta do edifício e não

a criação de 30 postos de trabalho, num concelho já então “fustigado”

e

concluímos, ainda, os jardins”, contou. Elisa Martins explicou que “o

pelo drama do desemprego

O resto

pavimento era para ser de cubos de

da História é conhecido de todos e foi denunciado pelo nosso jornal: o tal projecto para recuperar o Hospital Júlio Henriques, que tinha financiamento

granito mas por uma questão de funcionalidade, mais por causa das cadeiras de rodas, optamos por blocos de cimento” e, por isso, não

comunitário aprovado ao abrigo do Programa Saúde XXI, acabaria por ser inviabilizado, porque o pedido de

percebem as razões do indeferimento. “Histórias de um “concelho feliz e de sucesso” na área social!”

Bombeiros de Cabeceiras e Celorico recebem 50 mil euros do Governo Civil de Braga

O Governador Civil de Braga, Fernando

Moniz, promoveu uma reunião com todas as Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários do Distrito de Braga e com o Presidente da Federação Distrital de Bombeiros. Esta reunião teve como objectivo reconhecer a importância da actividade desenvolvida pelas Associações, designadamente nas acções de combate aos incêndios florestais “são os pilares mais fortes da Protecção Civil”, disse o Governador

Civil. Foi neste contexto de reconhecimento de trabalho e de mérito, que o Governador Civil decidiu atribuir um donativo de 50 mil euros para todas elas.

O Governador Civil acrescentou ainda que o Governo Civil durante este ano já tinha

Governo Civil de Braga reconhece acção meritória dos Bombeiros de Cabeceiras e Celorico

acção meritória dos Bombeiros de Cabeceiras e Celorico oferecido um montante igual ao que foi entregue,

oferecido um montante igual ao que foi entregue, o que dá um total de 100 mil euros. Foi ainda referido pelo representante do Governo no Distrito que no próximo ano vão ser entregues viaturas às Associações de Bombeiros Voluntários de Cabeceiras de Basto, Póvoa de Lanhoso, Taipas, Vila Nova de Famalicão e Vizela. De acordo com o Governador Civil, já estão também a trabalhar numa nova candidatura ao QREN no sentido de que mais viaturas possam vir para o Distrito de Braga, designadamente viaturas pesadas de combate aos incêndios, perspectivando que o investimento global seja no valor de 700 mil euros. Lembrou ainda que as viaturas que vão ser agora entregues foram financiadas pelo Governo Civil no valor em cerca de 500 mil euros

pelo Governo Civil no valor em cerca de 500 mil euros Ao invés de ser um

Ao invés de ser um factor impulsionador do desenvolvimento de Arco de Baúlhe, acção da Câmara de Cabeceiras “é vista como um obstáculo à abertura do Lar/Creche”

abertura do edifício. “Os técnicos da Câmara verificaram que o projecto aprovado para os arranjos exte- riores não foi cumprido. Situação que foi confirmada a 28 de Dezembro pela Comissão de Vistorias”, frisou a autarquia, em comunicado. Os serviços alegam que os arranjos exteriores na ligação ao caminho de Morgade na ligação a Vila Nune ainda não estão concluídos.

Nesta altura, a ARCA garante que há muitos idosos para entrar no Lar, tal como crianças para o serviço de creche e relata mesmo situações de “idosos com 90 anos que estão em casa a cuidar de outros”. Além disso, a ARCA está a arcar com um prejuízo mensal de cerca de 5 mil euros, valor que tem de ser liquidado à luz de um empréstimo bancário. O que diz a Câmara! A Câmara de Cabeceiras de Basto não se sente responsável pela não

ACES Alto Tâmega vai contratar empresa para garantir médicos em Ribeira de Pena

contratar empresa para garantir médicos em Ribeira de Pena Falta de Médicos em Ribeira de Pena

Falta de Médicos em Ribeira de Pena não é mais do que um sinal de abandono das populações do interior por parte do Estado

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Alto Tâmega vai recorrer a uma empresa para garantir mais 50 horas de cuidados médicos e resolver a situação de falta de clínicos no Centro de Saúde de Ribeira de Pena O diretor executivo do ACES Alto Tâmega e Barroso, Nuno Vaz, disse que até ao final deste mês de Janeiro, os 7.000 utentes do concelho de Ribeira de Pena, inscritos no centro de saúde e extensão de Cerva, vão ficar cobertos com cuidados médicos. Para isso, explicou, vai ser contratada uma empresa prestadora de serviços de saúde que vai garantir 50 horas de cuidados médicos, o que na prática equivale ao trabalho prestado por dois clínicos. Recorde-se que a Assembleia Municipal (AM) de Ribeira de Pena aprovou uma moção que reivindica mais dois médicos para o Centro de Saúde local, que vive uma «situação insustentável» com apenas «um» clínico, anunciou hoje a autarquia. Segundo a moção, a que o Jornal “O Basto” teve acesso, a falta de médicos no centro de saúde é uma «realidade desde Outubro», altura em que se verificou a saída da médica de família de 1500 utentes. De acordo com o documento, a clínica não foi substituída até à data, «apesar de a sua saída ter sido anunciada com a devida antecedência».

Operação Barragem do Fridão já começou!

EDP estará já a proceder ao desmantelamento da “Capela do Senhor da Ponte” em Mondim

De acordo com notícias que chegaram ao nosso Jornal através do Facebook, a EDP estará já a proceder ao desmantelamento da Capela do Senhor da Ponte e da Ponte Românica sobre o Rio Cabril, no lugar de Montão, concelho de Mondim de Basto. De acordo com José Manuel Queirós do “Movimento de Cidadania para o Desenvolvimento do Tâmega”, “Sobre as memórias das populações que dão a vida aos concelhos do Tâmega, com as Câmaras Municipais rendidas aos interesses das eléctricas, no mesmo dia

Barragem do Fridão avança! EDP desmantelou Capela do Senhor em Montão (Mondim), um imóvel de interesse público

(12 de Janeiro) em que a EDP foi à Casa de todos os mondinenses para mais um acto de instrumentalização do Município e de condicionamento da população, começou o desmantelamento da «Capela do Senhor», sita no lugar do Montão, freguesia de Mondim de Basto. Atentando contra a população para venda compulsiva do seu património, a EDP atenta contra o património dos mondinenses e de todos, dado tratar-se de uma peça singular da arquitectura classificada de «Imóvel de Interesse Público», pelo Decreto n.º 42007, de 6 de Dezembro de 1958”. Segundo a mesma fonte, “esta operação da EDP estará a ser efectuada, sem o dever de cumprimento das formalidades legais do Estado (Recap) e a coberto das Câmaras Municipais”. Trata-se de mais uma etapa no processo de preparação das margens do Tâmega, que dentro de cinco anos acolherá a Barragem do Fridão, uma albufeira que será construída a montante da cidade de Amarante e cujo caudal submergirá para sempre grande parte do valioso património paisagístico e edificado do Tâmega, com impactos significativos ao nível dos concelhos de Mondim de Basto, Celorico de Basto e Cabeceiras.

de Mondim de Basto, Celorico de Basto e Cabeceiras. Nota da Direcção da adbasto! Acto criminoso

Nota da Direcção da adbasto!

Acto criminoso contra o Jornal “O Basto” será encaminhado para a Polícia Judiciária e Ministério Público

Chegou ao conhecimento da Direcção da adbasto (Associação de Desenvolvimento Técnico- Profissional das Terras de Basto), que há uma pessoa que mensal- mente ao dia 20, altura em que o Jornal “O Basto” é distribuído pelos estabelecimentos comer-

ciais do concelho de Cabeceiras de Basto, tem conseguido, ainda que parcialmente, boicotar, a distribuição deste órgão de comunicação social. Este boicote, que nós consideramos um acto criminoso porque “limitador da Liberdade de expressão e informação” manifesta-se da seguinte forma: Quando o funcionário do Jornal “O Basto” distribui o jornal pelos espaços comerciais, o referido indivíduo, entra nos mesmos estabelecimentos e recolhe todos os jornais lá depositados para que as pessoas não tenham acesso à leitura do conteúdo do jornal. Tal situação, já foi testemunhada por vários empresários. O indivíduo “quando questionado por que razão leva tantos jornais para casa, justifica dizendo que é para distribuir lá na aldeia”. A adbasto já sabe quem é o indivíduo, quais as suas intenções, bem como, quem é o presumível “mandante” deste acto “cobarde e criminoso”, e informa que tem recolhido provas dos seus crimes, que agora irá enviar para a Polícia Judiciária e para o Ministério Público, para eventual procedimento criminal. A Direcção da adbasto recomenda à população de Cabeceiras de Basto que se mantenha alerta e vigilante contra estes actos criminosos, cujo único objectivo são evitar que o conteúdo do jornal seja lido pelo maior número de cidadãos desta terra. Pela nossa parte, continuaremos a lutar pela Liberdade de Expressão e Informação no concelho de Cabeceiras de Basto. A Direcção da adbasto

no concelho de Cabeceiras de Basto. A Direcção da adbasto Jornal “O Basto” vítima de mais

Jornal “O Basto” vítima de mais um “ataque

terrorista” alegadamente para silenciar a voz

da liberdade no concelho de Cabeceiras. Nada a

que infelizmente já não estejamos habituados!

A propósito da comemoração do centenário da Instauração da República e da freguesia de Cabeceiras de Basto

Na sequência da comemoração do centenário da Primeira República, ao ler diversos artigos sobre o assunto, despertou- me o interesse pela relação do inicio da república com a igreja, em particular no que diz respeito à nossa freguesia (Cabeceiras de Basto).

com seu cabido e púlpito e sineta…; 4 – A capela de Nossa Senhora da Lapa…; 5 – A capela de Santa Ana…; 6 – Capela de Nossa Senhora de Guadalupe…”, bem como diversos bens móveis, e as inscrições da Junta de Credito Público e os

Planta/esboço da Igreja, resi- dência e passal no ano de 1927

títulos nominativos do fundo interno conso-lidado. Tendo junto ao pedido publica forma dos estatutos da corporação fabriqueira paroquial da freguesia de São Nicolau. Em 11/2/1930, na freguesia de Cabecei-ras de Basto, na presença dos cidadãos José Leite da Cunha Junior (administrador do concelho), Eduardo Augusto Azevedo (chefe da secção administrativa), Doutor José Leite Saldanha de Castro (presidente da comissão administrativa da Junta de Freguesia), bem como a Corporação encarregada do Culto Católico, composta pelos cidadãos Padre José de Araújo, Doutor José Leite Saldanha de Castro e Manuel Gonçalves de Araújo procederam à entrega, nos termos da portaria n.º 6551 de 16/12/1929, à corporação encarregada do Culto Católico, dos bens culturais a seguir discriminados: Bens Imóveis: uma casa de residência, composta de diferentes aposentos, com adega, cortes e outras dependências e o passal junto, situado no lugar da Igreja; O edifício da Igreja, com torre, dois sinos, relógio, adro e um pequeno rocio junto ao adro; Capela de Santo António, no outeiro de Santo António, limites do lugar do Casal, com um cabido, púlpito, sineta e um terreno inculto em volta da mesma, com dois cruzeiros, e que tudo confronta com terrenos particulares; Capela Nossa Senhora da Lapa, situada no lugar de Lapela, confrontando de todos os lados com José Ferreira Machado; Capela de Santana, no lugar de Busteliberne, a confrontar com caminhos públicos; Capela de Nossa Senhora de Guadalupe, sita no monte da Cumieira, a confrontar do sul com o cemitério e dos demais lados com terrenos particulares, bem como as suas servidões. Seguindo-se a descrição dos bens móveis desde o Altar mor na Igreja paroquial, passando pelos armários de madeira na sacristia até aos paramentos. Sendo que as inscrições da divida interna provenientes dos legados de Manuel José da Cunha Bastos, Joaquim José Bento da Cunha e Custódio Dias de Andrade, e os títulos do fundo interno de seis e meio por cento, ouro, da doação de Balbina Batista Pereira, não foram entregues à referida Corporação. (Publicado na íntegra em www.jornalobasto.com)

grande e outro pequeno, relógio inutilizado, sacristia e adro

e pequeno rocio junto ao adro; 3 – A capela de Santo António,

respectivo adro e mais dependências”. Bem como ao arrolamento dos bens móveis desde o Altar mor na Igreja matriz, passando pelos armários de madeira na sacristia até aos paramentos. Em 27/08/1928, a comissão de culto da freguesia de Cabeceiras (S. Nicolau) presidida pelo Padre José de Araújo, reclama a entrega dos seguintes bens: “1 – Uma casa denominada residencia…; 2 – O edificio da igreja parochial da freguesia de S. Nicolau, com uma torre, dois sinos um

e dois sinos um grande outro pequeno, relógio inutilizado

1911, na paroquia de S. Nicolau, os cidadãos Augusto Alves Basto (por impedimento do administrador), Adriano Leite (membro da Junta da Paroquia) e António Augusto de Oliveira (aspirante de finanças) procederam ao arrolamento e inventário dos bens, onde constam os seguintes bens imóveis: “1 – Uma casa denominada por rezidencia…; 2 – A capella denominada de Santo António, no monte chamado Outeiro de Santo António e terreno inculto junto á mesma, que serve de rocio.; 3 – A capella denominada Nossa Senhora da Lapa…; 4 – Uma capella sita nos limites do lugar de Busteliberne cercada por caminhos públicos; 5 – O edifício denominado Igreja da freguesia de S. Nicolau com uma torre

a Lei da Separação do Estado das Igrejas, de 20 de Abril de

Mário Coelho* (Colaborador)
Mário Coelho*
(Colaborador)

Em 1911, os dirigentes republicanos de Portugal adoptaram uma série de medidas anticlericais, como por exemplo a Lei da Separação do Estado da Igreja, de 20 de Abril, a proibição do culto público, a nacionalização dos bens da Igreja e os feriados religiosos passam a ser dias de trabalho, mantendo-se no entanto o domingo como dia de descanso, por razões laborais

Em 24/08/1911, de conformidade com

(Arquivo SGMF)
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O

Basto – 20 de Janeiro de 2011 – Nº 73

-----------------------------CERTIFICADO------------------------------

---Certifico que no dia trinta de Dezembro de dois mil e dez perante mim, Notária, Leonor da Conceição Moura, com cartório sito no Campo do Quinchoso, Refojos, Cabeceiras de Basto, foi outorgada uma escritura de

JUSTIFICAÇÃO notarial, iniciada a folhas 95 do Livro 54-A, intervindo como outorgantes:-------------------------------------------------------------------------- --Carlos Alves Magalhães NIF 189579960 e mulher Teresa Lopes Alves Magalhães NIF 189 579 935 casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais ambos da freguesia de Gondiães, deste concelho onde residem no lugar com o mesmo nome.---------------------------------------- ---Mais certifico que foi declarado:------------------------------------------------------ ---Que são donos e legítimos possuidores, e com exclusão de outrem, do seguinte prédio sito no lugar e freguesia de Gondiães, já referido:----------- ---Urbano - casa de habitação e quintal com a superfície coberta de cento

e

vinte e metros quadrados e descoberta de cento e vinte e sete metros

quadrados, a confrontar de norte sul e poente com caminho público, e de nascente com João Francisco, omissa na conservatória e inscrita na matriz em nome do justificante sob o artigo 429 com o valor patrimonial e

atribuído de • 16,993, 77.----------------------------------------------------------------- ---Que, os justificantes no ano de mil novecentos e oitenta e seis, adquiriram por doação verbal de João Francisco Magalhães e Júlia Alves, residentes que foram no lugar de Gondiães, e já falecidos, uma parcela de terreno cujo artigo matricial não se recordam e de natureza rústica com a área de duzentos e quarenta e sete metros quadrados, tendo iniciado logo de inicio

construção do referido urbano a expensas suas, e tendo entrado nessa data na posse do mesmo, pelo que estão impossibilitados de suprir a

a

referida aquisição não titulada pelos meios normais, e registar na conservatória, em seu nome, o mesmo prédio.------------------------------------ ---Que, esse contrato verbal não teve a virtualidade jurídica de transmitir

o

domínio e propriedade de tal prédio, mas o certo é que por via dele, os

justificantes passaram a usufrui-lo, construindo-o e habitando-o, realizando obras de beneficiação, e pagando os respectivos impostos e gozando todas utilidades por eles proporcionada, com ânimo de quem exercita de direito próprio, de boa fé, por ignorar lesar direito alheio, pacificamente porque sem violência, continua e publicamente, com conhecimento de toda a gente e sem oposição de ninguém – e isto por lapso de tempo superior a vinte anos.----------------------------------------------------------------------- ---Que, dadas as enunciadas características de tal posse, os justificantes adquiriram aquele prédio, por usucapião – título esse que, por natureza, não é susceptível de ser comprovado pelos meios normais.------------------ ---Cabeceiras de Basto, trinta de Dezembro e dois mil e dez.-----------------

 

A NOTÁRIA (Leonor da Conceição Moura)

6

de Dezembro e dois mil e dez.-----------------   A NOTÁRIA (Leonor da Conceição Moura) 6 20

20 de Janeiro de 2011

Má conservação do Pavilhão A da Escola EB 2,3 de Cabeceiras de Basto chegou ao “Youtube…”

Chove a “cântaros” na Sala 1

As “frágeis” condições de conservação do Pavilhão A da Escola EB 2,3 de Cabeceiras de Basto, o único que não foi demolido, na sequência das obras de remodelação daquele estabelecimento de ensino, que tiveram o seu início em Junho de 2009, já chegaram ao Youtube, e estão a “correr mundo” através da Internet.

No vídeo colocado no Youtube, com a duração de quase 3 minutos, é possível visualizar
No vídeo colocado no Youtube, com a
duração de quase 3 minutos, é possível
visualizar a confusão e a incredulidade
que se instalou entre alunos e
professores da Sala 1 do Pavilhão A,
numa aula do passado dia 7 de Janeiro,
dia em que choveu significativamente em
Cabeceiras. A água infiltrou-se de tal
forma pelo telhado do Pavilhão, que os
alunos tiveram que abrir Guarda-Chuvas
dentro da sala de aula e chamar
prontamente as auxiliares de acção
educativa para limparem a água que
inundou em minutos a sala de aula
número 1 do pavilhão. A situação tornou-
se perigosa tendo em conta que a água
jorrava junto às lâmpadas e instalação
eléctrica. Material informático teve que
ser retirado à pressa, para não se
deteriorar ou danificar.
Uma situação que vem colocar de novo,
na ordem do dia, a necessidade de se
proceder à conclusão das obras de
remodelação da Escola EB 2,3 de
Cabeceiras de Basto, que como se sabe
estão envoltas em polémica, em virtude
da obra se ter iniciado em Junho de 2009,
o investimento global do projecto ser de 4
milhões de euros e a Câmara ter em
Outubro de 2010, aberto concurso público
de urgência para trabalhos a mais no valor
de 3,8 milhões de euros. Segundo o JN,
“uma empresa da região que terá
concorrido ao concurso público,
afirmou ter concluído que os trabalhos
colocados em concurso já estavam
realizados e seriam, alegadamente
para legalizar uma situação, situação
que leva o JN a concluir “que este é
um caso de polícia”.

Na sala 1 do Pavilhão A da Escola EB 2,3 de Cabeceiras de Basto, chove como na rua. Alunos e professores “esperam e desesperam” pela conclusão das obras na Escola

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Cabeceiras de Basto (Junto ao Centro de Saúde)

“Texteis/Lar e arranjos de costura”

Todo o tipo de retrozaria
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Seg a Domingo - 9h00 às 20h00

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“Barreto quer ser o próximo Presidente do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras…”

Presidente da Câmara em “ruptura” com a Direcção do estabelecimento de ensino

Câmara de Cabeceiras “quererá controlar o Agrupamento de Escolas para o pôr na ordem”!

“O Presidente da Câmara está desde há várias semanas em “ruptura” com a Direcção do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto”, liderada pela Dra. Maria do Céu Caridade, apurou o Jornal “O Basto” de fonte segura. Ao que o Jornal “O Basto” conseguiu saber, o Presidente da Câmara terá ficado “irritado” com notícias que dão conta “do mal estar provocado nos professores da Escola EB 2,3 de Cabeceiras, em virtude das péssimas condições de trabalho de que dispõem há mais de um ano, como consequência da remodelação da Escola EB 2,3 de Cabeceiras de Basto”. Recorde-se que a

empreitada de remodelação da Escola EB 2,3, da responsabilidade da Câmara teve início em Agosto de 2009, pouco antes das eleições autárquicas e deveria estar pronta na última Páscoa de 2010. Como esta obra tem provocado atrasos significativos, “esta situação, tem provocado grande descontentamento no corpo docente, em virtude de os alunos e professores estarem há meses “metidos” em contentores provisórios, onde as aulas se processam, com poucas ou nenhumas condições para a implementação do ensino / aprendizagem”. Ora, segundo apurámos, foi este mal estar que terá levado Joaquim Barreto a ponderar, ser ele próprio um dos representantes da Câmara Municipal no Conselho Geral do Agrupamento de Escolas e uma vez integrando o órgão, que vai eleger o próximo Director, “o Presidente da Câmara estará a pensar mesmo em concorrer a Presidente do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras de Basto”, apurou o nosso jornal de fonte fidedigna. O autarca terá desabafado em privado, “que o fará para pôr o Agrupamento em ordem”, indirecta que foi interpretada como uma crítica à Presidente da CAP (Comissão Administrativa Provisória) do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras, Dra. Maria do Céu Caridade. Segundo a nossa fonte, o Presidente da Câmara esperaria mais solidariedade por parte da Direcção do Agrupamento de Escolas, no sentido de “disciplinar o corpo docente” e evitar declarações à comunicação social sobre as suas “sofríveis” condições de trabalho actuais. Recorde-se que o mandato da CAP (Comissão Administrativa Provisória) do Agrupamento de Escolas de Cabeceiras termina em Maio, altura em que será eleito o novo Director. Segundo os estatutos, cabe ao Conselho Geral do Agrupamento, um órgão onde estão representados os pais, os professores, a autarquia local e três representantes de instituições locais, a eleição do futuro Directo.

de instituições locais, a eleição do futuro Directo. Presidente da Câmara quer pôr o Agrupamento de

Presidente

da

Câmara quer

pôr

o

Agrupamento de Escolas em ordem e por

isso

pondera candidatura ao Conselho

Geral, órgão

Director

que vai

eleger próximo

Loja Social em Mondim de Basto

“O Município de Mondim de Basto dispõe, desde o passado mês de Dezembro, de um novo projecto de intervenção e apoio social, que visa promover melhores condições de vida às pessoas em situação de maior vulnerabilidade económica e social”, lê-se num comunicado enviado à nossa redacção.

A Loja Social, que funciona no Lugar do Barrio, nas antigas instalações da Escola do 1º Ciclo, apresenta-se como um recurso complementar às intervenções de carácter social, dirigidas a agregados carenciados do concelho e tem como objectivo principal, suprir necessidades imediatas desses agregados, mediante recolha de diferentes géneros, nomeadamente, alimentos, vestuário, mobiliário e electrodomésticos, doados por particulares ou empresas.“Durante a época natalícia, os serviços de Acção Social foram responsáveis por diferentes

Mondim dispõe de uma Loja Social

campanhas de recolha de géneros alimentícios, agasalhos e outro vestuário, que permitiram apetrechar a Loja Social com produtos suficientes para distribuir por 53 agregados familiares de todo o concelho, que se encontram sinalizados pelos nossos serviços”, explicou o Presidente da autarquia Estas acções contaram com a colaboração activa do recém-criado Banco Local de Voluntariado. “Num futuro próximo a autarquia pretende ainda implementar, nesta Loja, uma

lavandaria social, o que potenciará a responsabilidade cívica e comunitária das pessoas beneficiadas, mediante a sua integração em serviços de apoio comunitário”, conclui.

Almoço de Natal reuniu em Braga Ex. e actuais Inspectores da IGAE (ASAE)

reuniu em Braga Ex. e actuais Inspectores da IGAE (ASAE) À semelhança de anos anteriores, realizou-se

À semelhança de anos anteriores, realizou-se em Braga no passado dia 18 de Dezembro, um almoço/convívio dos ex. Inspectores da antiga Inspecção Geral das Actividades Económicas), actual ASAE. Neste almoço, que teve início pelas 13 Horas no Restaurante Arcoense em Santa Tecla, marcaram presença muitos Inspectores ainda no activo e no final do convívio, usaram da palavra 18 Inspectores presentes, para recordar os bons momentos passados numa relação de trabalho que durou 34 anos e que se pautou, pela lealdade, solidariedade, amizade e fraternidade. Celestino Vaz, Presidente do Conselho de

Administração do Jornal “O Basto” e também ele Inspector da antiga IGAE na aposentação, usou da palavra para saudar os amigos e colegas de trabalho e para referir que “os anos passaram, mas o valor da amizade manteve-se entre todos”, recordando também alguns episódios marcantes da sua passagem pela IGAE, ao longo de 34 anos de vida”. “O Basto” apurou que este convívio que reúne antigos e actuais Inspectores se realiza um vez por ano, na época natalícia.

Celestino Vaz, ex. inspector da IGAE (ASAE) reviu em Braga amigos e ex. colegas de trabalho

Celestino Vaz, ex. inspector da IGAE (ASAE) reviu em Braga amigos e ex. colegas de trabalho
Celestino Vaz, ex. inspector da IGAE (ASAE) reviu em Braga amigos e ex. colegas de trabalho

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Celestino Vaz, ex. inspector da IGAE (ASAE) reviu em Braga amigos e ex. colegas de trabalho

20 de Janeiro de 2011

Colaborador do Jornal “O Basto” vítima de AVC

De Cabeceiras para o Bombarral “as melhoras para o amigo José Luciano Basto”

Foi com grande tristeza que a direcção deste Jornal recebeu a notícia de que o nosso amigo e conterrâneo José Luciano Basto tinha sofrido um AVC. Director do Jornal Notícias do Bombarral, José Luciano Basto é colaborador permanente do Jornal “O Basto” deliciando-nos mensalmente com as crónicas inseridas na sua coluna “As minhas memórias de Cabeceiras”, que nos transportam com um realismo notável para o passado da nossa terra. Pessoas, referências históricas, lugares e

factos ocorridos há mais de 50 anos em Cabeceiras, são descritos pelo José Luciano com uma memória

são descritos pelo José Luciano com uma memória José Luciano Basto está a recuperar de forma

José Luciano Basto está a recuperar de forma satisfatória

impressi-

onante.

Colabo-

rador dos extintos Jornal de Cabeceiras e Fórum Cabeceirense, José Luciano foi agraciado pelo Governo Português com uma medalha de mérito pelos serviços relevantes que tem prestado ao Jornalismo e à imprensa regional em particular. Presentemente a recuperar de forma satisfatória do problema de saúde que o acometeu, endere- çamos ao amigo, conterrâneo e nosso colaborador José Luciano Basto, os votos de rápidas melhoras e muita saúde, para que em breve o possamos ter de novo connosco a recordar o passado de Cabeceiras de Basto. A Direcção do Jornal “O Basto” e da adbasto

De: Paula Cristina Oliveira L. Rodrigues ESPECIALIDADES Posta à Grelhados & Companhia Bochechas de Porco

De: Paula Cristina Oliveira L. Rodrigues ESPECIALIDADES

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(Junto ao Tribunal) Cabeceiras de Basto Tlf. 253 666 221 Celorico de Basto Inaugurada ampliação da

Celorico de Basto

Inaugurada ampliação da Rede de Saneamento e Abastecimento de Água

A inauguração do sistema de abastecimento de água e de saneamento da freguesia de Gémeos, resultante de um investimento superior a 300 mil euros, teve lugar no dia 17 de Janeiro, pelas 15h00, junto ao depósito de abastecimento de água da freguesia, no lugar de Quintela

“Mais de 90 por cento da população daquela freguesia tem agora acesso à rede de abastecimento de água e 50 por cento dos habitantes têm a passar na sua rua a rede de saneamento básico, sendo que, a rede de água abrange uma extensão de 10 Km e a rede de saneamento estende- se por 3 Km”, informa a Câmara de Celorico em comunicado enviado à nossa redacção. As intervenções consistiram na colocação da conduta e na execução dos ramais de abastecimento individual de cada fogo. Os

materiais colocados foram tubos em pvc, válvulas de cunha elástica, ventosas, juntas de jibô, válvulas redutoras de pressão. Nos ramais colocaram-se tomadas de carga, bocas-de-incêndio, tubos hostalen e passadores de selar. “Esta é mais uma obra que se insere na óptica de fazer chegar a todos as infra-estruturas essenciais, numa lógica de desenvolvimento sustentável levado a cabo pela Câmara Municipal de Celorico de Basto. É prioridade do executivo desenvolver de forma adequada o sistema de abastecimento de água e saneamento em todas as freguesias do concelho”, conclui.

e saneamento em todas as freguesias do concelho”, conclui. Celorico amplia rede de Saneamento e Abastecimento

Celorico amplia rede de Saneamento e Abastecimento de Água

Escola Primária de Alvite

Agradecimento

Sou avô de uma aluna que frequenta a Escola Primária de Alvite e devido à disponibilidade que tenho, acompanho de perto o excelente trabalho pedagógico e de apoio aos alunos que tem vindo a ser desenvolvido por parte dos dois professores, (Professor Francisco Pacheco) um educador e duas auxiliares de educação (Fernanda Rolo e Luísa). Não posso deixar de me congratular com o cumprimento rigoroso dos horários, por parte de quem ali trabalha, bem como do respeito recíproco que existe entre alunos, professores e bem assim com o pessoal auxiliar. Celestino Gonçalves Vaz

Tlms. 963 847 865 / 914 736 139 Tlf. 253 664 136 Bairro João Paulo
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963 847 865 / 914 736 139
Tlf. 253 664 136
Bairro João Paulo II - Refojos
4860 Cabeceiras de Basto
Telef.: 253 655 076 / 253 665 433 Gandarela 4890 542 Celorico de Basto Fax:

Telef.: 253 655 076 / 253 665 433 Gandarela 4890 542 Celorico de Basto

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NECROLOGIA

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Adriano Teixeira Leite

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Nasceu a 14/05/1928 Faleceu a 11/12/2010

- Riodouro) Nasceu a 14/05/1928 Faleceu a 11/12/2010

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Bernardino

de Carvalho

(Cucana - Passos)

Nasceu a 01/01/1934 Faleceu a 25/12/2010

(Cucana - Passos) Nasceu a 01/01/1934 Faleceu a 25/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. Joaquim Barroso Martins (Cambeses - Riodouro) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. Joaquim Barroso Martins (Cambeses - Riodouro) Nasceu a

Joaquim Barroso Martins

(Cambeses - Riodouro)

Nasceu a 17/05/1939 Faleceu a 06/12/2010

- Riodouro) Nasceu a 17/05/1939 Faleceu a 06/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Augusta Araújo Ferreira (Alto do Monte -
querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Augusta Araújo Ferreira (Alto do Monte -

D. Maria Augusta Araújo Ferreira

(Alto do Monte - Refojos)

Nasceu a 06/10/1951 Faleceu a 11/12/2010

Monte - Refojos) Nasceu a 06/10/1951 Faleceu a 11/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. Avelino Coelho (Riodouro) Nasceu a 18/10/1924 Faleceu a
querido.querido.querido.querido.querido. Avelino Coelho (Riodouro) Nasceu a 18/10/1924 Faleceu a

Avelino

Coelho

(Riodouro)

Nasceu a 18/10/1924 Faleceu a 28/12/2010

Coelho (Riodouro) Nasceu a 18/10/1924 Faleceu a 28/12/2010

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D. Ermelinda Gonçalves Pires

(Magusteiro - Riodouro)

Nasceu a 31/10/1934 Faleceu a 26/12/2010

- Riodouro) Nasceu a 31/10/1934 Faleceu a 26/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. Manuel Leite Rolo (Sobreira - Refojos) Nasceu a 29/11/1927
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Manuel

Leite Rolo

(Sobreira - Refojos)

Nasceu a 29/11/1927 Faleceu a 15/12/2010

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D. Maria da Conceição Teixeira

(Reposeira)

Nasceu a 26/05/1924 Faleceu a 27/12/2010

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Nasceu a 04/10/1920 Faleceu a 19/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Teixeira Coelho (Ranha - Painzela) Nasceu a

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Nasceu a 23/12/1928 Faleceu a 05/12/2010

(Ranha - Painzela) Nasceu a 23/12/1928 Faleceu a 05/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. Saúl Andrade Leite (Srª. da Saúde - Refojos) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. Saúl Andrade Leite (Srª. da Saúde - Refojos) Nasceu a

Saúl

Andrade Leite

(Srª. da Saúde - Refojos)

Nasceu a 10/03/1926 Faleceu a 12/12/2010

Saúde - Refojos) Nasceu a 10/03/1926 Faleceu a 12/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. FUNERÁRIA CABECEIRENSE, LDA GERÊNCIA DE PAULINO FERREIRA

FUNERÁRIA CABECEIRENSE, LDA

GERÊNCIA DE PAULINO FERREIRA E ISIDRO FERREIRA

Tlm: 968 081 863 - 969 009 619

Telef: 253 662 203 - 253 662 365

NECROLOGIA

D. Albertina Pereira Martins

(Vilela - Riodouro)

Nasceu a 25/06/1941 Faleceu a 18/12/2010

D. Albertina Pereira Martins (Vilela - Riodouro) Nasceu a 25/06/1941 Faleceu a 18/12/2010

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NECROLOGIA

Amadeu

Leite

(Cavez)

Nasceu a 19/12/1949 Faleceu a 19/11/2010

Amadeu Leite (Cavez) Nasceu a 19/12/1949 Faleceu a 19/11/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. António Leite Ferreira (Arco de Baúlhe) Nasceu a

António

Leite Ferreira

(Arco de Baúlhe)

Nasceu a 23/03/1958 Faleceu a 23/12/2010

(Arco de Baúlhe) Nasceu a 23/03/1958 Faleceu a 23/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. José António Pacheco Delgado (Arosa - Cavez) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. José António Pacheco Delgado (Arosa - Cavez) Nasceu a

José António Pacheco Delgado

(Arosa - Cavez)

Nasceu a 13/10/1954 Faleceu a 01/12/2010

(Arosa - Cavez) Nasceu a 13/10/1954 Faleceu a 01/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Teresa Barroso (Reboriça - Cavez) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. D. Maria Teresa Barroso (Reboriça - Cavez) Nasceu a

D. Maria Teresa Barroso

(Reboriça - Cavez)

Nasceu a 20/09/1910 Faleceu a 31/12/2010

(Reboriça - Cavez) Nasceu a 20/09/1910 Faleceu a 31/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Emília Magalhães (Moimenta - Cavez) Nasceu a
querido.querido.querido.querido.querido. D. Emília Magalhães (Moimenta - Cavez) Nasceu a

D. Emília

Magalhães

(Moimenta - Cavez)

Nasceu a 04/04/1920 Faleceu a 19/12/2010

(Moimenta - Cavez) Nasceu a 04/04/1920 Faleceu a 19/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. José Manuel Teixeira de Magalhães (Arco de Baúlhe)

José Manuel Teixeira de Magalhães

(Arco de Baúlhe)

Nasceu a 06/12/1943 Faleceu a 15/12/2010

(Arco de Baúlhe) Nasceu a 06/12/1943 Faleceu a 15/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. ~D. Maria do Sameiro Vieira Machado Miranda (Arco de
querido.querido.querido.querido.querido. ~D. Maria do Sameiro Vieira Machado Miranda (Arco de

~D. Maria do Sameiro Vieira Machado Miranda

(Arco de Baúlhe)

Nasceu a 06/06/1933 Faleceu a 26/12/2010

(Arco de Baúlhe) Nasceu a 06/06/1933 Faleceu a 26/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. Vende-se Taxi Na Vila de Gandarela Tlm. 969 024 097

Vende-se

Taxi

Na Vila de Gandarela Tlm. 969 024 097

NECROLOGIA

Taxi Na Vila de Gandarela Tlm. 969 024 097 NECROLOGIA D. Maria de Castro (Sendim -

D. Maria

de Castro

(Sendim - S. Nicolau)

Nasceu a 05/08/1913 Faleceu a 22/12/2010

- S. Nicolau) Nasceu a 05/08/1913 Faleceu a 22/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. Todos os serviços fúnebres estiveram a cargo Funerária

Todos os serviços fúnebres estiveram a cargo

Funerária Casa Sousa

S. Nicolau - Cabeceiras - Tlf. 253 662 175 Tlm.s 96 611 0549 / 96 116 1683

- Tlf. 253 662 175 Tlm.s 96 611 0549 / 96 116 1683 José António de

José António

de Oliveira

(Cavez)

Nasceu a 31/08/1951 Faleceu a 13/12/2010

Oliveira (Cavez) Nasceu a 31/08/1951 Faleceu a 13/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. D. Valentina de Carvalho (Cavez) Nasceu a 30/04/1923
querido.querido.querido.querido.querido. D. Valentina de Carvalho (Cavez) Nasceu a 30/04/1923

D. Valentina

de Carvalho

(Cavez)

Nasceu a 30/04/1923 Faleceu a 18/12/2010

de Carvalho (Cavez) Nasceu a 30/04/1923 Faleceu a 18/12/2010

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querido.querido.querido.querido.querido. Todos os serviços fúnebres estiveram a cargo da

Todos os serviços fúnebres estiveram a cargo da

Dignidade

Prestígio

Profissionalismo

Funerária Carvalho

Fundada em 1880

Telf. 253 663 404 - Tlm.s 96 706 6045 / 96 611 0549

Pompas

fúnebres

exclusivas

12

1880 Telf. 253 663 404 - Tlm.s 96 706 6045 / 96 611 0549 Pompas f

20 de Janeiro de 2011

Mário Leite* (Professor)
Mário Leite*
(Professor)

Blogue do Professor

http://bloguedoprofessor.blogspot.com

O futuro começa já!

Há cerca de quinze anos que o poder central e local é dominado pelos socialistas. Prometeram-nos um mar de rosas e até estão a cumprir… temos o presente e o futuro pejado dos seus espinhos

(mais desemprego, mais impostos, mais miséria, menos educação, menos saúde, menos justiça, menos salários). Se é verdade que hoje há melhores condições de vida, que se fizeram grandes obras, que houve

evolução, não é menos verdade que para isso se gastou o que se tinha, o que se esperava vir a ter

e muito mais do que seria de esperar que algum

dia se gastasse. Daí, estarmos hoje numa situação delicada, viver momentos muito difíceis.

Mas nada que não fosse esperado. As políticas socialistas, ou ditas de esquerda, são mais vocacionadas para o consumo, para o gastar, do que para o criar de riqueza, para o investimento, para o desenvolvimento. Isto é dos livros, é da natureza das coisas.

E chegados onde chegámos, temos de viver o

presente, mas pensar no futuro, temos de encontrar um novo rumo, novos protagonistas, novos projectos. Não para gerir o presente, não para nos

acomodarmos e sobreviver, mas para promover políticas que permitam encarar o futuro com maior

tranquilidade. Temos de preparar o futuro para os nossos filhos e para os nossos netos. Já aqui escrevi que “os nossos pais nos deixaram um mundo melhor do que o deles e nós estamos

a deixar um pior para os nossos”.

Por isso, temos de dar passos seguros e firmes

de mudança. Agora e já, reeleger Cavaco Silva como Presidente da República, depois mudar de

maioria política e de Governo, finalmente reconquistar a Câmara Municipal. Estes são os objectivos claros e cruciais para começar já o futuro, quer em favor da juventude, quer em favor dos mais idosos, quer em favor dos mais desprotegidos. Este é o desafio que a todos nós se coloca. Depois de tantos anos de ilusões, de mentiras, de incumprimento das promessas feitas, não nos resta outra alternativa.

Um projecto para Cabeceiras - O PSD

é o maior partido da oposição e inevitavelmente a

força política que poderá ser a alternativa de poder,

a nível nacional e a nível local.

Tive a oportunidade de no último artigo de opinião deste jornal, na sua versão online, de chamar a atenção para os vinte e cinco meses perdidos da gestão da actual comissão política concelhia. Foram tempos de ausência, de falta de iniciativas, de silêncios (quantas vezes cúmplices com o poder), de ausência de projecto, de medidas, de propostas. Assim e com estes protagonistas, o PSD não pode almejar a ser alternativa, não estará seguramente

à altura dos desafios que temos pela frente.

Já é tempo, mais do que tempo, de se encontrar

uma solução. É imperioso que o PSD apresente um projecto para Cabeceiras para a década que agora se inicia. Estamos no dealbar de uma nova era, tendo como horizonte 2020. Só sabendo onde queremos chegar, poderemos escolher o caminho e os meios. Desta direcção política e dos seus membros nunca ouvimos sequer uma única ideia, durante estes dois anos volvidos.

É tempo de mudar por dentro, para poder ajudar

a mudar o concelho.

Este é mais um aviso à navegação e quem avisa

amigo é.

* Colaborador

Albino Antunes*
Albino Antunes*

O QUE OS OLHOS MORTAIS

NÃO ENXERGAM

(CAPÍTULO LXX)

Neste capítulo vou dentro do possível realçar a simpli- cidade da fé. Muitas religiões e muita fé,

mas fé em quê! Na religião que pratica, no santinho da sua devoção, no ministro

da sua religião… e Deus como fica? Sabemos que são nomeados santos as pessoas que revelaram certa fé e praticaram certos actos de caridade quando da sua passagem pela Terra, mas quem sabe se essas entidades já têm a conta corrente em dia. E quantos haverá com fortes vibrações espirituais que não têm assento nos altares. Também sabemos que a oração em grupo tem mais força, é mais vibrante caso seja bem dirigida, mas para ser bem dirigida o grupo tem de estar conectado com o Universo e com Deus. Podemos para maior facilidade, conectarmo-nos através da imagem de Jesus, mas sempre para cima. Fazemos muitas festas aos nossos Santos e isso não é mau, mas parece-me que se trata mais de farra do que devoção. Santos há, são os espíritos mais elevados que já têm um campo de luz vasto e com essa luz conseguem produzir o milagre, quando a mensagem lhe chega com fé em Deus. O Santo é um espírito de luz que vai à nossa frente, mas também ainda é caminhante.

A fé é o remédio da alma, mas não devemos ser

fanáticos. O fanatismo leva ao crime. Todos sabemos que a coberto de uma fé fanática se cometem crimes

macabros. Chegam-nos essas notícias, não raras vezes, através dos órgãos de comunicação, mas também é muito comum na área do nosso horizonte

a utilização da fé não para estados de alma, mas

sim para alcances materiais, não sabendo essas pessoas no que se estão a meter. Há pessoas que se julgam muito sérias porque não fazem assaltos nem outros actos dolosos, julgam talvez que aqueles que os rodeiam são cegos. Todos sabemos que há um grande lote de ladrões que não faz assaltos, faz desvios e tortura psicológica para obter os fins, mas são grandes senhores, e ainda há quem os ande a difamar… malandros. Temos também a fé/negócio, isto é, o devoto pede ao seu Santo que se aceitar e cumprir o seu pedido lhe dá a recompensa. Em termos racionais este devoto ou é ignorante e está perdoado, ou está a ofender o Santo. Quando temos problemas materiais ou de saúde é porque a nossa energia circula em sentido

contrário ao do Divino, a não ser que se trate de retornos. Com a energia em sentido oposto o milagre não opera porque não tem campo vibratório de fé. Quando trato qualquer pessoa de problemas espirituais, lembro sempre da existência de Deus e

da vida para além da morte para que essa pessoa mude o seu campo energético, se não mudar volta a sentir-se mal. A energia de Deus tem de ter a porta da

fé aberta para penetrar, se está fechada a energia da

cura não entra, deixa que a criatura bata com a cabeça as vezes que for preciso até aprender. Deus nunca

nos retira o nosso livre arbítrio.

O leitor talvez se interrogue, como hei-de ter fé? Fácil,

é acreditar. Para acreditar basta olharmos para nós

próprios, olhar para os lados e para cima e perguntarmos quem fez isto e quem o faz funcionar. Se acreditarmos que tudo aquilo que não foi feito

pelo homem alguém o fez, estamos a caminhar para nos conectarmos com o Universo. Quando estivermos em sintonia com o Universo ficamos com

o canal de acesso à energia de Deus aberto. Com o

canal aberto basta estender através desse canal a nossa fé para que sirva de fio condutor à energia de

Deus. Depois é falar com o coração. É com este órgão que falamos com Deus, se não fosse assim os mudos não Lhe tinham acesso.

As religiões ensinam muita coisa e quando há muita coisa há muita confusão. Como a Deus se acede com a fé que nos saí através do coração, não é preciso estudos para obtermos esse acesso nem grandes rezas, é dirigirmo-nos a Ele com as palavras que nos sair do coração no momento sem frases feitas. As frases feitas têm o cunho da mente, portanto devemos abrir o nosso coração e dirigir as nossas preces com as palavras que no acto dele saírem. Sabemos que há quem perda a fé porque as suas preces não atingiram os fins. Essas pessoas agem dessa forma porque desconhecem os desígnios de Deus. Desconhecem que se encontram a cumprir retornos de males provocados

a

terceiros noutras vidas e se Deus deixasse operar

o

milagre da cura ia alterar a Lei que Ele próprio

instalou no Universo. A pessoa nesse estado está a fazer nesta vida um processo de limpeza, portando

deve de aceitar o seu estado e continuar a ter fé, pedindo a Deus que lhe alivie a carga. No próximo capítulo vou dar uma panorâmica possível sobre a vida depois da morte física.

*Colaborador

Paulo Pinto* (Professor)
Paulo Pinto*
(Professor)

Qual é o perfil adequado para um Presidente da República? Há quem ache que deve ser alguém com ideias politicamente fortes, bem identificado com um projecto, com uma ideologia. Eu discordo. Os governos, esses sim, devem ter uma marca ideológica, um rumo definido, sem receio de promover mudanças até radicais. Mas prefiro, à partida, um Presidente do centro,

conciliador, previsível, até mesmo maçador. Tem de ser alguém experiente e fiável, e especialmente uma pessoa recta e honrada, sobre quem ninguém de boa fé possa lançar acusações de desonestidade. Um «garante do regular funcionamento das instituições

democráticas», uma «válvula de segurança do sistema». Por isso, não sendo ele o candidato com quem mais simpatizo, nunca vi mal algum na reeleição de Cavaco Silva. Tem sido um presidente igual a si próprio, rígido, situacionista e tecnocrático, mas também interventivo (muitos criticam-no por não fazer nada, eu acho que tem feito mais do que era obrigado), realista e não desprovido de sensibilidade social (não é justo querer colar-lhe o rótulo de neoliberal). Não é a ele que compete governar, em todo o caso. O Presidente tem gozado de uma imagem de competência, e sobretudo de seriedade e honradez que contrasta com os escândalos que envolvem políticos e governantes de alto nível. Não parece haver razões para dizer que Cavaco Silva não é sério ou honrado, no sentido do cumprimento das leis e normas estabelecidas.

O caso das acções que ele comprou à sociedade dona do BPN não

passou de um investimento feito por alguém que tem dinheiro e resolve aplicá-lo onde ele rende mais. O mesmo que qualquer outra pessoa no seu lugar faria tranquilamente. Não é o único candidato à presidência envolvido em casos polémicos: Manuel Alegre, também ele respeitado pela verticalidade da sua conduta, viu-se associado a um caso de publicidade encomendada por outro banco envolto em escândalos. Mas há aspectos que incomodam bastante na ligação de Cavaco ao BPN. Comprou mais de cem mil euros em acções (uma pequena fortuna) e, em pouco tempo, viu-os transformar-se em cerca de

trezentos mil… livres de impostos. O que o faria investir tanto dinheiro se não tivesse amigos em lugares-chave do BPN? Uma valorização assim não lhe teria parecido suspeita? Trata-se de um economista, um homem que foi ministro das Finanças! Que engenharia financeira, que esquema fraudulento ou especulativo não estaria por detrás? Já nesse tempo, em 2003, havia rumores de gestão fraudulenta naquele banco. Cavaco vende, embolsa o lucro, e afasta-se em bicos de pés. Nada fez de ilícito, e (presumimos) não estava ao corrente dos crimes

da gestão de Oliveira e Costa. Mas calou-se sobre o assunto, e pronto.

Até que, hoje, o obrigam a falar. E o homem crispa-se, incomodado, ofendido na sua dignidade. Tão incomodado e tão ofendido que parece

haver ali alguma má consciência a apoquentá-lo. Assim, o que me parece é que o nosso presidente, à beira de provavelmente iniciar um segundo mandato, fica diminuído na sua integridade ética perante os Portugueses. Um Presidente da República deve ser um exemplo para todos. Este presidente infelizmente mostrou ser um dos tantos que, beneficiando dos seus bons contactos pessoais, dos conhecimentos do negócio e da abundância dos seus recursos, cavalgou a onda da especulação financeira sem freio que nos atirou para este buraco. Não terá decerto culpa de nada, mas não fica isento de colaboração (e proveito) com um sistema que em Portugal gera as maiores desigualdades da União Europeia. E isso é uma nódoa que o professor

Cavaco Silva não vai conseguir branquear tão cedo.

*Colaborador

MINISTÉRIO DA ECONOMIA, DA INOVAÇÃO E DO DESENVOLVIMENTO DIRECÇÃO GERAL DE ENERGIA E GEOLOGIA

AVISO

Faz-se público, nos termos e para efeitos do nº1 do artigo 6°do Decreto-lei n° 88/90, de 16 de Março e do nº 1 do artº 1 do Decreto-lei nº 181/70, de 28 de Abril, que Aldeia & Irmão, SA, requereu a atribuição de direitos de prospecção

e pesquisa de depósitos minerais de feldspato e quartzo, numa área “Porto

Covato”, localizada no concelho de Cabeceiras de Basto, distrito de Braga, delimitada pela poligonal cujos vértices se indicam seguidamente, em coordenadas Hayford-Gauss, DATUM 73, (Melriça):

Área total do pedido: 1,978 km 2

VÉRTICE

MERIDIANA (m)

PERPENDICULAR (m)

1

10290

215800

2

11020

215800

3

11290

214860

4

12620

214400

5

13520

212070

6

12400

211390

7

8900

212280

8

8900

214280

Convidam-se todos os interessados a apresentar reclamações, ou a

manifestarem preferência, nos termos do nº 4 do artº l3º do Decreto-Lei 90/ 90m de 16 de Março, por escrito com o devido fundamento, no prazo 30 dias

a

contar da data da publicação do presente Aviso no Diário da República.

O

pedido está patente para consulta, dentro das horas de expediente, na Direcção

de Serviços de Minas e Pedreiras da Direcção-Geral de Energia e Geologia, sita na Avª 5 de Outubro, 87-5º.Andar, 1069-039 LISBOA, entidade para quem devem ser remetidas as reclamações. O presente aviso e demais elementos estão também disponíveis na página electrónica desta Direcção-Geral. Direcção-Geral de Energia e Geologia, em 16 de Novembro de 2010.

O SUBDIRECTOR GERAL, Carlos A. A. Caxaria

Editorial Caminhos O processo de remodelação da Escola Básica 2, 3 de Cabeceiras de Basto
Editorial
Caminhos
O
processo de remodelação da Escola Básica 2, 3 de
Cabeceiras de Basto está repleto de incongruências. O que
deveria ter sido um processo transparente e objectivo revelou-
se
como o contrário. Neste ponto, a clareza impõe-se. Quem,
Marco Gomes
(Sub-Director)
porquê e com que intenção? Cada um poderá formular as suas
conjecturas sobre as perguntas atrás expostas, mas os

responsáveis estão claramente identificados. Os governantes têm o dever de decidir, decidir tendo como base as regras democráticas e legais que regem a nossa vida colectiva. Tudo o que contrarie este axioma governativo deverá ser, imperiosamente, exposto. O atrevimento com que alguns governantes se expõem perante os meios de comunicação social revela traços importantes sobre as personalidades que os caracterizam. Entenda-se, neste contexto, o atrevimento como “distinta lata”. “Lata”, pelo atrevimento, e “distinta”, porque eles, realmente, se diferenciam no jogo da insolência. Cavaco Silva atingiu o píncaro da “distinta lata” ao afirmar, diante a um conjunto de activistas que estava a defender os interesses regionais e a linha ferroviária em Trás-Os-Montes, que gostava de “andar de comboio” e que se orgulhava de tudo o que fez enquanto primeiro-ministro. Isto implica que teve orgulho em encerrar (pois fora uma decisão política) cerca de oitocentos quilómetros de linha férrea e de ter enganado os transmontanos ao prometer transportes alternativos e desenvolvimento “instantâneo”. Pois bem, tal não aconteceu. Não aconteceu lá, como não aconteceu cá. Em Terras de Basto o mesmo governante, Cavaco Silva, com a passividade dos governantes locais, encerrou a linha ferroviária do Tâmega. Em contrapartida prometeu-nos uma via rodoviária e o desenvolvimento “instantâneo”. Hoje, nem linha férrea nem via rodoviária. A “distinta lata” continua a marcar a governação em Portugal, com uma maioria a aprová-la continuamente.

Cabeceiras no início do Século XX

Por Mamede Mendes

“Na vila, havia escolas para ambos os sexos e, vejam bem, um Liceu Nacional cuja sede era na Casa do Instituto Comercial e Agrícola em Gondarém, legado do falecido capitalista Gomes da Cunha, feito à freguesia de Cabeceiras (S. Nicolau), onde havia nascido. O Liceu funcionava junto das repartições públicas e era frequentado tanto por alunos de Cabeceiras, como de outras terras circunvizinhas”

Nos princípios do século XX, Cabeceiras de Basto foi

um próspero concelho do Distrito de Braga, situando- se então, entre os melhores.

A sua população total era de 16289 habitantes, sendo

7532 do sexo masculino e 8757 do sexo feminino, distribuídos da forma seguinte: Abadim (S. Jorge) 550 habitantes; Alvite (S. Pedro) 497 habitantes; Arco de

Baúlhe (S. Martinho) 1093; Basto ( Santa Senhorinha) 744; Bucos (S. João Batista) 758; Cabeceiras de Basto (S. Nicolau) 1285; Cavez (S. João Baptista) 1704; Faia ( S. Tiago) 631; Gondiães (S. Martinho) 507; Outeiro (St. Maria Maior) 669; Painzela (Santo André) 765; Passos ( S. Sebastião) 288; Pedraça (Santa Marinha) 953; Refojos de Basto (S. Miguel) 3078; Riodouro (Santo André) 1913; Vila Nune ( Santo André) 290 e Vilar de Cunhas (S. Lourenço) 464 habitantes.

O seu valor arqueológico consistia, por assim dizer, no Convento Beneditino e nas Casas

de algumas nobres personagens. A vila tinha-se modernizado com elegantes edificações, bons prédios e um importante comércio. A respeito de instrução era em muito considerada,

quase em todas as freguesias do concelho, com pequenas excepções, havia escolas primárias. Na vila, havia escolas para ambos os sexos e, vejam bem, um Liceu Nacional

cuja sede era na Casa do Instituto Comercial e Agrícola em Gondarém, legado do falecido capitalista Gomes da Cunha, feito à freguesia de Cabeceiras (S. Nicolau), onde havia nascido. O Liceu funcionava junto das repartições públicas e era frequentado tanto por alunos de Cabeceiras, como de outras terras circunvizinhas. Na vila havia a Misericórdia e a estação Telégrafo-postal e, ainda hotéis, farmácias, médicos, agências bancárias e de seguros. A filarmónica cabeceirense e a Tuna. Aos Domingos realizava-se o Mercado na Praça e no último Domingo de cada mês, o Mercado era nas Pereiras. Publicavam-se os Jornais Cabeceirense, Colosso, Folhas dos Caixeiros, Jornal de Cabeceiras e o Povo de Cabeceiras.

O concelho caracterizava-se pela riqueza dos seus vinhos verdes. Para facilitar a sua venda,

bem como para conservar o seu bom e apreciado tipo, fundaram um grande armazém a que chamaram “Adega Central de Basto”. Os seus proprietários dotaram esse estabelecimento com aparelhos próprios para o efeito, importados directamente da Alemanha. Para além de ser um armazém muito amplo, com vasilhame que comportava 300 pipas de vinho, tinha anexo uma oficina de Tanoaria, com máquinas próprias para serrar e aplainar madeira, em condições para fornecer qualquer quantidade de Barris para embarque. Todos os aparelhos eram movidos a electricidade, sendo também eléctrica a iluminação do escritório, armazém e adega. Nos anos 40 veio, neste edifício a ser instalada a separadora de volfrâmio, minério empregado na fabricação de aço, e hoje serve de oficina mecânica da Firma “Fernando Gonçalves Ferreira e Herdeiros”. Havia ainda perto do lugar da Sefra, uma fábrica de papel junto ao Rio Peio que aí laborou, cujo edifício ainda lá se encontra, sendo o sítio hoje conhecido pelo Lugar da Fábrica. Também existia na vila o clube Cabeceirense ao qual estava afecto o Teatro, em cujo salão se representavam diversas peças de teatro, algumas revistas e até entremezes. Era seu encenador, o Sr. José Salreta. Afinal, pelo que se poderá verificar, parece que comparativamente, Cabeceiras cresceu mais no princípio do Século XX, do que no Século XXI.

mais no princípio do Século XX, do que no Século XXI. Opinião ALERTA Ilídio Santos *

Opinião

ALERTA

do Século XX, do que no Século XXI. Opinião ALERTA Ilídio Santos * A compasso com

Ilídio Santos*

A compasso com a última badalada que pôs fim ao ano negro de

2010, não resistimos à formulação dos desejos mais escondidos, ignorando piedosamente valores mais altos, único caminho capaz de estabelecer compromissos com causas que nos coloque em mãos o nosso futuro.

A menos que sejamos capazes de trazer à prática a expressão

plena da nossa indignação, iremos submergir nas areias do pântano há muito prometido. Em Portugal, o fenómeno mais deprimente e

tenebroso resulta da passividade do governo, senão mesmo cumplicidade, perante o carácter genérico da corrupção que devasta impunemente este País. Os casos amontoam-se e a condescendência protectora para com os criminosos parece constituir prioridade de quem foi eleito para zelar pelo bem estar do seu povo e gerir com honradez o património comum. Há um batalhão de indesejáveis trambiqueiros que à sombra das mais variadas instâncias do poder, escondem as suas incapacidades

a troco do assalto mais descarado e obsceno aos dinheiros públicos. Apesar do contexto

que cruelmente nos descaracteriza e humilha há já largos meses, pese embora, o horror que já se adivinhava há largos anos, consequência da crise permanente que nos persegue e que nos impõem, a verdade e a seriedade continuam arredadas dos desígnios dos candidatos à Presidência da República. Num traço marcado pela hipocrisia, olhamos o candidato Cavaco Silva, com reeleição praticamente segura, com o beneplácito implícito de grande parte do Partido Socialista

que, na verdade, deseja a derrota de Manuel Alegre, a falar circunspecto sobre a pobreza e a exclusão. Curiosamente, ou não se pronúncia ou assina.

- Promoção escandalosa (retroactiva) das chefias da Segurança Social

- Agravamento dos valores e alteração das regras de aplicação das taxas moderadoras

- Alteração e limitação das regras de transporte de doentes

- Abolição da comparticipação em medicamentos de venda livre

- Desrespeito e falta de verdade na redução da factura de electricidade para os mais carenciados.

O silêncio, pelos vistos, favorece a eliminação da pobreza e não exclui ninguém. No fim deste ano de 2011, seremos certamente mais.

A mais fresquinha deste candidato é a sugestão feita sobre a venda das posições na

EDP, GALP e CGD, antes de Portugal recorrer ao Fundo Europeu e ao FMI. Sugestivo, inovador e esclarecedor. Depois, o povo na sua tão gabada e imensa sabedoria, vá saber-se porquê, estreita de tal forma o caminho das suas escolhas que, escolhe sempre, exclusivamente pelo cheiro…e, candeia que vai à frente… ilumina duas vezes.

É assim que com o aproximar do dia das eleições há dois candidatos potencialmente

capazes de serem eleitos para a Presidência da República. Eu digo dois, porque me custa

dar Manuel Alegre como antecipadamente derrotado, pese embora ser esta debilidade da sua inteira responsabilidade, quando decidiu retroceder e se deixou cair nas garras do sistema. O estado social que então parecia preocupar Manuel Alegre, como que desapareceu da sua agenda política, deixando de fazer sentido a promessa de revogar a nova lei da segurança social, bem como o novo código do trabalho e, nem estas últimas cócegas, conseguem iludir que Alegre tal como Cavaco preferem voar sobre um ninho de cucos. Nestas circunstâncias o povão já escolheu e perante o cenário, apetece-me perguntar:

De quem é a culpa? Solteira, como sempre.

* Colaborador

*Ant ó nio Basto O candidato Vou apoiar o candidato em estilo literário, as vulgaridades

*António

Basto

O candidato

Vou apoiar o candidato em estilo literário, as vulgaridades panfletárias da campanha já chegam. Apresento pois ao estilo clássico no modo de Cícero (aprecio-o mais do que o consigo imitar), uma espécie Filípicas. Divirtam-se, e para bom entendedor… “Concidadãos!

A facção ignorante das virtudes, como tivesse ultrapassado os limites mais desbragados da ambição, com falsas promessas alcançou o poder pelo sufrágio e assim reinaram à rédea solta a ganância e mais vícios no governo desta república a ponto tal que tanto a vida pública se tornou difícil de suportar pelos homens de bem como ao povo exangue do confisco não restou senão preferir, por ser mais civilizado, troçar da sua vida a carpi-la. Agora, novamente concorre ao mais alto posto da república aquele doutíssimo varão que já provou saber descer dos pináculos do poder (a celerada facção agarra-se obstinada que não sabe descer sem cair) e fá-lo não pela púrpura da toga pretexta ou pelas varas do lictor mas pelas suas convicções e sentido do dever. Contra ele reúne-se diariamente o triste conciliábulo dos verdugos que com insidiosa calunia transformam o certo no errado querendo a sua honestidade insegura. Prevalecerá ele - o favoreçam os deuses imortais - do julgamento do povo no confronto

com aqueles que almejam o poder, pois em verdade com mais fortaleza vela ele pela

segurança da República que a facção pela sua ruína.”

* Colaborador

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Nome: O Basto | Registado no Instituto da Comunicação Social com o n.º 124655 | Nº de Depósito Legal: 293509/09 | Propriedade: adbasto-Associação de Desenvolvimento Técnico- Profissional das Terras de Basto | NIF: 506 749 509 | Conselho de Administração: Celestino Vaz, Ilídio dos Santos, Fernando Meireles, José Manuel Marques, Gaspar Miranda Teixeira e Manuel António| Director:Gonçalo de Meirelles | Director-Adjunto:Albino Antunes| Sub-Director e Editor: Marco Gomes | Colaboradores: Sérgio Mota, Carlos Sousa, Helder Vaz, José Marinho, Luís Meireles, Júlio Pires, Joaquim Teixeira, Augusto Costa, Manuel Gonçalves, Francisco Pires, Fernando Felix, António Basto, Miguel Coelho, Artur Coelho.| Paginação: João André Teixeira | Sede do Editor, Redacção e Publicidade: Largo Barjona de Freitas s/n - Refojos, 4860-909 Cabeceiras de Basto | Contactos: Telef./Fax: 253 662 071; Telemóvel:96 5738864/ 96 9597829 | e-mail: obasto@sapo.pt | AssinaturaAnual: 15,00 Euros (Continente e ilhas) 20,00 Euros (Estrangeiro) | Impressão: CIC-CORAZE, Oliveira de Azeméis, Telefone: 256 661 460, Fax: 256 673 861, e-mail: grafica@coraze.com | Tiragem: 3500 xemplares.

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Telefone: 256 661 460, Fax: 256 673 861, e-mail: grafica@coraze.com | Tiragem: 3500 xemplares . 14

20 de Janeiro de 2011

Gaspar Miranda Teixeira*
Gaspar Miranda
Teixeira*

Discurso Directo!

Uma análise da remuneração dos banqueiros centrais, por exemplo, colocava o Governador do Banco de Portugal em 3º lugar mundial (após Hong Kong e Itália) quase 40% acima do Senhor Trichet do banco central Europeu (O Dr. Constâncio lamentou-se na altura da

transição que iria ser prejudicado). Mais, o Governador do Banco de Portugal, ganha 5,3 mais do que o

“coitado” do Governador do Banco da Noruega…”

Nesta época de tanta crise é conveniente lembrar que Portugal está entre os países mais desiguais. Pior que Portugal, de acordo com a OCDE, só a Turquia e o México. Outra fonte, o Eurostat, tira as mesmas conclusões: em Portugal, os 20% mais ricos têm 6,1 vezes o dinheiro dos 20% mais pobres, enquanto o valor médio europeu é de 4,9 (20% menos). Um estudo da consultora Mercer: à pergunta “quantas vezes um administrador ganha o salário de um funcionário?” a resposta é: na Alemanha? Dez. Na Grã Bretanha? 14. Na Espanha? 15. Em Portugal? 32. Há quem diga que, se não se pagar bem aos administradores, eles vão-se embora. Deixando de lado a tentação de lhes responder: prometem? O facto é que vários estudos apontam que, em valor absoluto, o topo já recebe mais em Portugal do que em muitos países da União Europeia. Segundo a Mercer, os salários de topo em Portugal estão ao nível de Espanha e muito acima dos da Alemanha, embora bastante abaixo dos da Grã- Bretanha. Uma análise da remuneração dos banqueiros centrais, por exemplo, colocava o Governador do Banco de Portugal em 3º lugar mundial (após Hong Kong e Itália) quase 40% acima do Senhor Trichet do banco central Europeu (O Dr. Constâncio lamentou-se na altura da transição que iria ser prejudicado). Mais, o Governador do Banco de Portugal, ganha 5,3 mais do que o “coitado” do Governador do Banco da Noruega… Os países mais ricos são (regra geral) mais igualitários; e os países com maior coesão, são também, os mais ricos. E faz algum sentido porque a desigualdade desmoraliza e leva a baixar os braços. Além de criar insatisfação, é claro. O salário mínimo Português é o mais baixo de todos, apenas 75% do espanhol, 47% da média europeia e 33% do Luxemburgo. E mais do que a inferioridade, o que choca é a diferença. Razão tinha o saudoso actor de revista Ribeirinho, quando num desabafo disse que “bom, bom, é ser-se capitalista num país socialista”.

PS – Há poucos dias soube-se que o socialista e Presidente do Conselho de

Administração dos CTT, recebeu durante mais de dois anos, dois vencimentos mensais. Um de 15 mil euros (três mil contos) como Presidente dos CTT e outro de 23 mil euros (quatro mil e seiscentos contos) como membro da Administração da PT, empresa à

qual pertencia antes de assumir a presidência dos CTT

* Colaborador

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