Você está na página 1de 14

1/9/2019 Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil

(/)  |   (/contato)

BUSCAR

Ir para...

DIRETRIZES PARA PROJETO E INSTALAÇÃO


DE REDES PROFIBUS DP

Wladimir Lopes Silva


wladimir@wtech.ind.br  (mailto:wladimir@wtech.ind.br)
Wtech Automação Ltda
 
 

RESUMO
A utilização das redes PROFIBUS DP em ambientes industrias, apesar de simples, exige alguns cuidados
para o seu correto funcionamento. Alguns detalhes técnicos devem ser observados na de nição, projeto e
instalação destes barramentos de campo, e este trabalho procura apresentá-los, buscando facilitar o
trabalho dos projetistas de instalações industriais utilizando redes PROFIBUS DP.
Palavras-Chave: Automação Industrial, Barramento de Campo, Controlador Lógico Programável, Redes de
Comunicação.
 

1. INTRODUÇÃO
 
http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 1/14
A utilização
1/9/2019 de redes PROFIBUS em
Diretrizes ambientes
para industriais,
Projeto e Instalação apesar
de Redes de DP
PROFIBUS simples, exige
| Associação algunsBrasil
PROFIBUS cuidados
importantes para o seu funcionamento efetivo e e ciente. Existem vários critérios técnicos que devem ser
observados pelo projetista na concepção e instalação destes barramentos de campo e a
PROFIBUS International tem despendido um grande esforço na criação de regras que, quando seguidas,
facilitam este trabalho. Este trabalho procura basicamente apresentar estas orientações, entretanto,
focando a versão DP da família de redes PROFIBUS.
 

2. INFORMAÇÕES GERAIS
 
A Tabela 2.1 contém algumas informações básicas para o dimensionamento de uma instalação utilizando o
padrão PROFIBUS.
 
Número
máximo de
estações FMS: 127 estações (endereços de 0 a 126)
participando na DP: 126 estações (endereços de 0 a 125)
rede
PROFIBUS
Número
máximo de
estações por
32 estações
segmento
(incluindo
Repetidores)
Velocidades de
9,6 / 19,2 / 45,45 / 93,75 / 187,5 / 500 / 1.500 / 3.000 / 6.000 /
transmissão
12.000
[kbit/s]
Conforme norma EN 50170, é permitido um número máximo de 4
Número
Repetidores, totalizando 5 segmentos em série. Dependendo do
máximo de
tipo e fabricante, mais de 4 repetidores podem ser utilizados.
segmentos em
Nestes casos, é necessário consultar a documentação técnica do
série
fabricante.
Tabela 2.1: Informações gerais para dimensionamento de redes PROFIBUS [PRO98]
 
O padrão elétrico de transmissão RS-485 é o mais aplicado em instalações utilizando PROFIBUS DP. Neste
padrão, cada segmento de rede pode conter até 32 dispositivos ativos. Portanto, quando existe a
necessidade de conexão de um grande número de estações DP (acima de 32 estações) faz-se necessário
dividir a rede em segmentos. Estes segmentos são interconectados através de Repetidores, que fornecem
isolação galvânica entre os segmentos e a regeneração do sinal passado de um segmento para outro. Na
prática, cada Repetidor permite que o sistema PROFIBUS seja ampliado por um segmento adicional com o
tamanho máximo admissível do cabo e com o numero máximo de dispositivos permitidos (32 estações).
 
Segundo a norma CENELEC EN 50170, um máximo de 4 Repetidores são permitidos entre duas estações
quaisquer. Entretanto, dependendo do fabricante e das características técnicas do Repetidor, a utilização
de uma quantidade maior de Repetidores é possível. Existem casos em que até 9 Repetidores são
utilizados [MIT04].  Não se recomenda a utilização de um número maior de Repetidores devido aos atrasos
que são embutidos na rede e o comprometimento do Slot Time, que consiste no tempo máximo que o
Mestre irá esperar uma resposta do Escravo.
 
A Figura 2.1 mostra um exemplo de segmentação da rede PROFIBUS DP através da utilização de
Repetidores. Nota-se a existência de 3 segmentos de rede PROFIBUS interligados por 2 Repetidores. É
importante observar a existência de uma terminação nas extremidades de cada segmento de rede.
 

http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 2/14
1/9/2019 Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil

Figura 2.1: Exemplo de segmentação de uma rede PROFIBUS DP


 

3. TAMANHO DA REDE
 
O comprimento máximo do cabeamento RS-485 em um segmento de rede PROFIBUS depende da
velocidade de transmissão. Em altas velocidades de transmissão, o sinal é atenuado mais rapidamente do
que em velocidades mais baixas implicando, portanto, em um comprimento máximo menor para os
segmentos de rede com velocidades maiores. Os Repetidores podem ser também utilizados nestes casos,
permitindo ao projetista manter velocidades mais altas, mesmo em redes sicamente maiores, através da
segmentação da mesma.
 
A Tabela 3.1 mostra as distâncias máximas para um segmento de rede e para uma rede contendo 9
Repetidores, em diferentes velocidades de transmissão.
 
Velocidade de Tamanho Máximo de um Expansão Máxima da Rede (9
Transmissão [kbit/s] Segmento [m] Repetidores) [m]
9,6 1200 10000
19,2 1200 10000
93,75 1200 10000
187,5 1000 10000
500 400 4000
1500 200 2000
3000 100 1000
6000 100 1000
12000 100 1000
Tabela 3.1: Comprimento máximo para segmento e expansão em redes PROFIBUS utilizando RS-485[CAS07, MIT04]
 
Pela Tabela 3.1, segundo [CAS07] e [MIT04], a expansão máxima da rede PROFIBUS utilizando 9
Repetidores nas velocidades de 9,6 / 19,2 / 93,75, seria de 10 km. Entretanto, segundo [PRO98] e mesmo
[CAS07], o cálculo para determinação da máxima distância entre duas estações em uma rede PROFIBUS é
dada pela equação abaixo:
 
 (3.1)
Onde,
http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 3/14
1/9/2019 Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil

 - distância máxima entre duas estações em uma rede PROFIBUS em [m],

 - número de Repetidores conectados em série,

 - comprimento máximo de um segmento de acordo com a velocidade de transmissão desejada em


[m].
 
Portanto, para as velocidades de transmissão de 9,6 / 19,2 / 93,75 kbit/s e utilizando-se 9 Repetidores, é
possível obter a seguinte distância máxima da rede:
 
= (9+1).1200 = 12000, ou seja, 12 km.
 
Por segurança, recomenda-se a utilização dos valores da Tabela 3.1. Na prática, permite-se uma margem
de até 5% em relação aos comprimentos máximos presentes na Tabela 3.1, não havendo necessidade da
compra de um Repetidor, quando a distância máxima estimada permanecer dentro destes limites [MIT04].

É importante salientar que as distâncias apresentadas acima consideram a utilização de cabo padrão
PROFIBUS tipo A, cujas características são apresentadas na Tabela 3.2, a seguir.
 
Parâmetros Cabo Tipo A
Área do condutor > 0,34 mm² (AWG 22)
Tipo do cabo Par trançado, 1x2, 2x2 ou 1x4 condutores
Impedância do cabo 135 a 165 Ohms nas freqüências de 3 a 20 MHz
Capacitância do cabo < 30 pF / m
Resistência de Loop Específica < 110 Ohms / km
Tabela 3.2: Parâmetros do cabo PROFIBUS tipo A [CAS06, PRO98, WEI03]
 
Na prática, são utilizados ainda os OLMs (Módulos de Link Ótico), para aplicações em ambientes com alta
interferência eletromagnética (EMI), fornecendo isolação galvânica entre as estações ou entre os
segmentos de rede em RS-485 através do uso de bra ótica. A utilização de bra ótica também possibilita a
construção de topologias de redes mais complexas e permite um comprimento máximo do barramento
com taxas de transmissão elevadas. Os OLMs são similares aos Repetidores utilizados em RS-485 e
normalmente possuem dois canais para RS-485 e um ou dois canais para bra ótica. Os OLMs podem ser
conectados entre si através dos canais óticos, sendo os canais RS-485 utilizados para conexão com
estações individuais ou segmentos de rede PROFIBUS.
 

4. RAMAIS OU CONEXÕES T
 

Figura 4.1: Exemplo de ramal ou conexão T


 
A norma PROFIBUS permite a utilização de ramais ou conexões T (ver Figura 4.1) em um barramento
principal em alguns casos. É importante salientar que este tipo de conexão não é recomendável, pois em
determinadas condições é uma das causas de re exão do sinal, prejudicando a transmissão de dados no
http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 4/14
segmento
1/9/2019 PROFIBUS. A recomendação é que
Diretrizes para Projeto se utilizem
e Instalação sempre
de Redes Repetidores,
PROFIBUS quando
DP | Associação existir
PROFIBUS a necessidade
Brasil
de derivações na linha principal.
 
A Tabela 4.1 mostra os comprimentos máximos para a linha principal e para os ramais em função da
velocidade de transmissão. Como pode ser observado nesta tabela, o uso de ramais pode ser tolerado em
baixas velocidades de transmissão, mas devem ser evitados completamente em velocidades acima de 500
kbit/s.
 
Velocidade de Tamanho Máximo Linha Tamanho Máximo
Transmissão [kbit/s] Principal [m] Ramais [m]

9,6 500 500


19,2 500 500

93,75 900 100


187,5 967 33

500 380 20

1500 193,4 6,6


3000 100 0

6000 100 0
12000 100 0
Tabela 4.1: Comprimento máximo da linha principal e ramais em redes PROFIBUS utilizando RS-48 [MIT04]
 

5. REFLEXÃO DE SINAL, TERMINAÇÃO E CONECTORES


 
Quando um sinal elétrico atravessa um condutor, cujo comprimento é da ordem de grandeza do
comprimento de onda do sinal, qualquer descontinuidade elétrica como uma mudança de resistência,
capacitância, ou particularmente o nal do condutor, pode causar a ocorrência de re exões. Este sinal
re etido pode ser percebido em alguns casos como uma pequena ondulação sobre o sinal principal, mas
muitas vezes pode corromper ou distorcer completamente o sinal original, perdendo-se a informação,
especialmente em altas velocidades de comunicação. Em dispositivos certi cados, o nível de re exão é
garantido para que não ultrapasse 500mV pico a pico [MIT04].

Para evitar as re exões de sinal, devem ser utilizados resistores de terminação. Estes resistores são
adicionados em paralelo entre as linhas de sinal RxD/TxD-POS e RxD/TxD-NEG, nas extremidades de cada
segmento de rede. Os resistores de terminação em uma rede RS-485 buscam casar a impedância
característica do cabo, que é dependente do seu diâmetro, distância entre os condutores, tipo de isolação,
etc. Estes resistores ajudam absorver a energia do sinal e deste modo impedem a re exão do mesmo no
barramento. Eles possuem o valor de 220 Ohms.
 
Existem também os resistores de polarização que são utilizados para manter as linhas de sinal RxD/TxD-
POS e RxD/TxD-NEG no estado inativo, quando nenhum transmissor está ativo na linha. No PROFIBUS, um
dos resistores de polarização é conectado entre a linha de sinal RxD/TxD-POS e a tensão +5Vcc (VP),
enquanto que o outro resistor é conectado entre a linha de sinal RxD/TxD-NEG e o terra (DGND). Manter as
linhas de sinal no estado inativo impede a recepção de falsos Start Bits pelos receptores, evitando deste
modo, a recepção de falsas mensagens. Estes resistores possuem o valor de 390 Ohms.
 
O diagrama de conexão dos resistores de terminação e de polarização pode ser visualizado na Figura 5.1, a
seguir.
 

http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 5/14
1/9/2019 Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil

Figura 5.1: Resistores de terminação e de polarização no PROFIBUS


 
Dependendo do fabricante, alguns modelos de conectores de rede PROFIBUS já contêm os resistores de
terminação e de polarização. Estes resistores são habilitados através de chave seletora existente no
próprio conector. A Figura 5.2 mostra uma terminação em um conector PROFIBUS padrão.
 

Figura 5.2: Terminação em um conector PROFIBUS


 
É importante ressaltar que as terminações devem estar habilitadas nas extremidades do segmento e
devem ser apenas duas. Caso sejam adicionados mais do que dois resistores de terminação em paralelo,
a resistência de terminação efetiva é diminuída. Com vários resistores de terminação habilitados em
paralelo, as linhas de sinal RxD/TxD-POS e RxD/TxD-NEG muitas vezes parecem estar em curto-circuito. Os
conectores PROFIBUS modernos evitam a conexão de vários resistores de terminação no mesmo
segmento de rede, pois interrompem a rede no ponto em que a resistência de terminação está habilitada.
Neste caso, o conector apresenta pontos distintos para conexão do cabo que “chega” e do cabo que “sai”.
Quando a terminação é habilitada, o cabo que “sai” do conector é eletricamente desconectado do
barramento. Um conector deste tipo pode ser observado na Figura 5.2.
 
Outro ponto importante a ser destacado é que as terminações habilitadas nas extremidades do segmento
de rede devem estar conectadas a estações que estejam sempre energizadas. Isto é extremamente
importante, pois estas estações fornecem os sinais +5Vcc (VP) e terra (DGND) para o circuito dos resistores
de polarização e de terminação existente nos conectores PROFIBUS. Caso a estação não forneça esta
alimentação, o circuito dos resistores não cará completamente ativo e erros no barramento poderão
ocorrer. Por isto, é recomendável evitar sempre a utilização de estações baseadas em computadores como
último dispositivo de rede, pois durante qualquer reinicialização do mesmo, os sinais de +5Vcc e terra
existentes no conector carão desabilitados e poderão causar falhas na comunicação.
http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 6/14
 
1/9/2019 Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil
Para sanar o problema descrito acima, existem também terminações de barramento que funcionam de
modo independente, ou seja, sem estar conectadas a uma estação (Active Termination Box, também
conhecida como Terminação Ativa). Estas terminações são geralmente alimentadas em 24Vcc e contêm os
resistores de polarização e de terminação, um circuito para fornecimento de +5Vcc e conexões para terra.
Este dispositivo não é considerado uma estação da rede PROFIBUS, e deve ser utilizado em instalações
onde todas estações possam ser desenergizadas, inclusive as estações localizadas nas extremidades do
segmento de rede, o que prejudicaria o funcionamento do circuito dos resistores, caso fossem utilizados
apenas conectores PROFIBUS. A utilização de Terminação Ativa é particularmente importante no projeto de
CCMs Inteligentes utilizando a rede PROFIBUS DP.
 
Os conectores PROFIBUS utilizados para velocidades de transmissão acima de 1500 kbit/s contêm ainda
indutores nas linhas de sinal, para compensar a capacitância do dispositivo e minimizar o nível de re exão.
A grande maioria dos fabricantes já inclui estes indutores em todos os conectores PROFIBUS, entretanto,
existem alguns fornecedores que ainda produzem modelos diferenciados para velocidades de transmissão
acima de 1500 kbit/s. Portanto, é importante estar sempre atento na utilização de conectores PROFIBUS
em redes que irão trabalhar com velocidades mais de altas de transmissão.
 

6. DISPOSIÇÃO DOS CABOS


 
Existem algumas regras básicas que devem ser seguidas pelos projetistas para de nição do trajeto
percorrido por cabos PROFIBUS. Algumas regras são apresentadas a seguir.
 
A Tabela 6.1 apresenta o espaçamento mínimo recomendado entre cabos PROFIBUS e outros tipos de
cabos, quando não se está utilizando eletrodutos ou canaletas metálicas para separação dos mesmos. Pela
Tabela 6.1, pode-se observar que cabos para redes de comunicação, periféricos de computadores,
entradas e saídas analógicas, e tensões abaixo de 60Vcc ou abaixo de 25Vca, podem percorrer o mesmo
trajeto do cabo PROFIBUS. Demais cargas exigem uma separação mínima que varia de 100 a 500 mm.
 
Distância de
Tipo de Cabo
Separação [mm]

Cabos de rede (Ethernet, PROFIBUS, etc.) 0


Cabos de comunicação com computadores 0
Cabos blindados - Entradas e saídas
0
analógicas
Cabos não blindados - Tensões CC <= 60Vcc 0
Cabos não blindados - Tensões CA <= 25Vca 0
Cabos blindados - Sinais de processo <=
0
25Vcc/Vca
Cabos blindados ou não - Tensões CC > 60Vcc
100
e <= 400Vcc
Cabos blindados ou não - Tensões CA > 25Vca
100
e <= 400Vca

Cabos blindados ou não - Tensões CC/CA >


200
400Vcc/Vca
Cabos sujeitos a descargas atmosféricas 500
Tabela 6.1: Distâncias de separação entre cabo PROFIBUS e outros tipos de cabos [CAS07, MIT04]
 
A Tabela 6.2 mostra a de nição do espaçamento mínimo entre cabos, conforme norma CENELEC EN
50174.
As seguintes recomendações também devem ser observadas na de nição da disposição dos cabos em
redes PROFIBUS [MIT04, PRO06]:
http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 7/14
1/9/2019 Deve-se evitar o cruzamento
Diretrizesde
paracabos.
Projeto eCaso sejadenecessário,
Instalação fazê-lo
Redes PROFIBUS DP | perpendicularmente
Associação PROFIBUS Brasil(ângulo de

90º entre os cabos que cruzam) para diminuir a possibilidade de acoplamento indutivo.
Se o espaço é insu ciente para manter o espaçamento requerido conforme Tabela 6.1, então os cabos
devem ser encaminhados em canaletas metálicas separadas. Cada canaleta metálica deverá conter
apenas cabos da mesma categoria (mesmo nível de tensão).
Para instalações externas, é recomendável a utilização de cabos de bra ótica, pois permitem maior
imunidade às interferências eletromagnéticas (EMI), isolação elétrica e maiores distâncias.
Conforme já mencionado anteriormente, as linhas de dados do PROFIBUS são designadas A e B.
Apesar de não existir nenhuma obrigatoriedade, na prática tem-se adotado utilizar o condutor verde
para linha de dados A e o condutor vermelho para linha de dados B. E para facilitar a manutenção do
sistema, é conveniente que se utilize as linhas A e B de forma continuada ao longo de toda rede
PROFIBUS, evitando-se inversões.
Caso sejam utilizados dispositivos PROFIBUS não certi cados, é recomendável deixar pelo menos um
metro de cabo entre os dispositivos. Quando o dispositivo não é certi cado, pode gerar um nível de
re exão acima do permitido e o cabo maior ajuda na atenuação desta re exão. Ainda segundo [MIT04],
é recomendável a utilização de pelo menos um metro de cabo entre dispositivos PROFIBUS, em
qualquer caso, se a rede for funcionar em 12 Mbit/s.

 
Espaçamento [mm]
Cabo PROFIBUS e Sem separação ou Separação Separação
cabo para... com separação metálica de metálica de
não-metálica alumínio aço
...transmissão de sinais
- Redes de
comunicação
- Dados digitais para
computadores,
0 0 0
impressoras, etc.
- Blindado para
entradas e saídas
analógicas
... fonte de alimentação
- Não blindado 200 100 50
- Blindado 0 0 0
Tabela 6.2: Espaçamento mínimo para cabos, conforme EN 50174 [PRO06]
 

7. BLINDAGEM E ATERRAMENTO
 
O cabo PROFIBUS possui uma blindagem constituída por uma malha e por uma lâmina de alumínio. Esta
blindagem deve ser conectada ao terra funcional do sistema e deve permitir uma ampla área de conexão
com a superfície condutiva aterrada. Entretanto, o modo como este aterramento é realizado depende de
alguns fatores, sendo que existe ainda muita controvérsia sobre este tema.
 
A recomendação básica é que a blindagem do cabo seja aterrada em ambas extremidades do segmento de
rede, para permitir um caminho de baixa impedância para os sinais de alta freqüência, bem como fornecer
uma referência de terra para fonte de alimentação +5Vcc do padrão RS-485.
 
Entretanto, na con guração proposta acima, pode ocorrer a passagem de corrente pela blindagem
(loop de corrente), caso exista uma signi cativa diferença de potencial entre os dois pontos de
aterramento, localizados nas extremidades do segmento de rede. Neste caso, recomenda-se a utilização
de um condutor para equalização do potencial (cabo AWG 10 ou 12) que interligará os dois pontos de
aterramento e minimizará a passagem de corrente através da blindagem. A própria canaleta metálica
http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 8/14
p g g p p
responsável
1/9/2019 pelo trajeto do cabo PROFIBUS
Diretrizes para Projeto e pode serdeutilizado
Instalação como DP
Redes PROFIBUS um| Associação
pseudocondutor de equalização
PROFIBUS Brasil
(ou linha de equipotencial), sendo interligada aos pontos de aterramento [MIT04]. A Figura 7.1 mostra um
exemplo de conexão de uma linha de equipotencial [PRO98, PRO06].
 

Figura 7.1: Exemplo de linha de equipotencial


 
Uma outra possibilidade de aterramento leva em consideração que o conector PROFIBUS possui em sua
carcaça uma parte metálica para contato com a blindagem do cabo. A carcaça do conector, por sua vez,
também faz contato com a carcaça do dispositivo PROFIBUS, que está aterrado na estrutura do painel
elétrico, fechando o circuito. Nestes casos, é recomendável veri car na documentação técnica do
dispositivo PROFIBUS, a melhor opção para o seu aterramento.
 
Pode-se adotar ainda uma opção híbrida para o aterramento, ou seja, a combinação de múltiplos pontos
de aterramento para as estações que estão relativamente próximas e o uso de condutores para
equalização de potencial para os pontos de aterramento que apresentam diferença de potencial
signi cativa.
 
 Quando nenhuma das opções anteriormente recomendadas pode ser utilizada, então o aterramento em
apenas uma das extremidades do segmento de rede deve ser implementado. A blindagem do lado do
segmento de rede que não foi aterrada deve ser protegida contra contatos acidentais, pois apresenta risco
potencial de choque [MIT04].
 
Entretanto, a melhor opção para evitar as conseqüências da existência de diferença de potencial
entre os pontos de aterramento é a utilização de cabos de bra ótica. Na prática, utiliza-se a bra ótica
como um barramento principal (backbone) para interconectar vários grupos de dispositivos conectados em
RS-485, através da utilização de OLMs. A Figura 7.2 mostra um exemplo de con guração em anel utilizando
OLMs para a interconexão de estações individuais ou segmentos de rede PROFIBUS.
 

http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 9/14
1/9/2019 Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil

Figura 7.2: Exemplo de con guração em anel utilizando OLMs


 

8. CONCLUSÕES - DIRETRIZES GERAIS PARA INSTALAÇÃO


 
Em função do que foi apresentado nos itens anteriores deste trabalho, pode-se então destacar as
seguintes diretrizes gerais para instalação de uma rede PROFIBUS DP:
Utilizar sempre cabos e conectores PROFIBUS.
Não exceder 32 dispositivos por segmento de rede, incluindo Repetidores, OLMs e Acopladores.
Não ultrapassar a quantidade máxima de Repetidores permitidos pelo fabricante (de 4 a 9
Repetidores).
Respeitar o comprimento máximo do segmento de rede em função da velocidade de transmissão
escolhida.
Garantir que existirão somente duas terminações habilitadas no segmento de rede, uma em cada
extremidade, e que estas terminações estarão sempre energizadas.
Evitar ramais ou conexões T. Quando necessário utilizar Repetidores.
Adotar a linha de dados A como condutor verde e a linha B como condutor vermelho. Evitar a inversão
destes condutores em todo trajeto da rede PROFIBUS, mantendo esta nomenclatura ao longo de todo
cabeamento.
Separar o cabo PROFIBUS das fontes de ruídos, respeitando a distância mínima recomendável, ou
através da utilização de canaletas metálicas separadas.
Evitar o cruzamento de cabos. Caso seja necessário, fazê-lo perpendicularmente para diminuir a
possibilidade de acoplamento indutivo.
Para os casos onde existam problemas com distâncias, ou aterramento, ou alta susceptibilidade a
ruídos, é recomendável a utilização de cabos de bra ótica.
Veri car sempre na documentação técnica do dispositivo PROFIBUS a ser utilizado, a melhor opção
para o seu aterramento.
Dedicar especial atenção aos dispositivos PROFIBUS não certi cados e aos conectores PROFIBUS no
caso de velocidades de transmissão acima de 1500 kbit/s.
Manter sempre atualizado nos desenhos de projeto, o comprimento real dos segmentos da rede
PROFIBUS, evitando problemas em futuras expansões da rede. 

 
http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 10/14
Ê Á
9. REFERÊNCIAS
1/9/2019 BIBLIOGRÁFICAS
Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil

 
[CAS06] CASSIOLATO, César; TORRES, Leandro H.B.; CAMARGO, Paulo R. PROFIBUS – Descrição
Técnica. Associação PROFIBUS Brasil, São Paulo, 2006.
[CAS07] CASSIOLATO, César; TORRE, Ana C.D. Uma Visão de PROFIBUS, desde a Instalação até a
Con guração Básica – Parte 2. Revista Controle & Instrumentação – C&I, São Paulo, n.130, p.92-97,
Agosto 2007.
[MIT04] MITCHELL, Ronald W. PROFIBUS – A Pocket Guide. Research Triangle Park: ISA – The
Instrumentation, Systems and Automation Society, 2004.
[PRO98] PROFIBUS User Organization – PNO. PROFIBUS – Technical Guideline – Installation
Guideline for PROFIBUS DP/FMS. Karlsruhe: PROFIBUS Nutzerorganisation e.V., 1998.
[PRO06] PROFIBUS International – PI. PROFIBUS – Installation Guideline for Cabling and Assembly.
Karlsruhe: PROFIBUS Nutzerorganisation e.V., 2006.
[SIL08] SILVA, Wladimir. Métodos para Diagnóstico de Falhas e Avaliação de Desempenho em
Redes PROFIBUS DP. Monogra a (Especialização em Automação Industrial) – Escola de Engenharia,
UFMG, Belo Horizonte, 2008.
[WEI03] WEIGMANN, Josef; KILIAN, Gerhard. Decentralization with PROFIBUS DP/DPV1 –
Architecture and Fundamentals, Con guration and Use with SIMATIC S7. Erlangen: Publicis
Corporate Publishing, 2003.

1 16

Outros Artigos Técnicos


 
» FIBRA ÓTICA E PROFIBUS: A UNIÃO SEM RUÍDOS (/artigos_tecnicos/ bra-otica-e-pro bus-a-uniao-sem-
ruidos)

» RoboChap - Robo de Chapisco em Moenda - Pro Net Wireless (/images/arquivo/robochap-robo-de-


chapisco-em-moenda-pro net-wireless-359100214.pdf)

» PROFINET The Backbone for Industrie (/images/arquivo/pro net-the-backbone-for-industrie-40-2016-06-


21-v2-161842529.pdf)

» IO-LINK (/images/arquivo/io-link-marketing yer-2016-1190000878.pdf)

» Algumas dicas de soluções de problemas no PROFIBUS-DP (/artigos_tecnicos/algumas-dicas-de-solucoes-


de-problemas-no-pro bus-dp)

» Conecte o LabVIEW a qualquer rede industrial e CLP (/artigos_tecnicos/conecte-o-labview-a-qualquer-


rede-industrial-e-clp)

» Procedimento de atualização de hardware para acesso a dados HART em remotas PROFIBUS


(/artigos_tecnicos/procedimento-de-atualizacao-de-hardware-para-acesso-a-dados-hart-em-remotas-
pro bus)
http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 11/14
» EDDL
1/9/2019 - Electronic Device Diretrizes
Description Language
para Projeto & FDT/DTM
e Instalação – Field Device
de Redes PROFIBUS Tool/ Device
DP | Associação TypeManagement
PROFIBUS Brasil
& FDI - Field Device Integration (/artigos_tecnicos/eddl-electronic-device-description-language-fdt-dtm- eld-
device-tool-device-typemanagement-fdi- eld-device-integration)

» O uso de entradas e saídas remotas em Pro bus-PA facilitando a automação de processos em sistemas
de controle (/artigos_tecnicos/o-uso-de-entradas-e-saidas-remotas-em-pro bus-pa-facilitando-a-
automacao-de-processos-em-sistemas-de-controle)

» Dimensionamento da quantidade de equipamentos em uma rede PROFIBUS-PA


(/artigos_tecnicos/dimensionamento-da-quantidade-de-equipamentos-em-uma-rede-pro bus-pa)

» Soluções National Instruments para barramentos industriais (/artigos_tecnicos/solucoes-national-


instruments-para-barramentos-industriais)

» PROFIBUS – Fique por dentro do DPV2 na prática (/artigos_tecnicos/pro bus- que-por-dentro-do-dpv2-


na-pratica)

» Raio de Curvatura Mínima e Instalações PROFIBUS (/artigos_tecnicos/raio-de-curvatura-minima-e-


instalacoes-pro bus)

» Gerenciamento de Ativos e Autodiagnose (/artigos_tecnicos/gerenciamento-de-ativos-e-autodiagnose)

» DC303 - Entradas e Saídas Discretas em sistemas Pro bus com controle híbridos e aplicações de
bateladas. (/artigos_tecnicos/dc303-entradas-e-saidas-discretas-em-sistemas-pro bus-com-controle-
hibridos-e-aplicacoes-de-bateladas)

» LMP-100 – Solução e ciente para conexão de redes Modbus e Pro bus. (/artigos_tecnicos/lmp-100-
solucao-e ciente-para-conexao-de-redes-modbus-e-pro bus)

» O Pro net na Automação de Processos (/artigos_tecnicos/o-pro net-na-automacao-de-processos)

» O que é PROFIBUS (/images/arquivo/artigo-tecnico-integra-543ecc27691aa.pdf)

» PROFIBUS Integration in PROFINET IO (/images/arquivo/pro bus-integration-7012-v10-sep06-


543ecaf915a74.pdf)

» Sensor Hall – A tecnologia dos Posicionadores Inteligentes de última geração


(/images/arquivo/posicionador-sensorhall-543ec9c42d063.pdf)

» FISCO: Fieldbus Intrinsically Safe Concept (/images/arquivo/ sco-543ec90231244.pdf)

» Implementação de Device Type Manager para posicionador inteligente Pro bus PA (/images/arquivo/fdt-
pro bus-543ec821354ee.pdf)

» Aterramento, Blindagem, Ruídos e dicas de instalação (/images/arquivo/pdf-7-543ec77a8d4e8.pdf)

» EMI – Interferência Eletromagnética (/images/arquivo/pdf-6-543ec6bc451 .pdf)

» Pro bus-PA: byte de status e Fail-Safe (/images/arquivo/pdf-5-543ec63cb3f34.pdf)

» PROFIsafe – o per l de segurança PROFIBUS (/images/arquivo/pdf-4-543ec56c32938.pdf)

» Conexão a quente de redes Pro bus-DP em atmosferas explosivas. (/images/arquivo/pdf-3-


543ec4b13a7f7.pdf)

» MEDIÇÃO DE VAZÃO (/images/arquivo/pdf-2-543ec3eeb4df5.pdf)

» A medição de pressão e um pouco de história (/images/arquivo/pdf-1-543ebf8b1e0a2.pdf)

» NI LABVIEW COMO SCADA E HMI (/artigos_tecnicos/ni-labview-como-scada-e-hmi)


http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 12/14
g
1/9/2019 Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil
» Automação baseada em componentes para indústria de alimentos e bebidas
(/artigos_tecnicos/automacao-baseada-em-componentes-para-industria-de-alimentos-e-bebidas)

» Interferência Eletromagnética e Instalações PROFIBUS (/artigos_tecnicos/interferencia-eletromagnetica-e-


instalacoes-pro bus)

» Introdução ao PST - Partial Stroke Test - Teste de Curso Parcial (/artigos_tecnicos/introducao-ao-pst-


partial-stroke-test-teste-de-curso-parcial)

» Gestão de Ativos em Pro bus – uma visão prática para a manutenção. (/artigos_tecnicos/gestao-de-
ativos-em-pro bus-uma-visao-pratica-para-a-manutencao)

» Uma visão de Pro bus, desde a instalação até a con guração básica – Parte 6 (/artigos_tecnicos/uma-
visao-de-pro bus-desde-a-instalacao-ate-a-con guracao-basica-parte-6)

» Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP (/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-


instalacao-de-redes-pro bus-dp)

» Uma visão de Pro bus, desde a instalação até a con guração básica – Parte 5 (/artigos_tecnicos/uma-
visao-de-pro bus-desde-a-instalacao-ate-a-con guracao-basica-parte-5)

» Métodos para diagnóstico em redes Pro bus DP (/artigos_tecnicos/metodos-para-diagnostico-em-redes-


pro bus-dp)

» Uma visão de Pro bus, desde a instalação até a con guração básica – Parte 4 (/artigos_tecnicos/uma-
visao-de-pro bus-desde-a-instalacao-ate-a-con guracao-basica-parte-4)

» Uma visão de Pro bus, desde a instalação até a con guração básica – Parte 3 (/artigos_tecnicos/uma-
visao-de-pro bus-desde-a-instalacao-ate-a-con guracao-basica-parte-3)

» Uma visão de Pro bus, desde a instalação até a con guração básica – Parte 2 (/artigos_tecnicos/uma-
visao-de-pro bus-desde-a-instalacao-ate-a-con guracao-basica-parte-2)

» Protetor de transientes em redes Pro bus (/artigos_tecnicos/protetor-de-transientes-em-redes-pro bus)

» Uma visão do protocolo industrial Pro net e suas aplicações (/artigos_tecnicos/uma-visao-do-protocolo-


industrial-pro net-e-suas-aplicacoes)

» Métodos para Diagnóstico de Falhas em Redes PROFIBUS DP (/artigos_tecnicos/metodos-para-


diagnostico-de-falhas-em-redes-pro bus-dp)

» Uma visão de Pro bus, desde a instalação até a con guração básica – Parte 1 (/artigos_tecnicos/uma-
visao-de-pro bus-desde-a-instalacao-ate-a-con guracao-basica-parte-1)

» Uso de repetidores em Pro bus-DP (/artigos_tecnicos/uso-de-repetidores-em-pro bus-dp)

» PROTOCOLO AS-I: AGREGANDO INTELIGÊNCIA A SENSORES E ATUADORES (/artigos_tecnicos/protocolo-


as-i-agregando-inteligencia-a-sensores-e-atuadores)

» A IMPORTÂNCIA DOS TERMINADORES DE BARRAMENTO NA REDE PROFIBUS (/artigos_tecnicos/a-


importancia-dos-terminadores-de-barramento-na-rede-pro bus)

» GATEWAY ANYBUS-X (/artigos_tecnicos/gateway-anybus-x)

» EVOLUÇÃO DA MEDIÇÃO DA TEMPERATURA E DETALHES DE UM TRANSMISSOR DE TEMPERATURA


PROFIBUS-PA (/artigos_tecnicos/evolucao-da-medicao-da-temperatura-e-detalhes-de-um-transmissor-de-
temperatura-pro bus-pa)

» Pro bus-PA: Especi cações para o Modelo de Blocos (/artigos_tecnicos/pro


http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp bus-pa-especi cacoes-para- 13/14
p ç p g p p p p
o-modelo-de-blocos)
1/9/2019 Diretrizes para Projeto e Instalação de Redes PROFIBUS DP | Associação PROFIBUS Brasil

» Versões do PROFIBUS-DP (/artigos_tecnicos/versoes-do-pro bus-dp)

» Pro bus-PA: Byte de Status e Fail-Safe . (/artigos_tecnicos/pro bus-pa-byte-de-status-e-fail-safe)

» Pro bus: Por dentro da mudança de endereços das estações – Change Station Address .
(/artigos_tecnicos/pro bus-por-dentro-da-mudanca-de-enderecos-das-estacoes-change-station-address)

» Pro bus: Tempo de Barramento. (/artigos_tecnicos/pro bus-tempo-de-barramento)

» Pro bus: por dentro dos Indenti er Formats. (/artigos_tecnicos/pro bus-por-dentro-dos-indenti er-
formats)

» Dicas de dimensionamento e instalação em redes Pro bus PA (/artigos_tecnicos/dicas-de-


dimensionamento-e-instalacao-em-redes-pro bus-pa)

» DT303: transmissor de densidade com tecnologia Pro bus-PA (/artigos_tecnicos/dt303-transmissor-de-


densidade-com-tecnologia-pro bus-pa)

» Instalações em Pro bus-DP: técnicas & dicas. (/artigos_tecnicos/instalacoes-em-pro bus-dp-tecnicas-


dicas)

» Implementação de Device Type Manager para posicionador inteligente Pro bus PA


(/artigos_tecnicos/implementacao-de-device-type-manager-para-posicionador-inteligente-pro bus-pa)

» WIKA: Especi cação de Transmissores de Pressão (/artigos_tecnicos/wika-especi cacao-de-transmissores-


de-pressao)

» WIKA: Medição de nível em tanques pela pressão diferencial. (/artigos_tecnicos/wika-medicao-de-nivel-


em-tanques-pela-pressao-diferencial)

» Medição da Temperatura (/artigos_tecnicos/medicao-da-temperatura)

» WIKA: Medição de Temperatura. Termopares: Custo e Benefício (/artigos_tecnicos/wika-medicao-de-


temperatura-termopares-custo-e-bene cio)

» WTECH: MÉTODOS PARA DIAGNÓSTICO EM REDES PROFIBUS DP (/artigos_tecnicos/wtech-metodos-para-


diagnostico-em-redes-pro bus-dp)

» NI LabVIEW como SCADA e HMI (/artigos_tecnicos/ni-labview-como-scada-e-hmi)

» AS-Interface Integration in PROFINET IO (/images/arquivo/asi-integration-7012-v10-aug06-


5432db25c948c.pdf)

Associação Pro bus Brasil 2019 | Fone (11) 2849-3202 | pro bus@pro bus.org.br
(mailto:pro bus@pro bus.org.br)
(http://www.aroeleven.com.br)

http://www.profibus.org.br/artigos_tecnicos/diretrizes-para-projeto-e-instalacao-de-redes-profibus-dp 14/14

Você também pode gostar