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*Onde há risco deve haver escolha*.

*A herança genética nos fez DIFERENTES*.


*A epigenética nos fez ÚNICOS*.

Maria Emilia Gadelha Serra,


Médica, CREMESP 63451
20 de janeiro de 2021

De acordo com um recente memorando sobre


as vacinas contra a COVID-19 aos membros da
Vaccines Europe, divisão da Federação
Europeia das Associações e Indústrias
Farmacêuticas (Efpia), “a velocidade e a escala
de desenvolvimento e implementação
significam que é impossível gerar a mesma
quantidade de evidência subjacente que
normalmente estaria disponível por meio de
ensaios clínicos e da aquisição de experiência
por profissionais da saúde”. O documento
afirma que essa condição gera RISCOS
“INEVITÁVEIS”. Em função disso, a Vaccines
Europe está pedindo “uma isenção de
responsabilidade civil”. A Vaccines Europe
representa o conjunto de fabricantes de
medicamentos como Abbot, AstraZeneca,
CureVac, GlaxoSmithKline, Janssen (que
pertence à Johnson & Johnson), Merck,
Novavax, Pfizer, Sanofi e Takeda. Várias
dessas empresas estão em negociações
avançadas com a União Europeia (EU) para o
fornecimento de vacinas, enquanto algumas já
até fecharam acordos com os Estados Unidos e
a própria EU. Interessante observar que as
indústrias farmacêuticas estão exigindo 4
(QUATRO) ANOS DE ISENÇÃO DE
RESPONSABILIDADE CIVIL para as vacinas
contra a COVID-19 porque elas não podem
correr riscos. E nós, podemos?... Será que
essas vacinas anti-COVID-19 são acima do
bem e do mal?!

Existe risco com diversas vacinas, sim. E não é


baixo! O cientista renomado e Professor Peter
Gotzsche, um dos fundadores da plataforma
Cochrane – a referência mundial em Medicina
Baseada em Evidências –, foi expulso da
mesma por expor os riscos, “bias” (vieses) e
corrupção (isso mesmo, corrupção) envolvendo
os estudos da vacina anti-HPV, em função do
patrocínio de 1,15 milhões de dólares que a
Cochrane aceitou da Fundação Bill e Melinda
Gates. Onde foram parar as regras de
Compliance (conformidade) da Cochrane,
considerada até então a “meca” da Medicina
Baseada em Evidências?!

No Brasil, o cenário não é diferente. Para a


introdução da vacina anti-HPV, por exemplo, é
possível identificar no documento de 2012 “A
mídia na divulgação do HPV e sua prevenção:
uma reflexão sobre experiências internacionais
e o cenário brasileiro” a estrutura montada para
“convencer” que a referida vacina era digna de
ser utilizada pelas crianças e adolescentes
brasileiros e que deveria ser incorporada no
SUS. O resto já sabemos.

Evento vacinal adverso é infrequente, mas não


é raro, apenas é raramente reportado. Um
estudo de uma agência federal norte-americana
(AHCR), prima-irmã do CDC, estima 1 reação
vacinal a cada 39 vacinas aplicadas (2,6% da
vacinação em geral). Enquanto isso, a
subnotificação dos eventos adversos vacinais é
estimada em até 99%, conforme estudo de
Harvard Pilgrim (aposto que você nunca ouviu
falar...), que pode ser facilmente consultado no
Pubmed. Há centenas de ações indenizatórias
em andamento nos USA, Canadá e Japão
movidas por vítimas da vacina Gardasil (uma
das vacinas anti-HPV) - sem falar na ação
envolvendo 700 meninas na Colômbia – um
processo judicial de 160 milhões de dólares - e
também das vacinas Zostavax e Shingrix (anti-
herpes zoster). Veja o escândalo da vacina da
dengue (Dengvaxia) nas Filipinas com
centenas de crianças mortas. Pesquise sobre
ASIA (Autoimmune Syndrome Induced by
Adjuvants). Dê um Google em “Síndrome da
Guerra do Golfo”. Pesquise sobre os trabalhos
do Professor Christopher Exley. E sobre POTS,
já ouviu falar? E sobre PANS? Não, nada a ver
com utensílios de cozinha... E de narcolepsia?
Durante a epidemia de gripe suína em
2009/2010, pelo menos 1300 crianças na
Europa desenvolveram narcolepsia, um grave,
incapacitante e incurável distúrbio do sono.
Diversos estudos associaram o surgimento da
doença à utilização da vacina Pandemrix
(contra a gripe causada pelo vírus A, H1N1), a
qual continha o adjuvante AS03, à base de
esqualeno, um composto orgânico originário do
óleo de fígado de tubarão. Apesar de não ter
ficado suficientemente esclarecido se a causa
seria propriamente o adjuvante utilizado, é
importante que as pessoas saibam, por
exemplo, que o referido ingrediente será o
mesmo utilizado em várias vacinas em
desenvolvimento para COVID-19...coitados dos
tubarões...Será que alguém que foi afetado ou
vive o drama de alguém atingido pela
narcolepsia induzida pela vacina da gripe
deverá ser forçado a receber uma vacina
experimental contendo o mesmo adjuvante?
Não me parece nada empático. Forçar alguém
a violar a sua intangibilidade corporal é algo
violentíssimo e os argumentos que tenho visto
não justificam excepcionar esta regra imemorial
de direito natural. Precisamos lembrar que o
consentimento é o “pequeno detalhe” (bem
“pequeno” mesmo...) que diferencia uma
relação sexual consensual de um estupro.

A maioria das pessoas, mesmo médicos, abre a


boca para falar a favor da importância e
principalmente da “segurança” das vacinas em
geral sem nunca terem lido uma única bula
deste tipo de MEDICAMENTO; sequer sabem o
que é VAERS. Na maioria dos países do
mundo, vacina NÃO é obrigatória e onde há
obrigatoriedade ou calendário vacinal mais
extenso, os “outcomes” (desfechos) em termos
de saúde coletiva e mortalidade infantil não são
melhores. Conhecia este “detalhe”? O Japão,
por exemplo, possui um dos calendários
vacinais mais enxutos e também possui,
“coincidentemente”, um dos índices mais
baixos de mortalidade infantil. O Japão retirou a
vacina anti-HPV da disponibilidade de uso
regular, em função do reconhecimento dos
danos neurológicos associados. Em 2013.

No entanto, existem duas situações bem mais


sérias:

1- ocorrer exatamente o OPOSTO que uma


vacina promete. Uma dupla de pesquisadores
franceses oncologistas constatou que nos
países em que as campanhas de vacinação
contra o HPV foram mais bem-sucedidas, as
taxas de câncer de colo do útero aumentaram,
ao invés de caírem. Estamos falando de países
como a Austrália, Suécia, Noruega e Grã-
Bretanha. O pior: a vacina anti-HPV não só
NÃO preveniu, como acelerou a história natural
da doença, acometendo mulheres jovens na
década entre 20 a 30 anos de idade ao invés
da esperada ocorrência a partir dos 50 anos.
Esta vacina atualmente é recomendada para
meninas a partir de 9 anos e para meninos a
partir de 11 anos de idade em todos os
continentes, inclusive no Brasil. Insanidade
define. Quem se responsabiliza por isso?

2- a vacina anti-HPV vem sendo associada a


irregularidades do ciclo menstrual, relatos de
falência ovariana precoce, menopausa
prematura e decorrente infertilidade. Dados do
VAERS, publicados em julho de 2020, na
revista Nature –
https://www.nature.com/articles/s41598-020-
67668-1. Sem mais comentários.

Por incrível que possa parecer, é muito raro


encontrar alguém genuinamente “anti-vacina”.
A imensa maioria apenas deseja preservar o
direito de exercer o consentimento informado
(princípio básico da Ética Médica). Outros já
foram vítimas ou conhecem alguém próximo
que sofreu algum dano vacinal. A Medicina
“one size fits all” não combina com
compulsoriedade. Há vários genes de
predisposição de evento adverso vacinal e
nenhuma empresa produtora de vacinas
investe em pesquisa porque não há interesse
em identificar subgrupos de indivíduos
vulneráveis. Afinal, é mais fácil fazer
campanhas de vacinação em massa, em
escolas, vacinando crianças
indistintamente...para quê gastar com isso, se a
campanha de marketing já “garante” a
adesão?...um estudo recente, desenvolvido em
julho de 2020 pela Universidade de Yale (USA),
envolvendo 4000 voluntários em apenas 3
semanas, identificou as estratégias de
comunicação mais eficientes para “convencer”
alguém a tomar “aquele produto sempre
seguro” destinado a prevenir a pandemia...

Você já ouviu falar da mutação MTHFR? Pois


é... existe. Quem apresenta a mutação MTHFR
possui desordem no metabolismo dos folatos,
além de interferência nos processos de
metilação e detoxificação do organismo,
cruciais para resposta imunológica adequada e
prevenção de eventuais danos vacinais,
inclusive os decorrentes de exposição aos
adjuvantes (metais tóxicos mercúrio e alumínio,
por exemplo) utilizados na maioria das vacinas
do calendário vacinal corrente.

É mais fácil e mais barato disseminar notícias


falando somente dos benefícios das vacinas,
sem esclarecer sobre os riscos. Infelizmente, o
“corpo docente” (os “professores”) de muitos
brasileiros - e até de muitos médicos, o que é
bem desanimador - é a televisão. Vacina não
deveria ser tabu. Pesar os prós e contras de
cada uma das vacinas deveria ser normal e até
recomendável. Mas não é. Afinal, vacinam-se
em geral CRIANÇAS SAUDÁVEIS, com o
objetivo de prevenir a ocorrência de doenças
comuns da infância (também doenças
incomuns) e até mesmo diminuir a gravidade
dessas, caso ocorram. Infelizmente presenciar
uma criança saudável adoecendo POR CAUSA
de uma vacina não é uma boa experiência.
Vale lembrar que a história de sucesso de
algumas vacinas não se estende às demais
“automaticamente”. Não podemos abordar
sobre questões de saúde de galinhas e zebras
de forma semelhante. E nem assumir que o
acontece com galinhas acontecerá com zebras
apenas pelo fato de que são animais...mas isto
é exatamente o que se faz com as vacinas em
geral ! “A vacina da hepatite B/galinha é
extremamente eficaz, assim como a vacina
tríplice viral/zebra”...mais ou menos assim...
Silogismos dessa natureza não são aplicáveis,
embora muitos pensem o contrário.

Pesquise os dados preliminares de eventos


adversos da vacina de mRNA da Moderna e
Pfizer, por exemplo, e faça uma análise
honesta se ela se justifica no momento... Ainda
no estado incipiente das coisas que
vivenciamos, já estão surgindo diversas
preocupações reflexas quanto à segurança. Um
grupo de pesquisadores acabou de publicar um
alerta ponderando que algumas vacinas contra
COVID-19 que utilizam “recombinant
adenovirus type-5 (Ad5) vector” podem
aumentar o risco de contrair o vírus HIV ou
gerar resultados falso-positivos. Quem
imaginaria que uma vacina poderia interferir no
risco de contrair HIV? E o que mais não
sabemos nem imaginamos? E o que mais nos
surpreenderá nos próximos meses e anos?
Depois não vai adiantar chorar o famoso leite
derramado... afinal, com o sistema imunológico
não se brinca.

Infelizmente somos condicionados a acreditar


que vacina é “apenas soro fisiológico com
pedacinho de vírus morto que só causa
vermelhidão no local da aplicação”. No máximo,
uma “febrinha”, que logo passa...#sqn. Quem
trabalha com distúrbios de
neurodesenvolvimento e doenças autoimunes
sabe que os relatos de pais de pacientes
(crianças) fazendo associações temporais com
vacinas não são raros. Considera-se evento
adverso vacinal a reação que acontece ATÉ 42
dias após a aplicação de uma vacina de vírus
vivo. Ora, os anticorpos de algumas vacinas
duram mais de 14 anos...se o objetivo
primordial de uma vacina é induzir anticorpos e
imunidade duradoura, por que motivo não
poderia eventualmente também “dar errado”,
com reações indesejadas ultrapassando o
número estabelecido de 42 dias? E as doenças
autoimunes, só acontecem ATÉ 42 dias? Claro
que não. Aliás, quase nunca doenças
autoimunes acontecem até 42 dias...Sem falar
na possibilidade de morte súbita após uma
vacina. “Não, isso é IMPOSSÍVEL!” É possível
SIM! É certo que correlação não prova
causalidade, mas parece no mínimo
questionável obrigar alguém que está
convencido de que uma imunização pretérita
causou algum tipo de dano ao seu organismo
(ou ao de alguém querido), a ser forçado a se
submeter novamente a procedimento
semelhante, correndo novamente o risco.
Quem assume a responsabilidade por esse
risco?
Outro ponto: se uma vacina é eficaz e cumpre o
seu papel, como é que se explica o argumento
que “um indivíduo NÃO-VACINADO colocará
“EM RISCO” um indivíduo VACINADO”, em
teoria já protegido pela vacina objeto da
discussão?! Essa conta definitivamente não
fecha. Aí entra o “argumento” da imunidade de
rebanho...de volta aos animais...

Vale esclarecer que o argumento de que “o


direito individual acaba onde começa o
coletivo” é uma falácia. Nesta toada de retórica
rasa, em breve estarão justificadas:

1- a doação obrigatória de órgãos (afinal, por


que você não quer doar o fígado ou os rins do
seu parente morto?! “Que absurdo...”)
2- o exame de HIV compulsório (temos o
“direito” de saber se o outro não está infectado
com o tal vírus mortal...aliás, relembrando, até
hoje não existe vacina para este vírus...)
3- o toque de recolher nas comunidades com
alto índice de violência
4- o confisco de grandes fortunas (“hummmm,
pera aí, isso não...”)
5- o tabelamento de preços de insumos e
procedimentos médicos
6- etc, etc, etc, etc, etc...
Pois é...você já parou para pensar que TUDO,
absolutamente TUDO que uma pessoa faz
interfere na esfera de outra pessoa, até mesmo
seus hábitos alimentares e de consumo? Será
que podemos dizer que uma pessoa que
compra um jatinho para uso particular está
matando o semelhante por conta da emissão
excessiva e desnecessária de CO2, da
contaminação da atmosfera com resíduos de
combustível do seu avião? Indivíduos que
consomem junk food, refrigerantes, bebidas
alcoólicas, fumam, não praticam atividade física
etc, adoecem com mais frequência e causam
incremento de demanda no sistema de saúde
e, por isso, também afetam a saúde coletiva,
em última análise. Vamos então ditar o que as
pessoas podem comer e beber ou “apenas”
informá-las para que exercitem o seu livre
arbítrio? Não é demais dizer que estilo de vida
também pode configurar fator de risco para
diversas doenças, inclusive para COVID-19,
afetando negativamente a saúde coletiva. E a
desnecessária e excessiva propaganda
institucional dos entes federativos,
principalmente em época de eleições? Este
dinheiro não seria melhor empregado em saúde
pública? Em segurança? Vamos proibir também
e exigir melhor uso do NOSSO dinheiro ?...
Enfim, os exemplos são virtualmente infinitos.
Há muito mais variáveis entre o céu e a terra
do que a imensa maioria supõe. O argumento
da autoridade (“a OMS recomenda...”, “o
Ministério da Saúde do Mandetta...” e o seu
ridículo “Fique em casa esperando piorar ou
morrer para ferrar o Presidente”, “a revista
Lancet publicou um estudo...” etc) já se
mostrou falho e enviesado em diversas
oportunidades. Erros e mais erros, idas e
vindas de opiniões desencontradas. A análise
de “risco versus efetividade versus benefício”
deve ser individual. Ou pelo menos deveria...o
que é risco tolerável para um, pode não ser
para o outro. A herança genética nos fez
diferentes. A epigenética nos fez únicos.
Lembre-se disso da próxima vez que for achar
“natural” ser inoculado com materiais atípicos
como se isso fosse a única solução para a
COVID-19.

O papel do governo é informar, educar e


conscientizar, jamais forçar. Sem informação
adequada, o consentimento é viciado.
Infelizmente, em matéria de vacinas, muita
informação é suprimida a pretexto de assegurar
o “bem maior”, blindando a fé irrefletida que a
maioria das pessoas deposita em matéria de
imunizações, até mesmo por conta da
costumeira complacência e omissão de uma
significativa parcela da mídia economicamente
comprometida com interesses de parceiros
comerciais, patrocinada com dinheiro
questionável. Sem falar nos “fact checkers” e
nos “divulgadores de Siência”. Deus nos proteja
desses “caçadores de pseudocientistas”! Vale
lembrar que o consenso combina apenas com
política, ao passo que a fé casa com religião.
Nada disso, todavia, combina com ciência de
boa qualidade. Toda discussão é bem vinda e
deve ser respeitada. Pelo menos deveria ser
assim. Questionar possíveis riscos envolvendo
um procedimento médico, inclusive alguma
vacina (vacinas são MEDICAMENTOS
imunobiológicos), não torna alguém
“terraplanista”, “genocida”, “a favor da volta da
poliomielite”, “responsável pela volta do
sarampo” ou “líder do movimento anti-vacina”.
Enfim, tais questionamentos não deveriam
servir de pretexto para assassinatos de
reputações, muitas vezes orquestrado por
lobistas profissionais disfarçados de
“assessorias de imprensa” e “public affairs” de
organizações que possuem tentáculos bem
definidos em organismos regulatórios ao redor
do mundo e que detém recursos humanos e
financeiros virtualmente ilimitados. Neste
contexto, entretanto, fortes conflitos de
interesses ou até mesmo desinformação
tornam essa realidade diferente. Para entender
melhor este contexto, vale a leitura do artigo
“Pharmaceutical Companies’ Role in State
Vaccination Policymaking: The Case of Human
Papillomavirus Vaccination” -
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC
3483914/.

Ilustrativamente, em outra seara, a maioria das


pessoas recebe com prudência e cautela os
“conselhos” do gerente do banco – o
“especialista em investimentos” - sobre como
aplicar o SEU dinheiro. As pessoas, cientes
dos riscos e potenciais conflitos, se certificam
de que aquilo que está sendo oferecido é, de
fato, o mais conveniente de acordo com a sua
particular realidade; ainda assim, muitos
preferem deixar o dinheiro na velha e
conhecida poupança, com medo dos...
RISCOS. A referida analogia, pode ser
extensível, em muitas situações, ao modo
como cuidamos da nossa saúde. Dentro desse
cenário, as pessoas têm o DIREITO de
questionar e exigir respostas satisfatórias sobre
procedimentos médicos e vacinas em geral. E
com as vacinas da COVID-19 não pode ser
diferente. Ou você realmente acha que galinhas
e zebras são iguais? Atenção que pode dar
zebra. Pior: podemos matar a galinha dos ovos
de ouro, a nossa SAÚDE.

Por enquanto é só. “Só”.


Ah, VAERS significa “Vaccine Adverse Event
Reporting System” – acesse:
https://vaers.hhs.gov/. E se quiser explorar
eventos adversos de medicamentos e vacinas
em geral, acesse www.vigiaccess.org e digite,
por exemplo, “HPV vaccine”. Se ainda não se
convencer, pesquise na internet sobre os casos
de danos neurológicos desse lixo inútil e
perigoso que ocorreram e/ou continuam
ocorrendo no Estado do Acre – lá existe um
“cluster” de cerca de 110 crianças lesadas. É
triste, mas é verdade. E esse “pequeno
universo” de danos pode se ampliar de forma
exponencial se essas vacinas anti-COVID-19
forem aplicadas a toque de caixa, sem os
devidos cuidados, responsabilidade e
responsabilização, com aprovações
emergenciais que só atendem à ansiedade
coletiva e favorecem os bolsos que já
conhecemos. A principal regra básica da
Farmacovigilância está sendo desrespeitada: o
tempo de observação.

Reflita, informe-se, pense. E tome cuidado com


as zebras. Muito cuidado.

*Referências*:
*ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE CIVIL
EM RELAÇÃO À VACINA CONTRA COVID-19*
• https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-
chade/2020/10/08/acordo-de-base-revela-que-
astrazeneca-impos-restricoes-ao-brasil-na-
vacina.htm
• https://conexaopolitica.com.br/ultimas/gigante-
farmaceutica-astrazeneca-deve-ser-isenta-de-
reivindicacoes-de-responsabilidade-por-efeitos-
colaterais-nocivos-da-vacina-contra-o-
coronavirus/
• https://www.ictq.com.br/industria-
farmaceutica/1960-industria-quer-protecao-
legal-se-vacinas-contra-covid-19-derem-
problemas?
fbclid=IwAR10DzNWVopeeBqyrpzEg81Li70wA
YIH6pmX8dXVXAdIHfNHbNQu24QRmR8
• https://eur-lex.europa.eu/legal-
content/EN/TXT/HTML/?uri=CELEX
%3A52020DC0245&from=EN%3A%2F
%2Fwww.europarl.europa.eu%2Fdoceo
%2Fdocument%2FP-9-2020-
004650_EN.html&fbclid=IwAR1OzDLun5g75jZ
mpzqBQz2ChLRld2tznd6wdobO9CMr8ehyb4lc
DtZjURM
• https://www.ft.com/content/12f7da5b-92c8-
4050-bcea-e726b75eef4d

https://www.europarl.europa.eu/doceo/documen
t/P-9-2020-004650_EN.html
*EXPULSÃO DO PROFESSOR PETER
GOTZSCHE DA PLATAFORMA COCHRANE*

http://observatoriodamedicina.ensp.fiocruz.br/p
eter-gotzsche-e-a-medicina-baseada-na-
desconfianca/

https://systematicreviewsjournal.biomedcentral.
com/articles/10.1186/s13643-019-0983-y?
utm_source=other&utm_medium=other&utm_co
ntent=null&utm_campaign=BSCN_2_DD01_CN
_bmcso_article_paid_XMOL
• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30054374/

https://www.statnews.com/2018/09/16/expulsio
n-cochrane-peter-gotzsche-medicine/
• http://www.nogracias.eu/2018/12/15/my-
dismissal-is-scientific-judicial-murder-by-peter-
c-gotzsche/

https://www.bmj.com/content/362/bmj.k3472/rr-
4
• https://ebm.bmj.com/eletters?page=2&facet
%5Bpublication_date%5D=2016-2019
• https://www.gavi.org/library/audio-
visual/videos/bill-gates-explains-the-
importance-of-the-hpv-vaccine-to-women-in-
developing-countries/
• https://www.cochrane.org/news/cochrane-
announces-support-new-donor

*A MÍDIA NA DIVULGAÇÃO DO HPV E SUA


PREVENÇÃO:
UMA REFLEXÃO SOBRE EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS E
O CENÁRIO BRASILEIRO*
• https://slideplayer.com.br/slide/1251446/

*FREQUÊNCIA DE REAÇÕES VACINAIS – 1 A CADA


39 VACINAS APLICADAS*
• https://digital.ahrq.gov/ahrq-funded-
projects/electronic-support-public-health-
vaccine-adverse-event-reporting-system

https://childrenshealthdefense.org/news/vaccin
e-injuries-ratio-one-for-every-39-vaccines-
administered/

*HARVARD PILGRIM STUDY*



https://digital.ahrq.gov/sites/default/files/docs/p
ublication/r18hs017045-lazarus-final-report-
2011.pdf
• https://healthit.ahrq.gov/ahrq-funded-
projects/electronic-support-public-health-
vaccine-adverse-event-reporting-system
• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26060294/

*PROCESSOS CONTRA VACINA ANTI-HPV


GARDASIL*

https://www.baumhedlundlaw.com/blog/2020/au
gust/gardasil-lawsuit-claims-hpv-vaccine-
caused-teen-/
• https://aboutlawsuits-wpengine.netdna-
ssl.com/wp-content/uploads/2020-8-19-
gardasil-balasco-complaint.pdf

https://www.baumhedlundlaw.com/documents/Z
ach-Otto-Gardasil-Complaint.pdf
• National Plaintiffs Association for the HPV
Vaccines Lawsuits in Japan e
National Attorneys Association for the HPV
Vaccines Lawsuits in Japan: https://www.hpv-
yakugai.net/english/
https://www.japantimes.co.jp/news/2017/02/13/
national/crime-legal/suit-opens-tokyo-court-
cervical-cancer-vaccine-side-
effects/#.XdRDpFdKjIX
http://ijme.in/articles/lessons-learnt-in-japan-
from-adverse-reactions-to-the-hpv-vaccine-a-
medical-ethics-perspective/?galley=html
• 700 Women in Colombia Vaccinated with
Gardasil Sue Merck for $160 Million:
https://hetq.am/en/article/84400

*ASSOCIAÇÕES DE VÍTIMAS DA VACINA


ANTI-HPV EM DIFERENTES PAÍSES*
• Brasil – Associação Brasileira de Vítimas de
Vacinas e Medicamentos: http://abravac.ong.br/
• Colômbia – Rebuilding Hope Association HPV
Vaccine Victims:
http://www.yakugai.gr.jp/en/topics/topic.php?
id=953
• Dinamarca – http://bit.ly/1AJI0dx;
http://www.livingforlonger.com/tv2-denmark-
documentary-on-hpv-vaccine-shows-lives-of-
young-women-ruined/
• Espanha – AAVP (Association of Affected
People Due to the HPV Vaccine - La Asociación
Española de Afectadas por la Vacuna del
Papiloma Humano): www.aavp.es
• Irlanda – REGRET (Reactions and Effects of
Gardasil Resulting in Extreme Trauma, in
Ireland): http://www.regret.ie/

https://www.irishtimes.com/news/health/almost-
650-girls-needed-medical-intervention-after-
hpv-vaccine-1.3217346
• Japão – National Network of Cervical Cancer
Vaccine Victims in Japan
http://www.yakugai.gr.jp/topics/topic.php?
id=952
• Reino Unido – AHVID (UK Association of HPV
Vaccine Injured Daughters):
https://sanevax.org/uk-association-of-hpv-
vaccine-injured-daughters-ahvid/

*PROCESSOS JUDICIAIS CONTRA


ZOSTAVAX E SHINGRIX (VACINAS ANTI-
HERPES ZOSTER)*
• https://www.millerandzois.com/zostavax-
shingles-vaccine-lawsuit.html
• https://usclaims.com/news-and-tips/merck-to-
face-growing-number-of-zostavax-lawsuits/

*PROCESSOS JUDICIAIS CONTRA


DENGVAXIA (VACINA CONTRA DENGUE)*
• https://www.trialsitenews.com/philippine-
dengue-vaccine-criminal-indictments-includes-
president-of-sanofi-pasteur-their-fda/
*SÍNDROME ASIA*

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24774584

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24238833

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26948677

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22235051
• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27412294/

*SÍNDROME DA GUERRA DO GOLFO*


• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22235052/

https://www.researchgate.net/publication/12674
953_Antibodies_to_Squalene_in_Gulf_War_Sy
ndrome

*PROFESSOR CHRISTOPHER EXLEY*



https://www.keele.ac.uk/aluminium/groupmemb
ers/chrisexley/
• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31561170/
• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29307441/
• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27998561/
*POTS (Postural Orthostatic Tachycardia
Syndrome) e PANS (Pediatric Acute-onset
Neuropsychiatric Syndrome)*

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30724577

https://www.thelancet.com/journals/lanchi/articl
e/PIIS2352-4642(18)30404-8/fulltext

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30348068
• https

Marcus, [21.01.21 09:38]


://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30549499

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/30222991

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12145534

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/278671
45/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/259900
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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/258821
68/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/241028
27/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/275036
25/

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/275523
88/

*PANDEMRIX (VACINA H1N1 – GRIPE),


ADJUVANTE AS03 (ESQUALENO) E
NARCOLEPSIA*
• https://www.reuters.com/article/us-narcolepsy-
vaccine-adjuvant-idUSBRE91708V20130208
• https://en.wikipedia.org/wiki/AS03
• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23444425/
• https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22470453/

https://www.narcolepsy.org.uk/resources/pande
mrix-narcolepsy

https://www.sciencemag.org/news/2015/07/why
-pandemic-flu-shot-caused-narcolepsy
*ADJUVANTE AS03 (ESQUALENO) E
VACINAS PARA COVID-19*

https://www.fiercepharma.com/manufacturing/gl
axosmithkline-aims-to-make-1b-doses-vaccine-
booster-for-multiple-covid-19-partners

*RETIRADA DA VACINA ANTI-HPV DO JAPÃO*



https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC
5688202/pdf/40264_2017_Article_574.pdf
• https://www.tokyotimes.com/side-effects-in-
young-girls-take-gardasil-out-from-japanese-
market/
• https://www.hpv-
yakugai.net/2018/06/29/5years-english/

*AUMENTO DE CASOS DE CÂNCER DE COLO DO ÚTERO EM


PAÍSES COM CAMPANHAS DE VACINAÇÃO “BEM
SUCEDIDAS” CONTRA O HPV*
• http://docteur.nicoledelepine.fr/paradoxical-
effect-of-anti-hpv-vaccine-gardasil-on-cervical-
cancer-rate/
• https://zenodo.org/record/1434214
•https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/19155953/

*FALÊNCIA OVARIANA PRECOCE E INFERTILIDADE


ASSOCIADA À VACINA ANTI-HPV*
• Human papillomavirus vaccine-associated premature ovarian
insufficiency and related adverse events: data mining of Vaccine
Adverse Event Reporting System:
https://www.nature.com/articles/s41598-020-67668-1
•American College of Pediatrics warns of ovarian failure linked to
the HPV (Gardasil) cervical cancer vaccine. Side effect or working
exactly as designed? You already know the answer:
http://bit.ly/2kwyX2A
https://rosellecare.com/blog/53115-hpv-vaccine-gardasil-
american-college-of-pediatricians-issues-rare-warning-against-
vaccine-due-to-premature-ovarian-failure#:~:text=Failure%20RSS
%20Feed-,HPV%20Vaccine%20Gardasil%3A%20American
%20College%20Of%20Pediatricians%20Issues%20Rare
%20Warning,by%20the%20FDA%20and%20CDC.
https://www.acpeds.org/the-college-speaks/position-
statements/health-issues/new-concerns-about-the-human-
papillomavirus-vaccine
• Adolescent Premature Ovarian Insufficiency Following Human Papillomavirus
Vaccination: A Case Series Seen in General Practice:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/26425627/

• Human papilloma virus vaccine and primary ovarian failure:


another facet of the autoimmune/inflammatory syndrome induced
by adjuvants.: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/23902317/
• A link between human papilloma virus vaccination and primary ovarian
insufficiency: current analysis:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/26125978/

•Premature ovarian failure 3 years after menarche in a 16-year-


old girl following human papillomavirus vaccination:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/23035167/

*TÉCNICAS DE CONVENCIMENTO PARA ESTIMULAR VACINA


ANTI-COVID*
• Universidade de Yale:
https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT04460703
•https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/cristia
ne-segatto/2021/01/13/covid-12-estrategias-
para-aumentar-a-adesao-a-vacinacao-quando-
ela-comecar.htm?
fbclid=IwAR3kT1MhkXY2cQ6xD3XrOV_uO2Fd
KRfEkemaZr2hdzGM9kqCoja0FSK57og

*MUTAÇÃO MTHFR*
•https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2594896
0
•https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24776096-a-
key-role-for-an-impaired-detoxification-
mechanism-in-the-etiology-and-severity-of-
autism-spectrum-

*DADOS PRELIMINARES DE INCIDÊNCIA DE EFEITOS


ADVERSOS DA VACINA DE MRNA DA MODERNA*
•https://www.bloombergquint.com/amp/business
/moderna-vaccine-produced-antibodies-in-all-
patients-tested
•https://www.rxlist.com/moderna-covid-19-
vaccine-side-effects-drug-center.htm

Marcus, [21.01.21 09:38]


*INCREMENTO DE RISCO PARA INFECÇÃO
POR HIV E DE FALSO-POSITIVO EM
ALGUMAS VACINAS PARA COVID-19*

https://www.forbes.com/sites/roberthart/2020/10
/20/researchers-warn-some-covid-19-vaccines-
could-increase-risk-of-hiv-infection/

https://www.thelancet.com/journals/lancet/articl
e/PIIS0140-6736(20)32156-5/fulltext
• https://www.bbc.com/news/world-australia-
55269381#:~:text=A%20promising
%20Australian%20candidate%20for,University
%20of%20Queensland%20(UQ)

*EVENTO ADVERSO VACINAL SOMENTE


ATÉ 42 DIAS APÓS VACINAÇÃO*

https://www.hamilton.ca/sites/default/files/media
/browser/2014-12-12/adverse-events-following-
immunization-reporting-criteria.pdf

https://www.who.int/vaccine_safety/publications
/aevi_manual.pdf
• https://open.alberta.ca/dataset/d86b52a9-
45f4-4948-8a06-
53b2c045135e/resource/f2da2a7a-e350-4bab-
b2c2-77677beeb22b/download/aip-adverse-
events-following-immunization-policy.pdf

https://www.publichealthontario.ca/-/media/docu
ments/F/2018/factsheet-aefi-healthcare-
providers.pdf?la=en
*MORTE SÚBITA ASSOCIADA À VACINAÇÃO*

https://journals.lww.com/amjforensicmedicine/fu
lltext/2019/09000/sudden_infant_death_after_v
accination__survey_of.5.aspx
• Potential cross-reactivity between HPV16 L1
protein and sudden death-associated antigens:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/216990
23/

http://www.elavtoit.com/vaktsineerimised/TEAD
USUURINGUD/death-after-quadrivalent-human-
papillomavirus-hpv-vaccination-causal-or-
coincidental-2167-7689.S12-001.pdf

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/m/pubmed/183611
51/
• http://bit.ly/29A7jY6

*CLUSTERS DE EVENTOS ADVERSOS


RELACIONADOS À VACINA ANTI-HPV*
• Current Safety Concerns with Human
Papillomavirus Vaccine: A Cluster Analysis of
Reports in VigiBase®️ (2017):
https://link.springer.com/article/10.1007/s40264
-016-0456-3