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Introdução: A vida cristã não é um parque de diversão, nos estamos em uma missão, e uma

guerra e não existe acordo de paz com o nosso inimigo, ele está sempre buscando nos
derrubar

1. Chamada Cristã (Ef 4: 1-16)

O apóstolo começa enfatizando a chamada cristã, isso é tão importante, que ele usa um
reforço de linguagem para evidenciar isso e coloca duas palavras juntas que quase gera uma
redundância: chamados e vocação, mas na verdade só demostra a importância da chamada
Divina. William Barclay (1985) nos fala que a vida cristã é uma convocação (chamado) ao
dever. Também tem a ideia de alguém que é chamado a prestar conta.

Irmãos, não podemos pensar, que a chamada de Deus, é sem responsabilidades, Deus nos
chamou a uma nova realidade, e não podemos achar que isso é para vivermos sobre os nossos
princípios e a nossa maneira. Fomos convocados para participar de algo muito grande e vamos
ter que prestar conta desta vocação, foi nos dado um dever uma obrigação pelo próprio Deus,
e teremos que dar conta desta vocação a ele.

Paulo usa o verbo andeis a ideia que essa palavra trás é andar por toda parte, mas
figuradamente ela pode ser traduzida por viver ou então, vivendo por toda parte, ou onde eu
estiver tenho que dignificar e está de acordo com a vocação da Deus.

Diante desta vocação não existe espaço para vaidade, mas existe uma forma, uma modelo,
um padrão para executar a tarefa de Deus (v.2). O primeiro conteúdo desta vocação é
humildade (significa: ter uma opinião modesta de si mesmo) a outra é sustentar (suportar com
equanimidade Temperamento ou ânimo que não se altera em qualquer situação.
Imparcialidade; modo de julgar neutro; opinião isenta de preferências pessoais.). Porque
fomos chamados à unidade, mas sem esses dois conteúdos, é impossível ter unidade, se eu
não tenho humildade e não estou suposto a suportar o outro, não conseguirei guardar a
unidade do Espirito (V. 3).

Apóstolo lança esses princípios que se encontram no plano das ações humanas antes de
apresentar o plano das ações espirituais, mostrando que a fé cristã é não está alienada da vida
na terra, mas a partir dela que o crente constrói a sua espiritualidade e ralação com Deus.
Mais uma vez Paulo vai falar da unidade cristã, do Corpo de Cristo e da edificação deste corpo,
como vimos nas lições anteriores, quando Paulo está falando de Edificação do corpo, ele não
está pensando em manutenção, mas na verdade na expansão deste corpo. No versículo 13
Paulo vincula a edificação deste corpo ao conhecimento de Jesus, quando mais nítida fica essa
revelação do Cristo, mas a igreja se firma, se uni, cria bases mais sólidas e por isso, consegue
expandir o corpo enxertando novos membros nele. Abrindo um parêntese aqui. Você em
algum momento, já expandiu o corpo de Cristo? Você já enxertou alguém neste corpo? Você já
levou alguém a Cristo? Já compartilhou pessoalmente o amor de Cristo com alguém?

Internamente o mecanismo de edificação interna do corpo é dado por CRISTO. O amor é


coluna vertebral do corpo, Ela liga a cabeça da para que esse Corpo tenha mobilidade.
2. Santidade Cristã (Ef 4:16-5:1-21)

Não teremos tempo aqui, de percorrer sobre todos esses versículos, por isso daremos saltos,
mas é importante o leitor tenha lido todo esse texto para entender contexto das ideias.

A santidade Cristã é uma chamada uma mudança de vida radical de vida, onde necessário que
deixar as práticas mundanas, muitas vezes aderimos a uma religiosidade que está mais
preocupado coma a aparência externa e aquilo que as pessoas podem pensar sobre nós, mas
Deus nos chama a abandonar o pecado que está dentro de nós, mais isso só é possível a partir
de um aprendizado com o próprio Cristo, é nele que devemos buscar refúgio, mas também é
necessário não permitir que o Diabo nos induza ao pecado pela concupiscência.

A santidade Cristã não está relacionada uma vida pautada em práticas religiosas, mas estar
pautada em um relacionamento, quanto mais eu me relaciono com Cristo, quanto mais
próximo eu chego dele, mais ele modifica minha vida e me purificada de todo pecado, e
quando mais eu me submeto a ele, mais o meu eu carnal morre.

Uma coisa tem que ficar clara, não existe santidade sem obediência, Deus nos chamou a
unidade do amor, ao servir da proclamação da sua salvação e anunciação do seu reino
vindouro.

3. Deveres Cristãos nos relacionamentos (Ef 5: 22-6:1-9)

Podemos resumir aqui essa porção da Bíblia, atentando par nossa responsabilidade como uma
tipologia da relação entre Cristo e a Igreja, a relação familiar conjugal e uma tipologia da
relação entre Cristo e a Igreja, de nenhuma forma, Cristo como noivo, defrauda sua noiva,
muito pelo contrário, ele a honra e se entrega por ela, e esse ato de puro amor, atrai a noiva,
ganha o seu amor. Diante da entrega de tão grande amor, a noiva não tem outra opção, que
não seja corresponder esse amor. Esse é modelo bíblico, modelo da entrega, onde existe
entrega a partir do ato de amor, nada é pesado e ninguém e oprimido, muito pelo contrário,
existe o prazer em servir, e existe o prazer em honrar. Tendo a entrega de Cristo como modelo
das relações familiares e até mesmo a relação entre o senhor e seu servo é uma relação de
respeito e cuidado.

4. Armadura de Deus (Ef 6: 10-20)

Efésio 6:10 -20 é um texto muito conhecido, e para nós da Pib da Trindade, não tem como ler
esse texto e não lembra da nossa saudosa Guerreira de Oração, Irmã Adelir. Mas voltando ao
texto, ele está centralizado em algumas palavras que muitas vezes passam despercebidas e
que na verdade, são elas as mais importante para entendermos essa passagem. Nós por
separámos as coisas, achamos que só ações rituais são espirituais, Paulo aponta para outra
coisa.

Cingir os vossos lombos: Preparar para o trabalho, na guerra espiritual, o crente tem que está
preparado para trabalhar para o senhor Jesus.

Verdade: Sabemos que a afirmação do que é correto, do que é seguramente o certo e está
dentro da realidade apresentada. Mas a Bíblia também se refere a Cristo como a verdade.
Então nossa primeira parte da armadura é verdade essa dupla verdade. A verdade de uma vida
correta e verdade que encarnou e habitou entre nós. Quando estamos na verdade, e
praticamos a verdade ela opera em nossas vidas e nos guarda das mentiras do Diabo. A
verdade é uma arma poderosa na guerra espiritual. Ela é uma arma de defesa

Evangelho da paz. As boas novas de salvação é produtor de Paz. O evangelho é poder de DEUS
e ele é um poderoso tratado de paz entre os homens em guerra, ele derriba o muro de
separação entre os homens, ao calçar o evangelho, necessariamente devemos ir em direção
àqueles que estão sobra às garras de satanás e derrubar um murro de separação. Quando
fazemos isso estamos marchando em direção às portas do inferno, e quando a Igreja faz isso,
as portas do Inferno não resistem.

Fé. A nossa fé é uma arma de defesa, e quando usamo-la, em consonância com a verdade. o
Diabo não tem como lançar os seus dardos. Mesmo quando ele lança, nós temos
discernimento para ver esses dados. Sem fé é impossível agrada a Deus.

Salvação. “Tomais também o capacete da salvação” satanás ataca a mente. Essa foi à
estratégia que ele usou para derrotar Eva. Essa peça da armadura fala de uma mente
controlada por Deus. O crente que estuda a palavra está firme na palavra de Deus

Palavra de Deus. A palavra de Deus é a arma mais poderosa que temos para vencer as guerras
espirituais, lembrando que a palavra encarnou e habitou entre nós, vimos o resplendor da sua
glória, se estamos nesta palavra venceremos.

Oração. Oração é uma arma de ataque e defesa ao mesmo tempo, podemos através dela,
atacar na linha de frente no inimigo e desta forma romper as suas linhas de frentes de
estratégias, com ela podemos limpar o terreno e subjugar. A oração não pode ser vencida.
Oração também pode ser usada como arma de defesa, com ela podemos resistir os ataques e
em casos especificou, libertamos pessoas da posse de satanás.

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