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SUMÁRIO

Introdução .......................................... 1

Sobre o autor ...................................... 2

Capítulo 1
Busca da perfeição no uso da gramática .. 3

Capítulo 2
Vocabulário descontextualizado ............ 10

Capítulo 3
Esperar a hora certa para falar ............. 16

Conclusão ......................................... 24
INTRODUÇÃO

Neste E-book você vai encontrar 3 (três) dos


principais erros que todo estudante de inglês
comete. Se você não quer fazer parte dessa lista
de estudantes que infelizmente boicotam, muitas
vezes inconscientemente, seu próprio
 
aprendizado, leia até o. final.
E u q u e r o, n e s t e e - b o o k , d i s c u t i r e s s e s
problemas, mas também apresentar as soluções
mais eficientes.
Juntos vamos aprender algumas técnicas
poderosas que com certeza irão fazer seu inglês
decolar.
Abraços,
Teacher Lory.

1
SOBRE O AUTOR
Lorena Carvalho, a
Teacher Lory
é autodidata na língua inglesa e

coleciona em seu acervo pessoal

variadas técnicas e metodologias para

o aprendizado do idioma.

É uma entusiasta apaixonada pelo

idioma que se tornou professora de

inglês e se especializou no Ensino de

Língua Inglesa e agora resolveu dividir

todo seu conhecimento no intuito de

ajudar outras pessoas, que assim

como ela, estudam inglês por conta

própria.

Lorena busca atingir o máximo de

pessoas possível com suas dicas de

como aprender da forma mais

eficiente e eficaz possível e sozinho.

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CAPÍTULO 1
Busca da perfeição
no uso da gramática
e pronúncia
Esse é um dos principais erros que um estudante de
idiomas pode cometer e uma das razões mais fortes que
fazem muitos estudantes desistirem de aprender inglês.

E você sabe qual o motivo? Vamos pensar juntos!

Eu não sei se você tem criança no seu entorno familiar,


mas se tiver comece a reparar nesse pequeno e veja
como ele interage com o mundo enquanto aprende sua
língua materna.

Ele apenas ouve! Durante pelo menos 1 ano de sua vida


 
a criança apenas decodifica a mensagem recebida
através de sons e gestos e não em palavras.

Mas vamos continuar pensando no aprendizado da


criança. Daí esse pequenino chega aos 2 anos de idade
e segue para o início da vida escolar e vai aprender
gramática da língua portuguesa, certo? ERRADO!

As crianças vão para a escola para, além de experienciar


a socialização, aprender códigos e vocabulário (muitas
vezes introduzido em frases feitas) que possam facilitar
a sua comunicação no contexto cotidiano.

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Aliás por falar em comunicação, devemos lembrar que a
função da língua é comunicar, transmitir uma
mensagem e nós não precisamos ser experts em
gramática para estabelecer uma comunicação entre duas
pessoas.

Do contrário estaríamos afirmando que toda pessoa adulta


que não teve acesso ao ensino e as toneladas de aulas de
gramática não é capaz de se comunicar em português,
certo? Mas daí, você indaga:

“Mas ela não fala tudo certinho professora. Ela fala


 
poBrema e não probLema”

Verdade! Mas ela consegue se comunicar? Ela vai à padaria


e volta com a quantidade certa de pães? Se sim, então ela
usou a língua da forma mais correta possível.
Por favor! Não me entenda mal. A intenção aqui não é fazer
apologia ao erro e levantar uma bandeira que o estudo da
gramática é dispensável (porque não é).

Estudar gramática é importante e vai te ajudar bastante


com o progresso no idioma, mas talvez começar seus
estudos com foco em gramática não seja a melhor das
alternativas. Melhor seria estudar gramática apenas quando
você precisasse dela, concorda?
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Se estudar gramática garantisse fluência na língua inglesa,
todos nós estaríamos fluentes há muito tempo, certo?! Por
que durante toda a nossa fase escolar é o que mais
fazemos nas aulas de inglês: estudamos gramática!

Quem não se lembra do famoso Verbo TO BE (ou TOBIAS


como os meus alunos apelidaram?) Conseguimos
reconhecer esse verbo facilmente quando escrito num
texto, porém poucos estudantes conseguem utilizá-lo na
comunicação oral de forma natural, sem pelo menos parar
para pensar se o “ARE” é usado com YOU ou SHE.

  O excesso de preocupação
com a gramática e
pronúncia perfeita tem
feito muitos estudantes
desistirem da caminhada
em direção a fluência.

A grande verdade é que a gente espera falar inglês num


curto espaço de tempo, estudando pouco e exatamente
como um nativo.

Bem, essa minha afirmação dá pano para manga, né? Rs.

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Outro dia, na sala de aula uma aluna muito querida me
questionou sobre a diferença entre pronúncia e sotaque e
tivemos uma discussão bem bacana a respeito. Bem, acho
que cabe aqui deixar claro a diferença entre os dois.

Enquanto o sotaque se refere a região ou país do falante, a


pronúncia é a forma correta como as palavras são ditas.

Vamos ver um exemplo. A palavra água é dita de forma


diferente pelos britânicos e americanos, enquanto o
britânico diz water (uótâ), o americano, por sua vez, diz
water (uórar). Nesse caso específico estamos falando de
accent (sotaque) que diferencia os falantes nativos do
 
inglês britânico dos falantes americanos, por exemplo.

Mas se por exemplo, nós estivéssemos analisando a


palavra coffee (café). E você, estudante de inglês,
dissesse: “Eu quero um cough (cóf) no lugar de dizer coffee
(cófi)” você estaria cometendo um erro de pronúncia que
influenciaria a compreensão e a comunicação, uma vez que
você estaria dizendo que queria uma tosse e não um café.

Consegue perceber agora?

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É importante lembrar que a pronúncia das palavras
precisa estar bem clara para que a comunicação
aconteça, mas o sotaque é opcional. Se você, assim
como eu, se identifica com um sotaque específico do
inglês e gostaria que seu inglês soasse parecido não
tem nada de errado com isso, tá?! Você vai ter que
consumir muito material que contenha esse seu
sotaque tão amado e ir repetindo sempre que tiver
oportunidade.

Então, para resumir você precisa entender que estudar


gramática e pronúncia é importante, mas não deve ser
  seu foco, especialmente no início dos estudos.

Outra coisa que você há de concordar comigo: perfeição


não existe! Podemos ser muito bons numa determinada
coisa, mas não perfeitos (podemos até parecer em
alguns momentos).

Então, não tem motivos para viver uma vida inteira


buscando a perfeição na gramática ou na pronúncia até
porque você não vai encontrar nunca!

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.............................................................................

Resolvendo o
problema!
.............................................................................

Mas se você é um daqueles lunáticos por gramática e não


consegue dissociar o aprendizado da língua as regrinhas
gramaticais, tenho uma dica para você.
Que tal estudar gramática contextualizada? Já ouviu
falar?

Você pode fazer isso estudando um texto (do seu nível de


compreensão) ou uma música, por exemplo. Dá para
fazer também com as falas do seu filme ou série
predileta.
Essa técnica é excelente, por que você aprenderá
palavras dentro de frases e fará seu vocabulário crescer
muito e bem rápido.

Para isso, basta apenas papel, caneta, força de vontade,


dicionário (pode ser online) e uma boa gramática. Eu
indico a gramática da Oxford, mas você pode fazer isso
com qualquer uma que você tenha em casa. Afinal
estamos começando, certo?!

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De posse de todo seu material de trabalho, reserve um
cantinho silencioso e leia o texto ou a música e tente
identificar as palavras que lhe são familiares.

Depois, faça um círculo nas palavras que você não conhece


e com a ajuda do dicionário identifique essa palavra e na
gramática busque por sua função gramatical. Finalizado
todo o texto, faça a leitura em voz alta e verifique sua
compreensão.

Você já ouviu falar no ditado: Matar dois coelhos com uma


só cajadada?

É exatamente o que essa atividade faz. Na verdade, você


mata vários coelhos com a mesma cajadada rs. Estuda a
gramática, aumenta vocabulário, melhora seu listening
(capacidade de entender) e seu speaking (capacidade de
falar).

E aí, se empolgou? Que tal experimentar?

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CAPÍTULO 2
Estudar Vocabulário
descontextualizado
Sem sombra de dúvidas esse tópico deveria constar
nesse e-book, uma vez que é disparado um dos
principais problemas dos estudantes iniciantes.

Nós já sabemos que sem vocabulário é impossível atingir


fluência em qualquer idioma, mesmo na nossa língua
materna. O vocabulário é a base do processo de
comunicação e deve ser priorizado nos estudos
SEMPRE!

Acredito que exatamente por esse motivo, com


frequência, vejo estudantes desesperados em busca de
lista das principais palavras mais faladas em inglês a fim
de aumentar seu vocabulário e, para ser bem honesta,
eu já fui uma dessas pessoas rs.

Com toda certeza eu já fui a louca das 2000 mil palavras


mais faladas em inglês. Até, que um belo dia, eu percebi
que todas aquelas palavras que eu estava decorando
horas a fio só fariam sentido se elas estivessem
contextualizadas em frases, já que no inglês uma
palavra pode aparecer numa frase (exatamente com a
mesma grafia) como verbo ou substantivo, por exemplo.

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Dessa forma, nada adiantaria decorar que a palavra
record significa gravar, uma vez que ela só vai significar
gravar quando for um verbo, quando ela for um
substantivo significa “recorde” ou “disco”. Percebe agora?

Daí surge a necessidade de discutirmos a importância do


contexto no aprendizado do inglês. Mas para isso você
precisa saber exatamente o que vem a ser esse tal de
contexto, né?!

Eu, claro, fui pedir uma ajudinha ao “pai dos burros”, e


olha só que interessante o que o dicionário Aurélio traz
para definir contexto:

1.Conjunto de circunstâncias à volta de um acontecimento ou


de uma situação.
2.Aquilo que envolve algo ou alguém.
3.Conjunto de elementos linguísticos à volta de som, palavra,
locução, construção, frase, parte de discurso, etc.
4.Modo pelo qual as ideias estão encadeadas no discurso.
5.Ligação entre as partes de um todo.
6.Aquilo que envolve algo ou alguém.

Em outras palavras, o contexto é a situação por trás


do vocabulário. Oi?! Pera que eu te explico! Em
português nós também utilizamos do contexto o tempo
todo.
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Eu não sei de que região do país você é, mas eu sou
baiana, mais precisamente soteropolitana (nascida em
Salvador/BA) e aqui nós temos diversas gírias (slangs em
inglês) que talvez não façam sentido algum para uma
pessoa vinda de outra região do país. Um exemplo claro
disso é a palavra barril. Aqui em Salvador, barril há
muito tempo deixou de ser apenas o recipiente onde são
armazenados líquidos, como a cerveja ou o petróleo.

Dentro do nosso contexto soteropolitano, barril quer dizer


uma situação complicada ou perigosa que uma
determinada pessoa possa vir a passar. Se você nunca
ouviu essa expressão antes ou não sabia o que ela
significava provavelmente você não entenderia se eu te
dissesse “eu não vou sair da festa tarde, porquê a rua
vazia é barril”.

Percebeu agora o que motivo de eu ter chamado o


contexto de situação por trás do vocabulário? E consegue
entender agora o quão perigoso pode ser estudar
palavras soltas?

A gente precisa entender que o vocabulário só terá


utilidade na hora da fala se a gente souber utilizá-lo de
forma correta e nas situações propícias, caso contrário
ele vira um bando de palavras soltas ao vento, só para
gente parecer que tem um inglês bacana.
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E, eu não sei se você concorda comigo, quando você
precisa se comunicar de nada vai adiantar ter uma lista
de 2000 ou 3000 palavras faladas em inglês se você não
souber aplicar esse vocabulário todo da forma correta,
né?!

Ah! E só para contextualizar sua mente um pouco mais


(risos), barril agora também é aplicado num sentido
positivo, como na frase “esse menino é muito bom em
matemática, ele é barril”.
................................................................................

Resolvendo o
problema!
 ...............................................................
....

Mas não precisa se desesperar por que existem técnicas


em que o estudo de vocabulário pode perfeitamente ser
aplicado de uma forma muito mais eficiente. Um exemplo
claro disso é o uso de Lexical Book.

O Lexical Book nada mais é, como o próprio nome diz, um


livro de vocabulário. Nele você deve anotar todas as
palavras desconhecidas, sua pronúncia e sua função
gramatical além de duas ou três frases em que essa
palavra apareça frequentemente. E sabe o que é mais
bacana? Você só vai precisar de um caderno, uma caneta14
e boa vontade (sempre ela! Rs).
Para te ajudar nessa empreitada use um bom dicionário.
Existem muitos gratuitos e online como o Cambridge
Online, por exemplo.

O Lexical Book é uma excelente forma de desenvolver


seu vocabulário e é uma técnica que me acompanha até
hoje nos meus estudos de inglês.

Experimente e veja seu vocabulário crescer rapidamente!

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CAPÍTULO 3
Esperar a hora certa
para falar
Bem, acho que até agora estamos caminhando bem,
né? Já se identificou em alguns desses erros?

Na verdade, nesse e-book nós estamos descontruindo a


imagem meio monstruosa que fizeram do inglês para
você todos esses anos. E isso é maravilhoso!

As pessoas teimam em dizer que aprender inglês é


difícil, que é impossível aprender inglês ao nível fluente
se você não morar fora, e eles ousam a dizer até a
duração, se você não morar fora por pelo menos 6
meses.

E a grande verdade é que não existe fórmula mágica! O


único caminho para a fluência é a exposição à língua: a
imersão! E isso, também, se faz através de um
intercâmbio, mas não APENAS por ele.

Morando no Brasil, podemos simular um ambiente


imersivo ao colocar nossas redes sociais, e-mails e
configurações dos celulares em inglês, assistindo
filmes e séries e seguindo canais no Youtube que
sejam no idioma, por exemplo. 17
Mas aí, aqui estamos, chegamos ao nosso último tópico
que na minha opinião é o mais GRAVE de todos! Esse
realmente é um problema que pode se tornar um grande
obstáculo para quem quer falar inglês fluente.

A falsa ilusão de que você precisa saber mais para


começar a falar pode jogar um balde de água fria nos
seus planos de se tornar fluente.

Infelizmente, essa é a visão de muitos estudantes de


inglês pelo Brasil afora. Muita gente deixa de treinar seu
speaking simplesmente porque acredita que precisa
de um vocabulário vasto para começar a falar e esse
pensamento compromete, e muito, o aprendizado.

Embora eu acredite profundamente que devemos


oferecer ao nosso cérebro mais INPUT que OUTPUT no
início dos estudos, acho super válido treinar com um
amigo as primeiras frases que você já aprendeu no inglês
especialmente para quebrar a timidez e aquela vergonha
que a gente tem no início.

Se você é bem iniciante no inglês, deve estar se


perguntando que “diabos é INPUT e OUTPUT”. Pera, que
vou esclarecer para você.

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Input é tudo aquilo que você recebe de informação na
língua que você quer aprender, independente do formato:
frases feitas, vocabulários, diálogos etc. Esse input pode vir
na forma escrita ou oral. Por exemplo, quando você coloca
no canal do Youtube de um gringo e fica ouvindo o cara
contar a vida dele lá nos Estados Unidos, você está fazendo
input.

Considerando as 4 habilidades (skills, em inglês) que


envolve todo processo de aprendizagem de um novo
idioma, quando a gente faz input, estamos favorecendo as
habilidades de listening (capacidade de entender o que está
sendo dito) e reading (capacidade de entendimento de
textos escritos, por exemplo).

Já o Output é exatamente o contrário: é tudo aquilo que


você produz, ou seja, a escrita e a fala! Assim, toda vez
que fazemos output estamos desenvolvendo nosso
speaking (capacidade de falar) e writing (capacidade de
escrever). Mas daí você me pergunta:

Mas professora porque você falou que devemos fazer mais


INPUT que OUTPUT se esse capítulo do livro fala
exatamente da importância de falar inglês desde o
princípio?”

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Ok! Gostei do questionamento. Vamos pensar juntos.
Lembra do exemplo daquela criancinha do seu entorno
familiar que eu dei no primeiro capítulo? Vamos voltar
para ela rapidinho?

Vamos pensar naquela criança na escola com outros


coleguinhas de 2 anos. O que eles fazem na escola,
uma vez que muitos deles mal conseguem se
comunicar verbalmente? Eles ouvem! E MUITO!

Ouvem o dia todo! Ouvem a pró, depois a mãe, o pai,


a avó e por aí vai... O que eu quero dizer com isso é
que quando pequeninos desenvolvemos nossa
 
habilidade da fala (OUTPUT) através da escuta
(INPUT), uma vez que aprendemos por associação e
repetição, no primeiro momento.

Um exemplo disso é a pronúncia da palavra água, num


determinado momento da vida, ouvimos tanto a
palavra água que ela deixa de ser “aga” (leia como se
fosse um bebezinho falando rs) e vira água.

Isso significa dizer que treinamos nosso listening de


forma bastante intensa até que passamos a produzir
nosso speaking.

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Mas perceba o seguinte: embora a criancinha ainda não
saiba se comunicar perfeitamente, ela não deixa de
tentar, ou seja, ela não deixa o speaking parado.

Imagine só se nós, quando crianças, decidíssemos só


falar português quando tivéssemos um vasto vocabulário
na língua, quantos anos não demoraríamos para nos
comunicar e avisar que nossa fralda estava suja, por
exemplo?!

Então, é só isso que eu quero discutir nesse capítulo.


Vejo milhares de estudantes se boicotando todos os dias
com as mais variadas desculpas: “ah! mas eu não tenho
com quem treinar”, “mas, ninguém na minha casa fala
inglês”, “mas eu não tenho dinheiro para contratar
professor particular”, “ah! isso”, “ah! aquilo” e blá, blá...

Você já ouviu dizer que quem quer, faz?! Pois é, essa é


uma verdade que vai combater todos esses pensamentos
de auto boicote que insistem em transitar pela sua
cabeça. Esqueça por uns minutinhos os contras e vamos
analisar apenas os prós.
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Já imaginou o quanto você vai ganhar treinando seu
speaking toda vez que estiver estudando inglês? A minha
dica é a seguinte: faça bastanteeee listening e
acompanhe os áudios repetindo em voz alta o que você
está ouvindo e desencane da perfeição (a gente já
concordou que ela não existe, lembra?!).
..............................................................................

Resolvendo o
problema!
..............................................................................

Bem, para resolvermos todas as questões de speaking


  travado, eu tenho várias dicas para você. A primeira
delas pode até parecer meio estranha, mas vai por mim
se joga e você vai ver como seu speaking vai mudar.

A primeira dica é: fale sozinho e de preferência na frente


do espelho!

Não adianta a gente imaginar que vai chegar longe no


idioma se não se esforçar. Isso é fato! E se esforçar,
inclusive, para romper as barreiras da solidão do
aprendizado de uma língua estrangeira quando mais
ninguém na sua casa sabe falar essa língua.

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Falar sozinho vai permitir que você ouça como o seu
inglês soa, vai te ajudar a pronunciar corretamente as
palavras e aumentar sua confiança.

A segunda dica é: use e abuse da tecnologia!

Estamos, definitivamente, na era da informação e da


internet e devemos usá-la a nosso favor. Hoje, existe
uma infinidade de sites e aplicativos que permitem que
você conheça gente de várias partes do mundo, que
ajude e seja ajudado no aprendizado de língua
estrangeira e de quebra faça amigos superbacanas.

 
Dentre as mais variadas ferramentas, quero indicar o
Tandem e o HelloTalk por serem plataformas simples
de serem utilizadas e também por serem as que eu utilizo
atualmente.

Nesses aplicativos você pode conversar com estudantes


de inglês de várias partes do mundo ou contar com
aquela mãozinha de um nativo em língua inglesa que está
estudando português, essa foi inclusive a forma como eu
aprendi. Mas aí já é papo para outro livro rs.

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CONCLUSÃO
Aprender um novo idioma pode ser um processo
bastante desafiador e solitário, mas caminhar sozinho
é uma decisão individual. Juntos, podemos dividir
dores, experiências, fracassos e sucessos que vão
nos manter firmes na decisão de aprender inglês.

A caminhada de aquisição da fluência numa língua


estrangeira pode se tornar mais leve e divertida se
você se comprometer a fundo com seu aprendizado e
  se cercar de conteúdo do seu interesse.

Nesse breve E-book eu quis apresentar problemas


comuns que eu vivencio todos os dias em sala de
aula com meus alunos e que já pude vivenciar na
minha própria experiência aprendendo inglês.

Tais problemas são simples de resolver, mas se não


dermos a devida importância podem comprometer, e
muito, os nossos objetivos na língua.

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Eu desejo, de coração, que este conteúdo possa ter te
ajudado a analisar essas questões como pontos cruciais no
aprendizado do idioma.

Se você gostou desse conteúdo, eu te convido a apresentá-


lo a algum amigo ou familiar que esteja iniciando seus
estudos no idioma ou que apenas queira melhorar suas
técnicas de estudos.

Ah! Dá um pulinho lá no Meu Blog (https://


teacherlory.com/) que tem muito mais conteúdo e dicas de
como aprender inglês sozinho por lá.

 
Você pode também nos acompanhar nas redes sociais e
aproveitar para receber dicas semanais gratuitas de inglês.

Te aguardo lá,
Teacher Lory.

Teacher Lory
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