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TRANSPORTADOR DE CORREIA

MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Página 1 de 17


Equipamentos Ltda

MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E

MANUTENÇÃO

EQUIPAMENTO.: TRANSPORTADORES DE CORREIA SIMPLEX

SXTC 42”x8,5Mx15CV 259C06003


MODELO/NUMERO DE SERIE.: SXTC 30”x14,5Mx20CV 259F06005
SXTC 24”x6,5Mx7,5CV 259G06006
SXTC 20”x18,0Mx7,5CV 259H06007

N.OF.: 259/06

S.PEDIDO.:

FABRICANTE: SIMPLEX EQUIPAMENTOS LTDA

CLIENTE: FIDENS ENGENHARIA S/A

Av:João Azeredo, 315 - Distrito Industrial Olhos D´Água - 33400-000 - Lagoa Santa - MG - Brasil 1
Fone 55 (31) 3689.9100 - Fax 55 (31) 3681.5599-Home page http://www.simplex.ind.br e-mail - simplex@simplex.ind.br
TRANSPORTADOR DE CORREIA
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TRANSPORTADOR DE CORREIA SIMPLEX

I. INSTRUÇÕES PRELIMINARES 03
I.I. INTRODUÇÃO 03
II. VERIFICAÇÃO QUANTO A DANOS NO TRANSPORTE 03
III. TAMBORES 03
III.1. MONTAGEM 03
III.2. ROLETES 03
III.3. CORREIA 04
III.4. ESTICADOR 05
III.5. ESTRUTURA 06
III.6. MOTOR 06
III.7. REDUTOR 06
III.8. RASPADORES 06
IV. OPERAÇÃO 07
IV.1. CUIDADOS ANTES DA PARTIDA 07
IV.2. PARTIDA EM VAZIO 07
IV.3. TESTES COM CARGA 07
IV.4. ALINHAMENTO DA CORREIA 07
IV.5. OBSERVAÇÃO DURANTE A OPERAÇÃO 09
V. MANUTENÇÃO PREVENTIVA 09
V.I. TAMBORES 09
V.2. RASPADORES DE LIMPADORES 09
V.3. MOTOR 10
V.4. REDUTOR 10
V.5. ROLETES 10
V.6. CORREIA 10
V.7. ESTICADOR DE GRAVIDADE 10
V.8. ESTRUTURA 10
V.9. CALHAS DE ALIMENTAÇÃO E DESCARGA 11
VI. MANUTENÇÃO CORRETIVA 11-15
VII. LUBRIFICAÇÃO 15
VII. I. ESPECIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES 15
VII. 2. GRAXA 15
VII. 3. OLEO LUBRIFICANTE 16
VII. 4. LUBRIFICANTES RECOMENDADOS PARA TRANSPORTADORES 16
TERMO DE GARANTIA 17

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I. INSTRUÇÕES PRELIMINARES
I.I. INTRODUÇÃO

Temos enorme satisfação em tê-los como usuários dos equipamentos SIMPLEX. Eles
foram desenvolvidos no sentido de compatibilizar simplicidade de concepção e projeto,
com construção robusta, utilizando materiais de alta qualidade e especializada mão-de-
obra, resultando em um produto de simples e confiável operação e manutenção, o que lhe
garante longa vida útil e alta performance, com um mínimo de cuidado e atenção.

Este manual contém todas as informações de forma prática, para instalar, operar e manter
seu equipamento.

Leia-o com atenção, ao receber e instalar a máquina, e mantenha-o sempre a mão


quando for executar qualquer trabalho de manutenção ou ajuste. Em caso de qualquer
dúvida ou alteração ao aqui exposto, disponha de nossos serviços de assistência técnica.

II. VERIFICAÇÃO QUANTO A DANOS NO TRANSPORTE

Foram tomados grandes cuidados na fabricação deste equipamento. Ele foi


completamente inspecionado e preparado para transporte antes de ser liberado, mas é
possível que a máquina sofra danos durante o transporte.

Aconselhamos a verificação de cada um dos itens, comparando-os com o romaneio de


embarque. Se constatar danos ou falta de qualquer peça, leve-o ao conhecimento do
transportador imediatamente. O transportador deverá anotar a ocorrência na nota de
transporte. Isto ajudará a evitar quaisquer controvérsias quanto a queixa e facilitará uma
reparação rápida e eficiente.

III. MONTAGEM

Nos Transportadores de Correia, projetados e fabricados pela SIMPLEX, como em todas


as máquinas, uma montagem correta, de acordo com as recomendações do fabricante, e
o cumprimento de um programa de manutenção preventiva bem esquematizado evitam
uma série de defeitos, garantem um bom funcionamento e aumentam a vida útil do
equipamento. Para atender a esses fatores, a SIMPLEX indica a seguir suas
recomendações para a montagem e a manutenção de transportadores.

III.I. ESTRUTURA

A estrutura deverá estar perfeitamente alinhada e nivelada transversalmente. Em


transportadores curtos, o alinhamento pode ser verificado com o auxílio de um barbante
esticado de uma extremidade a outra da mesma. Em transportadores longos, o barbante
deve ser esticado por partes, em cada trecho da estrutura, ou com auxílio do teodolito.

III.2. TAMBORES
a) Proceder a limpeza dos pontos onde serão fixados.
b) Os tambores deverão girar macio e livremente a um toque de mão, sem arranhar ou
fazer ruído.
c) Todos os tambores devem estar alinhados a 90º com a linha de centro dos
Transportadores. Este alinhamento pode ser obtido esticando-se um barbante sobre
os mesmos.

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III.3. ROLETES

a) Seus rolos deverão girar macio e livremente a um toque de mão sem arranhar ou
fazer ruído.
b) Todos os roletes devem estar alinhados a 90º com a linha de centro dos
Transportadores. Este alinhamento pode ser obtido esticando-se um barbante sobre
os mesmos.
c) É conveniente montar os roletes deixando os parafusos de fixação no meio do rasgo
de seus suportes. Isto permite uma movimentação posterior no sentido que for
necessário.
d) Durante a montagem, não devemos apertá-los de maneira definitiva, e sim de tal modo
que se possa ajustá-los. Isto facilita o alinhamento da correia com uma ligeira
mudança de posição de alguns roletes, através de leves batidas com um martelo em
seus suportes.
e) Os roletes que tem os rolos laterais inclinados de 20º deverão ser montados de tal
forma que a direção do deslocamento da correia coincida com a direção da inclinação
dos rolos laterais. (Fig.01)

f) Os roletes que não tem os rolos laterais inclinados a 20º podem ser montados nesta
inclinação, com o auxílio de pequenos calços (arruelas) do lado de trás de seus
suportes. Entretanto, a inclinação não pode ser superior a indicada, porque provocará
um desgaste acentuado na cobertura inferior da correia. (F.2)
g) Os roletes auto-alinhadores devem ser montados de 12 a 19 mm acima da linha
normal dos demais roletes para garantir um bom contato com a correia. A maioria dos
auto-alinhadores trabalhará melhor quando a correia estiver seca, pois, quando
úmida, o coeficiente de atrito entre a correia e rolete diminui bastante. Para ambientes
úmidos, os roletes auto-alinhadores devem possuir rolos
laterais.

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h) A posição mais atuante para roletes auto-alinhadores se situa de 6 a 15m a partir dos
tambores extremos, dependendo da largura da correia. Para transportadores de
grande capacidade e comprimento, espaçamentos maiores deverão ser usados.
i) Os rolos guias dos roletes auto-alinhadores devem ser colocados antes de fazer um
trabalho prévio de alinhamento da correia.
j) Todos os tipos de guias desgastam a correia quando ficam em contato permanente
com a mesma.
k) Os transportadores reversíveis não deverão possuir roletes superiores inclinados a
20º e os roletes auto-alinhadores deverão ser especiais, diferentes dos descritos nos
itens (E) e (F).

III.4. CORREIA

a) A primeira providência a ser tomada é a colocação da correia no centro dos tambores


de acionamento e retorno, simultaneamente.
b) Começar o alinhamento com o transportador vazio, começando pelo retorno da
correia e em seguida passando para a parte superior da mesma.
c) O melhor lugar para iniciar alinhamento no retorno é o tambor de acionamento. Se
houver tambor de encosto no retorno, este pode ajustar o alinhamento da correia no
tambor de retorno, e no trecho de retorno, através de pequenos deslocamentos no
mesmo, quando absolutamente necessário.
d) Qualquer ajuste no trecho superior da correia deve ser iniciado pelo tambor de retorno.
Se absolutamente necessário o ângulo do tambor pode ser ligeiramente alterado com
pequenas batidas de martelo, fazendo-o correr para o lado desejado.
e) Na montagem da correia, deixar o tambor de esticamento na posição de menor
tensão.
f) Para um perfeito alinhamento da correia, é necessário que ela se assente bem
quando vazia, isto é, que toque nos rolos centralmente.
g) Evitar que a correia raspe nas bordas ou em qualquer componente metálico do
transportador.
h) Não usar correias com bordas ou revestimentos danificados.
i) O alinhamento natural da correia é garantido no trecho superior pelos roletes auto-
alinhadores de carga, e no trecho inferior pelos roletes auto-alinhadores de retorno.

III.5. ESTICADOR
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a) O esticador deve fornecer a tensão mínima necessária a correia quando o


transportador estiver em operação permanente.
b) O tambor esticador deve estar ortogonal a linha de centro do Transportador.
c) As guias dos esticadores de gravidade verticais devem ser montadas em posição
perfeitamente vertical
d) Os trilhos dos esticadores de gravidade horizontais devem ser montados
perfeitamente nivelados e alinhados com o Transportador.
e) Nos esticadores de parafuso a distância "A" deve ser igual nos dois lados do
Transportador. (Fig.03)

III.6. MOTOR

a) Sua base deverá estar completamente limpa e bem nivelada antes de recebê-lo.
b) Antes de fazer qualquer acoplamento verificar se o motor está girando livremente e no
sentido correto.
c) eixo do motor e o de entrada do redutor devem estar perfeitamente alinhados.

III.7. REDUTOR

a) Sua base deverá ser completamente limpa e bem nivelada antes de recebe-lo
b) Verificar se os eixos de entrada e de saída do redutor estão perfeitamente alinhados
respectivamente, com os eixos do motor e do tambor de acionamento
c) Nos redutores SIMPLEX, verificar se os eixos do motor e do redutor estão
perfeitamente paralelos e se as polias a eles acopladas estão num mesmo plano.

III.8. RASPADORES

a) Seus pontos de articulação deverão estar isentos de sujeira e lubrificados, para


permitir a livre oscilação dos mesmos.
b) Suas lâminas de borracha deverão estar bem posicionadas, pressionando a correia
apenas pela ação das forças exercidas pelos próprios pesos, contrapesos ou molas.

IV.OPERAÇÃO

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IV.I. CUIDADOS ANTES DA PARTIDA

• Verificar o nivelamento/alinhamento da estrutura, tambores, roletes, eixos, bases de


motorização, etc.
• Verificar o sentido de rotação do motor e inverter as fases, se necessário.
• Certificar-se da livre rotação do redutor e verificar o seu nível de óleo, adicionando se
necessário.
• Verificar o engraxamento de todas as partes móveis e ligações certificando-se de que
seu funcionamento será correto.
• Verificar a perfeita fixação dos tambores, roletes e demais componentes.
• Verificar se os roletes que tem rolos laterais inclinados de 20º estão montados com
esta inclinação no mesmo sentido do deslocamento da correia.
• Certificar-se de um razoável alinhamento da correia.

IV.2. PARTIDA EM VAZIO

• Nas instalações novas não é aconselhável operar o Transportador vazio por um


período longo. Deve-se movimentá-lo com carga se alcançar o período da
adaptação da correia.
• Colocar vários observadores ao longo do Transportador e dar partida.
• Caso seja constatado algum desalinhamento da correia, o Transportador deverá ser
imediatamente desligado e realizado um novo realinhamento tentivo dos roletes.
• Examinar a temperatura de motor, redutor, mancais, etc.
• Verificar a amperagem do motor.

IV.3. TESTES COM CARGA

• Nas instalações novas é aconselhável a colocação de carga no Transportador,


deixando assim permanecer até o dia seguinte. A carga deve ser colocada
progressivamente.
• Verificar novamente a temperatura de motor, redutor, mancais, etc., e a amperagem
do motor.
• Observar que o material seja carregado no centro da correia em fluxo constante, a
uma velocidade mais próxima possível de velocidade da mesma.(Fig.4)
• Se houver um carregamento fora do centro da correia ela desalinhará. A melhor
solução é centralizar a carga e tentar reduzir ao máximo o impacto sobre a mesma.

IV.4. ALINHAMENTO DA CORREIA

• Se a correia tende a correr para um lado, de tal maneira que possa danificar-se,
alguns roletes devem ser levemente ajustados a cerca de 3 a 6 metros do ponto de
desvio, porque o desalinhamento não ocorre no mesmo ponto em que se origina. O
efeito do ajuste nos roletes não é imediato. Espere alguns minutos antes de fazer
outro ajuste. Se o deslocamento realizado de um lado do cavalete não for suficiente
para o alinhamento,outro ajuste é possível no outro lado do cavalete. Conforme
mostra a Fig. abaixo observar que a correia, tende a se deslocar para o lado do rolete
em que ela toca primeiro;
• Se a mesma região da correia desalinha ao longo de todo o Transportador, a correia
está defeituosa neste trecho ou a emenda foi mal feita. A única maneira de resolver
este problema é retirar o pedaço defeituoso ou então refazer a emenda.
• Se a correia desalinha sobre os mesmos roletes, eles podem estar fora de esquadro
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ou a estrutura pode estar desnivelada ou desalinhada.


• Quando a borda da correia toca continuamente as guias laterais ou a estrutura do

• Transportador, é sinal que alguma irregularidade se apresenta. A causa deve ser


eliminada a fim de que suas bordas não se danifiquem.
• Nos casos onde o Transportador possui passadiço apenas de um lado, é muito perigoso
ajustar os roletes do lado oposto ao passadiço com a correia em movimento.
• Se tudo foi feito no sentido de alinhar a correia e esta continua desalinhando no
acionamento e no retorno, deve-se então colocar roletes auto-alinhadores, que podem
solucionar o problema. Uma correia que trabalhou satisfatoriamente num Transportador
não necessariamente trabalhará bem numa nova instalação, apesar de todos os cuidados
referentes ao alinhamento.

MÉTODO DE ALINHAMENTO DA CORREIA


ALINHAMENTO PELA POLIA DE RETORNO E/OU ACIONAMENTO

ALINHAMENTO INFERIOR PELOS ROLETES DE RETORNO

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ALINHAMENTO SUPERIOR PELOS ROLETES DE CARGA

IV.5. OBSERVAÇÕES DURANTE A OPERAÇÃO

• Deixar o Transportador funcionar por algumas horas com os observadores ao longo de


toda a sua extensão.
• Durante a fase de testes, opere com carga mínima necessária para impedir o
deslizamento entre correia e tambor e manter uma flecha de no máximo 3% do
espaçamento entre roletes.
• Quando com carga total, examinar a correia diariamente a fim de constatar possíveis
desgastes e corrigir suas causas.

V. MANUTENÇÃO PREVENTIVA

V.I. TAMBORES

• Não desembalar os rolamentos até o momento de usá-los.


• Lubrificar os rolamentos do tambor ao menos uma vez a cada 15 dias (para materiais
abrasivos) ou cada 3 meses (para materiais não abrasivos).

V.2. RASPADORES E LIMPADORES

• Após cada mês de operação, examinar o grau de desgaste de borracha.


• Se a borracha do raspador ou limpador apresentar desgaste excessivo, diminuir sua
pressão contra a correia
• Em hipótese alguma poderão ser usados restos de correia para as lâminas dos
raspadores ou limpadores.
V.3. MOTOR

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• A fim de conservar o motor em boas condições de limpeza, aplicar um jato de ar


comprimido sobre sua carcaça uma vez por semana, caso necessário.
• Examinar semanalmente a amperagem do motor, bem como sua temperatura e a dos
mancais.
• Em caso de problemas mais graves consultar o fabricante do mesmo.

V.4. REDUTOR

• As engrenagens do redutor devem sempre trabalhar imersas em banho de óleo a uma


temperatura de 30 a 40º C acima da temperatura ambiente.
• nível de óleo deverá ser verificado semanalmente e, no caso necessário, completado até
o nível indicado.
• A primeira troca de óleo deverá ser feita após um mês de serviço. As trocas subsequentes
deverão ser feitas a cada 6 meses ou 2000 horas de trabalho.

V.5. ROLETES

• Os rolos devem ser conservados isentos de sujeira e pó.


• Verificar o funcionamento dos roletes auto-alinhadores.
• Verificar o funcionamento dos rolos, e em caso de mau empenho, substituir por novos.
• Os roletes das séries 123B, 144B, 226B,647B e 997B são blindados, não necessitando de
lubrificação. Os roletes das séries 225, 226, 646 e 997 exigem uma lubrificação periódica.

V.6. CORREIA

• Verificar diariamente possíveis desalinhamentos e procurar corrigir as causas.


• Certificar-se de que a correia não esteja tocando em nenhum ponto fixo da estrutura.

V.7. ESTICADOR DE GRAVIDADE

• Lubrificar os mancais dos tambores desviadores e esticador de acordo com o primeiro


item de Manutenção Preventiva.
• Examinar os tambores desviadores substituindo-os, se necessário.
• Garantir que não existam corpos estranhos entre a correia e o tambor esticador.
• Examinar as tensões nos cabos de sustentação dos contrapesos. Estas tensões, em
ambos os casos, devem ser iguais.

V.8. ESTRUTURA

• Deve estar sempre bem apoiada e nivelada:


• A estrutura dos Transportadores pode sofrer desalinhamentos causados pela luz solar
(caso não haja juntas de dilatação) e pela ação dos ventos. Isto deve ser corrigido.
• Raspar, lixar e pintar as uniões parafusadas que apresentarem indícios de oxidação.

V.9. CALHAS DE ALIMENTAÇAO E DESCARGA

• Nunca usar correia velha no lugar das bordas de borracha de proteção.


• Fazer a sua limpeza com ar comprimido semanalmente.

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VI. MANUTENÇÃO CORRETIVA

PROBLEMA CAUSA CORREÇÃO


A correia se desvia Um ou mais roletes que precedem o Adiantar no sentido de deslocamento da
para um lado num referido ponto não estão alinhados a correia o lado do rolete em que está
mesmo ponto. 90º C com a linha de centro do havendo o desvio.
transportador.
A estrutura do Transportador não está Fazer o alinhamento, procurando
alinhada, ou está empenhada. endireitar a estrutura.
Um ou mais roletes não centralizados. Fazer o alinhamento, procurando
centralizar os roletes.
Rolos emperrados Fazer lubrificação e aperfeiçoar a
manutenção preventiva.
Correia desalinhada próximo a um Verificar alinhamento do tambor
Tambor. Verificar o alinhamento dos roletes
próximos ao tambor.
Aderência do material aos roletes de Providenciar limpeza.
retorno. Instalar limpadores ou outro sistema
qualquer de limpeza quando necessário.
Estrutura não nivelada e a correia Nivelar a estrutura.
Tende para a parte mais baixa.
A correia se desvia Emenda não efetuada corretamente Refaze-la, cortando as extremidades
para um lado ao longo (fora de esquadro). em esquadro.
do mesmo trecho
(de carga ou de Dobras na correia. Quando nova, ela voltará ao normal tão
retorno do logo o transportador trabalhe com plena
transportador). carga e passe o período de adaptação.
Evitar condições de armazena-mento
que venham a formar dobras (correia
deitada em local úmido).
Use auto-alinhador particularmente no
retorno nas proximidades do tambor de
retorno.
Em casos raros deve ser esticada/
trocada.
Carregamento fora do centro da Ajustar a calha de alimentação e os
correia. dispositivos de carregamento a fim de
que o local de carga seja no centro.
A correia trabalha Correia pouco flexível não se Usar roletes auto-alinhadores.
irregularmente acomodando bem nos roletes. Usar correia mais flexível.
desviando de um lado Inclinar os roletes 2’ para frente (não
para outro ao longo do mais).
seu percurso.
Combinação de fenômenos I e II com Primeiro corrigir o carregamento depois
carregamento fora do centro. identificar outras causas.
Desgaste da correia Deslizamento no tambor de Aumentar a tensão por acréscimo no
no lado em contato acionamento. contrapeso ou apertando os parafusos
com o tambor. esticadores.
Examinar incidência de umidade no
tambor de acionamento.
Aumentar seu arco de contato usando
um tambor de encosto.
Avançar o tambor de acionamento.

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Derramamento de material à correia e Melhorar as condições de carre-


o tambor , ou acúmulo de material no gamento com chapas de desgaste
ponto de carga. Se a correia estiver muito cheia,
aumentar velocidade da correia ou
diminuir a alimentação da mesma.
Instalar chapas proteção entre os
trechos de carga e de retorno.
Instalar raspadores e limpadores
apropriados.
Evitar a infiltração de finos através dos
grampos, de emenda da correia,
substituindo-os por emendas
vulcanizadas.
Rolos girando com dificuldade ou Providenciar a lubrificação e me-lhorar a
emperrados. manutenção preventiva.
Cabeças de parafusos se estendem Apertar os parafusos.
acima dos tambores. Substituir revestimentos gastos.
Usar revestimento vulcanizado.
Inclinação excessiva dos roletes “Ajustá-los para não mais que 2” no
superiores. sentido do deslocamento da correia.
Esticamento Tensão muito alta. Aumentar a velocidade mantendo a
demasiado da correia. mesma vazão de material.
Reduzir a vazão de material e manter a
velocidade.
Usar os esticadores de contrapeso do
tamanho mínimo necessário, ou, no
caso de transportadores sem
esticadores de gravidade, regular
convenientemente parafusos
esticadores.
Diminuir tensão revestindo tambores de
acionamento ou aumentando seu arco
de contato.
Reduzir o atrito melhorando a
manutenção e substituindo roletes
gastos ou emperrados.
Encurtamento da A correia absorve umidade Substituir a correia por outra mais
correia resistente à umidade.
Colocar cobertura ao longo de todo o
Transportador.
Aumentar o comprimento da correia,
adicionando um pedaço, com o
esticador colocado no ponto médio do
seu curso.
Ranhuras, cortes e Vedação das guias laterais e Usar vedação mais flexível (não usar
rupturas longitudinais tremonhas muito rígidas e correia velha)
na cobertura superior pressionadas contra a correia. Diminuir a pressão delas sobre a
da correia. correia.
Espaço excessivo entre a correia, Ajustar a vedação para o mínimo
vedação das tremonhas e guias admissível de folga.
laterais.
Partes metálicas da calha de Manter a distancia entre metal e correia
alimentação ou das guias laterais pelo menos 5 cm au-mentando-a no
muito próximas da correia e não sentido de trans-porte, para evitar a
apresentando uma folga progressiva compressão do material contra a correia
na direção do movimento. (aumentando 2cm p/metro).

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A correia cede sob o impacto dos Instalar roletes de impacto para manter
pontos de carga aprisionando material a correia junto à guia .
sobre a guia lateral.
Material retido atrás da calha no ponto
Alterar a calha de alimentação de modo
de carga. a evitar a queda de material fora do
ponto de carga.
Material acumulado nos chutes de Alargar a area de passagem do material
alimentação. no chute.
Pequenos cortes e Impacto de grandes pedaços sobre a Reduzir o impacto.
rachaduras na carcaça correia. Usar roletes de impacto.
paralelos às bordas da Trocar a correia por outra mais
correia ou em forma resistente.
de estrela.
Material entra entre o tambor e a Instalar limpadores na parte de retorno
correia. da correia principalmente antes do
tambor de retorno.
Rachaduras As bordas tocam a estrutura próximo Ver os tres primeiros problemas.
transversais nas aos tambores ou fazem muita pressão Instalar chaves de desalinhamento.
bordas da correia. contra os rolos guias laterais. Prover maior folga lateral para correia.
Emboloramento Substituir por correia de melhor
qualidade.
O rolete final antes do tambor da Ajustar sua posição de acordo com as
cabeceira está localizado muito alto recomendações SIMPLEX.
em relação ao tambor.
Curva conexa inadequada. Modificar o raio de curvatura de acordo
com a tensão local.
Bolhas no Cortes ou pequenos furos no Fazer reparos no local vulcanizando-os
revestimento revestimento, permitindo que ou enchendo-os com material adequado.
partículas se estranhem e danifiquem Em casos graves e repetidos consultar o
o mesmo. fabricante da correia.
Desgaste uniforme e Roletes de retorno sujos, emperrados Instalar limpadores.
excessivo de ou alinhados. Lavar a correia.
revestimento da Usar roletes de anéis.
correia na parte em Reparar, trocar e realinhar os roletes de
contato com o retorno.
material.
Revestimento de qualidade Substituir a correia transportadora
inadequada ao serviço. por outra de tipo e qualidade
adequados ao serviço.
Acúmulos de material sob o tambor Melhorar limpeza geral e o sistema
de retorno. de alimentação.
Carregamento transversal muito Melhorar construção da calha de
lento em relação à velocidade da modo que o material transportado
correia. seja encaminhado à correia
transportadora na direção e sentido
do movimento desta a uma
velocidade aproximada-mente igual
a da correia.
A correia curva-se muito entre os Aumentar a tensão na correia.
roletes, imprimindo um movimento Diminuir a distancia entre os roletes.
ondulante à sua carga. Substituir a correia por outra carcaça
mais pesada.

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A correia levanta-se Contaminação de óleo no material Evitar que o óleo se misture com o
dos roletes, abalando- transportado. material transportado.
se no centro. Para aproveitar a correia, abrir no local
contaminado sulcos longitu-dinais a 5cm
de distancia uns dos outros.Usar
ferramenta especial de riscar desenhos
em pneumáticos.
Evitar uma amostra do óleo ao
fabricante da correia, a fim de ser
determinado o revestimento mais
adequado.
O revestimento incha Derrame de óleo ou graxa. Maior cuidado na lubrificação e
em pequenas manutenção.
manchas ou em forma
de linhas.
Lubrificação excessiva dos roletes. Diminuir a dosagem de graxa em cada
rolete.
Emendas mecânicas Bolor. Substituir a correia por melhor
soltas. qualidade.
Emenda de tipo inadequado ou soltas. Substituir a emenda e organizar plano
de manutenção que assegure inspeção
frequentes.
Nas emendas novas, proceder a um
reaperto depois das primeiras horas de
uso.
Tensão demasiadamente alta. Diminuir a tensão. Veja no quinto item.
Substituir emendas mecânicas por
vulcanizadas.
Calor. Usar correia com o revestimento
superior mais espesso.
Usar emendas vulcanizadas.
Rasgos transversais Os grampos são muito grandes em Substituir os grampos por outros do tipo
que aparecem relação ao diâmetro do tambor. menor, mais curtos.
imediatamente atrás Substituir os tambores por outros de
das emendas maior diâmetro.
mecânicas.
Bolor Substituir a correia por outra de melhor
qualidade.
Rasgos longitudinais Veja o sétimo problema. Veja soluções dos problemas um, dois
que parcialmente ou e tres.
totalmente,
atravessam a correia.
A correia sai literalmente dos roletes e Veja soluções dos problemas um, dois
raspa a beirada da estrutura. e tres.
Rupturas em forma Bolor. Substituir a correia por uma melhor
crescente, ou qualidade.
manchas esponjosas
indicando
apodrecimento da
carcaça.
Rupturas longitudinais A correia se desvia lateralmente e Veja soluções dos problemas um, dois e
na carcaça, sem passa enrrugada sobre o tambor de tres.
avaria visível nas retorno. Instalar chaves de desalinhamento.
faces superior/inferior
do revestimento.
Endurecimento e Calor. Instalar tipo de correia mais resistente
rachaduras no ao calor ou instalar cobertura superior
revestimento. no transportador.
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VII - LUBRIFICAÇÃO

A finalidade principal do lubrificante é a de separar com uma película fluida as partes em


movimento relativo, evitando o atrito seco entre elas. Além disso o lubrificante serve também
como fluido refrigerante, diminuindo o aquecimento excessivo da máquina, vedando-a contra
pó e sujeiras, protegendo-a contra a umidade e a ferrugem.

A lubrificação sistemática com lubrificante adequado garante melhor desempenho da


máquina e menor desgaste, aumentando a sua vida útil e diminuindo as despesas de
manutenção.

VII.I. ESPECIFICAÇÃO DOS LUBRIFICANTES


VII.2. GRAXA

A graxa deve ser estável até aproximadamente 110ºC, não reagir com a água e resistir bem
a corrosão. A graxa a base de lítio é recomendada por ter um desempenho satisfatório na
maior parte das exigências e salvo especificação contrária, deverá ter preferência sobre
outros tipos de graxa.

CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO
TEMPERATURA º C CARGA VELOCIDADE
< 10 10-70 > 10 Baixa Alta Baixa Alta
* * * *
* * * *
* * * *
* * * * *
* * * *
* * * *

CARACTERÍSTICAS
GRAXA GRAU NLGI PONTO DE GOTA TEMP.MAXIMA RESISTENCIA
RECOMENDADA ºC OPERAÇÃO ºC À AGUA
Base de cálcio 0-1-2 95 70 Boa
2-3-4-5
Base de sódio 0-1-2 160 120 Fraca
2-3-4
Base de lítio 0-1-2 Acima de 200 150 Boa
2-3
Base de bário 0-1-2 Acima de 200 150 Boa
2-3

NOTA: *Deve conter inibidor; se a carga for muito alta , deve conter aditivos EP.

VII.3. OLEO LUBRIFICANTE

O óleo mineral, além das características comuns especificadas deve ter aditivos
antiespumantes, inibidores a oxidação, agentes de extrema pressão e detergentes.

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VII.4. LUBRIFICANTES RECOMENDADOS PARA TRANSPORTADORES

ITEM COMPONENTES TIPO DE LUBRIFICANTE INTERVALO DE


LUBRIFICAÇÃO
01 Roletes de lubrificação periódica Graxa lítio NLGI-2 500-2000 h
02 Mancais de rolamento de tambores Graxa lítio NLGI-2 300- 500 h
03 Guias de esticador Graxa lítio NLGI-2 3000-6000 h
04 Esticador de parafuso Graxa lítio NLGI-2 3000-6000 h
05 Eixo de roldanas Graxa ou óleo 300-500 h
06 Transmissão por corrente (aberta) Graxa ou óleo AGMA-6 500-1000 h
07 Transmissão por corrente (fechada) Óleo AGMA-6 3000-6000 h
08 Redutores Óleo AGMA-7 EP 1200-2400 h
09 Redutores sem fim (sem bronze) Óleo AGMA-8 EP 1000-2000 h

FABRICANTES
ITEM ATLANTIC CASTROL ESSO IPIRANGA MOBIL OIL SHELL TEXACO
01 Litholine 2 LM Grease Beacon 2 Isaflex 2 Mobil Alvania R Marfak
Grease 77 2 Multi 2
Purpose
02 Litholine 2 LM Grease Beacon 2 Isaflex 2 Mobil Alvania R Marfak
Grease 77 2 Multi 2
Purpose
03 Litholine 2 LM Grease Beacon 2 Isaflex 2 Mobil Alvania R Marfak
Grease 77 2 Multi 2
Purpose
04 Litholine 2 LM Grease Van Estan Super Mobil Unedo Marfak
2 Graxa Grease 77 Multi 2
Ipiranga Purpose
05 Litholine 2 LM Grease Beacon 2 Isaflex 2 Mobil Alvania R Marfak
Grease 77 2 Multi 2
Purpose
06 Lubrificant LM Grease Multi Isaflex 2 Mobitac D Cardium Crater 2 x
89 Porpose compound fluid
II Grease D
07 Eureka S ILO SP 220 Pen-0- Ipiranga EP Mobil Gear Carlim 31 Meropa
315 Led EP3 115 ou SP 632 220
115
08 Pennant ILO SP 460 Spartan Ipiranga Mobil Gear Omala Meropa
460 EP 460 SP 460 634 460 460
09 Pennant ILO SP 680 Spartan Ipiranga Mobil Gear Omala Meropa
680 EP 680 SP 680 636 680 680

TERMO DE GARANTIA

Os equipamentos de fabricação Simplex são garantidos contra defeitos de fabricação e


qualidade de matéria-prima empregada, por um período de 12 meses a contar da data de
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início de operação do equipamento ou 18 meses após entrega do equipamento em nossa


fábrica, prevalecendo o que ocorrer primeiro.

O equipamento será garantido quanto a:

∗ Ser novo e de boa qualidade;

∗ Ser isento de erro ou defeito de projeto, fabricação ou matéria prima.

A SIMPLEX, se desobrigará desta garantia caso o comprador não cumpra os seguintes


requisitos:

∗ Respeitar e seguir as condições de operação e manutenção do equipamento;

∗ Utilizar durante o período de garantia exclusivamente peças de desgaste e reposições


genuínas da SIMPLEX;

∗ Cumprir as condições de pagamento.

Existindo o defeito comprovado, a SIMPLEX fará quaisquer reparos, correções ou


complementações necessárias dentro de um prazo hábil ou poderá providenciar, sem ônus
para a compradora, peças de reposição que corrigirão o eventual defeito.

Esta garantia não cobre despesas de frete de peças ou máquinas, despesas de viagem de
técnicos e mão-de-obra.

Os componentes fabricados por terceiros, tais como correias, rolamentos, motores, redutores,
etc., terão suas garantias repassadas na íntegra, ficando todavia a SIMPLEX obrigada a
prestar apoio para o cumprimento desta garantia.

Esta garantia não cobre em hipótese alguma ressarcimento por perdas e danos e/ou lucro
cessante.

A presente garantia presume que o equipamento seja montado e colocado em funcionamento sob a

supervisão técnica da SIMPLEX.

Não existe, portanto, qualquer responsabilidade de garantia da SIMPLEX, caso estas


providências sejam tomadas por terceiros ou pela compradora.

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