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Redação Técnica

Luís Filipe Longo


2019
Este material deve ser utilizado em conjunto com o conteúdo dos vídeos, como parte integrante do curso e, em nenhuma hipótese, substitui as vídeo aulas

Eberick | Curso Online

Sumário
Capítulo 0. Introdução ......................................................................... 7
0.1 Apresentação do curso.................................................................................................................... 7
0.2 Área do aluno .................................................................................................................................. 9
0.3 Arquivos de apoio.......................................................................................................................... 11
0.4 Instalação e abertura do Eberick ................................................................................................... 12
0.5 Apresentação da arquitetura ........................................................................................................ 13

Capítulo 1. Criando o projeto............................................................ 17


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1.1 Selecionando o modelo externo ................................................................................................... 18


1.2 Passo 1 – Identificação do projeto ................................................................................................ 20
1.3 Passo 2 – Pavimentos e níveis de pavimentos .............................................................................. 21
1.4 Passo 3 – Gerar as plantas baixas do modelo ............................................................................... 23

Capítulo 2. Configurações iniciais .................................................... 30


2.1 Configurações de Ações ................................................................................................................ 32
2.2 Configurações de Vento ................................................................................................................ 35
2.3 Configurações de Materiais e durabilidade .................................................................................. 40
2.4 Demais configurações ................................................................................................................... 44

Capítulo 3. Posicionamento de pilares ............................................ 45


3.1 Pilares na garagem ........................................................................................................................ 48
3.2 Pilares na sala ................................................................................................................................ 64
3.3 Pilar na varanda posterior ............................................................................................................. 67
3.4 Pilares da caixa d’água e banheira ................................................................................................ 69
3.5 Demais pilares ............................................................................................................................... 73
3.6 Renumerando os pilares................................................................................................................ 75

Capítulo 4. Lançando as vigas do Baldrame ................................... 79

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4.1 Inserindo a primeira viga ............................................................................................................... 80


4.2 Vigas com extremidade livre ......................................................................................................... 83
4.3 Lançando mais vigas ...................................................................................................................... 90
4.4 Adicionar trechos e Unir Vigas ...................................................................................................... 93
4.5 Vigas na região do banheiro ........................................................................................................ 101
4.6 Vigas na varanda ......................................................................................................................... 105
4.7 Viga na cozinha............................................................................................................................ 107
4.8 Renumerar elementos................................................................................................................. 108

Capítulo 5. Lançamento das vigas do Superior ............................ 110


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5.1 Copiando vigas ............................................................................................................................ 113


5.2 Continuidade de pilares .............................................................................................................. 114
5.3 Ajustando o pilar da varanda ...................................................................................................... 118
5.4 Ajustando o lançamento da sacada frontal................................................................................. 126
5.5 Ajustando o lançamento das sacadas posteriores ...................................................................... 126
5.6 Vigas sob as paredes ................................................................................................................... 129

Capítulo 6. Lançando as lajes do Superior .................................... 133


6.1 Tipos de laje analisados ............................................................................................................... 133
6.2 Pontos a serem analisados .......................................................................................................... 134
6.3 Cadastro de blocos de enchimento ............................................................................................. 137
6.4 Lançamento das lajes internas .................................................................................................... 143
6.5 Lançamento das lajes de sacada ................................................................................................. 150

Capítulo 7. Lançando a Cobertura ................................................. 155


7.1 Corrigindo os pilares.................................................................................................................... 157
7.2 Corrigindo o beiral ....................................................................................................................... 160
7.3 Lançamento do Teto reservatório ............................................................................................... 164

Capítulo 8. Lançando a escada ....................................................... 168

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8.1 Inserindo o nível intermediário ................................................................................................... 169


8.2 Inserindo o patamar .................................................................................................................... 173
8.3 Como inserir um lance de escada................................................................................................ 177
8.4 Inserindo o lance superior ........................................................................................................... 178
8.5 Inserindo o lance inferior ............................................................................................................ 184
8.6 Gerando os cortes da escada ...................................................................................................... 188

Capítulo 9. Lançando o carregamento de lajes ............................ 193


9.1 Criando uma carga típica ............................................................................................................. 194
9.2 Inserindo e copiando cargas nas lajes da Cobertura ................................................................... 200
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9.3 Inserindo o carregamento das demais lajes ................................................................................ 203


9.4 Lançamento de carga por área (caixa d’água) ............................................................................ 204
9.5 Carregamento da escada............................................................................................................. 211

Capítulo 10. Lançando cargas de vigas........................................ 214


10.1 Cadastrando uma carga típica de parede.................................................................................... 214
10.2 Inserindo os carregamentos de platibanda................................................................................. 215
10.3 Inserindo os carregamentos da parede do reservatório ............................................................. 224
10.4 Inserção dos carregamentos de parede no pavimento Superior ................................................ 230
10.5 Inserção dos carregamentos de parede no pavimento Térreo ................................................... 241
10.6 Inserção dos carregamentos da escada ...................................................................................... 243

Capítulo 11. Ajustes finais de lançamento ................................. 246


11.1 Elevação das sacadas e varandas ................................................................................................ 246
11.2 Colisões com a arquitetura.......................................................................................................... 252
11.3 Apagar colisões de vigas .............................................................................................................. 260
11.4 Vigas invertidas na platibanda .................................................................................................... 261
11.5 Correção do teto da sacada......................................................................................................... 265

Capítulo 12. Processando a estrutura ......................................... 269

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12.1 Erros na etapa construir modelo estrutural ................................................................................ 273


12.2 Erro L01 – Barra no interior do pilar............................................................................................ 279
12.3 Erro L02 - Pilar sem continuidade ............................................................................................... 281
12.4 Erro L19 – Impossível definir um plano ....................................................................................... 282
12.5 Erro L22 – Carga posicionada no vazio ........................................................................................ 284
12.6 Erro L28 – Viga com trechos inválidos......................................................................................... 285
12.7 Erro no cálculo de painéis de lajes .............................................................................................. 286
12.8 Corrigindo o lançamento da escada ............................................................................................ 294
12.9 Erro L56 – Escada autoportante não suportada por essa versão................................................ 296
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Capítulo 13. Análise do pré-lançamento ..................................... 298


13.1 Analisando o pórtico unifilar ....................................................................................................... 301
13.2 Ajuste das vigas da suíte master ................................................................................................. 310
13.3 Lançamento das vigas sob carregamentos de parede da laje L2 ................................................ 314
13.4 Lançamento de vigas adicionais na Cobertura ............................................................................ 314
13.5 Vinculação do pilar de transição ................................................................................................. 316
13.6 Renumerando os elementos ....................................................................................................... 318

Capítulo 14. Dimensionando as lajes........................................... 319


14.1 A janela de dimensionamento de lajes ....................................................................................... 320
14.2 Verificando o dimensionamento das lajes do Superior .............................................................. 328
14.3 Colisões de lajes com projetos complementares ........................................................................ 335
14.4 Erros de dimensionamento D31, D32 ......................................................................................... 340
14.5 A04 – CG da armadura muito alto ............................................................................................... 341
14.6 A11 – Largura do apoio insuficiente ............................................................................................ 344

Capítulo 15. Dimensionando as vigas .......................................... 348


15.1 A janela de dimensionamento de vigas....................................................................................... 348
15.2 Dimensionando as vigas do pavimento Cobertura ..................................................................... 350
15.3 Dimensionando as vigas do pavimento Superior ........................................................................ 357

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15.4 Dimensionando as vigas do pavimento Térreo ........................................................................... 363

Capítulo 16. Finalizando o dimensionamento das vigas ........... 365


16.1 Analisando as vinculações de projeto ......................................................................................... 365
16.2 Aplicando as vinculações das vigas ............................................................................................. 369
16.3 Verificação ao estado limite de serviço....................................................................................... 375
16.4 Verificando os deslocamentos no Teto reservatório .................................................................. 376
16.5 Verificando os deslocamentos na Cobertura .............................................................................. 383
16.6 Verificando os deslocamentos no pavimento Superior .............................................................. 389
16.7 Verificando os deslocamentos no Térreo.................................................................................... 390
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Capítulo 17. Dimensionando a escada ........................................ 391


17.1 Vinculação da escada .................................................................................................................. 391
17.2 Dimensionando a escada ............................................................................................................ 392
17.3 Verificando as flechas.................................................................................................................. 396

Capítulo 18. Dimensionando os pilares ....................................... 398


18.1 Erro D09 – Nenhuma bitola configurada pode ser usada ........................................................... 403
18.2 Erro D09 – Pilares P10 e P14 ....................................................................................................... 407
18.3 Erro D03 – Pilar com carga negativa ........................................................................................... 409
18.4 Influência do travamento de pilares ........................................................................................... 413

Capítulo 19. Dimensionando as fundações ................................ 415


19.1 Dimensionando os blocos ........................................................................................................... 415

19.1.1 Erro D53 – Carga horizontal excessiva .......................................................................... 417

19.1.2 Cadastrando uma nova estaca ....................................................................................... 419


19.2 Dimensionando as sapatas .......................................................................................................... 422

19.2.1 Erro D50 – Pressão maior que a admissível.................................................................. 424

19.2.2 Erro D42 – Altura da sapata maior que a permitida ................................................... 427

Capítulo 20. Compatibilização final de projetos ........................ 429

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20.1 Gerando colisões e furos automáticos ........................................................................................ 429


20.2 Colisões que podem ser desconsideradas................................................................................... 432
20.3 Viga V9 do pavimento Térreo...................................................................................................... 433
20.4 Viga V6 do pavimento Superior................................................................................................... 435
20.5 Viga V22 do pavimento Superior................................................................................................. 436
20.6 Colisões na transição ................................................................................................................... 438
20.7 Colisões da viga V23 .................................................................................................................... 440
20.8 Erro D22 – Espaçamento máximo dos estribos < min. Configurado ........................................... 443
20.9 Erro D15 – Erro na armadura positiva. Nenhuma bitola configurada pode ser usada ............... 444
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20.10 Erro D85 – Limites não atendidos para calcular vigas com furo horizontal ............................ 446
20.11 Erro D85 – Corrigindo elevações ............................................................................................. 449

Capítulo 21. Detalhando o projeto............................................... 451


21.1 Detalhando as lajes do projeto ................................................................................................... 451
21.2 Detalhando a escada do projeto ................................................................................................. 455
21.3 Detalhando as vigas do projeto................................................................................................... 456
21.4 Detalhando os pilares do projeto ................................................................................................ 459
21.5 Detalhando as fundações ............................................................................................................ 461
21.6 A planta de fôrma........................................................................................................................ 462
21.7 A planta de locação ..................................................................................................................... 464
21.8 Gerando as pranchas finais ......................................................................................................... 464
21.9 Gerando o resumo de materiais.................................................................................................. 466

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Capítulo 0. Introdução

Objetivo: Apresentar a metodologia do curso e o projeto que será realizado.

0.1 Apresentação do curso

Olá, meu nome é Luís e sou Engenheiro civil graduado pela Universidade
Federal de Santa Catarina (UFSC). Atualmente, integro o grupo de colaboradores
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da AltoQi, fazendo parte da equipe estrutural do Suporte Técnico.

Este curso foi desenvolvido para apresentar de forma didática as principais


características do módulo Eberick a partir da elaboração de um projeto estrutural
exemplo. Com ele, buscamos não só ensinar a utilizar o Eberick, mas também en-
siná-lo a desenvolver projetos estruturais utilizando esta ferramenta, aprovei-
tando-a da melhor maneira possível. Para isso, as aulas serão compostas por
uma sequência de vídeos que irão mostrar os procedimentos que devem ser se-
guidos em uma determinada etapa de projeto.

Cada vídeo é composto por pequenos passos, de modo a garantir que po-
derão ser executados ao final da etapa. Inclusive, esta é uma recomendação im-
portante: ao final de cada vídeo, você deve seguir os procedimentos indicados
para que o seu projeto seja lançado conforme previsto no curso e o conteúdo
seja melhor absorvido.

Sabemos, contudo, que nem todas as situações de projeto poderão ser


abordadas com o nosso exemplo. Devido a vasta diversidade de projetos estrutu-
rais, há situações que não se enquadram no projeto e, portanto, não serão dire-
tamente adereçadas no curso. Entretanto, entendemos que são conhecimentos

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necessários para o desenvolvimento de projetos, de modo que materiais adicio-


nais serão disponibilizados na apostila para aprofundar e aprimorar o seu conhe-
cimento. Neles, será possível encontrar informações mais detalhadas sobre tópi-
cos paralelos ao assunto abordado em aula.

Em tempo, buscamos especializar cada uma das aulas, sendo possível que
professores diferentes apresentem algumas delas. Isso nos ajuda a direcionar
cada uma à especialidade de cada profissional, permitindo que o conteúdo do
curso seja mais rico.
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Para a elaboração do curso, a versão completa do Eberick foi utilizada. Isso


permite que você conheça, mesmo que indiretamente, as funções adicionais do
programa. De todo modo, essas funções não são essenciais à realização do
curso. Assim, se alguma delas não aparecer em seu programa, não precisa se
preocupar, basta seguir os procedimentos indicados na aula que você não deve
encontrar nenhuma dificuldade.

Por fim, este curso deve ser utilizado apenas como um guia para seus pro-
jetos futuros. Conforme falei anteriormente, há uma grande diversidade de pro-
jetos elétricos e cada um deles requer soluções diferentes a depender de suas
características. Por conta disso, é importante que as soluções propostas no pro-
jeto exemplo sejam sempre averiguadas e ponderadas para determinar se são
interessantes e viáveis para o projeto corrente.

Bom, expostas essas informações iniciais, iremos abordar rapidamente al-


guns procedimentos e ferramentas que são indispensáveis para a realização do
curso.

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0.2 Área do aluno

O acesso às videoaulas, aos arquivos de apoio e ao ambiente de tira-dúvi-


das é realizado através da Área do aluno. Este local foi criado para que seja possí-
vel agrupar todas as informações referentes ao curso em um único local.

• Acesse https://www.qisat.com.br
• No canto superior direito, clique em Área do aluno.
• Para efetuar o Login informe seu Usuário ou Email e sua Senha.
• Se preferir, clique em Conectar-se com a conta AltoQi e informe sua Chave
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e Senha.

FIGURA 0.1 – LOGIN

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• Com o Login realizado clique em Cursos.


• Selecione Cursos em andamento.

Para visualizar as videoaulas, clique em Acessar curso (botão )(1).

Para enviar dúvidas a nossa equipe, clique em Tira Dúvidas (botão )(2).

Para realizar o download dos nossos arquivos de apoio, arquivos de etapa e da


nossa apostila, clique em Biblioteca (botão )(3).

Para acessar os Fóruns de discussão, clique em Fórum (botão )(4).


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FIGURA 0.2 – ACESSO AO CURSO

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0.3 Arquivos de apoio

Em nosso curso abordaremos a criação de uma edificação através de um


arquivo arquitetônico no formato IFC e a compatibilização entre projetos. Estes
arquivos IFC e todos os demais arquivos necessários para executar os procedi-
mentos descritos nas aulas estão disponibilizados para download na Área do
aluno.

No decorrer do projeto serão disponibilizados aos alunos arquivos de eta-


pas, onde os procedimentos e lançamentos propostos até o momento estarão
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realizados. Para efetuar o download dos arquivos de apoio, utilizados na realiza-


ção do projeto exemplo do curso, dos arquivos de etapa e da nossa apostila:

• Acesse Meus Documentos e crie a pasta Curso Eberick.


• Acesse a Área do aluno e os Cursos em andamento.
• No Curso Eberick 2020 clique em Biblioteca (botão ).
• Clique em Arquivos de apoio CDEB20.exe para efetuar o download.
• Clique em apostila_completa_eberick_2020.pdf para efetuar o download.

FIGURA 0.4 – ARQUIVOS PARA DOWNLOAD

• Os arquivos serão salvos na pasta Downloads.


• Recorte-os (Ctrl+X) e cole-os (Ctrl+V) na pasta Curso Eberick, criada anterior-
mente na pasta Documentos.

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• Execute o arquivo Arquivos de apoio CDEB20.exe e defina um local de ins-


talação;
• Os arquivos que serão utilizados durante o curso e arquivos de etapa serão
salvos na pasta selecionada.
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FIGURA 0.5 – ARQUIVOS SALVOS

Em determinados momentos do curso, se o usuário desejar obter um re-


sultado igual ao que será apresentado na aula, aconselha-se restaurar os arqui-
vos de etapa mencionados. Isto é recomendado pois existem comandos onde
pequenas diferenças de lançamento geram resultados diferentes.

0.4 Instalação e abertura do Eberick

Os programas da AltoQi são desenvolvidos para operação no Sistema Ope-


racional Microsoft Windows e o Eberick 2020 é compatível com o Windows 8.1 e

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10 na versão 64 bits. Para mais informações acesse o artigo Quais os sistemas


operacionais compatíveis com os softwares da AltoQi?

Para o correto funcionamento dos programas AltoQi é necessário que o


seu computador atenda algumas configurações mínimas. As especificações ne-
cessárias são descritas em Configurações mínimas e recomendadas.

Com esses requisitos atendidos será possível instalar o Eberick em seu


computador. O procedimento de instalação a ser realizado dependerá da sua
forma de proteção:
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• Instalação do Eberick (proteção USB)


• Instalação do Eberick (proteção por software)

Finalizada a instalação, execute o atalho Eberick 2020 criado em sua área


de trabalho para abrir o programa.

FIGURA 0.6 – ATALHO EBERICK 2020

0.5 Apresentação da arquitetura

Para elaborar este curso, optamos por um projeto exemplo de uma resi-
dência de alto padrão. Abordaremos a criação de uma edificação através de um
arquivo arquitetônico no formato IFC, configuraremos as opções de sistema e
lançamento, realizaremos o lançamento dos principais elementos estruturais (la-
jes, vigas, pilares e fundações), dimensionaremos o projeto, verificaremos os
seus deslocamentos e geraremos os seus detalhamentos.

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FIGURA 0.8 – VISÃO 3D


FIGURA 0.7 – CORTE LATERAL

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A edificação é composta por um Pavimento Térreo, onde está alocada a


sala de estar com pé direito duplo, a sala de jantar, a cozinha, a lavandeira, o la-
vabo, a dispensa e a área externa, um Pavimento Superior, onde estão alocadas
três suítes e uma Cobertura, onde está alocada a caixa d’água.

Além do projeto estrutural que será realizado neste curso, o projeto elé-
trico e hidrossanitário desta mesma edificação também serão realizados nos cur-
sos das suas respectivas plataformas, QiElétrico e QiHidrossanitário. Desta
forma, será possível exibirmos alguns fatores importantes para a realização de
projetos no formato colaborativo e na compatibilização dos projetos.
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Ao realizar projetos pensando na filosofia BIM é muito importante que os


projetistas das diferentes disciplinas conversem antes de iniciar o lançamento
dos projetos, durante a realização o projeto, principalmente quando existirem
mudanças nas informações repassadas inicialmente, e após o lançamento inicial
dos projetos, até que a compatibilização seja finalizada.

Sendo assim, antes de iniciar o lançamento do projeto já foi realizada uma


reunião onde alguns pontos importantes foram abordados como:

• Tipo de laje que será utilizada no projeto – Projetista estrutural infor-


mou que será utilizada laje treliçada pré-moldada em alguns ambientes e
lajes maciça em outros ambientes.
• Quais pontos de alimentação são necessários prever – Projetista hi-
dráulico informou que precisa prever alimentação de aquecedor de passa-
gem, bomba de hidromassagem, chuveiros, máquina de lavar louça, má-
quina de lavar roupa e pressurizador.
• Posicionamento dos condutos elétricos e tubulação hidráulica/sanitá-
ria – Foi definido junto ao projetista hidráulico que os condutos elétricos
serão instalados na capa da laje e que a tubulação hidráulica/sanitária será
instalada no contrapiso.

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Com estas informações, poderemos iniciar o lançamento deste projeto.

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Capítulo 1. Criando o projeto

Objetivo: utilizar um modelo arquitetônico 3D para criar a estrutura inicial e dese-


nhos de referência do Eberick.

O primeiro passo para projetar uma edificação no Eberick é informar para

o programa quais os pavimentos que a compõem. Definir essas informações é

importante pois todos os lançamentos realizados na plataforma estarão associa-


online. É proibida a divulgação, comercialização e reprodução total ou parcial deste conteúdo.

dos a algum pavimento específico. Elementos como lajes, vigas e pilares estarão

vinculados ao pavimento onde foram lançados e todas os detalhamentos e rela-

tórios gerados referenciarão a esse pavimento. Nesta aula, iremos mostrar como

você pode fazer isso.

• Para criar uma edificação, acesse o menu Arquivo – Novo.

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FIGURA 1.1 – COMANDO PARA CRIAÇÃO DE UMA NOVA EDIFICAÇÃO

O programa permite que a edificação seja criada de duas maneiras dife-

rentes. Com o comando Nova edificação, você irá criar um projeto em branco, o

que significa que todas as informações necessárias para o lançamento da estru-

tura deverão ser informadas manualmente. Será necessário informar nível do

solo, nível inferior da estrutura, além dos pavimentos e suas respectivas alturas.

Da mesma maneira, a planta baixa dos pavimentos deverá ser importada manu-
online. É proibida a divulgação, comercialização e reprodução total ou parcial deste conteúdo.

almente, se valendo de algum arquivo de CAD 2D (.dwg ou .dxf).

Já o comando Nova edificação com modelo externo permite a criação de

um arquivo de projeto com base em um modelo pré-existente. Em linhas gerais,

o modelo BIM da arquitetura é provido ao Eberick, que identifica os pavimentos

da edificação automaticamente e gera as suas respectivas plantas baixas, de

modo que essas são exibidas junto ao lançamento para que sirvam de referên-

cia. Para utilizar esta ferramenta, é necessário que você disponha do modelo ar-

quitetônico em IFC (.ifc).

1.1 Selecionando o modelo externo

Neste curso, iremos utilizar o segundo método, porém você pode encon-

trar mais informações sobre a criação de projetos no Eberick no artigo Quais va-

lores devo inserir na janela pavimentos.

• Clique sobre a opção Nova edificação com modelo externo;

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• A Janela Modelo externo será aberta. Selecione a opção Modelos

3D (*.ifc) no campo Tipo do arquivo, localizada no canto inferior di-

reito da janela;

• Localize a pasta onde o arquivo ARQ-IFC.ifc, disponibilizado na área

do aluno, foi salvo. Selecione o arquivo;

• Clique na opção Abrir.


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FIGURA 1.2 – JANELA MODELO EXTERNO

O modelo será carregado e, logo em seguida, a janela Novo projeto será

exibida. Nesta janela, devem ser definidos alguns parâmetros para que o ar-

quivo de projeto seja gerado adequadamente.

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1.2 Passo 1 – Identificação do projeto

Neste primeiro passo, indicado pelo diálogo Nova edificação (passo 1 de

3), será necessário definir o Nome do projeto, o seu Título e o local onde será

criado.
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FIGURA 1.3 – JANELA NOVO PROJETO (PASSO 1 DE 3)

No grupo Identificação, preencha os campos como indicado abaixo:

● Em Nome, informe EST-PRJ;

● Em Criar em, clique sobre o diretório padrão, em azul. Selecione a

pasta Documentos\Curso Eberick e clique em OK. É nesta pasta que

será salvo o seu arquivo de projeto;

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● Em Título, defina Curso Eberick;

● Clique em Avançar >>.

1.3 Passo 2 – Pavimentos e níveis de pavimentos

Na janela Novo projeto (passo 2 de 3), serão informados os pavimentos

que compõem a edificação. Conforme foi dito anteriormente, a utilização de um

modelo externo permite que o Eberick defina a posição dos pavimentos automa-

ticamente, sendo que a janela já é exibida preenchida.


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FIGURA 1.4 – JANELA NOVO PROJETO (PASSO 2 DE 3)

A altura do primeiro pavimento da edificação (neste caso, o Térreo) é utilizada apenas


como valor de referência. Você pode utilizar um valor arbitrário para a sua altura

Caso deseje, as propriedades dos pavimentos poderão ser alteradas nesta

janela. Para o curso, não iremos realizar nenhum tipo de ajuste. No artigo Quais

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valores devo inserir na janela pavimentos, há uma explicação detalhada das fun-

cionalidades desta janela.

• Altere o Nível do pavimento Térreo para -5.0cm. Isso fará com que
a estrutura toda seja deslocada 5cm para baixo, de modo a garantir
que a laje finalizada, considerando o contrapiso (5cm) esteja ali-
nhada ao nível da arquitetura
• Corrija a altura do pavimento Superior de 337.5cm para 332.5cm
• Clique em Avançar >>.
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1.4 Passo 3 – Gerar as plantas baixas do modelo

Na janela Novo projeto (passo 3 de 3), você deverá definir como serão ge-

rados os planos de corte da arquitetura. Esses planos serão utilizados para defi-

nir qual o campo de visualização de cada um dos pavimentos e, consequente-

mente, o que será exibido na planta baixa de cada um deles. Algumas opções po-

dem ser verificadas nessa janela:

• Em Padrão de abrangência de objetos, são definidas quais classes


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de objeto serão utilizadas na geração do corte. Iremos manter essa

opção em Todos os objetos.

Caso deseje desconsiderar algum elemento na geração dos cortes, selecione a op-
ção Apenas os objetos dos grupos definidos em Padrão de abrangência dos
objetos. Clicando em Personalizar, você poderá escolher quais dos objetos serão
exibidos.

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FIGURA 1.5 – JANELA NOVO PROJETO

• A opção Corte superior diz respeito ao posicionamento do corte em

relação ao nível do pavimento. É importante que esse corte seja po-

sicionado a uma altura que permita a visualização dos elementos

imprescindíveis ao projeto. Um corte muito baixo, ou muito alto,

pode não exibir o posicionamento das janelas nas paredes, por

exemplo. Informe o valor de 150.00cm para todos os pavimentos;

• A opção Corte inferior define o “campo de visão” do corte. Assim,

em um determinado pavimento, serão exibidos todos os elementos

presentes entre o corte superior e o corte inferior. Informe

−15.00cm para todos os pavimentos com exceção do Superior. Para

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ele, atribua -200cm. Isso fará com que a escada seja exibida por in-

teiro nos cortes;

• Confirme em Ok.

Neste momento, seu projeto estará criado. Na parte esquerda da tela, será

exibida a árvore do seu projeto na janela Edificação. Nesta região, você poderá

visualizar várias informações de projeto, como seus pavimentos, croquis, dese-

nhos e plantas de fôrma. Perceba ainda que o modelo utilizado para criar a edifi-
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cação também é exibido em Modelos 3D.

Por vezes será necessário alterar a altura dos pavimentos após criada a edificação.
Você pode fazer isso no botão Propriedades da edificação , logo acima da árvore
de projeto

FIGURA 1.6 – ÁRVORE DA EDIFICAÇÃO

Para visualizar as arquiteturas geradas, é necessário selecionar a referên-

cia correspondente. Para isso:

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• Na janela Edificação, dê um duplo clique sobre o pavimento Supe-

rior. O croqui do pavimento será aberto. Perceba que nenhum ele-

mento é mostrado ainda;

• Acesse a guia Desenho – Grupo Referências;

• Altere o item Desenho para ARQ-IFC.


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FIGURA 1.6 – REFERÊNCIA DE DESENHO

Perceba que a arquitetura será exibida no croqui. Da mesma maneira,

você pode alterar qual pavimento será exibido no croqui alterando o item Supe-

rior.

• Altere o item Superior para Todos.

Selecionando a opção Todos, perceba que as arquiteturas serão exibidas

de maneira sobreposta. Esse tipo de visualização é interessante durante o lança-

mento pois permite identificar interferências e alinhamentos de parede, o que é

bastante importante durante o lançamento de pilares. Perceba ainda que o pro-

grama gera as arquiteturas com cores variadas. Para facilitar a distinção entre

pavimentos, iremos alterar a cor de cada um dos desenhos. Para isso:

• Na janela Edificação, expanda o pavimento Térreo;

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• Dê um duplo clique sobre o item ARQ-IFC;

Ao planificar um modelo 3D, as arquiteturas planificadas são adicionadas aos respec-


tivos pavimentos com o mesmo nome do modelo.
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FIGURA 1.7 – ARQUITETURA PLANIFICADA

O desenho do pavimento térreo será aberto. Para alterar as cores dos ele-

mentos, siga o procedimento:

• Selecione todos os elementos do desenho;

• Acesse a guia Desenho – grupo Manipular – botão Desagrupar

• Selecione novamente todos os elementos do desenho;

• Acesse a guia Desenho – grupo Manipular – botão Propriedades

do desenho . A janela Propriedades do desenho será aberta.

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A janela Propriedades do desenho permite que você altere as propriedades de


elementos dos elementos de desenho selecionados.
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FIGURA 1.8 – JANELA PROPRIEDADES DE DESENHO

• Marque apenas as opções Cor e Cor Texto, que são as propriedades

que serão alteradas;

• Selecione a cor roxa para o os itens Cor e Cor Texto;

• Clique em Aplicar e então Fechar;

• Tecle Esc para cancelar a seleção.

Feito isso, verifique que a cor dos elementos foi alterada. Repita a mesma

operação para os pavimentos Superior e Cobertura. Para cada um deles, seleci-

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one uma cor diferente. Não é necessário fazer isso para o pavimento Teto Reser-

vatório, pois este pavimento conta apenas com o contorno retangular do reser-

vatório. Feito isso:

• Acesse novamente o croqui do pavimento Superior.

Perceba que agora as arquiteturas serão exibidas com cores distintas, o

que facilita a visualização dos elementos e eventuais interferências.


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FIGURA 1.8 – ARQUITETURAS SOBREPOSTAS

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Capítulo 2. Configurações iniciais

Objetivo: definir as principais configurações do programa para adequá-las ao pro-


jeto que será elaborado.

O Eberick realiza a análise da estrutura com base em uma série de configu-

rações que devem ser definidas pelo projetista. Dentre elas, configurações como

Dimensionamento, Materiais e durabilidade, Vento e Análise influenciam


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grandemente nos resultados fornecidos pelo programa. Desta maneira, é impor-

tante que algumas delas sejam definidas antes mesmo de que o projeto comece

a ser lançado.

Ao criar uma edificação no Eberick, o programa sempre utiliza como referência as con-
figurações do último projeto que foi aberto no programa.

O programa permite ainda que você gere modelos de configuração (.mrj)

e os importe em seu projeto. Isso ajuda a manter um certo padrão nos projetos,

além de facilitar a etapa de configurações iniciais. Para fazer isso:

• Acesse o menu Arquivo – Importar – Importar modelo;

• Localize a pasta onde o arquivo Modelo Curso.mrj, disponibilizado

na área do aluno, foi salvo. Selecione o arquivo;

• Clique na opção Abrir.

Por enquanto, iremos definir apenas as configurações de Ações, Vento e

Materiais e durabilidade. As demais configurações serão abordadas ao longo

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do curso, quando se fizerem necessárias. De todo modo, no artigo Quais as prin-

cipais configurações que devem ser definidas antes de analisar o projeto no Ebe-

rick, já elaboramos um roteiro com as principais configurações que você deve al-

terar no programa.

Para alterar as configurações de um projeto, você deve acessar a guia Es-

trutura - Grupo Configurações.


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FIGURA 2.1 – GRUPO CONFIGURAÇÕES

Perceba que o programa lista três conjuntos de configurações. Nas confi-

gurações de Projeto, serão agrupadas todas as configurações que dizem res-

peito ao cálculo e resultados do projeto, sendo possível citar configurações de

vento, análise, dimensionamento e detalhamento. Já nas de Desenho, estarão

disponíveis as configurações relacionadas à parte gráfica do projeto, como níveis

de desenho, fontes e cotas. Já em Sistema, serão apresentadas as configurações

que estão relacionadas à plataforma, como unidades de medida, blocos de en-

chimento e grupos de carga. Os primeiros dois grupos estão associados ao pro-

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jeto corrente, tendo suas preferências salvas junto ao arquivo de projeto, en-

quanto o terceiro está associado ao programa e não será alterado a depender do

projeto que for aberto.

Com as configurações importadas, podemos começar a adequá-las ao pro-

jeto corrente.

2.1 Configurações de Ações


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Para analisar os esforços da estrutura, o Eberick utiliza combinações de

ações. Essas combinações consistem em aplicar diferentes tipos de solicitação na

estrutura de maneira simultânea, para determinar como ela se comporta. Essas

combinações são estabelecidas no capítulo 11 da NBR6118:2014. O programa

então identifica as combinações mais críticas e utiliza elas para dimensionar os

elementos do projeto. As configurações de Ações reúnem informações sobre

quais carregamentos serão considerados pelo programa e como serão feitas as

combinações. Uma explicação detalhada de cada um desses parâmetros é forne-

cida em Principais configurações de ações. Para abrir a janela de configurações

de ações:

• Acesse a guia Estrutura – Configurações – Projeto – Ações.

Na janela que se abre, algumas informações estarão disponíveis. Em Tipo,

serão exibidos os tipos de carregamento considerados na estrutura, os quais de-

nominamos ações. Em Ação, você poderá definir o nome da ação selecionada,

além de sua abreviação para os relatórios (em Indicação). Em Coeficientes de

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ponderação, você pode configurar como cada uma das ações será majorada.

Como o programa faz distinções entre as os tipos de análise, você poderá confi-

gurá-las separadamente. Perceba ainda que você poderá determinar coeficientes

distintos para efeitos favoráveis (quando a ação diminui os esforços totais do ele-

mento), ou desfavoráveis (quando a ação aumenta os esforços totais). Os valores

desses coeficientes são normativos e podem ser encontrados na Tabela 11.1 da

NBR 6118. Em Fatores de combinação, devem ser configurados os coeficientes

para combinações de ações acidentais. Esses coeficientes são utilizados quando


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múltiplas ações acidentais são consideradas na mesma combinação e podem ser

encontrados na Tabela 11.2 da NBR6118:2014.

FIGURA 2.2 – JANELA AÇÕES, ABA AÇÕES

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Aqui, iremos alterar os coeficientes de ponderação das ações acidentais.

Os valores configurados no projeto são 0.7, 0.6 e 0.5 para os coeficientes ψ0, ψ1 e

ψ2, respectivamente, devem ser utilizados apenas em locais onde há grande con-

centração de pessoas, ou equipamentos. Como a edificação é residencial, pode-

mos utilizar valores menores, conforme indicado na Tabela 11.2 da

NBR6118:2014. Assim:

• Selecione o grupo de ações Acidental e então a ação Acidental;


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• Em Fatores de combinação, atribua os valores 0.5, 0.4 e 0.3 para

os itens ψ0, ψ1 e ψ2;

• Feito isso, acesse a aba Combinações.

Na aba Combinações, você encontrará algumas configurações adicionais

sobre como são montadas as combinações. Na coluna Ativo, você poderá definir

quais ações são consideradas na análise. Na coluna Efeito favorável, se a ação

em questão poderá ajudar na redução dos esforços. Em Definir combinações,

você poderá visualizar todas as combinações consideradas na análise. Por ora,

não iremos realizar nenhuma alteração nesta janela. Portanto:

• Confirme todas as janelas em Ok.

O Eberick permite que você defina as combinações e ações manualmente também.


Caso precise fazer isso, siga os procedimentos indicados em Como criar um novo grupo
de ações no Eberick.

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FIGURA 2.3 – JANELA AÇÕES, ABA COMBINAÇÕES

2.2 Configurações de Vento

O Eberick calcula automaticamente as cargas de vento que serão aplicadas

sobre a estrutura. O cálculo é feito seguindo as recomendações da norma

NBR6123: 2014 e requer que o projetista defina alguns parâmetros da estrutura

para que possa ser realizado. Uma explicação detalhada de cada uma dos parâ-

metros é fornecida em Principais configurações de vento. Para abrir a janela:

• Acesse a guia Estrutura – Configurações – Projeto – Vento.

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FIGURA 2.4 – JANELA VENTO

No item Velocidade, você deverá definir a velocidade do vento no local

onde será construída a edificação. Em Mapa, você tem acesso ao mapa de veloci-

dades disponível na norma NBR6123:2014 para consulta, sendo possível utilizar

os valores ali definidos para atribuir a velocidade do vento. Em Ângulo, você po-

derá definir o ângulo de incidência do vento.

Por padrão, o Eberick considera o vento agindo alinhado aos eixos X e Y do croqui.
Para edificações que estejam rotacionadas, pode ser interessante compatibilizar o ân-

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gulo do vento ao ângulo da estrutura. Isso faz com que o vento seja aplicado perpen-
dicularmente às fachadas da edificação, fornecendo um carregamento mais consis-
tente.

Os demais itens de configuração da janela estão relacionados aos parâme-

tros de cálculo S1, S2 e S3 do vento. Uma explicação detalhada de cada um deles

pode ser encontrada no artigo Como é calculada a velocidade característica do

vento?. Em linhas gerais, o item Topografia determinará o valor de S1: edifica-

ções em vales recebem menos vento do que edificações em encostas; o item Edi-
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ficação determinará o valor de S2: a geometria da edificação e do terreno adja-

cente muda a incidência do vento; e o item Fator estatístico determina o valor

de S3: edificações cuja ruína implique em perda de infraestrutura requerem um

coeficiente adicional.

Em nosso projeto, iremos utilizar as seguintes configurações:

• Para a Velocidade, adote 42m/s, que corresponde à região amarela

no mapa de velocidades;

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FIGURA 2.5 – MAPA DAS VELOCIDADES DO VENTO

• Em Topografia, adote a opção Demais casos (S=1.0);

• Em Maior dimensão horizontal ou vertical, selecione a opção Me-

nor que 20m;

• Em Categoria, clique em ... e selecione a opção Categoria IV¸ que é

equivalente a uma região urbanizada;

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FIGURA 2.6 – RUGOSIDADE DO TERRENO

• Em Fator estatístico S3, selecione a opção Edificações para ho-

téis e residências.

Feito isso, os parâmetros necessários para o cálculo do vento terão sido

definidos. Clicando no botão Forças médias, uma janela se abrirá informando os

valores calculados, bem como as forças aplicadas. Por ora, os valores estarão ze-

rados, visto que a estrutura ainda não foi lançada.

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FIGURA 2.7 – FORÇAS DEVIDO AO VENTO

O Eberick calcula as fachadas da edificação automaticamente. Contudo, em alguns


casos pode ser interessante informá-la manualmente. Para isso, é necessário desabili-
tar a opção Usar fachadas do croqui, na janela Forças devido ao vento.

• Confirme as alterações em Ok.

2.3 Configurações de Materiais e durabilidade

Para dimensionar os elementos, bem como detalhá-los, é necessário que

algumas informações sejam providas ao programa. Informações como a resis-

tência do concreto, bitolas de armaduras e cobrimento das peças serão informa-

das na janela Materiais e durabilidade. Uma explicação detalhada de cada uma

dessas opções é fornecida em Principais configurações de materiais e durabili-

dade. Assim:

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• Acesse a guia Estrutura – Configurações – Projeto – Materiais de

durabilidade.
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FIGURA 2.8 – JANELA MATERIAIS E DURABILIDADE

As configurações de Materiais e durabilidade podem ser definidas pavimento a pa-


vimento, caso necessário. Para isso, selecione a opção Por pavimento em Aplicação
e altere as configurações de acordo com os pavimentos selecionados em Pavimento.

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Em Geral, é possível definir a classe de agressividade do ambiente, cuja

classificação é dada na Tabela 6.1 da NBR6118:2014. Neste grupo também estão

disponíveis algumas reduções de cobrimento previstas e normas e baseadas no

controle rigoroso das dimensões dos elementos e na utilização de uma resistên-

cia que o necessário para o concreto. Em Elementos, será possível definir a resis-

tência do concreto utilizada em cada tipo de elemento, bem como os seus res-
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pectivos cobrimentos e bitolas de armadura que poderão ser utilizadas durante

o detalhamento. Em Avisos, serão listadas as propriedades que não estiverem

consistentes com os limites normativos definidos para a classe de agressividade

definida no projeto. Barras e Classes irão definir as características das bitolas de

aço e das classes de concreto, respectivamente.

A classe de agressividade definida em projeto é I (fraca), o que indica que

se encontra em área rural, segundo a Tabela 6.1. Como a edificação será desen-

volvida em área urbana, se enquadra na classe II (moderada). Assim:

• Altere o item Classe de agressividade para II (moderada).

Perceba que, ao fazer isso, a janela de Avisos indicará a necessidade de

corrigir alguns dos parâmetros estabelecidos. Isso porque os cobrimentos defini-

dos anteriormente haviam sido configurados para uma classe de agressividade

menor, sendo necessário aumentá-los. Isso pode ser feito manualmente, por

meio dos itens Cobrimento (peças externas), Cobrimento (peças internas) e

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Cobrimento (contato com o solo), ou então por meio do botão Detalhes, no

grupo Avisos.

• Clique no botão Detalhes;

• Na janela que se abre, selecione todos os itens exibidos. Cada um

deles estará relacionado a um elemento da estrutura cujo cobri-

mento está inadequado;

• Clique em Corrigir;
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• Confirme as alterações em Ok.

FIGURA 2.9 – VERIFICAÇÃO DOS PARÂMETROS

A janela Avisos irá alertar somente quando os parâmetros não forem suficientes para
os requisitos de norma. Caso excedam o valor mínimo, nenhuma mensagem será exi-
bida. Neste caso, será necessário alterar os parâmetros manualmente.

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Fazendo isso, os cobrimentos serão corrigidos automaticamente para o

mínimo estabelecido por norma, dadas as configurações adotadas.

• Confirme as alterações em Ok.

2.4 Demais configurações

O Eberick conta com uma série de configurações que permitem que você

personalize a análise, dimensionamento e detalhamento do projeto de maneira


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bastante significativa. Como o escopo do curso é limitado, disponibilizamos al-

guns materiais que contêm informações adicionais sobre essas configurações,

como o artigo Quais as principais configurações a serem definidas antes de anali-

sar o projeto no Eberick.

A ajuda do Eberick também fornece uma página com especificações detalhadas sobre
cada janela do programa. Para acessá-la, basta clicar no botão Ajuda da respectiva
janela.

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Capítulo 3. Posicionamento de pilares

Objetivo: posicionar pilares no projeto de acordo com a sobreposição das arquitetu-


ras de todos os pavimentos.

O posicionamento dos pilares no projeto é, provavelmente, um dos pontos

mais importantes na concepção de uma nova estrutura. A disposição desses ele-

mentos influenciará em como os esforços se distribuirão na estrutura e pode in-


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correr em resultados mais, ou menos, onerosos. Ao inserir pilares em uma estru-

tura, há uma série de fatores que devem ser levados em consideração, de modo

que a concepção final irá variar grandemente a depender das características de

cada projeto. Neste curso, iremos abordar algumas delas, dentre as quais pode-

mos destacar:

• Alinhamento de paredes: de modo geral, é interessante que os pi-

lares se mantenham alinhados à sua prumada inicial ao longo da al-

tura da edificação. Isso garante que as cargas sejam transferidas às

fundações de maneira mais direta, sem necessidade de transições,

por exemplo;

• Presença de aberturas: a presença de aberturas, como janelas e

portas impede o posicionamento de pilares na região;

• Presença de aparelhos sanitários: devido às tubulações associa-

das a esses elementos, é importante que sejam evitados pilares nes-

tas regiões

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• Necessidade de apoios: vãos muito grandes requerem pilares in-

termediário

Para que possamos analisar os pontos onde os pilares serão posicionados,

é interessante que façamos uma análise preliminar de quais os desafios da ar-

quitetura que servirá de referência. Isso nos ajuda a identificar pontos críticos

que receberão prioridade na concepção e evita que tenhamos que alterar lança-

mentos já realizados para que se adequem a essas regiões. Neste projeto, pode-
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mos identificar algumas regiões que requerem atenção:

• (A) Garagem: a região da garagem permite que os pilares sejam po-

sicionados apenas em seu perímetro. Como há cômodos sobre a ga-

ragem, é importante que tenhamos uma concepção que permita o

apoio adequado desses cômodos. Além disso, na parte frontal da

garagem, há ainda uma sacada, que demandará nossa atenção;

• (B) Sala com pé direito duplo: a sala da residência possui pé-di-

reito duplo, além de ser uma região ampla sem nenhum tipo de

apoio. Assim, teremos de atentar para o apoio adequado da cober-

tura sobre a sala, além de prestar atenção nas flechas geradas na

região;

• (C) Varanda sem continuidade de pilares: na varanda posterior da

edificação, o apoio é realizado por meio de um pilar circular. Toda-

via, como o perímetro do pavimento superior não está alinhado em

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relação ao inferior, não há continuidade de pilares na região, o que

dificulta o apoio da cobertura;

• (D) Caixa d’água e banheira: nesta região, encontraremos, nos pa-

vimentos superiores, tanto a caixa d’água da edificação, quanto uma

banheira de hidromassagem. Ambos elementos aplicam um carre-

gamento significativo sobre a estrutura, demandando um apoio só-

lido na região.
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Nas próximas seções, iremos explorar cada uma dessas regiões de modo a

propor soluções para cada uma delas.

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FIGURA 3.1 – MODELO 3D DO PRIMEIRO PAVIMENTO

3.1 Pilares na garagem

Conforme explicado anteriormente, a região da garagem consiste em dois

desafios: (i) há lajes no piso superior que precisam ser apoiadas e (ii) há uma sa-

cada que avança para além do perímetro da garagem. Para identificar o melhor

posicionamento para os pilares, iremos nos valer da sobreposição das arquitetu-

ras. Assim:

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• Na janela Edificação, acesse o pavimento Térreo clicando duas ve-

zes sobre Térreo, ou sobre o item Croqui dentro de Térreo;


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FIGURA 3.2 – CROQUI TÉRREO

• Com o croqui aberto, acesse a guia Estrutura – Referências e confi-


gure a exibição de todas os pavimentos do ARQ-IFC.

FIGURA 3.3 – SOBREPONDO ARQUITETURAS

Também é possível escolher quais desenhos de referência serão sobrepostos. Para isso,
selecione a opção Personalizado e clique em Pavimento personalizados , ou De-
senhos personalizados para selecionar quais deles serão exibidos.

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Fazendo isso, todas as arquiteturas serão exibidas simultaneamente no

projeto.
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FIGURA 3.4 – ARQUITETURAS SOBREPOSTAS

Para que possamos apoiar sacada, serão necessários pilares à esquerda e

à direita da garagem. Na esquerda, há um detalhe arquitetônico que pode ser

utilizado para posicionar esses pilares. De modo geral, buscamos diminuir o má-

ximo possível as regiões de balanço, uma vez que elas tendem a aumentar signi-

ficativamente os valores momentos nas vigas e pilares. Assim, é interessante que

um pilar seja posicionado junto ao canto inferior esquerdo da edificação. Um se-

gundo pilar pode ser posicionado na extremidade oposta do detalhe para equili-

brar o balanço. A disposição dos pilares deve ser a seguinte:

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FIGURA 3.5 – ARQUITETURAS SOBREPOSTAS

Nesse tipo de pórtico, quanto mais próximos os pilares, mais rígido o mo-

delo e melhor o travamento da viga. Em contrapartida, isso aumenta o carrega-

mento vertical dos pilares, o que pode dificultar seu dimensionamento, ou

mesmo criar carregamentos negativos no pilar oposto ao balanço.

Para garantir que os pontos adequados serão selecionados, podemos nos

valer das ferramentas de captura do programa. O Eberick conta com todas as fer-

ramentas de captura mais comuns de um ambiente de cad, como Extremidade,

Ponto médio e Quadrante.

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A ferramenta Captura personalizada permite que você mantenha mais de uma


ferramenta de captura ativa simultaneamente. Isso permite um lançamento mais rá-
pido. Uma vez que não é necessário alterar a ferramenta de captura ativa a cada lan-
çamento. Você pode configurar as ferramentas ativas por meio do botão Personalizar

Todas serão tratadas ao longo do lançamento da estrutura, porém você

pode encontrar todas essas explicações reunidas no artigo Captura de pontos.


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Por ora:

• Certifique-se que a ferramenta Captura personalizada . Você

pode encontrá-la na parte inferior da tela;

• Clique em Personalizar ;

• Na janela que se abre, selecione todas as opções com exceção de

Ponto no elemento;

• Confirme em Ok.

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FIGURA 3.5 – FERRAMENTAS DE CAPTURA

Feito isso, podemos começar a inserir os pilares. Para isso:

• Acesse a guia Lançamento – Pilares – Pilar ;

Na janela que se abre, você deverá informar as propriedades do pilar que

será inserido. Por ora, manteremos as configurações padrão da janela, uma vez

que não é necessário alterá-las. Assim:


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FIGURA 3.6 – JANELA DE INSERÇÃO DO PILAR

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• Atribua 14cm para a base b;

• Atribua 30cm para a altura h;

• Confirme em Ok.

No Eberick, a base b sempre estará associada à menor dimensão do pilar, enquanto a


altura h estará associada à sua maior dimensão.

A inserção de um pilar no croqui do Eberick consiste em definir um ponto


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de referência, o ângulo da seção em relação aos eixos, qual vértice do pilar es-

tará fixado nesse ponto e o afastamento do ponto em relação à face externa da

parede, o que nos permite considerar uma espessura de reboco. Prosseguimos

então ao lançamento:

Caso tenha dúvidas sobre qual informação está sendo solicitada pelo programa no
momento do lançamento, a Linha de comando, no canto inferior esquerdo da janela,
sempre irá exibi-la. Neste momento do lançamento, será exibido Pilar – posição, o
que indica que é necessário escolher qual o ponto de inserção do pilar.

• Clique sobre o canto inferior esquerdo da garagem, como mostrado:

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ortogonal aos eixos do projeto:


FIGURA 3.6 – JANELA DE INSERÇÃO DO PILAR

A linha de comando mostrará Pilar – Ângulo. Girando o mouse ao redor

do pilar, será possível definir sua angulação. Para garantir que ele se mantenha

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FIGURA 3.7 – DEFINIR O ÂNGULO DO PILAR

• Habilite a ferramenta Ortogonal , caso não esteja habilitada.

Você também pode fazer isso por meio da tecla F8 do seu teclado;

• Clique em um ponto da tela de modo que a maior direção do pilar

esteja alinhada ao eixo Y.

A linha de comando mostrará Pilar – Vértice fixo. Neste momento, seleci-

onaremos qual vértice do pilar será posicionado no ponto que escolhemos. Além
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disso, o vértice fixo é o vértice do pilar que não se move quando suas dimensões

são alteradas. Dessa maneira, é importante que o vértice fixo fique na direção

oposta aos aumentos de seção. Neste caso, como queremos que o pilar aumente

para dentro da garagem:

• Clique em um ponto à direita e acima do pilar para que seu canto in-

ferior esquerdo seja posicionado no ponto de referência;

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FIGURA 3.8 – DEFINIR O PONTO FIXO DO PILAR

A última etapa para o lançamento do pilar é definir o deslocamento por

conta do reboco. A linha de comando exibirá Pilar – Deslocamento. Isso é im-

portante para garantir que a parede finalizada estará adequadamente alinhada

ao projeto arquitetônico. Caso não esteja, é possível que sejam geradas interfe-

rências com os projetos complementares Hidrossanitário e Elétrico, visto que

esses projetos costumam se valer do reboco para passagem de tubulações e

condutos. No caso do nosso projeto, o reboco considerado é de 2.0cm:

• Na linha de comando, digite 2.0;

• Confirme com Enter.

FIGURA 3.9 – DESLOCAMENTO POR CONTA DE REBOCO

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Fazendo isso, o Eberick irá deslocar automaticamente o pilar de 2.0cm. A direção do


deslocamento segue a mesma direção informada ao definir o vértice fixo. Neste caso,
o pilar será deslocado 2.0cm para a direita e 2.0cm para cima.

Perceba que o pilar passa a ficar recuado em relação à face externa da pa-

rede, indicando que a inserção foi feita adequadamente.


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FIGURA 3.10 – PILAR POSICIONADO

Podemos partir agora para o pilar na região superior do detalhe da gara-

gem

• Acesse o comando Lançamento – Pilares – Pilar e confirme a ja-

nela que se abre em Ok. Não é necessário fazer alterações nas pro-

priedades;

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FIGURA 3.11 – PONTO DE POSICIONAMENTO DO SEGUNDO PILAR

• A linha de comando exibirá Pilar – Posição: Clique sobre o ponto de

inserção do pilar;

• A linha de comando exibirá Pilar – Ângulo: Clique sobre um ponto

da tela para o qual o pilar mantenha sua maior dimensão alinhada

ao eixo Y;

• A linha de comando exibirá Pilar – Vértice fixo: Queremos que o

canto superior esquerdo do pilar se mantenha fixo na parede. Para

isso clique em um ponto à direita e abaixo do pilar, na tela;

O vértice fixo de um pilar será representado por um quadrado posicionado em um de


seus vértices.

• Pilar – Deslocamento: mantenha o valor de 2.0.

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O deslocamento deverá ser informado sempre que o comando de inserção de pilar for
reiniciado. Isso acontece quando você cancela o comando por meio da tecla Esc, ou
então se ele é selecionado novamente na guia Lançamento. Caso o comando não seja
reiniciado entre pilares, o programa manterá valor de Deslocamento já inserido para
os demais pilares inseridos.

O lançamento deve ficar similar ao mostrado na figura


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FIGURA 3.12 – LANÇAMENTO DO PILAR

Tendo terminado a inserção desses dois pilares, conseguimos definir pon-

tos de apoio interessantes para a sacada. Ainda devemos, contudo, garantir o

apoio dos cômodos superiores. Para isso, iremos lançar dois pilares neste

mesmo alinhamento, de modo a garantir que as vigas de apoio dos cômodos su-

periores estarão apoiadas diretamente sobre os pilares. Isso irá garantir que as

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vigas estejam devidamente rígidas, o que é importante em regiões de vãos mais

significativos. Para inserir o pilar:

• Selecione apenas a arquitetura do Térreo em Desenho – Referên-

cias para facilitar a visualização;

• Selecione a ferramenta de captura Ponto na intersecção . Essa

ferramenta permite que você escolha duas linhas no desenho. O

ponto selecionado será o ponto em que essas linhas (ou seu prolon-
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gamento) se interseccionam;

• Caso a inserção de pilares não esteja ativa (basta verificar o que está

sendo exibido na Linha de comando), acesse o comando Lança-

mento – Pilares – Pilar (você pode manter as propriedades na ja-

nela de lançamento);

FIGURA 3.12 – LINHAS PARA INSERÇÃO DO PILAR

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• Na linha de comando, será exibido Pilar – Posição 1ª linha. Seleci-

one a Linha 1, conforme mostrado na figura.

• Na linha de comando, será exibido Pilar – Posição 2ª linha. Seleci-

one a Linha 2, conforme mostrado na figura.

O pilar será inserido na intersecção das duas linhas:


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FIGURA 3.13 – PILAR INSERIDO NA INTERSECÇÃO

• Pilar – Ângulo: Clique sobre um ponto da tela para o qual o pilar

mantenha sua maior dimensão alinhada ao eixo Y;

• Pilar – Vértice fixo: Queremos que o canto inferior esquerdo do pi-

lar se mantenha fixo na parede. Para isso clique em um ponto à di-

reita e acima do pilar, na tela;

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• Pilar – Deslocamento: mantenha o valor de 2.0cm.

Feito isso, seguimos para o próximo pilar:

• Utilizando a ferramenta de captura Ponto na intersecção, selecione

as duas linhas conforme mostrado na figura


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FIGURA 3.13 – LINHAS PARA INSERÇÃO DO PILAR

• Pilar – Ângulo: Clique sobre um ponto da tela para o qual o pilar

mantenha sua maior dimensão alinhada ao eixo Y;

• Pilar – Vértice fixo: Queremos que o canto superior esquerdo do

pilar se mantenha fixo na parede. Para isso clique em um ponto à

direita e abaixo do pilar, na tela.

O lançamento deve ficar igual ao mostrado na figura

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FIGURA 3.13 – LANÇAMENTO DA GARAGEM

3.2 Pilares na sala

A sala conta com uma abertura de grandes dimensões. Isso significa que

não poderão ser posicionados elementos na região da abertura, sendo que os pi-

lares deverão ser posicionados nas suas extremidades. Além disso, não será pos-

sível inserir vigas na região da janela, o que deixa os pilares sem travamento no

pavimento Superior.

A flambagem é um fenômeno de instabilidade e ocorre quando um pilar esbelto é sub-


metido a uma alta carga vertical. Quanto maior sua altura livre, menor será a carga
limite de flambagem, o que pode dificultar seu dimensionamento. Uma maneira de

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melhorar esse comportamento é travá-lo com vigas, o que reduz sua altura livre. Para
mais informações sobre a flambagem, leia o artigo Como é calculado o comprimento
de flambagem dos pilares.
Como os pilares não estarão travados na direção da janela, é interessante

que a sua maior dimensão esteja alinhada a esta direção. Isso ajuda a reduzir a

esbeltez nessa direção, o que reduz os efeitos da flambagem. Além disso, na ou-

tra direção haverá vigas de travamento, dispensando a necessidade de uma se-

ção mais robusta. Neste lançamento, não há necessidade de utilizar a ferramenta

de captura Ponto na intersecção:


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FIGURA 3.14 – PILARES NA ABERTURA DA SALA

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• Insira os pilares nos pontos destacados na figura.

• Lembre-se de manter as propriedades da seção.

• Os pilares deverão ser lançados alinhados à vertical

• Os pilares devem estar 2.0cm deslocados para dentro da face da pa-

rede por conta do reboco.

O lançamento final deve ser igual ao mostrado abaixo


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FIGURA 3.15 – PILARES NA ABERTURA DA SALA

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3.3 Pilar na varanda posterior

Nesta varanda, é necessário tomar cuidado com o apoio do pavimento su-

perior. Conforme comentado anteriormente, não existem paredes alinhadas ao

pavimento inferior, de modo que será necessário realizar uma transição. Por ora,

iremos apenas lançar o pilar circular. Precisamos que a face do pilar fique ali-

nhada à varanda, Para isso:


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• Selecione a ferramenta de captura Ponto quadrante . Essa ferra-

menta permite que você selecione um ponto deslocado do ponto de

referência;

• Acesse o comando Lançamento – Pilares – Pilar ;

• Em Seção do pilar – Tipo, selecione circular;

• Defina 30cm para a base b, que representa o diâmetro externo do

pilar. Defina 0cm para a altura h, que representa o diâmetro in-

terno do pilar, no caso de ele ser oco;

• Confirme em Ok.

Como estamos inserindo um pilar circular, não será necessário informar o

ângulo, já que é indiferente para esse tipo de seção; nem o vértice fixo, que será

sempre o centro do pilar circular. Para inserir o pilar utilizando a ferramenta

Ponto quadrante, precisamos estabelecer a distância entre o ponto de referên-

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cia e o ponto de inserção. Como queremos alinhar a face do pilar ao ponto de re-

ferência, essa distância será metade do diâmetro do pilar, isto é, 15cm em cada

um dos eixos:

• Na linha de comando, será exibido Pilar – Posição (deslocamento).

Digite 15,15 e confirme em Enter.


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FIGURA 3.16 – DESLOCAMENTO DO PILAR

Isso significa que, ao ser inserido, o pilar se deslocará 15cm na direção X e

15cm na direção Y.

• A linha de comando exibirá Pilar – Posição (ponto de referência).

Clique na extremidade superior direita da varanda. Este será o

ponto de referência;

• A linha de comando exibirá Pilar – Posição (direção). Para deslocar

o pilar, é necessário informar a direção do deslocamento. Neste

caso, clique em uma região abaixo e à direita do ponto de referên-

cia.

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FIGURA 3.17 – LANÇAMENTO DO PILAR NA VARANDA

O pilar circular terá sido lançado.

3.4 Pilares da caixa d’água e banheira

Carregamentos provenientes de reservatórios costumam ser elevados.

Isso significa que regiões solicitadas por esse tipo de carregamento devem ser

muito bem apoiadas. Nessas regiões, é interessante que sejam evitados balanços

e transições, visto que associar esse tipo de lançamento aos carregamentos ele-

vados de reservatórios tende a tornar o dimensionamento pouco econômico. No

caso do nosso projeto, devemos identificar os pontos onde há alinhamento de

paredes ao longo de todos os pavimentos para que possamos lançar as pruma-

das sem desvios. Para isso:

• Habilite novamente todos os pavimentos nas referências.

Você poderá encontrar as regiões de alinhamento:

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• No canto superior esquerdo, podemos posicionar um pilar orien-

tado na vertical;

• No canto superior direito, podemos posicionar um pilar orientado

na horizontal. Por conta da janela no pavimento térreo, não será

possível posicionar o pilar no canto da torre da caixa d’água. Para

evitar um balanço muito extenso, iremos posicioná-lo o mais pró-

ximo possível da janela;

• No canto inferior esquerdo, podemos posicionar um pilar orien-


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tado na vertical;

• No canto inferior direito, podemos posicionar um pilar orientado

na horizontal. Ele ficará sobressalente na torre da caixa d’água, mas

não afetará a arquitetura dos demais pavimentos.

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FIGURA 3.18 – LANÇAMENTO DO PILAR NA VARANDA

Para inserir o pilar no canto superior direito, utilizaremos a ferramenta de

captura Ponto intermediário . Esta ferramenta permite que você informe

dois pontos ao programa, de modo que o ponto selecionado para inserção do pi-

lar será o ponto médio entre eles. Assim:

• Acesse o comando Lançamento – Pilares – Pilar ;

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• Configure um pilar de seção retangular e dimensões 14x30cm;

• Confirme a janela em Ok;

• Selecione a ferramenta Ponto médio;

• A linha de comando exibirá Pilar – Posição (1º ponto). Selecione a

aresta externa da janela;

• A linha de comando exibirá Pilar – Posição (2º ponto). Selecione a

aresta externa da janela. O pilar será fixado no meio da parede;


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FIGURA 3.19 – LANÇAMENTO DO PILAR COM PONTO MÉDIO

• Defina o ângulo do pilar de modo que fique orientado na horizontal

• Defina o vértice fixo de modo que a face esquerda do pilar fique ali-

nhada à janela e centrada na parede;

• O deslocamento deve ser mantido em 2.0cm.

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Os demais pilares podem ser lançados com as ferramentas que já foram

expostas. O lançamento final deve ficar igual ao mostrado na figura:

• Lance os três pilares restantes nas regiões definidas anteriormente.


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FIGURA 3.20 – LANÇAMENTO DOS PILARES DA CAIXA D’ÁGUA

3.5 Demais pilares

Os demais pilares do projeto foram lançados sem preocupações específi-

cas com a concepção. Para determinar seu posicionamento, buscou-se um espa-

çamento mais ou menos uniforme na estrutura, procurando também regiões

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com paredes alinhadas para evitar mudanças de prumada. Para inseri-los em seu

projeto, você deve usar as ferramentas de captura utilizadas até o momento. To-

dos os pilares serão retangulares, de seção 14x30. Como anteriormente, deve

ser considerada um reboco de 2.0cm

• Lance os demais pilares do pavimento.


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FIGURA 3.21 – LANÇAMENTO DOS DEMAIS PILARES

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Para conferir se o seu lançamento está correto, disponibilizamos dentre os

arquivos da aula, o arquivo GabaritoPilaresTérreo.dwg com o desenho do cro-

qui a este ponto do projeto. Além disso, você pode fazer acessar o arquivo de

projeto .prj da aula, que conta com os lançamentos realizados até o momento.

3.6 Renumerando os pilares


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Durante o lançamento, o Eberick numera os elementos de maneira se-

quencial. Isto é, os pilares foram numerados por ordem de lançamento. Como

essa numeração não segue uma lógica bem definida, é importante que, de tem-

pos em tempos, os elementos sejam renumerados. Isso garante que eles sigam o

padrão de numeração mais comum para projetos de engenharia: da esquerda

para a direta, de cima para baixo. Para renumerar os pilares:

FIGURA 3.22 – COMANDO RENUMERAR

• Acesse o comando Operações – Outros – Renumerar .

Na janela que se abre, será possível definir algumas opções de renumera-

ção: em Aplicação, você pode definir se a renumeração será feita para um único

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pavimento ou para o projeto inteiro. No caso de pilares, é sempre necessário re-

numerar o projeto como um todo. Na coluna Ativo, você deve habilitar os ele-

mentos que serão renumerados. Em Prefixo novo, será definido o “nome” dos

pilares, isto é, se serão numerados P1, P2, P3; ou C1, C2, C3, ou T1, T2, T3 etc.
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FIGURA 3.23 – COMANDO RENUMERAR

O item Tolerância define um valor máximo para que os elementos sejam

considerados em um mesmo alinhamento. Como o programa numera os ele-

mentos da esquerda para a direita, e então de cima para baixo, os pilares são se-

parados em faixas horizontais. A figura ilustra o comportamento do programa.

No caso superior, a distância entre o pilar P2 e o alinhamento P1-P3 é menor que

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a tolerância, de modo que ele é considerado como pertencente ao mesmo ali-

nhamento. Já no inferior, o pilar central está mais deslocado, de modo que é con-

siderado em um alinhamento diferente, mudando a ordem da numeração.


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FIGURA 3.24 – TOLERÂNCIA NA RENUMERAÇÃO

Por ora, iremos manter as configurações padrão da janela. Assim:

• Confirme em Ok. A janela Elementos renumerados será exibida,

mostrando um relatório relacionando a numeração antiga e atual

dos pilares;

• Confirme em Fechar.

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projeto.
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Fazendo isso, os pilares serão renumerados. Você pode agora salvar o seu

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Capítulo 4. Lançando as vigas do Baldrame

Objetivo: determinar a posição das vigas no baldrame baseado em critérios de pro-


jeto e inseri-las no modelo.

Além de apoiar as paredes do pavimento Térreo, as vigas do baldrame

também têm o papel de travar os pilares na fundação. Isso é importante por al-

guns motivos diferentes:


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• Flambagem: em edificações sem vigas de baldrame, os pilares do

Térreo estão mais suscetíveis à flambagem, visto que seu compri-

mento não travado é maior. Isso faz com que seja necessária uma

armadura adicional para contrapor os efeitos de flambagem. Ado-

tando-se vigas de baldrame, os pilares são travados neste nível da

estrutura, o que reduz seu comprimento e, consequentemente, a in-

fluência da flambagem no seu dimensionamento;

• Rotação das fundações: como a estrutura em questão possui car-

gas pequenas, as fundações adotadas serão, provavelmente, sapa-

tas ou blocos de uma ou duas estacas. Esse tipo de fundação nor-

malmente não apresenta um bom travamento à rotação, uma vez

que não dispõem de mecanismos internos que impeçam esse movi-

mento. A presença de vigas em ambas as direções da fundação im-

pede esse movimento, sendo garantido um comportamento mais

rígido para o elemento;

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• Travamento horizontal da edificação: em edificações sem viga de

baldrame, a resistência a forças horizontais de uma edificação fica

limitada à resistência dos pilares isolados. Ao adicionar um viga-

mento de baldrame à edificação, a rigidez das vigas contribui para o

travamento lateral da edificação, o que tende a diminuir desloca-

mentos horizontais, como mostrado na figura.


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FIGURA 4.1 – INFLUÊNCIA DO BALDRAME EM DESLOCAMENTOS LATERAIS

4.1 Inserindo a primeira viga

Começaremos inserindo as vigas que apoiarão as paredes do térreo. Na

sequência, serão inseridas as vigas para travamento. Para inserir uma viga:

• Habilite a ferramenta Captura personalizada ;

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• Acesse o comando Lançamento – Vigas – Viga ;

Na janela que se abre, você deverá inserir as propriedades da viga que

será inserida. Por ora, iremos apenas definir a seção da viga. As demais configu-

rações desta janela serão abordadas ao longo do curso. Assim:


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FIGURA 4.2 – JANELA DE LANÇAMENTO DA VIGA

• Atribua 14cm para a base bw;

• Atribua 40cm para a altura h;

• Confirme em Ok.

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Assim como para os pilares, a linha de comando irá exibir o passo a passo

do lançamento das vigas. No caso das vigas, é necessário informar dois pontos

do croqui, que definirão as extremidades da viga, e então o lado da seção, que

irá definir qual será a face fixa da viga (como ocorre para o vértice fixo dos pila-

res). Para inserir a viga:

• A linha de comando exibirá Viga – Nó inicial. Selecione o vértice in-

ferior esquerdo do pilar


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FIGURA 4.3 – LANÇAMENTO DA VIGA NO PILAR P1

• A linha de comando exibirá Viga – Próximo nó. Selecione o vértice

superior esquerdo do pilar P14. Perceba que não é necessário lan-

çar a viga trecho a trecho. O programa identifica automaticamente

os pilares intermediários, de modo que a viga lançada já estará co-

nectada a eles

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• Por fim, a linha de comando exibirá Viga – Informe o lado do eixo.

Como estamos lançando a viga pela face externa da edificação, será

necessário deslocá-la para a direita. Deste modo, clique em um local

à direita da viga.

Feito isso, a viga deve ter sido lançada perfeitamente alinhada aos pilares

de apoio, como mostrado na figura. Podemos então seguir para o lançamento

das demais vigas.


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FIGURA 4.4 – VIGA LANÇADA

4.2 Vigas com extremidade livre

Nem sempre as vigas terão suas extremidades apoiadas sobre pilares. No

caso de vigas em balanço, por exemplo, uma das extremidades será livre.

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Quando isso ocorre, não há um pilar para definir a extremidade da viga, sendo

que duas opções de lançamento são possíveis: você pode utilizar as ferramentas

de captura do programa para definir o ponto exato da extremidade da viga; ou

lançar a viga em um ponto arbitrário e então excluir o excedente. Como as ferra-

mentas de captura já foram abordadas de maneira preliminar no lançamento

dos pilares, utilizaremos a segunda opção.


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FIGURA 4.5 – VIGAS CRUZADAS

Tomando como exemplo a parede superior da edificação, onde ficam os

pilares P1 a P4, percebemos que será necessário posicionar uma viga V2 que se

estenda do pilar P1 para além do pilar P4. Além disso, será necessário posicionar

uma viga transversal V3 que se apoie sobre o pilar P10 e sobe a viga recém-lan-

çada V2. Assim, para facilitar o lançamento, iremos lançar ambas as vigas para

além do seu ponto de cruzamento e então apagar os trechos excedentes. Siga o

procedimento:

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• Certifique-se que o comando Lançamento – Vigas – Viga está

ativo;

• Certifique-se que a ferramenta Ortogonal está ativada;


• A linha de comando exibirá Viga – Nó inicial. Selecione o vértice su-

perior direito do pilar P1;

• A linha de comando exibirá Viga – Próximo nó. Selecione um ponto

qualquer para além do pilar P10. A ferramenta ortogonal irá garantir


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que a viga seja lançada na horizontal.

FIGURA 4.6 – LANÇAMENTO DA VIGA V2

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Ao fazer isso, o programa irá identificar que não há nenhum elemento de

apoio para a viga, de modo que a mensagem da figura será exibida.

O aviso de viga não apoiada visa alertar o projetista de que o nó inserido para a viga
não possui nenhum tipo de apoio. Isso é importante pois evita que um lançamento
inadequado (se o projetista selecionou incorretamente o ponto de inserção, por exem-
plo) afete a concepção da estrutura.
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FIGURA 4.7 – MENSAGEM DE AVISO PARA VIGA NÃO APOIADA

• Confirme a mensagem em Sim;

• A linha de comando exibirá Viga – Informe o lado do eixo. Como

estamos lançando a viga pela face externa da edificação, será neces-

sário deslocá-la para baixo. Deste modo, clique em um local abaixo

da viga.

Feito isso, devemos agora lançar a viga transversal à viga V2. Assim:

• Certifique-se que o comando Lançamento – Vigas – Viga está

ativo;

• Certifique-se que a ferramenta Ortogonal está ativa;

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• A linha de comando exibirá Viga – Nó inicial. Selecione o vértice su-

perior esquerdo do pilar P10;

• A linha de comando exibirá Viga – Próximo nó. Selecione um ponto

qualquer para além da viga V2. A ferramenta ortogonal irá garantir

que a viga seja lançada na vertical;


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FIGURA 4.8 – LANÇAMENTO DA VIGA V3

• Confirme o aviso de viga não apoiada em Sim;

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• A linha de comando exibirá Viga – Informe o lado do eixo. Como

estamos lançando a viga pela face interna da edificação, será neces-

sário deslocá-la para a direita. Deste modo, clique em um local à di-

reita da viga.

Finalizado o lançamento da viga, será possível perceber que as vigas foram

divididas em dois trechos diferentes por conta do seu cruzamento. Como expli-

cado anteriormente, iremos precisar apenas dos trechos antes do cruzamento,


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sendo que os trechos excedentes poderão ser excluídos.

FIGURA 4.9 – VIGAS V2 E V3 COM EXCEDENTES

Assim:

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• Tecle Esc para cancelar o comando de inserção das vigas;

• Selecione apenas os trechos excedentes das vigas V2 e V3 clicando

sobre eles;

• Tecle Delete em seu teclado para apagar os trechos.

Agora, as vigas devem estar interrompidas em seu cruzamento, como indi-

cado na figura. Perceba que, como as vigas se interseccionam, não há necessi-

dade de definir o ponto de cruzamento entre as duas, o que é feito automatica-


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mente pelo programa.

FIGURA 4.10 – VIGAS V2 E V3 SEM EXCEDENTES

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4.3 Lançando mais vigas

Os procedimentos exibidos até agora podem ser utilizados para lançar

mais algumas das vigas no projeto. A primeira viga será lançada entre os pilares

P7 e P11 e servirá para apoiar a parede que passa por esse mesmo alinhamento.

Você pode inseri-la seguindo o mesmo procedimento utilizado anteriormente,

sendo que:
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• Em Viga – Nó inicial, clique no canto inferior direito do pilar P7;

• Em Viga – Próximo nó, clique em um ponto além do pilar P11, de

modo que a viga seja lançada na horizontal, com um trecho em ba-

lanço. Confirme em Ok a janela que informa que o ponto selecio-

nado não se apoia em nenhum elemento;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, clique em um ponto acima do

eixo da viga;

• Com a viga lançada, apague o trecho em balanço que restou além

do pilar P11.

A segunda viga a ser lançada será posicionada entre os pilares P14 e P16.

Para isso, você deverá definir:

• Em Viga – Nó inicial, clique no canto inferior esquerdo do pilar P14;

• Em Viga – Próximo nó, clique no canto inferior esquerdo do pilar

P16;

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• Em Viga – Informe o lado do eixo, clique em um ponto acima do

eixo da viga.

A terceira viga será lançada entre os pilares P17 e P18. Para isso:

• Em Viga – Nó inicial, clique no canto inferior esquerdo do pilar P17;

• Em Viga – Próximo nó, clique no canto inferior esquerdo do pilar

P18;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, clique em um ponto acima do


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eixo da viga.

Lançaremos ainda uma viga entre os pilares P9 e P15:

• Em Viga – Nó inicial, clique no canto inferior esquerdo do pilar P9;

• Em Viga – Próximo nó, clique no canto inferior esquerdo do pilar

P15;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, clique em um ponto à direita do

eixo da viga.

Por fim, lançaremos a viga entre os pilares P11 e P18:

• Em Viga – Nó inicial, clique no canto inferior esquerdo do pilar P11;

• Em Viga – Próximo nó, clique no canto inferior esquerdo do pilar

P18;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, clique em um ponto à direita do

eixo da viga.

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Após haver lançados essas vigas, o croqui do pavimento Térreo deve ser

similar ao mostrado na figura. Você pode utilizá-la para conferir se o lançamento

que realizou em seu projeto está de acordo com o previsto. Além disso, você

pode utilizar o arquivo GabaritoVigasTerreo1.dwg, disponível nos arquivos de

apoio.

Note que, além de estarem as lançadas, as vigas também sempre estarão

alinhadas às faces dos pilares, além de estarem alinhadas à horizontal ou verti-


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cal.

FIGURA 4.11 – LANÇAMENTO DAS VIGAS NO TÉRREO

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4.4 Adicionar trechos e Unir Vigas

Por vezes, a extremidade da viga não é o ponto mais prático para iniciar o

seu lançamento. Isso pode ocorrer quando as extremidades da viga não estão

alinhadas com a face de um pilar, ou se apoiam sobre outras vigas. Nesses casos,

não há um ponto de referência prático para realizar o lançamento, sendo mais

interessante começar o lançamento por algum ponto intermediário da viga. Isso

pode ser feito de duas maneiras diferentes:


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• Lançar um dos trechos da viga e depois utilizar a ferramenta Adicio-

nar trechos para estendê-lo até a extremidade da viga, ou;

• Lançar os dois trechos como vigas separadas e então utilizar a ferra-

menta Unir para juntar os dois trechos em uma única viga.

As duas alternativas serão exibidas, sendo que utilizaremos as paredes

que se apoiam sobre o pilar P6 como exemplo. Conforme indicado anterior-

mente, o melhor ponto de referência para o lançamento dessas vigas é o próprio

pilar P6, como exibido na figura. Todavia, o pilar P6 está localizado no meio de

ambas as vigas: tanto da viga que apoiará a parede vertical, quanto da viga que

apoiará a parede horizontal.

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FIGURA 4.12 – APOIO DAS VIGAS SOBRE O PILAR P6

Começaremos o lançamento pela viga vertical. Para isso:

• Certifique-se que o comando Lançamento – Vigas – Viga está

ativo;

• Certifique-se que a ferramenta Ortogonal está ativa;


• A linha de comando exibirá Viga – Nó inicial. Selecione o ponto cen-

tral inferior do pilar P6;

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• A linha de comando exibirá Viga – Próximo nó. Clique sobre o eixo

da viga V4, de modo que a viga estará na ortogonal;

• A linha de comando exibirá Viga – Informe o lado do eixo. Como

estamos lançando a viga pelo seu eixo, não há necessidade de des-

locá-la. Sendo assim, confirme o comando com Enter.

Fazendo isso, o programa terá lançado uma nova viga entre o pilar P6 e a

viga V4. Todavia, ainda é necessário que o trecho entre o pilar P6 e a viga V2 seja
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inserido no lançamento. Para isso, iremos utilizar a ferramenta adicionar tre-

chos:

FIGURA 4.13 – LANÇAMENTO DO PRIMEIRO TRECHO DA VIGA V9

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• Acesse a guia Lançamento – Vigas – Adicionar trechos ;

• Na linha de comando, será exibido Adicionar trechos – Selecione a

viga. Selecione o trecho da viga V9;

• Clique sobre o eixo da viga V2 para lançar o trecho adicional;

• Finalize o comando com Esc.

Com isso, teremos adicionado mais um trecho à viga V9, como mostrado

na figura. Perceba que nesse caso, a viga mantém o nome ao longo dos seus tre-
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chos, o que indica que ambos pertencem ao mesmo elemento. Isso é importante

pois vigas de nomes diferentes são detalhadas separadamente. Mantendo os

dois trechos em uma única viga, garantimos que o detalhamento será feito de

maneira integrada.

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FIGURA 4.13 – LANÇAMENTO COMPLETO DA VIGA V9

Devemos agora inserir a viga horizontal. Iremos inseri-la em dois trechos

diferentes e, posteriormente, utilizar a ferramenta Unificar para juntar os tre-

chos em uma única viga. Como primeiro passo, iremos inserir um trecho de viga

entre o pilar P6 e a viga V1. Durante o lançamento:

• Em Viga – Nó inicial, clique no ponto médio da face esquerda do pi-

lar P6;

• Em Viga – Próximo nó, clique no eixo da viga V1 de modo que a

viga seja lançada na horizontal;

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• Em Viga – Informe o lado do eixo, tecle Enter, uma vez que esta-

mos lançando a viga pelo seu centro.

Para lançar a segunda viga, o lançamento deverá ser feito conforme espe-

cificado em seguida. Note que uma das extremidades da viga é uma parede. Para

lançar a viga até o centro da parede, iremos nos valer novamente da ferramenta

Ponto intermediário , que permite selecionar o ponto médio entre dois pon-

tos informados para o programa. Assim:


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• Certifique-se que o comando Lançamento – Vigas – Viga está

ativo;

• Certifique-se que a ferramenta Ortogonal está ativa;


• A linha de comando exibirá Viga – Nó inicial. Selecione ponto mé-

dio da face direita do pilar P6;

• A linha de comando exibirá Viga – Próximo nó. Habilite a ferra-


menta de captura Ponto Intermediário ;
• A linha de comando exibirá Viga – Próximo nó (1º ponto). Selecione
o canto externo da parede;
• A linha de comando exibirá Viga – Próximo nó (2º ponto). Selecione
o canto interno da parede;

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FIGURA 4.14 – LANÇAMENTO DO SEGUNDO PONTO DA VIGA

• Confirme a mensagem sobre ponto não apoiado em Ok.


• A linha de comando exibirá Viga – Informe o lado do eixo. Como

estamos lançando a viga pelo seu eixo, não há necessidade de des-

locá-la. Sendo assim, confirme o comando com Enter;

• Desabilite a ferramenta Ponto intermediário .

Feito isso, perceba que a nova viga foi lançada com um nome diferente da

antiga, o que indica que são elementos diferentes e que precisamos uni-las.

FIGURA 4.15 – LANÇAMENTO DOS TRECHOS SEPARADOS

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Para juntar as vigas V10 e V11:

• Acesse a ferramenta Lançamento – Vigas – Unificar ;

• A linha de comando exibirá Unificar – Selecione uma viga ou pa-

rede. Selecione a viga V10;

• A linha de comando exibirá Unificar – Selecione outra viga ou pa-

rede. Selecione a viga V11.

Ao unificar duas vigas, o programa sempre irá manter o nome da primeira viga seleci-
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onada. Caso as vigas não estejam conectadas em alguma extremidade, não será pos-
sível unificá-las.

Feito isso, as duas vigas deverão ter sido unificadas em uma única viga

V10. Será necessário finalizar o lançamento nesta região com uma viga adicional

conectando a extremidade livre da viga V10 à viga V4. Para isso:

• Em Viga – Nó inicial, clique na extremidade livre da viga V10;

• Em Viga – Próximo nó, clique no eixo da viga V4 de modo que a

viga seja lançada na vertical;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, tecle Enter, uma vez que esta-

mos lançando a viga pelo seu centro.

O lançamento final da região deve ficar como mostrado na figura:

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FIGURA 4.16 – LANÇAMENTO FINAL DAS VIGAS DO PILAR P6

4.5 Vigas na região do banheiro

No banheiro frontal, será necessário inserir algumas vigas para apoiar as

paredes ali presentes. Iremos utilizar os procedimentos aprendidos até o mo-

mento para fazer isso. A primeira viga será lançada sobre o pilar P19.

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FIGURA 4.17 – LANÇAMENTO PRÓXIMO AO BANHEIRO

Neste caso, não será necessário utilizar o pilar P19 como referência de lan-

çamento: podemos utilizar os cantos das paredes. Para lançar a viga:

• Habilite a ferramenta Ponto intermediário .

• Em Viga – Nó inicial (1º ponto), clique no canto externo da parede,

à esquerda. Em Viga – Nó inicial (2º ponto), clique no canto interno

da parede, à esquerda;

• Em Viga – Próximo nó (1º ponto), clique no canto externo da pa-

rede, à direita. Em Viga – Próximo nó (2º ponto), clique no cantor

interno da parede, à direita;

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• Em Viga – Informe o lado do eixo, tecle Enter, uma vez que esta-

mos lançando a viga pelo seu centro.

• Desabilite a ferramenta Ponto intermediário .


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FIGURA 4.18 – LANÇAMENTO DA VIGA SOBRE O PILAR P19

Com a viga V12 lançada, podemos conectar os pilares P15 e P16 a ela. Para

conectar o pilar P15, adicionaremos um trecho à viga V7:

• Acesse a ferramenta Lançamento – Vigas – Adicionar trecho;

• Em Adicionar trecho – Selecione a viga, selecione a viga V7;

• Em Adicionar trecho – Próximo nó, clique sobre a extremidade

esquerda da viga V12.

Para lançar a viga conectando o pilar P16:

• Em Viga – Nó inicial, clique na extremidade livre da viga V12;

• Em Viga – Próximo nó, clique sobre o pilar P16, de modo que a viga

seja lançada na vertical;

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• Em Viga – Informe o lado do eixo, tecle Enter, uma vez que esta-

mos lançando a viga pelo seu centro.

Por fim, devemos ainda estender a viga V6 para que se conecte à viga V13:

• Acesse a ferramenta Lançamento – Vigas – Adicionar trecho;

• Em Adicionar trecho – Selecione a viga, selecione a viga V6;

• Em Adicionar trecho – Próximo nó, clique sobre o eixo da viga V13

de modo que a viga seja lançada na horizontal.


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O lançamento finalizado deverá ser igual ao mostrado na figura

FIGURA 4.19 – LANÇAMENTO FINALIZADO DO BANHEIRO

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4.6 Vigas na varanda

Na varanda, não há paredes que devam ser apoiadas por vigas. Contudo, é

importante notar que o pilar P5 está, por enquanto, isolado do resto da estru-

tura. De modo geral, este tipo de lançamento não é indicado porque até o mo-

mento o pilar não possui nenhum tipo de travamento lateral. A depender da ca-

pacidade de travamento do solo, é possível que sejam criadas regiões de instabi-

lidade por conta da falta de travamento. Isso se agrava quando consideramos


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que o pilar P5 servirá de apoio para uma viga de transição, o que aumenta consi-

deravelmente seus esforços fletores.

FIGURA 4.20 – LANÇAMENTO DA VARANDA

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Assim, para garantir a estabilidade do pilar, iremos adicionar duas vigas

para travá-lo tanto na direção X quanto Y. Para esse lançamento, precisaremos

selecionar o quadrante do pilar P5, o que pode ser feito habilitando a ferramenta

de captura Quadrante : ela permite que você selecione os pontos à direita, à

esquerda, abaixo e acima de um círculo. Para lançar a viga vertical:

• Habilite a ferramenta de captura Quadrante ;

• Em Viga – Nó inicial, clique no quadrante direito do pilar P5;


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• Habilite a ferramenta de Captura personalizada ;

• Em Viga – Próximo nó, clique no canto superior direito do pilar P16;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, clique à esquerda do eixo da

viga;

• Unifique a viga V14 recém lançada à viga V8. Ao unificar, selecione a

viga V8 e então a viga V14. Ambas devem estar nomeadas V8 após o

fim do procedimento.

Para lançar a viga na horizontal:

• Habilite a ferramenta de captura Quadrante ;

• Em Viga – Nó inicial, clique no quadrante superior do pilar P5;

• Habilite a ferramenta de Captura personalizada ;

• Em Viga – Próximo nó, clique no eixo da viga V3, de modo que a

viga seja lançada na horizontal;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, clique abaixo do eixo da viga;

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Feito isso, o lançamento da varanda estará finalizado e deve estar igual ao

mostrado na figura.
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FIGURA 4.21 – LANÇAMENTO FINALIZADO DA VARANDA

4.7 Viga na cozinha

Por fim, é necessário lançar uma última viga com finalidade de travamento

na cozinha. Como é possível verificar na figura, o alinhamento de pilares que con-

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tém o pilar P3 apresenta um comprimento considerável sem nenhum tipo de tra-

vamento na vertical. Assim como no caso do pilar da varanda, isso pode fazer

com que surjam problemas de instabilidade na região, sendo que é interessante

que seja lançada uma viga transversal para garantir essa rigidez.
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FIGURA 4.22 – LINHA DE PILARES NÃO TRAVADOS

Assim, lance uma nova viga considerando:

• Em Viga – Nó inicial, clique no ponto médio da face inferior do pilar

P3;

• Em Viga – Próximo nó, clique no eixo da viga V4, de modo que a

viga seja lançada na horizontal;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, confirme com Enter, pois esta-

mos lançando a viga pelo seu eixo.

4.8 Renumerar elementos

Com o lançamento finalizado, podemos renumerar os elementos para ga-

rantir que seus nomes estão ordenados da maneira correta. Para isso:

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• Acesse o comando Operações – Outros – Renumerar ;

• Não há necessidade de alterar os itens da janela Renumerar. Con-

firme com Ok;

• Um relatório dos elementos alterados será exibido. Feche-o.

Fazendo isso, os pilares serão renumerados. Você pode salvar o seu pro-

jeto neste ponto.


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Capítulo 5. Lançamento das vigas do Superior

Objetivo: utilizar um lançamento já realizado para definir o lançamento de um novo


pavimento

Durante o lançamento da estrutura, há alguns elementos que se repetem

ao longo de vários pavimentos. Isso é especialmente verdade em edifícios de vá-

rios andares, onde o lançamento do pavimento-tipo se repetirá algumas vezes ao


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longo da primada do edifício. Para que não seja necessário reinserir os elemen-

tos um a um, o Eberick dispõe de algumas ferramentas para copiar o lançamento

já realizado para outros pavimentos. Isso pode ser feito de duas maneiras:

• Copiar croqui: o Eberick permite que um croqui seja copiado por

completo. Isso significa que todos os lançamentos realizados no pa-

vimento serão copiados, incluindo vigas, pilares e lajes;

• Copiar pilares/copiar vigas: o programa também permite que você

defina quais elementos serão copiados, sendo possível copiar ape-

nas alguns dos pilares, bem como apenas algumas das vigas.

Cada uma dessas soluções deve ser utilizada em contextos diferentes: no

caso do pavimento superior, é mais interessante que apenas os pilares sejam co-

piados. Isso porque a arquitetura do pavimento Superior é bastante distinta do

pavimento Térreo e poucas das vigas serão reaproveitadas. Assim, é mais sim-

ples que apenas os pilares sejam copiados e as novas vigas sejam inseridas ma-

nualmente. O comando Copiar croqui poderá ser utilizado quando copiarmos o

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lançamento do pavimento Superior ao pavimento Cobertura, por conta de suas

semelhanças.

Para copiar os pilares para um novo pavimento:

• Acesse a guia Lançamento – Pilares – Copiar pilares para outros

pavimentos ;

• Selecione todos os pilares do pavimento Térreo;

• Confirme a seleção teclando Enter;


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FIGURA 5.1 – JANELA COPIAR PILARES

A janela Copiar pilares será aberta, onde é possível definir para qual pavi-

mento serão copiados os pilares. Por ora, desejamos apenas copiá-los para o pa-

vimento Superior. Desta maneira:

• Selecione apenas o pavimento Superior na lista Destino;

• Confirme a cópia em Ok;

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Para verificar se os elementos foram de fato copiados, você pode acessar

novamente o pórtico 3D da estrutura. Para isso:

• Acesse a guia Estrutura – 3D – Pórtico 3D;

• Para atualizar o pórtico, clique em 3D – Visualização – Atualizar

• Para desabilitar o modelo 3D da arquitetura, acesse a guia 3D – Con-

figurações – Elementos;
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• Na janela que se abre, desabilite a opção Modelo IFC. Todas os itens

dentro deste grupo serão desabilitados simultaneamente;

• Clique em Aplicar e então Fechar;

O modelo do arquitetônico será escondido, de modo que será possível vi-

sualizar as vigas e pilares do pavimento térreo. Perceba ainda que os pilares es-

tão sendo exibidos entre o pavimento térreo e o pavimento superior, onde foram

lançados. Podemos agora realizar os ajustes necessários para que o lançamento

se adeque à arquitetura do pavimento superior.

FIGURA 5.2 – PÓRTICO 3D COM PILARES

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5.1 Copiando vigas

Algumas das vigas que precisaremos para o pavimento Superior já foram

lançadas no Térreo, de modo que podemos aproveitar o seu lançamento para o

superior. Assim:

• Acesse o croqui do pavimento Térreo

• Acesse a guia Lançamento – Vigas – Copiar vigas para outros pa-


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vimentos ;

• Selecione todos os trechos das vigas V1, V4, V5, V6, V7, V8, V11, V12,

V14 e o trecho da V15 entre os pilares P11 e P18 ;

• Confirme a seleção com Enter;

• Na janela que se abre, selecione apenas o pavimento Superior;

• Clique em Ok e acesse o croqui do pavimento Superior.

Feito isso, as vigas selecionadas estarão lançadas no pavimento Superior,

conforme mostrado na figura. Perceba ainda que as vigas são numeradas com o

prefixo _1, indicando que são cópias:

• Renumere as vigas por meio da ferramenta Operações – Outros –

Renumerar .

A partir deste momento, podemos realizar os ajustes necessários nas de-

mais vigas.

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FIGURA 5.3 – VIGAS COPIADAS PARA O PAVIMENTO SUPERIOR

5.2 Continuidade de pilares

Conforme comentado anteriormente, a parte da estrutura que apoia a va-

randa está sujeita a ser apoiada pelo pilar circular em específico. Como este pilar

está posicionado internamente ao banheiro, não há como lançá-lo de maneira

contínua, sendo necessário recorrer a uma viga de transição. Antes de fazermos

o seu lançamento, será necessário entender como funciona a continuidade de pi-

lares no Eberick.

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Como regra geral, os pilares deverão aparecem em todo o pavimento no

qual nasça, passe ou morra. Isto é, a seção do pilar deverá estar presente em seu

pavimento inferior, pavimento superior, e em todos os pavimentos intermediá-

rios a esses dois. Isso fica mais claro com a ajuda da figura a seguir.
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FIGURA 5.4 – CONTINUIDADE DE PILARES

O diagrama representa a vista lateral de uma edificação à esquerda e, à di-

reita, o lançamento de pilares e vigas de cada um dos pavimentos. Perceba que o

pilar P1, cuja prumada permanece contínua ao longo de toda a edificação, tem

sua seção representada em todos os pavimentos. Já o pilar P2, nasce no pavi-

mento inferior e morre no imediatamente superior, o que significa que só deve

ser representado nos dois primeiros pavimentos. O pilar P3, que nasce sobre

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uma viga do pavimento superior, não é representado no térreo, mas sim apenas

do pavimento superior para cima. Por fim, o pilar P4 é posicionado no mesmo

alinhamento do pilar P2; todavia, como os nomes dos pilares são diferentes, eles

não apresentarão continuidade, sendo interpretados pelo programa como dois

elementos distintos.

Para garantir a continuidade de um pilar, é necessário, portanto, que ele:

• Mantenha o nome ao longo da prumada: pilares com nomes dife-


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rentes não serão considerados pelo Eberick como um único ele-

mento;

• Esteja presente em todos os pavimentos pelos quais passa.

Para ajudar a visualizar melhor a questão de continuidade, bem como ou-

tras informações pertinentes ao lançamento de pilares, podemos lançar mão de

algumas das opções de exibição do programa. Para configurá-las:

• Acesse a guia Estrutura – Configurações – Entrada gráfica e então

a aba Pilares

Na aba Pilares, é possível definir algumas opções sobre como o desenho

do pilar será exibido, dentre elas a sua continuidade. Perceba que em Continui-

dade, o Eberick dispõe algumas opções:

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FIGURA 5.5 – CONFIGURAÇÕES DE CONTINUIDADE


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• Continuidade (Texto): esta opção define se o pilar será apresen-

tado com as indicações NASCE ou MORRE ao lado do seu nome;

• Continuidade (Hachura): define qual será o preenchimento do pi-

lar quando nasce, passa ou morre em um pavimento

• Seção superior: define se a seção superior do pilar será mostrada

no pavimento em questão. É importante para lançamentos onde

haja variação da seção ou da direção do pilar.

FIGURA 5.5 – CONFIGURAÇÕES DE CONTINUIDADE

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Já a seção Seção irá permitir que sejam exibidas informações sobre a se-

ção do pilar diretamente no desenho do croqui. Para continuar o lançamento:

• Mantenha marcadas as opções Continuidade (texto), Continui-

dade (hachuras) e Seção superior;

• Defina a hachura Sólido para pilares que morrem;

• Defina a hachura Nenhum para pilares que passam;

• Defina a hachura para pilares que nascem;


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• Marque a opção Texto da seção;

• Confirme as alterações em Ok.

5.3 Ajustando o pilar da varanda

Tendo entendido a filosofia do programa, é possível avaliar um pouco me-

lhor o caso do pilar P5. Para isso:

• Acesse o croqui do pavimento Superior;

• Caso a arquitetura não esteja sendo exibida, acesse a guia Desenho

– Referências externas e configure o grupo para que o modelo

ARQ-IFC dos pavimentos Térreo e Superior sejam exibidos. Você

pode fazer isso selecionando a opção Personalizado, configurando

os pavimentos exibidos com auxílio do botão Pavimentos persona-

lizados .

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Na varanda, o seguinte esquema será exibido. Perceba que o agora os pi-

lares são representados com a indicação MORRE, o que mostra que os pilares

não ultrapassam esse pavimento.


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FIGURA 5.6 – PILAR P5 NA VARANDA

Perceba que o pilar está no canto da varanda e no interior do banheiro.

Além disso, há toda uma região da edificação que se estende além da varanda,

onde não é possível lançar pilares chegando até o chão. Como ao menos um pi-

lar deve ser lançado na região, de modo a apoiar a cobertura da edificação, será

necessário desviar a prumada do pilar P5 para uma das paredes do perímetro do

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pavimento superior. Isso pode ser feito por meio de uma viga de transição. O es-

quema estrutural desse lançamento é mostrado na figura.


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FIGURA 5.7 – ESQUEMA ESTRUTURAL DE UMA VIGA DE TRANSIÇÃO

Perceba que há três elementos que o compõem:

• Os pilares de sustentação estarão sob a viga para apoiar o carre-

gamento do pilar. É interessante que haja pelo menos dois pontos

de apoio para essa viga, preferencialmente pilares, sobretudo se as

cargas forem elevadas;

• O pilar apoiado estará em algum local do vão da viga (no caso do

nosso lançamento, no balanço). Ele aplicará uma carga concentrada

do seu ponto de apoio, que irá gerar momentos fletores considerá-

veis na viga de apoio. É importante notar que esses momentos se-

rão tão maiores quanto mais afastado estiver o pilar apoiado dos pi-

lares de sustentação;

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• A viga de transição irá repassar o carregamento do pilar apoiado

aos pilares de sustentação. É importante que este elemento seja ro-

busto pois: (i) os esforços que surgirão nele serão elevados por

conta da carga do pilar e (ii) se a viga for muito flexível, o desloca-

mento da viga pode gerar deslocamentos no pilar apoiado, afetando

negativamente a parte superior da edificação.

Com isso em mente, devemos posicionar o pilar e a viga de transição de


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modo que: (i) o desvio de prumada do pilar seja o menor possível, (ii) a viga

possa se apoiar adequadamente e (iii) a viga seja posicionada de maneira a po-

der assumir uma seção mais robusta. Retomando a arquitetura, há duas possibi-

lidades de apoio para a cobertura, cada uma com suas vantagens e desvanta-

gens

FIGURA 5.8 – OPÇÕES DE LANÇAMENTO DA VIGA DE TRANSIÇÃO

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No caso do lançamento com a viga na vertical, o comprimento do balanço

é menor, o que implica em momentos menores e, consequentemente, um di-

mensionamento mais simplificado. Em compensação, esse lançamento prevê

uma viga exatamente embaixo dos aparelhos sanitários. Nesse lançamento, é

provável que haja interferências entre a viga e a tubulação sanitária, o que possi-

velmente implicaria em furos na viga de transição. Isso deve ser evitado, pois cria

uma região frágil em um elemento que recebe cargas elevadas. Já no caso do lan-

çamento com a viga na horizontal, aumenta-se o comprimento do balanço, mas


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as interferências com o modelo hidrossanitário são evitadas.

Optaremos pelo lançamento na horizontal para evitar as interferências do

projeto hidrossanitário. Começaremos por inserir a viga de transição, as vigas

que apoiam as paredes e então o pilar que nasce sobre a viga. Assim:

• Acione a ferramenta Captura personalizada ;

• Certifique-se que todas as opções de captura, exceto Ponto no ele-

mento, estejam selecionadas em Capturas ;

• Lance uma viga cujo Nó inicial seja o centro do pilar P5 e o Nó final

seja o ponto ortogonal na viga V9. O lançamento deve ser análogo

ao mostrado abaixo.

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FIGURA 5.9 – LANÇAMENTO DO PRIMEIRO TRECHO DE VIGA

• Utilizando a ferramenta de captura Ponto intermediário, lance a


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viga na parede direita da cobertura (para fazer isso, você pode clicar

nos cantos externo e interno da parede. O lançamento deve estar

como abaixo:

FIGURA 5.10 – LANÇAMENTO DA PAREDE DIREITA

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• Desabilite a ferramenta Ponto intermediário;

• Utilize a ferramenta Lançamento – Vigas – Adicionar trechos para

estender as vigas V1 e V11 para estendê-las até a viga V12;

• Utilize a ferramenta Adicionar trechos para estender a viga V10 até

o pilar P5. O lançamento deve ficar como mostrado abaixo:


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FIGURA 5.11 – VIGAS ESTENDIDAS

Devemos ainda juntar as vigas V2 e V12. Para isso:

• Habilite a ferramenta Ponto na intersecção

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• Utilizando a ferramenta Adicionar trechos, estenda a viga V2 até o

ponto de intersecção entre a viga V2 e a viga V12;

• Utilizando a ferramenta Adicionar trechos, estenda a viga V12 até a

viga V2.

Podemos agora inserir o pilar que nascerá sobre a viga V11. Para isso:

• Insira um pilar cujo centro ficará posicionado na intersecção entre a

viga V11 e a viga V12. Note que ele será indicado como NASCE. O
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lançamento final ficará como mostrado:

FIGURA 5.12 – LANÇAMENTO FINAL

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5.4 Ajustando o lançamento da sacada frontal

No pavimento superior, deve ser feito o lançamento da sacada. Para isso:

• Utilizando a ferramenta Adicionar trechos, estenda a viga V6 até a

extremidade da sacada;

• Lance uma nova viga da extremidade livre da viga V6 até a viga V7.

O lançamento deve ficar como mostrado:


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FIGURA 5.12 – LANÇAMENTO DAS VIGAS DE SACADA

5.5 Ajustando o lançamento das sacadas posteriores

É necessário ajustar o lançamento das vigas da sacada posterior. Como é

possível perceber, a parede do Banho 2 está desalinhada em relação à viga V1.

Além disso, ainda é necessário lançar o contorno da sacada, de modo que possa-

mos inserir as lajes posteriormente.

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Para realizar os ajustes, iremos apagar o trecho desalinhado da viga V1,

lançar uma nova viga sob a parede desalinhada e lançar novas vigas para apoiar

as paredes do pavimento Superior. Assim:

• Selecione o trecho da viga V1 que está sobre o Banho 2. Perceba

que, ao apagar o trecho, o comprimento à direita é renomeado au-

tomaticamente;

• Utilizando a ferramenta de captura Ponto intermediário, lance


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uma nova viga no alinhamento correto da parede. Você pode seleci-

onar o meio da parede clicando no canto interno e externo da pa-

rede. O lançamento deve ficar como mostrado:

FIGURA 5.13 – LANÇAMENTO DA VIGA DESALINHADA

Agora deveremos apoiar a nova viga V15. Iremos aproveitar o alinhamento

das paredes internas para lançar duas vigas partindo das extremidades da viga

V15 até o ponto ortogonal na viga V2. O lançamento deve ficar conforme mos-

trado:

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FIGURA 5.13 – LANÇAMENTO DAS VIGAS TRANSVERSAIS

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5.6 Vigas sob as paredes

Ainda precisaremos inserir mais algumas vigas com o objetivo de apoiar

algumas paredes do pavimento Superior. As vigas lançadas são mostradas na fi-

gura e devem ser lançadas conforme:


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FIGURA 5.13 – LANÇAMENTO DAS ADICIONAIS

Viga entre a Suíte 02 e o Banho Master:

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• Em Viga – Nó inicial, clique no eixo da viga V1. Para obter o ponto

correto, você deve utilizar a ferramenta de captura Ponto no qua-

drante, colocando como deslocamento metade da espessura da pa-

rede, ou seja, 09, 09;

• Em Viga – Próximo nó, clique no ponto ortogonal da viga V2

• Em Viga – Informe o lado do eixo, confirme com Enter, pois esta-

mos lançando a viga pelo seu eixo.


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Viga sobre o pilar P6:

• Em Viga – Nó inicial, utilize o pilar P6;

• Em Viga – Próximo nó, clique no ponto ortogonal da viga V18, re-

cém lançada

• Em Viga – Informe o lado do eixo, confirme com Enter, pois esta-

mos lançando a viga pelo seu eixo.

• Utilize a ferramenta Adicionar trechos para estender a viga V19, re-

cém lançada até a viga V6;

Viga entre a Suíte 02 e o corredor:

• Em Viga – Nó inicial, utilize o eixo da viga V18. Para obter o ponto

correto, você deve utilizar a ferramenta de captura Ponto no qua-

drante, colocando como deslocamento metade da espessura da pa-

rede, ou seja, 09, 09;

• Em Viga – Próximo nó, clique no ponto ortogonal da viga V16;

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• Em Viga – Informe o lado do eixo, confirme com Enter, pois esta-

mos lançando a viga pelo seu eixo.

Viga entre a Suíte 01 e o corredor:

• Em Viga – Nó inicial, utilize o eixo da viga V17. Para obter o ponto

correto, você deve utilizar a ferramenta de captura Ponto no qua-

drante, colocando como deslocamento metade da espessura da pa-

rede, ou seja, 09, 09;


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• Em Viga – Próximo nó, clique no ponto ortogonal da viga V12;

• Em Viga – Informe o lado do eixo, confirme com Enter, pois esta-

mos lançando a viga pelo seu eixo.

Viga apoiando a parede entre o closet e quarto:

• Em Viga – Nó inicial, clique no eixo da viga V3. Para obter o ponto

correto, você deve utilizar a ferramenta de captura Ponto no qua-

drante, colocando como deslocamento metade da espessura da pa-

rede, ou seja, 09,09;

• Em Viga – Próximo nó, clique no ponto ortogonal da viga V2

• Em Viga – Informe o lado do eixo, confirme com Enter, pois esta-

mos lançando a viga pelo seu eixo.

Como é possível perceber ainda há algumas paredes que deverão ser

apoiadas. Por serem mais curtas, iremos apoiá-las diretamente sobre as paredes.

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Na próxima aula, iremos realizar o lançamento das lajes do pavimento, incluindo

aí as sacadas do pavimento.
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FIGURA 5.13 – LANÇAMENTO DAS VIGAS ADICIONAIS

• Renumere apenas as vigas do projeto por meio do comando Ope-

rações – Outros – Renumerar;

Na próxima aula, iremos realizar o lançamento das lajes do pavimento, in-


cluindo aí as sacadas do pavimento.

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Capítulo 6. Lançando as lajes do Superior

Objetivo: determinar o tipo de laje ideal para edificação e inseri-las no pavimento


superior

Agora que já possuímos as vigas do pavimento Superior lançadas, é possí-

vel inserir as lajes. O Eberick fornece alguns tipos diferentes de lajes que poderão

ser inseridas no projeto, como pré-moldadas e maciças. A escolha de um tipo ou


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outro de laje depende de uma série de fatores que variam de acordo com a edifi-

cação que será projetada.

No contexto do curso, faremos uma breve análise do projeto levantando

os pontos mais importantes na escolha do tipo de laje. Cabe pontuar que não vi-

samos analisar todos os tipos possíveis de lajes, mas apenas os mais comuns

para que seja possível orientar quais pontos devem ser observados neste tipo de

decisão em projetos futuros

6.1 Tipos de laje analisados

No contexto de edificações residenciais unifamiliares, as lajes de mais co-

mum execução são lajes maciças e lajes pré-moldadas. Essas lajes diferem tanto

no processo construtivo quanto em seus mecanismos de apoio, de modo que

cada uma apresenta vantagens e desvantagens em relação à outra. Nesta aná-

lise, iremos comparar as duas e como suas características influencia seu compor-

tamento no contexto deste projeto.

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Chama-se laje maciça a laje de concreto armado com espessura constante,

moldada in loco a partir do lançamento do concreto fresco sobre um sistema de

formas planas. Isso significa que o processo construtivo deste tipo de laje exige

que sejam posicionadas formas para o lançamento do concreto. Por ser constitu-

ída por um maciço contínuo de concreto, esse sistema permite que sejam posici-

onadas armaduras nas duas direções (X e Y) da laje, o que significa que ela é ca-

paz de distribuir carregamentos em ambas as direções.


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Já as lajes pré-moldadas são formadas por vigotas pré-fabricadas de con-

creto executadas industrialmente e intermediadas por elementos de enchi-

mento, como blocos cerâmicos, de concreto, EPS, etc. capeados por camada de

concreto lançado na obra. No caso destas lajes, o conjunto vigota-enchimento faz

as vezes de fôrma, de modo que não é necessário posicionar formas para execu-

tar este tipo de laje. Em contrapartida, lajes pré-moldadas costumas apresentar

um comportamento unidirecional, visto que serão armadas apenas na direção

das vigotas. Isso faz com que as lajes possam distribuir os esforços aplicados

nesta direção.

6.2 Pontos a serem analisados

O primeiro ponto de análise, e talvez o mais preponderante, é o custo. As

lajes pré-moldadas, por dispensarem o uso de fôrmas, são significativamente

mais baratas que lajes maciças. Não se atendo somente a isso, a ausência de fôr-

mas também diminui o tempo de execução das lajes, uma vez que os seus pro-

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cessos de montagem e desmontagem são evitados. Da mesma maneira, a execu-

ção torna-se mais simples e segura, pois não é necessário garantir a estanquei-

dade da fôrma, como no caso de lajes maciças. Há ainda um ganho de produtivi-

dade pelo fato de grande parte das armaduras das lajes já terem sido previa-

mente posicionadas na execução das vigotas pré-moldadas. Além disso, a pre-

sença de enchimentos entre as vigotas ajuda a reduzir o peso da laje, uma vez

que os enchimentos costumam ser fabricados com materiais mais leves que con-

creto.
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Em contrapartida, as lajes pré-moldadas normalmente não performam

bem em algumas situações. A primeira delas está relacionada com carregamen-

tos de parede: como essas lajes distribuem carregamento em uma única direção

- a direção das vigotas – caso haja carregamentos lineares alinhados às vigotas,

eles serão absorvidos unicamente pela vigota mais próxima. Isso pode sobrecar-

regar esta vigota, dificultando o dimensionamento da laje como um todo. Na fi-

gura, são mostrados os deslocamentos de uma laje unidirecional quando subme-

tida a carregamentos lineares paralelos e transversais às vigotas.

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FIGURA 6.1 – LAJES E CARREGAMENTOS DE PAREDE

Para evitar isso, é necessário posicionar vigas sob os carregamentos de pa-

rede que se encontram paralelos às vigotas. Isso pode ser um problema na edifi-

cação visto que a maior parte das paredes internas da edificação estão desali-

nhadas em relação aos outros pavimentos.

Da mesma maneira, esse tipo de laje normalmente não performa bem em

vãos mais elevados. Como não há transferência de esforços na direção transver-

sal às vigotas, a resistência de cada vigota se limita, em grosso modo, à seção de

concreto da nervura em que foi posicionada. Ou seja, o comportamento da vi-

gota se assemelha ao de uma viga e, por conta de suas pequenas dimensões, li-

mita os vãos a valores da ordem de quatro a cinco metros.

Outro ponto importante de análise é que lajes pré-moldadas não tem

composição uniforme, havendo regiões de enchimento. Essa descontinuidade

entre materiais dá abertura para que sejam criadas fissuras que podem gerar in-

filtrações na laje. De modo geral, é interessante evitá-la, portanto, em regiões

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onde haverá presença constante de água, como lajes de caixa d’água, por exem-

plo.

Por fim, lajes pré-moldadas também apresentam restrições quanto a aber-

turas. Por conta de sua sustentação ser feita toda na região das vigotas, eventu-

ais furos deverão ser feitos necessariamente nas regiões de bloco de enchi-

mento. Já nas lajes maciças, como a sua sustentação é feita de maneira contínua

ao longo da laje, o furo pode ser posicionado sem grandes restrições, uma vez
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que as regiões adjacentes ao furo terão capacidade de compensar a perda de re-

sistência por conta do furo.

Tendo exposto essas informações, optaremos por utilizar lajes pré-molda-

das no projeto. Essa decisão se baseia sobretudo na redução de custos que essa

laje garantirá. Contudo, é importante manter em mente que teremos dificulda-

des maiores com o dimensionamento e verificação de algumas lajes de maiores

vãos, ou que possuam cargas de parede aplicadas. Em alguns pontos específicos,

que serão abordados a seguir, a utilização de lajes maciças será estritamente ne-

cessária

6.3 Cadastro de blocos de enchimento

Conforme comentado, as lajes do projeto utilizarão enchimentos entre as

nervuras. O programa conta com alguns blocos de enchimento pré-cadastrados,

isto é, as dimensões dos blocos de EPS ou lajota cerâmica já foram inseridas no

programa, de modo que podem ser utilizadas logo em seguida. De todo modo,

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as dimensões desses elementos podem variar de região para região e por vezes

se faz necessário cadastrar novos blocos para adequar suas dimensões aos fabri-

cantes locais. Iremos cadastrar um novo bloco para utilizá-lo nas lajes. Para isso:

• Acesse o a guia Estrutura – Configurações – Sistema – Blocos de

enchimento;

Na janela que se abre, será possível visualizar os blocos que já estão no

cadastro no programa, além de cadastrar novos blocos. No campo Tipos de blo-


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cos, serão exibidos os tipos de blocos para cada tipo de laje. Por padrão, o Eberick já
possui alguns tipos de blocos cadastrados, como no exemplo da figura, onde a laje pré-
moldada possui dois tipos de blocos: EPS Unidirecional e Lajota Cerâmica.

No campo Lista de blocos, são exibidos blocos com diferentes dimensões


pertencentes a cada tipo de bloco. Na imagem acima, a lista de blocos exibe todas as di-
mensões de blocos cadastrados para o EPS Unidirecional.

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FIGURA 6.2 – CADASTRO DE BLOCOS DE ENCHIMENTO

Ao abrir um projeto, o programa verifica se ele utiliza blocos de enchi-

mento e se esses blocos existem no cadastro. Se não existirem, são adicionados

automaticamente no cadastro.

Como todas as configurações presentes no menu Sistema, as configurações de blocos


de enchimento são globais. Isso significa que são salvas na própria instalação do pro-
grama. Assim, caso você cadastre um novo bloco de enchimento, ele estará disponível
em todos os seus projetos. Além disso, novos blocos de enchimento personalizados
serão salvos no projeto em que são utilizados. Desta maneira, caso você abra o projeto
em uma versão do Eberick que não conta com o bloco, ele será importado automati-
camente.

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O Eberick permite que sejam criados formatos de blocos, ou então blocos

com materiais diferentes dos já cadastrados. No contexto do curso, iremos ape-

nas cadastrar uma nova dimensão de bloco, mas você pode encontrar o procedi-

mento para criar um novo tipo de bloco em Como cadastrar um novo tipo de

bloco. Assim:

• Em Tipo de blocos, selecione a opção Pré-moldada – EPS unidire-

cional. Este é o tipo de laje e blocos que serão utilizados no projeto.


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Ao cadastrar um bloco, é importante atentar ao tipo de laje selecionado no cadastro.


Ele deve ser o mesmo que será utilizado no projeto. Caso contrário, o bloco não será
exibido na lista de blocos disponíveis para o tipo de laje em questão.

• Clique no botão Adicionar + que está abaixo da Lista de blocos. O

programa abrirá uma janela com as informações de um bloco gené-

rico já preenchidas;

Nesta janela, será necessário informar algumas características do bloco.

Em Dimensões, você poderá definir o formato do bloco. As indicações hb, cc, be,

etc, podem variar a depender do tipo de bloco, de modo que para identificar qual

dimensão do bloco representam, você deve utilizar a figura disponível na janela

anterior.

A opção Usar meia forma define se será possível utilizar apenas meio

bloco em regiões próximas aos apoios da laje. Como os blocos são posicionados

sequencialmente, é possível que algumas regiões da laje não comportem um

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bloco inteiro, de modo que a meia forma é uma opção para preenchê-las de ma-

neira mais satisfatória, sem necessidade de recorrer a uma região maciça.


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FIGURA 6.3 – JANELA BLOCO DE ENCHIMENTO

Em agrupamento, você pode definir se mais de um bloco será “empilhado”

para formar um grupo de blocos na região. Cada uma das configurações, nx, ny

e nh representam o agrupamento em uma direção do bloco (largura, compri-

mento e altura, respectivamente). O agrupamento é mais bem ilustrado na figura

seguinte.

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FIGURA 6.3 – AGRUPAMENTO DE BLOCOS

Por fim, em Custo, você poderá definir o custo de cada bloco de enchi-

mento, bem como o custo da execução, para posteriormente montar o relatório

de custos da edificação. Iremos alterar apenas as dimensões do bloco para ca-

dastrar um bloco de altura x largura x comprimento igual a 10 x 40 x 50, ou, na

notação do programa, B10/40/50:

• Em hb, defina 10cm. Em be, defina 40cm. Em ce, defina 50cm. Per-

ceba que alterando as dimensões do bloco, seu nome já é alterado

para considerar os novos valores.

• Confirme ambas as janelas em Ok.

As demais dimensões do bloco não foram alteradas por não haver necessi-

dade neste caso. Elas estão relacionadas com as dimensões do “recorte” do bloco

de enchimento, de modo que normalmente não serão editadas. Conforme co-

mentado anteriormente, caso necessário, você pode utilizar a figura de referên-

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cia mostrada na janela de cadastro (e copiada a seguir) para identificar quais di-

mensões devem ser alteradas de acordo com o catálogo do fabricante dos blo-

cos.
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FIGURA 6.4 – DIMENSÕES DOS BLOCOS

Havendo cadastrado o bloco de enchimento, podemos partir para o lança-

mento das lajes.

6.4 Lançamento das lajes internas

Para inserir uma laje no Eberick, é necessário que haja um contorno den-

tro do qual ela será definida. Esse contorno pode ser feito associando vigas e pi-

lares; e barras no caso de lajes em balanço. Como já temos o lançamento das vi-

gas realizado, iremos dar início ao lançamento pelas lajes internas e, em seguida,

faremos o lançamento das lajes em balanço. Para inserir uma laje no Eberick:

• Acesse a guia Lançamento – Laje ;

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O programa abrirá a janela Laje, onde é possível definir as propriedades

da laje que será inserida. Como padrão, o programa normalmente define o tipo

da laje como Maciça. Para que possamos inserir as lajes:

• Altere a opção Tipo para Pré-moldada;


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FIGURA 6.5 – AGRUPAMENTO DE BLOCOS

No grupo Cargas, será possível definir o carregamento da laje. Em Enchi-

mento, será definido qual o tipo e dimensão do bloco que será utilizado como

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enchimento para a laje. Em Seção, você definirá as dimensões da laje, como a

espessura da capa e a largura da nervura.

No caso da nossa laje, deveremos configurar as informações do bloco e

das dimensões da laje. Assim:

• Em Enchimento – Tipo, selecione EPS Unidirecional;

• Em Enchimento – Dimensão, selecione o bloco que foi recém ca-

dastrado (B10/40/50);
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Clicando no botão ... ao lado de Dimensão, a janela de cadastro será aberta para
consulta. Não será possível fazer alterações nos blocos por meio desta janela.

• Em ec, definiremos a espessura da capa de concreto sobre os blo-

cos de enchimento. Defina 5cm;

• Em enx iremos definir a largura da nervura da laje. Esta largura de-

pende da vigota que será utilizada, portanto é importante verificar

se a dimensão estabelecida está disponível junto ao fabricante. Para

este item, defina 12cm;

• Confirme a janela em Ok.

Perceba que o item Espessura não pode ser editado. Isso porque a espessura final da
laje será a soma da espessura da capa e da altura do bloco, sendo calculada automa-
ticamente pelo programa.

Para inserir a laje:

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• Clique em um ponto interno à região da sacada, definida pelas vigas

V9, V13, V11 e V16.

Caso o contorno da laje não tenha sido definido corretamente, isto é, haja regiões
abertas, com vigas ou pilares desconectados, o programa irá emitir a mensagem a
seguir. Neste caso, é necessário averiguar qual elemento não está corretamente conec-
tado e corrigir o lançamento de vigas e pilares para posteriormente inserir a laje.

A laje já deverá ser exibida e o lançamento deve ficar igual ao mostrado na

figura. Perceba ainda que o programa define uma seta que indica a direção em
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que foram posicionadas as vigotas. No caso da laje, ao longo do eixo Y.

FIGURA 6.6 – LANÇAMENTO DE LAJE NA SACADA

Para melhorar a visualização da laje, é possível habilitar a visualização de

vigotas e blocos de enchimento. Para isso:

• Acesse a guia Estrutura – Configurações – Desenho – Entrada

Gráfica;

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• Acesse a aba Lajes;

• Habilite o item Nervuras e selecione a opção Nervuras;

• Confirme em Ok.

Feito isso, a laje será exibida juntamente com as vigotas e blocos de enchi-

mento, como mostrado na figura.


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FIGURA 6.6 – LAJE COM NERVURAS

Com a primeira laje lançada, podemos seguir o mesmo procedimento para

as demais lajes do projeto. Por ora, não nos preocuparemos com a orientação

das vigotas, que será definida apenas após uma análise preliminar do comporta-

mento das lajes.

Ao inserir uma laje, a direção das vigotas sempre será definida de acordo com o menor
vão. De modo geral, isso costuma gerar esforços menores, mas há casos onde posici-
onar as vigotas ao longo da maior direção é estruturalmente mais interessante.

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FIGURA 6.7 – LANÇAMENTO DAS LAJES DO PAVIMENTO SUPERIOR


figura seguinte. A ordem de inserção é indiferente.
Insira as lajes clicando dentro das regiões do projeto indicadas na

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Conforme é possível perceber nesta figura, nem todas as lajes internas fo-

ram lançadas, sendo necessário ainda inserir as lajes de dois dos banheiros. Con-

forme contado anteriormente, há casos onde as lajes maciças são mais indicadas

na edificação.

• No caso do Banho master, a presença de uma banheira aumenta

muito o carregamento sobre a laje, fazendo com que a laje pré-mol-

dada não seja tão indicada. Além disso, a possibilidade de vazamen-


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tos por parte da banheira também incentiva o uso de lajes maciças;

• No caso do Banho 01, haverá uma série de furos na laje próximos

uns dos outros por conta da tubulação sanitária. Como os furos es-

tão muito próximos, encaixar as nervuras para que os furos coinci-

dam com as regiões de enchimento pode não ser possível. Assim,

adotar uma laje maciça fornece uma flexibilidade maior nesse sen-

tido.

Para ambos os casos, serão utilizadas lajes maciças. Assim:

• Acesse o comando Lançamento – Lajes – Laje;

• Em Tipo da laje, selecione a opção Maciça;

• Em Espessura, defina como 15cm;

• Confirme em Ok.

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Idealmente, não deve haver variação no tipo de laje utilizada no projeto, uma vez que
isso pode dificultar o processo construtivo. Neste caso, foram adotados dois tipos di-
ferentes, mas, para facilidade construtiva, a mesma espessura foi definida em ambas.

• Insira as lajes nas regiões remanescentes do Banho Master e Ba-

nho 01.

Uma vez feito isso, basta que lancemos as lajes de beiral para finalizar o

lançamento das lajes do pavimento Superior.


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6.5 Lançamento das lajes de sacada

Conforme comentado, lajes sempre precisam de algum contorno para que

sejam lançadas. Esse contorno é facilmente definido pelas vigas de apoio quando

se trata de lajes internas. Em lajes de beiral, contudo, normalmente não há vigas

no contorno externo da laje, de modo que não é possível lançar vigas para definir

o contorno da laje. Por conta disso, o programa dispõe de elementos de Barra.

Esses elementos não têm função estrutural, mas servem para definir o contorno

das lajes quando vigas não estão presentes.

Iremos começar o lançamento pelas sacadas posteriores, onde será neces-

sário definir o contorno externo do beiral. Assim:

• Acesse o comando Lançamento – Barras e nós – Adicionar barra

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• Na linha de comando será exibido Barra – Largura. Esta configura-

ção será utilizada posteriormente. Por ora, defina-a como 0cm e te-

cle Enter;

• A linha de comando exibirá Barra - Nó Inicial. Certifique-se que a

ferramenta Captura personalizada está habilitada e defina, como

nó inicial o canto superior esquerdo da sacada;

• A linha de comando exibirá Barra – Próximo nó. Estenda a barra

até o eixo da viga V1;


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• Confirme a inserção com Enter.

O lançamento deve ficar como mostrado na imagem.

FIGURA 6.7 – LANÇAMENTO DA BARRA LATERAL DA SACADA

Podemos agora finalizar o lançamento com as demais barras:

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• Caso o comando Adicionar barra não esteja ativo, ative-o em Lan-

çamento – Barras e nós – Adicionar barra. Em largura, atribua

0.0cm;

• A linha de comando exibirá Barra - Nó Inicial. Certifique-se que a

ferramenta Captura personalizada está habilitada e defina, como

nó inicial o canto superior esquerdo da sacada;

• A linha de comando exibirá Barra – Próximo nó. Selecione o canto

superior direito da sacada.


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• A linha de comando exibirá Barra – Próximo nó. Estenda a barra

até o eixo da viga V1;

• Confirme a inserção com Enter;

Feito isso, o contorno já terá sido definido, de modo que podemos inserir a

laje. Para isso:

• Acesse o comando Lançamento – Lajes – Laje;

• Defina a laje como Pré-moldada, com bloco de enchimento de EPS

B10/40/50, espessura de capa ec de 5cm e largura de nervuras enx

de 12cm;

• Insira a laje no contorno definido. O lançamento deve ficar como

mostrado.

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FIGURA 6.7 – LANÇAMENTO DA SACADA POSTERIOR

A partir deste momento, basta apenas lançar a laje do mezanino. Apesar


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de a laje não ser externa, sua borda livre também não possui vigas, sendo neces-

sário inserir as barras para definir seu contorno. Utilizando os mesmos procedi-

mentos de antes, faça o lançamento do contorno de barras e, em seguida da laje.

As características da laje da escada serão as mesmas da laje da sacada:

FIGURA 6.7 – LANÇAMENTO LAJE DO MEZANINO

Por fim:

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• Renumere apenas as lajes do pavimento por meio do comando

Operações – Outros – Renumerar.

Uma vez finalizado o lançamento da laje do mezanino, finalizamos o lançamento

das lajes do pavimento Superior. Nas próximas aulas, iremos prosseguir ao lan-

çamento da Cobertura juntamente com a Caixa d’Água.


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Capítulo 7. Lançando a Cobertura

Objetivo: terminar o lançamento do pavimento Cobertura e, em seguida, a torre da


Caixa d’Água.

Com o pavimento Superior lançado, o lançamento da Cobertura poderá

ser feito rapidamente, visto que o lançamento de ambos é bastante similar. As-

sim, para realizar esse lançamento, o croqui do pavimento Superior será copiado
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completamente para Cobertura e as alterações necessárias serão realizadas

para adequar o lançamento à arquitetura deste pavimento.

Para copiar o croqui do Superior à Cobertura:

• Na árvore de projeto, clique com o botão direito sobre o Croqui do

pavimento Cobertura;

• Selecione a opção Copiar croqui;

FIGURA 7.1 – JANELA COPIAR CROQUI

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Na janela que se abre, será possível definir algumas opções para a cópia

do croqui. Em Origem, será definido o pavimento que serve como referência

para a cópia, enquanto Destino se refere aos pavimentos que receberão o lança-

mento. Em Copiar, é possível definir quais elementos serão copiados para o pa-

vimento superior e se os Elementos gráficos, isto é, linhas desenhadas no cro-

qui, também serão copiados. A opção Manter dados dos pilares será utilizada

quando já houver pilares lançados no pavimento de destino e você deseja que

esses pilares se mantenham com as mesmas propriedades, ignorando a cópia


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dos pilares correspondentes no pavimento de origem.

• Em Destino, selecione o pavimento Cobertura;

• Em Copiar, selecione Toda a estrutura;

• As opções Elementos gráficos e Manter dados dos pilares deve-

rão ser mantidas desmarcadas;

• Confirme a cópia em Ok e abra o pavimento Cobertura.

Você poderá perceber que a arquitetura foi copiada exatamente ao pavi-

mento Cobertura. Para que possamos analisar as diferenças, é necessário con-

frontar o lançamento com a arquitetura. Caso ela não esteja sendo exibida, lem-

bre-se de habilitá-la na guia Desenho – Referências.

Analisando a sobreposição dos elementos, podemos encontrar algumas

inconsistências, que serão tratadas caso a caso.

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FIGURA 7.1 – SOBREPOSIÇÃO DA ARQUITETURA

7.1 Corrigindo os pilares

Conforme exposto anteriormente, nem o pilar P5, nem o pilar P6, devem

se estender até a Cobertura. Da mesma maneira, algumas vigas que se conec-

tam neles eram referentes ao pavimento inferior e não devem ser lançadas na

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Cobertura. Isso fica mais evidente ao sobrepor o lançamento com a arquitetura

do pavimento Superior.
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FIGURA 7.2 – SOBREPOSIÇÃO DA ARQUITETURA COM O SUPERIOR

Perceba que as vigas V4, V5 e V21, por exemplo, não possuem nenhuma

parede sob elas, de modo que ficariam evidentes nos cômodos da casa. Para cor-

rigir esses pontos, você deve seguir os passos:

• Apague as lajes L3 e L9. Então, apague a viga V5 e o pilar P6

• Reinsira na região uma laje maciça de 15cm. A laje será maciça pois essa é

a região da caixa d’água.

O lançamento deve ficar como exibido na figura:

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FIGURA 7.3 – ARQUITETURA CORRIGIDA

Feito isso, podemos corrigir a região do pilar P5. Para isso:

• Apague as lajes e vigas internas à região da Sacada, Closet 1, Banho 1 ,

Suíte 1 e Corredor. Em paralelo, apague o pilar P5.

• Feito isso, insira uma laje, desta vez pré-moldada, com as mesmas ca-

racterísticas das demais na região

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O lançamento deve ser equivalente ao mostrado


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FIGURA 7.4 – LANÇAMENTO FINAL

7.2 Corrigindo o beiral

Para corrigir o lançamento do beiral, também será necessário apagar alguns

dos elementos. É possível perceber que os pilares do banheiro frontal não se-

guem até a cobertura, uma vez que o banheiro só está presente no térreo. As-

sim:

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• Apague a laje L18

• Apague o trecho da viga V9 entre os pilares P15 e P16

• Apague o trecho da viga V10 à esquerda do pilar P17

• Apague a viga V12

• Apague o trecho da viga V16 abaixo da viga V11

• Apague a viga V17;

• Apague os pilares P16 e P19.


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O lançamento deve ficar como mostrado:

FIGURA 7.5 – ELEMENTOS APAGADOS

Tendo apagado os elementos excedentes, podemos agora lançar o con-

torno do beiral. Para isso:

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• Utilizando a ferramenta Adicionar trechos, estenda a viga V11 até a extre-

midade oposta da edificação. Você pode utilizar a ferramenta Ponto no

quadrante (deslocamento: 9,9) para definir o ponto Próximo nó da viga;

• Lance uma nova viga de 14x40 partindo da extremidade livre da viga V11

até a viga V8.

O lançamento deve ficar como mostrado:


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FIGURA 7.6 – CONTORNO DO BEIRAL

Por ora, o beiral ainda não se encontra devidamente apoiado, de modo

que devemos prever vigas que possibilitem esse apoio. Para isso:

162
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• Utilizando a ferramenta Adicionar trechos, estenda a viga V10 até o

eixo da viga V23, que contorna o beiral;

• Utilizando a ferramenta Adicionar trechos, estenda a viga V21 até o

eixo da viga V11, que contorna o beiral;

• Lance uma nova viga de seção 14x40, cujo nó inicial e a viga V11 e nó

final, a viga V8, de modo que passe pelo pilar P17;

Feito isso, o beiral já estará mais bem apoiado, de modo que podemos in-
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serir as lajes. Para que isso seja possível:

• Apague a laje L16 juntamente com suas barras de contorno;

• Insira as lajes pré-moldadas nas regiões internas à edificação.

O lançamento final deve ficar como mostrado na figura a seguir e já pode

ser considerado finalizado por ora. Para ordenar novamente os elementos:

• Renumere apenas as vigas e lajes do projeto;

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FIGURA 7.7 – LANÇAMENTO FINALIZADO

7.3 Lançamento do Teto reservatório

Para fazer o lançamento do pavimento Teto reservatório, iremos nos va-

ler novamente das ferramentas de cópia do programa. Assim:

• Utilizando a ferramenta Lançamento – Pilares – Copiar pilares para

outros pavimentos, copie os pilares P1, P2, P7 e P8 para o pavimento

Teto reservatório.

• Utilizando a ferramenta Lançamento – Vigas – Copiar para outros pa-

vimentos, copie:

o os trechos da viga V1 entre o pilar P1 e a viga V11;

o os trechos da viga V9 entre os pilares P1 e P7

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o e a viga V11 para a o pavimento Teto reservatório.

• Acesse o pavimento Teto reservatório e renumere apenas as vigas do

projeto.

Ao abrir o croqui do pavimento, será fácil perceber que o lançamento já

está quase finalizado, sendo necessário apenas lançar a viga da parte inferior do

reservatório. Vale lembrar que pode ser necessário habilitar a arquitetura do mo-

delo na guia Desenho.


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FIGURA 7.8 – LANÇAMENTO DO PAVIMENTO TETO RESERVATÓRIO

Para finalizar o lançamento:

165
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• Utilizando a ferramenta Adicionar trechos, estenda a viga V9_1 até

o eixo da parede inferior;

• Utilizando a ferramenta Adicionar trechos, estenda a viga V11_1

até o eixo da parede inferior;

• Insira uma nova viga de seção 14x40 começando e terminando nas

extremidades livres das vigas V9_1 e V11_1, respectivamente;

• Insira uma laje pré-moldada de mesmas características no contorno;

• Renumere apenas as Vigas do pavimento.


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O lançamento final deve ser equivalente ao mostrado:

FIGURA 7.9 – LANÇAMENTO FINALIZADO DO PAVIMENTO TETO RESERVATÓRIO

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Feito isso, o lançamento dos pavimentos superiores estará concluído. É

possível visualizar novamente o lançamento da estrutura acessando o pórtico

3D, o qual está reproduzido abaixo. Caso o seu pórtico não esteja atualizado,

lembre-se de clicar no botão 3D – Atualizar .


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FIGURA 7.10 – PÓRTICO 3D DA ESTRUTURA.

Na próxima aula, finalizaremos o lançamento preliminar com a inserção da

escada no modelo estrutural.

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Capítulo 8. Lançando a escada

Objetivo: realizar o lançamento da escada que conecta o pavimento Superior ao Co-


bertura.

Agora que praticamente todo o lançamento estrutural foi realizado, deve-

mos lançar as escadas. De modo geral, é interessante que as escadas sejam lan-

çadas em uma fase final da concepção; já que são elementos inclinados, eventu-
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ais alterações nos pavimentos em que estiverem presentes podem prejudicar

seu lançamento.

Para inserir uma escada, é importante entendermos, em um primeiro mo-

mento, qual a sua geometria: qual o piso e espelho dos degraus, onde se apoia

no pavimento superior e inferior e se possui patamares intermediários.

Por meio do modelo 3D da arquitetura, já conseguimos ter uma ideia de

como é constituída a escada, a qual segue reproduzida na figura. É possível per-

ceber que a escada é composta por três elementos; dois lances e um patamar. O

Eberick permite o lançamento de tipos e formatos diferentes de escada, sendo

que o procedimento de lançamento dependerá de cada escada. Além disso, o

programa permite que você lance escadas sem patamar, bem como com um

(como é o caso da escada do projeto), ou mais patamares (escadas em U ou O,

por exemplo).

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Iremos começar o lançamento pelo patamar da escada, para o qual será

necessário inserir um nível intermediário.


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FIGURA 8.1 – REPRESENTAÇÃO DA ESCADA.

8.1 Inserindo o nível intermediário

Iremos começar o lançamento pelo patamar da escada, para o qual será

necessário inserir um nível intermediário. Até o momento, a posição vertical de

elementos no projeto foi definida apenas por meio da altura dos pavimentos,

isto é, vigas e lajes lançadas no pavimento Superior serão posicionadas na altura

deste pavimento. Em alguns casos, contudo, não é interessante criar um pavi-

mento para realizar certos lançamentos, sendo que podemos lançar mão de Ní-

veis intermediários. Um nível intermediário permite que você defina um nível

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entre dois pavimentos do projeto, onde será possível realizar a inserção de ele-

mentos posicionados nessa mesma altura.

As três principais diferenças entre níveis intermediários e pavimentos prin-

cipais do projeto são listadas a seguir:

• Pavimentos dividem o detalhamento de uma prumada de pilares,

enquanto níveis intermediários manterão o lance que passa por eles

contínuo
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• Lajes lançadas em pavimentos diferentes serão representadas em

detalhamentos diferentes. Lajes lançadas em um determinado nível

intermediário serão detalhadas juntamente com o detalhamento de

lajes do pavimento ao qual o nível intermediário pertence.

• Não é possível nascer ou alterar a seção de pilares em níveis inter-

mediários – isso deve ser feito apenas em pavimentos principais

Essas duas características fazem com que este tipo de elemento seja ideal

para realizar lançamentos pontuais no projeto, como é o caso do patamar da es-

cada. Para que possamos inserir o pavimento intermediário, é necessário saber

de antemão qual a sua altura em relação ao pavimento inferior, visto que é ela

que definirá como o nível será posicionado em relação à estrutura. Essa informa-

ção pode ser obtida por meio do corte arquitetônico do projeto. Neste caso, o ní-

vel do patamar estará a 157.5cm em relação ao pavimento Térreo, o que nos

permite inserir o nível:

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• Em Edificação, clique com o botão direito do mouse no nome do

pavimento Superior;

• Selecione a opção Inserir nível intermediário;

Na janela que se abre, será possível definir a Altura do nível intermediário

e se desejamos copiar somente os pilares para o nível, ou os pilares e as vigas.

Para que a continuidade dos pilares seja mantida sempre é necessário copiar ao

menos os pilares.
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FIGURA 8.2 – INSERÇÃO DO NÍVEL INTERMEDIÁRIO.

O nível intermediário deve sempre ser inserido no pavimento imediatamente superior


a ele, sendo que sua altura será sempre contabilizada em relação ao pavimento ime-
diatamente inferior.

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• Em Altura, defina 142.5cm;

• Em Copiar, defina Pilares, já que não desejamos que as vigas se re-

pitam neste nível.

Uma mensagem será exibida indicando que há pilares nascendo no pavi-

mento Superior, sendo que devemos decidir se devem ou não ser copiados. A

mensagem trata do pilar P20, da transição. Como o pilar deve ser exibido apenas
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do pavimento Superior para cima:

FIGURA 8.3 – PILARES NASCENDO NO PAVIMENTO

• Clique em Não.

Feito isso, o nível intermediário já terá sido lançado, sendo exibido em Edi-

ficação, dentro do pavimento Superior.

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FIGURA 8.4 – NÍVEL INTERMEDIÁRIO EM EDIFICAÇÃO

8.2 Inserindo o patamar


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Para acessar o nível intermediário:

• Clique duas vezes sobre Croqui (altura 142.5).

Você poderá perceber que apenas os pilares do pavimento foram copia-

dos. Dessa maneira, para inserir o patamar da escada, será necessário lançar o

seu contorno, da mesma maneira que é feito para lajes:

• Habilite a arquitetura do pavimento Térreo na guia Desenho – Re-

ferências;

• Lance uma viga de seção 14x40cm do centro do pilar P9 se esten-

dendo na horizontal até a extremidade do patamar (você pode utili-

zar a ferramenta de captura Ponto na intersecção);

• Lance uma viga de seção 14x40cm do centro do pilar P9 se esten-

dendo na vertical até a extremidade do patamar.

O lançamento deve estar como mostrado:

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FIGURA 8.5 – LANÇAMENTO DAS VIGAS DA ESCADA

Para finalizar o contorno:

• Insira duas barras de largura 0.0cm conectando as extremidades

das vigas V23 e V24 de modo a fechar o contorno do patamar.

O lançamento deve ficar como mostrado (sem a arquitetura):

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FIGURA 8.6 – LANÇAMENTO DO CONTORNO DO PATAMAR

Havendo definido o contorno do patamar, podemos inseri-lo por meio do

comando Lançamento - Escadas - Adicionar patamar de escada botão .

Na janela que se abre, serão definidas as propriedades do patamar, sendo que

elas serão muito similares às que vimos no lançamento de lajes.

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FIGURA 8.6 – JANELA PATAMAR DE ESCADA

É importante notar, contudo, o item Escada. Este item define a qual es-

cada pertence um determinado elemento de escada. Como o programa gera o

detalhamento das escadas agrupado (lances + patamares), é importante que ele-

mentos de uma mesma escada tenham a mesma indicação em Escada. Da

mesma maneira, é importante que elementos de um mesmo pavimento que per-

tençam a escadas diferentes apresentem indicações diferentes. Este item será

utilizado apenas quando houver mais de uma escada por pavimento, de modo

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que não precisaremos nos preocupar com ele para este projeto. Para lançar o

patamar:

• Clique no botão Adicionar + em Escada para que uma nova escada

seja criada.

• Na janela que se abre, defina o nome da escada como E1 e clique

em Ok;

• Defina a espessura da Seção em 15cm


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• Confirme a janela em Ok;

• A linha de comando exibirá Patamar de escada – Ponto no inte-

rior. Clique no interior do contorno recém-lançado.

8.3 Como inserir um lance de escada

Feito isso, deveremos inserir os lances. Os lances de escada podem ser in-

seridos por meio do comando Lançamento - Escadas - Lance (botão ). É im-

portante destacar que os lances devem ser inseridos sempre do pavimento de

topo do lance para o pavimento de base. Com base no projeto, por exemplo, um

dos lances será inserido do pavimento Superior para o Nível intermediário, e o

outro, do Nível intermediário para o Térreo.

Ao habilitar a ferramenta Adicionar lance de escada, é necessário infor-

mar quatro linhas que delimitarão a geometria do lance. A primeira linha cor-

responde ao apoio do topo da escada. Normalmente é selecionado o eixo de

uma viga de apoio, ou uma barra de patamar. A segunda e terceira linhas são as

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linhas que determinarão a largura da escada. O Eberick permite que o usuário

selecione barras inclinadas, ou as próprias linhas da arquitetura. A quarta linha:

corresponde ao apoio na base da escada. Normalmente é selecionado o eixo de

uma viga de apoio, ou uma barra de patamar. Iremos começar o lançamento

pelo lance superior:

8.4 Inserindo o lance superior

Conforme comentado anteriormente, o lance de escada deve sempre ser


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inserido do nível superior ao nível inferior. Assim:

• Acesse o pavimento Superior

• Acesse o comando Lançamento – Escadas – Lance;

Na janela que se abre, algumas propriedades serão definidas. Em Escada,

assim como para o patamar, será definida a escada à qual pertence o lance. Em

Seção, será possível definir a Espessura da escada, além do Piso (comprimento)

e Espelho (altura) dos degraus. Em tempo, a opção Primeira face irá definir uma

folga entre o ponto de apoio da escada e o início do primeiro degrau, de modo

que é possível deslocar o início da escada, caso haja necessidade. Para ini-

ciar o lançamento:

• Certifique-se que a opção E1 está selecionada em Escada;

• Em Espessura, defina 15cm;

• Em Piso, defina 30cm;

• Em Espelho, defina 17.5cm;

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• A Primeira face deverá ser mantida como 0cm.

As dimensões dos degraus da escada, bem como a primeira face, deverão ser defini-
das de acordo com a arquitetura. Também é importante que as dimensões definidas
na arquitetura estejam de acordo com a geometria lançada para garantir que a es-
cada será gerada de maneira correta;

• Confirme em Ok;
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FIGURA 8.8 – JANELA LANCE DA ESCADA

• A linha de comando exibirá Lance da escada – Selecione a primeira li-

nha (apoio). Clique sobre a barra vertical do contorno da laje L16;

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• A linha de comando exibirá Lance da escada – Selecione a segunda linha

(lateral). Selecione o eixo da viga V8;

• A linha de comando exibirá Lance da escada – Selecione a terceira linha

(lateral). Clique sobre a barra horizontal do contorno da laje L16.

Feito isso, o programa irá abrir a janela Barra, onde será necessário definir

a largura das barras laterais, além do nível inferior da escada.


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FIGURA 8.9 – JANELA BARRA

A largura da barra é a mesma solicitada ao inserir barras no contorno de

lajes de bordo livre. Anteriormente, ela havia sido configurada como 0.0cm, mas

agora deveremos definir um valor para ela. Esta configuração permite que você

defina um recuo lateral para a escada equivalente a largura da barra. Isto é inte-

ressante quando a escada tiver sido lançada pelo eixo das vigas, como no caso

da V8, e não por sua face. Como não desejamos que a escada se sobreponha à

viga V8, podemos definir um valor de largura da barra para descontar essa re-

gião lateral. Desta maneira:

• Defina 14cm (base da viga V8) em Largura;

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• Em Nível inferior, selecione Intermediário (altura 142.5cm);

• Confirme em Ok.

Agora o croqui do Nível intermediário será exibido para que a quarta li-

nha, correspondente ao apoio inferior, seja inserida. Assim:

• A linha de comando exibirá Lance de escada – Defina o ponto. Se-

lecione a barra vertical no contorno do patamar.


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Feito isso, a janela Ajustar degraus será aberta. Por meio dela, é possível

visualizar o corte longitudinal do lance inserido, de modo que você poderá confe-

rir se o lançamento está de acordo com o estabelecido na arquitetura. Nela, será

possível redefinir as dimensões dos degraus e da primeira face, além de ser pos-

sível ajustar os degraus automaticamente por meio do botão Ajustar. O botão

Ajustar irá fixar a dimensão do degrau definida em Fixar e adequar a outra di-

mensão em função da inclinação da escada. O valor corrigido da dimensão será

sempre um múltiplo do valor definido em Múltiplo.

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FIGURA 8.9 – JANELA AJUSTAR DEGRAUS

De antemão, podemos ver que a escada está recuada em relação ao ne-

cessário, de modo que ela deve ser deslocada um degrau para que seu lança-

mento seja corrigido. Assim:

• Em primeira face, defina o valor de 23cm. Ao fazer isso, perceba que

a escada foi deslocada para que seu apoio inferior coincidisse com o

patamar da escada

• Confirme em Ok.

Feito isso, o lance superior da escada está praticamente lançado, de modo

que já podemos vê-lo no croqui:

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FIGURA 8.10 – LANCE SUPERIOR DA ESCADA

Note que a escada se apoia diretamente sobre a laje L16. Essa não é uma situação
adequada, uma vez que a escada se apoiará em cima de vigotas pré-moldadas, que
não fornecem estabilidade ao elemento. O ideal é que o lance de escada seja apoiado
diretamente sobre uma viga ou, ao menos, uma laje maciça. Este lançamento será,
portanto, adereçado futuramente.

Ainda devemos fazer um último ajuste no lance, que corresponde a largura

das barras inclinadas. Anteriormente havíamos definido a largura da barra como

14cm por conta da viga V8. Contudo, essa largura é atribuída tanto para a barra

que está sob a viga V8 quanto para a barra na extremidade livre. Como nessa se-

gunda barra não há sobreposição de elementos, não devemos descontar nada

da largura da escada neste ponto. Para corrigir isso:

• Dê um duplo clique na barra inclinada da extremidade livre do lance;

• Na janela que se abre, altere o valor de largura para 0cm;

• Confirme em Ok.

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FIGURA 8.11 – JANELA BARRA

Feito isso, a inserção do lance superior estará finalizado. Passaremos en-

tão à inserção do lance inferior.

8.5 Inserindo o lance inferior

Para inserir o lance inferior, deveremos em um primeiro momento, inserir

uma viga de apoio no pavimento Térreo, já que até o momento não há como

apoiá-la na extremidade inferior. Para fazer isso:

• Acesse o pavimento Térreo

• Lance uma viga de seção 14x40 do eixo da viga V11 até a extremi-

dade da escada, passando pelo alinhamento do primeiro degrau.

O lançamento deve ficar conforme mostrado:

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FIGURA 8.12 – VIGA DE APOIO INFERIOR

Podemos agora finalizar o lançamento da escada no Nível intermediário.

Para isso:

• Acesse o croqui do Nível intermediário;

• Acesse o comando Lançamento – Escadas – Lance;

• Certifique-se que a opção E1 está selecionada em Escada;

• Em Espessura, defina 15cm;

• Em Piso, defina 30cm;

• Em Espelho, defina 17.5cm;

• A Primeira face deverá ser mantida como 0cm;

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• A linha de comando exibirá Lance da escada – Selecione a pri-

meira linha (apoio). Clique sobre a barra horizontal do contorno do

patamar;

• A linha de comando exibirá Lance da escada – Selecione a se-

gunda linha (lateral). Selecione o eixo da viga V24;

• A linha de comando exibirá Lance da escada – Selecione a terceira

linha (lateral). Clique sobre a barra vertical do contorno do pata-

mar.
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• Na janela Barra, atribua a largura como 14cm e o nível inferior

como Térreo. Confirme em Ok;

• A linha de comando exibirá Lance da escada – Selecione um

ponto. Clique sobre o eixo da viga V17.

Ao selecionar uma viga de apoio para a escada, deve-se selecionar sempre o seu eixo.
Isso garante que a escada seja apoiada corretamente sobre a viga.

Como é possível perceber, não serão necessários ajustes na janela Ajustar

degraus. Assim:

• Clique em Ok para confirmar o lançamento.

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tar como mostrado:


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FIGURA 8.13 – AJUSTAR DEGRAUS

FIGURA 8.14 – LANÇAMENTO DE ESCADA FINALIZADO


Feito isso, o lançamento da escada estará finalizado, de modo que deve es-

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8.6 Gerando os cortes da escada

Para visualizar melhor o lançamento da escada, iremos gerar um corte da

estrutura com o modelo arquitetônico:

• Acesse o croqui do pavimento Térreo;

• Acesse a guia Operações – Corte e Fôrma – Corte .

Na janela que se abre, será possível definir algumas informações sobre o


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corte que será inserido. Em Dados do corte, será possível definir o nome do

corte por meio de Indicação e sua escala de desenho, por meio de Escala. Em

Representação, será possível definir se algum modelo importado será represen-

tado no corte juntamente com a estrutura. Em Projeção, é possível definir quais

os pavimentos que serão incluídos no corte.

FIGURA 8.15 – JANELA CORTE

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Para gerar o corte:

• Habilite a opção Gerar corte planificado;

• Clique em Modelos;

• Na janela que se abre, selecione o modelo ARQ-IFC e confirme em

Ok;

• De volta na janela Corte, selecione a opção sobre todos os pavi-

mentos do projeto, em Projeção.


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• Confirme em Ok.

Para inserir o corte na planta, será necessário definir um ponto inicial e fi-

nal que irão representar o comprimento do corte. Além disso, será necessário

definir um terceiro ponto que irá determinar a profundidade do campo de visão

do corte, isto é, quais elementos serão representados em vista no corte. Assim:

• A linha de comando exibirá Corte – Ponto Inicial. Clique em um

ponto abaixo do pilar P19;

• A linha de comando exibirá Corte – Ponto final. Clique em um

ponto acima do pilar P3, de modo que a linha de corte permaneça

vertical;

• A linha de comando exibirá Corte – Ponto limite. Clique em um

ponto à esquerda da edificação;

• Confirme o lançamento com Enter,

O corte deve ter sido lançado como mostrado:

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FIGURA 8.16 – CORTE REPRESENTADO NO CROQUI

Perceba que o corte é representado com duas linhas diferentes: a linha

dupla indica o alinhamento onde está posicionado o corte, enquanto a linha pon-

tilhada delimita seu campo de visão. Perceba ainda que o corte foi inserido de

modo a interseccionar a escada, que é o elemento que iremos analisar.

O corte sempre será representado apenas no croqui em que foi lançado, mesmo que
abranja vários pavimentos.

Para abrir o corte:

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• Em Edificação, expanda a pasta Cortes e dê um duplo clique no

Corte A-A;
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FIGURA 8.17 – CORTES NA JANELA EDIFICAÇÃO

Abrindo o corte, já será possível visualizar o lançamento do nível inferior

da escada. Para finalizar a aula:

• Lance um segundo corte no pavimento Térreo de modo a mostrar o

lance superior da escada, juntamente ao modelo da arquitetura. Os

passos realizados serão os mesmos do corte anterior, com exceção

do posicionamento do corte, que deverá ser feito na horizontal.

Feito isso, finalizamos o lançamento da escada. Na próxima aula, iremos

partir para o lançamento das cargas de utilização nas lajes do projeto.

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FIGURA 8.17 – CORTES A-A

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FIGURA 8.18 – CORTES B-B

Capítulo 9. Lançando o carregamento de lajes

Objetivo: cadastrar cargas típicas a serem aplicadas no projeto. Aplicar os carrega-


mentos sobre as lajes.

O comportamento de uma estrutura não é definido apenas pelo posiciona-


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mento dos seus pilares, mas também pela maneira como os carregamentos es-

tão distribuídos em sua superfície. Desta maneira, para que o modelo inserido

no Eberick seja representativo da estrutura que será construída, é bastante im-

portante que os carregamentos sejam atribuídos de maneira correta. Isso deve

ser observado de duas maneiras distintas no projeto: os valores definidos para

as cargas devem estar de acordo com o tipo de utilização do ambiente e o proce-

dimento de inserção da carga deve respeitar suas características físicas.

Para inserir as cargas no Eberick, é possível fazer isso diretamente na ja-

nela de lançamento do elemento, ou então utilizar o conceito de Cargas Típicas.

Cargas Típicas são carregamentos que são utilizados de maneira recorrente em

um projeto. Carregamentos como o peso do revestimento do piso, o peso das

paredes e a circulação de pessoas no corredor são comuns em um projeto e nor-

malmente serão utilizados em vários locais diferentes. Para que não seja neces-

sário inseri-los manualmente em cada elemento, o Eberick permite que você ca-

dastre essas cargas no projeto como uma Carga Típica.

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Isso permite que a carga seja aplicada selecionando-a de uma lista, o que

facilita o processo de aplicação das cargas. Da mesma maneira, caso seja neces-

sário fazer alguma alteração nos valores de carregamento, será possível fazê-la

diretamente no cadastro de cargas, o que significa que as alterações serão apli-

cadas automaticamente em todos os elementos que possuam essa carga típica.

Para iniciar o lançamento das cargas, de antemão iremos, portanto, cadas-

trar algumas cargas típicas que serão utilizadas no projeto.


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9.1 Criando uma carga típica

O cadastro de Cargas Típicas é uma configuração de sistema, o que signi-

fica que ficará salva diretamente em seu computador, estando acessível para to-

dos os seus projetos. Para acessá-lo:

• Acesse a guia Estrutura – Configurações – Sistema – Cargas típi-

cas;

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FIGURA 9.1– JANELA CARGAS TÍPICAS

Na janela Cargas típicas, será possível definir carregamentos padrão para

diferentes elementos estruturais, como Lajes, Patamares e lances de escada,

Rampas e Paredes. Cada aba da janela é, portanto, referente a um elemento di-

ferente, de modo que as cargas deverão ser cadastradas de maneira a levar isso

em consideração.

O programa conta com uma série de cargas já cadastradas, que poderão ser utilizadas
como padrão para o projeto da estrutura. De todo modo, sempre é interessante que
os valores sejam alterados tendo a edificação projetada em mente, uma vez que tanto
suas características de utilização quanto de revestimento.

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Em Ambiente serão listadas as cargas cadastradas para cada tipo de ele-

mento. Em Dados, será possível definir o nome do carregamento. Em Cargas,

você poderá definir a carga Acidental de utilização, que poderá ser definida com

base na norma NBR6120, e poderá visualizar o valor da carga de Revestimento.

Em Revestimento, será possível definir quais materiais, e em qual proporção,

compõem o revestimento do elemento estrutural. No caso das lajes, por exem-

plo, você poderá definir informações como a espessura e peso específico do con-

trapiso, ou de um eventual forro suspenso. O valor final da carga de Revesti-


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mento, em Cargas, será então calculado com base nas informações inseridas em

Revestimento.

Caso seja necessário mudar o revestimento utilizado em toda a edificação, bastaria,


por exemplo, alterar os valores definidos nesta janela. Todas as lajes que utilizarem a
carga típica em questão receberiam as alterações automaticamente.

Iremos cadastrar a primeira carga do nosso projeto. Para isso, precisamos

de duas informações: em um primeiro momento, será necessário definir a carga

acidental de utilização, o que pode ser feito com base na NBR6120; e, em se-

guida, qual a composição da seção da laje, o que permitirá definir o carrega-

mento de revestimento. A carga que iremos cadastrar agora será utilizada para

os dormitórios e sala:

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Analisando a tabela 2 da NBR6120, podemos consultar o item 1 para de-

terminar o valor do carregamento acidental em lajes residenciais. Este item in-

dica que regiões de sala, dormitórios, copa, cozinha e banheiro devem ter uma

carga de 150kgf/m² considerada em seu carregamento acidental.

No que diz respeito ao carregamento de revestimento, será necessário

avaliar a composição da laje. Essa composição deverá ser avaliada tendo o pro-

jeto arquitetônico em mente, de modo que regiões de forro, ou de impermeabili-


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zação sejam identificadas. O programa permite, inclusive, que a espessura de al-

gumas camadas diferentes seja considerada, como mostrado na figura. Caso al-

guma das camadas não apareça na seção da laje cadastrada, basta atribuir um

valor de zero para a espessura correspondente.

FIGURA 9.2– CAMADAS DE REVESTIMENTO

Para adicionar uma nova carga típica nas lajes:

• Clique no botão Adicionar +. Uma nova carga será criada;

• Em Nome, defina Curso – Dormitórios e sala;

• Em Acidental, defina 150kgf/m²;

• Em Revestimento, preencha os seguintes valores em Espessura:

o Em Pavimento: 1cm;

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o Em Contrapiso: 5cm;

o Em Reboco: 1.5cm;

o As demais camadas deverão ter sua espessura mantida em

0cm

• Os valores de Peso específico não serão alterados para o cadastro

de cargas;

Caso seja necessário utilizar um material diferente na composição das lajes, os valores
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de Peso específico podem ser alterados para levar em consideração a composição do


material. Neste caso, é necessário consultar o valor em documentos técnicos, além da
Tabela 1 da NBR6120.

Perceba que, ao alterar as espessuras das camadas, o valor do carrega-

mento de revestimento é alterado automaticamente. Feito isso, a carga já estará

cadastrada no projeto, sendo possível inseri-la nas lajes. Antes disso, contudo,

iremos cadastrar mais algumas cargas.

Para o carregamento das Sacadas:

• Clique no botão Adicionar +. Uma nova carga será criada;

• Em Nome, defina Curso – Sacadas;

• Em Acidental, defina 300kgf/m²;

• Em Revestimento, preencha os seguintes valores em Espessura:

o Em Pavimento: 1cm;

o Em Contrapiso: 5cm;

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o Em Reboco: 1.5cm;

o As demais camadas deverão ter sua espessura mantida em

0cm.

Para o carregamento das Áreas de circulação:

• Clique no botão Adicionar +. Uma nova carga será criada;

• Em Nome, defina Curso – Circulação;

• Em Acidental, defina 250kgf/m²;


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• Em Revestimento, preencha os seguintes valores em Espessura:

o Em Pavimento: 1cm;

o Em Contrapiso: 5cm;

o Em Reboco: 1.5cm;

o As demais camadas deverão ter sua espessura mantida em

0cm.

Para o carregamento das Áreas molhadas:

• Clique no botão Adicionar +. Uma nova carga será criada;

• Em Nome, defina Curso – Áreas molhadas;

• Em Acidental, defina 150kgf/m²;

• Em Revestimento, preencha os seguintes valores em Espessura:

o Em Pavimento: 1.5cm;

o Em Contrapiso: 5cm;

o Em Impermeabilização: 0.5cm

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o Em Reboco: 0.5cm;

o As demais camadas deverão ter sua espessura mantida em

0cm.

Para o carregamento da Cobertura:

• Clique no botão Adicionar +. Uma nova carga será criada;

• Em Nome, defina Curso – Cobertura;

• Em Acidental, defina 50kgf/m²;


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• Em Revestimento, preencha os seguintes valores em Espessura:

o Em Pavimento: 1cm;

o Em Contrapiso: 3cm;

o Em Regularização: 3cm;

o As demais camadas deverão ter sua espessura mantida em

0cm.

Havendo cadastrado as novas cargas, elas poderão ser inseridas nas lajes.

9.2 Inserindo e copiando cargas nas lajes da Cobertura

Iremos começar a inserção dos carregamentos pelo pavimento Cobertura.

Assim:

• Acesse o croqui do pavimento Cobertura;

• Dê um clique duplo na laje L1;

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Na janela que se abre, iremos realizar alterações na seção Cargas. Perceba

que o programa permite que você defina os valores de carga Acidental e Reves-

timento diretamente na laje. Esse tipo de inserção é interessante para lança-

mentos pontuais, caso haja lajes com um carregamento pouco recorrente no

projeto. Para o caso das lajes da cobertura, que possuirão carregamento uni-

forme ao longo da área da edificação, é mais interessante que seja definido um

Grupo.
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FIGURA 9.3– JANELA CARGAS TÍPICAS

Em Grupo, será possível selecionar uma carga típica cadastrada no pro-

grama. Na janela corrente, grupo está definido como Nenhum, de modo que os

valores Acidental e Revestimento podem ser alterados diretamente na janela

de lançamento. Ao selecionar um grupo de cargas, estes dois campos serão de-

sabilitados e apenas exibirão os valores de carregamento do grupo selecionado.

Em Extra, será possível definir eventuais cargas adicionais específicas para a laje,

como carregamentos de caixa d’água, por exemplo. Por ora, iremos apenas defi-

nir o Grupo da laje L1:

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• Em Grupo, selecione Curso – Cobertura. Os valores de carrega-

mento serão alterados de acordo com o cadastro;

• Confirme em Ok.

Para definir o carregamento das demais lajes, é possível seguir o mesmo

procedimento, atribuindo um grupo de cargas para cada uma delas. Contudo,

isso é um pouco trabalhoso, de modo que pode ser interessante se vale da ferra-

menta Copiar dados. Essa ferramenta permite que propriedades definidas para
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um determinado elemento estrutural seja copiada para outros elementos do

mesmo tipo. Para isso:

• Acesse a guia Lançamento – Outros – Copiar dados ;

• Selecione a laje L1.

FIGURA 9.4– JANELA COPIAR DADOS (LAJE)

202
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A janela Copiar dados será aberta. Nela, você poderá definir quais as pro-

priedades que deseja copiar para outras lajes. Por ora, a única alteração que

queremos repassar para as demais lajes é o Grupo de carga definido. Assim:

• Marque a opção Grupo de carga na janela Copiar dados.

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Selecione elementos ou <En-

ter para a lista>. Selecione todas as lajes do pavimento.

• A linha de comando exibirá Copiar elementos – Elementos destino. Con-


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firme com Enter.

Feito isso, o grupo de carga Curso – Cobertura será atribuído para todas

as lajes do pavimento, o que pode ser verificado com um duplo clique sobre

qualquer uma das lajes.

9.3 Inserindo o carregamento das demais lajes

Devemos agora inserir os demais carregamentos no projeto. Isso deve ser

feito seguindo o mesmo procedimento de antes: define-se o grupo de carrega-

mento para uma das lajes e, em seguida, essa alteração deve ser copiada para as

demais lajes do pavimento que possuem o mesmo carregamento.

No pavimento Teto reservatório:

• Curso – Cobertura: L1.

No pavimento Superior:

203
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• Curso – Sacadas: L1, L13, L17;

Curso – Dormitórios e salas: L2, L4, L5, L7, L8, L14, L15;

• Curso – Circulação: L10, L11, L12, L16;

• Curso – Áreas molhadas: L3, L6, L9;

• Curso – Cobertura: L18;

Com isso, inserimos o carregamento em todas as lajes do projeto. Neste

lançamento, você deve ter percebido que algumas das lajes pertencem a dois
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ambientes diferentes: quarto e banheiro por exemplo. Quando isso ocorre, não

há maneira de definir regiões separadas nas lajes, de modo que deve ser defi-

nido um carregamento a ser aplicado. De modo geral, pode ser interessante defi-

nir o carregamento mais robusto, de modo que a laje seja dimensionada a favor

da segurança. De todo modo, caso haja muita diferença entre os carregamentos

dos dois ambientes, uma carga adicional por área pode ser aplicada, o que será

explicado a seguir.

9.4 Lançamento de carga por área (caixa d’água)

Os carregamentos inseridos até o momento deviam ser considerados em

toda a região da laje. Todavia, há carregamentos onde é mais interessante consi-

derar as solicitações distribuídas em uma área definida dentro da laje. Esse é o

caso, por exemplo, de carregamentos de caixa d’água, onde o carregamento é

aplicado apenas onde o reservatório for posicionado. Para esses casos, o pro-

204
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grama dispõe da ferramenta Carga por área. Com ela, é possível definir uma re-

gião retangular onde será aplicada a carga, de modo que a solicitação será apli-

cada apenas no local definido.

Isso será feito, em um primeiro momento, no pavimento Cobertura, para

a caixa d’água. Para inserir o carregamento da caixa d’água, há algumas informa-

ções que deverão ser validadas com o projetista do projeto hidrossanitário,

como: o número de reservatórios, a posição dos reservatórios e o volume dos re-


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servatórios. Elas serão importantes para definir onde serão posicionadas as car-

gas por área e qual o seu valor. O valor da carga deverá ser determinado com

base no volume do reservatório e a área de sua base, sendo que o procedimento

detalhado é explicado no artigo Como lançar uma caixa d'água no Eberick.

Para obter o posicionamento da caixa d’água, iremos utilizar o modelo IFC

fornecido pelo projetista hidráulico. Para importá-lo:

• Na janela Edificação, clique com o botão direito sobre Modelos 3D;

• No menu, selecione a opção Vincular...

• Na janela que se abre, selecione o arquivo HID-PRJ-15-10, disponível

nos arquivos de apoio do curso, e confirme em Ok.

O modelo será importado no projeto. Para que tenhamos acesso aos dese-

nhos planificados, será necessário gerar os planos de corte do arquivo hidráulico,

conforme feito para a arquitetura. Assim:

205
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• Na janela Edificação, clique com o botão direito sobre o modelo

HID-IFC e selecione a opção Plano de corte;

• Na janela que se abre, confirme a criação dos planos em Ok. Não

será necessário alterar as alturas de corte.

Com os planos gerados, possuímos agora uma referência para o lança-

mento do carregamento por área. Assim:

• Acesse o pavimento Cobertura;


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• Acesse a guia Desenho – Referências e selecione o modelo HID-IFC

como referência para o projeto. O pavimento selecionado deve ser o

pavimento Cobertura.

Feito isso, o lançamento do modelo hidráulico será exibido, sendo possível

também identificar o posicionamento do reservatório na laje de cobertura, como

mostrado na figura. Com essas informações em mãos:

• Acesse a guia Modelo – Cargas – Por área;

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FIGURA 9.5 – RESERVATÓRIO NA LAJE DE COBERTURA

Na janela que se abre, será possível definir algumas características do car-

regamento inserido. Em Cargas, será possível definir o tipo de carga que será in-

serido, além do valor do carregamento. Em Lançar, se a carga será inserida em

uma área delimitada, por meio da opção definindo uma área, ou na laje inteira,

por meio da opção selecionando lajes.

207
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FIGURA 9.4– JANELA COPIAR DADOS (LAJE)


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No caso do nosso projeto, o reservatório lançado será de 2000L¸ o que, de

acordo com sua área de base, resulta em uma carga por área de em torno de

720kgf/m². É importante destacar que este não é um cálculo extremamente pre-

ciso, uma vez que a área circular do reservatório é aproximado por uma área re-

tangular.

De modo geral, uma vez calculado o valor de carga por área do reservatório, é interes-
sante que o valor adotado seja levemente maior do que o calculado. Além disso, a área
de inserção da carga deve ser sempre maior que a área de base do reservatório. Isso
confere ao projeto uma segurança adicional, no caso de pequenas variações da carga
ou do posicionamento do reservatório.

Logo:

• Selecione o tipo de carregamento como sendo Água;

• Atribua o valor do carregamento como 720kgf/m²;

• Em Lançar, escolha a opção definindo uma área.

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• Confirme em Ok.

Para lançar o carregamento por área, é necessário definir dois pontos. As-

sim:

O carregamento por área requer que você insira uma região retangular, o que só po-
derá ser feito caso a ferramenta Ortogonal estiver desabilitada.
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• A linha de comando exibirá Carga por área – Ponto inicial. Clique

em um ponto no canto superior esquerdo do reservatório.

• A linha de comando exibirá Carga por área – Ponto final. Clique

em um ponto no canto inferior direito do reservatório;

• Tecle Esc para finalizar o comando.

O carregamento por área terá sido lançado de maneira aproximada sobre

o reservatório, como mostrado na figura. Nos resta agora lançar um no carrega-

mento por área na região do banheiro por conta da banheira de hidromassagem.

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FIGURA 9.6 – CARREGAMENTO DE RESERVATÓRIO

Assim:

• Acesse o croqui do pavimento Superior;

• Acesse a guia Desenho – Referências e selecione o modelo HID-IFC

como referência para o projeto. O pavimento selecionado deve ser o

pavimento Superior;

• Insira uma carga por área de 400kgf/m² sobre a banheira de hidro-

massagem.

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9.5
regamentos de escada
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Carregamento da escada
FIGURA 9.7 – CARREGAMENTO DE RESERVATÓRIO
O lançamento deve ficar igual ao mostrado na figura.

Com o carregamento de lajes já inserido, podemos também ajustar os car-

211
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Apesar de lances de escada e patamares serem elementos estruturais dife-

rentes de lajes, a maneira com a qual seu carregamento é considerado é bas-

tante similar às lajes. Assim como para elas, lances de escada e patamares po-

dem ter cargas típicas associadas ao seu lançamento. No caso do nosso projeto,

por estarmos trabalhando com uma única escada, não iremos cadastrar uma

nova carga típica, mas utilizar as que já foram cadastradas. Assim:

• No pavimento Superior, dê um clique duplo no lance de escada LE2;

• Na janela que se abre, selecione a opção Escadas – com acesso ao


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público na opção Grupo;

• Confirme em Ok.

Lances de escada sempre estarão associados ao pavimento em que foram inseridas,


isto é, seu pavimento de topo. Isto significa que eventuais edições deverão ser reali-
zadas sempre no pavimento de topo do lance, visto que ele não poderá ser selecio-
nado no pavimento de base.

Feito isso, devemos inserir o carregamento no patamar e no lance inferior

da escada. Assim:

• Acesse o nível intermediário Superior (altura 142.5cm);

• Dê um duplo clique sobre o lance de escada LE3;

• Na janela que se abre, selecione a opção Escadas – com acesso ao

público na opção Grupo;

• Confirme em Ok.

Para o patamar, o procedimento é análogo:

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• Dê um duplo clique sobre o patamar LE1;

• Na janela que se abre, selecione a opção Escadas – com acesso ao

público na opção Grupo;

• Confirme em Ok.

Feito isso, pudemos determinar os carregamentos em todas as lajes do pro-

jeto. Cabe destacar que ainda devem ser definidos os carregamentos da parede

do projeto, que ainda não foram inseridos. Isso será feito na próxima aula.
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Capítulo 10. Lançando cargas de vigas

Objetivo: lançar os carregamentos nas vigas do projeto. Inserção dos carregamentos


de platibanda. Inserção dos carregamentos da escada.

Com os carregamentos em lajes lançados, podemos partir para o lança-

mento das cargas em vigas. É nessa etapa que serão definidos os carregamentos
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de parede, bem como as regiões de abertura da edificação. Antes de fazer isso,

iremos, contudo, cadastrar uma carga típica de parede, assim como foi feito para

as cargas de laje.

10.1 Cadastrando uma carga típica de parede

O procedimento de cadastro de uma carga típica de parede é bastante si-

milar ao de lajes, diferindo apenas em quais camadas serão configuradas no pro-

grama. Assim, para cadastrar uma nova carga típica no programa:

• Acesse a guia Estrutura – Configurações – Sistema – Cargas Típi-

cas;

• Na janela que se abre, acesse a aba Paredes.

• Clique no botão Adicionar +;

Para cadastrar a carga:

• Em Nome, defina Curso – Parede;

• Em Revestimento, preencha os seguintes valores em Espessura:

214
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o Em Revestimento 01: 2.0cm;

o Em Enchimento: 14cm;

o Em Revestimento 03: 2.0cm.

o As demais camadas deverão ter sua espessura mantida em

0cm.

No peso específico, iremos definir as seguintes propriedades:

o Em Revestimento 01: 1700kgf/m³;


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o Em Enchimento: 790kgf/m³;

o Em Revestimento 03: 1700kgf/m³;

• Confirme a inserção em Ok.

Perceba que uma única carga de parede foi cadastrada. Isso significa que o

mesmo carregamento será utilizado tanto para as paredes externas, quanto in-

ternas. Caso haja uma variação significativa de carregamento entre as paredes

do projeto, o mais indicado é que as cargas sejam cadastradas separadamente.

10.2 Inserindo os carregamentos de platibanda

Iremos iniciar o lançamento pelo pavimento Teto reservatório, onde será

necessário definir o carregamento da platibanda do pavimento. Antes disso, po-

rém, é necessário que determinemos qual a altura da platibanda do projeto. Para

isso, podemos nos valer do corte A-A, que foi inserido anteriormente. Assim:

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• Na janela Edificação, dê um duplo clique sobre o corte A-A;

• Acesse a guia Desenho – Ferramentas – Medir ;

Com a ferramenta Medir, será possível coletar informações de distância,

bem como de ângulo, entre dois pontos do desenho. Assim, é possível utilizá-la

para determinar a altura da platibanda selecionando como pontos de referência

o topo da platibanda e o topo da laje. Para fazer isso, selecione os pontos desta-

cados na figura:
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FIGURA 10.1 – MEDIDA DA PLATIBANDA

• A linha de comando exibirá Medir – Primeiro ponto. Clique no topo

da platibanda, conforme indicado na figura;

• A linha de comando exibirá Medir – Outro ponto. Clique no topo da

laje de cobertura, conforme indicado na figura;

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O programa abrirá a janela Medir, no canto inferior direito da tela, onde

será possível consultar o deslocamento Total, conforme mostrado na figura. Per-

ceba que o valor encontrado para a platibanda foi de 78cm. Isso significa que de-

veremos inserir um carregamento de parede equivalente a uma parede de 78cm

no projeto. Para fins de simplicidade, esse valor será arredondado para 80cm.

Isso não irá alterar significativamente os carregamentos de projeto, mas simplifi-

cará as especificações do projeto estrutural.


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FIGURA 10.2 – JANELA MEDIR

Tendo em mãos o tamanho da platibanda, podemos inseri-la no projeto.

Para isso:

• Acesse o pavimento Teto Superior;

• Clique duas vezes sobre um trecho da viga V1;

FIGURA 10.3 – CARGAS NO TRECHO

217
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A seção Cargas no trecho irá reunir informações sobre os carregamentos

aplicados sobre a viga. Em Cargas de parede, poderão ser lançadas cargas linea-

res informando as propriedades da parede que se apoiará sobre a viga, incluindo

aí eventuais aberturas. O programa irá calcular automaticamente o valor da

carga, considerando o peso específico da parede, suas dimensões e suas abertu-

ras. Caso deseje aplicar diretamente o valor da carga, a opção Carga extra é

mais indicada, pois nela será necessário informar ao programa unicamente o va-

lor da carga linear. No caso do projeto, será inserida uma carga de parede:
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• Clique no botão Lançar ao lado de Carga de parede.

FIGURA 10.4 – JANELA PAREDE

Na janela que se abre, será possível definir as propriedades do carrega-

mento de parede. Em Grupo, será possível definir a carga típica que será utili-

zada. Assim como no carregamento de lajes, é possível definir uma carga típica,

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ou manter a configuração em Nenhum e definir as propriedades do carrega-

mento manualmente. Neste caso, você deve definir a Altura da parede, sua Es-

pessura e seu Peso volumétrico. O carregamento linear será calculado multipli-

cando peso, altura e espessura.

Além disso, em Aberturas, é possível definir regiões sem carregamento de

parede, que serão descontadas da carga final. Como nos carregamentos de plati-

banda não há nenhum tipo de abertura, não precisaremos inseri-las agora. As-
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sim:

• Em Grupo, selecione a opção Curso - Parede

• Em Altura, atribua a altura da platibanda, isto é, 80cm. A Espessura

será definida pelo próprio grupo selecionado.

• Confirme a janela Parede em Ok.

Perceba que na janela de lançamento da viga, a carga correspondente à pla-

tibanda já foi definida, de modo que é possível copiá-la para as demais vigas.

FIGURA 10.5 – CARGAS DE PAREDE LANÇADA

• Confirme a janela Viga em Ok.

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É importante notar que o carregamento é atribuído para um único tre-

cho da viga, não para seu comprimento todo. Isso acontece pois o Eberick per-

mite que a mesma viga possua carregamentos diferentes ao longo do seu com-

primento, o que é bastante comum em uma edificação.

FIGURA 10.6 – CARGA LANÇADA EM UM TRECHO DA VIGA V1


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Essa diferença de carregamento será mostrada no próprio croqui, onde vi-

gas carregadas terão o valor do seu carregamento exibido ao longo do seu eixo.

Caso essa indicação não seja mostrada, é possível habilitá-la com o procedi-

mento:

• Acesse a guia Estrutura – Configurações – Desenho – Entrada grá-

fica

• Acesse a aba Vigas e verifique se a opção Texto nas vigas – Cargas

nos trechos e barras está marcada.

• Confirme a alteração em Ok.

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Ativando esta opção, a indicação de cargas lineares será exibida no eixo da

viga. Havendo lançado o carregamento do primeiro trecho da viga V1, podemos

copiá-lo para os demais trechos de viga do pavimento. Para isso, iremos utilizar

novamente o recurso copiar dados. Assim:

• Acesse a guia Estrutura – Outros – Copiar dados;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Elemento de referên-

cia. Selecione o trecho da viga V1 cujo carregamento foi inserido


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• Na janela Copiar dados, selecione apenas a opção Carga de Parede;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Selecione destino ou

<Enter> para lista. Selecione todas as vigas do pavimento Teto re-

servatório.

• Confirme a cópia com Enter.

FIGURA 10.7 – JANELA COPIAR DADOS (VIGA)

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Feito isso, as vigas devem ter seus carregamentos alterados, como mos-

trado na figura.
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FIGURA 10.7 – VIGAS COM CARREGAMENTOS

É provável que no seu projeto, haja vigas com nós intermediários, isto é,

nós entre os pilares que definem seus trechos. Isso pode ocorrer ao longo do

lançamento e não causa nenhum problema do ponto de vista de análise. Con-

tudo, pode ser interessante excluir esses nós intermediários para garantir uma

exibição mais limpa. Para isso:

• Selecione o nó intermediário;

• Apague-o com a tecla Delete;

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• Repita a operação para os demais nós intermediários.

Fazendo isso, a região entre pilares da viga torna-se um único trecho, dei-

xando a exibição do croqui mais clara:


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FIGURA 10.8 – VIGAS COM TRECHOS CORRIGIDOS

Com os carregamentos de platibanda lançados no pavimento Teto Supe-

rior, podemos inserir os mesmos carregamentos, porém no pavimento Cober-

tura.

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10.3 Inserindo os carregamentos da parede do reservatório

No pavimento cobertura, haverá dois carregamentos distintos: o carrega-

mento proveniente da platibanda, que estará no perímetro da edificação e o car-

regamento referente à parede do reservatório. O procedimento para inseri-los é

bastante similar ao usado anteriormente. Começaremos pelo carregamento da


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platibanda:

• Acesse o pavimento Cobertura;

• Clique duas vezes sobre um trecho da viga V8;

• Clique no botão Lançar ao lado de Carga de parede.

• Em Grupo, selecione a opção Curso - Parede

• Em Altura, atribua a altura da platibanda, isto é, 80cm. A Espessura

será definida pelo próprio grupo selecionado.

• Confirme a janela Parede em Ok.

• Acesse a guia Estrutura – Outros – Copiar dados;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Elemento de referên-

cia. Selecione o trecho da viga V8 cujo carregamento foi inserido

• Na janela Copiar dados, selecione apenas a opção Carga de Pa-

rede;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Selecione destino ou

<Enter> para lista. Selecione as vigas indicadas na figura. Note que

as barras da sacada também deverão ser selecionadas.

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Confirme a cópia com Enter.

Acesse o pavimento Cobertura;


FIGURA 10.9 – CARREGAMENTO DA PLATIBANDA

Basta agora lançar os carregamentos na parede do reservatório. Para isso:

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• Clique duas vezes sobre o primeiro trecho (na região do reservató-

rio) da viga V1;

• Clique no botão Lançar ao lado de Carga de parede.

• Em Grupo, selecione a opção Curso - Parede

• Em Altura, atribua a altura da parede, isto é, 265cm. Esse valor é

calculado com base na altura do pavimento, 305cm, descontando os

40cm das vigas do pavimento superior.

• Confirme a janela Parede em Ok.


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• Acesse a guia Estrutura – Outros – Copiar dados;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Elemento de referên-

cia. Selecione o trecho da viga V8 cujo carregamento foi inserido

• Na janela Copiar dados, selecione apenas a opção Carga de Pa-

rede;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Selecione destino ou

<Enter> para lista. Selecione as vigas indicadas na figura.

• Confirme a cópia com Enter.

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FIGURA 10.9 – CARREGAMENTO DAS PAREDES DE RESERVATÓRIO

Note que o carregamento da parede inferior do reservatório não foi lan-

çado ainda, visto que não há uma viga na região para que possamos lançar este

carregamento. Neste caso, devemos lançar uma Carga Linear, que se apoiará di-

retamente sobre a laje. Portanto:

• Acesse a guia Modelo – Cargas – Linear;

• Em Lançar, selecione a opção definindo dois pontos. Isso permitirá

que desenhemos a carga de parede no croqui;

• Selecione a opção Parede e clique em Editar;

• Em Grupo, selecione a opção Curso – Parede;

• Em Altura, atribua 265cm. A Espessura será definida pelo próprio

grupo selecionado.

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• Confirme em as duas janelas em Ok.


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FIGURA 10.10 – CARREGAMENTO LINEAR

Para fazer o lançamento da carga de parede, basta, portanto, definir os

dois pontos que limitam suas extremidades. Assim:

• Insira as duas cargas de parede posicionadas no eixo da parede do

reservatório, como mostrado na figura. Você pode utilizar a ferra-

menta Ponto médio para capturar o eixo das paredes

228
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FIGURA 10.10 – CARREGAMENTOS DE PAREDE

Perceba que ainda há um trecho da viga V9 que está carregada apenas com

o carregamento da platibanda. Para que possamos lançar um carregamento dife-

rente no trecho, será necessário dividir a viga com um Nó. Assim:

• Acesse a ferramenta Lançamento – Barras e nós – Adicionar nó

• Insira o nó no cruzamento da viga V9 com a parede do reservatório.

Você pode utilizar a ferramenta Ponto na intersecção para inseri-

lo.

O lançamento deve ficar como mostrado na figura:

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FIGURA 10.12 – VIGA DIVIDIDA

Agora, basta que a carga no trecho da V9 seja editada. Para isso:

• Clique duas vezes sobre o trecho da viga V9 cuja carga será alterada;

• Clique no botão Editar ao lado de Carga de parede.

• Em Altura, atribua a altura da parede, isto é, 265cm. Esse valor é

calculado com base na altura do pavimento, 305cm, descontando os

40cm das vigas do pavimento superior;

• Confirme as janelas em Ok.

Feito isso, o lançamento dos carregamentos de parede no pavimento Co-

bertura está finalizado, sendo que podemos passar ao pavimento superior.

10.4Inserção dos carregamentos de parede no pavimento Superior

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No pavimento Superior, além de lançar as cargas de parede, será necessá-

rio inserir as aberturas. Iremos começar o lançando os carregamentos em todas

as vigas para posteriormente inserir as aberturas. Assim:

• Acesse o pavimento Cobertura;

• Clique duas vezes sobre o primeiro trecho da viga V1;

• Clique no botão Lançar ao lado de Carga de parede.

• Em Grupo, selecione a opção Curso - Parede


online. É proibida a divulgação, comercialização e reprodução total ou parcial deste conteúdo.

• Em Altura, atribua a altura da parede, isto é, 265cm;

• Confirme as janelas em Ok.

• Acesse a guia Estrutura – Outros – Copiar dados;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Elemento de referên-

cia. Selecione o trecho da viga V1 cujo carregamento foi inserido

• Na janela Copiar dados, selecione apenas a opção Carga de Pa-

rede;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Selecione destino ou

<Enter> para lista. Selecione as vigas indicadas na figura.

• Confirme a cópia com Enter.

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Este material deve ser utilizado em conjunto com o conteúdo dos vídeos, como parte integrante do curso e, em nenhuma hipótese, substitui as vídeo aulas

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FIGURA 10.12 – CARREGAMENTO DE PAREDES EM VIGAS

Feito isso, podemos inserir os carregamentos das sacadas. Como nas saca-

das não haverá paredes, o carregamento a ser considerado é menor. Assim:

• Clique duas vezes sobre a viga V11;

• Clique no botão Lançar ao lado de Carga de parede.

• Em Grupo, selecione a opção Curso - Parede

• Em Altura, atribua a altura do parapeito, isto é, 120cm;

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• Confirme as janelas em Ok.

• Acesse a guia Estrutura – Outros – Copiar dados;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Elemento de referên-

cia. Selecione o trecho da viga V11 cujo carregamento foi inserido

• Na janela Copiar dados, selecione apenas a opção Carga de Pa-

rede;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Selecione destino ou

<Enter> para lista. Selecione as vigas indicadas na figura. Note que


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também será necessário selecionar as barras da sacada.

• Confirme a cópia com Enter.

FIGURA 10.13 – CARREGAMENTO DE PARAPEITO NAS SACADAS

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Tendo lançado os carregamentos de parapeito, devemos ainda lançar os

carregamentos de platibanda referentes ao banheiro da cobertura. Assim:

• Clique duas vezes sobre a viga V12;

• Clique no botão Lançar ao lado de Carga de parede.

• Em Grupo, selecione a opção Curso - Parede

• Em Altura, atribua a altura da platibanda, isto é, 80cm;

• Confirme as janelas em Ok.


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• Acesse a guia Estrutura – Outros – Copiar dados;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Elemento de referên-

cia. Selecione o trecho da viga V12 cujo carregamento foi inserido

• Na janela Copiar dados, selecione apenas a opção Carga de Pa-

rede;

• A linha de comando exibirá Copiar dados – Selecione destino ou

<Enter> para lista. Selecione as vigas indicadas na figura.

• Confirme a cópia com Enter.

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FIGURA 10.14 – CARREGAMENTO DA PLATIBANDA NO BANHEIRO

Com isso, terminamos os carregamentos de parede que se apoiarão em

vigas. Contudo, ainda é necessário lançar os carregamentos diretamente sobre

as lajes, assim como foi feito anteriormente. Para eles, será necessário atribuir

uma altura diferente. Isso porque esses carregamentos não estão posicionados

abaixo de uma viga no pavimento Cobertura, de modo que não é possível des-

contar os 40cm de altura da viga. Desse modo, apenas os 15cm relativos à es-

pessura da laje serão descontados.

Na região do banheiro, é possível identificar duas paredes que não coinci-

dem com as vigas do pavimento.

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FIGURA 10.15 – PAREDES DESALINHADAS

Para inserir a carga de parede:

• Acesse a guia Modelo – Cargas – Linear;

• Em Grupo, selecione a opção Curso - Paredes

• Em Altura, atribua altura da parede, isto é, 290cm. A Espessura

será definida pelo próprio grupo selecionado.

• Confirme em as duas janelas em Ok.

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O lançamento das cargas deve ser feito de maneira similar ao das vigas,

sendo necessário informar dois pontos ao programa:

• A linha de comando exibirá Parede – Ponto inicial. Com o auxílio

da ferramenta Ponto médio, selecione o ponto no meio da parede,

próximo a viga V3 sob a laje L7.

• A linha de comando exibirá Parede – Ponto final. Com o auxílio da

ferramenta Ponto médio, selecione o ponto no meio da parede,


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próximo a viga V7 sob a laje L7.

Utilizando o mesmo procedimento é possível lançar a parede horizontal:

• A linha de comando exibirá Parede – Ponto inicial. Com o auxílio

da ferramenta Ponto quadrante (desloc. 9, 9), selecione o ponto

onde as paredes se cruzam

• A linha de comando exibirá Parede – Ponto final. Com o auxílio da

ferramenta Ponto médio, selecione o ponto no meio da parede,

próximo à viga V22.

Finalizado o lançamento, deve estar como mostrado:

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na figura.
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FIGURA 10.16 – LANÇAMENTO DAS CARGAS

FIGURA 10.17 – LANÇAMENTO DAS CARGAS SOB A LAJE L9


O mesmo lançamento deverá ser feito próximo à laje L9, como mostrado

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O mesmo lançamento deverá ser feito sobre a laje L2, como mostrado na

figura.
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FIGURA 10.18 – LANÇAMENTO DAS CARGAS SOB A LAJE L2

Com isso, basta agora que insiramos as aberturas no pavimento. Iremos

começar o lançamento pela janela do Banho Master. Para isso:

• Dê um duplo clique no trecho da viga onde está a janela;

• Em Cargas de parede, clique em Editar;

• Na janela que se abre, crie uma abertura clicando em Inserir;

• Em Base, defina 210cm

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• Em Altura, defina 100cm;

• Confirme a inserção com Ok em todas as janelas abertas.

Feito isso, perceba que o programa já passa a descontar o valor da carga

referente à abertura, de modo que o carregamento no trecho se torna menor.


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FIGURA 10.19 – CARREGAMENTO COM ABERTURA

O mesmo procedimento pode ser feito para as demais aberturas do pro-

jeto. Assim, lance as aberturas conforme indicado a seguir:

• Viga V1 (Suíte 02): 180x210cm

• Viga V2 (Banho 02): 80x60cm

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• Viga V3 (Suíte 01): 180x210cm;

• Viga V3 (Banho 01): 80x60cm;

• Viga V6 (Suíte 02): 80x210cm;

• Viga V7 (Suíte 01): 80x210cm;

• Viga V8 (Banho master): 70x210cm;

• Viga V8 (Suíte master): 80x210cm;

• Viga V9 (Suíte master): 180x210cm

• Viga V14 (Suíte master): 90x210cm;


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• Viga V18 (Suíte 02): 80x210cm;

• Carga de parede (Banho 02/Closet 02): 60x210cm;

• Carga de parede (Banho 01/Closet 01): 60x210cm;

• Carga de parede (Suíte 01/Closet 01): 80x210cm;

Havendo finalizado este lançamento, as cargas do pavimento já estão com-

pletamente lançadas, sendo que podemos passar ao pavimento Térreo.

10.5Inserção dos carregamentos de parede no pavimento Térreo

Para inserir os carregamentos do pavimento Térreo, iremos seguir os

mesmos procedimentos de anteriormente. Assim:

• Clique duas vezes sobre a viga V1;

• Clique no botão Lançar ao lado de Carga de parede.

• Em Grupo, selecione a opção Curso - Parede

• Em Altura, atribua a altura da parede, isto é, 292.5cm;

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FIGURA 10.20 – CARREGAMENTOS DE PAREDE DO PAVIMENTO TÉRREO~

Feito isso, podemos inserir as aberturas no pavimento. Elas deverão ser lan-

çadas conforme especificado a seguir:

• V1 (Área de serviço): 120x100cm;

• V1 (Cozinha): 260x100cm;

• V3 (Despensa): 70x210cm;
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• V4 (Escaninho): 80x210cm;

• V4 (Cozinha): 80x210cm;

• V4 (Varanda): 220x210cm;

• V5 (BWC 2): 60x210cm;

• V9 (Área de serviço): 60x210cm;

• V 10 (BWC 2): 55x180cm;

• V14 (Varanda): 280x210cm

Havendo inserido as aberturas do pavimento Térreo, basta que insiramos

os carregamentos da escada para finalizar esta etapa do curso

10.6Inserção dos carregamentos da escada

Apesar de já termos inserido os carregamentos de laje na escada, deve-

mos ainda inserir os carregamentos de parapeito. Iremos começar pelo pavi-

mento Superior. Assim:

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• Acesse o croqui do pavimento Superior;

• Atribua uma carga de parede de 120cm de altura para a barra do

bordo livre da laje L16;

• Atribua a mesma carga para a barra inclinada do lance LE2

O lançamento deve ficar como mostrado. Passamos agora para o nível in-

termediário.
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FIGURA 10.21 – CARREGAMENTOS DE PEITORIL DA ESCADA

• Acesse o croqui do nível intermediário Superior (altura 142.5cm);

• Atribua uma carga de parede de 120cm de altura para a barra do

bordo livre do patamar LE1;

• Atribua a mesma carga para a barra inclinada do lance LE3.

O lançamento deve ficar como mostrado:

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FIGURA 10.22 – CARREGAMENTOS DE PEITORIL DA ESCADA

Com isso finalizamos a inserção de cargas na estrutura. Na próxima aula,

iremos realizar os ajustes finais na estrutura, bem como verificar eventuais inter-

ferências da arquitetura com a estrutura.

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Capítulo 11. Ajustes finais de lançamento

Objetivo: realizar ajustes pontuais no lançamento para garantir a compatibilidade


da estrutura lançada com a arquitetura

Finalizado o pré-lançamento de um projeto estrutural, é interessante que

o projetista verifique se o lançamento realizado está adequado à arquitetura.


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Nesta etapa, devem ser verificadas colisões de elementos estruturais com a ar-

quitetura, necessidade de desníveis em lajes e qualquer outro fator inerente ao

projeto que possa alterar o resultado em relação à arquitetura.

11.1 Elevação das sacadas e varandas

A primeira alteração que deverá ser feita é considerar o desnível das lajes

e vigas em varandas e sacadas. Isso é bastante importante pois garante que as

áreas abertas da edificação não transbordarão, levando água da chuva, por

exemplo, para dentro da residência. Para informar este desnível para o pro-

grama, utilizaremos o recurso Elevação.

Desníveis inseridos por meio de elevação não são considerados no modelo estrutural.
Desta maneira, devem ser utilizados apenas para alterações pontuais e de pequena
magnitude.

Até o momento, utilizamos dois recursos diferentes para expressar desní-

vel entre elementos: a inserção dos elementos em pavimentos diferentes e níveis

intermediários. Em ambos os casos, havia a necessidade de desníveis grandes,

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que fossem considerados no modelo estrutural montado pelo Eberick. Todavia,

em casos como desnível de lajes de sacada, os valores do desnível são pequenos,

de modo que podem ser negligenciados no momento da análise estrutural. Da

mesma maneira, para estes casos é mais interessante que o elemento (laje ou

viga) seja exibido no mesmo nível do croqui principal, uma vez que, para todos os

motivos práticos, estará posicionado neste croqui.

Iremos começar as alterações pelas sacadas do pavimento Superior. As-

sim:
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• Acesse o croqui do pavimento Superior;

• Dê um duplo clique sobre a laje L1;

• Em Elevação, defina -5cm;

• Confirme em Ok.

Feito isso, a laje será rebaixada de 5cm no lançamento do pavimento. O va-

lor da elevação expressa a diferença de nível do elemento em questão em rela-

ção ao nível em que foi lançado. Isso significa que, caso a laje estiver 10cm acima

do pavimento, deve-se atribuir um valor de +10cm para o campo Elevação. Em

contrapartida, se estiver 10cm abaixo do pavimento, um valor de -10cm deve ser

atribuído.

Agora:

• Atribua uma elevação de -5cm para a laje L13;

• Atribua uma elevação de -5cm para a laje L17.

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Note que neste caso não foi necessário alterar a elevação de nenhuma viga

do pavimento. Isso porque as vigas que sustentam as sacadas são perimetrais,

ou seja, estão posicionadas ao redor da sacada. Caso houvesse uma viga interior

à sacada, seria também necessário alterar a sua elevação, de modo a manter sua

face superior alinhada ao nível da laje. Isso fica visível na varanda do pavimento

Térreo. Assim:

• Acesse o croqui do pavimento Térreo;


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Ao visualizar a varanda posterior da edificação, é possível perceber que há

duas vigas conectadas ao pilar P5. Apesar de não haver uma laje lançada direta-

mente na região, ela será executada em obra, apresentando o mesmo desnível

de -5cm. Dessa maneira, se as vigas forem mantidas no nível do pavimento, cria-