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Sistemas Elétro-
eletrônicos - Datavision
MF 34 e 38
Edição 02 - 02/2002
Código: CEE-3438P1

Conteúdo:
- Sistema Elétrico Geral
- Sistema Datavision
- Instalação do Kit Micro-Track

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


Conteúdo desta Apostila 3
Esta Apostila contém 3 Partes:
Parte 1: Sistema Elétrico Geral - Veja o índice abaixo
Parte 2: Sistema Datavision - Veja o índice na página 101
Parte 3: Instalação do Kit Micro-Track - Veja o índice na página 181

Indice da parte 1:

1- O sistema elétrico da máquina


1.1 - Características e especificações básicas ..................... Consulte o Manual do Operador
1.2 - Codificação geral de cabos e componentes ................................................................... 4
1.3 - Quadro elétrico principal - identificação geral ................................................................ 6
1.4 - Quadro elétrico da cabina - identificação geral .............................................................. 9
1.5 - Sistema elétro-hidráulico e segurança hidráulica ........................................................ 10
1.6 - Tabela de conectores “C”, sua função e localização .................................................. 11
1.7 - Pontos de conexão “W” (positivos e negativos) ........................................................ 14
1.8 - Significado dos símbolos elétricos ............................................................................... 15
1.9 - Interpretação dos circuitos elétricos ........................................................................... 16
1.10 - Circuitos elétricos da máquina
Indice geral dos circuitos elétricos: por ordem de componente ........... 19

2- Componentes elétro-eletrônicos (inclui funcionamento, testes e ajustes)


2.1 - Relês .............................................................................................................................. 79
2.2 - Diodos ............................................................................................................................ 80
2.3 - Fusíveis (Incluídos no índice da pág. 19) ..................................................................... 81
2.4 - Potenciômetros ............................................................................................................. 81
2.5 - Sensores Reed .............................................................................................................. 85
2.6 - Sensor do tanque de grãos .......................................................................................... 87
2.7 - Sensores de nível de água ........................................................................................... 88
2.8 - Sensor de nível de fluido hidráulico ............................................................................. 89
2.9 - Sensores de rotação (Tipo Hall ) .................................................................................. 90
2.10 - Sensor de pressão de óleo do motor .......................................................................... 93
2.11 - Sensor do filtro de ar .................................................................................................... 94
2.12 - Sensor de pressão hidráulica do levante da plataforma ............................................ 95
2.13 - Sensor de temperatura do motor e do fluido hidráulico ............................................ 96
2.14 - Solenóides de elétro-válvulas hidráulicas .................................................................... 97
2.15 - Cilindros elétricos .......................................................................................................... 99

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4 1 - O sistema elétrico da máquina

1.2 - Codificação geral de cabos e componentes

Todos os componentes do sistema elétro- no interior da cabina, conforme identificação na


eletrônico da máquina são codificados. Isto é página 9.
fundamental para o entendimento do sistema, da Os cabos são todos agrupados de forma a
localização de componentes, interpretação dos simplificar e organizar da melhor maneira possível os
circuitos, diagnóstico de falhas e manutenção em chicotes, além de deixá-los o mais protegidos possível.
geral.
Tal codificação foi estabelecida de uma maneira
bastante lógica, observando-se também as Normas
técnicas internacionais para isso.
O primeiro passo, é entender o critério utilizado para
☞ NOTA:
Independente da localização dos
componentes - quadro principal, qua-
a codificação e identificação dos vários componentes dro da cabina ou espalhado pela má-
e cabos existentes na máquina. quina, todos se enquadram na clas-
Para faciltar ainda mais o trabalho do técnico, a quase sificação e codificação geral:
totalidade dos componentes foi criteriosamente Conectores “C” .................................... Pág. 11
alojada no interior de um quadro elétrico principal, Pontos de conexão “W” ...................... Pág. 14
localizado no lado esquerdo da máquina - Veja a
Outros componentes: fusíveis, relés, diodos,
página 6.
elétro-válvulas, atuadores. . . ............. Pág. 19
Além disso, há um pequeno quadro localizado

A) Codificação de componentes: B) Os grupos de função:


Estes códigos são compostos por 3 letras e 2 algaris- São compostos por 2 letras, que fazem parte do
mos. As 2 primeiras letras indicam o grupo de fun- código específico de cada componente
ção, a 3 letra indica o tipo de componente e os alga-
a
HO ........ Função de colheita
rismos são os números de seqüência.
DL ......... Luz principal
OS COMPONENTES SÃO:
IL .......... Luz de trabalho
A ........... Baterias
DV ........ Geral
B ........... Ventiladores
DN ........ Datavision
C ........... Conectores
EM ........ Motor
D ........... Diodos
E ........... Interruptor de lâminas B) Codificação de cabos:
F ........... Sensores
Estes código é composto por 2 letras e 3 algarismos.
H ........... Interruptores
As letras indicam o grupo de função (veja item “B”
K ........... Atuadores ou embreagens
acima) e os 3 algarismos são os números de seqüên-
L ........... Bicos de lâmpada
cia impressos nas extremidade dos cabos.
M .......... Elétro-válvulas
O .......... Pressostatos hidráulicos (óleo) SIGNIFICADO DA COR DOS CABOS NA CODIFICAÇÃO

P ........... Buzina Vermelho ....... Bateria (positivo)


R ........... Relês Marron .......... Bateria (negativo)
S ........... Fusíveis Preto ............. Condutor normal
W .......... Pontos de conexão Azul ............... Datavision

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1 - O sistema elétrico da máquina 5
Exemplo de codificação para relê: HOR 08 C) Diodos
Um diodo é uma válvula elétrica que permite a
HO ..... Função de colheita
passagem da corrente num só sentido, indicado por
R ........ Relê
uma seta.
08 ...... N° de seqüência para indicar a função espe-
No caso, esta seta sempre apontará para a direita, ou
cífica de levantar/abaixar o molinete.
seja, para a traseira da máquina.
Se um diodo for invertido, pode ocorrer de uma outra
Exemplo de codificação para cabo: HO 095
função ser acionada ao mesmo tempo que a escolhida.
HO ..... Função de colheita É justamente para evitar este inconveniente que exis-
095 .... Número de seqüência do cabo tem os diodos.

Simbologia dos diodos:

☞ N OTA :
Na página 19, como índice dos cir-
cuitos elétricos, você encontra as ta-
Ânodo de entrada 7 9 Cátodo de saída

belas que descrevem a função e o


circuito elétrico em que são encon- Sempre da esquerda para a direita.


trados, os componentes: relês, dio-
dos, solenóides e elétro-válvulas, N OTA :
lâmpadas, embreagens magnéticas, O diodo (X) do quadro da cabina
cilindros elétricos, motores. . . deve ficar com a seta para cima.
Veja identificações na pág. 9

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6 1 - O sistema elétrico da máquina

1.3 - Quadro elétrico principal - identificação geral

Quadro elétrico fechado, com tampa


e vedação de borracha.
Alojamento dos computadores
7
Cadeado
9
Ligações do quadro com a
máquina.
10

Lado direito

7
5
1

8
4 2

1- 1a fileira de fusíveis, relês e diodos: veja identificação


de cada item no esquema da próxima página.
2- 2a fileira de fusíveis, relês e diodos: veja identificação
de cada item no esquema da próxima página. 5

3- Identificação esquemática das ligações com o quadro,


na base do mesmo
4- Relê DLR 02: da luz Alta e Baixa
5- Relê DLR 01: do pisca direcional
6- Tomada para lâmpada de manutenção
7- Caixa de retardo (Delay box ) do sistema hidráulico
4 6
8- HOR 39: Limitador de corrente para o atuador de acio-
namento do sistema de trilha.
9- Diodo DVD 21: impede a circulação de corrente da ba-
teria do Datavision para o sistema elétrico geral.
10 - DVR 37: Relé de proteção do Datavision.
Lado esquerdo

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Esquema real do quadro principal de fusíveis, relês e diodos - 1a fileira - veja legenda das funções e identificação geral a partir da
próxima página.
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Tomada de 2 pólos

1 - O sistema elétrico da máquina


Esquema real do quadro principal de fusíveis, relês e diodos - 2a fileira.
Edição 02: 02/2002

7
Ao lado: Esquema das conexões de acesso ao quadro, sob o mesmo (veja foto abaixo e identificação na próxima página
8 1 - O sistema elétrico da máquina

Legenda - 1a fileira de fusíveis, relês e diodos: 35 - Acionamento da trilha


01 - Não utilizado 36 - Acionamento da descarga de grãos
02 - Sistema de autonivelamento da plataforma 37 - Variador do ventilador de limpeza
03 - Não utilizado 38 - Calha do graneleiro regulada eletricamente (Op-
04 - Espalhador de palhiço cional)

05 - Não utilizado 39 - Diodo

06 - Sinaleiras direcionais
07 - Faróis principais - Baixa Identificação das conexões sob o quadro
elétrico:
08 - Faróis principais - Alta
09 - Sinaleira de parada (STOP) C1 Proveniente da cabina

10 - Luz de freio (STOP) C2 Proveniente da cabina

11 - Não utilizado C3 Faróis traseiros

12 - Iluminação interna do graneleiro C4 Faróis frontais principais


13 - Iluminação do capô traseiro (do saca-palhas) C5 Chicote - lado direito da máquina
14 - Baliza giratória do capô traseiro C12 Funções de colheita - parte frontal
15 - Tomadas bi-polares externas C14 Chicote do motor
16 - Não utilizado C15 Chicote - lado esquerdo da máquina
17 - Alimentação
C34 Acionamento da tração 4x4 (Opcional)
18 - Partida do motor (por solenóide)
C72 Espalhador de palhiço (Opcional)
19 - Parada do motor (por solenóide)
C88 Chicote extra, opcional
20 - Buzina
C93 Não utilizado
21 - Não utilizado
C141 Chicote do molinete / controle de pressão da
22 - Aumento ou redução da rotação do molinete
plataforma sobre o solo
23 - Tração traseira 4x4 (Opcional)
C142 Comando de marcha a frente da máquina
24 - Não utilizado
C143 Datavision - funções de monitoramento

Legenda - 2a fileira de fusíveis, relês e diodos: C144 Medidor de rendimento e de perda de grãos

25 - Diodo C158 Defletores elétricos de palha (Opcional).

26 - Inversão da plataforma e canal


27 - Embreagem de acionamento da plataforma
28 - Subida e descida da plataforma
29 - Subida e descida do molinete
30 -
31 -
32 -
Avanço ou retrocesso do molinete
Variador da trilha (DronningTork)
Posicionamento do tubo de descarga
☞ N OTA :
Veja a tabela geral de conectores na
pág. 11.

33 - Válvula hidráulica principal


34 - Segurança hidráulica

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1 - O sistema elétrico da máquina 9
1.4 - Quadro elétrico da cabina Diodo ILD 01: seta
apontando para cima.
Os fusíveis e relês de todas as funções do painel da
cabina, estão concentrados no lado direito da cabina,
acima da tela do Datavision - figuras e esquema ao
lado.

Legenda
1 - Luz de trabalho
2 - Baliza giratória da cabina
3 - Não utilizado
4 - Luzes laterais da capota da cabina
5 - Limpador do pára-brisa
6 - Luzes internas da cabina
7 - Acendedor de cigarros / carregador de celular
8 - Ventilador / condicionador de ar.

Relé e fusível do
ventilador e embreagem
magnética do
compressor de ar
condicionado.

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10 1 - O sistema elétrico da máquina

1.5 - Sistema elétro-hidráulico e


segurança hidráulica.

Todas as funções são controladas eletricamente Ordem das prioridades:


a partir da cabina do operador.
Estas funções são ajustadas no circuito conforme a Partida do motor
ordem de prioridade.
Uma função de alta prioridade corta a corrente de Pressão do óleo
todas as demais funções com prioridade inferior. do motor
O fluxograma abaixo, descreve a ordem de
prioridade hidráulica das funções. Sobe / Desce da
Como por exemplo: a subida e descida da plataforma plataforma
tem prioridade sobre o controle de altura do molinete
e todas as funções que vem abaixo (subalternas). Controle de Altura de
Corte da plataforma
Segurança hidráulica
Para evitar um funcionamento involuntário das funções Inclinação lateral da
hidráulicas, quando o motor não está em plataforma (Autonível)
funcionamento, existe um dispositivo de segurança
da parte hidráulica (antes do circuito de prioridade), Sobe / Desce do
formado por um relé controlado pelo circuito de molinete
alimentação e pela pressão de óleo do motor.
Se o motor não esta funcionando e, portanto, não há Variador do cilindro
pressão de óleo, o relé corta a corrente das funções de trilha
elétro-hidráulicas.
Posicionamento do
tubo de descarga

☞ N OTA :
As funções, variador do cilindro
de trilha e posicionamento do
Avanço / recuo do
molinete
tubo de descarga, recebem a cor-
rente de comando diretamente
do terminal W12.

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1 - O sistema elétrico da máquina 11
1.6 - Tabela de conectores “C” e sua função

☞ N OTA S :
Os conectores listados a seguir incluem os localizados sob o quadro elétrico, confor-
me identificado nas páginas 6 a 9.
A tabela a seguir, identifica também o(s) circuito(s) onde cada um dos conectores “C”
aparece. Os circuitos são apresentados a partir da página 19.

Plugue Posição Diagrama N° (Pág. 19 em diante)


C1 No quadro elétrico, proveniente da cabina ...................... 20, 21, 30, 40, 50, 60, 140, 150, 160,
170, 340, 370, 374, 380, 383, 410, 413,
420, 422, 430, 432, 630, 631.
C2 No quadro elétrico, proveniente da cabina ........................ 10, 20, 21, 40, 100, 120, 130, 180, 280,
440, 480, 630
C3 Chicote do quadro, ref. aos faróis traseiros ....................... 40, 50, 60, 110, 120, 130, 220, 240, 280
390.
C4 Chicote do quadro, ref. aos faróis frontais ......................... 30, 40, 60, 120, 220
C5 Chicote no quadro elétrico - lado direito da máquina ........ 100, 130, 150, 160, 170, 240, 290,
420, 422
C6 Faróis de trabalho da cabina ...............................................70, 80
C7 Elétro-válvula da tração 4x4 (Opcional) .............................. 480
C9 Sensor de rotação de patinagem da polia do contra-eixo ....... 520
C12 Chicote no quadro - funções de colheita - parte frontal ....340, 360, 370, 374, 380, 383, 430, 432,
470, 471, 473, 474, 630, 631
C13 Tomada para reboque ......................................................... 390
C14 Chicote ref. ao motor, no quadro elétrico .......................... 20, 21, 120, 180, 240, 290, 400, 410,
413.
C15 Chicote - lado esquerdo da máquina .................................. 110, 140
C17 Alavanca multi-funções na cabina ......................................340, 360, 370, 374, 381, 630
C18 Sensor de rotação do motor ...............................................240
C19 Embreagem magnética do compressor do ar condic. ...... 180
C20 Embreagem de acionamento da plataforma ...................... 340
C21 Elétro-válvula de levante/abaixamento da plataforma ....... 630
C22 Elétro-válvula de levante/abaixamento da plataforma ....... 630
C23 Elétro-válvula de levante/abaixamento do molinete .......... 381
C25 Motor da válvula divisora de fluxo do molinete ................. 360
C26 Elétro-válvula de avanço do molinete ................................. 371
C27 Elétro-válvula de recuo do molinete ...................................371

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12 1 - O sistema elétrico da máquina

Plugue Posição Diagrama N° (Pág. 19 em diante)

C28 Elétro-válvula do variador do cilindro de trilha .................. 420


C30 Válvula hidráulica principal, junto ao motor ...................... 400
C34 Acionamento da tração 4x4 (Opcional), no quadro elét. . 480
C35 Atuador do sistema de trilha ............................................. 142
C36 Embreagem do caracol de descarga de grãos ................. 161
C37 Atuador do variador do ventilador de limpeza .................. 170
C38 Atuador da calha do sem-fim do graneleiro (Opcional) ... 150
C40 Sensor de rotação - sem-fim de grãos (enchimento) ...... 240
C41 Sensor de graneleiro cheio ................................................ 130
C42 Sensor de nível de combustível ........................................ 290
C43 Alarme do saca-palhas ....................................................... 280
C44 Sensor do picador de palha acionado ............................... 280
C45 Sensor de rotação do picador de palha ............................ 240
C49 Motor do limpador do pára-brisas ..................................... 190
C51 Sensor de rotação do elevador de retrilha ....................... 240
C52 Sensor de rotação da retrilha ............................................ 240
C53 Sensor de rotação do ventilador de limpeza .................... 240
C54 Sensor de rotação do eixo do saca-palhas ....................... 240
C55 Sensor de rotação do eixo das peneiras .......................... 240
C56 Sensor de rotação do cilindro de trilha .............................240, 520
C57 Altura de corte ....................................................................300, 540
C58 Sensor de rotação do sem-fim de descarga .................... 240
C59 Sensor de rotação do elevador de grãos ......................... 240
C60 Sensor da caixa de pedras ................................................. 280
C62 Sensor de velocidade para frente ..................................... 240
C63 Atuador do controle de velocidade para frente ............... 490
C64 Controle de velocidade do molinete ................................. 550
C66 Controle de velocidade do molinete, plataforma ............. 550
C67 Sensor de pressão de campo, em frente ao eixo diant. . 510
C69 Potenciômetro de controle de altura de corte, sob cabina . 300, 500
C72 Chicote do espalhador de palhiço, junto ao quadro
elétrico (Opcional) .............................................................. 440
C73 Sensor de vibração do picador de palha ........................... 300
C74 Sensor de volume de retrilha, no topo do elevador ........ 300
C77 Elétro-válvula de acionamento do espalhador de palhiço ... 440
C78 Interruptor de segurança de partida, na alavanca multi-f. ... 20,21

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1 - O sistema elétrico da máquina 13
Plugue Posição Diagrama N° (Pág. 19 em diante)

C79 Sensor de rendimento, no topo do elevador de grãos ... 260


C83 Sensor de rotação do separador rotativo (Opcional) ....... 240
C85 Conector do reboque de plataforma ................................ 390
C86 Conector, no suporte de faróis ......................................... 390
C87 Chave limitadora de velocidade para frente ..................... 490
C88 Chicote extra, no quadro elétrico (Opcional) .................... 25, 250, 330, 470, 471, 473, 474, 700
710, 720, 760, 750, 780
C89 Elétro-válvula do Autonível da plataforma - p/ esquerda ... 470
C90 Elétro-válvula do Autonível da plataforma - p/ direita ...... 470
C91 Potenciômetro de nivelamento da plataf. - lado esq. ...... 550
C92 Potenciômetro de nivelamento da plataf. - lado direito ... 550
C97 Elétro-válvula do sem-fim de descarga ............................. 430, 432
C100 Elétro-válvula do divisor de fluxo ....................................... 340
C102 Atuador do defletor de palha, lado direito (Opcional) ...... 320
C103 Atuador do defletor de palha, lado esquerdo (Opcional) 320
C120 Acionamento do GPS
C132 Levante e abaixamento da plataforma Autonível ............. 631
C141 Chicote do molinete / controle de pressão da plataforma
sobre o solo, junto ao quadro elétrico ..............................510, 520, 550
C142 Comando de marcha a frente da máquina, no quadro el. ... 490
C143 Datavision - funções de monitoramento, no quadro elet. 240, 280, 300, 520, 540
C144 Medidor de rendimento e perda de grãos, no quadro el. 230
C147 Monitor de perdas, caixa de conexões, no lado esquerdo ... 230
C158 Defletores elétricos de palha (Opcional)., no quadro elét. 320
C161 Cabo CAN (comunicação), no quadro elétrico .................. 750
C161 Cabo da impressora ........................................................... 250
C163 Teto da cabina, cabo da unidade de comunicação ...........750, 780
C164 Terminal, adaptador no painel lateral ................................ 250, 750, 760, 780
C165 Botão cursor da alavanca multi-funções ........................... 770
C166 Terminal DV II ...................................................................... 250, 750, 770, 780
C167 Unidade de comunicação ................................................... 780
C170 Conector da caixa de retardo, no quadro elétrico ........... 400
C171 Conector N° 2 na válvula principal do retardo .................. 400
C172 Conector para o relé da embreagem do sistema de trilha .. 140

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14 1 - O sistema elétrico da máquina

1.7 - Pontos de conexão “W” (positivos e negativos)

Figuras indicam os pontos


principais.

Código de conexões (itens W)


W -1 ..... Alimentação - quadro elétrico
W -2 ..... Alimentação no painel da cabina
W -3 ..... Aterramento do quadro elétrico principal
☞ NOTA:
Os cabos W1, W2 e W11 são pretos ,
sendo energizados ao ligar a chave
de partida.
W -4 ..... Aterramento do teto da cabina
Os cabos W10 e W12 são vermelhos,
W -5 ..... Aterramento do painel da cabina
provenientes direto da bateria.
W -6 ..... Aterramento no lado esquerdo traseiro da máquina
W -7 ..... Aterramento no lado direito da máquina, sob a válvula divisora de fluxo do molinete.
W -8 ..... Indicador de direção esquerdo, no quadro elétrico
W -9 ..... Indicador de direção direito, no quadro elétrico
W -10 ... Terminal (+) direto da bateria, no quadro elétrico
W -11 ... Alimentação no teto da cabina: 12 Volts ao ligar a chave de partida.
W -12 ... Terminal (+) direto da bateria, no teto da cabina
W -13 ... Aviso de graneleiro cheio, no teto da cabina.
W -14 ... Aviso de graneleiro cheio, no quadro elétrico.
W -16 ... Tomadas auxiliares
W -20 ... Luz intermitente esquerda, na caixa de conexão do alojamento de faróis
W -21 ... Luz de parada (Stop) esquerda, na caixa de conexão no alojamento das sinaleiras
W -22 ... Luz traseira da placa, lado esquerdo, no alojamento das sinaleiras
W -23 ... Luz traseira da placa, lado direito, no alojamento das sinaleiras
W -24 ... Luz de parada (Stop) direita, na caixa de conexão no alojamento das sinaleiras
W -25 ... Luz intermitente direita, na caixa de conexão do alojamento de faróis
W -26 ... Caixa de conexões ao chassi, no alojamento dos faróis
W -28 ... Bateria permanente do Datavision, (+), no quadro elétrico
W -29 ... Bateria permanente do Datavision, (+), no quadro elétrico

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1 - O sistema elétrico da máquina 15
1.8 - Simbologia elétrica e seu significado

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16 1 - O sistema elétrico da máquina

1.9 - Interpretação dos circuitos elétricos

A) Generalidades
Fornecimento de corrente (+) Relés
As linhas horizontais na parte superior do esquema Os relés são mostrados nos esquemas divididos em
são sempre positivas (positivo de alimentação ou da duas seções: a bobina do relé e o interruptor (contatos)
bateria). do relé.
Estas linhas se identificam com um W mais o seu O conjunto bobina + interruptor, que formam um relé,
número de identificação. tem sempre o mesmo código de identificação do
Em alguns casos onde o cabo não está conectado componente; por exemplo: HOR 08.
diretamente a um ponto de carga, o cabo está
marcado a partir de onde recebe a corrente, conforme Esquema
indica o código do painel.
Os diagramas do circuito se dividem em duas partes,
a da esquerda é o circuito de controle até a bobina do
Conexão do terra (-) relé e da direita é o circuito de funcionamento até os
As linhas horizontais da parte inferior do esquema são interruptores de relé.
sempre negativas. Esta é a regra geral para todos os esquemas, incluíndo
Estas linhas estão identificadas com sua função ou os circuitos mais complexos que parecem estar
com um “W”, mais um número de identificação. mesclados.
Em alguns casos as linhas horizontais não são Todos os componentes se mostram em sua posição
importantes para um esquema concreto. de descanso (desligados).
Neste caso se apresenta um detalhamento sobre o
destino do cabo, ou seja, a tomada do cabo ou o
componente.

B) Exemplos de circuitos e sua


explicação
Ponto morto do molinete - esquema ao lado
O interruptor HOH 03 para levantar/descer o molinete
está em sua posição de ponto morto, de modo que
não chega corrente de controle às bobinas de relé
HOR 08 ou HOR 09.
A corrente serviço passa através dos contatos do relé
HOR 08 para a seguinte função do circuito (de
prioridade hidráulica inferior).

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


1 - O sistema elétrico da máquina 17
Subida do molinete
O interruptor HOH 03 está ativado pela direita,
o circuito para a corrente de controle para as bobinas
dos relés HOR 08 e HOR 09 está fechado, de modo
que a corrente de controle para HOR 08 deve passar
através do diodo HOD 05.
Ambas bobinas de relés estão conectadas à
massa por “W3”, que é a carcaça do quadro elétrico.
As bobinas de relé movem os contatos de relé, então
a corrente de serviço passa através de HOR 08 para o
fusível HOS 07 situado sobre o solenóide da válvula
hidráulica do molinete, que está conectada à massa
em “W7”, na lateral direita da máquina.
A corrente de serviço também passa através de
HOR 09 para o circuito da válvula hidráulica principal
(porque o molinete necessita pressão para elevar: a
válvula principal se abre, a válvula de controle do
molinete se abre e o molinete sobe)..

☞ N OTA :
A interpretação pura e simples de
um circuito é de extrema importân- Os símbolos empregados em todos os circuitos
cia, tanto para o entendimento do são identificados na pág. 15
sistema como um todo, quanto para A nível de identificação dos códigos usados para os
o diagnóstico de falhas. diversos componentes, veja no índice na pág. 19:
O sistema elétrico como um todo, pode pare- mostra que estão relacionados ao mecanismo de
cer complexo. Porém, quando analizado em colheita o interruptor HOH 17 (entrada) e o atuador
partes - tal como organizado nos circuitos ilus- HOK 02.
trados neste capítulo - a compreensão se torna Todos os demais símbolos podem ser identificados
mais fácil e cada vez mais natural. desta maneira.
Código de cabos, conectores de computador e
pontos de conexão “W” ( pág. 14) também são
Exemplo de diagnóstico de falha: o
sistema de trilha não aciona - veja circuito mostrados nos circuitos.
na próxima página: Quanto aos conectores de computador, os do lado
No circuito, você pode identificar o componente de esquerdo são identificados por “CLP” - Computer Left
entrada e o componente de saída, usados pela Plug (L = Left = esquerdo) e os do lado direito por
função. O sistema de trilha utiliza o interruptor HOH CRP (R = Right = direito).
17 (componente de entrada) e o atuador ou cilindro Exemplo: CLP 03 - 31: Conector N° 3, lado esquerdo,
de entrada HOK 02 (componente de saída). pino N° 31.
A função aparece no circuito de N° 2-142; este O N° CLP 03, CRP 02. . . encontra-se num adesivo
número é colocado no cabeçalho, em destaque para da carcaça dos próprios computadores.
rápida localização Para informações sobre os computadores, veja a Parte
2 desta Apostila.

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18 1 - O sistema elétrico da máquina

Veja a função de todos Código de Veja a tabela de conectores


os pontos de conexão componente de “CRP e CLP” dos
“W” na pág. 14 entrada. computadores da página 122
a 132.

Fusíveis:
incluídos na tabela
da pág. 19

Ve j a s i m b o l o g i a
e m p r e g a d a na pág.
15

Código dos cabos, existente


na extremidade dos
mesmos - veja a pág 4.

Veja a tabela de
plugues “C” na pág.
11

Componente de saída.
No caso, o cilindro
elétrico acion. da trilha

W3

Qdo. um circuito envolve mais de uma página,


Veja a função de todos
uma seta c/ a página de referência, indica a
os pontos de conexão
continuação do chicote na referida página.
“W” na pág. 14

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1 - O sistema elétrico da máquina 19
1.10- Circuitos elétricos da máquina

Indice geral de circuitos por ordem de componente:

COMPONENTE .. DESCRIÇÃO ........................................................................................................ CIRCUITO

AKK
AKK 01 ................ Bateria principal ................................................................................................... 2-20 e 760
AKK 02 ................ Bateria do Datavision ......................................................................................... 2-760 e 761

DL
DL001 a 008 ........ Luz do pisca alerta ......................................................................................................... 2-60

DLH
DLH 01 ................ Interruptor do Pisca direcional ........................................................................................ 2-60
DLH 02 ................ Interruptor do Pisca-alerta .............................................................................................. 2-60
DLH 03 ................ Seletor de Luz Alta e Baixa dos faróis principais ............................................................ 2-30
DLH 04 ................ Interruptor dos faróis de tráfego (ou principais) .............................................................. 2-30
DLH 05 ................ Interruptor da luz de freio (STOP) .................................................................................. 2-50

DLL
DLL 01 ................. Pisca-direcional esquerdo .............................................................................................. 2-60
DLL 02 ................. Pisca-direcional esquerdo frontal ................................................................................... 2-60
DLL 03 ................. Pisca-direcional traseiro esquerdo ................................................................................. 2-60
DLL 04 ................. Pisca-direcional traseiro direito ...................................................................................... 2-60
DLL 05 ................. Pisca-direcional direito frontal ........................................................................................ 2-60
DLL 06 ................. Pisca-direcional direito ................................................................................................... 2-60
DLL 07 ................. Luz de aviso do pisca direcional - no painel lateral ......................................................... 2-60
DLL 09 e 10 ......... Faróis de tráfego (ou principais) - lado esquerdo ........................................................... 2-30
DLL 11 e 12 ......... Faróis de tráfego (ou principais) - lado direito ................................................................ 2-30
DLL 14 e 17 ......... Luzes de parada frontais - esquerda e direita respectivamente ..................................... 2-40
DLL 15 e 16 ......... Sinaleiras traseiras, esquerda e direita respectivamente ............................................... 2-40
DLL 18 e 19 ......... Luzes de freio, esquerda e direita respectivamente ....................................................... 2-50
DLL 20 e 21 ......... Luzes de freio do reboque (Se equipado) .................................................................... 2-390
DLL 23 e 24 ......... Luzes da placa (Se equipado) ...................................................................................... 2-390

DLR
DLR 01 ................ Relé principal do pisca direcional (na lateral esquerda do quadro) ................................ 2-60
DLR 02 ................ Relé comutador Alta e Baixa dos faróis de transporte (lado esq. do quadro) ................. 2-30
DLR 03 ................ Relé de alimentação geral dos faróis de transporte ....................................................... 2-30
DLR 04 ................ Relé das sinaleiras ......................................................................................................... 2-40
DLR 05 ................ Relé das luzes de freio (STOP) ...................................................................................... 2-50
DLR 06 ................ Relé dos Piscas direcionais - lado direito ...................................................................... 2-60
DLR 07 ................ Relé dos Piscas direcionais - lado esquerdo .................................................................. 2-60
DLR 08 ................ Relé de alimentação geral dos piscas-direcionais e pisca-alertas .................................. 2-60

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


20 1 - O sistema elétrico da máquina

DLS Fusíveis - capacidade (Amp) e cor


DLS 01 ................ Do pisca-direcional, relê auxiliar, corrente de controle - 5,0 A - Marron claro ................ 2-60
DLS 02 ................ Do pisca-direcional e corrente principal - 20,0 A - Amarelo ........................................... 2-60
DLS 03 ................ Do farol principal (Luz Baixa) - direito - 15,0 A - Azul claro .............................................. 2-30
DLS 04 ................ Do farol principal (Luz Baixa) - esquerdo - 15,0 A - Azul claro ......................................... 2-30
DLS 05 ................ Do farol principal (Luz Alta) - direito - 15,0 A - Azul claro ................................................ 2-30
DLS 06 ................ Do farol principal (Luz Alta) - esquerdo - 15,0 A - Azul claro ........................................... 2-30
DLS 07 ................ Da sinaleira esquerda - 5,0 A - Marron claro ................................................................... 2-40
DLS 08 ................ Da sinaleira direita - 5,0 A - Marron claro ........................................................................ 2-40
DLS 09 ................ Da luz de freio - direita - 5,0 A - Marron claro .................................................................. 2-50
DLS 10 ................ Da luz de freio - esquerda - 5,0 A - Marron claro ............................................................ 2-50
DLS 11 ................ Do Pisca-pisca, relê auxiliar, corrente principal - 5,0 A - Marron claro ............................ 2-60

DNF
DNF 01 ................ Sensor de rotação do motor Cummins ......................................................................... 2-240
DNF 02 ................ Sensor de rotação do canal embocador ....................................................................... 2-240
DNF 03 ................ Sensor de rotação do elevador de Retrilha .................................................................. 2-240
DNF 04 ................ Sensor de rotação do elevador de grãos limpos .......................................................... 2-240
DNF 05 ................ Sensor de rotação do sem-fim espalhador do graneleiro ............................................. 2-240
DNF 06 ................ Sensor de rotação do Saca-palhas .............................................................................. 2-240
DNF 07 ................ Sensor de rotação do acionamento das Peneiras ........................................................ 2-240
DNF 08 ................ Sensor de rotação do Picador de palha ....................................................................... 2-240
DNF 09 ................ Sensor de rotação do Ventilador de limpeza ................................................................ 2-240
DNF 10 ................ Sensor de rotação da Trilha ............................................................................... 2-240 e 520
DNF 11 ................ Sensor de rotação do Caracol de descarga ................................................................. 2-240
DNF 12 ................ Sensor do câmbio - velocidade a frente ..................................................................... 2-240
DNF 13 ................ Sensor de ligado/desligado do Picador de palha .......................................................... 2-280
DNF 14 ................ Sensor da Caixa de pedras aberta ............................................................................... 2-280
DNF 16 ................ Sensor de restrição do filtro de ar do Motor ................................................................. 2-290
DNF 17 ................ Sensor do Nível do óleo hidráulico ............................................................................... 2-290
DNF 17 ................ Sensor de nível do Óleo hidráulico ............................................................................... 2-290
DNF 18 ................ Sensor de temperatura do Óleo hidráulico ................................................................... 2-290
DNF 19 ................ Sensor do nível da água do Motor ............................................................................... 2-290
DNF 20 ................ Sensor da temperatura da água do Motor .................................................................... 2-290
DNF 21 ................ Sensor de pressão de óleo do Motor ........................................................................... 2-410
DNF 22 ................ Sensor (Potenciômetro) do nível de Combustível ........................................................ 2-290
DNF 23 ................ Monitor de perdas - saca-palhas esquerdo .................................................................. 2-230
DNF 24 ................ Monitor de perdas - saca-palhas direito ....................................................................... 2-230
DNF 25 ................ Sensor de rotação do Separador rotativo (Rotary Separator - Opcional) ..................... 2-240
DNF 26 ................ Monitor de volume de retrilha (Opcional) ...................................................................... 2-300
DNF 27 ................ Sensor de vibração do picador (Opcional) ................................................................... 2-300
DNF 30 ................ Monitor de perdas - peneiras ....................................................................................... 2-230
DNF 31 ................ Sensor de rotação do Contra-eixo (polia do variador de trilha) ..................................... 2-520
DNF 32 ................ Chave limitadora do fluxo constante (Opcional) ........................................................... 2-490
DNF 33 ................ Sensor de pressão da plataforma sobre o solo ............................................................ 2-510
DNF 35 ................ Sensor de rotação do Molinete ..................................................................................... 2-550

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


1 - O sistema elétrico da máquina 21
DNH
DNH 02 ............... Sensor do Freio de estacionamento aplicado .............................................................. 2-280
DNH 03 ............... Sensor do alarme do Saca-palhas ............................................................................... 2-280

DNK
DNK 01 ................ Atuador do controle de velocidade à frente - Controle de Cruzeiro (Opcional) ............... 2-490

DNP
DNP 02 ................ Potenciômetro da velocidade de avanço do atuador do Controle de Cruzeiro (Opcional) ..... 2-490
DNP 06 ................ Sensor (potenciômetro) lateral da plataforma - lado esquerdo ..................................... 2-550
DNP 07 ................ Sensor (potenciômetro) lateral da plataforma - lado direito .......................................... 2-550
DNP 12 ................ Sensor de inclinação da plataforma Autonível - lado direito do canal .......................... 2-550
DNP 13 ................ Sensor de rendimento .................................................................................................. 2-260
DNP 15 ................ Potenciômetro da altura de corte, entre o canal e cabina ............................................. 2-300

DVD
DVD 21 ................ Diodo de alimentação dos computadores (na lateral direita do quadro) ............ 2-760 e 761

DVF
DVF 01 ................ Termostato do ar condicionado .................................................................................... 2-180
DVF 02 ................ Ar condicionado - pressostato de “Baixa” ..................................................................... 2-180
DVF 05 ................ Ar condicionado - pressostato de “Alta” ....................................................................... 2-180

DVG
DVG 01 ............... Alternador (Delco - motor Cummins) .............................................................................. 2-20

DVH
DVH 01 ................ Interruptor do Limpador do pára-brisas ........................................................................ 2-190
DVH 03 ................ Interruptor de 3 posições do Ventilador da cabina ........................................................ 2-180
DVH 04 ................ Interruptor da buzina .................................................................................................... 2-220
DVH 05 ................ Interruptor da luz interna da cabina ................................................................................ 2-90
DVH 06 ................ Interruptor de alimentação ................................................................................... 2-10 e 180
DVH 07 ................ Chave geral da bateria principal ..................................................................................... 2-20
DVH 08 ................ Interruptor tipo Reed de segurança de partida (alavanca em neutro) ............................. 2-20
DVH 09 ................ Interruptor da Tração traseira 4x4 (Opcional) ............................................................... 2-480
DVH 12 ................ Interruptor do Espalhador de palhiço (Opcional) .......................................................... 2-440
DVH 20 ................ Tecla de atalho do menu de ajustes da Máquina ......................................................... 2-710
DVH 21 ................ Tecla de atalho do menu de ajustes da Plataforma ...................................................... 2-700
DVH 22 ................ Tecla de atalho do menu de ajustes de Colheita .......................................................... 2-720

DVK
DVK 01 ................ Embreagem do compressor do ar condicionado .......................................................... 2-180
DVK 04 e 05 ........ Atuadores dos defletores elétricos de palha - direito e esquerdo respect. ................... 2-320
DVK 09 ................ Impressora (Opcional) .................................................................................................. 2-250
DVK 10 ................ Terminal do Datavision (vídeo) ........................................................................... 2-750 e 250

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


22 1 - O sistema elétrico da máquina

DVL
DVL 01 e 02 ........ Faroletes internos da cabina .......................................................................................... 2-90
DVL 03 ................ Luz de aviso de carga do 2° alternador (Se montado) ................................................... 2-20
DVL 04 ................ Luz de aviso de carga do alternador Delco .................................................................... 2-20
DVL 08 ................ Luz de aviso de luz Alta dos faróis de tráfego ................................................................ 2-30

DVM
DVM 01 ............... Motor do ventilador da cabina ...................................................................................... 2-180
DVM 02 ............... Solenóide do motor de partida do motor Cummins ........................................................ 2-20
DVM 03 ............... Solenóide Liga/desliga do motor Cummins (junto a bomba injetora) .............................. 2-20
DVM 04 ............... Motor do limpador de pára-brisas ................................................................................ 2-190
DVM 06 ............... Elétro-válvula do espalhador de palhiço (Se equipado) ................................................ 2-440
DVM 07 ............... Eletro-válvula da tração traseira 4x4 (Se equipado) ..................................................... 2-480

DVP
DVP 02 ................ Buzina .......................................................................................................................... 2-220

DVR
DVR 01 ................ Relé de ignição .............................................................................................................. 2-10
DVR 02 ................ Relé de partida do motor Cummins - no quadro elétrico ................................................ 2-20
DVR 03 ................ Relé de parada do motor ................................................................................................ 2-20
DVR 04 ................ Relé de segurança hidráulica ......................................................................................... 2-20
DVR 05 ................ Relé da buzina ............................................................................................................. 2-220
DVR 08 ................ Relé (na cabina) do ar condicionado e ventilador ......................................................... 2-180
DVR 09 ................ Relé da eletro-válvula DVM 07 - tração traseira 4x4 .................................................... 2-480
DVR 13 ................ Relé da eletro-valvula DVM 06 - espalhador de palhiço ............................................... 2-440
DVR 17 ................ Relé do solenóide de corte de combust. (Localiza-se próximo a bomba injetora) .................. 2-20
DVR 37 ................ Relé de segurança do Datavision (na lateral direita do quadro) ................................... 2-761
DVR 38 ................ Relé de alimentação dos computadores do Datavision ................................. 2-10, 760 e 761

DVS Fusíveis - capacidade (Amp) e cor


DVS 01 ................ Do terminal de ligação W1 - 15,0 A - Azul claro .............................................................. 2-10
DVS 02 ................ Do terminal de ligação W2 - 15,0 A - Azul claro .............................................................. 2-10
DVS 03 ................ Do terminal de ligação W11 - 20,0 A - Amarelo .............................................................. 2-10
DVS 04 ................ Da alimentação do Datavision - 30,0 A - Marron ........................................................... 2-761
DVS 05 ................ Do solenóide do motor de partida - 30,0 A - Verde claro ................................................ 2-20
DVS 06 ................ Do solenóide de parada do motor - 15,0 A - Azul claro .................................................. 2-20
DVS 07 ................ Da buzina - 5,0 A - Marron claro .................................................................................... 2-220
DVS 09 ................ (Na cabina), do limpador do pára-brisas - 5,0 A - Marron claro ..................................... 2-190
DVS 10 ................ (Na cabina), do ventilador e condicionador de ar - 20,0 A - Amarelo ............................ 2-180
DVS 11 ................ (Na cabina), do farolete interno da cabina - 5,0 A - Marron claro ......................... 2-90 e 210
DVS 12 ................ (Na cabina), do acendedor de cigarros - 15,0 A - Azul claro ......................................... 2-200
DVS 13 ................ Da tração traseira 4x4 - 5,0 A - Marrom claro ............................................................... 2-480
DVS 14 ................ Dos defletores de palha com ajuste elétrico - 25,0 A - Branco ........................................ ___
DVS 16 ................ Do espalhador de palhiço - 5,0 A - Marron claro ........................................................... 2-440
DVS 20 ................ Do interruptor de segurança de partida - 5,0 A - Marron claro ...................................... 2-10
DVS 21 ................ Dos defletores de palha com ajuste elétrico - 25,0 A - Branco ........................................ ___
DVS 30 ................ Da alimentação do relé DVR 38 5,0 A - Marrom claro ................................. 2-10 e 760 / 761

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


1 - O sistema elétrico da máquina 23
HOD
HOD 03 ............... Diodo - Nivelamento e Sobe / Desce da plataforma Autonível .................................... 2-630
HOD 04 ............... Diodo - Sobe / Desce da plataforma ............................................................................ 2-630
HOD 05 ............... Diodo - Sobe / Desce do molinete ................................................................................ 2-381
HOD 06 ............... Diodo - Variador da trilha .............................................................................................. 2-420
HOD 07 ............... Diodo - Levanta plataforma .......................................................................................... 2-400
HOD 08 ............... Diodo - Levanta molinete ............................................................................................. 2-400
HOD 09 ............... Diodo - Avança molinete .............................................................................................. 2-400
HOD 10 ............... Diodo - Recua molinete ................................................................................................ 2-400
HOD 11 ................ Diodo - Variador do cilindro de trilha ............................................................................. 2-400
HOD 12 ............... Diodo - Abre tubo de descarga..................................................................................... 2-400
HOD 13 ............... Diodo - Fecha tubo de descarga .................................................................................. 2-400
HOD 14 ............... Diodo - Nivelamento da plataforma Autonível ............................................................. 2-470
HOD 15 ............... Diodo - embreagem magnética de acionamento da plataforma ................................... 2-340
HOD 16 ............... Diodo - Nivelamento da plataforma Autonível ............................................................. 2-470
HOD 18 ............... Diodo - Controle das elétro-válvulas da válvula principal .............................................. 2-630
HOD 19 ............... Diodo - Sobe / Desce da plataforma ............................................................................ 2-630
HOD 21 ............... Diodo - Sobe / Desce da plataforma ............................................................................ 2-630
HOD 22 ............... Diodo - Sobe / Desce da plataforma ............................................................................ 2-630
HOD 25 ............... Diodo - Nivelamento da plataforma Autonível ............................................................. 2-470
HOD 26 ............... Diodo - Nivelamento da plataforma Autonível ............................................................. 2-470
HOD 29 ............... Diodo - embreagem magnética de acionamento da plataforma ................................... 2-630

HOH
HOH 01 ............... Botão Liga/Desliga da Alavanca multi-funções ............................................................ 2-360
HOH 01 ............... Botão Liga/Desliga do Molinete .................................................................................... 2-360
HOH 02 ............... Botão Liga/Desliga do Reversor do canal e plataforma ................................................ 2-340
HOH 03 ............... Botões de sobe / desce do Molinete ............................................................................ 2-381
HOH 04 ............... Botões de avançar / retroceder Molinete ...................................................................... 2-371
HOH 06 ............... Interruptor da Variação de rotação da trilha .................................................................. 2-420
HOH 07 e 02 ....... Interruptor da embreagem de reversão da plataforma ................................................. 2-340
HOH 08 ............... Interruptor da variação velocid. e sobe/desce do molinete ........................................... 2-630
HOH 09 ............... Interruptor de sobe/desce da plataforma ...................................................................... 2-630
HOH 10 ............... Sensores laterais de nivelamento da plataforma .......................................................... 2-470
HOH 11 ................ Atuador do variador do ventilador de limpeza .............................................................. 2-170
HOH 12 ............... Interruptor do posicionamento do tubo de descarga .................................................... 2-431
HOH 14 ............... Interruptor liga / desliga do caracol de descarga .......................................................... 2-161
HOH 15 ............... Interruptor da calha do graneleiro regulada eletricamente (Opcional) .......................... 2-150
HOH 16 ............... Interruptor do motor elét. de variação de velocidade do molinete ................................ 2-360
HOH 17 ............... Interruptor de acionamento do mecanismo de trilha .................................................... 2-142

HOK
HOK 01 ............... Atuador de regulagem da calha do graneleiro (Se equipado) ....................................... 2-150
HOK 02 ............... Atuador do mecanismo de acionamento da trilha ........................................................ 2-142
HOK 03 ............... Atuador do variador do ventilador de limpeza .............................................................. 2-170
HOK 06 ............... Embreagem magnética de acionamento da descarga de grãos .................................. 2-161
HOK 07 ............... Embreagem magnética de acionamento da plataforma ............................................... 2-340

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


24 1 - O sistema elétrico da máquina

HOL
HOL 01 ................ Lâmpada piloto da pressão do óleo do motor .............................................................. 2-410

HOM
HOM 01 ............... Eletro-válvula da plataforma sobe/desce lentamente ................................................... 2-470
HOM 01 + 02 ....... Eletro-válvula da plataforma sobe/desce rapidamente ................................................. 2-630
HOM 03 ............... Eletro-válvula do molinete - sobe/desce ....................................................................... 2-381
HOM 04 ............... Eletro-válvula da plataforma - sistema Autonível - inclinação direita ............................ 2-470
HOM 05 ............... Eletro-válvula da plataforma - sistema Autonível - inclinação esquerda ....................... 2-470
HOM 07 e 17 ....... Solenóides da válvula hidráulica principal .................................................................... 2-400
HOM 08 ............... Elétro-válvula de recolhimento do molinete .................................................................. 2-371
HOM 09 ............... Elétro-válvula do avanço do molinete ........................................................................... 2-371
HOM 10 ............... Elétro-válvula do variador da trilha ............................................................................... 2-420
HOM 11 ............... Eletro-válvula de abertura do tubo de descarga de grãos ............................................ 2-431
HOM 12 ............... Eletro-válvula de fechamento do tubo de descarga de grãos ....................................... 2-431
HOM 13 ............... Motor elétrico da reversão do canal e plataforma ........................................................ 2-340
HOM 14 ............... Motor elétrico do variador de fluxo (variação de velocidade do molinete) .................... 2-360
HOM 15 ............... Elétro-válvula de acionamento do molinete .................................................................. 2-340

HOR
HOR 01 ............... Relé de reversão do canal e plataforma ....................................................................... 2-340
HOR 04 ............... Relé da embreagem HOK 07, de acionamento da plataforma ..................................... 2-340
HOR 05 ............... Relé da elétro-válvula HOM 15, do divisor de fluxo do molinete ................................... 2-340
HOR 07 ............... Relé de acionamento da elétro-válvula de subida e descida da plataforma ................. 2-630
HOR 08 ............... Relé de subida e descida do molinete .......................................................................... 2-381
HOR 09 ............... Relé de subida e descida do molinete mais válvula principal ....................................... 2-381
HOR 10 ............... Relé para deslocamento do molinete para trás ............................................................ 2-371
HOR 11 ................ Relé para deslocamento do molinete para frente ......................................................... 2-371
HOR 12 ............... Relé do variador do cilindro de trilha - diminui rotação ................................................. 2-420
HOR 13 ............... Relé do variador do cilindro de trilha - aumenta rotação .............................................. 2-420
HOR 14 ............... Relé do tubo de descarga - abre .................................................................................. 2-431
HOR 15 ............... Relé do tubo de descarga - fecha ................................................................................ 2-431
HOR 16 ............... Relé dos solenóides HOM 07 e 17 da válvula principal ................................................ 2-400
HOR 17 ............... Relé de segurança hidráulica ....................................................................................... 2-410
HOR 18 ............... Relé do cilindro elétrico de acionamento da trilha - liga/desliga ................................... 2-142
HOR 19 ............... Relé do cilindro elétrico de acionamento da trilha - liga/desliga ................................... 2-142
HOR 20 ............... Relé da embreagem do tubo de descarga ................................................................... 2-161
HOR 21 ............... Relé do variador do ventilador de limpeza - aumenta rot. ............................................ 2-170
HOR 22 ............... Relé do variador do ventilador de limpeza - diminui rot. ............................................... 2-170
HOR 23 ............... Relé de acionamento da calha do graneleiro - levantar (Opcional) .............................. 2-150
HOR 24 ............... Relé de acionamento da calha do graneleiro - abaixar (Opcional) ............................... 2-150
HOR 25 ............... Relé de ajuste da velocidade do molinete - aumenta ................................................... 2-360
HOR 26 ............... Relé de ajuste da velocidade do molinete - diminui ...................................................... 2-360
HOR 27 ............... Relé da plataforma - rápido / lento ............................................................................... 2-630
HOR 28 ............... Relé do interruptor da plataforma - rápido / lento ......................................................... 2-630
HOR 29 ............... Relé de inclinação da plataforma à esquerda (Autonível) ............................................ 2-470
HOR 30 ............... Relé de inclinação da plataforma à direita (Autonível) .................................................. 2-470
HOR 32 ............... Relé By-pass do Autonível da plataforma .................................................................... 2-630
HOR 39 ............... Relé temporizador da trilha (na lateral direita do quadro) ............................................. 2-142

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1 - O sistema elétrico da máquina 25

HOS Fusíveis - capacidade (Amp) e cor


HOS 01 ............... Do solenóide do motor de inversão da plataforma - 30,0 A - Verde claro ..................... 2-340
HOS 02 ............... Da embreagem de acionamento da plataforma - 10,0 A - Vermelho ............................ 2-340
HOS 03 ............... Da elétro-válvula divisora de fluxo - 5,0 A - Marrom claro ............................................ 2-340
HOS 05 ............... De Levantar / abaixar plataforma, lento - 5,0 A - Marrom claro .................................... 2-630
HOS 06 ............... De Levantar / abaixar plataforma, rápido - 5,0 A - Marrom claro .................................. 2-630
HOS 07 ............... De Deslocamento do molinete para cima e para baixo - 5,0 A - Marrom claro ............. 2-381
HOS 08 ............... De Deslocamento do molinete para trás - 5,0 A - Marrom claro ................................... 2-371
HOS 09 ............... De Deslocamento do molinete para frente - 5,0 A - Marrom claro ............................... 2-371
HOS 10 ............... Do variador do cilindro de trilha - 5,0 A - Marrom claro ................................................ 2-420
HOS 11 ................ Do tubo de descarga - abre - 5,0 A - Marrom claro ...................................................... 2-431
HOS 12 ............... Do tubo de descarga - fecha - 5,0 A - Marrom claro .................................................... 2-431
HOS 13 ............... Da válvula principal - 5,0 A - Marrom claro ................................................................... 2-400
HOS 14 ............... Da válvula de segurança hidráulica - 15,0 A - Azul ...................................................... 2-410
HOS 15 ............... Do cilindro elétrico de acionamento da trilha - 20,0 A - Amarelo .................................. 2-142
HOS 16 ............... Da embreagem do sem-fim de descarga - 10,0 A - Vermelho ..................................... 2-161
HOS 17 ............... Do variador do ventilador de limpeza - 20,0 A - Amarelo ............................................. 2-170
HOS 18 ............... Da calha elétrica do graneleiro - 25,0 A - Branco (Opcional) ........................................ 2-150
HOS 19 ............... Do motor da válvula variadora de fluxo do molinete - 10,0 A - Vermelho ..................... 2-360
HOS 20 ............... Da inclinação da plataforma à direita - 5,0 A - Marrom claro ........................................ 2-470
HOS 21 ............... Da inclinação da plataforma à esquerda - 5,0 A - Marrom claro .................................. 2-470

ILC
ILC 01 e 02 .......... Tomada Conectores externos ...................................................................................... 2-120
ILC 03 .................. Tomada para energia localizada no lado esquerdo do capô traseiro .................. 2-120 e 200
ILC 04 .................. Tomada para energia localizada no compartimento do motor ............................ 2-120 e 200
ILC 05 .................. Tomada para energia - esquerdo do Quadro Elétrico principal ........................... 2-120 e 200

ILD
ILD 01 .................. Diodo (na cabina), dos faróis de trabalho, da capota ..................................................... 2-70

ILF
ILF 01 .................. Alarme - graneleiro cheio ............................................................................................. 2-130
ILF 01 .................. Graneleiro - alarme de enchimento .............................................................................. 2-130

ILH
ILH 02 .................. Faróis de trabalho - no teto da cabina ............................................................................ 2-70
ILH 03 .................. Faróis de trabalho laterais do teto da cabina .................................................................. 2-80
ILH 04 .................. Farol interno do graneleiro ........................................................................................... 2-100
ILH 05 .................. Farol do capô traseiro (saca-palhas) ............................................................................ 2-110
ILH 06 .................. Conectores externos .................................................................................................... 2-120
ILH 07 .................. Baliza giratória ............................................................................................................. 2-130

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26 1 - O sistema elétrico da máquina

ILL
ILL 01 .................. Luz de aviso no manômetro da pressão de solo (sobre a coluna de direção) ................ 2-70
ILL 02 a 07 .......... Faróis de trabalho frontais - no teto da cabina ............................................................... 2-70
ILL 08 e 09 .......... Faróis laterais da capota ................................................................................................ 2-80
ILL 11 ................... Baliza giratória do capô traseiro ................................................................................... 2-130
ILL 12 .................. Farol do interior do capô traseiro (saca-palhas) ........................................................... 2-110
ILL 13 .................. Farol interno do graneleiro ........................................................................................... 2-100
ILL 15 .................. Baliza giratória do lado esquerdo da cabina ................................................................. 2-130

ILR
ILR 01 .................. Relé do farol do graneleiro ........................................................................................... 2-100
ILR 03 .................. Relé da baliza giratória do capô traseiro ...................................................................... 2-130
ILR 04 .................. Relé das tomadas externas auxiliares .......................................................................... 2-120
ILR 05 .................. Relé (na cabina), da baliza giratória sobre a capota ..................................................... 2-130
ILR 06 .................. Relé (na cabina) dos faróis laterais da capota ............................................................... 2-80
ILR 07 .................. Relé (na cabina) dos faróis de trabalho, na capota ........................................................ 2-70
ILR 08 .................. Relé do farol do capô traseiro ...................................................................................... 2-110

ILS Fusíveis - capacidade (Amp) e cor


ILS 01 .................. (Na cabina), dos faróis de trabalho esquerdos - 20,0 A - Amarelo ................................. 2-70
ILS 02 .................. (Na cabina), dos faróis de trabalho direitos - 20,0 A - Amarelo ...................................... 2-70
ILS 03 .................. Da baliza giratória amarela da caixa de saca-palhas - 7,5 A - Marrom ........................ 2-130
ILS 04 .................. Das tomadas auxiliares de alimentação a 12 V - 7,5 A - Marrom ................................. 2-120
ILS 05 .................. (Na cabina), dos faróis de trabalho laterais da capota - 10,0 A - Vermelho ............................ 2-80
ILS 06 .................. (Na cabina), da baliza giratória da cabina - 7,5 A - Marrom ......................................... 2-130
ILS 07 .................. Da luz interna do tanque graneleiro - 5,0 A - Marrom claro .......................................... 2-100
ILS 08 .................. Da luz de inspeção das peneiras - 5,0 A - Marrom claro .............................................. 2-110

Anotações:
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1 - O sistema elétrico da máquina 27

Circuito N° 2-10: Partida e parada do motor Cummins

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28 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-20: Partida e parada - motor Cummins

Relé DVR17

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 29

Circuito N° 2-30: Faróis de transporte

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30 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-40: Sinaleiras

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 31

Circuito N° 2-50: Luz de freio

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32 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-60: Pisca-pisca e alerta

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 33

Circuito N° 2-70: Faróis de trabalho (teto da cabina)

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34 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-80: Faróis e sinaleiras

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 35

Circuito N° 2-90: Luz interna da cabina

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36 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-100: Farol do graneleiro

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 37

Circuito N° 2-110: Farolete do capô traseiro

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38 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-120: Tomadas auxiliares

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 39

Circuito N° 2-130: Baliza giratória

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40 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-142: Acionamento da trilha

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 41

Circuito N° 2-150: Calha elétrica do graneleiro

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42 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-161: Embreagem do descarregador

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 43

Circuito N° 2-170: Variador do ventilador de limpeza

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44 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-180: Ar condicionado

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 45

Circuito N° 2-190: Limpador de pára-brisa

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46 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-200: Carregador de celular

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 47

Circuito N° 2-210: Rádio

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48 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-220: Buzina

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 49

Circuito N° 2-230: Sensores de perda

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50 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-240: Sensores de rotação

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 51

Circuito N° 2-250: Impressora

☞ N OTA :
Encaixar bem a impressora ver se está ativada no DV. Não há fusíveis.
Sóverificar os contatos.

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52 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-260: Sensor de rendimento

OBS: É necessário um multímetro com capacidade para tensões aci-


ma
de 1000 V

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 53

Circuito N° 2-280: Sensores

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54 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-290: Sensores

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 55

Circuito N° 2-300: Potenciômetro de controle de altura de


corte entre o canal e cabina

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56 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-340: Acionamento da plataforma e reversão

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 57

Circuito N° 2-360: Liga/desliga e controle da rotação do molinete

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58 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-371: Deslocamento horizontal do molinete

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 59

Circuito N° 2-381: Altura do molinete

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60 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-390: Luz do reboque da plataforma

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 61

Circuito N° 2-400: Controles elétro-hidráicos diversos

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62 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-410: Segurança hidráulica

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 63

Circuito N° 2-420: Variação da rotação do cilindro

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64 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-431: Abertura do tubo de descarga

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 65

Circuito N° 2-440: Espalhador de palhiço

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66 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-470: Flutuação lateral-autonível

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 67

Circuito N° 2-480: Tração traseira 4x4

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68 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-490: Controle de cruzeiro

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 69

Circuito N° 2-510: Sensor de pressão sobre o solo

Circuito N° 2-520: Sensores de rotação

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70 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-550: Sensor e potenciômetro da plataforma

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 71

Circuito N° 2-630: Sobe/desce plataforma

Quando opera o sistema automático de


controle de altura, atua apenas o HOM
01

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72 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-700: Tecla de atalho para regul. plataforma

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 73

Circuito N° 2-710: Tecla de atalho para regul. máquina

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


74 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-750: Comunicação Can Bus

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1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos) 75

Circuito N° 2-760: Sistema de partida e bateria auxiliar - Máquinas


antigas

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76 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-761: Sistema de partida e bateria auxiliar - máquinas


atuais

Sistema de partida e bateria auxiliar - máquinas atuais

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral

Circuito N° 2-770: Mouse da alavanca multi-funções

1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)


Conector 166 - 10: cursor do mouse para cima
Conector 166 - 11: cursor do mouse para baixo
Conector 166 - 12: cursor do mouse = Enter
Conector 166 - 13: cursor do mouse para direita
Edição 02: 02/2002

Conector 166 - 14: cursor do mouse para esquerda


Conector 166 - 25: cursor do mouse para terra

77
78 1 - O sistema elétrico da máquina (circuitos)

Circuito N° 2-780: GPS - Fieldstar

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


2 - Componentes elétro-eletrônicos 79
2.1 - Relês

Um relê permite que uma pequena corrente de Existem dispositivos específicos para testar relês.
controle aciona uma função que requer uma corrente Para o seu uso, leia o Manual do respectivo aparelho.
diversas vezes maior.
Porém, uma forma prática, que pode ser usada
Dessa forma pode-se utilizar pequenos interruptores no campo. Para isso, como sugestão, monte um
na cabina para acionar funções pela máquina. conjunto de fios, garras e lâmpada de 12 Volts
conforme ilustrado
Tipos de relês encontrados na MF 34 & 38:
1- Relê de 4 patas (terminais)
2- Relê de 5 patas
3- Relê de 5 patas com diodo

Intercambiabilidade:
As trocas possíveis entre os 3 tipos de relê são:
1- Montar um relê de 5 patas no lugar de um de 4
patas e nunca o inverso.
2- Montar um relê de 5 patas com diodo no lugar
de um de 5 patas sem diodo e não o inverso.

Procedimento para a troca:


Consulte o capítulo 3 desta Apostila.

Procedimento para testar relês Sem energizar a bobina, deve haver continuidade
através do terminal “87a” e não através do “87”.
Os problemas que podem ocorrer em relês são
geralmente os seguintes:
✗ Bobina queimada: exige a substituição do relê;
✗ Contatos sujos: uma limpeza, usando lixa fina é
o suficiente;
✗ Contatos queimados: em caso de emergência,
pode-se tentar lixar os contatos para
reestabelecer a ligação elétrica, porém, troque
o relê tão logo seja possível.

☞ NOTAS:
1 - Para abrir um relê, segure-o fir-
memente pela base e puxe a tampa;
2 - É altamente aconselhável manter junto a
máquina, em local adequado, alguns relês
de cada tipo.
Energizando a bobina, deve ocorrer o contrário: deve
O mesmo se aplica a fusíveis e diodos - des-
critos na seqüência. haver continuidade através do terminal “87” e não
através do “87a”.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


80 2 - Componentes elétro-eletrônicos

2.2 - Diodos

Os diodos permitem a passagem de corrente em


apenas um sentido, ou seja, num sentido funcionam
como condutores e no sentido inverso, como
isolantes.

☞ NOTA:
O único cuidado para a instalação de
todos os diodos, é fazer com que a
seta (símbolo do diodo) aponte para
a traseira da máquina, ou seja, para
o lado direito de quem está de frente
para o quadro elétrico.
O Sentido da seta, indica o sentido permitido de
circulação da corrente.

Diodo de segurança da bateria do Datavision


O sistema esquematizado abaixo, tem por
objetivo evitar que a bateria secundária (do Datavision),
seja descarregada quando a bateria principal for muito
☞ NOTA:
A bateria do Datavision localiza-se
atrás do quadro elétrico e não requer
solicitada. manutenção; apenas a substituição
Além disso, impede que o sistema Datavision fique quando o Datavision acusar tensão
sem a tensão necessária para o seu funcionamento. insuficiente.

Partida ou reversão Bateria do Datavision

Bateria
principal

Funcionamento:
O diodo DVD 21 impede a circulação
de corrente da bateria do Datavision
Diodo
para cima, ou seja, para o lado de
DVD 21 grande consumo, sistema de partida e
reversão.
Assim, a alimentação do Datavision,
Chave de Relê DVR 38 através do relê DVR 38 e da respectiva
partida bateria, fica assegurada.

Terminais de alimentação do Datavision

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


2 - Componentes elétro-eletrônicos 81
2.3 - Fusíveis

☞ ALERTA!
A utilidade dos fusíveis muitas vezes só é reconhecida depois de um sinistro. De fato, a
ocorrência de um curto-circuito numa instalação elétrica, não é difícil de ocorrer.
Se nesta situação, não existir um elemento que rompe a passagem de corrente elétrica,
o prejuízo pode ser astronômico.
Portanto, use somente fusíveis com a capacidade original (em Ampères).
Em hipótese alguma improvise com objetos metálicos como arames.
Ocorrendo a queima freqüente de fusíveis, localize a causa, que pode ser um “curto” na
fiação ou algum componente com defeito (curto interno).

✔ Todos os fusíveis encontrados nas máquinas MF 34 & 38, são do tipo lâmina,
com identificação clara da capacidade sobre o corpo, além de distinção por cores.
As capacidades são: 5 - 10 - 15 - 20 - 25 - 30 Ampères.
✔ Consulte o capítulo 3 sobre o procedimento para substituição dos fusíveis

2.4 - Potenciômetros

Conforme descrito na Apostila de Eletricidade Os esquemas representados aqui significam o


Básica, potenciômetros são resistores variáveis, seguinte:
acionados por uma ação mecânica, com finalidades A) O cursor (ou apalpador) está no extremo do
de monitoração e indicação. resistor (às vezes chamado de reostato).
O potenciômetro geralmente tem a forma circular, Assim, a resistência é máxima e em conseqüên-
podendo também ser linear. É ligado entre a fonte cia, a tensão é mínima ou nula, conforme a apli-
(bateria) e o marcador de combustível, representado cação.
por um voltímetro (V).
Quanto maior a resistência, menor será a tensão,
conforme já estudado.
O cursor do potenciômetro é ligado
mecanicamente ao dispositivo ou sistema cuja
posição se deseja monitorar.
Os terminais de saída do potenciômetro liberam uma
tensão variável, que será encaminhada ao
instrumento, calibrado de forma a converter esta
tensão em informação, conforme exemplos que serão
ilustrados na seqüência: indicadores do nível de
combustível, controle de altura de corte de
plataformas, sensores de posição de levante hidráulico
de tratores, etc.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


82 2 - Componentes elétro-eletrônicos

B) Cursor a meio curso, resistência é a metade do C) Cursor no início do resistor, Resistência é míni-
total proporcionado pelo resistor e a tensão, em ma (ou Zero), conforme o caso e em conseqü-
conseqüência, será também a metade da intro- ência, a tensão liberada nos terminais será má-
duzida pela fonte (6,0 Volts) xima (12 Volts).

Marcador do nível de combustível - colheitadeiras MF 34 & 38


Bobina do
indicador
Indicador

Potenciômetro
Mola de retorno do indicador
do ponteiro de
combustível,
dentro do
tanque

Potenciômetro

Bóia

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


2 - Componentes elétro-eletrônicos 83
Teste do potenciômetro do marcador de
combustível.
Conecte as pontas do multímetro - uma em cada
terminal e selecione a escala em Ohms (Ω):
✔ Tanque cheio (bóia para
cima) = resistência mí-
nima, próxima a Zero
Ohms.
✔ Tanque vazio (bóia para
baixo) = resistência em
torno de 180 Ohms.

Potenciômetros da plataforma

☞ NOTA:
O procedimento de ajuste destes potenciômetros é descrito na Seção 4 do Manual do
Operador.
Será apresentado aqui, apenas o funcionamento.

Potenciômetros de controle de altura de corte da plataforma Hyperflex e Datavision:

Representação simbólica básica


Central de
Terminal processamento
Datavision

Potenciômetro.

Foto do potenciômetro do
lado esquerdo: funciona da
mesma forma que o do lado
direito da plataforma.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


84 2 - Componentes elétro-eletrônicos

Funcionamento dos potenciômetros da


plataforma: C

Observe pela figura ao lado: ambos os tipos A


possuem um eixo de entrada, que recebe o
B
movimento transmitido por tirantes e alavancas.

Este eixo aciona o resistor variável existente no


interior dos potenciômetros. A Potenciômetro de controle da altura de corte: 1
montado em cada lado da plataforma.
O sistema Datavision opera com tensão nominal
de 8 Volts, reduzidos através de um resistor, a partir B Tipo de potenciômetro usado para:
dos 12 volts da bateria. ✔ Controle da altura da plataforma em rela-
ção a máquina (entre o canal e a cabina)
A tensão de 8 Volts é dirigida aos potenciômetros,
✔ Controle de inclinação Autonível, montado
que, acionados através do respectivo eixo, liberam
na lateral direita do canal.
uma tensão que teoricamente pode variar de 0 (zero)
C Marcas de referência para a posição de monta-
à 8,0 Volts - o que vai depender de cada caso.
gem inicial: uma sobre o eixo e outra no corpo
Note que neste caso, a tensão liberada pelos do potenciômetro.
potenciômetros não tem função apenas informativa
Princípio do ajuste dos potenciômetros (B):
ou de alerta, como ocorre com o marcador de
Após conferir o acionamento dos potenciômetros
combustível: o sinal elétrico é usado para controlar a
(estado dos componentes e comprimento dos tirantes
altura e inclinação da plataforma.
ajustáveis (4), posiciona-se ou inclina-se a plataforma

O computador do Datavision (veja o cap. 6), de maneira especificada e faz-se a leitura de tensão
recebendo o retorno dos potenciômetros, mais um na tela do Datavision.
outro sinal do terminal (tela), atua constantemente no Se necessário, solta-se a porca de fixação (3) e
sentido de corrigir a altura e/ou inclinação da gira-se o potenciômetro até obter a tensão correta,
plataforma conforme selecionado no terminal do reapertando a porca em seguida.
Datavision pelo operador. Consulte a Seção 4 do Manual do Operador.

Potenciômetro da altura da
plataforma em relação a
máquina

2
3

3
Potenciômetro de inclinação
da plataforma - Autonível
4

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


2 - Componentes elétro-eletrônicos 85
2.5 - Sensores “Reed”
Ímã (ligado ao acionador
Estes sensores consistem de 2 placas, uma metálica externo.
e outra não-metálica, posicionadas próximas e
paralelas entre si. Placa fixa
Estes componentes são envolvidos por plástico
a fim de proteger contra poeira e umidade. Placa móvel
Ao aproximar um ímã nestes sensores, desloca-
se a placa móvel contra uma placa fixa. Cada placa é Terminais e resistor p/
ligada à um dos terminais, fechando o contato. reduzir tensão para 8 V

Sensor com resistor - opera a 8 Sensor sem resistor - opera a 12 Volts


Volts com o Datavision sem ligação com o Datavision

Há 2 tipos de sensores Reed nas máquinas:


1 - O que opera em 8 Volts, para ser compatível
ao sistema Datavision. Possui cabo branco.
É encontrado nas seguintes aplicações:

Sensor da alavanca de
acionamento do
picador de palha:
fecha o contato
quando acionado o
picador.

Sensor de
embuchamento do
saca-palhas: quando
comprimida a chapa,
fecha-se o contato

Sensor da caixa de pedras: fecha o


contato quando a caixa está aberta,
acionando o alarme na tela do
Datavision.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


86 2 - Componentes elétro-eletrônicos

2 - O que opera em 12 Volts, pois não tem relação


com o Datavision.
Possui cabo preto.
Sensor sem resistor:
É usado como interruptor de segurança de partida,
opera em 12 Volts.
ou seja, para acionar o motor de partida, é necessário
que o contato seja fechado, deslocando a alavanca
da reversão Frente - Neutro - Ré para a posição Neutra.

2 Chave de Relê
partida

Teste dos sensores de cabo branco:


Conecte o sensor ao multímetro conforme mostrado. Sensor Reed
Sem aproximar o ímã, a leitura deve ser de 1500 Ω.
Aproximando o ímã conforme mostrado, a leitura deve Motor de partida
ser de aproximadamente 191 Ω.

Regulagem dos sensores


Teste dos sensores de cabo preto:
Se uma alavanca não aciona o sensor, afrouxe as porcas
Sem aproximar o ímã, a resistência deve ser infinita e reposicione o sensor, conforme esquema abaixo.
(circuito aberto). Aproximando o ímã, a leitura deve
ser de 0 (zero) Ω.

Ímã aproximado

Alavanca Ímã Porcas de ajuste


Resistência

Escala em
Ohms

Suporte Sensor

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


2 - Componentes elétro-eletrônicos 87
2.6 - Sensor do tanque de grãos

É um sensor semelhante aos sensores Reed, mas só


na aparência.
É do tipo capacitivo, sensível a aproximação de um
objeto pela frente, ocasião em que fecha o circuito.
Quando o graneleiro enche, tapa-se o sensor que
fecha o circuito, acionando as balizas giratórias
amarelas sobre a máquina.

Regulagem do sensor
Observe que o sensor pode ser instalado em 4 furos
diferentes:
* Quanto mais para cima for instalado, mais cedo
serão acionadas as balizas giratórias;
* Quanto mais para baixo, mais tarde será dado o Led: deve acender com
aviso, ou seja, o graneleiro encherá menos. a chave de partida ligada.
Do contrário, pode ser
Teste do sensor sensor queimado

Acione a chave de partida e tape a frente do sensor


com a mão.
Se as balizas não forem acionadas, examine o fusível,
o relê, a ligação dos fios do sensor e a tecla seletora Posições da tecla (1) das balizas:
(1) na cabina, que deve estar para baixo. * Para cima: acendem-se as balizas para transpor-
Se nenhum destes componentes estiver com defeito, te da máquina. O sensor neste caso não interfe-
suspeite do sensor. re;
* Posição central - neutra: as balizas não acendem,
mesmo com graneleiro cheio;
* Para baixo: as balizas acendem quando o grane-
leiro estiver cheio.

☞ NOTA:
Consulte o circuito 2-130 (página 39)
sobre os itens envolvidos no aciona-
mento das balizas e sensor do gra-
neleiro.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


88 2 - Componentes elétro-eletrônicos

2.7 - Sensores de nível d’água

São sensores do tipo Reed, descritos na página 85.


O que difere em relação aos sensores descritos, é a
construção, uma vez que trabalham imersos em água,
sob alta temperatura.
Os sensores (2) são são horizontais, montados no
depósito de expansão.
2

OBS: Nas MF 34 antigas, o sensor era montado na 1


DNF 19
vertical, sobre o radiador, sob a tampa (1).

Teste dos sensores


Veja nos esquemas abaixo, o funcionamento dos 2
tipos de sensores e a respectiva resistência que
devem apresentar entre os terminais, nas situações:
* Nível correto (R = 0), circuito de partida fechado;
* Nível abaixo do admissível (Resistência infinita). Resistência infinita - circuito aberto.
Nesta situação, o sensor interrompe o
infinita
circuito de partida do motor.
MF 34 (antiga)

☞ NOTA:
Na montagem do sensor hori-
zontal, cuide para que a bóia fi-
Sensor Reed

Bóia

que para baixo!


MF 34/38 atual
infinita
Bóia

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


2 - Componentes elétro-eletrônicos 89
2.8 - Sensores de nível de fluido
hidráulico

Também são sensores do tipo Reed, equipados


com uma bóia que trabalha no interior de um tubo de
vidro
Este sensor é idêntico para todas as máquinas.

No fundo do tubo transparente existe um sensor


Reed. Na bóia, é ligado o ímã que aciona o sensor, ou
seja, fecha o circuito (Resistência = zero), acionando
o alarme no Datavision..
Isto ocorre quando o nível fica abaixo do permissível,
uma vez que bóia desce no interior do tubo
transparente.
Veja abaixo os esquemas de funcionamento do
sensor, bóia e nível de fluido hidráulico.

infinito

Nível muito baixo: bóia + ímã acionam o sensor Nível correto: bóia + ímã afastados do sensor,
Reed, fechando o circuito para o alarme. abrindo o circuito (sem alarme).
Resistência entre terminais = Zero Resistência entre terminais = Infinita

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90 2 - Componentes elétro-eletrônicos

2.9 - Sensores de rotação - tipo “Hall”

Praticamente todos os eixos da colheitadeira tem


sua rotação monitorada pelo Datavision. O Cabo Capa Rolamento
componente responsável por “informar” esta rotação,
são os sensores tipo “Hall”, em todos os casos.
OBS: O sensor Hall da rotação do cilindro de trilha,
possui construção diferente dos demais - veja no final
deste item.
Transistor Ímãs Rotor de alumínio
Hall (2 un.) ligado ao eixo

Funcionamento - esquema ao lado:


O transistor “Hall” é sensível à campos
magnéticos. Estes campos são gerados pelas 2
pastilhas de ímã ligados ao rotor de alumínio, que gira
solidário ao eixo monitorado.
Para que o sensor funcione, é necessário que um
dos ímãs fique de frente ao sensor pelo pólo (+) e o
outro ímã pelo pólo (-).
Toda vez que um dos pólos passa em frente ao
sensor, a tensão gerada pelo sensor muda de 5,8 para
7,2 V ou vice-versa. Esta inversão de polaridade é a
base para a determinação da rotação do eixo.
A tensão fornecida pelo sistema Datavision, é de
Transistor Rotor Ímãs
8 Volts. em todos os casos.

Teste dos sensores


Os sensores podem apresentar basicamente os
seguintes problemas: Cabo rompido

1- O sensor emite um sinal (tensão) constante de


5,8 ou 7,2 Volts, com o eixo em rotação.
Causa: O transistor do sensor está com defeito
e o sensor precisa ser substituído.
2- Sensor emite sinal constante de 8,0 V, com o
eixo em rotação.
Causa: cabo rompido.
3- Sensor emite sinal constante de 0,0 V, com o
eixo em rotação.
Causa: cabo em “curto”
4- Sensor emite sinal constante de 6,1 V, com o Cabo em curto
eixo em rotação.
Causa: cabo invertido.

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2 - Componentes elétro-eletrônicos 91

☞ NOTA:
A verificação do sinal (tensão) emiti-
da pelos sensores, no Datavision,
para o diagnóstico conforme especi-
ficado, faz-se acessando a seguinte
tela:
M E N U P R I N C I PA L > D I A G N Ó S T I C O S >
DIAGNÓSTICO ELÉTRICO > DIAGNÓSTICOS LD
OU LE > RPM (DO EIXO EM ANÁLISE)

Exemplos de aplicação de sensor Hall:

Velocidade de deslocamento da máquina: ligado ao Caracol de grãos Caracol da retrilha


eixo de saída do freio de estacionamento.

Eixo do caracol de enchimento do graneleiro Caracol da descarga do graneleiro

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92 2 - Componentes elétro-eletrônicos

Sensor Hall da polia (2) do contra-eixo do


cilindro de trilha
Este sensor funciona sob o mesmo princípio, porém,
sua construção é diferente.

O sensor (1) é fixo em frente a polia intermediária


1
(2), que possui os 2 ímãs (3):
Lembre-se: um com o pólo (+) para a frente e outro
com o pólo (-) para frente. 3

É justamente esta inversão de campo, ou seja, o


número de vezes que ocorre a troca de (+) para (-),
que dá a base da informação das rpm do eixo. 2

☞ NOTA 1:
Em função do exposto acima, em
caso de queda ou perda de um dos
3

ímãs (3), o sensor não poderá funci-


onar.
Reponha um ímã novo, observando que o pólo
virado para frente seja o oposto do outro.
☞ NOTA 2:
O sensor (1) possui 2 porcas de re-
gulagem da aproximação do mesmo
Isto pode ser verificado com auxílio de um outro em relação aos ímãs (3).
ímã qualquer: aproximando um dos lados deste Esta distância deve estar ficar entre
ímã sobre um dos ímãs (3), deve ocorrer repul- 0,5 e 1,0 mm para o correto funcio-
são e aproximando este mesmo lado sobre o namento.
outro ímã (3), deve ocorrer atração. Esta regulagem se faz de modo idên-
tico ao dos sensores Reed - pág. 85
Teste do sensor
Idêntico aos descritos anteriormente.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


2 - Componentes elétro-eletrônicos 93
2.10 - Sensor de pressão de óleo do motor

Este sensor desempenha 2 funções:


1- Acionar a luz de aviso de pressão baixa (1) no
painel lateral;
2- Informar a pressão ao Datavision.

Localização do sensor nos motores Cummins

1 Esquema do
sensor
Como funciona:
O sensor possui um resistor, cuja resistência
aumenta com o aumento da pressão.
Assim, enquanto a pressão é insuficiente, a
resistência é baixa a ponto de manter o circuito
fechado e manter a luz de aviso acesa no painel.
Quando a pressão atinge o nível correto (0,9 bar),
a resistência já estará maior, a ponto de não permitir
que a luz de aviso fique acesa. Entrada de pressão

O borne “G” do sensor transmite a resistência do


Cabo vermelho (no
sensor ao Datavision, que a converte em valor de terminal “G”)
pressão - veja tabela abaixo.
O borne “W” é responsável pelo acionamento da
luz de aviso no painel. Cabo preto (na
carcaça)

Teste do sensor
O teste consiste em confrontar os valores de
resistência obtidos frente à diferentes valores de
pressão introduzidos.
Se os valores não ficarem próximos aos da tabela, Pressão (bar) ......... Resistência (Ω)
o sensor deve ser substituído. 0 .............................. 0 a 8,0
1 .............................. 30

☞ NOTA: 2 .............................. 51
3 .............................. 68
A queima deste sensor geralmente
4 .............................. 87
está associada ao excesso de tensão
5 .............................. 102
sobre ele, ocasionado por um curto- 6 .............................. 118
circuito. 7 .............................. 133

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


94 2 - Componentes elétro-eletrônicos

2.11 - Sensor de restrição do filtro de


ar

Este sensor possui um interruptor, normalmente


aberto, acionado por um diafragma, sensível ao vácuo
formado no sistema de filtragem.
Esta vácuo aumenta com a restrição oferecida
pelo pó acumulado no elemento filtrante.
Ao chegar a um certo nível, deve-se limpar o filtro de
ar. A hora certa para este procedimento é informada
pelo sensor e um alarme na tela do Datavision.

Funcionamento e teste Localização do sensor: na linha de sucção


Veja no esquema ao lado o funcionamento do do filtro de ar.
sensor, onde é simulada uma situação de filtro
saturado, obstruindo as entradas de ar. Tela do Datavision
O diafragma do sensor força o fechamento dos
contatos, acionando o alarme.
Setor de alarmes

Para testar o funcionamento do sensor:


Teste
a) Ligue o motor e deixe-o em 1200 rpm;
b) Obstrua a(s) entrada(s) de ar do filtro;
Tampa simulando obstrução
c) O Datavision deve acusar restrição excessiva.
Caso isso não ocorre, desconecte os fios do
sensor e meça a resistência entre os terminais
conforme esquematizado ao lado: a resistência
deve ser Zero:
* Se a resistência for de Zero Ω, o problema não
está no sensor. Examine as ligações elétricas até
o painel.
* Se a resistência for diferente de Zero, substi-
tua o sensor.
Sensor Elemento primário Elemento secund.

☞ NOTAS:
1 - Um problema que pode ocorrer com o sensor, é entrar em “curto”. Neste caso, o
alarme soará mesmo sem razão.
Para testar o sensor, meça a resistência entre os terminais, com o motor desligado: a
resistência deve ser infinita, geralmente indicada pelo número “1” no multi-teste.
2 - O procedimento de teste do sensor é descrito no Manual do Operador. Isto é impor-
tante para certificar-se de que realmente o alarme ocorra quando o filtro está saturado.

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2 - Componentes elétro-eletrônicos 95
2.12 - Sensor de pressão hidráulica do
levante da plataforma

Este sensor funciona basicamente como o


descrito para a pressão do óleo do motor - página 93.
A função é “informar” a pressão hidráulica nos
cilindros de levante ao Datavision, para o controle de
pressão sobre o solo.

Teste do sensor
O sensor emite tensões que variam de 1 a 5 Volts,
que podem ser visualizados na tela do Datavision -
ilustrada ao lado:
M ENU P RINCIPAL > D IAGNÓSTICOS > C ONTROLE DE

PRESSÃO SOBRE S OLO:

A tensão emitida varia linearmente com a pressão,


sendo os extremos:
1 Volt para 0 bar
5 Volts para 250 bar

Pode-se, então, fazer a verificação em 2 situações:


1- Plataforma apoiada, sem exercer esforço sobre
os cilindros > pressão = 0: nesta situação, a
tensão registrada no Datavision deve ser de 1,0
Volt;

2- Plataforma suspensa: a pressão existente nos


cilindros pode ser vista pelo manômetro da co-
luna de direção.
Por exemplo: se a pressão indicada for = 200
bar, por interpolação obtém-se a tensão que de-
veria estar sendo registrada:
(5 - 1) > (250 - 0)
(5 - V) > (250 - 200)
(5-1) x (250 - 200) = (250 x 5) - 250 V
4 x 50 = 1250 - 250 V
200 - 1250 = -250 V
V = 1050 / 250
V = 4,2 Volts Manômetro dos cilindros
da plataforma

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96 2 - Componentes elétro-eletrônicos

2.13 - Sensor de temperatura do motor (1) e do fluido hidráulico (2).

O funcionamento de ambos os sensores é


idêntico.
Estes sensores possuem 2 terminais (ou bornes),
sendo o terminal “G” o responsável pela comunicação
com o Datavision. O terminal “W” não é utilizado.
O sensor é aterrado à massa através da rosca.

Teste do sensor:
Pode-se aquecê-lo em água ou óleo, contendo um
termômetro.
Para cada temperatura da tabela abaixo, verifica-se a
resistência acusada.
Aquecedor
Se as resistências obtidas desviam muito do tabelado,
elétrico de
substitua o sensor.
água.
Pode ser

☞ NOTA:
As causas mais comuns de danifica-
ção destes sensores são: submetê-
utilizado
também um
fogareiro a
lo a excessos de tensão e/ou sofrer gás.
um superaquecimento.
O sensor ficará “descalibrado”. Temperatura (°C) .......... Resistência (Ω)
42 ................................... 228
50 ................................... 155
60 ................................... 111
70 ................................... 85
80 ................................... 67
90 ................................... 52

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2 - Componentes elétro-eletrônicos 97
2.14 - Elétro-válvulas hidráulicas

Todas as válvulas hidráulicas são operadas através


de um solenóide elétrico, com exceção apenas da
unidade hidrostática da direção.
Uma outra característica das válvulas, é que estas
são montadas separadamente para as diversas
funções. Isto facilita a manutenção, pois o acesso à
válvula afetada é fácil, como pode ser constatado
pelas figuras.
A maioria dos solenóides, das diversas elétro-
válvulas, são intercambiáveis entre si, permitindo a
remoção de uma função menos importante ou não Grupo de válvulas principal: lado direito da
em uso, para outro local. máquina, acima da roda

A válvula da figura ao lado, do acionamento do


molinete, realiza a variação contínua de fluxo, e, em 1
conseqüência, da rotação do molinete, acionado por 2
motor hidráulico.
Consiste de um motor de corrente contínua (1), que
através de um redutor (2) aciona a válvula (3).
3

☞ NOTA:
As caixinhas plásticas (4), encontra-
das ao redor da máquina, possuem
4

conexões de união entre partes do


chicote elétrico da máquina. A fun- Elétro-válvula reguladora de vazão para o
ção é proteger tais conexões. acionamento e ajuste de rotação do motor
hidráulico do molinete.

Sistema de retardo da reativação do sistema


hidráulico
Para economizar energia de bombeamento, enquanto 6
nenhuma função hidráulica está ativa, o fluxo da
bomba é dirigido diretamente à tanque.
No instante em que uma função é acionada, as
elétro-válvulas (5) - HOM 07 e HOM 17, localizadas ao 5
lado do motor, fecham o retorno livre de modo a
pressurizar novamente o sistema hidráulico.
Para evitar o fechamento súbito e o golpe de
aríete, as elétro-válvulas fecham uma após a outra.
Esta operação é gerenciada pela “caixa de retardo”
(6) ou Delay Box (em inglês). Este componente se
localiza do lado direito do quadro elétrico.
Elétro-válvulas HOM 07 e HOM 17

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


98 2 - Componentes elétro-eletrônicos

São utilizados 4 tipos de válvulas solenóide nas


máquinas
A) De efeito simples
B) De centro fechado de duplo efeito Solenóide da válvula
C) De centro aberto de duplo efeito de simples efeito.
D) Válvula de derivação

☞ NOTA:
Para a descrição sobre as válvulas em
si, consulte a Apostila de Sistemas
Hidráulicos.
O objetivo aqui, é identificar os sole-
nóides acionadores das válvulas.

Solenóide das
válvulas de duplo
efeito, de centro
fechado ou aberto

Solenóide das
válvulas de
derivação

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


2 - Componentes elétro-eletrônicos 99
2.15 - Cilindros elétricos
Mecanismo de redução Motor elétrico Cilindro Haste Cabos

Funcionamento

Ao acionar uma função através de cilindro elétrico,


como é o caso do sistema industrial da máquina, o
motor (1) é energizado. Cilindro elétrico do variador do ventilador
No interior da caixa (3), existe uma redução, o
acionamento do cilindro (2) através de um fuso e em
certos casos também uma embreagem de segurança
contra sobrecargas mecânicas.
Quando o acionamento chega ao final de curso,
ocorre o batente. Com isso, a corrente consumida
sobe; no momento em que esta chega a 16 Ampères,
ocorre o desligamento. O componente responsável
por esta função, é o relé HOR 39, dentro do Quadro
elétrico principal da máquina, no lado direito.
Consulte o capítulo 1 deste Módulo.
Simultaneamente a embreagem de segurança
também já atua, o que pode ser ouvido.
O processo descrito, ocorre tanto no avanço da
Cilindro elétrico de acionamento geral do sistema
haste quanto na retração.
industrial da máquina.
A inversão do movimento é possível graças à
inversão na polaridade da alimentação elétrica do
motor.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


100 Anotações

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 1a Parte: Sistema Elétrico Geral Edição 02: 02/2002


Indice - Parte 2: Sistema Datavision 101
1- Introdução ............................................................................................................................ 102

2- Microprocessadores - noções básicas .................................................................................. 103

3- Funções de controle e alarme do Datavision


3.1 - Tela “Velocidades de eixos” ......................................................................................... 107
3.2 - Tela “Supervisão do motor / alarme” ........................................................................... 108
3.3 - Tela “Informação (alarmes)” ......................................................................................... 109
4- Cartão de dados “Flash” ........................................................................................................ 110

5- Calibração da tela do Datavision ........................................................................................... 111

6- Configuração do sistema (adequação à máquina) ................................................................ 112

7- Programação dos computadores .......................................................................................... 114

8- Sistema CAN BUS (Comunicação) ........................................................................................ 117

9- Sistema modular do Datavision ............................................................................................. 119

9.1 - Identificação dos módulos..................................................................................................... 119


9.2 - Módulo do terminal ..................................................................................................... 120
9.3 - Fornecimento de corrente ao Datavision .................................................................... 122

10 - Identificação das entradas e saídas dos computadores


10.1 - Como identificar as tomadas e pinos dos computadores .......................................... 122
10.2 - Entradas e saídas do computador esquerdo .............................................................. 123
10.3 - Entradas e saídas do computador direito ................................................................... 124
10.4 - Terminal do Datavision ................................................................................................. 125
10.5 - Conectores do computador do lado esquerdo ........................................................... 126
10.6 - Tomadas do computador do lado direito .................................................................... 129

11 - Diagnósticos elétricos do Datavision


11.1 - Roteiro prático para identificação de falhas do sistema ........................................ 133
11.2 - Informação de entradas e saídas pelo Datavision .................................................. 134
11.3 - Diagnóstico do Datavision em si: ............................................................................ 141
11.4 - Diagnóstico do controle de altura de corte da plataforma ..................................... 143
11.5 - Controle de pressão da plataforma sobre o solo ................................................... 145
11.6 - Diagnóstico do controle de altura de corte pré-estabelecida ................................ 146
11.7 - Diagnóstico do controle da rotação do molinete ................................................... 148
11.8 - Diagnóstico da Plataforma Autonível ...................................................................... 149
11.9 - Diagnósticos do Monitor de Rendimento (Opcional) ............................................. 151
11.10 - Diagnóstico do Monitor de perdas (Opcional) ....................................................... 161
11.11 - Diagnóstico dos defletores de palha (Opcional) ..................................................... 162
11.12 - Sistema indicador de carga do cilindro de trilha ..................................................... 163
11.13 - Maleta de diagnósticos elétricos MF (Kit Nº : 28080659) ................................... 164

12 - Diagnóstico geral de falhas .................................................................... Sub-índice na pág. 167

13 - Sistema GPS / DGPS .............................................................................................................. 177

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


102 1 - Introdução

O que é o Datavision

O Datavision é um sistema de informação, Junto com o terminal formam o sistema básico.


registro, controle, regulagem e monitoramento. A comunicação entre o terminal e os dois
É composto de: computadores se processa através de uma Rede de
1- Sensores eletrônicos e computadores que su- Área Controlada (CAN) por meio de um cabo BUS.
pervisionam o estado das funções.
2- Módulos que processam a informação. Tipos de módulos
3- Um terminal Datavision que visualiza a informa- 1- Terminal: tela de interface Datavision e acesso
ção e emite sinais sonoros e visuais sobre as para o cartão de múltiplas aplicações.
dificuldades com os componentes, falhas e pro- 2- Computador Esquerdo: processa as funções do
blemas de execução. lado esquerdo da máquina.
3- Computador Direito: processa as informações
Módulos do lado direito da máquina.
Os sistemas de monitoramento e controle do 4- Unidade de comunicação: contém o sistema de
Datavision são compostos de duas unidades: os navegação GPS utilizado para o sistema de
computadores do lado esquerdo e os do lado direito mapeamento do rendimento (Opcional).
respectivamente, os quais estão localizados ao lado
do quadro elétrico.
TERMINAL

Unidade de
Comunicação
Computador Computador
Cabo CAN BUS

Quadro
elétrico

1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212
1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212
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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


2 - Microprocessadores - noções básicas 103
Quando usamos o termo “microprocessador”
geralmente nos referimos ao circuito integrado que é
o coração de um microcomputador.

O microcomputador é um sistema operacional


composto por um microprocessador e todos os outros
circuitos necessários a seu perfeito funcionamento.

2.1 – Microcomputadores
A figura 01 mostra o diagrama de bloco de um
microcomputador simples, que contém os seguintes
componentes:
1- O microprocessador.
Colheitadeiras: Lado esquerdo Lado Direito
2- A memória, dividida em memória de programa e
memória de dados.
Memória de
3- Os portais de entrada / saída.
Programa
4- Uma rede de barramentos para conectar os com-
ponentes acima. Memória de
dados

Barramentos de endereço

Microprocessador

Barramentos de dados

Porta de Entrada
entrada
Fig. 01
Porta de Saída
saída

2.2 – Microprocessadores
O microprocessador é o cérebro que controla A operação que o microprocessador realiza a
toda a operação de um microcomputador. qualquer momento é determinada pela “instrução” a
Controla o movimento dos dados entre a memória e o ele aplicada.
microprocessador e entre os portais de entrada e saída Por exemplo, uma instrução poderá mandar um
e o microprocessador. microprocessador levar um byte de dados da memória
Executa todos os cálculos aritméticos e operações para um de seus registradores, ou mandar um
lógicas com dados dentro de sua “Unidade Central de microprocessador adicionar um byte de dados de um
Processamento” - CPU - veja a fig. 02. de seus registradores ao byte já existente no
O microprocessador contém igualmente um acumulador.
arquivo temporário para dados em circuitos conhecidos A seqüência das instruções forma o programa
como Registradores. que o microprocessador segue. As instruções são
Um dos Registradores é designado como geralmente codificadas em 8 bits de dados (mas podem
“acumulador” e é usado para arquivar os resultados de em alguns casos ter dois ou três bytes de comprimento)
todos os cálculos realizados dentro do e portanto parecem iguais a bytes de dados.
microprocessador - veja a fig. 02.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


104 2 - Microprocessadores - noções básicas

Registrador

Acumulador Barramento de
Unidade Central endereços
Processamento -
CPU

Contador do
programa Barramento de
Decodificador dados
de Instruções

Fig. 02: Esquema geral de um microprocessador

A única maneira de ver a diferença é saber se Na etapa da busca o microprocessador sempre


estão armazenadas na parte da memória reservada ao lê o byte (ou bytes) de instrução da memória; no ciclo
programa ou aos dados. da execução ele pode ler da memória ou da entrada,
A fig. 03 mostra como um microprocessador lê escrever para a memória a saída, ou executar alguma
as instruções da memória do programa e as envia para operação interna que não envolva nem a memória nem
a CPU, após interpretar cada instrução por sua vez, e a entrada/saída. A combinação de um ciclo de busca e
executa a operação comandada. execução é chamada de CICLO DE INSTRUÇÃO.
Note que o microprocessador sempre segue uma Para manter alguma ordem nas instruções, ela
seqüência de duas etapas: primeiro busca a instrução, são armazenadas em seqüência na memória.
depois codifica e finalmente executa a instrução. O microprocessador contém um “contador de
programa” que é usado para encaminhar a instrução
que vem em seguida em ordem em qualquer momento.

2.3 – Interfaces de entrada e saída Ciclo da


Instrução de
busca
Todo microcomputador deve ter acesso ao busca
mundo exterior, para receber dados a partir de um Ciclo de
teclado ou outro dispositivo, para dar saída num monitor instrução
ou numa impressora ou para ser conectado a outros Instrução de Ciclo de
dispositivos com “disquetes” a fim de ter uma memória decodificação e
execução
adicional para se comunicar com outros execução
microcomputadores.
Os circuitos de entrada e saída são conhecidos
como interfaces ou vias de acesso (em inglês “ports”),
BUSCAR
já que fazem a ligação do microcomputador com o
exterior.
Ciclo de
instrução

EXECUTAR

Fig. 03: Seqüência de buscar / executar

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2 - Microprocessadores - noções básicas 105
Dispositivos externos como teclados,
impressoras, disquetes, etc, são chamados de
dispositivos “periféricos” - veja a figura 04.
Um microcomputador pode ter um grande
número de interfaces de entrada/saída (E/S, I/O).
Por exemplo num 8085 podem ser usadas até 256
(28) interfaces de entrada e 256 portais de saída.
Para selecionar um portal o microprocessador
remete um endereço de 8 bits nas 8 linhas inferiores
do transmissor de endereços.
Para que os circuitos saibam seus dados devem ser
lidos da memória ou gravados na memória ou em
uma interface de E/S, o microprocessador remete
um “0”ou em “1” lógico na sua linha de Memória/E/
S (E/S/M), que é usada para selecionar um circuito
desejado.

Interface de
Impressora
Saída
MEMÓRIA

Interface de
Teclado
Entrada

MICROPRO-
Interface de
CESSADOR Drive de disco
Saída
ou cartão
Interface de “Flash”
Entrada

Portais de Interface de Visor (tela ou


Saída monitor)
Entrada e Saída

2.4 – Memória Endereço

Usa-se a memória para arquivar bytes de dados Instrução 00A5


e instruções de programa. Para dar ao
Instrução 00A6
microprocessador a capacidade de encontrar um byte
de informação, cada local na memória recebe um
00A7
“endereço” exclusivo.
Quando o microprocessador remete dados para 00A8
uma posição na memória ou lê dados ou instruções de
uma posição na memória, remete o endereço da Dados 00A9
posição para a memória, que por sua vez decodifica o
Dados 00AA
endereço para abrir a posição especificada na memória.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


106 2 - Microprocessadores - noções básicas

Podem-se usar vários tipos de dispositivos da 2.5 – Interrupções


memória em um microcomputador. Em alguns casos,
Estando o microcomputador ligado, ele irá
não há necessidade do microprocessador escrever
executar instruções na seqüência em que elas
para a memória.
estiverem armazenadas na memória.
Isto acontece quando o dispositivo de memória é
Exemplos disso são: a entrada de dados através do
usado para arquivar programas, ou como arquivo de
teclado enquanto um programa está rodando, a
dados que não precisam ser modificados. Para estas
contagem do tempo de um sistema feito por um clock
aplicações, é adequado o ROM (Memória somente
externo ou uma impressora dizendo ao
para Leitura).
microcomputador que acabaram os dados.
Nesses dispositivos os dados são colocados na
A chave “INTR” coloca voltagem em um desses pinos.
memória na hora em que a PROM (Memória
Programada somente para Leitura) pode ser O programa que está rodando pára e o endereço
programada pelo usuário utilizando uma peça especial de sua próxima instrução é arquivo na memória
do equipamento que é a EPROM (Memória reservado para uso futuro.
Programável somente para leitura Apagável) na qual Em seguida o microprocessador apanha a
não apenas o dispositivo pode ser programado, mas instrução seguinte de uma posição especial na
o programa pode também ser apagado para trocar os memória reservado para esta finalidade e roda um
dados armazenados. programa especial de interrupção.
Os dispositivos EPROM são apagados por meio de Ao final do programa de interrupção o
uma luz ultra-violeta que contém uma janela através microprocessador volta à instrução seguinte no
da qual UV pode brilhar. programa que foi interrompido.
Quando for necessário um dispositivo que leia e
escreva na memória, como no caso de dados que
são mudados pelo programa, usa-se um dispositivo
de memória que lê – escreve. Isto é chamado de RAM
(Memória para leitura Apagável). Note que os
dispositivos RAM são geralmente voláteis, isto é,
perdem todos os dados armazenados quando a
energia é desligada e contém dados aleatórios quando
a energia é religada.

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3 - Funções de controle e alarme do Datavision 107

O sistema de controles (supervisão) está dividido em Desta forma o alarme só voltará a ativar quando a
três grupos: velocidade do eixo voltar a entrar na faixa limite de
VELOCIDADES DE E I X O ,
seu acionamento (10% abaixo do normal), conside-
rando que o problema tenha sido resolvido e/ou que
SUPERVISÃO DO MOTOR
não tenha sido desconectado o sensor do eixo em
I N F O R M A Ç Õ E S ( A L A R M E S ). relação ao sistema.

Quando o motor estiver em marcha, o sistema anali-


sará o motor e o sistema hidráulico.
Eixo ................................... Rotação nominal (rpm)
O acionamento do sistema de colheita ativará a su-
Motor .................................................... 2280-2320
pervisão de todos os eixos, com exceção ao cilindro
de trilha e a tela rotativa. Bandejão de grãos .......................................... 390

Sistema de retrilha .......................................... 425

3.1 - Tela “Velocidades de eixos” Elevador de grãos ............................................ 425

Caso a rotação de um dos eixos analisados for inferi- Sem-fim dos grãos .......................................... 425
or a 10% comparada com a rotação normal a plena Saca-palhas ...................................................... 200
velocidade do motor, o Datavision irá alterar a tela
Peneiras ........................................................... 336
para Velocidades do eixos.
Picador de palha ................................ 1462 a 3460
Junto a esta alteração soará um alarme e o nome do
eixo afetado ficará piscando na tela. Ventilador ............................................. 460 a 1150

Deve-se verificar e solucionar o problema.

Para interromper o alarme sonoro basta apertar a te-


cla VOLTAR.

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108 3 - Funções de controle e alarme do Datavision

3.2 - Tela “SUPERVISÃO DO MOTOR / ALARME”

Esta tela gerencia e aciona um alarme para irregulari-


dades que venham ocorrer no motor ou no sistema
hidráulico.
A tela do Datavision mudará para supervisão do mo-
tor e mostrará um texto de alarme em uma barra cen-
tral.
O alarme poderá ser desligado apertando a tecla de
Menu “INTERRUPÇÃO DO ALARME”.
A supervisão do motor inclui:
1 - Temperatura da água de arrefecimento acima de
95 ºC;
2 - Temperatura do líquido hidráulico acima de 95 ºC;
3 - Nível de combustível abaixo de 10% da capaci-
dade máxima do tanque (60 litros);
4 - Voltagem de carga abaixo de 12 V ou acima de
15,5 V;
5 - Filtro de ar obstruído; 4 - Fluido hidráulico acima de 105 °C;
6 - Pressão do óleo; 5 - Nível do fluido hidráulico demasiadamente
baixo.
Alarmes Estes alarmes - relacionados ao motor - não po-
Caso a tela altere para Alarme do motor, este desliga- dem ser cancelados.
rá em 10 segundos. Isto acontece quando: Todavia em uma situação extrema, como por exem-
1 - A pressão do óleo estiver abaixo de 1,5 bar funcio- plo a máquina estiver atravessando uma estrada
nando abaixo de 1500 rpm e pressão abaixo de 2,5 principal, pode-se evitar que a mesma pare, aper-
bar com o motor acima de 1500 rpm; tando a tecla INTERRUPÇÃO DO ALARME durante no
2 - A temperatura da água de arrefecimento estiver mínimo 3 segundos - veja tela acima.
acima de 100º C; Superado o perigo, deve-se parar o motor imedia-
3 - O nível de água de arrefecimento estiver demasi- tamente e solucionar a causa antes de acioná-lo
adamente baixa; novamente.

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3 - Funções de controle e alarme do Datavision 109
3.3 - Tela “INFORMAÇÃO (ALARMES)”
Sempre aparecerá na tela do Datavision uma mensa-
gem de informação quando a colheitadeira apresen-
tar alguma anormalidade.

Os itens verificados e que podem ser apresentados


são:

1 - Alarme do saca-palhas (veja o sensor na figura


ao lado);
2 - Freio de mão acionado durante o deslocamento
da máquina;
3 - Rpm do motor demasiadamente baixa
4 - Sem-fim de descarga sobrecarregado
5 - Sem-fim de descarga ligado
6 - Caixa coletora de pedras aberta
7 - Graneleiro cheio
8 - Cartão de dados “Flash” quase cheio
9 - Cartão de dados “Flash” cheio

Os sinais de informação aparecerão na tela do


Datavision junto a área de informação.

Simultaneamente, soará um alarme avisando da in-


formação na tela.

Estes sinais (sonoro e visual - na tela) permanecerão


ativados até que se tenha resolvida a causa, não po-
dendo o mesmo ser cancelado.

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110 4 - Cartão de dados “Flash”

Os cartões de múltiplas aplicações são cartões


de dados utilizados para diversas aplicações.
São cartões padrão de PCI com 2 megabytes de
memória.
O cartão é conectado ao sistema através de um “drive”
no lado esquerdo da parte posterior do terminal.
O “drive” possui uma tampa de proteção, que recua
sozinha ao introduzir o cartão.

Tipos de cartões de múltiplas aplicações:


• Cartão de programação: utilizado para progra-
mar os módulos.
• Cartão de registro: utilizado para registrar dados
do mapeamento do rendimento.
• Cartão de diagnóstico: utilizado para armazenar
informações do diagnóstico do sistema para fu-
turas análises.

Quando se mapeia o rendimento, o cartão


encontra-se no lado esquerdo do terminal, e os dados
são gravados automaticamente no cartão.

A capacidade de armazenamento do cartão de


registros é de aproximadamente 2 ou 3 dias de
colheita (autonomia).

☞ NOTA:
Estes cartões devem ser manuseados com cuidado; ou seja:
1- Não dobrar nem bater.
2- Guardar em lugar seco.
3- Manter limpos os contatos do cartão.
4- Não expor a temperaturas extremas nem à luz direta do sol.

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5 - Calibração da tela do Datavision 111
A tela sensível ao toque do terminal é verificada
durante o trabalho para permitir o correto
funcionamento do elemento sensível ao toque.
Caso não funcione corretamente, pode-se testá- 1
la utilizando uma ferramenta especial composta por
um chicote e um interruptor, ligado entre a tomada
do terminal e a do painel de controle.

Procedimento de calibração
1- Instale o painel de diagnóstico e ajuste do termi-
nal, peça Nº 28781863 entre o terminal e a to-
Aparelho de teste e
mada do painel de controle.
diagnóstico do terminal
2- Ligue a chave de partida;
3- Aperte o botão de calibração (1) somente uma Pressione neste ponto
vez. A tela deve ficar vazia. No canto superior
esquerdo aparecerá a seguinte mensagem: Pressione neste
“Pressione a tela no centro da marca”. ponto
Valor da Calibração
4- Pressione a tela no ponto indicado pela marca,
com um objeto de ponta fina, um lápis por exem- Mín X: .................................. 67.000000
Mín Y: ................................... 58.000000
plo.
Máx X: ................................ 913.000000

☞ NOTA:
Não pressione a zona externa na bei-
rada da tela.
Máx Y: ................................ 526.000000
Multiplicador X: ..................... 0.867376
Multiplicador Y: ...................... 1.327801

5- O Terminal emitirá um sinal sonoro intermitente Retrilha


para confirmar a pressão sobre a tela.
Pare de pressionar quando o sinal for contínuo.
6- No canto inferior direito da tela aparecerá a se- Ponto de pressão calculado
guinte mensagem: “toque a tela no centro da
marca”.
7- Pressione a tela conforme indicado no ponto da Não pressione esta zona
marca.
Porém se a tela for pressionada fora do botão
O Terminal emitirá um sinal sonoro intermitente “VOLTAR”, aparecerá um quadro de diálogo para
para confirmar a pressão sobre a tela. indicar a posição de pressão calculada.
Pare de pressionar quando o sinal for contínuo. 10 - Verifique a tela de toque pressionando a tela com
8- Na tela aparecerão números que indicam os va- a unha fora de uma dos botões de função e mova
lores X e Y da tela. a seguir o dedo em direção a um botão.
Os valores de multiplicação X/Y devem estar A tela deve ativar quando a unha atingir a área
entre 0,5 e 1,5. do botão.
9- Pressione o centro da tela, onde aparece “VOL- Se funcionar satisfatoriamente, é porque a cali-
TAR” para finalizar a calibração e voltar à função bração está correta. Caso contrário, repita o pro-
normal. cedimento.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


112 6- Configuração do sistema (adequação à máquina)
11 - Caso não tenha conseguido fazer a calibração e
a tela está ativando fora dos botões, é possível
diminuir a tela de toque, pressionando ligeira-
mente por cima ou por baixo dos pontos indica-
dos pelas marcas.
12 - Verifique a operação de toque em toda a tela.
13 - Desligue a chave de contato e retire a caixa de
diagnóstico / ajuste do terminal.

O sistema pode ser configurado para cada


máquina de maneira individual. Independente da
máquina em que o sistema Datavision é empregado,
este sempre é completo, ou seja, contém todas as
variações e componentes disponíveis para as
máquinas MF 34 e 38.
Assim, os itens não presentes em determinada
máquina são simplesmente desativados, mas estão
presentes no sistema. Ao adaptar algum acessório
na máquina, que tenha relação com o Datavision,
basta instalar o componente e configurar o sistema,
que já está completo.
Para a configuração, é necessário uma senha para
se ter acesso à configuração do sistema, evitando-se
assim, que alguém inadvertidamente desconfigure as
funções da máquinas.

Selecione:
MENU P RINCIPAL > D IAGNÓSTICO > DATAVISION >
PREPARAÇÃO SISTEMA > AJUSTE DA MÁQUINA

Colheitadeira
Em “COLHEITADEIRA” é visualizado um menu a partir
do qual é possível selecionar o número de modelo de
colheitadeira correspondente: MF 34 ou 38
Após selecionar o número do modelo, os
parâmetros do equipamento, modelo de equipamento
e coeficiente de redução, passa-se aos valores de
parâmetros por defeito.
Portanto é necessário reajustá-los caso se troque
de modelo de máquina.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


6- Configuração do sistema (adequação à máquina) 113
Preparação do equipamento
Em PREPARAÇÃO DO EQUIPAMENTO é visualizado um menu a partir do qual é possível selecionar funções
específicas através das opções ON (habilitar, por estar presente na máquina) e OFF (desabilita, por não estar
presente na máquina).
✔ Impressora
✔ GPS
✔ Acesso remoto
✔ Estação de registro
✔ Sensor de perdas do saca-palha
✔ Sensor de perdas da caixa de peneiras
✔ Sensor do medidor de rendimento
✔ Sensor de enchimento do tanque de grãos
✔ Sensor do nível de combustível
✔ Rotary Separator (separador giratório)
✔ Controle de velocidade do molinete
✔ Pressão da plataforma sobre o solo
✔ Controle da altura de corte
✔ Plataforma Autonível
✔ Sensor de volume de retrilha
✔ Tração nas 4 rodas
✔ Sensor de vibração do picador de palha
✔ Defletores elétricos do picador de palha

Tipo de equipamento
Em TIPO DE EQUIPAMENTO é visualizado o menu que
permite selecionar os modelos específicos de
equipamentos.

Relação de velocidades


Pressionar RELAÇÃO DE VELOCIDADES para acessar a
NOTA:
um menu no qual pode-se introduzir o coeficiente de
redução atual. (veja abaixo). O número deve ser A marca da caixa de câmbio pode ser
introduzido sem a vírgula decimal e o valor fica identificada pelo número de fabrica-
armazenado no computador do lado direito. ção estampado no canto superior na
parte dianteira da mesma. (No exem-
plo são indicados os números de fa-
Tabela de ajustes do coeficiente de redução.
bricação do Datavision - N° de Peça
(2))

Modelo Caixa de câmbio Nº de config.


Marca (1) Nº peça (2)
MF 34 Cobra D46147400 46.33
MF 38 Cobra D46136800 30.89

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


114 7 - Programação dos computadores

É possível programar os módulos do computador


através de um cartão “Flash” e o acesso para cartões
“Flash” do Terminal.
O objetivo da programação é permitir a atualização
do Software (sistema) com a última versão e transferir
as melhorias aos sistemas existentes.

☞ NOTA:
Assegure-se de que a bateria princi-
pal está ligada e de que não está ha-
vendo nenhum trabalho em curso
antes de começar a programação.

Pode-se verificar a versão de Software dos módulos


integrada na máquina selecionando:

MENU PRINCIPAL - DIAGNÓSTICO - INFORMAÇÃO SISTEMA

A partir desta tela pode-se ver quais computadores


estão ligados e as versões de Software.

Programação - procedimento:
Para programar os computadores selecione:
MENU PRINCIPAL - DIAGNÓSTICO - SEGUINTE -
PROGRAMANDO COMPUTADOR
A partir deste menu é possível selecionar o
computador que se vai programar:
- Programando computador LE
- Programando computador LD
- Programando Unidade Comunicação
- Programando Terminal

OBS: Quando se introduz o cartão “Flash”, a tela muda


automaticamente para o menu Programando
computador.

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7 - Programação dos computadores 115
Após selecionar o computador e introduzir o
cartão “Flash” do programa com o Software de
atualização, pressione o botão “Começar a
programação” para dar início a programação do
computador.


Durante a programação “Flash”, os outros
NOTA:
computadores do sistema entram no modo de
repouso, e uma barra de progresso indica o percentual Após cada programação é necessá-
de programa transferido ao computador ou terminal rio desligar a chave de partida, du-
em questão. rante 15 segundos, para confirmar
Após ter finalizado, aparece uma mensagem que que se está aceitando o novo progra-
indica o estado da programação; ou seja: se está ma antes de voltar a usar o sistema.
completo ou não.

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116 7 - Programação dos computadores

Interrupção da seqüência de programação

Uma vez iniciada, não interrompa a seqüência de


programação de um computador.
Caso isto ocorra, desligue o resto dos
computadores, deixando somente o Terminal e o
computador requerido ligados e programe o
computador novamente.
Aparecerá uma mensagem de advertência: “O
COMPUTADOR DESATIVADO !. Confirme que não existam
outros computadores ligados”. Confirme novamente
que não hajam outros computadores ligados antes
de selecionar “ACEITAR” e “COMEÇAR A PROGRAMAÇÃO”.

Interrupção da programação do terminal


Caso o contato seja desligado durante a programação
do Terminal, deve-se seguir o seguinte procedimento:

1- Desligue a chave de partida;


2- Instale a caixa de diagnóstico do terminal, peça
Nº 28781863 entre o Terminal e a tomada do
painel de controle.
3- Pressione e mantenha o botão de calibração da
caixa de diagnóstico do terminal e depois ligue
o contato.
4- Solte o botão, depois pressione-o e mantenha-o
pressionado. Sem soltá-lo, introduza o cartão
“Flash” do programa e depois solte o botão.
5- Você ouvirá um alarme que indica que a
programação foi iniciada. Durante o processo, a
tela fica em branco.

Uma vez concluída a reprogramação, aparecerá


a imagem de Transporte. Desligue o contato durante
15 segundos antes de usar o sistema novamente e
retire a caixa de serviço do terminal.

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8 - Sistema CAN BUS (Comunicação) 117
Os computadores Datavision promovem o A utilização deste sistema reduz o número de
intercâmbio da informação e das ordens através do cabos e em conseqüência, o risco de problemas
sistema CAN, por meio de um cabo especial causados por cabos e conexões defeituosas.
denominado BUS.
Este cabo é composto de dois fios e liga todos os
computadores entre si, permitindo sua comunicação.

☞ NOTA:
Entre as extremidades dos 2 cabos CAN BUS, existe 1 resistor de 120 Ω em cada extre-
midade.
Na parte dianteira, o resistor se localiza no canto superior traseiro direito da cabina.
Na extremidade traseira, no interior da quadro elétrico.

Quando um dos resistores do CAN BUS queimar, 1- 60 Ω: resistores e cabos normais. Duas resis-
a tela do Datavision pisca e não aparece informação tências de 120 Ω em paralelo resultam em 60 Ω;
alguma. 2- 120 Ω: 1 resistor queimado;
Será necessário então, substituir o(s) resistor(es) 3- Resistência infinita (leitura = 1 no multímetro): 2
queimado(s). resistores queimados;
Para determinar exatamente qual a causa, use um 4- Resistência = 0: curto-circuito entre os cabos
multímetro, conectado conforme o esquema abaixo: CAN BUS.

CAN BUS
Multi-teste
Resistor
120 Ω
Resistor
120 Ω da
cabina
Terminal
Datavision

Computadores

1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212
1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212
1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212
1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212
1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212

☞ NOTA:
A resistência correta entre os dois fios de comunicação (verde e vermelho) do CAN BUS
pode ser verificado entre qualquer ponto do cabo. A maneira mais prática é medir entre
os pinos 15 e 33 do conector CLP01 ou 15 e 33 do conector CRP01. A resistência correta
deve ser de 60-60,8W.

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118 8 - Sistema CAN BUS (Comunicação)

Unidade de comunicação

Esta unidade contém o sistema de navegação Está localizado na cabina, à direita do operador, e pode
GPS, utilizado pelo sistema de mapeamento de ser facilmente retirada da cabina para ser usada em
rendimento do Datavision. outros equipamentos.
Em função do tipo de sinal de correção utilizado,
poderá haver rádio e Modem de VHF/UHF ou um
receptor RDS.

Tomada de Satélite Sinal de correção


conexão C 617 conexão conexão

Tomada de conexão de rampa C617

Nº do pino Nº do cabo Descrição


28 CAN + Cabo vermelho
30 CAN - Cabo verde
31 DV 712 Entrada unidade de comunicação ON/OFF
35 DV 714 Corrente 12 V a partir de W28
36 DV 713 Massa W3
37 DV 711 Corrente 12 V a partir de W29

Troca de módulos

Ao trocar os módulos deve-se substituir um de


cada vez no sistema. O terminal deve estar sempre
ativado. O contato deve estar desligado antes de
desligar o módulo.
☞ NOTA:
Caso seja substituído o computador
direito, é necessário ajustar o coefi-
Quando for concluída a troca, deve-se ligar o ciente de redução que encontra-se
contato durante 15 segundos para que a informação arquivado somente neste módulo.
programada possa ser transferida ao novo módulo.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


9 - Sistema modular do Datavision 119
9.1 - Identificação dos módulos

Os módulos são identificados por meio de cinco referências, que encontram-se em uma etiqueta colada
na lateral do módulo:
Tipo: ..................... O tipo indica o Datavision.
Módulo: ............... Indica o tipo de módulo.
S/N: ...................... Nº de série para identificar individualmente cada computador.
P/N: ...................... Nº da peça do módulo.
Date: .................... Mostra a data do teste e aprovação do módulo.

Informação do sistema
Os módulos acoplados à máquina podem ser
revisados através do seguinte procedimento:

MENU PRINCIPAL - DIAGNÓSTICOS - INFORMAÇÃO SISTEMA:


A partir desta tela pode-se visualizar quais
computadores estão ligados e que versões de
Software estão sendo usadas.

Detalhes:
Basis SW versão 2.03
Este é o número do Software do programa, integrado
no computador em questão.

Boot code SW versão 1.10


Esta é a versão de Software dos computadores
EPROM.
Não pode ser reprogramado.

Aviso de falha no sistema


Caso apareça um computador não registrado,
verifique os cabos e conexões CAN BUS.
Se funcionam corretamente, a falha pode estar no
módulo, no programa ou na alimentação elétrica.
Se é desligado um módulo durante seu uso, o símbolo
que existe ao lado do módulo pisca e aparece a
seguinte mensagem: “COMPUTADOR NÃO CONECTADO OU

INATIVO”.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


120 9 - Sistema modular do Datavision

9.2 - Módulo do terminal


O terminal é um visor de cristal líquido com uma
tela de toque que permite operar o sistema Datavision.
O sistema pode ser operado também através de
um controle remoto na alavanca multi-funções do
operador. Isto permite controlar o cursor da tela sem
ter que soltar a alavanca ao conduzir a máquina.

O terminal é composto por uma tela LCD e um


computador próprio que controla a visualização na tela
e as comunicações com os computadores do lado
esquerdo e do direito.

A informação codificada no terminal é armazenada


na memória do computador direito ou esquerdo, de
maneira que não se perde quando a tela é desligada.

O terminal contém também uma entrada de


conexão de cartões de múltiplas aplicações (Flash)
que são usados para registrar dados e programar os
computadores e o terminal - consulte o capítulo 4.

Ao lado da caixa elétrica, atrás dos módulos dos


computadores direito e esquerdo, está localizada uma
bateria adicional para proporcionar a corrente elétrica
auxiliar para o sistema.

Isto assegura que a tela não desapareça quando se


faz a reversão de rotação do canal e/ou partida no
motor.

O sistema aceita somente dois idiomas ao


mesmo tempo.

Os idiomas podem ser trocados com um cartão de


programação flash, tal como descrito no capítulo 7.

Um dos idiomas é o inglês e o outro pode ser o idioma


local (português ou espanhol).

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


9 - Sistema modular do Datavision 121
9.3 - Fornecimento de corrente ao Datavision
O sistema Datavision recebe a alimentação elétrica, A bateria auxiliar do Datavision libera sua corrente num
através de cabo, a partir do conector principal W28 / ponto após o diodo DVD 21, para evitar que a corrente
W29 localizado na caixa de fusíveis. desta seja “arrastada” para o circuito principal, na
A corrente pode ser fornecida por 2 fontes ocasião do acionamento da reversão elétrica ou
diferentes: da bateria principal ou da bateria auxiliar partida no motor. Isto poderia causar a queda do
específica do Datavision. sistema Datavision.


A corrente da bateria principal provém do
NOTA:
conector W10, através do diodo DVD 21 e do relê
DVR 38. Veja os circuitos 2-760 (máq. antigas) e 2- É recomendável que em épocas de
761 (máq. atuais) - páginas 75 e 76 inatividade da máquina, o motor seja
Na página 80 é descrita a função do diodo DVD
acionado no mínimo uma vez ao mês,
21 e do relê DVR 38 neste circuito. durante 15 minutos, para evitar a des-
carga da bateria auxiliar do Datavisi-
on.

Esquema geral de alimentação dos computadores do Datavision

W10
BATERIA INTERRUPTOR
BAT PRIN
PRINCIPAL DVD21 MOTOR INVERSOR
MASA IGN
DEL SWT DA PLATAFORMA
CHASIS DVS 30
DVR 38 W3
DVR 01
BATERIA DO 15A 15A 15A

DATAVISION W3 W28/29 W1 W2 W11

TERMINAL
ORDENADOR LE ORDENADOR LD
CRP O1
CLP 01

C166

BUS CAN

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122 10 - Identificação das entradas e saídas
dos computadores
10.1 - Como identificar as tomadas e pinos dos computadores

As máquinas MF 34 e 38 possuem 2 Computador direito - conectores (ou


computadores: o do lado esquerdo e o do lado direito. tomadas) “CRP”
Cada um controla determinadas funções específicas,
conforme descrito adiante.
Cada computador possui 5 tomadas, onde são
encaixados os cabos. As tomadas são identificadas

05
por CLP ou CRP + N° seqüência de 01 a 05, já que

CRP
04
são 5 tomadas em cada computador - veja a

04
identificação abaixo.

CRP
02

CLP
CLP
CLP = Computador esquerdo (L = Left =
esquerdo)
CRP = Computador direito (R = Right = X
direito)

01
Todas as tomadas (ou encaixes), possuem um

01
03

CLP
padrão de pinos, identificados de 1 a 35 na disposição

05

02

CRP
CLP

03
indicada no esquema abaixo.
CLP

CRP

CRP
Note que a numeração inicia no lado oposto às garras
(X), com 1 e 19, aumentando até 18 e 35 no lado das
garras.
Cada um dos pinos possui uma determinada
função, conforme tabelas dos itens 10.5 e 10.6

Computador esquerdo -
conectores (ou tomadas) “CLP”

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10 - Identificação das entradas e saídas 123
dos computadores
10.2 - Entradas e saídas do computador ESQUERDO

Controla as funções de registro e controle do lado esquerdo da colheitadeira:

A) Entradas a partir dos sensores de rotação:


- Separador giratório (Rotary Separator - Opcional)
- Acionamento das peneiras Identificação dos
- Retrilha conectores
- Picador de palha
- Cilindro de trilha
- Elevador de grãos

CLP 04
CLP 02
- Caracol diagonal (tanque de grãos)
- Ventilador

B) Entradas a partir de outros sensores:


- Alarme de graneleiro cheio
- Alarme do saca-palha
- Freio de mão

CLP 01

CLP 05
CLP 03
- Perda de grãos no saca-palha
- Perda de grãos nas peneiras
- Rotação do picador de palha
- Chapa desviadora da palha do picador
- Defletor para o picador de palha (esquerdo)
- Defletor para o picador de palha (direito)
Identificação do
Módulo
C) Entradas a partir das funções de comutação:
- Plataforma sobe
- Plataforma desce
- Acelerar molinete
- Desacelerar molinete
- Plataforma on/off (liga/desliga)
- Sensor de descarga on/off
- Mecanismo de trilha on/off (liga/desliga)
- Inclinação da plataforma para a esquerda
- Inclinação da plataforma para a direita
- Seleção do Menu de ajuste da colheita
- Seleção do Menu de ajuste da plataforma
- Seleção Menu de ajuste da colheitadeira

D) Saídas:
- Defletor do picador de palha (lado esquerdo)
- Defletor do picador de palha (lado direito)
- Atuador elétrico para fluxo constante

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124 10 - Identificação das entradas e saídas
dos computadores
10.3 - Entradas e saídas do computador DIREITO

Controla as funções de registro e de controle do lado direito da colheitadeira e


arquiva os dados da máquina.
A) Entrada a partir dos sensores de rotação
Identificação dos conectores
- Motor
- Velocidade de avanço
- Sensor do saca-palha
- Canal alimentador

CRP 05
CRP 04
- Velocidade do molinete

B) Entradas a partir de outros sensores:


- Temperatura do líquido de arrefecimento
- Temperatura do óleo hidráulico
- Nível de combustível
- Nível do líquido de arrefecimento
- Nível do óleo hidráulico

CRP 01

CRP 03
CRP 02
- Estado de restrição do filtro de ar
- Caixa de pedras aberta/fechada
- Pressão de óleo do motor
- Potenciômetro para pré-determinar a altura de corte
- Sensor do volume de retrilha
- Posição da plataforma Autonível em relação à colheitadeira Identificação do Módulo
- Sensor de solo para a plataforma Autonível do lado esquerdo
- Sensor de solo para a plataforma Autonível do lado direito
- Sensor de pressão da plataforma sobre o solo
- Carga (circuito elétrico)
- Rendimento (se o sensor de produtividade estiver instalado)

C) Saídas do computador do lado direito:


- Inclinação da plataforma à direita/esquerda
- Plataforma sobe / desce
- Pré-ajuste da altura de corte plataforma (descida)
- Parada do motor
- Controle de velocidade do molinete.

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10 - Identificação das entradas e saídas 125
dos computadores
10.4 - Terminal do Datavision

O terminal é composto por uma tela LCD e um


computador próprio que controla a visualização na tela
e as comunicações com os computadores do lado
esquerdo e do direito. A informação codificada no
Abaixo: Lay-out dos
terminal é armazenada na memória do computador
pinos dos conectores,
direito ou esquerdo, de maneira que não se perde
correspondem aos
quando a tela é desligada.
Números da tabela
O terminal contém também um drive para cartões abaixo.
de múltiplas aplicações que são usados para registrar
dados e programar os computadores e o terminal.
Ao lado do quadro elétrico, atrás dos módulos
dos computadores direito e esquerdo, está localizada
uma bateria adicional para proporcionar a corrente
X
elétrica auxiliar para o sistema.
Isto assegura que a tela não desapareça quando se
faz a inversão de plataforma, que consome corrente
elevada.

X = Conector C 166 de ligação da tela com o res-


tante do sistema Datavision e identificação dos
pinos.

Identificação dos pinos do conector do terminal C166 do Datavision


Nº do pino Nº do cabo Descrição
9 Calibrador de toque
10 DV 586 Cursor sobe
11 DV 587 Cursor desce
12 DV 588 Introduzir (Enter)
13 DV 589 Cursor a direita
14 DV 590 Cursor a esquerda
17 Massa (Terra)
18 DV 574 Fornecimento de corrente de W29
19 Massa (Terra)
20 Fornecimento de corrente W28
21 Cabo vermelho CAN +
22 Cabo verde CAN -
25 DV 591 Sinal de massa curso controle remoto
26 Sinal de massa
29 DV 585 Impressora
30 DV 584 Impressora

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10 - Identificação das entradas e saídas
126 dos computadores

10.5 - Conectores do computador do lado esquerdo

CLP 01
Nº do pino Nº do cabo Descrição
1 DV 666 Bateria, positivo, W10
2 DV 667 Bateria, positivo, W10
3 DV 688 Bateria, positivo, W108
6 DV 669 Massa, W3
7 DV 670 Massa, W3
8 DV 671 Massa, W3
12 DV 674 Alimentação de corrente a partir de W29
13 DV 675 Alimentação de corrente a partir de W28
15 CAN + Cabo vermelho
33 CAN - Cabo verde

CLP 02
Nº do pino Nº do cabo Descrição
7 DN 457 Sensor de rotação do separador giratório
8 DN 459 Sensor de rotação da caixa de peneiras
9 DN 461 Sensor de rotação do sistema de retrilha
10 DN 458 Sensor de rotação da caixa de peneiras
11 DN 460 Sensor de rotação do sistema de retrilha
12 DN 466 Sensor de rotação do ventilador
13 DN 462 Sensor de rotação do elevador de grãos
15 DN 456 Sensor de rotação do separador giratório
18 DN 468 Sensor de rotação do cilindro de trilha
21 DN 463 Sensor de rotação do elevador de grãos
22 DN 467 Sensor de rotação do ventilador
23 DN 469 Sensor de rotação do cilindro de trilha

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10 - Identificação das entradas e saídas 127
dos computadores
CLP 03
Nº do pino Nº do cabo Descrição
8 DV 465 Sensor de rotação do elevador de grãos
10 EX 013 Não é utilizado
11 DV 464 Sensor de rotação do elevador de grãos
12 DV 475 Sensor do tanque cheio
26 DN 531 Nivelamento direito da plataforma
27 DN 530 Nivelamento esquerdo da plataforma
28 DN 529 Interruptor de curto-circuito do menu para ajustar a
plataforma
29 DN 528 Interruptor de curto-circuito do menu para ajustar a
plataforma
30 EX 014 Não é utilizado
31 DN 526 Trilha ocupada HOR 19-86
32 DN 525 Interruptor do menu para ajustar a colheita
33 DN 524 Sensor de descarregamento ocupada HOR 20-86

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


128 10 - Identificação das entradas e saídas
dos computadores
CLP 04
Nº do pino Nº do cabo Descrição
1 HO 421 Atuador da placa direita do picador de palha
2 HO 422 Atuador da placa direita do picador de palha
3 HO 423 Atuador da placa esquerda do picador de palha
4 HO 424 Atuador da placa esquerda do picador de palha
10 DN 544 Massa do atuador da placa direita do picador de palha
11 DN 547 Terra do potenciômetro da placa direita do picador de palha
15 DN 497 Sensor da vibração do picador de palha
16 DN 449 Massa do sensor de perda de grãos do saca-palha direito
17 DN 452 Massa do sensor de perda de grãos do saca-palha direito
18 DN 455 Terra do sensor de perda de grãos das peneiras
21 DN 542/545 Terra do potenciômetro da placa do picador de palha
22 DN 546 Sinal do potenciômetro da placa esquerda do picador
de palha
23 DN 543 Sinal do potenciômetro da placa direita do picador de palha
24 EX 015 Não é utilizado
25 EX 016 Não é utilizado
26 DN 478 Sensor de vibração do picador de palha
28 DN 447 Sensor direito de perda de grãos do saca-palha
29 DN 450 Sensor esquerdo de perda de grãos do saca-palha
30 DN 453 Sensor de perda de grãos das peneiras
31 DN 448 Sensor direito de perda de grãos do saca-palha de 12 V
32 EX 017 Não é utilizado
33 DN 451 Sensor esquerdo de perda de grãos do saca-palha
35 DN 454 Sensor de perda de grãos das peneiras de 12 V

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10 - Identificação das entradas e saídas 129
dos computadores
CLP 05
Nº do pino Nº do cabo Descrição
7 DN 480 Alavanca de atuação do picador de palha
8 DN 535 Rotação mín. do molinete
9 DN 534 Acelerar o molinete
10 DN 482 Sensor de rotação do picador de palha
11 DN 559 Sinal do interruptor de descida da plataforma
19 DN 477 Alarme da palha
20 DN 481 Alavanca de atuação do picador de palha
21 DN 483 Sensor de rotação do picador de palha
23 DN 476 Alarme da palha
24 DN 532 Sinal do interruptor de subida da plataforma
26 EX 018 Não é utilizado
27 EX 019 Não é utilizado
28 EX 020 Não é utilizado
29 DN 540 Aviso do freio de mão
30 DN 536 Sinal de plataforma ocupada

10.6 - Tomadas do computador do lado direito

CRP 01
Nº do pino Nº do cabo Descrição
1 DV 662 Bateria, positivo, W10
2 DV 663 Bateria, positivo, W10
6 DV 664 Terra, W3
7 DV 665 Terra, W3
12 DV 672 Fornecimento de corrente a partir de W29
13 DV 673 Fornecimento de corrente a partir de W28
15 CAN + Cabo vermelho
33 CAN - Cabo verde

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130 10 - Identificação das entradas e saídas
dos computadores
CRP 02
Nº do pino Nº do cabo Descrição
3 DN 444 Nivelamento esquerdo da plataforma
4 DN 445 Nivelamento direito da plataforma
5 DN 440 Acelerador do molinete
6 DN 441 Rotação mín. do molinete
8 DN 404 Potenciômetro esquerdo da plataforma
9 DN 407 Potenciômetro direito da plataforma
21 EX 001 Não é utilizado
22 EX 002 Não é utilizado
23 EX 003 Não é utilizado
28 DN 421 Sensor de velocidade do molinete de 12 V
29 DN 420 Sinal do sensor de velocidade do molinete
30 DN 402 Potenciômetro esquerdo da plataforma
31 DN 403 Sinal do potenciômetro esquerdo da plataforma
32 DN 405 Potenciômetro direito da plataforma
33 DN 406 Sinal do potenciômetro direito da plataforma
34 DN 413 Massa do potenciômetro da plataforma Autonível
35 DN 415 Potenciômetro da plataforma Autonível de 8 V

CRP 03
Nº do pino Nº do cabo Descrição
4 DN 439 Sensor de rotação do motor
5 DN 431 Nível do líquido de arrefecimento
6 DN 434 Alarme do filtro de ar
12 EX 004 Não é utilizado
13 EX 005 Não é utilizado
14 EX 006 Não é utilizado
18 DN 446 Relê de parada do motor DVR 04-86
20 DN 432 Solenóide da bateria/arranque
23 DN 438 Sensor de rotação do motor
24 DN 428 Sensor da pressão de óleo do motor
25 DN 429 Temperatura do líquido de arrefecimento
26 DN 430 Nível do líquido de arrefecimento
27 DN 435 Temperatura do óleo hidráulico
28 DN 436 Nível do óleo hidráulico
29 DN 433 Aviso de filtro de ar obstruido

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10 - Identificação das entradas e saídas 131
dos computadores
CRP 04
Nº do pino Nº do cabo Descrição
5 EX 007 Não é utilizado
6 EX 008 Não é utilizado
7 EX 009 Não é utilizado
10 Multi Cabo Verde Sensor de rendimento
12 DN 418 Sensor de rotação do eixo secundário
13 DN 437 Sensor do nível de combustível
14 DN 400 Sensor do volume de retrilha
15 DN 416 Sensor de rotação do saca-palha
16 DN 422 Sensor de rotação do sensor de descarga
17 Multi cabo amarelo Sensor de rendimento ativo 8 V
18 Multi cabo branco Sensor de rendimento 1100 V
26 Multi cabo da tela Sensor de rendimento
27 Multi cabo marrom Massa do sensor de rendimento
28 DN 419 Sensor de rotação do eixo secundário
29 DN 423 Sensor de rotação do sensor de descarga
30 DN 417 Sensor de rotação do saca-palha
31 DN 401 Sensor do volume de retrilha

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132 10 - Identificação das entradas e saídas
dos computadores
CRP 05
Nº do pino Nº do cabo Descrição
9 DN 410 Potenciômetro da altura de corte pré-determinada
10 DN 412 Aviso da caixa de pedras
11 DN 425 Sensor do elevador de palha
12 Multi cabo da tela Massa do protetor do sensor da pressão sobre o campo
13 Multi cabo marrom Massa do sensor da pressão sobre o campo
14 DN 427 Sensor de rotação da velocidade de avanço
16 DN 533 Pré-ajuste descida da plataforma
17 DN 443 Subir plataforma
18 DN 442 Abaixar plataforma
26 DN 408 Potenciômetro do pré-ajuste da altura de corte
27 DN 409 Sinal do potenciômetro do pré-ajuste da altura de corte
28 DN 411 Aviso da caixa de pedras
29 DN 424 Sensor de rotação do elevador de palha
30 Multi cabo verde Sinal do sensor da pressão sobre o campo
31 DN 426 Sensor de rotação da velocidade de avanço
32 EX 010 Não é utilizado
33 EX 011 Não é utilizado
34 EX 012 Não é utilizado
35 Multi cabo Amarelo Fornecimento de corrente do sensor da pressão
sobre o campo

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11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 133
11.1 - Roteiro prático para identificação de falhas do sistema

✎ Verifique se o sistema em análise está de fato


ligado;
✎ Foi ajustado e utilizado corretamente?
✎ Determine se é uma falha do sistema de controle
ou uma falha de componente ;
✎ Assegure-se de que todas as entradas ao
sistemas são corretas;
* Usar as telas de diagnóstico para verificar,
conforme instruções na pág. 134 em diante;
✎ Se as entradas são incorretas, verifique:
* Sensor/ajuste - interruptor - conexões - cabos;
✎ Se todas as entradas são corretas, verifique as
saídas;
* Usar as telas de diagnóstico para verificar as
saídas - pág. 134 em diante;
✎ Se as saídas são incorretas, verificar:
* Conexões - cabos - componentes.
Você encontra informações sobre componentes,
codificação e localização dos mesmos no quadro
elétrico e pela máquina, nas páginas 4 a 14;
✎ A falha persiste - volte a verificar o anterior;
✎ Use as saídas para determinar qual computador Se nenhum problema for encontrado em
falhou; componentes, é a hora de examinar conexões e
cabos, responsáveis pela interligação dos
componentes.
Em geral, há 3 lugares distintos para se localizar
Se a falha persiste, é possível que o módulo do
uma falha:
computador responsável pela função esteja com
1- Num sensor ou interruptor
problema. Mas esta probabilidade é sempre muito
2- Em conexão elétrica remota.
3- No módulo do Datavision (computador)
A procura deve iniciar-se pelos sensores, Conexões de cabeamento com os
interruptores e outros componentes. Leia as páginas computadores
79 a 99 e 167 a 176.
Veja a página 122 sobre a localização das tomadas
É necessário também assegurar-se de que todos dos 2 computadores.
os parâmetros estejam corretos, como por exemplo,
que a altura da plataforma seja superior a 50 cm para
Exemplo: CLP02-03
determinar a altura de corte pré-determinada que se
deseja ajustar. CLP = Computador esquerdo
02 = Número da tomada: 01 a 05
03 = Número do pino: 01 a 35

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134 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

11.2 - Informação de entradas e saídas pelo Datavision


Os 2 computadores (direito e esquerdo),
supervisionam muitas das ligações da fiação a partir
dos sensores de toda a máquina e permitem visualizar
as tensões emitidas pelos sensores através da seção
de diagnósticos do Datavision.
Selecione:
MENU PRINCIPAL > DIAGNÓSTICO > DIAGNÓSTICOS ELÉTRICOS
> LADO ESQUERDO OU LADO DIREITO
Ao selecionar a seção de diagnósticos, a tela
mostrará as entradas e saídas de diagnósticos.

Entradas de diagnóstico
Mostra as voltagens (ou tensões) de entrada dos
diferentes sensores e interruptores de toda a máquina,
que estão ligados a esse computador em particular.
A partir desta tela, é possível controlar o
funcionamento e a operação dos mesmos.

Nome de entrada: Função


RPM = Sensor de rotações
SW = Interruptores
Pos = Potenciômetros
Estado: Mostra se o circuito de função está aberto ou fechado.
Obs: Aberto é o ajuste por defeito de alguma das funções quando não há nenhum
controle de cabo para esta função. Os interruptores e potenciômetros sempre
estão abertos.
HI/LO: Mostra se o nível de voltagem está alto ou baixo.
Interruptores: Aberto - Mostra LO (baixo)
Fechado - mostra HI (alto)
As linhas de RPM oscilarão entre HI e LO, mas só quando a tela é atualizada.
As linhas de potenciômetro (Pos) não tem ponto fixo estabelecido para a troca HI para LO
ou vice-versa.
Conta: Mostra o número de vezes que a função foi ativada desde a última zerada com o
botão de suprimir. Refere-se ao número de vezes em que houve alternância de HI para
LO ou vice-versa. O número máximo do contador é 255, após o que
retorna automaticamente a zero.
Volt: Refere-se a voltagem que o computador lê no circuito.

☞ NOTA:
IRQ é uma entrada rpm digital dentro do computador e indicará 0 ou 8V.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 135
Saída de diagnósticos
Para acessar à tela de saídas requerida é necessário
entrar com uma senha no teclado que aparece.
A saída de diagnósticos permite operar várias funções
controladas pelos computadores esquerdo e direito,
os quais devem ser ligados e desligados através da
tela. Desta maneira é possível controlar o vínculo entre
cada função e a capacidade dos computadores de
operar a função.
Quando a saída está comutada em ON, a leitura
LO próximo ao botão ON/OFF deve alterar para HI se
não existe ligação entre o computador, e aparecerá a
mensagem “ERRO”.
Isto pode ocorrer as vezes, quando a carga atual não
é suficiente para ser registrada como HI (alta).

☞ IMPORTANTE:
A operação de saídas deve ser usada com precaução, devida a necessidade de desligar
a função. Quando a alimentação (chave de partida) é desligada, as saídas voltam a ficar
desligadas novamente.

As tabelas seguintes e a tela de diagnósticos do Datavision, podem ser utilizadas para encontrar falhas:

Observações
Colunas de funções:
Nos sensores de velocidade, são indicadas as distintas tensões quando o pólo Norte ou Sul do
ímã passa pelo sensor. Veja a página 90 sobre o funcionamento destes sensores.
Para transdutores de sinal (sensores Reed - página 85), é mostrado o campo de ação ativo do
sensor.
Para interruptores, indica-se a tensão que deve ser emitida nas distintas posições de cada
interruptor.
Problema de cabeamento:
Se a voltagem mostrada está acima ou abaixo da tensão mostrada nas tabelas apresentadas na
seqüência, indica que o cabeamento pode estar em curto.
Funcionamento normal:
É a condição mostrada nas tabelas, ou seja, não ocorre nenhum alarme no Datavision.
> ............... Superior a tensão indicada
Act N ........ Quando o sensor está ativado pelo pólo Norte
Act S ........ Quando o sensor está ativado pelo pólo Sul

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136 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Procedimento para verificação das tensões inserindo o chicote (X) e medindo


com multímetro.

Lay-out dos pinos no terminal do chicote (X) - veja


foto.
As tabelas na seqüência, sempre indicam 2 pontos
para colocação das pontas de prova do multímetro:

Exemplo 1, na 1 a Tabela: Sensor de X


velocidade do motor Cummins
a) Desencaixe a tomada 03 do computador direito
(CRP) e insira o chicote de testes (X);
b) Ajuste a escala correta no voltímetro;
c) Ligue a chave de partida da máquina; Y
d) Insira o chicote de testes na tomada 03 do com-
putador direito (CRP);
e) Introduza o terminal positivo (vermelho = Sinal)
do multímetro (Y) no furo 23 da tomada do chi-
cote de testes - veja o esquema de identificação
ao lado;
f) Introduza o terminal negativo (preto = massa)
do multímetro (Y) no furo 04 da tomada do chi-
cote;
g) Faça a leitura do voltímetro e compare com o
especificado na tabela: para um dos pólos do
sensor, a voltagem deve estar entre 4,3 e 6,4 V
- Gire o motor em 180° (o sensor troca para o ou-
tro ímã, de polaridade contrária) e a tensão deve
estar entre 6,4 e 7,7 Volts
- Problema na fiação: quando indica mais de 7,7
Volts
- Curto-circuito: voltagem entre 0,0 e 4,3
E assim sucessivamente.

Exemplo 2, na 2a Tabela: Pressão de óleo


do motor.
Siga o mesmo procedimento ao exemplo acima,
porém, mude as pontas do multímetro nos furos:
- Terminal positivo no furo 24 (correspondente ao
pino 24) da tomada 03 do computador direito
(CRP).
- Terminal negativo do multímetro: encoste-o em
um ponto de massa adequado.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


Diagnósticos elétricos no Datavision - Sensores de velocidade do eixo
Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision

Texto Tomada Tomada Função Volts Função Volts Erro na fiação Curto-circuito Desligado Normal
AMP AMP Pólo sul Pólo norte

11 - Diagnósticos elétricos do Datavision


Sinal Massa

Motor diesel CRP03-23 CRP03-04 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 2310 / mín

Canal alimentador CRP05-29 CRP05-11 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 390 / min

Retrilha CLP02-11 CLP02-09 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 425 / min

Elevador de grãos CLP02-13 CLP02-21 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 425 / min

Espalhador de CLP03-11 CLP03-08 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 425 / min
grãos no tanque
Saca-palha CRP04-15 CRP04-30 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 200 / min

Acionamento da CLP02-10 CLP02-08 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 336 / min
caixa de peneiras

Picador de palha CLP05-10 CLP05-21 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 2340 / min

Separador giratório CLP02-15 CLP02-07 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 912 / min

Ventilador CLP02-12 CLP02-22 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 1100 / min

Cilindro de trilha CLP02-18 CLP02-23 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 1100 / min
Edição 02: 02/2002

Descarregador CRP04-16 CRP04-29 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 584 / min

Velocidade de CRP05-31 CRP05-14 Act S 4.3 - 6.4 Act N 6.4 - 7.7 > 7.7V 0 - 4.3V 7.9V 2160 / min
deslocamento

Nota: As tensões indicadas servem apenas como valores de referência aproximados.

137
138
Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision

11 - Diagnósticos elétricos do Datavision


Diagnósticos elétricos no Datavision - Transdutores de sinal (níveis, pressão e temperatura)

Texto Tomada Tomada Função Volts Erro : fiação Curto-circuito Desligado Normal
AMP AMP interrompida
Sinal Massa
Pressão de óleo CRP03-24 --- Ativada 0 - 3.3 > 3.4V --- 7.3V ---
do motor
Temperatura do CRP03-25 --- Ativada 0.6 - 3.9 --- 0 - 0.4V 7.3V ---
motor
Temperatura óleo CRP03-27 --- Ativada 0.6 - 3.9 --- 0 - 0.4V 7.3V ---
hidráulico
Combustível CRP03-14 --- Ativada 0 - 3.3 > 3.4V --- 7.3V ---
Tensão de carga CRP03-20 --- Ativada > 5.0 0 - 5.0V --- 0V 12 volts
Altura de corte CRP05-27 CRP05-9 Ativada 0.4 - 4.5 --- 0 - 0.4V 7.9V 1,6 Volts
Volume de retrilha CRP04-14 CRP04-31 Ativada 4.3 - 7.9 > 7.9V 0 - 4.3V 7.9V ---
Sensor de vibração CLP04-15 CLP04-26 Ativada 0.65 - 5.4 > 5.4V 0 - 0.65V 7.9V ---
Picador de palha
Edição 02: 02/2002

☞ Nota: As tensões indicadas servem apenas como valores de referência aproximados.


Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision

Diagnósticos elétricos no Datavision - Interruptores e Sensores Reed

Texto Tomada Tomada Função Volts Função Volts Erro na fiação Curto-circuito Desligado Normal

11 - Diagnósticos elétricos do Datavision


AMP AMP aberta
Sinal Massa
Nível do líquido CRP03-26 CRP03-05 OK 0 - 2.0 Muito baixo > 2.0 --- --- 5.4V Aberto
de arrefecimento
Nível do óleo CRP03-28 --- OK > 2.0 Muito baixo0 - 2.0 --- --- 5.4V Aberto
hidráulico
Sensor da alavanca CLP05-07 CLP05-20 OFF 2.1 - 4.4 Aberto 0.4 - 2.1 Fechado > 4.4V 0 - 0.04V 5.4V Aberto
do picador
Sistema de trilha CLP03-31 --- OFF 0 - 2.2 ON > 7.9 2.2 - 7.9V --- 3.8V Aberto
Acion. plataforma CLP05-30 --- OFF 0 - 2.2 ON > 7.9 2.2 - 7.9V --- 3.8V Aberto
Tubo de descarga CLP03-33 --- OFF 0 - 2.2 ON > 7.9 2.2 - 7.9V --- 3.8V Aberto
Restrição do filtro CRP03-29 CRP03-06 OK 2.0 - 8.0 Bloqueado 0 - 2.0 --- --- 5.4V Aberto
de ar
Descida plataforma CLP05-11 --- Livre 0 - 2.2 Empurrado > 7.9 2.2 - 7.9V --- 3.8V Aberto
Aviso de embuch. CLP05-23 CLP05-19 Livre 2.6 - 4.4 Ativada 0.4 - 2.0 --- --- 5.4V Aberto
do saca-palhas
Edição 02: 02/2002

Freio de mão CLP05-29 --- Livre > 5.0 Aplicado 0 - 5.0 --- --- 5.4V Aberto
Caixa de pedras CRP05-28 CRP05-10 Aberto 2.1 - 4.4 Fechado 0.4 - 2.1 > 4.4V 0 - 0.4V 5.4V Aberto
Aviso do nível de CLP03-12 --- Livre 0 - 2.2 Ativado > 7.9 --- --- 12V Aberto
grãos no depósito

139
Nota: As tensões indicadas servem apenas como valores de referência aproximados.
140 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Conectores Pin. No Pin. No Máximo Mínimo Descrição


CLP 1 15 33 60.8 Ω 60.0 Ω Can Bus - Fusível DVS 20 removido - ou chave de partida
desligada
CLP 1 6,7,8 -Batt 1 0 V 0V Bateria principal, terra W3
CLP 1 1,2,3 6,7,8 13 V 12 V 12V 10W potência
CLP 1 12,13 6,7,8 13 V 12 V 12V Bateria Datavision, computador W 28 - W 29.
CLP 2
CLP 2
CLP 4 26 15 8V Sensor de vibração do picador de palha.
CLP 4 28,29 16,17 8V Sensor de perda de grãos no saca-palhas.
CLP 4 30 16 8V Sensor de perda, acionamento das peneiras / sensor
tubular.

CRP 1 1,2 6,7 13V 12V 12 V 10 W potência


CRP 1 6,7 -Batt 1 0V 0V Bateria maior 1, terra W3
CRP 1 12,13 6,7 13V 12V 12V Bateria menor 2, computador W 28 - W 29.
CRP 1 15 33 60,8 Ω 60,0 Ω Can Bus - Fusível DVS 20 removido - ou chave de partida
desligada
CRP 1
CRP 2 3 10-15 13 V 0V Lateral de nivelamento esquerda
CRP 2 4 10-15 13 V 0V Lateral de nivelamento direita
CRP 2 5 10-15 13 V 0V Rotação do molinete aumenta
CRP 2 6 10-15 13 V 0V Rotação do molinete diminui
CRP 2 31 33 0.2 V 0.0 V Sensor de solo, aviso diferente quando a plataforma está
elevada.
CRP 2 34 35 2.8 V 2.6 V Potenciômetro, elevador de grãos, posição horizontal.
CRP 3
CRP 3
CRP 3 20 1à9 14.5 V 13 V Tensão de carga
CRP 3 24 1à9 2.2 V 1.9 V Sensor da pressão do óleo do motor, inativo
CRP 3 25 1à9 3.9 V 0V Líquido de arrefecimento em 54oC aprox. 3.2 V
CRP 3 27 1à9 3.9 V 0V Temperatura do óleo hidráulico
CRP 4
CRP 5
CRP 5 18 9-15 12 V 0V Elevação da plataforma
CRP 5
CRP 5 27 9 4.5 V 0.4 V Potenciômetro Levantar/abaixar plataforma 2.9 - 1.2 V
CRP 5
CRP 5 3 13 6.0 V 0V Aviso do sensor de pressão de solo
CRP 5 35 13 14.0 V 12 V Controle de pressão sobre o solo 12 V alimentação

C166 18 17 13 V 11.5 V 12V terminal da cabina


C166 17 0V 0V Carcaça, terra
C166 21 22 60.8 Ω 60 Ω Can Bus - Fusível DVS 20 removido - ou chave de partida
desligada

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 141
11.3 - Diagnóstico do Datavision em si:

É utilizado principalmente para a informação


técnica detalhada sobre a comunicação entre os
computadores.
Nesta parte, todos os alarmes são registrados junto
com a confirmação de recepção de alarme por parte
do usuário.
Analisando estes registros, é possível obter um
histórico 255 últimas mensagens - como por exemplo:
o usuário tem sido avisado de forma adequada antes
de ocorrer o erro e tem confirmado a recepção da
mensagem?
Em algumas situações os computadores podem
informar também a respeito de erros ocorridos no
programa ou no hardware (parte física). Estes erros
também ficam registrados no diagnóstico.
É possível registrar estes alarmes por defeito,
confirmações específicas de alarmes e mensagem
de erro.
É possível modificar este ajuste, mas no primeiro
desligamento de corrente que ocorra, voltará aos
ajustes por defeito.
A interpretação destas mensagens no
diagnóstico, requer um elevado grau de conhecimento
Botões Começar/Parar
a respeito do protocolo utilizado entre os
computadores. Os botões começar/parar permitem parar e iniciar o
registro das mensagens. Ao ser pressionado o botão
de início, as mensagens atuais primeiro são
Para acessar à tela Datavision selecione:
eliminadas, e logo começa o registro.
MENU PRINCIPAL > DIAGNÓSTICO > DIAGNÓSTICOS
A partir desta tela é possível visualizar a Botão Salvar
comunicação entre os computadores.
O botão salvar arquiva as mensagens registradas em
Na tela é mostrada a hora na qual foram enviadas as
um cartão de diagnóstico no terminal para futuras
mensagens, o código de ID (identificação) para a
consultas.
mensagem em questão e os dados da mensagem.

Botão Monitor
Botões Acima/Abaixo
O botão monitor liga e desliga o monitoramento dos
Os botões acima/abaixo, permitem deslocar a barra
CAN (área de rede controlada) quando o terminal é
destacada para cima ou para baixo da lista de
utilizado para monitorar outro sistema.
mensagens que aparecem na tela, visualizando um
PRECISA SEMPRE ESTAR DESLIGADO.
resumo da mensagem, logo acima das barras de
botões inferiores.
Botão de Enviar
Este botão não é utilizado.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


142 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Botão de Filtro
O botão de filtro seleciona o menu de tela de filtro, a
partir do qual é possível modificar o ajuste do registro
por defeito ligando e desligando os seguintes registros
de mensagens e alarmes.

Atualizar após cada registro


ON Com cada mensagem são atualizados as
mensagens registradas.
OFF Mensagens registradas são atualizadas duas
vezes por segundo.

Registrar todas as mensagens


ON Todas as mensagens são registradas.
OFF Somente são registradas as mensagens que
estão ligadas (ON) com os botões de filtro.

Registrar todas as mensagens


ON São registradas todas as mensagens de erro.
OFF Não são registradas mensagens de erro.

Registrar alarmes
ON São registradas todas as mensagens de alarme.
OFF Não são registradas as mensagens de alarme.

☞ NOTA:
As opções de filtro abaixo não são uti-
lizadas:
- Registrar confirmação de alarme;
- Registrar tudo com GETYPOS;
- Registrar tudo com PRI;
- Não registrar mensagens;

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 143
11.4 - Diagnóstico do controle de altura de corte da plataforma
(Altura da plataforma em relação ao solo).

☞ NOTA:
Sobre o funcionamento dos sistemas
de controle da plataforma, consulte
3

a Seção 2 do Manual do Operador ou


Apostila de Operação e Manutenção. 4

1- Computadores
2- Elétro-válvula do controle de levante / abaixamen-
to da plataforma 1

3- Terminal do Datavision
4- Alavanca multi-funções

Potenciômetro
elevador principal
ENTRADAS Interruptor Interruptores Potenciômetro Potenciômetro
on/off subir/abaixar LE plataforma LD plataforma
trilha plataforma

Interruptor on/off
trilha
Sensor
velocidade
de avanço
SAÍDAS
ABAIXAR PLATAFORMA
Válvula principal
HOM 07 = 0v
TERMINAL
ORDENADOR LD HOM 17 = 0v
ORDENADOR LE
Sinal altura Válavula controle
Sinal trilha plataforma
plataforma - abaixo
ativado HOM 01 =12v
de 50cm
Sinal plataforma Sinal POT altura LE HOM 02 = 0v
ativado plataforma
Sinal POT altura
Sinal
LD plataforma
subir/abaixar
plataforma Ajuste do operador
manual controle altura de
corte SUBIR PLATAFORMA
Sinal velocidade de Válvula principal
HOM 07 = 12v
avanço acima de
HOM 17 = 12v
1Km/h
Válavula controle
plataforma
HOM 01 =12v
HOM 02 = 0v

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


144 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Procedimento de diagnóstico:
a) Acesse: MENU PRINCIPAL > DIAGNÓSTICOS > CONTROLES
> CONTROLE DE ALTURA DE CORTE;

☞ NOTA:
A nível de ajuste de potenciômetros,
calibração e ajustes operacionais,
consulte as Seções 4 e 5 do Manual
do Operador ou Apostila de Opera-
ção e Manutenção.
Aliás, antes de partir para um procedimento de
diagnóstico, verifique sempre se os procedimen-
tos citados acima foram corretamente executa-
dos.
São tratados aqui, apenas os procedimentos de
diagnóstico de falhas, ou seja, manutenção cor-
retiva.

b) Aparecem na tela de diagnóstico os seguintes


itens. Veja o seu significado:

Saída:
Controle: Mostra se o sistema pode acionar os relês que
Mostra se o sensor está ativo ou não. Quando o comandam as elétro-válvulas de nivelamento da
sistema ajusta a plataforma, então se mostrará ativo; plataforma.
Pode aparecer a seguinte mensagem: Não ativo,
Tecla controle: Levantar / abaixar.

Mostra se o sistema está conectado ou desconectado


Teclas de teste:

Tecla manual: Ao comprimir a tecla de Menu Teste - “Levantar”,


aparecerá elevar saída e a plataforma subirá, caso o
Mostra se o módulo do computador registra o
motor está em funcionamento.
funcionamento dos botões de subida e descida
manual da plataforma, na alavanca multi-funções. Ao comprimir a tecla de Menu Teste - “Levantar”,
aparecerá diminuir a saída e a plataforma abaixará,
caso o motor está em funcionamento.
Sensor LE:
Mostra a tensão real emitida pelo potenciômetro
Esta verificação testa a conexão entre o
esquerdo da plataforma. Mostrará 0,0 Volts se o
Datavision, os relês e as elétro-válvulas de comando
potenciômetro estiver desconectado.
de subida e descida.

Sensor LD:
Idem ao sensor LE, só que neste caso, para o sensor
de lado direito.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 145
11.5 - Controle de pressão da plataforma sobre o solo

1- Elétro-válvula de controle de subida/descida


3 2
2- Computadores
3- Terminal do Datavision

ENTRADAS Interruptores Potenciômetro


Interruptor Sensor
subir/abaixar elevador
on/off velocidade
plataforma principal
trilha de avanço

Interruptor on/off
trilha

Sensor pressão SAÍDAS


cilindro ABAIXAR PLATAFORMA
elevador Válvula principal
plataforma HOM 07 = 0v
TERMINAL HOM 17 = 0v
ORDENADOR LE ORDENADOR LD Válavula controle
Sinal trilha Sinal altura plataforma
ativado plataforma HOM 01 =12v
- abaixo de 50cm HOM 02 = 0v
Sinal plataforma
Ajuste pressão de
ativado
campo pelo
Sinal subir/abaixar operador
plataforma Sinal pressão
manual cilindro elevador
plataforma LEVANTAR PLATAFORMA
Sinal velocidade de Válvula principal
avanço acima de HOM 07 = 12v
1Km/h HOM 17 = 12v
Válavula controle
plataforma
HOM 01 =12v
HOM 02 = 0v

Existe uma tela de diagnóstico para o controle


da pressão sobre o solo, acessando:
DIAGNÓSTICO - CONTROLE - CONTROLE PRESSÃO SOLO

NOTA:

☞ Veja na página 95 a tensão que o


sensor deve emitir para cada valor de
pressão dentro do cilindro de levan-
te da plataforma.

Caso alguma função não funcione, as linhas


apresentadas na tela (próxima página), informarão se
existe alguma falha nos cabos que levam a corrente
ao módulo direito do computador.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


146 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Controle
Mostra se o controle está ativado ou não. Quando o sistema ajusta a plataforma, então será
mostrado “Ativado”.
Botão de controle
Mostra se o sistema está ligado ou não.
Botão manual
Mostra se o módulo registra o funcionamento dos botões de subida/descida manual da plataforma
na alavanca multi-funções.
Máquina colhendo
Mostra se o módulo registra se a máquina está colhendo. A condição para isso é: mecanismo de
trilha e plataforma ativados, altura de corte abaixo de 50 cm e velocidade de avanço acima de 1
km/h.
Se o sistema não registra que a máquina está colhendo, isto significa que o sistema de controle
não funciona.
Sensor pressão sobre o solo
Mostra o estado do sensor de pressão. Como ajuda adicional é
indicada a tensão do sensor.
O sensor emite um sinal de 1 a 5 Volts para uma pressão de 0 a 250 bar
1 V = 0 bar; 5 V = 250 bar. OBS: Veja também a página 95.
Saída
Mostra se o sistema pode operar os relés que fazem funcionar as válvulas de subir/abaixar a
plataforma. Pode aparecer o seguinte: “Não ativado”, “subida”, “descida”.
Botões de verificação
Os botões de verificação podem ser utilizados para verificar a saída do computador, a linha de
saída se troca visualmente para cima com o botão “+” e para baixo com o botão “-”. Se a máquina
estiver funcionando, a plataforma também deve subir ou descer.

11.6 - Diagnóstico do controle de altura de corte pré-estabelecida


(Altura da plataforma em relação à máquina).

Potenciômetro montado
entre o canal e a cabina

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 147
ENTRADAS Interruptor Interruptor
on/off plataforma Potenciômetro
plataform embaixo elevador
Interruptor on/off principal
mecanismo de
trilha

TERMINAL
ORDENADOR LE ORDENADOR LD SAÍDAS
Sinal trilha Sinal altura
ativado plataforma PLATAFORMA EMBAIXO
- superior 50cm Válvula principal
Sinal plataforma
HOM 07 = 0v
ativado Ajuste altura de HOM 17 = 0v
Sinal plataforma corte selecionada Válvula controle
embaixo pelo operdor
plataforma
HOM 01 =12v
HOM 02 =12v

Roteiro de verificação do sistema:


1- A plataforma está corretamente instalada?.
2- O motor, o mecanismo de trilha e a plataforma
estão acionados?
3- A altura da plataforma está acima de 50 cm.
4- O sistema de controle de altura pré-selecionada
está ativado? Em “ON”.
A resposta para as perguntas acima deve ser
afirmativa, antes de continuar.
2- A indicação da altura de corte está correta?
Assegure-se de que a calibração do Ponto Zero
da altura de corte está correto: veja a Seção 4,
item 2.3 do Manual do Operador ou Apostila de
Operação e Manutenção.
Levante a plataforma até a altura de corte pré-
determinada. Levante e abaixe a plataforma entre número de vezes que se opera o interruptor.
0 e 50 cm e verifique se a indicação é constante 4- É possível ativar o módulo do computador direito
e sem interrupções entre estes valores. para abaixar a plataforma com a válvula?
Caso contrário, o potenciômetro da altura de
Selecione: DIAGNÓSTICO > DIAGNÓSTICOS ELÉTRICOS
corte deve ser substituído.
> SAÍDAS LADO DIREITO.
3- O módulo do computador esquerdo responde
Pressione o botão ON/OFF da altura de corte pré-
quando o botão da alavanca de múltiplas funções
determinada.
é pressionado?
O texto ao lado do botão deve mudar de LO para
Selecione: DIAGNÓSTICO > DIAGNÓSTICOS ELÉTRICOS
HI e a plataforma deve abaixar sempre e quando
> ENTRADAS DO LADO ESQUERDO e acione o botão
o motor estiver em funcionamento.
de abaixar a plataforma.
Caso contrário, verifique a fiação e as conexões.
Verifique se a condição de abaixar a plataforma
Volte a pressionar o botão ON/OFF para desligar
faz mudar o valor do contador que indica o
(passar a OFF) a descida de plataforma pré-
determinada.
Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002
148 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

11.7 - Diagnóstico do controle da rotação do molinete

Sensor velocidade
ENTRADAS Interruptor Interruptor carretel Sensor velocidade
on/off velocidade
carretel
plataforma carretel
Interruptor on/off
mecanismo de
trilha Potenciômetro
elevador
principal

TERMINAL
ORDENADOR LE ORDENADOR LD SAÍDAS
Sinal trilha Sinal altura
ativado plataforma ACELERAR CARRETEL
Sinal plataforma - abaixo de 50cm Motor velocidade
ativado Sinal velocidade carretel
de avanço - HOR 26 = 12v
Controle manual acima de1Km/h
de sinal de
velocidade do Sinal velocidade DESACELERAR
carretel carretel CARRETEL
Motor velocidade
carretel
HOR 25 = 12v

Acesse: DIAGNÓSTICO > CONTROLE > CONTROLE VELOCIDADE MOLINETE.


Esta tela mostra todos os parâmetros de controle de velocidade do molinete para facilitar a
verificação do sistema e a localização de avarias caso seja necessário.
Existem duas colunas: uma que mostra a velocidade de avanço e a outra a velocidade do molinete
calculada (ajustada) e a real (atual).
Se algo estiver funcionando errado, aparecerá na tela a indicação de avaria nos cabos de
alimentação dos módulos esquerdo e direito do computador, conforme segue:

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 149
Controle
Refere-se ao sistema, se ele efetua o ajuste de forma automática ou não; por exemplo, quando o
sistema ajusta realmente a velocidade do molinete, se mostrará ativado (ON).
Botão de controle
Mostra se o sistema está ativado ou desativado.
Botão manual
Mostra se o módulo registra o funcionamento dos botões da alavanca multi-funções. O texto
mudará a Rápido ou Lento quando são acionados os botões.
Máquina colhendo
Mostra se o módulo registra quando a máquina está colhendo. A condição para isto é: mecanismo
de trilha e plataforma ativados, altura de corte abaixo de 50 cm e a velocidade de avanço superior
a 1 km/h. Se o sistema é incapaz de registrar se a máquina está colhendo, isto significa que o
sistema de controle não está funcionando.
Sensor de velocidade
Mostra a tensão do sensor do molinete. Pode aparecer como Ligado ou sensor do molinete em
Curto-circuito.
Saída
Mostra se o sistema é capaz de ativar os relês que ativam o motor elétrico do divisor de fluxo.
Podem aparecer as seguintes mensagens: “Não ativado”, “mais rápido “ ou “mais lento”.
Botões de verificação
Os botões de verificação podem ser utilizados para verificar a saída do módulo, a linha de saída
deveria ser vista com o botão “+” e para diminuir a velocidade com o botão “-”.Se a máquina está
avançando, a velocidade do molinete também deveria aumentar ou diminuir.

11.8 - Diagnóstico da Plataforma Autonível


Potenciômetro
ENTRADAS ângulo plataforma
Potenciômetro LE Potenciômetro LD
plataforma plataforma

Interruptor controle
manual de inclinação
LE/LD plataforma

SAÍDAS
ESQUERDA DA
TERMINAL PLATAFORMA
ORDENADOR LE ORDENADOR LD Válvula principal
Sinal POT HOM 07 = 12v
Sinal de controle HOM 17 = 12v
altura LE
manual de Válvula controle plataforma
plataforma
inclinação LE/LD HOM 04 =12v
Sinal POT
da plataforma
altura LD
plataforma
Sinal POT
ângulo
plataforma
Ajuste do DIREITA DA
operador da PLATAFORMA
plataforma Válvula principal
Autonível ligado HOM 07 = 12v
HOM 17 = 12v
Válvula controle plataforma
HOM 05 =12v

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


150 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Para acessar a tela de diagnóstico da plataforma


Autonível: D IAGNÓSTICO > C ONTROLE > P LATAFORMA
AUTONÍVEL
A tela é dividida em duas partes: a parte superior
mostra uma linha a qual representa o ângulo da
plataforma em relação ao solo. Esta é a informação
dos sensores.
Quando a plataforma fica completamente abaixada
sobre um solo plano, a linha deve estar
completamente em baixo, e quando a plataforma é
erguida, a linha também deve subir.
Ao transitar sobre um terreno desnivelado, a linha se
moverá continuamente para cima e para baixo e em
diferentes ângulos que igualmente aos sensores, seguirão
o contorno do solo.
Em caso de anormalidade, as seguintes linhas na tela
o ajudarão a diagnosticar o problema:

Controle
Mostra se o controle está ativado ou não. Quando o sistema ajustar a plataforma, então se
mostrará ativado.
Botão Controle
Mostra se o sistema está ligado ou desligado.
Ângulo da plataforma
A seta mostrará para que lado a plataforma está inclinada; o ângulo da plataforma é mostrado em
forma de percentual em relação ao solo.
Sensor do ângulo plataforma
Mostra a tensão real que retorna do potenciômetro de sensibilidade, instalado na lateral do canal
alimentador.
Sensor solo LE
Mostra a tensão real emitida pelo potenciômetro esquerdo da plataforma.
Mostrará 0,0 Volts caso o conector do canal/plataforma estiver desligado.
Sensor solo LD
Idem ao sensor acima, só que para o potenciômetro do lado direito da plataforma.
Saída
Mostra se o sistema pode ativar os relês que fazem funcionar as válvulas de nivelamento da
plataforma. Pode aparecer o seguinte: Desativado - Girar à direita: quando a plataforma inclina-
se para a direita e para baixo - Girar à esquerda: quando a plataforma inclina-se para a esquerda
e para baixo.
Botões de verificação
Ao apertar o botão Direita, aparecerá Girar à direita na saída e a plataforma se inclinará para a
direita. Ao acionar o botão de verificação Esquerda, ocorrerá o contrário.
Este procedimento verifica a ligação entre o Datavision e os relês de nivelamento.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 151
11.9 - Diagnósticos do Monitor de Rendimento

Para acessar à imagem da tela selecione: DIAGNÓSTICOS


- MEDIDOR DE RENDIMENTO.
A tela está dividida em duas metades. Na parte
superior da página constam três colunas mostrando
os valores de Capacidade (Ton/h), de Rendimento (Ton/
ha) e de Perdas.
As duas colunas de Capacidade e Rendimento, estão
por sua vez dividas em dois. A linha superior mostra
o valor médio (a média), e a inferior mostra o valor
atual. Os valores medidos são reajustados quando
os dados de campo da seção de dados de colheita
são ajustados para zero.
A parte inferior da tela está dividida em duas
seções.

Volume de campo, Trajeto e tanque:


Indica quantas toneladas existem registradas nestas seções e a quantidade atual no tanque
de grãos. Este valor de “tanque” é zerado cada vez que o descarregador é posto em
funcionamento independente do tanque ser esvaziado completamente ou não. Os valores do
trajeto e de campo são zerados quando na seção de dados de colheita estes valores forem
zerados.
Tempo:
Este valor é reajustado quando os dados de campo são ajustados a zero. O tempo é registrado
somente quando a máquina está colhendo com a plataforma abaixo de 50 cm.
Área:
Este valor também é reajustado com os dados de campo.
Grão:
Indica que tipo de grão foi selecionado. Seleção em: PARÂMETROS - SEÇÃO PARÂMETROS DE

COLHEITA.
Parâmetros:
É o valor de calibragem selecionado para realizar uma pesagem precisa.
Contador:
Número de contagens recebidas pelo detector.
Ponto Zero:
Número de contagens recebidas pelo detector sem que passe grão pela máquina.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


152 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Ajuste e calibração do medidor de rendimento

Seleção do tipo de cultura

PARÂMETROS > PARÂMETROS DE COLHEITA > TIPO DE

CULTURA: Selecione, por ex.: Trigo.

Calibração
(Veja também teste do medidor de rendimento).
1- Esvazie o tanque de grãos.

2- Acesse a Campo: Dados e Suprimir.

3- Acesse a: SEÇÃO PARÂMETROS - PARÂMETROS DE

COLHEITA - TIPO DE GRÃO e selecionar o grão em


questão. Continuando, pressione o botão de
calibragem e ajustar o valor a 100 através do
teclado.

4- Colha pelo menos uma carga completa do tan-


que, esvaziar num reboque e pesar o conteú-
do com precisão. O ideal é pesar duas cargas
e é importante que o tanque seja completamen-
te esvaziado.

5- Verifique os dados de campo do medidor de


rendimento com o peso da balança. Caso exis-
ta diferença nos valores deve-se calcular um
novo valor de calibragem da seguinte maneira:

Novo valor de calibragem = Balança x Valor atual de calibragem


Medidor de rendimento

Exemplo: medidor de rendimento 6,8 ton, balança


6,45 ton; calibragem atual = 100.

Nova calibragem:(6,45 x 100) / 6,80 = 94,9

6- Acesse: PARÂMETROS - PARÂMETROS DE COLHEITA -


TIPO DE GRÃO.

Pressione o botão de Calibração e troque o valor


de calibragem para 95 através dos botões do te-
clado. Apertando o botão OK, o medidor de rendi-
mento fica novamente codificado.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 153
Alarmes do medidor de rendimento

Os problemas com o medidor de rendimento podem


ser indicados na tela de diagnóstico para o medidor
de rendimento ou nas colunas de capacidade, na tela
de colheita.

1 - Falta detector

Valor de contagem abaixo de 1000. O detector não


está instalado ou está com defeito.

2 - Limpar área do detector

Valor de contagem abaixo de 15.000. O espaço vazio


de medição está obstruido por sujeira ou resíduos de
grãos, motivo pelo qual indica um zero incorreto, ou
o Ponto Zero é incorreto.

3 - Erro do Ponto Zero

Valor de contagem superior ao Ponto Zero. Isto


significa que está se medindo um fluxo negativo. Isto
pode ocorrer caso o ajuste do zero foi feito com
material no elevador de grãos, que desaparece tão
logo a colheita se inicia.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


154 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Verificação do medidor de rendimento

1- Ligue a chave de partida e certifique-se de que


sejam introduzidos os parâmetros corretos de lar-
gura da plataforma e bitola de roda, na seção de
codificação do Datavision.
Veja o item 2.2 da Seção 4 do Manual do Opera-
dor ou Apostila de Operação e Manutenção.
Assegure-se de que foi ajustado o coeficiente de
redução durante a calibração do sistema - veja a
página 113.

2- Nos parâmetros de colheita, certifique-se de que


o valor calibrado para o medidor de rendimento
está ajustado em 100.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 155
3- Na seção de dados de colheita, ajustar os dados
de trajeto e os dados de campo para zero.
Certifique-se de que o tanque de grãos esteja
vazio.

4- Na página de diagnósticos para o medidor de


produção, verifique se volume de campo, traje-
to, tanque, tempo e área estejam todos zerados.

5- Permita que ocorra o ajuste do Ponto Zero do


medidor de rendimento, esperando 8 minutos.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


156 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

6- Verifique se o valor do Ponto Zero está entre


24.000 e 40.000. O valor do contador deve estar
muito próximo do Ponto Zero, embora possa di-
ferir em 500 a 600 devido a natureza de erro da
fonte.

7- Levante com um macaco a roda dianteira direita


e calce firmemente com blocos de madeira.
Acione o motor, ative o mecanismo de trilha e a
plataforma de corte.
Acelere o motor até atingir a velocidade de tra-
balho e abaixe a plataforma até a altura normal
de trabalho.

8- Acesse a DIAGNÓSTICOS - ENTRADAS ESQUERDA e


verifique se a tela apresenta o mecanismo de
trilha e a plataforma em ON.

9- Empurre a alavanca multi-funções para a frente


e verifique se a velocidade de avanço é registra-
da na tela de colheita do Datavision.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 157
10 - Acesse CODIFICAÇÃO - CALIBRAÇÃO DA PLATAFORMA
- ALTURA DE CORTE ZERO. Verifique se a altura de
corte é inferior a 50 cm.
Caso contrário deve ser ajustado o sensor de
maneira adequada e voltar a ajustar o Ponto Zero.
O símbolo de plataforma na área de informação,
no canto inferior da tela, tem que indicar que a
plataforma encontra-se abaixo de 50 cm (seta
para baixo).

11 - Acesse MONITORAMENTO - VELOCIDADES DOS EIXOS

e verifique se a velocidade para o elevador de


grãos é correta. Deve estar entre 430 - 440 rpm
aproximadamente.

12 - Diminua a rotação do motor para marcha lenta e


desengate o mecanismo de trilha. Desligue ime-
diatamente o motor.
Passe a placa de alumínio que é fornecida como
ferramenta especial, diretamente por cima da
fonte.

13 - Volte à cabina, ligue o motor, engate o


mecanismo de trilha e acelere o motor até a
velocidade de trabalho e assegure-se de que a
plataforma está abaixo de 50 cm. Ajuste a
velocidade de avanço a 4 km/h através da tela
de colheita e deixe em marcha durante 6 minutos.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


158 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

14 - Acesse DIAGNÓSTICOS - MEDIDOR DE RENDIMENTO.


O valor de contagem deve estar
aproximadamente 2.000 abaixo do Ponto Zero.
O rendimento atual tem que estar entre 4 e 8 ton/
ha e a capacidade atual entre 15 e 18 ton/h.
O rendimento e capacidade medidas não são
registradas até não ter atingido pelo menos 0,01
ha e ter transcorrido pelo menos 1 minuto.
Verifique se os valores “volume. de campo”,
“trajeto” e “tanque” aumentam
progressivamente.

15 - Continue com este processo durante 6


minutos. Depois desengate a plataforma,
detenha o avanço, reduza a rotação do motor
para marcha lenta e desengate o mecanismo
de trilha.

16 - Acesse DIAGNÓSTICOS - MEDIDOR DE RENDIMENTO e


verifique os valores na tela.

Verificação do cálculo de velocidade - 6 minutos


é a décima parte de 1 hora.
Portanto, multiplique o volume de 1,2 toneladas
por 10: resultam 12 t/h.

Verificação do cálculo de rendimento


Divida o volume de rendimento, (1,2 t) pela
área de 0,22 Ha para obter o rendimento
médio. No caso, 5,45 t/ha.

17 - Verifique se o valor de contagem volta para um


valor próximo ao Ponto Zero.
Desligue o motor e retire a placa de alumínio de
cima da fonte do medidor.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 159
18 - As funções do medidor de rendimento foram
verificadas.

19 - Calibração - A calibração do medidor de rendi-


mento pode ser realizada, somente durante o
processo de colheita, da seguinte maneira:
Certifique-se de que o tanque de grãos está va-
zio. Ajuste os dados de campo ou os dados de
deslocamento a zero.
Colha um tanque cheio de grãos e esvazie o con-
teúdo numa carreta.
Verifique se o tanque está completamente va-
zio; ou seja, que todo o grão colhido seja despe-
jado na carreta. Se for possível, despeje duas
cargas na carreta.

20 - Leve o grão colhido até uma balança e efetue a


pesagem com precisão.

21 - Aplique a seguinte fórmula para determinar o va-


lor correto de calibração.

Balança x calibração atual


Medidor de rendimento

Exemplo: 6,60 x 100 = 102,3


6,45

Acesse PARÂMETROS DE COLHEITA - TIPO DE GRÃO e


ajuste o valor e calibração de forma adequada.
Neste exemplo deve ser ajustado em 102.

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160 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

Teste do módulo de medição de rendimento e da unidade de detecção


Algumas das Voltagens dos módulos dos computadores esquerdo e direito, podem ser medidos
com um aparelho multi-teste.

Nº do conector Função Descrição


CRP04-27 Carcaça do medidor de rendimento Conexão à terra para o detector
CRP04-17 Sinal do detector do med. de rendimento Ativo 8 V 1 µs Passivo 0V
CRP04-10 Medidor de rendimento 8 V Fornecimento de 8 V ao detector
CRP04-18 Medidor de rendimento 1100 V Fornecimento de 1100 V ao detector
PRESTAR MUITA ATENÇÃO!!!

Observações:
Entre CRP04-10 e CRP04-27 tem que medir 8 V ± 0,5 V.
1 µs = 1 micro-segundo
1 ms = 1 mili-segundo

Entre CRP04-18 e CRP04-27 tem que medir 1100 V ± 30 V.


Tenha muito cuidado para não tocar os 1100 Volts pois receberá uma descarga elétrica
violenta, entretanto o choque não tem maiores conseqüências porque não tem corrente
suficiente.
Os impulsos do detector de medição de rendimento não podem ser medidos com um instrumento
de medição comum ou mesmo digital.
Os impulsos do detector são muito curtos (1 micro-segundo) e só podem ser medidos com o
freqüencímetro do próprio módulo do computador direito; ou seja, na imagem da tela.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 161
11.10 - Diagnóstico do Monitor de perdas

Verificação dos sensores


Os monitores de perda de grãos podem ser O contato deve estar ligado mas o motor e o
verificados batendo suavemente nos sensores com mecanismo de trilha devem estar desligados, visto
uma pequena chave de fenda e observando a barra que o monitor de perda sempre está ativado.
indicadora de perdas na tela do Datavision. A tensão de fornecimento aos sensores deve ser de
Outra forma é selecionar DIAGNÓSTICO - DIAGNÓSTICO 12 Volts (bateria de tensão inferior a 1 Volt).
ELÉTRICO - ENTRADAS ESQUERDA e em seguida bater os Os cabos de sinal tem que apresentar
sensores suavemente. O valor de contagem deve aproximadamente 8 Volts quando não estão ativados.
aumentar o mesmo número de vezes em que Isto só pode ser medido com um multi-teste.
aumentou quando o sensor foi batido.
Os sinais se processam no módulo do computador
direito.

Nº do conector Função Descrição


Carcaça dos sensores de perda Conexão a massa/terra
CLP04-16 Saca-palha direito
CLP04-17 Saca-palha esquerdo
CLP04-18 Acionamento do saca-palhas
CLP04-30 Sensor de perda do saca-palhas Ativo 0V 6 ms Passivo 8 V
CLP04-28 Direito
CLP04-29 Esquerdo
Sensor de perda 12 V Fornecimento de corrente aos
CLP04-31 Saca-palha direito sensores
CLP04-33 Saca-palha esquerdo
CLP04-35 Acionamento do saca-palhas

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162 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

11.11 - Diagnóstico dos defletores de palha (Opcionais)

a) Verifique se a calibração dos defletores está cor-


reta: Consulte a Seção 8 do Manual do Opera-
dor ou Apostila COM-3438P1;

Teste dos potenciômetros


b) Acesse: MENU PRINCIPAL > DIAGNÓSTICOS > DIAGNÓS-
TICOS ELÉTRICOS > LADO ESQUERDO:

Defletor LD = lado direito


Defletor LE = lado esquerdo
c) Ao visualizar as entradas do computador esquer-
do, pode-se verificar o intervalo de tensão emiti-
da pelos potenciômetros do atuador, que deve
ser:
2 Volts para atuadores totalmente estendidos
7 Volts para atuadores totalmente recolhidos

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11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 163
11.12 - Indicador de carga do cilindro de trilha
ENTRADAS Sensor velocidade
do cilindro
Interruptor on/off
trilha Sensor velocidade
contra-eixo

TERMINAL SAÍDAS
ORDENADOR LE ORDENADOR LD
Sinal trilha Sinal velocidade
ativado contra-eixo
Sinal velocidade (variador)
INDICADOR CARGA cilindro
DO CILINDRO
Ajuste indicador
Indicador na tela
carga do cilindro
Datavision

Consulte a Seção 8 do Manual do Operador ou


Apostila de Operação e Manutenção, sobre o
funcionamento do sistema de indicação de carga.
Há 3 pontos a serem observados para o bom
funcionamento do sistema:

1 - Ajuste correto da tensão das correias:

2 - Ajuste do Ponto Zero no Datavision:

3 - Ajuste do sensor (1) do contra-eixo e do eixo


do cilindro de trilha:
- Veja na página 137 os dados de teste elétrico
dos sensores.

☞ NOTA:
Certifique-se de que os ímãs (2) es-
tão com as polaridades diferentes um
1

em relação ao outro, conforme des- 2


crito na página 92.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


164 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

11.3 - Maleta de diagnósticos elétricos MF (Kit N° D28080659)

05

10 10

10
10
11
04

01

10
10 02

1 - Dispositivo para ajuste da tela


Este dispositivo é usado para ressetar e calibrar o monitor bem como a conexão do
terminal quando está sendo utilizado o cabo de 10 metros.
2 - Cabo para teste do computador (Autonivelamento esquerda-direita)
Este cabo é utilizado para medir a voltagem principal, na entrada e saída do computador
de serviço.
3 - Cabo para aferição do computador
Este cabo é utilizado junto com o cabo (ver item 2), para calibrar o computador através
de um voltímetro.
4 - Cabo de teste para potenciômetros da plataforma
5 - Cabo de teste para sensores e potenciômetros
O cabo é usado para calibrar vários sensores e potenciômetros.
6 - Ferramenta extratora de pinos - AMP 726 423-0 (largo)
Esta ferramenta é usada para retirar pinos do tipo 726 423-0
7 - Ferramenta extratora de pinos - AMP 725 (redondo)
Esta ferramenta é usada para extrair pinos tipo 725 840-1
8 - Ferramenta extratora de pinos - AMP 726519 (Ferramenta especial Audi)
Esta ferramenta é utilizada para extrair os pinos do cabo do computador (tipo 726519)

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11 - Diagnósticos elétricos do Datavision 165

09
07
14
23
06

15
08 22

16

03
17 21

12
19
20

18

13

9 - Sensor de rotação de eixos *


10 - Espaços vazios
Podem ser utilizados, por exemplo, para guardar cartões de dados “Flash”.

11 - Terminal (ou monitor) Datavision *

12 - Interruptores diversos *

13 - Espaço vazio (reserva)

14 - Sensor de pressão de óleo do motor

15 - Sensor de nível d´água do motor

16 - Sensor de nível de óleo hidráulico

17 - Sensor de temperatura da água do motor

18 - Relé de comando de cilindro elétrico

19 - Rolamento do tarugo (20)

20 - Tarugo de alumínio para sensores de rotação

21 - Potenciômetro do controle de nivelamento da plataforma e altura de corte pré-determinada *

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166 11 - Diagnósticos elétricos do Datavision

22 - Sensor de restrição do filtro de ar *

23 - Sensor Reed *
* OBS: Itens de reserva, permitindo a verificação de certas funções em caso de o
respectivo item não estar funcionando na máquina.

Código D28781861 - Extensão para o terminal do monitor (Item não pertencente a maleta)

Cabo de extensão de 10 metros, permitindo conectar o terminal (ver item 11) à máquina,
em qualquer local, fora da cabina.

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12 - Diagnóstico geral de falhas 167
(Elétro-eletrônica e Datavision)
Este capítulo tem como objetivo dar o máximo de informações que possibilite identificar as
principais falhas de campo nas colheitadeiras MF 34 / MF 38 referentes aos componentes
elétro-eletrônicos.
Visando uma melhor interpretação, os assuntos foram divididos da seguinte forma:

12.1 - Datavision ............................................................................................................................ 168

12.2 - Elétrica Geral .......................................................................................................................... 169

12.3 - Hidráulica ............................................................................................................................ 170

12.4 - Molinete ............................................................................................................................ 171

12.5 - Motores ............................................................................................................................ 172

12.6 - Outros
Canal elevador ........................................................................................................................ 173
Caracol de descarga .............................................................................................................. 173
Espalhador de palhiço ............................................................................................................ 173
Impressora ............................................................................................................................ 174
Lâmpada de pressão do óleo ................................................................................................ 174
Plataforma ............................................................................................................................ 174
Ventilador ............................................................................................................................ 174

12.7 - Sensores ............................................................................................................................ 175

12.8 - Ar condicionado ..................................................................................................................... 176

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168 12 - Diagnóstico geral de falhas
(12.1 - Datavision)

PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Datavision acusa que um ou ambos ✔ Verifique se os conectores CRP01 e CLP01 estão correta-
os computadores estão inativos ou mente conectados.
temporariamente desligados. ✔ Verifique se a resistências utilizadas pelo CAN BUS dentro
do quadro elétrico no conector C161 e que a resistência
dentro do conector C163 estão corretamente conectadas.

OBSERVAÇÕES:
A resistência correta entre os dois fios de comunicação (verde e vermelho) do CAN BUS pode ser verificado
entre qualquer ponto do cabo. A maneira mais prática é medir entre os pinos 15 e 33 do conector CLP01
ou 15 e 33 do conector CRP01. A resistência correta deve ser de 60-60,8W. Se a resistência medida for de
120W uma das resistências do sistema está rompida. Se a resistência for de 0W uma das resistências ou os
fios do CAN BUS estão em curto.

✗ Datavision não acusa quando o tan- ✔ Verifique se o sensor do tanque graneleiro está acionando
que graneleiro está cheio. aproximando um objeto do mesmo e verificando se o led na
parte traseira do sensor aciona.
✔ Verifique se o conector CLP 03 está corretamente conecta-
do.
OBSERVAÇÕES:
Para testar se o sensor está funcionando ligue a chave de três posições da baliza giratória na sua posição
mais baixa. Quando for acionado o sensor as duas balizas giratórias (dianteira e traseira) devem entrar
em funcionamento.
Verifique se o ponto de conexão W14, dentro do quadro elétrico por onde são alimentados os fios DN475
e IL056 estão com 12 V quando o sensor do tanque estiver acionado.

✗ Terminal liga mas a tela não contem ✔ Verifique o ajuste de contraste utilizando a barra de contras-
escrita. te na parte superior da tela.

✗ Terminal não liga ou desliga durante ✔ Verifique se o fusível DVS 30 de 5A não está rompido.
operação normal. ✔ Verifique se o cabo do terminal está bem conectado ao co-
nector do painel na cabina.
✔ Verifique se o diodo DVD21 do quadro elétrico está coloca-
do no sentido correto e que seus terminais estão limpos.
✔ Verifique se o conector C88 na parte inferior do quadro elé-
trico está conectado corretamente.
✔ Verifique se a chave geral está ligada.

OBSERVAÇÕES:
Os computadores são alimentados por ambas as baterias da máquina, a principal e a reserva do Datavision.
Se a chave geral estiver desligada ou o diodo DVD 21 não estiver operando corretamente os computadores
permanecerão ligados somente enquanto a bateria reserva estiver com suficiente carga.

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12 - Diagnóstico geral de falhas 169
(12.2 - Elétrica geral)
PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Acendedor de cigarros não funciona. ✔ Verifique se o fusível DVS12 15 A não está rompido.
✔ Verifique se a chave geral está ligada.

✗ Buzina não funciona. ✔ Verifique se o fusível DVS07 5 A não está rompido.


✔ Verifique se a chave de partida está ligada.
✔ Verifique se a chave geral está ligada.

✗ Conectores externos não funcionam. ✔ Verifique se a chave dos conectores ILH06 está ligada.
✔ Verifique se o fusível ILS04 7,5 A não está rompido.
✔ Verifique se o conector C2 na parte inferior do quadro elétrico
está bem conectado.

OBSERVAÇÕES:
Verifique se com a chave geral e a tecla de conectores externos ligadas, o ponto W16 no quadro elétrico está
com 12 V.

✗ Limpador de pára-brisas não funcio- ✔ Verifique se o fusível DVS09 15 A não está rompido.
na. ✔ Verifique se o conector C49 no teto da cabina está correta-
mente conectado.
✔ Verifique se a chave de partida está ligada.
✔ Verifique se a chave geral está ligada.

✗ Trilha não liga. ✔ Verifique se o fusível HOS15 20 A não está rompido


✔ Verifique se os relês HOR18 e HOR19 são de 5 terminais e
não 4.
✔ Verifique se o conector C1, na parte inferior do quadro elétri-
co, está corretamente conectado.
✔ Verifique se o conector C35 do atuador da trilha está correta-
mente conectado.

OBSERVAÇÕES:
Para verificar se o estágio de baixa potência está funcionando, acione a trilha e verifique se a tela de colheita
aparece.
Verifique se o relê temporizador / sobrecarga do motor da trilha está sendo corretamente alimentado e que
as saídas para o motor estão corretas.

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170 12 - Diagnóstico geral de falhas
(12.3 - Elétro-hidráulica)

PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Baliza giratória dianteira/traseira não ✔ Verifique se a chave da cabina para a baliza giratória está na
funciona. posição superior.
✔ Verifique o fusível ILS06 7,5 A não está rompido.
✔ Verifique o fusível ILS03 7,5 A não está rompido.
✔ Verifique se a chave de partida está ligada.
✔ Verifique se a chave geral está ligada.
✔ Verifique se o conector C2 na parte inferior do quadro elétrico
está corretamente conectada.

OBSERVAÇÕES:
Para que a baliza giratória funcione junto ao aviso de tanque cheio é necessário que o ponto W14 dentro do
quadro elétrico está com 12 V.

✗ Funções hidráulicas que exigem pres- ✔ Verifique se o fusível HOS13 5 A não está rompido.
são não funcionam. ✔ Verifique se a caixa de acionamento da válvula principal está
sendo alimentada.

OBSERVAÇÕES:
A caixa de acionamento da válvula principal serve para retardar o fechamento de um solenóide para o outro
em 50 ms. Caso não tiver uma caixa de reposição pode-se solucionar o problema juntando-se os 3 fios azuis
DV708, DV709 e DV710.

✗ Tração integral não funciona. ✔ Verifique se o fusível DVS13 5 A não está rompido.
✔ Verifique se o conector C34 está conectado.

OBSERVAÇÕES:
Com o conector C34 desconectado é possível medir se a alimentação para a elétro-válvula do espalhador
está correta.

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12 - Diagnóstico geral de falhas 171
(12.4 - Molinete)

PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Avanço e/ou o recuo do molinete não ✔ Verifique se a tecla de habilitação do manche está ligada.
funciona(m). ✔ Verifique se os fusíveis HOS 08 5 A e HOS 09 5 A não estão
rompidos.
✔ Verifique se o relê HOR 10 é de 5 terminais e não 4.
✔ Verifique se o conector C12, na parte inferior do quadro elé-
trico, está corretamente conectado.

✗ Sobe/desce do molinete não funciona. ✔ Verifique se a tecla de ativação da alavanca multi-funções está
ligada.
✔ Verifique o fusível HOS 07 5 A não está rompido.
✔ Verifique se o relê HOR 08 é de 5 terminais e não 4.
✔ Verifique se o diodo HOD 05 está conectado corretamente.
✔ Verifique se os conectores C1 e C12, na parte inferior do qua-
dro elétrico, estão corretamente conectados.

✗ Velocidade do molinete não varia. ✔ Verifique se a chave de habilitação da alavanca de multi-fun-


ções está acionada.
✔ Verifique se o fusível HOS19 15 A não está rompido.
✔ Verifique se os diodos HOD27 e HOD28 estão colocados cor-
retamente.
✔ Verifique se os reles HOR25 e HOR26 são de 5 terminais e
não de 4.

OBSERVAÇÕES:
Quando é acionado para o molinete aumentar ou diminuir de velocidade é possível visualizar o eixo do
motor do divisor de fluxo girando. Algumas vezes este motor pode trancar e é necessário que ele seja empurrado
para cima enquanto se varia a velocidade com o manche, para desobstruí-lo.

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172 12 - Diagnóstico geral de falhas
(12.5 - Motores)

PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Motor de partida gira mas o motor não ✔ Verifique se há combustível.


entra em funcionamento. ✔ Verifique se o registro de fluxo de óleo para o motor está aber-
to.
✔ Verifique se o fusível DVS06 15 A não está rompido.
✔ Verifique se o conector C31 do solenóide da bomba injetora
está corretamente conectado.

OBSERVAÇÕES:
Normalmente está situação ocorre quando há a falta de combustível no motor que pode ser causado por
algum problema no solenóide da bomba injetora. Este solenóide tem dois estágios, um para Segurar a bomba
injetora e o outro para acioná-la durante o arranque. É necessário verificar que o fio vermelho (baixa potência)
e o fio preto (alta potência) estão sendo alimentados durante o arranque e que fio preto não esteja aterrado.

✗ Motor de partida não gira. ✔ Verifique se a alavanca Multi-funções está na posição neutra.
✔ Verifique se a chave geral está ligada.
✔ Verifique se o fusível DVS20 não está rompido.
✔ Verifique se o fusível DVS05 30 A não está rompido.
✔ Verifique se o conector C14 na parte inferior do quadro elétri-
co está bem conectado.
✔ Verifique se o conector C2 na parte inferior do quadro elétrico
está bem conectado.

OBSERVAÇÕES:
Para verificar se o problema da partida está no circuito de baixa potência (antes do relê) ou de alta potência
(depois do relê) o relê DVR 02 pode ser acionado manualmente no quadro elétrico. Se o motor girar é
provável que o problema está no circuito de baixa potência e se não girar no circuito de alta potência.

✗ Motor de reversão não aciona. ✔ Verifique se a tecla de liga/desliga do canal elevador está na
posição 0.
✔ Verifique se o fusível HOS01 30 A não está rompido.
✔ Verifique se o relê HOR04 é de 5 patas e não 4.
✔ Verifique se a chave geral está ligada.
✔ Verifique se o conector C1 está corretamente conectado.

OBSERVAÇÕES:
O motor de reversão irá ligar somente quando o canal embocador estiver desligado.

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12 - Diagnóstico geral de falhas 173
(12.6 - Diversos)

PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Canal elevador não liga. ✔ Verifique se a trilha está ligada.


✔ Verifique se a tecla de habilitação do manche no painel lateral
está acionada.
✔ Verifique se o fusível HOS02 10A não está rompido.
✔ Verifique se o conector C20 da embreagem do canal está co-
nectado.
✔ Verifique se o conector C1 na parte inferior do quadro elétrico
está bem conectado.

OBSERVAÇÕES:
Se o relê do canal for do tipo de partida suave para milho, substitua o mesmo por um relê normal de 5
terminais. Se funcionar o canal, a partida suave para milho está danificada.
Caso o fusível HOS02 queimar continuamente, verifique a posição dos fios preto e vermelho que ligam a
embreagem.

✗ Caracol de descarga não aciona. ✔ Verifique se o fusível HOS16 10A não está rompido
✔ Verifique se o conector C36 da embreagem do caracol está
conectado corretamente.
✔ Verifique se o conector C1 na parte inferior do quadro elétrico
está bem conectado.

OBSERVAÇÕES:
Para verificar que o estágio de baixa potência está acionando, acione o caracol e verifique se na parte inferior
da tela aparece DESCARREGANDO.
Verifique se os fios que ligam a bobina da embreagem não estão rompidos ou invertidos.
Verifique se o negativo da embreagem está aterrado.

✗ Espalhador de palha não funciona. ✔ Verifique se o fusível DVS16 5A não está rompido.
✔ Verifique se o conector C72 está corretamente conectado.
✔ Verifique se a trilha está ligada.

OBSERVAÇÕES:
Com o conector C72 desconectado é possível medir se a alimentação para a elétro-válvula do espalhador
está correta.

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174 12 - Diagnóstico geral de falhas
(12.6 - Diversos)

PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Impressora não imprime. ✔ Verifique o encaixe da impressora.


✔ Verifique se a chave geral está ligada.
✔ Verifique se o conector C88 na parte inferior do quadro elétri-
co está bem conectado.

OBSERVAÇÕES:
Para que o Datavision possa imprimir a impressora precisa estar habilitada no setup do Datavision. Caso isso
não estiver feito não haverá a opção de imprimir nas telas que contém informações a serem impressas.
A impressora é conectada ao sistema Datavision pelo conector C162. está conexão pode ser verificada retirando
os quatro parafusos do suporte e verificando o encaixe do mesmo.

✗ Lâmpada de pressão de óleo não ✔ Verifique se o sensor de pressão de óleo não está queimado.
ascende

OBSERVAÇÕES:
Para testar se há algum problema com o acionamento da lâmpada de pressão de óleo desconecte o fio do
terminal W do sensor e ligue este diretamente na carcaça do motor. Se a lâmpada acender quando a chave de
partida for girada na posição ligada o sensor de pressão de óleo está queimado.
Outra maneira de testar é de medir a resistência entre o terminal W e a carcaça do motor. Com o motor
desligado está resistência deve ser de 0Ω.

✗ Sobe/desce da plataforma não funcio- ✔ Verifique se a tecla de habilitação do manche multi-funções


na. está ligada.
✔ Verifique se os diodos HOD03, HOD29, HOD21, HOD18,
HOD19, HOD22, HOD04 estão colocados corretamente.
✔ Verifique se os fusíveis HOS05 e HOS06 não estão rompidos.

OBSERVAÇÕES:
Utilize a tela de saída de diagnósticos para verificar se a falha está na chave de entrada ou no circuito que
aciona as elétro-válvulas.

✗ Variador do ventilador não aciona. ✔ Verifique se o fusível HOS17 20A não está rompido.
✔ Verifique se o os relês HOR21 e HOR22 são de 5 terminais e
não de 4.
✔ Verifique a trilha está acionada.
✔ Verifique se o motor está ligado.
✔ Verifique se os conectores C1 e C5 na parte inferior do quadro
elétrico estão corretamente conectados.

OBSERVAÇÕES:
Atuador do ventilador irá acionar somente se o motor e a trilha estiverem ligados.

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12 - Diagnóstico geral de falhas 175
(12.7 - Sensores)

PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Sensores de perdas não funcionam. ✔ Verifique se o conector CLP04 está corretamente conectado.
✔ Verifique se o conector C147 na parte inferior do quadro elé-
trico está conectado corretamente.
✔ Verifique se os terminais do conector para o sensor de perdas
das peneiras não está quebrado.
✔ Verifique se todos os fios dentro da caixa de emenda, que está
logo acima do quadro elétrico, estão corretamente conecta-
dos.

OBSERVAÇÕES:
Os sensores de perdas são ligados diretamente ao Datavision. Caso alguma indicação de perdas não funcionar
deve ser verificado a continuidade entre o conector do sensor e a respectiva entrada no conector CLP04. Se
este teste indicar que a fiação está correta o sensor deve ser substituído.

✗ Sensor de RPM do molinete. ✔ Verifique se existe 8V entre os dois terminais do conector C64
no chicote da plataforma.
✔ Verifique se a conexão elétrica entre a máquina e a plataforma
está correta.

OBSERVAÇÕES:
O sensor de RPM do molinete é alimentado por 8V vindos do Datavision. A medida que o molinete gira o
sensor emite pulsos para o Datavison . Se a alimentação do sensor estiver correta e o sensor não marcar,
substitua o mesmo.

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176 12 - Diagnóstico geral de falhas
(12.8 - Ar condicionado)

PROBLEMA CORREÇÃO

✗ Ar condicionado não liga. ✔ Verifique se termostato está ligado.


✔ Verifique se o ar forçado está ligado.
✔ Verifique se há gás no sistema de ar condicionado.

OBSERVAÇÕES:
Para o ar condicionado ligar os dois pressostatos DVF02 e DVF05 devem estar conectados ao circuito de
acionamento. Se um destes fios for rompido ou estiver desconectados o ar não irá funcionar.

✗ Ventilador do ar forçado não liga. ✔ Verifique se o fusível DVS10 20 A não está rompido.
✔ Verifique se a chave geral está ligada.
✔ Verifique se a chave de partida está ligada.

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13 - Sistema GPS / DGPS 177
O sistema de monitoração e mapeamento da 1
produtividade da lavoura é composto basicamente
pelos seguintes componentes - além, é claro, dos
satélites e antenas receptoras.
Este serviço é administrado, para todo território
brasileiro, pela empresa RACAL.
1- Antena: capta e transmite sinais entre a máqui- 2
na e os satélites;
2- Chicote de interligação dos componentes;
3- Unidade do GPS (caixa preta);
4- Unidade de conversão do sinal para torná-lo ade-
quado ao sistema da máquina. 4

É denominada de caixa RACAL MKIV e é de cor 3


vermelha.

Empresa Racal
A caixa conversora (DGPS) é fornecida pela
empresa Racal, que vende o serviço de transmissão
e conversão para usuários dos mais diversos tipos,
em todo o Brasil.
Mediante um contrato com esta empresa e o
pagamento de uma taxa anual.
Na página seguinte, encontra-se o procedimento, em
linhas gerais, sobre a configuração do sistema DGPS,
para o ajuste da freqüência determinada pela Racal.
Esta operação só pode ser feita por um técnico da
AGCO, devidamente qualificado e treinado.

Vista geral da caixa vermelha.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


178 13 - Sistema GPS / DGPS

Identificação do painel frontal da Caixa


RACAL MKIV.
USER CODE: Número exclusivo da caixa para
possibilitar a habilitação individual de
cada caixa, mediante pagamento da taxa
anual à Racal.
BATT: Esta luz vermelha ascende quando a
voltagem de alimentação é inferior a
11V.
SIG: Indica a força do sinal que está sendo
recebido pela caixa. Deve estar na faixa Identificação frontal do painel
verde.
SYNC: Indica que a caixa está enviando uma
seqüência contínua de dados corrigidos.
ID: Indica se o receptor está habilitado ou
não. O não pagamento da taxa ou a
necessidade de efetuar novo ajuste de
freqüência (programação), conforme
descrito a seguir, determinam o
acendimento desta lâmpada.
GPS: Acende quando a caixa tem uma
posição GPS. Caixa DGPS
DGPS: Acende quando a caixa já tem um sinal
DGPS, ou seja, convertido para uso.

1
4

Programação
Existem dois programas de configuração para a caixa 3
DGPS da Racal:
GPSSETUP . EXE
Componentes necessários para efetuar a
OEM . EXE
habilitação e/ou programação da freqüência do
O primeiro é utilizado para configurar a placa SK8 de
DGPS / RACAL
GPS o segundo para configurar a interface OEM da
caixa. 1- Computador: Desktop ou portátil

O material necessário para este trabalho, está descrito 2- Disquetes de Software: fornecidos pela RACAL
abaixo. (não ilustrados);
3- Cabo
4- Adaptador: utilizado só para a programação da
1a etapa da programação: GPSSETUP . EXE

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


13 - Sistema GPS / DGPS 179
1a etapa: Programação do GPS - SETUP 2a etapa: Programação OEM
(Nesta etapa, utilizar o adaptador (4) do cabo que liga (Nesta etapa, tirar o adaptador (4) do cabo que liga o
o micro à caixa vermelha). micro à caixa vermelha).
a) Para iniciar o programa de configuração da pla- a) Dentro do diretório que contém o arquivo
ca GPS digite gpssetup sk8 dentro do diretório OEM_1V2.EXE, digite OEM_1V2 e pressione EN-
que contém o arquivo gpssetup.exe. TER para iniciar o programa.
b) Quando abrir o programa, pressione F4 para con- b) Da tela inicial pressione F2 para acessar a tela
figurar as portas de comunicação. PORTS e em seguida F1 para acessar COMMS.
Utilize as teclas SETA PARA CIMA e SETA PARA c) Utilize TECLA PARA CIMA e TECLA PARA BAIXO
BAIXO para alterar os valores dos campos e para alterar a seleção e ENTER para selecionar o
ENTER para selecionar o próximo campo. campo seguinte.
c) Verifique se os campos “INPUT BAUD RATE” e d) Verifique se as duas velocidades de PORT 1 es-
“OUTPUT BAUD RATE” estão regulados em 1200 tão reguladas em 1200 Bauds.
Bauds.
e) Pressione F2 para enviar as informações para a
d) Quando as portas estiverem configuradas pres- caixa vermelha.
sione F1 para gravar (salvar) as configurações
f) Pressione ESC para voltar à tela inicial.
na caixa DGPS;
g) Da tela inicial pressione F3 CHANS para acessar
e) Pressione F10 para sair do programa.
a tela de configuração de satélites. Verifique se
as configurações para o satélite BRAZIL estão
conforme o último boletim informativo da RACAL
sobre alterações de freqüência.

Quando estiver configurado corretamente conti-


nue pressionando ENTER até chegar no final da
tabela e receber a mensagem “END OF TABLE”.

Então pressione F2 para salvar as configurações


novas.

h) Verifique também se o BEAM SELECTION MODE


está configurado com a letra “A” para modo Au-
tomático.

Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002


180 Anotações

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 2a Parte: Sistema Datavision Edição 02: 02/2002
Indice 181
1- Introdução .......................................................................................................................... 182

2- Ferramentas necessárias ................................................................................................... 183

3- Componentes do kit Micro-Track - identificação ............................................................... 184

4- Remoção do sensor de rendimento antigo (Se montado) ................................................ 185

5- Instalação do kit Micro-Track


5.1 - Esquema geral da instalação ..................................................................................... 187
Etapa I: Instalação do novo sensor sobre o elevador de grãos ................................... 188
Etapa II: Posicionamento do cabo entre sensor e quadro elétrico ............................. 189

OBS: Ao todo, 4 fios provenientes do Micro-Track precisam ser conectados


às tomadas CRP 04 e CRP 05.
Todos os fios possuem identificação nas extremidades

✎ Conexões a fazer no conector CRP 04 (no computador lado direito)


Etapa III: Conexão do fio DV 761 no pino 17 do conector CRP 04 ............................. 190

✎ Conexões a fazer no conector CRP 05 (no computador lado direito)

Etapa IV: Junção do fio DV 759 ao fio DN 410 do pino 9 (CRP 05) ................. 196 a 199

Etapa V: Junção do fio DV 760 ao fio amarelo do pino 35 (CRP 05) ................ 196 a 199

Etapa VI: Junção do fio DV 762 ao fio DN 412 do pino 10 (CRP 05) ............... 196 a 199

5.2 - Teste, configuração e calibração do Micro-Track ...................................................... 200

6- Diagnóstico de falhas ........................................................................................................ 202

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
182 1 - Introdução

Esta Apostila tem por objetivo fornecer orientações sobre a instalação do kit
sensor de rendimento Micro-Track, nas máquinas MF 34 & 38.
Procuramos detalhar ao máximo cada etapa do trabalho, visando facilitar a instalação
e não deixar dúvidas.
Há 2 situações distintas:
1 - Adaptação do kit em máquinas não equipadas com monitor de rendimento;
2 - Adaptação do Micro-Track em máquinas equipadas com o sensor antigo, que
opera com ondas eletromagnéticas.
O procedimento de instalação do Micro-Track não varia para as 2 situações. A
diferença, é que no segundo caso, deve-se remover o sistema antigo, conforme se
esclarece no capítulo 04.

ATENÇÃO!
Nesta última situação, o emissor e o receptor do sensor antigo
(que opera com ondas eletromagnéticas) deve, impreterivel-
mente ser enviado à AGCO do Brasil, em Canoas, aos
cuidados do Departamento de Serviço e Garantia.

Com o objetivo de obter qualidade no trabalho, algumas condições devem ser


observadas, além de reduzir o tempo de parada da máquina:
✔ Dispor das ferramentas mencionadas no capítulo 02
✔ Ter em mãos todos os itens do kit Micro-Track, mencionados no capítulo 03
✔ Não é necessário ter conhecimentos especializados em eletricidade e/ou eletrô-
nica, porém, se requer atenção e paciência, a fim de realizar as conexões elétri-
cas com perfeição e sem inversões.
OBS: Independente do requisito acima, recomendamos que somente represen-
tantes de serviço da fábrica ou técnicos qualificados de Concessionárias AGCO
façam o trabalho de instalação.
✔ Seguir a ordem dos procedimentos tal como descrito na presente instrução.

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
2 - Ferramentas necessárias 183
Ferramentas universais:
1 - Chave Allen de 5 mm: Para remover o emissor
de ondas eletromagnéticas do sensor antigo (Se 6
instalado na máquina).

2 - Kit de ferramentas universais, normais.


3
4
3 - Alicate especial para prensar (grimpar) terminais
elétricos.

5
4 - Estilete de corte. 1

Ferramentas especiais.
5 - Ferramenta extratora de pinos.
Esta ferramenta é imprescindível para a correta
extração dos pinos dos conectores CRP 04 e
CRP 05, sem danificar componentes.
Veja na página 195 uma instrução detalhada
sobre o uso desta ferramenta.

6 - Pistola de aquecimento (500 a 600 °C).


O aquecimento é indispensável para moldar
corretamente a manta termo-retrátil (item 9 do
kit de componentes).
OBS: Pode-se utilizar também um maçarico à
gás.
Para ambos os recursos, todas os cuidados de-
vem ser tomados quanto a segurança.

Ferramentas necessárias em caso de o Micro-


Track não responder adequadamente e serem
necessários testes de tensão. 7

Veja instruções na página 202.

7 - Chicote para teste: faz parte da maleta de Di-


8
agnósticos do Datavision;

8 - Multímetro.

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
184 3 - Componentes do kit Micro-Track

1 - Sensor Micro-Track

2 - Cabo principal: faz parte do sensor e interliga o


sensor ao quadro elétrico geral da máquina 2

1 3
3 - Segmento de cabo: liga o cabo principal às to-
madas CRP 04 e CRP 05

4 - Parafusos de fixação do sensor Micro-Track (1)


ao suporte (5), montada sobre o elevador de
grãos

4
5 - Suporte do sensor (1) sobre o elevador

6 - Parafusos de fixação do suporte (5) ao cabeço-


te do elevador de grãos;

5
7 - Cintas de fixação: para fixar o cabo principal (2)
ao chicote principal da máquina 1

8 - Junções em "Y": usados na junção do segmen-


to (3) aos chicotes dos conectores CRP 04 e
CRP 05

9 - Manta termo-retrátil: usada para vedar a liga-


ção dos chicotes às tomadas CRP 04 e CRP 05 8
- veja Etapas III a VI
OBS: A manta deve ser cortada ao meio, para
ser usada em ambos os conectores. 6
7
11
10 - Pinos: substituirão aqueles que serão cortados
para realizar a junção e/ou inserção de fios no 10
interior dos conectores CRP 04 e CRP 05 9
OBS: São necessários apenas 3 pinos - os de-
mais são para reserva.

11 - Isoladores: usados em conjunto com os pinos,


conforme demonstrado nas Etapas III a VI

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
4 - Remoção do sensor de rendimento 185
antigo (Se montado)
Remoção do receptor:

OBS: Para um fácil acesso aos componentes


localizados sobre o elevador de grãos, bascule o
conjunto do radiador e trocadores de calor
conforme mostrado ao lado.

a) Desconecte o cabo (1) do receptor.

☞ IMPORTANTE:
Este cabo não será utilizado para o
Micro-Track. Mesmo assim, pode-se
optar por remover o cabo do chico-
te ou deixá-lo. Neste último caso,
atente para o seguinte:
A extremidade do cabo precisa ser hermetica-
mente fechada, isolada, vedada e fixada à al-
gum ponto fixo, por 2 razões:
1 - Manter a integridade dos contatos para
uma eventual reutilização futura;
2 - Um dos fios é energizado em 1100 Volts!
Qualquer curto com a carcaça da máquina,
pode gerar a queima de componentes do
computador ou causar incêndio.

3 1
b) Remova os parafusos (2) de fixação do recep-
tor (3) e remova o receptor.
No lugar destes componentes, será montado o
Micro-Track conforme descrito na Etapa I.

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
186 4 - Remoção do sensor de rendimento
antigo (Se montado)
Remoção do emissor de ondas eletromagnéticas

a) Com a chave (1), que acompanha a chave da


cabina e da partida, remova a chapa de fecha-
1
mento (2).
Esta remoção dá acesso aos parafusos Allen
frontais (3), lacrados; 2

b) Com uma chave Allen 5 mm, remova os para-


4
fusos (3) - 2 na frente e 2 no outro lado do emis-
sor (4);

c) Remova o emissor (4).


3

ATENÇÃO!!
Tanto o emissor (4), quanto o recep-
tor (5), são de propriedade da AGCO
do Brasil.
É IMPRESCINDÍVEL que estes componentes
sejam encaminhados para o Departamento de
Serviço e Garantia da AGCO do Brasil em Ca-
noas - RS.

☞ NOTA:
Após a remoção do emissor (4), ins-
pecione a chapa de alumínio
rebitada (6).
Se a mesma apresentar desgaste, substitua-a
por uma nova, confeccionada em aço inox para
maior resistência à abrasão dos grãos.
A chapa em aço é, atualmente, normal de li-
5
nha.
6

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
5 - Instalação do kit Micro-Track 187
5.1 - Esquema geral da instalação

1
2

Conector CRP 04
Pino 17 DV761 Sinal, sensor
1 2 Conector CRP 05
Pino 9 DV759 Terra p/ sensor
Pino 10 DV762 Terra (carcaça)

3a Pino 35 DV760 Aliment. 12 V

4
5

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
188 5 - Instalação do kit Micro-Track

Identificações dos esquemas da página anterior


1 - Sensor Micro-Track
2 - Cabo principal
3 - Segmento de cabo
4 - Conector CRP 04 (computador - lado direito)
5 - Conector CRP 05 (computador - lado direito)

Etapa I: Instalação do Micro-Track sobre o elevador de grãos


a) No lugar do receptor do sensor antigo, fixe o 7 6
suporte (6) com os 2 parafusos (7), contidos no 6a
kit;
b) No suporte (6), fixe o sensor Micro-Track (1), com
os 4 parafusos que acompanham o kit - veja o
capítulo 3. Posicione o sensor na abertura (6a)
e instale os 4 parafusos nos pontos indicados
pelas setas.

☞ NOTA:
Observe as setas indicadoras (1a)
do sentido do fluxo de grãos em
relação as hastes sensoras (1b):
a instalação será correta se o cabo
(8) do sensor ficar voltado para
dentro da máquina - figura abai-
xo.

Observe os pontos de passagem do cabo (8), a partir 1a


do sensor (1).
Veja próxima etapa:

8 1

1b

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
5 - Instalação do kit Micro-Track 189
Etapa II: Posicionamento do cabo entre sensor e quadro elétrico

☞ NOTA:
Em máquinas onde está se retirando o sensor antigo, fixe o cabo com as
presilhas plásticas (que acompanham o kit), ao longo do chicote, acompa-
nhando o cabo do sensor removido .
É o caminho indicado na seqüência:

1
Saído do sensor (1), o cabo (8) se une ao chicote
que passa na parede traseira do tanque de grãos,
no ponto indicado pela seta na figura abaixo.

Atravessando a máquina até o lado esquerdo, o 8


cabo deve acompanhar sempre o chicote principal
(9), que se dirige ao quadro elétrico.

Caracol de enchimento
do graneleiro

Sob o quadro elétrico, o cabo (8) se conecta ao


segmento de cabo (ver item 3 do esquema do início
da pág. 187), através do conector (3a).
Esta conexão é feita após as etapas III, IV, V e VI
descritas na seqüência.

3a

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
190 5 - Instalação do kit Micro-Track

Conexões a fazer no conector CRP 04 (no computador lado direito)

Etapa III: Conexão do fio DV 761 no pino 17 do conector CRP 04

☞ N OTA :
Ao todo, 4 fios provenientes do Micro-Track precisam ser conectados
aos conectores CRP 04 e CRP 05, conforme esquema apresentado na
pág. 187.
No conector CRP 04, apenas um fio (DV 761) deve ser conectado, con-
forme descrito a seguir.
OBS Todos os fios possuem o respectivo código de identificação im-
presso nas extremidades

Procedimento para a Etapa III


OBS: A finalidade do fio DV 761 conectado ao
conector CRP 04, pino 17, é enviar o sinal do
sensor.

a) Desconecte os conectores CRP 04 e CRP 05.


CRP 05
Para isso, destrave a parte frontal com auxílio
de uma chave de fenda conforme mostrado ao
lado;
CRP 04

b) Cuidadosamente, passe os conectores por trás


das CPUs, puxando-os por baixo.
A finalidade é facilitar o acesso, proporcionan-
do maior comodidade para a realização do tra-
balho;

1
c) Com um estilete, corte a manta termo-retrátil
(1) e descarte-a;

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
5 - Instalação do kit Micro-Track 191
d) Remova a cobertura (2) do conector.
Para isso, comprima a trava (3) e desloque a
2
cobertura (2) no sentido indicado pela seta;

e) Remova os 2 separadores de fios (4).

☞ NOTA:
Observe o correto encaixe dos
separadores (4) na montagem dos
4
conectores.

f) Corte e descarte uma extensão de 15 mm da


extremidade da mangueira (5);

☞ CUIDADO! 15 m

Ao cortar a mangueira, tome o má-


ximo de cuidado para não atingir
o(s) fio(s) .

g) Faça mais um corte na mangueira, a 120 mm


da extremidade.
O segmento de mangueira cortada (6) ficará em
120 7
contato com o conector e a abertura com ex- mm
tensão de 15 mm (7) é o local onde será monta-
da a junção em "Y" mais adiante;

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
192 5 - Instalação do kit Micro-Track

h) Localize o fio amarelo - correspondente ao pino


N° 17;

☞ NOTA:
A identificação dos pinos - N° 1 a
35, você encontra na região 8
indicada pelas setas, junto a cada
um dos pinos.

i) Com a ferramenta extratora de pinos (8), saque


o pino N° 17 com o fio amarelo.
OBS: Veja após a descrição da presente Eta-
N° 17
pa, o esquema de uso da ferramenta (8).

j) Com um alicate, corte a extremidade do fio


amarelo, incluindo o pino.
OBS: O fio amarelo, correspondente ao pino
N° 17, será desativado. Por isso, a extremida-
de do fio, incluindo o pino, deve ser descarta-
da.
Em seguida, dobre o fio para trás e deixe-o no
chicote. Não há necessidade de isolar a ponta
do fio.
N° 17

l) Introduza o fio DV 761, com pino, proveniente


do Micro-Track, através do segmento de man- DV 761
gueira (6), de 120 mm.

☞ NOTA:
Dos 4 fios que precisam ser conec-
tados, o DV 761 é o único que já vem
6

DV 761
com um pino e isolador montados
na extremidade.
Isto porque, os 3 fios a serem conectados no
conector CRP 05, precisam ser unidos a fios já
existentes nos pinos N° 9, 10 e 35. N° 17

m) Encaixe corretamente o novo pino N° 17 no alo-


jamento original, identificado por "17" no corpo
do conector.
Para isso, empurre o fio até completar o encai-
xe do pino.
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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
5 - Instalação do kit Micro-Track 193
Fechando a junção "Y": 10
n) Posicione as mangueiras (5 e 6) do chicote do
conector e a mangueira (9) do segmento de
chicote do kit tal como mostrado na figura ao
lado; 5

o) Encaixe uma parte da junção "Y" (10) por baixo


conforme mostrado;
OBS: Dobre adequadamente os fios que apre- 6
sentarem excesso de comprimento;
p) Feche a junção firmemente, através das presi- 9
lhas da mesma;

Fechando e isolando o conector:


q) Corte ao meio a manta termo-retrátil (11) con-
forme mostrado no detalhe. 11

Empurre um pedaço da manta (11) sobre o co-


nector ainda aberto;
OBS: Antes de fechar o conector, observe o
correto encaixe dos separadores de fios con-
forme salientado após o passo e)

r) Feche o conector, encaixando e empurrando a 6


cobertura (2);

11

s) Encaixe a extremidade do segmento de man-


gueira (6) no conector.
OBS: Se necessário, instale uma cinta de fixa-
ção (12) conforme mostrado e corte a sobra; 12

6
11

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
194 5 - Instalação do kit Micro-Track

t) Posicione a manta (11) de modo a envolver a


junção do conector com a mangueira (6);
11

u) Com a pistola especial (ar quente a 500 a 600


°C), ou maçarico, aqueça a manta termo-retrátil
(11).

☞ NOTA:
Mantenha a pistola a uma distância
de 20 a 25 cm da manta, cuidando
para evitar o excesso de tempera-
tura que pode danificar componen-
11 12
tes do chicote elétrico e conector.

v) Posicione a identificação (12) do Ñ° do conec-


tor, conforme mostrado.
Jamais descarte tais identificações.
A figura ao lado, mostra o trabalho referente ao
conector CRP 04 concluído.

Abaixo, um roteiro esquemático da Etapa III descrita até aqui

Chicote do sensor

Sensor

Segmento
de cabo

Fio amarelo
desativado

Conector
CRP 04 Junção "Y"

Chicote do conector
Pino N° 17 CRP 04
__________________________________________________________________________________________________________
Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
5 - Instalação do kit Micro-Track 195
Uso da ferramenta extratora de pinos
A operação realizada com a ferramenta extratora, é muito difícil de ser realizada
sem ela. Corre-se o risco de danificar componentes, em especial os alojamentos
dos pinos no interior dos conectores.
O problema, neste caso, é que o(s) pino(s) (1) não ficarão presos adequadamente.
Em conseqüência, ao encaixar um conector na tomada dos computadores, o(s) pino(s)
podem deslocar-se para trás, não encaixando ou encaixando mal.
Gera-se aí um problema sério, que pode manifestar-se mais tarde, sendo, portanto,
de difícil diagnóstico.
Observe no esquema abaixo a operação realizada pela ferramenta (2): os pinos
(1) são retidos no alojamento (3) pelas travas laterais (4). A ferramenta comprime
estas travas de forma prática, rápida e sem risco de danos ao alojamento (3).
No momento em que as travas (4) estiverem comprimidas (fechadas), o encosto (6)
da ferramenta saca o pino por cima do conector.
OBS: Nos casos em que a ferramenta (2) não conseguir sacar o pino (1), pode ser
necessário soltar a porca (5) e deslocar as pontas (7) para frente.

1 3 4 7 6 5 2

__________________________________________________________________________________________________________
Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
196 5 - Instalação do kit Micro-Track

Etapa IV: Junção do fio DV 759 ao fio DN 410 do pino 9 (CRP 05)
Etapa V: Junção do fio DV 760 ao fio amarelo do pino 35 (CRP 05)
Etapa VI: Junção do fio DV 762 ao fio DN 412 do pino 10 (CRP 05)

Fios representados em pontilhado = já existentes e que serão


Esquema geral envolvendo as Etapas IV, V e VI
Conexões a fazer no conector CRP 05

unidos aos 3 fios provenientes do sensor.

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
5 - Instalação do kit Micro-Track 197
Ligações a serem executadas no conector CRP 05

O procedimento para as 3 ligações que devem


ser feitas no interior do conector CRP 05 é
semelhante ao descrito para o conector CRP 04,
Etapa III - páginas 190 a 194.
As diferenças são:
1 - No conector CRP 05, são três ligações ao in-
vés de uma;
2 - No CRP 04, o fio DV 761, com o respectivo
pino, ocupou o lugar no pino N° 17.
CRP 05
Já no CRP 05, os 3 fios (DV 759, DV 760 e DV
762), se unem aos fios DN 410, fio amarelo e
DN 412, localizados nos pinos N° 9, 35 e 10 res-
pectivamente.
Ficarão, desse modo, 2 fios ligados a cada um
desses pinos - veja esquema na página anteri-
or.

DV 759, DV 760 e DV 762


Procedimento
a) Corte a manta termo-retrátil de vedação e abra
o conector CRP 05;

b) Faça os cortes da mangueira (1) e passe os fios


DV 759, DV 760 e DV 762 conforme mostrado
ao lado;
1
2
c) Etapa IV:

Retire o fio DN 410 e pino N° 9, usando a ferra-


menta extratora conforme explicado na pági-
na 195;

d) Corte o pino (2) do fio DN 410 - figura ao lado;

e) Faça a junção dos fios DV 759 e DN 410, insta-


le um isolador + pino contidos no kit e intro-
duza-os no alojamento identificado por "9".
Veja na página 199, um roteiro esquemático
completo para esta operação.

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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
198 5 - Instalação do kit Micro-Track

f) Etapa V: Retire o fio amarelo (sem Número) e pino N° 35, usando a ferra-
menta extratora;
g) Corte o pino do fio amarelo;

h) Faça a junção do fio amarelo com o fio DV 760, instale um isolador + pino
contidos no kit e introduza-os no alojamento identificado por "35".

i) Etapa VI: Retire o fio DN 412 e pino N° 10, usando a ferramenta extratora
conforme explicado na página 195;
j) Corte o pino do fio DN 412;

l) Faça a junção dos fios DV 762 e DN 412, instale um isolador + pino contidos
no kit e introduza-os no alojamento identificado por "9".
Veja abaixo e na página 199, um roteiro esquemático completo para esta
operação.

Operações finais:

1 - Conecte o chicote do sensor Micro-Track ao


segmento de chicote em "Y", de onde foram
feitas as ligações ao CRP 04 e CRP 05

2 - Cuidadosamente, passe os conectores CRP 04


e CRP 05 por trás dos computadores e encaixe- Conector C-210
os nas respectivas tomadas;
3 - Faça a configuração, testes e calibração do sis-
tema no Datavision - veja a página 200.

Instrução para junção de fios e a ligação destes aos pinos


Nas Etapas IV, V e VI, a operação de junção de fios,
montagem do isolador e pino e o encaixe no
respectivo alojamento do conector CRP 05, será
realizada 3 vezes.

☞ N OTA :
É fundamental realizar estas opera-
ções da maneira mais cuidadosa pos-
Isoladores

Pinos
sível, a fim de evitar problemas de fun-
cionamento elétrico, que geralmente
se manifestariam no futuro.
Ao lado, itens do kit de instalação do Micro-
Track.
Veja identificação geral na página 184
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5 - Instalação do kit Micro-Track 199
Passos:

1° Passo: desencapar ambos os fios em 5 mm na
extremidade;
2° Passo: unir as extremidades desencapadas;

3° e 4° Passo: Posicionar o isolador (1) e o pino


(2) sobre o fio;

5° Passo: dobrar as garras, na ordem indicada,
ou seja, primeiro as traseiras (sobre o isolador) e
depois as dianteiras (sobre a parte desencapada
do fio.


1 2


1
2

OBS: Dobre as garras do



terminal com firmeza,
utilizando um alicate de
prensar (grimpar)
terminais.

6° Passo: verifique a firmeza


6° da ligação do fio com o pino.
1 Manualmente, empurre o
conjunto fio(s) + isolador (1)
+ pino (2) para o respectivo
alojamento do conector.
As travas (3) devem encaixar
nos pontos indicados pelas
3 setas.

2
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Sistemas Elétro-eletrônicos - MF 34 e 38 - 3a Parte: Kit Micro-Track Edição 02: 11/2001
200 5 - Instalação do kit Micro-Track

5.2 - Teste, configuração e calibração do Micro-Track

O sensor de fluxo de grãos se baseia na ação


mecânica dos grãos contra os 2 dedos sensores (1),
que são conectados à uma chapa sensora (Stringage) 2
no interior do alojamento (2).
Os pulsos elétricos gerados, são lidos e
interpretados pelo computador direito, através do
conector CRP 05, pinos N° 9, 10 e 35.

Ativação do Micro-Track no
Datavision:

☞ NOTA:
Para fazer esta configuração, a má-
quina deve estar em situação de
colheita, porém, pode permanecer
parada.
- A plataforma deve estar abaixo de 50 cm
de altura;
- A trilha deve estar acionada;
- A plataforma e canal também acionados;
- O motor em rotação de trabalho.

Na tela do Datavision, siga o seguinte roteiro:

MENU PRINCIPAL >


DIAGNÓSTICO >
PREPARAÇÃO DO SISTEMA >
REGULAGEM DA MÁQUINA: Forneça a Senha (em poder apenas dos representantes
de serviço AGCO) >
PREPARAÇÃO DO EQUIPAMENTO >
SENSOR DO MEDIDOR DE RENDIMENTO: Verifique se o mesmo está acionado
(LIG.). Caso esteja Desligado, aperte a tecla (LIG. / DESL.) >
RETORNAR >
TIPO DE EQUIPAMENTO >
SENSOR DO MEDIDOR DE RENDIMENTO >
ENTRADA: Selecione a opção "Medidor de Produtividade 1", que corresponde ao Micro-
Track >
RETORNAR >
RETORNAR >
MENU PRINCIPAL.
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5 - Instalação do kit Micro-Track 201

Teste do Micro-Track:
O objetivo é verificar a resposta proporcionada pelo
sistema no Datavision e no segundo momento,
ajustar o Ponto Zero, condição primordial para
utilização do sistema.
a) Certifique-se de que os ajustes quanto a largu-
ra da plataforma e diâmetro dos pneus estão
corretos - Caminho: MENU PRINCIPAL >
CÓDIFICAÇÃO > TIPO DE PNEU.
Para largura de plataforma: MENU PRINCIPAL
> CÓDIFICAÇÃO > MEDIÇÃO DE SUPERFÍ-
CIE > LARGURA DE CORTE;

b) Faça a zeragem dos dados de colheita que


etiverem armazenados: MENU PRINCIPAL >
INFORM. DE COLHEITA > REGISTRO DE DA-

DOS > ZERAR TODOS OS LOTES;

c) Acesse a tela ilustrada ao lado: MENU PRIN-


CIPAL > DIAGNÓSTICOS > SENSOR DE

d)
RENDIMENTO:

Veja no retângulo pontilhado da Fig. ao lado:


O item "Ajuste" deve estar indicando o valor
☞ NOTA 1:
Se a obtenção do ajuste do "Ponto
Zero" for positiva, faça a calibração
operacional para a colheita, a saber:
de 100
a) Ajuste da cultura a ser colhida: MENU PRINCI-
O item "Contador" deve estar indicando o va-
PAL > AJUSTES > AJUSTES DE COLHEITA.
lor de 450 a 500.
b) Calibração, usando-se uma carga colhida
e) Acione o motor e abaixe a plataforma para uma
para referência. Consulte o Manual do Ope-
altura inferior a 50 cm;
rador
f) Acione a trilha e a plataforma e acelere o motor
NOTA 2
para rotação de trabalho:
Se, porém, o Ponto Zero não for obtido após
Após aproximadamente 1 minuto, o item "Pon-
o procedimento acima, repita-o.
to Zero" da tela deve apresentar um valor bem
Se persistir o problema, consulte o capítulo 6
próximo ou igual ao mostrado no item "Conta-
(página 202).
dor".
OBS: Após este tempo, terá se obtido o NOTA 3
ajuste do "Ponto Zero".
Todos os procedimentos a nível operacional,
Note que não é exibida na tela uma após procedimento de zeragem "Ponto Zero",
mensagem informando isso de forma direta,
são idênticos aos já conhecidos e utilizados para
porém, se o valor do item "Ponto Zero", após
o sensor antigo (com ondas eletromagnéticas).
1 minuto, se igualar ou aproximar ao item
"Contador", temos a confirmação necessária. Consulte a Seção 8 do Manual do Operador
da colheitadeira.

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202 6 - Diagnósticos de falhas

Se o Datavision não responde adequadamente ao ajuste do "Ponto Zero", siga o roteiro


abaixo:
1° Passo: 4° Passo:
Com a máquina estacionada, porém, com a trilha e Com a chave de ignição ligada, peça a um auxiliar
plataforma acionados e motor em rotação de para abrir a tampa de inspeção (1) e mover
trabalho, acesse a tela M ENU P RINCIPAL > lentamente os dedos sensores (2) do Micro-Track
DIAGNÓSTICOS > ENTRADAS LADO DIREITO: para a frente da máquina (correspondendo ao
Verifique se o item "Sistema de Trilha" está em "ON", sentido da seta (3) sobre o sensor:
ou seja, ligado.
Se não estiver, pode estar havendo problema no 1
acionamento da trilha.
Agora, conduza a máquina para frente, e verifique,
na tela do MENU COLHEITA, se a velocidade de
avanço é registrada,

2° Passo:
Siga todo o roteiro de calibração dos controles de
altura da plataforma.
Não esqueça que todos os procedimentos de
verificação do Micro-Track devem ser feitos com 3
plataforma abaixo de 50 cm. Neste ponto pode estar
havendo erro, por isso, faça a calibração do Ponto 2
Zero da Altura de Corte (Seção 4 do Manual do
Operador).
Ao movimentar os dedos (2) para frente, o valor
O símbolo de plataforma existente na base da tela
registrado na tela mostrada na página anterior, no
do Datavision indica plataforma abaixo de 50 cm.
item "Contador", deve aumentar (Tela = MENU
PRINCIPAL > DIAGNÓSTICOS > SENSOR DE
3° Passo: RENDIMENTO:
Certifique-se de que todos os sensores de rotação Se isso não ocorrer, é necessário medir algumas
de eixos da máquina tem a informação registrada tensões, junto ao quadro elétrico, conforme descrito
no Datavision. na próxima página.
MENU PRINCIPAL > CONTROLES > VELOCIDADES
DE EIXO:

Verifique a rotação do sem-fim de enchimento do


tanque de grãos: deve estar em torno de 425 rpm
☞ NOTA - esclarecimento:
Veja que existe uma diferença fun-
damental entre o sensor antigo (po
ondas eletromagnéticas) e o Micro-
Retorne o motor à marcha lenta, desligue a Track:
plataforma e a trilha.
No antigo: quanto maior a vazão de grãos, me-
nor era o sinal (Contador) emitido ao Datavisi-
on, pois o feixe do ondas ficava mais bloquea-
do.
No Micro-Track, quanto maior a vazão, maior o
valor registrado no item "Contador", pois maior
é a ação mecânica sobre os dedos (2).
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6 - Diagnósticos de falhas 203
Teste de alimentação (12 +/- 0,5 V) do Micro-Track

Ver Nota Pino N° Fio N° Função Descrição


CRP05 - 9 DV 759 Carcaça do sensor Conexão terra do sensor
CRP05 - 10 DV 762 Sensor Micro-Track Conexão terra da carcaça
01 CRP04 - 17 DV 761 Sinal do Micro-Track Ativo = 8 V Passivo = 0 V
02 CRP05 - 35 DV 760 Alimentação do sensor 11,5 a 12,5 Volts

OBS 1: O sinal (freqüência) emitido pelo Micro-Track não pode ser medido com um
instrumento comum. Portanto, se a suspeita recair sobre o sinal emitido, providencie
a troca do sensor.
OBS 2: A medida da tensão de alimentação 12 V do Micro-Track deve ser medida
entre os pinos CRP05-35 e CRP05-9, conforme esquema abaixo

Procedimento
a) Como a medida precisa ser feita com o conec-
tor CRP 05 encaixado na tomada do computa-
dor, será necessário intercalar o chicote de tes-
te (4) que acompanha a maleta de testes do
Datavision.
4
Observe na figura ao lado, a maneira como é
usado o Multi-teste: as pontas de prova são in-
troduzidos nos terminais de teste:
N° 9 (neutro, terra) - ponta preta
N° 35 (alimentação 12 V) - ponta vermelha
Se necessário, consulte a segunda Parte da
presente Apostila.

b) Para a leitura, não esqueça de ligar a chave de


ignição.
Se a tensão de 11,5 a 12,5 Volts não for atingi-
da, examine o sistema elétrico para averiguar a
causa, podendo ser inclusive, bateria
descarregada.
Se a tensão for nula, pode ser fio rompido ou
computador não emite tensão no pino N° 35
Consulte a primeira Parte da presente Aposti-
la.

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