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A IMPORTÂNCIA DO AMBIENTE DE INOVAÇÃO NUMA EMPRESA

MORAIS, José Welliton


ROMANO, Rosana Schwansee

RESUMO

Nos dias atuais o mercado consumidor tem sido marcado por intensas
transformações em função de demandas por novos serviços, além da revolução
tecnológica que a sociedade vem experimentando, culminando na necessidade de
eficiência de produtos e serviços para uso das pessoas. Alicerçado nestes nortes, o
objetivo do presente artigo é refletir a importância da inovação nas empresas
enquanto vantagem competitiva que as façam perpetuar-se no mercado. A
metodologia utilizada foi a bibliográfica, em consulta a obras diversas. Conclui-se o
trabalho com a concepção de que as empresas precisam investir em gerência de
inovação alicerçada em sinais que as façam conceber as demandas do mercado e
suas ameaças, de forma a ter seus produtos e serviços satisfatórios ao público
consumidor.

Palavras-chave: Competitivo. Inovação. Mercado. Produtos.

Introdução

As organizações nos dias atuais têm buscado maneiras de garantir sua


competitividade no mercado e para isso, têm lançado mão de estratégias que a
mantenham em crescimento num ambiente dinâmico, marcado pela globalização e
pela fluidez com que as informações trafegam em todo o mundo. Neste prisma,
concebe-se que sua competitividade estará em função de sua capacidade de
adequação às transformações porque passa o ambiente ao qual estar inserida.
Além dos fatores elucidados, o cenário financeiro mundial tem sido marcado
por incertezas que desafiam as empresas a buscarem diferenciais que as façam
competitivas, na luta de superar seus adversários no que se refere a concorrência
por clientes. Assim, elas são levadas a redefinição de objetivos, planejamento de
caminhos a serem trilhados, bem como serem ágeis para adaptação as mudanças
iminentes que o cenário turbulento as fazem tomar.
Em função do exposto, é comum que empresas diversas busquem
ferramentas e técnicas que sejam potencializadoras de seus aspectos gerenciais, a
fim de vislumbrar vantagens competitivas associadas a diversificação de negócios e
sobretudo, no processo da inovação de seus produtos e serviços. As transformações
mencionadas têm culminado em reflexos nos ambientes na forma de novos modelos
de gestão, ao novo perfil que o consumidor tem apresentado e, principalmente, a
forma de relacionamento com os clientes.
O que se pode inferir, é que a empresa incorpora vantagens competitivas,
quando conseguem ser resolutas no mercado, agindo com eficiência e rapidez de
acordo com os estímulos orquestrados pelo ambiente em que se inserem, bem
como na apresentação de produtos e serviços inovadores, que atendam as
expectativas e demandas dos clientes.
Assim, o objetivo do presente artigo é refletir a importância da inovação nas
empresas enquanto vantagem competitiva que as façam perpetuar-se no mercado.
A metodologia utilizada foi bibliográfica, onde o pesquisador trilhou leituras
diversas que tratassem do temam, como livros, artigos científicos, revistas,
periódicos e outros.
Dentre os autores pesquisados, destacam-se Barbieri et al. (2004);
Christensen (2003); Drucker (1997); Mitchell e Coles (2004); Rabechini Jr. e Correa
(1996); Schumpeter (1998) e Terra (2009).

Desenvolvimento

Nos dias atuais, o termo inovação organizacional traduz-se como sendo um


tema de estudos e pesquisas acadêmicas e empresariais de maneira diretamente
proporcional a elevação das estatísticas em crescimento e competividade no
mercado e sua dependência com as inovações que surgem nas organizações. Por
conta de tais motivos, torna-se crucial que se analise o contexto inovacional através
de uma perspectiva de abrangência mais ampla.
A palavra inovação traz em sua gênese, a lembrança de significados
diversos que a depender do contexto, pode-se vislumbrá-lo como que pouco
detalhados e muitas vezes, específicos e por demais detalhados. Segundo o
Dicionário Aurélio, inovação significa “ato ou efeito de inovar” (FERREIRA, 1996, p.
949). Entretanto, esta palavra possui sua gênese no latim innovo, innovare que
dentre outros significados, quer dizer tornar novo, renovar ou implementar alguma
novidade de qualquer espécie, ou seja, esta palavra vem do termo innovatione, que
significa renovado, tornado novo, afirma Barbieri et. al. (2004) e Machado (2004).
Nesta perspectiva, inovação é concebido como algo novo, ou seja, um produto ou
serviço, alguma coisa que cause surpresa ao consumidor, que atenda as suas
expectativas, necessidades (CHRISTENSEN, 2003).
Segundo Schumpeter (1998) existe uma considerável diferença entre
invenção e inovação, posto que a primeira remete ao significado diverso da
inovação. A inovação pode ocorrer sem ter sua gênese na invenção, e esta, é a
descoberta, a origem de novos processos e produtos, novas metodologias, novos
bens de capital que são desenvolvidos pelo trabalho de engenheiros e cientistas.
Neste ponto, o autor destaca que efetivamente:

Enquanto não forem levadas à prática as invenções são economicamente


irrelevantes. E levar a efeito qualquer melhoramento é uma tarefa
inteiramente diferente da sua invenção e uma tarefa, ademais, que requer
tipos de aptidão inteiramente diferentes. Embora os empresários possam
naturalmente ser inventores exatamente como podem ser capitalistas, não
são inventores pela natureza de sua função, mas por coincidência e vice-
versa. (SCHUMPETER, 1988, p. 62).

Para Drucker (1997) o ato de inovar requer, necessariamente uma invenção


e o ato de comercializar, pois sem isso, não haveria sentido para esta persiga pelas
empresas. O autor pondera assim, que a invenção é algo e a transformação deste
algo e mais alguma coisa, algo de novo e aceitável pelos clientes é algo totalmente
novo.
Barbiere (2004) corrobora com a ideia de Drucker (1997) e diz que a
renovação vai mais abrangente, pois a invenção é “[...] uma ideia elaborada ou uma
concepção mental e algo que se apresenta na forma de planos, fórmulas, modelos,
protótipos descrições e outros meios de registrar ideias” (2004, p. 44).
Para este autor, para que uma invenção seja considerada como um invento
inovador, deve garantir um efetivo sucesso no mercado.
Para Gundling (2009) existe um paradigma acerca do impacto que a
inovação orquestra numa empresa e no mercado. O autor pondera que a inovação
pode ser traduzida como sendo um conjunto de ações que exprime resultados para
a empresa ou organização diversa, seja como melhoria dos serviços prestados e/ou
obtenção de lucro.
Gundling (2009) diz também, que é preciso muitas vezes, levar os
funcionários de uma organização a diferenciar inovação de criatividade, pelo fato de
que indiscutivelmente, a inovação gera determinados impactos na organização,
entretanto esta é muito além do que uma ideia criativa, porque é capaz de
implementar transformações na instituição de forma perceptível a todos.
A inovação baseia-se no discernimento do que favorece a possibilidade de
mudança das conjunturas para a inovação. É a proposta de mercancia ou correlação
no meio social das criações, desempenhando o vínculo de situações divergentes,
sendo elas; descobrimento, essa que independe do sentido e da função social com a
eventualidade de adquirir respostas financeiras com criatividade.
A ideia coloca-se como inovação. Esta vista e considerada como um suporte
que auxilia no aprimoramento e na ampliação dessas ideias que se correlacionam
com estratégia e inovação. Logo, para que venha a se lançar uma novidade no meio
social é necessário que se realize inúmeros e incansáveis pesquisas para que se
obtenha resultados satisfatórios de tudo que se pretenda lançar e
consequentemente propagar.
De acordo com o Manual de Oslo, publicado pela OCDE (2005, p. 55): “uma
inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou
significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou
um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local
de trabalho ou nas relações externas”
Assim, Drucker (1997) diz que uma organização pode causar dois tipos de
impactos a partir da inovação: 1) do ponto de vista organizacional, que é as ações
protagonizadas pela organização para transformar as habilidades a fim de ofertar
novos produtos. Neste prisma, tem-se uma inovação superficial ou radical, que no
primeiro caso seria a simples melhoria de um produto ou serviço e uma mais
profunda, que seria a oferta de um produto diferente do que era antes. O segundo
tipo de impacto defendido por Drucker (1997) refere-se a inovação com vistas a
oferta de produtos superiores, mas de custo mais acessível, com melhor
desempenho ou ainda, com novas características, de forma que transforme os
produtos já existentes não competitivos.
Para que se possa definir os ambientes de inovações e suas características,
é necessário que se identifique os componentes que favorecem para a ocorrência de
tais ações. Para Christensen (2003) a inovação pode ser compreendida como sendo
um comportamento cultivado pela organização com vistas ao desenvolvimento,
geração e implementação de ideias novas ou comportamentos. Para este autor, “[...]
mais amplamente, a inovação é um meio de mudança organizacional, é também
uma resposta à mudança ambiental ou uma ação preventiva para influenciar o
ambiente externo” (CHRISTENSEN, 2003, p. 693).
É sabido que os membros, os funcionários de uma instituição possuem
ideias e que estas na maioria das vezes necessitam de modelamento para que
através de significativas mudanças, possa-se adequá-las aos paradigmas da
empresa, o que demanda de recursos para o alcance deste objetivo. O autor
continua na sua linha de pensamento, argumentando que “[...] o conjunto de ideias
que são processadas e embaladas para a aprovação da alta gerência é muito
diferente da efervescência de que borbulha nas bases da organização”
(CRHISTENSEN, 2003, p. 24).
O autor do parágrafo anterior defende também que o que acontece muitas
vezes nas organizações, não é a carência de boas ideias, mas justamente na falta
de habilidades em modelá-las de acordo com a sua essência, ou seja, a execução e
implementação do plano de negócios planejado.
Autores como Wind e Main (2002) corroboram com a ideia de que a
inovação relaciona-se com o grau de intensidade e complexidade que a empresa
apresenta. Assim sendo, no que se refere a complexidade da organização, pode-se
defini-la por meios diversos, como a questão do número de unidades do trabalho,
volume deste número de especialização das tarefas que são executadas
diariamente, recursos humanos, marketing, dentre outros.
Autor como Christensen (2003) acredita que em organizações que
apresentam um nível de complexidade considerável, é possível inferir
exponencialmente o número de ideias inovadoras, pois concebe-se a existência de
uma união de especialistas cujas ideias podem convergir para um objetivo almejado,
já que pode-se realizar o cruzamento de informações.
Muitos estudiosos afirmam que a gestão de uma organização é essencial
para promover inovações, ideias que podem transformar a empresa: “[...] formas
diferentes de organizações influenciam diferentemente o ritmo e o tipo das
inovações, conforme características do seu ambiente” (, 2004, p. 61). O autor
acredita que os arranjos organizacionais que são orquestrados pelos seus gerentes
são cruciais neste processo.
Segundo os postulados de Wind e Main (2002) inovações consideradas
radicais ou incrementais, estão em função de quatro elementos básicos para chegar
ao sucesso almejado. O primeiro deles é o espírito empreendedor; 2) disposição
para investir recursos na inovação; 3) metodologia e 4) tipo de organização. Para os
autores já elencados, o tipo de organização constitui um dos maiores problemas da
atual sociedade na busca de inovações.
O espírito empreendedor dos funcionários estar presente em todas as
organizações em todos os países, independente das leis, da cultura e da economia
que estes façam parte, afirma Wind e Main (2002).
Fatores como administrar e inovar necessitam de tomada de decisões
acertadas de acordo com as características e demandas das organizações. Para
Daft (1998) estas duas ações (inovação e gestão) têm demonstrado sua importância
em manter ou melhorar um bom desempenho, até porque, é a gestão da
organização que prima por ações que tenham por objetivo, enfrentar mudanças que
exigem rapidez e dinamismo nos empreendimentos.
Mitchell e Coles (2004) acreditam que um modelo efetivo de inovação e
gestão numa organização primada pela eficiência em negócios, ao focarem em
inovação, convergem suas ações para o vislumbrar de soluções inovadoras, bem
como a existência de um esforço concentrado na obtenção de lucro e desempenho
nas empresas.
A inovação é concebida como algo fundamental para o sucesso de uma
organização, por outro lado, Brito et al, (2009) postulam que ao analisar o
crescimento da receita líquida de uma empresa, não se tem observado uma relação
interessante entre inovação e lucro, ou seja, existe apenas uma estatística positiva
sobre o assunto.
Para Brito et al. (2009) a literatura especializada tem falado bastante sobre
a relação entre inovação e desempenho, pois a vantagem reside na criação de
vantagem de ordem competitiva, que por sua vez existe em função da habilidade
que a empresa possui em perscrutar eventuais oportunidades surgidas em função
de demandas do mercado. Tais demandas seriam causadas pela implementação de
novos produtos e/ou serviços.
Para que as empresas possam implementar ações que culminem em
vantagens na competição, Terra (2009) cita alguns percursos que as organizações
devem considerar:

Tabela 1 – vantagens estratégicas através de Inovação

Tipo de Inovação Vantagem Estratégica

Novidade Oferecer alguma coisa que outras


empresas ainda não ofereceram.
Mudança Reescrever as regras do jogo da
competição.
Complexidade Dificultar que concorrentes aprendam
sua tecnologia – criação de barreiras.

Projeto robusto Modelo de produto ou processo


visando esticar o ciclo de vida do
produto.

Inovações incrementais Movimento contínuo de melhoramento


contínuas do custo/performance

Fonte: Terra (2009)

Por outro lado, ao buscar incorporar a inovação a cultura da organização, ela


deve ser concebida enquanto metodologia que pode ser gerenciada a fim de
potencializar o novo conhecimento no que se refere as suas características técnicas
e comerciais. É um processo que demanda de abstração que é algo comum a todas
as empresas.
Para Terra (2009) a inovação é composta das seguintes características:
Varredura Ambiental. Esta fase tem por objetivo, identificar e processar as
informações sobre o ambiente interno e externo da organização acerca do que pode
ser concebido como ameaças e oportunidades.

Decisão. Nesta fase, alicerçada no que a empresa considera como visão estratégia,
deve-se interpretar as informações disponíveis para que se possa selecionar pelo
melhor caminho de ação.

Recursos. Quando a empresa decide que alternativa vai seguir, deve lançar mão de
recursos para viabilizar o caminho selecionado e,
Implementação. Nesta fase, a empresa desenvolve a tecnologia (inovação) ou seja,
produto ou serviço e disponibilizá-lo interna e externamente.

Rabechini Jr. et al. (2006) protagonizou uma pesquisa sobre várias


empresas instaladas no Brasil e chegou à conclusão que são poucas as que têm
buscado formalizar um processo de gerenciamento de inovação. A pesquisa
mostrou ainda que as experiências de gerenciamento de inovação tecnológica
podem ser identificadas em quatro classificações, de acordo com o tipo de empresa
considerada.
A primeira classificação são as organizações que já possuem um sistema
interno de monitoramento tecnológico, alicerçado em vários comandos, como
pesquisa, triagem, avaliação e apresentação, além da informatização como o
gerenciamento de um banco de dados. As organizações primadas por esta
classificação são as grandes empresas multinacionais.
A segunda classificação refere-se aquelas em que o processo de
informatização estão iniciando. Muitas empresas nacionais podem ser inseridas
neste rol. A terceira classificação são aquelas que realizam o monitoramento
tecnológico de maneira incipiente, mesmo as informações não sendo informatizadas.
E a quarta classificação são as que não realizam monitoramento tecnológico.
Uma empresa inovativa pode ser compreendida como sendo aquela em que
possui uma preocupação considerável com a necessidade de inovar e, por
consequência, tem buscado construir processos formalizados de gerenciamento das
ações inovativas, tanto que Terra (2009) tem elucidado características importantes
de tais organizações as quais visam alguns aspectos importantes sendo elas:
Visão e liderança para inovação. Esta característica volta-se para a postura adotada
em relação aos riscos que se corre na inovação, indispensável para a edificação de
uma organização inovadora.
Assim sendo, uma Apropriada estrutura organizacional, pode-se conceber
como reflexo da existência da estrutura de organização que prime pelas estratégias
da empresa no tocante a inovação, é a comunicação materializada em seu interior.
Nas empresas que optam pela inovação a comunicação não se concretiza
verticalmente, de forma linear, mas é compartilhada por um maior número possível
de profissionais. Para que se prime por eficiência na gerência da inovação, deve-se
considerar três variáveis: informação, tempo e pessoas.
As empresas que possuem facilidade para a gerência da informação são as
que conseguem oportunizar a informação certa para os profissionais desejados na
hora planejada, entretanto, este fato somente é alcançado quando se tem uma
gestão do conhecimento funcionando proativamente e isso é um desafio que se
coloca para as organizações, visto que:

[...] a teoria organizacional e as necessidades impostas pelo ambiente têm


evoluído no sentido de promover uma crescente participação da
contribuição intelectual dos trabalhadores e uma gestão proativa da
criatividade, da aprendizagem e do conhecimento (TERRA, 2009, p. 156).

Organização é o ato de planejar algo, pode subentender também, tudo que a


palavra engloba, o que inclui todo tipo de empreendimento seja ele bancário,
comercial, entre outros que abrange o termo. Este conceito que define organização
relaciona-se intimamente ou não com instituições, companhias, parcerias as quais
copilam esta ação, pode sim ocorrer uma possível organização de uma única
pessoa ou até mesmo de um elemento, porém o estudo relacionado a criatividade
voltado as organizações fundamenta-se principalmente na vinculação de pessoas e
ações incumbidas por grupos.
Neste sentido, o autor pontua que os funcionários devem a todo momento,
serem informados do que se passa na organização para que suas funções sejam
executadas de maneira holística e não mais, de forma mecânica como no fordismo,
ou seja, é preciso explorar o máximo da potencialidade dos trabalhadores. Assim, as
atuações e decisões deliberadas em um determinado grupo não colocam-se como
ações independentes, tudo é interpretado e avaliado em conjunto por todos os
integrantes do grupo, que podem ir de acordo ou não com a ideia.
Em qualquer ambiente que trata de negócios sendo ela uma instituição,
governamental, universitária ou qualquer que seja a organização onde se aplica uma
ação considerada criativa, é portanto uma atitude de coragem, pois essa se
enquadra numa linha tênue do acertar ou errar, uma vez que é impossível prever o
que poderá acontecer. Dessa forma, tudo que envolve o valor atribuído a nova ideia
será um momento propicio ao conflito pois sendo uma ideia nova não terá uma
resposta pronta, nessa perspectiva, se não ocorrer uma organização que gere um
conforto este caminho será solitário, isolado, sem retorno lucrativo em todas as
instâncias.
Entretanto, as mais diversas transições que ocorrem na economia industrial,
exigem muitas mudanças principalmente na forma de como desenvolver o trabalho,
isso porque a indústria também ao longo dos anos vem constantemente sofrendo
modificações, as perdas crescentes, pleiteia nos mais diversos ramos dos negócios
uma atuação extraordinária com atitudes cada vez inovadora que possibilite e
atenda a todo custo a essa economia pós-industrial.
Em meio a tantas evoluções nas mais diversas áreas, é plausível tecer um
universo motivador, desafiador, que faz jus a ousadia quando essa mostra eficiente.
Um ambiente flexível, que favorece transferência de conhecimentos elegendo
informações. Logo, tais características podem gerar ações que farão uma diferença
significativa capazes de estimular a criatividade e essa converter-se em inovação. O
ambiente empresarial é dos primeiros setores que precisam ser reinventados, os
recursos humanos devem não apenas atender a uma única necessidade, mas há
uma ampla exigência que a clientela busca e necessita.
Segundo Dejours (1992):

... outra vivência, não menos presente do que a da indignidade, o


sentimento de inutilidade, remete, primeiramente, à falta de qualificação e
de finalidade do trabalho. O operário da linha de produção, como o
escriturário de um serviço de contabilidade, muitas vezes não conhece a
própria significação de seu trabalho em relação ao conjunto da atividade da
empresa. Mas, mais do que isso, sua tarefa não tem significação humana.

Na busca da oferta e procura não se deve atentar-se a um único modelo,


mas é necessário que se execute uma infinidade de funções, que possam gerar não
apenas um resultado positivo, criativo, que funcione por alguns dias, porém
necessita de uma ação inovadora que prepondere sem datas delimitadas, ou seja,
continue a longo prazo. Assim, implica dizer que as ações consideradas organizadas
poderão também serem desorganizadas, o que não depende unicamente da
criatividade, mas da valorização e das mudanças que afetam essas relações de
organização.
É por meio desta atuação inovadora e resultante na superação, que se
espera uma revolução no campo industrial, onde não se justifique apenas com a
oferta do produto em si, mas que as ações inovadoras transforme o mercado e o
cliente, porque esses é quem precisam estar satisfeitos com o produto que se
pretende oferecer, pois buscam em seus anseios, a praticidade, conforto, e eficácia
nos serviços a eles prestados.
Contudo, para que essas ações sejam de fato concretizadas, não pela
criatividade, mas pela inovação, os conhecimentos necessários para o
desenvolvimento de um plano de ação que realmente faça a diferença precisam
coincidir com as exigências que causaram a necessidade dessa intervenção. Para
tanto, as organizações devem inicialmente construírem no seu núcleo um ambiente
favorável a todos esses processos de transformações, colocando-se como um
universo que promova participação e troca mutua de conhecimentos, onde possa
agregar-se valores reais aos produtos, conhecimentos adquiridos e prestação de
serviços, de uma forma mais organizacional.

Tudo depende da organização e das influências tanto internas quanto


externas. Cada empresa precisa encontrar uma solução particular para
começar inovar. A inovação é um processo e não um simples evento, e
precisa ser manejada como tal. Para tanto, propõe-se uma rotina de cinco
fases: monitorar ou processar sinais, estabelecer estratégias, encontrar os
meios, implementar, aprender e inovar novamente. Para o sucesso das
inovações, quatro componentes precisam ser gerenciados: estratégia,
mecanismos de implementação, conexões externas e contexto
organizacional (TIDD, BESSANT & PAVITT, 1997).

A acepção atribuída ao trabalho e da motivação precisam achar-se em uma


mesma mutualidade com as táticas de atuação e valores instituídos pela cultura da
organização. Atina-se que a cultura encontra-se intrínseco ao agregado de conceitos
pessoais na iminência de colocar-se como influência ao sistema empresarial. Nesse
sentido, observa-se que as ações a serem deliberadas como precursoras para a
inovação do ambiente de uma empresa não podem colocar-se apenas como
criativas ou inovadoras, mas em harmonia, pois é necessário que este se apresente
como um lugar descontraído, motivador, diferente de um ambiente comum.
A repercussão das mudanças no ambiente de trabalho, seja ele na estrutura,
espaço ou pessoal é notável em vários momentos e aspectos, seja, no
comportamento dos próprios funcionários, na prestação de serviços, no
favorecimento da atuação como um partícipe ativo e não mais como um simples
executor de tarefas, onde não lhe possibilite seu próprio crescimento, estando atento
apenas aos anseios da empresa, neste caso a lucratividade.
Segundo Chiavenato (2008) “criatividade significa a aplicação da
engenhosidade e imaginação para proporcionar uma nova ideia, uma diferente
abordagem ou uma nova solução para um problema”. Para Chiavenato (2008) é
essencial uma visão que se volte a ações que se contemplem em transformações
que transcorrem nos anos consequentes. Afirma ainda, que com essas frequentes
mudanças, tornaram-se inevitável atitudes extremas que favoreçam resultados
eficazes e com rapidez, isso porque segundo ele, nos tempos transcorridos o modo
como funcionava as ações, requisitavam um modo mais passivo além de trâmites
administrativos mais convencionais, recorrente de seus colaboradores onde a
eficiência não era assim tão extraordinária, uma vez que as ações eram realizadas
de acordo com as exigências e regras da empresa.
É preciso sem demora uma maestria para oferecer e incitar a criatividade,
porém ser apto a encarar por ventura algum erro. A criatividade coloca-se como uma
mola propulsora para a modificação instrutiva colocando-se como um aspecto
intrínseco e significante chamado inovação (CHIAVENATO, 2008). Podem ser
acrescidas a esta convicção, as palavras aplicabilidade e sugestionamento, porém,
necessários para isto a criatividade, essa, porém, tão importante quanto a inovação.
Sabe-se que outrora não era necessário que o servidor tivesse a
necessidade de pensar, pois, as situações vivenciadas não exigiam tal façanha,
bastava apenas executar ordens e realizar tarefas repetidas. Atualmente tornou-se
mais que necessário atitudes que viessem a fazer diferença foram imprescindíveis
frenéticas adequações nas organizações propondo novas acomodações.

Dado o papel decisivo da criatividade para o êxito das organizações no seu


processo de lidar com a mudança, incerteza, instabilidade, concorrência, e
promover de forma sistemática a inovação, é necessário que os dirigentes
estejam atentos às condições prevalentes no seu ambiente de trabalho, no
sentido de desfazer possíveis barreiras à criatividade, maximizando as
oportunidades para a sua expressão (ALENCAR, 1998, p 23).

Por algum tempo se afirmava que a capacidade de ser criativo era detido
apenas por pessoas com um nível elevado do saber, e que portanto era mínimo tais
favorecidos dessa capacidade e habilidade, nos dias atuais detém-se do
discernimento de que a criatividade é comum a quase todas as pessoas, porém é
necessário que esta seja provocada, insultada, para que venha a manifestar-se,
precisa destacar-se através de especificas condições, colocando em evidencia os
mais diversos fatores entre eles individuais e sociais, colocando-se ativo de uma
forma interativa e integrada. “A maioria das pessoas tem um potencial criativo que
pode ser usado quando elas se confrontam com a necessidade de solucionar
problemas” (ROBBINS, 2005, p. 112)
A inovação decorrente no ambiente empresarial precisa de fato ocorrer no
íntimo de cada componente que constitui tal ambiente, dessa forma fluirá
naturalmente por tudo e por todos através das práticas atitudinais. “As organizações
inovadoras tendem a ter culturas semelhantes. Elas encorajam a experimentação,
premiam sucessos e também fracassos e celebram os erros” (ROBBIS, 2000, p.
475). Para tanto, é viável que o arranjo possua uma orientação eficaz norteado em
intervenções que possibilite as ações favoráveis a novos caminhos e alternativas
que contribua as que já existem no ambiente, levando em consideração
principalmente os conhecimentos firmados.

A inovação é o elemento-chave para a concretização do crescimento


agressivo das receitas, e igualmente para aumentar os percentuais dos
lucros. (...) muitas companhias recorrem à inovação a fim de produzir
crescimento quando as abordagens mais convencionais vão se esgotando.
(...) A inovação pode ter como resultado o crescimento das receitas, uma
base mais sólida de rendimentos, melhores relações com os clientes,
funcionários mais motivados, desempenho melhor das parcerias e
vantagem competitiva incrementada (DAVILA; EPSTEIN; SHELTON, 2007),

Contudo, para que aconteça uma inovação de sucesso é necessário que se


tenha uma organização bem definida que se mostre claramente todas as estratégias
estipulada pela empresa. É preciso também que se tenha consciência do quanto e
que tipo de ação será necessário, pois cada ambiente implica uma forma e uma
maneira específica que possa contribuir para seu processo de inovação e superação
criando um dossiê contendo os diversos investimentos em inovação no decorrer de
sua atuação.
O que se torna evidente no universo do contexto empresarial é que não se
limita apenas em repetir ou seguir determinada ordem ou maneira de conduzir as
ações para uma retomada de um nível, de uma escala, ou até mesmo um início de
um processo de inovação necessário, mas a necessidade e disponibilidade de estar
inovando, reinventando, seja nos produtos, na tecnologia utilizada, organização de
espaço, e o mais importante de tudo isso; a maneira de como pensam e atuam cada
um dos envolvidos.
Para Schumpeter (1988) a inovação é um conjunto de novas funções
evolutivas que alteram os métodos de produção, criando novas formas de
organização do trabalho e, ao produzir novas mercadorias, possibilita a abertura de
novos mercados através da criação de novos usos e consumos
A inovação é uma forma de se alcançar um sucesso esperado além de
colocar-se a frente de seus competidores, sendo fundamental para o crescimento da
empresa. Logo, para que possa surgir atitudes inovadas que incentive ideias
promissoras é necessário que alguém enxergue a existência de uma lacuna que
separa o sucesso de seu principal provedor, neste caso, o cliente, elas lacunas
observadas de uma maneira sensata, oferece um leque de opções capazes de
alavancar grandes ideias que poderão provocar perspectivas que tornem essas
lacunas numa excelente atitude de inovação.

. . . a capacidade da empresa de formular e implementar estratégias


concorrenciais, que lhe permitam conservar, de forma duradoura, uma
posição sustentável no mercado. O sucesso competitivos das empresas
advém da criação e da renovação das vantagens competitivas por parte
das empresas, em um processo em que cada produtor se esforça por
obter peculiaridades que a distinga favoravelmente dos demais, como
por exemplo, custo e/ou preço mais baixo, melhor qualidade, menor
lead-time, maior habilidade de servir a clientela [...] (COUTINHO &
FERRAZ, 1994, P. 17).

A inovação favorece também a ampliação de lucros, portanto, torna-se uma


aliada elementar para robustecer a permanência do desenvolvimento sustentável da
empresa. Segundo Davila, Epstein e Shelton (2007, p.42), “a fim de inovar, os altos
executivos precisam criar uma cultura que tenha a capacidade e a coragem de
mudar, explorar e inovar, mantendo ao mesmo tempo a estabilidade necessária para
concretizar as inovações” Essas atitudes de promover a inovação devem integrar
não apenas a própria organização, mas, que integre principalmente os interessados
externos, que ultrapasse barreiras e que atenda as expectativas. Segundo BLANCO
et al ano apud CURTARELLI et al. 2004, serve como exemplo da visão sobre
inovação.

As profundas mudanças econômicas, empresariais (gerenciais) e


tecnológicas vividas nas últimas décadas conduziram a um rápido
amadurecimento das relações das redes de negócios. A inovação passa a
ser premissa de sucesso, porque as grandes diferenças de atuação passam
a inexistir: a informação está disponível, os modelos de boas práticas estão
disseminados, a tecnologia pode ser adquirida. Para se obter vantagem
competitiva neste novo cenário, é preciso achar a melhor forma de inovar.
(BLANCO et al. apud CURTARELLI et al., 2004: p.1)

Compreende-se que o ambiente precisa de fato oferecer como um ato de


inovação a implantação de um procedimento que seja compreendido como
corporativo nas atitudes de negociação da empresa, na sua estruturação de
trabalho, relação internas e externas, visão de como deve apresentar-se ao público,
melhor uso do conhecimento dos integrantes desse ambiente, eficiência nas práticas
além de uma qualidade da oferta, neste caso; um ambiente favorável ao bem estar,
qualidade do que se oferece seja o bem de consumo ou os serviços prestados.
Nessa perspectiva não é apenas o ambiente em si que precisa ser inovado,
mas as pessoas que estão diretamente ligadas para que aconteça de fato esse
processo evolutivo de inovação, e tudo aquilo que possibilitará um novo recomeço.

(a) inovação de produto: mudança nos produtos/ serviços que uma empresa
oferece; (b) inovação de processo: mudanças nas formas em que os
produtos/serviços são produzidos, como exemplo, a redução do número de
pessoas na linha de produção; (c) inovação de posição: mudanças no
contexto em que produtos/serviços são introduzidos. Pode-se lançar um
produto/ serviço para um segmento com um objetivo, porém, pode-se
adaptá-lo para um novo segmento com outro objetivo, aproveitando o
crescimento de outro mercado; e (d) inovação de paradigma: mudanças nos
modelos mentais da sociedade, que orienta o que a empresa faz. (TIDD,
Joe et al., 2008, p. 31).

Dessa forma a inovação do ambiente implica não somente na sua


estruturação, mas na sua disposição da oferta de seu produto e serviço prestado,
tudo isso são estratégias que serão aplicadas quando se percebe que toda uma
ação que está sendo realizada não está fornecendo o que se espera de retorno.
Para tanto, é necessária uma enumeração de atitudes que promova de fato o que se
propõe, começando pela necessidade de inovar, o surgimento da ideia, a arrumação
do ambiente e prática eficaz de todos esses atos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente trabalho buscou abordar a inovação como componente essencial


nas organizações com vistas a manterem sua competitividade no mercado atual,
marcado por constantes turbulências e incertezas econômicas. Viu-se que é
necessário que as empresas busquem melhorar seus produtos e serviços a que se
destinam, mediante ao atendimento das demandas e expectativas que os clientes
apresentam.
Parta que as organizações possam implementar um sistema de inovação em
sua estrutura organizacional, alguns procedimentos fazem-se necessário, como a
instituição de uma gerência de inovação, para que esta analise as diversas
informações que vem do ambiente interno e externo do empreendimento, para
assim, culminar em produtos e serviços inovadores. O que se quer deixar claro aqui,
é que qualquer ação inovadora necessita atender ao cliente, ou seja, não se pode
propor algo novo sem uma demanda nova.
Nos tempos atuais, concebe-se que alguns fatores são essenciais para que
se vislumbre uma organização inovadora, tais como visão de mercado, estrutura
organizacional, peças-chave na organização, qualificação de funcionários, equipe
proativa, clima propício a inovações, foco externo, e sobretudo, comunicação e
aprendizagem.
A comunicação é algo de muita importância no funcionamento da empresa e
o gerenciamento desta deve dar-se de maneira horizontal, deve existir fluidez no
tráfego desta e não, de forma vertical como muitas vezes acontece. As organizações
que buscam implementar inovação em seu quadro, deve estar constantemente
antenada as informações, as mudanças, ao gerenciamento proativo dos processos
em seu interior, pois somente assim, poderá atender com eficiência as demandas
espargidas pelo mercado.

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