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POLÍCIA MILITAR

DA BAHIA
Subcomando-Geral - n.º 138 - 21 de julho de 2017

BOLETIM GERAL OSTENSIVO


VERSÃO WEB

192 Anos servindo à sociedade

BGO
o
BGO 21 de julho de 2017 n. 138

SUMÁRIO

ASSUNTO

1ª PARTE - SERVIÇOS DIÁRIOS 3ª PARTE - GERAIS E ADMINISTRATIVOS

a. OFICIAIS 3.1 GERAIS

b. PRAÇAS 3.2 ADMINISTRATIVOS

a. PESSOAL MILITAR
2ª PARTE - INSTRUÇÃO E OPERAÇÕES 1) OFICIAIS
POLICIAIS-MILITARES 2) PRAÇAS
2.1 INSTRUÇÃO b. PESSOAL CIVIL
2.2 OPERAÇÕES POLICIAIS-MILITARES 4ª PARTE - JUSTIÇA E DISCIPLINA

1ª PARTE - SERVIÇO DIÁRIO


SEM ALTERAÇÃO

2ª PARTE - INSTRUÇÃO E OPERAÇÕES POLICIAIS-MILITARES


2.1-INSTRUÇÃO
a. INFORMAÇÃO DO IEP
1) CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE SARGENTOS –
CAS PM – 2017.1
(Corrigenda da divulgação do Resultado Definitivo da Avaliação Médica
e Teste de Aptidão Física - CAS PM 2017.1)
O Diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa da PMBA, no uso de suas
atribuições, informou a este Comando-Geral a correção, em virtude de erro ma-
terial e com base na informação contida no memorando nº126/CEFD:

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2ª PARTE - INSTRUÇÃO E OPERAÇÕES POLICIAIS MILITARES


CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE SARGENTOS – CAS PM –
2017.1
(Corrigenda da divulgação do Resultado Definitivo da Avaliação Médica
e Teste de Aptidão Física - CAS PM 2017.1)

Onde se lê:
Resultado Definitivo da Avaliação Médica e Teste de Aptidão Física dos
Sgt PM.

Local de realização de AV e TAF: VPMB


End.: Vila Policial Militar do Bonfim, Av. Dendenzeiros, s/n, CEP 40.415-000
Resultado
Ord Nome Matrícula OPM Resultado TAF
Aval. Médica
1.          CARLOS EDMILSON JESUS 30.087.639-9 17ªCIPM APTO NÃO AVALIADO

Leia-se:
Resultado Definitivo da Avaliação Médica e Teste de Aptidão Física dos
Sgt PM.

Local de realização de AV e TAF: VPMB


End.: Vila Policial Militar do Bonfim, Av. Dendenzeiros, s/n, CEP 40.415-000

Resultado
Ord Nome Matrícula OPM Resultado TAF
Aval. Médica
1.          CARLOS EDMILSON JESUS 30.087.639-9 17ªCIPM APTO APTO

NBGO n.º IEP/CPCP – 453/07/2017

2.2-OPERAÇÕES POLICIAIS-MILITARES

SEM ALTERAÇÃO

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS


3.1 - GERAIS

a. PORTARIA nº 80-CG/17

Cria o Núcleo de Análise Criminal e Estatística


da Polícia Militar da Bahia – NACE/PMBA e dá
outras providências

O COMANDANTE-GERAL DA POLÍCIA MILITAR DA BAHIA, no
uso das atribuições conferidas pela legislação policial militar, especialmente o

disposto no Art. 57, inciso I da Lei 13.201, de 09 de dezembro de 2014,

Considerando a necessidade de contribuir com a gestão em políticas públicas

de segurança do Governo do Estado;

Considerando a necessidade de monitorar a dinâmica criminal e seus

impactos na Segurança Pública;

Considerando a necessidade de assessorar os tomadores de decisões, em


seus respectivos níveis, com conhecimentos que permitam o ato decisório, em

menor tempo e com um grau apurado de certeza;

Considerando a necessidade de subsidiar os planejamentos com

conhecimentos que permitam potencializar as ações do policiamento ostensivo;

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

Considerando a necessidade de produção, análise e difusão de informações


junto ao Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública do Ministério
da Justiça (SINESP-MJ), à Polícia Militar da Bahia (PMBA) e à sociedade em
geral.

RESOLVE:

Art. 1º- Criar o Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Polícia Militar


da Bahia (NACE – PMBA), subordinado ao Comando de Operações Policiais
Militares, com fins de produção de relatórios estatísticos criminais, de produtividade
policial militar e de análises criminais compilados por meio de um conjunto de
processos sistemáticos, direcionados para o fornecimento de informação oportuna
e pertinente sobre os padrões do crime e suas correlações de tendências,
considerados essenciais ao planejamento estratégico, tático e operacional das
ações da PMBA.

Art. 2º - Compete ao NACE:

I. Coletar e analisar dados para a produção de estatísticas e análises


criminais, produzindo relatórios periódicos, com o auxílio de informações
geográficas, geoprocessadas, cartográficas, geodésicas, demográficas e
socioeconômicas no âmbito da Ordem Pública, necessárias ao delineamento do
fenômeno e ambiente criminal dentro da realidade do espaço territorial, econômico
e social da Bahia;

II. Coletar e analisar dados para a produção de estatísticas de produtividade


policial militar, com o objetivo de avaliar as ações operacionais quanto à sua
eficiência e eficácia na redução da criminalidade no Estado.

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

Art.3º - Para efeito de produção de estatística e análise criminal serão


utilizados como indicadores os seguintes tipos penais:

I. Para Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) e suas tentativas:

a. Homicídio, art. 121 do Código Penal Brasileiro – (CPB);

b. Lesão corporal dolosa seguida de morte, art. 129, § 3º do CPB;

c. Latrocínio, art. 157, § 3º do CPB.

II.Crimes Violentos Contra o Patrimônio (CVP):

a. Roubo, art. 157 e Furto, art. 155 do CPB, de:

i. Veículos;

ii. Ônibus;

iii. A residências;

iv. Instituições financeiras (nas modalidades de roubo a agências bancárias,


terminais de autoatendimento, extorsão mediante sequestro – servidores das
instituições, roubo a veículos transportadores de valores);

v. Casas comerciais;

vi. Transeuntes;

vii. Extorsão mediante sequestro.

Art. 4º- Para efeito de produção de estatística e análise da produtividade


policial militar serão utilizados como indicadores as seguintes ações e dados
quantitativos:

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

I. Para ações de abordagens (quantidade):

a. À pessoa;

b. Estabelecimentos comerciais;

c. Pontos de ônibus;

d. Veículos 4 rodas;

e. Veículos 2 rodas;

f. Veículos de transporte público coletivo;

g. Veículos de transporte público individual (táxis).

II. Para ações de apresentação de pessoas à autoridade judiciária


(quantidade):

a. Lavratura de flagrante de delito (por indivíduo);

b. Lavratura de Termo Circunstanciado (por indivíduo);

c. Por cumprimento de Mandado de prisão (por indivíduo);

d. Encaminhamento de adolescentes por ato infracional.

III. Para ações de apreensão ou recuperação de objetos e drogas ilegais/


ilícitas, apresentadas à autoridade judiciária (por unidade):

a. Armas de fogo (por unidade);

b. Armas brancas (por unidade);

c. Veículos 4 rodas (por ser material de crime, por unidade);

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

d. Veículos 2 rodas (por ser material de crime, por unidade);

e. Drogas ilícitas (por tipo: maconha, crack, cocaína, outras, por peso e
por n.º de ocorrência).

IV.Para ações de autuação e remoção de veículos apresentadas à autoridade


de trânsito (por unidade):

a. Veículos 4 rodas (por unidade);

b. Veículos 2 rodas (por unidade).

V. Para ações de atividade de policiamento ostensivo realizada:

a. Ordens de policiamento cumpridas (policiamento ostensivo);

b. Ordens de policiamento cumpridas (em apoio a outros órgãos);

c. Eventos extraordinários.

Art. 5º- As bases de dados utilizadas para a produção de relatórios


estatísticos e criminais, de produtividade, eficácia e eficiência das ações policiais
militares, utilizadas pelo NACE, serão:

§ 1º Para a produção de relatórios estatísticos e de análises criminais:

I. Relatórios de serviço policiais militares;

II. SIGIP/SGTO (Sistema de Informação e Gestão Integrada Policial) da


Superintendência de Gestão Tecnológica e Organizacional da Secretaria de
Segurança Pública - SSP/BA;

III. SGE (Sistema de Gerenciamento Estatístico) da SSP/BA;

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

IV.CICOC (Centro Integrado de Comando e Controle) da SSP/BA;

V. CeCoCo (Centro de Controle Operacional) Superintendência de


Telecomunicações da SSP/BA;

VI. SIC (Sistema de Informações do CICOM) da Superintendência de


Telecomunicações da SSP/BA;

VII. INFORMATIVO (documento diário produzido pelo Comando de


Operações de Inteligência);

VIII. Portal SSP da Superintendência de Inteligência;

IX. Rede INFOSEG da Secretaria Nacional de Segurança Pública;

X. Relatórios diários - CIDE (Centro de Informações e Decisões


Estratégicas) do Comando de Operações Policiais Militares;

XI. Fontes abertas.

§ 2º Para a produção de relatórios de produtividade policial militar de


eficiência e eficácia das ações policiais militares:

I. Relatórios de serviço policiais militares;

II. SISPROPOL/PMBA (Sistema de Produtividade Policial da Polícia


Militar);

III. INFORMATIVO (documento diário produzido pelo Comando de


Operações de Inteligência);

IV.Relatórios diários - CIDE (Centro de Informações e Decisões


Estratégicas) do Comando de Operações Policiais Militares;

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

§ 3º O acesso aos bancos de dados não pertencentes à Polícia Militar da


Bahia será realizado por celebração de convênios, para acesso aos módulos de
consultas aos Sistemas listados no § 1º desse artigo, por meio de senhas de acesso
e termos de compromisso sigilo.

§ 4º Todo o dado coletado será submetido à análise em softwares de


estatística e sistemas de informações geográficas, os quais permitem a produção
de tabelas, gráficos, mapas temáticos e mapas de densidade atinentes ao objeto
do NACE, como a distribuição da criminalidade e seu modus operandi em
Salvador, Região Metropolitana e interior do Estado.

Art. 6º- O NACE deverá ter como produtos principais a construção de


análises criminais dos tipos estratégicos, táticos e administrativos.

§ 1º A análise criminal estratégica será produzida preocupando-se com a


análise do crime sob a ótica da procura de estratégias operacionais, buscando
aplicar ações operacionais ostensivas visando a solução de problemas em curso
ou que se manifesta como uma série crônica de crimes que se repetem ao longo
do tempo.

§ 2º A análise criminal tática será produzida preocupando-se com problemas


criminais específicos, cotidianos e imediatos, identificando os padrões dos crimes,
sua localização e concentração, visando à aplicação do policiamento ostensivo no
dia a dia.

§ 3º A análise criminal administrativa será produzida apresentando conclusões


importantes da pesquisa e análise da criminalidade com bases nas questões legais,
econômicas, geográficas, sociais e organizacional para informar ao público interno
(setor administrativo - para a gestão orçamentária, de pessoal e de relações

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS


públicas) e externo (governo e sociedade) para dar suporte à gestão policial.

Art. 7º- O NACE terá a seguinte estrutura:

I. Chefia;

II. Seção de Coleta de Dados;

III. Seção de Estatística;

IV.Seção de Geoprocessamento e Cartografia;

V. Seção de Análise Criminal;

VI. Seção de Treinamento, Qualificação e Capacitação;

VII. Seção de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Art. 8º O efetivo do NACE será composto por:

I. 02 (dois) Oficiais Superiores;

II. 06 (seis) Oficiais Intermediários ou Subalternos;

III.19 (dezenove) Praças.

Parágrafo único: O quadro organizacional funcional fica estabelecido


conforme Anexo 01, desta Portaria.

Art. 9º- O NACE será chefiado por um Oficial Superior preferencialmente


no Posto de Tenente Coronel da PMBA, com capacitação em Análise Criminal,
ficando diretamente subordinado ao Comandante de Operações Policiais Militares.

Art. 10º- A Seção de Análise Criminal será chefiada preferencialmente por

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

um Oficial Superior, no posto de Major PM da Polícia Militar, com capacitação


em Análise Criminal e capaz de realizar análises de cenários, empregando técnicas
qualitativas e quantitativas para produção de relatórios, que assessorem o tomador
de decisão no aprimoramento da aplicação de recursos para prevenir e ou reprimir
a natureza da atividade criminosa dentro de um limite geográfico.

§ 1º A Seção de Análise Criminal será subchefiada preferencialmente por


um Oficial Intermediário ou Subalterno da Polícia Militar, de igual capacitação
técnica ao Chefe do Núcleo, que o substituirá nos seus impedimentos.

Art. 11- As Seções de Coleta e Treinamento, Qualificação e Capacitação


serão chefiadas por um Oficial Intermediário ou Subalterno.

Art. 12- As Seções de Estatística, Geoprocessamento e Cartografia e,


Tecnologia da Informação e Comunicação, será chefiada preferencialmente por
um Oficial Intermediário ou Subalterno, com capacitação nas áreas de estatística,
Geoprocessamento e Cartografia e Tecnologia da Informação (programador e
analista de banco de dados), respectivamente.

Art. 13- Os Assessores das Seções que compõem a estrutura do NACE


serão formadas por Praças da Polícia Militar e terão comprovada capacitação
técnica para exercer as funções inerentes às atribuições de cada Seção.

Art. 14- Nos impedimentos dos Chefes das Seções, o Chefe do NACE
indicará outro Oficial do NACE para responder cumulativamente pela Seção.

Art. 15- Compete à Chefia do NACE:


I. Gerir o NACE nos aspectos administrativos, pessoal e logístico;
II. Supervisionar e controlar as atividades desenvolvidas pelas Seções do
NACE;

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

III. Revisar os relatórios estatísticos, de análises criminais e produtividade


das ações PM, confeccionados pelas respectivas Seções;

IV.Assessorar as reuniões periódicas de avaliação de desempenho e adoção


de medidas estratégicas, táticas e operacionais da PMBA, em perfeita sintonia
com as decisões tomadas nas reuniões do Alto Comando da corporação;

V. Promover reuniões periódicas com os gestores operacionais da PMBA,


além de coordenar os serviços cartoriais e divulgações das informações estatísticas
e análises criminais devidamente apresentadas em relatórios apropriados e suas
respectivas avaliações;

VI. Estimular o desenvolvimento das equipes para aprimoramento dos


trabalhos produzidos;

VII. Conhecer e acompanhar as atividades de estatística e análise criminal


desenvolvida por outros órgãos que compõem a Secretaria de Segurança Pública
da Bahia;

VIII. Acompanhar as publicações científicas nacionais e internacionais


pertinentes aos temas trabalhados no NACE;

IX. Realizar pesquisas e incentivar o desenvolvimento novas tecnologias


que devem ser empregadas no NACE.

Art. 16- Compete à Seção de Coleta de Dados:

I. Promover a criação de redes de interação para coleta de dados;

II. Sistematizar e orientar as atividades referentes à coleta, normatização e


armazenamento de dados;

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

III. Definir a frequência e padronizar os tipos de dados necessários que


serão coletados para a produção dos relatórios referentes aos indicadores dos
art. 3º e 4º;
IV. Realizar o tratamento necessário dos dados oriundos dos relatórios e
sistemas das Unidades da Polícia Militar e dos sistemas elencados no Art. 5º;
V. Encaminhar os dados coletados e tratados às Seções de Estatística,
Geoprocessamento e Cartografia e Análise Criminal.
Art. 17- Compete à Seção de Estatística:
I. Processar, analisar e interpretar os dados coletados pela Seção de
Coletas;
II. Produzir os relatórios estatísticos de acordo com a periodicidade e os
indicadores determinados pela Chefia do NACE;
III. Produzir relatórios estatísticos e de produtividade policial contendo
dados quantitativos, tabelas e gráficos, objetivando subsidiar a Seção de Análise
Criminal na construção dos seus relatórios;
IV.Monitorar os indicadores de criminalidade e de produtividade policial,
identificando e informando, imediatamente, à Seção de Análise Criminal as variações
significativas encontradas num determinado tempo e lugar;
V. Identificar e informar correlações, covariações, desvio padrão e demais
parâmetros estatísticos de eventos atinentes aos indicadores criminais, objeto do
NACE;
VI. Realizar projeções que possibilitem o estudo de cenários futuros
subsidiando deste modo a adoção de medidas preventivas.
Art. 18- Compete à Seção de Geoprocessamento e Cartografia:
I. Realizar trabalhos de mapeamentos de ocorrências, georreferenciamento
de crimes, monitoramento da qualidade de dados espaciais, entre outros;
II. Tratar os dados coletados por meio de Sistemas de Informações
Geográficas (SIG);
III. Mapear os dados acerca da criminalidade e violência no Estado,
objetivando subsidiar a Seção de Análise Criminal na avaliação e no
assessoramento para o planejamento das ações operacionais;

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

IV.Mapear os dados acerca da produtividade policial, objetivando


subsidiar a Seção de Análise Criminal na avaliação do índice de correlação entre
parâmetros da criminalidade e violência no Estado, bem como a eficácia e
eficiências das ações policiais militares;
V. Delimitar, através de softwares específicos, as áreas geográficas das
Unidades Operacionais da PMBA;
VI. Elaborar e manter atualizadas as bases cartográficas necessárias para
o mapeamento dos indicadores, objeto do NACE;
VII. Propor formas de georeferenciar os indicadores listados nos art. 3º e
4º.
VIII. Elaborar e disponibilizar mapas com informações geográficas
necessárias para adoção de medidas de prevenção de criminalidade,
monitoramento criminal e planejamento de ações;
IX. Gerenciar a base cartográfica necessária para a produção dos mapas,
bem como construir banco de dados agregando outros dados georeferenciados.
X. Confeccionar mapas temáticos de criminalidade, de distribuição
geoadministrativa e com outras informações relevantes e de interesse à análise
criminal;
XI. Identificar e preparar material da incidência de CVP e suas respectivas
manchas térmicas “Zonas Quentes”, bem assim da incidência de CVLI e suas
respectivas “Manchas Criminais”, cuja informação servirá à Seção de Análise
Criminal no assessoramento ao planejamento operacional, promovidos pelos
gestores operacionais;
XII. Elaborar pesquisas, análise e estudos, demográficos, geográficos,
geodésicos e cartográficos, quando necessários na complementação da análise
criminal;
XIII. Produzir mapas temáticos elaborados a partir de números absolutos
extraídos do cruzamento de dados e os mapas de densidade (manchas térmicas)
efetivados a partir da coleta das coordenadas geográficas;
XIV. Produzir mapas de densidade, aplicados para os crimes de Homicídio,
Tentativa de Homicídio, Veículo Roubado e Roubo a Coletivo, por serem
indicadores que permitem a criação de rotinas para a coleta das coordenadas
geográficas;

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

XV. Indicar os equipamentos e software necessários para o desenvolvimento


das atividades da Seção.
§ 1º O Geoprocessamento e Cartografia compreende um conjunto de
tecnologias voltadas para o tratamento, manipulação, apresentação de dados
espaciais e construção de mapas. No âmbito da segurança pública, tem possibilitado
a elaboração de análises criminais mais qualificadas e uma melhor interpretação
dos dados.
§ 2º Para o desenvolvimento dos trabalhos são imprescindíveis realizar
parcerias com órgãos como a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais
da Bahia – (SEI), a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia –
(CONDER), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – (IBGE), entre outros,
uma vez que se fazem necessários o acesso e compartilhamento das bases
cartográficas oficiais, para atingir os objetivos da área de geoprocessamento e
cartografia supracitados.
Art. 19- Compete à Seção de Análise Criminal:
I. Produzir relatórios de análises criminais (estratégico, tático e
administrativo) e de produtividade policial para fins estratégicos e táticos,
direcionados para o assessoramento à prevenção da criminalidade, apresentando
os cenários da segurança pública no Estado da Bahia, com objetivo de identificar
o perfil de ocorrências delituosas, sua incidência e localidade, dentro das cidades e
regiões da Bahia, identificando aquelas com maior vulnerabilidade à violência,
permitindo o planejamento e ação policial militar para prevenção, controle e
enfrentamento do fenômeno criminal;
II. Fazer uso das técnicas quantitativas que determine a proporção de fatores
e variáveis que influenciam no comportamento criminal, através de uma abordagem
numérica e de fácil interpretação;
III. Fazer uso das técnicas qualitativas para identificação dos fatores e das
variáveis que influenciam no comportamento criminal;
IV.Preparar relatórios escritos e apresentações, subsidiando os clientes do
NACE na observação e conhecimento da existência de crimes relevantes e ou em
série, identificar padrões e tendências, bem como descrever perfis e suas relações
entre autor e vítima;
V. Juntamente com as Seções de Estatística e de Geoprocessamento e
Cartografia produzir material pertinente e correlacionado para serem agregados
aos relatórios de análise criminal e de produtividade policial militar;

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

VI. Promover reuniões periódicas com gestores operacionais (Comandos


de Policiamento Regional, Especializado e Unidades Operacionais), para fins de
divulgação das análises estatísticas, criminais e de produtividade policial,
elaboradas pelo NACE;
VII. Revisar o material produzido anteriormente pela Seção, objetivando
acompanhar a dinâmica criminosa;
VIII. Publicar relatórios e/ou boletins de dados estatísticos, criminais e de
produtividade policial de modo regular. Propor, nos relatórios produzidos, linhas
de ação para a prevenção e combate a determinados tipos penais;
IX. Colaborar com as Seções de Coleta de Dados, Estatística e de
Geoprocessamento e Cartografia na definição dos procedimentos e técnicas
relacionadas à metodologia de coleta de dados, conceitos e terminologias,
interpretações dos dados e análises preliminares a serem utilizados pelos policiais
militares dos Comandos Regionais e Unidades Operacionais.
Art. 20- Compete à Seção de Treinamento, Qualificação e Capacitação:
I. Coordenar treinamentos, promover qualificações e capacitações para
o desenvolvimento da análise criminal, bem como os tipos, funções e processos
de realização de uma análise do crime;
II. Os cursos de treinamento, qualificação e capacitação terão como público
os integrantes do NACE e o efetivo das Unidades Operacionais e Grandes
Comandos que estarão inseridos no processo de coleta, tratamento e análises
preliminares, inerentes à análise criminal.
Art. 21- Seção de Tecnologia da Informação e Comunicação:
I. Realizar o tratamento, organização e processamento dos dados
recebidos e gerenciar os bancos de dados pertencentes ao NACE;
II. Disponibilizar ferramentas para o processamento e integração de dados
pertinentes à ação policial militar, coletados das diversas fontes oficiais de dados
e ao SISPROPOL relativos à produtividade policial militar, densidade demográfica,
educação, saúde e economia;
III. Emitir relatórios de consulta aos bancos de dados utilizando-se sempre
que possível de ferramentas de modelagem baseadas em SQL (Linguagem de
Consulta Estruturada);

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

IV.Realizar constantemente o backup das bases de dados, mantendo a


integridade física e lógica das cópias de segurança prevenindo possíveis perdas de
registros;
V. Desenvolver software de coleta e processamento de dados, ou qualquer
outra ferramenta de TI que aperfeiçoem as atividades realizadas pelo NACE;
VI. Indicar hardware e software adequados aos procedimentos realizados
pelo NACE.
Art. 22- Os Comandos de Policiamento Regionais, através da Seção de
Avaliação, Controle e Estatística, realizarão estudos subsidiários e de análises de
informações estatísticas, geográficas, cartográficas, geodésicas, demográficas e
socioeconômicas no âmbito de seus territórios de atuação, com disponibilização
dos dados dos referidos estudos e análises para o NACE.
Parágrafo único: As Seções de Avaliação, Controle e Estatística dos
Comandos de Policiamento Regionais terão seus componentes capacitados e
qualificados pelo NACE.
Art. 23- As Unidades Operacionais, responsáveis pela Análise Criminal
Tática, preliminares, terão nos seus orgânicos, policiais militares capacitados ou
qualificados pelo NACE para realização de coleta dos dados da sua área de
atuação territorial, com disponibilização de tal material para o Comando de
Policiamento Regional a que estiverem subordinadas.
Art. 24- A divulgação oficial de informações sobre estatísticas, dados ou
indicadores criminais e de produtividade policial (Análise Criminal Administrativa),
produzidos e monitorados pelo NACE, para o público externo à PMBA, será de
competência exclusiva da Chefia do NACE, com a devida aquiescência do
Comandante Geral ou Oficial Superior por ele delegado e devidamente assessorado
pelo Departamento de Comunicação Social da PMBA.
Art. 25- Toda e qualquer informação sobre estatística, a partir de dados
coletados pelo NACE (Análise Criminal Administrativa), dada à imprensa
interessada, deverá se dá por meio do Departamento de Comunicação Social da
PMBA e em consonância com os dados oficiais da Secretaria de Segurança Pública.
Art. 26- O conteúdo, forma, periodicidade dos documentos produzidos e
as normas reguladoras contemplando as atribuições e deveres dos componentes
das Seções do NACE serão definidos em regimento próprio a ser criado após a
instalação do Núcleo.

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

Art. 27- Relatórios de Análise Criminal contendo indicadores diferentes


dos Art. 3º e 4º desta Portaria, serão produzidos pelo NACE com autorização e
determinação do Comandante do COPPM, observando-se os princípios da
razoabilidade referente ao tempo necessário à coleta, interpretação e análises dos
dados.
Art. 28- Relatórios de Análise Criminal de Inteligência serão produzidos
pelo Comando de Operações de Inteligência (COInt), em razão da sua
competência no trato de assunto reservado e protegido pela Lei de Acesso a
Informação, em virtude do acesso e coleta de documentos referente a nomes e
dados pessoais, econômicos e sociais de pessoas com envolvimento em atos
criminosos.
§ 1º Relatórios de Análise Criminal de Inteligência tem como objetivo a
identificação de indivíduos e suas participações em redes de grupos criminosos,
grupos de criminosos e seus locais de atuação.
§ 2º O Chefe do NACE poderá solicitar Relatórios de Análise Criminal de
Inteligência ao Comando do COInt, como documentos complementares às suas
análises criminais, observando às recomendações quanto a inserção de dados
nos Relatórios emitidos pelo COInt.
Art. 29- Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.
PORTARIA nº 80-CG/17

b. AGRADECIMENTO
O Senhor DIOGO RODRIGUES MEDRADO, Diretor Superintendente
da BAHIATURSA, enviou expediente a este Comando Geral, agradecendo pelo
apoio dispensado por esta PMBA durante os festejos juninos.
Na oportunidade ressaltou que os resultados superaram as expectativas e
objetivos esperados, atribuindo à nossa contribuição, o sucesso e êxito do São
João da Bahia/2017.
NBGO Nº SCG/087/2017

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3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS


3.2 - ADMINISTRATIVOS
a. PESSOAL MILITAR
1) OFICIAIS
SEM ALTERAÇÃO

2) PRAÇAS

a) RECURSOS ADMINISTRATIVOS INTEMPESTIVOS


REFERENTES À LISTA DE ACESSO POR ANTIGUI-
DADE DOS CABOS PM PARA CEFS 2017.3
(Indeferimento)
Os Cabos PM adiante listados, apresentaram, intempestivamente, recur-
sos pleiteando inclusão na Lista de Acesso por Antiguidade de Cabo PM, prepa-
ratória para o processo seletivo ao CEFS/2017.3.
Em que pese a interposição dos recursos fora do prazo, observa-se que os
recorrentes não possuem a antiguidade suficiente para constarem na Lista Provi-
sória de Acesso por Antiguidade dos Cabos PM, tendo em vista que foram divul-
gados os nomes dos 269 (duzentos e sessenta e nove) mais antigos, cujo inte-
grante menos antigo possui data de promoção em 6 Out 15, tendo os requerentes
datas de promoção posterior, sendo, desse modo, menos antigos que os Cabos
constantes da lista. A aferição da antiguidade regula-se pelo disposto no artigo
11, §1º, da Lei n.º 7.990, de 27 Dez 01, nos seguintes termos: “A antiguidade
em cada posto ou graduação é contada a partir da data do ato da respectiva
promoção ou nomeação, salvo quando for fixada outra data.” Ficam INDE-
FERIDOS os pedidos.
Ord. PROTOCOLO GH NOME Matrícula PROMOÇÃO OPM
1.     504170399216 Cb PM JURACI BARBOSA DE 30.237.607-8 09/06/2017 86ª CIPM
2.     504170119744 Cb PM ALEX SANTOS CAETANO 30.267.682-6 14/06/2017 CIPT/BTS

NBGO N.º 093/07/17-CoProMe

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BGO 21 de julho de 2017 n. 138

3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS


b) INSUBSISTÊNCIA DE NOTA

(Comprovação de inexistência de impedimento legal à promoção

– CEFC/2017.1)

O Aluno-Cabo PM CARLOS ARMANDO SOUZA SANTOS, Mat

30.176.647-4, concluinte do Curso Especial de Formação de Cabos – CEFC/

2017.1, em 28 Abr 17, deixou de ser promovido à graduação de Cabo em razão

da existência de impedimento legal à promoção, conforme tornou público o BGO

n.º 115, de 19 Jun 17.

Apresentou, contudo, o arquivamento do Processo Administrativo Disci-

plinar – PAD, publicado na Sep ao BGO n.º 025, de 3 Fev 17, demonstrando

que, antes mesmo da conclusão do referido curso, não havia óbice à sua promo-

ção.

Assim, sendo, considerando a inexistência do impedimento à promoção,

torna-se insubsistente a inabilitação temporária publicada no BGO indicado, em

relação ao referido policial militar.


NBGO N.º 091/07/17-CoProMe

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BGO 21 de julho de 2017 n. 138

3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

INSUBSISTÊNCIA DE NOTA
(Comprovação de inexistência de impedimento legal à promoção –
CEFC/2017.2)
O Aluno-Cabo PM DANIEL NERI DA SILVA, Mat 30.307.880-1,
concluinte do Curso Especial de Formação de Cabos – CEFC/2017.2, em 9 Jun
17, deixou de ser promovido à graduação de Cabo em razão da existência de
impedimento legal à promoção, conforme tornou público o BGO n.º 129, de 10
Jul 17.
Apresentou, contudo, o arquivamento do Processo Administrativo Discipli-
nar – PAD, publicado na Sep ao BGO n.º 094, de 17 Maio 17, demonstrando
que, antes mesmo da conclusão do referido curso, não havia óbice à sua promo-
ção.
Assim, sendo, considerando a inexistência do impedimento à promoção,
torna-se insubsistente a inabilitação temporária publicada no BGO indicado, em
relação ao referido policial militar.
NBGO N.º 090/07/17-CoProMe

O Aluno-Cabo PM EVILÁSIO DA HORA PINHEIRO, Mat


30.309.068-3, concluinte do Curso Especial de Formação de Cabos – CEFC/
2017.2, em 9 Jun 17, deixou de ser promovido à graduação de Cabo em razão da
existência de impedimento legal à promoção, conforme tornou público o BGO n.º
129, de 10 Jul 17.
Apresentou, contudo, a insubsistência da Portaria do Processo Administra-
tivo Disciplinar – PAD, publicado no BGO n.º 160, de 28 Ago 15, em virtude do
fato já ter sido objeto de apuração, demonstrando que, antes mesmo da conclu-
são do referido curso, não havia óbice à sua promoção.
Assim, sendo, considerando a inexistência do impedimento à promoção,
torna-se insubsistente a inabilitação temporária publicada no BGO indicado, em
relação ao referido policial militar.
NBGO N.º 089/07/17-CoProMe

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BGO 21 de julho de 2017 n. 138

3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

c) AVERBAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO


(Deferimento)

Averbe-se nos assentamentos do policial militar abaixo nominado, para fins


de cômputo de tempo de serviço para inatividade, seus respectivos períodos de
serviço prestado em atividade privada, sob a égide da Constituição da República
Federativa do Brasil, no seu artigo 201, § 9º:

Sd 1ª Cl M ELIZEU PEREIRA DOS SANTOS, Mat 30.587.046-1, do


11º BPM/ Itaberaba, Processo n.º 0504160672780, protocolado em 02 Set 16.
O tempo total a averbar é de 05 (cinco) anos, 01 (um) mês e 21 (vinte e um) dias
prestados em atividade privada junto à PETYAN INDÚSTRIA DE ALIMEN-
TOS LTDA, no período de 01/04/2010 a 21/05/2015, conforme análise e pes-
quisa realizada na Seção de Instrução de Processos, em 12 Jun 17.
NBGO N.º DP/CAP/SIP/1385/06/2017

d) EXTRAVIO DE ARMA DE FOGO

Requereu o 1º Sgt PM Ref. MIGUEL MOREIRA SANTOS, Mat


30.176.329-8, do DP/Inativos, requerimento n.º 0504170694250, o registro da
perda/extravio de Arma, Pistola, Marca Taurus, n.º de série KGX 04943, n.º
sigma 728308, N.º SIGAP/PMBA 000019018, Modelo .380, Comp. Cano 94
MM, Local: Rua do Poch 2, Bairro: Poch 2, Camaçari/Bahia, ocorrido no dia 25/
03/2014, conforme Boletim de Ocorrência n.º 18ª DT CAMAÇARI-BO-14-
02931.

O DP registre.
NBGO N.º DP/CAP/INATIVOS/179/06/2017

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BGO 21 de julho de 2017 n. 138

3ª PARTE - ASSUNTOS GERAIS E ADMINISTRATIVOS

e) GRATIFICAÇÃO POR CONDIÇÃO ESPECIAL DE


TRABALHO (CET)

Em cumprimento à decisão judicial* transitada em julgado, referente à Ação


Ordinária n.º 8001110-55.2015.805.0001, bem como à vista do pronunciamento
da Procuradoria Geral do Estado (DOC n.º 0504170012982), fica reconhecido
ao 1° Sgt PM RR JOSÉ CARLOS AQUINO VASCONCELOS, Mat
30.171.070-8, o direito à implantação da Gratificação por Condição Especial de
Trabalho (CET), em seus vencimentos, no percentual de 100%, a contar de FE-
VEREIRO/2017.
“Ante o exposto, JULGO PROCEDENTES OS PEDIDOS DA
EXORDIAL, para determinar que o Estado da Bahia incorpore aos proventos
de inatividade do Autor a Gratificação por Condições Especiais de Trabalho
– CET, com base no percentual de 100% (cem por cento) sobre o soldo...”
NBGO N.º DP/CAFP /041/05/2017

f) RETIFICAÇÃO (Transcrição de DOE)


No artigo 1º da Portaria n.º 004-CG/2017, publicada no DOE de 27/01/
2017,  
ONDE SE LÊ:  - Sd 1ª Cl PM ADRIANA DIAS DE SOUZA, Mat
30.303.519-6...
LEIA-SE: -  Cb  PM ADRIANA DIAS DE SOUZA, Mat
30.303.519-6.
DOE de 21/07/2017

b. PESSOAL CIVIL

SEM ALTERAÇÃO

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BGO 21 de julho de 2017 n. 138

4ª PARTE - JUSTIÇA E DISCIPLINA

DISPONÍVEL APENAS NA INTRANET

ANSELMO ALVES BRANDÃO - CEL PM


COMANDANTE-GERAL

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