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13/11/2017

RESISTÊNCIA
 A resistência é a característica elétrica dos
materiais, que representa a oposição à
passagem da corrente elétrica.

 Essa oposição à condução da corrente


elétrica é provocada principalmente, pela
dificuldade dos elétrons livres se
movimentarem pela estrutura atômica dos
materiais.
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RESISTÊNCIA
 A unidade de medida da resistência é o ohm, cujo
símbolo é a letra grega maiúscula ômega (Ω). O
símbolo usado em diagramas de circuitos para
representar a resistência aparece na Figura 1,
juntamente com a abreviatura para esta mesma
grandeza (R).

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RESISTÊNCIA
 A resistência de qualquer material de seção
reta uniforme é determinada pelos quatro
seguintes fatores:

I. Material;
II. Comprimento;
III. Área da seção reta;
IV. Temperatura.

RESISTÊNCIA
 Os condutores que permitem um grande fluxo
de carga com uma pequena tensão externa têm
valores de resistências baixas, enquanto os
isolantes têm valores elevados de resistência.
Também, quanto maior o caminho que a carga
tem de percorrer, maior o valor da resistência,
ao passo que quanto maior a área, menor a
resistência.

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RESISTÊNCIA
 À medida que aumenta a temperatura da
maioria dos condutores, aumenta o movimento
das partículas de sua estrutura molecular,
fazendo com que aumente a dificuldade de
deslocamento dos portadores livres, o que
aumenta o valor da resistência. A uma
temperatura fixa de 20º C (temperatura
ambiente), a resistência está relacionada a
outros três fatores por:

RESISTÊNCIA
 Segunda lei de Ohm

 A constante ρ (resistividade) é diferente para


cada material. Seu valor é dado e ohms-metros
no sistema SI. A Tabela 1 mostra alguns valores
típicos de ρ.

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RESISTÊNCIA

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RESISTÊNCIA
 Efeitos da Temperatura

A resistividade dos materiais depende da


temperatura.

 Assim, uma outra característica dos


materiais é o coeficiente de temperatura,
que mostra de que forma a resistividade
e, consequentemente, a resistência variam
com a temperatura.
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RESISTÊNCIA
 Efeitos da Temperatura
 O coeficiente de temperatura é simbolizado pela letra grega α
(alfa), cuja unidade de medida é[ºC-1].
 A expressão para calcular a variação da resistividade com a
temperatura é:

  0 .1   .t 
Neste caso, a relação entre as resistências é a seguinte:

R R0

 0
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RESISTÊNCIA
 Efeitos da Temperatura
Quanto maior o coeficiente de temperatura da resistência de um
material, mais sensível será o valor de resistência a mudanças de
temperatura. A Tabela 2 apresenta o coeficiente de temperatura de
alguns condutores.

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1ª LEI DE OHM
 Uma analogia para um circuito elétrico simples
é um sistema constituído de uma mangueira
com água conectada a uma válvula de pressão. A
ausência de pressão resulta em um sistema sem
movimentação de água. Da mesma forma, a
ausência de uma tensão em um circuito elétrico
não fará circular nenhuma corrente.

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1ª LEI DE OHM
 A corrente é uma reação à tensão aplicada, portanto
quanto maior a tensão aplicada num mesmo circuito,
resultará em uma corrente maior. O fator que relaciona a
tensão e a corrente em um circuito é a resistência é:
(temperatura constante)

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1ª LEI DE OHM

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1ª LEI DE OHM

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GRÁFICO DA LEI DE OHM


 O gráfico em linha reta da
Figura 2, indica que a
resistência não varia com
os níveis de tensão e
corrente; ao contrário; ela
é uma grandeza que se
mantém fixa. Através deste
gráfico, qualquer valor de
corrente ou tensão pode
ser determinado quando se
conhece uma das grandezas
envolvidas.
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Fonte elétrica
 As fontes elétricas são fundamentais na compreensão da
eletrodinâmica, pois elas que mantém a diferença de potencial
(ddp) necessária para a manutenção da corrente elétrica.
Num circuito elétrico, a fonte elétrica é representada pelo
símbolo abaixo:

Símbolo de fonte elétrica no circuito.


O pólo positivo (+) representa o terminal cujo potencial
elétrico é maior. O pólo negativo (-) corresponde ao terminal
de menor potencial elétrico.

Circuito elétrico simples


 Um circuito consiste em um número qualquer de elementos
unidos por seus terminais, estabelecendo pelo menos um
caminho fechado atráves do qual a carga possa fluir.
Boylestad – Introdução à análise de circuitos

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Circuito elétrico simples


 O sistema formado por um fio condutor com as extremidades
acopladas aos pólos de um gerador é considerado um circuito
elétrico simples, no qual a corrente elétrica se dá
através do fio.
 No fio condutor os elétrons se deslocam do pólo negativo para
o pólo positivo(sentido real) . Nesse deslocamento há perda de
energia elétrica, devido a colisões dos elétrons com os átomos
do material.

Exemplo de Circuito Simples

A figura abaixo mostra a representação gráfica de um circuito


elétrico contendo um gerador, uma lâmpada e fios
condutores.

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Circuito Elétrico Corrente Contínua (CC)

AMPERÍMETRO é o instrumento que fornece o valor da intensidade da


corrente elétrica.

Quando a corrente elétrica é muito pequena, o aparelho usado para a sua medida
é o galvanômetro. Trata-se de um aparelho semelhante ao amperímetro, só que
bem mais sensível, com capacidade para efetuar medições de pequenas correntes
elétricas.
Veja abaixo alguns exemplos de amperímetros:

Amperímetro de
Bancada
Montagem de um
Alicate amperímetro num circuito
amperímetro elétrico

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Associação de resistores
Resistores em Série
Nesse tipo de associação, a corrente elétrica percorre
todos os resistores antes de retornar à tomada.

Resistência equivalente de um circuito


em série
A introdução da resistência equivalente em um circuito não
modifica o valor da corrente elétrica, temos:

U=Ri
Sabendo que U = U1+ U2 + U3, temos:

Req .i = R1 .i + R2 .i+ R3 .i

Dividindo os membros da igualdade pela corrente i, temos:


Req = R1 + R2 + R3

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Em geral, numa associação de resistores em série,


a resistência equivalente Req é igual à soma das
resistências individuais.

Exercício: Determine a resistência total do circuito em série abaixo:


a) Calcule a corrente fornecida pela fonte.
b) Determine as tensões V1,V2 e V3.
c) Calcule a potência dissipada por R1, R2 e R3.
d) Calcule a potência dissipada pela fonte e compare com a soma das
pontências calculadas nas partes.

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Exercício: Determine Rt, I e V2 para o circuito abaixo:

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Exercício: solução

Resistores em paralelo
Quando vários resistores estão associados em paralelo, a
ddp entre os terminais de cada resistor é a mesma e,
conseqüentemente, a ddp entre os terminais da associação
também é a mesma. Nesse tipo de associação, os elétrons
retornam à tomada cada vez que passam por um resistor.

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 De acordo com a 1ª Lei de Ohm, a corrente que


atravessa cada um dos resistores é inversamente
proporcional à respectiva resistência.
 E a corrente total que atravessa o conjunto de
resistores em paralelo é igual à soma das correntes
que atravessam cada resistor individualmente.

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Resistência equivalente de um circuito em


paralelo

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Exercício

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Fontes de tensão em série:

 Fontes de tensão podem ser conectadas em série


para aumentar ou diminuir a tensão total do
sistema.
 A tensão total do sistema é obtida somando-se as
tensões de fonte de mesma polaridade e
subtraindo-se as tensões de fontes de polaridade
opostas.
 A polaridade resultante é aquela para onde a soma
é maior.

Fontes de tensão em série:


 Exemplos

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Lei de kirchhoff para tensões


 Uma malha fechada é qualquer caminho contínuo
que ao ser percorrido em um sentido único
retorna ao mesmo ponto em sentido oposto.

 Ao percorrermos uma malha fechada, a soma das


tensões aplicadas ao circuito será sempre igual a
zero.
 Obs: a soma será sempre zero independente do
sentido que se percorre a malha.

Lei de kirchhoff para tensões


 Exemplo: determine a tensão desconhecida no circuito
abaixo:

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Lei de kirchhoff para tensões


 Exemplo: determine a tensão desconhecida no circuito
abaixo:

solução

Lei de kirchhoff para tensões


Exercicio: para o circuito abaixo determine:
a) V2
b) Determine I
c) Determine R1 e R3

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Lei de kirchhoff para tensões


Exercício:

Divisor de tensões
Observe que em uma malha fechada a tensão em cada elemento resistivo
é proporcional ao seu valor em relação aos outros resistores;

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Divisor de tensões

Desta observação podemos obter a relação conhecida como


divisor de tensões:

V1 = ( R1 / Rtotal) * Vtotal

Divisor de tensões
exemplo: Determine V1 para o exemplo abaixo.

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Divisor de tensões
exemplo: Determine V1 para o exemplo abaixo.

Divisor de tensões
exemplo: Usando a regra da divisão de tensões calcule as tensões V1 e V3
no circuito em série abaixo:

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exemplo:

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