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FÍSICA III

ELETROMAGNETISMO
Campos Elétricos
Campos Escalares e Vetoriais

 Muitas quantidades físicas possuem diferentes


valores em diferentes pontos do espaço.

 Por exemplo, a temperatura de uma sala é diferente


em diferentes pontos: mais elevada próxima de um
aquecedor e menos elevada próxima de uma janela
aberta.

 Similarmente, a força gravitacional que actua num


satélite depende da sua distância à terra.

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Campos Escalares e Vetoriais
 A velocidade do caudal de água de um rio é maior
em rápidos e em canais estreitos, e menor em
grandes áreas, tais como lagos.
 Em todos estes exemplos existe uma região
particular que é importante para um determinado
problema, visto que uma determinada quantidade
física assume um dado valor em cada ponto dessa
região.

 O termo campo é utilizado para designar a região


e o valor da quantidade física nessa região.

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Campos Escalares e Vetoriais
 Se a quantidade física é um escalar, como por
exemplo a temperatura, falamos de campos
escalares.

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Campos Escalares e Vetoriais
 Caso a quantidade física seja um vetor, como por
exemplo a força ou a velocidade das correntes de
ar, fala-se de campos vetoriais.

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Campos Escalares e Vetoriais

 Resumindo, um campo escalar f(x;y;z)


associa um escalar a cada ponto do espaço,
enquanto um campo vetorial f( ;x ;y z) associa
um vector a cada ponto do espaço.

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Carga e Forças

 Uma carga fixa, ou um objeto carregado, exerce


uma força elétrica sobre uma carga de prova, ou de
teste, q0 , cuja intensidade é descrita pela lei de
Coulomb.

Carga teste q0 no
ponto P

Objeto
carregado

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Cargas e Forças
“Como é que uma carga q1 “sabe” da presença de uma
outra carga q2? “

“Como é que a carga q1 pode exercer uma força na carga


q2?”

q1 cria um “Campo Elétrico” no espaço à sua volta

(a) Uma carga teste positiva q0


colocada no ponto P próximo
dum objeto carregado (b)
Campo elétrico E no ponto P
produzido pelo objeto
ação à distância!
carregado

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Carga e Forças
 Esta questão, da ação à distância, pode ser
respondida se considerarmos que o corpo carregado
estabelece um campo elétrico no espaço envolvente.
 Em cada ponto no P desse espaço, o campo possui
direção, sentido e intensidade.
 A direção depende da direção da linha que une a
carga, ou o objeto carregado, ao ponto P, o sentido
depende do sinal da carga e a intensidade do valor
da carga e da distância a P.

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Campo Elétrico
 O campo elétrico é um campo vetorial, em que em
cada ponto do espaço P em torno de uma carga, ou
de um conjunto de cargas, está associado um vetor
E definido por
F
E 
q0
onde q0 é a carga de prova.
 A unidade SI para o campo elétrico é Newton por
coulomb (N/C)

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Campo Elétrico

 Tem-se então,

Carga de prova q0
no ponto P Campo elétrico
no ponto P

Objeto Objeto
carregado carregado

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Campo Elétrico
Valores Típicos de Campo Elétrico Valor
(N/C)
Superfície do núcleo do Urânio 3x1021

F
No átimo de Hidrogénio no raio 5,29x10-11 m 5x1011

E  Campo de disrupção do ar 3x106


q0 Junto ao tambor carregado duma fotocopiadora 105
Junto a uma agulha carregada 103
Na baixa atmosfera 102
Nos condutores elétricos domésticos 10-2

Efeitos do campo elétrico


http://www.youtube.com/watch?v=ndYrNn3EK28&NR=1

http://www.youtube.com/watch?v=MPFkp2HrEcs&NR=1

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Linhas do Campo Elétrico

 Michael Faraday foi o primeiro a introduzir o


conceito de campo elétrico, e das linhas de campo
eléctrico, no séc. XIX.

 As linhas de campo elétrico permitem a


visualização dos padrões do campo elétrico e,
consequentemente, da força elétrica associada.

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Linhas do Campo Elétrico

 Regras para traçar as Linhas de Campo Elétrico:


 As linhas de campo começam nas cargas positivas e
terminam nas cargas negativas;

 A tangente a uma linha de campo curva dá a direção de E


nesse ponto;
 O número de linhas por unidade de área, medido num plano
perpendicular às linhas, é proporcional à intensidade do
campo elétrico;
 As linhas de campo não se cruzam entre si.

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Linhas do Campo Elétrico
 Exemplos
 Força eletrostática sobre uma carga de teste devido a
uma esfera carregada uniformemente e campo
elétrico e linhas de força respetivas.

Carga de
prova
positiva Linhas de
Campo
Elétrico
http://www.youtube.com/watch?v=A_NcMQA5RQc&feature=related
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Linhas do Campo Elétrico

 Força eletrostática e linhas de campo devidas a uma


placa não condutora, infinita, carregada uniformemente.

Carga de
prova positiva

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Linhas do Campo Elétrico
 Linhas de campo da configuração constituída por duas cargas
pontuais, iguais e positivas.

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Linhas do Campo Elétrico
 Linhas de campo da configuração, designada dipolo elétrico,
constituída por duas cargas pontuais de igual intensidade e
sinais opostos.

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Campo Elétrico Devido a Carga Pontual
 Campo Elétrico Devido a Carga Pontual
 Para determinar o campo elétrico devido a uma
carga pontual q em qualquer ponto (ou partícula
carregada), colocamos uma carga de prova q0 nesse
ponto.
 A intensidade da força elétrica é dada pela lei de
Coulomb
1 qq 0
F  rˆ
4 0 r 2

ȓ é versor segundo a direção da linha que une as


duas cargas.
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Campo Elétrico Devido a Carga Pontual

 A direção da força é a da linha que une as duas


cargas, e o sentido é para fora se a carga for
positiva e para dentro se a carga for negativa.
Caso da carga Positiva

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Campo Elétrico Devido a Carga Pontual

 A intensidade do vetor campo elétrico é dada por

F 1 q
E   rˆ
q 0 4 0 r 2

 A direção e sentido do campo elétrico são os


mesmos da força elétrica na carga de prova
positiva.

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Campo Elétrico Devido a Carga Pontual
 O campo elétrico devido a um conjunto de n cargas é
dado por:

F0i F01 F02 F0n E  E 1  E 2  E 3  ...  E n


E     ... 
i q0 q0 q0 q0
+
+q 1
E  E1  E 2  E3
E1 E3 P +q+
E2 x 2

+
q3
E2 E1
E3

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Campo Elétrico Devido ao Dipolo

 Considere-se o dipolo elétrico na figura


ao lado.

 Por simetria, o campo elétrico em P ,


assim como as contribuições do campo
elétrico devido às cargas +q e –q,
encontra-se ao longo do eixo do dipolo,
isto é, o eixo z.

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Campo Elétrico Devido ao Dipolo
 Aplicando o princípio de sobreposição vem:
1 q 1 q
E  E( ) ( E)  

4 0 r( 2) 4 (0 )r 2

1 q 1 q
E  
4 0  1 
2
4 0  1 
2

 z  d  z  d
 2   2 
 
 
q  1 1 
E  2 
 2
4 0 z  2
 1 d  
1
d  
 
  2z   
 2z  
nx n  n  1 x
2

(1  x)  1  
n

1! 2!
 ...  x 1
2

q 2d / z q d
E  
4 0 z 
2 2
2 0 z 
3 2
d    d  
2 2

1   1  
  2z     2z  
   

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Campo Elétrico Devido ao Dipolo
 Considerando a situação em que z>>d, vem
2d q1 qd
E 
4 0 z z
2
2 0 z 3
 O produto qd é designado momento do
dipolo elétrico, p , cuja unidade é Coulomb-
metro.

 Assim, tem-se para o campo criado por um


dipolo elétrico 1 p
E 
2 0 z 3
http://www.youtube.com/watch?v=bG9XSY8i_q8&feature=fvst

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Campo Elétrico Devido a uma Distribuição de Cargas

 Até agora tem-se considerado o campo elétrico


gerado por uma ou várias cargas.

 Passemos a considerar distribuições contínuas


de carga ao longo de uma linha, de uma
superfícies ou num volume.

 Nestas circunstâncias é mais conveniente


expressar a carga do objeto em termos de
densidade de carga.

26
Campo Elétrico Devido a uma Distribuição de Cargas

 As formas mais comuns de medir a carga são:

Carga q [C]

Densidade linear de carga l [C/m]

Densidade superficial de carga s [C/m2]

Densidade volúmica de carga r [C/m3]

27
Campo Elétrico Devido a uma Distribuição Linear de Cargas

 Considere-se o anel de raio R com uma


distribuição linear de carga l.

 Determine-se o campo elétrico gerado por


este anel.

 Seja ds o comprimento de um arco


diferencial. Então, o elemento de carga
nesse arco é dado por

dq  l ds
28
Campo Elétrico Devido a uma Distribuição Linear de Cargas

 O elemento de carga gera um campo


eléctrico diferencial dE no ponto P a
uma distância r do elemento.

 Tratando o elemento como uma carga


pontual, tem-se
1 dq 1 l ds
dE  
ou 4 0 r 2
4 0 r 2

1 l ds
dE 
4 0  z 2  R 2 
29
Campo Elétrico Devido a uma Distribuição Linear de Cargas

 Da figura conclui-se que as


componentes perpendiculares ao eixo
se anulam aos pares, pelo que o
campo elétrico total só vai ter
componente horizontal segundo o eixo
OZ.
 Como a componente segundo o eixo
OZ é igual a dE cos q, e

z z
cos q  
r z  R 
2 2 12

30
Campo Elétrico Devido a Linha de Carga
zl
temos, dE cos q  ds
4 0  z 2  R 
2 32

 O campo elétrico total é dado pela


integração ao longo de todo o anel,
2 R
zl
E   dE cos q   ds 
 
3 2
4 0 z 2  R 2 0

zl  2 R 

4 0  z  R
2

2 32

31
Campo Elétrico Devido a uma Distribuição Linear de Cargas

 Com

q  l  2 R 

vem que o campo elétrico gerado por


um anel de carga é dado por

qz
E
4 0  z  R
2

2 32

32
Campo Elétrico Devido a um Disco

 O disco de raio R na figura tem uma


superfície carregada uniformemente com
uma densidade de carga s.

 Passemos a determinar o campo elétrico


no ponto P sobre o respetivo eixo central a
uma distância z do centro do disco.

33
Campo Elétrico Devido a um Disco

 A estratégia de resolução será a seguinte:


 Dividir o disco em anéis planos e estreitos;
 Calcular o campo elétrico no ponto P devido a
um anel genérico de raio r e espessura dr;
 Somar as contribuições de cada anel mediante
integração ao longo do raio R.

 A carga de cada anel é dada por

dq  s dA  s  2 rdr 

34
Campo Elétrico Devido a um Disco

Viu-se anteriormente que o campo elétrico


devido a um anel linear de carga é dado por
qz
E
4 0  z  R 
2 2 32

 Efetuando as respectivas substituições, vem

zs 2 rdr
dE 
4 0  z  r
2

2 32

35
Campo Elétrico Devido a um Disco
 Simplificando
sz 2rdr
dE 
4 0  z 2  r 2 3 2

 O campo elétrico total é dado pelo integral


em r de r=0 a r=R, vem:
sz R
2rdr
E   dE   
4 0 0  r
z 2 2 32

sz R

z   2r  dr
2 3 2
 2
r
4 0 0

36
Campo Elétrico Devido a um Disco
 Considerando que
m 1 X   z2  r2 
X
 X dX  m  1 dX   2r  dr
m
Com: 3
m
2
vem R
 2 2 1 2 
s z  z  r  
E  
4 0  
1

 2 0
pelo que

s  z 
E 1  2 
4 0  z R 
2

37
Carga Pontual num Campo Elétrico

 Conhecendo o campo elétrico gerado por uma


distribuição de cargas, é necessário analisar como
se comporta uma carga nesse campo elétrico que
lhe é externo (campo elétrico externo).

 A força eletrostática que actua numa carga q


localizada num campo elétrico externo é dada por

F  qE

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Questões

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Questões

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Questões

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Questões

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Questões

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Questões

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Questões

Considere um plano infinito uniformemente carregado. O campo elétrico a uma distância


de 2 cm do plano vale 20 N/C. O campo elétrico a 4 cm do plano vale:

10 N/C ; 20 N/C ; 40 N/C ; 80 N/C .

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Questões

Considere uma esfera (esfera 1) isolante e carregada negativamente.


Quando se aproxima esta esfera duma outra esfera (esfera 2), as duas
esferas são atraídas. Isto significa que:

A esfera 2 é forçosamente carregada positivamente ;

A esfera 2 é forçosamente metálica ;

A esfera 2 é forçosamente carregada negativamente .

Nenhuma destas respostas está certa

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Questões

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Questões

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Carga Pontual num Campo Elétrico
 Exemplo

Papel
Sinais de
Gota a ser carregada entrada

injector
Pratos
Unidade de carregamento defletores

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Medição da Carga Elementar
Experiência da gota de óleo de Milikan
que permitiu a medição da carga
elementar e

Quando uma gota de óleo entra na


Spray câmara C através do orifício no parta
de Pi, o seu movimento pode ser
Óleo
controlado fechado ou abrindo o
interruptor S e portanto estabelecendo
ou eliminando o campo elétrico na
câmara C. O microscópio é usado para
Gota
de cronometrar o tempo do movimento da
Óleo gota.
Microscópio

Carga Elementar:

50
Colapso Elétrico e Faíscas

Os fios metálicos carregados podem


originar campos elétricos muitos
elevados no meio circundante que
podem provocar a sua disrupção
originando um arco elétrico através
do meio.

51
Polinização e Eletrostática

• A abelha induz carga no Grão de pólen perto da


antera polarizando-o.

• Por sua vez o gão de pólen é atraído pela carga


positiva das pontas dos estames

52
Dipolo Elétrico num Campo Elétrico

 Foi anteriormente definido o momento do dipolo


elétrico pcomo um vetor da carga negativa para
a carga positiva.

 Como veremos, o comportamento de um dipolo


num campo elétrico externo pode E ser descrito
pelos vetores Ee ,psem ser preciso entrar em
linha de conta com a estrutura interna do dipolo.

53
Dipolo Elétrico num Campo Elétrico
 Um exemplo de um dipolo elétrico é o da
molécula da água.

54
Dipolo Elétrico num Campo Elétrico
 Consideremos o dipolo elétrico Força:
genérico representado na figura FT  F q  F  q 
baixo.
 qE  (q) E 
x
 FF 0
Torque:   r  F
 CM  xFsenq   d  x  Fsenq
d-x CM  Fdsenq  qEdsenq  pEsenq
p  qd

  p E

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Questões

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Questões

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Problema 1
 Considere a vareta de plástico, representada na
figura abaixo, com uma distribuição uniforme de
carga –Q. Determinar o campo elétrico no ponto P em
função de Q e do raio r.
Vareta de plástico
de carga –Q

58
Problema 1 – Resolução

Considere-se a origem do sistema de coordenadas no ponto P.

Seja ds o comprimento de um arco diferencial. Então, o elemento


de carga nesse arco é dado por
dq  l ds
Este elemento gera, no ponto P, o campo elétrico

1 l ds
dE  ds´

4 0  r 2 

59
Problema 1 – Resolução
Se considerarmos um elemento ds´ simetricamente oposto
ao elemento ds, concluímos que as respetivas componentes
segundo o eixo OY se anulam aos pares, pelo que o campo
elétrico total só vai ter componente horizontal segundo o eixo
OX.

ds´

60
Problema 1 – Resolução
 Assim, para obtermos o campo elétrico, só temos
que integrar a componente
1 l
dEx  dE cos q  cos q ds
4 0  r 2

 Considerando que

ds  rdq
vem
1 l
dEx  cos q rdq
4 0 r 2

61
Problema 1 – Resolução
 Integrando em q de -60º a + 60º, vem:
60º
1 l
E   dEx   cos q rdq 
60º
4 0 r 2

l 60º
l
  cos q dq  [ senq ]60º 
60º

4 0 r 60º 4 0 r


l 1, 73l
 [ sen60º  sen(60º )] 
4 0 r 4 0 r

62
Problema 1 – Resolução
 Resta determinar l. Considerando que a carga
está distribuída ao longo de 120º, vem

c arg a Q 0.477Q
l  
comprimento 2 r 3 r
 Substituindo na expressão anterior, temos

E
1, 73 0, 477Q  0,83Q

4 0 r 2 4 0 r 2
 Finalmente,
0,83Q
E e
4 0 r 2 x

63
Problema 2
 Na figura baixo está representada uma vareta
fina, de comprimento L, de um material isolador
com uma carga q distribuída uniformemente ao
longo do seu comprimento.

64
Problema 2 (Cont.)

 Mostre que a intensidade do campo elétrico E no


ponto P sobre o bissetor perpendicular à vareta é
dada por

q 1
E
2 0 y  L  4 y
2

2 12

65
Problema 2 l
q
dq  ldx
y
L
  
2
q
E y  E cos   q    Esenq
2 
r
y
senq 
q r
x r  x2 y2
0 L/2

L /2 L /2
dq 2 ldx y
E  Ey  2 
4 0 0 x 2  y 2
sen q 
0 4 0r 2 x2 y2

L /2
) y  
L /2
ly dx ( q/ L x
E     
2 0
x  2 0  y 2 x 2  y 2
3/2
0
2
y 2
  0

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Problema 2

q L/2 q 1
E  
2 0Ly L 
2 2 0 y L2  4 y 2
2  y 2

 

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Problemas
 Problema 3
 Na figura baixo está representada uma vareta de
um material isolador com uma carga –q
distribuída uniformemente ao longo do seu
comprimento.

a) Qual é a densidade de carga linear na vareta?


b) Determine o campo eléctrico no ponto P a uma
distância a da extremidade mais próxima da vareta.
c) Mostre que se a >> L a vareta comporta-se como uma
carga pontual.

68
Problema 3
q
a) l
L
b)

1 ldx
dE x 
4 0( L  a  x) 2

L
1 ldx
4 0 0( L  a  x)
Ex  2

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Problema 3

L L
1 ldx l  1  l  L 
4 0 0( L  a  x)
Ex    2
  a( L  a) 
2
( 0  L  a)  x
4  0 4 0  

1  q 
Ex 
4 0  a( L  a) 

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Problema 3
c)

a>L
q
Ex  
4 0a 2

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