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WS 5665 1

PBR 500V

MANUAL DE MANUTENÇÃO
2 WS 5665

PREFÁCIO
Este manual de manutenção é necessário para o manuseio profissional e seguro da
máquina.
Um exemplar deste manual deve se encontrar sempre na máquina.

NORMAS APLICADAS
O presente manual foi elaborado em conformidade com as seguintes normas:

- EN 12100-1
- EN 12100-2

- prENV 14033-1
- prENV 14033-2

Copyright © Plasser & Theurer


Reservado todos os direitos, sobretudo os direitos de reprodução, divulgação e tradução.
Sem autorização por escrito da Plasser & Theurer, nenhuma parte da obra poderá ser
reproduzida (fotocópia, microfilme ou outro processo qualquer), nem armazenada,
processada, fotocopiada ou divulgada mediante utilização de sistemas informatizados.
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ÍNDICE
1 PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO ........................................................................................................5
2 INSTRUÇÕES RELATIVAS À MANUTENÇÃO DA MÁQUINA ............................................................7
3 INTRODUÇÃO ......................................................................................................................................9
4 ÂMBITO DA MANUTENÇÃO ..............................................................................................................11
5 SEGURANÇA......................................................................................................................................13
6 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO .....................................................................................................17
7 PRIMEIROS SOCORROS ..................................................................................................................19
8 ANÁLISE DE RISCOS.........................................................................................................................21
8.1 GENERALIDADES ..............................................................................................................................21
8.2 INFORMAÇÃO SOBRE OS RISCOS .................................................................................................22
8.3 EXTRATO DAS FICHAS DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA .......................................................23
9 INSTRUÇÕES DE USO DAS BATERIAS DO MOTOR DE PARTIDA ..............................................33
10 MANUTENÇÃO ...................................................................................................................................37
11 TRABALHOS DE MANUTENÇÃO ......................................................................................................39
11.1 LIMPEZA .............................................................................................................................................39
11.2 CONTROLE VISUAL...........................................................................................................................40
11.3 REABASTECIMENTO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO ...................................................................42
11.4 LUBRIFICAÇÃO ..................................................................................................................................43
11.5 TROCA DOS PRODUTOS DE SERVIÇO ..........................................................................................44
12 PICTOGRAMAS ..................................................................................................................................47
13 INTERVALOS......................................................................................................................................49
14 PLANO GERAL DOS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO...................................................................51
15 VISTA DE CONJUNTO DA MÁQUINA ...............................................................................................57
15.1 Garantia para motores Caterpillar .......................................................................................................58
16 PRODUTOS DE SERVIÇO FORNECIDOS DE FÁBRICA .................................................................59
17 ENTRE INTERVALOS – PERIÓDICO ................................................................................................61
17.1 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA .....................................................................................................61
17.2 FREIOS ...............................................................................................................................................62
17.3 RADIADOR..........................................................................................................................................62
18 APÓS 10 HORAS DE TRABALHO OU DIARIAMENTE .....................................................................63
18.1 CONTROLE VISUAL SIMPLES ..........................................................................................................65
18.2 VERIFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO ..............................................................................65
19 APÓS 50 HORAS DE TRABALHO OU SEMANALMENTE................................................................71
20 APÓS 100 HORAS OPERACIONAIS OU MENSALMENTE ..............................................................79
21 APÓS 250 HORAS DE TRABALHO OU SEMESTRALMENTE .........................................................85
22 APÓS 500 HORAS DE TRABALHO OU SEMESTRALMENTE .........................................................93
23 APÓS 1000 HORAS DE TRABALHO OU ANUALMENTE .................................................................99
24 APÊNDICE ........................................................................................................................................103
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1 PLAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO

2010 907 / 908 / 909

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2 INSTRUÇÕES RELATIVAS À MANUTENÇÃO DA MÁQUINA

• Estas "Instruções relativas à Manutenção da Máquina" se referem exclusivamente aos


"Serviços de Manutenção Contínuos" e fazem parte do próprio escopo de
responsabilidades do operador da máquina!!

• Estes trabalhos de conservação e manutenção contínuos, os quais são de competência


e responsabilidade do operador da máquina se referem aos equipamentos de trabalho,
motores, transmissões, etc.

• Para uma longa vida útil e a constante disponibilidade do veículo é absolutamente


imprescindível que seja efetuada a manutenção profissional e observados os intervalos
de tempo prescritos.

• Ao operador se recomenda seriamente anotar no livro de serviços também os trabalhos


de conservação e manutenção feitos sob sua própria responsabilidade. Estas
anotações devem documentar cada tipo de trabalho de conservação e manutenção
(quem fez o que, quando e por quê).

• Favor consultar o manual de manutenção para as quantidades de óleo, tipos de óleo,


intervalos de tempo, etc.!

• Os trabalhos de conservação e manutenção abrangem tanto a limpeza e o controle,


como o reabastecimento dos produtos de serviço e a substituição de peças
sobressalentes.

• A conservação e manutenção constituem parte fundamental para a segurança do


homem, do meio ambiente e da máquina.
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3 INTRODUÇÃO

A manutenção deste equipamento deverá ser efetuada conforme as normas de


manutenção (prENV 14033-1 /Apêndice „J“) ao longo do período em que for utilizado.

O Proprietário e/ou o Operador do equipamento é o responsável pela manutenção!

Todas as máquinas deverão ser submetidas no mínimo a cada dois anos a inspeções e
revisões pelo operador da infra-estrutura ferroviária onde a máquina estiver sendo
utilizada.

A Administração ferroviária deverá ser notificada a respeito de qualquer descarrilamento,


colisão, quebra de rodeiros, truques ou aquecimento das caixas de roda para que o
equipamento seja sujeito a uma inspeção por pessoa qualificada.

Peças e componentes da máquina que influenciem na segurança de circulação da


máquina não poderão ser alteradas sem a aprovação prévia do departamento de
homologação competente. Toda e qualquer alteração requer de nova autorização para
circulação.

Todos os trabalhos em chassis de máquinas, freios, rodeiros, caixas de roda, eixos,


taquímetros, instalações para repetição e registro de posicionamento de sinais e
sinalização no posto do maquinista/painéis de controle só poderão ser efetuados por
oficinas licenciadas após autorização do departamento de homologação competente.

Os serviços de manutenção em curso são de responsabilidade do proprietário do


equipamento.

Deverão ser cumpridas as prescrições gerais de funcionamento e segurança BS-02.05


(vide documentação suplementar).
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4 ÂMBITO DA MANUTENÇÃO

A manutenção é de responsabilidade do operador da máquina.


A manutenção engloba todos os componentes da máquina de modo a não influenciarem a
segurança de circulação da mesma – vide acima.
Esta máquina deverá ser submetida continuamente aos trabalhos de conservação e
manutenção ao longo da sua vida útil, em conformidade com o presente Manual de
Manutenção.
A manutenção adequada é de suma importância no que diz respeito à vida útil e
constante disponibilidade da máquina.
Critérios importantes para a manutenção:

- Pessoal de manutenção qualificado


- Qualidade da manutenção
- Observar os intervalos previstos
- Usar os produtos de serviço prescritos/recomendados
- Usar peças sobressalentes originais

A manutenção é realizada em etapas, ou seja, cada intervalo de tempo engloba


automaticamente todos os intervalos precedentes.

EXEMPLO: Quando os trabalhos de manutenção mensais forem efetuados, deverão ser


realizados também os trabalhos de manutenção semanais e diários.
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5 SEGURANÇA

A manutenção é realizada com a máquina devidamente estacionada e firmada contra


rolamento involuntário.

É terminantemente proibido subir ao telhado da máquina quando esta se encontrar sob


catenária em tensão. Antes do início dos trabalhos de manutenção a catenária deverá
estar comprovadamente desligada e com o seu aterramento devidamente assegurado.
Estas medidas de segurança deverão ser realizadas e fiscalizadas pelo responsável da
segurança !

Prestar sempre atenção aos trens que circulam nas vias adjacentes.

Quando imobilizar a máquina em rampas, utilizar sempre os calços de estacionamento.

Se o controle de determinados componentes durante o funcionamento estiver associado a


qualquer tipo de perigo, estes só poderão ser inspecionados com a máquina parada ou
após o término do trabalho.

Antes do início dos serviços de manutenção (salvo raras exceções) deverá ser aplicado o
freio de estacionamento e desligado o motor e a chave geral.

Jamais alterar as regulações das válvulas de segurança.

Verificar antes da desmontagem dos elementos hidráulicos se o equipamento está sem


pressão. A saída de óleo hidráulico sob pressão pode queimar a pele e provocar graves
lesões.

Cuidado ao drenar o óleo do motor ou hidráulico quando estes ainda se encontrarem na


temperatura operacional, pois poderão provocar queimaduras.

Assegurar constantemente que ninguém esteja manuseando com chama aberta nas
proximidades da máquina.

Não fumar por ocasião do enchimento dos tanques de combustível ou quando da


verificação do nível de eletrólito das baterias.

Nunca controlar o nível de eletrólito da bateria ou de combustível com qualquer objeto que
produza chama.

Continuação - vide folha seguinte


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Continuação - Segurança

Antes de começar qualquer trabalhos de soldagem (arco elétrico) ter em conta


especialmente o seguinte:
Se a máquina se encontra devidamente frenada (freio de estacionamento, calços de
estacionamento, etc.)
Se o motor foi desligado.
Se a chave geral foi desligada.
Caso exista, se o interruptor do comando do programa foi desligado.
Se a bateria se encontra completamente desligada.
Se o eletrodo-terra afixado à máquina se encontra o mais próximo possível da área de
soldagem.

O eletrodo-terra jamais deve ser ligado ao trilho.

Nunca ligar o eletrodo-terra a hastes dos êmbolos de cilindros, acumuladores hidráulicos,


bombas hidráulicas, baterias, cabos terra, conexões soltas, tais como rolamentos ou
semelhantes, ou tanques hidráulicos ou de combustíveis.

Não direcionar dispositivos de limpeza ou de lubrificação sob alta pressão a pessoas ou


animais.

Não utilizar líquidos facilmente inflamáveis ou produtos químicos corrosivos na limpeza da


máquina.
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SI-0400-03

DIRETRIZES DE SEGURANÇA QUANDO DOS PREPARATIVOS PARA A


REALIZAÇÃO DE REPAROS

No modo de trabalho, o perímetro de perigo da máquina de ser considerado área


interditada!

Reparos na máquina só podem ser efetuados por pessoal autorizado e tecnicamente


competente. Além disso, não é permitido andar pela linha vizinha com tráfego.

FAVOR OBSERVAR OS REGULAMENTOS FERROVIÁRIOS LOCAIS

Antes de dar início a possíveis reparos é imprescindível que sejam tomadas as seguintes
medidas de segurança:

• A pressão hidráulica deve ser desativada!

• O sistema pneumático deve ser desativado!

• A máquina deve ser imobilizada para evitar o seu rolamento involuntário (freio
de estacionamento, calços, etc.)!

• O motor deve ser desligado!

• A chave geral de trabalho deverá ser desligada e bloqueada contra religamento


não autorizado.

• A chave geral da bateria deverá ser desligada e bloqueada contra religamento


não autorizado.

• Se a reparação for executada dentro de pavilhões fechados, as baterias


deverão ser desconectadas (máquina sem tensão) e os pólos de ligação
devidamente fixados.

• Além disto, todas as pessoas envolvidas e que tenham acesso à máquina


devem ser avisadas previamente dos reparos a serem realizados.

• Também deverá ser nomeado um especialista competente que detenha a


responsabilidade principal pelos reparos e que efetue a fiscalização sob
observância de todas as medidas de segurança.

• Antes de a máquina ser colocada novamente no modo de Funcionamento, todo


o pessoal da máquina deve ser informado sobre os reparos realizados . A
máquina só poderá ser recolocada no modo de "Funcionamento" por pessoa
especializada, competente e devidamente autorizada para tal.

• No modo de trabalho, a área de trabalho volta a ser área interditada!


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6 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

ATENÇÃO !
É expressamente proibida a utilização de chama aberta ou a
utilização de produtos/materiais facilmente inflamáveis nas
proximidades do veículo!
O abastecimento do tanque diesel somente deverá ser
realizado com o motor desligado e frio.

Além disso, é terminantemente proibido fumar!

Medidas de primeiros socorros


• Salvar pessoas
• Chamar o corpo de bombeiros
• Adotar medidas para apagar/controlar o fogo

De acordo com suas possibilidades e capacidades, cada pessoa é obrigada a agir de


forma a evitar atos que provoquem incêndios ou que contribuam para a sua propagação.
Além disso, devem ser tomadas todas as providências que impeçam sua formação ou
alastramento.
Panos sujos de óleo ou de graxa embebidos em solventes devem ser guardados em lugar
seguro à prova de fogo pois podem se auto-inflamar.
Os componentes a seguir, sobretudo peças sujeitas ao aquecimento, devem ser mantidos
livres de sedimentos para prevenir o surgimento de fogo:
• Motor/Transmissões
• Aquecedores
• Correias
• Engrenagens
• Gabinetes de controle
• Distribuidores de potência
• etc.

Por este motivo é importante se familiarizar com antecedência sobre as medidas de


prevenção contra incêndios e o manuseio correto dos extintores.
Consultar o encarregado responsável pela prevenção de incêndios !

Os extintores deverão estar sempre em condições de uso, em locais de livre acesso, ser
inspecionados periodicamente e possuírem etiquetas de vistoria atualizadas.
Controle das datas de validade pelo encarregado de prevenção de incêndios !
Comunicar ao encarregado responsável sempre que os extintores de incêndio forem
usados. Este deverá repô-los imediatamente ou providenciar extintores substitutos até
que os outros tenham sido novamente reabastecidos!
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7 PRIMEIROS SOCORROS

Mantenha permanentemente a caixa de primeiros


socorros limpa, completa e em boas condições de uso.

Para fins de prestação de primeiros socorros e utilização


da caixa consulte o serviço de enfermagem ou o médico
da sua repartição.

Material usado deverá ser reposto imediatamente!

ATENÇÃO
Medicamentos, calmantes e outros tipos de remédios podem provocar sonolência e
diminuir o poder de reação.

Medidas de primeiros socorros:


1. AJUDAR
2. COMUNICAR
3. PROTEGER
4. ADVERTIR

Ao AJUDAR, observe as medidas de Primeiros Socorros constantes dos extratos da


fichas com os dados de segurança.

QUEIMADURAS
Apagar a pessoa em chamas com água, extintor de incêndio, cobertores ou rolando-a no
chão.
Contato dos olhos com materiais perigosos
Lavar os olhos várias vezes com frasco de borrifar ou garrafa d'água e, em seguida,
procurar um médico.
Contato da pele com materiais perigosos
Lavar abundantemente com sabonete sob água corrente e, em seguida, procurar um médico.
Inalação de materiais perigosos
Levar a pessoa afetada para fora (ar fresco) e, em seguida, procurar um médico.
Ingestão
Não provocar vômitos e procurar um médico imediatamente.
Após forte contacto com a roupa
Despir roupa impregnada imediatamente, tomar banho e, em seguida, procurar um
médico.
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8 ANÁLISE DE RISCOS

O resultado de uma manutenção cuidadosa da máquina é que, além de minimizar o


tempo de inatividade forçada da máquina, a segurança de trabalho aumenta, fato que
resulta notadamente na redução de acidentes de trabalho e, consequentemente, em
menores danos pessoais.

8.1 GENERALIDADES

Devem ser seguidas as instruções do chefe de projeto ou do maquinista.

• A subida à máquina só é permitida pelas vias de acesso indicadas, devendo estas


estar livres de óleo, graxa, combustível, lixo, neve e gelo.
• Quando a máquina se encontra sob a catenária, a subida a qualquer uma de suas
partes por ocasião dos trabalhos de carregamento, descarregamento e reparos é
estritamente proibida, exceto se a catenária tiver sido desligada previamente pelo
operador da Infraestrutura Ferroviária segundo as normas de segurança vigentes.
• É proibido passar debaixo da máquina enquanto esta estiver em movimento ou em
operação. PERIGO DE VIDA !
• Pessoas que se encontram nas proximidades da máquina necessitam
obrigatoriamente de protetores de ouvidos.
• Caso ocorram avarias durante a operação do equipamento devem ser acionados os
botões de emergência ou de parada do motor. Da forma como surgiu a avaria deverá
ser decidido qual o modo mais efetivo de resolvê-la.
Reações instintivas para resolver os problemas enquanto a máquina estiver em
operação podem acarretar graves danos físicos e até mesmo levar à morte.
• A retirada de proteções bem como de indicativos de perigo são estritamente
proibidos.
• Ao tocar no cano de escape se corre perigo de sofrer queimaduras.

Além destas, deverão ser cumpridas as normas de segurança vigentes da Administração


Ferroviária, bem como todas as demais regulamentações aplicáveis, conforme a
legislação em vigor.
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8.2 INFORMAÇÃO SOBRE OS RISCOS

Perigos

Nas áreas de perigo mencionadas existe, sobretudo, o perigo de sofrer pancadas,


arrastamento para dentro, beliscamento, entalamento ou esmagamento, motivo pelo qual
somente pessoal devidamente habilitado deverá trabalhar com e junto da máquina.
Além disso, há a possibilidade de, ao subir na máquina, ocorrer uma descarga elétrica.
Informações a respeito dos perigos, aos quais estão sujeitas terceiras pessoas, é de
responsabilidade do departamento de gerenciamento da obra local (coordenação).
O material informativo e os esquemas são fornecidos ao respectivo contratante que é o
responsável pela distribuição subsequente.

8.2.1 Responsabilidades pela implementação


Fornecedor ...................... informa as situações de risco
Operador da Infraestrutura Ferroviária ...... Emissão de instruções técnicas
Fiscalização na frente de obras................. Emissão de instruções e
coordenação geral junto às várias
pessoas

Os trabalhadores deverão ser instruídos como manusear sem perigo os materiais


perigosos abaixo mencionados, conforme as prescrições fornecidas nas ações de
formação (referência nos extratos das fichas com dados de segurança).

• Materiais que podem provocar fogo e/ou explosão (Diesel/combustível, etc.)


• Produtos de serviço nocivos à saúde (óleos, graxas, etc.)
• Outras substâncias perigosas (colas, detergentes, etc. )

8.2.2 Equipamentos de proteção

A fim de manter o índice de perigo e suas consequências para a saúde o mais baixo
possível é necessário usar os equipamentos de proteção adequados.
Proteção da Cabeça ............................ Capacete
Proteção dos Ouvidos......................... Protetores de Ouvidos, tampões de ouvidos
Proteção das Mãos .............................. Luvas
Proteção dos Pés ................................ Calçado com biqueira de aço
Roupa de Advertência......................... Roupa nas cores sinalizadoras e riscas refletoras
Proteção das Vias Respiratórias........ Máscara de pó

ATENÇÃO:
É absolutamente necessário respeitar as placas indicativas, coberturas, grades de
segurança, cabos de aterramento, etc., afixados na máquina, para proteger a saúde
de pessoas, de bens e do meio ambiente !
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8.3 EXTRATO DAS FICHAS DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA

Óleo para engrenagens SHELL SPIRAX G80W-90


91 / 155 / EG para material 43082

Óleo para motor SHELL RIMULA R6 LM 10W-40


91 / 155 / EWG

Óleo hidráulico SHELL TELLUS STX 46


91 / 155 / EG

Graxa lubrificante SHELL ALVANIA GREASE RL2


93 / 112 / EG para material 75202

Das fichas de informação de segurança podem ser obtidas outras informações


relativamente aos seguintes itens:

• Material / indicação da empresa e preparação


• Composição / indicação relativamente aos componentes
• Possíveis riscos
• Medidas de combate ao incêndio
• Medidas quando da emanação involuntária
• Manuseio e armazenamento
• Propriedades físicas e químicas
• Estabilidade e reatividade
• Dados toxicológicos
• Dados ecológicos
• Informações relativamente ao descarte
• Informações relativamente ao transporte
• Prescrições
• Outras informações
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8.3.1 SHELL SPIRAX G 80W-90

Possíveis riscos
Descrição dos riscos:
O contato prolongado e repetido com a pele pode ocasionar dermatite. Segundo as
diretrizes da CE / Regulamentação de substâncias perigosas, o produto não é
considerado perigoso. Porém há no mínimo uma substância contida no produto que
pode ser classificada de sensibilizadora, em uma concentração de no mínimo 0,1% .
Esta pode gerar reações alérgicas.
Riscos de segurança :
Evitar a formação de névoas de óleo.

Perigos para o meio ambiente :


Não permitir a dispersão descontrolada do produto no meio ambiente. Não é
completamente biodegradável.

Medidas de Primeiros Socorros


após inalação :
Levar a pessoa afetada para um lugar com ar fresco e acalmá-la. Procurar auxílio
médico.
após contato com a pele :
Despir a roupa contaminada e lavar as áreas da pele afetada com água e sabão.
Se o material penetrou na pele sob ação de alta pressão chamar imediatamente um
médico.
após contato com os olhos :
Enxaguar imediatamente as pálpebras esticadas por 15 minutos sob água corrente e
consultar um médico.
após engolir :
Não provocar vômito. Procurar imediatamente um médico.
Informação para o médico :
Tratamento sintomático.

Medidas de combate a incêndios


Materiais extintores adequados:
Espuma, pó, dióxido de carbono, areia ou terra.
Materiais extintores inadequados por motivos de segurança :
Não usar jato de água forte.
Riscos especiais devido ao material ou produtos inflamáveis :
Sob condições de incêndio descontrolado formam-se misturas complexas de
gases-aerossóis que podem conter monóxido de carbono, óxido de nitrogénio,
fuligem, dióxido de sulfato e ligações orgânicas.
Equipamentos especiais quando do combate ao incêndio :
Nenhum.
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Limite de exposição e equipamentos de proteção pessoal

Componentes com valores-limites a serem controlados, relacionados ao local de


trabalho
O produto não possui componentes com valores-limites a serem controlados,
relacionados ao local de trabalho.
Equipamentos de proteção pessoal
Proteção respiratória
Não é necessária sob condições normais.
Quando da formação de névoa de óleo usar máscara de proteção com filtro de
partículas e vapores orgânicos.
Proteção das mãos
Luvas de proteção de PVC ou de látex/nitrol na medida em que forem permitidas do
ponto de vista da segurança técnica. As características das luvas de proteção são
determinadas pelas condições reinantes na prática (p.ex. uso múltiplo, esforço
mecânico, condições de temperatura, âmbito e duração da exposição esperada).
Recomenda-se ao usuário proceder a testes de adequação antes de escolher o tipo de
luva de proteção.
Proteção dos olhos
Usar óculos de proteção caso haja risco de respingos.
Proteção do corpo
Evitar o contato com a pele. Usar macacão como roupa de proteção.
Medidas gerais de proteção e higiene
Não levar consigo na roupa (bolsos) panos/trapos de limpeza embebidos em produtos.
Durante o trabalho, não comer, beber, fumar, cheirar.
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8.3.2 SHELL RIMULA R6 LM 10W-40

Possíveis riscos
Riscos para a saúde humana
Não há maiores riscos de saúde quando usado para os fins a que se destina. O contato
prolongado e repetido com a pele pode ocasionar dermatite. Óleo usado pode conter
impurezas nocivas.

Riscos de segurança
Não é classificado como sendo inflamável, mesmo assim pode queimar. Evitar a formação
de névoas de óleo.

Perigos para o meio ambiente


Não é classificado como perigoso para o meio ambiente.

Medidas de Primeiros Socorros

Sintomas e efeitos
Sob condições de uso normais não é de esperar sintomas ou efeitos agudos.

Após inalação
Na praticamente improvável hipótese de surgir tontura ou náusea, levar a pessoa afetada
para um lugar com ar fresco. Se os sintomas persistirem, consultar um médico.

Após contato com a pele


Despir a roupa contaminada e lavar as áreas da pele afetada com água e sabão. Se
ocorrer irritação persistente da pele, consultar o médico. Ao usar equipamento de alta
pressão pode ser que o material penetre na pele. Havendo ferimentos da pele surgidos
devido à ação de alta pressão, a pessoa afetada deverá ser enviada imediatamente a um
hospital. Não aguarde o desenvolvimento de sintomas.

Após contato com os olhos


Enxaguar imediatamente as pálpebras esticadas por 15 minutos sob água corrente
abundante e consultar um médico.

Após engolir
Lave a boca com água e consulte o médico. Não provocar vômito.

Informação para o médico


Tratamento sintomático. A aspiração do produto nos pulmões pode causar pneumonia
química. A exposição prolongada ou repetida pode causar dermatite. Ferimentos
causados pela penetração na pele causada por alta pressão requer imediata intervenção
cirúrgica e provavelmente uma terapia com esteroídeos para minimizar os danos na pele
e perda de função.

Medidas de combate a incêndios


Riscos específicos
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Sob condições de incêndio descontrolado formam-se misturas complexas de gases-


aerossóis que podem conter monóxido de carbono, óxido de nitrogénio, fuligem, dióxido
de sulfato e ligações orgânicas e anorgânicas não definidas.

Meios extintores de incêndio adequados


Espuma e pó seco químico. Dióxido de carbono, areia ou terra devem ser usados
somente para extinguir pequenos incêndios.

Meios extintores de incêndio adequados


Não usar fortes jatos de água. O uso de extintores de halogênio deve ser evitado por
razões ambientais.

Equipamento de proteção
Ao se aproximar de um incêndio em um recinto fechado é obrigatório o uso de
equipamento de proteção, inclusive aparelho de respirar.

Limite de exposição e equipamentos de proteção pessoal


Limites de exposição pessoal
Não há limite de exposição pessoal estabelecido

Controles de exposição pessoal


Não aplicáveis.

Proteção respiratória
Proteção respiratória é necessária por ocasião da formação de névoas de óleo.

Proteção das mãos


Luvas de proteção de PVC ou de látex-nitril são permitidas, na medida em que
correspondam às prescrições de segurança. As características das luvas de proteção
devem ser determinadas em razão das condições reinantes na prática (p.ex. uso múltiplo,
cargas mecânicas, condições de temperatura, resistência e duração da exposição
esperada. O usuário deve realizar testes adequados à situação de uso antes de
selecionar as luvas de proteção adequadas.

Proteção dos olhos


Óculos de proteção.

Proteção do corpo
Minimizar todas as formas de contato com a pele. Usar macacão e sapatos com solas
resistentes ao óleo. Trocar e lavar regularmente a roupa de trabalho.
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8.3.3 SHELL TELLUS STX 46

Riscos possíveis
Classificação CE : Segundo as diretrizes da CE / Regulamentação de substâncias
perigosas, o produto não é considerado perigoso.
Riscos para a saúde humana: não é de se esperar riscos de saúde ao manusear o
produto sob condições normais. O contato prolongado e repetido do produto sem a devida
limpeza das mãos ou outras partes afetadas pelo produto pode causar entupimento dos
poros da pele, bem como acne provocada por óleo (acne venenata)/foliculite. A injeção
subcutânea sob alta pressão pode provocar danos severos, inclusive necrose local. Óleo
usado pode conter contaminantes prejudiciais.
Sinais e sintomas: Entre os sinais e sintomas da acne provocada por óleo/foliculite
podem se encontrar também cravos pretos e brancos e pimples nas partes expostas da
pele. Necroses locais são identificadas por meio de uma sensação de dor retardada e
danos de tecido poucas horas após a injeção do produto. A ingestão pode provocar
náusea, vômito e/ou diarreia.
Riscos de segurança: Não é classificado como sendo inflamável, porém pode queimar.
Perigos para o meio ambiente: Não é classificado como sendo nocivo ao meio ambiente.

Medidas de primeiros socorros


Informações gerais: Quando usado de acordo com o seu destino autorizado não há
perigos iminentes.
Apos inalação: Não necessita tratamento quando usado de acordo com o seu destino
autorizado. Se os sintomas perdurarem, procurar auxílio médico.
Apos contato com a pele: Despir a roupa contaminada. Primeiro lavar a área afetada
com água, em seguida com sabão, se houver. Se a irritação perdurar, procurar auxílio
médico. Ao usar ferramentas de alta pressão pode acontecer que o produto seja injetado
subcutaneamente. Ao surgirem lesões por aplicação de alta pressão, o acidentado deve
procurar imediatamente um hospital. Não esperar pelo surgimento de sintomas. Mesmo
que não haja lesões visíveis, procurar um médico.
Após contato com os olhos: Enxaguar os olhos com água em abundância. Se a
irritação persistir procurar auxílio médico.
Após engolir: Geralmente não necessita de tratamento, se não foram engolidas grandes
quantidades. Neste caso procurar o aconselhamento médico.
Informação para o médico: Tratamento sintomático. Lesões decorrentes de injeção por
alta pressão demandam imediatamente de intervenção cirúrgica e, eventualmente, uma
terapia com esteróides para minimizar lesões do tecido e falhas de função. Como as
lesões de entrada geralmente são muito pequenas e não mostram grau da severidade do
prejuízo real, eventualmente será necessário um exame cirúrgico para a apuração do
grau do prejuízo. Anestesias locais e compressas quentes devem ser evitadas, pois
podem levar a inchaços, espasmos vasculares e ischemia. Uma cirurgia de
descompressão imediata, a retirada de tecido necrótico e a remoção de substâncias
estranhas devem ser efetuadas sob anestesia total, devendo ser estes examinados
detalhadamente.

Medidas de combate a incêndios


Somente admitir o acesso à área de incêndio aos serviços de emergência.
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Perigos específicos: Podem surgir os seguintes produtos de combustão: Mistura


complexa a partir de partículas sólidos e líquidos e de gases, incluindo monóxido
carbônico. Compostos orgânicos e inorgânicos não identificados.
Materiais extintores adequados: Espuma, spray de água ou névoas de água. Pó
extintor de incêndio, dióxido de carbono, areia ou terra serão somente utilizáveis para
incêndios pequenos.
Produtos extintores inadequados: Não utilizar fortes jatos de água.
Equipamentos especiais quando do combate ao incêndio: no combate do incêndio em
recintos fechados deve ser usado equipamento de proteção adequado inclusive máscara
de ar independente do ar ambiente.

Limite de exposição e equipamentos de proteção pessoal


Limite de exposição: O grau de proteção e os tipos dos exames necessários variam em
dependência das condições de exposição potenciais. Os exames devem ser escolhidos
com base em uma avaliação dos riscos da situação local. Medidas adequadas incluem:
ventilação adequada para o controle da concentração no ar. Se o material se esquenta ou
se for pulverizado ou houver formação de névoas pode surgir uma concentração mais
elevada no ar.
Equipamento de proteção pessoal: O equipamento de proteção pessoal (EPP) deveria
atender as normas internacionais. O fornecedor do EPP deve ser consultado.
Proteção respiratória: O manuseio normal não requer de uma proteção respiratória.
Para a prática de uma boa higiene industrial deveriam ser tomadas providências contra a
inalação do material. Se controles técnicos não conseguem manter o nível de
concentração de poluentes no ar abaixo do valor crítico para a segurança e saúde do
trabalho (SST), deve se escolher a proteção respiratória adequada, sob observação das
condições de trabalho específicas, além das respectivas normas legais. Esclarecer com
os fabricantes de dispositivos de proteção respiratória. Usar um filtro combinado para
partículas, gases e vapores (ponto de ebulição > 65°C, 149°F, de acordo com a norma
EN141.
Proteção das mãos: no caso de um possível contato da pele com o produto, a utilização
de luvas (testadas p.ex. de acordo com a norma europeia EN374 ou F739 dos EU)
fabricadas a partir dos materiais abaixo oferecem a proteção suficiente: luvas de PVC,
neoprene ou látex/nitrol. A adequação e a durabilidade dependem, entre outros, da
frequência e da duração do contato, da resistência química do material das luvas, da
espessura das luvas, e da prestidigação. Sempre consultar o fornecedor das luvas. Os
cuidados individuais da pele são indispensáveis para uma proteção efetiva da pele. Luvas
de proteção sempre devem ser usadas com mãos limpas. Após o uso, as mãos devem
ser lavadas e secadas cuidadosamente. Recomenda-se o uso de um creme hidratante
sem perfume.
Proteção dos olhos: Óculos de proteção ou máscara de proteção, testados de acordo
com a norma da CE EN166.
Proteção do corpo: Normalmente não é necessário o uso de protetor de pele, além das
usuais medidas de proteção do corpo.
Procedimentos de monitoramento e de observação: O monitoramento da concentração
de substâncias na área de proteção respiratória dos funcionários ou no posto de trabalho em
geral pode ser necessário para confirmar o atendimento de um valor limite de um posto de
trabalho e a adequação de limites à exposição. Em algumas substâncias, o monitoramento
biológico também pode ser adequado.
Medidas de controle do meio ambiente: Minimizar liberações ao meio ambiente. Deve
ser realizada uma avaliação do meio ambiente para assegurar o atendimento das normas
ambientais locais.
WS 5665 31

8.3.4 SHELL ALVANIA RL2

Possíveis riscos
Descrição dos riscos:
O contato prolongado e repetido com a pele pode ocasionar dermatite. Quando
usado para os fins a que se destina não há maiores riscos de saúde.
Riscos de segurança :
Evitar a formação de névoas de óleo.

Perigos para o meio ambiente :


Não permitir a dispersão descontrolada do produto no meio ambiente. Não é
completamente biodegradável.

Medidas de Primeiros Socorros


após inalação :
Levar a pessoa afetada para um lugar com ar fresco e tranquilizá-la. Procurar
auxílio médico.
após contato com a pele :
Despir a roupa contaminada e lavar as áreas da pele afetada com água e sabão.
Se o material penentrou na pele sob ação de alta pressão chamar
imediatamente um médico.
após contato com os olhos :
Enxaguar imediatamente as pálpebras esticadas por 15 minutos sob água
corrente e consultar um médico.
após engolir :
Não provocar vômito. Procurar imediatamente um médico.
Informação para o médico :
Tratamento sintomático.

Medidas de combate a incêndios


Materiais extintores adequados:
Espuma, pó, dióxido de carbono, areia ou terra.
Materiais extintores inadequados por motivos de segurança :
Não usar jato de água forte.
Riscos especiais devido ao material ou produtos inflamáveis:
Sob condições de incêndio descontrolado formam-se misturas complexas de
gases-aerossóis que podem conter monóxido de carbono, óxido de nitrogénio,
fuligem, dióxido de sulfato e ligações orgânicas.
Equipamentos especiais quando do combate ao incêndio:
Nenhum.
32 WS 5665

Limite de exposição e equipamentos de proteção pessoal

Componentes com valores-limites a serem controlados, relacionados ao local de


trabalho
O produto não possui componentes com valores-limites a serem controlados,
relacionados ao local de trabalho.
Equipamentos de proteção pessoal
Proteção respiratória
Não é necessária sob condições normais.

Proteção das mãos


Luvas de proteção de PVC ou de látex/nitrol na medida em que forem
permitidas do ponto de vista da segurança técnica. Caso contrário usar creme
de mão.

Proteção dos olhos


Usar óculos de proteção caso haja risco de respingos.
Proteção do corpo
Evitar o contato com a pele. Usar macacão como roupa de proteção.
Medidas gerais de proteção e higiene
Não levar consigo na roupa (bolsos) panos/trapos de limpeza embebidos em
produtos. Durante o trabalho, não comer, beber, fumar, cheirar.
WS 5665 33

9 INSTRUÇÕES DE USO DAS BATERIAS DO MOTOR DE


PARTIDA

Armazenagem e Transporte

Baterias do motor de partida vazias não necessitam de manutenção. Armazenar em


local seco e frio (livre de geadas).
As baterias de partida cheias deverão ser recarregadas o mais tardar quando a
densidade do eletrólito for abaixo de 1,21 kg/l ( 1,18 kg/l quando a densidade do
eletrólito for de 1,23 kg/l ).
Baterias cheias devem ser armazenadas e transportadas em posição vertical, pois o
eletrólito pode derramar. Por ocasião do transporte acondicioná-las de modo a evitar
o seu tombamento.

Colocação em Funcionamento

Baterias de partida carregadas, porém vazias, estarão prontas para funcionar assim
que forem enchidas com eletrólito para baterias.
Ao enchê-las a temperatura da bateria e do eletrólito deverão ser, no mínimo, de
10°C.
Retirar a tampa.
Encher as diversas células da bateria com ácido sulfúrico, conforme VDE 0510, na
concentração de 1,28 kg/l (em países tropicais 1,23 kg/l), no máximo até à marca do
nível de eletrólito, ou seja, 15 mm acima da borda superior das placas.
Deixar a bateria descansar por 15 minutos, tombá-la ligeiramente e completar com
eletrólito caso necessário.
Aparafusar ou comprimir bem a tampa. Limpar respingos do ácido.
Baterias fornecidas cheias estão prontas para uso.

INFORMAÇÃO: Se a bateria tiver pouca força para dar partida em virtude de


baixa temperatura ou condições de armazenagem inadequadas, ela deve ser
recarregada.

Montagem no Veículo

Antes da desmontagem e montagem da bateria desligar o motor e todos os


consumidores de energia. Evitar curtos-circuitos ocasionados por ferramentas.
Quando da desmontagem desconectar primeiro o pólo negativo ( - ) e depois
o positivo ( + ).
Antes da montagem da bateria limpar o local.
Fixar bem a bateria.
Limpar bem os terminais e os bornes da bateria e untar levemente com graxa livre de
ácidos.
Quando da montagem ligar primeiro o pólo positivo ( + ) e, em seguida, o negativo ( - ).
Verificar se os bornes e terminais estão bem fixos.
34 WS 5665

Carregar fora do veículo

Antes de carregar verificar o nível do eletrólito e, caso necessário, encher com água
dessalinizada ou destilada até à marca máxima do nível de ácido, ou seja, 15 mm
acima da borda superior das placas.
A bateria deve ser desmontada antes de ser recarregada, de forma a evitar danos ao
equipamento.
Atenção : Seguir instruções do fabricante do veículo concernente o desligamento.
Baterias só podem ser recarregadas com a mesma corrente. Pólo positivo ( + ) da
bateria com o positivo ( + ) do aparelho de carregar baterias e o pólo negativo ( - ) da
bateria com o negativo ( - ) do carregador de baterias.
Ligar o aparelho de carregar somente após a ligação à bateria.
No fim da recarga desligar primeiro o carregador de baterias.
Como corrente de carregamento é sugerido um décimo da capacidade.
(p.ex.: 44 Ah : 10 = 4,4 A de corrente de carga).
A temperatura do ácido não deve ultrapassar os 55°C quando a bateria estiver sendo
carregada. Se esta temperatura for ultrapassada interromper o carregamento. O
carregamento estará terminado quando a corrente estiver a 0 (zero) ou não houver
mais passagem ou o aparelho automático de carga desligar.

Providenciar para que haja boa ventilação no local de carga.

Atenção: Durante a carga forma-se gás detonante altamente explosivo! Fogo, centelhas,
lanternas de incandescência e fumar é estritamente proibido!

Manutenção

Para que seja obtida uma longa vida útil da bateria, são as seguintes as instruções a
serem seguidas:
Manter a superfície da bateria limpa e seca.
Verificar regularmente o nível do eletrólito. Caso necessário completar com água
dessalinizada ou destilada. Jamais encher com ácido. Em caso de alta perda de
água providenciar para que um especialista verifique a tensão do regulador.
Não utilizar os assim chamados produtos de melhora. O nível de carga pode ser
averiguado mediante medição da densidade do ácido.
A bateria deve ser recarregada quando a densidade do ácido estiver abaixo de 1,21
kg/l (ou 1,18 kg/l para acidez de 1,23 kg/l ). Com esta densidade a bateria estará até
– 15 °C protegida contra congelamento (e com 1,28 kg/l até – 70 °C).
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Auxílio de partida

Devido à eletrônica sensível do veículo o auxílio de partida somente deve ser dado
com um “startbooster” (reforço de ignição).
O auxílio de partida no carro pode levar a picos de tensão e provocar sérios prejuízos
à eletrônica do veículo ou até mesmo destruí-la.
Por isso, quando forem usados cabos de carga de bateria seguir as seguintes
instruções:
Por ocasião do auxilio de partida com cabos aconselha-se a usar cabos
padronizados
( p.Ex.: DIN 72 553 ).
Seguir as instruções para uso dos cabos.
Só usar baterias com o mesmo valor nominal.

Ligar os cabos: ambos os motores dos veículos devem estar desligados !


Primeiro ligar os dois pólos positivos 1 e 2, em seguida ligar o pólo negativo 3 do
veículo doador a um lugar metálico liso do veículo 4 que precisa de ajuda fora da
bateria.

(Seguir instruções do fabricante do veículo).

1 2

+ +
Baterias do
veículo - - Baterias do
doador veículo receptor
2 x 12V 2 x 12V
+ +
- -

3 4

Dar partida no veículo receptor por no máx. 15 segundos, enquanto isso, não acionar
o partida no veículo doador.
Desligar : Separar os cabos na ordem inversa.

Colocar a bateria fora de serviço:

Carregar a bateria e armazená-la em lugar fresco.


Caso a bateria permaneça no veículo, retirar o terminal ( - ).
Verificar regularmente o estado de carga da bateria.
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10 MANUTENÇÃO

O manual de manutenção da máquina está subdividido em:


Atividades (Trabalhos de Manutenção) - Capítulo 11 e Intervalos - Capítulo 13.

Somente o cumprimento destes dois critérios indica a atividade correta no momento


correto. Vide Plano de Manutenção – Resumo - Capítulo 14.

Os Serviços de Manutenção subdividem-se como segue:

- Limpeza - Capítulo 11.1


- Controle visual - Capítulo 11.2
- Reabastecimento dos produtos de serviço - Capítulo 11.3
- Lubrificação - Capítulo 11.4
- Substituição dos produtos de serviço - Capítulo 11.5

Se, durante a manutenção, forem encontrados defeitos em componentes da máquina que


influenciem a segurança de circulação, o status da Atividade passa automaticamente ao
da Inspeção e, caso necessário, ao da Reparação.

Exemplo : Num controle visual são encontradas fissuras nas rodas.


Como a anormalidade foi descoberta num componente da máquina que é
relevante para a segurança de circulação, o status passa a ser um status de
inspeção.
A inspeção entretanto só pode ser realizada por oficinas autorizadas que
tenham sido credenciadas pelos organismos competentes a efetuar este tipo
de trabalhos
Se durante a inspeção for constatado que o número e tamanho de fissuras
excedem os valores admissíveis, as peças em questão deverão ser
substituídas.
Assim, passa-se automaticamente para o status da reparação / substituição.
A oficina acima mencionada efetuará a reparação.

As manutenções devem ser registradas no livro de serviço da máquina.


Estes registos devem documentar todo o tipo de trabalhos de manutenção (quem fez
quando, o que, onde e por quê).

Ao pretender estacionar a máquina por um período superior a 6 meses deverão ser


tomadas as medidas de conservação usuais à situação.
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11 TRABALHOS DE MANUTENÇÃO

11.1 LIMPEZA

• Se a máquina estiver suja a ponto de não permitir a realização de uma manutenção


correta, esta deverá ser limpa antes do início dos trabalhos.

• Para algumas partes está prescrita uma limpeza periódica.

• A limpeza é a melhor condição de se efetuar um controle visual no respectivo


componente.

• Especialmente importante é a limpeza a tempo do radiador!

• Não usar equipamentos de limpeza sob alta pressão em vedações ou coberturas finas.

• Não utilize para limpeza líquidos facilmente inflamáveis, nem produtos químicos
cáusticos.

• A parte de baixo da máquina deverá ser limpa periodicamente, no mínimo, porém, uma
vez por ano.
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11.2 CONTROLE VISUAL

Controle visual simples Capítulo 11.2.1


Controle visual ampliado Capítulo 11.2.2
Controle visual imediato Capítulo 11.2.3

• Elementos básicos de um controle visual

Máquinas, unidades de trabalho, etc. que se movimentam, circulam e trabalham estão


sujeitos a um desgaste natural.
Um desgaste que passa despercebido leva mais cedo ou mais tarde a avarias
consideráveis na máquina, os quais podem ocasionar gastos e tempos de inatividade
desnecessários que poderiam ter sido evitados.

• O controle visual é um fator geralmente desprezado na manutenção.


O sentido de um controle visual é a verificação de alterações que podem ser
perigosas, bem como para detectar desgastes e irregularidades evidentes o mais
cedo possível, de modo a permitir que possam ser tomadas as devidas
providências a tempo.
Para um controle visual eficaz é necessário um determinado grau de experiência e de
responsabilidade.

• Alterações perigosas são por exemplo:


(a lista não reivindica ser completa)

- Desgaste maciço e/ou irregular


- Deformação pelo uso de força
- Áreas de atrito com desgaste de material
- Porosidade
- Permeabilidade/vazamentos
- Formação de fissuras/fendas
- Cortes em lugares críticos
- Quebra de componentes
- Corrosão
- Peças mal parafusadas
- Elementos de segurança soltos
- Elementos perdidos
- Mudança de cor em decorrência de altas temperaturas
- Más condições gerais
(Radiador sujo, níveis de produtos de serviço abaixo do requerido, etc.)

ATENÇÃO: É natural e certo que o resultado de um controle visual possa vir a exigir a
adoção de providências!
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11.2.1 Controle Visual Simples


Via de regra, o controle visual simples é efetuado antes da entrada em operação e após
terminado o serviço.
Recomenda-se fazer o controle visual antes da primeira entrada em funcionamento do
dia ou após longo período de inatividade, começando a observar, a principio, já de longe
o estado geral e possíveis irregularidades da máquina.
EXEMPLO: Pára-brisas quebrados, peças entortadas, etc. levam à conclusão de que
houve emprego de violência, o que faz com que seja imprescindível uma
inspeção mais detalhada.
Os componentes devem ser inspecionados visualmente conforme a sua natureza no
que diz respeito a alterações que possam provocar situações perigosas, tais como
formação de fissuras/fendas, deformações, rupturas, corrosão, alteração de cor devido a
altas temperaturas, vazamentos, estado geral, assim como o estado aparafusado dos
fusíveis.
Trabalhos menores ou não complicados de vedação (reapertar conexões, parafusos e
porcas) devem ser realizados no âmbito dos trabalhos de manutenção diária. Estes
trabalhos de manutenção, sobretudo no âmbito da hidráulica, não demandam de muito
tempo e garantem uma alta disponibilidade da máquina.
O controle visual simples é idêntico ao controle visual ampliado, diferenciando-se
apenas por limitar-se às zonas externamente visíveis.

11.2.2 Controle Visual Ampliado

Um controle visual ampliado é realizado uma vez por mês a partir da fossa de
montagem.

Um controle visual ampliado também é obrigatório antes da entrada em funcionamento


quando:

- As condições de funcionamento da máquina são desconhecidas


- A máquina tiver estado parada por um longo período
- Se uma equipe nova ou pouco experiente for colocar a máquina em funcionamento.

11.2.3 Controle Visual Imediato

Irregularidades durante o funcionamento (ruído anormal, fumaça, fogo, vazamento


inesperado de fluidos, mudança de cor ocasionada por calor, cheiro a peças quentes,
etc.) tornam necessário o controle visual imediato
Peças perdidas são um indício de alterações que podem provocar uma situação de
perigo que deve ser levado a sério e que exige uma inspeção minuciosa e imediata da
causa.
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11.3 REABASTECIMENTO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

Os controles dos produtos de serviço devem ser efetuados com o veículo em posição
horizontal (sem superelevação, sem inclinação).

Antes da desmontagem dos elementos hidráulicos, verificar se o sistema está


despressurizado. Óleo hidráulico que escapa sob pressão pode penetrar na pele e causar
graves lesões.

A drenagem do óleo do motor ou hidráulico à temperatura operacional poderá provocar


queimaduras.

Assegurar sempre que ninguém manuseie com chama aberta nas proximidades ou dentro
da máquina.

Não fume ao abastecer os tanques de combustível ou ao verificar o eletrólito das baterias.

Jamais verifique o nível de eletrólito da bateria ou de combustível sob luz inflamável


(isqueiro).

Ao efetuar a troca de produtos de serviço (óleo hidráulico, óleo de motor, etc.) estes
devem ser coletados e descartados convenientemente.

Não permitir que os produtos de serviço penetrem no solo.


WS 5665 43

11.4 LUBRIFICAÇÃO

Antes de efetuar a lubrificação com graxa ou óleo remover toda e qualquer sujeira, graxa
ou óleo incrustados. A seguir, lubrificar o componente em questão novamente com óleo
ou graxa.

Todos os carros de medição e carros de tensionamento deverão ser lubrificados com óleo
ou graxa em conformidade com os intervalos de manutenção prescritos.

Além disso, todos os mancais dos cilindros hidráulicos e pneumáticos (mesmo que estes
não estejam mencionados na lista de manutenção) devem ser submetidos a uma
inspeção visual a cada 50 horas de trabalho e lubrificados, quando necessário.

Todas as peças móveis não mencionadas nas instruções de manutenção, tais como
hastes de pistão, fixações dos cilindros, buchas guia, fusos, superfícies de deslize, etc.
devem ser lubrificadas com óleo ou graxa (Shell Alvania Grease RL2) a cada 50 horas de
trabalho.

Para lubrificar não devem ser utilizadas bombas de graxa que gerem uma pressão
acima de 15 bar !!

Tanto a graxa como a respectiva bomba deverão estar livres de sujeira e corpos
estranhos.

Limpar os copos/pontos de lubrificação dos mancais antes e depois da lubrificação.

A lubrificação deverá ser efetuada até que a graxa limpa escorra uniformemente dos
pontos de lubrificação dos mancais.

Remover a graxa excedente ao final da operação.


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11.5 TROCA DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

Filtro: Motor: Filtro de óleo Após 250 horas de trabalho.


(a cada troca de óleo)

Filtro de combustível Após 500 horas de trabalho.


(Racor)

Filtro de ar Controlar diariamente o vacuômetro. Se


necessário, limpar ou trocar o elemento
filtrante. O mais tardar, porém, após 1200
horas operacionais.

Tanque hidráulico: Filtro de sucção Substituir conforme indicador de


contaminação no vacuômetro, no mínimo,
porém, a cada 250 e 500 horas
operacionais.

Filtro de retorno Renovar o elemento filtrante a cada 500


horas operacionais.

Ar comprimido: Desumidificador Trocar o elemento filtrante a cada 2 anos.

Primeira troca dos filtros de combustível, servofiltros e filtros proporcionais depois de 100
horas operacionais, no máximo. Em seguida, observar os intervalos prescritos no plano
de manutenção.

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


catálogo de sobressalentes.
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Óleos: A primeira troca de todos os óleos para motor e engrenagens deverá ocorrer
após um máximo de 100 horas operacionais, em seguida, observar os
intervalos prescritos no plano de manutenção.

Sapatas de freio

Prestar atenção à diminuição da capacidade


de frenagem após a substituição das sapatas
de freio quando estas não tiverem sido
trabalhadas ou ainda não amaciadas.
Por este motivo, não trocar todas as sapatas
de freio de uma vez. (p.ex. em duas etapas).

Além disso, proceder sempre a um teste de


frenagem após trocar as sapatas de freio.
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12 PICTOGRAMAS

Controle visual

Reabastecimento de fluídos (fluído refrigerante,


etc.)

Soltar e apertar os parafusos

Reabastecer óleo de máquina

Reabastecer combustível

Lubrificar / Untar com graxa

Limpar

Lubrificar com óleo

Lubrificar / Untar com graxa


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13 INTERVALOS

São os seguintes os intervalos aplicados nos serviços de manutenção:

- Entre intervalos, periodicamente Capítulo 17


- após 10 horas de serviço ou diariamente Capítulo 18
- após 50 horas de serviço ou semanalmente Capítulo 19
- após 100 horas de serviço ou mensalmente Capítulo 20
- após 250 horas de serviço ou semestralmente Capítulo 21
- após 500 horas de serviço ou semestralmente Capítulo 22
- após 1000 horas de serviço ou anualmente Capítulo 23

A MANUTENÇÃO É REALIZADA EM ETAPAS, OU SEJA, CADA INTERVALO DE


TEMPO ENGLOBA AUTOMATICAMENTE TODOS OS INTERVALOS PRECEDENTES.

EXEMPLO: No caso de trabalhos de manutenção mensais também deverão ser


realizados todos os trabalhos de manutenção semanais e diários.
50 WS 5665
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14 PLANO GERAL DOS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO

17. Entre intervalos, periodicamente

SICHERHEITSEINRICHTUNGEN……………………………………………………………………………………61
BREMSE………………………………………………………………………………………………………...………62
KÜHLER………………………………………………………………………………………………………….……..62

18. Após 10 horas de trabalho ou diariamente

CONTROLE VISUAL SIMPLES

VERIFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

MOTOR CATERPILLAR – CONTROLAR O NÍVEL DE ÓLEO .......................................................................65


FLUÍDO REFRIGERANTE DO MOTOR CATERPILLAR – CONTROLAR O NÍVEL DE FLUÍDO ..................66
CONTROLAR O TANQUE DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR DIESEL ...........................................................66
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO ........................................................................67
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO FILTRO .......................................................................................67
DRENAR TODOS OS RESERVATÓRIOS DE AR COMPRIMIDO .................................................................68
FILTRO DIESEL RACOR / DRENAR O SEPARADOR DE ÁGUA..................................................................68
FILTRO DE AR DO MOTOR CATERPILLAR – CONTROLAR/LIMPAR ........................................................69
52 WS 5665

19. Após 50 horas de trabalho ou semanalmente

CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO............................................. 74


LUBRIFICADOR PNEUMÁTICO – CONTROLE DO NÍVEL DE GRAXA ....................................................... 75
DRENAR TODOS OS COPOS COLETORES DE GOTA ............................................................................... 75
TENSÃO DA CORREIA TRAPEZOIDAL ........................................................................................................ 76
ARADO LATERAL ........................................................................................................................................... 77
Pinos do cilindro – lubrificar............................................................................................................................. 77
Pinos dos braços do arado – lubrificar ............................................................................................................ 77
Guias do arado – lubrificar............................................................................................................................... 77
DISPOSITIVO DE VASSOURA....................................................................................................................... 78
Colunas guias – lubrificar ................................................................................................................................ 78
Eixo tambor da correia transportadora transversal – mancais do eixo ........................................................... 78
Parafusos de ajuste da corrente...................................................................................................................... 78
Corrente de acionamento ................................................................................................................................ 78
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20. Após 100 horas de trabalho ou mensalmente

CONTROLE VISUAL AMPLIADO ....................................................................................................................81


APOIO DE TORQUE........................................................................................................................................81
EIXOS CARDÃ – LUBRIFICAR .......................................................................................................................82
CONTROLE DAS LONAS DE FREIO E DA FOLGA DAS SAPATAS DE FREIO...........................................83

21. Após 250 horas de trabalho ou semestralmente

MOTOR CAT – TROCAR O ÓLEO ..................................................................................................................87


MANCAIS DAS ALAVANCAS E TIMONERIA DE FREIO - CONTROLAR E LUBRIFICAR............................88
ESTADO DA BATERIA E DOS TERMINAIS DOS CABOS.............................................................................89
ARADO FRONTAL ...........................................................................................................................................90
Guia do arado ...................................................................................................................................................90
DISPOSITIVO DE VASSOURA .......................................................................................................................91
Mecanismo de ajuste da vassoura...................................................................................................................91
Travas...............................................................................................................................................................91
Correia de transporte transversal / eixo tambor – dispositivo de tensionamento ............................................91

22. Após 500 horas de trabalho ou semestralmente

CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO – TROCAR O ÓLEO ...........................................................................95


CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS – TROCAR O ÓLEO ......................................................................96
TROCAR O FILTRO DIESEL RACOR.............................................................................................................97
FILTRO TRABOLD – TROCAR .......................................................................................................................98
54 WS 5665

23. Após 1000 horas de trabalho ou anualmente

CONTROLE DA VISCOSIDADE DO ÓLEO HIDRÁULICO .......................................................................... 101


SECADOR DE AR – TROCA DOS CARTUCHOS DE FILTRO E DE GRANULADO .................................. 101
TODOS OS CABOS E ISOLAMENTOS........................................................................................................ 101
MANCAIS DE EIXO ....................................................................................................................................... 102
REAPERTAR OS PARAFUSOS ................................................................................................................... 102
EXTINTOR DE INCÊNDIO ............................................................................................................................ 102
CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS........................................................................................................... 102

24. Apêndice

INFORMAÇÃO DE SERVIÇO S – 110506-C


INFORMAÇÃO DE SERVIÇO – Trocar os filtros de sucção hidráulicos
INFORMAÇÃO DE SERVIÇO S – 090209
INFORMAÇÃO DE SERVIÇO S – 43d
INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA SI-0300-01
INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA SI-0400-03
AQUASYS
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Entre intervalos - periodicamente:


Em dependência das condições operacionais ou ambientais, simultaneamente cumprindo
os critérios de seqüência.

Diariamente:
O mais tardar após 10 horas de trabalho ou diariamente antes da entrada em
funcionamento, dependendo do que ocorrer primeiro.

Semanalmente:
O mais tardar após 50 horas de trabalho ou semanalmente antes da entrada em
funcionamento, dependendo do que ocorrer primeiro.

Mensalmente:
O mais tardar após 100 horas de trabalho ou mensalmente antes da entrada em
funcionamento, dependendo do que ocorrer primeiro.

Semestralmente:
O mais tardar após 250 ou 500 horas de trabalho ou semestralmente antes da entrada em
funcionamento (instruções precisas vide capítulo de manutenção – semestral),
dependendo do que ocorrer primeiro.

Anualmente:
O mais tardar após 1000 horas de trabalho ou anualmente antes da entrada em
funcionamento, ou o evento que primeiro ocorrer.
56 WS 5665
WS 5665 57

15 VISTA DE CONJUNTO DA MÁQUINA

1. Sistema de vassoura
2. Arado lateral
3. Tanque hidráulico
4. Tanque de combustível
5. Arado frontal
58 WS 5665

15.1 Garantia para motores Caterpillar

Mundialmente, a primeira colocação em funcionamento do motor Caterpillar é realizada


pelo representante ou concessionária local da Caterpillar nas instalações do cliente ou na
companhia operadora.

O inicio do período de garantia do motor inicia a partir desta data de colocação em


funcionamento inicial e não a data da primeira colocação em operação pela Plasser &
Theurer em Linz.
WS 5665 59

16 PRODUTOS DE SERVIÇO FORNECIDOS DE FÁBRICA

Óleo para motor Rimula R6 LM 10W-40 (Shell) 33 litros

Eixo 1 Spirax G80W-90 (Shell) 8,7 litros

Eixo 2 Spirax G80W-90 (Shell) 8,7 litros

Caixa distribuidora das bombas Spirax G80W-90 (Shell) 4 litros

Óleo hidráulico Tellus STX 46 (Shell) 600 litros

Lubrificador pneumático Tellus STX 46 (Shell) 0,25 litros

Fluído refrigerante do motor Água/Glycoshell 66 litros

Graxa Alvania Grease RL2 (Shell)

As quantidades dos produtos de serviço mencionados são as indicadas pelo fabricante.


As quantidades a serem observadas integralmente são as que estão marcadas na vareta
de medição de óleo, nos vidros de inspeção, visores de nível de óleo, marcas de nível,...

Nota Importante: A descrição dos óleos só é válida por ocasião do fornecimento da


máquina. As empresas fornecedores de óleos alteram rapidamente a referência
dos mesmos! Além disso, os mesmos produtos costumam existir em outros países
sob nomes diferentes.
Caso os óleos acima discriminados não estejam (mais) disponíveis no mercado é
necessário assegurar, ao substituí-los, que sejam compatíveis entre si e solicitar ao
fabricante que confirme a especificação dos mesmos. Aqui, no entanto,
ressalvamos que a mistura de diferentes óleos pode levar a incompatibilidades e
consequentemente a danos. Especialmente a substituição de óleos minerais por
óleos sintéticos pode ocasionar vazamentos.
O mesmo é válido no caso de inexistirem no país os óleos mencionados ou se o
cliente deseja outro tipo de óleos.
Os Serviços de Atendimento ao Cliente das empresas fornecedoras de óleos e
graxas lubrificantes fornecem as informações especiais a respeito!

Durante o período de garantia é obrigatório o uso dos óleos especificados nos produtos
de serviço fornecidos pela fábrica! Caso contrário, haverá perda da garantia!
60 WS 5665

QUALIDADE E COMBUSTÍVEL – MOTOR CATERPILLAR

Especificações de combustíveis diesel admitidas:

ASTM D975 n°. 1-D ou n°. 2-D

Combustíveis diesel de outra origem podem apresentar características negativas que não
são definidas ou tratadas nestas especificações.

Favor consultar o manual de operação do motor Caterpillar!


WS 5665 61

17 ENTRE INTERVALOS – PERIÓDICO

Em dependência das condições externas e dos critérios de seqüência.

17.1 DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA

Os dispositivos de segurança deverão ser inspecionados em intervalos periódicos quanto


às suas condições de funcionamento. Se as condições de funcionamento não estiverem
asseguradas, a máquina perderá seu estado de “pronta para entrar em funcionamento"!!

Neste caso é necessária a imediata reparação dos mesmos.


A inspeção e o resultado da inspeção deverão ser protocolados no livro de serviço.

Dispositivos de segurança são, por exemplo:

- Freio direto
- Freio indireto
- Freio de emergência
- Desligamento de emergência
- Parada de emergência
- SIFA - sistema homem morto
- Gravador eletrônico de dados TEL 1000
- Sistema de sinais acústicos (buzina polifônica)
- Sistema de sinais óticos
62 WS 5665

17.2 FREIOS

Folga das sapatas de freio:


Durante o tempo de vida útil da sapata do freio deve-se ajustar pelo menos uma vez a folga da
mesma.

Quando o curso do êmbolo tiver alcançado o seu limite a força de frenagem


vai diminuindo (porque a folga entre a sapata e o freio aumenta), até que o
freio não tem mais nenhum efeito.
Via de regra, a folga (distância entre a superfície da sapata do freio e a superfície de
contato da roda) é normalmente de 5 a 7 mm.
(Se o valor se encontra além do limite de tolerância deverá ser controlado primeiro o
curso do êmbolo do freio e, caso necessário, reajustá-lo.)
A folga da sapata do freio deverá ser ajustada sempre que:
- a folga do freio não for de 5 – 7 mm
- as sapatas de freio tiverem sido substituídas
- as sapatas de freio tiverem sofrido maior desgaste de um lado que do outro
- o perfil das rodas tenha sido retrabalhado

A folga da sapata do freio é ajustada da seguinte forma:


- A máquina foi firmada contra rolamento (calços de estacionamento)
- O freio de estacionamento está na posição "SOLTAR"
- Os cilindros de freio estão soltos (pressão de frenagem igual a zero)
- O motor está desligado.
- Quanto forem montadas sapatas novas é necessário abrir os tensores para dar
espaço às sapatas novas.
- Montar novas sapatas de freio.
- Com auxílio dos tensores, reajustar o jogo dos freio.
- Fixar os tensores com contraporcas.
OBSERVAÇÃO: A timoneria e alavancas de freio não precisam ser desmontadas!

Sapatas de freio

Prestar atenção à diminuição da capacidade


de frenagem após a substituição das sapatas
de freio quando estas não tiverem sido
trabalhadas ou ainda não amaciadas.
Por este motivo, não trocar todas as sapatas
de freio de uma vez. (p.ex. em duas etapas).

Além disso, proceder sempre a um teste de


frenagem após trocar as sapatas de freio.

17.3 RADIADOR
Limpar em tempo oportuno!
10h ou diariamente WS 5665 63

18 APÓS 10 HORAS DE TRABALHO OU DIARIAMENTE

CONTROLE VISUAL SIMPLES

VERIFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

MOTOR CATERPILLAR – CONTROLAR O NÍVEL DE ÓLEO .......................................................................65


FLUÍDO REFRIGERANTE DO MOTOR CATERPILLAR – CONTROLAR O NÍVEL DE FLUÍDO ..................66
CONTROLAR O TANQUE DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR DIESEL ...........................................................66
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO ........................................................................67
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO FILTRO .......................................................................................67
DRENAR TODOS OS RESERVATÓRIOS DE AR COMPRIMIDO .................................................................68
FILTRO DIESEL RACOR / DRENAR O SEPARADOR DE ÁGUA..................................................................68
FILTRO DE AR DO MOTOR CATERPILLAR – CONTROLAR/LIMPAR ........................................................69
64 WS 5665 10h ou diariamente
10h ou diariamente WS 5665 65

18.1 CONTROLE VISUAL SIMPLES

Vide Capítulo Controle Visual 11.2


Recomenda-se realizar um controle visual antes de colocar a máquina pela primeira vez
em funcionamento nesse dia, ou após um tempo prolongado de inatividade, começando a
observar já de longe o estado geral ou possíveis irregularidades da máquina.

Devem ser controladas todas a áreas da máquina externamente visíveis.

O controle visual simples é efetuado normalmente antes da colocação em funcionamento


e depois de concluído o trabalho.

18.2 VERIFICAÇÃO DOS PRODUTOS DE SERVIÇO

MOTOR CATERPILLAR – CONTROLAR O


NÍVEL DE ÓLEO

- Em princípio, os controles dos níveis de óleo


são feitos somente com a máquina parada
em lugar plano (sem superelevação e sem
aclives/declives).

- Proceder ao controle do nível de óleo


somente com o motor parado.

- Manter o nível de óleo entre as marcas


"ADD" e "FULL" na vareta de inspeção de
nível. No cárter, não encher acima da marca
"FULL".

- Se necessário, retirar a tampa do bocal e


completar com óleo.

FAVOR OBSERVAR O MANUAL DE


OPERAÇÃO CATERPILLAR!!
66 WS 5665 10h ou diariamente

FLUÍDO REFRIGERANTE DO MOTOR


CATERPILLAR – CONTROLAR O NÍVEL DE
FLUÍDO

Verificar diariamente o nível da água de


refrigeração e completar quando necessário.

- Abrir a tampa do radiador lentamente para


aliviar a pressão.
(CUIDADO PARA NÃO SE QUEIMAR!!)
- assegurar que haja suficiente fluído
refrigerante no radiador.
- adicional produto anticorrosivo à água
refrigerante.

Abastecimento de fábrica:
66 litros água/Glycoshell

FAVOR LER O MANUAL CATERPILLAR!

CONTROLAR O TANQUE DE
COMBUSTÍVEL DO MOTOR DIESEL

Manter o tanque diesel cheio na medida do


possível para evitar a formação de água de
condensação.

Indicador do nível de combustível no painel


dos instrumentos.

Volume do tanque: aprox. 700 litros


10h ou diariamente WS 5665 67

TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO


NÍVEL DE ÓLEO
Abastecimento de fábrica do tanque
hidráulico:
aprox. 600 litros Shell Tellus STX 46
O nível máx. de óleo é a marca superior no
vidro de inspeção.
Antes de trocar elementos hidráulicos verificar
se a instalação está realmente isenta de
pressão.
TANQUE HIDRÁULICO – CONTROLE DO
FILTRO
Filtro de sucção – Pos. 1
Quando o indicador de contaminação
(vacuômetro) se encontra no campo
vermelho, trocar imediatamente o elemento
filtrante, de outro modo a cada 500 horas de
trabalho.
1 unid. HY-S501.460.150
Quando o indicador de contaminação
(vacuômetro) se encontra no campo
vermelho, trocar imediatamente o elemento
filtrante, de outro modo a cada 250 horas de
trabalho.
1 unid. HY-S501.160.P10
Para diferenciar os diversos filtros de sucção
solicitamos observar o número do filtro na
plaqueta de identificação do filtro de sucção.
Filtro de retorno – Pos. 2
Trocar o elemento filtrante a cada 500 horas
de trabalho.
1 unid. HY-R501.330.10A
Ao trocar os filtros de sucção ou de retorno
também trocar o filtro de purga do tanque.
ATENÇÃO:
Se, ao trocar o filtro, entrar ar na tubulação é
necessário abrir as mangueiras hidráulicas
junto da saída da bomba, até que o óleo
hidráulico escoe sem formar bolhas. Favor
prestar atenção a que durante a troca do filtro
não penetre nenhuma sujeira na tubulação.

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


catálogo de sobressalentes.
68 WS 5665 10h ou diariamente

DRENAR TODOS OS RESERVATÓRIOS DE


AR COMPRIMIDO

Antes de colocar a máquina em


funcionamento, puxar a alça (de todos os
reservatórios de ar) para purgar a água de
condensação que porventura se tenha
formado.

FILTRO DIESEL RACOR / DRENAR O


SEPARADOR DE ÁGUA

1º filtro Diesel/separador de água


(filtro no.: 1 unid. 1002FG24V)
2º parafuso de drenagem de água
(válvula de auto-ventilação)
3º copo coletor de água
4º bomba manual

Verificar diariamente o copo coletor de água e


drenar quando for necessário
O copo coletor de água deve ser drenado
antes de que sujeiras alcancem a ponta da
turbina.

- desligar o motor antes do início do trabalho


de manutenção
- fechar a válvula de entrada de combustível
- abrir o pino de dreno auto-ventilante até
esvaziar toda a água e sujeira
- fechar o pino de dreno da água

Não deixar a água escoar por muito tempo,


caso contrário, o conjunto de filtro será
completamente esvaziado de água e
combustível.

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


catálogo de sobressalentes.
10h ou diariamente WS 5665 69

FILTRO DE AR DO MOTOR CATERPILLAR –


CONTROLAR/LIMPAR

Filtro de ar de dois componentes

O filtro de ar de dois componentes consiste de


um filtro principal e de um elemento filtrante
secundário. Quando manutenido corretamente,
o filtro principal pode ser limpado até 6x e
reutilizado. De qualquer forma, substituir o filtro
uma vez por ano, independente de quantas
vezes o filtro foi limpo até então.

O filtro secundário não pode ser limpo, nem


lavado. De qualquer forma, este deverá ser
trocado depois de 3 limpezas de manutenção do
filtro principal. Se o motor trabalha em ambiente
com muito pó, trocar o filtro em intervalos
menores.

1 = Tampa
2 = Filtro principal
3 = Filtro secundário
4 = Abertura de aspiração para o
turboalimentador.

1 Remover a tampa, retirar o filtro principal


2 Retirar o filtro secundário ou, caso o filtro
principal tenha sido já limpo pela 3a. vez,
substituir o filtro secundário.

Nota: veja "Limpeza do filtro principal"

3 Cobrir as aberturas de aspiração para evitar


a penetração de sujeira (fita adesiva)
4 Limpar a parte interna da carcaça do filtro
de ar com um pano seco e limpo.
5 Remover novamente a fita adesiva que
cobriu a abertura do turboalimentador.
Inserir o filtro secundário. Em seguida,
inserir o filtro principal limpo ou novo.
6 Recolocar a tampa limpa.
7 Repor o indicador de contaminação
(vacuômetro).

FAVOR LER O MANUAL CATERPILLAR!

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


catálogo de sobressalentes.
70 WS 5665 10h ou diariamente
50h ou semanalmente WS 5665 71

19 APÓS 50 HORAS DE TRABALHO OU SEMANALMENTE

CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS – CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO .............................................74


LUBRIFICADOR PNEUMÁTICO – CONTROLE DO NÍVEL DE GRAXA ........................................................75
DRENAR TODOS OS COPOS COLETORES DE GOTA................................................................................75
TENSÃO DA CORREIA TRAPEZOIDAL .........................................................................................................76
ARADO LATERAL............................................................................................................................................77
Pinos do cilindro – lubrificar..............................................................................................................................77
Pinos dos braços do arado – lubrificar .............................................................................................................77
Guias do arado – lubrificar ...............................................................................................................................77
DISPOSITIVO DE VASSOURA .......................................................................................................................78
Colunas guias – lubrificar .................................................................................................................................78
Eixo tambor da correia transportadora transversal – mancais do eixo ............................................................78
Parafusos de ajuste da corrente ......................................................................................................................78
Corrente de acionamento .................................................................................................................................78
72 WS 5665 50h ou semanalmente
50h ou semanalmente WS 5665 73

CAIXA DO EIXO DE TRANSMISSÃO –


CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO

Eixos 1 / 2

- O controle do nível de óleo é feito de


princípio somente com a máquina parada
em nível plano (sem superelevação e sem
aclive/declive), e com o motor em rotações
de marcha em vazio, ou seja, de aprox.
1000 rpm.
- O nível de óleo ideal se encontra no centro
do olho de inspeção de nível.

- Abaixo do nível mín. é necessário completar


com óleo.
- Shell Spirax G80 W90

CAIXA DO EIXO DE TRANSMISSÃO –


LUBRIFICAR TODOS OS REPELENTES DE
SUJEIRA

- Controle visual
- Lubrificar – Shell Alvania Grease RL2
74 WS 5665 50h ou semanalmente

CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS –


CONTROLE DO NÍVEL DE ÓLEO

O nível ideal de óleo se encontra no centro do


olho de inspeção de nível.

Completar, se necessário.
Shell Spirax G80W90
50h ou semanalmente WS 5665 75

LUBRIFICADOR PNEUMÁTICO –
CONTROLE DO NÍVEL DE GRAXA

Drenar o separador de água.

Completar, se necessário,
Shell Tellux STX 46

DRENAR TODOS OS COPOS COLETORES


DE GOTA

Todos os copos coletores de gota devem ser


drenados regularmente para evitar que
penetre sujeira na instalação secadora de ar.
76 WS 5665 50h ou semanalmente

TENSÃO DA CORREIA TRAPEZOIDAL

Controle visual de todas as correias


trapezoidais em toda a sua extensão quanto a
eventuais defeitos. Ao visualizar qualquer
defeito, substituí-la.

Nas correias trapezoidais novas é necessário


verificar a sua tensão depois de 15 minutos
em operação. Isto é feito apertando a correia
com o polegar, devendo a profundidade de
aperto não deve exceder 15mm, ou então
usar um medidor de tensão de correia
trapezoidal:

- mergulhar o braço indicador no medidor


- Colocar a guia entre duas polias sobre a
correia, de forma que o ressalto encoste
lateralmente.
- Apertar o botão de pressão num ângulo de
90 graus em relação à correia, até que a
mola desengate audível ou sensivelmente.
- Levantar o medidor cuidadosamente, sem
mudar a posição do braço medidor
- Ler o valor medido no ponto de intersecção,
na escala e no braço indicador.
- Se necessário, re-esticar e repetir a
medição.
50h ou semanalmente WS 5665 77

ARADO LATERAL

1. Pinos do cilindro
2. Pinos dos braços do arado
3. Guias do arado

Pinos do cilindro – lubrificar


Pinos dos braços do arado – lubrificar
Guias do arado – lubrificar

- controle visual
- limpar, se necessário
- lubrificar – Shell Alvania Grease RL2
78 WS 5665 50h ou semanalmente

DISPOSITIVO DE VASSOURA

Colunas guias – lubrificar


- controle visual
- lubrificar - Shell Alvania Grease RL2

Eixo tambor da correia transportadora


transversal – mancais do eixo
- controle visual
- lubrificar - Shell Alvania Grease RL2

Parafusos de ajuste da corrente


- controle visual
- retensionar, se necessário

Corrente de acionamento
- controle visual
- limpar, se necessário
- lubrificar - Shell Alvania Grease RL2
100h ou mensalmente WS 5665 79

20 APÓS 100 HORAS OPERACIONAIS OU MENSALMENTE

CONTROLE VISUAL AMPLIADO ....................................................................................................................81


APOIO DE TORQUE........................................................................................................................................81
EIXOS CARDÃ – LUBRIFICAR .......................................................................................................................82
CONTROLE DAS LONAS DE FREIO E DA FOLGA DAS SAPATAS DE FREIO...........................................83
80 WS 5665 100h ou mensalmente
100h ou mensalmente WS 5665 81

CONTROLE VISUAL AMPLIADO

Veja capítulo Controle Visual Ampliado 11.2

Um controle visual ampliado deverá ser realizado mensalmente a partir de uma fossa de
montagem.

Um controle visual ampliado também é necessário antes da colocação em funcionamento


da máquina quando:
- o estado operacional da máquina for desconhecido
- a máquina tiver estado estacionada por tempo prolongado
- uma equipe nova ou não treinada pretende tomar a máquina em serviço.

APOIO DE TORQUE

Controle visual:
Estado geral dos elementos de borracha
Entalhes de arestas vivas
Deformações visíveis
Assento dos elementos de fixação
82 WS 5665 100h ou mensalmente

EIXOS CARDÃ – LUBRIFICAR

Sob condições normais, o eixo cardã é


lubrificado a cada meio ano; sob condições
operacionais difíceis, bem como sob más
condições ambientais lubrificar uma vez por
mês. Para isto:
Não deve ser utilizada uma prensa de
lubrificação que gere uma pressão superior a
15 bar !!
A prensa lubrificadora e a graxa lubrificante
devem estar isentas de sujeira e corpos
estranhos.
Limpar os copos/pontos de lubrificação dos
mancais antes e depois da lubrificação.
A lubrificação deve ser realizada até que
escorra graxa limpa dos pontos de lubrificação Um ponto de lubrificação por articulação
do mancal.
Em seguida, remover a graxa excedente.
100h ou mensalmente WS 5665 83

CONTROLE DAS LONAS DE FREIO E DA FOLGA DAS SAPATAS DE FREIO

Sapata de freio:

A sapata de freio é trocada quando:


- os entalhes estão bem gastos, porém ainda
reconhecíveis
- a sapata estiver demasiadamente esmerilada
(borda lateral)
- a sapata estiver gasta de um lado
- a sapata estiver fraturada

Imagem ilustrativa

Folga das sapatas de freio:


Durante a vida útil de uma sapata de freio é necessário reajustar pelo menos uma vez a
folga das sapatas.
Se o curso do êmbolo do freio alcançar o seu limite, a força de frenagem
diminui até que, em conseqüência final, o freio perde completamente o seu
efeito.

A folga das sapatas do freio (distância entre a base da sapata de freio e a superfície de
rolagem da roda) é, normalmente, de aprox. 5 - 7 mm.
Via de regra, a folga das sapatas de freio é reajustada quando:
- a folga entre sapata e superfície de rolamento da roda não alcança mais 5 – 7 mm
- as sapatas de freio tiverem sido substituídas
- as sapatas de freio apresentam um desgaste unilateral
- o perfil das rodas foi retrabalhado

A folga das sapatas de freio é ajustada da seguinte forma:


- a máquina é firmada contra rolamento involuntário (calços de roda)
- o freio de estacionamento está na posição “SOLTA”
- os cilindros de freio estão soltos (pressão de frenagem igual a zero)
- o motor está desligado
- ao serem montadas novas sapatas de freio é necessário abrir os torniquetes para dar
espaço às novas sapatas de freio.
- montar as sapatas de freio novas.
- ajustar a nova folga por meio dos torniquetes
- Fixar novamente os torniquetes com as contraporcas.
OBSERVAÇÃO: Não é necessário desmontar as alavancas e timoneria de freio!

ATENÇÃO:
A profundidade de parafusamento da timoneria de freio no torniquete deve ser igual de
ambos os lados e corresponder, no mínimo, ao diâmetro do fuso.
84 WS 5665 100h ou mensalmente
250h ou WS 5665 85
semestralmente

21 APÓS 250 HORAS DE TRABALHO OU SEMESTRALMENTE

MOTOR CAT – TROCAR O ÓLEO ..................................................................................................................87


MANCAIS DAS ALAVANCAS E TIMONERIA DE FREIO - CONTROLAR E LUBRIFICAR............................88
ESTADO DA BATERIA E DOS TERMINAIS DOS CABOS.............................................................................89
ARADO FRONTAL ...........................................................................................................................................90
Guia do arado ...................................................................................................................................................90
DISPOSITIVO DE VASSOURA .......................................................................................................................91
Mecanismo de ajuste da vassoura...................................................................................................................91
Travas...............................................................................................................................................................91
Correia de transporte transversal / eixo tambor – dispositivo de tensionamento ............................................91
250h ou
86 WS 5665
semestralmente
250h ou WS 5665 87
semestralmente

MOTOR CAT – TROCAR O ÓLEO

33l – Shell Rimula R6LM 10W-40

A primeira troca de óleo deve ocorrer após 100


horas de trabalho. As próximas trocas de óleo a
cada 250 horas de trabalho:

Esvaziar o cárter enquanto o óleo estiver


quente. Nesse processo, as partículas de
sujeira em suspensão no óleo escorrem junto
com o óleo.
Desligar o motor tão logo ele se encontre em
temperatura de serviço.
Girar o registro da válvula de purga em sentido
anti-horário para escoar o óleo. Tão logo este
tenha escoado, girar o registro para a direita
para fechar a válvula de purga.
Retirar a tampa da boca de abastecimento de
óleo e encher o cárter.
Ligar o motor e deixá-lo correr por dois minutos
em “ROTAÇÕES BAIXAS DE MARCHA EM
VAZIO”. Desta forma, é assegurado que o óleo
se encontra dentro do sistema de lubrificação do
filtro de óleo. Controlar se o filtro de óleo
apresenta pontos de vazamento de óleo.
Desligar o motor e esperar pelo menos por 10
minutos para que o óleo possa fluir de volta ao
cárter.
Retirar a vareta de medição de nível para
controlar o nível do óleo. Manter o nível de óleo
entre as marcas „ADD“ und „FULL“ da vareta.

Trocar o filtro de óleo:


- Retirar o filtro de óleo com uma chave 1U-8760.
- Cortar o filtro com uma tesoura de filtro 175-7546. Desdobrar as dobras e verificar se o filtro
de óleo contém partículas de metal. Demasiadas partículas de metal no filtro de óleo podem
ser indício de desgaste prematuro ou de falha iminente.
- Limpar a superfície vedante da base de fixação. Assegurar que a guarnição antiga do filtro
tenha sido completamente removida.
- Untar a nova vedação do filtro de óleo com óleo para motor limpo.
- Montar o filtro de óleo. Aparafusar o filtro até que o elemento vedante alcance a base. Em
seguida, aparafusar o filtro de óleo a mão, tal como indicado nas instruções do filtro de óleo.
Não apertá-lo com muita força.

FAVOR OBSERVAR AS INSTRUÇÕES DO MANUAL DO MOTOR CATERPILLAR!!


250h ou
88 WS 5665
semestralmente

MANCAIS DAS ALAVANCAS E TIMONERIA


DE FREIO - CONTROLAR E LUBRIFICAR

Limpar, controlar e, se necessário, lubrificar


os mancais das alavancas e timoneria de freio
a cada 250 horas.
(Shell Alvania Grease RL2)

Controle visual:

- estado geral
- elementos de fixação
- danificação dos foles de passagem
- sujeira
- estanquidade das conexões pneumáticas
- espessura e estado da sapatas de freio
250h ou WS 5665 89
semestralmente

ESTADO DA BATERIA E DOS TERMINAIS


DOS CABOS

- Manter a bateria limpa e seca


- Desconectar terminais de ligação sujos
- Limpar os pólos de bateria (+ / -) e os
terminais e lubrificá-los com uma graxa
lubrificante isenta de ácido e resistente ao
ácido
- Ao montar novamente, prestar atenção que
os terminais tenham bom contato e
aparafusá-los a mão.
- Verificar o nível de eletrólito que deverá
estar no mínimo 2-3 mm e no máx. 10 mm
acima da borda superior da placa. Se
necessário, completar com água destilada.
- Medir a concentração de ácido das células
individuais com um medidor de ácido.

- Além disso, controlar todos os cabos e


isolamentos.
250h ou
90 WS 5665
semestralmente

ARADO FRONTAL

Guia do arado

- controle visual
- limpar, se necessário.
- lubrificar – Shell Alvania Grease RL2
250h ou WS 5665 91
semestralmente

DISPOSITIVO DE VASSOURA

Mecanismo de ajuste da vassoura


- controle visual
- lubrificar – Shell Alvania Grease RL2

Travas
- controle visual
- lubrificar – Shell Alvania Grease RL2

Correia de transporte transversal / eixo tambor


– dispositivo de tensionamento

- controle visual
- limpar, se necessário
- lubrificar – Shell Alvania Grease RL2

Controlar e, se necessário, reajustar os


parafusos tensores. Verificar se a correia
transportadora, ao retornar, entra nas polias
defletoras em estado limpo quando estiver
sendo transportado material.
250h ou
92 WS 5665
semestralmente
500h ou WS 5665 93
semestralmente

22 APÓS 500 HORAS DE TRABALHO OU SEMESTRALMENTE

CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO – TROCAR O ÓLEO ...........................................................................95


CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS – TROCAR O ÓLEO ......................................................................96
TROCAR O FILTRO DIESEL RACOR.............................................................................................................97
FILTRO TRABOLD – TROCAR .......................................................................................................................98
500h ou
94 WS 5665
semestralmente
500h ou WS 5665 95
semestralmente

CAIXA DE TRANSMISSÃO DO EIXO –


TROCAR O ÓLEO

Eixo 1: aprox. 8,7l Shell Spirax G80W-90


Eixo 2: aprox. 8,7l Shell Spirax G80W-90

Na medida do possível, drenar o óleo para


engrenagens em temperatura de serviço.

- Limpar as imediações do parafuso dreno


- Abrir o parafuso dreno e recolher o óleo
escoante em um recipiente.
- Cuidado para não se queimar com o óleo
velho quente.
- Analisar o óleo drenado quanto a detritos por
abrasão. (Teste do dedo) – resíduos
metálicos são indícios de avaria de mancal
ou da caixa de câmbio.
- Introduzir o parafuso dreno com um novo
anel de vedação e aparafusá-lo.
- Encher com óleo aquecido até a marca máx.
(centro do olho de inspeção de nível). Ao
encher o óleo fazê-lo passar por um filtro de
200•m.
- Esperar 5 minutos, verificar novamente o
nível do óleo, Se o nível de óleo estiver
correto, fechar o parafuso dreno e verificar o
assento perfeito da vedação.
500h ou
96 WS 5665
semestralmente

CAIXA DISTRIBUIDORA DAS BOMBAS –


TROCAR O ÓLEO

4 litros Shell Spirax G80W 90

Procedimento, vide:
Troca de óleo da caixa de transmissão do eixo
500h ou WS 5665 97
semestralmente

TROCAR O FILTRO DIESEL RACOR

1. Filtro diesel/separador de água


(1 unid. filtro n°.: 1000FG24V)
2. Parafuso-dreno
(válvula auto-ventilante)
3. Copo coletor de água
4. Tampa

Substituir a cada 500 horas operacionais OU


quando houver perda de potência do motor ou
aumentar o intervalo de troca no caso de má
qualidade do combustível.

Trocar o elemento filtrante:

- desligar o motor
- retirar a tampa
- retirar o elemento filtrante pela alça,
girando-a
- inserir um novo elemento filtrante
- prover tampa e alça em T com nova vedação
e untá-la, antes, com óleo de motor ou óleo
diesel limpo.
- encher o filtro com óleo diesel limpo
- apertar tampa e a alça em T manualmente
- verificar a estanquidade do filtro

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


Catálogo de Sobressalentes.
500h ou
98 WS 5665
semestralmente

FILTRO TRABOLD – TROCAR

1 unid.

Filtro n°.: HY-R507.05.01

O cartucho de filtro (1) deve ser substituído a


cada 500 horas de serviço.

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


catálogo de sobressalentes.
1000h ou anualmente WS 5665 99

23 APÓS 1000 HORAS DE TRABALHO OU ANUALMENTE

CONTROLE DA VISCOSIDADE DO ÓLEO HIDRÁULICO ...........................................................................101


SECADOR DE AR – TROCA DOS CARTUCHOS DE FILTRO E DE GRANULADO ...................................101
TODOS OS CABOS E ISOLAMENTOS ........................................................................................................101
MANCAIS DE EIXO........................................................................................................................................102
REAPERTAR OS PARAFUSOS ....................................................................................................................102
EXTINTOR DE INCÊNDIO.............................................................................................................................102
CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS ...........................................................................................................102
100 WS 5665 1000h ou anualmente
1000h ou anualmente WS 5665 101

CONTROLE DA VISCOSIDADE DO ÓLEO HIDRÁULICO

Remeter 1 litro de óleo hidráulico a um laboratório de análise autorizado. No caso de


divergência do índice de neutralização ou de um grau elevado de contaminação, substituir
o óleo.

É imprescindível que ao substituir o óleo hidráulico também seja trocada a tampa com o
filtro! (problemas de purga de ar nos tanques hidráulicos!).

Devido à formulação muitas vezes muito diferente dos fabricantes individuais de óleo
hidráulico e, com isso, ao surgimento de reações adversas indesejadas da química
aplicada, desaconselha-se terminantemente a mistura de marcas desconhecidas.

Também pode ocorrer formação acentuada de lodo e com isto problemas na filtragem.

Além disto, deve-se contar também com uma alteração do desempenho em uma direção
não controlável.

SECADOR DE AR – TROCA DOS


CARTUCHOS DE FILTRO E DE
GRANULADO

Para evitar avarias na instalação de ar


comprimido é necessário controlar
periodicamente o secador de ar.

Os cartuchos de filtro (432 410 2227) devem


ser trocados a cada 2 anos.

Para isso, solicitamos consultar a "Informação


de Serviço S – 67a"!

Favor depreender os números de pedido dos filtros e seus componentes do


catálogo de sobressalentes.

TODOS OS CABOS E ISOLAMENTOS

Uma vez por ano deverão ser controlados


todos os cabos, elementos de ligação dos
terminais e isolamentos. Se necessário,
substituí-los.
102 WS 5665 1000h ou anualmente

MANCAIS DE EIXO

Vide instruções de serviço "Mancais de eixo"

REAPERTAR OS PARAFUSOS

Anualmente, devem ser reapertados os seguintes parafusos:

- todos os parafusos que não tenham sido firmados com contrapinos


ou discos dos eixos de transmissão com torque de aperto
M12 120 Nm
M14 190 Nm
M16 295 Nm
M18 450 Nm

- todos os parafusos que não tenham sido firmados por contrapino


ou disco dos:
sistema de tração da marcha de trabalho
caixa do eixo de transmissão
suspensões
engrenagens

EXTINTOR DE INCÊNDIO

Veja data de vencimento

CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS

Veja data de vencimento


24 APÊNDICE
S – 110506-C

INFORMAÇÃO DE SERVIÇO S-110506-C


Acoplamento intermediário
S – 110506-C

Instrução de serviço e manutenção


Antes de reparações ou trabalhos na máquina solicitamos ler a
Informação de Serviço SI-0400-3

Acoplamento Intermediário

BR 152 0300

Peça Nº Peça Nº Peça Nº


WN 220.01 A WN 220.02 WN 220.03 A
WN 220.04 A(/3X) WN 220.05 WN 220.06
WN 220.07 WN 220.08 WN 220.09
WN 220.10 WN 220.11 WN 220.12 A
WN 220.13 WN 220.14 WN 220.15 A
WN 220.17 WN 220.18 WN 220.19 A
WN 220.20 WN 220.21 A WN 220.22
WN 220.23 A WN 220.25 WN 220.26
WN 220.27 WN 220.28 WN 220.29
WN 220.30 WN 220.31 WN 220.32
WN 220.34 A WN 220.35 WN 220.36
WN 220.37 WN 220.38 WN 220.39
WN 220.40 WN 220.41 WN 220.43
WN 220.44 WN 220.45 WN 220.46
WN 220.47 WN 220.48 WN 220.49
WN 220.50 WN 220.51 WN 220.53
WN 220.54 WN 220.55 WN 220.56
WN 220.57 WN 220.58 WN 220.59
WN 220.60 WN 220.61 WN 220.62
WN 220.63 WN 220.65
S – 110506-C

Instrução de Montagem e de Manutenção


Acoplamento intermediário BR 152 0300

Remoção e Desmontagem do Acoplamento Intermediário

Para o controle ou a troca da unidade de acoplamento (item 3), o eixo


de transferência aparafusado com o acoplamento intermediário é solto
e removido.
A seguir, são soltos os parafusos de fixação do volante, e o
acoplamento pode ser removido de modo completo.
Após o desparafusamento dos parafusos externos (item 7) e da união
roscada interna (item 6), o acoplamento pode ser desmontado em
suas peças individuais.

Atenção:
Somente usar sobressalentes originais!!
S – 110506-C

Limpeza e Controle das Peças do Acoplamento

Todas as peças do acoplamento devem ser limpas antes da


montagem. Devem ser especialmente observadas as
superfícies de contato para união entre eixo de transmissão e
o volante (ver desenho abaixo).
Para isto, utilizar um pano umedecido em detergente, e nunca
manter o acoplamento inteiramente imerso no detergente.
Além disto, na borracha não pode ser utilizado gasolina,
querosene ou óleo.
S – 110506-C

Existindo pouca sujeira, isto é, poeira seca, as peças do


acoplamento devem ser limpas somente com uma escova.

As superfícies rolantes das partes de aço adjacentes para o disco


de fricção (item 3) não devem ser danificadas. É impossível uma
recuperação dessas superfícies, devido à sua precisão.

No caso de muita sujeira, i. e. resíduos aderentes e engordurados


de borracha, conforme existentes na patinação do acoplamento, as
partes de aço do acoplamento podem ser limpas em um detergente
frio.

Se a unidade se romper em operação (item 3), o acoplamento


patinou. Neste caso, além da unidade, são trocados basicamente
também o disco de fricção (item 4) e o anel de fricção (item 5).

Se forem realizados controles não relacionados a um dano, o disco


de fricção e o anel de fricção deverão ser examinados quanto ao
desgaste. Os valores limite de desgaste devem corresponder a
normas gerais de exame e manutenção.
S – 110506-C

Instruções de Montagem e de Manutenção


Acoplamento Intermediário BR 152 0300

Instruções de Montagem e Instalação

Os torques de aperto dos parafusos devem ser observados a para


montagem do acoplamento.
Observar aqui os diferentes acoplamentos com seus respectivos
torques de aperto (ver Tabela 1 em anexo).

A montagem tem início com a colocação do anel de fricção (item 5)


e do disco de fricção (item 4) no corpo do flange (item 1). Na
reutilização do disco de fricção (item 4), as superfícies devem
ligeiramente untadas com óleo mineral. O anel de fricção (item 5)
deve ser instalado no estado seco.
Em seguida, o cubo (item 2) é inserido e o elemento de borracha
(item 3) assentado. O acoplamento é firmemente aparafusado pelos
parafusos de fixação internos e externos (itens 6 e 7).
Agora, o eixo de transmissão pode ser montado e aparafusado.

Balanceamento

Todos os acoplamentos intermediários são balanceados com uma


qualidade de balanceamento G = 6,3, conforme a DIN ISO 1940!

As peças de desgaste a serem trocadas, em caso de reparo,


possuem simetria rotativa e, por experiência, não provocam
desbalanceamento inadmissível e interferente.

Se, ao contrário das expectativas, ocorrer um rolamento irregular,


um controle de balanceamento se faz necessário. Os valores
admissíveis de desbalanceamento devem ser, então, obtidos no
desenho de montagem.
S – 110506-C

Aspectos Gerais do Exame e Manutenção

A remoção do acoplamento ocorre de acordo com as normas de remoção


correspondentes. Após a desmontagem do acoplamento, o disco de fricção e o anel de
fricção podem ser medidos. Quanto ao desgaste admissível, ver a Tabela.
A unidade de acoplamento pode ser examinada quanto a possíveis desencaixes e
rachaduras, em que essa é axialmente tracionada por uma prensa.
O alongamento máx. não pode exceder a 1/3 da altura total da unidade de acoplamento.
No estado alongado, os desencaixes e rachaduras ficam visíveis. Se esses existirem, a
unidade deve ser trocada.
A limpeza e montagem ocorrem, conforme as respectivas normas de limpeza e
montagem.

Uma troca de peças deve ocorrer com as seguintes evidências:

Unidade de acoplamento
- quando danos forem constatados

Disco de Fricção e Anel de Fricção


- por ultrapassagem dos valores limite de desgaste, conforme a Tabela

OBSERVAÇÃO:
Na troca do elemento de borracha, trocar sempre também o anel de
fricção e o disco de fricção, para garantir que as propriedades do
acoplamento correspondam a uma nova condição!

Os números de pedido dos acoplamentos são encontrados no Catálogo de


Sobressalentes
Para evitar fornecimentos errados, é recomendável mencionar também o Nº de Série
estampado no corpo do acoplamento!

Valores limite de desgaste para disco de fricção e anel de fricção,


acima dos quais é recomendada uma troca desses componentes

Tipo 005 010 020 030 035 040 045 050 055 060 065 070 075 080 085 090
Espessura 3 3 3 4 4 4 4 5 5 6 6 6 7 7 8 8
Desgaste 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,4 0,4 0,5 0,5 0,6 0,6 0,6 0,7 0,7 0,8 0,8
admissível

ATENÇÃO:
Todos os acoplamentos intermediários são balanceados com uma qualidade de

balanceamento G = 6,3, conforme a DIN ISO 1940!

Em caso de rolamento irregular após uma revisão geral, recomenda-se um novo


balanceamento com os valores limite obtidos no desenho de montagem.
S – 110506-C

ANEXO: Tabela 1

Fig. 2 Fig. 3

Fig. 1

Peça Nº Tipo Pos. 6 [Nm] Pos. 7 [Nm] Pos. 8 [Nm] Pos. 9 [Nm]
WN 220.01A 045 190 49 120 -
WN 220.02 045 190 49 190 -
WN 220.03A 045 190 49 190 -
WN 220.04A 050 295 86 190 -
WN 220.04A/3X 050 295 86 190 -
WN 220.05 030 120 25 - -
WN 220.06 040 190 49 - 190
WN 220.07 055 405 135 - -
WN 220.08 050 120 86 210 210
WN 220.09 050 - 86 - -
WN 220.10 040 69 - - -
WN 220.11 030 120 35 - 120
WN 220.12A 040 190 49 120 -
WN 220.13 040 190 49 120 -
WN 220.14 040 120 49 - 190
WN 220.15A 045 190 49 120 -
WN 220.17 040 190 49 115 -
WN 220.18 030 69 25 - -
WN 220.19A 045 190 49 190 -
WN 220.20 045 190 49 - 190
WN 220.21A 040 190 49 120 -

- significa "nenhum parafuso nessa posição"


S – 110506-C

Peça Nº Tipo Pos. 6 [Nm] Pos. 7 [Nm] Pos. 8 [Nm] Pos. 9 [Nm]
WN 220.22 050 295 86 - -
WN 220.23A 045 190 49 190 -
WN 220.25 030 120 25 - -
WN 220.26 030 120 120 69 -
WN 220.27 030 69 25 - -
WN 220.28 050 295 86 - -
WN 220.29 045 190 49 - 120
WN 220.30 045 190 49 - 180
WN 220.31 055 405 135 280 -
WN 220.32 030 120 49 - -
WN 220.34A 030 120 25 120 -
WN 220.35 030 120 25 120 -
WN 220.36 030 120 49 - -
WN 220.37 060 580 135 295 -
WN 220.38 040 190 49 190 -
WN 220.39 040 190 49 120 -
WN 220.40 055 405 135 295 -
WN 220.41 030 120 49 - -
WN 220.43 030 120 49 - -
WN 220.44 040 190 49 - 190
WN 220.45 050 295 86 190 -
WN 220.46 050 295 86 180 -
WN 220.47 050 295 120 280 -
WN 220.48 030 69 - - -
WN 220.49 040 190 49 190 -
WN 220.50 030 120 25 120 -
WN 220.51 045 190 49 190 180
WN 220.53 055 405 135 - -
WN 220.54 040 190 69 - 180
WN 220.55 040 190 69 - 180
WN 220.56 045 190 49 190 -
WN 220.57 035 69 25 - -
WN 220.58 040 190 49 120 -
WN 220.59 055 405 135 280 -
WN 220.60 035 120 35 180 69
WN 220.61 045 115 69 190 120
WN 220.62 040 190 49 190 115
WN 220.63 050 - 86 - -
WN 220.65 060 550 33 180

- significa "nenhum parafuso nessa posição"


S – 110506-C
TROCA DOS FILTROS DE SUCÇÃO
HIDRÁULICOS
 Antes de iniciar com a troca dos filtros
de sucção é necessário cumprir
determinadas condições fundamentais

 Sob condição nenhuma deve-se usar


chama acesa na máquina. PERIGO DE
INCÊNDIO!!!!

 A máquina deve ser firmada contra


ROLAMENTO INVOLUNTÁRIO (freio de
estacionamento ativado, freio de segurança
ativado, calços de freio, etc. ).

 Além disso, o motor da máquina deve estar


desligado e bloqueado contra ignição por
pessoas não autorizadas.

 O sistema hidráulico precisa estar


DESPRESSURIZADO e bloqueado contra
colocação em funcionamento por pessoas
não autorizadas.
 O óleo hidráulico deve ter esfriado para
uma temperatura ambiente (máquina várias
horas desligada).
 CASO CONTRÁRIO, PERIGO DE
QUEIMADURAS!

 O filtro de sucção deve ser trocado de


acordo com o intervalo prescrito ou quando
o indicador de contaminação brilhar. (veja
foto simbólica).

Fig. 3943 ws 10

 A caixa do filtro de sucção deve ser limpo


sob utilização de um meio de limpeza
adequado. NÃO USE agentes de limpeza
inflamáveis..

Fig. 1
 Depois de ter limpado devidamente a caixa
do filtro, retirando pó e graxa, pode-se
iniciar a troca propriamente dita do filtro de
sucção.

Fig. 1

 Para a troca do filtro é necessário usar uma


chave inglesa 36" ou uma chave
combinada 36", bem como de um recipiente
para colocar dentro o filtro velho.

Fig. 2
 A chave inglesa acima mencionada, ou
então a chave combinada, deve ser
colocada adequadamente no parafuso de
cabeça sextavada da tampa do filtro de
sucção. A chave inglesa deve estar bem
assentada no parafuso.

Fig. 4

 Colocar o recipiente no qual se colocará o


filtro de sucção e coletará o óleo velho,
debaixo da caixa do filtro de sucção.

 Girar a tampa para fora por volta de 25 mm


sendo que se deve sentir uma leve pressão
da válvula de retenção. Como a válvula de
retenção se comporta proporcionalmente à
rosca da tampa da caixa do filtro, a válvula
de retenção deve estar fechada após um
espaçamento de 25 mm.

Fig. 3
 Recomenda-se girar para fora o parafuso
do mini-conduto de medição (vide seta).
Este procedimento permite verificar o
funcionamento da válvula de retenção.

Fig. 5

 A válvula de retenção montada na caixa do


filtro de sucção evita o escoamento do óleo
hidráulico do tanque hidráulico quando em
bom funcionamento e aplicação correta.

Fig. 6

 Tão logo tenha sido constatado o bom


funcionamento da válvula de retenção,
girar a tampa da caixa do filtro
completamente para fora e removê-la com
cuidado. Recolher o óleo que ainda se
encontra dentro da caixa do filtro. Depois
de aprox. ¾ de litro até 1 litro, o óleo deverá
parar de escorrer.

Fig. 7
 Retirar o filtro de sucção da caixa e colocá-
lo no recipiente.

Fig. 8

 Naturalmente, o filtro de sucção


desmontado tem de ser descartado
devidamente, junto com o óleo hidráulico
escoado.

Fig. 9
 Atenção: prestar atenção para não
danificar o anel de vedação da caixa do
filtro de sucção

Fig. 10

 Vedar novamente o parafuso do mini-


conduto de medição e pressioná-lo para
dentro da caixa do filtro até que a conexão
esteja bem assentada, porém tomar
cuidado para que a conexão não seja
pressionada demais para dentro, caso
contrário ela impede o funcionamento da
válvula de retenção !!!!!!!

 O novo filtro de sucção (vide o número no


catálogo de sobressalentes, planta
hidráulica) deve ser introduzido na caixa do
filtro de acordo com a posição prescrita!

Fig. 11
A fim de garantir a segurança operacional
da instalação hidráulica somente devem ser
usados sobressalentes originais.
 Controlar o assento firme e o estado
perfeito do anel de vedação.

 Quando o anel de vedação estiver colocado


na posição correta para uma operação
segura do filtro, untá-lo levemente com óleo
hidráulico para que ele possa aderir melhor
à superfície.

Fig. 10

 Girar novamente a tampa da caixa do filtro


mediante utilização da chave inglesa 36" e
prestar atenção a que o anel de vedação
não saia do lugar, nem sofra qualquer
dano!

Fig. 4

 Agora, o sistema hidráulico pode ser


tomado novamente em serviço.

 Controlar a estanquidade da caixa do


filtro de sucção.
 No decurso da troca do filtro de sucção
recomenda-se remeter o óleo hidráulico
para um laboratório autorizado para que
seja analisada a sua viscosidade. Havendo
divergências do número de neutralização
ou grau elevado de contaminação é
necessário trocar o óleo hidráulico de
acordo com os intervalos de manutenção
prescritos.
Solicitamos observar as instruções de
segurança .
S - 090209

SERVICE INFORMATION S-090209

Medidas necessárias no caso de


danos na base da sapata de freio
S - 090209

Informação de Serviço
sobre medidas necessárias no caso de danos na base
da sapata de freio

Favor ler as instruções de segurança SI-0400-03 e BS-


02.05!
S - 090209

1. Ruptura até a chapa de suporte

Tipo de dano:
Material de atrito radial rompido da
superfície de atrito até a chapa de
suporte.

Medida:
Trocar imediatamente a base da
sapata de freio!

2. Fragmentação do material de atrito

Tipo de dano:
Fragmentação do material de atrito de
mais de ¼ do comprimento da base da
sapata de freio.
(Fragmentação > 63mm em um
comprimento da base de 250mm;
Fragmentação > 80mm em um
comprimento da base de 320mm;

Medida:
Trocar imediatamente a base da
sapata de freio!

ATENÇÃO:
Favor ter em mente a ação reduzida de frenagem após trocar as sapatas de
freio quando estas não tiverem sido usinadas ou amaciadas.
S - 090209

3. A base desprega da chapa de suporte

Tipo de dano:
A base desprega da chapa de suporte.

Medida:
Se a base se soltar em mais de
25 mm de comprimento, trocá-la
imediatamente

4. Fissuras superficiais no sentido da circunferência da roda

Tipo de dano:
Fissuras superficiais no sentido da
circunferência da roda.

Medida:
Havendo fissuras de comprimento
superior a 25mm, trocar a base
da sapata de freio imediatamente!

ATENÇÃO:
Favor ter em mente a ação reduzida de frenagem após trocar as sapatas de
freio quando estas não tiverem sido usinadas ou amaciadas.
S - 090209

5. Ruptura na área do ponto de ruptura previsto

Tipo de dano:
Ruptura na área do ponto de ruptura
previsto.

Medida:
Não há necessidade de adoção
de medida!

6. Fissuras superficiais radiais

Tipo de dano:
Fissuras superficiais radiais no material
da base.

Medida:
Não há necessidade de adoção
de medida.!

PLASSER & THEURER


SERVICE CENTER
LINZ - AUSTRIA
S - 090209
S – 43d

REVISÃO GERAL DE COMPONENTES DE GENERAL INSPECTION OF


TRAÇÃO DRIVE COMPONENTS
em máquinas de manutenção de via on Track Maintenance Machines
e veículos de via permanente and Permanent Way Vehicles
6 ANOS APÓS SUA COLOCAÇÃO EM 6 YEARS AFTER THE FIRST START-
FUNCIONAMENTO, UP,
o mais tardar, porém, após but latest after 8000 operating hours.
8000 horas de trabalho.
Além dos intervalos obrigatoriamente prescritos para a In addition to the compulsory regular
manutenção e revisão é necessário realizar os maintenance and overhaul intervals
seguintes controles e medidas preventivas após 6 anos following inspection and preventive
de operação da máquina, o mais tardar, porém, após measures are to be carried out 6 years
8.000 horas de trabalho: after the first start-up, but latest after 8000
operating hours:

Condição e Condition
Conjunto Peça Renovação Assembly Component Renewal
reparação and Repair
Geral X General X
Sistema de combustível X Fuel system X
Tubulações X Pipes X
Filtros X Filters X
Correias trapezoidais X V-Belts X
Polias de correia X V-Belt pulleys X
Sistema de arrefecimento X Cooling system X
Compressor de ar X Air compressor X
Alternadores X Alternators X
Ignição X Starter X
ENGINE
MOTOR

Sistema de escape X Exhaust system X


Montagem X Attachment X
Elementos
X Damping elements X
amortecedores
Parafusos de fixação X Fixing bolts X
Bastidor e apoios X Frame and supports X
Embreagem/Engates X Clutch X
Acionamentos auxiliares X Auxiliary drives X

Perfil das rodas X Wheel profile X


Verificar o desgaste, se necessário reperfilar. Wear check, if necessary re-profiling.
ATENÇÃO ! ATTENTION !
1. Todos os conjuntos de rodas devem ter o mesmo 1. All wheel-sets are to be on equal rim diameter.
diâmetro da superfície de rolamento. 2. The wear limit (marking) must not be exceeded.
2. O limite de desgaste (marca) não deve ser 3. When using re-profiled wheel sets, the spring
excedido. deflection must be considered and following care
3. Ao usar conjuntos de rodas reperfiladas deve-se must be unconditionally taken to:-
levar em consideração a deflexão da mola e tomar a) Clearance to other components.
obrigatoriamente os seguintes cuidados: b) Observance of the vehicle gauge.
a) Não haver contato com outros componentes. c) Unhindered action and efficiency of the
RODEIROS

WHEEL SETS

b) Cumprimento do gabarito da máquina.


brakes.
c) Ação desimpedida e eficácia dos freios.
d) Free action of the shock absorbers.
d) Ação livre dos amortecedores.
e) Nos eixos motrizes:-
e) On powered axles:-
• Posição da caixa de transmissão do eixo, • Position of the axle gear box.
• Posição do apoio de torque, • Position of the torque arm.
• Ângulo de defração e compensação • Diffraction angle and expansion
longitudinal dos eixos cardãs. compensation of the cardan shafts.
S – 43d

Condição e Condition
Conjunto Peça Renovação Assembly Component Renewal
reparação and Repair
Caixas de mancal de X Axle bearing housings X
eixo
Dismantle and check of the bearing seats. In case of
Desmontar e checar os assentos dos mancais. No
worn seat surfaces the axle bearing housings are to
caso de indícios de desgaste renovar os mancais.
be renewed.
Todos mancais de eixo X All axle bearings X
Lubrificantes X Lubricant X
Todas molas de borracha X All rubber springs X
DOS RODEIROS

X X

SUSPENSION
Todas as molas espirais Spiral springs
SUSPENSÃO

WHEEL SET
Controlar a fadiga das molas, se necessário, renovar Fatigue check of the springs, if necessary the springs
as molas de todos os conjuntos de rodas. of all wheel sets are to be renewed.
Porta-molas X Spring attachment X
Controlar as guias de mola, no caso de sinais de Check of spring guides and support plates. In case of
desgaste renovar todas as guias e placas de suporte wear signs all guides and supports of the wheel set
do conjunto roda-eixo. are to be renewed.
Todos os amortecedores X All shock absorbers X

Pivôs X King pin X


Mancais de pivô X King pin bearing X
Olhal do tornel X Swivel ring X
Lubrificantes X Lubricant X
TRUQUES

BOGIES

Molas laterais (borracha) X Lateral springs (rubber) X


Molas laterais (espirais) X Lateral springs (spiral) X
Placas deslizantes X Support plates X
Amortecedores X Shock absorbers X
Quadros dos truques X Bogie frame X
Guias dos mancais de
eixo
X Axle bearing guide plates X

Caixa de transmissão do
eixo
X Axle gear box X
Engrenagens dentadas X Gears X
Mancais X Bearings X
Eixos de acionamento X Drive shafts X
TRANSMISSÕES DE EIXO

Componentes da
embreagem
X Clutch components X
X
AXLE DRIVES

Anéis de vedação Seal rings X


Bomba lubrificante X Lubrificar pump X
Flange do eixo cardã X Cardan shaft flange X
ATENÇÃO ! ATTENTION !
1. Nas engrenagens cônicas a coroa do diferencial e o 1. On bevel type gear boxes the crown gear and
pinhão são em pares. No caso de peças defeituosas the pinion are paired. In case of wear signs the
é necessário renovar toda a caixa de transmissão do axle gear box, respectively the wheel set must
eixo ou o conjunto de rodas. be renewed.
2. No acionamento de vários eixos unidos todos os 2. All wheels of form-closure connected drive axles
conjuntos de rodas têm de ter obrigatoriamente o must have unconditionally the same rim
mesmo diâmetro da superfície de rolamento. Assim diameter. For that, all concerned wheel sets
sendo, ou renovar todos os conjuntos de roda ou either to be renewed or to be turned to equal
reperfilá-los ao mesmo diâmetro.
diameter.
S – 43d

Condição e Condition
Conjunto Peça Renovação Assembly Component Renewal
reparação and Repair
Todos os eixos cardã X All cardan shafts X

CARDAN SHAFTS
ATENÇÃO !
EIXOS CARDÃ

Somente devem ser usados os parafusos, arruelas


ATTENTION !
Only the appropriate types of bolts, retaining washers
de aperto e porcas prescritos. Os torques
and nuts must be used and the required tightening
necessários têm de ser incondicionalmente
torque must be observed. Latest after 25 operating
cumpridos. No máximo após 25 horas de serviço
hours the cardan shafts and their bolts are to be
deverão ser controlados os eixos cardãs e seus
checked for proper condition, subsequently after
elementos de fixação; subsequentemente, a cada
every 200 operating hours.
200 horas de serviço.
Todas as transmissões
X All power transmissions X
ACIONAMENTO

de força
FLANGES DE

FLANGES
Elementos de fixação, mancais, anéis de vedação,

DRIVE
Bolts, bearings, seal rings, spline profile and flange
perfis acanalados e flanges devem ser controlados
bores to be checked for wear. Worn parts are to be
quanto ao desgaste e renovadas as peças com
renewed.
defeito.
TRANSMISSÕES

Todas as engrenagens All gear boxes


X X
BOXES
GEAR

Revisão geral e renovação de todos os componentes General inspection and renewal of all worn or
gastos ou defeituosos. defective components.

NOTA: NOTE:
Todas as medidas de inspeção e reparação somente devem ser All inspection and repair measures are to be carried out only by
realizadas por oficinas devidamente autorizadas.. authorised workshops.
É obrigatório o uso de sobressalentes originais. Only original spare parts are to be used.

PLASSER & THEURER


SERVICE CENTER
LINZ - AUSTRIA
SI – 0300 - 01

PRESCRIÇÕES GERAIS DE OPERAÇÃO, CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO, EXAMES


PERIÓDICOS E LICENÇA OPERACIONAL DA PLASSER & THEURER BAHNBAUMASCHINEN
Máquinas ferroviárias de construção, veículos de construção e veículos de medição estão sujeitos, quanto à
sua operação, conservação e manutenção, exames periódicos e licença operacional, por um lado às
prescrições e regulamentações aplicáveis a veículos ferroviários (veículos regulares de via e veículos
especiais) e às regulamentações de construção e operação, e por outro lado a todas as medidas
suplementares para a manutenção da operabilidade e às prescrições gerais de operação e segurança.
O operador é responsável pelo cumprimento de todas as prescrições relevantes e pela execução adequada
de todas as medidas necessárias para a manutenção do produto fornecido em bom estado geral e de
operação Para isto fornecemos-lhe as seguintes instruções e pedimos o obséquio de cuidar para que sejam
devidamente observadas.
1. SICHERHEIT:
Nosso regulamento „Prescrições Gerais de Operação e Segurança para Máquinas de Construção e
Manutenção de Via Permanente da Plasser & Theurer Bahnbaumaschinen, BS-02.05“constitui parte
integrante obrigatória da documentação que acompanha o produto fornecido. Pedimos o favor de ler
atenciosamente este manual; ele contém determinações importantes para uma operação segura do
produto, bem como indicações relacionadas a eventuais riscos e minimização de perigos, além de outras
informações úteis..
2. HOMOLOGAÇÃO:
O operador deverá cuidar da obtenção e prorrogação de todas as licenças operacionais necessárias.
3. OBJETIVO DE USO, LICENÇAS E RESPONSABILIDADE:
• A máquina fornecida somente pode ser usada para o objetivo a que se destina e somente operada,
conservada e reparada por pessoas devidamente instruídas, qualificadas e autorizadas.
• O fabricante não assume as conseqüências decorrentes do uso indevido e/ou incorreto da máquina,
respect. pela reparação em oficina não autorizada. Isto também vale para outros descuidos em
conexão com a manutenção e reparações (p.ex. também a montagem de peças ou componentes
montados em sistemas que não funcionam perfeitamente).
4. ESTADO OPERACIONAL E MANUTENÇÃO:
• Antes de qualquer tomada em serviço deve-se inspecionar o estado e o equipamento do produto
fornecido e certificar-se de que todas as condições para a operação segura do mesmo tenham sido
devidamente cumpridas:
• tomar todas as medidas necessárias e observar os intervalos de manutenção e conservação tais
como descritos nos manuais de serviço e manutenção e demais indicações, além das explicações
diretamente fornecidas ao pessoal da máquina.
• Utilização de meios de serviço e materiais de consumo adequados (tais como mencionados nas
instruções pertinentes).
5. EXAMES E REPARAÇÕES:
Além dos exames periódicos prescritos para veículos ferroviários e devido às condições operacionais
típicas para máquinas de construção de via deverão ser regularmente examinados também o chassi, os
freios, o bastidor e as instalações de comando e de medição quanto ao seu estado e funcionamento,
respectivamente, consertados imediatamente quaisquer defeitos eventuais.
• Favor observar sempre que sua máquina seja confiada somente a oficinas devidamente autorizadas e
unicamente a técnicos habilitados para este tipo de veículo.
• Genericamente, a remoção de defeitos é efetuada pela rede de assistência técnica da Fa. Plasser &
Theurer ou pelos seus parceiros de assistência técnica autorizados.
• Os operadores (clientes) poderão se dirigir ao próximo posto de assistência técnica da Fa. Plasser &
Theurer.
• Naturalmente, este serviço de assistência técnica também está à sua disposição para assistir a qualquer
forma de exame e reparação da sua máquina, seja esta direta ou sob forma de consultoria.
• Um fator substancial para o uso sem falhas, respect. para a boa operabilidade da máquina é a utilização
de peças de reposição originais. Os consertos durante o período de garantia estão vinculados à
utilização de peças originais da Plasser & Theurer.
• Alterações, instalações adicionais ou outras ampliações podem restringir a função e o comportamento
seguro da máquina, devendo, por este motivo, somente ser realizados com a aprovação do fabricante.

PLASSER & THEURER


SERVICE CENTER
LINZ - AUSTRIA
SI – 0400 – 03

INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA QUANDO DOS PREPARATIVOS PARA A


REALIZAÇÃO DE REPAROS

No modo de trabalho, o perímetro de perigo da máquina de ser considerado área


interditada!

Reparos na máquina só podem ser efectuados por pessoal autorizado e tecnicamente


competente. Além disso, não é permitido andar pela linha vizinha com tráfego.

FAVOR OBSERVAR OS REGULAMENTOS FERROVIÁRIOS LOCAIS

Antes de dar início a POSSÍVEIS reparos é imprescindível que sejam tomadas as


seguintes medidas de segurança:

- A pressão hidráulica deve ser desativada!

- O sistema pneumático deve ser desativado!

- A máquina deve ser imobilizada para evitar o seu rolamento involuntário (freio de
estacionamento, calços, etc.)!

- O motor deve ser desligado!

- A chave geral de trabalho deverá ser desligada e bloqueada contra religamento não
autorizado.

- A chave geral da bateria deverá ser desligada e bloqueada contra religamento não
autorizado.

- Se a reparação for executada dentro de pavilhões fechados, as baterias deverão ser


desconectadas (máquina sem tensão) e os polos de ligação devidamente fixados.

- Além disto, todas as pessoas envolvidas e que têm acesso à máquina devem ser
avisadas previamente dos reparos a serem realizados.

- Também deverá ser nomeado um especialista competente que detenha a


responsabilidade principal pelos reparos e que efectue a fiscalização sob
observação de todas as medidas de segurança!

- Antes de a máquina ser colocada novamente no modo de Funcionamento, todo o


pessoal da máquina deve ser informado sobre os reparos realizados. A máquina só
poderá ser posta no modo de "Funcionamento" por pessoa especializada,
competente e devidamente autorizada para tal.

- No modo de trabalho, a área de trabalho volta a ser área interditada!


Aquasys B
Aquasys B

Manual de Operação
AS-BA-244136-B

Sistema de Segurança contra


Incêndio
FESS
para
compartimentos de motores

AQUASYS TECHNIK GMBH


4021 LINZ – AUSTRIA

ABRIL 2007

Elaborado testado fornecido

AS-E (dl, 509) AS-PV(bg, 425) AS-PV (ll, 604)


Aquasys B

ÍNDICE
1 Identificação do sistema ......................................................................................................5
1.1 Fabricante: .............................................................................................................................5
1.2 Designação do tipo / modelo ..................................................................................................5
1.3 Ano de construção : ...............................................................................................................5
1.4 Descrição técnica de funcionamento do sistema ....................................................................6
1.4.1 Descrição técnica........................................................................................................6
1.4.1.1 Unidade moto-bomba ...................................................................................6
1.4.1.2 Conexões: ...................................................................................................6
1.4.1.3 Tanque .........................................................................................................6
1.4.1.4 Meio extintor de incêndio: ............................................................................6
1.4.1.5 Enchimento...................................................................................................7
1.4.1.6 Bicos de pulverização ...................................................................................7
1.4.1.7 Válvulas: ......................................................................................................7
1.4.1.8 Saída para a tubulação de alimentação........................................................7
1.4.1.9 Peso .............................................................................................................7
1.4.2 Função e operação .....................................................................................................8
1.4.2.1 Componentes principais ...............................................................................9
1.4.2.2 A unidade de controle.................................................................................10
1.4.2.3 Sistema STOP: ...........................................................................................10
1.4.2.4 Chave-bóia: ...............................................................................................10
1.4.2.5 A tubulação.................................................................................................11
1.4.2.6 Cálculo da perda de pressão: ....................................................................12
1.4.2.7 Divisão das áreas .......................................................................................13
1.4.2.8 Posição dos bicos de pulverização .............................................................13
1.4.3 Interfaces elétricas ...................................................................................................13
1.4.3.1 Alimentação elétrica ...................................................................................13
1.4.3.2 Mensagens de falha, avisos, comandos .....................................................13
1.4.4 Dados técnicos do sistema AQUASYS-FESS.............................................14

2 Informações relevantes para a segurança e a manutenção ............................................15


2.1 Segurança ............................................................................................................................15

3 Aplicação autorizada do equipamento..............................................................................16


3.1 Campo de aplicação ............................................................................................................16
3.2 Alterações no sistema ..........................................................................................................16

4 Elementos de controle operacional ..................................................................................17

5 Operação do sistema..........................................................................................................18
5.1 Aviso sobre riscos.................................................................................................................18
5.2 A identificação dos módulos .................................................................................................19
5.2.1 Conjunto moto-bomba de alta pressão......................................................................19
5.2.2 Tanque......................................................................................................................19
5.2.3 Filtro de entrada ........................................................................................................19
5.2.4 Condutos dos bicos de pulverização .........................................................................20

6 Colocação em funcionamento ...........................................................................................20


6.1 Colocação em funcionamento após trabalhos de manutenção ............................................20

7 Informações para a instalação segura ..............................................................................21


Aquasys B

8 Informações sobre a montagem e desmontagem segura ..............................................21


8.1 Reparações ..........................................................................................................................21
8.2 Substituição de uma bomba de alta pressão .......................................................................22

9 Trabalhos de conservação, controle e manutenção .......................................................23


9.1 Informações de caráter geral: ..............................................................................................23
9.2 Intervalos de controle: .........................................................................................................23
9.3 Controles a serem realizados: .............................................................................................24
9.4 Intervalos de manutenção:....................................................................................................25
9.5 Serviços de manutenção a realizar: ......................................................................................25
9.6 Serviços de controle e manutenção após um caso de incêndio: ...........................................25
9.7 Lista de sobressalentes: .......................................................................................................25
9.8 Favor observar: ....................................................................................................................25

10 Procedimentos de trabalho (PT) ........................................................................................26


10.1 Filtro de entrada ..................................................................................................................26
10.2 Unidade de abastecimento ..................................................................................................27
10.3 Tanque ................................................................................................................................28

11 Treinamento ........................................................................................................................29

ANEXO .........................................................................................................................................29
A. Relação das figuras ................................................................................................................29
B. Relação das tabelas................................................................................................................29
Aquasys B

Alterações

INDEX DESCRIÇÃO DATA

A Primeira edição do Sistema Geral FESS, substitui AS-BA-2101-A


2007-04-19
B Reeditado após várias colocação em funcionamento 2007-12-18

ITEM DESCRIÇÃO DATA

1.4.1.3 Informações sobre o projeto do tanque complementado 2007-11-09 ll


1.4.1.4 Diretriz; relação de mistura Interex3000 2007-12-05 ll
1.4.2.3 Informações sobre o sistema STOP 2007-12-18 ll
1.4.2.5 Comprimento limitado do tubo de alimentação 2007-11-09 ll
Aquasys B

1 IDENTIFICAÇÃO DO SISTEMA
1.1 Fabricante:

AQUASYS Technik GmbH


Postfach 100, Industriezeile 56 A-4021 LINZ,
Telefone: +43 / 732 / 7892 449
Fax: +43 / 732 / 7892 373
E-mail: info@aquasys.at

1.2 Designação do tipo / modelo:

FESS para proteção do compartimento do motor – Identificação 244136

Este número de produto também identifica todos os documentos pertinentes a este


equipamento, p.ex. o presente manual de operação: AS-BA-244136-x.

O sistema completo consiste em princípio dos módulos / componentes abaixo


mencionados, sendo que a lista de peças do sistema deverá ser depreendida do
presente manual.

Pos. P&T-Nr. AS-Nr. Unid. Denominação


10 UD192.3920A 244120 1 gerador de corrente contínua 24VDC, 22 l/min,
3kW
20 UD192.3930A 245540 1 filtro de entrada FESS
30 245541 1 peças de montagem - tanque
40* MK15NO 208498 1 válvula coaxial de 2/2 vias DN15 NO 24Vdc
50 INTEREX3000 A2200024 2 lata de 25 litros 30kg INTEREX3000 fluído
anticongelante
60 1 tubulação incl. bicos de pulverização e
válvulas
* As válvulas e os bicos de pulverização são diferentes de máquina em máquina

Tabela 1: componentes individuais do sistema AQUASYS - FESS

1.3 Ano de construção

2007

+
Aquasys B

1.4 Descrição técnica de funcionamento do sistema

1.4.1 Descrição técnica

1.4.1.1 Unidade moto-bomba:


Potência: 3 kW / 24 VDC (máx.150 A)
Débito: 19 litros/min a 70 bares
Rotação: ~ 2 000 tr/min
Classe de proteção: IP54

1.4.1.2 Conexões:
Conexão para alta pressão: ø12-L gem. EN 8434
Conexão para sucção: G3/4"
Válvula de segurança - retorno: G3/8" acessório de tubo
chave esférica de serviço (manutenção): ø12-L conf. EN 8434

1.4.1.3 Tanque:

O dimensionamento do tanque de armazenagem é feito por parte do cliente e


deverá ocorrer de forma que, sob consideração de todos os bicos de
pulverização a serem ativados no caso de maior emergência, este apresente
uma capacidade de pulverização de, no mínimo, 5 minutos. O nível do tanque
precisa ser monitorado constantemente por meio de uma chave-bóia para
assegurar o tempo completo de pulverização. A estrutura do tanque de
armazenagem pode ser de aço ou de material sintético à prova de luz. Se o
tanque for fabricado de aço inox é necessário cuidar que tenha sido decapado
internamente para prevenir ferrugem.
O posicionamento do tanque deve ser selecionado de forma que o meio
extintor seja conduzido à bomba de alta pressão. Evitar por todos os meios
que a bomba de alta pressão entre em atividade de sucção.
A linha de sucção deve ser dimensionada de forma que a velocidade de fluxo
não ultrapasse 0,8m/s.

Retorno
Isto significa que no caso de uma mangueira ¾“
com um diâmetro interno de aprox. 25 mm, o
comprimento da linha de sucção não deve
ultrapassar 800mm. Prestar atenção que a água
Conexão para
reconduzida ao tanque em virtude do limite de
sucção pressão ou do caudal não gere redemoinhos e
bolhas e ar que possam ser aspiradas
novamente pela bomba.

Figura 1: retorno para o tanque

1.4.1.4 Meio extintor de incêndio:


O Sistema de Segurança contra Incêndio AQUASYS deve ser usado
exclusivamente com água potável, conforme a DIRETRIZ DO CONSELHO
DA UNIÃO EUROPÉIA (concernente à qualidade de água para uso humano)
98/83/EG, devendo ser observado sobretudo que:
Aquasys B

o valor do pH da água utilizada se encontre entre 7 e 8;


a taxa de cloreto na água não ultrapasse (aprox. 20mg/litro);
o limite dos íons de cloreto livres seja de 2 mg/litros, no máximo;
o teor de SO42- na água não ultrapasse 200 mg/litro.

Além disso, é absolutamente obrigatório para a filtragem da água prevista para


a finalidade, usar um filtro de malha fina de 10µm.
Se a temperatura ambiente o exigir, sugerimos aplicar o produto INTEREX3000,
um agente anticongelante certificado para sistemas de combate ao incêndio.
Atenção: INTEREX3000 é um agente anticongelante de condutibilidade
elétrica, de forma a ser corrosivo, razão pela qual é importante cuidar de que
ele seja misturado à água somente depois do sistema ter sido colocado em
funcionamento e terem sido efetuados testes de pulverização.

Relação de mistura:
Agente anticongelante Interex3000/água potável
3/1= -30°C 2/1= -20°C 1/1= -15°C

Valores limite de temperatura sem agente anticongelante:


Temperatura do meio de pressão: mínimo +3°C até o máximo de +50°C
Temperatura ambiente: mínimo +3°C até o máximo de +50°C

1.4.1.5 Enchimento
Para o enchimento do tanque de armazenagem o filtro de entrada
especialmente previsto para o efeito (245540) deve ser montado junto do
tanque. O abastecimento do tanque deve ser realizado através de uma bomba
pneumática de membrana que abastece o tanque através de um filtro (grau de
segregação: 10µm absoluto).
A velocidade de enchimento da água é de 18-20 litros/min e do meio
anticongelante Interex3000 de aprox. 13 litros/min. Sob hipótese alguma o
filtro deverá ser contornado ou retirado do sistema. Por este motivo ele deverá
ser montado de forma fixa dentro de um tubo ou de uma mangueira
conectada ao tanque.
Não é permitido encher o tanque de armazenagem sem passar pelo filtro
de entrada.

1.4.1.6 Bicos de pulverização:


Bicos de pulverização de água de alta pressão: 2,3 litros/min a 100 bares
1,9 litros/min a 70 bares -> máx. 9 bicos / área

1.4.1.7 Válvulas:
• Válvula limitadora de alta pressão
• Torneira esférica de serviço, de acionamento manual, para fins de
manutenção.
• Válvulas setoriais (válvula de cobertura de área): válvulas solenóides NO,
24VDC

1.4.1.8 Saída para a tubulação de alimentação:


Conexão à tubulação geral conforme EN ISO 8434-1 bzw. EN ISO 8434-2
Aquasys B

1.4.1.9 Peso:
Unidade moto-bomba vazia: aprox. 40 kg

1.4.2 Função e operação:

o sistema:

Figura 2: conduto do bico de


pulverização

Tubulação para o compartimento do motor


Fonte de energia : SUPPLY ENGINE COMPARTMENT
POWER PACK
Filtro de entrada
SUPPLY FILTER UNIT

Conexão do filtro p/ entrada de


água
Peças de montagem no tanque
ATTACHMENT PARTS TANK

Figura 3: esquema hidráulico

Figura 4: unidade moto-bomba

Figura 5: tanque
Aquasys B

1.4.2.1 Componentes principais


A lista dos componentes principais engloba as peças relevantes para o
funcionamento do sistema, os quais estão representados esquematicamente sob o
título "O sistema" (acima).

Lista de peças FESS


para compartimentos de motor em equipamentos móveis
Aplicação: em compartimentos fechados/ Application: closed housings
AS-Art. Nº de desenho Unid.
Pos material ME DENOMINAÇÃO I DENOMINAÇÃO II
Nr.: AS: (AQUASYS)
GERADOR DE CORRENTE
1 244120 A300202-02437-3-A 1 ST CONTÍNUA 24VDC 22 l/min, 3kW

1.1 A5720074 1 ST MOTOR DC PERMADRIVE ZL 56V-2424/3 B3/B14

1.2 1580587 1 ST ACOPLAMENTO A24/32.19-16 ALU

1.3 V4A 1451269 1 ST Bomba de pistão axial PAH10 180B0008 ÁGUA POTÁVEL

1.4 Aço A2340014 A2340013C 1 ST PORTA-BOMBA, PAH10/12,5 BG 56-B14

1.5 V4A 1474600 1 ST Válvula de retenção RHD12L71

1.6 V4A 1012838 1 ST Manômetro 0-160 bar G1/4''KL. 1,6 213.53.63/160 RAD
VRH30/25-
1.7 V4A 1570143 1 ST Válvula limitadora de pressão 140bar/180G0030

1.8 V4A 1629269 1 ST MINI-TUBO DE MEDIÇÃO SMA 3-800-1.4571

1.9 Stahl A2310564 A2310563A 1 ST CONSOLE PARA PP-RR-E 3KW


PLACA DE IDENTIFICAÇÃO FESS
1.10 Al 206854 1 ST 60x35mm

1.11 V4A 207766 1 ST Torneira esférica de alta pressão 12-L RKH 12L 10 4423
TAMPA ø2, 4 mm F. 18-L
1.12 V4A 245019 A310403-02504-4-A 1 ST APARAFUS.

1.13 V4A A3610034 1 ST PRESSOSTATO DE PISTÃO FF4-60 PAH, 3/8' '

1.14 V4A A2410164 1 ST Mangueira EN853 2SN-10 L=500mm

2 245540 A300400-02621-3-A 1 ST FILTRO DE ENTRADA FESS

2.1 V2A 244087 A310202-02444-L-A 1 ST CONSOLE DO FILTRO


BOMBA PNEUMÁTICA DE
2.2 KST 244088 1 ST MEMBRANA TYP TR20
FILTRO DE MATERIAL SINTÉTICO
2.3 KST 244098 1 ST PP-BLUE 5" PBD-05-DX
FILTRO DE SUCÇÃO GARDENA
2.4 KST 244811 1 ST COM RSK

2.5 KST 218396 5 M MANGUEIRA DN16X3, 25 25 bares GOLDSCHLANGE

2.6 Papier 244099 1 ST VELA DE FILTRO CAUSAPURE CPR-001-05-DOX

2.7 KST 1628953 1 ST FILTRO DA VENTILAÇÃO PI 0114 SM-L G3/4' '

2.8 Al 1263585 10901164 B 1 ST PLACA DE IDENTIFICAÇÃO DE 2 LINHAS

2.9 V4A 246367 1 ST CHAVE-BÓIA HMFB-SS S1=80 S2= 120, 1.4435

PEÇAS DE MONTAGEM DO
3 245541 1 ST TANQUE

3.1 KST 1466473 2 M MANGUEIRA DN25x4,5 20 bares GOLDSCHLANGE

3.2 KST 218396 2 M MANGUEIRA DN16X3,25 25 bares GOLDSCHLANGE


3.3 V4A 1465024 2 ST VSTI3/4ED71

3.4 V4A Client 1 ST RESERVATÓRIO

Tabela 2: Componentes principais


Aquasys B

1.4.2.2 A unidade de controle:


No sistema FESS não está contido um sistema de controle ou de alarme. A
unidade de controle deverá ser montada pelo cliente na própria instalação. A
sua ativação ocorre manualmente através do pressionamento de botão. Em
sistemas com um gerador e duas áreas que não podem ser abastecidas ao
mesmo tempo (ou seja: área 1 + área 2 > 9 bicos de pulverização) será
montado uma válvula solenóide por área a cobrir, ao invés de uma chave
esférica.
No caso de alarme, as duas válvulas jamais devem ser abertas
simultaneamente, caso contrário, a pressão cai e o sistema não age mais
efetivamente em nenhuma das áreas.

1.4.2.3 Sistema STOP:


Somente quando ao ligar a instalação, não for alcançada uma pressão de
aprox. 40 bares dentro de 5 segundos. Se o comprimento da tubulação geral
for superior aos 10 metros especificados, este valor terá de ser calculado em
separado.
O sistema STOP somente poderá ser desligado por um botão liga-desliga de
acionamento manual a ser instalado pelo cliente e por um pressostato se a
pressão mínima for abaixo 20 – 30 bares.

1.4.2.4 Chave-bóia:
A chave-bóia instalada na parte superior do tanque de água se destina a
monitorar o nível de água. Abaixo do ponto de comutação (aprox. 110 mm
abaixo da tampa do tanque) é emitido um sinal de alerta. O ponto de
comutação superior (aprox. 65 mm abaixo da tampa do tanque) serve para o
abastecimento do tanque de armazenagem e desliga a bomba pneumática de
membrana quando o nível tiver sido alcançado, a fim de evitar um
transbordamento.
Aquasys B

1.4.2.5 A tubulação
Os condutos dos bicos de pulverização estão equipados com bicos "abertos".
A seleção dos materiais deverá ser feita com o maior cuidado e diligência.
As experiências do passado mostram que os únicos tubos que devem ser
usados são os do tipo/modelo V4A (1.4571) para minimizar os riscos de
corrosão.
Além disso é necessário prestar atenção que os tubos sejam montados em
uma área protegida (sem auxílios de escadas). Via de regra, o comprimento
da tubulação entre o motor e a bomba não deverá exceder 10 metros. A
tubulação deverá ser instalada de forma que se esvazie por conta própria por
meio dos bicos de pulverização. Se isto não for possível é necessário instalar
dispositivos de drenagem ou de sopro. O pressostato (A3610034) fornecido
por AQUASYS deverá ser montado diretamente junto do conjunto moto-
bomba. Na área de temperatura mais elevada não é permitido montar
braçadeiras de tubo inflamáveis.

!!ATENÇÃO!! Para o planejamento da tubulação deverá ser feito um cálculo


de perda de pressão para assegurar que a pressão nos bicos de pulverização
ainda seja suficiente. Recomenda-se instalar o conjunto moto-bomba nas
imediações da área protegida e de manter os comprimentos de alimentação
os menores possíveis.

Dados técnicos
• Condutos dos bicos de pulverização: Ø 12x1,5 mm, PN 160, conexões dos
bicos de pulverização com aparafusamento de anel de corte conforme ISO
8434-1
• Material dos condutos dos bicos de pulverização: aço inox 1.4571
• Material para todos os elementos de fixação e de conexão dos condutos:
aço inox 1.4571.
• Braçadeiras de tubo: aço (no compartimento inflamável)
• suporte secundário: aço carbono
Aquasys B

1.4.2.6 Cálculo da perda de pressão: Druckverlust Düsenleitungen

A perda de pressão pode ser


calculada de maneira simples
baseando-se nos dois diagramas
desta página.
A perda somatória da pressão se dá

Druckabfall
pela adição da queda de pressão em
dependência do número de bicos de
pulverização, bem como na tubulação
geral em dependência do seu
comprimento total. As curvas e as
uniões em cotovelo devem ser Düsenanzahl
englobados no cálculo do
Figura 6 : Queda de pressão nos condutos dos bicos
comprimento total da linha de
alimentação com um valor equivalente
a 0,6 por curva.

Exemplo:
8 bicos de pulverização => conforme figura 6; queda de pressão = 1 bar
15,4 m linha de alimentação + 6 curvas = 15,4 m + 6 x 0,6 m = 22,6 m => conforme
figura 6; queda de pressão = 7,2 bar, isto significa: Perda total de pressão no
sistema = 8,2 bar

Perda de pressão - linha de


alimentação FESS
Queda de pressão (Bar)

bicos
bicos
bicos
bicos
bicos

comprimento da tubulação [m] = comprimento real + 0,6 m para cada curva

Figura 7: Queda de pressão na tubulação geral


Aquasys B

1.4.2.7 Divisão das áreas


Se for necessário proteger duas áreas separadas uma da outra, estas
também podem ser cobertas por uma só unidade moto-bomba. Se, por
motivos operacionais ou devido ao tamanho das áreas, não for possível
alimentar ambas as áreas simultaneamente, a instalação pode ser dividida em
setores com auxílio de válvulas solenóides (208498).
As válvulas fornecidas por AQUASYS se encontram "abertas em estado
desenergizado", no caso de alarme, todas as áreas não afetadas deverão ser
fechadas.
Se um conjunto moto-bomba for destinada a abastecer várias áreas, as quais
- no seu conjunto - exigem uma capacidade maior do que a que a bomba é
capaz de fornecer, deve ser assegurado que somente uma válvula setorial
permaneça aberta, mesmo no caso de alarme em várias áreas. Caso
contrário, não é mais possível contar com a capacidade de bombeamento
necessária, de modo que nenhuma das áreas pode ser pulverizada
suficientemente com água.

1.4.2.8 Posição dos bicos de pulverização:


O posicionamento dos bicos de pulverização deverá ser acordado no decurso
de cada projeto pelos técnicos da AQUASYS e da Plasser & Theurer.
A execução das posições deve ser complementada na documentação final da
máquina.

1.4.3 Interfaces elétricas

1.4.3.1 Alimentação elétrica


• Alimentação de corrente da rede (24VDC)
• Linha de conexão 3 kW
• Consumo de corrente 125 A

1.4.3.2 Mensagens de falha, avisos, comandos


1) Mensagem de falha: nível do tanque
2) Comando: fechar abastecimento (através da chave-bóia)
3) Comando: ligar bomba
4) Comando: parar bomba (através de um pressostato temporizado)
5) Comando: fechar válvula setorial
Aquasys B

1.4.4 Dados técnicos do sistema AQUASYS-FESS:

DADOS Denominação VALOR Unidade


Pressões: pressão ajustada para limite de pressão aprox. 80 bares a
19 l/min total
pressão no último bico de pulverização 70 bar
pressão máx. do sistema 80 bar

Vazão: débito de 1 bomba a 100 bar / 2.000 rpm no mínimo 19 l/min

Temperaturas: temperatura mínima permitida +3 °C


exceto com agente anticongelante (1.4.1.4)

Potências motor elétrico - bomba de alta pressão 3 kW


(2.000 rpm)
Consumo total de corrente aprox. 125 A

Tensões motores elétricos das bombas 24 VDC


tensão de comando 24 VDC

div. dados material dos tubos 1.4571


pintura do conjunto moto-bomba galvanizado
nível de pressão sonora na medição da potência <70 dB(A)
Tabela 3: Dados técnicos
Aquasys B

2 INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA A SEGURANÇA E A MANUTENÇÃO

2.1 Segurança

Este símbolo se encontra junto de todos os avisos de segurança, por este


motivo solicitamos prestar atenção a ele.
Favor transmitir os avisos de segurança também à sua equipe de
trabalho.
Além disso, cumprir as "Prescrições Gerais de Segurança e de Prevenção
de Acidentes" elaboradas pelo órgão legislativo.

Cuidado quando as bombas estiverem em funcionamento!


Cuidado com as peças em rotação do conjunto moto-bomba, sobretudo com as
palhetas do ventilador do motor elétrico.
Realizar os trabalhos de manutenção e de reparação somente com os motores
elétricos desligados e retirados da tomada – PERIGO DE ACIDENTE –
Se for o caso, depois de concluídos os trabalhos voltar a montar novamente os
dispositivos de segurança retirados.
Aquasys B

3 APLICAÇÃO AUTORIZADA DO EQUIPAMENTO

3.1 Campo de aplicação

AQUASYS FESS é um sistema para pulverização de água gerada com


água sem aditivos químicos (com exceção do agente anticongelante
INTEREX3000).
Qualquer aplicação além da acima mencionada não é autorizada. O
fabricante não se responsabiliza por danos decorrentes da aplicação
imprópria. O risco será arcado exclusivamente pelo usuário.
No âmbito da aplicação autorizada do equipamento está incluído o estrito
cumprimento das instruções de operação, manutenção e conservação do
equipamento.
Esta instalação de combate ao incêndio, particularmente o conjunto moto-
bomba de alta pressão, somente deve ser manutenida e reparada
exclusivamente por pessoal que tenha experiência com as propriedades
peculiares da instalação e que possuam pleno conhecimento das regras
de segurança (prevenção de acidentes) correspondentes.

3.2 Alterações no sistema

Qualquer alteração ou complementação do escopo de fornecimento AQUASYS sem


nossa expressa autorização prévia por escrito é estritamente proibida. No âmbito
dos trabalhos de manutenção e conservação da instalação deverão ser usados
exclusivamente peças originais.
Tão logo seja feita uma alteração por conta própria, a organização ou pessoa que
realizou o trabalho se torna juridicamente o próprio fabricante do equipamento.
Nesses casos, a Técnica AQUASYS não assume nenhuma responsabilidade com
respeito ao escopo completo de fornecimento.
Aquasys B

4 ELEMENTOS DE CONTROLE OPERACIONAL

O sistema FESS é controlado pelo MFSZ e não deve ser operado em separado no
modo automático.
Os elementos de controle do AQUASYS FESS para a sua operação manual ou para
fins de manutenção e conservação se encontram diretamente no conjunto moto-
bomba (manômestro, chave esférica de serviço).

Manômetro de pressão

Chave esférica para medição


de potência

Alavanca manual retirada

Figura 8 : elementos de operação

unidade de
abastecimento

válvula para alimentação


de ar comprimido

Figura 9 : filtro de entrada


Aquasys B

5 OPERAÇÃO DO SISTEMA

5.1 Avisos sobre riscos

• Normalmente, névoas de água não constituem risco para pessoas. O


atingimento direto da névoa de água no olho humano ou o nível de
intensidade sonora durante o combate de um incêndio ou a inalação de
gases resultantes da combustão, porém, poderão constituir um risco ou
perigo à saúde humana. Além disso, a visão prejudicada (decorrente da
condensação da névoa de água, entre outros) poderá prejudicar a
visibilidade de trânsito ou, no caso de incêndio, levar a tempos mais
longos de fuga das pessoas que se encontram nas áreas afetadas.
Como é o caso em todos os equipamentos hidráulicos, há sempre um
risco de ferimento de pessoas em decorrência de tubos e canos
quebrados ou mangueiras fraturadas durante a operação.

• O proprietário do equipamento deverá providenciar medidas de


segurança que, no caso de ser ativada a pulverização da instalação de
combate ao incêndio, permita uma rápida evacuação das pessoas que
se encontram na área afetada pelo incêndio.

• ATENÇÃO: Os componentes da instalação de combate ao incêndio são


sensíveis à geada. O usuário deve assegurar que nenhum componente
ou peça da instalação seja exposta ao relento em caso de frio intenso,
caso contrário não estará assegurado o pleno funcionamento da
instalação de pulverização de água. Para o caso da instalação ser
exposta ao frio intenso, misturar agente anticongelante à água (vide
1.4.1.4.).

• Os bicos de pulverização não devem ser cobertos por outras peças ou


equivalentes. Nesse caso, haverá obstrução da pulverização e reduzida
formação de névoa de água!
Aquasys B

5.2 A identificação dos módulos

5.2.1 Conjunto moto-bomba de alta pressão


Pressostato

Manômetro de glicerina
Válvula limitadora de pressão
Bomba de alta pressão

Chave esférica para manutenção

Linha de teste da chave esférica

Figura 10: conjunto moto-bomba de alta pressão Válvula de retenção


5.2.2 Tanque
5.2.2 Ensembleréservoir
Ensemble
Ensemble réservoir
réservoir
réservoir Gerador de 24 VDC
5.2.2
5.2.2
5.2.2 Ensemble
Ensemble réservoir

Retorno

Chave-bóia
Filtro de ventilação
Tanque mín. 100 litros
linha de sucção da bomba

Figura 11 : tanque

5.2.3 Filtro de entrada


Mangueira de sucção para
abastecimento manual

Filtro de entrada (10µm absoluto)

Bomba de membrana pneum.

Interruptor válvula pneumática


Tubo de alimentação do tanque

Figura 12 : filtro de entrada


Aquasys B

5.2.4 Condutos dos bicos de pulverização

conduto do bico
bicos 2,3 l/m a 100 bares

Figura 13 : bicos e conduto dos bicos de pulverização

6 COLOCAÇÃO EM FUNCIONAMENTO
A primeira colocação em funcionamento é realizada sob supervisão de AQUASYS ou
por um representante autorizado, sendo que serão feitas medições e ajustes
específicos da instalação a serem documentados em um protocolo de colocação em
funcionamento do sistema.

O protocolo de colocação em funcionamento IP-00080-1 é um documento próprio.

6.1 Colocação em funcionamento após trabalhos de manutenção

Antes de colocar em funcionamento, solte o parafuso de


purga de ar "C" da bomba. Tão logo saia água, aperte
novamente o parafuso de purga. A bomba – a linha de
sucção está conectada ao tanque – é ligada com a
conexão de saída (lado da pressão) aberta.
Ao colocar a bomba em funcionamento pela primeira vez
ela deve correr sem pressão durante aproximadamente 5
minutos para remover partículas de sujeira dos tubos,
mangueiras, etc. Antes de colocar o sistema em operação
pela primeira vez ele deve passar por um ciclo de lavagem.
Figura 14: parafuso de purga de ar

!!Cuidado!!: prestar atenção que o sentido de rotação do motor elétrico seja igual ao
sentido de rotação da bomba, caso contrário, a bomba será destruída.
Aquasys B

7 INFORMAÇÕES PARA A INSTALAÇÃO SEGURA

A primeira colocação em funcionamento foi feita sob supervisão da

AQUASYS Technik GmbH


Industriezeile 56
A-4021 Linz

A compensação do potencial deverá ser realizada pelo proprietário do equipamento


antes da colocação em funcionamento, em conformidade com as normas e
prescrições a serem aplicadas para o efeito.

8 INFORMAÇÕES SOBRE A MONTAGEM E DESMONTAGEM SEGURA


A montagem ou desmontagem de componentes do sistema ou de partes da
tubulação pode se tornar necessária para fins de manutenção.
Concluídos os trabalhos, os bicos de pulverização precisam ser recolocados nas
posições em que se encontraram por ocasião da primeira colocação em
funcionamento para assegurar o seu efeito.

Se o conjunto moto-bomba for esvaziado por mais de 2 dias, a bomba terá de ser
protegida contra corrosão por meio de uma solução de glicol (no mínimo 35% de
monopropileno glicol). Antes de recolocar o sistema em funcionamento, proceder a
um ciclo suficiente de lavagens apra remover os restos de glicol.

A montagem de volta de componentes do sistema ou de peças da


tubulação de forma incorreta pode conduzir a uma falha total da
instalação.
Por este motivo, trabalhar com a maior concentração e cuidado.

8.1 Reparações
Todos os componentes individuais, tais como bomba, motor, válvula limitadora de
pressão e válvulas solenóides somente devem ser desmontados e reparados pelo
fabricante do equipamento. Não é permitida nenhuma reparação feita por conta
própria ou a substituição de peças gastas dos componentes individuais do
equipamento. A substituição de componentes principais é possível com autorização
prévia da AS.
Aquasys B

8.2 Substituição de uma bomba de alta pressão

O esquema ao lado mostra como a bomba é


montada e acoplada ao motor elétrico

A: acoplamento elástico
B: carcaça do acoplamento
C: eixo do motor

Favor observar que a tolerância


recomendada para a montagem do
acoplamento elástico seja cumprida.
Devem ser evitados forças axiais atuando
sobre o eixo da bomba.
Figura 15 : montagem do acoplamento

Figura 16 : tolerâncias de montagem


Aquasys B

9 TRABALHOS DE CONSERVAÇÃO, CONTROLE E MANUTENÇÃO


O sistema deve ser controlado pelo proprietário quanto ao seu perfeito
funcionamento em conformidade com o cronograma de controle e manutenção
(cumprimento dos espaços de tempo prescritos).

A instalação pulverizadora de água deve ser submetida a trabalhos de manutenção


periódicos. Entre outros, a manutenção periódica engloba - além de inspeções
visuais, uma colocação em funcionamento e de sequências operacionais ativa.

Trabalhos a serem realizados na instalação pulverizadora de água, tais como


reparações, manutenções e alterações, somente devem ser efetuados por técnicos
da AQUASYS ou por um representante/parceiro autorizado da AQUASYS.

O presente manual de operação representa somente uma diretriz geral com


informações genéricas. Todas as instruções específicas do projeto devem ser
depreendidas da documentação específica do projeto. Não havendo uma
documentação própria para casos de aplicação específicos, o presente documento
deve ser entendido e aplicado como "Prescrição de controle e manutenção para o
sistema FESS".

9.1 Informações de caráter geral:

São os seguintes os trabalhos de controle e manutenção a serem realizados no


sistema FESS por um técnico de sistema autorizado nos intervalos de tempo
prescritos e, na medida do possível, sempre no mesmo dia da semana (p.ex., os
controles semanais devem ser realizados sempre na segunda-feira, os controles
mensais sempre na primeira segunda-feira do mês) e documentá-los em um
protocolo de serviço conforme as instruções.

9.2 Intervalos de controle:

• diários (D)
• semanais (S)
• mensais (M)
• a cada dois meses (2M)
• anuais (A)
• a cada dois anos (2A)
Aquasys B

9.3 Controles a serem realizados:

Controles diários (D):

• controle visual das lâmpadas de controle na unidade de controle FESS

Controles semanais (S)

• todos os dias
• controle visual do sistema FESS quanto a irregularidades (vazamentos)
• controle visual da tubulação geral FESS quanto a irregularidades

Controles menais (M)

• todas as semanas
• controle ótico e acústico de todos os dispositivos de alerta / alarme
• controle do nível de enchimento do tanque intermediário / tanque de
armazenamento

Controles a cada dois meses (2M)

• a cada mês
• controle ótico dos condutos dos bicos de pulverização FESS quanto a
irregularidades
• acionamento das válvulas setoriais FESS (caso existentes)
• acionamento de cada bomba de alta pressão por aprox. 2 minutos (um seguido
ao outro) e
• medição da potência (VA10.2)

Controles anuais (A)

• a cada 2 meses
• controle e acionamento dos dispositivos de travamento com posição monitorada
• controle ótico dos filtros de entrada e da unidade de alimentação FESS
• teste de alarme com pulverização real e controle da imagem de pulverização dos
bicos de pulverização FESS

Controles a cada dois anos (2A)

• a cada ano
• controle ótico dos bicos de pulverização FESS e dos filtros dos bicos (por
amostragem no mínimo em um bico)
Aquasys B

9.4 Intervalos de manutenção:

• manutenção anual (MA)


• manutenção a cada dois anos (2MA)

9.5 Serviços de manutenção a realizar:

Manutenção anual (MA)

• limpar o elemento filtrante no filtro de entrada (VA10.1)


• trocar a água no tanque intermediário / tanque de armazenamento, teste da
chave-bóia e, se for o caso, limpeza interna, controle do filtro de ar e sua
substitução, se for o caso. (VA10.3)

Manutenção a cada dois anos (2MA)

• trocar o elemento filtrante no filtro de entrada (VA10.1)

9.6 Serviços de controle e de manutenção após um caso de incêndio:

Após um incêndio e a aplicação do FESS para o combate desse incêndio deverão


ser efetuados os mesmos trabalhos de controle e de manutenção como os da
montagem e colocação em funcionamento da instalação, ou em conformidade com o
livro de controles específico do projeto previsto para o caso.

9.7 Lista de sobressalentes:

A lista de sobressalentes é elaborada de acordo com o projeto específico e constitui


parte integrante do manual de operação.

9.8 Favor observar:

O presente manual de operação se limita exclusivamente aos componentes da


instalação FESS. O sistema completo de segurança contra incêndio FESS integra,
adicionalmente, o reconhecimento de incêndio e a unidade de controle.
Para este terá de ser elaborado um manual de operação à parte.
Aquasys B

10 PROCEDIMENTOS DE TRABALHO (PT)

Aspectos gerais:
As presentes instruções descrevem os passos individuais de trabalho para a
realização dos trabalhos de controle e de manutenção.

10.1 Filtro de entrada

10.1.1 Controle ou troca do filtro de entrada

Nº. passo de trabalho resultado critério para


"OK"
a.

Desparafusar a carcaça do filtro


(1) e retirar o elemento filtrante.

b. Introduzir um novo elemento Se, apesar de ser lavado,


filtrante e reaparafusar a o elemento filtrante não
carcaça do filtro até estar bem voltar a ficar limpo, trocar
fixa. o elemento filtrante.

c. Introduzir um novo elemento


filtrante e reaparafusar a
carcaça do filtro até estar bem
fixa.

d. Sugar brevemente o agente Todos as uniões foram Todas as conexões


anticongelante para encher novamente bem estão estanques!
novamente o filtro. Em seguida, apertadas. O débito da
desligar novamente o filtro de bomba pneumática é de
entrada por meio da válvula (2). aprox. 15 litros/min.
Aquasys B

10.2 Unidade de abastecimento

Teste de potência da bomba de alta pressão

Nº. passo de trabalho resultado critério para


"OK"
a.

Fechar a chave esférica de


serviço(3) na tubulação geral.

b. Ligar a bomba de alta pressão e A pressão no manômetro aprox. 70 bares


ler a pressão no manômetro (1). deve subir até alcançar aprox.
70 bares

c. Abrir a chave esférica de A pressão no manômetro aprox. 35 bares


medição de potência (2) e ler a deve chegar a aprox. 35 bar
pressão no manômetro (1).

d. Desligar a bomba e, com a O pressostato deverá desligar desligamento


chave esférica da medição de a instalação automaticamente após aprox. 5
potência (2) aberta, ligar a após aprox. 5 segundos. segundos
bomba novamente.

e. Abrir a chave esférica de serviço A instalação está novamente


(3) e fechar a chave esférica da pronta para operação.
medição de potência (2).
Retirar a alavanca para evitar o
seu acionamento involuntário.
Aquasys B

10.3 Tanque

Troca de água / Teste da chave-bóia

Nº. passo de trabalho resultado critério para


"OK"
a. Mensagem de falha
HDWN: alerta sonoro e
alerta ótico na barra
luminosa.

Retirar o bujão debaixo do


tanque para esvaziá-lo.
b. Quando o tanque estiver vazio, Tanque completamente
colocar uma nova vedação no vazio
bujão e recolocá-lo de volta.
c. Introduzir a tampa de revisão (1) O tanque está limpo e
e limpar o tanque por dentro. novamente bem fechado
(estanque)
d. Abastecer o tanque com água e Pouco antes do tanque
agente anticongelante na estar completamente
mistura adequada através do cheio, a luz de alerta
filtro de entrada. "nível do tanque" apaga.
e. Ao alcançar o segundo ponto de O tanque está novamente
comutação na chave-bóia, a completamente cheio.
unidade de abastecimento
desliga automaticamente.
f. Filtro de ar limpo!

Desparafusar o filtro de ar (2) e


controlá-lo com relação a
partículas de sujeira. Se
necessário, trocá-lo.
g. Controlar se o tanque está
estanque e se todas as tampas
foram corretamente
aparafusadas. Controlar se o
sinal de alerta "nível do tanque"
apagou novamente.
h. Purgar novamente a bomba A instalação está
como descrito no item 6.1! novamente pronta para
operação.
Aquasys B

11 TREINAMENTO:
Antes de tomar o equipamento em serviço, o pessoal encarregado de operar o
sistema foi treinado por AQUASYS ou pelo seu representante autorizado quanto ao
funcionamento e a manutenção da instalação de pulverização de água.

ANEXO

A. RELAÇÃO DAS FIGURAS:


Figura 2 Conduto do bico de pulverização ................................................................8
Figura 3: Esquema hidráulico ....................................................................................8
Figura 4: Unidade moto-bomba ..................................................................................8
Figura 5: Tanque ........................................................................................................8
Figura 6: Queda de pressão nos condutos dos bicos de pulverização ....................12
Figura 7: Queda de pressão na tubulação geral.......................................................12
Figura 8: Elementos de operação 1............................................................................7
Figura 9: Conjunto moto-bomba de alta pressão 1.....................................................9
Figura 10: Unidade de tanque 1 ...................................................................................9
Figura 11: Filtro de entrada 1 .......................................................................................9
Figura 12: Bicos e condutos dos bicos de pulverização .............................................20
Figura 13: Parafuso de purga de ar............................................................................20
Figura 14: Montagem do acoplamento .......................................................................22
Figura 15: Tolerâncias de montagem .........................................................................22

B. RELAÇÃO DAS TABELAS:


Tabela 1: Componentes individuais para AQUASYS – FESS.....................................5
Tabela 2: Componentes principais ..............................................................................9
Tabela 3: Dados técnicos..........................................................................................14

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