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FATEC-SP - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO

DEPARTAMENTO: HIDRÁULICA E SANEAMENTO


CURSO: HIDRÁULICA E SANEAMENTO AMBIENTAL
DISCIPLINA: MATERIAIS PARA TUBULAÇÃO

Volume 1
Prof. Célio Carlos Zattoni
Fevereiro de 2008.
DEDICATÓRIA

É com muito amor e carinho que dedico inteiramente esta obra aos meus
alunos da FATEC-SP, a causa primeira do nosso trabalho.

Também desejo dedicá-la a minha esposa Cleuza e às minhas filhas.

“Amarás o Senhor teu Deus, com todo


teu coração, com toda tua alma e com
toda tua mente.”
Mateus 22,37

i
AGRADECIMENTOS

Agradeço a minha filha Íris Cristina que na época da implantação da disciplina


suplementar “Materiais para Tubulação” executou todo o trabalho de digitação,
xerocopiou catálogos, recortou e colou figuras no sentido de viabilizar a edição
daquela apostila que foi a precursora deste trabalho.

Agradeço a auxiliar de docente e minha ex-aluna Lis Eulália Cabrini que muito
contribuiu com a digitação e principalmente com a formatação de textos e
tabelas.

Agradeço ainda a todos, professores e funcionários do Departamento de


Hidráulica pelo incentivo.

E finalmente agradeço ao Senhor meu Deus por esta oportunidade de


compartilhar meus parcos conhecimentos.

ii
PREFÁCIO

Desde o início de meus trabalhos com projetos de tubulação já me interessei


de uma maneira muito especial pela especificação técnica. Esse fascínio pela
disciplina me levava à procura de maiores conhecimentos desses materiais e
ao estudo de procedimentos e das normas técnicas pertinentes.
Como muitos tive grandes dificuldades neste sentido, pois o maior obstáculo
era a carência de bibliografia da disciplina.
Fui adquirindo meus conhecimentos com a aquisição dos poucos livros
existentes no mercado sobre o assunto e, principalmente, na vida prática, em
empresas de engenharia consultiva e no chamado “chão de fábrica”.
No início da década de 1990 fui animado pelo Departamento de Hidráulica a
implantar a disciplina suplementar “Materiais para Tubulação” sobre este
fascinante assunto. Desde o início esta disciplina suplementar foi muito
procurada pelos alunos da FATEC das modalidades de civil, de mecânica e de
soldagem e não demorou muito para este curso se tornar muito conhecido na
FATEC a ponto de se tornar uma disciplina “obrigatória” para os alunos com
interesse na área de tubulação.
De início foi elaborada uma pequena apostila para acompanhamento desta
disciplina suplementar que ainda hoje alguns ex-alunos a conservam em sua
vida profissional.
Com a implantação do curso de Hidráulica e Saneamento Ambiental a
disciplina Materiais para Tubulação passou a ser curricular e então nasceu a
idéia de se elaborar um manual técnico para acompanhamento da disciplina
que em princípio deveria se chamar “Manual Técnico de Válvulas Manuais e
Componentes para Tubulação em Materiais Ferrosos”, mas em homenagem à
disciplina o manual passou a se chamar simplesmente “Materiais para
Tubulação” como também era conhecida a nossa primeira apostila.
Este manual técnico tem como objetivo principal o estudo da aplicação de
materiais para tubulação no âmbito acadêmico como acompanhamento da
disciplina Materiais para Tubulação. Deverá, por si só, ser suficiente em todos
os sentidos, ter a teoria básica, a aplicação, a especificação do material, as

iii
dimensões, as fotos e os principais fabricantes para que o aluno tenha tudo à
mão, sem ter que recorrer a catálogos ou normas técnicas no momento de
executar um trabalho acadêmico.
Os fabricantes e os produtos aqui mencionados são aqueles existentes no
mercado na época da elaboração deste manual técnico e, portanto, para uma
referência profissional, haverá a necessidade da confirmação de todos os
dados do produto em um catálogo atualizado visto que melhorias e
modificações acontecem de uma forma dinâmica.
Em 2008 este Manual Técnico foi ampliado, foi apenas acrescentado o Volume
4, com exercícios resolvidos e propostos sobre os três primeiros volumes,
porém não foram atualizados os três primeiros volumes.
O Manual Técnico atualmente está dividido em quatro volumes; o primeiro
volume faz um apanhado sobre os materiais metálicos, o segundo volume é
sobre tubos e conexões,o terceiro volume sobre válvulas e acessórios e o
quarto volume sobre exercícios referentes aos três primeiros volumes.

Prof. Célio Carlos Zattoni


Fevereiro de 2008

iv
ÍNDICE ANALÍTICO
VOLUME 1

1. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS FERROSOS 1

1.1. AÇO CARBONO 1


1.2. AÇO LIGA 2
1.3. AÇO INOXIDÁVEL 2
1.4. FERRO FUNDIDO 2

2. EFEITOS DOS ELEMENTOS DE LIGA 4

2.1. INTRODUÇÃO 4

3. EFEITOS DA TEMPERATURA 5

3.1. FLUÊNCIA 5
3.2. MÓDULO DE ELASTICIDADE (MÓDULO DE YOUNG ) 5
3.3. LIMITE DE RESISTÊNCIA 5
3.4. FRATURA FRÁGIL 5

4. CORROSÃO 7

4.1. CORROSÃO 7
4.2. CORROSÃO ELETROQUÍMICA 7
4.2.1. CAUSAS DA CORROSÃO 7
4.2.2. TIPOS DE CORROSÃO 8
4.3. PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO 10
4.3.1. FATORES QUE INFLUENCIAM A CORROSÃO 10
4.3.2. PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO 11
4.3.3. COMO EVITAR A CORROSÃO 11

5. NORMAS 14

5.1. INTRODUÇÃO 14
5.2. EXEMPLOS DE NORMAS NBR / ABNT 17
5.3. EXEMPLOS DE NORMAS ASME / ANSI 18
5.4. EXEMPLOS DE NORMAS MERCOSUL 18
5.5. EXEMPLOS DE NORMAS DIN 18
5.6. EXEMPLOS DE NORMAS ASTM 19
5.7. EXEMPLOS DE NORMAS API 19

6. MEIOS DE LIGAÇÃO 20

6.1. MEIOS DE LIGAÇÃO 20


6.2. LIGAÇÕES ROSCADAS 20
6.3. LIGAÇÕES SOLDADAS 20
6.4. LIGAÇÕES FLANGEADAS 21
6.4.1. TIPOS DE FLANGES 22
6.4.2. FACEAMENTO DOS FLANGES 22
6.4.3. ACABAMENTO DA FACE DOS FLANGES 23

I
6.4.4. CLASSES DE PRESSÃO 23
6.4.5. PROCESSOS DE FABRICAÇÃO 23
6.5. LIGAÇÕES DO TIPO PONTA E BOLSA 24
6.5.1. PONTA E BOLSA COM JUNTA ELÁSTICA 24
6.5.2. PONTA E BOLSA COM JUNTA MECÂNICA 24
6.5.3. PONTA E BOLSA COM JUNTA TRAVADA 25
6.6. OUTROS TIPOS DE LIGAÇÃO 25
6.6.1 LIGAÇÕES SANITÁRIAS 25
6.6.2. ENGATES 27
6.6.3. DERIVAÇÕES SOLDADAS TIPO “BOCA-DE-LOBO” 27
6.6.4. PEQUENAS DERIVAÇÕES COM USO DE MEIA -LUVA 27
6.6.5. DERIVAÇÕES COM USO DE COLARES E SELAS 28
6.6.6. SUGESTÃO PARA A ESCOLHA DO TIPO DE DERIVAÇÃO 28

7. TUBOS 30

7.1. INTRODUÇÃO 30
7.2. CLASSIFICAÇÃO QUANTO À APLICAÇÃO 30
7.3. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO 30
7.4. CÁLCULO DA ESPESSURA DA PAREDE DE TUBOS 31
7.4.1. REQUISITOS SEGUNDO A NORMA ASME / ANSI B31.3 31
7.4.2. SELEÇÃO DA ESPESSURA NORMALIZADA 31
7.4.3. RELAÇÃO ENTRE O DIÂMETRO NOMINAL E A ESPESSURA 32
7.4.4. LIMPEZA NAS TUBULAÇÕES 32
7.4.5. PRESSÃO DE TESTE 32
7.5. EMPREGO DE CORES PARA IDENTIFICAÇÃO DE TUBULAÇÕES – NBR 6493 33

8. ISOLAMENTO TÉRMICO 34

8.1. INTRODUÇÃO 34
8.2. ISOLAMENTO TÉRMICO A FRIO 34
8.3. NORMAS A CONSULTAR 34
8.4. MATERIAIS 34
8.5. ISOLAMENTO TÉRMICO A QUENTE 35
8.6. NORMAS DA ABNT A CONSULTAR 35
8.7. MATERIAIS 36
8.8. APLICAÇÃO DE ISOLANTES TÉRMICOS (FRIO OU QUENTE) 37

9. TABELAS TÉCNICAS 38

9.1. COMPARAÇÃO ENTRE DIVERSOS TIPOS DE AÇO INOX 38


9.2. FORMAS DE APRESENTAÇÃO DE DIVERSOS TIPOS DE AÇO 38
9.3. PROPRIEDADES DOS AÇOS -LIGA EM FUNÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E SUAS APLICAÇÕES INDUSTRIAIS 39
9.4. TABELAS DE DIMENSÕES DE TUBOS CONFORME ABNT NBR 5580 40
9.5. TABELAS DE DIMENSÕES DE TUBOS CONFORME ABNT NBR 5590 41
9.6. NORMA ASME / ANSI B36.10 – AÇO CARBONO E AÇO LIGA 42
9.7. NORMA ASME / ANSI B36.19 – AÇO INOX 47
9.8. DIMENSÕES E PESOS PARA TUBOS DE AÇO INOX COM E SEM COSTURA – PADRÃO OD 49
9.9. COMPOSIÇÃO QUÍMICA PARA TUBOS DE AÇO INOX COM E SEM COSTURA 50
9.10. TENSÃO ADMISSÍVEL PARA AÇOS DE TUBOS DE AÇO CARBONO 51
9.11. TENSÃO ADMISSÍVEL PARA TUBOS DE AÇO INOX 52
9.12. TENSÃO ADMISSÍVEL EM FLANGES DE AÇO – CONFORME ASME / ANSI B16.5 54
9.13. TUBOS DE AÇO CARBONO – CARACTERÍSTICAS GERAIS 55
9.14. TUBOS DE AÇO INOX – CARACTERÍSTICAS GERAIS 56
9.15. MÓDULO DE ELÁSTICIDADE 57
9.16. LIMITES MÁXIMOS DE TEMPERATURA 57
9.17. PRINCIPAIS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA TUBOS 58

II
ÍNDICE ANALÍTICO
VOLUME 2

1. CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL 59

1.1. INTRODUÇÃO 59
1.2. PRINCIPAIS FABRICANTES 59
1.3. CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL CLASSE 10 – ROSCA BSP 60
1.3.1. TABELA DE PRESSÃO 62
1.3.2. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 60
1.3.3. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 60
1.3.4. APLICAÇÃO 60
1.4. TABELA DIMENSIONAL 61

2. CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL CLASSE 150 – ROSCA NPT 72

2.1. TABELA DE PRESSÃO 72


2.1.1. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 72
2.1.2. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 72
2.1.3. APLICAÇÃO 72
2.2. TABELA DIMENSIONAL 73

3. CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL CLASSE 20 – ROSCA NPT 78

3.1. PRESSÃO DE SERVIÇO – ASME / ANSI B16.3 78


3.2. PRESSÃO DE SERVIÇO – ASME / ANSI B16.39 78
3.3. PRESSÃO DE SERVIÇO – NBR 6925 78
3.4. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 79
3.5. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 79
3.6. APLICAÇÃO 79
3.7. TABELA DIMENSIONAL 79
3.8. EXEMPLO DE LISTA DE MATERIAL 83

4. CONEXÕES DE AÇO FORJADO 85

4.1. INTRODUÇÃO 85
4.2. PRINCIPAIS FABRICANTES 85
4.3. NORMAS DE FABRICAÇÃO 86
4.4. CORRELAÇÃO ENTRE TUBO E CONEXÃO 86
4.5. TABELA DIMENSIONAL - CLASSE 2000# - ROSCADO 86
4.5.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 87
4.6. TABELA DIMENSIONAL - CLASSE 3000# - ROSCADO 87
4.6.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 88
4.7. TABELA DIMENSIONAL - CLASSE 6000# - ROSCADO 88
4.7.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 88
4.8. BUCHA DE REDUÇÃO E BUJÃO 89
4.8.1. EXEMPLO DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 89
4.9. UNIÃO ROSCADO - CLASSES 2000# E 3000# 90
4.9.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 90
4.10. UNIÃO ROSCADO - CLASSE 6000# 90
4.10.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 91
4.11. TABELA DIMENSIONAL - CLASSE 3000# - ENCAIXE E SOLDA 91
4.11.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 92
4.12. TABELA DIMENSIONAL - CLASSE 6000# - ENCAIXE E SOLDA 92
4.12.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 92
4.13. UNIÃO ENCAIXE E SOLDA - CLASSE 3000# 93

III
4.13.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 93
4.14. UNIÃO ENCAIXE E SOLDA - CLASSE 6000# 93
4.14.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 94
4.15. REDUÇÃO DE ENCAIXE 94
4.15.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 94
4.16. COLAR DE TOPO - STANDARD E EXTRA-FORTE 94
4.16.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 95
4.17. COLAR ROSCADO - CLASSES 3000# E 6000# 95
4.17.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 95
4.18. COLAR DE ENCAIXE E SOLDA - STANDARD E SCH 160 95
4.18.1. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 96
4.19. COLAR DE TOPO DE REDUÇÃO - STANDARD E EXTRA-FORTE 96
4.20. COLAR ROSCADO DE REDUÇÃO - CLASSE 3000# 96
4.21. COLAR ROSCADO DE REDUÇÃO - CLASSE 6000# 97
4.22. COLAR ENCAIXE E SOLDA DE REDUÇÃO - STANDARD E EXTRA-FORTE 97
4.23. COLAR ENCAIXE E SOLDA DE REDUÇÃO - SCH 160 97
4.24. EXEMPLOS DE LISTA DE MATERIAL 98

5. CONEXÕES TUBULARES DE AÇO FORJADO 100

5.1. INTRODUÇÃO 100


5.2. PRINCIPAIS FABRICANTES 100
5.3. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 100
5.4. APLICAÇÕES 101
5.5. DIMENSÕES CONFORME ASME / ANSI B16.9 E B16.28 101
5.6. EXEMPLO DE LISTA DE MATERIAL 110

6. CONEXÕES DE AÇO INOXIDÁVEL 112

6.1. DIMENSÕES CONFORME ASME / ANSI B16.9 E B16.28 112


6.2. PESTANAS - MSS-SP 43 119
6.2.1. EXEMPLO DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 119
6.3. PESTANAS - ASME /ANSI B16.9 120
6.3.1. EXEMPLO DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 121
6.4. EXEMPLO DE LISTA DE MATERIAL 121

7. TUBOS E CONEXÕES DE FERRO FUNDIDO 122

7.1. INTRODUÇÃO 122


7.2. TABELA DE PRESSÃO – TUBOS PONTA E BOLSA 122
7.3. TABELA DE PRESSÃO – TUBOS COM FLANGES 123
7.4. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 123
7.5. APLICAÇÃO 123
7.6. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 123
7.7. TUBOS DE SÉRIE K7 124
7.8. TUBOS DA SÉRIE K9 125
7.9. TUBOS E CONEXÕES DE FERRO FUNDIDO 125
7.10. EXEMPLO DE LISTA DE MATERIAL 138

8. FLANGES 139

8.1. INTRODUÇÃO 139


8.2. PRINCIPAIS FABRICANTES 139
8.3. FLANGES CONFORME A NORMA ANSI 139
8.4. AÇO CARBONO PARA FLANGES 140
8.5. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 140

IV
8.6. TABELA DE DIMENSÕES - CLASSES 125# E 150# 141
8.7. TABELA DE DIMENSÕES - CLASSES 250# E 300# 142
8.8. TABELA DE DIMENSÕES - FLANGES DE REDUÇÃO 143
8.9. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 143
8.10. FLANGES CONFORME NORMA DIN 143
8.11. DIMENSÕES DOS FLANGES CONFORME NORMA DIN PN10 144
8.12. DIMENSÕES DOS FLANGES CONFORME NORMA DIN PN16 145
8.13. DIMENSÕES DOS FLANGES CONFORME NORMA DIN PN25 146
8.14. DIMENSÕES DOS FLANGES CONFORME NORMA DIN PN40 147
8.15. EXEMPLO DE LISTA DE MATERIAL 148

9. CONEXÕES GOMADAS DE AÇO CARBONO 149

9.1. INTRODUÇÃO 149


9.2. PRINCIPAIS FABRICANTES 149
9.3. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 149
9.4. APLICAÇÕES 149
9.5. TABELA DE DIMENSÕES CONFORME AWWA C208 149
9.6. EXEMPLO DE APLICAÇÃO 175
9.7. EXEMPLO DE LISTA DE MATERIAL 176

10. OUTRAS CONEXÕES 178

10.1. INTRODUÇÃO 178


10.2. ENGATES RÁPIDOS 178
10.3. PRINCIPAIS FABRICANTES 178
10.4. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 178
10.5. BICO ESCALONADO OU BICO ESPIGÃO 179
10.6. PRINCIPAIS FABRICANTES 179
10.7. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 180
10.8. TERMINAIS PARA MANGUEIRAS 180
10.9. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 181
10.10. CONEXÕES COM ANEL DE CRAVAÇÃO 181
10.11. LIGAÇÕES RECOMENDADAS 181
10.12. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 181
10.13. PRINCIPAIS FABRICANTES 181
10.14. ACOPLAMENTOS AWWA C606 182
10.15. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 182
10.16. PRINCIPAIS FABRICANTES 182

V
ÍNDICE ANALÍTICO
VOLUME 3

1. VÁLVULAS 183

1.1. INTRODUÇÃO 184


1.2. UMA BREVE HISTÓRIA DA INDÚSTRIA DE VÁLVULAS 184
1.3. A INDÚSTRIA DA VÁLVULA 186
1.4. TIPOS DE VÁLVULAS 186
1.5. FUNÇÕES 186
1.6. ESPECIFICAÇÃO 186
1.7. SISTEMA CONSTRUTIVO DAS VÁLVULAS 187
1.8. CLASSES DE PRESSÃO 196
1.9. CONCEITOS SOBRE TIPOS DE VÁLVULAS 197
1.10. FABRICANTES DE VÁLVULAS 198

2. VÁLVULAS DE GAVETA 202

2.1. INTRODUÇÃO 203


2.2. APLICAÇÃO 203
2.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 203
2.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 203
2.5. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA DE GAVETA 203
2.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 204
2.7. SISTEMAS DE VEDAÇÃO 209
2.8. ACIONAMENTO DAS VÁLVULAS 209
2.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VÁLVULAS 211
2.10. CLASSES DE PRESSÃO 213
2.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 213
2.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 215
2.13. TABELAS TÉCNICAS 216
2.14. FABRICANTES 221

3. VÁLVULAS DE ESFERA 222

3.1. INTRODUÇÃO 223


3.2. APLICAÇÃO 223
3.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 223
3.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 223
3.5. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA DE ESFERA 223
3.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 224
3.7. SISTEMAS DE VEDAÇÃO DA SEDE 227
3.8. ACIONAMENTO DAS VÁLVULAS 227
3.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VÁLVULAS 228
3.10. CLASSES DE PRESSÃO 228
3.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 229
3.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 230
3.13. TABELAS TÉCNICAS 231
3.14. FABRICANTES 234

VI
4. VÁLVULAS DE MACHO 235

4.1. INTRODUÇÃO 236


4.2. APLICAÇÃO 236
4.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 236
4.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 236
4.5. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA DE MACHO 236
4.6. MEIOS DE LIGAÇÃO 237
4.7. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS 237
4.8. ACIONAMENTO DAS VÁLVULAS 237
4.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VÁLVULAS 237
4.10. CLASSES DE PRESSÃO 237
4.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 237
4.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 239
4.13. TABELAS TÉCNICAS 240
4.14. FABRICANTES 243

5. VÁLVULAS DE GUILHOTINA 244

5.1. INTRODUÇÃO 245


5.2. APLICAÇÃO 245
5.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 245
5.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 245
5.5. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA DE GUILHOTINA 245
5.6. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VÁLVULAS 246
5.7. MEIOS DE LIGAÇÃO 246
5.8. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS 246
5.9. CLASSES DE PRESSÃO 246
5.10. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 246
5.11. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 247
5.12. TABELAS TÉCNICAS 248
5.13. FABRICANTES 250

6. VÁLVULAS DE GLOBO 251

6.1. INTRODUÇÃO 252


6.2. APLICAÇÃO 252
6.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 252
6.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 253
6.5. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA DE GLOBO 253
6.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 254
6.7. SISTEMAS DE VEDAÇÃO 259
6.8. ACIONAMENTO DAS VÁLVULAS 259
6.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VÁLVULAS 260
6.10. CLASSES DE PRESSÃO 261
6.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 262
6.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 265
6.13. TABELAS TÉCNICAS 266
6.14. FABRICANTES DE VÁLVULAS GLOBO 271
6.15. FABRICANTES DE VÁLVULAS DE AGULHA 271

7. VÁLVULAS BORBOLETA 272

7.1. INTRODUÇÃO 273


7.2. APLICAÇÃO 273
7.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 273
7.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 273

VII
7.5. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA BORBOLETA 274
7.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 274
7.7. SISTEMAS DE VEDAÇÃO 275
7.8. ACIONAMENTO DAS VÁLVULAS 275
7.9. MATERIAIS CONSTRUTIVOS DAS VÁLVULAS 277
7.10. CLASSES DE PRESSÃO 279
7.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 279
7.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 281
7.13. TABELAS TÉCNICAS 282
7.14. FABRICANTES 284

8. VÁLVULAS DIAFRAGMA 285

8.1. INTRODUÇÃO 286


8.2. APLICAÇÃO 286
8.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 286
8.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 287
8.5. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA DIAFRAGMA 287
8.6. MATERIAIS CONSTRUTIVOS 288
8.7. MEIOS DE LIGAÇÃO 289
8.8. FORMATO DO CORPO 289
8.9. ACIONAMENTO DAS VÁLVULAS 290
8.10. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 290
8.11. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 292
8.12. TABELAS TÉCNICAS 293
8.13. FABRICANTES 295

9. VÁLVULAS DE MANGOTE 296

9.1. INTRODUÇÃO 297


9.2. APLICAÇÃO 297
9.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 297
9.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 297
9.5. IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA DE MANGOTE 297
9.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 298
9.7. ACIONAMENTO DAS VÁLVULAS 299
9.8. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 300
9.9. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 302
9.10. TABELAS TÉCNICAS 303
9.11. FABRICANTES 305

10. VÁLVULAS DE RETENÇÃO 306

10.1. INTRODUÇÃO 307


10.2. APLICAÇÃO 307
10.3. O EMPREGO DO BY-PASS 308
10.4. VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPO DISCO INTEGRAL 308
10.5. VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPO FLAP 309
10.6. VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPO PORTINHOLA SIMPLES 310
10.7. VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPO PISTÃO 311
10.8. VÁLVULA DE RETENÇÃO VERTICAL TIPO DISCO 312
10.9. VÁLVULA DE RETENÇÃO TIPO DISCO DUPLO OU DUPLEX 313
10.10. VÁLVULA DE RETENÇÃO DE PÉ 314
10.11. EXEMPLO DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE VÁLVULA DE RETENÇÃO 315
10.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 317
10.13. TABELAS TÉCNICAS 318
10.14. FABRICANTES 323

VIII
11. VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO 324

11.1. INTRODUÇÃO 325


11.2. APLICAÇÃO 325
11.3. PRINCIPAIS VANTAGENS 325
11.4. PRINCIPAIS DESVANTAGENS 325
11.5.IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA REDUTORA DE PRESSÃO 326
11.6. SISTEMA CONSTRUTIVO 326
11.7. MATERIAIS CONSTRUTIVOS 327
11.8. ACIONAMENTO DAS VÁLVULAS 327
11.9. INSTALAÇÃO DAS VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO 327
11.10. ACESSÓRIOS PARA AS VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO AUTO -OPERADAS 328
11.11. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 329
11.12. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 331
11.13. TABELAS TÉCNICAS 333
11.14. FABRICANTES DE VÁLVULAS REDUTORAS DE PRESSÃO 335
11.15. FABRICANTES DE VÁLVULAS DE CONTROLE AUTO -OPERADAS 335

12. VÁLVULAS DE SEGURANÇA E ALÍVIO 336

12.1. INTRODUÇÃO 337


12.2. APLICAÇÃO 337
12.3.IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DE UMA VÁLVULA DE SEGURANÇA E ALÍVIO 337
12.4. INSTALAÇÃO 338
12.5. SISTEMA CONSTRUTIVO 338
12.6. EXEMPLOS DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 329
12.7. EXEMPLO DE FOLHA DE DADOS 331
12.8. TABELAS TÉCNICAS 333
12.9. FABRICANTES 335

13. ACESSÓRIOS 344

13.1. INTRODUÇÃO 345


13.2. APLICAÇÃO 345
13.3. FILTROS 345
13.4. VISORES DE FLUXO 347
13.5. VENTOSAS 347
13.6. SEPARADOR DE UMIDADE 348
13.7. PURGADORES 349
13.8. MANÔMETROS 350
13.9. TERMÔMETROS 351

14. GLOSSÁRIO 353

15. BIBLIOGRAFIA 359

16. REFERÊNCIA BILBLIOGRÁFICA 359

IX
ÍNDICE ANALÍTICO
VOLUME 4

1. PRIMEIRA PARTE 373

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS SOBRE O CONTEÚDO DO VOLUME 1 373 A 431

2. SEGUNDA PARTE 432

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS SOBRE O CONTEÚDO DO VOLUME 2 432 A 451

3. TERCEIRA PARTE 452

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS SOBRE O CONTEÚDO DO VOLUME 3 452 A 490

3. QUARTA PARTE 491

EXERCÍCIO RESOLVIDO - ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS PARA TUBULAÇÃO 491 A 517


EXERCÍCIO RESOLVIDO - ESPECIFICAÇÃO DE PINTURA 518 A 528
EXERCÍCIOS PROPOSTOS 529 A 535

X
1. CLASSIFICAÇÃO DOS MATERIAIS FERROSOS

As ligas ferrosas são, em princípio, divididas em dois grupos:


• Aços, com teores de carbono (C) até 2,0%;
• Ferros fundidos, com teores de carbono (C) acima de 2,0% e raramente
superior a 4,0%.

1.1. AÇO CARBONO


Liga ferro-carbono contendo geralmente de 0,05% até cerca de 2,0% de
carbono (C), além de certos elementos residuais, como o manganês (Mn), o
silício (Si), o fósforo (P) e o enxofre (S) resultantes dos processos de
fabricação.
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

Cor Acinzentada
3
Peso Específico 7,8 Kgf/dm

Fusão 1350 A 1400°C

Maleabilidade Boa

Ductibilidade Boa

Tenacidade Boa

Usinagem Ótima

Soldabilidade Ótima

A tabela apresenta os usos gerais dos aços em função de seus teores de


carbono (C), bem como a maleabilidade e soldabilidade dos mesmos.

TEOR DE MALEABILIDADE E
APLICAÇÕES
CARBONO (C) SOLDABILIDADE

Chapas, fios, parafusos, tubos, estirados, Grande maleabilidade.


0,05 a 0,15%
produtos de caldeiraria. Fácil soldagem.
Barras laminadas e perfiladas, tubos, peças Maleável.
0,15 a 0,30%
comuns de mecânica. Soldável.
Peças especiais de máquinas e motores.
0,30 a 0,40% Difícil soldagem.
Ferramentas para a agricultura.
Peças de grande dureza, ferramentas de corte,
0,40 a 0,60% Muito difícil soldagem
molas, trilhos.
Peças de grande dureza e resistência, molas,
0,60 a 1,50% Não se solda.
cabos, cutelaria.

1
1.2. AÇO LIGA
São aços que recebem a adição de um ou mais elementos de liga no processo
de fabricação, conforme a finalidade a que se destinam. Os elementos de liga
mais usuais são: níquel (Ni), cromo (Cr), vanádio (V), cobalto (Co), silício (Si),
manganês (Mn), tungstênio (W), molibdênio (Mo) e alumínio (Al).
No capítulo 2 o assunto será abordado com mais detalhes.
TABELA DOS AÇOS LIGADOS
Baixa Liga Até 5% de elementos de liga
Média Liga de 5% a 10% de elementos de liga
Alta Liga acima de 10% de elementos de liga

1.3. AÇO INOXIDÁVEL


Caracterizam-se, fundamentalmente, por resistirem à corrosão atmosférica,
embora possam igualmente resistir à ação de outros meios gasosos ou
líquidos.
Os aços adquirem passividade quando ligados com alguns outros elementos
metálicos, entre os quais os mais importantes são o cromo (Cr) e o níquel (Ni)
e, em menor grau, o cobre (Cu), o silício (Si), o molibdênio (Mo) e o alumínio
(Al). O cromo (Cr) é, de fato, o elemento mais importante, pois é o mais
eficiente de todos, quando empregado em teores acima de 10%.
Os aços inoxidáveis são, portanto, aços de alta liga, contendo de 12% a 26%
de cromo (Cr), até 22% de níquel (Ni) e freqüentemente pequenas quantidades
de outros elementos de liga.

1.4. FERRO FUNDIDO


Os ferros fundidos são ligas de ferro (Fe) e carbono (C) com alto teor de
carbono. Em média, possuem de 3% a 4% de carbono em sua composição. A
temperatura de fusão dos ferros fundidos é de cerca de 1200ºC. Sua
resistência à tração é da ordem de 10 a 20 kgf/mm².
Na fabricação, as impurezas do minério de ferro e do carvão (coque), deixam
no ferro fundido pequenas porcentagens de silício (Si), manganês (Mn),
enxofre (S) e fósforo (P).

2
O silício (Si) favorece a formação de Ferro Fundido Cinzento. Os ferros
fundidos classificam-se, segundo o estado do carbono no ferro fundido, nas
seguintes categorias:
Ferro fundido cinzento ou lamelar

Liga ferro-carbono-silício, com teor de carbono acima


de 2,0% e silício presente em teores de 1,20% a
3,00%; a quantidade de carbono é superior à que
pode ser retida em solução sólida na austenita; esse
teor de carbono e mais a quantidade elevada de
silício promovem a formação parcial de carbono livre,
na forma de lamelas ou “veios” de grafita. Nessas
condições, o ferro fundido cinzento apresenta fratura
com coloração escura, de onde provém a sua
denominação.
Microestrutura do ferro fundido cinzento,
grafita em forma de lamelas.
Ferro fundido nodular ou ductil

Liga ferro-carbono-silício caracterizada por


apresentar grafita na forma esferoidal, resultante de
um tratamento realizado no material ainda em estado
líquido (“nodulização”).

Microestrutura do ferro fundido nodular,


grafita em forma esferoidal.
Ferro fundido maleável ou branco
Ferro fundido temperado
Ferro fundido especial

Apesar de apresentarem em geral propriedades mecânicas inferiores às dos


aços, elas podem ser consideravelmente modificadas pela adição de
elementos de liga e tratamentos térmicos adequados. Os ferros fundidos
podem substituir os aços e até serem mais adequados, em muitas aplicações.
Por exemplo: estruturas e elementos deslizantes de máquinas são construídos
quase sempre em ferro fundido, devido à maior capacidade de amortecer
vibrações, melhor estabilidade dimensional e menor resistência ao
deslizamento, em razão do poder lubrificante do carbono livre em forma de
grafita.

3
2. EFEITOS DOS ELEMENTOS DE LIGA

2.1. INTRODUÇÃO:
Devido às necessidades industriais, a pesquisa e a experiência levaram à
descoberta de aços especiais, mediante a adição e a dosagem de certos
elementos ao aço carbono.
Conseguiram-se assim Aços-Liga com características tais como resistência à
tração e à corrosão, elasticidade, dureza, etc. bem melhores do que as do aço
carbono comum.
A seguir serão apresentados os elementos de liga comumente empregados
pela indústria e seus efeitos.

ELEMENTOS EFEITOS
Desoxida o aço. No processo de tratamento termo-químico chamado nitretação,
Alumínio (Al) combina-se com o nitrogênio, favorecendo a formação de uma camada superficial
duríssima.
Carbono (C) A quantidade de carbono influi na dureza, no limite de resistência e na soldabilidade.

Cobalto (Co) Influi favoravelmente nas propriedades magnéticas dos aços. Além disso, o cobalto,
em associação com o tungstênio, aumenta a resistência dos aços ao calor.
Cromo (Cr) O cromo confere ao aço alta resistência, dureza, elevado limite de elasticidade e boa
resistência à corrosão em altas temperaturas.
É um elemento prejudicial ao aço. Torna-o granuloso e áspero, devido aos gases que
Enxofre (S) produz na massa metálica. Enfraquece a resistência do aço. Considerado como uma
impureza.
Em teores elevados torna o aço frágil e quebradiço, motivo pelo qual deve-se reduzir
Fósforo (P) ao mínimo possível sua quantidade, já que não se pode eliminá-lo integralmente.
Considerado como uma impureza.
Manganês (Mn) O manganês, quando adicionado em quantidade conveniente, aumenta a resistência
do aço ao desgaste e aos choques, mantendo-o dúctil.
Sua ação nos aços é semelhante à do tungstênio. Emprega-se, em geral, adicionado
Molibdênio (Mo) com cromo, produzindo os aços cromo-molibdênio, de grande resistência,
principalmente a esforços repetidos.
Foi um dos primeiros metais utilizados com sucesso para dar determinadas
Níquel (Ni) qualidades ao aço. O níquel aumenta a resistência e a tenacidade do mesmo, eleva o
limite de elasticidade, dá boa ductilidade e boa resistência à corrosão.
Torna o aço mais duro e tenaz. Previne a porosidade e concorre para a remoção dos
Silício (Si) gases e dos óxidos. Influi para que não apareçam falhas ou vazios na massa do aço.
É um elemento purificador e tem o efeito de isolar ou suprimir o magnetismo. Os
aços-silício contêm de 1 a 2% de silício.
Tungstênio (W) É geralmente adicionado aos aços com outros elementos. O tungstênio aumenta a
resistência ao calor, a dureza, a resistência à ruptura e o limite de elasticidade.
Vanádio (V) Melhora, nos aços, a resistência à tração, sem perda de ductilidade, e eleva os
limites de elasticidade e de fadiga.

4
3. EFEITOS DA TEMPERATURA

3.1. FLUÊNCIA
Defini-se como fluência (creep) ao fenômeno de deformação permanente, lenta
e progressiva, que se observa nos materiais metálicos, ao longo do tempo,
quando submetidos à tração sob alta temperatura.
Denomina-se “faixa de fluência” (creep range) à faixa de temperatura em que o
fenômeno passa a ser significativo.

3.2. MÓDULO DE ELASTICIDADE (Módulo de Young)


O módulo de elasticidade diminui com o aumento da temperatura. Essa
diminuição é pouco acentuada no intervalo 0-250°C e mais acentuada para
temperaturas superiores a 250°C.

3.3. LIMITE DE RESISTÊNCIA


O limite de resistência diminui com o aumento da temperatura de um modo
geral (para T > 200°C). O limite de resistência deverá ser tomado na curva
característica de cada material.

3.4. FRATURA FRÁGIL


Denomina-se fratura frágil à ruptura repentina do material a um nível de tensão
bem inferior ao limite de resistência (LR) ou mesmo ao limite de escoamento
(LE) do material.
Essas fraturas são caracterizadas pela propagação rápida, em várias direções
e a perda total da peça atingida.
Para acontecer a fratura frágil são necessárias as três condições abaixo,
simultaneamente:
• Elevada tensão de tração, da ordem da tensão de escoamento do material;
• Existência de entalhe;
• Temperatura na zona de comportamento frágil ou na zona de transição.
As fraturas frágeis são ainda influenciadas por:
• Forte tensão de tração, em geral, próxima do limite de escoamento;
• Espessura da peça: a resistência à fratura frágil é inversamente
proporcional à espessura da peça;

5
• Distribuição de tensões na peça: quanto mais irregular forem as tensões
menor será a resistência da peça;
• Composição química: a presença de níquel (Ni) e manganês (Mn) é
benéfica e a presença de fósforo (P), enxofre (S), molibdênio (Mo),
nitrogênio (N) e cromo (Cr) é prejudicial, isto é, favorece o aparecimento da
fratura frágil.
• Tratamento térmico: a ausência do tratamento térmico de alívio de tensões
favorece o aparecimento de altas concentrações de tensão onde favorece o
aparecimento da fratura frágil.
• Outros fatores de menor importância tais como: forma, laminação,
fabricação, etc.

6
4. CORROSÃO

4.1. CORROSÃO
Defini-se como corrosão a deterioração sofrida por um material em
conseqüência da ação química ou eletroquímica do meio, aliada ou não a
esforços mecânicos.
A corrosão mais comum é a corrosão eletroquímica, caracterizada pelo
transporte de cargas elétricas por meio de um eletrólito em um meio favorável,
geralmente aquoso.
A corrosão química é devida ao ataque de produtos químicos sobre os
materiais metálicos, provocando a sua oxidação.

4.2. CORROSÃO ELETROQUÍMICA


4.2.1. Causas da corrosão
Para que se inicie a corrosão, é necessário que o sistema seja constituído dos
quatro componentes a seguir: (cumpre lembrar que a falta de pelo menos um
dos componentes bloqueia o processo de corrosão)

• Anodo e catodo: duas peças metálicas de materiais diferentes ou do


mesmo material ou ainda duas regiões distintas da mesma peça metálica,
próximas ou distantes uma da outra.
• Eletrólito: qualquer condutor elétrico tal como umidade, soluções aquosas
ácidas ou alcalinas.
• Circuito metálico: é a continuidade metálica unindo o anodo ao catodo.

A diferença de potencial entre o anodo e o catodo pode se originar de inúmeras


causas, tais como: metais diferentes, ligas metálicas diferentes, diferenças
entre partes deformadas a frio, diferença entre estados de tensões, diferenças
de tratamento térmico, irregularidades microscópicas, etc.
A corrosão mais freqüente é aquela devido às irregularidades microscópicas,
que são as diferenças que existem entre os grãos que constituem o material.
Essas diferenças podem ser quanto a forma, natureza, tamanho, orientação,
etc. Assim a corrosão eletroquímica é muito acentuada porque este material é

7
constituído basicamente de grãos de ferrita (ferro alfa) e cementita (carboneto
de ferro) que são grãos de diferentes naturezas.
Nos materiais puros ou ligas monofásicas (solução sólida) não existem grãos
de natureza diferente, razão pela qual são mais resistentes à corrosão
eletroquímica.

4.2.2. Tipos de corrosão


A corrosão eletroquímica pode se apresentar numa grande variedade de
formas.
Pode-se classificar a corrosão em uniforme e localizada.
A corrosão localizada pode ser classificada em localizada macroscópica e
microscópica.

• Corrosão uniforme
Também conhecida como corrosão generalizada, é aquela que se apresenta
em toda a peça de uma forma geral, causando uma perda constante da
espessura.
Pode ser facilmente controlada e prevista. As causas são as diferenças pelas
irregularidades microscópicas dos grãos.

• Corrosão localizada macroscópica


Alveolar (Pitting)
É a corrosão que se apresenta em forma de “alvéolos” ou “pites” que são pequenos pontos
onde a concentração da corrosão é muito intensa. A causa principal é a ocorrência de pontos
fortemente anódicos em relação à área adjacente.

Galvânica
É a corrosão que se origina do contato entre dois metais ou ligas metálicas diferentes em um
meio eletrolítico. A corrosão é tanto mais intensa quanto mais distanciados estiverem os dois
metais ou ligas metálicas na série galvânica é tanto maior de acordo com as proporções entre o
anodo e o catodo. A região corroída sempre será a região anódica. De um modo geral deve-se
evitar o contato entre metais com grande diferença de potencial. Na impossibilidade de se
evitar esse contato é necessário ter uma grande quantidade de material catódico para que a
corrosão não ataque uma pequena área.
Quando os dois metais tiverem uma pequena diferença de potencial, a corrosão galvânica é
praticamente insignificante. Pode-se controlar este tipo de corrosão com a colocação de
anodos de sacrifício, que consiste de elementos fortemente anódicos para serem corroídos.

8
Série galvânica para a água do mar:
Magnésio
Zinco
Alumínio ANODO
Ligas de alumínio
Aço carbono
Aço carbono com cobre
Ferro fundido
Aço liga Cr e Cr-Mo
Aço inox 12 Cr
Aço inox 17 Cr Ativos
Aço inox 27 Cr
Aço liga Ni
Aço inox 18 Cr – 8 Ni
Ativos
Aço inox 25 Cr – 20 Ni
Chumbo
Níquel
Ativos
Ligas de Níquel
Latão
Cobre
Cobre níquel
Metal monel
Níquel
Passivos
Ligas de níquel
Aço inox 12 Cr
Aço inox 17 Cr
Aço inox 18 Cr – 8 Ni Passivos
Aço inox 27 Cr
Aço inox 25 Cr – 20 Ni
Titânio
Prata
Ouro CATODO
Platina

Seletiva
É uma forma de corrosão onde á atacado apenas um elemento da liga metálica resultando uma
estrutura esponjosa sem resistência mecânica. Um exemplo de corrosão seletiva é a corrosão
grafítica que ocorre no ferro fundido cinzento em contato com meios ácidos ou água salgada,
onde o ferro á atacado resultando uma estrutura esponjosa composta de carbono livre e
carbonetos.
Outro exemplo é a desincificação que consiste na migração do zinco, ficando o latão reduzido a
uma estrutura esponjosa de cobre puro, sem resistência mecânica.

Corrosão sob contato


Também chamada de corrosão intersticial e corrosão em frestas, por ser uma corrosão que
acontece em locais onde pequena quantidade de um fluido permanece estagnado em
cavidades ou espaços confinados. Um exemplo é a folga entre a peça e a arruela ou a porca e
outro seria nas conexões do tipo encaixe/solda, o espaço entre o tubo e o encaixe.

Corrosão–erosão
É a corrosão que aparece com a velocidade relativa do fluido em relação à peça corroída.
Cumpre lembrar, que um fluido pode não corroer uma peça em velocidades baixas, mas ser
corrosivo em altas velocidades , com o efeito se tornando máximo quando o ângulo de
incidência está entre 20 e 30°C. Como exemplo é citado a corrosão em peças de movimento
rápido como pás, hélices, rotores e em curvas e conexões com redução.

9
Biológica
É a corrosão devido à ação de micro-organismos que atacam os metais produzindo ácidos,
destruindo a camada apassivadora, destruindo revestimentos, despolarizando áreas catódicas.
Pode aparecer em águas paradas, principalmente em equipamentos que ficam por longo
período ao tempo, a espera de utilização.

• Corrosão localizada microscópica


Sob tensão (stress-corrosion)
É provocada pela tensão e um meio corrosivo. Se manifesta pelo aparecimento de trincas
perpendiculares ao sentido do esforço. Esse esforço pode ser de causas externas, tensão
residual, tensões devido ao trabalho frio, soldagem, etc. Muito perigosa pois pode inutilizar uma
peça em pouco tempo.

Intergranular
É a corrosão formada por trincas ao longo da periferia dos grãos do metal. Essas trincas após
atingirem determinada dimensão destacam partes do material por ação de pequenas tensões.

Incisiva
É a corrosão que se forma ao longo de soldas e recebe o nome de “fio de faca”. É uma variante
da corrosão intergranular.

4.3. PROTEÇÃO CONTRA CORROSÃO


4.3.1. Fatores que influenciam a corrosão
Antes de se falar em proteção dos materiais deve-se primeiramente estudar os
fatores aceleradores da corrosão para se decidir sobre o melhor antídoto. Entre
os fatores que influenciam a corrosão são citados:

Temperatura
Com o aumento da temperatura tem-se o aumento da atividade química o que acelera a
corrosão. Cumpre lembrar que um equipamento ou tubulação que trabalha permanentemente
quente e por algum motivo permanecer parado e frio por algum tempo sofrerá uma corrosão
mais intensa neste período inativo.

Velocidade
Como já foi visto as altas velocidades e o turbilhonamento pode ocasionar a corrosão-erosão.

Umidade
A umidade promove uma gama maior de tipos de corrosão como a corrosão sob tensão,
alveolar e sob-contato além de reagir com ácidos formando ácidos diluídos altamente
corrosivos e aumentar a condutividade elétrica.

Esforços cíclicos
Havendo a possibilidade do aparecimento da corrosão sob tensão os esforços cíclicos serão os
responsáveis pelo agravamento da corrosão e nestes pontos poderá haver a intensificação das
tensões de fadiga.

10
Superfície do metal
Cumpre lembrar que quanto mais perfeita for a superfície do material melhor será a resistência
contra a corrosão alveolar.

Atmosfera
Quando tem-se uma atmosfera muito agressiva, como por exemplo a temperatura associada à
acidez, é possível ter um processo de corrosão muito intenso, sendo muitas vezes mais
significativo que a corrosão interna dos equipamentos e tubulações.

Interface molhado/seco
Nos equipamentos que trabalham parcialmente cheios a interface molhado/seco pode
favorecer a corrosão devido à dissolução de gases no líquido e consequentemente a variação
da concentração do fluido e também devido a diferença de potencial entre região molhada e
seca.

4.3.2. Proteção contra corrosão


Na tentativa de proteger tubulações e equipamentos contra a corrosão é
possível observar dois aspectos diferentes ou mesmo um enfoque
intermediário.
Em primeiro lugar pode-se atacar o problema logo no início do projeto pela
escolha do material, detalhes de projeto, revestimentos de proteção, proteção
catódica, tratamento térmico, etc. Todos esses métodos e princípios são meios
de controle da corrosão, isto é evitar o início do processo ou ter um controle
eficaz no caso da corrosão uniforme.
Em segundo lugar pode-se aceitar a corrosão como inevitável e adotar um
sistema de controle com o emprego da “sobre-espessura para corrosão”.
Cumpre lembrar, que esta sobre-espessura é destinada à corrosão e portanto
não deverá ser considerada para efeito de cálculos mecânicos como a
determinação da distância entre suportes, por exemplo.

4.3.3. Como evitar a corrosão


Tipo de corrosão Meio de proteção
Escolha do material adequado
Uniforme Tratamento superficial
Detalhes de projeto
Escolha do material adequado
Alveolar Tratamento superficial
Detalhes de projeto
Escolha do material
Alívio de tensões
Sob tensão
Detalhes de projeto
Martelamento
Seletiva Escolha do material

11
Evitar contato de materiais diferentes
Galvânica Anodos de sacrifício
Proteção galvânica
Escolha dos materiais
Sob contato
Detalhes de projeto
Incisiva Escolha dos materiais
Intergranular Escolha dos materiais
Escolha dos materiais
Corrosão-erosão Sobre-espessura
Revestimento com materiais adequados

a. Tratamento superficial
Existem dois tipos de tratamento superficial: o tratamento com revestimentos
permanentes (galvanização, argamassa de cimento, plásticos, borrachas, etc.)
e o tratamento com revestimentos não permanentes (tintas). Ambos servem
para impedir o contato da tubulação ou do equipamento com o meio agressivo,
promovendo dessa forma sua proteção.
Revestimentos Aplicação Utilização Normas
Revestimento interno
Poliuretano Líquido sem
Revestimento externo DIN 30671
Adutoras ANO 1987
solvente Instalação aérea,
enterrada e submersa
Poliuretano-Tar sem
Esgoto DIN 30671
Revestimento interno ANO 1987
solvente Emissário
Epoxi-Tar sem solvente Esgoto Revestimento interno NBR 12309
Epoxi puro sem solvente Adutoras Revestimento interno NBR 12309

Argamassa de cimento Adutoras Revestimento interno NBR 10515


Esgoto
Fitas de Polietileno
Adutoras Revestimento externo AWWA C209 / C214
aplicadas a frio Esgoto Instalação enterrada
Epoxi líquido Gás Revestimento interno API RP 5L2
Revestimento externo
Epoxi Mastic Alumínio Instalação aérea
Adutoras PETROBRÁS N-2288
Ambiente não
agressivo
Revestimento Gás AWWA C203
Óleo BSI – BS 4164
Coal Tar Enamel Tipo I Revestimento externo PETROBRÁS N-1207
Derivados de Petróleo PETROBRÁS N-650
Instalação enterrada
Coal Tar Enamel Tipo II Mineroduto NBR 12780
Água SABESP E - 45
Gás
Óleo
Fusion Bonded Epoxi Revestimento externo
Derivados de Petróleo AWWA C213
Instalação enterrada
Mineroduto
Água
Gás
Galvanização Revestimento interno
Óleo ASTM A153
Revestimento externo
Água

12
b. Sobre-espessura
Quando não podemos evitar a corrosão por completo devemos adotar uma
sobre-espessura para corrosão. Note que esta sobre-espessura tem por
objetivo adicionar uma certa quantidade de material para o sacrifício da
corrosão. Portanto um valor que se acrescenta ao valor da espessura calculada
da tubulação.
A sobre-espessura para corrosão é destinada a controlar a corrosão uniforme e
outras formas tais como as que atacam a espessura mas de nada vale para
corrosão localizada microscópica.
Para tubulações em geral são adotados os seguintes valores para a sobre-
espessura para corrosão:
• Até 1,5mm para serviços de baixa corrosão
• Até 2,0mm para serviços de média corrosão
• Até 3,5mm para serviços de alta corrosão

13
5. NORMAS

5.1. Introdução:

Normas técnicas são códigos elaborados por entidades, que têm por finalidade
a promoção da normalização entre as mais diversas atividades do
conhecimento humano no sentido de promover a facilidade da prestação de
serviços, da indústria, do comércio, da educação, da saúde, enfim de todas as
atividades de cunho intelectual, científico, tecnológico e econômico.
Existem muitos códigos e normas, regulando projetos, fabricação, montagem e
utilização de tubos e acessórios para as mais diversas finalidades, detalhando
materiais, condições de trabalho, procedimentos de cálculo, bem como
padronizando suas dimensões.
Os aços, em geral, são classificados em grau, tipo e classe. O grau
normalmente identifica a faixa de composição química do aço. O tipo identifica
o processo de desoxidação utilizado, enquanto que a classe é utilizada para
descrever outros atributos, como nível de resistência e acabamento superficial.
A designação do grau, tipo e classe utiliza uma letra, número, símbolo ou
nome.
Existem associações de normalização nacionais, regionais e internacionais.
Dentre as nacionais podemos citar a ABNT – Associação Brasileira de Normas
Técnicas – que tem a finalidade de normalização em nosso país.
A seguir é apresentada uma breve descrição dessas organizações:

Fundada em 1940, a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o


órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo a base
necessária ao desenvolvimento tecnológico nacional. É uma entidade privada,
sem fins lucrativos, reconhecida como Fórum Nacional de Normalização –
ÚNICO – através da Resolução n.º 07 do CONMETRO, de 24.08.1992. É
membro fundador da ISO (International Organization for Standardization), da
COPANT (Comissão Pan-americana de Normas Técnicas) e da AMN
(Associação Mercosul de Normalização).

Fundada em 1918, A ANSI – American National Standards Institute, é uma


organização privada sem fins lucrativos que administra e coordena a
normalização voluntária e o sistema de avaliação de conformidade norte-
americano. A Missão da ANSI é aumentar a competitividade dos negócios e a
qualidade de vida norte-americana promovendo a elaboração de normas
consensuais voluntárias e os sistemas de avaliação de conformidade.

14
A American Welding Society (AWS) foi fundada em 1919 como uma entidade
sem fins lucrativos, tendo como objetivo o desenvolvimento de normas
voltadas para a aplicação de soldas e matérias correlatas. Do chão de fábrica
ao mais alto edifício, de armamento militar a produtos de casa, a AWS
continua dando suporte a educação e tecnologia da solda, para assegurar o
fortalecimento e competitividade na vida de todos os americanos.

DIN - Deutsches Institut für Normung (Instituto alemão para Normalização), é


uma associação registrada, fundada em 1917. Sua matriz está em Berlim.
Desde 1975 é reconhecido pelo governo alemão como entidade nacional de
normalização, sendo o representante dos interesses alemães a nível
internacional e europeu. A DIN oferece um foro no qual os representantes das
indústrias, organizações de consumidores, comércio, prestadores de serviço,
ciência, laboratórios técnicos, governo, em resumo qualquer um com um
interesse na normalização, pode se encontrar de forma ordenada para discutir
e definir as exigências de padrões específicos e registrar os resultados como
Normas Alemãs.

A BSI - British Standards Institution, se tornou o primeiro Instituto nacional de


normas do mundo depois que foi fundado em 1901 como Comitê de Normas
para Engenharia. Este Instituto estabeleceu um legado de serviço à
comunidade empresarial que tem sido mantido por mais que um século.

O grupo AFNOR é composto por uma associação e duas subsidiárias voltadas


para a área comercial. A AFNOR – Association Française de Normalisation, foi
criada em 1926; É reconhecida como órgão de utilidade pública e está sob a
tutela do ministério da indústria. A AFNOR trabalha em colaboração com
organizações profissionais e muitos sócios nacionais e regionais. A AFNOR
atua num sistema central de normalização combinado diversos comitês
setoriais de normalização dos poderes públicos e mais de 20.000 peritos. A
AFNOR é o representante francês do CEN e da ISO e representa esses
organismos na França.

A Internacional Organization for Standardization (ISO) é uma federação


mundial, composta por aproximadamente 140 países através de suas
Entidades Nacionais de Normalização, sendo uma de cada país. A ISO é uma
organização não-governamental fundada em 1947. Sua missão é promover o
desenvolvimento da normalização e atividades relacionadas no mundo, com a
finalidade de facilitar o comércio internacional de bens e serviços, e para
desenvolver a cooperação nas esferas intelectual, atividade científica,
tecnológica e econômica. O trabalho de ISO resulta em acordos internacionais
que são publicados como Normas Internacionais.

Fundada em 1880 como American Society of Mechanical Engineers, hoje


ASME International é uma organização educacional e técnica sem fins
lucrativos que atende a mais de 125.000 associados em todo o mundo O
trabalho da sociedade é executado por sua diretoria eleita e por seus cinco
conselhos, 44 seções e centenas de comitês em 13 regiões ao redor do
mundo.

Fundada em 1898, a ASTM International é uma das maiores organizações de


desenvolvimento de normas voluntárias do mundo. A ASTM International é
uma organização sem fins lucrativos, foro para o desenvolvimento e
publicação de normas consensuais voluntárias para materiais, produtos,
sistemas, e serviços. Possui mais de 20.000 sócios representantes de
produtores, usuários, consumidores finais e representantes de governo
desenvolvendo documentos que servem como uma base para fabricação,
procedimentos e atividades regulamentadas.

15
O Comitê Mercosul de Normalização (CMN) é uma associação civil, sem
fins lucrativos, não governamental, reconhecido pelo Grupo Mercado
Comum – GMC, através da Resolução n° 2/92, de 01.11.1991. A partir de
04.04.2000 através de um convênio firmado com o Grupo Mercado
Comum, o comitê passou a se chamar Asociación Mercosur de
Normalización e passou a ser o único organismo responsável pela gestão
da normalização voluntária no âmbito do Mercosul. A Asociación é formada
pelos organismos nacionais de normalização dos países membros, que
são: Argentina: IRAM Instituto Argentino de Normalización – Brasil: ABNT
Associação Brasileira de Normas Técnicas – Paraguai: INTN Instituto
Nacional de Tecnologia y Normalización – Uruguai: UNIT Instituto
Uruguayo de Normas Técnicas.

A missão do CEN - Comitê Europeu de Normalização, é promover


harmonização técnica voluntária na Europa juntamente com seus membros
mundiais e seus associados na Europa. Harmonização diminui barreiras de
comércio, promove segurança, facilita a troca de produtos, sistemas e
serviços, e promovendo compreensão técnica comum. Na Europa o CEN
trabalha em sociedade com CENELEC - o Comitê europeu para Normalização
Electrotécnica e ETSI - o Instituto Europeu de Normalização das
Telecomunicações.

A Comissão Pan-americana de Normas Técnicas, conhecida como COPANT,


é uma associação civil, sem fins lucrativos. Tem autonomia operacional
completa e é de duração ilimitada. Os objetivos básicos da COPANT são
promover o desenvolvimento da normalização técnica e atividades
relacionadas em seus países membros com o objetivo de promover o
desenvolvimento industrial, científico e tecnológico, beneficiando a troca de
bens e serviços, bem como facilitando a cooperação nos campos intelectual,
científico e social.

Fundada em 1906, a Internacional Electrotechnical Commission (IEC) é a


organização mundial que elabora e publica normas internacionais para as
áreas da eletricidade, eletrônica e tecnologias relacionadas. A IEC foi fundada
como resultado de uma resolução do Congresso Elétrico Internacional
realizado em St. A Louis (USA) em 1904. A associação reúne mais de 60
países, incluindo as maiores e mais desenvolvidas nações do mundo e um
número crescente de países em desenvolvimento.

O IEEE (I - 3E) - Institute of Electrical and Eletronics Engineers, é uma


associação profissional técnica, sem fins lucrativos, com mais de 375.000
sócios individuais em 150 países. O nome completo é o Instituto de Elétrico e
Eletrônica Cria, Inc., embora a organização seja popularmente conhecida
simplesmente como I-E-E-E. Através de seus membros, o IEEE é a principal
autoridade nas áreas técnicas que variam de engenharia da computação,
tecnologia biomédica e telecomunicações, até energia elétrica, aeroespacial e
eletrônica popular, entre outros.

A American Water Works Association é uma


sociedade educacional e científica internacional,
sem fins lucrativos, dedicada ao estudo da
qualidade da água. Fundada em 1881, a AWWA
possui mais de 55.500 membros que trabalham
em diversos setores que envolvem a água. A
AWWA possui centenas de normas e
procedimentos. Tópicos que inclui recursos
hídricos, tratamento de água, tubulação e
acessórios, desinfecção, entre outros.

A seguir é apresentado algumas das normas mais usadas em tubulações


industriais, hidráulica, saneamento e de interesse geral.

16
5.2. Exemplos de normas da ABNT:
NORMAS NBR / ABNT
TUBO DE COBRE E SUAS LIGAS, SEM COSTURA, PARA CONDENSADORES, EVAPORADORES
NBR 5029 E TROCADORES DE CALOR
NBR 5443 TUBO DE AÇO DE PAREDE DUPLA PARA CONDUÇÃO DE FLUIDOS
TUBOS DE CONDUÇÃO, SEM MATÉRIA PRIMA ESPECIFICADA, NAS SÉRIES LEVE, MÉDIA E
NBR 5580 PESADA. PODEM SER FORNECIDOS COM EXTREMIDADES LISAS, CHANFRADAS OU COM
ROSCA NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR 6414) (BSP) (COM OU SEM LUVA).
TUBOS DE AÇO DE BAIXO CARBONO E CARBONO-MOLIBDENIO-SILÍCIO PARA AQUECIMENTO
NBR 5581 EM REFINARIAS
TUBOS DE AÇO CROMO-MOLIBDÊNIO E CROMO-MOLIBDÊNIO-SILÍCIO PARA AQUECIMENO
NBR 5582 EM REFINARIAS
TUBOS DE BAIXO CARBONO, DEFORMADOS A FRIO, PARA CONDENSADORES E
NBR 5583 TROCADORES DE CALOR
TUBOS DE AÇO CROMO-MOLIBDÊNIO-SILÍCIO PARA CONDENSADORES E TROCADORES DE
NBR 5584 CALOR
TUBOS DE AÇO CARBONO, COM ROSCA ANSI, PARA CONDUÇÃO DE FLUIDOS EM
NBR 5885 INSTALAÇÕES COMUNS
TUBOS DE CONDUÇÃO NOS GRAUS A E B, COM COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PROPRIEDADES
MECÂNICAS DEFINIDAS. SENDO O DE GRAU A APTO A SER DOBRADO, FLANGEADO E
SERPENTINADO; E O GRAU B PODENDO SOFRER DOBRAMENTO E FLANGEAMENTO
NBR 5590 LIMITADOS.
SÃO FORNECIDOS NORMALMENTE NAS SÉRIE 40 E SÉRIE 80. PODE SER FORNECIDO COM
EXTREMIDADES LISAS, CHANFRADAS OU COM ROSCA NBR 12912 (NPT) (COM OU SEM
LUVA).
NBR 5592 TUBOS DE AÇO MÉDIO CARBONO, PARA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES
NBR 5593 TUBOS DE AÇO CARBONO-MOLIBDÊNIO PARA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES
NBR 5594 TUBOS DE AÇO CARBONO PARA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES DE ALTA PRESSÃO
NBR 5595 TUBO DE AÇO-CARBONO SOLDADO POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA PARA CALDEIRAS
NBR 5597 ELETRODUTOS RÍGIDOS DE AÇO CARBONO, TIPO PESADO, COM ROSCA
ELETRODUTOS RÍGIDOS DE AÇO CARBONO, COM REVESTIMENTO PROTETOR, TIPO MÉDIO
NBR 5598 E PESADO, COM ROSCA
NBR 5599 TUBOS DE AÇO DE PRECISÃO, COM COSTURA
TUBOS DE AÇO, COM E SEM COSTURA, PARA CONDUÇÃO, UTILIZADOS EM BAIXA
NBR 5602 TEMPERATURA
TUBOS DE AÇO FERRÍTICO, SEM COSTURA, PARA CONDUÇÃO, UTILIZADOS EM ALTAS
NBR 5603 TEMPERATURAS
TUBO DE AÇO-CARBONO COM COSTURA HELICOIDAL PARA USO EM ÁGUA, AR E VAPOR DE
NBR 5622 BAIXA PRESSÃO EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS
NBR 5645 TUBO CERÂMICO PARA CANALIZAÇÕES
NBR 5647 TUBOS DE PVC RÍGIDO PARA ADUTORAS E REDES DE ÁGUA
NBR 5648 TUBO DE PVC RÍGIDO PARA INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA
NBR 5688 TUBO E CONEXÃO DE PVC RÍGIDO PARA ESGOTO PREDIAL E VENTILAÇÃO
NBR 5922 TUBOS DE AÇO CARBONO PARA INJEÇÃO DE COMBUSTÍVEL EM MOTORES DIESEL
NBR 6321 TUBOS DE AÇO CARBONO PARA SERVIÇOS EM ALTAS TEMPERATURAS
NBR 6358 TUBOS DE AÇO-CARBONO E AÇO LIGA SEM COSTURA PARA TROCA TÉRMICA
TUBOS DE AÇO CARBONO, PERFIS REDONDOS, QUADRADOS E RETANGULARES PARA FINS
NBR 6591 INDUSTRIAIS
NBR 7362 TUBO DE PVC RÍGIDO COM JUNTA ELÁSTICA, COLETOR DE ESGOTO
NBR 7543 TUBOS SEM E COM COSTURA DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO, PARA CONDUÇÃO
TUBOS DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL CENTRIFUGADO COM FLANGES ROSCADOS OU
NBR 7560 SOLDADOS
TUBO DE FERRO FUNDIDO CENTRIFUGADO, DE PONTA E BOLSA, PARA LÍQUIDOS SOB
NBR 7661 PRESSÃO, COM JUNTA NÃO ELÁSTICA
TUBO DE FERRO FUNDIDO CENTRIFUGADO PARA LÍQUIDOS SOB PRESSÃO COM JUNTA
NBR 7662 ELÁSTICA
NBR 7663 TUBO DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL CENTRIFUGADO, PARA CANALIZAÇÕES SOB PRESSÃO
NBR 7665 TUBO DE PVC RÍGIDO DEFOFO COM JUNTA ELÁSTICA PARA ADUTORAS E REDES DE ÁGUA
NBR 8161 TUBOS E CONEXÕES DE FERRO FUNDIDO PARA ESGOTO E VENTILAÇÃO
NBR 8261 TUBOS DE AÇO CARBONO, PARA FINS ESTRUTURAIS
NBR 8417 TUBO DE POLIETILENO PARA LIGAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA
NBR 8890 TUBO DE CONCRETO ARMADO DE SEÇÃO CIRCULAR PARA ESGOTO SANITÁRIO
NBR 8910 TUBO DE ALUMÍNIO PARA IRRIGAÇÃO
NBR 9793 TUBO DE CONCRETO SIMPLES DE SEÇÃO CIRCULAR PARA ÁGUAS PLUVIAIS
NBR 9794 TUBO DE CONCRETO ARMADO DE SEÇÃO CIRCULAR PARA ÁGUAS PLUVIAIS
NBR 9809 TUBOS DE ALUMÍNIO PN 80 COM ENGATE RÁPIDO PARA IRRIGAÇÃO

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ANEL DE VEDAÇÃO DE BORRACHA PARA JUNTA ELÁSTICA DE TUBOS E CONEXÕES DE AÇO
NBR 9915 PONTA E BOLSA
TUBOS DE AÇO-LIGA FERRÍTICOS E AUSTENÍTICOS SEM COSTURA, PARA CALDEIRAS,
NBR 10252 SUPERAQUECEDORES E PERMUTADORES
NBR 10564 TUBO DE POLIETILENO PARA IRRIGAÇÃO
TUBOS E CONEXÕES DE PVC RÍGIDO COM JUNTA ELÁSTICA PARA COLETOR PREDIAL E
NBR 10570 SISTEMA CONDOMINIAL DE ESGOTO SANITÁRIO
NBR 10843 TUBOS DE PVC RÍGIDO PARA INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUAS PLUVIAIS
NBR 12016 TUBOS DE AÇO ZINCADO PN 150 COM JUNTA DE ENGATE RÁPIDO PARA IRRIGAÇÃO
TUBO DE COBRE LEVE, MÉDIO E PESADO, SEM COSTURA, PARA CONDUÇÃO DE ÁGUA E
NBR 13206 OUTROS FLUÍDOS
NBR 14228 TUBOS EXTRUDADOS DE ALUMÍNIO PARA IRRIGAÇÃO
TUBOS DE PVC RÍGIDO COM JUNTA SOLDÁVEL OU ELÁSTICA PN 40 E PN 80 PARA SISTEMAS
NBR 14312 PERMANENTES DE IRRIGAÇÃO

5.3. Exemplos de normas da ANSI/ASME:


NORMAS ASME / ANSI
ASME / ANSI B16.1 CAST IRON PIPE FLANGES AND FLANGED FITTINGS
ASME / ANSI B16.3 MALLEABLE IRON THREADED FITTINGS
ASME / ANSI B16.4 CAST IRON THREADED FITTINGS
ASME / ANSI B16.5 PIPE FLANGES AND FLANGED FITTINGS
ASME / ANSI B16.9 FACTORY-MADE WROUGHT STEEL BUTTWELDING FITTINGS
ASME / ANSI B16.10 FACE-TO-FACE AND END-TO-END DIMENSIONS OF VALVES
ASME / ANSI B16.11 FORGED STEEL FITTINGS, SOCKET-WELDING AND THREADED
ASME / ANSI B16.12 CAST IRON THREADED DRAINAGE FITTINGS
ASME / ANSI B16.14 FERROUS PIPE PLUGS, BUSHINGS AND LOCKNUTS WITH PIPE THREADS
ASME / ANSI B16.15 CAST BRONZE THREADED FITTINGS
ASME / ANSI B16.18 CAST COPPER ALLOY SOLDER JOINT PRESSURE FITTINGS
METALLIC GASKETS FOR PIPE FLANGES-RING-JOING, SPIRAL-WOULD,
ASME / ANSI B16.20 ANDJACKETED
ASME / ANSI B16.21 NONMETALLIC FLAT GASKETS FOR PIPE FLANGES
ASME / ANSI B16.24 CAST COPPER ALLOY PIPE FLANGES AND FLANGED FITTINGS
ASME / ANSI B16.25 BUTTWELDING ENDS
ASME / ANSI B16.28 WROUGHT STEEL BUTTWELDING SHORT RADIUS ELBOWS AND RETURNS
ASME / ANSI B16.34 VALVES - FLANGED, THREADED, AND WELDING END
ASME / ANSI B16.36 ORIFICE FLANGES
ASME / ANSI B16.38 LARGE METALLIC VALVES FOR GAS DISTRIBUTION
ASME / ANSI B16.39 MALLEABLE IRON THREADED PIPE UNIONS
ASME / ANSI B16.42 DUCTILE IRON PIPE FLANGES AND FLANGED FITTINGS, CLASSES 150 AND 300
ASME / ANSI B16.45 CAST IRON FITTINGS FOR SOLVENT DRAINAGE SYSTEMS
ASME / ANSI B16.47 LARGE DIAMETER STEEL FLANGES: NPS 26 THROUGH NPS 60
ASME / ANSI B36.10 WELDED AND SEAMLESS WROUGHT STEEL PIPE
ASME / ANSI B36.19 STAINLESS STEEL PIPE

5.4. Exemplos de normas Mercosul:


NORMAS MERCOSUL
TUBOS DE AÇO CARBONO, SOLDADOS POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA, PARA TROCADORES
NM 60 DE CALOR E CONDENSADORES
TUBOS DE AÇO CARBONO, SOLDADOS POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA PARA USO NA
NM 61 CONDUÇÃO
TUBOS DE AÇO CARBONO SOLDADOS POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA PARA CALDEIRAS E
NM121 SUPERAQUECEDORES PARA SERVIÇOS DE ALTA PRESSÃO
TUBOS DE AÇO DE BAIXO CARBONO SEM COSTURA, ACABADOS A FRIO, PARA
NM119 TROCADORES DE CALOR E CONDENSADORES

5.5. Exemplos de normas da DIN:


NORMAS DIN
DIN 1615 TUBOS NÃO SUJEITOS A REQUISITOS ESPECIAIS
DIN 1626 TUBOS SUJEITOS A REQUISITOS ESPECIAIS QUANTO A PRESSÃO E TEMPERATURA
DIN 1628 TUBOS DE ALTA PERFORMANCE QUANTO A PRESSÃO E TEMPERATURA

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TUBOS DE CONDUÇÃO, SEM MATÉRIA PRIMA ESPECIFICADA, PARA PRESSÕES DE NO
MÁXIMO 25 KGF/CM2 PARA LÍQUIDOS E 10 KGF/CM2 PARA AR E GAZES NÃO PERIGOSOS.
DIN 2440 PODEM SER FORNECIDOS COM EXTREMIDADES LISAS, CHANFRADAS OU COM ROSCA BSP
(COM OU SEM LUVA). ESTA NORMA É PRATICAMENTE IGUAL A NORMA BRASILEIRA NBR 5580
CLASSE M.
TUBOS DE CONDUÇÃO, SEM MATÉRIA PRIMA ESPECIFICADA, PARA PRESSÕES DE NO
MÁXIMO 25 KGF/CM2 PARA LÍQUIDOS E 10 KGF/CM2 PARA AR E GAZES NÃO PERIGOSOS.
DIN 2441 PODEM SER FORNECIDOS COM EXTREMIDADES LISAS, CHANFRADAS OU COM ROSCA BSP
(COM OU SEM LUVA). ESTA NORMA É PRATICAMENTE IGUAL A NORMA BRASILEIRA NBR 5580
CLASSE P.
DIN 2442 TUBOS DE AÇO COM ROSCA E LUVAS, COM EXIGÊNCIAS ESPECIAIS
DIN 2448 TUBOS DE AÇO PARA CALDEIRAS, APARELHOS E OUTROS FINS
DIN 17175 TUBOS DE AÇO RESISTENTES AO CALOR

5.6. Exemplos de normas da ASTM:


NORMAS ASTM
TUBOS DE CONDUÇÃO NOS GRAUS A E B, COM COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PROPRIEDADES
MECÂNICAS DEFINIDAS. SENDO O DE GRAU A APTO A SER DOBRADO, FLANGEADO E
SERPENTINADO; E O GRAU B PODENDO SOFRER DOBRAMENTO E FLANGEAMENTO
ASTM A53 LIMITADOS. PODE SER FORNECIDO COM EXTREMIDADES LISAS, CHANFRADAS OU COM
ROSCA (COM OU SEM LUVA). ESTA NORMA É PRATICAMENTE IGUAL A NORMA BRASILEIRA
NBR 5590.
ASTM A106 TUBOS DE AÇO CARBONO, PARA EMPREGO A ALTAS TEMPERATURAS
TUBOS DE CONDUÇÃO, SEM MATÉRIA PRIMA ESPECIFICADA. PODEM SER FORNECIDOS
ASTM A120 COM EXTREMIDADES LISAS, CHANFRADAS OU COM ROSCA (COM OU SEM LUVA).
TUBOS DE CONDUÇÃO NOS GRAUS A E B, COM COMPOSIÇÃO QUÍMICA E PROPRIEDADES
MECÂNICAS DEFINIDAS. SENDO O DE GRAU A APTO A SER DOBRADO A FRIO. COM
ASTM A135 DIÂMETRO NOMINAL VARIANDO DE 2” A 30”. PODE SER FORNECIDO COM EXTREMIDADES
LISAS, CHANFRADAS OU COM ROSCA (COM OU SEM LUVA).
ASTM A161 TUBOS DE AÇO BAIXO CARBONO-MOLIBDÊNIO, PARA EMPREGO EM REFINARIAS
ASTM A178 TUBOS PARA CALDEIRAS, SUPERAQUECEDORES E VASOS DE PRESSÃO
TUBOS DE AÇO BAIXO CARBONO, DEFORMADOS A FRIO, PARA TROCADORES DE CALOR E
ASTM A179 CONDENDADORES
ASTM A192 TUBOS DE AÇO CARBONO, PARA CALDEIRAS DE ALTA PRESSÃO
TUBOS DE AÇO-LIGA, DEFORMADOS A FRIO, PARA TROCADORES DE CALOR E
ASTM A199 CONDENSADORES
ASTM A200 TUBOS DE AÇO-LIGA, PARA EMPREGO EM REFINARIAS
ASTM A209 TUBOS DE AÇO-LIGA CARBONO-MOLIBDÊNIO, PARA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES
ASTM A210 TUBOS DE AÇO CARBONO, PARA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES
TUBOS DE AÇO-LIGA FERRÍTICO E AUSTENÍTICO, PARA CALDEIRAS, SUPERAQUECEDORES
ASTM A213 E TROCADORES DE CALOR
ASTM A333 TUBOS DE AÇO PARA SERVIÇOS A BAIXA TEMPERATURA
ASTM A334 TUBOS DE AÇO CARBONO E AÇO-LIGA PARA EMPREGO A BAIXA TEMPERATURA
ASTM A335 TUBOS DE AÇO-LIGA FERRÍTICO, PARA EMPREGO A ALTA TEMPERATURA
TUBOS DE AÇO-LIGA FERRÍTICO, COM TRATAMENTO TÉRMICO ESPECIAL, PARA EMPREGO A
ASTM A406 ALTA TEMPERATURA
ASTM A423 TUBOS DE AÇO DE BAIXA LIGA
ASTM A500 TUBOS PARA USO ESTRUTURAL EM GERAL
ASTM A513 TUBOS PARA USO MECÂNICO EM GERAL
ASTM A556 TUBOS DE AÇO CARBONO, DEFORMADOS A FRIO, PARA AQUECEDORES DE ÁGUA
ASTM A700 PADRÕES PARA EMPACOTAMENTO E CARREGAMENTO DE PRODUTOS TUBULARES

5.7. Exemplo de normas da API:


NORMAS API
API 5A TUBOS DE PERFURAÇÃO, REVESTIMENTO E BOMBEAMENTO PARA POÇOS PETROLÍFEROS
TUBOS DE REVESTIMENTO E BOMBEAMENTO PARA POÇOS PETROLÍFEROS COM
API 5AC PROPRIEDADES RESTRITAS
TUBOS DE PERFURAÇÃO, REVESTIMENTO E BOMBEAMENTO PARA POÇOS PETROLÍFEROS
API 5AX COM EXIGÊNCIAS ESPECIAIS
ESPECIFICAÇÃO DE ROSCAS, CALIBRES E INSPEÇÃO DE ROSCAS PARA CASING, TUBING E
API 5B LINE-PIPE
API 5L TUBOS PARA CONDUÇÃO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS
API 5LX TUBOS PARA CONDUÇAÕ DE PRODUTOS PETROLÍFEROS COM EXIGÊNCIAS ESPECIAIS

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6. MEIOS DE LIGAÇÃO
6.1. MEIOS DE LIGAÇÃO
Existem diversos meios de ligação utilizados para fazer a união de tubos,
conexões, válvulas e acessórios.
Os mais utilizados são as ligações roscadas, soldadas, flangeadas e as do tipo
ponta e bolsa.

6.2. LIGAÇÕES ROSCADAS


São as ligações de baixo custo, de relativa facilidade de execução porém seu
emprego está limitado ao diâmetro DN=150 (6”), mas raramente empregado
além de DN=50 (2”).

Rosca BSP - NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR 6414) ou DIN 2999 ou ISO 7/1)
É o tipo de rosca utilizado em instalações domiciliares, instalações
prediais e em instalações industriais de baixa responsabilidade. A
rosca macho apresenta uma inclinação de 1:16 e a rosca fêmea se
apresenta paralela. Usada principalmente em tubulações da classe
10 ou classe 150# e os tubos usados devem ter as dimensões
conforme a norma NBR 5580 classes L, M ou P ou ainda conforme
as normas DIN. A vedação se dá pelo aperto dos filetes e pela
adição de um vedante, atualmente o vedante mais usado é a fita
de PTFE.
Rosca NPT - NBR 12912 ou ASME/ANSI B1.20.1
É o tipo de rosca utilizado primordialmente em instalações
industriais. A rosca macho e a fêmea apresentam uma inclinação
de 1:16. Usada em tubulações de baixa pressão, classe 150#, de
média pressão, classe 300# e nas tubulações de alta pressão das
classes 2000#, 3000# e 6000# e os tubos usados devem ter as
dimensões conforme a norma NBR 5590 classes N, R ou DR ou
ainda com dimensões conforme as normas ASME/ANSI B36.10 e
ASME/ANSI B36.19, não sendo permitido a utilização de roscas
em tubos das séries SCH 5S e 10S. A vedação se dá pelo aperto
dos filetes e pela adição de um vedante, atualmente o vedante
mais usado é a fita de PTFE.

6.3. LIGAÇÕES SOLDADAS


São as principais ligações para tubos de aço carbono, aço liga e aço inox. São
também usadas para tubos metálicos não ferrosos.
As ligações soldadas têm sempre uma resistência mecânica equivalente à
resistência do tubo, estanqueidade perfeita, boa aparência, sem necessidade
de manutenção e grande facilidade para a aplicação de pinturas e isolantes
térmicos.

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As mais utilizadas são as ligações com solda de topo, encaixe e solda e a
brasagem.

Solda de topo (Butt welding)

É o tipo de ligação comumente empregado para tubulação de


todos os diâmetros, porém mais empregado para DN≥50 (2”). Para
solda de topo em tubos com dimensões conforme
ASME/ANSI B36.10 e ASME/ANSI B36.19 as pontas dos tubos
devem ser chanfradas conforme a norma ASME/ANSI B16.25 e os
tubos com dimensões conforme as normas DIN devem ser
chanfradas conforme a norma DIN 2559.

ASME/ANSI B16.25
Encaixe e solda ou soquetadas (Socket welding)
Muito usada em instalações industriais de todas as faixas de
pressão e temperatura. Este tipo de ligação está definido na norma
ASME/ANSI B16.11 para DN≤100 (4”) mas normalmente utilizado
para DN≤50 (2”) para tubos de aço carbono, aço ligado e aço inox
para serviços de todos os tipo mas é recomendável que se evite o
uso deste tipo de ligação com fluidos de alta corrosão.
Brasagem (Brazing)
Usada principalmente para tubulações metálicas não ferrosas, tubos de cobre e conexões de
latão ou bronze. São soldas executadas com material diferente do material do tubo ou da
conexão com baixo ponto de fusão (geralmente o estanho).

6.4. LIGAÇÕES FLANGEADAS


Flanges são peças especiais que se destinam a fazer a ligação entre tubos,
conexões, válvulas, acessórios e equipamentos e entre tubos, onde se deseja
uma montagem/desmontagem rápida ou freqüente.
Cada ligação flangeada necessita de um jogo de parafusos e uma junta de
vedação.
São ligações empregadas em todos os diâmetros para tubos de ferro fundido,
aço carbono, aço liga, aço inox, plásticos e também em válvulas e acessórios
de materiais não ferrosos.
A norma DIN e a norma ASME / ANSI padronizam diversos tipos de flanges,
para aço carbono, para aço inox, ferro fundido e materiais metálicos não
ferrosos.
Os flanges mais comuns são o flange sobreposto, o flange de pescoço, o
flange roscado, o flange de encaixe, o flange solto e o flange cego.

21
6.4.1. Tipos de flanges
Flange sobreposto (SO – Slip-on)
É o tipo mais comum e o de instalação mais fácil, pois não
necessita de exatidão no corte e a ligação é feita com duas soldas,
uma interna e a outra externa.
Seu uso deve ser limitado a 400°C e a 20 bar (~20,0kgf/cm2).
Flange de pescoço (WN – Welding-neck)
Pode ser usado para qualquer combinação de pressão e
temperatura.
Ligado ao tubo por uma única solda, de topo, dá origem a menores
tensões residuais que o tipo sobreposto. Sua montagem exige que
o tubo seja cortado na medida exata e biselado para solda de topo.
Flange roscado (SCR – Screwed)

Especialmente indicado para tubos não soldáveis tais como ferro


fundido, aço galvanizado e materiais plásticos.

Flange de encaixe (SW – Socket-weld)


Muito parecido com o tipo sobreposto porém mais resistente pois
tem um encaixe completo para a ponta do tubo e necessita apenas
de uma soda externa e por isso desenvolve menor tensão residual
que o sobreposto.
Não é recomendado para serviços de alta corrosão.
Flange solto (LJ – Lap-joint)
Este tipo de flange não é fixo à tubulação, podendo deslizar
livremente no tubo, só se detendo na extremidade do tubo onde é
soldado uma peça denominada de pestana (stub-end). São
utilizados em tubulações de materiais nobres, de custo elevado,
pois os flanges soltos não entram em contato com o fluido e
portanto pode ser de material menos nobre.
Flange cego (Blind)

São utilizados em finais de linhas e fechamento de bocais


proporcionando um tamponamento de fácil remoção.

Flange de redução

São indicados onde se deseja uma redução diretamente no flange,


sem uso de conexões de redução na tubulação. É um tipo de flange
pouco usual.

6.4.2. Faceamento dos flanges


Face plana

Este tipo de faceamento é usado para materiais frágeis e


quebradiços ou para materiais sujeitos ao amassamento onde
devemos ter um contato pleno para propiciar o aperto final.

Face com ressalto

Este tipo de faceamento é o mais comum e é usado para as mais


variadas combinações de pressão e temperatura.

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Face com junta de anel

Este tipo de faceamento é usado para serviços severos em altas


pressões ou temperaturas com fluidos inflamáveis ou corrosivos
onde se deseja absoluta segurança contra vazamentos.

Face do tipo macho-fêmea

Este tipo de faceamento do tipo lingüeta e ranhura é de uso mais


raro e é usado em serviços mais severos sujeitos a pressões
elevadas.

6.4.3. Acabamento da face dos flanges


O acabamento da face dos flanges pode ser com ranhuras ou liso. Quando se
empregam flanges com faces com acabamento ranhurado deve-se usar juntas
de amassamento para a vedação e quando se utilizam flanges com face lisa
deve-se usar juntas do tipo reação.

Espiral contínua
Passo de 0,7 a 1,0 mm
Ranhura
1 Raio de 1,6 a 2,4 mm
Standard
Profundidade resultante de 0,026 mm a
0,080 mm
Espiral contínua em “V” de 90°
Ranhura
2 Passo de 0,6 a 1,0 mm
Espiral
Raio de 0,00 a 0,4 mm
Espiral contínua
Ranhura
3 Passo de 0,3 a 0,4 mm
Tipo 125rms
Raio de 0,3 a 0,4 mm
Ranhura concêntrica em “V” de 90°
Ranhura Passo de 0,6 a 1,0 mm
4
Concêntrica Raio de 0,00 a 0,4 mm
Profundidade de 0,13 a 0,4 mm

6.4.4. Classes de pressão


NORMA MATERIAL CLASSE DE PRESSÃO
ASME/ANSI B16.1 Ferro Fundido 125# – 250#
150# – 300# – 400# – 600# – 900# – 1500# –
ASME/ANSI B16.5 Aço
2500#
ASME/ANSI B16.24 Bronze e Latão 150# – 300#.
PN 2,5 – PN 6 – PN 10 – PN 16 – PN 25 – PN 40
DIN (DIVERSAS) Diversos
– PN 64 PN 100 – PN 160 – PN 250 – PN320

6.4.5. Processos de fabricação


Pode-se classificar em três tipos principais de fabricação de flanges: os
forjados, os usinados e os fundidos.

23
Flanges forjados
A norma ASME/ANSI B16.5 estabelece as dimensões dos flanges forjados de aço carbono, aço
ligado e de aço inoxidável e as normas da ASTM estabelecem a composição química e as
propriedades físicas dos aços empregados na forja.
Flanges usinados
São flanges que não podem ser usados em condições severas, tendo seu uso limitado às
baixas pressões e temperaturas ambientes. Para seu uso em condições mais severas deverá
ser objeto de cálculo de sua resistência mecânica.
Flanges fundidos
A norma ASME/ANSI B16.1 estabelece as dimensões dos flanges de ferro fundido e a norma
ASME/ANSI B16.24 estabelece as dimensões dos flanges de bronze e de latão fundido e
diversas normas da ASTM estabelecem a composição química e as propriedades físicas dos
materiais fundidos.

6.5. LIGAÇÕES DO TIPO PONTA E BOLSA


São ligações usadas principalmente em tubos de ferro fundido e de plásticos
mas também existente em aço carbono porém de uso menos freqüente. Uma
das principais características desse tipo de ligação é a relativa facilidade e a
rapidez da montagem em comparação com mesma ligação executada por
solda de topo.

6.5.1. Ponta e bolsa com junta elástica


Este tipo de junta é utilizado tanto para tubos e conexões de ferro
fundido e de plásticos como o pvc, polipropileno ou pvc reforçado
com fibra de vidro. Constitui de uma junta de borracha, de
montagem deslizante, constituída pelo conjunto formado pela ponta
do tubo, bolsa contígua de outro tubo ou conexão e pelo anel de
borracha.

6.5.2. Ponta e bolsa com junta mecânica

Atualmente apenas utilizado em luvas, para facilidade de


manutenção ou quando se executam reparos em tubulações
existentes.

24
6.5.3. Ponta e bolsa com junta travada

Este tipo de junta é utilizado para tubos e conexões de ferro fundido


TRAVADA INTERNA onde não serão executados os blocos de ancoragem para absorção
do empuxo devido à pressão interna para garantir o equilíbrio de
toda a tubulação.
No mercado, pode-se encontrar dois tipos de junta travada, a
interna e a externa.
TRAVADA EXTERNA

6.6. OUTROS TIPOS DE LIGAÇÃO


6.6.1 Ligações sanitárias
São ligações especiais usadas em serviços sanitários em indústrias
alimentícias em geral, indústrias de bebidas, farmacêuticas, cosméticos e
outras.
Essas ligações são empregadas em tubos, conexões, válvulas e acessórios
com a finalidade de conexão e desconexão com muita rapidez e segurança
para limpeza e desinfecções periódicas.
As conexões, válvulas e acessórios fabricados com este tipo de ligação têm as
dimensões apropriadas para emprego em tubos com diâmetro externo tipo
“OD” conforme norma ASTM A270 e impróprios para tubos com as dimensões
conforme a norma ASME/ANSI B36.19.
As conexões são fabricadas de aço inox com polimento sanitário e a vedação é
feita por meio de um anel de vedação de elastômero que pode ser de buna-N,
viton, ptfe (teflon®), epdm ou silicone.

Existem no mercado nacional quatro tipos de ligação sanitária, a saber:

25
• Ligação conforme a norma alemã DIN 11851 – Conhecida como DIN.
• Ligação conforme a norma inglesa BS 1864 – Conhecida como RJT.
• Ligação conforme a norma sueca SMS 1145 – Conhecida como SMS.
• Ligação conforme a norma ISO 2852 – Conhecida como Clamp ou TC.

Ligação DIN Ligação RJT

Ligação SMS

Ligação CLAMP ou TC

Entre os tipos DIN, RJT e SMS não existem diferenças visuais significativas,
além do meio de vedação e do tipo de rosca utilizado pois os seus
componentes são do tipo união com um anel de vedação.
Já o tipo Clamp ou TC é composto por dois niples, um anel de vedação entre
eles e o aperto é proporcionado por meio de uma braçadeira.

26
6.6.2. Engates
São acessórios destinados a fazer a interligação entre a tubulação rígida,
máquinas ou equipamentos à outros pontos onde se necessita o emprego de
condutos flexíveis ou semi-flexíveis. São denominados engates rápidos
aqueles que têm a finalidade de conexão e desconexão com muita facilidade e
rapidez.

6.6.3. Derivações soldadas tipo “boca-de-lobo”


Outro tipo de ligação de uso muito comum na indústria é a ligação feita
diretamente de um tubo com o outro tubo para formar uma derivação,
substituindo um “TE” ou um “TE de redução”.
Essas derivações recebem o nome de “boca de lobo”, quando é executada
sem a utilização de qualquer outra peça intermediária. A norma
ASME/ANSI B31 aceita esse tipo de derivação para ramais de DN≥50 (2”)
desde que o tubo tronco tenha diâmetro igual ou superior ao diâmetro do ramal
e ainda indica, com detalhes, os casos onde são necessários reforços. Na
própria norma está descrito o método de cálculo para esses esforços.
As principais vantagens para o uso de bocas-de-lobo são o baixo custo e a
facilidade de execução e as principais desvantagens consiste na fraca
resistência, concentração de tensões, elevada perda de carga e o difícil
controle da qualidade. Certos projetistas limitam seu uso a 250°C ou a 20,0
kgf/cm2.

6.6.4. Pequenas derivações com uso de meia-luva


Para pequenos ramais, de diâmetros inferiores a DN 50 (2”) é muito comum o
emprego de uma meia-luva, soldada diretamente na linha tronco. A norma
ASME/ANSI B31 aceita esse tipo de ligação para qualquer combinação de
temperatura e pressão desde que a linha tronco tenha DN≥100 (4”) e a
meia-luva tenha resistência suficiente.
As principais vantagens para uso de meias-luvas consiste no baixo custo e na
facilidade de execução e a única desvantagem é a elevada perda de carga
localizada.

27
6.6.5. Derivações com uso de colares e selas
Os colares e as selas são peças especiais forjadas que são soldadas
diretamente sobre a linha-tronco e servem de reforço para a derivação. São
usados para qualquer tipo de derivação com diâmetros superiores a DN 25 (1”),
inclusive para ramais com o mesmo diâmetro da linha-tronco, para qualquer
combinação de pressão e temperatura.
As principais vantagens para o uso de colares consiste na sua excelente
resistência mecânica, facilidade de execução e pequena concentração de
tensões e as desvantagens consistem em um custo um pouco mais elevado,
pois se necessita de um tipo de peça para cada combinação de diâmetros,
dificultando a compra, a estocagem e a montagem.
Para o emprego de selas, as vantagens são inúmeras, excelente resistência
mecânica, pequena perda de carga, uma boa distribuição de tensões e não há
limites de pressão e temperatura para o seu uso, mas em contrapartida as
desvantagens também são muitas, elevado custo, pois se trata de peças
importadas e de difícil montagem.

6.6.6. Sugestão para a escolha do tipo de derivação


14”
12”
DIÂMETRO DO RAMAL

10”
8”

BOCA-DE-LOBO
6”

PRESSÃO x TEMPERATURA
4”

MODERADOS
3”
2”

TES OU
COLARES MEIA-LUVA
1 ½”
ATÉ

TES
PRESSÃO x TEMPERATURA MODERADOS

ATÉ 1 ½” 2” 3” 4” 6” 8” 10” 12” 14” ATÉ 24”

28
DIÂMETRO DA LINHA-TRONCO

14”
12”
DIÂMETRO DO RAMAL

COLAR OU TE
10”

PRESSÃO x
8”

TEMPERATURAS
ELEVADOS
6”

COLAR
4”

PRESSÃO x TEMPERATURA
3”

ELEVADOS
2”

TES OU
COLARES COLAR
1 ½”
ATÉ

TES
PRESSÃO x TEMPERATURA ELEVADOS

ATÉ 1 ½” 2” 3” 4” 6” 8” 10” 12” 14” ATÉ 24”

DIÂMETRO DA LINHA-TRONCO

29
7. TUBOS

7.1. INTRODUÇÃO
Tubo é um conduto fechado, oco, geralmente circular destinado ao transporte
de fluidos.
Tubulação é um conjunto de tubos, conexões, válvulas e acessórios formando
uma linha para a condução de fluidos.

7.2. CLASSIFICAÇÃO QUANTO À APLICAÇÃO


Tubos para condução
Preto ou galvanizado Tubos para condução de fluidos não corrosivos (água, gás, vapor
e ar comprimido).
Aço ligado Tubos para condução de fluidos corrosivos.
Aço inox Tubos para condução de fluidos corrosivos ou sanitários.

Eletrodutos
Tubos para proteção de fios e cabos elétricos.

Tubos industriais
Tubos de aço carbono para estruturas, andaimes, postes, cercas e escoras.

Tubos mecânicos
Tubos de seção circular, para aplicações industriais, tais como: fabricação de auto peças,
equipamentos, móveis, etc., onde exatidão dimensional, qualidade de superfície e
propriedades mecânicas são importantes. Tubos mecânicos de precisão, laminados ou
trefilados para indústrias automobilísticas.

Tubos para troca térmica


Tubos para caldeiras, trocadores de calor e condensados, tubos de aço carbono com e sem
requisitos especiais e tubos de aço carbono para alta performance.

No presente trabalho, trataremos em especial dos tubos de condução, que são


os tubos mais utilizados em projetos hidráulicos e de tubulação industrial.

7.3. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOS PROCESSOS DE FABRICAÇÃO


Tubos sem costura
São tubos que não apresentam emendas em sua seção transversal, são obtidos de tarugos por
meio de laminação.

Tubos com costura


São tubos que apresentam emendas (solda/costura) em sua seção transversal. Essa emenda
pode ser longitudinal para tubos obtidos através de chapas ou helicoidal para tubos obtidos
através de bobinas.

30
7.4. CÁLCULO DA ESPESSURA DA PAREDE DE TUBOS
Este procedimento se aplica para cálculos de espessuras de paredes de tubos
sujeitos a uma pressão interna e em instalações aéreas, conforme norma
ASME/ANSI B31.3.

7.4.1. Requisitos segundo a norma ASME/ANSI B31.3

t mín = t calc + C
p .D
t calc =
2 (σ + p . Y )
Onde :
t mín - Espessura mínima admissível (cm)
t calc - Espessura calculada (cm)
p - Pressão de projeto (kgf/cm 2 )
D - Diâmetro externo (cm)
σ - Tensão admissível (kgf/cm 2 )
Y - Coeficient e em função do material (adimensio nal)
C - Somatória das sobre - espessuras (cm)

Valores do coeficiente Y

TEMPERATURA (°C)
MATERIAL
≤485 510 540 560 595 ≥620
AÇO FERRÍTICO 0,4 0,5 0,7 0,7 0,7 0,7
AÇO AUSTENÍTICO 0,4 0,4 0,4 0,4 0,5 0,7
FERRO FUNDIDO 0,4 - - - - -
MATERIAIS DUCTEIS 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4

7.4.2. Seleção da espessura normalizada

Condições para atender o primeiro item deste procedimento.

t mín
tN = ou t N = 1 .14 .t mín
0 .875
Onde :
tN - Espessura normalizad a pelas normas ASME/ANSI B36.10 ou B36.19.
1 .143 - É o fator que expressa o incremento da espessura da parede do tubo
devido à tolerância negativa de fabricação (12,5%).

31
7.4.3. Relação entre o diâmetro nominal e a espessura
A espessura adotada deve satisfazer a condição: DN / (t-C) < 150

Onde:
DN Diâmetro nominal do tubo (mm)
t Espessura comercial adotada (mm)
C Somatória das sobre-espessuras (mm)

7.4.4. Limpeza nas tubulações


Após a montagem e antes de entrar em operação toda a tubulação deverá ser
limpa.
Essa limpeza é geralmente realizada com água e todas as bombas, válvulas
com anéis de vedação resilientes, medidores e outros equipamentos sujeitos a
danos com materiais sólidos deverão ser protegidos por meio de filtros
provisórios.
As válvulas de retenção, as de controle, as de segurança e alívio e as placas
de orifício deverão ser retiradas para se realizar a limpeza.
As tubulações destinadas a condução de água potável devem, além da
limpeza, serem desinfetadas com uma solução de água e cloro.

7.4.5. Pressão de teste


O teste de pressão é chamado de “teste hidrostático” porque é normalmente
realizado com água.
O teste com ar comprimido só deverá ser realizado em tubulações de grandes
diâmetros para a condução de gases onde o peso da água poderia causar
danos na tubulação e na suportação.
A pressão de teste com ar comprimido deverá ser de apenas 10% acima da
pressão de projeto e deverá ser realizada em etapas, a primeira com 25% da
pressão de trabalho, a segunda com 50%, a terceira com 75% e por fim com
100% da pressão de teste. Em cada uma das etapas deverá ser verificada a
existência de vazamentos nas juntas por meio de espuma.
Entre as etapas a pressão deve subir até vagarosamente até a pressão da
etapa seguinte.

32
Toda a área envolvida deverá ser evacuada e os testes deverão ser
acompanhados de longe e orientado por pessoas experientes.

Pressão de teste
a) Para temperatur a de projeto inferior a 340 °C
Pt = 1 .5 ⋅ P
b) Para temperatur a de projeto superior a 340 °C
σ 340
Pt = 1 .5 ⋅ P ⋅
σp
Onde :
Pt - Pressão mínima para o teste hidrostáti co ( Pt ≥ 1 .0kgf/cm 2 )
P - Pressão de projeto
σ 340 - Tensão admissível do material a 340 °C
σp - Tensão admissível do material na temperatur a de projeto

Qualquer que seja o tipo de teste de pressão ele só poderá ser realizado:
• Pelo menos 48 horas depois de efetuada a última soldagem.
• Depois de todos os tratamentos térmicos.
• Antes da pintura ou da aplicação de qualquer revestimento

7.5. EMPREGO DE CORES PARA IDENTIFICAÇÃO DE TUBULAÇÕES –


NBR 6493

COR FLUIDO OU SERVIÇO


verde água
branco vapor
azul ar comprimido
amarelo gases em geral
laranja ácidos
lilás álcali
alumínio combustíveis gasosos ou líquidos de baixa viscosidade
preto combustíveis e inflamáveis de alta viscosidade
vermelho sistemas de combate ao incêndio
cinza claro vácuo
castanho outros fluidos não especificados
Observações:
As cores apresentadas acima são cores básicas de acordo com a norma NBR 6493 da ABNT. Para se
fazer a diferenciação entre dois ou mais fluidos iguais porém sob condições diferentes pode-se fazer uso
de faixas coloridas na tubulação, por exemplo, para se diferenciar a tubulação de água potável, água de
refrigeração e de água bruta pode-se colocar uma faixa branca na tubulação de água de refrigeração e
duas faixas na tubulação de água bruta.

33
8. ISOLAMENTO TÉRMICO
8.1. INTRODUÇÃO
O isolamento térmico tem por principal finalidade a conservação da energia em
tubulações e equipamentos que trabalham em baixas ou altas temperaturas.
O isolamento térmico também tem por finalidade a proteção pessoal e a
prevenção de superfícies sujeitas à condensação ou o congelamento do vapor
d’água do ar.

8.2. ISOLAMENTO TÉRMICO A FRIO


O objetivo principal do isolamento térmico de linhas frias é a conservação da
energia evitando a troca de energia com o meio ambiente e ainda preservar
superfícies da condensação.

8.3. NORMAS A CONSULTAR


ASTM C552 - Cellular Glass Block and Pipe Thermal Insulation
ASTM C591 - Rigid Preformed Cellular Urethane Thermal Insulation

8.4. MATERIAIS
Os materiais comumente utilizados para o isolamento térmico a frio são o
poliuretano expandido e o isopor. O uso da lã de rocha deve ficar restrita aos
pontos onde é impossível o uso do isopor ou do poliuretano.

POLIURETANO EXPANDIDO – CONSERVAÇÃO DE ENERGIA


ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm)
TEMPERATURA (°C)
DN
+15 0 -20 -40 -60 -80 -100 -120 -140
a a a a a a a a a
+1 -19 -39 -59 -79 -99 -119 -139 -160
POL mm
1/2 15 20 25 40 50 50 65 65 75 75
3/4 20 20 25 50 50 65 65 75 75 75
1 25 20 25 50 50 65 65 75 75 75
1.1/4 32 20 25 50 65 65 65 75 75 90
1.1/2 40 20 25 50 65 65 65 75 75 90
2 50 20 40 50 65 65 65 75 90 90
2.1/2 65 20 40 50 65 75 75 90 90 100
3 80 20 40 50 65 75 90 90 90 100
4 100 20 40 50 65 75 90 90 90 100
5 125 20 40 65 75 90 90 100 100 100
6 150 20 40 65 75 90 90 100 100 100
8 200 25 40 65 75 90 90 100 125 125
10 250 25 40 65 75 90 90 100 125 125
12 300 25 40 65 75 90 100 125 125 125
14 350 25 40 65 75 90 100 125 125 125
16 400 25 40 65 75 90 100 125 125 140

34
POLIURETANO EXPANDIDO – CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm)
TEMPERATURA (°C)
DN
+15 0 -20 -40 -60 -80 -100 -120 -140
a a a a a a a a a
+1 -19 -39 -59 -79 -99 -119 -139 -160
POL mm
18 450 25 40 65 75 90 125 125 125 140
20 500 25 40 75 90 90 125 125 140 140
22 550 25 40 75 90 90 125 125 140 140
24 600 25 40 75 90 90 125 125 140 140

POLIURETANO EXPANDIDO – PROTEÇÃO PESSOAL


ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm)
TEMPERATURA (°C)
DN
+15 0 -20 -40 -60 -80 -100 -120 -140
a a a a a a a a a
+1 -19 -39 -59 -79 -99 -119 -139 -160
POL mm
1/2 15 12 12 20 25 25 40 40 40 40
3/4 20 12 12 20 25 40 40 40 40 40
1 25 12 12 20 25 40 40 40 40 50
1.1/4 32 12 12 20 25 40 40 40 50 50
1.1/2 40 12 12 20 25 40 40 40 50 50
2 50 12 12 20 25 40 40 40 50 50
2.1/2 65 12 12 20 40 40 40 50 50 50
3 80 12 12 20 40 40 40 50 50 50
4 100 12 12 25 40 40 40 50 50 50
5 125 12 12 25 40 40 50 50 50 50
6 150 12 12 25 40 40 50 50 50 65
8 200 20 20 25 40 40 50 50 65 65
10 250 20 20 25 40 40 50 50 65 65
12 300 20 20 25 40 40 50 50 65 65
14 350 20 20 25 40 40 50 50 65 65
16 400 20 20 25 40 40 50 50 65 65
18 450 20 20 25 40 40 50 50 65 65
20 500 20 20 25 40 40 50 50 65 65
22 550 20 20 25 40 40 50 50 65 65
24 600 20 20 25 40 40 50 50 65 65

8.5. ISOLAMENTO TÉRMICO A QUENTE


O objetivo principal do isolamento térmico de linhas quentes é a conservação
da energia evitando a troca de energia com o meio ambiente e ainda a
proteção pessoal.

8.6. NORMAS DA ABNT A CONSULTAR


NBR 10662 Isolantes térmicos pré-moldados se silicato de cálcio
NBR 11363 Isolantes térmicos de lã de rocha
NBR 11364 Lã de rocha em placas
NBR 8994 Chapas de ligas de alumínio para proteção de isolantes térmicos

35
8.7. MATERIAIS
Os materiais comumente utilizados para o isolamento térmico a quente são: lã
de rocha e silicato de cálcio.
O silicato de cálcio é classificado como um isolante térmico rígido e é
apresentado em placas, calhas ou em segmentos.
A lã de rocha é classificada como um isolante térmico flexível e é apresentado
em placas ou calhas.
LÃ DE ROCHA – CONSERVAÇÃO DE ENERGIA
ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm)
TEMPERATURA (°C)
DN
100 150 200 250 300 350 400 500 550
ATÉ
a a a a a a a a a
99
149 199 249 299 349 399 449 549 600
POL mm
1/2 15 25 25 25 40 50 65 - - - -
3/4 20 25 25 25 40 50 65 - - - -
1 25 25 25 25 40 50 65 - - - -
1.1/4 32 25 25 25 40 50 65 - - - -
1.1/2 40 25 25 25 40 50 75 - - - -
2 50 25 25 40 50 50 75 - - - -
2.1/2 65 25 25 40 50 50 75 - - - -
3 80 25 25 40 50 50 75 - - - -
4 100 25 40 50 50 65 75 - - - -
5 125 40 40 65 65 65 75 - - - -
6 150 40 40 75 65 75 75 - - - -
8 200 40 40 75 75 75 75 - - - -
10 250 40 50 75 75 90 90 - - - -
12 300 40 50 75 75 90 90 - - - -
14 350 40 65 75 75 90 90 - - - -
16 400 40 65 75 75 90 90 - - - -
18 450 40 65 75 75 90 90 - - - -
20 500 40 65 75 75 90 90 - - - -
22 550 40 65 75 75 90 90 - - - -
24 600 40 65 75 75 90 90 - - - -

SILICATO DE CÁLCIO – CONSERVAÇÃO DE ENERGIA


ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm)
TEMPERATURA (°C)
DN
100 150 200 250 300 350 400 500 550
ATÉ
a a a a a a a a a
99
149 199 249 299 349 399 449 549 600
POL mm
1/2 15 25 25 25 40 50 65 65 65 75 90
3/4 20 25 25 25 40 50 65 65 65 75 90
1 25 25 25 25 40 50 65 65 65 75 90
1.1/4 32 25 25 25 40 50 65 65 65 75 90
1.1/2 40 25 25 25 40 50 75 65 65 75 90
2 50 25 25 40 50 50 75 75 75 90 90
2.1/2 65 25 25 40 50 50 75 75 75 90 90
3 80 25 25 40 50 50 75 75 75 90 100
4 100 25 40 50 50 65 75 75 75 90 100
5 125 40 40 65 65 65 75 75 75 90 125
6 150 40 40 75 65 75 75 75 75 100 125
8 200 40 40 75 75 75 75 75 75 100 125
10 250 40 50 75 75 90 90 90 90 100 125
12 300 40 50 75 75 90 90 90 100 100 125
14 350 40 65 75 75 90 90 90 100 100 125
16 400 40 65 75 75 90 90 90 100 100 125
18 450 40 65 75 75 90 90 90 100 100 125
20 500 40 65 75 75 90 90 90 100 100 125
22 550 40 65 75 75 90 90 90 100 100 125
24 600 40 65 75 75 90 90 90 100 100 125

36
SILICATO DE CÁLCIO – PROTEÇÃO PESSOAL
ESPESSURA DO ISOLAMENTO (mm)
TEMPERATURA (°C)
DN
100 150 200 250 300 350 400 500 550
ATÉ
a a a a a a a a a
99
149 199 249 299 349 399 449 549 600
POL mm
1/2 15 25 25 25 25 25 25 25 40 40 40
3/4 20 25 25 25 25 25 25 40 40 40 40
1 25 25 25 25 25 25 25 40 40 40 40
1.1/4 32 25 25 25 25 25 25 40 40 40 40
1.1/2 40 25 25 25 25 25 25 40 40 40 40
2 50 25 25 25 25 25 40 40 40 40 40
2.1/2 65 25 25 25 25 25 40 40 50 50 50
3 80 25 25 25 25 25 40 40 50 50 50
4 100 25 25 25 25 25 40 40 50 50 50
5 125 25 25 25 25 25 40 40 50 50 50
6 150 25 25 25 25 25 40 40 50 50 50
8 200 25 25 25 25 25 40 40 50 50 50
10 250 25 25 25 25 25 40 40 50 50 50
12 300 25 25 25 25 40 40 40 50 50 50
14 350 25 25 25 25 40 40 50 50 50 50
16 400 25 25 25 25 40 40 50 50 50 50
18 450 25 25 25 25 40 40 50 65 65 65
20 500 25 25 25 25 40 40 50 65 65 65
22 550 25 25 25 25 40 40 50 65 65 65
24 600 25 25 25 25 40 40 50 65 65 65

8.8. APLICAÇÃO DE ISOLANTES TÉRMICOS (FRIO OU QUENTE)

1 - TUBO DE CONDUÇÃO QUENTE OU FRIO


2 - ISOLANTE TÉRMICO
3 - ARAME GALVANIZADO – DIÂMETRO DE 1,6mm (BWG 16) – ASTM A641
4 - CHAPA DE ALUMÍNIO CORRUGADO - ESPESSURA O,15mm e O,40mm – NBR 8994
5 - CINTA DE ALUMÍNIO COM SELO – LARG =1/2” ou 3/4” e ESP=0,5mm – ASTM B209
5 - CINTA DE INOX 304 COM SELO – LARG =1/2” e ESP=0,5mm – ASTM A480

Fabricante
Calorisol Engenharia e Montagens Industriais Ltda
Rua Otávio Tarquíno de Sousa, 1065
São Paulo São Paulo – CEP 04613
Fone: (11) 5536 - 0155 - Fax: (11) 5533 - 2865
e-mail: calorisol@calorisol.com
Página: http://www.calorisol.com/

37
9. TABELAS TÉCNICAS

9.1. COMPARAÇÃO ENTRE DIVERSOS TIPOS DE AÇO INOX

TIPO DO AÇO AÇO PROPRIEDADES DO AÇO


ADIÇÃO REDUÇÃO
INOX OBTIDO OBTIDO
Melhor resistência a corrosão
Mo - AISI 316
por pitting.
Ti - AISI 321 Redução da sensitização.
Nb e Ta - AISI 347 Redução da sensitização.
AISI 304 AISI 309
AISI 310 Melhor resistência mecânica à
Cr e Ni -
AISI 314 oxidação.
AISI 330
- C AISI 304L Redução da sensitização.
S - AISI 303 Melhor usinabilidade.
AISI 304
Se - AISI 303 Se Menor resistência a corrosão.
Redução da corrosão por
Mo - AISI 317
AISI 316 pitting.
- C AISI 316L Redução da sensitização.
AISI 317 - C AISI 317C Redução da sensitização.

9.2. FORMAS DE APRESENTAÇÃO DE DIVERSOS TIPOS DE AÇO

QUALIDADE LIMITES DE TEMP. (°C)


APRESENTAÇÃO NORMA
COMP. QUÍMICA B31.1 B31.3 PRÁTICO
ESTRUTURAL TUBOS COM COSTURA
ASTM A120 200 100 100
NÃO DEFINIDA TUBOS SEM COSTURA
TUBOS C/ OU S/ COST. ASTM A53/A
BAIXO CARBONO
TUBOS C/ OU S/ COST. API 5L/A 430 590 400
C ≤ 0,22% e Mn ≤ 0,9%
ACESSÓRIOS ASTM A234/WPA
BAIXO CARB. ACALM.
TUBOS SEM COSTURA ASTM A106/A 430 590 400
C ≤ 0,25% e Si > 0,1%
TUBOS C/ OU S/ COST. ASTM A53/B
MÉDIO CARBONO TUBOS C/ OU S/ COST. API 5L/B
430 590 400
C ≤ 0,30% e Mn ≤ 1,2% ACESSÓRIOS ASTM A234/WPB
FORJADOS ASTM A181
TUBOS SEM COSTURA ASTM A106/B
MÉDIO CARB. ACALM.
ACESSÓRIOS ASTM A234/WPB
C ≤ 0,32%, Mn ≤ 1,2% 480 590 450
FORJADOS ASTM A105
e Si > 0,1%
FUNDIDOS ASTM A216/WCB
TUBOS SEM COSTURA ASTM A335/P12
AÇO LIGADO
ACESSÓRIOS ASTM A234/WP12 590 650 520
Cr = 1% e Mo = 0,5%
FORJADOS ASTM A182/F12
TUBOS C/ OU S/ COST. ASTM A312/TP304
INOX TIPO 304
ACESSÓRIOS ASTM A403/WP304
Cr = 18% e Ni = 8% 650 815 600
FORJADOS ASTM A182/F304
C ≤ 0,08%
FUNDIDOS ASTM A351/CF8
TUBOS C/ OU S/ COST. ASTM A312/TP304L
INOX TIPO 304L
ACESSÓRIOS ASTM A403/WP304L
Cr = 18% e Ni = 8% 430 815 400
FORJADOS ASTM A182/F304L
C ≤ 0,03%
FUNDIDOS ASTM A351/CF3
TUBOS C/ OU S/ COST. ASTM A312/TP316
INOX TIPO 316
ACESSÓRIOS ASTM A403/WP316
Cr = 18%, Ni = 12%, 650 815 600
FORJADOS ASTM A182/F316
C ≤ 0,08% e Mo ≥ 2%
FUNDIDOS ASTM A351/CF8M
TUBOS C/ OU S/ COST. ASTM A312/TP316
INOX TIPO 316L
ACESSÓRIOS ASTM A403/WP316
Cr = 18%, Ni = 12%, 455 815 400
FORJADOS ASTM A182/F316
C ≤ 0,03% e Mo ≥ 2%
FUNDIDOS ASTM A351/CF8M

38
9.3. PROPRIEDADES DOS AÇOS-LIGA EM FUNÇÃO DA COMPOSIÇÃO QUÍMICA E SUAS APLICAÇÕES INDUSTRIAIS
TIPO DO % DE CARACTERÍSTICAS
APLICAÇÕES INDUSTRIAIS
AÇO-LIGA ADIÇÃO DOS AÇOS
§ Boa resistência à ruptura e ao choque, quando temperados ou
1 a 10% de Ni Peças de automóveis; peças de máquinas; ferramentas.
revenidos.
§ Boa resistência à tração; Blindagem de navios; eixos – hastes de freios; projéteis;
10 a 20% de Ni
AÇOS NÍQUEL § Muito duros: temperáveis em jato de ar. válvulas de motores térmicos.
§ Inoxidáveis;
20 a 50 % de Ni § Resistente ao choque mecânico; Resistências elétricas; Cutelaria; Instrumentos de medida.
§ Resistente elétrico.
§ Boa resistência à ruptura;
Esferas e rolos de rolamentos; Ferramentas; Projéteis –
Até 6% de Cr § Duro;
blindagens.
AÇOS CROMO § Não resistente ao choque mecânico.
11 a 17% de Cr § Inoxidáveis; Aparelhos e instrumentos de medida; Cutelaria.
20 a 30% de Cr § Resistente à oxidação, mesmo a altas temperaturas Válvulas de motores a explosão; Fieiras; matrizes.
0,5 a 1,5% de Cr § Grande resistência Virabrequins Engrenagens; Eixos; Peças de motores de
1,5 a 5% de Ni § Elevada dureza: muita resistência aos choques, torção e flexão. grande velocidade; Bielas.
AÇOS CROMO E
§ Inoxidáveis;
NÍQUEL 8 a 25% de Cr Portas de fornos; Retortas; Tubulações de águas salinas e
§ Resistentes à ação do calor;
18 a 25% de Ni gases; Eixos de bombas; Válvulas; Turbinas.
§ Resistentes à corrosão de elementos químicos.
Mandíbulas de britadores; Eixos de carros e vagões;
AÇOS § Extrema dureza;
7 a 20% de Mn Agulhas, cruzamentos e curvas de trilhos; Peças de
MANGANÊS § Grande resistência aos choques e ao desgaste.
dragas.
§ Resistência à ruptura;
Molas; Chapas de induzidos de máquinas elétricas;
AÇOS-SILÍCIO 1 a 3% de Si § Elevado limite de elasticidade;
Núcleos de bobinas elétricas.
§ Propriedade de anular o magnetismo.
AÇOS SILÍCIO 1% de Si § Grande resistência à ruptura;
Molas diversas; Molas de automóveis e de vagões.
MANGANÊS 1% de Mn § Elevado limite de elasticidade.
§ Dureza: resistência a ruptura, resistência ao calor da abrasão
AÇOS Ferramentas de corte para altas velocidades; Matrizes;
1 a 9% de W (fricção);
TUNGSTÊNIO Fabricação de ímãs.
§ Propriedades magnéticas.
AÇOS § Dureza: resistência a ruptura, resistência ao calor da abrasão Não é comum o aço-molibdênio simples. O molibdênio se
-
MOLIBDÊNIO (fricção); associa a outros elementos.
§ Dureza: resistência a ruptura, alta resistência à abrasão (fricção); Não é usual o aço-vanádio simples. O vanádio se associa
AÇOS VANÁDIO -
§ Propriedades magnéticas. a outros elementos.
Ímãs permanentes; Chapas de induzidos; Não é usual o
AÇOS COBALTO - § Excepcional dureza em virtude da formação de carboneto;
aço-cobalto simples.
8 a 20% de W § Resistência de corte, mesmo com a ferramenta aquecida ao rubro,
Ferramentas de corte, de todos os tipos, para altas
1 a 5% de V pela alta velocidade;
AÇOS RÁPIDOS velocidades; Cilindros de laminadores; Matrizes; Fieiras;
até 8% de Mo § A ferramenta de aço rápido que inclui cobalto, consegue usinar até
Punções.
3 a 4 % de Cr o aço-manganês, de grande dureza.
Camisas de cilindro removíveis, de motores a combustão
AÇOS ALUMÍNIO 0,85 a 1,20% de Al § Possibilita grande dureza superficial por tratamento de nitretação
interna; Virabrequins; Eixos; Calibres de medidas de
CROMO 0,9 a 1,80% de Cr (Termo-químico).
dimensões fixas.

39
9.4. TABELAS DE DIMENSÕES DE TUBOS CONFORME ABNT NBR 5580

Dimensões dos tubos de aço, de classe pesada (P), com e sem costura (similar DIN 2441)

Massa
Diâmetro Diâmetro Externo Espessura da
Diâmetro Nominal Teórica do
Externo D (mm) Parede
Tubo Preto
(mm) e (mm)
(kg/m)
(mm) (pol.) máximo mínimo
10,2 6 1/8 10,6 9,8 2,65 0,49
13,5 8 ¼ 14,0 13,2 3,00 0,77
17,2 10 3/8 17,5 16,7 3,00 1,05
21,3 15 ½ 21,8 21,0 3,00 1,35
26,9 20 ¾ 27,3 26,5 3,00 1,76
33,7 25 1 34,2 33,3 3,75 2,77
42,4 32 1.¼ 42,9 42,0 3,75 3,57
48,3 40 1.½ 48,8 47,9 3,75 4,12
60,3 50 2 60,8 59,7 4,50 6,19
76,1 65 2.½ 76,6 75,3 4,50 7,95
88,9 80 3 89,5 88,0 4,50 9,37
101,6 90 3.½ 102,1 100,4 5,00 11,91
114,3 100 4 115,0 113,1 5,60 15,01
139,7 125 5 140,8 138,5 5,60 18,52
165,1 150 6 166,5 163,9 5,60 22,03
Dimensões dos tubos de aço, de classe média (M), com e sem costura (similar DIN 2440)

Diâmetro Diâmetro Externo Espessura da Massa Teórica


Diâmetro Nominal
Externo D (mm) Parede do Tubo Preto
(mm) e (mm) (kg/m)
(mm) (pol.) máximo mínimo
10,2 6 1/8 10,6 9,8 2,00 0,40
13,5 8 ¼ 14,0 13,2 2,25 0,62
17,2 10 3/8 17,5 16,7 2,25 0,83
21,3 15 ½ 21,8 21,0 2,65 1,21
26,9 20 ¾ 27,3 26,5 2,65 1,59
33,7 25 1 34,2 33,3 3,35 2,27
42,4 32 1.¼ 42,9 42,0 3,35 2,92
48,3 40 1.½ 48,8 47,9 3,35 3,71
60,3 50 2 60,8 59,7 3,75 4,71
76,1 65 2.½ 76,6 75,3 3,75 6,69
88,9 80 3 89,5 88,0 4,05 7,87
101,6 90 3.½ 102,1 100,4 4,25 10,20
114,3 100 4 115,0 113,1 4,50 12,18
139,7 125 5 140,8 138,5 5,00 16,61
165,1 150 6 166,5 163,9 5,30 20,89
Dimensões dos tubos de aço, de classe leve (L), com e sem costura

Diâmetro Diâmetro Externo Espessura da Massa Teórica


Diâmetro Nominal
Externo D (mm) Parede do Tubo Preto
(mm) e (mm) (kg/m)
(mm) (pol.) máximo mínimo
10,2 6 1/8 10,4 9,7 1,80 0,37
13,5 8 ¼ 13,9 13,2 2,00 0,56
17,2 10 3/8 17,4 16,7 2,00 0,75
21,3 15 ½ 21,7 21,0 2,25 1,05
26,9 20 ¾ 27,1 26,4 2,25 1,36
33,7 25 1 34,0 33,2 2,65 2,03
42,4 32 1.¼ 42,7 41,9 2,65 2,63
48,3 40 1.½ 48,6 47,8 3,00 3,35
60,3 50 2 60,7 59,6 3,00 4,24
76,1 65 2.½ 76,3 75,2 3,35 6,01
88,9 80 3 89,4 87,9 3,35 7,07
101,6 90 3.½ 101,8 100,3 3,35 9,05
114,3 100 4 114,9 113,0 3,75 10,22

40
9.5. TABELAS DE DIMENSÕES DE TUBOS CONFORME ABNT NBR 5590

Tubos de classe normal ABNT NBR 5590 (similar ASTM A 53)


Diâmetro Nominal Espessura da Parede (e) Massa por Metro
Diâmetro
Série Com Sem Com Sem
Externo Classe
(mm) (pol.) (Schedule) costura costura costura costura
D (mm)
(mm) (mm) kg/m kg/m
6 1/8 10,29 N 40 1,70 1,72 0,36 0,36
8 ¼ 13,72 N 40 2,25 2,24 0,63 0,63
10 3/8 17,25 N 40 2,36 2,31 0,86 0,85
15 ½ 21,34 N 40 2,80 2,77 1,28 1,27
20 ¾ 26,67 N 40 2,80 2,87 1,65 1,68
25 1 33,40 N 40 3,35 3,38 2,48 2,50
32 1.¼ 42,16 N 40 3,55 3,56 3,38 3,39
40 1.½ 48,26 N 40 3,75 3,68 4,12 4,05
50 2 60,32 N 40 4,00 3,91 5,56 5,44
65 2.½ 73,03 N 40 5,30 5,16 8,85 8,64
80 3 88,90 N 40 5,60 5,49 11,50 11,29
90 3.½ 101,60 N 40 5,60 5,74 13,26 13,57
100 4 114,30 N 40 6,00 6,02 16,02 16,07
125 5 141,30 N 40 6,70 6,55 22,24 21,77
150 6 168,28 N 40 7,10 7,11 28,22 28,26

Tubos de classe reforçada ABNT NBR 5590 (similar ASTM A 53)


Diâmetro Nominal Espessura da Parede (e) Massa por Metro
Diâmetro
Série Com Sem Com Sem
Externo Classe
(mm) (pol.) (Schedule) costura costura costura costura
D (mm)
(mm) (mm) kg/m kg/m
6 1/8 10,29 R 80 2,36 2,41 0,46 0,47
8 ¼ 13,72 R 80 3,00 3,02 0,79 0,80
10 3/8 17,25 R 80 3,15 3,20 0,79 1,10
15 ½ 21,34 R 80 3,75 3,73 1,63 1,62
20 ¾ 26,67 R 80 4,00 3,91 2,24 2,19
25 1 33,40 R 80 4,50 4,55 3,21 3,24
32 1.¼ 42,16 R 80 5,00 4,85 4,58 4,46
40 1.½ 48,26 R 80 5,00 5,08 5,33 5,41
50 2 60,32 R 80 5,60 5,54 7,56 7,48
65 2.½ 73,03 R 80 7,10 7,01 11,54 11,41
80 3 88,90 R 80 7,50 7,62 15,24 15,46
90 3.½ 101,60 R 80 8,00 8,08 18,47 18,63
100 4 114,30 R 80 8,50 8,56 22,18 22,32
125 5 141,30 R 80 9,50 9,53 30,88 30,97
150 6 168,28 R 80 11,20 10,97 43,38 42,56

Tubos de classe duplamente reforçada ABNT NBR 5590 (similar ASTM A 53)
Diâmetro Nominal Espessura da Parede (e) Massa por Metro
Diâmetro
Série Com Sem Com Sem
Externo Classe
(mm) (pol.) (Schedule) costura costura costura costura
D (mm)
(mm) (mm) kg/m kg/m
15 ½ 21,34 DR - 7,50 7,47 2,56 2,55
20 ¾ 26,67 DR - 8,00 7,82 3,68 3,64
25 1 33,40 DR - 9,00 9,09 5,42 5,45
32 1.¼ 42,16 DR - 9,50 9,70 7,65 7,76
40 1.½ 48,26 DR - 10,00 10,16 9,43 9,55
50 2 60,32 DR - 11,20 11,07 13,57 13,44
65 2.½ 73,03 DR - 14,00 14,02 20,38 20,41
80 3 88,90 DR - 15,00 15,24 27,34 27,68
100 4 114,30 DR - 17,00 17,12 40,79 41,03
125 5 141,30 DR - 19,00 19,05 57,30 57,43
150 6 168,28 DR - 22,40 21,95 80,58 79,21

41
9.6. NORMA ASME/ANSI B 36.10 – AÇO CARBONO E AÇO LIGA

Diâmetro Espessura da
Diâmetro Nominal Massa Identificação
Externo Parede
(kg/m) (Schedule)
(mm) (mm)
(mm) (pol.)
6 1/8 10,3 1,7 0,357 40
2,4 0,461 80

8 ¼ 13,7 2,2 0,625 40


3,0 0,804 80

10 3/8 17,1 2,3 0,848 40


3,2 1,10 80

15 ½ 21,3 2,8 1,26 40


3,7 1,62 80
4,8 1,95 160
7,5 2,54

20 ¾ 26,7 2,9 1,68 40


3,9 2,19 80
5,6 2,89 160
7,8 3,63

25 1 33,4 3,4 2,50 40


4,5 3,23 80
6,4 4,23 160
9,1 5,45

32 1. ¼ 42,2 3,6 3,38 40


4,8 4,46 80
6,4 5,60 160
9,7 7,75

40 1. ½ 48,3 3,7 4,05 40


5,1 5,40 80
7,1 7,23 160
10,2 9,54

50 2 60,3 3,9 5,43 40


5,5 7,47 80
8,7 11,1 160
11,1 13,4

65 2. ½ 73,0 5,2 8,62 40


7,0 11,4 80
9,5 14,9 160
14,0 20,4

80 3 88,9 3,2 6,71


4,0 8,30
4,8 9,87
5,5 11,3 40
6,4 12,9
7,1 14,4
7,6 15,3 80
11,1 21,3 160
15,2 27,7

90 3. ½ 101,6 3,2 7,69


4,0 9,54
4,8 11,4
5,7 13,6 40
6,4 14,9
7,1 16,6
8,1 18,6 80

100 4 114,3 3,2 8,69


4,0 10,8
4,8 12,9
5,6 14,9
6,0 16,1 40

42
Diâmetro Espessura da
Diâmetro Nominal Massa Identificação
Externo Parede
(kg/m) (Schedule)
(mm) (mm)
(mm) (pol.)
100 4 114,3 6,4 16,9
7,1 18,9
7,9 20,8
8,6 22,3 80
11,1 28,2 120
13,5 33,5 160
17,1 41,0

125 5 141,3 4,0 13,4


4,8 16,0
5,6 18,6
6,6 21,8 40
7,1 23,6
7,9 26,1
8,7 28,5
9,5 30,9 80
12,7 40,2 120
15,9 49,0 160
19,0 57,4

150 6 168,3 4,8 19,2


5,6 22,3
6,4 25,3
7,1 28,2 40
7,9 31,4
8,7 34,3
9,5 37,2
11,0 42,5 80
14,3 54,2 120
18,3 67,5 160
21,9 79,1

200 8 219,1 4,8 25,1


5,2 27,2
5,6 29,2
6,4 33,3 20
7,0 36,8 30
7,9 41,3
8,2 42,5 40
8,7 45,2
9,5 49,2
10,3 53,1
11,1 56,9
12,7 64,6 80
15,1 75,8 100
18,3 90,3 120
20,6 101 140
22,2 103
23,0 111 160

250 10 273,0 4,8 31,5


5,2 34,0
5,6 36,6
6,4 41,7 20
7,1 46,4
7,8 51,0 30
8,7 56,8
9,3 60,2 40
11,1 71,7
12,7 81,5 60
15,1 95,8 80
18,3 115 100
21,4 133 120
25,4 155 140
28,6 172 160

300 12 323,8 5,2 40,5


5,6 43,6

43
Diâmetro Espessura da
Diâmetro Nominal Massa Identificação
Externo Parede
(kg/m) (Schedule)
(mm) (mm)
(mm) (pol.)
300 12 323,8 6,4 49,7 20
7,1 55,7
7,9 61,8
8,4 65,1 30
8,7 67,8
9,5 73,8
10,3 79,7 40
11,1 85,6
12,7 97,4
14,3 109 60
17,5 132 80
21,4 160 100
25,4 187 120
28,6 208 140
33,3 239 160

350 14 355,6 5,3 46,0


5,6 47,9
6,4 54,6
7,1 61,3
7,9 68,0
8,7 74,6
9,5 81,2 30
11,1 94,3 40
11,9 101
12,7 107
15,1 127 60
19,0 158 80
23,8 195 100
27,8 224 120
31,8 253 140
35,7 281 160
50,8 381
54,0 401
55,9 413
63,5 457

400 16 406,4 5,6 54,9


6,4 62,6 10
7,1 70,3
7,9 77,9 20
8,7 85,5
9,5 93,1 30
11,1 108
11,9 116
12,7 123 40
16,7 160 60
21,4 203 80
26,2 245 100
31,0 286 120
36,5 333 140
40,5 365 160

450 18 457,2 6,4 70,5 10


7,1 79,2
7,9 87,8 20
8,7 96,5
9,5 105
10,3 114
11,1 122 30
11,9 131
12,7 139
14,3 156 40
19,0 206 60
23,8 254 80
29,4 310 100

44
Diâmetro Espessura da
Diâmetro Nominal Massa Identificação
Externo Parede
(kg/m) (Schedule)
(mm) (mm)
(mm) (pol.)
450 18 457,2 34,9 363 120
39,7 408 140
45,2 459 160

500 20 508,0 6,4 78,5 10


7,1 88,1
7,9 97,8
8,7 107
9,5 117 20
10,3 127
11,1 136
11,9 146
12,7 155 30
15,1 183 40
20,6 248 60
26,3 311 80
32,5 381 100
38,1 441 120
44,4 508 140
50,0 564 160

550 22 558,8 6,4 86,4 10


7,1 97,1
7,9 108
8,7 118
9,5 129 20
10,3 139
11,1 150
11,9 160
12,7 171 30
15,9 212
22,2 294 60
28,6 373 80
34,9 451 100
41,3 526 120
47,6 600 140
54,0 671 160

600 24 609,6 6,4 94,4 10


7,1 106
7,9 118
8,7 129
9,5 141 20
10,3 152
11,1 164
11,9 175
12,7 187
14,3 210 30
17,5 255 40
24,6 355 60
31,0 441 80
38,9 547 100
46,0 639 120
52,4 719 140
59,5 807 160

650 26 660,4 6,4 102


7,1 115
7,9 128 10
8,7 140
9,5 153
10,3 165
11,1 178
11,9 190
12,7 203 20
14,3 227

45
Diâmetro Espessura da
Diâmetro Nominal Massa Identificação
Externo Parede
(kg/m) (Schedule)
(mm) (mm)
(mm) (pol.)
700 28 711,2 6,4 110
7,1 124
7,9 138 10
8,7 151
9,5 165
10,3 178
11,1 192
11,9 205
12,7 219 20
15,9 272 30

750 30 762 6,4 118


7,1 133
7,9 147 10
8,7 162
9,5 177
10,3 191
11,1 206
11,9 220
12,7 234 20
15,9 292 30

800 32 812,8 6,4 126


7,1 142
7,9 157 10
8,7 173
9,5 188
10,3 204
11,1 219
11,9 235
12,7 250 20
15,9 312 30
17,5 342 40

850 34 863,6 6,4 134


7,1 151
7,9 167 10
8,7 184
9,5 200
10,3 217
11,1 233
11,9 250
12,7 266 20
15,9 332 30
17,5 364 40

900 36 914,4 6,4 142


7,1 160
7,9 177 10
8,7 195
9,5 212
10,3 230
11,1 247
11,9 265
12,7 282 20
14,3 317
15,9 351 30
19,0 420 40

46
9.7. NORMA ASME/ANSI B 36.19 – AÇO INOX

Diâmetro Espessura da
Diâmetro Nominal Massa Identificação
Externo Parede
(kg/m) (Schedule)
(mm) (mm)
(mm) (pol.)
15 ½ 21,3 1,65 0,816 5S
2,11 1,020 10S
2,77 1,270 40S
3,73 1,620 80S

20 ¾ 26,7 1,65 1,030 5S


2,11 1,300 10S
2,87 1,680 40S
3,91 2,190 80S

25 1 33,4 1,65 1,316 5S


2,77 2,132 10S
3,38 2,500 40S
4,55 3,230 80S

32 1. ¼ 42,2 1,65 1,670 5S


2,77 2,730 10S
3,56 3,380 40S
4,85 4,460 80S

40 1. ½ 48,3 1,65 1,930 5S


2,77 3,160 10S
3,68 4,040 40S
5,08 5,400 80S

50 2 60,3 1,65 2,423 5S


2,77 4,005 10S
3,91 5,440 40S
5,54 7,470 80S

65 2. ½ 73,0 2,11 3,750 5S


3,05 5,330 10S
5,16 8,620 40S
7,01 11,400 80S

80 3 88,9 2,11 4,580 5S


3,05 6,440 10S
5,49 11,280 40S
7,62 15,250 80S

100 4 114,3 2,11 5,84 5S


3,05 8,350 10S
6,02 16,060 40S
8,56 22,290 80S

125 5 141,3 2,77 5S


3,40 10S
6,55 40S

150 6 168,3 2,77 11,320 5S


3,40 13,820 10S
7,11 28,230 40S
10,97 42,510 80S

200 8 219,1 2,77 14,790 5S


3,76 19,930 10S
8,18 42,480 40S
12,7 64,560 80S

250 10 273,1 3,40 22,540 5S


4,19 27,830 10S
6,50 42,700 20S
9,27 60,230 40S
12,70 81,450 80S

300 12 323,9 3,96 31,690 5S

47
Diâmetro Espessura da
Diâmetro Nominal Massa Identificação
Externo Parede
(kg/m) (Schedule)
(mm) (mm)
(mm) (pol.)
300 12 323,9 4,57 36,000 10S
6,50 50,900 20S
9,53 73,740 40S
12,70 97,340 80S

350 14 355,6 3,96 34,400 5S


4,78 41,300 10S

400 16 406,4 4,19 41,500 5S


4,78 47,300 10S

48
9.8. DIMENSÕES E PESOS PARA TUBOS DE AÇO INOX COM E SEM COSTURA – PADRÃO OD

Diâmetro Diâmetro Espessura Diâmetro Diâmetro Espessura Diâmetro Diâmetro Espessura


Massa Massa Massa
Externo Externo da Parede Externo Externo da Parede Externo Externo da Parede
(kg/m) (kg/m) (kg/m)
(pol.) (mm) (mm) (pol.) (mm) (mm) (pol.) (mm) (mm)
- 6,00 1,00 0,125 7/8 22,22 1,00 0,531 3 76,20 1,20 2,253
¼ 6,35 0,89 0,122 7/8 22,22 1,50 0,778 3 76,20 1,50 2,805
¼ 6,35 1,00 0,134 7/8 22,22 2,00 1,012 3 76,20 2,00 3,714
¼ 6,35 1,24 0,159 1 25,40 1,00 0,611 3 76,20 3,00 5,584
- 8,00 0,50 0,094 1 25,40 1,20 0,727 3. ½ 88,90 1,50 3,281
- 8,00 1,00 0,175 1 25,40 1,50 0,897 3. ½ 88,90 2,00 4,350
3/8 9,53 0,89 0,192 1 25,40 2,00 1,171 3. ½ 88,90 3,00 6,554
3/8 9,53 1,00 0,214 1. ¼ 31,75 1,00 0,770 4 101,60 1,50 3,758
3/8 9,53 1,20 0,250 1. ¼ 31,75 1,20 0,918 4 101,60 2,00 4,986
3/8 9,53 1,50 0,301 1. ¼ 31,75 1,50 1,136 4 101,60 3,00 7,523
- 10,00 0,50 0,119 1. ¼ 31,75 2,00 1,489 5 127,00 2,00 6,258
- 10,00 1,00 0,225 1. ½ 38,10 1,00 0,929 5 127,00 3,00 9,311
- 12,00 1,00 0,275 1. ½ 38,10 1,20 1,108 5 127,00 3,50 10,819
- 12,00 1,20 0,324 1. ½ 38,10 1,50 1,374 6 152,40 2,00 7,529
½ 12,70 0,89 0,263 1. ½ 38,10 2,00 1,807 6 152,40 3,00 11,218
½ 12,70 1,00 0,293 1. ½ 38,10 3,00 2,676 6 152,40 3,50 13,044
½ 12,70 1,20 0,345 2 50,80 1,20 1,490 6 152,40 4,00 14,858
½ 12,70 1,50 0,421 2 50,80 1,50 1,851 8 203,20 2,00 10,072
5/8 15,87 1,00 0,372 2 50,80 2,00 2,443 8 203,20 3,00 15,033
5/8 15,87 1,50 0,540 2 50,80 3,00 3,645 8 203,20 4,00 19,944
¾ 19,05 1,00 0,452 2. ½ 63,50 1,00 1,564 8 203,20 5,00 24,805
¾ 19,05 1,20 0,536 2. ½ 63,50 1,20 1,871 10 254,00 3,00 18,848
¾ 19,05 1,50 0,659 2. ½ 63,50 1,50 2,328 10 254,00 4,00 25,030
¾ 19,05 1,65 0,719 2. ½ 63,50 2,00 3,079 10 254,00 4,50 28,102
¾ 19,05 2,00 0,854 2. ½ 63,50 3,00 4,615 10 254,00 6,35 39,362

49
9.9. COMPOSIÇÃO QUÍMICA PARA TUBOS DE AÇO INOX COM E SEM COSTURA (Valores Máximos – em %)

Materiais C% Cr% Ni% Si% S% P% Mn% Mo% Cu% Fe% Padrão UNS
TP 304 0,08 20,00 11,00 0,75 0,03 0,04 2,00 - - saldo S30400
TP 304H 0,10 20,00 11,00 0,75 0,03 0,04 2,00 - - saldo S30409
TP 304L 0,035 20,00 13,00 0,75 0,03 0,04 2,00 - - saldo S30403
TP 310S 0,08 26,00 22,00 0,75 0,03 0,045 2,00 0,75 - saldo S31008
TP 310H 0,10 26,00 22,00 0,75 0,03 0,04 2,00 - - saldo S31009
TP 316 0,08 18,00 14,00 0,75 0,03 0,04 2,00 3,00 - saldo S31600
TP 316L 0,035 18,00 15,00 0,75 0,03 0,04 2,00 3,00 - saldo S31603
TP 316Ti 0,08 17,00 13,00 0,75 0,03 0,03 2,00 2,20 - saldo S31635
TP 317 0,08 20,00 14,00 0,75 0,03 0,04 2,00 4,00 - saldo S31700
TP 317L 0,035 20,00 15,00 0,75 0,03 0,04 2,00 4,00 - saldo S31703
TP 321 0,08 20,00 13,00 0,75 0,03 0,04 2,00 - - saldo S32100
TP 321H 0,10 20,00 13,00 0,75 0,03 0,04 2,00 - - saldo S32109
TP 347 0,08 20,00 13,00 0,75 0,03 0,04 2,00 - - saldo S34700
TP 446 0,20 25,00 - 1,00 0,03 0,04 1,50 - - - S44600
TP 904L 0,02 23,00 28,00 1,00 0,035 0,045 2,00 5,00 2,00 - N08904
Duplex 2205 0,03 23,00 6,50 1,00 0,02 0,03 2,00 3,50 - - S31803
Duplex 2304 0,03 24,50 5,50 1,00 0,04 0,04 2,50 0,60 0,05 - S32304
Duplex 2507 0,03 26,00 8,00 0,80 0,02 0,035 1,20 5,00 0,50 - S32750
Tipos de Aço Inoxidável comercializados

50
9.10. TENSÃO ADMISSÍVEL PARA AÇOS DE TUBOS DE AÇO CARBONO

TUBULAÇÃO EM CENTRAIS DE VAPOR


TUBOS SEM COSTURA
2
TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm ) - DE ACORDO COM A NORMA ASME / ANSI B31.1
TEMPERATURA (°C)
NORMA Gr
AMB. 100 150 200 250 300 350 400 430
ASTM A53 A 840 840 840 840 840 840 840 750 630
ASTM A106 A 840 840 840 840 840 840 840 750 630
API 5L A 840 840 840 840 840 840 840 750 630
ASTM A53 B 1050 1050 1050 1050 1050 1050 1050 910 760
ASTM A106 B 1050 1050 1050 1050 1050 1050 1050 910 760
API 5L B 1050 1050 1050 1050 1050 1050 1050 910 760
ASTM A120 - 750 745 720 690 - - - - -

TUBULAÇÃO EM CENTRAIS DE VAPOR


TUBOS COM COSTURA – SOLDA POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA
2
TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm ) - DE ACORDO COM A NORMA ASME / ANSI B31.1
TEMPERATURA (°C)
NORMA Gr
AMB 100 150 200 250 300 350 400 430
ASTM A53 A 720 720 720 720 720 720 720 640 530
API 5L A 720 720 720 720 720 720 720 640 530
ASTM A53 B 890 890 890 890 890 890 890 770 650
API 5L B 890 890 890 890 890 890 890 770 650

TUBULAÇÃO REFINARIAS E INSTALAÇÕES DE PETRÓLEO


TUBOS SEM COSTURA
2
TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm ) - DE ACORDO COM A NORMA ASME / ANSI B31.3
TEMPERATURA (°C)
NORMA Gr
AMB 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600
ASTM A53 A 1125 1075 1020 970 920 870 850 750 550 310 150 70
ASTM A106 A 1125 1125 1125 1125 1125 1050 1020 750 550 310 150 70
API 5L A 1125 1075 1020 970 920 870 850 750 550 310 150 70
ASTM A53 B 1400 1340 1275 1210 1150 1100 1060 910 610 310 150 70
ASTM A106 B 1400 1400 1400 1400 1330 1220 1200 910 610 310 150 70
API 5L B 1400 1340 1275 1210 1150 1100 1060 910 610 310 150 70
ASTM A120 - 840 800 - - - - - - - - - -

TUBULAÇÃO REFINARIAS E INSTALAÇÕES DE PETRÓLEO


TUBOS COM COSTURA – SOLDA POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA
2
TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm ) - DE ACORDO COM A NORMA ASME / ANSI B31.3
TEMPERATURA (°C)
NORMA Gr
AMB 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600
ASTM A53 A 950 920 865 820 775 730 720 640 470 260 90 60
API 5L A 950 920 865 820 775 730 720 640 470 260 90 60
ASTM A135 A 950 920 865 820 775 730 720 640 470 260 90 60
ASTM A120 - 720 680 - - - - - - - - - -
ASTM A53 B 1200 1135 1080 1080 970 920 900 770 515 260 90 60
API 5L B 1200 1135 1080 1080 970 920 900 770 515 260 90 60
ASTM A135 B 1200 1135 1080 1080 970 920 900 770 515 260 90 60

51
9.11. TENSÃO ADMISSÍVEL PARA TUBOS DE AÇO INOX

TUBULAÇÃO EM CENTRAIS DE VAPOR


TUBOS SEM COSTURA
2
TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm ) - DE ACORDO COM A NORMA ASME / ANSI B31.1
TEMPERATURA (°C)
NORMA GRAU
AMB. 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800
ASTM A312 TP304 1300 1090 985 910 840 810 785 760 725 700 670 615 420 - - -
ASTM A312 TP304H 1300 1090 985 910 840 810 785 760 725 700 670 615 420 - - -
ASTM A312 TP304L 1100 930 835 770 710 690 670 650 620 - - - - - - -
ASTM A312 TP310 1315 1200 1150 1110 1100 1080 1065 1055 1025 880 610 350 175 - - -
ASTM A312 TP316 1315 1130 1025 940 880 840 805 780 770 755 740 725 520 - - -
ASTM A312 TP316L 1100 930 830 760 710 680 645 620 600 - - - - - - -
ASTM A312 TP321 1315 1120 990 910 850 800 780 760 745 740 690 480 250 - - -
ASTM A312 TP347 1315 1205 1125 1060 990 950 930 900 890 880 850 640 310 - - -
ASTM A268 TP405 1055 1010 970 940 910 880 860 - - - - - - - - -
ASTM A268 TP410 1055 1010 970 940 910 880 860 815 730 630 380 200 70 - - -
ASTM A268 TP430 1055 1010 970 940 910 880 860 - - - - - - - - -
ASTM A268 TP446 1230 1170 1130 1100 1060 1025 1000 - - - - - - - - -

TUBULAÇÃO EM CENTRAIS DE VAPOR


TUBOS COM COSTURA
2
TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm ) - DE ACORDO COM A NORMA ASME / ANSI B31.1
TEMPERATURA (°C)
NORMA GRAU
AMB. 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800
ASTM A312 TP304 1120 940 840 775 730 690 670 650 620 595 570 530 360 - - -
ASTM A312 TP304H 1120 940 840 775 730 690 670 650 620 595 570 530 360 - - -
ASTM A312 TP304L 935 795 710 660 620 580 570 550 - - - - - - - -
ASTM A312 TP310 1120 1010 940 890 850 800 775 745 715 690 500 300 150 - - -
ASTM A312 TP316 1120 970 870 800 755 715 700 670 650 645 630 615 440 - - -
ASTM A312 TP316H 1120 970 870 800 755 715 700 670 650 645 630 615 440 - - -
ASTM A312 TP316L 935 790 700 650 600 580 550 520 500 - - - - - - -
ASTM A312 TP321 1120 950 850 770 700 670 660 650 630 625 550 410 210 - - -
ASTM A312 TP347 1120 1030 960 900 850 820 790 775 760 750 720 550 260 - - -

52
TUBULAÇÃO REFINARIAS E INSTALAÇÕES DE PETRÓLEO
TUBOS SEM COSTURA
2
TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm ) - DE ACORDO COM A NORMA ASME / ANSI B31.3
TEMPERATURA (°C)
NORMA GRAU
AMB. 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800
ASTM A312 TP304 1400 1400 1400 1300 1230 1150 1130 1090 1050 1000 900 680 425 260 160 100
ASTM A312 TP304H 1400 1400 1400 1300 1230 1150 1130 1090 1050 1000 900 680 425 260 160 100
ASTM A312 TP304L 1170 1170 1170 1100 1030 990 960 930 900 700 500 350 175 50 25 15
ASTM A312 TP310 1400 1400 1400 1400 1400 1360 1320 1270 1030 880 590 350 175 50 25 15
ASTM A312 TP316 1400 1400 1400 1350 1250 1180 1170 1130 1100 1080 1050 870 520 290 160 90
ASTM A312 TP316L 1160 1160 1160 1090 1020 960 930 890 850 820 770 720 450 250 140 80
ASTM A312 TP321 1400 1400 1400 1310 1220 1170 1130 1100 1080 1070 970 480 250 120 60 25
ASTM A312 TP347 1400 1400 1400 1400 1400 1350 1330 1300 1080 1050 900 640 310 160 90 60
ASTM A268 TP405 1400 1350 1290 1250 1220 1190 1170 820 730 600 270 - - - - -
ASTM A268 TP410 1400 1350 1290 1250 1230 1190 1170 820 730 600 300 210 70 - - -
ASTM A268 TP430 1400 1350 1290 1250 1230 1190 1170 820 730 600 300 230 125 - - -
ASTM A268 TP446 1650 1640 1500 1430 1370 1300 1270 1190 1070 490 330 - - - - -

TUBULAÇÃO REFINARIAS E INSTALAÇÕES DE PETRÓLEO


TUBOS COM COSTURA
2
TENSÃO ADMISSÍVEL (kgf/cm ) - DE ACORDO COM A NORMA ASME / ANSI B31.3
TEMPERATURA (°C)
NORMA GRAU
AMB. 100 150 200 250 300 350 400 450 500 550 600 650 700 750 800
ASTM A312 TP304 1200 1200 1200 1120 1050 1000 975 925 900 860 700 600 360 220 130 100
ASTM A312 TP304H 1200 1200 1200 1120 1050 1000 975 925 900 860 700 600 360 220 130 100
ASTM A312 TP304L 1000 1000 1000 950 870 830 820 790 760 650 420 300 190 130 70 55
ASTM A312 TP310 1200 1200 1200 1200 1200 1180 1100 1075 870 770 480 300 150 50 20 15
ASTM A312 TP316 1200 1200 1200 1150 1080 1030 1000 960 940 930 900 690 440 250 100 75
ASTM A312 TP316H 1200 1200 1200 1150 1080 1030 1000 960 940 930 900 690 440 250 100 75
ASTM A312 TP316L 1000 1000 1000 1000 870 830 800 750 725 700 660 600 380 210 120 70
ASTM A312 TP321 1200 1200 1200 1100 1040 1000 960 935 920 910 700 410 210 100 50 25
ASTM A312 TP347 1200 1200 1200 1200 1200 1170 1130 1100 930 870 780 550 260 130 75 50

53
9.12. TENSÃO ADMISSÍVEL EM FLANGES DE AÇO – CONFORME ASME/ANSI B16.5

TENSÃO ADMISSÍVEL EM FLANGES DE AÇO – CONFORME ASME/ANSI B16.5


GRUPO 1.1 GRUPO 1.2 GRUPO 1.5 GRUPO 1.7
TEMPERATURA
CLASSE 150# CLASSE 300# CLASSE 150# CLASSE 300# CLASSE 150# CLASSE 300# CLASSE 150# CLASSE 300#
°F °C PSI kgf/cm2 PSI kgf/cm2 PSI kgf/cm2 PSI kgf/cm2 PSI kgf/cm2 PSI kgf/cm2 PSI kgf/cm2 PSI kgf/cm2
-20 a 100 -29 a 38 285 20,1 740 52,1 290 20,4 750 52,8 265 18,7 695 49,0 290 20,4 750 52,8
200 93 260 18,3 675 47,5 260 18,3 750 52,8 260 18,3 680 47,9 260 18,3 750 52,8
300 149 230 16,2 655 46,1 230 16,2 730 51,4 230 16,2 655 46,1 230 16,2 720 50,7
400 204 200 14,1 635 44,7 200 14,1 705 49,6 200 14,1 640 45,0 200 14,1 695 49,0
500 260 170 12,0 600 42,2 170 12,0 665 46,8 170 12,0 620 43,6 170 12,0 665 46,8
600 316 140 9,9 550 38,7 140 9,9 605 42,6 140 9,9 605 42,6 140 9,9 605 42,6
650 343 125 8,8 535 37,7 125 8,8 590 41,5 125 8,8 590 41,5 125 8,8 590 41,5
700 371 110 7,7 535 37,7 110 7,7 570 40,1 110 7,7 570 40,1 110 7,7 570 40,1
750 399 95 6,7 505 35,5 95 6,7 505 35,5 95 6,7 530 37,3 95 6,7 530 37,3
800 427 80 5,6 410 28,9 80 5,6 410 28,9 80 5,6 510 35,9 80 5,6 510 35,9
850 454 65 4,6 270 19,0 65 4,6 270 19,0 65 4,6 485 34,1 65 4,6 485 34,1
900 482 50 3,5 170 12,0 50 3,5 170 12,0 50 3,5 450 31,7 50 3,5 450 31,7
950 510 35 2,5 105 7,4 35 2,5 105 7,4 35 2,5 280 19,7 35 2,5 315 22,2
1000 538 20 1,4 50 3,5 20 1,4 50 3,5 20 1,4 165 11,6 20 1,4 200 14,1
1050 565 - - - - - - - - - - - - - - 160 11,3

GRUPOS NORMAS NOTAS:


(1) (1) (2)
GRUPO 1.1 ASTM A105 – A350 Gr. LF2 – A350 Gr. LF6 CL 1
(1)
ASTM A216 Gr. WCB (1) – PERMITIDO MAS NÃO RECOMENDADO PARA USO PROLONGADO ACIMA
(1) (1) (3) (4)
ASTM A515 Gr. 70 – A516 Gr. 70 – A537 CL 1 DE 800 °F.
(2) (2) – NÃO USAR ACIMA DE 500°F.
ASTM A350 Gr. LF6 CL 2 – A350 Gr. LF 3
GRUPO 1.2 (1) (5) (3) – NÃO USAR ACIMA DE 850°F.
ASTM A216 Gr. WCC – A352 Gr. LCC – A352 Gr. LC2 – A352 Gr. LC3
(1) (1) (4) – NÃO USAR ACIMA DE 700°F.
A203 Gr. B – A203 Gr. E
(6) (5) – NÃO USAR ACIMA DE 650°F.
ASTM A182 Gr. F1 (6) – PERMITIDO MAS NÃO RECOMENDADO PARA USO PROLONGADO ACIMA
GRUPO 1.5 (6) (5)
ASTM A217 Gr. WC1 – A352 Gr. LC1 DE 875 °F.
(6) (6)
ASTM A204 Gr. A – A204 Gr. B (7) – NÃO USAR ACIMA DE 1000°F.
(6)
ASTM A182 Gr. F2
GRUPO 1.7 (7)
ASTM A217 Gr. WC4 – A217 Gr. WC5
(6)
ASTM A204 Gr. C

54
9.13. TUBOS DE AÇO CARBONO – CARACTERÍSTICAS GERAIS

DIÂMETROS PROC. FABRICAÇÃO


DIREÇÃO
NORMA GRAUS COM SEM APLICAÇÕES
MÍN. MÁX. DA SOLDA
COSTURA COSTURA
OLEODUTOS, GASODUTOS E OUTRAS
API 5L A, B e A25 1/8” 64” SIM SIM LONGITUDINAL
APLICAÇÕES INDUSTRIAIS
X-42, X-46, X-52 TUBOS DE ALTA RESISTÊNCIA PARA
API 5LX X-56, X-60, X-65 2” 64” SIM SIM LONGITUDINAL OLEODUTOS, GASODUTOS, MINERODUTOS,
X-70 PROCESSOS, ETC.
A, B, X-42, X-46
OLEODUTOS, GASODUTOS E OUTRAS
API 5LS X-52, X-56, X-60 5” 80” SIM NÃO HELICOIDAL
APLICAÇÕES INDUSTRIAIS
X-65, X-70
TUBOS PARA REVESTIMENTO DE POÇOS DE
API 5A J-55, K-55 5” 20” SIM SIM LONGITUDINAL
PETRÓLEO
TUBOS DE MÉDIA QUALIDADE PARA
ASTM A53 A, B 1/8” 26” SIM SIM LONGITUDINAL
APLICAÇÕES GERAIS EM ÁGUA, ÓLEO E GÁS
TUBOS DE ALTA QUALIDADE PARA APLICAÇÕES
ASTM A106 A, B, C 1/8” 24” NÃO SIM -
GERAIS E SERVIÇOS DE ALTA TEMPERATURA.
TUBOS DE BAIXA QUALIDADE PARA
ASTM A120 - 1/8” 16” SIM SIM LONGITUDINAL APLICAÇÕES GERAIS EM SERVIÇOS DE
PEQUENA RESPONSABILIDADE
ASTM A283 – A, B, C, D
ASTM A285 – A, B, C LONGITUDINAL
ASTM A134 16” - SIM NÃO APLICAÇÕES GERAIS EM ÁGUA, ÓLEO E GÁS
ASTM A570 – A, B, C, D, E HELICOIDAL
ASTM A611 – A, B, C, D, E
ASTM A135 A, B 2” 30” SIM NÃO LONGITUDINAL APLICAÇÕES GERAIS EM ÁGUA, ÓLEO E GÁS
LONGITUDINAL
ASTM A139 A, B, C, D, E 4” 92” SIM NÃO APLICAÇÕES GERAIS EM ÁGUA, ÓLEO E GÁS
HELICOIDAL
C-45, C-50, C-55, KC55, KC60,
TUBOS PARA ALTAS PRESSÕES E
ASTM A155 KC65, KC70, KCF55, KCF60, 16” - SIM NÃO LONGITUDINAL
TEMPERATURAS
KCF65, KCF70
ASTM A570 – A, B, C, D, E
ASTM A211 4” 48” SIM NÃO HELICOIDAL APLICAÇÕES GERAIS EM ÁGUA, ÓLEO E GÁS
ASTM A611 – A, B, C, D, E
LONGITUDINAL
ASTM A252 1, 2, 3 6” 24” SIM SIM TUBOS PARA ESTACAS
HELICOIDAL
ASTM A36
ASTM A283 – C, D LONGITUDINAL
AWWA C200 6” - SIM NÃO TUBOS PARA ADUTORAS
ASTM A572 – 42, 45, 50, 55 HELICOIDAL
ASTM A570 – B, C, D, E

55
9.14. TUBOS DE AÇO INOX – CARACTERÍSTICAS GERAIS

DIÂMETROS PROC. FABRICAÇÃO


DIREÇÃO
NORMA GRAUS COM SEM APLICAÇÕES
MÍNIMO MÁXIMO DA SOLDA
COSTURA COSTURA
TP 304, TP 304L, TP 304H, TUBOS PARA CALDEIRAS, SOBRE-
ASTM A249 TP 310S, TP 316, TP 316L, OD=3/4” OD=6” SIM LONGITUDINAL AQUECEDORES, TROCADORES DE CALOR
TP 317L, TP 321, TP 347 E CONDENSADORES.
TP 304, TP 304L, TP 316, PARA APLICAÇÕES EM BAIXAS E ALTAS
DN=1/2” DN=5”
ASTM A269 TP 316L, TP 317L, TP 321, SIM LONGITUDINAL TEMPERATURAS E EM AMBIENTES
OD=1/4” OD=8” CORROSIVOS.
TP 347
TP 304, TP 304L, TP 316, TUBO PARA APLICAÇÕES EM INDUSTRIAS
ASTM A270 OD=1” OD=4” SIM LONGITUDINAL
ALIMENTÍCIAS E FARMACÊUTICAS
TP 316L
TP 304, TP 304L, TP 304H, PARA APLICAÇÕES EM BAIXAS E ALTAS
DN=1/8” DN=12”
ASTM A312 TP 310S, TP 316, TP 316L, SIM LONGITUDINAL TEMPERATURAS E COM FLUIDOS
OD=1/2” OD=16” CORROSIVOS.
TP 317L, TP 321, TP 347
TP 304, TP 304L, TP 304H, PARA APLICAÇÕES ALTAS
LONGITUDINAL
ASTM A358 TP 310S, TP 316, TP 316L, DN=4” DN=12” SIM
HELICOIDAL
TEMPERATURAS E EM AMBIENTES
TP 317L, TP 321, TP 347 CORROSIVOS.
TP 304, TP 304L, TP 310S, TUBOS DE GRANDES DIÂMETROS PARA
ASTM A409 TP 316, TP 316L, TP 317, OD=16” OD=80” SIM LONGITUDINAL APLICAÇÕES EM ALTAS TEMPERATURAS E
TP 321, TP 347 EM AMBIENTES CORROSIVOS.
TP 304, TP 304L, TP 310S, TUBOS PARA APLICAÇÕES MECÂNICAS.
DN=1” DN=4”
ASTM A554 TP 316, TP 316L, TP 317, SIM LONGITUDINAL REDONDOS, QUADRADOS,
OD=1/2” OD=5” RETANGULARES E ESPECIAIS.
TP 321, TP 347
TP 304, TP 304L, TP 310, TUBOS DE PEQUENOS DIÂMETROS PARA
SERVIÇOS GERAIS EM BAIXAS E ALTAS
ASTM A632 TP 316, TP 316L, TP 317, SIM LONGITUDINAL
TEMPERATURAS RESISTENTES A
TP 321, TP 347 CORROSÃO.
TP 304L, 316L, TP 317L, DN=3/4” DN=12” LONGITUDINAL TUBOS PARA USO GERAL EM BAIXAS E
ASTM A778 SIM
HELICOIDAL MODERADAS TEMPERATURAS.
TP 321, TP 347 OD=1/2” OD=80”
ASTM A36
ASTM A283 – C, D LONGITUDINAL
AWWA C200 6” - SIM NÃO TUBOS PARA ADUTORAS
ASTM A572 – 42, 45, 50, 55 HELICOIDAL
ASTM A570 – B, C, D, E

56
9.15. MÓDULO DE ELÁSTICIDADE

MÓDULO DE ELASTICIDADE (kgf/cm2)


TEMP (°C) (1) (2) (3) (4) (5) (6) TEMP (°C)
0 1870000 1950000 2100000 2050000 1845000 1845000 0
50 1860000 1935000 2050000 2010000 1830000 1830000 50
100 1840000 1900000 1975000 1975000 1790000 1790000 100
150 1830000 1875000 1940000 1945000 1775000 1775000 150
200 1780000 1825000 1880000 1915000 1750000 1750000 200
250 1755000 1780000 1840000 1870000 1725000 1725000 250
300 1720000 1750000 1780000 1830000 1685000 1685000 300
350 1670000 1675000 1710000 1775000 1665000 1665000 350
400 1580000 1600000 1625000 1725000 1625000 1625000 400
450 1400000 1470000 1495000 1620000 1575000 1575000 450
500 1125000 1250000 1340000 1590000 1520000 1525000 500
550 920000 1025000 1145000 1460000 1460000 1480000 550
600 - - 925000 1270000 1405000 1430000 600
650 - - - 980000 1350000 1380000 650
700 - - - - 1280000 1330000 700
750 - - - - 1220000 1280000 750
800 - - - - 1170000 1250000 800

(1) Aço carbono com C=0,20% (4) Aço liga Mo e Cr-Mo (Cr<3,0%)
(2) Aço carbono com C=0,28% (5) Aço liga Cr-Mo (5,0<Cr<9,0%)
(3) Aço carbono com C=0,35% (6) Aço inox austeníticos

9.16. LIMITES MÁXIMOS DE TEMPERATURA

TUBO COM OU SEM


LIMITES MÁXIMOS (°C) LIMITE (°)
COSTURA
NORMA GR. ASME/ANSI B31.1 ASME/ANSI B31.3 USO PRÁTICO
API 5L A 430 590 400
API 5L B 430 590 400
ASTM A53 A 430 590 400
ASTM A53 B 430 590 400
ASTM A106 A 430 590 400
ASTM A106 B 480 590 450
ASTM A120 - 200 100 100
ASTM A135 - 430 590 200
ASTM A268 TP405 370 540 470
ASTM A268 TP410 650 650 500
ASTM A268 TP430 370 650 500
ASTM A268 TP446 370 540 500
ASTM A312 TP304 650 815 600
ASTM A312 TP304L 430 815 400
ASTM A312 TP310 650 815 600
ASTM A312 TP316 650 815 600
ASTM A312 TP316L 455 815 400
ASTM A312 TP321 650 815 600
ASTM A312 TP347 650 815 600

57
9.17. PRINCIPAIS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA TUBOS

PRINCIPAIS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA TUBOS


NORMA FABRICAÇÃO APLICAÇÃO NORMA SIMILAR
ABNT NBR 5580 COM COSTURA CONDUÇÃO DE FLUIDOS DIN 2440 e 2441
ABNT NBR 5581 SEM COSTURA SERVIÇOS EM REFINARIA ASTM A161
ABNT NBR 5582 SEM COSTURA SERVIÇOS EM REFINARIA ASTM A200
ABNT NBR 5583 SEM COSTURA CONDENSADORES E TROCADORES DE CALOR ASTM A179
ABNT NBR 5584 SEM COSTURA CONDENSADORES E TROCADORES DE CALOR ASTM A199
ABNT NBR 5585 COM COSTURA CONDENSADORES E TROCADORES DE CALOR ASTM A214
ABNT NBR 5590 COM OU SEM COSTURA CONDUÇÃO DE FLUIDOS COM REQUISITOS DE QUALIDADE ASTM A53
ABNT NBR 5592 SEM COSTURA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES ASTM A210
ABNT NBR 5593 SEM COSTURA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES ASTM A209
CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES
ABNT NBR 5594 SEM COSTURA ASTM A192
DE ALTA PRESSÃO
ABNT NBR 5595 COM COSTURA CALDEIRAS ASTM A178
CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES
ABNT NBR 5596 COM COSTURA ASTM A226
DE ALTA PRESSÃO
ELETRODUTOS RÍGIDOS COM REVEST. ROSCADOS -
ABNT NBR 5597 COM OU SEM COSTURA
PESADO E EXTRAPESADO
ELETRODUTOS RÍGIDOS COM REVEST. ROSCADOS -
ABNT NBR 5598 COM OU SEM COSTURA
PESADO E EXTRAPESADO
ABNT NBR 5599 COM COSTURA DE PRECISÃO - PARA AUTO-PEÇAS DIN 2393
ABNT NBR 5602 COM OU SEM COSTURA SERVIÇOS EM BAIXAS TEMPERATURAS ASTM A333
ABNT NBR 5603 SEM COSTURA SERVIÇOS EM ALTAS TEMPERATURAS ASTM A335
ABNT NBR 5605 COM OU SEM COSTURA SERVIÇOS EM BAIXAS TEMPERATURAS ASTM A334
ABNT NBR 6321 SEM COSTURA SERVIÇOS EM ALTAS TEMPERATURAS E ALTAS PRESSÕES ASTM A106
INDUSTRIAIS - PERFIS REDONDOS QUADRADOS E
ABNT NBR 6591 COM COSTURA DIN 2394
RETANGULARES
ABNT NBR 8476 SEM COSTURA DE PRECISÃO - PARA AUTO-PEÇAS DIN 2391
DIN 1626 COM COSTURA EVAPORADORES - AQUECEDORES E CONDUÇÃO DE GAZES
DIN 1629 SEM COSTURA DE PRECISÃO - PARA AUTO-PEÇAS ABNT NBR 8476
DIN 2393 COM COSTURA DE PRECISÃO - PARA AUTO-PEÇAS ABNT NBR 5599
INDUSTRIAIS - PERFIS REDONDOS QUADRADOS E
DIN 2394 COM COSTURA ABNT NBR 6591
RETANGULARES
DIN 2440 COM OU SEM COSTURA CONDUÇÃO DE FLUIDOS ABNT NBR 5580M
DIN 2441 COM COSTURA CONDUÇÃO DE FLUIDOS ABNT NBR 5580P
CALDEIRAS, EVAPORADORES, CONDUÇÃO DE GAZES E
DIN 2448 SEM COSTURA
AQUECEDORES
DIN 2458 COM COSTURA CALDEIRAS E ALTAS TEMPERATURAS
ASTM A53 COM OU SEM COSTURA CONDUÇÃO DE FLUIDOS COM REQUISITOS DE QUALIDADE ABNT NBR 5590
ASTM A106 SEM COSTURA SERVIÇOS EM ALTAS TEMPERATURAS E ALTAS PRESSÕES ABNT NBR 6321
CONDUÇÃO DE FLUIDOS - USO COMUM EM SERVIÇOS DE
ASTM A120 COM COSTURA ABNT NBR 5885
BAIXA RESPONSABILIDADE
ASTM A134 COM COSTURA SERVIÇOS EM BAIXA PRESSÃO
ASTM A135 COM COSTURA CONDUÇÃO DE FLUIDOS EM GERAL
ASTM A139 COM COSTURA CONDUÇÃO DE FLUIDOS EM GERAL
ASTM A161 SEM COSTURA SERVIÇOS EM REFINARIA ABNT NBR 5581
ASTM A178 COM COSTURA CALDEIRAS ABNT NBR 5595
ASTM A179 SEM COSTURA CONDENSADORES E TROCADORES DE CALOR ABNT NBR 5583
ASTM A192 SEM COSTURA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES DE ALTA PRESSÃO ABNT NBR 5534
ASTM A199 SEM COSTURA CONDENSADORES E TROCADORES DE CALOR ABNT NBR 5584
ASTM A200 SEM COSTURA SERVIÇOS EM REFINARIA ABNT NBR 5582
ASTM A208 SEM COSTURA CALDEIRAS E ALTAS TEMPERATURAS ABNT NBR 5583
ASTM A210 SEM COSTURA CALDEIRAS E ALTAS TEMPERATURAS ABNT NBR 5592
ASTM A213 SEM COSTURA CALDEIRAS E ALTAS TEMPERATURAS
ASTM A214 COM COSTURA CONDENSADORES E TROCADORES DE CALOR ABNT NBR 5585
ASTM A226 COM COSTURA CALDEIRAS E SUPERAQUECEDORES DE ALTA PRESSÃO ABNT NBR 5596
ASTM A252 COM OU SEM COSTURA TUBOS PARA ESTACAS
ASTM A333 COM OU SEM COSTURA SERVIÇOS EM BAIXAS TEMPERATURAS ABNT NBR 5602
ASTM A334 COM OU SEM COSTURA SERVIÇOS EM BAIXAS TEMPERATURAS ABNT NBR 5605
ASTM A335 SEM COSTURA SERVIÇOS EM ALTAS TEMPERATURAS ABNT NBR 5603
ASTM A405 SEM COSTURA SERVIÇOS EM ALTAS TEMPERATURAS
TRABALHOS SOB PRESSÃO COM MAIOR RESISTÊNCIA À
ASTM A423 COM OU SEM COSTURA
CORROSÃO
ASTM A500 COM OU SEM COSTURA ESTRUTURAS METÁLICAS
ASTM A501 SEM COSTURA ESTRUTURAS METÁLICAS
ASTM A513 COM COSTURA FINS MECÂNICOS
ASTM A519 SEM COSTURA FINS MECÂNICOS
ASTM A523 COM OU SEM COSTURA ELETRODUTOS
ASTM A524 SEM COSTURA SERVIÇOS EM TEMPERATURA AMBIENTE E ABAIXO
ASTM A556 SEM COSTURA AQUECEDORES DE ÁGUA E ALIMENTAÇÃO
ASTM A557 COM COSTURA AQUECEDORES DE ÁGUA E ALIMENTAÇÃO
ASTM A589 COM OU SEM COSTURA POÇOS ARTESIANOS
API 5CT COM OU SEM COSTURA POÇOS DE PETRÓLEO - REVESTIMENTO / BOMBEAMENTO
API 5D SEM COSTURA POÇOS DE PETRÓLEO - PERFURAÇÃO
API 5L COM OU SEM COSTURA CONDUÇÃO DE PRODUTOS PETROLÍFEROS
API 2B COM COSTURA TUBOS ESTRUTURAIS
AWWA C200 COM COSTURA TUBOS PARA HIDRÁULICA E SANEAMENTO -
AWWA C208 COM COSTURA CONEXÕES PARA TUBOS AWWA C200 -

58
FATEC-SP - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO
DEPARTAMENTO: HIDRÁULICA E SANEAMENTO
CURSO: HIDRÁULICA E SANEAMENTO AMBIENTAL
DISCIPLINA: MATERIAIS PARA TUBULAÇÃO

Volume 2
Prof. Célio Carlos Zattoni
Fevereiro de 2008.
1. CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL

1.1. Introdução

São conexões obtidas pela fusão e moldagem do ferro que após tratamento
térmico adequado adquire a qualidade da maleabilidade.
A zincagem, quando aplicada, é realizada a quente e a usinagem das roscas é
executada por máquinas automáticas.
Esse tipo de material é impróprio para solda, por essa razão só encontramos
essas conexões fabricadas com extremidades para ligações roscadas.
No mercado encontramos duas classes de conexões de ferro maleável, a
classe 10 (150#) e a classe 20 (300#).
As conexões da classe 10 também são conhecidas como conexões de baixa
pressão e são apresentadas com roscas com dimensões conforme a norma
NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR 6414) (BSP), idêntica às normas DIN 2999 e
ISO 7/1 e são apropriadas para tubos com dimensões conforme a norma NBR
5580 ou conforme as normas DIN.
Também podemos encontrar no mercado as conexões de baixa pressão com
roscas com dimensões conforme a norma ASME / ANSI B1.20.1 (NPT) que
são apropriadas para tubos com dimensões conforme as normas NBR 5590 ou
tubos com dimensões conforme as normas ASME / ANSI B36.10 e
ASME / ANSI B36.19.
As conexões da classe 20 também são conhecidas como conexões de média
pressão e são apresentadas com roscas com dimensões conforme a norma
ASME / ANSI B1.20.1 (NPT) que são apropriadas para tubos com dimensões
conforme as normas NBR 5590 ou tubos com dimensões conforme as normas
ASME / ANSI B36.10 e ASME / ANSI B36.19.

1.2. Principais fabricantes


Indústria de Fundição Tupy Ltda. Amanco Brasil S. A.
Rua Albano Schmidt, 3400 Rua Barra Velha,100
89206-900 - Joinville - SC 89210-600 - Joinville - SC
Página: www.tupy.com.br Página: www.amanco.com.br

59
1.3. Conexões de ferro maleável classe 10 – Rosca BSP
1.3.1. Tabela de pressão
Pressão de Serviço – DIN 2950 e ISO 49 Pressão de Teste
Temperatura Até 120ºC Até 300ºC Ambiente
Psi 360 290 1500
2
Pressão Kgf/cm 25 20 100
kPa 2480 2000 10340
Diâmetro Nominal 1/4” a 6” (6 a 150mm)

1.3.2. Especificação técnica


Ferro Maleável Preto NBR 6590 - ISO 5922
Material
Ferro Maleável Branco NBR 6914 - DIN 1692
Dimensões NBR 6943 - DIN 2950 - ISO 49
NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR 6414) - DIN 2999 -
Rosca BSP – Whitworth Gas
ISO 7/1
Galvanização a fogo NBR 6323 - DIN 2444 - ISO 49

1.3.3. Exemplos de especificação técnica:


• Conexões de ferro maleável preto NBR 6950, classe 10, dimensões
conforme NBR 6943, galvanizadas conforme NBR 6323, extremidades
roscadas conforme NBR NM ISO 7-1 (antiga NBR 6414) (BSP).
• Conexões de ferro maleável preto NBR 6950, classe 10, dimensões
conforme NBR 6943, acabamento preto, extremidades roscadas conforme
NBR NM ISO 7-1 (antiga NBR 6414) (BSP).
• Conexões de ferro maleável preto ISO 5922, classe 10, dimensões
conforme ISO 49, galvanizadas conforme ISO 49, extremidades roscadas
conforme ISO 7/1.
• Conexões de ferro maleável branco DIN 1692, classe 10, dimensões
conforme DIN 2950, extremidades roscadas conforme DIN 2999,
galvanizadas conforme DIN 2444.

1.3.4. Aplicação
Aplicações em geral em água, óleo e gás (WOG) em instalações comerciais e
industriais.
Exemplo: Óleo diesel, álcool, oxigênio, vapor, condensado, água de
Acabamento preto
resfriamento, água gelada, água com temperatura acima de 60ºC e outras
aplicações.
Recomendação: Proteger externamente a tubulação
Aplicações em geral em água, óleo e gás (WOG) em instalações residenciais,
comerciais e industriais.
Acabamento
Exemplo: Água potável, ar comprimido, redes de combate ao incêndio, gás,
galvanizado
gasolina, álcool, óleo diesel, redes de refrigeração e outras aplicações onde se
necessita proteção interna contra corrosão.

60
1.4. Tabela dimensional
Curva Macho-Fêmea
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A H Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 40 36 0,055
3/8 10 48 42 0,081
1/2 15 55 48 0,135
3/4 20 69 60 0,245
1 25 85 75 0,434
1.1/4 32 105 95 0,651
1.1/2 40 116 105 0,936
2 50 140 130 1,480
2.1/2 65 176 165 2,294
3 80 205 190 3,500
NORMAS: NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4 100 260 245 6,715

Curva Fêmea
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 55 0,172
3/4 20 69 0,290
1 25 85 0,506
1.1/4 32 105 0,704
1.1/2 40 116 0,937
2 50 140 1,604
2.1/2 65 176 2,397
3 80 205 3,946
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4 100 260 6,890

Curva Macho
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 42 0,066
3/8 10 48 0,105
1/2 15 60 0,182
3/4 20 75 0,361
1 25 95 0,617
1.1/4 32 105 0,843
1.1/2 40 130 1,204
2 50 165 2,453
2.1/2 65 190 3,215
3 80 245 5,940
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4 100 290 13,765

Curva 45º Macho-Fêmea


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A H Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 26 21 0,036
3/8 10 30 24 0,056
1/2 15 36 30 0,082
3/4 20 43 36 0,166
1 25 51 42 0,271
1.1/4 32 64 54 0,469
1.1/2 40 68 58 0,475
2 50 81 70 0,913
2.1/2 65 99 86 1,424
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 3 80 113 100 2,198

61
Curva Fêmea 45º
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 26 0,035
3/8 10 30 0,055
1/2 15 36 0,099
3/4 20 43 0,168
1 25 51 0,269
1.1/4 32 64 0,415
1.1/2 40 68 0,510
DIN 2950 / ISO 49 2 50 81 0,896

Curva de Retorno
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 38 0,170
3/4 20 50 0,290
1 25 64 0,550
1.1/4 32 76 0,846
1.1/2 40 89 1,228
2 50 102 1,801
NBR 6943

Curva de Transposição
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A dn Massa
(Pol) (mm) (mm) (Pol) (kg)
1/2 15 46 1/2 0,180
1/2 15 54 1 0,201
1/2 15 65 1.1/2 0,242
3/4 20 56 3/4 0,283
3/4 20 59 1 0,316
3/4 20 70 1.1/2 0,490

NBR 6943

Cotovelo 90º
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 21 0,036
3/8 10 25 0,057
1/2 15 28 0,085
3/4 20 33 0,137
1 25 38 0,249
1.1/4 32 45 0,352
1.1/2 40 50 0,478
2 50 58 0,750
2.1/2 65 69 1,315
3 80 78 1,670
4 100 96 3,160
5 125 115 5,355
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 6 150 131 8,413

62
Cotovelo de Redução 90º
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 23 23 0,049
1/2x3/8 15x10 26 26 0,081
3/4x3/8 20x10 28 28 0,095
3/4x1/2 20x15 30 31 0,119
1x1/2 25x15 32 34 0,158
1x3/4 25x20 35 36 0,185
1.1/4X3/4 32x20 36 41 0,253
1.1/4x1 32x25 40 42 0,322
1.1/2X3/4 40x20 39 44 0,312
1.1/2X1 40x25 42 46 0,370
1.1/2X1.1/4 40x32 46 48 0,440
2x1.1/2 50x40 52 55 0,636
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 2.1/2x2 65x50 61 66 0,998

Cotovelo Macho-Fêmea 90º


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A H Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 21 28 0,034
3/8 10 25 32 0,051
1/2 15 28 37 0,079
3/4 20 33 43 0,140
1 25 38 52 0,220
1.1/4 32 45 60 0,365
1.1/2 40 50 65 0,500
2 50 58 74 0,799
2.1/2 65 69 88 1,400
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 3 80 78 98 1,677

Cotovelo 45º
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8 10 20 0,059
1/2 15 22 0,092
3/4 20 25 0,126
1 25 28 0,206
1.1/4 32 33 0,306
1.1/2 40 36 0,396
2 50 43 0,670
2.1/2 65 50 1,067
3 80 55 1,266
4 100 66 2,337
5 125 80 4,306
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 6 150 85 5,595

Cotovelo com Saída Lateral


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8 10 25 0,095
1/2 15 28 0,138
3/4 20 33 0,200
1 25 38 0,330
1.1/4 32 45 0,520
1.1/2 40 50 0,673
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 2 50 58 1,065

63
Tê de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 23 23 0,073
1/2 x1/4 15x8 24 24 0,091
1/2 x 3/8 15x10 26 26 0,110
3/4 x 3/8 20x10 28 28 0,157
3/4x1/2 20x15 30 31 0,163
1x3/8 25x10 30 32 0,194
1x1/2 25x15 32 34 0,219
1x3/4 25x20 35 36 0,249
1.1/4x1/2 32x15 34 38 0,290
1.1/4x3/4 32x20 36 41 0,338
1.1/4x1 32x25 40 42 0,373
1.1/2x1/2 40x15 36 42 0,365
1.1/2x1 40x25 42 46 0,463
1.1/2x1.1/4 40x32 46 48 0,538
2x1/2 50x15 38 48 0,505
2x3/4 50x20 40 50 0,549
2x1 50x25 44 52 0,620
2x1.1/4 50x32 48 54 0,695
2x1.1/2 50x40 52 55 0,738
2.1/2x1 65x25 47 60 1,050
2.1/2x1.1/4 65x32 52 62 1,031
2.1/2x1.1/2 65x40 55 63 1,230
2.1/2x2 65x50 61 66 1,375
3x1 80x25 51 67 1,450
3x1.1/4 80x32 55 70 1,379
3x1.1/2 80x40 58 71 1,444
3x2 80x50 64 73 1,650
3x2.1/2 80x65 72 76 1,819
4x2 100x50 70 86 3,210
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4x3 100x80 84 92 3,012


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 21 0,054
3/8 10 25 0,080
1/2 15 28 0,125
3/4 20 33 0,201
1 25 38 0,327
1.1/4 32 45 0,510
1.1/2 40 50 0,621
2 50 58 0,917
2.1/2 65 69 1,740
3 80 78 2,239
4 100 96 4,602
5 125 115 6,896
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 6 150 131 10,776

64
Tê de Curva Dupla
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 45 0,210
3/4 20 50 0,319

NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49

Tê para Hidrante
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A H Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
4x2.1/2 100X65 78 105 2,392

NBR 6943

Tê 45º
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 59 43 0,137
3/4 20 70 52 0,229
1 25 83 61 0,382
1.1/4 32 100 74 0,558
1.1/2 40 111 83 0,720
2 50 131 100 1,188
2.1/2 65 161 123 1,830
3 80 184 145 2,852
NBR 6943 4 100 228 182 5,346

Cruzeta
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 21 0,075
3/8 10 25 0,116
1/2 15 28 0,149
3/4 20 33 0,250
1 25 38 0,387
1.1/4 32 45 0,587
1.1/2 40 50 0,744
2 50 58 1,148
2.1/2 65 69 1,350
NBR 6943/ ISO 49 3 80 78 2,400

65
Luva de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 30 0,036
1/2 x1/4 15x8 36 0,053
1/2 x 3/8 15x10 36 0,058
3/4 x3/8 20x10 39 0,082
3/4 x 1/2 20x15 39 0,086
1x1/2 25x15 45 0,123
1x3/4 25x20 45 0,140
1.1/4x1/2 32x15 50 0,182
1.1/4x3/4 32x20 50 0,192
1.1/4x1 32x25 50 0,213
1.1/2x3/4 40x20 55 0,245
1.1/2x1 40x25 55 0,263
1.1/2x1.1/4 40x32 55 0,286
2X1/2 50x15 35 0,387
2x1 50x25 65 0,402
2x1.1/4 50x32 65 0,418
2x1.1/2 50x40 65 0,443
2.1/2x1.1/4 65x32 74 0,616
2.1/2x1.1/2 65x40 74 0,616
2.1/2x2 65x50 74 0,637
3x1.1/2 80x40 80 0,801
3x2 80x50 80 0,843
3x2.1/2 80x65 80 0,918
4x2 100x50 94 1,591
4x2.1/2 100x65 94 1,635
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4x3 100x80 94 1,627

Luva
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 27 0,027
3/8 10 30 0,042
1/2 15 36 0,067
3/4 20 39 0,101
1 25 45 0,153
1.1/4 32 50 0,224
1.1/2 40 55 0,305
2 50 65 0,464
2.1/2 65 74 0,651
3 80 80 0,944
4 100 94 1,845
5 125 109 2,785
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 6 150 120 4,318

Luva Macho-Fêmea
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal C Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8 10 35 0,050
1/2 15 43 0,059
3/4 20 48 0,095
1 25 55 0,171
1.1/4 32 60 0,245

NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49

66
Luva Macho-Fêmea Alongada
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 60 0,082
3/4 20 70 0,135
3/4 20 90 0,153

NBR 6943

Luva Macho-Fêmea de Redução


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal C Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 35 0,040
1/2 x1/4 15x8 43 0,043
1/2 x 3/8 15x10 43 0,060
3/4 x3/8 20x10 48 0,080
3/4 x 1/2 20x15 48 0,088
1x1/2 25x15 55 0,140
1x3/4 25x20 55 0,143
1.1/4x3/4 32x20 60 0,180
1.1/4x1 32x25 60 0,215
1.1/2x1 40x25 63 0,266
NBR 6943 / ISO 49 1.1/2x1.1/4 40x32 63 0,273

Niple Duplo de Redução


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal H Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 38 0,050
1/2 x1/4 15x8 44 0,070
1/2 x 3/8 15x10 44 0,080
3/4 x 3/8 20x10 47 0,100
3/4x1/2 20x15 47 0,135
1x1/2 25x15 53 0,129
1x3/4 25x20 53 0,137
1.1/4x1/2 32x15 57 0,192
1.1/4x3/4 32x20 57 0,290
1.1/4x1 32x25 57 0,276
1.1/2x3/4 40x20 59 0,227
1.1/2x1 40x25 59 0,247
1.1/2x1.1/4 40x32 59 0,246
2x1 50x25 68 0,350
2x1.1/4 50x32 68 0,412
2x1.1/2 50x40 68 0,417
2.1/2x1.1/4 65x32 75 0,624
2.1/2x1.1/2 65x40 75 0,600
2.1/2x2 65x50 75 0,630
3x1.1/2 80x40 83 0,830
3x2 80x50 83 0,935
NBR 6943 / DIN 2950 3x2.1/2 80x65 83 1,113

67
Niple Duplo
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal H Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 36 0,033
3/8 10 38 0,046
1/2 15 44 0,065
3/4 20 47 0,111
1 25 53 0,175
1.1/4 32 57 0,159
1.1/2 40 59 0,318
2 50 68 0,544
2.1/2 65 75 0,694
3 80 83 1,072
4 100 95 1,911
5 125 110 2,958
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 6 150 110 4,405

Bujão (Plug)
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal H Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 20 0,012
3/8 10 20,5 0,018
1/2 15 24 0,030
3/4 20 27 0,056
1 25 30 0,087
1.1/4 32 35.5 0,150
1.1/2 40 36,5 0,179
2 50 45 0,318
2.1/2 65 51 0,554
3 80 57 0,818
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4 100 71 1,715

Tampão (Cap)
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 18,5 0,020
3/8 10 18 0,030
1/2 15 23 0,051
3/4 20 25,5 0,083
1 25 29 0,142
1.1/4 32 31 0,180
1.1/2 40 31 0,211
2 50 38 0,360
2.1/2 65 42 0,510
3 80 46 0,795
NBR 6943 4 100 56 1,462

68
Contraporca
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 7 0,014
3/8 10 8 0,021
1/2 15 9 0,035
3/4 20 10 0,041
1 25 11 0,070
1.1/4 32 12 0,100
1.1/2 40 13 0,111
2 50 14 0,182
2.1/2 65 17 0,372
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 3 80 20 0,431

Bucha de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal C Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 20 0,021
1/2 x1/4 15x8 24 0,037
1/2 x 3/8 15x10 24 0,031
3/4 x 1/4 20x8 26 0,079
3/4 x 3/8 20x10 26 0,074
3/4x1/2 20x15 26 0,061
1x3/8 25x10 29 0,119
1x1/2 25x15 29 0,119
1x3/4 25x20 29 0,092
1.1/4x1/2 32x15 31 0,206
1.1/4x3/4 32x20 31 0,202
1.1/4x1 32x25 31 0,162
1.1/2x1/2 40x15 31 0,162
1.1/2x3/4 40x20 31 0,232
1.1/2x1 40x25 31 0,196
1.1/2x1.1/4 40x32 31 0,146
2x1 50x25 35 0,433
2x1.1/4 50x32 35 0,378
2x1.1/2 50x40 35 0,323
2.1/2x1 65x25 40 0,616
2.1/2x1.1/4 65x32 40 0,616
2.1/2x1.1/2 65x40 40 0,642
2.1/2x2 65x50 40 0,565
3x1.1/2 80x40 44 0,880
3x2 80x50 44 1,005
3x2.1/2 80x65 44 0,738
4x2 100x50 51 1,722
4x2.1/2 100x65 51 1,617
4x3 100x80 51 1,536
5x4 125x100 57 2,350
6x4 150x100 58 3,843
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 6x5 150x125 58 3,065

Adaptador para Caixa de Concreto


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
2 50 150 1,135
2.1/2 65 150 1,461
3 80 150 1,880
4 100 150 2,933
NORMA TUPY

69
Adaptador para Caixa de Concreto
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
2 50 200 1,415
2.1/2 65 200 1,790
3 80 200 2,400
4 100 200 3,860

NORMA TUPY

Flange com Sextavado


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâm. Nom. A D e Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 11 70 5 0,144
3/8 10 11,5 75 5 0,168
1/2 15 15 80 5 0,182
3/4 20 16,5 90 5,5 0,264
1 25 19 100 6 0,340
1.1/4 32 21,5 120 6,5 0,455
1.1/2 40 21,5 130 7 0,701
2 50 26 140 8 0,951
2.1/2 65 30,5 160 9 1,336
3 80 33,5 190 10 2,038
4 100 39,5 210 11 2,923
5 125 43,5 240 12 3,889
NORMA TUPY 6 150 43,5 265 13 4,874

União com Assento Plano e Junta de Nitripack


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 42 0,067
3/8 10 45 0,098
1/2 15 48 0,180
3/4 20 52 0,277
1 25 58 0,329
1.1/4 32 65 0,686
1.1/2 40 70 0,696
2 50 78 1,146
2.1/2 65 85 1,702
3 80 95 2,635
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4 100 110 3,648

União com Assento Cônico de Ferro


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 42 0,066
3/8 10 45 0,099
1/2 15 48 0,180
3/4 20 52 0,286
1 25 58 0,356
1.1/4 32 65 0,613
1.1/2 40 70 0,734
2 50 78 1,132
2.1/2 65 85 1,762
3 80 95 2,625
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4 100 110 3,365

70
União com Assento Cônico de Ferro Macho-Fêmea
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 55 0,073
3/8 10 58 0,112
1/2 15 66 0,206
3/4 20 72 0,340
1 25 80 0,428
1.1/4 32 90 0,731
1.1/2 40 95 0,861
2 50 106 1,301
2.1/2 65 118 2,060
3 80 130 3,028
NBR 6943 / DIN 2950 / ISO 49 4 100 150 4,372

União com Assento Cônico de Ferro / Bronze


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 42 0,070
3/8 10 45 0,102
1/2 15 48 0,191
3/4 20 52 0,294
1 25 58 0,354
1.1/4 32 65 0,623
1.1/2 40 70 0,734
2 50 78 1,183
2.1/2 65 85 1,784
3 80 95 2,613
NBR 6943 4 100 110 3,751

Flanges para Reservatórios de Água


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal D Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 73 0,423
3/4 20 80 0,561
1 25 90 0,752
1.1/4 32 32 1,023
1.1/2 40 40 1,359

NORMA TUPY

Tubete para Hidrômetro


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal D Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 39 O,129
3/4 20 47 0,194

NORMA TUPY

71
2. CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL CLASSE 150 – ROSCA NPT

2.1. Tabela de pressão


Pressão de Serviço Pressão de Serviço (uniões)
ASME / ANSI B16.3 ASME / ANSI B16.39
Temperatura
DN – Diâmetro Nominal DN – Diâmetro Nominal
1/4” a 6” 1/4” a 4”
2 2
ºC Psi Kgf/cm kPa Psi Kgf/cm kPa
-29 a 66 300 21,1 2068 294 20,7 2030
100 254 17,8 1751 249 17,5 1716
125 220 8,8 1517 216 15,2 1491
150 186 13,1 1282 183 12,9 1265
175 150 10,5 1034 151 10,6 1040
200 - - - 117 8,2 804
225 - - - 84 5,9 579
232 - - - 74 5,2 510

2.1.1. Especificação técnica


Material Ferro Maleável Preto ASTM A197
Bucha Redução e Bujão ASME / ANSI B16.14
Dimensões: União ASME / ANSI B16.39
As demais conexões ASME / ANSI B16.3
Rosca NPT ASME / ANSI B1.20.1
Galvanização a fogo ASTM A153

2.1.2. Exemplos de especificação técnica:


• Conexões de ferro maleável preto ASTM A197, classe 150#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.3, galvanizadas conforme ASTM A153,
extremidades roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1 (NPT).
• Bucha de redução de ferro maleável preto ASTM A197, classe 150#,
dimensões conforme ASME / ANSI B16.14, galvanizadas conforme ASTM
A153, extremidades roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1 (NPT).
• União de ferro maleável preto ASTM A197, classe 150#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.39, galvanizadas conforme ASTM A153,
extremidades roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1 (NPT).

2.1.3. Aplicação
Aplicações em geral em água, óleo e gás (WOG) em instalações comerciais e
industriais.
Exemplo: Óleo diesel, álcool, oxigênio, vapor, condensado, água de
Acabamento preto
resfriamento, água gelada, água com temperatura acima de 60ºC e outras
aplicações.
Recomendação: Proteger externamente a tubulação
Aplicações em geral em água, óleo e gás (WOG) em instalações comerciais e
industriais.
Acabamento galvanizado Exemplo: Água potável, ar comprimido, redes de combate ao incêndio, gás,
gasolina, álcool, óleo diesel, redes de refrigeração e outras aplicações onde se
necessita proteção interna contra corrosão.

72
2.2. Tabela dimensional
Bujão (Plug)
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal B Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 20 0,017
3/8 10 21 0,027
1/2 15 26 0,049
3/4 20 28 0,073
1 25 34 0,134
1.1/4 32 36 0,196
1.1/2 40 38 0,257
2 50 42 0,436
2.1/2 65 54 0,751
3 80 58 1,172
4 100 66 2,118
ASME / ANSI B16.14 6 150 76 5,310

Bucha de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal C Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 16.3 0,025
1/2 x1/4 15x8 19,0 0,035
1/2 x 3/8 15x10 19,0 0,029
3/4 x 3/8 20x10 21,6 0,079
3/4x1/2 20x15 21,6 0,054
1x1/2 25x15 25,5 0,108
1x3/4 25x20 25,5 0,086
1.1/4x3/4 32x20 27,4 0,180
1.1/4x1 32x25 27,4 0,150
1.1/2x3/4 40x20 30,5 0,218
1.1/2x1 40x25 29,0 0,235
1.1/2x1.1/4 40x32 29,0 0,151
2x1 50x25 32,8 0,354
2x1.1/4 50x32 31,0 0,385
2x1.1/2 50x40 31,0 0,324
2.1/2x1.1/2 65x40 38,4 0,579
2.1/2x2 65x50 36,6 0,475
3x2 80x50 40,9 0,880
3x2.1/2 80x65 38,9 0,840
4x2.1/2 100x65 46,2 1,785
4x3 100x80 43,7 1,490
ASME / ANSI B16.14 6x4 150x100 60,0 4,700

Cotovelo 90º
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 20,6 0,050
3/8 10 24,1 0,081
1/2 15 28,5 0,127
3/4 20 33,3 0,206
1 25 38,1 0,311
1.1/4 32 44,5 0,379
1.1/2 40 49,3 0,615
2 50 57,2 0,997
2.1/2 65 68,6 1,662
3 80 78,2 2,420
ASME / ANSI B16.3 4 100 96,3 4,150

73
Cotov
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal C Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 18,5 0,054
3/8 10 20,3 0,076
1/2 15 22,4 0,132
3/4 20 24,9 0,182
1 25 28,5 0,309
1.1/4 32 32,8 0,444
1.1/2 40 36,3 0,577
2 50 42,7 0,782
2.1/2 65 49,5 1,576
3 80 55,1 2,016
ASME / ANSI B16.3 4 100 66,3 3,546

Cotovelo de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 x1/4 15x8 24,6 24,9 0,091
1/2 x 3/8 15x10 26,4 26,2 0,110
3/4 x 3/8 20x10 28,5 28,7 0,144
3/4x1/2 20x15 30,5 31,0 0,169
1x1/2 25x15 32,0 34,5 0,229
1x3/4 25x20 34,8 36,8 0,261
1.1/4x3/4 32x20 36,8 41,2 0,344
1.1/4x1 32x25 40,1 42,4 0,418
1.1/2x1 40x25 41,9 45,7 0,492
1.1/2x1.1/4 40x32 46,2 47,8 0,552
2x1 50x25 43,9 51,3 0,609
2x1.1/4 50x32 48,3 53,3 0,708
2x1.1/2 50x40 51,3 54,9 0,803
2.1/2x1.1/2 65x40 54,9 63,8 1,128
2.1/2x2 65x50 60,7 66,0 1,254
3x2 80x50 64,0 73,4 1,660
ASME / ANSI B16.3 3x2.1/2 80x65 71,9 75,9 2,125

Cotovelo 90º - Macho-Fêmea


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 20,6 30,2 0,044
3/8 10 24,1 36,6 0,078
1/2 15 28,5 41,2 0,112
3/4 20 33,3 48,0 0,178
1 25 38,1 54,4 0,282
1.1/4 32 44,5 62,2 0,448
1.1/2 40 49,3 68,3 0,620
2 50 57,2 82,8 0,978
2.1/2 65 68,6 98,0 1,664
3 80 78,2 114,6 2,244
ASME / ANSI B16.3 4 100 96,3 144,5 2,470

74
Cotov o-Fêmea
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 18,5 23,9 0,046
3/8 10 20,3 26,2 0,058
1/2 15 22,4 29,2 0,095
3/4 20 24,9 32,8 0,147
1 25 28,5 37,3 0,237
1.1/4 32 32,8 43,5 0,383
1.1/2 40 36,3 48,0 0,492
2 50 42,7 56,5 0,796
2.1/2 65 49,5 65,5 0,932
ASME / ANSI B16.3 3 80 55,1 76,0 2,014

Luva
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 26,9 0,048
3/8 10 29,5 0,066
1/2 15 34,0 0,095
3/4 20 38,6 0,142
1 25 42,4 0,221
1.1/4 32 49,0 0,340
1.1/2 40 54,6 0,453
2 50 64,3 0,700
2.1/2 65 73,2 1,157
3 80 80,8 1,680
ASME / ANSI B16.3 4 100 93,7 2,650

Luva de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 28,7 0,049
1/2 x1/4 15x8 31,8 0,067
1/2 x 3/8 15x10 31,8 0,070
3/4 x 3/8 20x10 36,6 0,126
3/4x1/2 20x15 36,6 0,127
1x1/2 25x15 42,9 0,166
1x3/4 25x20 42,9 0,193
1.1/4x3/4 32x20 52,3 0,302
1.1/4x1 32x25 52,3 0,317
1.1/2x1 40x25 58,7 0,408
1.1/2x1.1/4 40x32 58,7 0,443
2x1 50x25 71,4 0,592
2x1.1/4 50x32 71,4 0,648
2x1.1/2 50x40 71,4 0,694
2.1/2x1.1/2 65x40 82,6 1,004
2.1/2x2 65x50 82,6 1,101
3x2 80x50 93,7 1,538
ASME / ANSI B16.3 3x2.1/2 80x65 93,7 1,671

75
Tampão (Cap)
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 16,0 0,028
3/8 10 18,8 0,042
1/2 15 22,1 0,067
3/4 20 24,6 0,095
1 25 29,5 0,162
1.1/4 32 32,5 0,280
1.1/2 40 33,8 0,358
2 50 36,8 0,523
2.1/2 65 43,2 0,980
3 80 45,7 1,385
ASME / ANSI B16.3 4 100 52,8 1,450


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 20,6 0,071
3/8 10 24,1 0,109
1/2 15 28,5 0,183
3/4 20 33,3 0,274
1 25 38,1 0,420
1.1/4 32 44,5 0,646
1.1/2 40 49,3 0,835
2 50 57,2 1,279
2.1/2 65 68,6 2,245
3 80 78,2 3,246
ASME / ANSI B16.3 4 100 96,3 6,000

Tê de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
3/8x1/4 10x8 22,4 22,9 0,098
1/2 x 3/8 15x10 26,4 26,2 0,141
3/4 x 3/8 20x10 28,5 28,7 0,203
3/4x1/2 20x15 30,5 31,0 0,239
1x1/2 25x15 32,0 34,5 0,327
1x3/4 25x20 34,8 36,8 0,378
1.1/4x3/4 32x20 36,8 41,2 0,518
1.1/4x1 32x25 40,1 42,4 0,574
1.1/2x1 40x25 41,9 45,7 0,702
1.1/2x1.1/4 40x32 46,2 47,8 0,772
2x1.1/4 50x32 48,3 53,3 1,041
2x1.1/2 50x40 51,3 54,9 1,126
2.1/2x1.1/2 65x40 54,9 63,8 1,660
2.1/2x2 65x50 60,7 66,0 2,152
3x2 80x50 64,0 73,4 2,460
ASME / ANSI B16.3 3x2.1/2 80x65 71,9 75,9 2,850

76
Cruzeta
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 20,6 0,090
3/8 10 24,1 0,128
1/2 15 28,5 0,226
3/4 20 33,3 0,355
1 25 38,1 0,519
1.1/4 32 44,5 0,752
1.1/2 40 49,3 0,998
2 50 57,2 1,510
2.1/2 65 68,6 2,350
ASME / ANSI B16.3 3 80 78,2 3,090

União com Assento Cônico de Bronze


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 36,5 0,132
3/8 10 41,0 0,109
1/2 15 43,5 0,191
3/4 20 49,5 0,327
1 25 52,5 0,368
1.1/4 32 57,5 0,603
1.1/2 40 61,0 0,733
2 50 70,0 1,305
2.1/2 65 82,0 2,086
3 80 89,0 2,733
ASME / ANSI B16.39 4 100 98,0 4,217

União com Cotovelo Assento Cônico de Bronze


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 28,5 57,0 0,273
3/4 20 33,3 65,0 0,456
1 25 38,0 73,0 0,569
1.1/4 32 44,5 81,0 0,783
1.1/2 40 49,3 87,5 0,940
NORMA TUPY 2 50 57,2 100,0 1,659

77
3. CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL CLASSE 20 – ROSCA NPT

3.1. Pressão de serviço – ASME / ANSI B16.3:

Conexões classe 20
Temperatura
DN – Diâmetro Nominal
1/4” a 1” 1.1/4” a 2” 2.1/2” a 3”
2 2 2
ºC Psi Kgf/cm kPa Psi Kgf/cm kPa Psi Kgf/cm kPa
-29 a 66 2000 141 13790 1500 105 10342 1000 70 6895
100 1734 122 11956 1312 92 9046 892 63 6150
125 1543 108 10639 1176 83 8108 813 57 5605
150 1350 95 9308 1041 73 7177 735 52 5068
175 1159 81 7991 906 64 6247 655 46 4516
200 966 68 6660 770 54 5309 577 41 3978
225 774 54 5337 635 45 4378 497 35 3427
250 581 41 4006 500 35 3447 419 29 2889
275 390 27 2689 365 26 2516 339 24 2337
288 300 21 2068 300 21 2068 300 21 2068

3.2. Pressão de serviço – ASME / ANSI B16.39:

Uniões classe 20
Temperatura
DN – Diâmetro Nominal
1/4” a 4”
2
ºC Psi Kgf/cm kPa
-29 a 66 600 42 4140
100 543 38 3750
125 502 35 3460
150 460 32 3170
175 419 29 2890
200 377 27 2600
225 335 24 2310
250 294 21 2030
275 252 18 1740
288 231 16 1590

3.3. Pressão de serviço – NBR 6925:

Conexões classe 20
Temperatura
DN – Diâmetro Nominal
1/4” a 1” 1.1/4” a 2” 2.1/2” a 6”
2 2 2
ºC Psi Kgf/cm kPa Psi Kgf/cm kPa Psi Kgf/cm kPa
-29 a 66 2000 141 13800 1494 105 10300 1000 70 6900
100 1740 122 12000 1320 93 9100 899 63 6200
125 1537 108 10600 1175 83 8100 812 57 5600
150 1349 95 9300 1044 73 7200 740 52 5100
175 1160 82 8000 914 64 6300 653 46 4500
200 972 68 6700 769 54 5300 580 41 4000
225 769 54 5300 638 45 4400 493 35 3400
250 580 41 4000 508 36 3500 421 30 2900
275 392 28 2700 363 25 2500 334 23 2300
288 305 21 2100 305 21 2100 305 21 2100

78
3.4. Especificação técnica:
Material Ferro Maleável Preto NBR 6590 - ASTM A197
Conexões NBR 6925 - ASME / ANSI B16.3
Dimensões:
União NBR 6925 - ASME / ANSI B16.39
Rosca NPT NBR 12912 - ASME / ANSI B1.20.1
Galvanização a fogo NBR 6323 - ASTM A153

3.5. Exemplos de especificação técnica:


• Conexões de ferro maleável preto ASTM A197, classe 300#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.3, galvanizadas conforme ASTM A153,
extremidades roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1 (NPT).
• União de ferro maleável preto ASTM A197, classe 300#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.39, galvanizadas conforme ASTM A153,
extremidades roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1 (NPT).
• Conexões de ferro maleável preto NBR 6590, classe 20, dimensões
conforme NBR 6925, galvanizadas conforme NBR 6323, extremidades
roscadas conforme NBR 12912 (NPT).
3.6. Aplicação
Aplicações em geral em água, óleo e gás (WOG) em instalações industriais.
Exemplo: Óleo diesel, álcool, oxigênio, vapor, condensado, água de
Acabamento preto resfriamento, água gelada, água com temperatura acima de 60ºC e outras
aplicações.
Recomendação: Proteger externamente a tubulação
Aplicações em geral em água, óleo e gás (WOG) em instalações industriais.
Exemplo: Água potável, ar comprimido, redes de combate ao incêndio, gás,
Acabamento galvanizado
gasolina, álcool, óleo diesel, redes de refrigeração e outras aplicações onde se
necessita proteção interna contra corrosão.

3.7. Tabela dimensional:


Niple Duplo
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 41 0,039
3/8 10 42 0,056
1/2 15 53 0,100
3/4 20 53 0,132
1 25 64 0,246
1.1/4 32 65 0,380
1.1/2 40 67 0,477
2 50 70 0,764
2.1/2 65 100 1,442
3 80 102 2,135
4 100 110 3,534
NORMA TUPY 6 150 125 9,269

79
Cotovelo 90°
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 23,9 0,095
3/8 10 26,9 0,131
1/2 15 31,8 0,229
3/4 20 36,9 0,332
1 25 41,4 0,520
1.1/4 32 49,3 0,799
1.1/2 40 54,1 1,039
2 50 63,5 1,666
2.1/2 65 74,7 2,699
3 80 85,9 4,302
4 100 114,0 7,666
ASME/ANSI B16.3 / NBR 6925 6 150 159,0 18,650

Cotovelo 45°
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 20,6 0,080
3/8 10 22,4 0,124
1/2 15 25,4 0,211
3/4 20 28,7 0,296
1 25 33,3 0,491
1.1/4 32 38,1 0,699
1.1/2 40 42,9 0,974
2 50 50,8 1,515
2.1/2 65 57,2 2,432
3 80 63,5 3,638
4 100 72,0 5,986
ASME/ANSI B16.3 / NBR 6925 6 150 90,0 13,102

Cotovelo Macho-Fêmea
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
3/8 10 26,9 41,4 0,117
1/2 15 31,8 50,8 0,173
3/4 20 36,6 55,6 0,277
1 25 41,4 65,0 0,461
1.1/4 32 49,3 73,2 0,698
1.1/2 40 54,1 79,5 0,940
2 50 63,5 93,7 1,547
2.1/2 65 74,7 114,3 2,583
ASME/ANSI B16.3 / NBR 6925 3 80 85,9 130,3 3,899

Curva Fêmea 90°


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 55 0,306
3/4 20 69 0,541
1 25 85 0,869
1.1/4 32 105 1,378
1.1/2 40 116 1,815
2 50 140 2,855
2.1/2 65 176 5,164
3 80 205 7,541
NBR 6925 4 100 260 14,805

80
Luva
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 35,1 0,075
3/8 10 41,4 0,114
1/2 15 47,8 0,182
3/4 20 54,1 0,287
1 25 60,5 0,449
1.1/4 32 73,2 0,712
1.1/2 40 73,2 0,858
2 50 92,2 1,484
2.1/2 65 104,9 2,285
3 80 104,9 2,463
4 100 120,0 5,384
ASME/ANSI B16.3 / NBR 6925 6 150 150,0 11,900

Luva de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/2 x1/4 15x8 42,9 0,132
1/2 x 3/8 15x10 42,9 0,145
3/4 x 3/8 20x10 44,5 0,189
3/4x1/2 20x15 44,5 0,216
1x1/2 25x15 50,8 0,302
1x3/4 25x20 50,8 0,335
1.1/4x3/4 32x20 60,5 0,483
1.1/4x1 32x25 60,5 0,538
1.1/2x1 50x25 68,3 0,667
1.1/2x1.1/4 40x25 68,3 0,754
2x1.1/4 50x32 81,0 1,108
2x1.1/2 50x40 81,0 1,176
2.1/2x1.1/2 65x40 93,7 1,646
2.1/2x2 65x50 93,7 1,856
3x2 80x50 103,1 2,371
3x2.1/2 80x65 103,1 2,809
4x2.1/2 100x65 117,0 3,505
4x3 100x80 117,0 3,838
ASME/ANSI B16.3 / NBR 6925 6x4 150x100 137,0 8,176

Tampão (Cap)
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 19,8 0,044
3/8 10 21,1 0,065
1/2 15 24,9 0,103
3/4 20 27,4 0,176
1 25 32,0 0,271
1.1/4 32 35,1 0,430
1.1/2 40 36,3 0,563
2 50 42,7 0,847
2.1/2 65 52,3 1,399
3 80 55,1 2,119
4 100 61,2 3,446
ASME/ANSI B16.3 / NBR 6925 6 150 69,0 7,881

81

DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 23,9 0,118
3/8 10 26,9 0,182
1/2 15 31,8 0,290
3/4 20 36,6 0,475
1 25 41,4 0,696
1.1/4 32 49,3 1,080
1.1/2 40 54,1 1,370
2 50 63,5 2,415
2.1/2 65 74,7 3,695
3 80 85,9 5,496
4 100 114,0 10,584
ASME/ANSI B16.3 / NBR 6925 6 150 159,0 25,300

Tê de Redução
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2x1/4 15x8 28,0 29,0 0,232
1/2 x 3/8 15x10 30,2 30,2 0,248
3/4 x 3/8 20x10 30,0 34,0 0,347
3/4x1/2 20x15 33,3 35,1 0,386
1x1/2 25x15 36,6 38,1 0,570
1x3/4 25x20 38,1 39,6 0,600
1.1/4x3/4 32x20 41,4 44,5 0,867
1.1/4x1 32x25 44,5 46,0 0,962
1.1/2x1 40x25 46,0 50,8 1,161
1.1/2x1.1/4 40x32 50,8 52,3 1,332
2x1.1/4 50x32 54,1 58,7 1,809
2x1.1/2 50x40 57,2 60,5 1,982
2.1/2x1.1/2 65x40 62,0 66,8 2,758
2.1/2x2 65x50 68,3 70,0 3,194
3x2 80x50 71,4 79,5 4,262
3x2.1/2 80x65 77,7 84,1 4,611
4x2.1/2 100x65 86,0 97,0 7,285
4x3 100x80 92,0 100,0 8,060
ASME/ANSI B16.3 / NBR 6925 6x4 150x100 112,0 125,4 16,650

União com Assento Cônico de Bronze


DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A Massa
(Pol) (mm) (mm) (kg)
1/4 8 39,5 0,138
3/8 10 43,5 0,205
1/2 15 46,0 0,300
3/4 20 54,0 0,516
1 25 58,5 0,645
1.1/4 32 67,5 0,976
1.1/2 40 72,5 1,385
2 50 82,0 1,932
2.1/2 65 84,5 3,116
3 80 104,0 4,534
ASME/ANSI B16.39 4 100 113,5 8,772

82
União com Cotovelo e Assento Cônico de Bronze
DIMENSÕES BÁSICAS
DN – Diâmetro Nominal A B Massa
(Pol) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 32 62 0,335
3/4 20 37 73 0,577
1 25 42 81 0,732
1.1/4 32 49 94 0,999
1.1/2 40 54 100 2,055
NORMA TUPY 2 50 64 114 2,020

3.8. Exemplo de lista de material:


Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:
CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL NBR 6590, CLASSE
10, DIMENSÕES CONFORME NBR 6943,
EXTREMIDADES ROSCADAS CONFORME NBR NM ISO
7-1 (ANTIGA NBR 6414), GALVANIZADAS CONFORME
NBR 6323.
REF. TUPY OU SIMILAR

COTOVELO 90°
01 12 Pç DN 15 (1/2”)
02 6 Pç DN 25 (1”)

TAMPÃO
03 6 Pç DN 15 (1/2”)

UNIÃO, ASSENTO CÔNICO DE BRONZE


04 1 Pç DN 15 (1/2”)

FLANGE COM SEXTAVADO DE FERRO MALEÁVEL NBR


6590, CLASSE 10, DIMENSÕES CONFORME NORMA
INTERNA DO FABRICANTE TUPY, EXTREMIDADES
ROSCADAS CONFORME NBR 6414, GALVANIZADAS
CONFORME NBR 6323.
REF. TUPY OU SIMILAR
05 1 Pç DN 15 (1/2”)

CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL NBR 6590, CLASSE


20, DIMENSÕES CONFORME NBR 6925,
EXTREMIDADES ROSCADAS CONFORME NBR 12912,
GALVANIZADAS CONFORME NBR 6323.
REF. TUPY OU SIMILAR

COTOVELO 90°
06 12 Pç DN 20 (3/4”)
07 6 Pç DN 25 (1”)

COTOVELO 45°
08 6 Pç DN 20 (3/4”)
09 6 Pç DN 25 (1”)

UNIÃO ASSENTO CÔNICO DE BRONZE


10 1 Pç DN 15 (1/2”)

83
Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:
CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL ASTM A197,
PRETAS, CLASSE 300#, DIMENSÕES CONFORME
ASME/ANSI B16.3, EXTREMIDADES ROSCADAS
CONFORME ASME/ANSI B1.20.1
REF. TUPY OU SIMILAR

COTOVELO 90°
11 5 Pç DN 20 (3/4”)
12 3 Pç DN 25 (1”)

COTOVELO 45°
13 2 Pç DN 20 (3/4”)
14 2 Pç DN 25 (1”)

ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:

CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL ASTM A197,


CLASSE 300#, DIMENSÕES CONFORME
ASME/ANSI B16.14, EXTREMIDADES ROSCADAS
CONFORME ASME/ANSI B1.20.1, GALVANIZADAS
CONFORME ASTM A153.
REF. TUPY OU SIMILAR

BUCHA DE REDUÇÃO
15 1 Pç DN 50x25 (2”x1”)
16 1 Pç DN 25x15 (1”x1/2”)

BUJÃO, CABEÇA QUADRADA


17 1 Pç DN 50 (2”)
18 2 Pç DN 25 (1”)

CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL ASTM A197,


CLASSE 300#, DIMENSÕES CONFORME
ASME/ANSI B16.39, EXTREMIDADES ROSCADAS
CONFORME ASME/ANSI B1.20.1, GALVANIZADAS
CONFORME ASTM A153.
REF. TUPY OU SIMILAR

UNIÃO, ASSENTO CÔNICO DE BRONZE


19 1 Pç DN 50 (2”)
20 2 Pç DN 25 (1”)

UNIÃO DE FERRO MALEÁVEL NBR 6590, CLASSE 20,


DIMENSÕES CONFORME NORMA INTERNA DO
FABRICANTE TUPY, EXTREMIDADES ROSCADAS
CONFORME NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR 6414),
GALVANIZADAS CONFORME NBR 6323.
REF. TUPY OU SIMILAR
21 1 Pç DN 50 (2”)
22 2 Pç DN 25 (1”)

CONEXÕES DE FERRO MALEÁVEL ISO 5922, CLASSE


10, DIMENSÕES CONFORME ISO 49, EXTREMIDADES
ROSCADAS CONFORME ISO 7/1, GALVANIZADAS
CONFORME ISO 49.
REF. TUPY OU SIMILAR

84
4. CONEXÕES DE AÇO FORJADO

4.1. Introdução
São conexões obtidas pela forja de tarugos de aço que após a usinagem
adquirem a forma final e podem se apresentar com acabamento preto ou
zincado.
Essas conexões também são conhecidas como conexões de alta pressão e
são encontradas no mercado com suas extremidades para solda de encaixe ou
roscadas e suas dimensões são padronizadas pela norma
ASME / ANSI B16.11.
As conexões roscadas normalmente são fabricadas com roscas conforme a
norma ASME / ANSI B1.20.1 (NPT) mas podem, sob encomenda, serem
produzidas com roscas conforme a norma NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR
6414) e são apresentadas nas classes de pressão 2000#, 3000# e 6000#.

As conexões com extremidades para encaixe e solda também conhecidas


como ligações “soquetadas” são apresentadas nas classes de pressão 3000#,
6000# e 9000#.

4.2. Principais fabricantes


Conflange Conexões Ltda Ciwal S.A. – Acessórios Industriais
Rua Soldado Francisco Franco, 152 / 168 Rua Terceiro Sargento João Soares de Faria,
02180-040 - São Paulo - SP 220 / 254 02179-020 - São Paulo – SP
Página: http://www.conflange.com.br Página: http://www.ciwal.com.br

Brava – Válvulas e Conexões Ltda


Rua Antônio Felamingo, 959
13279-452 - Valinhos – SP
Página: http://www.brava.ind.br

85
4.3. Normas de fabricação:
Aço carbono forjado para conexões
LIMITE DE ESCOAMENTO COMPOSIÇÃO QUÍMICA (%)
NORMA GRAU APLICAÇÃO
PSI kgf/cm2 kPa Cr Ni Mo
ASTM A105 - 36000 2531 248211 - - - TEMP. ELEVADAS

I 30000 2109 206843 - - -


ASTM A181 TEMP. NORMAIS
II 36000 2531 248211 - - -

F1 40000 2812 275790 - - 0,40-0,60


F5a 65000 4570 448159 4,00-6,00 Max. 0,50 0,45-0,65
F5 30000 2109 206843 4,00-6,00 Max. 0,50 0,44-0,65
F11 40000 2812 275790 1,00-1,50 - 0,45-1,10
F22 40000 2812 275790 2,00-2,50 - -
ASTM A182 TEMP. ALTAS
F304 30000 2109 206843 18,0-20,0 8,00-11,0 -
F304L 25000 1758 172369 18,0-20,0 8,00-13,0 -
F310 30000 2109 206843 24,0-26,0 19,0-22,0 -
F316 30000 2109 206843 16,0-18,0 10,0-14,0 2,00-3,00
F316L 25000 1758 172369 16,0-18,0 10,0-15,0 2,00-3,00

LF1 30000 2109 206843 - - -


ASTM A350 TEMP. BAIXAS
LF3 40000 2812 275790 - 3,25-3,75 -

4.4. Correlação entre tubo e conexão:


Correlação entre a classe de pressão e a parede do tubo
Classe de pressão Tipo de ligação PAREDE DO TUBO
SCHEDULE COMERCIAL
2000# 80 XS
3000# ROSCADA 160
6000# - XXS

3000# 80 XS
6000# ENCAIXE / SOLDA 160
9000# - XXS

4.5. Tabela dimensional – Classe 2000# - Roscado:


Conexões de Aço Forjado – Roscado – Classe 2000#

DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
Nominal 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4
6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm 20,6 20,6 24,6 28,5 33,3 38,1 44,5 50,8 60,5 76,2 85,9 106,4
B mm - 58,7 68,3 76,2 90,5 104,8 122,2 136,5 163,5 - - -
C mm 17,5 17,5 19,1 22,4 25,4 28,5 33,3 35,1 42,9 52,3 63,5 79,3
D mm 22,4 22,4 25,4 33,3 38,1 46,0 55,6 62,0 75,4 92,0 109,5 146,1
N mm - 41,3 47,6 54,0 65,1 76,2 88,9 100,0 120,7 - - -

86
4.5.1. Exemplos de especificação técnica:
• Conexões de aço carbono forjado ASTM A105, classe 2000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas conforme
ASME / ANSI B1.20.1, acabamento preto.
• Conexões de aço carbono forjado ASTM A181/I, classe 2000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas conforme
ASME / ANSI B1.20.1, acabamento galvanizado conforme ASTM A153.
• Conexões de aço inox forjado ASTM A182/F304, classe 2000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas conforme
ASME / ANSI B1.20.1.

4.6. Tabela dimensional – Classe 3000# - Roscado:


Conexões de Aço Forjado – Roscado – Classe 3000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm 20,6 24,6 28,5 33,3 38,1 44,5 50,8 60,5 63,5 82,6 95,3 114,3
B mm - 68,3 76,2 90,5 104,8 122,2 136,5 163,5 - - - -
C mm 17,5 19,1 22,4 25,4 28,5 33,3 35,1 42,9 43,7 52,3 63,5 79,3
D mm 22,4 25,4 33,3 38,1 46,0 55,6 62,0 75,4 84,1 101,6 120,7 152,4
E mm 22,2 22,2 25,4 28,6 34,9 44,5 50,8 54,0 63,5 - - -
F mm 31,8 31,8 38,1 41,3 47,6 57,2 66,7 71,4 84,1 - - -
H mm 15,9 17,5 19,1 23,9 25,4 30,2 33,3 39,6 42,9 46,0 54,0 60,3
J mm 15,8 19,1 22,4 28,5 35,1 44,5 57,2 63,5 76,2 92,0 108,0 139,7
L mm 19,1 25,4 25,4 31,8 36,6 41,2 44,5 44,5 47,8 60,5 65,0 68,3
M mm 31,8 35,1 38,1 47,8 50,8 60,5 66,6 79,3 85,9 92,0 108,0 120,7
N mm - 47,6 54,0 65,1 76,2 88,9 100,0 120,7 - - - -

87
4.6.1. Exemplos de especificação técnica:

• Conexões de aço carbono forjado ASTM A105, classe 3000#, dimensões conforme
ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1,
acabamento preto.
• Conexões de aço inox forjado ASTM A182/F304, classe 3000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas conforme ASME / ANSI
B1.20.1.
4.7. Tabela dimensional – Classe 6000# - Roscado:
Conexões de AçoForjado – Roscado – Classe 6000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm 24,6 28,5 33,3 38,1 44,5 50,8 60,5 76,2 82,6 95,3 106,4 114,3
B mm - - 90,5 104,8 122,2 136,5 163,5 - - - - -
C mm 19,1 22,4 25,4 28,5 33,3 35,1 42,9 43,7 52,3 63,5 79,3 79,3
D mm 25,4 33,3 38,1 46,0 55,6 62,0 75,4 84,1 101,6 120,7 146,1 152,4
E mm - 25,4 28,6 34,9 44,5 50,8 54,0 63,5 - - - -
F mm - 38,1 41,3 47,6 57,2 66,7 71,4 84,1 - - - -
H mm 15,9 17,5 19,1 23,9 25,4 30,2 33,3 39,6 42,9 46,0 54,0 60,3
J mm 22,4 25,4 31,8 38,1 44,5 57,2 63,5 76,2 92,0 108,0 127,0 158,8
L mm - 26,9 26,9 33,3 38,1 42,9 46,0 47,8 50,8 63,5 68,3 74,7
M mm 31,8 35,1 38,1 47,8 50,8 60,5 66,6 79,3 85,9 92,0 108,0 120,7
N mm - - 65,1 76,2 88,9 100,0 120,7 - - - - -

4.7.1. Exemplos de especificação técnica:


• Conexões de aço carbono forjado ASTM A105, classe 6000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas conforme
ASME / ANSI B1.20.1, acabamento preto.
• Conexões de aço carbono forjado ASTM A181/I, classe 6000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas conforme
ASME / ANSI B1.20.1, acabamento galvanizado conforme ASTM A153.

88
• Conexões de aço inox forjado ASTM A182/F304, classe 6000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas conforme
ASME / ANSI B1.20.1.

4.8. Bucha de redução e bujão:


Bucha de Redução e Bujão – Classes 3000# e 6000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm - 15,87 17,46 22,22 26,98 36,51 46,03 50,80 63,50 76,20 88,90 117,5
B mm - 12,70 14,28 14,28 19,05 20,63 22,22 23,81 25,40 30,16 31,75 38,10
C mm - 3,17 4,76 4,76 6,35 6,35 9,52 9,52 11,11 12,70 12,70 15,87
D mm - 11,11 11,11 12,70 14,28 15,87 17,46 19,05 20,63 23,81 28,57 31,75
E mm 34,92 41,27 41,27 44,45 44,45 50,80 50,80 50,80 63,50 69,85 69,85 76,20
F mm 11,11 15,87 17,46 22,22 26,98 36,51 46,03 50,80 63,50 76,20 88,90 117,5
G mm 14,28 15,87 17,46 19,05 23,81 25,40 25,40 25,40 26,98 33,33 34,92 38,10
H mm 6,35 6,35 7,93 7,93 9,52 9,52 14,28 15,87 17,46 19,05 20,63 31,95
J mm 7,14 9,52 11,11 14,29 15,87 20,63 23,81 28,57 33,33 38,10 42,86 63,50
K mm 9,52 11,11 12,70 14,28 15,87 19,05 20,63 20,63 22,22 26,98 28,57 38,10
L mm 6,35 6,35 7,93 9,52 14,28 15,87 17,46 19,84 21,43 23,81 25,40 31,75

4.8.1 Exemplos de especificação técnica:


• Bucha de redução, com sextavado, de aço carbono forjado ASTM A105,
classe 6000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades
roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1, acabamento galvanizado
conforme ASTM A153.
• Bujão com rosca, cabeça redonda, de aço carbono forjado ASTM A181/I,
classe 3000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidade
roscada conforme ASME / ANSI B1.20.1, acabamento preto.

89
• Bujão, cabeça quadrada, de aço inox forjado ASTM A182/F304, classe
3000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas
conforme ASME / ANSI B1.20.1.

4.9. União roscado - Classes 2000# e 3000#


União de Aço Forjado Roscado – Classes 2000# e 3000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm 44,45 44,45 50,80 53,97 57,15 63,50 71,43 79,37 88,90 117,5 117,5 -
B mm 22,4 25,4 33,3 38,1 46,0 55,6 62,0 75,4 84,1 101,6 120,7 -

4.9.1 Exemplos de especificação técnica:


• União, assento integral, de aço inox forjado ASTM A182/F304, classe
3000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas
conforme ASME / ANSI B1.20.1.
• União, assento cônico de bronze, de aço carbono forjado ASTM A181/II,
classe 2000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades
roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1, acabamento galvanizado
conforme ASTM A153.

4.10. União roscado - Classe 6000#


União de Aço Forjado Roscado– Classes 6000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm - 52,38 53,97 73,02 85,72 95,25 98,42 107,9 117,5 - - -
B mm - 33,3 38,1 46,0 55,6 62,0 75,4 84,1 101,6 - - -

90
4.10.1 Exemplos de especificação técnica:
• União, assento integral, de aço inox forjado ASTM A182/F304, classe
6000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades roscadas
conforme ASME / ANSI B1.20.1.
• União, assento cônico de bronze, de aço carbono forjado ASTM A181/II,
classe 6000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades
roscadas conforme ASME / ANSI B1.20.1, acabamento preto.

4.11. Tabela dimensional – Classe 3000# - Encaixe e solda


Conexões de Aço Forjado – Encaixe/Solda – Classe 3000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm 20,9 20,9 23,2 25,5 31,8 35,1 39,6 44,5 53,9 57,0 73,0 85,7
B mm 17,3 22,0 25,8 31,4 37,1 45,4 55,0 61,7 75,2 91,8 109,2 137,2
E mm 25,8 25,8 25,8 29,1 35,1 38,1 38,1 38,1 50,7 50,7 50,7 57,3
F mm 25,5 25,5 27,2 32,1 36,6 41,2 42,9 44,5 57,0 58,7 60,3 66,9
J mm 14,5 14,5 14,5 16,1 19,1 22,4 22,4 23,9 28,5 31,5 34,9 41,5
M mm 17,6 17,6 17,6 20,9 25,4 26,9 30,2 33,3 41,2 44,3 47,6 60,3
N mm - 58,7 71,0 76,2 90,5 104,7 122,1 136,5 163,4 - - -
P mm - 41,3 47,6 54,0 67,4 76,2 88,9 100,0 120,6 - - -

91
4.11.1. Exemplos de especificação técnica:
• Conexões de aço carbono forjado ASTM A105, classe 3000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do tipo encaixe e solda.
• Conexões de aço inox forjado ASTM A182/F316, classe 3000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do tipo encaixe e solda.

4.12. Tabela dimensional – Classe 6000# - Encaixe e solda


Conexões de Aço Forjado – Encaixe/Solda – Classe 6000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm 20,9 23,2 25,5 28,8 35,1 39,6 44,5 50,8 57,0 - - -
B mm 18,9 23,6 27,8 34,0 41,3 49,8 58,6 66,7 83,2 - - -
E mm 25,8 25,8 25,8 28,1 35,1 38,1 38,1 38,1 50,7 - - -
F mm 25,5 25,5 27,2 32,1 36,6 41,2 42,9 44,5 57,0 - - -
J mm - 16,1 16,1 17,6 20,6 23,9 23,9 25,4 31,6 - - -
M mm 17,6 17,6 20,9 22,4 26,9 30,2 33,3 38,1 44,3 - - -
N mm - - - 90,5 104,8 122,2 136,5 163,5 - - - -
P mm - - - 65,1 76,2 88,9 100,0 120,7 - - - -

4.12.1 Exemplos de especificação técnica:


• Conexões de aço carbono forjado ASTM A105, classe 6000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do tipo encaixe e solda.

92
• Conexões de aço carbono forjado ASTM A181/II, classe 6000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do tipo encaixe e solda.
• Conexões de aço inox forjado ASTM A182/F316, classe 6000#, dimensões
conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do tipo encaixe e solda.

4.13. União encaixe e solda - classe 3000#


União de Aço Forjado Encaixe e Solda – Classe 3000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm 44,45 44,45 50,80 53,97 57,15 63,50 71,43 79,37 88,90 117,5 117,5 -
B mm 17,46 22,22 26,98 31,75 38,10 46,03 55,56 61,91 76,20 91,28 110,0

4.13.1. Exemplos de especificação técnica:


• União, assento integral, de aço inox forjado ASTM A182/F316L, classe
3000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do tipo
encaixe e solda.
• União, assento cônico de bronze, de aço carbono forjado ASTM A105,
classe 3000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do
tipo encaixe e solda.

4.14. União encaixe e solda - classes 6000#


União de Aço Forjado Encaixe e Solda – Classe 6000#

Diâmetro 1/8 1/4 3/8 1/2 3/4 1 1.1/4 1.1/2 2 2.1/2 3 4


Nominal 6 8 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A mm - - - 73,00 85,72 90,25 98,42 101,7 117,5 - - -
B mm - - - 41,07 47,60 57,10 68,26 74,61 88,90 - - -

93
4.14.1. Exemplos de especificação técnica:
• União, assento integral, de aço inox forjado ASTM A182/F304L, classe
6000#, dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do tipo
encaixe e solda.

4.15. Redução de encaixe:


Redução de Encaixe
Diâmetro Nominal Diâmetro Nominal
(Pol.) (mm)
DN dn DN dn
1/2 1/8 e 3/8 15 6e8
3/4 1/8 a 1/2 20 6 a 15
1 1/4 a 3/4 25 8 a 20
1.1/4 1/2 a 1 32 15 a 25
1.1/2 1/2 a 1.1/4 40 15 a 32
2 1/2 a 1.1/2 50 15 a 40
2.1/2 1a2 65 25 a 50
3 1 a 2.1/2 80 25 a 65
4 1a3 100 25 a 80

4.15.1. Exemplos de especificação técnica:


• Redução, de aço carbono forjado ASTM A105, para tubos Schedule 40 (ou
80), dimensões conforme ASME / ANSI B16.11, extremidades do tipo
encaixe e solda.

4.16. Colar de topo – Standard e extra-forte:


Colar de Topo
Linha Dimensões
Std Extra-forte
Tronco Derivação Tronco Derivação
A A
(Pol.) (Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm)
1/2 1/2 15 15 19,05 19,05
3/4 3/4 20 20 22,22 22,22
1 1 25 25 25,40 25,40
1.1/4 1.1/4 32 32 28,57 28,57
1.1/2 1.1/2 40 40 31,75 31,75
2 2 50 50 38,10 38,10
2.1/2 2.1/2 65 65 43,86 43,86
3 3 80 80 50,80 50,80
4 4 100 100 55,56 55,56
5 5 125 125 58,73 69,85
6 6 150 150 60,32 60,32
8 8 200 200 63,50 84,13
10 10 250 250 76,20 92,07
12 12 300 300 86,72 99,21
14 14 350 350 88,90 103,10
16 16 400 400 93,66 112,70
18 18 450 450 102,40 119,10
20 20 500 500 117,50 126,20
24 24 600 600 133,80 143,30

94
4.16.1. Exemplo de especificação técnica:
• Colar de topo, de aço carbono forjado ASTM A105, parede standard (ou
parede extra-forte) , extremidade para solda de topo ASME / ANSI B16.25.

4.17. Colar roscado – Classes 3000# e 6000#:


Colar Roscado
Linha Dimensões
3000# 6000#
Tronco Derivação Tronco Derivação
A A
(Pol.) (Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm)
1/2 1/2 15 15 24,60 28,57
3/4 3/4 20 20 28,17 30,95
1 1 25 25 30,95 36,51
1.1/4 1.1/4 32 32 32,54 38,89
1.1/2 1.1/2 40 40 34,13 40,48
2 2 50 50 34,13 42,06
2.1/2 2.1/2 65 65 46,03 58,93
3 3 80 80 50,80 -
4 4 100 100 55,56 -

4.17.1. Exemplos de especificação técnica:


• Colar roscado, de aço carbono forjado ASTM A105, classe 3000#,
extremidade roscada conforme ASME / ANSI B1.20.1
• Colar roscado, de aço carbono forjado ASTM A105, classe 6000#,
extremidade roscada conforme ASME / ANSI B1.20.1
• Colar roscado, de aço inox forjado ASTM A182 / f304, classe 6000#,
extremidade roscada conforme ASME / ANSI B1.20.1

4.18. Colar de encaixe e solda – Standard e SCH 160:


Colar Encaixe / Solda
Linha Dimensões
Std SCH 160
Tronco Derivação Tronco Derivação
A A
(Pol.) (Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm)
1/2 1/2 15 15 21,82 26,59
3/4 3/4 20 20 26,59 32,54
1 1 25 25 29,36 33,73
1.1/4 1.1/4 32 32 30,55 34,52
1.1/2 1.1/2 40 40 32,59 38,10
2 2 50 50 33,33 46,03
2.1/2 2.1/2 65 65 46,03 -
3 3 80 80 50,80 -
4 4 100 100 55,56 -

95
4.18.1. Exemplos de especificação técnica:
• Colar de encaixe, de aço carbono forjado ASTM A105, sch. 160 ,
extremidade do tipo encaixe e solda conforme ASME / ANSI B16.11.
• Colar de encaixe, de aço carbono forjado ASTM A181/II, parede standard,
extremidade do tipo encaixe e solda conforme ASME / ANSI B16.11.
• Colar de encaixe, de aço inox forjado ASTM A182 / F316, parede standard,
extremidade do tipo encaixe e solda conforme ASME / ANSI B16.11.

4.19. Colar de topo de redução – Standard e extra-forte:


Colar de Topo de Redução
Linha Dimensões
Std Extra-forte
Tronco Derivação Tronco Derivação
A A
(Pol.) (Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm)
3/4 a 36 1/2 20 a 900 15 19,05
1 a 36 3/4 25 a 900 20 22,22
1.1/4 a 36 1 32 a 900 25 26,98
1.1/2 a 36 1.1/4 40 a 900 32 31,75
2 a 36 1.1/2 50 a 900 40 33,33
2.1/2 a 36 2 65 a 900 50 38,10
3 a 36 2.1/2 80 a 900 65 41,27
4 a 36 3 100 a 900 80 47,62
5 a 36 4 125 a 900 100 50,00
6 a 36 5 150 a 900 125 57,15
8 a 36 6 200 a 900 150 63,50
10 a 36 8 250 a 900 200 69,85 84,13
12 a 36 10 250 a 900 250 77,18 88,90
14 a 36 12 350 a 900 300 85,72 66,04
16 a 36 14 400 a 900 350 88,90 100,00
18 a 36 16 450 a 900 400 93,66 106,40
20 a 36 18 500 a 900 450 96,83 111,90
22 a 36 20 550 a 900 550 92,86 119,10

4.20. Colar roscado de redução – Classe 3000#:


Colar Roscado de Redução
Linha Dimensões
Standard
Tronco Derivação Tronco Derivação 3000#
A
(Pol.) (Pol.) (mm) (mm) (mm)
3/4 a 36 1/2 20 a 900 15 25,00
1 a 36 3/4 25 a 900 20 26,59
1.1/4 a 36 1 32 a 900 25 32,54
1.1/2 a 36 1.1/4 40 a 900 32 33,73
2 a 36 1.1/2 50 a 900 40 34,52
2.1/2 a 36 2 65 a 900 50 38,10
3 a 36 2.1/2 80 a 900 65 46,03
4 a 36 3 100 a 900 80 53,97
5 a 36 4 125 a 900 100 57,15

96
4.21. Colar roscado de redução – Classe 6000#
Colar Roscado de Redução
Linha Dimensões
Especial
Tronco Derivação Tronco Derivação 6000#
A
(Pol.) (Pol.) (mm) (mm) (mm)
1 a 36 1/2 25 a 900 15 26,59
1.1/4 a 36 3/4 32 a 900 20 32,54
1.1/2 a 36 1 40 a 900 25 33,73
2 a 36 1.1/4 50 a 900 32 34,52
2.1/2 a 36 1.1/2 65 a 900 40 38,10
3 a 36 2 80 a 900 50 46,03
4 a 36 3 100 a 900 80 53,97
6 a 36 4 150 a 900 100 66,67

4.22. Colar encaixe e solda de redução – Standard e classe 3000#


Colar de Encaixe / Solda de Redução
Linha Dimensões
Std
Tronco Derivação Tronco Derivação 3000#
A
(Pol.) (Pol.) (mm) (mm) (mm)
3/4 a 36 1/2 20 a 900 15 25,00
1 a 36 3/4 25 a 900 20 26,59
1.1/4 a 36 1 32 a 900 25 32,54
1.1/2 a 36 1.1/4 40 a 900 32 33,73
2 a 36 1.1/2 50 a 900 40 34,52
2.1/2 a 36 2 65 a 900 50 38,10
3 a 36 2.1/2 80 a 900 65 46,03
4 a 36 3 100 a 900 80 53,97
5 a 36 4 125 a 900 100 57,15

4.23. Colar encaixe e solda de redução – SCH 160


Colar de Encaixe / Solda de Redução
Linha Dimensões
Sch 160
Tronco Derivação Tronco Derivação
A
(Pol.) (Pol.) (mm) (mm) (mm)
1.1/4 a 36 1/2 32 a 900 15 26,59
1.1/2 a 36 3/4 40 a 900 20 32,54
2 a 36 1 50 a 900 25 33,73
2.1/2 a 36 1.1/4 65 a 900 32 34,52
3 a 36 1.1/2 80 a 900 40 38,10
4 a 36 2 100 a 900 50 46,03

97
4.24. Exemplo de lista de material:
Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:
CONEXÕES DE AÇO CARBONO FORJADO ASTM A105,
PRETAS, CLASSE 2000#, DIMENSÕES CONFORME
ASME/ANSI B16.11, EXTREMIDADES ROSCADAS
CONFORME ASME/ANSI B1.20.1 (NPT).

COTOVELO 90°
01 10 Pç DN 15 (1/2”)
02 9 Pç DN 20 (3/4”)

COTOVELO 45°
03 3 Pç DN 15 (1/2”)
04 3 Pç DN 20 (3/4”)

TE
05 1 Pç DN 15 (1/2”)
06 1 Pç DN 25 (1”)

TE DE REDUÇÃO
07 1 Pç DN 25x15 (1”x1/2”)

ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:

CONEXÕES DE AÇO CARBONO FORJADO ASTM A105,


PRETAS, CLASSE 3000#, DIMENSÕES CONFORME
ASME/ANSI B16.11, EXTREMIDADES ROSCADAS
CONFORME ASME/ANSI B1.20.1 (NPT).

LUVA
08 2 Pç DN 20 (3/4”)

LUVA DE REDUÇÃO
09 1 Pç DN 25x15 (1”x1/2”)

CAP
10 1 Pç DN 15 (1/2”)

COLAR DE REDUÇÃO
11 1 Pç DN 200x25 (8”x1”)
12 3 Pç DN 50x20 (2”x3/4”)

CONEXÕES DE AÇO CARBONO FORJADO


ASTM A182/F304, CLASSE 3000#, DIMENSÕES
CONFORME ASME/ANSI B16.11, EXTREMIDADES DO
TIPO ENCAIXE E SOLDA.

COTOVELO 90°
13 10 Pç DN 15 (1/2”)
14 9 Pç DN 20 (3/4”)

COTOVELO 45°
15 3 Pç DN 15 (1/2”)
16 3 Pç DN 20 (3/4”)

TE
17 1 Pç DN 15 (1/2”)
18 1 Pç DN 25 (1”)

98
Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:

REDUÇÃO DE ENCAIXE
19 2 Pç DN 25x15 (1”x1/2”)

COLAR
20 3 Pç DN 40 (1.1/2”)
21 1 Pç DN 50 (2”)

COLAR DE REDUÇÃO
22 2 Pç DN 300x25 (12”x1”)
23 3 Pç DN 100x15 (4”x1/2”)

CONEXÕES DE AÇO CARBONO FORJADO ASTM A181,


GALVANIZADAS A FOGO CONFORME ASTM A153,
CLASSE 2000#, DIMENSÕES CONFORME
ASME/ANSI B16.11, EXTREMIDADES ROSCADAS
CONFORME NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR 6414)
(BSP).

COTOVELO 90°
24 2 Pç DN 15 (1/2”)
25 2 Pç DN 20 (3/4”)

99
100
5. CONEXÕES DE AÇO FORJADO

5.1. Introdução
São conexões obtidas pela conformação a quente de tubos e as conexões
assim fabricadas têm as dimensões conforme as normas ASME / ANSI B16.9,
ASME / ANSI B16.28 ou conforme as normas DIN 2605, DIN 2606 ou DIN
2615.
Essas conexões são ligadas aos tubos, válvulas ou acessórios por meio de
uma solda de topo conforme a norma ASME / ANSI B16.25 ou DIN 2559 e
portanto devem ter a mesma classe de pressão da tubulação a que fará parte.
No mercado encontramos essas peças nas espessuras Std, Sch 40, Xs e Sch
80 para o aço carbono ou aço ligado e nas espessuras Sch 5S, Sch 10S, Sch
40S e Sch 80S para o aço inox.

5.2. Principais fabricantes


Conflange Conexões Ltda Ciwal S.A. – Acessórios Industriais
Rua Soldado Francisco Franco, 152 / 168 Rua Terceiro Sargento João Soares de Faria,
02180-040 - São Paulo - SP 220 / 254 02179-020 - São Paulo – SP
Página: http://www.conflange.com.br Página: http://www.ciwal.com.br

5.3. Exemplos de especificação técnica:


• Conexões tubulares de aço carbono ASTM A234 / WPB, dimensões
conforme ASME/ANSI B16.9, SCH 40, extremidades chanfradas para solda
de topo conforme ASME/ANSI B16.25.
• Conexões tubulares de aço carbono ASTM A234 / WPB, dimensões
conforme ASME/ANSI B16.9, espessura STD, extremidades chanfradas
para solda de topo conforme ASME/ANSI B16.25.

100
5.4. Aplicações
Aplicações em geral em água, óleo,gás e líquidos com sólidos em suspensão
em instalações comerciais e industriais.
Exemplo: Óleo diesel, álcool, oxigênio, vapor, condensado, água de
resfriamento, água gelada, água com temperatura acima de 60ºC e muitas
outras aplicações.

5.5. Dimensões conforme ASME / ANSI B16.9 e B16.28

Curva 45º - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
T A Massa
Nominal Ext. Esp.
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 STD 2,77 15,87 0,04
3/4 20 26,67 STD 2,87 11,91 0,04
1 25 33,40 STD 3,38 15,90 0,08
1.1/4 32 42,16 STD 3,56 19,84 0,13
1.1/2 40 48,26 STD 3,68 23,83 0,19
2 50 60,32 STD 3,91 31,80 0,34
2.1/2 65 73,02 STD 5,16 39,76 0,68
3 80 88,9 STD 4,59 47,60 1,06
4 100 114,3 STD 6,02 63,50 2,02
5 125 141,3 STD 6,55 79,40 3,42
6 150 168,3 STD 7,11 95,30 5,30
8 200 219,1 STD 8,18 127,00 10,70
10 250 273,0 STD 9,27 158,80 18,90
12 300 323,8 STD 9,52 190,50 27,90
14 350 355,6 STD 9,52 222,20 35,80
16 400 406,4 STD 9,52 254,00 47,20
18 450 457,2 STD 9,52 285,80 59,90
20 500 508,0 STD 9,52 317,50 73,50
22 550 558,8 STD 9,52 349,30 89,00
24 600 609,6 STD 9,52 381,00 106,00

Curva 45º - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 40 2,77 15,87 0,04
3/4 20 26,67 40 2,87 11,91 0,04
1 25 33,40 40 3,38 15,90 0,08
1.1/4 32 42,16 40 3,56 19,84 0,13
1.1/2 40 48,26 40 3,68 23,83 0,19
2 50 60,32 40 3,91 31,80 0,34
2.1/2 65 73,02 40 5,16 39,76 0,68
3 80 88,9 40 4,59 47,60 1,06
4 100 114,3 40 6,02 63,50 2,02
5 125 141,3 40 6,55 79,40 3,42
6 150 168,3 40 7,11 95,30 5,30
8 200 219,1 40 8,18 127,00 10,70

101
Curv ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
10 250 273,0 40 9,27 158,80 18,90
12 300 323,8 40 10,30 190,50 30,00
14 350 355,6 40 11,10 222,20 41,30
16 400 406,4 40 12,70 254,00 62,20
18 450 457,2 40 14,30 285,80 88,60
20 500 508,0 40 15,10 317,50 115,00
22 550 - - - - -
24 600 609,6 40 17,50 381,00 192,20

Curv ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 80 3,73 15,87 0,05
3/4 20 26,67 80 3,91 11,91 0,05
1 25 33,40 80 4,55 15,90 0,10
1.1/4 32 42,16 80 4,85 19,84 0,18
1.1/2 40 48,26 80 5,08 23,83 0,25
2 50 60,32 80 5,54 31,80 0,47
2.1/2 65 73,02 80 7,01 39,76 0,90
3 80 88,9 80 7,62 47,60 1,44
4 100 114,3 80 8,56 63,50 2,81
5 125 141,3 80 9,52 79,40 4,85
6 150 168,3 80 10,97 95,30 8,03
8 200 219,1 80 12,70 127,00 16,20
10 250 273,0 80 15,10 158,80 30,00
12 300 323,8 80 17,50 190,50 50,00
14 350 355,6 80 19,00 222,20 70,00
16 400 406,4 80 21,40 254,00 102,20
18 450 457,2 80 23,80 285,80 144,00
20 500 508,0 80 26,3 317,50 195,90
22 550 - - - - -
24 600 609,6 80 31,00 381,00 334,00

Curv o Longo - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
T A Massa
Nominal Ext. Esp.
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 STD 2,77 38,10 0,08
3/4 20 26,67 STD 2,87 28,60 0,08
1 25 33,40 STD 3,38 38,10 0,15
1.1/4 32 42,16 STD 3,56 47,60 0,26
1.1/2 40 48,26 STD 3,68 57,20 0,38
2 50 60,32 STD 3,91 76,20 0,68
2.1/2 65 73,02 STD 5,16 95,20 1,35
3 80 88,9 STD 4,59 114,30 2,12
4 100 114,3 STD 6,02 152,40 4,04
5 125 141,3 STD 6,55 190,50 6,85
6 150 168,3 STD 7,11 228,60 10,70
8 200 219,1 STD 8,18 304,80 21,30
10 250 273,0 STD 9,27 381,00 37,60
12 300 323,8 STD 9,52 457,20 55,80
14 350 355,6 STD 9,52 533,40 71,70
16 400 406,4 STD 9,52 609,60 93,90
18 450 457,2 STD 9,52 685,80 119,00

102
Curv go - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
T A Massa
Nominal Ext. Esp.
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
20 500 508,0 STD 9,52 762,00 147,00
22 550 558,8 STD 9,52 838,20 178,00
24 600 609,6 STD 9,52 914,40 212,00

Curv o Longo - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 40 2,77 38,10 0,08
3/4 20 26,67 40 2,87 28,60 0,08
1 25 33,40 40 3,38 38,10 0,15
1.1/4 32 42,16 40 3,56 47,60 0,26
1.1/2 40 48,26 40 3,68 57,20 0,38
2 50 60,32 40 3,91 76,20 0,68
2.1/2 65 73,02 40 5,16 95,20 1,35
3 80 88,9 40 4,59 114,30 2,12
4 100 114,3 40 6,02 152,40 4,04
5 125 141,3 40 6,55 190,50 6,85
6 150 168,3 40 7,11 228,60 10,70
8 200 219,1 40 8,18 304,80 21,30
10 250 273,0 40 9,27 381,00 37,60
12 300 323,8 40 10,30 457,20 60,00
14 350 355,6 40 11,10 533,40 82,60
16 400 406,4 40 12,70 609,60 124,40
18 450 457,2 40 14,30 685,80 177,20
20 500 508,0 40 15,10 762,00 230,00
22 550 - - - - -
24 600 609,6 40 17,50 914,40 384,40

Curv o Longo - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 80 3,73 15,87 0,09
3/4 20 26,67 80 3,91 11,91 0,10
1 25 33,40 80 4,55 15,90 0,20
1.1/4 32 42,16 80 4,85 19,84 0,35
1.1/2 40 48,26 80 5,08 23,83 0,51
2 50 60,32 80 5,54 31,80 0,94
2.1/2 65 73,02 80 7,01 39,76 1,79
3 80 88,9 80 7,62 47,60 2,87
4 100 114,3 80 8,56 63,50 5,62
5 125 141,3 80 9,52 79,40 9,71
6 150 168,3 80 10,97 95,30 16,00
8 200 219,1 80 12,70 127,00 32,20
10 250 273,0 80 15,10 158,80 60,00
12 300 323,8 80 17,50 190,50 100,00
14 350 355,6 80 19,00 222,20 140,00
16 400 406,4 80 21,40 254,00 204,40
18 450 457,2 80 23,80 285,80 288,00
20 500 508,0 80 26,30 317,50 391,80
22 550 - - - - -
24 600 609,6 80 31,00 381,00 668,00

103
Curv o Curto - ASME / ANSI B16.28
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
T A Massa
Nominal Ext. SCH
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1 25 33,40 40 3,38 25,4 0,10
1.1/4 32 42,16 40 3,56 31,7 0,18
1.1/2 40 48,26 40 3,68 38,1 0,25
2 50 60,32 40 3,91 50,8 0,45
2.1/2 65 73,02 40 5,16 63,5 0,90
3 80 88,9 40 4,59 76,2 1,42
4 100 114,3 40 6,02 101,6 2,68
5 125 141,3 40 6,55 127,0 4,58
6 150 168,3 40 7,11 152,4 7,08
8 200 219,1 40 8,18 203,2 14,2
10 250 273,0 40 9,27 254,0 25,3
12 300 323,8 40 304,8 37,2
14 350 355,6 40 355,6 47,6
16 400 406,4 40 406,4 62,6
9,52
18 450 457,2 40 457,2 79,4
20 500 508,0 40 508,0 97,5
24 600 609,6 40 609,6 142,0

Curv o Curto - ASME / ANSI B16.28


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
T A Massa
Nominal Ext. SCH
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1.1/2 40 48,26 80 5,08 38,1 0,34
2 50 60,32 80 5,54 50,8 0,62
2.1/2 65 73,02 80 7,01 63,5 1,20
3 80 88,9 80 7,62 76,2 1,91
4 100 114,3 80 8,56 101,6 3,74
5 125 141,3 80 9,53 127,0 6,49
6 150 168,3 80 10,97 152,4 10,66
8 200 219,1 80 203,2 21,64
10 250 273,0 80 254,0 34,11
12 300 323,8 80 304,8 48,99
14 350 355,6 80 355,6 63,05
12,70
16 400 406,4 80 406,4 82,56
18 450 457,2 80 457,2 104,78
20 500 508,0 80 508,0 129,73
24 600 609,6 80 609,6 188,24

Tampão (Cap)
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Diâmetro
Nominal A Nominal A
1/2 15 14 350 165,10
31,75
3/4 20 16 400 177,80
1 25 18 450 203,20
1.1/4 32 20 500 228,60
1.1/2 40 38,10 22 550 254,00
2 50 24 600 266,70
2.1/2 65
3 80 50,80
4 100 63,50
NOTA:
5 125 76,20
PARA ESPESSURA DE PAREDE E
6 150 88,90
DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA
8 200 101,60 DE CURVAS.
10 250 127,00
12 300 152,40

104
Redução Concêntrica e Excêntrica - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Diâmetro
Nominal H Nominal H
(Pol.) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm)
3/4x1/2 20x15 10x8 250x200
38,10
3/4x3/8 20x10 10x6 250x150
177,8
10x5 250x125
1x3/4 25x20 10x4 250x100
1x1/2 25x15 50,80
1x3/8 25x10 12x10 300x250
12x8 300x200
203,2
1.1/4x1 32x25 12x6 300x150
1.1/4x3/4 32x20 50,80 12x5 300x125
1.1/4x1/2 32x15
14x12 350x300
1.1/2x1.1/4 40x32 14x10 350x250
330,20
1.1/2x1 40x25 14x8 350x200
63,50
1.1/2x3/4 40x20 14x6 350x150
1.1/2x1/2 40x15
16x14 400x350
2x1.1/2 50x40 16x12 400x300
355,60
2x1.1/4 50x32 16x10 400x250
76,20
2x1 50x25 16x8 400x200
2x3/4 50x20
18x16 450x400
2.1/2x2 65x50 18x14 450x350
381,00
2.1/2x1.1/2 65x40 18x12 450x300
88,90
2.1/2x1.1/4 65x32 18x10 450x250
2.1/2x1 65x25
20x18 500x450
3x2.1/2 80x65 20x16 500x400
508,00
3x2 80x50 20x14 500x350
88,90
3x1.1/2 80x40 20x12 500x300
3x1.1/4 80x32
22x20 550x500
4x3 100x80 22x18 550x450
508,00
4x2.1/2 100x65 22x16 550x400
101,60
4x2 100x50 22x14 550x350
4x1.1/2 100x40
24x20 600x500
5x4 125x100 24x18 600x450 508,00
5x3 125x80 24x16 600x400
127,00
5x2.1/2 125x65
5x2 125x50

6x5 150x125
6x4 150x100
139,70
6x3 150x80 NOTA:
6x2.1/2 150x65 PARA ESPESSURA DE PAREDE E
DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA
8x6 200x150 DE CURVAS.
8x5 200x125
152,40
8x4 200x100
8x3 200x80

105
Tê - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Diâmetro
Nominal A Nominal A
1/2 15 25,40 14 350 279,40
3/4 20 28,58 16 400 304,80
1 25 38,10 18 450 342,90
1.1/4 32 47,62 20 500 381,00
1.1/2 40 57,15 22 550 419,10
2 50 63,50 24 600 431,80
2.1/2 65 76,20
3 80 85,72
4 100 104,78
NOTA:
5 125 123,83
PARA ESPESSURA DE PAREDE E
6 150 142,90
DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA
8 200 177,80 DE CURVAS.
10 250 215,90
12 300 254,00

Tê 45º - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Nominal A B Diâmetro Nominal A B
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm) (mm)
1 25 146,1 44,5 14 350 658,8 152,4
1.1/4 32 158,8 44,5 16 400 762,0 165,1
1.1/2 40 177,8 50,8 18 450 812,8 177,8
2 50 203,2 63,5 20 500 889,0 203,2
2.1/2 65 241,3 63,5 24 600 1028,7 228,6
3 80 254,0 76,2
4 100 304,8 76,2
NOTA:
5 125 342,9 88,9
PARA ESPESSURA DE PAREDE E
6 150 368,3 88,9
DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA
8 200 444,5 114,3 DE CURVAS.
10 250 520,7 127,0
12 300 622,3 139,7

Tê de Redução - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro A M
(Pol.) (mm) (mm) (mm)
1/2x3/8 15x10
25,40 25,40
1/2x1/4 15x8

3/4x1/2 20x15
28,58 28,58
3/4x3/8 20x10

1x3/4 25x20
1x1/2 25x15 38,10 38,10
1x3/8 25x10

1.1/4x1 32x25
1.1/4x3/4 32x20 47,62 47,62
1.1/4x1/2 32x15

106
Tê de Redução - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro A M
(Pol.) (mm) (mm) (mm)

1.1/2x1.1/4 40x32
1.1/2x1 40x25
57,15 57,15
1.1/2x3/4 40x20
1.1/2x1/2 40x15

2x1.1/2 50x40 60,32


2x1.1/4 50x32 57,15
63,50
2x1 50x25 50,80
2x3/4 50x20 44,45

2.1/2x2 65x50 69,85


2.1/2x1.1/2 65x40 66,68
76,20
2.1/2x1.1/4 65x32 63,50
2.1/2x1 65x25 57,15

3x2.1/2 80x65 82,55


3x2 80x50 76,20
3x1.1/2 80x40 85,72 73,02
3x1.1/4 80x32 69,85
3x1 80x25 66,62

4x3 100x80 98,42


4x2.1/2 100x65 95,25
104,78
4x2 100x50 88,90
4x1.1/2 100x40 85,72

5x4 125x100 117,48


5x3 125x80 111,13
123,83
5x2.1/2 125x65 107,95
5x2 125x50 104,78

6x5 150x125 136,50


6x4 150x100 130,20
142,90
6x3 150x80 123,83
6x2.1/2 150x65 142,90

8x6 200x150 168,30


8x5 200x125 171,90
177,80
8x4 200x100 155,60
8x3 200x80 152,40
10x8 250x200 203,20
10x6 250x150 193,70
215,90
10x5 250x125 190,50
10x4 250x100 184,20

12x10 300x250 241,30


12x8 300x200 228,60
254,00
12x6 300x150 219,10
12x5 300x125 215,90

107
Tê de Redução - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro A M
(Pol.) (mm) (mm) (mm)

14x12 350x300 269,90


14x10 350x250 257,20
279,40
14x8 350x200 247,60
14x6 350x150 238,10

16x14 400x350 304,80


16x12 400x300 295,30
16x10 400x250 304,80 282,60
16x8 400x200 273,00
16x6 400x150 263,50

18x16 450x400 330,20


18x14 450x350 330,20
18x12 450x300 342,90 320,70
18x10 450x250 308,00
18x8 450x200 298,50

20x18 500x450 368,30


20x16 500x400 355,60
20x14 500x350 355,60
381,00
20x12 500x300 346,10
20x10 500x250 333,40
20x8 500x200 323,80

22x20 550x500 406,40


22x18 550x450 393,70
22x16 550x400 381,00
419,10
22x14 550x350 381,00
22x12 550x300 371,50
22x10 550x250 358,80

24x20 600x500 431,80


24x18 600x450 419,10
24x16 600x400 406,40
431,80
24x14 600x350 406,40
24x12 600x300 396,90
24x10 600x250 384,20

NOTA:
PARA ESPESSURA DE PAREDE E DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA DE
CURVAS.

108
Sela - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâm. Nominal
Diâmetro Nominal A B C D
Linha Tronco
(Pol.) (mm) (Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm)
2 50 2 até 24 38,1 54,0 6,35
2.1/2 65 2.1/2 até 24 41,3 54,0 7,14
7,9
3 80 3 até 24 44,5 57,2
7,9
4 100 4 até 24 44,5 63,5
5 125 5 até 24 50,8 69,9 9,5 11,1
6 150 6 até 24 60,3 95,3
8 200 8 até 24 69,9 108,0
10 250 10 até 24 76,2 127,0
12,7
12 300 12 até 24 95,3 152,4 20
14 350 14 até 24 101,6 152,4
16 400 16 até 24 108,0 184,2
18 450 18 até 24 108,0 184,2
20 500 20 até 24 133,4 196,9 14,3 15,9
24 600 24 152,4 241,3

Niple de Redução - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Nominal Diâmetro Nominal Diâmetro
H
(Lado Maior) (Lado Menor) Externo.
(Pol.) (mm) (pol.) (mm) (mm)
1/4 8 1/8 13,70 57,2
3/8 10 1/8 a 1/4 17,10 63,5
1/2 15 1/4 a 3/8 21,30 69,9
3/4 20 1/4 a 1/2 26,67 76,2
1 25 1/4 a 3/4 33,40 88,9
1.1/4 32 1/4 a 1 42,16 101,6
1.1/2 40 1/4 a 1.1/4 48,26 114,3
2 50 1/4 a 1.1/2 60,32 165,1
2.1/2 65 1/4 a 2 73,02 177,8
3 80 1/4 a 2.1/2 88,9 203,2
4 100 1/4 a 3 114,3 228,6
5 125 1/2 a 4 141,3 279,4
6 150 1a5 168,3 304,8
8 200 2a6 219,1 330,2
10 250 2a8 273,0 381,0

OBSERVAÇÕES:
1. Os niples de redução são fabricados nas classes de pressão std, forte e extra-forte.
2. Os niples podem ter suas extremidades roscadas, planas para encaixe e solda ou chanfradas para
soda de topó ou ainda a combinação de quaisquer dos tipos de ligação.

109
Bujão Oco - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Nominal Diâmetro
H
(Lado Maior) Externo.
(Pol.) (mm) (mm) (mm)
1/4 8 13,70 57,2
3/8 10 17,10 63,5
1/2 15 21,30 69,9
3/4 20 26,67 76,2
1 25 33,40 88,9
1.1/4 32 42,16 101,6
1.1/2 40 48,26 114,3
2 50 60,32 165,1
2.1/2 65 73,02 177,8
3 80 88,9 203,2
4 100 114,3 228,6
5 125 141,3 279,4
6 150 168,3 304,8
8 200 219,1 330,2
10 250 273,0 381,0

OBSERVAÇÕES:
1. Os niples de redução são fabricados nas classes de pressão std, forte e extra-forte.
2. Sua extremidade pode ter rosca NPT ou BSP.

Niple Tubular
OBSERVAÇÕES:
1. O niple tubular é uma peça que pode ser usinada na medida
especificada e as roscas podem ser conforme o pedido do
comprador.
2. Em geral, para DN ≤ 2”, seu comprimento é de 100mm.

5.6. Exemplo de lista de material:


Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:
CONEXÕES TUBULARES DE AÇO CARBONO FORJADO
ASTM A234/WPB, DIMENSÕES CONFORME ASME/ANSI
B16.9 - SCH 40, COM AS EXTREMIDADES
CHANFRADAS PARA SOLDA DE TOPO CONFORME A
NORMA ASME/ANSI B16.25.

CURVA 90° - RL
01 10 Pç DN 100 (4”)
02 9 Pç DN 200 (8”)

TE 45°
03 3 Pç DN 150 (6”)
04 3 Pç DN 200 (8”)

TE
05 1 Pç DN 50 (2”)
06 1 Pç DN 80 (3”)

TE DE REDUÇÃO
07 1 Pç DN 250x150 (10”x6”)

110
Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:
CONEXÕES TUBULARES DE AÇO CARBONO FORJADO
ASTM A234/WPB, DIMENSÕES CONFORME ASME/ANSI
B16.28 - SCH 40, COM AS EXTREMIDADES
CHANFRADAS PARA SOLDA DE TOPO CONFORME A
NORMA ASME/ANSI B16.25.

CURVA 90° - RC
08 1 Pç DN 150 (6”)
09 1 Pç DN 200 (8”)

NIPLE DE REDUÇÃO CONCÊNTRICA DE AÇO


CARBONO FORJADO ASTM A234/WPB COM A
EXTREMIDADE MAIOR CHANFRADA CONFORME A
NORMA ASME/ANSI B16.25 E A ESTREMIDADE MENOR
ROSCADA CONFORME A NORMA ASME/ANSI B1.20.1
(NPT).

10 1 Pç DN 150x40 (6”x1.1/2”)
11 1 Pç DN 80x20 (3”x3/4”)

NIPLE USINADO DE TUBO DE AÇO CARBONO


ASTM A106 / B, COM UMA EXTREMIDADE ROSCADA
CONFORME NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR 6414) (BSP)
E A OUTRA ROSCADA CONFORME ASME/ANSI B1.20.1
(NPT).

12 1 Pç DN 25 (1”) x 100mm
13 2 Pç DN 15 (1/2”) x 100mm

NIPLE USINADO DE TUBO DE AÇO CARBONO


ASTM A106 / B, COM UMA EXTREMIDADE ROSCADA
CONFORME ASME/ANSI B1.20.1 (NPT) E A OUTRA LISA
PARA SOLDA DE ENCAIXE.

14 1 Pç DN 25 (1”) x 100mm
15 2 Pç DN 15 (1/2”) x 100mm

111
112
6. CONEXÕES DE AÇO INOXIDÁVEL

6.1. Dimensões conforme ASME / ANSI B16.9 e B16.28

Curva 45º - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
T A Massa
Nominal Ext. Esp.
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 5S 1,65 15,87 0,02
3/4 20 26,67 5S 1,65 11,91 0,02
1 25 33,40 5S 1,65 15,90 0,04
1.1/4 32 42,16 5S 1,65 19,84 0,06
1.1/2 40 48,26 5S 1,65 23,83 0,09
2 50 60,32 5S 1,65 31,80 0,14
2.1/2 65 73,02 5S 2,11 39,76 0,28
3 80 88,9 5S 2,11 47,60 0,48
4 100 114,3 5S 2,11 63,50 0,71
5 125 141,3 5S 2,77 79,40 1,45
6 150 168,3 5S 2,77 95,30 2,06
8 200 219,1 5S 2,77 127,00 3,62
10 250 273,0 5S 3,40 158,80 6,93
12 300 323,8 5S 3,96 190,50 11,60
14 350 355,6 5S 3,96 222,20 14,89
16 400 406,4 5S 4,19 254,00 20,77
18 450 457,2 5S 4,19 285,80 26,36
20 500 508,0 5S 4,77 317,50 36,82
22 550 558,8 5S 4,77 349,30 44,60
24 600 609,6 5S 5,53 381,00 61,57

Curva 45º - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 10S 2,11 15,87 0,03
3/4 20 26,67 10S 2,11 11,91 0,03
1 25 33,40 10S 2,77 15,90 0,07
1.1/4 32 42,16 10S 2,77 19,84 0,10
1.1/2 40 48,26 10S 2,77 23,83 0,14
2 50 60,32 10S 2,77 31,80 0,24
2.1/2 65 73,02 10S 3,05 39,76 0,40
3 80 88,9 10S 3,05 47,60 0,70
4 100 114,3 10S 3,05 63,50 1,02
5 125 141,3 10S 3,40 79,40 1,78
6 150 168,3 10S 3,40 95,30 2,53
8 200 219,1 10S 3,76 127,00 4,92
10 250 273,0 10S 4,19 158,80 8,54
12 300 323,8 10S 4,57 190,50 13,39
14 350 355,6 10S 4,77 222,20 17,94
16 400 406,4 10S 4,77 254,00 23,65
18 450 457,2 10S 4,77 285,80 30,01
20 500 508,0 10S 5,53 317,50 42,69
22 550 558,8 10S 5,53 349,30 51,70
24 600 609,6 10S 6,35 381,00 70,70

112
Curv o Longo - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
T A Massa
Nominal Ext. Esp.
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 5S 1,65 38,10 0,04
3/4 20 26,67 5S 1,65 28,60 0,04
1 25 33,40 5S 1,65 38,10 0,08
1.1/4 32 42,16 5S 1,65 47,60 0,12
1.1/2 40 48,26 5S 1,65 57,20 0,18
2 50 60,32 5S 1,65 76,20 0,28
2.1/2 65 73,02 5S 2,11 95,20 0,56
3 80 88,9 5S 2,11 114,30 0,96
4 100 114,3 5S 2,11 152,40 1,42
5 125 141,3 5S 2,77 190,50 2,90
6 150 168,3 5S 2,77 228,60 4,12
8 200 219,1 5S 2,77 304,80 7,24
10 250 273,0 5S 3,40 381,00 13,86
12 300 323,8 5S 3,96 457,20 23,20
14 350 355,6 5S 3,96 533,40 29,78
16 400 406,4 5S 4,19 609,60 41,54
18 450 457,2 5S 4,19 685,80 52,72
20 500 508,0 5S 4,77 762,00 73,64
22 550 558,8 5S 4,77 838,20 89,20
24 600 609,6 5S 5,53 914,40 123,14

Curv o Longo - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 10S 2,11 38,10 0,06
3/4 20 26,67 10S 2,11 28,60 0,06
1 25 33,40 10S 2,77 38,10 0,14
1.1/4 32 42,16 10S 2,77 47,60 0,20
1.1/2 40 48,26 10S 2,77 57,20 0,28
2 50 60,32 10S 2,77 76,20 0,48
2.1/2 65 73,02 10S 3,05 95,20 0,80
3 80 88,9 10S 3,05 114,30 1,40
4 100 114,3 10S 3,05 152,40 2,04
5 125 141,3 10S 3,40 190,50 3,56
6 150 168,3 10S 3,40 228,60 5,06
8 200 219,1 10S 3,76 304,80 9,84
10 250 273,0 10S 4,19 381,00 17,08
12 300 323,8 10S 4,57 457,20 26,78
14 350 355,6 10S 4,77 533,40 35,88
16 400 406,4 10S 4,77 609,60 47,30
18 450 457,2 10S 4,77 685,80 60,02
20 500 508,0 10S 5,53 762,00 85,38
22 550 558,8 10S 5,53 838,20 103,4
24 600 609,6 10S 6,35 914,40 141,40

113
Cap
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Diâmetro
Nominal A Nominal A
(Pol.) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm)
1/2 15 14 350 165,10
31,75
3/4 20 16 400 177,80
1 25 18 450 203,20
1.1/4 32 38,10 20 500 228,60
1.1/2 40 22 550 254,00
2 50 24 600 266,70
2.1/2 65
3 80 50,80
4 100 63,50
5 125 76,20 NOTA:
PARA ESPESSURA DE PAREDE E
6 150 88,90
DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA
8 200 101,60 DE CURVAS.
10 250 127,00
12 300 152,40

Redução Concêntrica e Excêntrica - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Diâmetro
Nominal H Nominal H
(Pol.) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm)
3/4x1/2 20x15 10x8 250x200
38,10
3/4x3/8 20x10 10x6 250x150
177,8
10x5 250x125
1x3/4 25x20 10x4 250x100
1x1/2 25x15 50,80
1x3/8 25x10 12x10 300x250
12x8 300x200
203,2
1.1/4x1 32x25 12x6 300x150
1.1/4x3/4 32x20 50,80 12x5 300x125
1.1/4x1/2 32x15
14x12 350x300
1.1/2x1.1/4 40x32 14x10 350x250
330,20
1.1/2x1 40x25 14x8 350x200
63,50
1.1/2x3/4 40x20 14x6 350x150
1.1/2x1/2 40x15
16x14 400x350
2x1.1/2 50x40 16x12 400x300
355,60
2x1.1/4 50x32 16x10 400x250
76,20
2x1 50x25 16x8 400x200
2x3/4 50x20
18x16 450x400
2.1/2x2 65x50 18x14 450x350
381,00
2.1/2x1.1/2 65x40 18x12 450x300
88,90
2.1/2x1.1/4 65x32 18x10 450x250
2.1/2x1 65x25

114
Redução Concêntrica e Excêntrica - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Diâmetro
Nominal H Nominal H
(Pol.) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm)
20x18 500x450
3x2.1/2 80x65 20x16 500x400
508,00
3x2 80x50 20x14 500x350
88,90
3x1.1/2 80x40 20x12 500x300
3x1.1/4 80x32
22x20 550x500
4x3 100x80 22x18 550x450
508,00
4x2.1/2 100x65 22x16 550x400
101,60
4x2 100x50 22x14 550x350
4x1.1/2 100x40
24x20 600x500
5x4 125x100 24x18 600x450 508,00
5x3 125x80 24x16 600x400
127,00
5x2.1/2 125x65
5x2 125x50

6x5 150x125
139,70
6x4 150x100
6x3 150x80 NOTA:
PARA ESPESSURA DE PAREDE E
6x2.1/2 150x65
DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA
DE CURVAS.
8x6 200x150
8x5 200x125
152,40
8x4 200x100
8x3 200x80

Tê - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Diâmetro
Nominal A Nominal A
1/2 15 25,40 14 350 279,40
3/4 20 28,58 16 400 304,80
1 25 38,10 18 450 342,90
1.1/4 32 47,62 20 500 381,00
1.1/2 40 57,15 22 550 419,10
2 50 63,50 24 600 431,80
2.1/2 65 76,20
3 80 85,72
4 100 104,78
NOTA:
5 125 123,83
PARA ESPESSURA DE PAREDE E
6 150 142,90
DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA
8 200 177,80 DE CURVAS.
10 250 215,90
12 300 254,00

115
Tê 45º - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Nominal A B Diâmetro Nominal A B
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm) (mm)
1 25 146,1 44,5 14 350 658,8 152,4
1.1/4 32 158,8 44,5 16 400 762,0 165,1
1.1/2 40 177,8 50,8 18 450 812,8 177,8
2 50 203,2 63,5 20 500 889,0 203,2
2.1/2 65 241,3 63,5 24 600 1028,7 228,6
3 80 254,0 76,2
4 100 304,8 76,2
NOTA:
5 125 342,9 88,9
PARA ESPESSURA DE PAREDE E
6 150 368,3 88,9
DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA
8 200 444,5 114,3
DE CURVAS.
10 250 520,7 127,0
12 300 622,3 139,7

Tê de Redução - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro A M
(Pol.) (mm) (mm) (mm)
1/2x3/8 15x10
25,40 25,40
1/2x1/4 15x8

3/4x1/2 20x15
28,58 28,58
3/4x3/8 20x10

1x3/4 25x20
38,10 38,10
1x1/2 25x15
1x3/8 25x10

1.1/4x1 32x25
1.1/4x3/4 32x20 47,62 47,62
1.1/4x1/2 32x15

1.1/2x1.1/4 40x32
1.1/2x1 40x25
57,15 57,15
1.1/2x3/4 40x20
1.1/2x1/2 40x15

2x1.1/2 50x40 60,32


2x1.1/4 50x32 57,15
63,50
2x1 50x25 50,80
2x3/4 50x20 44,45

2.1/2x2 65x50 69,85


2.1/2x1.1/2 65x40 66,68
76,20
2.1/2x1.1/4 65x32 63,50
2.1/2x1 65x25 57,15

3x2.1/2 80x65 82,55


3x2 80x50 76,20
3x1.1/2 80x40 85,72 73,02
3x1.1/4 80x32 69,85
3x1 80x25 66,62

4x3 100x80 98,42


4x2.1/2 100x65 95,25
104,78
4x2 100x50 88,90
4x1.1/2 100x40 85,72

116
Tê de Redução - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro A M
(Pol.) (mm) (mm) (mm)
5x4 125x100 117,48
5x3 125x80 111,13
123,83
5x2.1/2 125x65 107,95
5x2 125x50 104,78

6x5 150x125 136,50


6x4 150x100 130,20
142,90
6x3 150x80 123,83
6x2.1/2 150x65 142,90

8x6 200x150 168,30


8x5 200x125 171,90
177,80
8x4 200x100 155,60
8x3 200x80 152,40
10x8 250x200 203,20
10x6 250x150 193,70
215,90
10x5 250x125 190,50
10x4 250x100 184,20

12x10 300x250 241,30


12x8 300x200 228,60
254,00
12x6 300x150 219,10
12x5 300x125 215,90

14x12 350x300 269,90


14x10 350x250 257,20
279,40
14x8 350x200 247,60
14x6 350x150 238,10
16x14 400x350 304,80
16x12 400x300 295,30
16x10 400x250 304,80 282,60
16x8 400x200 273,00
16x6 400x150 263,50

18x16 450x400 330,20


18x14 450x350 330,20
18x12 450x300 342,90 320,70
18x10 450x250 308,00
18x8 450x200 298,50

20x18 500x450 368,30


20x16 500x400 355,60
20x14 500x350 355,60
381,00
20x12 500x300 346,10
20x10 500x250 333,40
20x8 500x200 323,80

22x20 550x500 406,40


22x18 550x450 393,70
22x16 550x400 381,00
419,10
22x14 550x350 381,00
22x12 550x300 371,50
22x10 550x250 358,80

117
Tê de Redução - ASME / ANSI B16.9
DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro A M
(Pol.) (mm) (mm) (mm)
24x20 600x500 431,80
24x18 600x450 419,10
24x16 600x400 406,40
431,80
24x14 600x350 406,40
24x12 600x300 396,90
24x10 600x250 384,20

NOTA:
PARA ESPESSURA DE PAREDE E DIÂMETRO EXTERNO VER TABELA DE
CURVAS.

Niple de Redução - ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro Nominal Diâmetro Nominal Diâmetro
H
(Lado Maior) (Lado Menor) Externo.
(Pol.) (mm) (pol.) (mm) (mm)
1/4 8 1/8 13,70 57,2
3/8 10 1/8 a 1/4 17,10 63,5
1/2 15 1/4 a 3/8 21,30 69,9
3/4 20 1/4 a 1/2 26,67 76,2
1 25 1/4 a 3/4 33,40 88,9
1.1/4 32 1/4 a 1 42,16 101,6
1.1/2 40 1/4 a 1.1/4 48,26 114,3
2 50 1/4 a 1.1/2 60,32 165,1
2.1/2 65 1/4 a 2 73,02 177,8
3 80 1/4 a 2.1/2 88,9 203,2
4 100 1/4 a 3 114,3 228,6
5 125 1/2 a 4 141,3 279,4
6 150 1a5 168,3 304,8
8 200 2a6 219,1 330,2
10 250 2a8 273,0 381,0

OBSERVAÇÕES:
1. Os niples de redução são fabricados nas classes de pressão std, forte e extra-forte.
2. Os niples podem ter suas extremidades roscadas, planas para encaixe e solda ou chanfradas para
soda de topó ou ainda a combinação de quaisquer dos tipos de ligação.

Niple Tubular
OBSERVAÇÕES:
1. O niple tubular é uma peça que pode ser usinada na medida
especificada e as roscas podem ser conforme o pedido do
comprador.
2. Em geral, para DN ≤ 2”, seu comprimento é de 100mm.

118
6.2. Pestanas – MSS-SP 43

Pestana Curta – MSS-SP 43


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A B Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 34,9 0,060
3/4 20 26,67 42,9 0,080
1 25 33,40 1,65 50,8 50,8 0,110
1.1/4 32 42,16 63,5 0,180
1.1/2 40 48,26 73,0 0,190
2 50 60,32 92,1 0,320
2.1/2 65 73,02 63,5 104,8 0,430
2,11
3 80 88,9 127,0 0,560
4 100 114,3 157,2 0,860
76,2
5 125 141,3 5S 185,7 1,270
6 150 168,3 2,77 88,9 215,9 1,760
8 200 219,1 101,6 269,9 2,680
10 250 273,0 3,40 127,0 323,9 4,040
12 300 323,8 381,0 6,940
3,96
14 350 355,6 412,8 8,620
16 400 406,4 469,9 11,340
4,19 152,4
18 450 457,2 533,4 15,420
20 500 508,0 4,78 584,2 19,500
24 600 609,6 5,54 692,2 25,850

Pestana Curta – MSS-SP 43


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A B Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 34,9 0,070
3/4 20 26,67 42,9 0,100
1 25 33,40 1,65 50,8 50,8 0,160
1.1/4 32 42,16 63,5 0,220
1.1/2 40 48,26 73,0 0,250
2 50 60,32 92,1 0,430
2.1/2 65 73,02 63,5 104,8 0,570
2,11
3 80 88,9 127,0 0,730
4 100 114,3 10S 157,2 1,090
76,2
5 125 141,3 185,7 1,470
6 150 168,3 2,77 88,9 215,9 2,150
8 200 219,1 101,6 269,9 3,220
10 250 273,0 3,40 127,0 323,9 5,130
12 300 323,8 381,0 8,160
3,96
14 350 355,6 412,8 10,890
152,4
16 400 406,4 469,9 12,700
4,19
18 450 457,2 533,4 17,240
20 500 508,0 4,78 584,2 21,770
24 600 609,6 5,54 692,2 27,220

6.2.1. Exemplo de especificação técnica:


• Pestana de aço inox forjado ASTM A182 / F304, dimensões conforme
MSS-SP 43 - Sch. 5S, extremidade para solda de topo conforme
ASME/ANSI B16.25, face com ranhura standard conforme MSS-SP 6.

119
6.3. Pestanas – ASME / ANSI B16.9

Pestana Longa – ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A B Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 2,77 34,9 0,140
76,2
3/4 20 26,67 2,87 42,9 0,180
1 25 33,40 3,38 50,8 0,310
1.1/4 32 42,16 3,56 101,6 63,5 0,420
1.1/2 40 48,26 3,69 73,0 0,520
2 50 60,32 3,91 92,1 1,010
2.1/2 65 73,02 5,16 104,8 1,590
152,4
3 80 88,9 5,74 127,0 2,130
4 100 114,3 6,02 157,2 3,090
5 125 141,3 40S 6,55 185,7 5,350
6 150 168,3 7,11 203,2 215,9 6,940
8 200 219,1 8,18 269,9 10,480
10 250 273,0 9,27 323,9 18,100
254,0
12 300 323,8 381,0 22,320
14 350 355,6 412,8 28,940
16 400 406,4 469,9 33,520
9,53
18 450 457,2 304,8 533,4 38,650
20 500 508,0 584,2 42,950
24 600 609,6 692,2 52,620

Pestana Longa – ASME / ANSI B16.9


DIMENSÕES BÁSICAS
Diâmetro
SCH T A B Massa
Nominal Ext.

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
1/2 15 21,30 3,73 34,9 0,170
76,2
3/4 20 26,67 3,91 42,9 0,230
1 25 33,40 4,55 50,8 0,390
1.1/4 32 42,16 4,85 101,6 63,5 0,560
1.1/2 40 48,26 5,08 73,0 0,680
2 50 60,32 5,54 92,1 1,141
2.1/2 65 73,02 7,01 104,8 2,100
152,4
3 80 88,9 7,62 127,0 2,880
4 100 114,3 8,56 157,2 4,250
5 125 141,3 80S 9,53 185,7 7,570
6 150 168,3 10,97 203,2 215,9 10,430
8 200 219,1 269,9 15,830
10 250 273,0 323,9 24,310
254,0
12 300 323,8 381,0 29,350
14 350 355,6 412,8 38,100
12,70
16 400 406,4 469,9 44,180
18 450 457,2 304,8 533,4 50,800
20 500 508,0 584,2 57,150
24 600 609,6 692,2 68,950

6.3.1. Exemplo de especificação técnica:


• Pestana de aço inox forjado ASTM A182 / F316L, dimensões conforme
ASME/ANSI B16.9 - Sch. 40S, extremidade para solda de topo conforme
ASME / ANSI B16.25, face com ranhura concêntrica conforme MSS-SP 6.

120
6.4. Exemplo de lista de material:
Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:

CONEXÕES TUBULARES DE AÇO INOXIDÁVEL


FORJADO ASTM A403 / WP304, DIMENSÕES
CONFORME ASME/ANSI B16.9 - SCH 10S, COM AS
EXTREMIDADES CHANFRADAS PARA SOLDA DE
TOPO CONFORME A NORMA ASME/ANSI B16.25.

CURVA 90°
01 10 Pç DN 50 (2”)
02 9 Pç DN 100 (4”)

TE 45°
03 3 Pç DN 50 (2”)
04 3 Pç DN 100 (4”)

TE
05 1 Pç DN 50 (2”)
06 1 Pç DN 100 (4”)

NIPLE DE REDUÇÃO CONCÊNTRICA DE AÇO


INOXIDÁVEL FORJADO ASTM A403/WP304,
DIMENSÕES CONFORME ASME/ANSI B36.19-SCH40S,
COM A EXTREMIDADE MAIOR CHANFRADA
CONFORME A NORMA ASME/ANSI B16.25 E A
ESTREMIDADE MENOR ROSCADA CONFORME A
NORMA ASME/ANSI B1.20.1 (NPT).

07 1 Pç DN 150x40 (6”x1.1/2”)
08 1 Pç DN 80x20 (3”x3/4”)

NIPLE USINADO DE TUBO DE AÇO INOXIDÁVEL


ASTM A312 / TP304, DIMENSÕES CONFORME
ASME/ANSI B36.19-SCH40S COM UMA EXTREMIDADE
ROSCADA CONFORME NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR
6414) (BSP) E A OUTRA ROSCADA CONFORME
ASME/ANSI B1.20.1 (NPT).

09 1 Pç DN 25 (1”) x 100mm
10 2 Pç DN 15 (1/2”) x 100mm

NIPLE USINADO DE TUBO DE AÇO INOXIDÁVEL


ASTM A312 / TP304, DIMENSÕES CONFORME
ASME/ANSI B36.19-SCH80S COM UMA EXTREMIDADE
ROSCADA CONFORME ASME/ANSI B1.20.1 (NPT) E A
OUTRA LISA PARA SOLDA DE ENCAIXE.

11 1 Pç DN 25 (1”) x 100mm

PESTANA DE AÇO INOX FORJADO ASTM A182/F316L,


DIMENSÕES CONFORME ASME/ANSI B16.9 - SCH. 40S,
EXTREMIDADE PARA SOLDA DE TOPO CONFORME
ASME / ANSI B16.25, FACE COM RANHURA
CONCÊNTRICA CONFORME MSS-SP 6.

12 2 Pç DN 25 (1”)
13 2 Pç DN 15 (1/2”)

121
7. TUBOS E CONEXÕES DE FERRO FUNDIDO

7.1. Introdução:
Os tubos de ferro fundido dúctil são produzidos por centrifugação. Neste
processo, uma vazão constante do ferro fundido é introduzida, por um canal
inclinado, no interior de um molde metálico cilíndrico. Este molde, que gira a
grande velocidade em torno de seu eixo, está apoiado em uma base que se
desloca longitudinalmente em relação ao canal. Assim o ferro líquido é
distribuído uniformemente sobre a parede do molde onde se solidifica por ação
de um resfriamento constante por circulação de água.
Extraídos os moldes os tubos são recozidos em fornos com temperatura
controlada. Esse tratamento tem por objetivo aumentar a resiliência, diminuir a
dureza, suprimir as tensões internas e facilitar a usinagem.
As conexões são fundidas em moldes de areia em um processo praticamente
artesanal.

7.2. Tabela de pressão – tubos ponta e bolsa


TUBOS PONTA E BOLSA
SÉRIE K7 SÉRIE K9
DN PRESSÃO PRESSÃO MÁXIMA
PSA * PMS ** PTA *** PSA * PMS ** PTA ***
kPa kPa kPa kPa kPa kPa
80 - - -
6400 7700 9600
100
150 5000 6000 6500 5700 6800 7300
200 5000 6000 6500
250 4100 4900 5400 4600 5500 6000
300 3600 4300 4800 4300 5200 5700
350 3200 3800 4300 4100 4900 5400
400 3000 3600 4100
4000 4800 5300
450 2900 3500 4000
500 2800 3400 3900 3800 4600 5100
600 2600 3100 3600 3600 4300 4800
700 2400 2900 3400 3400 4100 4600
800 3200 3800 4300
2300 2800 3300
900 3100 3700 4200
1000 2200 2600 3100 3000 3600 4100
1200 2100 2500 3000 2800 3400 3900
(*) PRESSÃO DE SERVIÇO ADMISSÍVEL – Pressão interna máxima em regime de trabalho
permanente.
(**) PRESSÃO MÁXIMA DE SERVIÇO – Pressão máxima que um componente pode suportar,
incluindo golpes.
(***) PRESSÃO DE TESTE – Pressão máxima para teste hidrostático.

122
7.3. Tabela de pressão – tubos com flanges:
TUBOS COM FLANGES
PN 10 PN 16 PN 16
DN PRESSÃO PRESSÃO MÁXIMA PRESSÃO MÁXIMA
PSA * PMS ** PTA *** PSA * PMS ** PTA *** PSA * PMS ** PTA ***
kPa kPa kPa kPa kPa kPa kPa kPa kPa
80 1600 2000 2500 4000 4800 5300
100
1600 2000 2500
150
200
250
300
350
400
1600 2000 2500
450 2500 3000 3500
500 1000 1200 1700
600
700
800
900
1000
1200
(*) PRESSÃO DE SERVIÇO ADMISSÍVEL – Pressão interna máxima em regime de trabalho permanente.
(**) PRESSÃO MÁXIMA DE SERVIÇO – Pressão máxima que um componente pode suportar, incluindo
golpes.
(***) PRESSÃO DE TESTE – Pressão máxima para teste hidrostático.

7.4. Especificação técnica:


Espessura do revestimento de cimento NBR 8682 - ISO 4179
Espessura nominal das paredes dos tubos
Comprimento útil dos tubos NBR 7663 - ISO 2531
Material
Junta elástica NBR 7674
Flanges NBR 7675 - ISO 2531
Diâmetro externo NBR 13747

7.5. Aplicação:
Aplicações em geral em água, óleo e gás (WOG) em instalações industriais,
sistemas de distribuição de água e coleta de esgoto sanitário.
Tubos e conexões
Instalações de coleta de efluentes industriais.
do tipo ponta e bolsa
Sistema de água antiincêndio.
(Tubulação enterrada)
Adutoras de água potável e água bruta.
Sistemas de coleta águas pluviais.
Aplicações em geral em água, óleo e gás (WOG) em instalações industriais,
sistemas de distribuição de água e coleta de esgoto sanitário.
Tubos e conexões
Instalações de coleta de efluentes industriais.
do tipo flangeada.
Sistema de água antiincêndio.
(Tubulação aérea)
Adutoras de água potável e água bruta.
Sistemas de coleta águas pluviais.

7.6. Exemplos de especificação técnica:


• Tubos e conexões de ferro fundido dúctil ISO 2531, classe K7, revestido
internamente com cimento, aplicado por centrifugação, conforme ISO 4179,

123
dimensões conforme ISO 2531, extremidades com junta elástica do tipo
ponta e bolsa conforme NBR 7674.

• Tubos e conexões de ferro fundido dúctil NBR 7663, classe K7, revestido
internamente com cimento, aplicado por centrifugação, conforme NBR 8682,
dimensões conforme NBR 13747, extremidades com junta elástica do tipo ponta e
bolsa conforme NBR 7674.
• Tubos e conexões de ferro fundido dúctil NBR 7663, classe K9, revestido
internamente com cimento, aplicado por centrifugação, conforme NBR 8682,
dimensões conforme NBR 13747, extremidades com flanges com dimensões
conforme NBR 7675 – PN 10.
• Tubos e conexões de ferro fundido dúctil ISO 2531, classe K9, revestido
internamente com cimento, aplicado por centrifugação, conforme ISO 4179,
dimensões conforme ISO 2531, extremidades com flanges com dimensões
conforme ISO 2531 – PN 25.

7.7. Tubos de série K7


Tubos Série K7

DIMENSÕES BÁSICAS
DN
DE DI P L (Máx.) B e MASSA
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
100 118 121 94,5 6000 189 5,0 91,2
150 170 173 100,5 6000 243 5,2 139,2
200 222 225 106,5 6000 296 5,4 187,8
250 274 277 105,5 6000 353 5,5 241,2
300 326 329 107,5 6000 410 5,7 297,6
350 378 381 110,5 6000 465 5,9 390,6
400 429 432 112,5 6000 517 6,3 468,6
450 480 483 115,5 6000 575 6,7 552,0
500 532 535 117,5 6000 630 7,0 636,6
600 635 638 122,5 6000 739 7,7 826,8
700 738 741 147,5 7000 863 8,4 1234,1
800 842 845 147,5 7000 974 9,1 1511,3
900 945 948 147,5 7000 1082 9,8 1813,7
1000 1048 1051 157,5 7000 1191 10,5 2142,0
1200 1255 1258 167,5 7000 1412 11,9 2880,5

124
7.8. Tubos da série K9
Tubos Série K9

DIMENSÕES BÁSICAS
DN
DE DI P L (Máx.) B e MASSA
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
80 98 101 92,5 6000 168 6,0 87,0
100 118 121 94,5 6000 189 6,1 107,4
150 170 173 100,5 6000 243 6,3 163,2
200 222 225 106,5 6000 296 6,4 219,0
250 274 277 105,5 6000 353 6,8 286,8
300 326 329 107,5 6000 410 7,2 361,2
350 378 381 110,5 6000 465 7,7 477,0
400 429 432 112,5 6000 517 8,1 566,4
450 480 483 115,5 6000 575 8,6 669,0
500 532 535 117,5 6000 630 9,0 773,4
600 635 638 122,5 6000 739 9,9 1008,6
700 738 741 147,5 7000 863 10,8 1501,5
800 842 845 147,5 7000 974 11,7 1843,1
900 945 948 147,5 7000 1082 12,6 2214,8
1000 1048 1051 157,5 7000 1191 13,5 2618,0
1200 1255 1258 167,5 7000 1412 15,3 3528,7

7.9. Tubos e conexões de ferro fundido – Tabela dimensional:


Curva 90º com Bolsas
DN t MASSA DN t MASSA
(mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (kg)
80 100 10,2 350 370 92,2
100 120 14,0 400 420 121,0
150 170 22,7 450 470 148,8
200 220 35,2 500 520 190,9
250 270 52,0 600 620 277,0
300 320 72,0

Curva 45º com Bolsas


DN t MASSA DN t MASSA
(mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (kg)
80 55 8,5 450 220 108,1
100 65 13,0 500 240 140,4
150 85 20,7 600 285 196,7
200 110 27,3 700 330 290,5
250 130 41,8 800 370 390,0
300 150 58,0 900 415 508,4
350 175 72,4 1000 460 652,0
400 195 90,9 1200 550 1005,7

125
Curva 22º30’ com Bolsas
DN t MASSA DN t MASSA
(mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (kg)
80 40 8,6 450 120 88,3
100 40 11,8 500 130 112,1
150 55 18,7 600 150 156,6
200 65 29,2 700 175 234,3
250 75 34,6 800 195 307,0
300 85 48,1 900 220 393,5
350 95 60,2 1000 240 488,8
400 110 75,9 1200 285 866,0

Curva 11º15’ com Bolsas


DN t MASSA DN t MASSA
(mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (kg)
80 30 8,7 450 70 78,1
100 30 11,2 500 75 97,0
150 35 16,8 600 85 135,6
200 40 27,6 700 95 196,6
250 50 33,1 800 110 256,9
300 55 46,3 900 120 384,3
350 60 55,2 1000 130 360,5
400 65 66,6 1200 150 622,2

Tê com Bolsas
DN dn L H M DN dn L H M
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
80 80 170 85 13,0 80 180 245 74,5
80 170 95 18,1 100 210 245 79,6
100
100 190 95 19,2 400 200 325 260 98,1
80 170 120 26,1 300 440 270 118,1
150 100 195 120 26,0 400 560 280 138,2
150 255 125 30,8 100 215 295 110,2
80 175 145 32,3 200 330 305 133,5
500
100 200 145 36,7 300 450 320 156,4
200
150 255 150 42,5 500 680 340 205,9
200 315 155 49,3 100 220 345 145,3
80 180 170 38,6 200 340 355 173,9
250 100 200 170 42,8 600 300 455 370 203,1
250 375 190 61,0 400 570 380 229,5
80 175 195 50,2 600 800 400 291,3
100 205 195 57,0
150 260 200 62,1
300
200 320 205 69,0
250 380 210 76,6
300 435 220 88,0

Cruzeta com Bolsas


DN dn L H M DN dn L H M
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
80 80 170 85 16,0 80 180 245 74,2
80 170 95 23,1 100 210 245 80,4
100
100 190 95 25,1 400 200 325 260 103,4
80 170 120 25,2 300 440 270 126,4
150 100 195 120 31,5 400 560 280 153,3
150 255 125 38,9 100 215 295 110,6
80 175 145 33,6 200 330 305 136,3
500
100 200 145 37,8 300 450 320 165,1
200
150 255 150 44,2 500 680 340 229,7
200 315 155 58,0 100 220 345 147,0
80 180 170 44,8 200 340 355 179,5
600
250 100 200 170 49,1 300 455 370 212,2
250 375 190 75,2 400 570 380 245,3

126
Cruzeta com Bolsas
DN dn L H M DN dn L H M
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
80 175 195 52,6 600 800 400 336,6
100 205 195 58,0
150 260 200 -
300
200 320 205 78,0
250 380 210 -
300 435 220 99,5

Tê com Bolsas e Flange


MASSA
DN dn L H
PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
80 50 130 155 14,3
100 50 135 170 16,6
50 135 200 21,9
150
80 170 205 24,1
50 140 230 30,1
200 80 175 235 34,6
100 200 240 39,1
50 145 260 36,6
250 80 180 265 39,7
100 200 270 45,0
100 205 300 56,6
300 200 320 320 77,6 79,9
300 435 340 101,5 107,2
100 205 330 73,4
350 200 325 350 91,3 93,5
350 495 380 124,3 136,5
100 210 360 85,8
200 325 380 107,4 109,6
400
300 440 400 130,8 136,2
400 560 420 158,0 164,6 176,6
100 215 420 114,4
200 330 440 139,0 141,2
500 300 445 460 165,6 170,7
400 565 480 198,0 204,1 215,5
500 680 500 227,5 242,8 255,0
100 220 480 142,1
200 340 500 176,7 178,8
600 300 455 520 208,0 213,0
400 570 540 250,0 256,0 267,0
600 800 580 334,1 361,0 376,2
200 345 525 249,0 251,0
400 575 555 326,4 332,5 343,7
700
600 925 585 440,4 446,6 480,8
700 925 600 467,0 482,0 548,1
200 350 585 315,2 317,2
400 580 615 406,0 412,0 423,0
800
600 1045 645 596,4 623,0 637,6
800 1045 672 638,5 658,0 708,3
200 355 645 323,9 325,9
400 590 675 502,2 508,4 519,7
900 600 1170 705 763,0 789,5 803,4
800 1170 750 854,6 874,0 923,6
900 1170 750 925,2 949,4 1010,0
200 360 705 468,9 470,9
400 595 735 631,3 637,4 648,6
1000 600 1290 795 930,2 956,8 971,0
800 1290 800 1063,0 1082,0 1133,0
1000 1290 825 1177,0 1220,0 1299,0
200 370 825 756,0 758,0
400 605 855 973,7 980,0 991,0
600 840 885 1326,0 1352,0 1367,0
1200
800 1070 915 1569,0 1588,0 1637,0
1000 1300 945 1776,0 1818,0 1898,0
1200 1535 975 2010,0 2034,0 2135,0

127
Redução Ponta e Bolsa
DN dn L L1 M DN dn L L1 M
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
100 80 200 92 8,1 200 460 108 39,1
80 300 98 12,4 350 250 360 108 36,4
150
100 300 98 13,5 300 260 108 33,7
80 300 104 17,0 250 470 110 50,4
200 100 300 104 15,6 400 300 370 110 45,5
150 300 104 20,0 350 270 110 41,8
150 350 104 22,9 350 480 115 66,9
250 500
200 250 104 23,5 400 380 115 60,6
150 450 105 29,6 400 580 120 107,1
600
300 200 350 105 30,5 500 380 120 90,9
250 250 105 29,5

Redução com Bolsas


DN dn L M DN dn L M
(mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (mm) (kg)
150 350 44,0 400 460 139,5
600
300 200 250 45,0 500 260 148,5
250 150 53,0 500 480 222,0
700
200 360 52,5 600 280 213,5
350 250 260 60,0 600 480 282,0
800
300 160 64,0 700 280 284,5
250 360 72,5 700 480 348,5
900
400 300 260 76,0 800 280 347,0
350 160 75,5 800 480 432,5
1000
350 360 109,5 900 280 432,0
500
400 260 112,0 1200 1000 480 589,5

Luva com Bolsas


DN L MASSA DN L MASSA
(mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (kg)
80 160 10,2 450 195 82,8
100 160 11,8 500 200 92,3
150 165 18,7 600 210 133,7
200 170 26,4 700 220 260,8
250 175 36,5 800 230 324,4
300 180 46,3 900 240 382,7
350 185 56,0 1000 250 460,4
400 190 69,3 1200 270 700,0

Luva com Bolsas Junta Mecânica


DN L MASSA DN L MASSA
(mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (kg)
80 160 14,0 450 195 239,6
100 160 17,6 500 200 172,3
150 165 27,2 600 210 237,3
200 170 40,0 700 220 310,1
250 175 54,1 800 230 426,6
300 180 79,3 900 240 542,8
350 185 96,4 1000 250 720,0
400 190 119,5 1200 270 946,0

Extremidade Flange e Bolsa


MASSA
DN L
PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
80 130 7,9
100 130 10,0 10,5
150 135 15,5 16,5
200 140 21,6 23,8
250 145 29,9 33,7
300 150 38,1 43,5

128
Extremidade Flange e Bolsa
MASSA
DN L
PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
350 155 46,2 49,3 58,8
400 160 56,4 62,7 74,2
450 165 70,7 76,9 88,4
500 170 78,5 94,8 106,0
600 180 109,0 137,0 151,4
700 190 163,0 171,0 187,5
800 200 210,0 219,5 244,0
900 210 258,0 269,5 300,0
1000 220 321,0 342,0 380,0
1200 240 405,0 437,5 487,5

Extremidade Flange e Ponta


MASSA
DN L
PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
50 340 5,0
80 350 7,8
100 360 9,6 10,2
150 380 15,6 16,6
200 400 22,5 24,5
250 420 31,5 32,0 35,5
300 440 42,0 42,5 47,5
350 460 52,0 55,0 64,0
400 480 64,0 70,0 81,0
450 500 77,5 84,0 95,5
500 520 94,0 109,0 121,0
600 560 133,0 159,0 173,0
700 600 179,0 194,0 229,0
800 600 226,0 245,0 294,0
900 600 272,0 295,0 355,0
1000 600 328,0 369,0 447,0
1200 600 456,0 520,0 620,0

Tampão (Cap)
DN P MASSA DN P MASSA
(mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (kg)
80 90 3,2 350 108 40,3
100 92 4,7 400 110 51,5
150 98 9,4 450 113 64,8
200 104 13,6 500 115 78,5
250 104 18,7 600 120 113,7

300 105 32,1

Tubos com Flanges Soldados e Roscados

129
Tubos com Flanges Soldados e Roscados
DIMENSÕES BÁSICAS MASSAS
DN
DE L (Máx.) e TUBO BOLSA FLANGES
PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (Kg/m) (kg)
(kg) (kg) (kg)
80 98 5800 6,0 13,9 3,4 4,0
100 118 5800 6,1 17,2 4,3 4,5 5,0
150 170 5800 6,3 26,0 7,1 8,0 9,0
200 222 5800 6,4 34,8 10,3 10,0 12,0
250 274 5800 6,8 45,4 14,2 14,5 17,5
300 326 5800 7,2 57,1 18,6 18,0 23,0
350 378 5800 7,7 75,5 23,7 23,0 26,0 34,0
400 429 5800 8,1 89,5 29,3 28,0 34,0 45,0
450 480 5800 8,6 105,1 35,6 34,5 42,0 53,5
500 532 5800 9,0 121,8 42,8 38,0 53,0 65,0
600 635 5800 9,9 158,2 59,3 56,0 82,0 96,0
700 738 6800 14,4 260,1 79,1 76,0 91,0 126,0
800 842 6800 15,6 318,9 102,6 98,0 VER TUBOS
900 945 6800 16,8 383,0 129,9 125,0 FUNDIDOS COM
1000 1048 6800 18,0 452,3 161,3 150,0 FLANGES
1200 1255 6800 20,4 607,8 237,7 220 INTEGRAIS

Tubos com Flanges Integrais

DIMENSÕES BÁSICAS MASSAS


DN
DE L (Máx.) e TUBO BOLSA FLANGES
PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (Kg/m) (kg)
(kg) (kg) (kg)
800 842 2000 18,2 332,0 102,6 - 117 166
900 945 2000 19,6 402,0 129,9 - 149 209
1000 1048 2000 21,0 478,0 161,3 - 192 270
1200 1255 2000 23,8 648,0 237,7 - 284 384

Toco com Flanges Pn10 – Pn 16 – Pn25


MASSA MASSA
DN DN
L=250mm L=500mm
(mm) PN 10 PN 16 PN 25 (mm) PN 10 PN 16 PN 25
50 7,5 50 10,0
80 11,5 80 15,0
100 14,0 15,0 100 19,0
150 24,0 26,0 150 32,0 34,0
200 32,0 36,0 200 43,0 47,0
250 44,0 50,0 250 60,0 67,0
300 56,0 66,0 300 76,0 86,0
350 70,0 76,0 76,0 350 88,0 94,0 110,0
400 85,0 97,0 97,0 400 114,0 126,0 148,0
450 95,0 110,0 110,0 450 137,0 152,0 175,0
500 116,0 146,0 146,0 500 156,0 186,0 210,0
600 165,0 217,0 217,0 600 217,0 269,0 297,0
700 219,0 249,0 249,0 700 286,0 316,0 386,0
800 279,0 317,0 317,0 800 361,0 399,0 497,0
900 350,0 398,0 398,0 900 450,0 498,0 618,0
1000 419,0 503,0 503,0 1000 538,0 622,0 778,0
1200 597,0 725,0 725,0 1200 755,0 883,0 1083,0

130
Curv ges e Pé - Pn10 – Pn 16 – Pn25
DIMENSÕES BÁSICAS MASSA
DN
L L1 H H1 PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
50 150 150 245 95 8,6
80 165 180 275 110 14,1
100 180 200 305 125 17,0 18,0
150 220 250 380 160 28,0 30,0
200 260 300 450 190 43,5 47,0
250 350 350 575 225 71,0 78,0
300 400 400 655 255 102,0 112,0
350 450 450 740 290 136,0 141,0 159,0
400 500 500 820 320 172,0 183,0 206,0
450 550 550 905 355 231,0 246,0 269,0
500 600 600 985 385 276,0 306,0 330,0
600 700 700 1150 450 423,0 476,0 504,0

Tubos com Flanges Soldados e Roscados


DIMENSÕES BÁSICAS MASSA
DN
t PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
50 150 6,0
80 165 9,5
100 180 11,0 12,0
150 220 18,0 20,0
200 260 28,0 32,0
250 350 46,0 53,0
300 400 66,0 76,0
350 450 87,0 93,0 110,0
400 500 110,0 121,0 144,0
450 550 195,0 210,0 233,0
500 600 174,0 204,0 228,0
600 700 267,0 320,0 348,0
700 800 380,0 410,0 480,0
800 900 525,0 563,0 662,0
900 1000 690,0 738,0 858,0
1000 1100 892,0 975,0 1132,0
1200 1300 1421,0 1549,0 1749,0

Curva 45º com Flanges - Pn10 – Pn 16 – Pn25


DIMENSÕES BÁSICAS MASSA
DN
t PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
50 150 6,0
80 130 9,5
100 140 10,5 11,5
150 160 17,0 19,0
200 180 26,0 30,0
250 350 52,0 59,0
300 400 74,0 84,0
350 298 74,0 80,0 97,0
400 324 91,0 102,0 125,0
450 349 158,0 173,0 196,0
500 375 138,0 168,0 192,0
600 426 204,0 257,0 285,0
700 478 295,0 325,0 395,0
800 529 400,0 438,0 536,0
900 581 516,0 564,0 685,0
1000 632 664,0 747,0 903,0
1200 750 1043,0 1171,0 1371,0

Curva 22º 30’ com Flanges - Pn10 – Pn 16 – Pn25


DIMENSÕES BÁSICAS MASSA
DN
t PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
50 90 9,0
80 97 13,0

131
Curva 22º 30’ com Flanges - Pn10 – Pn 16 – Pn25
DIMENSÕES BÁSICAS MASSA
DN
t PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
100 105 17,0 18,0
150 119 28,0 30,0
200 134 41,0 45,0
250 149 56,0 62,0
300 164 73,0 83,0
350 179 99,0 105,0 121,0
400 194 124,0 136,0 158,0
450 209 156,0 171,0 194,0
500 224 180,0 210,0 234,0
600 254 258,0 305,0 333,0
700 284 344,0 374,0 444,0
800 314 472,0 510,0 608,0
900 344 605,0 563,0 773,0
1000 374 781,0 865,0 1021,0
1200 434 1110,0 1238,0 1438,0

Curva 11º 15’ com Flanges - Pn10 – Pn 16 – Pn25


DIMENSÕES BÁSICAS MASSA
DN
t PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
50 65 8,0
80 69 11,0
100 75 16,0 17,0
150 84 25,0 27,0
200 95 36,0 40,0
250 104 49,0 55,0
300 114 62,0 72,0
350 124 83,0 88,0 105,0
400 134 104,0 116,0 138,0
450 144 132,0 147,0 170,0
500 154 149,0 179,0 203,0
600 174 207,0 259,0 287,0
700 194 274,0 304,0 374,0
800 213 374,0 412,0 510,0
900 234 473,0 521,0 641,0
1000 253 609,0 693,0 849,0
1200 293 927,0 1055,0 1255,0

Tê com Flanges - Pn10 – Pn 16 – Pn25


MASSA
DN dn
L H PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
50 320 160 19,0
80
80 320 165 15,3
50 360 160 16,0
100 80 360 175 18,1 19,3
100 360 180 18,5 20,0
50 440 200 26,0
80 440 205 30,0 32,0
150
100 440 210 28,5 31,0
150 440 220 32,0 35,0
50 520 235 48,0 52,0
80 520 235 43,5 51,0
200 100 520 240 41,0 45,0
150 520 250 44,0 49,0
200 520 260 47,0 53,0
50 700 265 67,0 73,0
80 700 265 69,0 75,0
250 100 700 275 67,0 75,0
200 700 325 73,0 82,0
250 700 350 80,0 91,0

132
Tê com Flanges - Pn10 – Pn 16 – Pn25
MASSA
DN dn
L H PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
100 800 300 92,0 103,0
300 200 800 350 100,0 112,0
300 800 400 119,0 134,0
100 850 325 112,0 118,0 135,0
350 200 850 325 117,0 123,0 142,0
300 850 425 133,0 139,0 160,0
350 850 425 139,0 148,0 173,0
100 900 350 138,0 149,0 172,0
200 900 350 142,0 153,0 178,0
400
300 900 450 159,0 171,0 198,0
400 900 450 172,0 189,0 223,0
100 950 375 173,0 188,0 212,0
200 950 375 180,0 195,0 220,0
450 300 950 475 187,0 202,0 230,0
400 950 475 204,0 225,0 259,0
450 950 475 207,0 229,0 264,0
100 1000 400 205,0 235,0 259,0
200 1000 400 209,0 239,0 265,0
500 300 1000 500 219,0 249,0 278,0
400 1000 500 234,0 270,0 305,0
500 1000 500 243,0 293,0 329,0
100 1100 450 298,0 350,0 379,0
200 1100 450 293,0 346,0 376,0
300 1100 550 303,0 355,0 388,0
600
400 1100 550 316,0 375,0 414,0
500 1100 550 313,0 380,0 420,0
600 1100 550 352,0 432 ,0 474,0
200 650 525 267,0 297,0 367,0
700 400 870 555 341,0 376,0 456,0
700 1200 600 478,0 523,0 628,0
200 690 585 350,0 389,0 487,0
400 910 615 438,0 482,0 589,0
800
600 1350 645 609,0 674,0 784,0
800 1350 675 658,0 716,0 863,0
200 730 645 434,0 482,0 603,0
400 950 675 537,0 592,0 722,0
900
600 1500 705 782,0 856,0 990,0
900 1500 750 854,0 925,0 1107,0
200 700 705 544,0 626,0 785,0
400 990 735 663,0 751,0 920,0
1000
600 1650 765 1001,0 1110,0 1280,0
1000 1650 825 1106,0 1230,0 1465,0
200 850 825 809,0 937,0 1137,0
400 1070 855 965,0 1099,0 1310,0
600 1250 885 1105,0 1259,0 1473,0
1200
800 1450 885 1368,0 1515,0 1764,0
1000 1680 935 1564,0 1734,0 2012,0
1200 1950 975 1863,0 2055,0 2355,0

Junção 45º com Flanges – Pn10 – Pn 16 – Pn25


DIMENSÕES BÁSICAS MASSA
DN dn
L L1 H PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
50 50 360 90 170 11,1
80 80 400 90 195 17,2
80 430 90 215 20,8 21,0
100
100 430 90 215 21,0 22,5
100 530 95 270 33,0 36,0
150
150 530 95 270 36,0 39,0
100 600 95 321 47,0 52,0
200 150 600 95 321 51,0 56,0
200 600 95 321 55,0 60,0

133
Junção 45º com Flanges – Pn10 – Pn 16 – Pn25
DIMENSÕES BÁSICAS MASSA
DN dn
L L1 H PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (kg) (kg) (kg)
150 700 115 363 72,0 79,0
250 200 700 115 363 76,0 84,0
250 700 115 363 80,0 90,0
200 800 135 412 103,0 114,0
300
300 800 135 412 111,0 126,0
300 960 145 472 168,0 178,0 205,0
400
400 960 145 512 173,0 189,0 222,0

Redução com Flanges – Pn10 – Pn 16 – Pn25


CONCÊNTRICA EXCÊNTRICA
DN dn L MASSA MASSA
PN 10 PN 16 PN 25 PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg) (kg)
80 50 200 8,4 8,0
50 300 15,5 16,0 9,5 10,0
100
80 200 9,5 9,5 10,0
80 400 25,6 26,5 17,2 18,2
150
100 300 15,5 17,0 15,0 16,5
100 600 30,5 33,0 27,5 30,0
200
150 300 22,0 25,0 22,0 25,0
150 600 45,0 49,0 39,0 43,0
250
200 300 30,0 35,5 30,0 35,0
150 600 52,0 58,0 46,0 52,0
300 200 600 58,0 65,0 51,0 58,0
250 300 40,0 49,0 40,0 49,0
350 300 300 49,5 52,0 66,0 - - -
250 600 78,0 84,0 98,0 72,0 77,0 92,0
400 300 600 76,0 82,0 98,0 79,0 84,0 101,0
350 300 58,0 67,0 86,0 - - -
300 600 94,0 101,0 118,0 - - -
450 350 600 97,0 107,0 127,0 - - -
400 300 105,0 119,0 140,0 - - -
500 400 600 110,0 130,0 153,0 - - -
600 500 600 149,0 190,0 216,0 - - -
700 600 600 195,0 236,0 285,0 - - -
800 700 600 250,0 285,0 369,0 - - -
900 800 600 308,0 352,0 461,0 - - -
1000 900 600 373,0 438,0 576,0 - - -
1200 1000 800 614,0 720,0 898,0 - - -

Placa de Redução – Pn10 – Pn 16 – Pn25


DIMENSÕES BÁSICAS E MASSAS
DN dn PN 10 PN 16 PN 25
L MASSA L MASSA L MASSA
(mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (kg) (mm) (kg)
100 50 40 5,0 40 5,0 40 5,4
80 40 13,0 40 13,0 40 17,0
200
100 40 13,0 40 13,0 47 17,0
250 200 44 32,0 44 32,0 50 37,0
150 48 38,0 54 50,0 60 59,0
350
250 48 32,0 54 36,0 60 48,0
150 48 38,0 54 45,0 60 56,0
200 48 39,5 54 40,0 60 59,0
400
250 48 39,0 54 46,0 60 61,0
300 49 38,0 55 44,0 61 60,0
450 350 52 45,0 58 57,0 63 70,0
350 54 56,0 60 70,0 65 85,0
500
400 54 53,0 60 65,0 65 83,0
150 33 138,0 39 164,0 45 178,0
600
450 50 94,0 53 120,0 76 134,0
700 500 56 102,0 67 134,0 76 178,0
900 700 63 165,0 73 200,0 86 237,0
700 63 222,0 73 285,0 90 277,0
1000
800 68 209,0 77 260,0 90 308,0

134
Flange Cego – Pn10 – Pn 16 – Pn25
DIMENSÕES BÁSICAS E MASSAS
DN PN 10 PN 16 PN 25
F
B MASSA B MASSA B MASSA
(mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (kg) (mm) (kg)
50 3 16,0 2,4 16,0 2,4 16,0 2,4
80 3 16,0 3,6 16,0 3,6 16,0 3,6
100 3 16,0 4,3 16,0 4,3 16,0 4,8
150 3 16,0 7,2 16,0 7,2 17,0 8,3
200 3 17,0 11,0 17,0 11,0 19,0 13,3
250 3 19,0 17,0 19,0 17,0 21,5 21,0
300 4 20,5 24,0 20,5 24,0 23,5 30,0
350 4 20,5 30,0 22,5 33,0 26,0 43,0
400 4 20,5 36,0 24,0 44,0 28,0 58,0
450 4 21,5 68,0 26,0 75,5 30,5 87,0
500 4 22,5 56,0 27,5 77,0 32,5 94,0
600 5 25,0 85,0 31,0 121,0 37,0 144,0
700 5 27,5 123,0 34,5 156,0 41,5 215,0
800 5 30,0 172,0 38,0 218,0 46,0 304,0
900 5 32,5 224,0 41,5 286,0 50,5 397,0
1000 5 35,0 293,0 45,0 387,0 55,0 535,0
1200 5 40,0 575,0 52,0 662,0 64,0 843,0

Peças com Aba de Vedação – Pn10 – Pn 16 – Pn25


MASSAS
DN PONTA E FLANGE FLANGES
D E
PN 10 PN 16 PN 25 PN 10 PN 16 PN 25
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
80 200 20 17,0 20,0
100 218 20 21,0 25,5
150 270 20 32,0 33,0 40,0 42,0
200 322 20 46,0 48,0 56,0 60,0
250 374 20 58,0 61,5 72,5 79,0
300 426 20 75,0 81,0 93,0 104,0
350 478 25 89,0 92,5 101,0 112,0 118,5 135,0
400 529 25 108,0 114,0 127,0 136,0 148,0 172,0
500 632 25 147,0 164,0 177,0 197,0 217,0 242,0
600 735 25 197,0 226,0 241,0 253,0 308,0 337,0
700 858 30 244,0 272,0 299,0 320,0 363,0 425,0
800 952 30 314,0 335,0 389,0 412,0 452,0 555,0
900 1095 30 345,0 408,0 474,0 470,0 557,0 683,0
1000 1198 40 487,0 533,0 619,0 637,0 725,0 889,0
1200 1405 40 637,0 695,0 817,0 857,0 979,0 1201,0

Carretel

CARRETEL TIRANTES
DN L=250mm PN 10 PN 16 PN 25
e DE MASSA d L d L d L
Nº Nº Nº
(mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
50 24,0 98,0 10,0 4 16 360 4 16 360 4 16 360
80 26,0 130,0 15,5 8 16 360 8 16 360 8 16 360
100 26,5 153,0 19,0 8 16 360 8 16 360 8 20 370
150 29,5 209,0 30,0 8 20 370 8 20 370 8 24 380
200 32,0 264,0 42,0 8 20 370 12 20 370 12 24 380

135
Carretel

CARRETEL TIRANTES
DN L=250mm PN 10 PN 16 PN 25
e DE MASSA d L d L d L
Nº Nº Nº
(mm) (mm) (mm) (kg) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
250 34,5 319,0 55,0 12 20 370 12 24 380 12 27 430
300 34,5 369,0 62,0 12 20 370 12 24 380 16 27 430
350 38,5 427,0 84,0 16 20 370 16 24 380 16 30 450
400 38,5 477,0 95,0 16 24 380 16 27 430 16 33 460
500 41,0 582,0 125,0 20 24 380 20 30 450 20 33 460
600 41,0 682,0 148,0 20 27 430 20 33 460 20 36 480
700 48,5 797,0 204,0 24 27 430 24 33 460 24 39 490
800 52,0 904,0 249,0 24 30 450 24 36 480 24 45 520
900 52,0 1004,0 278,0 28 30 450 28 36 480 28 45 520
1000 55,5 1111,0 329,0 28 33 460 28 39 490 28 52 550
1200 60,0 1320,0 424,0 32 36 480 32 45 520 32 52 550

Parafusos

PARAFUSO
DN PN 10 PN 16 PN 25
d L d L d L
Nº Nº Nº
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
50 4 16 80 4 16 80 4 16 80
80 8 16 80 8 16 80 8 16 80
100 8 16 80 8 16 80 8 20 90
150 8 20 90 8 20 90 8 24 100
200 8 20 90 12 20 90 12 24 100
250 12 20 90 12 24 100 12 27 120
300 12 20 90 12 24 100 16 27 120
350 16 20 90 16 24 100 16 30 130
400 16 24 100 16 27 120 16 33 130
450 20 24 100 20 27 120 20 33 130
500 20 24 100 20 30 130 20 33 130
600 20 27 120 20 33 130 20 36 140
700 24 27 120 24 33 130 24 39 150
800 24 30 130 24 36 140 24 45 180
900 28 30 130 28 36 140’ 28 45 180
1000 28 33 130 28 39 150 28 52 200
1200 32 36 140 32 45 180 32 52 200

Junta Para Flanges


JUNTA (ARRUELA)
DN DI PN 10 PN 16 PN 25
DE e DE e DE e
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
50 55 97 3,0 97 1,5 97 1,5
80 85 130 3,0 130 1,5 130 1,5
100 105 152 3,0 152 1,5 158 1,5
150 155 208 3,0 208 1,5 213 1,5
200 205 263 3,0 263 1,5 273 1,5
250 255 318 3,0 318 1,5 330 1,5

136
Junta Para Flanges
JUNTA (ARRUELA)
DN DI PN 10 PN 16 PN 25
DE e DE e DE e
(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
300 305 366 3,0 366 1,5 388 1,5
350 355 426 3,0 431 1,5 446 1,5
400 405 477 3,0 484 1,5 502 1,5
450 455 525 3,0 545 1,5 557 1,5
500 505 582 3,0 606 1,5 612 1,5
600 605 682 3,0 721 1,5 717 1,5
700 705 797 5,0 791 3,0 819 3,0
800 805 904 5,0 898 3,0 928 3,0
900 905 1004 5,0 998 3,0 1028 3,0
1000 1005 1111 5,0 1115 3,0 1141 3,0
1200 1205 1330 5,0 1330 3,0 1349 3,0

Junta Gibault (Tipo Dresser)


DIMENSÕES BÁSICAS
DN
D d L

(mm) (mm) (mm) (mm)
50 3 168 16 127
80 3 198 16 127
100 3 223 16 152
150 3 282 16 178
200 3 339 20 178
250 4 394 20 178
300 4 448 20 178
350 6 503 20 203
400 6 565 20 203
500 6 671 20 203
600 6 775 20 228

Luva Bipartida

DIÂMETRO EXTERNO PRESSÃO DE SERVIÇO DIMENSÕES BÁSICAS


MODELO
(MÍNIMO) (MÁXIMO) kPa Kgf/cm2 Psi L E MASSA
(mm) (mm) (mm) (mm) (kg)
60 68 200 184 5,9
76 87 240 192 8,3
89 98 200 218 8,6
95 108 200 218 8,4
1600 16,31 232,1 BIPARTIDO
108 118 240 245 11,6
116 128 240 245 11,2
142 153 245 258 13,7
168 184 300 300 22,3
214 225 400 360 37,5
216 250 250 365 22,5
267 298 1000 10,20 145 TRIPARTIDO 350 420 46,0
315 358 400 460 59,6

137
7.10. Exemplo de lista de material:
Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:

TUBOS E CONEXÕES DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL


NBR 7663, CLASSE K7, REVESTIDO INTERNAMENTE
COM CIMENTO, APLICADO POR CENTRIFUGAÇÃO,
CONFORME NBR 8682, DIMENSÕES CONFORME
NBR 13747, EXTREMIDADES COM JUNTA ELÁSTICA
DO TIPO PONTA E BOLSA CONFORME NBR 7674.

TUBOS
01 120,0 m DN 100 (4”)
02 18,0 m DN 200 (8”)

CURVA 90° COM BOLSAS


03 5 Pç DN 100 (4”)
04 3 Pç DN 200 (8”)

CURVA 45° COM BOLSAS


05 3 Pç DN 100 (4”)
06 1 Pç DN 200 (8”)

REDUÇÃO PONTA E BOLSA


07 1 Pç DN 200x100 (8”x4”)

TUBOS E CONEXÕES DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL


NBR 7663, REVESTIDO INTERNAMENTE COM
CIMENTO, APLICADO POR CENTRIFUGAÇÃO,
CONFORME NBR 8682, DIMENSÕES CONFORME
NBR 13747, EXTREMIDADES COM FLANGES COM
DIMENSÕES CONFORME NBR 7675 – PN 10.

TUBOS
08 3 Pç DN 100 (4”) x L=2,8m
09 3 Pç DN 200 (8”) x L=3,0m

CURVA 90° COM FLANGES


10 3 Pç DN 100 (4”)
11 1 Pç DN 200 (8”)

CURVA 45° COM FLANGES


12 2 Pç DN 100 (4”)
13 2 Pç DN 200 (8”)

CONEXÕES DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL NBR 7663,


REVESTIDO INTERNAMENTE COM CIMENTO,
APLICADO POR CENTRIFUGAÇÃO, CONFORME NBR
8682, DIMENSÕES CONFORME NBR 13747,
EXTREMIDADE COM FLANGE COM DIMENSÕES
CONFORME NBR 7675 – PN 10 E A OUTRA COM JUNTA
ELÁSTICA DO TIPO PONTA E BOLSA CONFORME
NBR 7674. .

TE COM BOLSA E FLANGE


14 3 Pç DN 200x100 (8”x4”)

EXTREMIDADE FLANGE E BOLSA


15 1 Pç DN 200 (8”)

138
8. FLANGES

8.1. Introdução
É o tipo de ligação de uso tipicamente industrial e seu emprego visa
principalmente à facilidade de montagem e desmontagem dos componentes da
tubulação. São empregadas principalmente em tubos de DN ≥ 50 (2”) mas
nada impede seu emprego em linhas de menores diâmetros.
Uma ligação flangeada é composta de um par de flanges, uma junta de
vedação e um jogo de parafusos.

8.2. Principais fabricantes


Conflange Conexões Ltda Ciwal S.A. – Acessórios Industriais
Rua Soldado Francisco Franco, 152 / 168 Rua Terceiro Sargento João Soares de Faria,
02180-040 - São Paulo - SP 220 / 254 02179-020 - São Paulo – SP
Página: http://www.conflange.com.br Página: http://www.ciwal.com.br

8.3. Flanges conforme a norma ANSI:


Para a determinação da pressão de trabalho dos flanges segundo a norma
ASME/ANSI B16.5 ver a Tabela 9.12, na página 54 do primeiro volume.

139
8.4. Aço carbono forjado para flanges:

Aço Carbono Forjado para Flanges


LIMITE DE ESCOAMENTO COMPOSIÇÃO QUÍMICA (%)
NORMA GRAU APLICAÇÃO
PSI kgf/cm2 kPa Cr Ni Mo
ASTM A105 - 36000 2531 248211 - - - TEMP. ELEVADAS

I 30000 2109 206843 - - -


ASTM A181 TEMP. NORMAIS
II 36000 2531 248211 - - -

F1 40000 2812 275790 - - 0,40-0,60


F5a 65000 4570 448159 4,00-6,00 Max. 0,50 0,45-0,65
F5 30000 2109 206843 4,00-6,00 Max. 0,50 0,44-0,65
F11 40000 2812 275790 1,00-1,50 - 0,45-1,10
F22 40000 2812 275790 2,00-2,50 - -
ASTM A182 TEMP. ALTAS
F304 30000 2109 206843 18,0-20,0 8,00-11,0 -
F304L 25000 1758 172369 18,0-20,0 8,00-13,0 -
F310 30000 2109 206843 24,0-26,0 19,0-22,0 -
F316 30000 2109 206843 16,0-18,0 10,0-14,0 2,00-3,00
F316L 25000 1758 172369 16,0-18,0 10,0-15,0 2,00-3,00

LF1 30000 2109 206843 - - -


ASTM A350 TEMP. BAIXAS
LF3 40000 2812 275790 - 3,25-3,75 -

8.5. Exemplos de especificação técnica:

• Flange de pescoço de aço carbono forjado ASTM A105, classe 300#,


dimensões conforme ANSI B16.5-FR, face com acabamento com ranhuras
concêntricas conforme MSS-SP-6.

• Flange sobreposto de aço carbono forjado ASTM A181 / Gr. II, classe 150#,
dimensões conforme ANSI B16.5-FR, face com acabamento com ranhuras
espirais conforme MSS-SP-6.

• Flange roscado de aço carbono usinado ASTM A36, classe 150#,


dimensões conforme ANSI B16.5-Fp, face com acabamento com ranhuras
espirais conforme MSS-SP-6, galvanizado a fogo.

• Flange solto de aço carbono usinado ASTM A36, classe 150#, dimensões
conforme ANSI B16.5, galvanizado a fogo.

140
8.6. Tabela de dimensões – Classes 125# e 150#:
Dimensões para os Flanges:

NORMA CLASSE MATERIAL

ANSI B16.1 125 LIBRAS FERRO FUNDIDO


ANSI B16.5 150 LIBRAS AÇO
ANSI B16.24 150 LIBRAS BRONZE

Diâmetro DIMENSÕES BÁSICAS Parafusos (*)


Nominal A B C D Máquina Estojo

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (Pol.) (mm) E (Pol.) L (Pol.) E (Pol.) L (Pol.)
1/2 15 88,9 60,3 34,9 2
2.1/2
3/4 20 98,4 69,8 42,9
2.1/4
1 25 108 79,4 50,8 5/8 15,9 1/2 1/2
2.3/4
1.1/4 32 117 88,9 63,5
4 2.1/2
1.1/2 40 127 98,4 73,0 3
2 50 152 121 92,1 2.3/4 3.1/4
2.1/2 65 178 140 105 3 3.1/2
3/4 19,0 5/8 5/8
3 80 190 152 127
3.3/4
4 100 229 190 157 3.1/4
5 125 254 216 186
8 4
6 150 279 241 216 7/8 22,2 3/4 3.1/2 3/4
8 200 343 298 270 3.3/4 4.1/4
10 250 406 362 324 4
1 25,4 7/8 7/8 4.3/4
12 300 483 432 381 12 4.1/4
14 350 533 476 413 4.1/2 5.1/4
1.1/8 28,6 1 1
16 400 597 540 470 4.3/4 5.1/2
16
18 450 635 578 533 5 6
1.1/4 31,8 1.1/8 1.1/8
20 500 698 635 584 5.1/2 6.1/4
20
24 600 813 749 692 1.3/8 34,9 1.1/4 6 1.1/4 7

(*) O COMPRIMENTO DOS PARAFUSOS FOI CALCULADO PARA UM PAR DE FLANGES MACIÇOS, TIPO
PESCOÇO, OU SOBREPOSTOS, OU DE ENCAIXE, OU DOIS FLANGES SOLTOS COM PESTANA ESTAMPADA
OU AINDA A COMBINAÇÃO DE DOIS DELES.
FOI CONSIDERADO O RESSALTO E UMA JUNTA DE 1/8”.

141
8.7. Tabela de dimensões – Classes 250# e 300#:
Dimensões para os Flanges:

NORMA CLASSE MATERIAL

ANSI B16.1 250 LIBRAS FERRO FUNDIDO


ANSI B16.5 300 LIBRAS AÇO
ANSI B16.24 300 LIBRAS BRONZE

Diâmetro DIMENSÕES BÁSICAS Parafusos


Nominal A B C D Máquina Estojo

(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (Pol.) (mm) E (Pol.) L (Pol.) E (Pol.) L (Pol.)
1/2 15 95,2 66,7 34,9 5/8 15,9 1/2 2.1/4 1/2 2.3/4
3/4 20 117 82,6 42,9 2.1/2 3
1 25 124 88,9 50,8 3/4 19,0 4 5/8 5/8
2.3/4 3.1/4
1.1/4 32 133 98,4 63,5
1.1/2 40 156 114 73,0 7/8 22,2 3/4 3/4 3.3/4
3
2 50 165 127 92,1 3/4 19,0 5/8 5/8 3.1/2
2.1/2 65 190 149 105 3.1/2 4
3 80 210 168 127 8 3.3/4 4.1/4
4 100 254 200 157 7/8 22,2 3/4 4 3/4 4.1/2
5 125 279 235 186 4.3/4
4.1/4
6 150 318 270 216 5
12
8 200 381 330 270 1 25,4 7/8 4.3/4 7/8 5.1/2
10 250 444 387 324 1.1/8 28,6 1 5.1/2 1 6.1/4
16
12 300 521 451 381 6 6.3/4
1.1/4 31,8 1.1/8 1.1/8
14 350 584 514 413 6.1/4 7
20
16 400 648 572 470 6.1/2 7.1/2
18 450 711 629 533 1.3/8 34,9 1.1/4 6.3/4 1.1/4 7.3/4
20 500 775 686 584 24 7.1/4 8.1/4
24 600 914 813 692 1.5/8 41,3 1.1/2 8 1.1/2 9.1/4

(*) O COMPRIMENTO DOS PARAFUSOS FOI CALCULADO PARA UM PAR DE FLANGES MACIÇOS, TIPO
PESCOÇO, OU SOBREPOSTOS, OU DE ENCAIXE, OU DOIS FLANGES SOLTOS COM PESTANA ESTAMPADA
OU AINDA A COMBINAÇÃO DE DOIS DELES.
FOI CONSIDERADO O RESSALTO E UMA JUNTA DE 1/8”.

142
8.8. Tabela de dimensões – Flanges de redução
Flanges de Redução
DIÂMETRO
DIÂMETRO DA REDUÇÃO
NOMINAL
DN dn
(Pol.) (mm) (Pol.) (mm)
3/4 20 1/2 15
1 25 3/4 e 1/2 20 e 15
1.1/4 32 1 a 1/2 25 a 15
1.1/2 40 1.1/4 a 1/2 32 a 15
2 50 1.1/2 a 1 40 a 25
2.1/2 65 2 a1.1/4 50 a 32
3 80 2.1/2 a 1.1/4 65 a 32
4 100 3 a 1.1/2 80 a 40
5 125 4 a 1.1/2 100 a 40
6 150 5 a 2.1/2 125 a 65
8 200 6a3 150 a 80
10 250 8a4 200 a 100
12 300 10 a 4 250 a 100
14 350 12 a 4 300 a 100
16 400 14 a 4 350 a 100
18 450 16 a 4 450 a 100
20 500 18 a 4 450 a 100
24 600 20 a 4 500 a 100
NOTAS:
1. TODAS AS DIMENSÕES CORRESPONDEM EXATAMENTE ÀS DIMENSÕES DO FLANGE DO QUAL A
REDUÇÃO FOI EXECUTADA
2. REDUÇÕES INFERIORES AS CONSTANTES DA TABELA PODEM SER EXECUTADAS A PARTIR DE FLANGES
CEGOS COM FURO CENTRAL (OU EXCÊNTRICO) LISO OU COM ROSCA.

8.9. Exemplos de especificação técnica:


• Flange de redução de aço carbono forjado ASTM A105, classe 150#,
dimensões conforme ANSI B16.5-FR, face com acabamento com ranhuras
concêntricas conforme MSS-SP-6.
• Flange de redução de aço carbono forjado ASTM A105, classe 150#,
dimensões conforme ANSI B16.5-FR, face com acabamento com ranhuras
concêntricas conforme MSS-SP-6.

8.10. Flanges conforme a Norma DIN


Flanges conforme Normas DIN
PRESSÃO NOMINAL - NORMA DIN
TIPO
PN 10 PN 16 PN 25 PN 40
FLANGES ROSCADOS 2566 2566 2567 2567
FLANGES CEGOS 2527 2527 2527 2527
FLANGES LISOS PARA SOLDAR 2576 - - -
FLANGES COM PESCOÇO 2632 2633 2634 2635
FLANGES SOLTOS COM COLAR LISO PARA SOLDAR - - 2655 2656
FLANGES SOLTOS COM COLAR PESCOÇO PARA SOLDAR 2673 2674 2675 2676
FLANGES SOLTOS COM PESTANAS ESTAMPADAS 2642 - - -

Outras Normas DIN


ASSUNTO NORMA DIN
FACEAMENTO PARA SOLDA 2559
INDICAÇÃO DE PRESSÃO 2401
DIÂMETROS NOMINAIS 2402
DIMENSÕES GERAIS 2501 a 2504

143
Outras Normas DIN
MACHO E FÊMEA 2512 a 2514 e 2517
JUNTAS 2690 a 2697
TUBOS 2410
CÁLCULOS E INDICAÇÕES SOBRE CONSTRUÇÃO 2505 a 2511, 2515 e 2518
PARAFUSO MÁQUINA 931
PARAFUSO ESTOJO 2510
PORCA 934
ARRUELA CIRCULAR LISA 126

8.11. Dimensões dos flanges conforme as normas DIN PN 10:


Dimensões para os Flanges Pn 10:
NORMA TIPO

DIN 2632 PESCOÇO


DIN 2527 CEGO
DIN 2566 ROSCADOS
DIN 2673 SOLTOS C/ COLAR PESCOÇO
DIN 2576 LISOS PARA SOLDAR
DIN 2642 SOLTOS COM PESTANA

DIMENSÕES BÁSICAS Parafuso (*)


DN A B C D Máquina Estojo

(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) ExL (mm) ExL (mm)
10 90 60 40 M12x45 M12x60
15 95 65 45 M12x45 M12x60
14
20 105 75 58 M12x50 M12x65
25 115 85 68 M12x50 M12x65
32 140 100 78 4 M16x55 M16x70
40 150 110 88 M16x55 M16x70
50 165 125 102 M16x55 M16x75
65 185 145 122 18 M16x55 M16x75
80 200 160 138 M16x60 M16x80
100 220 180 158 M16x60 M16x80
125 250 210 188 M16x65 M16x85
8
150 285 240 212 M20x70 M20x100
200 340 295 268 M20x75 M20x105
250 395 350 320 23 M20x80 M20x120
12
300 445 400 370 M20x80 M20x120
350 505 460 430 M20x80 M20x125
16
400 565 515 482 M20x85 M20x135
27
500 670 620 585 20 M20x90 M20x145

(*) O COMPRIMENTO DOS PARAFUSOS FOI CALCULADO PARA UM PAR DE FLANGES MACIÇOS (VÁLVULA OU
ACESSÓRIO), OU DOIS FLANGES TIPO PESCOÇO, OU DOIS FLANGES SOLTOS COM PESTANA ESTAMPADA
OU DOIS FLANGES LISOS OU AINDA A COMBINAÇÃO DE DOIS DELES.
UTILIZANDO OUTRO TIPO DE FLANGE, RECALCULAR O COMPRIMENTO DO PARAFUSO.
FOI CONSIDERADA UMA JUNTA DE 2mm.

144
8.12. Dimensões dos flanges conforme as normas DIN PN 16:

Dimensões para os Flanges Pn 16:


NORMA TIPO

DIN 2633 PESCOÇO


DIN 2527 CEGO
DIN 2566 ROSCADOS
DIN 2674 SOLTOS C/ COLAR PESCOÇO

DIMENSÕES BÁSICAS Parafuso (*)


DN A B C D Máquina Estojo

(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) ExL (mm) ExL (mm)
10 90 60 40 M12x45 M12x60
15 95 65 45 M12x45 M12x60
14
20 105 75 58 M12x50 M12x65
25 115 85 68 4 M12x55 M12x65
32 140 100 78 M16x55 M16x70
40 150 110 88 M16x55 M16x70
50 165 125 102 M16x55 M16x75
65 185 145 122 18 M16x55 M16x75
80 200 160 138 M16x60 M16x80
8
100 220 180 158 M16x60 M16x80
125 250 210 188 M16x65 M16x85
150 285 240 212 M20x70 M20x100
23
200 340 295 268 M20x75 M20x105
250 405 355 320 12 M24x80 M24x120
300 460 410 378 27 M24x80 M24x120
350 520 470 438 M24x80 M24x125
16
400 580 525 490 30 M27x85 M27x135
500 715 650 610 33 20 M30x90 M30x145

(*) O COMPRIMENTO DOS PARAFUSOS FOI CALCULADO PARA UM PAR DE FLANGES MACIÇOS (VÁLVULA OU
ACESSÓRIO), OU DOIS FLANGES TIPO PESCOÇO, OU DOIS FLANGES SOLTOS COM PESTANA ESTAMPADA
OU DOIS FLANGES LISOS OU AINDA A COMBINAÇÃO DE DOIS DELES.
UTILIZANDO OUTRO TIPO DE FLANGE, RECALCULAR O COMPRIMENTO DO PARAFUSO.
FOI CONSIDERADA UMA JUNTA DE 2mm.

145
8.13. Dimensões dos flanges conforme as normas DIN PN 25:

Dimensões para os Flanges Pn 25:


NORMA TIPO

DIN 2634 PESCOÇO


DIN 2527 CEGO
DIN 2567 ROSCADOS
DIN 2675 SOLTOS C/ COLAR PESCOÇO
DIN 2655 SOLTOS C/ COLAR LISO

DIMENSÕES BÁSICAS Parafuso (*)


DN A B C D Máquina Estojo

(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) ExL (mm) ExL (mm)
10 90 60 40 M12x50 M12x65
15 95 65 45 M12x50 M12x65
14
20 105 75 58 M12x55 M12x70
25 115 85 68 4 M12x55 M12x70
32 140 100 78 M16x55 M16x75
40 150 110 88 M16x55 M16x75
50 165 125 102 18 M16x60 M16x80
65 185 145 122 M16x65 M16x85
80 200 160 138 M16x70 M16x90
100 235 190 162 23 8 M20x75 M20x105
125 270 220 188 M24x85 M24x115
150 300 250 218 27 M24x90 M24x120
200 360 310 278 M24x95 M24x125
12
250 425 370 335 M27x100 M27x135
30
300 485 430 395 M27x110 M27x140
350 555 490 450 33 16 M30x120 M30x155
400 620 550 505 M33x120 M33x165
36
500 730 660 615 20 M33x130 M33x175

(*) O COMPRIMENTO DOS PARAFUSOS FOI CALCULADO PARA UM PAR DE FLANGES MACIÇOS (VÁLVULA OU
ACESSÓRIO), OU DOIS FLANGES TIPO PESCOÇO, OU DOIS FLANGES SOLTOS COM PESTANA ESTAMPADA
OU DOIS FLANGES LISOS OU AINDA A COMBINAÇÃO DE DOIS DELES.
UTILIZANDO OUTRO TIPO DE FLANGE, RECALCULAR O COMPRIMENTO DO PARAFUSO.
FOI CONSIDERADA UMA JUNTA DE 2mm.

146
8.14. Dimensões dos flanges conforme as normas DIN PN 40:

Dimensões para os Flanges Pn 40:


NORMA TIPO

DIN 2635 PESCOÇO


DIN 2527 CEGO
DIN 2567 ROSCADOS
DIN 2676 SOLTOS C/ COLAR PESCOÇO
DIN 2656 SOLTOS C/ COLAR LISO

DIMENSÕES BÁSICAS Parafuso (*)


DN A B C D Máquina Estojo

(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) ExL (mm) ExL (mm)
10 90 60 40 M12x50 M12x65
15 95 65 45 M12x50 M12x65
14
20 105 75 58 M12x55 M12x70
25 115 85 68 4 M12x55 M12x70
32 140 100 78 M16x55 M16x75
40 150 110 88 M16x55 M16x75
50 165 125 102 18 M16x60 M16x80
65 185 145 122 M16x65 M16x85
80 200 160 138 M16x70 M16x90
100 235 190 162 23 8 M20x75 M20x105
125 270 220 188 M24x85 M24x115
27
150 300 250 218 M24x90 M24x120
200 375 320 285 30 M27x110 M27x140
12
250 450 385 345 M30x120 M30x155
33
300 515 450 410 M30x130 M30x165
350 580 510 460 36 16 M33x140 M33x180
400 660 585 535 39 M36x150 M36x195
500 755 670 615 42 20 M39x160 M39x205

(*) O COMPRIMENTO DOS PARAFUSOS FOI CALCULADO PARA UM PAR DE FLANGES MACIÇOS (VÁLVULA OU
ACESSÓRIO), OU DOIS FLANGES TIPO PESCOÇO, OU DOIS FLANGES SOLTOS COM PESTANA ESTAMPADA
OU DOIS FLANGES LISOS OU AINDA A COMBINAÇÃO DE DOIS DELES.
UTILIZANDO OUTRO TIPO DE FLANGE, RECALCULAR O COMPRIMENTO DO PARAFUSO.
FOI CONSIDERADA UMA JUNTA DE 2mm.

147
8.15. Exemplo de lista de material:
Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:

FLANGE DE AÇO CARBONO FORJADO ASTM A105,


CLASSE 150#, DIMENSÕES CONFORME ANSI B16.5-
FR, FACE COM ACABAMENTO COM RANHURAS
CONCÊNTRICAS CONFORME MSS-SP-6.

SOBREPOSTO
01 5 Pç DN 50 (2”)
02 3 Pç DN 100 (4”)

ROSCADO CONFORME ASME/ANSI B1.20.1 ROSCA NPT


03 1 Pç DN 25 (1”)

FLANGE DE BRONZE FUNDIDO ASTM B62, CLASSE


150#, DIMENSÕES CONFORME ANSI B16.5-FP, FACE
COM ACABAMENTO COM RANHURAS STANDARD
CONFORME MSS-SP-6.

ROSCADO CONFORME NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR


ROSCA BSP
6414)
04 3 Pç DN 40 (1.1/2”)

FLANGE DE REDUÇÃO, DE AÇO CARBONO FORJADO


ASTM A181/II, CLASSE 150#, DIMENSÕES CONFORME
ANSI B16.5-FR, FACE COM ACABAMENTO COM
RANHURAS CONCÊNTRICAS CONFORME MSS-SP-6.

SOBREPOSTO
05 1 Pç DN 100 (4”) x 50 (2”)

PESCOÇO
06 1 Pç DN 150 (6”) x 65 (2.1/2”)

FLANGE DE AÇO CARBONO FORJADO St-37-2


CONFORME DIN 17100, CLASSE 10, DIMENSÕES
CONFORME DIN 2566, ROSCADO CONFORME
DIN 2999, GALVANIZADO.

07 2 Pç DN 20 (3/4”)
08 1 Pç DN 32 (1.1/4”)

FLANGE DE AÇO CARBONO FORJADO St-37-2


CONFORME DIN 17100, CLASSE 25, DIMENSÕES
CONFORME DIN 2634.

09 2 Pç DN 100 (4”)
10 4 Pç DN 150 (6”)

148
149
9. CONEXÕES GOMADAS DE AÇO CARBONO

9.1. Introdução
São conexões obtidas pelo corte e solda de segmentos de tubos de aço
carbono. Com esse processo podem-se obter os mais variados tipos de
conexões como curvas de raio curto, de raio longo, tes, derivações, cruzetas,
etc.
Essas conexões são padronizadas pela norma AWWA C208 e praticamente
podem ser consideradas como peças artesanais pois podem ser fabricadas
conforme desenho do projetista, as chamadas “peças especiais”.

9.2. Principais fabricantes


Confab Industrial SA
Av. da Prosperidade, 374
09500-000 – São Caetano do Sul – SP
Página: http://www.confab.com.br

9.3. Exemplos de especificação técnica:


• Conexões gomadas de aço carbono ASTM A283 / C, obtidas de tubos
conforme AWWA C200, dimensões conforme AWWA C208, espessura
standard, extremidades chanfradas para solda de topo conforme
ASME/ANSI B16.25.
• Conexões gomadas de aço carbono, obtidas de tubos conforme
ASTM A53 / B, ASME/ANSI B16.10 – Sch 40, dimensões conforme
AWWA C208, extremidades chanfradas para solda de topo conforme
ASME/ANSI B16.25.

9.4. Aplicações
• Aplicações em geral em adutoras de água bruta, água tratada, estações
elevatórias de água e esgoto em instalações industriais de água de
resfriamento e em usinas hidrelétricas.
Exemplo: Adutoras, água de resfriamento e drenagens.

9.5. Tabela de dimensões - conforme AWWA C208:


As tabelas abaixo foram calculadas para os ângulos mais usuais. Para ângulos
diferentes dos apresentados consultar a norma: AWWA C208 – Section 1.

149
Curv - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 5 130 127
8 200 219,1 5 131 127
10 250 273,0 5 158 152
12 300 323,8 5 159 152
14 350 355,6 5 186 178
16 400 406,4 5 187 178
18 450 457,2 5 200 191
20 500 508,0 5 214 203
22 550 558,8 5 241 229
24 600 609,6 5 267 254
30 750 762,0 5 271 254
36 900 914,4 5 299 279
42 1050 1066,8 5 328 305
48 1200 1219,2 5 331 305
54 1350 1371,6 5 386 356
60 1500 1254,0 5 389 356

AS CURVAS DE DOIS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE 0°A 22° 30’.

Curv AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 10 134 127
8 200 219,1 10 136 127
10 250 273,0 10 164 152
12 300 323,8 10 166 152
14 350 355,6 10 193 178
16 400 406,4 10 196 178
18 450 457,2 10 210 191
20 500 508,0 10 225 203
22 550 558,8 10 253 229
24 600 609,6 10 281 254
30 750 762,0 10 287 254
36 900 914,4 10 319 279
42 1050 1066,8 10 351 305
48 1200 1219,2 10 358 305
54 1350 1371,6 10 416 356
60 1500 1254,0 10 422 356

AS CURVAS DE DOIS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE 0°A 22° 30’.

Curv AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 15 137 127
8 200 219,1 15 140 127
10 250 273,0 15 169 152
12 300 323,8 15 172 152
14 350 355,6 15 201 178
16 400 406,4 15 205 178
18 450 457,2 15 221 191
20 500 508,0 15 237 203

150
Curv AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
22 550 558,8 15 265 229
24 600 609,6 15 294 254
30 750 762,0 15 304 254
36 900 914,4 15 340 279
42 1050 1066,8 15 375 305
48 1200 1219,2 15 385 305
54 1350 1371,6 15 446 356
60 1500 1254,0 15 456 356

AS CURVAS DE DOIS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE 0°A 22° 30’.

Curv AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 20 140 127
8 200 219,1 20 145 127
10 250 273,0 20 175 152
12 300 323,8 20 179 152
14 350 355,6 20 209 178
16 400 406,4 20 214 178
18 450 457,2 20 231 191
20 500 508,0 20 248 203
22 550 558,8 20 278 229
24 600 609,6 20 308 254
30 750 762,0 20 321 254
36 900 914,4 20 360 279
42 1050 1066,8 20 399 305
48 1200 1219,2 20 412 305
54 1350 1371,6 20 477 356
60 1500 1254,0 20 490 356

AS CURVAS DE DOIS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE 0°A 22° 30’.

Curv omos - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 22° 30’ 142 127
8 200 219,1 22° 30’ 147 127
10 250 273,0 22° 30’ 178 152
12 300 323,8 22° 30’ 183 152
14 350 355,6 22° 30’ 213 178
16 400 406,4 22° 30’ 218 178
18 450 457,2 22° 30’ 236 191
20 500 508,0 22° 30’ 254 203
22 550 558,8 22° 30’ 284 229
24 600 609,6 22° 30’ 315 254
30 750 762,0 22° 30’ 330 254
36 900 914,4 22° 30’ 370 279
42 1050 1066,8 22° 30’ 411 305
48 1200 1219,2 22° 30’ 426 305
54 1350 1371,6 22° 30’ 492 356
60 1500 1254,0 22° 30’ 507 356

AS CURVAS DE DOIS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE 0°A 22° 30’.

151
Curva 22º 30’ - 3 Gomos com R=2,5D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 22° 30’ 11° 15’ 76 38 60
8 200 219,1 22° 30’ 11° 15’ 101 50 80
10 250 273,0 22° 30’ 11° 15’ 126 63 100
12 300 323,8 22° 30’ 11° 15’ 152 75 120
14 350 355,6 22° 30’ 11° 15’ 177 88 140
16 400 406,4 22° 30’ 11° 15’ 202 100 160
18 450 457,2 22° 30’ 11° 15’ 227 113 180
20 500 508,0 22° 30’ 11° 15’ 253 125 200
22 550 558,8 22° 30’ 11° 15’ 278 138 220
24 600 609,6 22° 30’ 11° 15’ 303 150 240
30 750 762,0 22° 30’ 11° 15’ 379 188 300
36 900 914,4 22° 30’ 11° 15’ 455 225 360
42 1050 1066,8 22° 30’ 11° 15’ 530 263 420
48 1200 1219,2 22° 30’ 11° 15’ 606 300 480
54 1350 1371,6 22° 30’ 11° 15’ 682 338 540
60 1500 1254,0 22° 30’ 11° 15’ 758 375 600

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 30º - 3 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 30 15 102 50 80
8 200 219,1 30 15 136 67 107
10 250 273,0 30 15 170 84 134
12 300 323,8 30 15 204 100 161
14 350 355,6 30 15 238 117 187
16 400 406,4 30 15 272 134 214
18 450 457,2 30 15 306 150 241
20 500 508,0 30 15 340 167 268
22 550 558,8 30 15 374 184 294
24 600 609,6 30 15 408 201 321
30 750 762,0 30 15 510 251 401
36 900 914,4 30 15 613 301 482
42 1050 1066,8 30 15 715 351 562
48 1200 1219,2 30 15 817 401 642
54 1350 1371,6 30 15 919 451 722
60 1500 1254,0 30 15 1021 502 803

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 45º - 3 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 45 22° 20’ 158 76 121
8 200 219,1 45 22° 20’ 210 101 162
10 250 273,0 45 22° 20’ 263 126 202
12 300 323,8 45 22° 20’ 316 152 243
14 350 355,6 45 22° 20’ 368 177 283
16 400 406,4 45 22° 20’ 421 202 323
18 450 457,2 45 22° 20’ 473 227 364
20 500 508,0 45 22° 20’ 526 253 404

152
Curva 45º - 3 Gomos com R=2,5D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
22 550 558,8 45 22° 20’ 579 278 445
24 600 609,6 45 22° 20’ 631 303 485
30 750 762,0 45 22° 20’ 789 379 606
36 900 914,4 45 22° 20’ 947 455 728
42 1050 1066,8 45 22° 20’ 1105 530 849
48 1200 1219,2 45 22° 20’ 1263 606 970
54 1350 1371,6 45 22° 20’ 1420 682 1091
60 1500 1254,0 45 22° 20’ 1578 758 1213

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR
PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 60º - 3 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 60 30 220 102 163
8 200 219,1 60 30 293 136 218
10 250 273,0 60 30 367 170 272
12 300 323,8 60 30 440 204 327
14 350 355,6 60 30 513 238 381
16 400 406,4 60 30 587 272 436
18 450 457,2 60 30 660 306 490
20 500 508,0 60 30 733 340 544
22 550 558,8 60 30 807 374 599
24 600 609,6 60 30 880 408 653
30 750 762,0 60 30 1100 510 817
36 900 914,4 60 30 1320 613 980
42 1050 1066,8 60 30 1540 715 1143
48 1200 1219,2 60 30 1760 817 1307
54 1350 1371,6 60 30 1980 919 1470
60 1500 1254,0 60 30 2200 1021 1633

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 67º 30’ - 3 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 33° 45’ 255 116 185
8 200 219,1 67° 30’ 33° 45’ 339 154 247
10 250 273,0 67° 30’ 33° 45’ 424 193 308
12 300 323,8 67° 30’ 33° 45’ 509 231 370
14 350 355,6 67° 30’ 33° 45’ 594 270 431
16 400 406,4 67° 30’ 33° 45’ 679 308 493
18 450 457,2 67° 30’ 33° 45’ 764 347 555
20 500 508,0 67° 30’ 33° 45’ 849 385 616
22 550 558,8 67° 30’ 33° 45’ 933 424 678

153
Curva 67º 30’ - 3 Gomos com R=2,5D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
24 600 609,6 67° 30’ 33° 45’ 1018 462 740
30 750 762,0 67° 30’ 33° 45’ 1273 578 925
36 900 914,4 67° 30’ 33° 45’ 1527 693 1110
42 1050 1066,8 67° 30’ 33° 45’ 1782 809 1294
48 1200 1219,2 67° 30’ 33° 45’ 2037 925 1479
54 1350 1371,6 67° 30’ 33° 45’ 2291 1040 1664
60 1500 1254,0 67° 30’ 33° 45’ 2546 1156 1849

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR
PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 45º - 4 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 45° 15° 158 50 80
8 200 219,1 45° 15° 210 67 107
10 250 273,0 45° 15° 263 84 134
12 300 323,8 45° 15° 316 100 161
14 350 355,6 45° 15° 368 117 187
16 400 406,4 45° 15° 421 134 214
18 450 457,2 45° 15° 473 150 241
20 500 508,0 45° 15° 526 167 268
22 550 558,8 45° 15° 579 184 294
24 600 609,6 45° 15° 631 201 321
30 750 762,0 45° 15° 789 251 401
36 900 914,4 45° 15° 947 301 482
42 1050 1066,8 45° 15° 1105 351 562
48 1200 1219,2 45° 15° 1263 401 642
54 1350 1371,6 45° 15° 1420 451 722
60 1500 1254,0 45° 15° 1578 502 803

AS CURVAS DE QUATRO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE45° A 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 60º - 4 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 60° 20° 220 67 107
8 200 219,1 60° 20° 293 90 143
10 250 273,0 60° 20° 367 112 179
12 300 323,8 60° 20° 440 134 215
14 350 355,6 60° 20° 513 157 251
16 400 406,4 60° 20° 587 179 287
18 450 457,2 60° 20° 660 202 322
20 500 508,0 60° 20° 733 224 358
22 550 558,8 60° 20° 807 246 394
24 600 609,6 60° 20° 880 269 430
30 750 762,0 60° 20° 1100 336 537
36 900 914,4 60° 20° 1320 403 645
42 1050 1066,8 60° 20° 1540 470 752
48 1200 1219,2 60° 20° 1760 537 860
54 1350 1371,6 60° 20° 1980 605 967
60 1500 1254,0 60° 20° 2200 672 1075

154
Curva 60º - 4 Gomos com R=2,5D - AWWA C208
AS CURVAS DE QUATRO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE45° A 67° 30’.
PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 67º 30’ - 4 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 22° 30’ 255 76 121
8 200 219,1 67° 30’ 22° 30’ 339 101 162
10 250 273,0 67° 30’ 22° 30’ 424 126 202
12 300 323,8 67° 30’ 22° 30’ 509 152 243
14 350 355,6 67° 30’ 22° 30’ 594 177 283
16 400 406,4 67° 30’ 22° 30’ 679 202 323
18 450 457,2 67° 30’ 22° 30’ 764 227 364
20 500 508,0 67° 30’ 22° 30’ 849 253 404
22 550 558,8 67° 30’ 22° 30’ 933 278 445
24 600 609,6 67° 30’ 22° 30’ 1018 303 485
30 750 762,0 67° 30’ 22° 30’ 1273 379 606
36 900 914,4 67° 30’ 22° 30’ 1527 455 728
42 1050 1066,8 67° 30’ 22° 30’ 1782 530 849
48 1200 1219,2 67° 30’ 22° 30’ 2037 606 970
54 1350 1371,6 67° 30’ 22° 30’ 2291 682 1091
60 1500 1254,0 67° 30’ 22° 30’ 2546 758 1213

AS CURVAS DE QUATRO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE45° A 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 67º 30’ - 5 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 255 57 90
8 200 219,1 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 339 75 121
10 250 273,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 424 94 151
12 300 323,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 509 113 181
14 350 355,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 594 132 211
16 400 406,4 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 679 151 241
18 450 457,2 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 764 170 271
20 500 508,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 849 188 301
22 550 558,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 933 207 332
24 600 609,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1018 226 362
30 750 762,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1273 283 452
36 900 914,4 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1527 339 543
42 1050 1066,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1782 396 633
48 1200 1219,2 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 2037 452 723
54 1350 1371,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 2291 509 814
60 1500 1254,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 2546 565 904

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 75º - 5 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 75° 18° 45’ 292 63 101
8 200 219,1 75° 18° 45’ 390 84 134

155
Curva 75º - 5 Gomos com R=2,5D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
10 250 273,0 75° 18° 45’ 487 105 168
12 300 323,8 75° 18° 45’ 585 126 201
14 350 355,6 75° 18° 45’ 682 147 235
16 400 406,4 75° 18° 45’ 780 168 268
18 450 457,2 75° 18° 45’ 877 189 302
20 500 508,0 75° 18° 45’ 975 210 335
22 550 558,8 75° 18° 45’ 1072 231 369
24 600 609,6 75° 18° 45’ 1169 252 403
30 750 762,0 75° 18° 45’ 1462 315 503
36 900 914,4 75° 18° 45’ 1754 377 604
42 1050 1066,8 75° 18° 45’ 2046 440 705
48 1200 1219,2 75° 18° 45’ 2339 503 805
54 1350 1371,6 75° 18° 45’ 2631 566 906
60 1500 1254,0 75° 18° 45’ 2924 629 1006

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 90º - 5 Gomos com R=2,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 90° 22° 30’ 381 76 121
8 200 219,1 90° 22° 30’ 508 101 162
10 250 273,0 90° 22° 30’ 635 126 202
12 300 323,8 90° 22° 30’ 762 152 243
14 350 355,6 90° 22° 30’ 889 177 283
16 400 406,4 90° 22° 30’ 1016 202 323
18 450 457,2 90° 22° 30’ 1143 227 364
20 500 508,0 90° 22° 30’ 1270 253 404
22 550 558,8 90° 22° 30’ 1397 278 445
24 600 609,6 90° 22° 30’ 1524 303 485
30 750 762,0 90° 22° 30’ 1905 379 606
36 900 914,4 90° 22° 30’ 2286 455 728
42 1050 1066,8 90° 22° 30’ 2667 530 849
48 1200 1219,2 90° 22° 30’ 3048 606 970
54 1350 1371,6 90° 22° 30’ 3429 682 1091
60 1500 1254,0 90° 22° 30’ 3810 758 1213

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 22º 30’ - 3 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 22° 30’ 11° 15’ 45 23 30
8 200 219,1 22° 30’ 11° 15’ 61 30 40
10 250 273,0 22° 30’ 11° 15’ 76 38 50
12 300 323,8 22° 30’ 11° 15’ 91 45 60
14 350 355,6 22° 30’ 11° 15’ 106 53 70
16 400 406,4 22° 30’ 11° 15’ 121 60 80
18 450 457,2 22° 30’ 11° 15’ 136 68 90
20 500 508,0 22° 30’ 11° 15’ 152 75 100
22 550 558,8 22° 30’ 11° 15’ 167 83 110
24 600 609,6 22° 30’ 11° 15’ 182 90 120
30 750 762,0 22° 30’ 11° 15’ 227 113 150

156
Curva 22º 30’ - 3 Gomos com R=1,5D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
36 900 914,4 22° 30’ 11° 15’ 273 135 180
42 1050 1066,8 22° 30’ 11° 15’ 318 158 210
48 1200 1219,2 22° 30’ 11° 15’ 364 180 240
54 1350 1371,6 22° 30’ 11° 15’ 409 203 270
60 1500 1254,0 22° 30’ 11° 15’ 455 225 300

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE 22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR
PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 30º - 3 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 30 15 61 30 40
8 200 219,1 30 15 82 40 54
10 250 273,0 30 15 102 50 67
12 300 323,8 30 15 123 60 80
14 350 355,6 30 15 143 70 94
16 400 406,4 30 15 163 80 107
18 450 457,2 30 15 184 90 120
20 500 508,0 30 15 204 100 134
22 550 558,8 30 15 225 110 147
24 600 609,6 30 15 245 120 161
30 750 762,0 30 15 306 150 201
36 900 914,4 30 15 368 181 241
42 1050 1066,8 30 15 429 211 281
48 1200 1219,2 30 15 490 241 321
54 1350 1371,6 30 15 551 271 361
60 1500 1254,0 30 15 613 301 401

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 45º - 3 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 45 22° 20’ 95 45 61
8 200 219,1 45 22° 20’ 126 61 81
10 250 273,0 45 22° 20’ 158 76 101
12 300 323,8 45 22° 20’ 189 91 121
14 350 355,6 45 22° 20’ 221 106 141
16 400 406,4 45 22° 20’ 253 121 162
18 450 457,2 45 22° 20’ 284 136 182
20 500 508,0 45 22° 20’ 316 152 202
22 550 558,8 45 22° 20’ 347 167 222
24 600 609,6 45 22° 20’ 379 182 243
30 750 762,0 45 22° 20’ 473 227 303
36 900 914,4 45 22° 20’ 568 273 364
42 1050 1066,8 45 22° 20’ 663 318 424
48 1200 1219,2 45 22° 20’ 758 364 485
54 1350 1371,6 45 22° 20’ 852 409 546
60 1500 1254,0 45 22° 20’ 947 455 606

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

157
Curva 60º - 3 Gomos com R=1,5D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 60 30 132 61 82
8 200 219,1 60 30 176 82 109
10 250 273,0 60 30 220 102 136
12 300 323,8 60 30 264 123 163
14 350 355,6 60 30 308 143 191
16 400 406,4 60 30 352 163 218
18 450 457,2 60 30 396 184 245
20 500 508,0 60 30 440 204 272
22 550 558,8 60 30 484 225 299
24 600 609,6 60 30 528 245 327
30 750 762,0 60 30 660 306 408
36 900 914,4 60 30 792 368 490
42 1050 1066,8 60 30 924 429 572
48 1200 1219,2 60 30 1056 490 653
54 1350 1371,6 60 30 1188 551 735
60 1500 1254,0 60 30 1320 613 817

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR
PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 67º 30’ - 3 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 33° 45’ 153 69 92
8 200 219,1 67° 30’ 33° 45’ 204 92 123
10 250 273,0 67° 30’ 33° 45’ 255 116 154
12 300 323,8 67° 30’ 33° 45’ 305 139 185
14 350 355,6 67° 30’ 33° 45’ 356 162 216
16 400 406,4 67° 30’ 33° 45’ 407 185 247
18 450 457,2 67° 30’ 33° 45’ 458 208 277
20 500 508,0 67° 30’ 33° 45’ 509 231 308
22 550 558,8 67° 30’ 33° 45’ 560 254 339
24 600 609,6 67° 30’ 33° 45’ 611 277 370
30 750 762,0 67° 30’ 33° 45’ 764 347 462
36 900 914,4 67° 30’ 33° 45’ 916 416 555
42 1050 1066,8 67° 30’ 33° 45’ 1069 485 647
48 1200 1219,2 67° 30’ 33° 45’ 1222 555 740
54 1350 1371,6 67° 30’ 33° 45’ 1375 624 832
60 1500 1254,0 67° 30’ 33° 45’ 1527 693 925

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 45º - 4 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 45° 15° 95 30 40
8 200 219,1 45° 15° 126 40 54
10 250 273,0 45° 15° 158 50 67
12 300 323,8 45° 15° 189 60 80
14 350 355,6 45° 15° 221 70 94
16 400 406,4 45° 15° 253 80 107
18 450 457,2 45° 15° 284 90 120
20 500 508,0 45° 15° 316 100 134
22 550 558,8 45° 15° 347 110 147
24 600 609,6 45° 15° 379 120 161

158
Curva 45º - 4 Gomos com R=1,5D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
30 750 762,0 45° 15° 473 150 201
36 900 914,4 45° 15° 568 181 241
42 1050 1066,8 45° 15° 663 211 281
48 1200 1219,2 45° 15° 758 241 321
54 1350 1371,6 45° 15° 852 271 361
60 1500 1254,0 45° 15° 947 301 401

AS CURVAS DE QUATRO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE45° A 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR
PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 60º - 4 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 60° 20° 132 40 54
8 200 219,1 60° 20° 176 54 72
10 250 273,0 60° 20° 220 67 90
12 300 323,8 60° 20° 264 81 107
14 350 355,6 60° 20° 308 94 125
16 400 406,4 60° 20° 352 107 143
18 450 457,2 60° 20° 396 121 161
20 500 508,0 60° 20° 440 134 179
22 550 558,8 60° 20° 484 148 197
24 600 609,6 60° 20° 528 161 215
30 750 762,0 60° 20° 660 202 269
36 900 914,4 60° 20° 792 242 322
42 1050 1066,8 60° 20° 924 282 376
48 1200 1219,2 60° 20° 1056 322 430
54 1350 1371,6 60° 20° 1188 363 484
60 1500 1254,0 60° 20° 1320 403 537

AS CURVAS DE QUATRO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE45° A 67° 30’.


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 67º 30’ - 4 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 22° 30’ 153 45 61
8 200 219,1 67° 30’ 22° 30’ 204 61 81
10 250 273,0 67° 30’ 22° 30’ 255 76 101
12 300 323,8 67° 30’ 22° 30’ 305 91 121
14 350 355,6 67° 30’ 22° 30’ 356 106 141
16 400 406,4 67° 30’ 22° 30’ 407 121 162
18 450 457,2 67° 30’ 22° 30’ 458 136 182
20 500 508,0 67° 30’ 22° 30’ 509 152 202
22 550 558,8 67° 30’ 22° 30’ 560 167 222
24 600 609,6 67° 30’ 22° 30’ 611 182 243
30 750 762,0 67° 30’ 22° 30’ 764 227 303
36 900 914,4 67° 30’ 22° 30’ 916 273 364
42 1050 1066,8 67° 30’ 22° 30’ 1069 318 424
48 1200 1219,2 67° 30’ 22° 30’ 1222 364 485
54 1350 1371,6 67° 30’ 22° 30’ 1375 409 546
60 1500 1254,0 67° 30’ 22° 30’ 1527 455 606

159
Curva 67º 30’ - 4 Gomos com R=1,5D - AWWA C208
AS CURVAS DE QUATRO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE45° A 67° 30’.
PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 67º 30’ - 5 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 153 34 45
8 200 219,1 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 204 45 60
10 250 273,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 255 57 75
12 300 323,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 305 68 90
14 350 355,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 356 79 105
16 400 406,4 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 407 90 121
18 450 457,2 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 458 102 136
20 500 508,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 509 113 151
22 550 558,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 560 124 166
24 600 609,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 611 136 181
30 750 762,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 764 170 226
36 900 914,4 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 916 203 271
42 1050 1066,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1069 237 316
48 1200 1219,2 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1222 271 362
54 1350 1371,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1375 305 407
60 1500 1254,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1527 339 452

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 75º - 5 Gomos com R=1,5D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 75° 18° 45’ 175 38 50
8 200 219,1 75° 18° 45’ 234 50 67
10 250 273,0 75° 18° 45’ 292 63 84
12 300 323,8 75° 18° 45’ 351 75 101
14 350 355,6 75° 18° 45’ 409 88 117
16 400 406,4 75° 18° 45’ 468 101 134
18 450 457,2 75° 18° 45’ 526 113 151
20 500 508,0 75° 18° 45’ 585 126 168
22 550 558,8 75° 18° 45’ 643 138 185
24 600 609,6 75° 18° 45’ 702 151 201
30 750 762,0 75° 18° 45’ 877 189 252
36 900 914,4 75° 18° 45’ 1052 226 302
42 1050 1066,8 75° 18° 45’ 1228 264 352
48 1200 1219,2 75° 18° 45’ 1403 302 403
54 1350 1371,6 75° 18° 45’ 1579 340 453
60 1500 1254,0 75° 18° 45’ 1754 377 503

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

160
Curva 90º - 5 Gomos com R=1,5D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 90° 22° 30’ 229 45 61
8 200 219,1 90° 22° 30’ 305 61 81
12 300 323,8 90° 22° 30’ 457 91 121
14 350 355,6 90° 22° 30’ 533 106 141
16 400 406,4 90° 22° 30’ 610 121 162
18 450 457,2 90° 22° 30’ 686 136 182
20 500 508,0 90° 22° 30’ 762 152 202
22 550 558,8 90° 22° 30’ 838 167 222
24 600 609,6 90° 22° 30’ 914 182 243
30 750 762,0 90° 22° 30’ 1143 227 303
36 900 914,4 90° 22° 30’ 1372 273 364
42 1050 1066,8 90° 22° 30’ 1600 318 424
48 1200 1219,2 90° 22° 30’ 1829 364 485
54 1350 1371,6 90° 22° 30’ 2057 409 546
60 1500 1254,0 90° 22° 30’ 2286 455 606

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°


PARA APLICAÇÕES EM HIDRÁULICA E SANEAMENTO USAR PREFERENCIALMENTE CURVAS COM R=2,5D.

Curva 22º 30’ - 3 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 22° 30’ 11° 15’ 30 15 15
8 200 219,1 22° 30’ 11° 15’ 40 20 20
10 250 273,0 22° 30’ 11° 15’ 51 25 25
12 300 323,8 22° 30’ 11° 15’ 61 30 30
14 350 355,6 22° 30’ 11° 15’ 71 35 35
16 400 406,4 22° 30’ 11° 15’ 81 40 40
18 450 457,2 22° 30’ 11° 15’ 91 45 45
20 500 508,0 22° 30’ 11° 15’ 101 50 50
22 550 558,8 22° 30’ 11° 15’ 111 55 55
24 600 609,6 22° 30’ 11° 15’ 121 60 60
30 750 762,0 22° 30’ 11° 15’ 152 75 75
36 900 914,4 22° 30’ 11° 15’ 182 90 90
42 1050 1066,8 22° 30’ 11° 15’ 212 105 105
48 1200 1219,2 22° 30’ 11° 15’ 243 120 120
54 1350 1371,6 22° 30’ 11° 15’ 273 135 135
60 1500 1254,0 22° 30’ 11° 15’ 303 150 150

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ A 67° 30’.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

Curva 30º - 3 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 30 15 41 20 20
8 200 219,1 30 15 54 27 27
10 250 273,0 30 15 68 33 33
12 300 323,8 30 15 82 40 40
14 350 355,6 30 15 95 47 47
16 400 406,4 30 15 109 54 54
18 450 457,2 30 15 123 60 60
20 500 508,0 30 15 136 67 67
22 550 558,8 30 15 150 74 74
24 600 609,6 30 15 163 80 80
30 750 762,0 30 15 204 100 100
36 900 914,4 30 15 245 120 120

161
Curva 30º - 3 Gomos com R=D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
42 1050 1066,8 30 15 286 140 140
48 1200 1219,2 30 15 327 161 161
54 1350 1371,6 30 15 368 181 181
60 1500 1254,0 30 15 408 201 201

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ A 67° 30’.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

Curva 45º - 3 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 45 22° 20’ 63 30 30
8 200 219,1 45 22° 20’ 84 40 40
10 250 273,0 45 22° 20’ 105 51 51
12 300 323,8 45 22° 20’ 126 61 61
14 350 355,6 45 22° 20’ 147 71 71
16 400 406,4 45 22° 20’ 168 81 81
18 450 457,2 45 22° 20’ 189 91 91
20 500 508,0 45 22° 20’ 210 101 101
22 550 558,8 45 22° 20’ 231 111 111
24 600 609,6 45 22° 20’ 253 121 121
30 750 762,0 45 22° 20’ 316 152 152
36 900 914,4 45 22° 20’ 379 182 182
42 1050 1066,8 45 22° 20’ 442 212 212
48 1200 1219,2 45 22° 20’ 505 243 243
54 1350 1371,6 45 22° 20’ 568 273 273
60 1500 1254,0 45 22° 20’ 631 303 303

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ A 67° 30’.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

Curva 60º - 3 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 60 30 88 41 41
8 200 219,1 60 30 117 54 54
10 250 273,0 60 30 147 68 68
12 300 323,8 60 30 176 82 82
14 350 355,6 60 30 205 95 95
16 400 406,4 60 30 235 109 109
18 450 457,2 60 30 264 123 123
20 500 508,0 60 30 293 136 136
22 550 558,8 60 30 323 150 150
24 600 609,6 60 30 352 163 163
30 750 762,0 60 30 440 204 204
36 900 914,4 60 30 528 245 245
42 1050 1066,8 60 30 616 286 286
48 1200 1219,2 60 30 704 327 327
54 1350 1371,6 60 30 792 368 368
60 1500 1254,0 60 30 880 408 408

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ A 67° 30’.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

162
Curva 67º 30’ - 3 Gomos com R=D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 33° 45’ 102 46 46
8 200 219,1 67° 30’ 33° 45’ 136 62 62
10 250 273,0 67° 30’ 33° 45’ 170 77 77
12 300 323,8 67° 30’ 33° 45’ 204 92 92
14 350 355,6 67° 30’ 33° 45’ 238 108 108
16 400 406,4 67° 30’ 33° 45’ 272 123 123
18 450 457,2 67° 30’ 33° 45’ 305 139 139
20 500 508,0 67° 30’ 33° 45’ 339 154 154
22 550 558,8 67° 30’ 33° 45’ 373 170 170
24 600 609,6 67° 30’ 33° 45’ 407 185 185
30 750 762,0 67° 30’ 33° 45’ 509 231 231
36 900 914,4 67° 30’ 33° 45’ 611 277 277
42 1050 1066,8 67° 30’ 33° 45’ 713 324 324
48 1200 1219,2 67° 30’ 33° 45’ 815 370 370
54 1350 1371,6 67° 30’ 33° 45’ 916 416 416
60 1500 1254,0 67° 30’ 33° 45’ 1018 462 462
AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ A 67° 30’.
USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

Curva 45º - 4 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 45° 15° 63 20 20
8 200 219,1 45° 15° 84 27 27
10 250 273,0 45° 15° 105 33 33
12 300 323,8 45° 15° 126 40 40
14 350 355,6 45° 15° 147 47 47
16 400 406,4 45° 15° 168 54 54
18 450 457,2 45° 15° 189 60 60
20 500 508,0 45° 15° 210 67 67
22 550 558,8 45° 15° 231 74 74
24 600 609,6 45° 15° 253 80 80
30 750 762,0 45° 15° 316 100 100
36 900 914,4 45° 15° 379 120 120
42 1050 1066,8 45° 15° 442 140 140
48 1200 1219,2 45° 15° 505 161 161
54 1350 1371,6 45° 15° 568 181 181
60 1500 1254,0 45° 15° 631 201 201

AS CURVAS DE TRÊS GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE22° 30’ A 67° 30’.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

Curva 60º - 4 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 60° 20° 88 27 27
8 200 219,1 60° 20° 117 36 36
10 250 273,0 60° 20° 147 45 45
12 300 323,8 60° 20° 176 54 54
14 350 355,6 60° 20° 205 63 63
16 400 406,4 60° 20° 235 72 72
18 450 457,2 60° 20° 264 81 81
20 500 508,0 60° 20° 293 90 90
22 550 558,8 60° 20° 323 99 99
24 600 609,6 60° 20° 352 107 107
30 750 762,0 60° 20° 440 134 134
36 900 914,4 60° 20° 528 161 161
42 1050 1066,8 60° 20° 616 188 188

163
Curva 60º - 4 Gomos com R=D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
48 1200 1219,2 60° 20° 704 215 215
54 1350 1371,6 60° 20° 792 242 242
60 1500 1254,0 60° 20° 880 269 269

AS CURVAS DE QUATRO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE45° A 67° 30’.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

Curva 67º 30’ - 4 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 22° 30’ 102 30 30
8 200 219,1 67° 30’ 22° 30’ 136 40 40
10 250 273,0 67° 30’ 22° 30’ 170 51 51
12 300 323,8 67° 30’ 22° 30’ 204 61 61
14 350 355,6 67° 30’ 22° 30’ 238 71 71
16 400 406,4 67° 30’ 22° 30’ 272 81 81
18 450 457,2 67° 30’ 22° 30’ 305 91 91
20 500 508,0 67° 30’ 22° 30’ 339 101 101
22 550 558,8 67° 30’ 22° 30’ 373 111 111
24 600 609,6 67° 30’ 22° 30’ 407 121 121
30 750 762,0 67° 30’ 22° 30’ 509 152 152
36 900 914,4 67° 30’ 22° 30’ 611 182 182
42 1050 1066,8 67° 30’ 22° 30’ 713 212 212
48 1200 1219,2 67° 30’ 22° 30’ 815 243 243
54 1350 1371,6 67° 30’ 22° 30’ 916 273 273
60 1500 1254,0 67° 30’ 22° 30’ 1018 303 303

AS CURVAS DE QUATRO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE45° A 67° 30’.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

Curva 67º 30’ – 5 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 102 23 23
8 200 219,1 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 136 30 30
10 250 273,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 170 38 38
12 300 323,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 204 45 45
14 350 355,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 238 53 53
16 400 406,4 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 272 60 60
18 450 457,2 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 305 68 68
20 500 508,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 339 75 75
22 550 558,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 373 83 83
24 600 609,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 407 90 90
30 750 762,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 509 113 113
36 900 914,4 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 611 136 136
42 1050 1066,8 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 713 158 158
48 1200 1219,2 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 815 181 181
54 1350 1371,6 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 916 203 203
60 1500 1254,0 67° 30’ 16° 52’ 30’’ 1018 226 226

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

164
Curva 75º - 5 Gomos com R=D - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 75° 18° 45’ 117 25 25
8 200 219,1 75° 18° 45’ 156 34 34
10 250 273,0 75° 18° 45’ 195 42 42
12 300 323,8 75° 18° 45’ 234 50 50
14 350 355,6 75° 18° 45’ 273 59 59
16 400 406,4 75° 18° 45’ 312 67 67
18 450 457,2 75° 18° 45’ 351 75 75
20 500 508,0 75° 18° 45’ 390 84 84
22 550 558,8 75° 18° 45’ 429 92 92
24 600 609,6 75° 18° 45’ 468 101 101
30 750 762,0 75° 18° 45’ 585 126 126
36 900 914,4 75° 18° 45’ 702 151 151
42 1050 1066,8 75° 18° 45’ 819 176 176
48 1200 1219,2 75° 18° 45’ 936 201 201
54 1350 1371,6 75° 18° 45’ 1052 226 226
60 1500 1254,0 75° 18° 45’ 1169 252 252

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

Curva 90º - 5 Gomos com R=D - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
∆ α A B C
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus Graus (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 90° 22° 30’ 152 30 30
8 200 219,1 90° 22° 30’ 203 40 40
10 250 273,0 90° 22° 30’ 254 51 51
12 300 323,8 90° 22° 30’ 305 61 61
14 350 355,6 90° 22° 30’ 356 71 71
16 400 406,4 90° 22° 30’ 406 81 81
18 450 457,2 90° 22° 30’ 457 91 91
20 500 508,0 90° 22° 30’ 508 101 101
22 550 558,8 90° 22° 30’ 559 111 111
24 600 609,6 90° 22° 30’ 610 121 121
30 750 762,0 90° 22° 30’ 762 152 152
36 900 914,4 90° 22° 30’ 914 182 182
42 1050 1066,8 90° 22° 30’ 1067 212 212
48 1200 1219,2 90° 22° 30’ 1219 243 243
54 1350 1371,6 90° 22° 30’ 1372 273 273
60 1500 1254,0 90° 22° 30’ 1524 303 303

AS CURVAS DE CINCO GOMOS ESTÃO NORMALIZADAS DE67° 30’ A 90°.


USAR CURVAS DE R=D (RAIO CURTO) APENAS EM CASOS EXCEPCIONAIS.

CRUZETA - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Diâmetro
A A
Nominal Ext. Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm)
6 150 168,3 203 22 550 558,8 508
8 200 219,1 229 24 600 609,6 559
10 250 273,0 279 30 750 762,0 635
12 300 323,8 305 36 900 914,4 737
14 350 355,6 356 42 1050 1066,8 838
16 400 406,4 381 48 1200 1219,2 914
18 450 457,2 419 54 1350 1371,6 1041
20 500 508,0 457 60 1500 1254,0 1118

165
TE - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Diâmetro
A A
Nominal Ext. Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm)
6 150 168,3 203 22 550 558,8 508
8 200 219,1 229 24 600 609,6 559
10 250 273,0 279 30 750 762,0 635
12 300 323,8 305 36 900 914,4 737
14 350 355,6 356 42 1050 1066,8 838
16 400 406,4 381 48 1200 1219,2 914
18 450 457,2 419 54 1350 1371,6 1041
20 500 508,0 457 60 1500 1254,0 1118

TE DE REDUÇÃO - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
A B
DN x dn
(Pol.) (mm) (mm) (mm)
8x6 200x150 229 203
10x8 250x200 279 229
10x6 250x150 279 203
12x10 300x250 305 279
12x8 300x200 305 229
12x6 300x150 305 203
14x12 350x300 356 305
14x10 350x250 356 279
14x8 350x200 356 229
14x6 350x150 356 203
16x14 400x350 381 356
16x12 400x300 381 305
16x10 400x250 381 279
16x8 400x200 381 229
18x16 450x400 419 381
18x14 450x350 419 356
18x12 450x300 419 305
18x10 450x250 419 279
18x8 450x200 419 229
20x18 500x450 457 419
20x16 500x400 457 381
20x14 500x350 457 356
20x12 500x300 457 305
20x10 500x250 457 279
20x8 500x200 457 229
22x20 550x500 508 457
22x18 550x450 508 419

TE DE REDUÇÃO - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
A B
DN x dn
(Pol.) (mm) (mm) (mm)
22x16 550x400 508 381
22x14 550x350 508 356
22x12 550x300 508 305
22x10 550x250 508 279
24x22 600x550 559 508
24x20 600x500 559 457
24x18 600x450 559 419
24x16 600x400 559 381
24x14 600x350 559 356
24x12 600x300 559 305
24x10 600x250 559 279
30x24 750x600 635 559
30x22 750x550 635 508
30x20 750x500 635 457
30x18 750x450 635 419

166
TE DE REDUÇÃO - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
A B
DN x dn
(Pol.) (mm) (mm) (mm)
30x16 750x400 635 381
30x14 750x350 635 356
36x30 900x750 737 635
36x24 900x600 737 559
36x22 900x550 737 508
36x20 900x500 737 457
36x18 900x450 737 419
36x16 900x400 737 381
42x36 1050x900 838 737
42x30 1050x750 838 635
42x24 1050x600 838 559
42x22 1050x550 838 508
42x20 1050x500 838 457
48x42 1200x1050 914 838
48x36 1200x900 914 737
48x30 1200x750 914 635
48x24 1200x600 914 559
48x22 1200x550 914 508
54x48 1350x1200 1041 914
54x42 1350x1050 1041 838
54x36 1350x900 1041 737
54x30 1350x750 1041 635
54x24 1350x600 1041 559
60x54 1500x1350 1118 1041
60x48 1500x1200 1118 914
60x42 1500x1050 1118 838
60x36 1500x900 1118 737
60x30 1500x750 1118 635
60x24 1500x600 1118 559

TE 30° - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
α A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 30° 538 686
8 200 219,1 30° 633 787
10 250 273,0 30° 779 965
12 300 323,8 30° 874 1067
14 350 355,6 30° 1019 1245
16 400 406,4 30° 1114 1346
18 450 457,2 30° 1234 1486
20 500 508,0 30° 1354 1626
22 550 558,8 30° 1500 1803
24 600 609,6 30° 1646 1981
30 750 762,0 30° 1930 2286
36 900 914,4 30° 2265 2667
42 1050 1066,8 30° 2600 3048
48 1200 1219,2 30° 2885 3353
54 1350 1371,6 30° 3271 3810
TE 30° - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
α A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
60 1500 1254,0 30° 3555 4115

OS TES INCLINADOS ESTÃO NORMALIZADAS DE30° A 75°.


PARA VALORES DE α SUPERIORES A 75° USAR AS MESMAS DIMENSÕES DOS TES.

167
AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
α A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 45° 438 597
8 200 219,1 45° 499 668
10 250 273,0 45° 611 816
12 300 323,8 45° 673 888
14 350 355,6 45° 785 1036
16 400 406,4 45° 846 1108
18 450 457,2 45° 933 1218
20 500 508,0 45° 1020 1328
22 550 558,8 45° 1132 1476
24 600 609,6 45° 1244 1624
30 750 762,0 45° 1428 1840
36 900 914,4 45° 1663 2131
42 1050 1066,8 45° 1897 2423
48 1200 1219,2 45° 2081 2639
54 1350 1371,6 45° 2367 3007
60 1500 1254,0 45° 2551 3222

OS TES INCLINADOS ESTÃO NORMALIZADAS DE30° A 75°.


PARA VALORES DE α SUPERIORES A 75° USAR AS MESMAS DIMENSÕES DOS TES.

AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
α A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 60° 386 557
8 200 219,1 60° 430 616
10 250 273,0 60° 525 750
12 300 323,8 60° 569 809
14 350 355,6 60° 664 944
16 400 406,4 60° 708 1003
18 450 457,2 60° 777 1099
20 500 508,0 60° 846 1196
22 550 558,8 60° 941 1331
24 600 609,6 60° 1036 1466
30 750 762,0 60° 1168 1642
36 900 914,4 60° 1351 1894
42 1050 1066,8 60° 1533 2146
48 1200 1219,2 60° 1665 2322
54 1350 1371,6 60° 1899 2651
60 1500 1254,0 60° 2031 2827

OS TES INCLINADOS ESTÃO NORMALIZADAS DE30° A 75°.


PARA VALORES DE α SUPERIORES A 75° USAR AS MESMAS DIMENSÕES DOS TES.

AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
α A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
6 150 168,3 75° 353 539
8 200 219,1 75° 386 591
10 250 273,0 75° 470 720
12 300 323,8 75° 503 773
14 350 355,6 75° 587 902
16 400 406,4 75° 620 954
18 450 457,2 75° 679 1045
20 500 508,0 75° 737 1136
22 550 558,8 75° 821 1264
24 600 609,6 75° 905 1393
30 750 762,0 75° 1005 1551

168
AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
α A B
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) Graus (mm) (mm)
36 900 914,4 75° 1155 1785
42 1050 1066,8 75° 1305 2019
48 1200 1219,2 75° 1404 2177
54 1350 1371,6 75° 1605 2487

60 1500 1254,0 75° 1704 2645

OS TES INCLINADOS ESTÃO NORMALIZADAS DE30° A 75°.


PARA VALORES DE α SUPERIORES A 75° USAR AS MESMAS DIMENSÕES DOS TES.

TE 30° DE REDUÇÃO - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
8x6 200x150 30° 587 582 533
10x8 250x200 30° 581 575 508
10x6 250x150 30° 546 540 508
12x10 300x250 30° 643 637 610
12x8 300x200 30° 607 601 559
12x6 300x150 30° 571 565 533
14x12 350x300 30° 756 749 660
14x10 350x250 30° 720 713 660
14x8 350x200 30° 684 677 584
14x6 350x150 30° 648 641 559
16x14 400x350 30° 817 810 762
16x12 400x300 30° 781 774 711
16x10 400x250 30° 745 738 686
16x8 400x200 30° 709 702 610
18x16 450x400 30° 904 897 838
18x14 450x350 30° 869 861 813
18x12 450x300 30° 833 825 737
18x10 450x250 30° 797 789 737
18x8 450x200 30° 761 753 660
20x18 500x450 30° 992 984 914
20x16 500x400 30° 956 948 864
20x14 500x350 30° 920 912 838
20x12 500x300 30° 884 876 787
20x10 500x250 30° 848 840 762
20x8 500x200 30° 812 804 686
22x20 550x500 30° 1105 1096 991
22x18 550x450 30° 1069 1060 940
22x16 550x400 30° 1033 1024 889
22x14 550x350 30° 997 988 889
22x12 550x300 30° 961 952 813
22x10 550x250 30° 925 916 787
24x22 600x550 30° 1218 1208 1092
24x20 600x500 30° 1182 1172 1016
24x18 600x450 30° 1146 1136 965
24x16 600x400 30° 1110 1100 940
24x14 600x350 30° 1074 1064 914
24x12 600x300 30° 1038 1028 838
24x10 600x250 30° 1002 992 838

169
TE 30° DE REDUÇÃO - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
30x24 750x600 30° 1330 1320 1270
30x22 750x550 30° 1294 1284 1194
30x20 750x500 30° 1258 1248 1118
30x18 750x450 30° 1222 1212 1092
30x16 750x400 30° 1186 1176 1041
30x14 750x350 30° 1150 1140 1016
36x30 900x750 30° 1566 1555 1422
36x24 900x600 30° 1458 1447 1372
36x22 900x550 30° 1422 1411 1295
36x20 900x500 30° 1386 1375 1245
36x18 900x450 30° 1350 1339 1194
36x16 900x400 30° 1314 1303 1143
42x36 1050x900 30° 1802 1790 1626
42x30 1050x750 30° 1694 1682 1524
42x24 1050x600 30° 1586 1574 1473
42x22 1050x550 30° 1550 1538 1422
42x20 1050x500 30° 1514 1502 1346
48x42 1200x1050 30° 1986 1974 1829
48x36 1200x900 30° 1878 1866 1727
48x30 1200x750 30° 1770 1758 1626
48x24 1200x600 30° 1662 1650 1575
48x22 1200x550 30° 1626 1614 1524
54x48 1350x1200 30° 2273 2259 2007
54x42 1350x1050 30° 2165 2151 1956
54x36 1350x900 30° 2058 2044 1854
54x30 1350x750 30° 1950 1936 1753
54x24 1350x600 30° 1842 1828 1702
60x54 1500x1350 30° 2457 2443 2261
60x48 1500x1200 30° 2349 2335 2108
60x42 1500x1050 30° 2242 2228 2057
60x36 1500x900 30° 2134 2120 1956
60x30 1500x750 30° 2026 2012 1854
60x24 1500x600 30° 1918 1904 1803

OS TES DE REDUÇÃO INCLINADOS ESTÃO NORMALIZADAS DE30° A 75°.


PARA VALORES DE α SUPERIORES A 75° USAR AS MESMAS DIMENSÕES DOS TES.

TE 45° DE REDUÇÃO - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
8x6 200x150 45° 468 463 457
10x8 250x200 45° 581 575 508
10x6 250x150 45° 546 540 508
12x10 300x250 45° 643 637 610
12x8 300x200 45° 607 601 559
12x6 300x150 45° 571 565 533
14x12 350x300 45° 756 749 660
14x10 350x250 45° 720 713 660
14x8 350x200 45° 684 677 584
14x6 350x150 45° 648 641 559
16x14 400x350 45° 817 810 762
16x12 400x300 45° 781 774 711
16x10 400x250 45° 745 738 686
16x8 400x200 45° 709 702 610
18x16 450x400 45° 904 897 838
18x14 450x350 45° 869 861 813
18x12 450x300 45° 833 825 737
18x10 450x250 45° 797 789 737
18x8 450x200 45° 761 753 660
20x18 500x450 45° 992 984 914
20x16 500x400 45° 956 948 864

170
TE 45° DE REDUÇÃO - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
20x14 500x350 45° 920 912 838
20x12 500x300 45° 884 876 787
20x10 500x250 45° 848 840 762
20x8 500x200 45° 812 804 686
22x20 550x500 45° 1105 1096 991
22x18 550x450 45° 1069 1060 940
22x16 550x400 45° 1033 1024 889
22x14 550x350 45° 997 988 889
22x12 550x300 45° 961 952 813
22x10 550x250 45° 925 916 787
24x22 600x550 45° 1218 1208 1092
24x20 600x500 45° 1182 1172 1016
24x18 600x450 45° 1146 1136 965
24x16 600x400 45° 1110 1100 940
24x14 600x350 45° 1074 1064 914
24x12 600x300 45° 1038 1028 838
24x10 600x250 45° 1002 992 838
30x24 750x600 45° 1330 1320 1270
30x22 750x550 45° 1294 1284 1194
30x20 750x500 45° 1258 1248 1118
30x18 750x450 45° 1222 1212 1092
30x16 750x400 45° 1186 1176 1041
30x14 750x350 45° 1150 1140 1016
36x30 900x750 45° 1566 1555 1422
36x24 900x600 45° 1458 1447 1372
36x22 900x550 45° 1422 1411 1295
36x20 900x500 45° 1386 1375 1245
36x18 900x450 45° 1350 1339 1194
36x16 900x400 45° 1314 1303 1143
42x36 1050x900 45° 1802 1790 1626
42x30 1050x750 45° 1694 1682 1524
42x24 1050x600 45° 1586 1574 1473
42x22 1050x550 45° 1550 1538 1422
42x20 1050x500 45° 1514 1502 1346
48x42 1200x1050 45° 1986 1974 1829
48x36 1200x900 45° 1878 1866 1727
48x30 1200x750 45° 1770 1758 1626
48x24 1200x600 45° 1662 1650 1575
48x22 1200x550 45° 1626 1614 1524
54x48 1350x1200 45° 2273 2259 2007
54x42 1350x1050 45° 2165 2151 1956
54x36 1350x900 45° 2058 2044 1854
54x30 1350x750 45° 1950 1936 1753
54x24 1350x600 45° 1842 1828 1702
60x54 1500x1350 45° 2457 2443 2261
60x48 1500x1200 45° 2349 2335 2108
60x42 1500x1050 45° 2242 2228 2057
60x36 1500x900 45° 2134 2120 1956
60x30 1500x750 45° 2026 2012 1854
60x24 1500x600 45° 1918 1904 1803

OS TES DE REDUÇÃO INCLINADOS ESTÃO NORMALIZADAS DE30° A 75°.


PARA VALORES DE α SUPERIORES A 75° USAR AS MESMAS DIMENSÕES DOS TES.

TE 60° DE REDUÇÃO - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
8x6 200x150 60° 406 401 432
10x8 250x200 60° 501 495 457
10x6 250x150 60° 472 466 457
12x10 300x250 60° 545 539 559

171
TE 60° DE REDUÇÃO - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
12x8 300x200 60° 516 510 508
12x6 300x150 60° 487 481 483
14x12 350x300 60° 641 634 610
14x10 350x250 60° 612 605 584
14x8 350x200 60° 583 576 533
14x6 350x150 60° 553 546 508
16x14 400x350 60° 685 678 686
16x12 400x300 60° 656 649 635
16x10 400x250 60° 627 620 610
16x8 400x200 60° 597 590 559
18x16 450x400 60° 755 748 737
18x14 450x350 60° 726 718 737
18x12 450x300 60° 696 689 660
18x10 450x250 60° 667 660 660
18x8 450x200 60° 638 630 584
20x18 500x450 60° 825 817 813
20x16 500x400 60° 796 788 762
20x14 500x350 60° 766 758 762
20x12 500x300 60° 737 729 686
20x10 500x250 60° 708 700 686
20x8 500x200 60° 678 670 610
22x20 550x500 60° 921 912 889
22x18 550x450 60° 891 882 838
22x16 550x400 60° 862 853 787
22x14 550x350 60° 833 824 787
22x12 550x300 60° 803 794 711
22x10 550x250 60° 774 765 711
24x22 600x550 60° 1017 1007 965
24x20 600x500 60° 987 977 914
24x18 600x450 60° 958 948 864
24x16 600x400 60° 929 919 838
24x14 600x350 60° 899 889 813
24x12 600x300 60° 870 860 762
24x10 600x250 60° 841 831 737
30x24 750x600 60° 1090 1080 1118
30x22 750x550 60° 1061 1051 1067
30x20 750x500 60° 1031 1021 991
30x18 750x450 60° 1002 992 965
30x16 750x400 60° 973 963 914
30x14 750x350 60° 943 933 914
36x30 900x750 60° 1274 1263 1245
36x24 900x600 60° 1186 1175 1219
36x22 900x550 60° 1156 1145 1143
36x20 900x500 60° 1127 1116 1092
36x18 900x450 60° 1098 1087 1041
36x16 900x400 60° 1068 1057 1016
42x36 1050x900 60° 1457 1445 1422
42x30 1050x750 60° 1369 1357 1346
42x24 1050x600 60° 1282 1270 1295
42x22 1050x550 60° 1252 1240 1245
42x20 1050x500 60° 1223 1211 1168
48x42 1200x1050 60° 1589 1577 1600
48x36 1200x900 60° 1501 1489 1524
48x30 1200x750 60° 1413 1401 1422
48x24 1200x600 60° 1326 1314 1397
48x22 1200x550 60° 1296 1284 1321
54x48 1350x1200 60° 1825 1811 1753
54x42 1350x1050 60° 1737 1723 1702
54x36 1350x900 60° 1649 1635 1600
54x30 1350x750 60° 1561 1547 1524
54x24 1350x600 60° 1473 1459 1473
60x54 1500x1350 60° 1957 1943 1981
60x48 1500x1200 60° 1869 1855 1829
60x42 1500x1050 60° 1781 1767 1778

172
TE 60° DE REDUÇÃO - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
60x36 1500x900 60° 1693 1679 1702
60x30 1500x750 60° 1605 1591 1600
60x24 1500x600 60° 1517 1503 1575
OS TES DE REDUÇÃO INCLINADOS ESTÃO NORMALIZADAS DE30° A 75°.
PARA VALORES DE α SUPERIORES A 75° USAR AS MESMAS DIMENSÕES DOS TES.

TE 75° DE REDUÇÃO - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
8x6 200x150 75° 365 360 406
10x8 250x200 75° 450 444 432
10x6 250x150 75° 424 418 432
12x10 300x250 75° 483 477 508
12x8 300x200 75° 457 451 457
12x6 300x150 75° 431 425 457
14x12 350x300 75° 568 561 559
14x10 350x250 75° 542 535 533
14x8 350x200 75° 515 508 483
14x6 350x150 75° 489 482 483
16x14 400x350 75° 601 594 635
16x12 400x300 75° 575 568 584
16x10 400x250 75° 549 542 584
16x8 400x200 75° 522 515 508
18x16 450x400 75° 660 653 686
18x14 450x350 75° 634 626 660
18x12 450x300 75° 608 600 610
18x10 450x250 75° 581 574 610
18x8 450x200 75° 555 547 533
20x18 500x450 75° 719 711 737
20x16 500x400 75° 693 685 711
20x14 500x350 75° 667 659 686
20x12 500x300 75° 640 632 635
20x10 500x250 75° 614 606 635
20x8 500x200 75° 588 580 559
22x20 550x500 75° 804 795 787
22x18 550x450 75° 778 769 762
22x16 550x400 75° 751 742 737
22x14 550x350 75° 725 716 711
22x12 550x300 75° 699 690 660
22x10 550x250 75° 673 664 660
24x22 600x550 75° 889 879 889
24x20 600x500 75° 863 853 813
24x18 600x450 75° 836 826 787
24x16 600x400 75° 810 800 762
24x14 600x350 75° 784 774 737
24x12 600x300 75° 757 747 686
24x10 600x250 75° 731 721 686
30x24 750x600 75° 936 926 1016
30x22 750x550 75° 909 899 965
30x20 750x500 75° 883 873 914
30x18 750x450 75° 857 847 864
30x16 750x400 75° 830 820 838
30x14 750x350 75° 804 794 813
36x30 900x750 75° 1087 1076 1118
36x24 900x600 75° 1008 997 1092
36x22 900x550 75° 982 971 1041
36x20 900x500 75° 955 944 991
36x18 900x450 75° 929 918 940
36x16 900x400 75° 903 892 914
42x36 1050x900 75° 1238 1226 1295
42x30 1050x750 75° 1159 1147 1194
42x24 1050x600 75° 1080 1068 1168

173
TE 75° DE REDUÇÃO - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal
α A B C
DN x dn
(Pol.) Graus (Graus) (mm) (mm) (mm)
42x22 1050x550 75° 1054 1042 1118
42x20 1050x500 75° 1027 1015 1067
48x42 1200x1050 75° 1337 1325 1448
48x36 1200x900 75° 1258 1246 1372
48x30 1200x750 75° 1179 1167 1295
48x24 1200x600 75° 1100 1088 1270
48x22 1200x550 75° 1074 1062 1194
54x48 1350x1200 75° 1540 1526 1549
54x42 1350x1050 75° 1461 1447 1524
54x36 1350x900 75° 1382 1368 1448
54x30 1350x750 75° 1303 1289 1372
54x24 1350x600 75° 1225 1211 1346
60x54 1500x1350 75° 1639 1625 1753
60x48 1500x1200 75° 1560 1546 1626
60x42 1500x1050 75° 1482 1468 1600
60x36 1500x900 75° 1403 1389 1524
60x30 1500x750 75° 1324 1310 1448
60x24 1500x600 75° 1245 1231 1422

OS TES DE REDUÇÃO INCLINADOS ESTÃO NORMALIZADAS DE30° A 75°.


PARA VALORES DE α SUPERIORES A 75° USAR AS MESMAS DIMENSÕES DOS TES.

REDUÇÃO CONCÊNTRICA / EXCÊNTRICA - AWWA C208


DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro Nominal Diâmetro Nominal
A A
DN x dn DN x dn
(Pol.) (mm) (mm) (Pol.) (mm) (mm)
8x6 200x150 203 24x12 600x300 1219
10x8 250x200 203 24x10 600x250 1422
10x6 250x150 406 30x24 750x600 610
12x10 300x250 203 30x22 750x550 813
12x8 300x200 406 30x20 750x500 1016
12x6 300x150 610 30x18 750x450 1219
14x12 350x300 203 30x16 750x400 1422
14x10 350x250 406 30x14 750x350 1626
14x8 350x200 610 36x30 900x750 610
14x6 350x150 813 36x24 900x600 1219
16x14 400x350 203 36x22 900x550 1422
16x12 400x300 406 36x20 900x500 1626
16x10 400x250 610 36x18 900x450 1829
16x8 400x200 813 36x16 900x400 2032
18x16 450x400 203 42x36 1050x900 610
18x14 450x350 406 42x30 1050x750 1219
18x12 450x300 610 42x24 1050x600 1829
18x10 450x250 813 42x22 1050x550 2032
18x8 450x200 1016 42x20 1050x500 2235
20x18 500x450 203 48x42 1200x1050 610
20x16 500x400 406 48x36 1200x900 1219
20x14 500x350 610 48x30 1200x750 1829
20x12 500x300 813 48x24 1200x600 2438
20x10 500x250 1016 48x22 1200x550 2642
20x8 500x200 1219 54x48 1350x1200 610
22x20 550x500 203 54x42 1350x1050 1219
22x18 550x450 406 54x36 1350x900 1829
22x16 550x400 610 54x30 1350x750 2438
22x14 550x350 813 54x24 1350x600 3048
22x12 550x300 1016 60x54 1500x1350 610
22x10 550x250 1219 60x48 1500x1200 1219
24x22 600x550 203 60x42 1500x1050 1829
24x20 600x500 406 60x36 1500x900 2438
24x18 600x450 610 60x30 1500x750 3048
24x16 600x400 813 60x24 1500x600 3658
24x14 600x350 1016

174
JUNÇÃO DUPLA 90º - AWWA C208
DIMENSÕES MÍNIMAS
Diâmetro
A B C D
Nominal Ext.
(Pol.) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)
6 150 168,3 127 159 180 256
8 200 219,1 127 169 180 281
10 250 273,0 152 205 216 343
12 300 323,8 152 216 216 368
14 350 355,6 178 251 251 429
16 400 406,4 178 262 251 455
18 450 457,2 191 285 269 498
20 500 508,0 203 308 287 541
22 550 558,8 229 344 323 603
24 600 609,6 254 380 359 664
30 750 762,0 254 412 359 740
36 900 914,4 279 469 395 852
42 1050 1066,8 305 526 431 964
48 1200 1219,2 305 557 431 1041
54 1350 1371,6 356 640 503 1189
60 1500 1254,0 356 671 503 1265

DERIVAÇÃO TANGENCIAL - AWWA C208


d F
(Pol.) (mm) (Pol.) (mm)
6 150 5 127
8 200 5 127
10 250 6 152
12 300 6 152
14 350 7 178
16 400 7 178
18 450 7,5 191
20 500 8 203
22 550 9 229
24 600 10 254
30 750 10 254
36 900 11 279
42 1050 12 305
D ... DIÂMETRO EXTERNO DA LINHA TRONCO
48 1200 12 305
d ... DIÂMETRO EXTERNO DA DERIVAÇÃO
F ... FATOR - FUNÇÃO DA DERIVAÇÃO 54 1350 14 356
60 1500 14 356

α = arccos((0,5D-d)/(0,5D+R))

A = (0,5D + R)senα

B = F / senα

9.6. Exemplo de aplicação:

Projetar um bocal tangencial de diâmetro d=250 (10”) em um tubo de D=750


(30”) com um colar de reforço de ½”.

Solução:

α = arccos((0,5D-d)/(0,5D+R))

α = arccos((0,5x762 - 273)/(0,5x762 + 12,7))

175
α = arccos(0,2743)

α = 74,08°

A = (0,5x762 + 12,7)sen(74,08)

A = 379

B = F / senα

B = 152 / sen(74,08)

B = 158

9.7. Exemplo de lista de material:


Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:

Conexões gomadas de aço carbono ASTM A283 / C,


obtidas de tubos conforme AWWA C200, dimensões
conforme AWWA C208, espessura standard, extremidades
chanfradas para solda de topo conforme ASME/ANSI
B16.25.

CURVA 90° - 5 GOMOS


01 1 Pç DN 500 (20”)

TE 45°
02 3 Pç DN 600 (24”)

TE
03 1 Pç DN 750 (30”)

TE DE REDUÇÃO
04 1 Pç DN 750x600 (30”x24”)

Conexões gomadas de aço carbono, obtidas de tubos


conforme ASTM A53 / B, ASME/ANSI B16.10 – Sch 40,
dimensões conforme AWWA C208, extremidades
chanfradas para solda de topo conforme ASME/ANSI
B16.25.

CURVA 35° - 3 GOMOS


05 2 Pç DN 500 (20”)

CURVA 20° - 2 GOMOS


06 1 Pç DN 400 (16”)

CURVA 90° - 5 GOMOS


07 1 Pç DN 400 (16”)

REDUÇÃO CONCÊNTRICA
08 1 Pç DN 500x400 (20”x16”)

176
Lista de material
ITEM QUANT. UNID. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA OBS.:

REDUÇÃO EXCÊNTRICA
08 2 Pç DN 500x400 (20”x16”)

PEÇA ESPECIAL CONFORME DESENHO ANEXO DES – 001/1


09 1 Pç DN 400 (16”)

PEÇA ESPECIAL CONFORME DESENHO ANEXO DES – 002/1


10 2 Pç DN 400 (16”)

PEÇA ESPECIAL CONFORME DESENHO ANEXO DES – 003/1


11 1 Pç DN 500 (20”)

177
10. OUTRAS CONEXÕES

10.1. Introdução
São conexões de uso específico ou restrito a algumas áreas, fluidos ou
serviços.

10.2. Engates rápidos


São conexões destinadas às interligações entre tubos rígidos, máquinas e
equipamentos por meio de condutos flexíveis onde se deseja facilidade e
rapidez na ligação e desligação com operações freqüentes.
Essas conexões são fabricadas por meio de forjaria, fundição ou usinagem e
os materiais freqüentemente empregados são o aço carbono, aço inox, ferro
fundido, bronze, latão e o alumínio mas ainda podem ser empregados outros
materiais.
A vedação interna entre a conexão macho e a fêmea é proporcionada pelo
aperto de um anel de vedação fabricado de elastômero que pode ser buna-n,
neoprene, viton, teflon ou silicone. Esse tipo de vedação é estanque.
São fabricados nos diâmetros de ½” a 6”.

10.3. Principais fabricantes


TCI – Tubos e Conexões Industriais Industria Mecânica UEL Ltda.
Ltda. Rua Cleofonte Campanini, 100
Rua Pirassununga, 454 04428-040 - São Paulo –SP
03187-010 - São Paulo –SP

10.4. Exemplos de especificação técnica:

Engate rápido tipo refinaria em ferro fundido ASTM B126/B, com


uma extremidade flangeada conforme ASME / ANSI B16.24-FP
e a outra com acoplador tipo macho.

178
Engate rápido tipo refinaria em bronze fundido ASTM B62, com
uma extremidade com rosca fêmea conforme ASME / ANSI
B1.20.1 (NPT) e a outra com acoplador tipo fêmea.

Engate rápido tipo refinaria em bronze fundido ASTM B62, com


uma extremidade com rosca fêmea conforme ASME / ANSI
B1.20.1 (NPT) e a outra com acoplador tipo macho.

Engate rápido tipo refinaria em bronze fundido ASTM B62, com


uma extremidade com rosca macho conforme ASME / ANSI
B1.20.1 (NPT) e a outra com acoplador tipo macho.

Engate rápido tipo refinaria em bronze fundido ASTM B62, com


uma extremidade com rosca macho conforme ASME / ANSI
B1.20.1 (NPT) e a outra com acoplador tipo fêmea.

10.5. Bico escalonado ou bico espigão


São conexões destinadas a fazer a adaptação entre as mangueiras e as
conexões de tubulações, mangueiras e equipamentos onde não são realizadas
operações freqüentes de montagem e desmontagem da tubulação.
São fabricadas por meio de fundição e usinagem e os materiais
freqüentemente empregados são o aço carbono, aço inox, bronze, latão e o
alumínio mas ainda podem ser empregados outros materiais.
São peças para serviços em baixas pressões e temperaturas e geralmente não
são totalmente estanques mesmo apresentando o disco de vedação interno em
elastômero.
São fabricados nos diâmetros de ½” a 6”.

10.6. Principais fabricantes


TCI – Tubos e Conexões Industriais Industria Mecânica UEL Ltda.
Ltda. Rua Cleofonte Campanini, 100
Rua Pirassununga, 454 04428-040 - São Paulo –SP
03187-010 - São Paulo –SP

179
10.7. Exemplos de especificação técnica:

Adaptador para mangueira em bronze fundido ASTM B62, um


lado tipo bico espigão e o outro com rosca macho com
dimensões conforme ASME /ANSI B1.20.1 (NPT).

Adaptador para mangueira em aço inox tipo 304, um lado com


bico escalonado (bico espigão) e o outro com rosca fêmea com
dimensões conforme NBR NM ISO 7-1 (ANTIGA NBR 6414)
(BSP).

10.8. Terminais para mangueiras


São terminais, que com muita semelhança aos bicos escalonados ou aos
engates rápidos, servem para fazer a interligação entre as mangueiras e outros
pontos fixos como tubos, válvulas, tanques e equipamentos.
Esses terminais podem ser utilizados em flexíveis metálicos com ou sem capa
de proteção trançada em aço, ou tubos plásticos com ou sem aramado e
podem ser empatadas pelo fabricante e entregues na medida exata para o
consumidor.
Os terminais podem ser lisos para solda, com rosca macho ou fêmea fixas,
com rosca tipo porca união ou flangeados.

TERMINAL FIXO COM ROSCA EXTERNA BSP OU NPT, EM AÇO CARBONO,


AÇO INOX OU LATÃO.
A VEDAÇÃO DEVE SER FEITA COM O AUXÍLIO DE FITAS DE PTFE.

TERMINAL FIXO COM ROSCA INTERNA BSP OU NPT, EM AÇO CARBONO,


AÇO INOX OU LATÃO.
A VEDAÇÃO DEVE SER FEITA COM O AUXÍLIO DE FITAS DE PTFE.

TERMINAL COM ROSCA TIPO PORCA-UNIÃO BSP OU NPT, EM AÇO


CARBONO, AÇO INOX OU LATÃO.
A VEDAÇÃO SE DÁ PELO APERTO DO ANEL DE VEDAÇÃO E NÃO SE DEVE
USAR VEDANTES NAS ROSCAS..

TERMINAL FIXO COM PONTA PARA SOLDA, EM AÇO CARBONO, AÇO INOX
OU LATÃO.

180
10.9. Exemplos de especificação técnica:

Mangueira de aço inox tipo AISI 304 corrugado com um


trançado externo de aço inox tipo AISI 304 empatadas com
terminais em aço inox tipo 304, um terminal fixo com rosca
externa ASME / ANSI B1.20.1 (NPT) e a outra do tipo porca-
união com rosca ASME / ANSI B1.20.1 (NPT).

10.10. Conexões com anel de cravação


São conexões para alta pressão que utilizam um anel de cravação, também
conhecido como anilha, que proporciona uma vedação perfeita sem
necessidade de uso de vedantes.
O sistema de vedação consiste na cravação controlada de uma anilha no tubo
por meio do aperto de uma porca.
Essas conexões são fabricadas por meio de forjaria, trefilação, laminação e
usinagem de aço carbono, aço inox ou latão e são produzidas nos diâmetros
de 4mm a 42mm para utilização em tubos de aço carbono, aço inox, cobre e
cobre recozido com diâmetros externos de 4mm a 42mm.

10.11. Ligações recomendadas:

MATERIAL DA MATERIAL DO TUBO


CONEXÃO AÇO CARBONO AÇO INOX COBRE COBRE RECOZIDO
AÇO CARBONO SIM NÃO SIM SIM
AÇO INOX NÃO SIM SIM SIM
LATÃO NÃO NÃO SIM SIM

10.12. Exemplos de especificação técnica:

CONEXÕES DE ALTA PRESSÃO TIPO ANEL DE CRAVAÇÃO, CORPO E PORCA


DE APERTO EM DE AÇO CARBONO ABNT 1212 / 1213 E ANEL DE CRAVAÇÃO
EM AÇO CARBONO ABNT 1008/1010, LAMINADO E TREFILADO.

CONEXÕES DE ALTA PRESSÃO TIPO ANEL DE CRAVAÇÃO, CORPO, PORCA


DE APERTO E ANEL DE CRAVAÇÃO EM DE AÇO INOX SAE 30316, LAMINADO E
TREFILADO.

10.13. Principais fabricantes


Ermeto S. A. Dynar Automação Industrial Ltda
Avenida Dois, 281 Rua Maratona, 71
13200-000 - Jundiaí-SP 04635-040-040 – São Paulo-SP

181
10.14. Acoplamentos AWWA C606
É um tipo de ligação que se caracteriza pela praticidade da montagem e
desmontagem e é muito utilizado em tubulações sujeitas a entupimentos
freqüentes ou onde se deseja montagens e desmontagens com freqüência.
Os acoplamentos são fabricados em ferro fundido e a vedação é feita por meio
de um anel de elastômero.
O sistema consiste de tubos de aço carbono com pontas preparadas com um
anel de travamento, anel de vedação de borracha e o acoplamento em ferro
fundido.
No mercado podemos encontrar tubos e conexões para acoplamento AWWA
C606 nos diâmetros de 1.1/2” a 32”.

10.15. Exemplos de especificação técnica:

CONEXÕES DE AÇO CARBONO NBR 5622, DIMENSÕES CONFORME ASME /


ANSI B36.10-SCH 20, GALVANIZADOS CONFORME ASTM A153, EXTREMIDADES
COM ANEL DE TRAVAMENTO PARA ACOPLAMENTOS CONFORME AWWA
C606.

ACOPLAMENTOS EM FERRO FUNDIDO NODULAR, DIMENSÕES CONFORME


AWWA C606, ACABAMENTO COM PINTURA EM EPOXI AWWA C210, ANEL DE
VEDAÇÃO EM BORRACHA NATURAL CONFORME ASTM D2000.

10.16. Principais fabricantes


Alvenius – Equipamentos Tubulares Ltda.
Rod. Rap. Tavares, km 28,6
06705-490 - Cotia-SP
Página: http://www.alvenius.ind.br

182
FATEC-SP - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO
DEPARTAMENTO: HIDRÁULICA E SANEAMENTO
CURSO: HIDRÁULICA E SANEAMENTO AMBIENTAL
DISCIPLINA: MATERIAIS PARA TUBULAÇÃO

Volume 3
Prof. Célio Carlos Zattoni
Fevereiro de 2008.
Válvulas
1. VÁLVULAS

1.1. Introdução:
Válvula é um acessório que raramente percebemos o seu funcionamento e,
normalmente, ignoramos a sua importância. Sem os sistemas modernos de válvulas,
não haveria água pura e fresca em abundância nos grandes centros, o refino e
distribuição de produtos petrolíferos seriam muito lentos e não existiria aquecimento
automático nas casas.
Por definição, uma válvula é um acessório destinado a bloquear, restabelecer,
controlar ou interromper o fluxo de uma tubulação. As válvulas de hoje podem, além
de controlar o fluxo, controlar o nível, o volume, a pressão, a temperatura e a direção
dos líquidos e gases nas tubulações. Essas válvulas, por meio da automação,
podem ligar e desligar, regular, modular ou isolar.
Seu diâmetro pode variar de menos de uma polegada até maiores que 72
polegadas.
Podem ser fabricadas em linhas de produção, em bronze fundido, muito simples e
disponível em qualquer loja de ferramentas ou até ser o produto de um projeto de
precisão, com um sistema de controle altamente sofisticado, fabricada de uma liga
exótica de metal para serviço em um reator nuclear.
As válvulas podem controlar fluidos de todos os tipos, do gás mais fino a produtos
químicos altamente corrosivos, vapores superaquecidos, abrasivos, gases tóxicos e
materiais radioativos.
Podem suportar temperaturas criogênicas à de moldagem de metais, e pressões
desde altos vácuos até pressões altíssimas.

1.2. Uma breve história da indústria de válvulas:


Ninguém sabe quando a idéia da válvula nasceu. Entretanto, os romanos são
reconhecidos como os inventores de sofisticados sistemas de controle de água
daquela época. Sua fundição era avançada o suficiente para construir sistemas para
suprir água em dois prédios diferentes, para o qual eles desenvolveram a válvula
macho e há também evidências que de os romanos usaram válvulas tipo portinhola
para prevenir o contra-fluxo.
Por séculos, não houve avanços no projeto de válvulas. Porém, no Renascimento, o
artista e inventor Leonardo da Vinci desenvolveu canais, projetos de irrigação e
outros grandes sistemas hidráulicos, os quais incluíram válvulas para serem
utilizadas nestes projetos. Muitos de seus rascunhos técnicos existem ainda hoje.
A história moderna da indústria de válvulas acontece paralela à revolução industrial,
que começou em 1705 quando Thomas Newcomen inventou o primeiro sistema
industrial a vapor. Devido às pressões do vapor que tinham que ser contidas e
reguladas, as válvulas adquiriram uma nova importância.
O sistema a vapor de Newcomen foi aperfeiçoado por James Watt e outros
inventores, projetistas e fabricantes também ajudaram no aperfeiçoamento das
válvulas para estes sistemas a vapor. Os interesses, entretanto, estava no projeto
como um todo, e o fabricante de válvulas como um produto separado não estava
comprometido numa larga escala por diversos anos.
Então em 1842, a cidade de Nova York construiu um sistema de águas para trazer
água para a cidade de uma distância de 56,3km.
Este simples projeto demonstrou as vantagens do sistema municipal de água e criou
uma grande demanda por válvulas, tubulações e instalações, assim como outras

184
cidades seguiram a liderança de Nova York em um curto tempo, diversas fábricas
foram estabelecidas para produzir seus produtos.
Eles se tornaram os principais usuários de válvulas indústrias como têxteis, papel e
celulose, química, alimentícias, farmacêutica e energia elétrica.
Mais tarde, a indústria do petróleo nasceu, e com ela, a demanda para válvulas de
alta performance que pudessem suportar as grandes pressões de óleo e gás vindas
dos poços para a superfície. Assim como as condições e requerimentos se tornaram
mais solicitadas, os fabricantes responderam com melhoras contínuas de
engenharia, em materiais e modelos de válvulas.
As primeiras válvulas foram a globo e a de retenção. Em 1920 surgiu o primeiro tipo
de válvula rotativa que podia ser aberta ou fechada por um simples giro de 90º de
um volante. As válvulas tipo plug tiveram um grande uso nas indústrias químicas e
de gás. Durante a Segunda Guerra Mundial, um oficial do exército Britânico inventou
a válvula tipo diafragma, sem vazamento, e resistente à corrosão que era
caracterizada por um disco de borracha engastado entre o corpo e o castelo. Esta
válvula se tornou muito popular na Europa. A Segunda Guerra Mundial apresentou
um desafio especial para a indústria da válvula. A Marinha dos Estados Unidos
descobriu que devido aos impactos das bombas perto dos navios criaram
rachaduras nas válvulas a bordo. Centenas de válvulas tiveram que ser substituídas
por válvulas resistentes ao impacto. E de novo, a indústria respondeu com novas
fundições e fábricas espalhadas por todo o país para suprir a demanda.
Grandes passos foram dados no desenvolvimento de materiais também. Antes as
válvulas eram comumente feitas de bronze, ferro e aço, até novas ligas serem
produzidas, assim como o titânio e o aço inox. Após a guerra, o desenvolvimento de
materiais sintéticos, como o Teflon®, que era quimicamente destinado para
praticamente qualquer serviço e ainda mais provido de capacidade de selar e vedar
deu novos ímpetos para as válvulas rotativas. Também, a válvula de fechamento
rápido, de quarto de volta, tipo borboleta se tornou popular. Até então, as válvulas
borboletas estavam limitadas a serviços de regulagem por não apresentar uma boa
estanqueidade. Os materiais sintéticos chegariam para dar um novo nível de
performance a essas válvulas.
Entre 1950 e 1960, o aumento de tamanho e sofisticação dos processos das
plantas, combinados com aumento de custo de mão de obra, resultou numa
crescente necessidade de sistemas automatizados de válvulas. As operações de
válvulas quarto de volta eram facilmente efetuadas eletricamente, hidraulicamente
ou pneumaticamente. Hoje, as válvulas em localizações distantes, por exemplo, a
tubulação de óleo no Alaska é controlada automaticamente e à distância.
Energia nuclear e combustível sintético fornece um desafio para a indústria de
válvula. Eles requerem válvulas que sejam fabricadas com normas de alta
performance e estrito controle de qualidade.
Válvulas gaveta, esfera, globo e retenção continuam a preencher as necessidades
tradicionais do mercado. Novas tecnologias de aplicação também fazem uso destas
válvulas assim como algumas válvulas de fechamento rápido.
A indústria de válvulas de hoje está orientada ao mercado e sensível às
necessidades de mudança de seus clientes, criando válvulas que podem suportar
pressões maiores que 20.000 psi e temperaturas acima de 815 graus Celsius.

1.3. A válvula:
Equipamentos de alta tecnologia são requeridos para testes sísmicos, criogênicos,
fogo, ruído e corrosão. Máquinas de controle numérico computadorizado são

185
encontradas na maioria das plantas, ainda com equipamentos de CAD e CAM.
Microscópios para procura de elétrons são utilizados para resolver muitos problemas
metalúrgicos.
O investimento em mão de obra e material é grande assim como os equipamentos.
As empresas de válvulas investem fortemente em materiais de pesquisa, em novos
conceitos em projetos, na automação de produtos e em custo efetivo de re-projetos.
Enquanto algumas fábricas compram seus materiais fundidos, algumas operam suas
próprias fundições e forjarias para projetar, desenvolver e produzir os fundidos e
forjados que serão utilizados como componentes de suas válvulas.
Os materiais fundidos e os componentes devem ser fabricados em todos os
materiais que a empresa oferece em sua linha. E estão incluídos latão, bronze, ferro,
aço, aço inoxidável e outras ligas especiais. Amplamente usados estão o PTFE
(teflon®) e outros fluorcarbonetos e elastômeros para assentamentos e vedação das
válvulas. Há poucos anos, surgiram válvulas feitas totalmente de plásticos para uso
em aplicações especiais.
Entre os maiores mercados, a indústria de válvulas atende empresas do setor de
química, petroquímica, produção de petróleo, energia, água e esgoto, farmacêutica,
alimentícia e outras indústrias de processo.

1.4.Tipos de válvulas:
Existe uma grande variedade de válvulas, e, em cada tipo, existem diversos
subtipos, cuja escolha depende não apenas da natureza da operação a realizar, mas
também das propriedades físicas e químicas do fluido considerado, da pressão e da
temperatura a que se achará submetido, e da forma de acionamento pretendida.

1.5. Funções:
Para selecionar uma válvula é importante, primeiramente, estabelecer a sua função
e o que se espera dela. A própria avaliação dessa função irá influir na escolha da
válvula mais adequada. As válvulas são, normalmente, empregadas em duas
funções básicas de bloquear e restabelecer o fluxo e regulagem desse fluxo. Outras
funções podem ser consideradas, como a prevenção de contra fluxo, controles
diversos e segurança.

1.6. Especificação:
Existem vários fatores que precisamos considerar antes da escolha da melhor
válvula. Segue alguns dos itens necessários: temperatura e pressão do fluido e suas
propriedades, vazão, diâmetro da tubulação, modo de acionamento da válvula,
sistema de deslocamento da válvula, tipo de extremidade, material de construção,
classe de pressão, entre outras.

1.7. Sistema construtivo das válvulas.

Quanto ao meio de ligação dos extremos.


As válvulas podem ter as suas extremidades com os mais variados meios de
ligação.

186
Extremidades roscadas:
As válvulas com os extremos roscados são
empregadas onde se deseja a facilidade da
montagem e desmontagem ou ainda onde a solda se
torna difícil ou em muitos casos impossíveis.
Normalmente empregadas em válvulas de pequenos
diâmetros fabricadas em bronze, que são
especialmente indicadas para as instalações
residenciais e prediais e para as instalações
industriais de pequena responsabilidade como em
serviços de baixa pressão e temperaturas ambientes e
para fluidos não perigosos.
Válvulas de ferro fundido ou de aço forjado para altas
pressões e temperaturas também são fabricadas com
seus extremos roscados.
Encontramos no mercado dois tipos rosca para as
válvulas, a rosca segundo a norma americana ASME /
ANSI B1.20.1 (NPT) e a rosca segundo a norma
brasileira NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP).

Extremidades do tipo encaixe e solda (soquetadas):


As válvulas com os extremos do tipo encaixe e solda
são empregadas primordialmente em instalações
industriais de responsabilidade e onde se deseja uma
estanqueidade perfeita e ainda facilidade e rapidez na
montagem.
São indicadas para serviços com altas pressões e
temperaturas.
Normalmente empregadas em válvulas de pequenos
diâmetros fabricadas em aço carbono forjado ou aço
inox forjado.
Este tipo de ligação é normalizado pela norma
americana ASME / ANSI B16.11

Extremidades do tipo wafer:


São válvulas de corpo curto para serem instaladas
entre flanges ou ainda em fundo de tanques e
reatores.
São válvulas leves e compactas e com seus extremos
para instalação entre flanges conforme as normas
ASME/ANSI ou DIN.

187
Extremidades com sodas de topo:
As válvulas com os extremos do tipo para solda de
topo são empregadas em instalações industriais de
grande responsabilidade e onde se deseja uma
estanqueidade perfeita. São indicadas para serviços
com altas pressões e temperaturas e para fluidos
perigosos.
Normalmente empregadas em válvulas de médios e
grandes diâmetros fabricadas em aço carbono
fundido ou aço inox fundido.
Também empregado em válvulas de pequenos
diâmetros onde não se pode empregar a solda de
encaixe.
Este tipo de ligação é normalizado pela norma
americana ASME / ANSI B16.25

Extremidades flangeadas:
As válvulas com os extremos flangeados são
empregadas nos mais diversos serviços industriais
desde os mais simples aos mais perigosos para as
mais variadas classes de pressão e temperatura.
Na fabricação de válvulas flangeadas são
empregados os mais diversos materiais como o
bronze, latão, alumínio, aços fundidos, aços forjados,
ferros fundidos e ainda outros mais sofisticados e
exóticos para aplicações especiais.
Este tipo de ligação é normalizado pelas normas
americanas ASME / ANSI B16.1, B16.5 e B16.24 e
pelas normas alemãs DIN.

Extremidades com bolsas:


As válvulas com os extremos com bolsas e junta
elástica são empregadas principalmente para as
válvulas fabricadas de materiais de difícil soldagem e
para a facilidade de montagem e desmontagem.
Empregadas principalmente em serviços de hidráulica
e saneamento ambiental e também em serviços de
irrigação.
Este tipo de ligação é normalizado pela norma
brasileira NBR 7674

Quanto aos materiais:


As válvulas devem ser fabricadas de materiais que resistam à pressão e à
temperatura do serviço a que se destinam.

188
Corpo e tampa:
Para o corpo são empregados os mais diversos tipos
de materiais como o bronze fundido, alumínio, aços
carbono forjado ou fundido, aços inox forjados ou
fundidos, ferros fundidos e ainda outros mais
sofisticados e exóticos para aplicações especiais.
Na especificação do corpo de uma válvula deve ser
escolhido, de preferência o mesmo material do tubo
ou um material compatível com o material do tubo a
que se destina.

Internos:
Pode ser do mesmo material do corpo para as
válvulas mais simples ou ainda ser de material
compatível com o serviço a que se destinam pois
devem resistir à pressão, temperatura e as altas
velocidades decorrentes da operação de abertura e
fechamento.
Algumas válvulas necessitam de um elastômero para
sua completa estanqueidade.

Quanto ao meio de ligação entre o corpo e a tampa:

Rosca interna
É o sistema usado para a ligação entre o corpo e a
tampa das válvulas mais simples e empregado em
válvulas de bronze para serviços em instalações
residenciais, prediais, comerciais ou ainda em
serviços industriais de baixa responsabilidade.
Nas instalações industriais seu emprego fica restrito
aos serviços de baixa pressão e baixas temperaturas.
Este sistema é empregado em válvulas de pequenos
diâmetros, no máximo até 4 polegadas.

Rosca externa:
É o sistema usado para a ligação entre o corpo e a
tampa das válvulas mais simples e empregado em
válvulas de bronze para serviços em instalações
industriais de pequena responsabilidade.
Nas instalações industriais seu emprego fica restrito
aos serviços de baixa pressão e baixas temperaturas
para serviços de água, óleo e gás.
Este sistema é empregado em válvulas de pequenos
diâmetros, no máximo até 4 polegadas.

189
Rosca do tipo porca-união:
É o sistema usado para a ligação entre o corpo e a tampa
das válvulas empregadas em instalações industriais de
média ou alta responsabilidade.
Esse tipo de ligação entre o corpo e a tampa se faz em
válvulas de bronze fundido para médias e altas pressões
e para serviços de criogenia e serviços com temperaturas
moderadas.
Nas válvulas de aço forjado é empregado para médias e
altas pressões em temperaturas médias e altas.
Este sistema é empregado em válvulas de pequenos
diâmetros, no máximo até 4 polegadas

Flangeado ou aparafusado:
É o sistema usado para a ligação entre o corpo e a tampa
das válvulas empregadas em instalações industriais de
média ou alta responsabilidade por ser um sistema de alta
confiabilidade.
Este sistema é empregado em todas as válvulas com
diâmetro superior a 4 polegadas e também encontrado
em válvulas de pequenos diâmetros, para altas pressões
e temperaturas.

Soldado:
É o sistema usado para a ligação entre o corpo e a tampa das válvulas
empregadas em instalações industriais de alto risco por ser um sistema de
completa confiabilidade.
Este sistema é empregado em válvulas de quaisquer diâmetros para garantir a
estanqueidade total entre o corpo e a tampa.
Usado em sistemas de energia nuclear dentre outros.

Por meio de grampo U:


É o sistema usado para a ligação entre o corpo e a tampa das
válvulas empregadas em instalações industriais onde se
deseja a facilidade e a rapidez de montagem e desmontagem
do corpo e tampa. Este sistema é empregado em válvulas de
pequenos diâmetros.

Quanto ao tipo de haste e do volante:

Haste e volante fixos com rosca interna.


A haste é fixa ao volante e o movimento de rotação do volante
transmite à haste um movimento de rotação que por meio de
uma rosca a haste proporciona à cunha um movimento de
translação, possibilitando a abertura e o fechamento da
válvula.
É o tipo mais simples e empregado no sistema construtivo das
válvulas que normalmente são fabricadas em bronze para uso
em instalações residenciais e prediais e em válvulas industriais
empregadas em serviços de baixa responsabilidade.

190
Haste e volante ascendentes com rosca interna.
A haste é fixa ao volante e o movimento de rotação do
volante confere à haste o movimento de rotação e de
translação. A cunha é encaixada na haste e
conseqüentemente também recebe o movimento de
translação que permite a abertura e o fechamento da
válvula. Esse tipo construtivo é usual nas válvulas
industriais empregadas em serviços de pequena
responsabilidade em baixas e médias pressões e baixas
temperaturas. Empregado também nos sistemas de
hidráulica e saneamento.
A vantagem em relação ao sistema anterior é a
possibilidade de se saber, visualmente, se a válvula está
aberta ou fechada.

Haste ascendente com rosca externa e volante fixo.


Neste modelo o volante é fixo ao castelo e recebe apenas
movimento de rotação e este movimento de rotação
transmite à haste apenas movimento de translação.
A cunha é encaixada na haste e conseqüentemente
também recebe o movimento de translação o que permite
a abertura e o fechamento da válvula.
São válvulas empregadas em instalações industriais de
grande responsabilidade, para altas pressões e
temperaturas.
Uma das vantagens em relação aos sistemas anteriores é
o fato da rosca da haste ser externa, não entra em
contato com o fluido, e a outra vantagem é a facilidade de
se saber se a válvula está aberta, fechada ou semi-
aberta.
As desvantagens são as dimensões externas e alto custo
em relação aos modelos anteriores.

Quanto ao sistema de vedação:

Vedação do corpo.
Entre o corpo e a tampa deve existir uma junta de vedação
para promover a estanqueidade desta junção.
A junta a ser empregada depende principalmente da
responsabilidade do serviço a que a válvula se destina,
podendo variar desde um simples elastômero a um anel
metálico.
Para as válvulas empregadas em serviços de baixas
pressões e temperaturas é, geralmente, empregado a
junta de PTFE, para serviços de média responsabilidade
são empregadas as juntas espiraladas e para serviços de
responsabilidade são empregadas as juntas do tipo anel
(ring joint) em aço.

191
Vedação da haste:
Este sistema de vedação, também conhecido como
“engaxetamento da haste”, se processa por meio de
gaxetas dispostas em torno da haste e apertadas ou
ajustadas por meio de prisioneiros e aperta gaxetas.
As gaxetas são geralmente de anéis de PTFE,
aramida grafitada ou de grafite.
É o sistema que garante a vedação da haste,
impedindo que o vazamento do fluido pela haste.
Uma das razões que impede a instalação de válvulas
em linhas horizontais com o volante voltado para
baixo são, justamente, os inconvenientes provocados
por pequenos vazamentos da haste.
Um dispositivo cônico existente na haste pode tornar a
válvula reengaxetavel sob pressão.

Quanto ao acionamento das válvulas:


É o dispositivo que transmite força à haste para dar movimento ao obturador. Uma
das formas de acionamento, talvez a mais comum, é o volante mas o acionamento
pode ainda ser executado por meio de alavanca, por meios automáticos, elétricos ou
pneumáticos.

Volante com acionamento direto.


O movimento de rotação do volante é transmitido
diretamente para a haste, isto é, o volante está
diretamente ligado à haste que pode ser ascendente
ou não.

Volante com redutor de engrenagens.


O movimento de rotação do volante não é transmitido
indiretamente para a haste, isto é, o volante está
ligado a um sistema de engrenagens e este é que
transmite o movimento à haste.
Este sistema é empregado para diminuir o torque que
deve ser dado ao volante em serviços de altas
pressões ou ainda para se diminuir o tempo de
fechamento para se minimizar a possibilidade do
golpe de aríete.

Por meio de corrente.


Este tipo de acionamento é empregado quando a
válvula está instalada em posição acima do operador
e este tem dificuldades em acessar o volante. Neste
caso o volante comum é substituído por outro próprio
para uso com corrente. A válvula poderá ser de haste
ascendente ou não.

192
Por meio de chave T.
Este tipo de acionamento é usado principalmente quando
as válvulas são instaladas abaixo da superfície de
operação, em tubulações enterradas no solo ou ainda sob
a laje de operação em estações de tratamento, estações
elevatórias, usinas, etc.
Neste caso a haste deverá ter a cabeça com quadrado
próprio para chave T.
Muito empregado nas redes de abastecimento público de
água potável.

Por meio de haste com prolongamento.


Em algumas edificações a válvula poderá estar situada em
uma elevação bem abaixo daquela onde se realiza a
operação de todo o sistema.
É o caso das válvulas dos sistemas de esvaziamento em
usinas hidrelétricas ou outras válvulas em fundos de poços.
Neste caso é aconselhado o uso de um prolongamento na
haste da válvula e dependendo do comprimento deste
prolongamento é normal o uso de mancais intermediários
para guiar a haste. Em média se usa um mancal
intermediário para cada 3,0m de haste.

Por meio de pedestais de manobras.


Os pedestais de manobra são acionamentos que por sua
natureza, robustos e ajustados ao piso, são empregados
na manobra de válvulas e adufas instaladas sob
passarelas e lajes nas casas de bombas, barragens e
usinas.
Proporcionam uma instalação segura e firme, com
acabamento perfeito entre a laje e o poço.
O acionamento da haste poderá ser por meio de volante de
ação direta ou por meio de redução de engrenagem.
São instalados em conjunto com as hastes de
prolongamento e podem ter um mecanismo de indicação
de abertura da válvula.

Acionamento pneumático.
Neste caso o acionamento da válvula deixa de ser manual
e passa a ser chamado de “acionamento pneumático”. O
acionamento (volante / alavanca) é substituído por um
dispositivo, pistão ou diafragma, que funciona com a
pressão de entrada e saída de ar comprimido. O
suprimento do ar comprimido pode ser manual ou
automatizado.
Essas válvulas podem ter a função de bloqueio ou ainda de
regulagem e modulação do fluxo.

193
Acionamento elétrico.
Neste caso o acionamento da válvula deixa de ser manual
e passa a ser chamado de “acionamento elétrico”. O
acionamento (volante / alavanca) é substituído por um
motor elétrico, que pode ser de acionamento direto ou por
meio de redutores. A ligação elétrica pode ser manual ou
automatizada.
Essas válvulas podem ter a função de bloqueio ou ainda de
regulagem e modulação do fluxo.

Acionamento automático.
O acionamento das válvulas automáticas se processa sem
a interferência do operador, é a ação do próprio fluido que
faz com que a válvula seja acionada.
Neste tipo de acionamento podemos incluir as válvulas
unidirecionais, conhecidas como válvulas de retenção, as
válvulas reguladoras de pressão e as válvulas de
segurança e alívio.

Acionamento com válvula de contorno (by pass).


Este tipo de acionamento, com válvula de contorno ou
“by pass” é usado sempre que se tem um diferencial
de pressão muito alto entre montante e jusante da
válvula. A finalidade do by pass é a equalização das
pressões de montante e jusante com o objetivo de
diminuir a pressão no obturador e com isso a
conseqüente diminuição da força de atrito entre as
partes móveis, facilitando a operação de abertura e
poupando os internos das válvulas.
A válvula de contorno pode ser uma válvula gaveta ou
uma válvula globo, dependendo das condições de
operação mas o material da válvula de by pass deve
ser no mínimo igual ao da válvula principal.
Os pontos de by pass podem ser roscados ou
soldados.

Materiais construtivos:

Bronze fundido – ASTM B62


O bronze fundido é empregado na construção do corpo e castelo das válvulas de
pequenos e médios diâmetros para serviços de pequena responsabilidade para
serviços de água, óleo ou gás (WOG).
Os meios de ligação empregados nas válvulas de bronze são as roscas e o flange.
As roscas são conforme as normas NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou
ANSI/ASME B1.20.1 (NPT).
Os flanges poderão ter as dimensões conforme a norma ASME/ANSI B16.24 com
faces planas.
O bronze fundido também é empregado na construção dos internos nas válvulas de
corpo em ferro fundido.

194
Latão laminado.
O latão laminado ASTM B124 é empregado na construção da haste das válvulas de
corpo e castelo de bronze.
O latão laminado ASTM B16 é empregado na construção de hastes das válvulas de
corpo e castelo de ferro fundido.

Ferro fundido.
O ferro fundido cinzento ASTM A126/B é empregado na construção do corpo e
castelo das válvulas de médios e grandes diâmetros e o meio de ligação utilizado é o
flange com dimensões conforme ASME/ANSI B16.1, com faces planas.
O ferro fundido cinzento ASTM A126/A é empregado na construção do corpo e
castelo das válvulas de pequenos diâmetros, do tipo grampo, com extremidades
roscadas conforme NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou ASME/ANSI
B1.20.1 (NPT).
O ferro fundido dúctil NBR 7663 (ISO 2531) é empregado na construção do corpo e
castelo das válvulas de médios e grandes diâmetros e o meio de ligação utilizado é o
flange com dimensões conforme ASME/ANSI B16.1, com faces com ressalto.

Aço carbono fundido.


O aço carbono fundido ASTM A216/WCB é empregado na construção do corpo e
interno das válvulas de médio e grandes diâmetros com extremidades flangeadas
conforme ASME/ANSI B16.5, com face plana ou com ressalto ou ainda com pontas
para solda de topo conforme ASME/ANSI B16.25.

Aço inox fundido.


O aço inox fundido ASTM A351/CF8 ou ASTM A351/CF8M é empregado na
construção do corpo e interno das válvulas de pequenos e grandes diâmetros com
extremidades flangeadas conforme ASME/ANSI B16.5 com face com ressalto ou
ainda com pontas para solda de topo ASME/ANSI B16.25.

Aço carbono forjado.


O aço carbono forjado ASTM A105 é empregado na construção do corpo e internos
das válvulas de pequenos diâmetros com extremidades roscadas conforme NBR NM
ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou ASME/ANSI B1.20.1 (NPT), extremidades para
solda de encaixe (SW) conforme ASME/ANSI B16.11 ou ainda flangeadas conforme
ASME/ANSI B16.5 com face com ressalto.

Aço inox forjado.


O aço inox forjado ASTM A182 Gr. F304 ou ASTM A182 Gr. F316 é empregado na
construção do corpo e castelo das válvulas de pequenos diâmetros com
extremidades roscadas conforme NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou
ASME/ANSI B1.20.1 (NPT) ou extremidades para solda de encaixe (SW) conforme
ASME/ANSI B16.11.

PTFE (Teflon).
O PTFE é o material mais usado na vedação das válvulas e por suas características
químicas não requer lubrificação e é quimicamente muito resistente, sua principal
limitação é a temperatura que pode variar entre -30 oC e 140oC.

195
Fibras de aramida.
As fibras de aramida são mais conhecidas pelo seu nome comercial, Kevlar marca
registrada da empresa Dupont, um tipo de fibra derivada de uma poliamida
aromática. Duas formas principais de fibras aramidas são produzidas: Kevlar 49
utilizado como carga para reforço em plásticos e elastômeros e o Kevlar 29 para
outros usos. Atualmente, após a proibição do amianto, as principais gaxetas são
produzidas com fibras de aramida envolvida com PTFE e grafite.

Carbono.
Um dos materiais mais novos usados na vedação das válvulas é o grafoil, material a
base de carbono e comercializado na forma de fitas. É um material de enorme
resistência química e resiste a altas temperaturas, que podem variar de -240 oC a
3000oC.

1.8. Classes de pressão:


As válvulas são classificadas por classes de pressão.

Pressão Nominal:
Designação simbólica para fins de referência.

Pressão de trabalho:
É a pressão máxima admissível para cada valor da temperatura de trabalho onde se
considera o binômio “pressão x temperatura” conforme estabelecido na norma
ASME/ANSI B16.34

Pressão de trabalho para válvulas padrão ASME/ANSI


Conforme ASME/ANSI B16.34
2
Pressão de trabalho sem choques (kgf/cm )
Temperatura
Material do corpo Cl. Cl. Cl.
Cl. 125# Cl.150#
ºC 300# 600# 800#
-30 a 66 - 20,0 52,0 104,1 -
ASTM A216 WCB 454 - 7,4 18,6 37,6 -
-30 a 66 - - - - 140,6
ASTM A105 454 - - - - 56,3
ASTM A126 -30 a 66 14,1 - - - -
2” a 12” 232 8,8 - - - -
ASTM A126 -30 a 66 10,6 - - - -
14”a 16” 177 8,8 - - - -
ASTM A126 -30 a 66 10,6 - - - -
18”a 20” 177 7,0 - - - -

Pressão de teste hidrostático


Conforme ASME/ANSI B16.5 – Válvulas de aço carbono fundido
2
Pressão de teste (kgf/cm )
Classe
Corpo Sede / Vedação
150 31,6 22,1
300 79,1 57,3
600 156,4 114,6

196
Conforme API 602 – Válvulas de aço carbono forjado
2
Pressão de teste (kgf/cm )
Classe
Corpo Sede / Vedação
800 210,9 143,4

Conforme API 595 – Válvulas de ferro fundido


2
Pressão de teste (kgf/cm )
Classe
Diâmetro Corpo Sede / Vedação
2”a 12” 24,6 15,8
125
14”a 20” 18,6 12,3

1.9. Conceituações sobre os tipos de válvulas

Válvula de bloqueio:
São as que predominantemente trabalham em condições de abertura e fechamento
(ON/OFF) total da passagem do fluido. Sua operação pode ocorrer manualmente,
por dispositivos elétricos, pneumáticos ou hidráulicos.

Válvula de regulagem:
São as que apresentam a capacidade de modulação do fluxo. A sua operação é
manual por meio de volante ou alavanca.

Válvula de controle:
São as que apresentam a capacidade inerente da modulação das características do
fluxo como a vazão, pressão ou temperatura automaticamente, sem a intervenção
manual. Algumas delas são idênticas às válvulas de bloqueio mas internamente
concebidas para modulação. As suas características são pré-estabelecidas para
cada aplicação.

Válvula auto-operada:
São as que apresentam um elemento sensor integrado internamente ao corpo da
válvula. São diversos tipos construtivos específicos para cada finalidade.

Válvula unidirecional:
São as que apresentam a capacidade de impedir o refluxo do fluido. São
consideradas como válvulas auto-operadas pois sua operação ocorre pela ação
direta do fluido.

197
AÇÃO SOBRE AS VÁLVULAS

PASSAGEM PLENA
FLUIDOS DENSOS

SOBRE PRESSÃO
BAIXA PRESSÃO

REGULAGEM DE
PREVENÇÃO DE

PREVENÇÃO DE
VÁLVULAS

ACIONAMENTO

CONTROLE DE

FREQÜENTES
DIFERENCIAL

REGULAGEM
OPERAÇÕES
BLOQUEIO

PRECISÃO
PRESSÃO

REFLUXO
RÁPIDO
x CONFIGURAÇÃO NORMAL
o CERTAS CONFIGURAÇÕES

AGULHA x x
ANGULAR x x x
BORBOLETA x x x x x x x
CONTROLE o x x o o x
DIAFRAGMA o o x o o o
ESFERA x x x x x o o
GAVETA o x x x
GLOBO x x x
GUILHOTINA o x x x x
MACHO x x x x o x
MANGOTE x x x x x
OBLÍQUA x x x
RETENÇÃO x
REDUTORA DE PRESSÃO x
SEGURANÇA E/OU ALÍVIO x
SOLENOIDE x x x x x x
TERMOSTÁTICA x x x x x

1.10. Fabricantes de Válvulas.

Ascoval Industria e Comércio Ltda


Rod. Pres. Castelo Branco, km 20
06465-300 - Barueri – SP
Página: www.ascoval.com.br

Asvotec Termoindustrial Ltda


Rod. Cônego Cyriaco Scaranelo Pires km 01
13190-000 - Monte Mor – SP
Página: www.asvotec.com.br

Brava Válvulas e Conexões Ltda.


Rua Antonio Felamingo, 959
13279-452 – Valinhos – SP
Página: www.brava.ind.br

Ciwal Acessórios Industriais Ltda


Rua 3° Sargento João Soares de Faria, 220/254
02179-020 - São Paulo – SP
Página: www.ciwal.com.br

198
DECA
Unidade Industrial da Divisão Deca
Jundiaí – SP
Página: http://www.deca.com.br/

Detroit Plásticos e Metais Ltda


Av. Antonio Piranga, 2788
09942-000 - Diadema – SP
Página: www.detroit.ind.br

Dresser Industria e Comércio Ltda – Divisão Válvulas


Rua Senador Vergueiro, 433
09521-320 - São Caetano do Sul – SP
Página: www.dresser.com

Durcon Equipamentos Industriais Ltda


Av. Pedro Celestino Leite Penteado, 500
07760-000 - Cajamar – SP
Página: www.durcon-vice.com.br

Foxwall Indústria e Comércio de Válvulas de Controle Ltda


Rua Comendador Jaroslav Simonek, 120
06711-260 - Cotia – SP
Página: www.foxwall.com

Glynwed Ltda (Friatec Rheinhütte)


Av. Manoel Inácio Peixoto, 2150
36771-000 - Cataguases – MG
Página: www.friatec.com.br

Hiter Indústria e Comércio de Controle Termo-hidráulicos Ltda


Rua Capitão Francisco Teixeira Nogueira, 233
05037-030 - São Paulo – SP
Página: www.hiter.com.br

Indumetal Indústria de Máquinas e Metalurgia Ltda


Via Industrial, 370
13600-970 - Araras – SP
Página: www.indumetal.com.br

Interativa Indústria Comércio e Representações Ltda


Rua Prof. Ruy Telles Miranda, 97
18085-760 - Sorocaba – SP
Página: www.interativa.ind.br

IVC S. A. Indústria de Válvulas e Controles


Al. Arapoema, 300
06460-080 - São Paulo – SP
Página: www.ivc.com.br

199
Lupatech S. A. (Valmicro)
Rua Dalton Lahn dos Reis, 201
95112-090 - Caxias do Sul – RS
Página: www.valmicro.com.br

Mercantil e Industrial Aflon Artefatos Plásticos e Metálicos Ltda


Via Anchieta, 554
04246-000 - São Paulo – SP
Página: www.aflonindustrial.com.br

Metalúrgica Brusantin Ltda


Rua João Franco de Oliveira, 310
13422-160 - Piracicaba – SP
Página: www.brusantin.com.br

Metalúrgica Ipê Ltda


Rua Rodolfo Anselmo, 385
12321-510 - Jacareí – SP
Página: www.mipel.com.br

Metalúrgica Nova Americana S. A.


Rua Dom Pedro II, 1432
13466-000 - Americana – SP
Página: www.mna.com.br

Metalúrgica Scai Ltda


Rua João Cavalheiro Salem, 310
07243-580 - Guarulhos – SP
Página: www.scai.com.br

Niagara S. A. Comércio e Indústria


Rua Antonio de Oliveira, 986
04718-050 - São Paulo – SP
Página: www.niagara.com.br

Omel Bombas e Compressores Ltda


Rua Sílvio Manfredi, 201
07241-000 - Guarulhos – SP
Página: www.omel.com.br

Parker Hannifin Indústria e Comércio Ltda


Av. Lucas Nogueira Garcez, 2181
12325-900 - Jacareí – SP
Página: www.parker.com.br

RTS Indústria e Comércio de Válvulas Ltda


Rua Endres, 51
07043-000 - Guarulhos – SP
Página: www.rtsvalvulas.com.br

200
Spirax Sarco Indústria e Comércio Ltda
Av. Manoel Lajes do Chão, 268
06705-050 - Cotia – SP
Página: www.spiraxsarco.com.br

Tecval S. A. Válvulas Industriais


Av. Benedito Germano de Araújo, 100
18560-000 - Iperó – SP
Página: www.tecval.ind.br

Tyco Valves & Controls Brasil Ltda


Av. Antonio Bardela, 3000
18085-270 - Sorocaba – SP
Página: www.tycovalves-la.com

Valeq Válvulas e Equipamentos Industriais Ltda


Rua Raimundo Brito de Oliveira, 68
26022-820 - Nova Iguaçu – RJ
Página: www.valeq.com.br

Valloy Industria e Comércio de Válvulas e Acessórios Ltda


Rua Macedônia, 355
07223-200 - Guarulhos – SP
Página: www.valloy.com.br

Valvugás Indústria Metalúrgica Ltda


Av. Luis Rink, 736
06286-000 - Osasco - SP
Página: www.valvugas.com.br

Válvulas Crosby Indústria e Comércio Ltda


Rua Capitão Francisco Teixeira Nogueira, 197
05037-030 - São Paulo – SP
Página: www.crosby.com.br

W. Burger Válvulas de Segurança e Alívio Ltda


Rua Gurupi, 54/54ª
04764-060 - São Paulo – SP
Página: www.wburger.com.br

Weir do Brasil Ltda


Rua João Ventura Batista, 622
02054-100 - São Paulo – SP
Página: www.weir.co.uk

Worcester Controls do Brasil Ltda


Rua Tocantins, 128
09580-130 - São Caetano do Sul - SP
Página: www.worcester.com.br

201
Válvulas de Gaveta
2. VÁLVULAS DE GAVETA

2.1. Introdução:
É a válvula de bloqueio que até pouco tempo representava a maioria das válvulas
instaladas mas que a partir do final da década de 80 passou a perder espaço para
outras válvulas mais modernas, mais eficientes e de menor custo.
Sua principal característica é a baixa perda de carga devido à pequena obstrução do
fluxo quando totalmente abertas.

2.2. Aplicação:
São empregadas como válvulas de bloqueio (on/off) em serviços de água, óleo ou
gás (WOG) para fluidos sem sólidos em suspensão ou com poucos sólidos. Também
não devem ser empregadas onde os fluidos transportados venham a se solidificar no
interior das válvulas que é o caso de resinas, tintas e vernizes.

2.3. Principais vantagens:


Entre as principais vantagens no emprego das válvulas de gaveta, pode-se
enumerar a passagem livre quando totalmente abertas, a ótima estanqueidade, a
grande diversidade de diâmetros, a variedade dos meios de ligação, aplicação em
larga gama de pressão e temperatura, além de permitir o fluxo nos dois sentidos e
ter uma fácil manutenção.

2.4. Principais desvantagens:


Entre as principais desvantagens no emprego das válvulas de gaveta, podemos
enumerar que não são indicadas em operações freqüentes, não devem ser usadas
para regulagem de fluxo, as grandes dimensões externas e o custo elevado de
alguns modelos.

2.5. Identificação das partes de uma válvula de gaveta.

203
2.6. Sistema construtivo.

Quanto ao meio de ligação.


Rosca BSP ou NPT
Normalmente empregadas em válvulas de pequenos diâmetros.

ROSCADA SOQUETADA SOLDA DE TOPO FLANGEADA COM BOLSAS

Solda do tipo encaixe (soquete)


Normalmente empregadas em válvulas de pequenos diâmetros onde se deseja
estanqueidade absoluta nas ligações.

Solda de topo
Empregadas em qualquer diâmetro onde se deseja estanqueidade absoluta.
Empregada principalmente em serviços de altas pressões e temperaturas.

Extremidades flangeadas
Fabricadas em qualquer diâmetro e empregadas onde se deseja a facilidade de
montagem e desmontagem.

Extremidades com bolsas e junta elástica


Empregadas em médios e grandes diâmetros para linhas em ferro fundido.

Quanto aos materiais.


Corpo e castelo:
Deve, de preferência, ser do mesmo material dos tubos em que as válvulas forem
instaladas ou ainda de material compatível com o material dos tubos.

Internos:
Podem ser do mesmo material do corpo e ainda devem ser de material compatível
com o serviço a que se destinam pois devem ser resistentes à pressão, temperatura
e altas velocidades decorrentes da operação de abertura e fechamento da válvula.

Quanto ao meio de ligação entre corpo e castelo.


Rosca interna
Sistema empregado em válvulas de pequenos diâmetros em baixas pressões e
temperatura ambiente. Geralmente fabricadas de bronze e empregadas em uso
doméstico.

204
Rosca externa
Sistema empregado em válvulas de pequenos diâmetros em baixas pressões e
temperatura ambiente. Geralmente fabricadas de bronze e empregadas em serviços
de pequena responsabilidade.

Rosca do tipo porca-união


Empregado em válvulas industriais de pequenos diâmetros e usadas em serviços de
média e alta pressão e temperatura.

Flangeado ou aparafusado:.
Empregado em válvulas industriais dos mais variados diâmetros para todas as
classes de pressão para serviços de maior responsabilidade.

Soldado.
Empregado em válvulas industriais dos mais variados diâmetros para altas pressões
e temperaturas.

Fixas por meio de grampo tipo “U”


Empregado em válvulas industriais de pequenos diâmetros em serviços onde se
necessita limpezas periódicas e constantes.

ROSCA INTERNA ROSCA EXTERNA TIPO PORCA-UNIÃO

Quanto ao tipo de haste e do volante


Haste e volante fixos com rosca interna:
A haste é fixa ao volante e o movimento de rotação do volante transmite à haste
apenas o movimento de rotação e por meio de uma rosca a haste transmite à cunha
o movimento de translação o que possibilita a abertura e o fechamento da válvula.
O sistema é empregado em válvulas de pequenos diâmetros, geralmente de bronze,
para uso doméstico e em serviços de pequena responsabilidade.
Uma das desvantagens do sistema é a impossibilidade de se saber, visualmente, se
uma válvula está aberta ou fechada e a outra grande desvantagem é o frequente
contato do fluido com as roscas da haste e da cunha.
As principais vantagens são as menores dimensões externas e o preço em relação a
outros modelos dessa mesma válvula.

205
HASTE E VOLANTE ASCENDENTE - ROSCA EXTERNA TAMPA FIXA POR MEIO DE GRAMPO

HASTE E VOLANTE ASCENDENTE - ROSCA INTERNA HASTE E VOLANTE ASCENDENTE - ROSCA INTERNA

Haste e volante ascendentes com rosca interna


A haste é fixa ao volante e o movimento de rotação do volante confere à haste os
movimentos de rotação e de translação. A cunha é encaixada na haste e
conseqüentemente também recebe o movimento translação o que permite a
abertura e fechamento da válvula.
Estas válvulas são empregadas em serviços de uso industrial de pequena
responsabilidade em baixas temperaturas e baixas pressões.
Uma das vantagens em relação ao sistema anterior é a possibilidade de se saber,
visualmente, se uma determinada válvula está aberta ou fechada e as principais
desvantagens são as dimensões externas e a rosca interna da haste que mantém
contato com o fluido.

Haste ascendente com rosca externa e volante fixo


Neste modelo o volante é fixo ao castelo e recebe apenas movimento de rotação e
este movimento de rotação do volante transmite à haste somente o movimento de
translação.
A cunha é encaixada na haste e consequentemente também recebe o movimento de
translação o que permite a abertura e o fechamento da válvula.
São válvulas empregadas em serviços industriais de grande responsabilidade, para
as mais variadas combinações de pressão e temperatura.

206
Uma das vantagens em relação aos sistemas anteriores é de que a rosca da
haste sendo externa, não entra em contato com o fluido e a outra vantagem é a
possibilidade de se saber, visualmente, se a válvula está aberta, fechada ou semi-
aberta.
As principais desvantagens são as dimensões externas e o alto custo em relação
aos outros modelos desta mesma válvula.

HASTE ASCENDENTE, VOLANTE FIXO HASTE ASCENDENTE, VOLANTE FIXO


ROSCA INTERNA ROSCA INTERNA

Quanto à construção da cunha.


Cunha sólida:
Construída de uma peça sólida e recomendada para fluidos com algumas
impurezas, fluidos densos, para vapor e para condensado.

Cunha flexível:
Composta de dois discos justapostos unidos internamente por ressaltos circulares.
Este tipo de cunha absorve movimentos de dilatação e contração do corpo.
É recomendada para água, óleo ou gás (WOG) para todas as temperaturas.

Cunha dupla.
A cunha é formada de dois discos paralelos e independentes dentro dos quais se
desloca um dispositivo de expansão que impõem aos mesmos movimentos de ajuste
à sede acarretando a vedação.
São empregados em serviços de água, óleo ou gás (WOG) para temperatura
ambiente e baixas pressões. Devem ser instaladas na posição vertical.

Quanto à manutenção das gaxetas.


Certas válvulas podem ser re-engaxetadas sob pressão, em serviço, desde que
totalmente abertas. Esta facilidade é importante, principalmente para a industria, pois
evita paradas no sistema para uma simples manutenção de engaxetamento da
haste.

207
Quanto ao anel-sede.
A sede é a região do corpo da válvula que se ajusta à cunha para proporcionar a
vedação.

Anel-sede usinada:
São as mais comuns e empregadas em válvulas de pequenos diâmetros, geralmente
de bronze.

Anel-sede roscada:
São de fácil substituição, geralmente executados de material diferente do material do
corpo e são empregados quando existe a presença de fluidos agressivos e devem
ser construídos com materiais compatíveis com o fluido a ser transportados e sua
agressividade.

A ADOS A ADOS

Anel-sede prensado:
São empregados para fluidos agressivos mas a sua substituição não é tão fácil
quanto as roscadas. Quanto ao material empregado também deve atender as
exigências da agressividade do fluido transportado.

Anel-sede prensado e soldado:


Semelhante ao modelo anterior porém soldados ao corpo da válvula.
Recomendados para serviços de responsabilidade em tubulações de altas pressões
e temperaturas.

A RENSADOS A RENSADOS E SOLDADOS

208
2.7. Sistemas de vedação.

Vedação do corpo:
Entre o corpo e o castelo existe uma junta que é o elemento de vedação e a
estanqueidade se processa pelo aperto dessa junta ente o corpo e o castelo.

Vedação da haste.
Este sistema de vedação é conhecido como “engaxetamento da haste” e se
processa por meio de gaxetas enroladas na haste e apertadas por meio de um
dispositivo denominado preme-gaxetas.

2.8. Acionamento das válvulas.


É o dispositivo que transmite força à haste para dar movimento ao obturador.
Uma das formas de acionamento, talvez a mais comum, é o volante que pode ser
ligado diretamente à haste ou ainda transmitir essa força por meio de engrenagens.

Acionamento direto.
Por meio de volante fixo à haste.
Sistema usado em válvulas de uso doméstico e em válvulas industriais empregadas
em serviços de pequena responsabilidade, para todos os diâmetros, é o meio mais
comum de acionamento.
Neste caso podemos ter o volante e a haste fixos, usados principalmente em
válvulas de uso domiciliar ou ainda o volante e a haste ascendentes, sistema que é
usado em válvulas industriais e de saneamento, em serviços de baixa pressão e
temperatura ambiente.

VOLANTE FIXO NA HASTE VOLANTE FIXO NA HASTE

Por meio de volante fixo ao castelo.


Sistema usado em válvulas industriais de maior responsabilidade, neste caso o
volante é fixo e a haste é ascendente, este sistema é conhecido pela sigla OS&Y
(Outside screw and yoke). Note que neste sistema de acionamento a haste não
possui movimento de rotação, apenas o movimento de translação.

209
Por meio de volante e engrenagens.
Este tipo de acionamento é empregado sempre que se deseja diminuir a força de
acionamento do volante ou ainda quando se deseja aumentar o tempo de abertura e
fechamento das válvulas.
O acionamento pode ser por meio de engrenagens paralelas, cônicas ou um sistema
combinado.

VOLANTE FIXO NA TAMPA ENGRENAGENS DE REDUÇÃO

Por meio de corrente


Este tipo de acionamento é empregado quando a válvula está instalada em posição
acima do operador e este tem dificuldades em acessar o volante. Neste caso o
volante comum é substituído por outro próprio para uso com corrente.

Acionamento por chave “T”


Este tipo de acionamento é usado principalmente quando as válvulas são instaladas
abaixo da superfície. Neste caso a haste deverá ter a cabeça com quadrado próprio
para chave T.

CABEÇOTE PARA CHAVE T


CORRENTE CHAVE T
OU HASTE

210
Acionamento com válvula de contorno (by pass).

Este tipo de acionamento, com válvula de contorno ou “by pass” é usado sempre
que se tem um diferencial de pressão muito alto entre montante e jusante da válvula.
A finalidade do by pass é a equalização das pressões de montante e jusante com o
objetivo de diminuir a pressão na cunha e com isso a consequente diminuição da
força de atrito entre cunha e anel sede facilitando a operação de abertura e
poupando os internos das válvulas.
A válvula de contorno pode ser uma gaveta ou uma globo, dependendo das
condições de operação mas o material da válvula de by pass deve ser no mínimo
igual ao da válvula principal.
Os pontos de by pass podem ser roscados ou soldados e devem obedecer os locais
estabelecidos.

COM BY-PASS COM BY-PASS PONTOS PARA BY-PASS

2.9. Materiais construtivos das válvulas.

Bronze fundido – ASTM B62


O bronze fundido é empregado na construção do corpo e castelo das válvulas de
pequenos e médios diâmetros para serviços de pequena responsabilidade (WOG).
Os meios de ligação empregados nas válvulas de bronze são as roscas e o flange.
As roscas são conforme as normas NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou
ASME/ANSI B1.20.1 (NPT). Os flanges poderão ter as dimensões conforme a norma
ASME/ANSI B16.24 com faces planas.
O bronze fundido também é empregado na construção da cunha e da sede nas
válvulas de corpo em ferro fundido.

Latão laminado.
O latão laminado ASTM B124 é empregado na construção da haste das válvulas de
corpo e castelo de bronze.
O latão laminado ASTM B16 é empregado na construção de hastes das válvulas de
corpo e castelo de ferro fundido.

211
Ferro fundido.
O ferro fundido cinzento ASTM A126/B é empregado na construção do corpo e
castelo das válvulas de médios e grandes diâmetros e o meio de ligação utilizado é o
flange com dimensões conforme ASME/ANSI B16.1, com faces planas.
O ferro fundido cinzento ASTM A126/A é empregado na construção do corpo e
castelo das válvulas de pequenos diâmetros, do tipo grampo, com extremidades
roscadas conforme NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou ASME/ANSI
B1.20.1 (NPT).
O ferro fundido dúctil NBR 7663 (ISO 2531) é empregado na construção do corpo e
castelo das válvulas de médios e grandes diâmetros e o meio de ligação utilizado é o
flange com dimensões conforme ASME/ANSI B16.1, com faces com ressalto.

Aço carbono fundido.


O aço carbono fundido ASTM A216/WCB é empregado na construção do corpo,
castelo e cunha das válvulas de médio e grandes diâmetros com extremidades
flangeadas conforme ASME/ANSI B16.5, com face plana ou com ressalto ou ainda
com pontas para solda de topo conforme ASME/ANSI B16.25.

Aço inox fundido.


O aço inox fundido ASTM A351 CF8 ou ASTM A351 CF8M é empregado na
construção do corpo, castelo e cunha das válvulas de pequenos e grandes
diâmetros com extremidades flangeadas conforme ASME/ANSI B16.5 com face com
ressalto ou ainda com pontas para solda de topo ASME/ANSI B16.25.

Aço carbono forjado.


O aço carbono forjado ASTM A105 é empregado na construção do corpo e castelo
das válvulas de pequenos diâmetros com extremidades roscadas conforme NBR NM
ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou ASME/ANSI B1.20.1 (NPT), extremidades para
solda de encaixe (SW) conforme ASME/ANSI B16.11 ou ainda flangeadas conforme
ASME/ANSI B16.5 com face com ressalto.

Aço inox forjado.


O aço inox forjado ASTM A182/F304 ou ASTM A182/F316 é empregado na
construção do corpo e castelo das válvulas de pequenos diâmetros com
extremidades roscadas conforme NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou
ASME/ANSI B1.20.1 (NPT) ou extremidades para solda de encaixe (SW) conforme
ASME/ANSI B16.11.

PTFE (Teflon).
O PTFE é o material mais usado na vedação das válvulas e por suas características
químicas não requer lubrificação e é quimicamente muito resistente, sua principal
limitação é a temperatura que deve variar entre -20 oC e 140oC.

Fibras de aramida.
As fibras de aramida são mais conhecidas pelo seu nome comercial, Kevlar marca
registrada da empresa Dupont, um tipo de fibra derivada de uma poliamida
aromática. Duas formas principais de fibras aramidas são produzidas: Kevlar 49
utilizado como carga para reforço em plásticos e elastômeros e o Kevlar 29 para
outros usos. Atualmente, após a proibição do amianto, as principais gaxetas são
produzidas com fibras de aramida envolvida com PTFE e grafite.

212
Carbono.
Um dos materiais mais novos usados na vedação das válvulas é o grafoil, material a
base de carbono e comercializado na forma de fitas. É um material de enorme
resistência química e resiste a altas temperaturas, que podem variar de -240 oC a
3000oC.

2.10. Classes de pressão.


As válvulas são classificadas por classes de pressão.

Pressão Nominal.
Designação simbólica para fins de referência.

Pressão de Trabalho.
É a pressão máxima admissível para cada valor da temperatura de trabalho onde se
considera o binômio pressão x temperatura conforme norma ANSI B16.34.

2.11. Exemplos de especificação técnica de válvulas de gaveta.

Fluido: água potável


Instalação: aparente
Pressão de serviço: baixa
Temperatura: ambiente

Válvula gaveta, corpo e castelo de bronze fundido


ASTM B62, classe 125#, castelo roscado ao corpo, haste
fixa com rosca interna, cunha inteiriça cônica deslizante,
volante de alumínio e extremidades roscadas conforme
ABNT NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP).
Ref. Ciwal fig. 16

Fluido: água industrial


Instalação: aparente
Pressão de serviço: 10,0 kgf/cm2
Temperatura: ambiente

Válvula gaveta, corpo e castelo de bronze fundido


ASTM B62, classe 150#, castelo roscado ao corpo, haste
ascendente com rosca interna reengaxetável em serviço,
cunha inteiriça cônica, volante de alumínio e extremidades
roscadas conforme ANSI/ASME B1.20.1(NPT).
Ref. Ciwal fig. 30

213
Fluido: vapor saturado
Instalação: aparente
Pressão de serviço: 39,6 kgf/cm2
Temperatura: 250 ºC

Válvula gaveta, corpo e castelo de aço carbono forjado


ASTM A105, classe 800#, castelo em arco, aparafusado
ao corpo, haste ascendente com rosca externa (OSY),
volante fixo, reengaxetável em serviço, cunha sólida de
aço inox ASTM A217 CA15, haste de aço inox forjado
ASTM A182 F6a, gaxetas de PTFE com fibras de
aramida, volante de ferro nodular e extremidades com
encaixe para solda conforme ANSI 16.11.
Ref. Ciwal fig. 52

214
2.12. Exemplo de folha de dados.
FOLHA DE DADOS:
FD-001 VÁLVULA DE GAVETA VGA-01

1. ESTE DOCUMENTO DEVE SER ANEXADO À RESPECTIVA REQUISIÇÃO DE MATERIAL.


2. O PROPONENTE DEVE PREENCHER A COLUNA “PROPOSTA”.

Válvula de Gaveta Especificação Proposta Notas


01 CORPO / CASTELO
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

02 CLASSE DE PRESSÃO
03 EXTREMIDADES
04 FACE
FLANGE
05 ACABAMENTO
06 VOLANTE
07 ACIONAMENTO HASTE
08 ROSCA
09 PASSAGEM
10 CUNHA
11 CASTELO
12 PREME-GAXETA
13
14
15
16 CORPO E CASTELO
17 HASTE
18 INTERNOS ANEL SEDE
19 CUNHA
20 GAXETA
21 JUNTA
VEDAÇÃO
MATERIAIS

22 CORPO / CASTELO
PARAFUSO
23 PORCA
24 CORPO
25 PREME-GAXETA PARAFUSO
26 PORCA
27 BUCHA DE ACIONAMENTO
28 PORCA DO VOLANTE
29 VOLANTE
30 CONTRA-VEDAÇÃO
31 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO
32
ACES.

33
34
35
36 FLUIDO
37 VAZÃO
FLUIDO

38 TEMPERATURA DE OPERAÇÃO
39 PRESSÃO DE OPERAÇÃO
40 DENSIDADE
41 VISCOSIDADE
42 SÓLIDOS EM SUSPENSÃO
43
NORMAS

44 MEDIDA FACE A FACE


45 EXTREMIDADES
46 TESTE
47
48 REFERÊNCIA:
GERAL

49
50
51
52
53
NOTAS

54
55
56
57
Folha
/

215
2.13. Tabelas Técnicas.

VÁLVULA GAVETA MATERIAIS

MATERIAL: BRONZE FUNDIDO CORPO BRONZE FUNDIDO ASTM B62


CLASSE: 150 LIBRAS CASTELO BRONZE FUNDIDO ASTM B62
MODELO: HASTE ASCENDENTE
: HASTE NÃO ASCENDENTE PREME GAXETA LATÃO LAMINADO ASTM B16

FABRICANTES: ACEPAM CUNHA BRONZE FUNDIDO ASTM B62


MIPEL PORCA PREME GAXETA BRONZE FUNDIDO ASTM B62
CIWAL
HASTE LATÃO LAMINADO ASTM B16
GAXETA TEFLON

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI HASTE ASCENDENTE NÃO ASCENDENTE
VAPOR SATURADO 10,5 150
ÁGUA, ÓLEO E GÁS (AMBIENTE) 21,0 300

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 31,6 450
VEDAÇÃO 21,0 300

ROSCA NPT
MEIO DE LIGAÇÃO
ROSCA BSP

HASTE ASCENDENTE
1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”
DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A 48 50 54 60 73 81 87 98 114 125 149
B 116 116 113 142 169 196 231 273 316 372 472
B1 124 124 127 164 197 230 273 328 385 452 580
V 54 58 58 68 78 87 97 117 136 153 184

HASTE NÃO ASCENDENTE


1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”
DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A - - 42 46 55 57 58 64 86 96 112
B - - 90 103 115 148 158 188 240 260 340
V - - 54 58 68 78 87 97 136 136 153

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA, ÓLEO OU GÁS PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS E SEM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.
3. VAPOR SATURADO ATÉ 10,5 kgf/cm2 (185 °C)

OBSERVAÇÃO:
1. EXISTEM PEQUENAS DIFERENÇAS NAS DIMENSÕES PARA OS DIVERSOS FABRICANTES.

216
VÁLVULA GAVETA MATERIAIS

MATERIAL: BRONZE FUNDIDO CORPO BRONZE FUNDIDO ASTM B62


CLASSE: 150 LIBRAS CASTELO BRONZE FUNDIDO ASTM B62
MODELO: HASTE ASCENDENTE
: HASTE NÃO ASCENDENTE PREME GAXETA LATÃO LAMINADO ASTM B16

FABRICANTES: ACEPAM CUNHA BRONZE FUNDIDO ASTM B62


MIPEL PORCA PREME GAXETA BRONZE FUNDIDO ASTM B62
CIWAL
HASTE LATÃO LAMINADO ASTM B16
GAXETA TEFLON

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI HASTE ASCENDENTE NÃO ASCENDENTE
VAPOR SATURADO 10,5 150
ÁGUA, ÓLEO E GÁS (AMBIENTE) 15,8 225

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 31,6 450
VEDAÇÃO 21,0 300

FLANGE
MEIO DE LIGAÇÃO
ANSI B16.24

HASTE ASCENDENTE
1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”
DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A - - 78 83 86 98 111 140 165 190 216
B - - 113 142 169 196 231 273 316 372 472
B1 - - 127 164 197 230 273 328 385 452 580
V - - 58 68 78 87 97 117 136 153 184

HASTE NÃO ASCENDENTE


1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”
DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A - - 78 83 86 98 111 140 165 190 216
B - - 105 120 140 173 184 216 271 283 340
V - - 58 68 87 97 117 136 153 184 184

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA, ÓLEO OU GÁS PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS E SEM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.
3. VAPOR SATURADO ATÉ 10,5 kgf/cm2 (185 °C)

217
VÁLVULA GAVETA MATERIAIS

MATERIAL: BRONZE FUNDIDO CORPO BRONZE FUNDIDO ASTM B62


CLASSE: 300 LIBRAS CASTELO BRONZE FUNDIDO ASTM B62
MODELO: HASTE ASCENDENTE
: HASTE NÃO ASCENDENTE PREME GAXETA LATÃO LAMINADO ASTM B16

FABRICANTES: ACEPAM CUNHA BRONZE FUNDIDO ASTM B62


MIPEL PORCA PREME GAXETA BRONZE FUNDIDO ASTM B62
CIWAL
GAXETA TEFLON

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI HASTE ASCENDENTE NÃO ASCENDENTE
VAPOR SATURADO 10,5 150
ÁGUA, ÓLEO E GÁS (AMBIENTE) 21,0 300

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 31,6 450
VEDAÇÃO 21,0 300

ROSCA NPT
MEIO DE LIGAÇÃO
ROSCA BSP

HASTE ASCENDENTE
1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”
DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A 54 56 64 75 84 94 102 118 140 152 -
B 119 119 105 142 160 195 228 280 360 370 -
B1 127 127 127 165 190 230 270 330 430 450 -
V 58 58 68 78 87 97 117 136 153 184 -

HASTE NÃO ASCENDENTE


1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”
DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A 59 62 70 78 97 106 116 130 148 159 -
B 100 102 105 125 145 165 195 235 270 305 -
V 58 58 68 78 87 97 117 136 153 184 -

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA, ÓLEO OU GÁS PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS E SEM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.
3. VAPOR SATURADO ATÉ 10,5 kgf/cm2 (185 °C)

OBSERVAÇÃO:
1. EXISTEM PEQUENAS DIFERENÇAS NAS DIMENSÕES PARA OS DIVERSOS FABRICANTES

218
VÁLVULA GAVETA MATERIAIS BÁSICOS
CORPO AÇO FORJADO
MATERIAL: AÇO FUNDIDO
CLASSE: 800 LIBRAS CASTELO AÇO FORJADO
MODELO: HASTE ASCENDENTE
PREME GAXETA AÇO FORJADO

FABRICANTES: ACEPAM CUNHA AÇO INOX FORJADO


CIWAL PREME GAXETA AÇO FORJADO
BRAVA

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
TEMPERATURA AMBIENTE 140,6 2000
454,5°C 56,25 800

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 210,9 3000
VEDAÇÃO 143,4 2040

PADRÃO DE FABRICAÇÃO
CONSTRUÇÃO API 602
TESTE DE INSPEÇÃO API 598
ROSCA NPT
MEIO DE LIGAÇÃO ROSCA BSP
ENCAIXE E SOLDA

1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”


DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A 70 70 70 86 102
B 156 152 162 194 213
B1 162 162 176 210 235
V 92 92 102 121 146

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA, ÓLEO OU GÁS PARA ALTAS PRESSÕES.
2. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS E SEM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.

219
VÁLVULA GAVETA MATERIAIS BÁSICOS
CORPO AÇO FUNDIDO
MATERIAL: AÇO FUNDIDO
CLASSE: 150 LIBRAS CASTELO AÇO FUNDIDO
MODELO: HASTE ASCENDENTE
PREME GAXETA AÇO FUNDIDO

FABRICANTES: ACEPAM CUNHA AÇO FUNDIDO


CIWAL PREME GAXETA AÇO FUNDIDO

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
TEMPERATURA AMBIENTE 20,4 285
430,0°C 10,5 150

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 31,6 450
VEDAÇÃO 22,1 315

PADRÃO DE FABRICAÇÃO
FACE A FACE ASME/ANSI B16.10
FLANGES ASME/ANSI B16.5
PONTA PARA SOLDA ASME/ANSI B16.25

1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4” 6” 8” 10” 12” 14” 16”


DN
40 50 65 80 100 150 200 250 300 350 400
A 165 178 190 203 229 267 292 330 356 381 406
B 280 345 384 431 507 701 858 1018 1202 1282 1422
B1 320 400 454 511 612 861 1073 1284 1522 1640 1422
V 153 180 180 208 265 360 406 470 510 570 1824

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA, ÓLEO OU GÁS PARA BAIXAS E MÉDIAS PRESSÕES.
2. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS E SEM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.

220
2.14. Fabricantes

MATERIAIS
FABRICANTE
(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9)
Asvotec x
Brussantin x x x
Ciwal x x x x x x
CMC x x x x x
Deca x
Dox x x x x x
Friatec x x x x x
Grofe x
Incoval x x x
Indumetal x x x x x x
IVC Vanasa x x x x x
Mipel x
Niagara x x x x
Nova Americana x x x x x x x x
Scai x x x x
Tecval x x x x x x
Valcont x x x x x x

(1) AÇO FORJADO (6) FERRO FUNDIDO CINZENTO


(2) AÇO FUNDIDO (7) FERRO NODULAR
(3) AÇO INOXIDÁVEL (8) LATÃO
(4) ALUMÍNIO (9) OUTROS
(5) BRONZE

221
Válvulas de Esfera
3. VÁLVULAS DE ESFERA

3.1. Introdução:
É a válvula de bloqueio que até pouco tempo representava a minoria das válvulas
instaladas mas que à partir do final da década de 80 passou a ganhar o espaço
perdido pelas válvulas de gaveta, por serem mais eficientes e de menor custo.
Sua principal característica é a mínima perda de carga para os modelos de
passagem plena e a baixa perda de carga para os outros modelos devido à pequena
obstrução do fluxo quando totalmente abertas.
Podemos dizer que a válvula de esfera representa uma evolução da válvula de
macho.

3.2. Aplicação:
São empregadas como válvulas de bloqueio (on/off) em serviços de água, óleo ou
gás (WOG) para fluidos sem sólidos em suspensão. São usadas principalmente em
linhas de ar comprimido, ácidos e álcalis.

3.3. Principais vantagens:


Entre as principais vantagens no emprego das válvulas de esfera, podemos
enumerar a passagem livre quando totalmente abertas, a estanqueidade perfeita,
uma razoável diversidade de diâmetros, a variedade dos meios de ligação, o fato do
fluido não entrar em contato com os internos, indicadas para operações freqüentes,
abertura e fechamento rápido, ampla gama de pressões, o baixo custo para os
modelos com esferas micro-fundidas além de permitir o fluxo nos dois sentidos.

3.4. Principais desvantagens:


Entre as principais desvantagens no emprego das válvulas de esfera, podemos
enumerar que não devem ser usadas para regulagem de fluxo, por usar material
resiliente na vedação da sede limita a gama de temperatura e o custo elevado de
alguns modelos com esferas forjadas.

3.5. Identificação das partes de uma válvula de esfera.

223
3.6. Sistema construtivo:

Quanto ao meio de ligação.

Rosca BSP ou NPT .


Normalmente empregadas em válvulas de pequenos diâmetros.

Solda do tipo encaixe (soquete).


Normalmente empregadas em válvulas de pequenos diâmetros onde se deseja
estanqueidade absoluta nas ligações.

ROSCADA SOQUETADA

Extremidades flangeadas.
Fabricadas em qualquer diâmetro e empregadas onde se deseja a facilidade de
montagem e desmontagem.

Para montagem entre flanges.


Empregadas em médios e grandes diâmetros para economia de espaço e muito
utilizadas como válvulas e fundo de tanque e de reatores.

FLANGEADA WAFER

Com niples para solda de topo.


Empregadas em pequenos diâmetros para facilidade de soldagem e alinhamento
com a tubulação.

224
Com pontas para solda de topo.
Empregadas em todos os diâmetros onde se deseja a facilidade de soldagem e a
continuidade proporcionada pela solda de topo.

NIPLES PARA SOLDA DE TOPO PARA SOLDA DE TOPO

Quanto aos materiais.

Corpo:
Deve, de preferência, ser do mesmo material dos tubos em que as válvulas forem
instaladas ou ainda de material compatível com o material dos tubos.

Esfera e haste:
Normalmente construídas de aço inox mas em alguns modelos simples podem ser
construídas de latão.

Modelo construtivo do corpo.

Monobloco.
Válvulas de concepção simples, empregadas em pequenos diâmetros. O corpo é
inteiriço e a montagem da esfera se faz por uma das pontas e o aperto dos anéis
sobre a esfera se dá pelo aperto de uma bucha roscada ou de encaixe.

Corpo bipartido.
O corpo da válvula é constituído de duas partes que são aparafusados entre si.

MONOBLOCO CORPO BIPARTIDO

Corpo tripartido.
O corpo é constituído de três partes, a central onde são alojadas a esfera e as duas
extremidades. As três partes são unidas por meio de parafusos.

225
Side entr .
Neste método construtivo, sem emendas visíveis quando montadas, é utilizado em
fluidos de maior responsabilidade.

CORPO TRIPARTIDO SIDE ENTRY

Tipo de posicionamento da esfera:

Esfera flutuante.
A esfera se apoia somente no anel sede.

Esfera guiada.
A esfera é guiada por meio de eixo e mancal. Utilizada normalmente para altas
pressões.

ESFERA FLUTUANTE ESFERA GUIADA

Tipo de passagem da esfera:

Passagem plena.
Neste modelo a esfera tem um furo de diâmetro igual ao diâmetro nominal da
válvula. Indicada quando se deseja a mínima perda de carga.

Passagem reduzida.
Neste modelo a esfera tem um diâmetro inferior ao diâmetro nominal da válvula e
consequentemente uma passagem de diâmetro inferior ao diâmetro do tubo onde
está instalada. Indicada onde não se tem importância a perda de carga localizada na
válvula e onde se deseja economia pois custam menos que os modelos de
passagem plena. Esse tipo necessita de um torque menor em sua operação.

226
Passagem do tipo Venturi.
É uma válvula de passagem reduzida porém existe um redução contínua desde a
extremidade até o anel sede. Empregada onde se deseja a economia aliada a baixa
perda de carga.

PASSAGEM PLENA PASSAGEM REDUZIDA PASSAGEM VENTURI

3.7. Sistema de vedação da sede:

Elastômeros:
Empregado para fazer a vedação da sede de apoio da esfera esses materiais devem
resistir a pressão e temperatura do fluido. Os principais elastômeros empregados
são o neoprene e a buna-n cuja máxima temperatura não deve exceder a 80 ºC.

PTFE puro (teflon)


Empregado onde se tem uma temperatura mais elevada. O teflon é o material mais
empregado na vedação das sedes por ser praticamente inerte à maioria dos ácidos
e álcalis. O teflon pode ser empregado de –30 a 140ºC.

PTFE + carga:
Material constituído basicamente da resina de teflon impregnada com outros
materiais tais como carbono, fibra de vidro ou molibdênio. O teflon com a carga pode
resistir a temperaturas de até 160ºC.

Metálico – fire-safe:
Constituído de material metálico mais material resiliente que bloqueia a esfera
mesmo após a queima do material resiliente. Empregada em serviços com produtos
inflamáveis.

3.8. Acionamento das válvulas.

Alavanca.
Sistema usado para válvulas de pequenos e médios diâmetros.

Volante.
Usado em válvulas de pequeno diâmetro, recomendado até o diâmetro de 1”.

Volante com redutor de engrenagens.


Sistema usado para se reduzir torque de operação em serviços de grandes
diâmetros e altas pressões, para reduzir o torque na operação. Pode ser usado,
para altas pressões, à partir do diâmetro de 3”.

227
ACIONAMENTO POR ALAVANCA ACIONAMENTO POR VOLANTE ACIONAMENTO POR REDUTOR

3.9. Materiais construtivos das válvulas.

Bronze fundido – ASTM B62


O bronze fundido é empregado na construção do corpo e tampa válvulas de
pequenos diâmetros para serviços de pequena responsabilidade (WOG).
Os meios de ligação empregados nas válvulas de bronze são as roscas. As roscas
são conforme as normas NBR NM ISO 7-1 (Antiga NBR 6414) (BSP) ou ASME/ANSI
B1.20.1 (NPT).

Latão laminado.
O latão laminado ASTM B124 é empregado na construção da esfera e da haste das
válvulas de corpo e tampa de bronze.

Aço carbono fundido.


O aço carbono fundido ASTM A216/WCB é empregado na construção do corpo e
tampa.

Aço inox fundido.


O aço inox fundido ASTM A351/CF8 ou ASTM A351/CF8M é empregado na
construção do corpo e tampa.

Aço inox forjado.


O aço inox forjado ASTM A182/F304 ou ASTM A182/F316 é empregado na
construção da esfera e haste.

PTFE (Teflon).
O PTFE é o material mais usado na vedação das válvulas e por suas características
químicas não requer lubrificação e é quimicamente muito resistente, sua principal
limitação é a temperatura que deve variar entre -20 oC e 140oC.

Fibras de aramida.
As fibras de aramida são mais conhecidas pelo seu nome comercial, Kevlar marca
registrada da empresa Dupont, um tipo de fibra derivada de uma poliamida
aromática. Duas formas principais de fibras aramidas são produzidas: Kevlar 49
utilizado como carga para reforço em plásticos e elastômeros e o Kevlar 29 para
outros usos. Atualmente, após a proibição do amianto, as principais gaxetas são
produzidas com fibras de aramida envolvida com PTFE e grafite.

3.10. Classes de pressão.

228
As válvulas são classificadas por classes de pressão.
Pressão Nominal: Designação simbólica para fins de referência.
Pressão de Trabalho: É a pressão máxima admissível para cada valor da
temperatura de trabalho onde se considera o binômio pressão x temperatura
conforme norma ASME/ANSI B16.34.
Como a válvula de esfera depende de um elastômero para vedação da sede, a
temperatura máxima de trabalho fica limitado à temperatura de trabalho deste
elastômero.

11. Exemplos de especificação técnica.

Fluido: ar comprimido
Instalação: aparente
Pressão de serviço: 3,0 kgf/cm2
Temperatura: ambiente

Válvula esfera, classe 150#, passagem plena, corpo e


tampa de bronze fundido ASTM B62, esfera de latão,
modelo monobloco, acionamento por meio de alavanca,
vedação em teflon, extremidades roscadas conforme
ASME/ANSI B1.20.1 (NPT).
Ref. Worcester série Mite

Fluido: água industrial


Instalação: aparente
Pressão de serviço: 10,0 kgf/cm2
Temperatura: ambiente

Válvula esfera, classe 300#, passagem plena, corpo e


tampa de aço carbono fundido ASTM A216/WCB, esfera
de inox tipo 304, modelo tripartido, acionamento por meio
de alavanca, extremidades roscadas conforme
ASME/ANSI B1.20.1 (NPT).
Ref. Valmicro linha 833

Fluido: vapor saturado


Instalação: aparente
Pressão de serviço: 3,8 kgf/cm2
Temperatura: 150 ºC

Válvula esfera, classe 150#, passagem reduzida, corpo e


tampa de aço carbono fundido ASTM A216/WCB, esfera
de aço inox tipo 304, modelo tripartido, acionamento por
meio de alavanca, extremidades flangeadas
ASME/ANSI B16.5-150#FR.
Ref. Valmicro linha 832

229
3.12. Exemplo de folha de dados.

FOLHA DE DADOS
FD-002 VÁLVULA DE ESFERA VES-01

1. ESTE DOCUMENTO DEVE SER ANEXADO À RESPECTIVA REQUISIÇÃO DE MATERIAL.


2. O PROPONENTE DEVE PREENCHER A COLUNA “PROPOSTA”.

VÁLVULA DE ESFERA ESPECIFICAÇÃO PROPOSTA NOTAS


01 CORPO / TAMPA
CARACTERÍST. CONSTRUTIVAS

02 CLASSE DE PRESSÃO
03 EXTREMIDADES
04 FACE
FLANGE
05 ACABAMENTO
06 NÚMERO DE VIAS
07 ALAVANCA
ACIONAMENTO
08 REDUTOR
09 PASSAGEM
10 MODELO (ESFERA)
11 FIRE-SAFE
12 HASTE
13 PREME-GAXETA
14
15
16 CORPO / TAMPA
17 HASTE
18 INTERNOS VEDAÇÃO
19 ESFERA
20 JUNTA
VEDAÇÃO
21 PARAFUSO
MATERIAIS

CORPO / TAMPA
22 PORCA
23 GAXETA
24 CORPO
25 PREME-GAXETA PARAFUSO
26 PORCA
27
28
29
30 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO
31
ACES.

32
33
34
35 FLUIDO
36 VAZÃO
FLUIDO

37 TEMPERATURA DE OPERAÇÃO
38 PRESSÃO DE OPERAÇÃO
39 DENSIDADE
40 VISCOSIDADE
41 SÓLIDOS EM SUSPENSÃO
42 CONSTRUÇÃO
43
NORMAS

MEDIDA FACE A FACE


44 EXTREMIDADES
45 TESTE DO CORPO
46 TESTE DA SEDE
47
48
GERAL

49 REFERÊNCIA
50
51
52
53
NOTAS

54
55
56
57
FOLHA
/

230
3.13. Tabelas Técnicas.

VÁLVULA DE ESFERA MATERIAIS

MATERIAL: BRONZE FUNDIDO CORPO LATÃO


CLASSE: 150 LIBRAS TAMPÃO LATÃO
MODELO: MONOBLOCO
PASSAGEM: PLENA HASTE LATÃO

FABRICANTES: DECA ALAVANCA AÇO CARBONO


NIAGARA GAXETA TEFLON
WORCESTER
SEDE TEFLON

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
VAPOR SATURADO 3,5 50
ÁGUA, ÓLEO E GÁS (AMBIENTE) 34,5 500

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO
ISO 5208
VEDAÇÃO

ROSCA NPT
MEIO DE LIGAÇÃO
ROSCA BSP

1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”


DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A 64 64 64 70 92
B 56 56 56 58 69
C 108 108 108 108 142
D 33 33 33 35 48
E 32 32 32 36 46
F 10 10 10 13 19

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA, ÓLEO OU GÁS PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. PRODUTOS QUÍMICOS EM GERAL.
3. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS E SEM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.
4. VAPOR SATURADO ATÉ 10,5 kgf/cm2 (185 °C) – USAR TEFLON REFORÇADO

OBSERVAÇÃO:
1. EXISTEM PEQUENAS DIFERENÇAS NAS DIMENSÕES PARA OS DIVERSOS FABRICANTES.

231
VÁLVULA DE ESFERA MATERIAIS
MATRIAL: AÇO FORJADO CORPO AÇO FUNDIDO
CLASSE: 300 LIBRAS
MODELO: TRIPARTIDO EXTREMIDADES AÇO FUNDIDO
PASSAGEM: PLENA
HASTE INOX

FABRICANTES: NIAGARA ALAVANCA AÇO CARBONO


WORCESTER GAXETA TEFLON
SEDE TEFLON

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
VAPOR SATURADO 3,5 50
ÁGUA, ÓLEO E GÁS
34,5 500
(AMBIENTE)

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO
ISO 5208
VEDAÇÃO

ROSCA NPT
MEIO DE LIGAÇÃO ROSCA BSP
ENCAIXE/SOLDA

1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”


DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A 65 65 65 71 94 106 116 127 - - -
B 46 46 46 48 62 67 79 84 - - -
C 113 113 113 113 146 146 178 178 - - -

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA, ÓLEO OU GÁS PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. PRODUTOS QUÍMICOS EM GERAL.
3. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS E SEM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.
4. VAPOR SATURADO ATÉ 10,5 kgf/cm2 (185 °C) – USAR TEFLON REFORÇADO

OBSERVAÇÃO:
1. EXISTEM PEQUENAS DIFERENÇAS NAS DIMENSÕES PARA OS DIVERSOS FABRICANTES.

232
VÁLVULA DE ESFERA MATERIAIS

MATERIAL: AÇO FORJADO CORPO AÇO FUNDIDO


CLASSE: 300 LIBRAS EXTREMIDADES AÇO FUNDIDO
MODELO: TRIPARTIDO
PASSAGEM: PLENA HASTE INOX

FABRICANTES: NIAGARA ALAVANCA AÇO CARBONO


WORCESTER GAXETA TEFLON
SEDE TEFLON

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
ÁGUA, ÓLEO E GÁS
20,0 285
(AMBIENTE)

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 31,6 450
VEDAÇÃO 22,0 315

MEIO DE LIGAÇÃO FLANGEADA

2” 2.1/2” 3” 4” 6” 8” 10” 12”


DN
50 65 80 100 150 200 250 300
L 178 191 203 229 267 292 330 356
D 152 178 191 229 279 343 406 483
H 110 128 140 172 217 289 340 390
B 15,8 17,5 19,1 23,9 25,4 28,4 30,2 31,8

PADRÃO DE FABRICAÇÃO
FACE A FACE ASME/ANSI B16.10
FLANGES ASME/ANSI B16.5

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA, ÓLEO OU GÁS PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. PRODUTOS QUÍMICOS EM GERAL.
3. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS E SEM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.
4. VAPOR SATURADO ATÉ 10,5 kgf/cm2 (185 °C) – USAR TEFLON REFORÇADO

OBSERVAÇÃO:
1. EXISTEM PEQUENAS DIFERENÇAS NAS DIMENSÕES PARA OS DIVERSOS FABRICANTES.

233
3.14. Fabricantes

MATERIAIS
FABRICANTE
(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9)
Ciwal x x x x x x
Dox x x x x x x
Hiter x x x
Incoval x x
Indumetal x x x x x
IVC Vanasa x x x
Macotec x x x x x
Mipel x x
Nova Americana x x x x x x x x
Neles x x
Niagara x x x
Scai x x x x x x
Spirax Sarco x x x
Tag x x x x
Tecval x x x x x x
Valcont x x x x x
Valmicro x x x x
Valtec x x
Worcester x x x x

(1) AÇO FORJADO (6) FERRO FUNDIDO CINZENTO


(2) AÇO FUNDIDO (7) FERRO NODULAR
(3) AÇO INOXIDÁVEL (8) LATÃO
(4) ALUMÍNIO (9) OUTROS
(5) BRONZE

234
Válvulas de Macho
4. VÁLVULA DE MACHO

4.1. Introdução:
É o tipo de válvula cujo obturador é um macho paralelo ou cônico que gira em torno
da sua haste de modo a alinhar a sua abertura com as aberturas do corpo.
Com apenas um quarto de volta se faz a abertura ou o fechamento da válvula e o
fluxo é sempre suave e ininterrupto.
A passagem pode ser integral ou reduzida e os machos podem ser lubrificados ou
não e quando não lubrificados os machos podem incorporar dispositivos destinados
a reduzir o atrito entre as partes móveis, com o macho revestido com teflon e pode
ainda ser do tipo fire-safe.
Nas válvulas com machos lubrificados o lubrificante deve ser não solúvel no fluido
circulante e este tipo de válvula, com macho lubrificado, tem seu emprego destinado
ao manuseio de óleos, produtos graxos muito densos, refino de petróleo sob
altíssimas pressões, até 6000 psi e temperaturas entre -30 e 300 °C.
Existem válvulas de macho com duas, três ou até quatro vias.

4.2. Aplicação:
São empregadas como válvulas de bloqueio (on/off) em serviços de água, óleo ou
gás (WOG) para fluidos com ou sem sólidos em suspensão.
São usadas principalmente em linhas de ácidos, álcalis e produtos petrolíferos nas
instalações industriais.

4.3. Principais vantagens:


Entre as principais vantagens podemos citar a baixa perda de carga, fluxo
ininterrupto nos dois sentidos, construção simples e robusta, fechamento rápido e,
em alguns tipos de construção, proteção da superfície de vedação.

4.4. Principais desvantagens:


Entre as principais desvantagens podemos citar o peso elevado devido à robustez e
a falta de estanqueidade de alguns modelos.

4.5. Identificação das partes de uma Válvula de Macho:

236
4.6. Materiais construtivos:
Na fabricação das válvulas de macho são geralmente empregados o bronze, o ferro
fundido ou o aço fundido.

4.7. Meios de Ligação:


As válvulas de macho em bronze são fabricadas com extremidades roscadas tipo
BSP ou NPT, as de ferro fundido podem ser roscadas BSP ou NPT ou ainda
flangeadas conforme ASME/ANSI B16.1 ou segundo as normas DIN e as de aço
fundido são as válvulas de maior diâmetro e são flangeadas conforme ASME/ANSI
B16.5 ou segundo as normas DIN. Também podem ser encontradas válvulas com as
extremidades para solda de topo conforme a norma ASME/ANSI B16.25.

4.8. Características construtivas:


O sistema de vedação entre o corpo e o obturador (plug ou macho) pode ser do tipo
metal-metal, metal-metal com lubrificação ou ainda com o macho inteiramente
revestido de teflon. Quanto ao obturador pode ser de passagem plena ou reduzida
ou ainda ser do tipo fire-safe.

4.9. Acionamento das válvulas:


O acionamento das válvulas de pequenos diâmetros é feito por meio de alavanca, as
de diâmetros maiores são por meio de volante de ação direta ou ainda com volante
com engrenagem de redução.

4.10. Classes de pressão:


As válvulas de macho são fabricadas segundo as classes de pressão de 150 a 1500
PSI, nos diâmetros de 1/2” a 24” ou maiores, sob encomenda.

4.11. Exemplos de especificação técnica.


Fluido: Óleo diesel
Instalação: aparente
Pressão de serviço: 1,0 kgf/cm2
Temperatura: ambiente

Válvula macho, classe 125#, passagem plena, corpo e


tampa de bronze fundido ASTM B62, tampa roscada no
corpo, extremidades roscadas conforme
ASME/ANSI B1.20.1 (NPT).
Ref. Ciwal fig. 64

Fluido: Óleo diesel


Instalação: aparente
Pressão de serviço: 3,0 kgf/cm2
Temperatura: ambiente

Válvula macho, classe 125#, passagem plena, corpo e


tampa de bronze fundido ASTM B62, tampa aparafusada
no corpo, extremidades roscadas conforme ASME/ANSI
B1.20.1 (NPT).
Ref. Ciwal fig. 64

237
Fluido: Resina
Instalação: aparente
Pressão de serviço: 2,0 kgf/cm2
Temperatura: ambiente

Válvula macho, classe 125#, passagem plena, corpo e


tampa de ferro fundido ASTM A126, tampa aparafusada
no corpo, extremidades flangeadas conforme
ASME/ANSI B16.1
Ref. Ciwal fig. 287

Fluido: Resina fenólica


Instalação: aparente
Pressão de serviço: 4,0 kgf/cm2
Temperatura: 120 °C

Válvula macho de três vias, passagem em L, classe


125#, corpo e tampa de ferro fundido ASTM A126, tampa
aparafusada no corpo, extremidades flangeadas
conforme norma ASME/ANSI B16.1
Ref. Ciwal fig. 245

238
4.12. Exemplo de folha de dados.

FOLHA DE DADOS
FD-003 VÁLVULA DE MACHO VMA-01

1. ESTE DOCUMENTO DEVE SER ANEXADO À RESPECTIVA REQUISIÇÃO DE MATERIAL.


2. O PROPONENTE DEVE PREENCHER A COLUNA “PROPOSTA”.

VÁLVULA DE MACHO ESPECIFICAÇÃO PROPOSTA NOTAS


01 CORPO / TAMPA
CARACTERÍST. CONSTRUTIVAS

02 CLASSE DE PRESSÃO
03 EXTREMIDADES
04 FACE
FLANGE
05 ACABAMENTO
06 NÚMERO DE VIAS
07 ALAVANCA
ACIONAMENTO
08 REDUTOR
09 PASSAGEM
10 MODELO
11 FIRE-SAFE
12 LUBIFICAÇÃO
13 PREME-GAXETA
14 BUCHA DE PTFE
15
16 CORPO / TAMPA
17 VEDAÇÃO
18 INTERNOS MACHO
19 GAXETA
20 JUNTA
VEDAÇÃO
21 PARAFUSO
MATERIAIS

CORPO / TAMPA
22 PORCA
23 GAXETA
24 CORPO
25 PREME-GAXETA PARAFUSO
26 PORCA
27
28
29
30 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO
31
ACES.

32
33
34
35 FLUIDO
36 VAZÃO
FLUIDO

37 TEMPERATURA DE OPERAÇÃO
38 PRESSÃO DE OPERAÇÃO
39 DENSIDADE
40 VISCOSIDADE
41 SÓLIDOS EM SUSPENSÃO
42 CONSTRUÇÃO
43
NORMAS

MEDIDA FACE A FACE


44 EXTREMIDADES
45 TESTE DO CORPO
46 TESTE DA SEDE
47
48
GERAL

49 REFERÊNCIA
50
51
52
53
NOTAS

54
55
56
57
FOLHA
/

239
4.13. Tabelas técnicas.

MATERIAIS
VÁLVULA DE MACHO
MATERIAL: BRONZE FUNDIDO CORPO BRONZE ASTM B62
CLASSE: 150 LIBRAS MACHO BRONZE ASTM B62
TAMPA BRONZE ASTM B62

FABRICANTES: ACEPAM GAXETA TEFLON


DOX PREME-GAXETA BRONZE ASTM B62
MIPEL
NIAGARA

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
ÁGUA E ÓLEO (AMBIENTE) 14,0 200
VAPOR SATURADO 10,5 150
2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 31,6 450
VEDAÇÃO 21 300

ROSCA NPT
MEIO DE LIGAÇÃO
ROSCA BSP

1/4” 3/8” 1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4”


DN
6 10 15 20 25 32 40 50 65 80 100
A - - 55 62 75 83 100 122 158 196 -
B - - 60 68 80 93 102 115 160 200 -

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA OU ÓLEO PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. PRODUTOS QUÍMICOS EM GERAL.
3. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS OU COM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.

OBSERVAÇÃO:
1. EXISTEM PEQUENAS DIFERENÇAS NAS DIMENSÕES PARA OS DIVERSOS FABRICANTES.
MATERIAIS
VÁLVULA DE MACHO
MATERIAL: FERRO FUNDIDO CORPO F. FUNDIDO ASTM A126/A
CLASSE: 125 LIBRAS MACHO F. FUNDIDO ASTM A126/A
TAMPA F. FUNDIDO ASTM A126/A

FABRICANTES: GAXETA TEFLON


CIWAL PREME-GAXETA F. FUNDIDO ASTM A126/A
DOX
NOVA AMERICANA

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
ÁGUA E ÓLEO (AMBIENTE) 14,0 200
VAPOR SATURADO 8,8 125
2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 24,6 350
VEDAÇÃO 14,1 200

MEIO DE LIGAÇÃO FLANGEADA

1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4” 5” 6”


DN
15 20 25 32 40 50 65 80 100 125 150
L 92 100 105 117 130 165 190 216 280 305 330
D 89 99 108 118 127 152 178 191 229 254 279
H 80 85 90 95 135 146 190 200 220 250 270
B 11,1 11,1 11,1 12,7 14,2 15,8 17,5 19,1 23,9 23,9 25,4

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA OU ÓLEO PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. PRODUTOS QUÍMICOS EM GERAL.
3. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS OU COM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.
MATERIAIS
VÁLVULA DE MACHO
MATERIAL: FERRO FUNDIDO CORPO F. FUNDIDO ASTM A126/A
CLASSE: 125 LIBRAS MACHO F. FUNDIDO ASTM A126/A
TAMPA F. FUNDIDO ASTM A126/A

FABRICANTES: GAXETA TEFLON


ACEPAM PREME-GAXETA F. FUNDIDO ASTM A126/A
DOX
MIPEL

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
ÁGUA E ÓLEO (AMBIENTE) 14,0 200
VAPOR SATURADO 8,8 125
2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO 24,6 350
VEDAÇÃO 14,1 200

MEIO DE LIGAÇÃO FLANGEADA

1/2” 3/4” 1” 1.1/4” 1.1/2” 2” 2.1/2” 3” 4” 5” 6”


DN
15 20 25 32 40 50 65 80 100 125 150
L - - 146 178 210 210 230 254 298 - -
D - - 108 127 152 152 178 191 229 - -
H - - 132 140 160 160 172 195 240 - -
B - 11,1 14,2 15,8 15,8 17,5 19,1 23,9 - -

APLICAÇÕES:
1. ÁGUA OU ÓLEO PARA BAIXAS PRESSÕES.
2. PRODUTOS QUÍMICOS EM GERAL.
3. SERVIÇOS COM FLUIDOS HOMOGÊNEOS OU COM SÓLIDOS EM SUSPENSÃO.
4.14. Fabricantes

MATERIAIS
FABRICANTE
(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9)
Dox x x x
Macotec x x x x
Mipel x
Nova Americana x x x x x x x x
Valtec x

(1) AÇO FORJADO (6) FERRO FUNDIDO CINZENTO


(2) AÇO FUNDIDO (7) FERRO NODULAR
(3) AÇO INOXIDÁVEL (8) LATÃO
(4) ALUMÍNIO (9) OUTROS
(5) BRONZE
Válvulas de Guilhotina
5. VÁLVULA GULHOTINA

5.1. Introdução:
É o tipo de válvula normalmente empregada para trabalhos com líquidos ou
gazes contendo alta porcentagem de sólidos, polpas, pastas e fluidos muito
densos.
A válvula guilhotina não é indicada em serviços onde se necessita a
estanqueidade total.
Sua forma construtiva é semelhante às válvulas de gaveta, diferindo
basicamente no obturador que se caracteriza por ser uma lâmina que desliza
entre sedes paralelas promovendo a abertura e o fechamento.
As válvulas guilhotina também são conhecidas como válvula faca.

5.2. Aplicação:
São empregadas como válvulas de bloqueio (on/off) em serviços de água, óleo
ou gás (WOG) para fluidos com grade quantidade de sólidos em suspensão.
São usadas principalmente em linhas de polpas das indústrias de papel e
celulose e em linhas de produtos muito densos nas instalações industriais.

5.3. Principais vantagens:


Entre as principais vantagens podemos citar a baixa perda de carga, fluxo
ininterrupto nos dois sentidos, construção simples e extremamente curta,
ocupando pequeno espaço na instalação.

5.4. Principais desvantagens:


Sua principal desvantagem é a não ter uma estanqueidade total.

5.5. Identificação das partes de uma Válvula de Guilhotina:


5.6. Materiais construtivos:
Na fabricação das válvulas de guilhotina são geralmente empregados o aço
fundido e o ferro fundido.

5.7. Meios de Ligação:


As válvulas de guilhotina são normalmente fabricadas do tipo wafer para
montagem entre flanges ASME/ANSI ou DIN, do tipo lug, e raramente com
extremidades flangeadas.

5.8. Características construtivas:


O sistema de vedação entre o corpo e o obturador (guilhotina ou faca) pode ser
do tipo metal-metal, metal-elastômero.
Quanto ao obturador pode ser de passagem plena ou reduzida.

5.9. Acionamento:
O acionamento das válvulas de pequenos diâmetros é feito por meio de volante
de ação direta ou ainda com volante com engrenagem de redução.

5.10. Classes de pressão:


As válvulas de guilhotina são fabricadas segundo as classes de pressão de
125PSI e a 150 PSI, nos diâmetros de 2” a 24” ou maiores, sob encomenda.

5.11. Exemplos de especificação técnica.

Fluido: Massa de papel


Instalação: aparente
Pressão de serviço: 1,0 kgf/cm2
Temperatura: ambiente

Válvula guilhotina, classe 125#, passagem plena,


corpo de ferro fundido ASTM A126/B, guilhotina de inox
AISI 304, vedação em EPDM, volante de ferro fundido,
para montagem entre flanges ASME/ANSI B16.5-150#FR.
Ref. Niagara fig. 728

Fluido: Pixe
Instalação: aparente
Pressão de serviço: 3,0 kgf/cm2
Temperatura: 180 °C

Válvula guilhotina, classe 150#, passagem plena,


corpo de aço fundido ASTM A216/WCB, guilhotina de inox
AISI 304, vedação do tipo metal/metal, volante de ferro
fundido, para montagem entre flanges
ASME/ANSI B16.5-150#FR.
Ref. Durcon-Vice

246
5.12. Exemplo de folha de dados.

FOLHA DE DADOS
FD-004 VÁLVULA DE GUILHOTINA GUI-01

1. ESTE DOCUMENTO DEVE SER ANEXADO À RESPECTIVA REQUISIÇÃO DE MATERIAL.


2. O PROPONENTE DEVE PREENCHER A COLUNA “PROPOSTA”.

VÁLVULA DE GUILHOTINA ESPECIFICAÇÃO PROPOSTA NOTAS


01 CORPO / TAMPA
CARACTERÍST. CONSTRUTIVAS

02 CLASSE DE PRESSÃO
03 EXTREMIDADES
04 FACE
FLANGE
05 ACABAMENTO
06
07 VOLANTE
ACIONAMENTO
08 REDUTOR
09 PASSAGEM
10 MODELO
11 PREME-GAXETA
12 BUCHA DE PTFE
13
14
15
16 CORPO / TAMPA
17 VEDAÇÃO
18 INTERNOS GUILHOTINA
19 GAXETA
20 JUNTA
VEDAÇÃO
21 PARAFUSO
MATERIAIS

CORPO / TAMPA
22 PORCA
23 GAXETA
24 CORPO
25 PREME-GAXETA PARAFUSO
26 PORCA
27
28
29
30 PLACA DE IDENTIFICAÇÃO
31
ACES.

32
33
34
35 FLUIDO
36 VAZÃO
FLUIDO

37 TEMPERATURA DE OPERAÇÃO
38 PRESSÃO DE OPERAÇÃO
39 DENSIDADE
40 VISCOSIDADE
41 SÓLIDOS EM SUSPENSÃO
42 CONSTRUÇÃO
43
NORMAS

MEDIDA FACE A FACE


44 EXTREMIDADES
45 TESTE DO CORPO
46 TESTE DA SEDE
47
48
GERAL

49 REFERÊNCIA
50
51
52
53
NOTAS

54
55
56
57
FOLHA
/

247
5.13. Tabelas técnicas.

MATERIAIS
VÁLVULA DE GULHOTINA
MATERIAL: FERRO FUNDIDO CORPO FERRO FUNDIDO
CLASSE: 125 LIBRAS GUILHOTINA AÇO INOX
TAMPA FERRO FUNDIDO

FABRICANTES: DOX GAXETA TEFLON


NIAGARA PREME-GAXETA FERRO FUNDIDO
OMEL
SEDE NEOPRENE

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
ÁGUA E ÓLEO (AMBIENTE) 4,2 60

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO
VEDAÇÃO

MEIO DE LIGAÇÃO WAFER

3” 4” 5” 6” 8” 10” 12” 14” 16” 18” 20”


DN
80 100 125 150 200 250 300 350 400 450 500
D 138 158 188 212 268 320 370 430 482 - -
L 62 64 66 68 70 76 80 96 100 - -
H 462 502 600 640 788 890 1005 1140 1210 - -

APLICAÇÕES:
1. MASSA DE PAPEL E OUTROS FLUIDOS DENSOS EM BAIXAS PRESSÕES.

OBSERVAÇÃO:
1. EXISTEM PEQUENAS DIFERENÇAS NAS DIMENSÕES PARA OS DIVERSOS FABRICANTES.

248
MATERIAIS
VÁLVULA DE GULHOTINA
MATERIAL: AÇO FUNDIDO CORPO AÇO FUNDIDO
CLASSE: 150 LIBRAS GUILHOTINA AÇO INOX
TAMPA AÇO FUNDIDO

FABRICANTES: GAXETA TEFLON


DOX
DURCON VICE PREME-GAXETA AÇO FUNDIDO
SEDE VITON / EPDM

2
PRESSÃO DE TRABALHO Kgf/cm PSI
ÁGUA E ÓLEO (AMBIENTE) 10,5 150

2
PRESSÃO DE TESTE Kgf/cm PSI
CORPO
API 598
VEDAÇÃO

PADRÃO DE FABRICAÇÃO
ANSI B16.10
CONSTRUÇÃO
MSS SP81
TESTES API 598

2” 3” 4” 6” 8” 10” 12” 14” 16” 18” 20” 24”


DN
50 80 100 150 200 250 300 350 400 450 500 600
A 76 95 114 139 171 203 241 266 298 317 349 406
B 317 362 397 521 648 742 867 986 1109 1219 1330 1532
B1 372 443 503 678 856 1008 1178 1329 1503 1664 1826 2129
C 254 254 254 254 305 406 406 508 508 508 508 508
D 48 51 51 57 70 70 76 76 89 89 114 114
E 14,3 14,3 17,5 16 20,6 23,8 25,4 23,8 27,0 27,0 30,2 33,3

APLICAÇÕES:
1. MASSA DE PAPEL E OUTROS FLUIDOS DENSOS.

249
5.14. Fabricantes

MATERIAIS
FABRICANTE
(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9)
Dox x x x x
Durcon Vice x x x x x
Omel x x x

(1) AÇO FORJADO (6) FERRO FUNDIDO CINZENTO


(2) AÇO FUNDIDO (7) FERRO NODULAR
(3) AÇO INOXIDÁVEL (8) LATÃO
(4) ALUMÍNIO (9) OUTROS
(5) BRONZE
Válvulas Globo
6. VÁLVULAS GLOBO

6.1 - Introdução
Válvulas globo têm esse nome universalizado devido à forma globular concebida
inicialmente no projeto de seu corpo. Também conhecida como registro de pressão,
assim como a de agulha, presta-se a regular vazão e bloquear o fluxo de fluidos em
uma tubulação. Existem desde as válvulas domésticas (a maioria das válvulas de
lavatórios, chuveiros e pias são válvulas de globo, com a vedação sendo chamada
de “carrapeta”), até válvulas com cerca de DN 300 (12”) ou até mesmo DN 400 (16”).
Seu funcionamento para abrir ou fechar é feito manualmente por um volante fixo à
extremidade da haste e quando girada, promoverá um movimento de translação em
sentido ascendente ou descendente do obturador acoplado à outra extremidade da
haste que atuará na sede localizada no corpo da válvula, abrindo, fechando ou
regulando a passagem do fluxo.
Existem quatro versões deste tipo de válvula, todas elas com características comuns
quanto ao funcionamento, mas com projetos de disposição do corpo de forma tal
que as diferenciam, proporcionando assim melhores opções aos projetistas e
instaladores em montagens de tubulações.

VÁLVULA GLOBO

6.2. Aplicação.
São empregadas como válvulas de regulagem bem como válvulas de bloqueio
(on/off) em serviços de água, óleo ou gás (WOG) para fluidos sem sólidos em
suspensão. Também não devem ser empregadas onde os fluidos transportados
venham a se solidificar no interior das válvulas que é o caso de resinas, tintas e
vernizes.

6.3. Principais vantagens.


Entre as principais vantagens no emprego das válvulas globo, pode-se enumerar o
controle parcial do fluxo, acionamento mais rápido que as válvulas de gaveta,
perfeita estanqueidade, a variedade dos meios de ligação, aplicação em larga gama
de pressão e temperatura e ter uma fácil manutenção. Podem ser instaladas para
operações freqüentes.
6.4. Principais desvantagens.
Entre as principais desvantagens no emprego das válvulas de globo, pode-se
enumerar que não admitem fluxo nos dois sentidos e a perda de carga excessiva
nos modelos com passagem em “S”.

VÁLVULA GLOBO – DETALHES DA FORMA DE BLOQUEIO E PASSAGEM EM “S”

6.5. Identificação das partes de uma válvula globo.


6.6. Sistema construtivo.

iva

GLOBO GLOBO ANGULAR UA

Válvula Globo.
Conhecida simplesmente pelo nome de válvula globo, tem as extremidades de
entrada e saída coaxiais e a haste perpendicular à direção do fluxo, admitindo fluxo
pela extremidade de entrada (sempre determinada por uma seta indicativa de fluxo),
que ao adentrar a câmara inferior fará uma curva de 90º em relação ao seu eixo,
ultrapassando a região de passagem onde está localizada a sede, envolvendo a
câmara superior onde se localiza o obturador saindo pela extremidade oposta,
sendo novamente desviada a 90º, percorrendo um caminho em forma de “S”.
São válvulas com elevada perda de carga.

Válvula Globo Angular


Mais conhecido como válvula angular, diferencia-se da válvula globo convencional
apenas na configuração do corpo, onde as extremidades de entrada e saída estão
dispostas a 90º entre si. Este arranjo possibilita duas vantagens interessantes que
devem ser levadas em conta pelos projetistas, pois neste caso a perda de carga é
menos acentuada em relação às válvulas globo retas, como também propicia
diminuição do número de conexões na instalação.

Válvula Globo Oblíqua


Esta válvula possui as mesmas características de funcionamento das válvulas globo
do tipo convencional, inclusive com as extremidades de entrada e saída coaxiais,
porém todo o conjunto que engloba o mecanismo de abertura e fechamento e,
conseqüentemente, a região de vedação, ficam numa posição oblíqua, a 45° em
relação ao eixo de entrada e saída, o que possibilitará desta forma o uso de menor
espaço (altura) em uma instalação. Possibilita ainda uma perda de carga compatível
com as válvulas angulares. A válvula globo oblíqua é também conhecida como
válvula tipo “Y” ou ainda como válvula globo de passagem reta.
Válvula de globo tipo ponta de agulha
Também conhecida simplesmente por “válvula de agulha”, ou ainda como “globo
ponta de agulha” são as válvulas destinadas à regulagem precisa de vazão.
A válvula de agulha é uma variação das válvulas globo e portanto de funcionamento
idêntico. Ela difere basicamente no seu elemento de vedação (obturador) que se
caracteriza pelo seu formato cônico extremamente agudo, normalmente constituído
na própria extremidade da haste que promove os movimentos de abertura,
fechamento e principalmente regulagens.
Este tipo de válvula tem o orifício de passagem bastante reduzido em relação à
bitola da válvula para que se possa obter uma maior precisão nas regulagens de
vazão.
As válvulas de agulha são indicadas para serem utilizadas em aparelhos de
instrumentação de ar comprimido, gases e líquidos homogêneos em geral com baixa
viscosidade.

Quanto ao meio de ligação.

ROSCADA SOQUETADA SOLDA DE TOPO FLANGEADA BOLSAS

Rosca BSP ou NPT .


Normalmente empregadas em válvulas de pequenos diâmetros.

Solda do tipo encaixe (soquete).


Normalmente empregadas em válvulas de pequenos diâmetros onde se deseja
estanqueidade absoluta nas ligações.
Solda de topo.
Empregadas em qualquer diâmetro onde se deseja estanqueidade absoluta.
Empregada principalmente em serviços de altas pressões e temperaturas.

Extremidades flangeadas.
Fabricadas em qualquer diâmetro e empregadas onde se deseja a facilidade de
montagem e desmontagem.

Extremidades com bolsas e junta elástica.


Empregadas em médios e grandes diâmetros para linhas em ferro fundido.

Quanto aos materiais.


Corpo e castelo.
Deve, de preferência, ser do mesmo material dos tubos em que as válvulas forem
instaladas ou ainda de material compatível com o material dos tubos.

Internos.
Podem ser do mesmo material do corpo e ainda devem ser de material compatível
com o serviço a que se destinam pois devem ser resistentes à pressão, temperatura
e as altas velocidades decorrentes da operação de abertura, regulagem e
fechamento da válvula.

Quanto ao meio de ligação entre corpo e castelo.

ROSCA INTERNA ROSCA EXTERNA PORCA-UNIÃO APARAFUSADO

Rosca interna.
Sistema empregado em válvulas de pequenos diâmetros em baixas pressões e
temperatura ambiente. Geralmente fabricadas de bronze e empregadas em uso
doméstico.

Rosca externa.
Sistema empregado em válvulas de pequenos diâmetros em baixas pressões e
temperatura ambiente. Geralmente fabricadas de bronze e empregadas em serviços
de pequena responsabilidade.

Rosca do tipo porca-união.


Empregado em válvulas industriais de pequenos diâmetros e usadas em serviços de
média e alta pressão e temperatura.

256
Flangeado ou aparafusado.
Empregado em válvulas industriais dos mais variados diâmetros para todas as
classes de pressão para serviços de maior responsabilidade.

Soldado.
Empregado em válvulas industriais dos mais variados diâmetros para altas pressões
e temperaturas em serviços de grande responsabilidade.

Quanto ao tipo de haste e do volante.

ASCENDENTE COM ROSCA EXTERNA ASCENDENTE COM ROSCA INTERNA

Haste e volante ascendentes com rosca interna.


A haste é fixa ao volante e o movimento de rotação do volante confere à haste os
movimentos de rotação e de translação. A cunha é encaixada na haste e
conseqüentemente também recebe o movimento translação o que permite a
abertura, regulagem e fechamento da válvula.
Essas válvulas são empregadas em serviços de uso industrial de pequena
responsabilidade em baixas temperaturas e baixas pressões.

Haste e volante ascendentes com rosca externa.


A haste é fixa ao volante e o movimento de rotação do volante confere à haste os
movimentos de rotação e de translação. A cunha é encaixada na haste e
conseqüentemente também recebe o movimento translação o que permite a
abertura, regulagem e fechamento da válvula.
Essas válvulas são empregadas em serviços de uso industrial de responsabilidade
em todas as faixas de pressão e temperatura.

Quanto à manutenção das gaxetas.


Certas válvulas podem ser re-engaxetadas sob pressão, em serviço, desde que
totalmente abertas. Esta facilidade é importante, principalmente para a industria, pois
evita paradas no sistema para uma simples manutenção de engaxetamento da
haste.

257
Quanto ao anel-sede.
O anel-sede é a região do corpo da válvula que se ajusta ao disco (obturador) para
proporcionar a vedação. Pode ser do tipo integral, executada no próprio corpo da
válvula ou do tipo postiça, geralmente de material diferente do corpo da válvula.

Usinados.
São as mais comuns e empregadas em válvulas de pequenos diâmetros, geralmente
de bronze e são chamados sede integral pois são executados no próprio corpo da
válvula.

Roscados.
São de fácil substituição, geralmente executados de material diferente do material do
corpo e são empregados quando existe a presença de fluidos agressivos e devem
ser construídos com materiais compatíveis com o fluido a ser transportados e sua
agressividade.

Prensados.
São empregados para fluidos agressivos mas a sua substituição não é tão fácil
quanto as roscadas. Quanto ao material empregado também deve atender as
exigências da agressividade do fluido transportado.

Obturadores (disco).
Em válvulas globo convencional, angular ou oblíqua, podem ser utilizados vários
tipos de obturadores para as mais diferentes características de fluidos, de pressão e
temperatura. Eles podem ter formas construtivas diversas para melhor atender uma
condição mais específica de trabalho e para cada geometria do disco se tem um tipo
de regulagem.
Os tipos mais usuais são apresentados abaixo.

DISCO TIPO PLUG

São constituídos em latão forjado para válvulas de pequeno porte e de bronze para
as maiores, têm uma configuração em forma de tronco de cone na região de contato
com o anél-sede, com ângulo de aproximadamente 45º. Indicados para operar com
fluidos no estado líquido, homogêneos, livres de impurezas que possam causar
sedimentações, pois tanto o bronze como o latão são materiais macios e em
condições adversas sofrerão sérios danos na região de vedação.

Estes discos também possuem configuração na forma de tronco de cone na região


de contato com a sede, porém com ângulo de aproximadamente 20º. Estes discos,
face um menor ângulo, apresentam uma melhor performance em serviços de
regulagens e/ou estrangulamento e, por serem construídos com material de maior