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IN STITUTO

IAVE DE AVALIAÇÃO
EDUCATI VA1 1.P.

••n .... . - .
estões de Exames Nacio
e de Testes Inter ,
1997-2
(10. 0, 11.0 e
ÍNDICE

Apresentação ....... ......................... ............................................................................. ............ 5

Itens de seleção .. .......... ........ ..... .................... ......... ......................... ...................................... 7

Geometria no plano ........................................................................................................ 8

Geometria no espaço ...................................... ............................................... ................. 11

Cálculo combinatório. Problemas de contagem ............................................................. 17

Triângulo de Pascal. Propriedades das combinações ...................................................... 21

Binómio de Newton ........................................................................................................ 23

Cálculo de probabilidades. Regra de Laplace .................................................................. 24

Definição axiomática de probabilidade. Propriedades das probabilidades .................... 27

Probabilidade condicionada ........................................................................................... 29

Funções exponenciais e logarítmicas .............................................................................. 33

Limites, Assíntotas, Continuidade, Teorema de Bolzano-Cauchy .................................... 40

Derivadas .................................................................................... .................................... 55

Funções Trigonométricas ................................................................................................ 71

Complexos ....................................................................................................................... 79

Itens de construção . ........... ............................... ......................................................... ............ 89

Geometria no plano ........................................................................................................ 90

Geometria no espaço ..................................................................................... ................. 94

Cálculo combinatório. Problemas de contagem ........... . .


..................................... ........... 105

Cálculo de probabilidades. Regra de Laplace .................................................................. 106

Definição axiomática de probabilidade. Propriedades das probabilidades .................... 114

Probabilidade condicionada ........................................................................................... 116

Funções exponenciais e logarítmicas .............................................................................. 123

Limites, Assíntotas, Continuidade, Teorema de Bolzano-Cauchy .................................... 131

Derivadas ...................................................................................................................... .. 136

Funções Trigonométricas ................................................................................................ 153

Complexos . .............................................. ...................................... .................................. 177

3
Soluções .......... .... .... ..... .. ... ..................... ....... .................... ... ..... ... .. ......... .. .................. .... ....... 185

Itens de seleção

Geometria no plano 186

Geometria no espaço ............... ........... ....................................................................... 188

Cálculo combinatório. Problemas de contagem .............. . .


.... ..................................... 192

Triângulo de Pascal. Propriedades das combinações ...................................... . .


.... ..... 195

Binómio de Newton .
............................... ................................ .... . . ............................. 196

Cálculo de probabilidades. Regra de Laplace .


............................. ............................... 197

Definição axiomática de probabilidade. Propriedades das probabilidades ............... 200

Probabilidade condicionada .
.................. .......... . .
............................. ................. ......... . 201

Funções exponenciais e logarítmicas .


.................... .... .............................. ................. . 203

Limites, Assíntotas, Continuidade, Teorema de Bolzano-Cauchy . . ............................. 206

Derivadas . . . . ............................ . . . ........ ......................................................................... 214

Funções Trigonométricas .. .
... . . . ....................... . .
.. .................................. . .................... 220

Complexos ............. . .
.. .......... . . ..................... . ........ . .................................... . . . . ............ . . 226

Itens de construção

Geometria no plano 232

Geometria no espaço .
. ......... ......................... . ..... ....................................................... 239

Cálculo combinatório. Problemas de contagem ................................................ .. . . ..... 263

Cálculo de probabilidades. Regra de Laplace .......... . .


.. ............................................... 264

Definição axiomática de probabilidade. Propriedades das probabilidades ............... 274

Probabilidade condicionada .................... .................................. . . . . ............................. 276

Funções exponenciais e logarítmicas ..... ..... . .


.......................... ................................... 282

Limites, Assíntotas, Continuidade, Teorema de Bolzano-Cauchy ............................... 291

Derivadas .............................. . . . . . . ....... ......................................................................... 299

Funções Trigonométricas ............................... . ............................ . .... . ......................... 329

Complexos .................. . . . . . . .................................................................................... ..... . 364

Formulário ............ ......................................... .. ...... ...................... .......................................... 380

4
Apresentação

Aos alunos

Esta publicação apresenta uma seleção de questões incluídas em exames nacionais e testes
intermédios.

Para facilitar a organização do teu trabalho, as questões estão agrupadas por temas.

É apresentada a chave de resposta para cada questão, acompanhada por uma breve justificação
da escolha correta, assim como propostas de resolução para questões que implicam a elaboração
de cálculos ou de justificações. Só deves consultar as soluções após teres tentado resolver as
questões.

Embora possas resolver as questões individualmente, sugerimos a possibilidade de trabalhares


em conjunto com um ou mais colegas. Colaborando com outros colegas, podes debater as
estratégias a adotar e avaliar a sua adequação à resposta pretendida. Podes também resolver
cada questão individualmente e depois comparar os teus resultados e processos de resolução
com os dos outros colegas.

Recomendamos-te que uses esta publicação ao longo do ano, sendo a resolução das questões
uma tarefa complementar de outras que realizes nas aulas ou em casa. Resolvendo as questões,
ficarás mais familiarizado(a) com as provas que irás realizar. Também perceberás que se torna
mais fácil consolidar o que já aprendeste, identificar as tuas dificuldades e fazer uma melhor
autoavaliação do teu trabalho.

A consulta atenta das propostas de resolução pode ajudar-te a compreender melhor como deves
resolver cada questão, além de te permitir orientar o teu raciocínio e melhorar a linguagem
utilizada nas respostas que implicam a expressão escrita, contribuindo para aumentar a tua
confiança nos momentos em que serás avaliado(a).

A resolução das questões ajuda-te a identificar as tuas dificuldades e a aprender com os teus
erros, o que aumentará as tuas possibilidades de êxito na realização de testes ou de exames
nacionais.

Nas questões em que são apresentadas propostas de resolução, estas poderão não esgotar todas
as possibilidades. Há outros processos alternativos igualmente válidos a que tu e os teus colegas
podem recorrer. Se isso acontecer e não te sentires confiante com a validade da resolução por ti
encontrada, pede ajuda a um professor.

Bom trabalho!

5
Aos pais e encarregados de educação

Como pai, mãe ou encarregado de educação, deve ter em atenção que esta publicação não se
destina somente à preparação para testes ou para exames nacionais nos dias que antecedem
a sua realização. Ou seja, esta é uma ferramenta de trabalho que deve ser consultada e usada
regularmente ao longo do ano letivo.

A resolução das questões proporciona momentos de verificação e de consolidação do que


se aprendeu. Serve também para identificar e diagnosticar, atempadamente, lacunas na
aprendizagem. Fazê-lo com a antecedência necessária, permitindo solicitar a intervenção
do professor e garantir a possível superação dessas lacunas, constitui talvez uma das maiores
vantagens de poder contar com esta publicação como auxiliar na aprendizagem do seu(sua)
filho(a) ou educando(a), prevenindo insucessos indesejados num momento formal de avaliação.

Aos professores

O conjunto de coletâneas que o IAVE agora publica, visa principalmente constituir uma ferramenta
de trabalho que complementa outros suportes de aprendizagem utilizados pelos alunos.

Tal como referido nas mensagens aos alunos e aos pais e encarregados de educação, são inúmeras
as oportunidades e os contextos de utilização desta publicação, dentro ou fora da sala de aula.

Reitera-se a importância de o professor, enquanto figura incontornável na formação académica


dos alunos, estimular a utilização regular desta publicação. Pode ainda ser realçada a opção pelo
trabalho colaborativo entre alunos, contribuindo assim para minimizar a eventual tendência
para um estudo predominantemente centrado na preparação para a realização de avaliações
formais, que, como sabemos, não constitui a estratégia mais adequada para uma aprendizagem
de qualidade, progressiva e sustentada.

A criação de hábitos de trabalho que levem os alunos a explicitar e a registar as operações


mentais desenvolvidas na procura da resposta correta ajuda a promover a metacognição e a
desenvolver uma consciência mais profunda das suas dificuldades e potencialidades. Do mesmo
modo, a valorização do erro como uma oportunidade para a reflexão e para a consolidação de
uma aprendizagem alicerçada num processo cognitivo mais rico constitui uma opção facilitadora
da integração de diferentes aprendizagens, do recurso a raciocínios críticos ou da reconstrução e
reutilização do que se aprendeu nos mais diversos contextos.

Muitos outros exemplos e sugestões de utilização poderiam aqui ser aflorados, mas, no essencial,
espera-se que esta publicação possa constituir um contributo adicional para a melhoria da
aprendizagem dos alunos, que é o grande objetivo de todos quantos participam, direta ou
indiretamente, no processo educativo.

Helder Diniz de Sousa


Outubro de 2017

6
ITENS
DE
SELEÇÃO
Geometria no plano

1. De dois vetores p e q sabe-se que têm ambos norma igual a 3 e que p . q = -9


(p. q designa o produto escalar de p por q)
Indique qual das afirmações seguintes é verdadeira.

(A) p +q 0 = (B) p - q Õ =

(C) p J_ q (D) O ângulo dos vetores p e q é agudo

2. Na figura, estão representados dois vetores, AD e AÊ,


de normas 12 e 15, respetivamente. . D

No segmento de reta [AD] está assinalado um ponto B


No segmento de reta [AE] está assinalado um ponto C

O triângulo [ABC] é retângulo e os seus lados têm

3, 4 e 5 unidades de comprimento.
+----- 15 -----+
Indique o valor do produto escalar AD. AÊ

{A) 108 (B) 128 (C) 134 {D) 144

3. Considere, num referencial o.n. xOy, as retas r e s, definidas, respetivamente, por:

r:(x,y)=(1,3)+k(2,0), kElR �
s:y = x+l

Qual é a amplitude, em graus, do ângulo destas duas retas (valor arredondado às unidades)?

(A) 37° (B) 39° {C) 41 o (D) 43°

4. Considere, num referencial o.n. xOy, a reta r de equação �


y = - x+ �
Seja s a reta perpendicular a r que passa no ponto de coordenadas (1, 4)
Qual é a equação reduzida da reta s?

(A) y = 2x+ 2 (B) y = -2x + 6

(C) y = -Zx+ �
3
{D) y = 2x + �

8
ITENS DE SELEÇÃO

5. Considere a condição (x+1)2+(y -1)2:o;2 /\ x2'0


Em qual das opções seguintes está representado, em referencial o.n. xOy, o conjunto de pontos

definido por esta condição?

(A) (B)
y y

o X
0 X

(C) (D)
y y

o X

6. De um triângulo isósceles [ABC] sabe-se que:

• os lados iguais são [AB] e [AC], tendo cada um deles 8 unidades de comprimento;
• cada um dos dois ângulos iguais tem 30° de amplitude.

Qual é o valor do produto escalar AÊ. Aê?

(A) -3213

(B) - 32

(C) 64

(D) 6413

9
GEOMETRIA NO PLANO

7. Considere, num referencial o.n. xOy , a circunferência definida pela equação

Esta circunferência intersecta o eixo Ox em dois pontos. Destes pontos, seja A o que tem abcissa

positiva.

Seja r a reta tangente à circunferência no ponto A


Qual é a equação reduzida da reta r?

(A) y=X+1 (B) y x-1


= (C) y = 2x +2 (D) y 2x-2
=

8. Considere, num referencial o.n. xOy, o quadrado definido pela condição

O:<'.x:<'.4 li 1:<'.y:<'.5
Qual das condições seguintes define a circunferência inscrita neste quadrado?

(A) (x-4)2+(y-5)2=16 (B) (x-4)2+(y-5)2=4

(C) (x-2)2+(y-3)2=4 {D) (x-2)2+(y-3)2=16

9. Considere, num referencial o.n. xOy, a região definida pela condição

(x+1)2+(y+1)2 :<'.1 /\ x+y+22:0

Qual é o perímetro dessa região?

(A) ir+1 {B) K.+1 (C) iT +2 (D) K.+2


2 2

10. Considere, num referencial o.n. xOy, dois pontos distintos, R e S


Seja A o conjunto dos pontos P desse plano que verificam a condição PR.PS=O
(PR.PS designa o produto escalar de PR por PS).
Qual das seguintes afirmações é verdadeira?

(A) O conjunto A é a mediatriz do segmento de reta [RS]


(B) D conjunto A é o segmento de reta [RS]
(C) D conjunto A é o triângulo [ROS]
(D) O conjunto A é a circunferência de diâmetro [RS]

10
Geometria no espaço

1. Num referencial o.n. Oxyz, considere um ponto A pertencente ao semieixo positivo Ox e um ponto
B pertencente ao semieixo positivo Oy
Quais das seguintes podem ser as coordenadas do vetor AB ?
(A) (-2, 0, 1) (B) (2, O, -1)

(C) (-2, 1, 0) (D) (2, -1, O)

2. Seja [AB] um diâmetro de uma esfera de centro C e raio 4


Qual é o valor do produto escalar CÃ . CE ?
(A) 16 (B) -16 (C) 4Vz (D) - 4Vz

3. Na figura, está representada, num referencial o.n. Oxyz, uma reta PQ


• O ponto P pertence ao plano yOz
• O ponto Q pertence ao plano xOy
Indique qual das condições seguintes define a reta PQ y

3
X
(A) 3x + Sy + 4z = 0
(B) (x, y, z) = (3, 0, -4) + k(3,5, 0) , k E R
(C) X = 3 /\ y=5 /\ Z =4
(D) (x, y, z) = (3, 5, 0) + k(3, 0, -4) , k E R

4. Qual das condições seguintes define, num referencial o.n. Oxyz, uma reta paralela ao eixo Oz ?

(A) (x, y, z) = (7, 0, 0 ) + k(1, 1, 0 ) , k E R


(B) (x, y, z) = (1, 1, O) + k(O, 0, 7) , k E R
(C) (x, y, z) = (1, 1, 0) + k(7, 0, 0) , k E R
(D) (x, y, z) = (0,0, 7) + k(1, 1, 0) , k E R

11
GEOMETRIA NO ESPAÇO

5. Num referencial o.n. Oxyz, considere os pontos P(O, O, 4) e Q(O, 4, O)


Qual dos seguintes pontos pertence ao plano mediador do segmento de reta [PQ]?

(A) A(l, 0, 0) (B) B(l, 2, O)

(C) C(2, 1, O) (D) D(l, 0, 2)

6. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, um cubo de


z
H G
aresta 2
F
E
Sabe-se que: 1

'D e
o ·"--
• a face [ABCD] está contida no plano xOy /
/
y
X A B
• a aresta [ DC] está contida no eixo Oy
• o ponto D tem coordenadas (O, 2, O)
Os pontos de coordenadas (2, 2, O) e (O, 4, O) são vértices do cubo.
Qual é o plano mediador do segmento de reta cujos extremos são estes dois vértices?

(A) ABC (B) ACG (C) BDH (D) BCF

7. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, um cubo. z

• O vértice O é a origem do referencial

• O vértice A pertence ao eixo Oz

• O vértice G pertence ao eixo Oy

• O vértice E pertence ao eixo Ox

• H é o centro da face [ OGFE]

• Uma equação do plano que contém os pontos D, B e H X

é x + y = lO
Qual é a medida da aresta do cubo ?
(A) 5 (B) 10 !CJ srz (D) lO Vz

8. Considere, num referencial o.n. Oxyz, a reta r definida por (x , y, z) = (1, 2, 3 ) + k(O, O, 1) , k E R
Qual das condições seguintes define uma reta paralela à reta r ?
(A) (x y, z) = (1, 2, 3) + k(0, 1, 0 ) , k E R (B) (x, y, z) = (0, 0, l) + k(l, 2, 3 ) , k E R
(C) X = 2 /\ y=1 (D) X = 2 /\ Z =1

12
ITENS DE SELEÇÃO

9. Indique qual dos pares de equações seguintes define, num referencial o.n. Oxyz, um par de planos
perpendiculares.

(A) X + y = 3 e X + y =Ü
(B) -x + y - z = l e 3x + 2y + 2z = 2
(C) X = y e Z = Ü
(D) 2x + 2y + z = 9 e x - 3 z = O

10. Considere, num referencial o.n. Oxyz, um plano a de equação x + 2y - z = 2


Seja f3 o plano que é paralelo a a e que contém o ponto (O, 1, 2 )
Qual das condições seguintes é uma equação do plano f3 ?

(A) X + 2y - Z = 1 (B) x+z=2

(C) -x - 2y + z = 0 (D) X - y + Z = 1

11. Num referencial o.n. O;ryz, um plano a é perpendicular ao plano xOz


Qual das seguintes pode ser uma equação do plano a?

(A) Z =x+2
(B) Z = X + y
(C) z = y
(D) y = 2

12. Num referencial o.n. Oxyz, considere a reta r de equação vetorial

(x, y, z) = (0, 1, 2) + k(3, 0, -1) , k c R.


A reta r

(A) é paralela ao plano xOy


(B) é paralela ao plano xOz
(C) é paralela ao plano yOz
(D) não é paralela a nenhum dos planos coordenados.

13
GEOMETRIA NO ESPAÇO

13. Sejam a e f3 dois planos perpendiculares.


Qual das afirmações seguintes é verdadeira?
(A) Qualquer reta paralela a a é paralela a f3
(B) Qualquer reta paralela à intersecção de a e f3 é paralela a f3
(C) Qualquer reta perpendicular a a é perpendicular a f3
(D) Qualquer reta perpendicular à intersecção de a e f3 é perpendicular a f3

14. Num referencial o.n. Oxyz, qual das seguintes retas intersecta os três planos coordenados (xOy,
xOz e yOz)?
(A) (x, y, z) = (1, 1, 1) + k(l, O, O), k E R
(B) (x, y, z) = (1, 1, 1) + k(O, 2, O), k E R
(C) (x, y, z) = (1, 1, 1) + k(l, 2, O), k E R
(D) (x, y, z) = (1, 1, 1) + k(l, 2, 3 ), k E R

15. Num referencial o.n. Oxyz uma esfera tem centro no ponto C(2, 3, 4) e é tangente ao plano xOy
Uma condição que define a esfera é

(A) xZ + y Z + z Z:S42
(B) (x - 2)2 + (y - 3)2 + (z - 4)2<::2 2
(C) (x - 2)2 + (y - 3)2 + (z - 4)2 :S 3 2
(D) (x - 2)2 + (y - 3)2 + (z - 4)2:S4 z

16. Qual das seguintes equações define, num referencial o.n. Oxyz, uma superfície esférica tangente
aos planos de equações x = 4 e y = O ?

(A) (x - 2)2 + (y - 2)2 + z2 = 4

(C) x2 + y2 + (z - 2f= 4

17. Num referencial o.n. Oxyz, a condição (x - 1)2 + (y - 1)2 + (z - 1)2 = 25 /\ x =y define

(A) uma circunferência. (B) um ponto.

(C) um segmento de reta. (D) o conjunto vazio.

14
ITENS DE SELEÇÃO

18. Considere, num referencial o.n. Oxyz, a superfície esférica centrada na origem do referencial e cuja
intersecção com o plano de equação z = 3 é uma circunferência de perímetro 8 Tr
Qual das seguintes é uma equação desta superfície esférica?

(A) x2 + y2 + z2 = 9 (B) x2 + y2 + z2 = 16

(C) xZ + yZ + z Z = 25 (D) x2 + y 2 + z2 = 36

19. Considere, num referencial o.n. Oxyz, as superfícies esféricas definidas pelas equações
x2 + (y - 2 )2 + z2 = 2 e x2 + (y 3 )2 + z 2 = 2
-

A intersecção destas superfícies esféricas é

(A) um ponto. (B) uma circunferência.

(C) o conjunto vazio. (D) um segmento de reta.

20. Num referencial o.n. Oxyz, considere:


• a esfera E definida pela condição x2 + y 2 + z 2 :S 4

• a reta r de equação vetorial (x, y, z) = (O, O, 2) + k(O, 1, O ) , k E lR.


A intersecção da esfera E com a reta r é

(A) o conjunto vazio. (B) um segmento de reta de comprimento 2

(C) um ponto. (D) um segmento de reta de comprimento 4

21. Na figura, está representado um sólido que se pode decompor no K


cubo [ABCDEFGH] e na pirâmide triangular não regular [Gl]K]
Sabe-se que:
• o cubo tem aresta 6
H J
G
• o ponto l é o ponto de intersecção do segmento [BK] com a aresta [ GF] / ,,
I
,

• F
o ponto ] é o ponto de intersecção do segmento [ DK] com a E ,<..--+--/-''---"<'
,
aresta [GH]
,
,,
• 6
.

o ponto G é o ponto médio do segmento [ CK] D (:


'

e
::�''
Qual é o valor do volume da pirâmide [GI]K] ? , ,,
A
(A) 36 (B) 27 (C) 18 (D) 9

15
GEOMETRIA NO ESPAÇO

22. Seja a um número real.


Considere, num referencial o.n. Oxyz, a reta s e o plano f3 definidos, respetivamente, por
(x, y, z) = (-1, 0, 3) +k(1, 1, -1) , kE R e 3 x + 3y + az = 1
Sabe-se que a reta s é paralela ao plano f3
Qual é o valor de a?

(A) -3 (B) 1 (C) 3 (D) 6

23. Num referencial o.n. Oxyz, considere um ponto P que tem ordenada igual a -4 e cota igual a 1.
Considere também o vetor u de coordenadas (2, 3, 6)
Sabe-se que os vetores OP e u são perpendiculares.
Qual é a abcissa do ponto P?

(A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4

24. Considere, num referencial o.n. Oxyz, o ponto A, de coordenadas (1, O, 3), e o plano a, definido
por 3x + Zy - 4 = O
Seja f3 u m plano perpendicular ao plano a e que passa pelo ponto A
Qual das condições seguintes pode definir o plano f3?

(A) 3x + 2y - 3 = 0 (B) 2 x - 3y - z + 1 =Ü

(C) 2x - 3y + z = 0 (D) 3x + 2y = O

16
Cálculo combinatório. Problemas de contagem

1. Uma sequência de algarismos cuja leitura da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita dá
o mesmo número designa-se por capicua. Por exemplo, 103301 é capicua.
Quantos números com seis algarismos são capicuas ?

(A) 729 (B) 900 (C} 810 000 (D) 900 000

2. Quantos números naturais de três algarismos diferentes se podem escrever, não utilizando o
algarismo 2 nem o algarismo 5 ?

(A) 256 (B) 278 (C} 286 (D) 294

3. Considere uma turma de uma escola secundária, com oito rapazes e doze raparigas.
Pretende-se eleger o delegado e o subdelegado da turma.
De quantas maneiras se pode fazer essa escolha, de modo que os alunos escolhidos sejam de sexos
diferentes?

(A) 96 (B) 190 (C} 192 (D) 380

4. Na figura está representado um círculo dividido em quatro setores circulares diferentes, numerados
de 1 a 4
Estão disponíveis cinco cores para pintar este círculo.
Pretende-se que sejam respeitadas as seguintes condições:
• todos os setores devem ser pintados;
2
• cada setor é pintado com uma única cor;
1
3
• setores com um raio em comum não podem ficar pintados

com a mesma cor;


4
• o círculo deve ficar pintado com duas ou com quatro cores.

De quantas maneiras diferentes pode o círculo ficar pintado?

(A) 140 (B) 230 (C} 310 (D} 390

17
CÁLCULO COMBINATÓRIO Problemas de contagem
-

5. A Ana, a Bárbara, a Catarina, o Diogo e o Eduardo vão sentar-se num banco corrido, com cinco lugares.
De quantas maneiras o podem fazer, ficando uma rapariga no l ugar do meio?

(A) 27 (B) 72 (C) 120 (D) 144

6. Dois rapazes e três raparigas vão fazer um passeio num automóvel com cinco lugares, dois à frente e
três atrás.
Sabe-se que:
• apenas os rapazes podem conduzir;

• a Inês, namorada do Paulo, tem de ficar ao lado dele.

De acordo com estas restrições, de quantos modos distintos podem ficar dispostos os cinco jovens
no automóvel?

(A) 10 (B) 14 (C) 22 (D) 48

7. Foram oferecidos dez bilhetes para uma peça de teatro a uma turma com doze rapazes e oito raparigas.
Ficou decidido que o grupo que vai ao teatro é formado por cinco rapazes e cinco raparigas.
De quantas maneiras diferentes se pode formar este grupo?

(C) 12 X 8 X 52 (D) 12!5!X 8!

8. A Joana comprou dez discos, todos diferentes, sendo três deles de música clássica e os restantes de
jazz.

Pretende oferecer esses dez discos aos seus dois irmãos, o Ricardo e o Paulo, de modo que:
• cada irmão fique com o mesmo número de discos;

• o Ricardo fique com exatamente dois discos de música clássica.

De quantas maneiras o poderá fazer?

18
ITENS DE SELEÇÃO

9. Admita que tem à sua frente um tabuleiro de xadrez, no qual pretende colocar
os dois cavalos brancos, de tal modo que fiquem na mesma fila horizontal.
De quantas maneiras diferentes pode colocar os dois cavalos no tabuleiro,
respeitando a condição indicada?

(A) 8 x 8C2 (C) 64Cz


8

10. Num torneio de xadrez, cada jogador jogou uma partida com cada um dos outros jogadores.
Supondo que participaram no torneio dez jogadores, o número de partidas disputadas foi

(C) 10! (D) 10 x 9

11. Numa caixa com 12 compartimentos, pretende-se arrumar 10 copos, com tamanho e forma iguais:
sete brancos, um verde, um azul e um roxo. Em cada compartimento pode ser arrumado apenas um
copo.
De quantas maneiras diferentes se podem arrumar os 10 copos nessa caixa?

12. Quatro raparigas e quatro rapazes entram num autocarro, no qual existem seis lugares sentados,
ainda não ocupados.
De quantas maneiras diferentes podem ficar ocupados esses seis lugares, supondo que ficam dois
rapazes em pé?

(A) 3560 (B) 3840 (C) 4180 (D) 4320

13. Os códigos dos cofres fabricados por uma certa empresa consistem numa sequência de cinco
algarismos como, por exemplo, O 7 7 5 7
Um cliente vai comprar um cofre a esta empresa. Ele pede que o respetivo código satisfaça as
seguintes condições:
• tenha exatamente três algarismos 5

• os restantes dois algarismos sejam diferentes;

• a soma dos seus cinco algarismos seja igual a dezassete.

Quantos códigos diferentes existem satisfazendo estas condições?

(A) 20 (B) 40 (C) 60 (D) 80

19
CÁLCULO COMBINATÓRIO Problemas de contagem
-

14. Queremos colocar 6 bolas indistinguíveis em 4 caixas distintas, de forma que cada caixa contenha
pelo menos uma bola.
De quantas maneiras diferentes podem as bolas ficar colocadas nas caixas?

(A) 4 (B) 8 (C) 10 (D) 12

15. Os três irmãos Andrade e os quatro irmãos M artins vão escolher, de entre eles, dois elementos de
cada família para um jogo de matraquilhos, de uma família contra a outra.
De q uantas maneiras pode ser feita a escolha dos jogadores de modo que o Carlos, o mais velho dos
irmãos da família Andrade, seja um dos escolhidos?

(A) 8 (B) 12 (C) 16 (D) 20

16. Considere todos os números que se podem obter alterando a ordem dos algarismos do número
12 345. Quantos desses números são ímpares e maiores do que 40 000 ?

(A) 18 (B) 30 (C) 120 (D) 240

17. Considere todos os números naturais de dez algarismos que se podem escrever com os algarismos de
1 a 9. Quantos desses números têm exatamente seis algarismos 2 ?

18. Considere todos os números ímpares com cinco algarismos.


Quantos desses números têm quatro algarismos pares e são superiores a 20 000 ?

(A) 5 4 (B) 5 5 (C) 3 x 5 4 (D) 4 X 5 4

19. Considere todos os números naturais de cinco algarismos diferentes que se podem formar com os
algarismos 1, 2, 3, 4 e 5
Destes números, quantos têm os algarismos pares um a seguir ao outro?

(A) 24 (B) 48 (C) 72 (D) 96

20
Triângulo de Pascal. Propriedades das combinações

1. Uma certa linha do Triângulo de Pascal tem quinze elementos.


Qual é o sexto elemento dessa linha?

2. O penúltimo número de uma certa linha do Triângulo de Pascal é 10


Qual é o terceiro número dessa linha?

(A) 1 1 (B) 19 (C) 45 (D) 144

3. A soma dos dois últimos elementos de uma certa linha do Triângulo de Pascal é 31
Qual é o quinto elemento da linha anterior?

(A) 23 751 (B) 28 416 (C) 31 465 (D) 36 534

4. No Triângulo de Pascal, considere a linha que contém os elementos da forma 2006ck


Quantos elementos desta linha são menores do que 2006 C 4 ?

(A) 8 (B) 6 (C) 5 (D) 3

5. A soma dos dois primeiros elementos de uma certa linha do Triângulo de Pascal é 13
Quantos elementos dessa linha são menores do que 70 ?

(A) 2 (B) 4 (C) 6 (D) 8

6. De uma linha do Triângulo de Pascal, sabe-se que a soma dos dois primeiros termos é 21
Qual é o maior termo dessa linha?

(A) 169 247 (B) 175 324 (C) 184 756 (D) 193 628

21
TRIÂNGULO DE PASCAL- Propriedades das combinações

7. A soma dos três primeiros elementos de uma certa linha do Triângulo de Pascal é 121
Qual é o terceiro elemento da linha seguinte?

(A) 78 (B) 91 (C) 120 (D) 136

8. A soma de todos os elementos de uma certa linha do Triângulo de Pascal é igual a 256
Qual é o terceiro elemento dessa linha?

(A) 28 (B) 36 (C) 56 (D) 84

22
Binómio de Newton

1. Quantas são as soluções da equação (x+ 1 )4 x 4 + 4x 3 + x + 1 ?


=

(A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4

2. Um dos termos do desenvolvimento de (ir+ e)" é 120ir7 e3


Indique o valor de n

(A) 10 (B) 12 (C) 20 (D) 2 1

3. Um dos termos do desenvolvimento de (x + 2 )5 é um monómio da forma kx 3 , sendo k um


número natural.
Qual é o valor de k ?

(A) 20 (B) 30 (C) 40 (D) 50

4. Do desenvolvimento de (x2 + 2 )6 resulta um polinómio reduzido.


Qual é o termo de grau 6 desse polinómio?

(A) 8x6 (B) 20x6 (C) 64x6 (D) 160x6

5. Um dos termos do desenvolvimento de (; + x)1º, com x #O, não depende da variável x


Qual é esse termo?

(A) 10 240 (B) 8064 (C) 1024 (D) 252

23
Cálculo de probabilidades. Regra de Laplace

1. Considere um dado cúbico com as faces numeradas de 1 a 6, e um saco que contém cinco bolas,
indistinguíveis ao tato, cada uma delas numerada com um número diferente: O, 1, 2, 3 e 4. Lança-se o
dado uma vez e retira-se, ao acaso, uma bola do saco, registando-se os números que saíram.
Qual é a probabilidade de o produto desses números ser igual a zero?

(A} O 1
(B} lS 1
(C} 30 1_
(D} 5

2. Dois cientistas, que vão participar num congresso no estrangeiro, mandam reservar hotel na mesma
cidade, cada um sem conhecimento da marcação feita pelo outro.
Sabendo que nessa cidade existem sete hotéis, todos com igual probabilidade de serem escolhidos,
qual é a probabilidade de os dois cientistas ficarem no mesmo hotel?

(A} 7
1_ (B} 1_
7 (C} �
7 (D} .§_
7

3. A Maria gravou nove CD, sete com música rock e dois com música popular, mas esqueceu-se de
identificar cada um deles. Qual é a probabilidade de, ao escolher dois CD ao acaso, um ser de música
rock e o outro ser de música popular?

7
(A} 36 (B} 1_ (C} 29 7
(D} 18
4

4. O João tem num bolso do casaco uma moeda de 50 cêntimos, duas moedas de 1 euro e três moedas
de 2 euros. Retirando duas moedas ao acaso, qual é a probabilidade de, com elas, perfazer a quantia
exata de 2,5 euros?

(A} 2
1_ (B} 1_
3 (C} 41 (D} 15

5. Um saco contém vinte bolas, numeradas de 1 a 20. Ao acaso, extraem-se simultaneamente três bolas
do saco e anotam-se os respetivos números.
Qual é a probabilidade de o maior desses três números ser 10 ?

24
ITENS DE SELEÇÃO

6. Sete amigos vão ao futebol ver um desafio entre o clube Alfa e o clube Beta. Três deles são adeptos
do clube Alfa e quatro são adeptos do clube Beta. No estádio sentam-se na mesma fila, uns ao lado
dos outros, distribuídos ao acaso.
Qual é a probabilidade de os adeptos do clube Alfa ficarem todos juntos e os adeptos do clube Beta
ficarem também todos juntos ?

{A) 3 !x4! {B) 2 X 3!7! X 4! {C) 2! {D) 1


7! 3! X 4! 3 ! X 4!

7. Para assistirem a um espetáculo, o João, a Margarida e cinco amigos sentam-se, ao acaso, numa fila
com sete lugares.
Qual é a probabilidade de o João e a Margarida não ficarem sentados um ao lado do outro?

{A) 2x 5! (B) fil


7! {C) 1-
7
{D) �
7
7!

8. Lança-se quatro vezes consecutivas um dado com as faces numeradas de 1 a 6. No primeiro


lançamento sai face 1 e no segundo sai face 2. Qual é a probabilidade de os números saídos nos
quatro lançamentos serem todos diferentes?

{A) 6 X 5 X44 X 3 {B) 6 X45 {C) 6 X2 5 {D) 4 X2 3


6 6 6 6

9. Uma certa linha do Triângulo de Pascal é constituída por todos os números da forma 24CP
Escolhendo ao acaso um número dessa linha, q ual é a probabilidade de ele ser 1 ?

{A) 1 1
{B) 24 1
{C) 25 2
{D) 25
IT

10. Considere a linha do Triângulo de Pascal em que o segundo elemento é 35. Escolhem-se, ao acaso,
dois elementos dessa linha. Qual é a probabilidade de estes dois elementos serem iguais?

{C) 3 1
5C2

11. Escolhem-se aleatoriamente dois vértices distintos de um cubo.


Qual é a probabilidade de o centro do cubo ser o ponto médio do segmento por eles definido?

{A) _L 1
{C) 8T 4
{D) 8f
8C2

25
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

12. Escolhem-se, ao acaso, dois vértices diferentes de um paralelepípedo retângulo.


Qual é a probabilidade de que esses dois vértices sejam extremos de uma aresta?

(A) 812 (B) 11_


C2 82
13. Considere, num referencial o.n. Oxyz, um octaedro regular em que cada um dos seus vértices
pertence a um dos eixos coordenados (dois vértices em cada eixo).
Escolhendo, ao acaso, três vértices desse octaedro, qual é a probabilidade de eles definirem um plano
perpendicular ao eixo Oy ?

(A) 1_ (B) 2 (C) 1_ (D) 1_


3 3 5 5

14. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, z


um octaedro [ ABCDEF], cujos vértices pertencem aos A
eixos coordenados.
Escolhem-se, ao acaso, três vértices desse octaedro.
e
Qual é a probabilidade de esses três vértices definirem um
plano paralelo ao plano de equação z 5 ?
=
y

(A) 61 (B) 64C


C3 3 :F

(C) 68 (D) 612


C3 C3
15. Uma pessoa lança um dado cúbico, com as faces numeradas de 1 a 6, e regista o número da face que
ficou voltada para cima.
Uma outra pessoa lança um dado com a forma de um tetraedro regular, com as faces numeradas de
1 a 4, e regista o número da face que ficou voltada para baixo.
Admita que ambos os dados são equilibrados.

Qual é a probabilidade de, pelo menos, uma dessas pessoas registar o número 4?

(A) 83 (B) �8
(C) 5 (D) 7
12 12

26
Definição axiomática de probabilidade
Propriedades das probabilidades

1. Um saco contém bolas azuis, bolas brancas e bolas pretas.


Tira-se, ao acaso, uma bola do saco. Sejam os acontecimentos:
A: «a bola retirada é azul» B : «a bola retirada é branca»
Qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) A e B são contrários. (B) A e B são contrários.


(C) A e B são incompatíveis. (D) A e B são incompatíveis.

2. Qual das afirmações seguintes é necessariamente verdadeira?

(A) A soma das probabilidades de dois acontecimentos incompatíveis é 1


(B) O produto das probabilidades de dois acontecimentos incompatíveis é 1
(C) A soma das probabilidades de dois acontecimentos contrários é 1
(D) O produto das probabilidades de dois acontecimentos contrários é 1

3. Seja Q o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória, e sejam A e B dois
acontecimentos (A e Q e B e Q).
Sabe-se que: P(A) = 30% P(AUB) = 70% A e B são incompatíveis
Qual é o valor de P(B) ?

(A) 21 % (B) 40% (C) 60% (D) 61%

4. Seja E o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória. Sejam A e B dois
acontecimentos (A e E e B e E). Tem-se P(A) 0,3 e P(B) 0,5
= =

Qual dos números seguintes pode ser o valor de P(A U B) ?

(A) 0,1 (B) 0,4 (C) 0,6 (D) 0,9

5. Seja Q o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória. Sejam A e B dois
acontecimentos (A e Q e B e Q ) . Sabe-se que P(A) = 0,3
Qual dos acontecimentos seguintes pode ter probabilidade inferior a 0,3 ?
(A) AUB (B) A U B (C) A n B

27
DEFINIÇÃO AXIOMÁTICA DE PROBABILIDADES - Propriedades das probabilidades

6. Abre-se, ao acaso, um livro, ficando à vista duas páginas numeradas.


A probabilidade de a soma dos números dessas duas páginas ser ímpar é
(A) O (B) 1_3 1_
(C) 2 (D) 1

7. Seja Q o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória.


Sejam A e B dois acontecimentos (A e Q e B e Q).
Sabe-se que P(A n B) = �. Qual é o valor de P(A u (A n .8)) ?
(A) 1_5 (B) 1_
5
(C) �
5 (D) 54

28
Probabilidade condicionada

1. Uma caixa A contém duas bolas verdes e uma bola amarela.


Outra caixa B contém uma bola verde e três bolas amarelas.
As bolas colocadas nas caixas A e B são indistinguíveis ao tato.
Lança-se um dado cúbico perfeito, com as faces numeradas de 1 a 6. Se sair o número 5, tira-se uma
bola da caixa A; caso contrário, tira-se uma bola da caixa B.
Qual é a probabilidade de a bola retirada ser verde, sabendo que saiu o número 5 no lançamento do
dado?

(A) 1_
4
(B) 1_3
(C) l (D) 1_
3
7

2. Numa caixa há bolas de duas cores: bolas verdes e bolas pretas. O número de bolas verdes é seis.
De forma aleatória, extraem-se, sucessivamente e sem reposição, duas bolas da caixa.
A probabilidade de a segunda bola extraída ser preta, sabendo que a primeira bola extraída foi verde,

é . Quantas bolas pretas havia inicialmente na caixa?

(A) 4 (B) 5

(C) 6 (D) 7

3. Uma caixa 1 tem uma bola verde e três bolas amarelas.


Uma caixa 2 tem apenas uma bola verde.
Considere a experiência que consiste em tirar, simultaneamente e ao acaso, duas bolas da caixa 1,
colocá-las na caixa 2 e, em seguida, tirar, também ao acaso, uma bola da caixa 2.
Sejam M e V os acontecimentos:
M : «as bolas retiradas da caixa 1 têm a mesma cor»
V: «a bola retirada da caixa 2 é verde»
Indique o valor da probabilidade condicionada P(VI M )
llliJ
Caixa 1 Caixa 2

(A) O (B) 3 1_
(C) 1_
3 (D) 1

29
PROBABILIDADE CONDICIONADA

4. Extrai-se, ao acaso, uma bola de uma caixa que contém vinte bolas, numeradas de 1 a 20
Considere os acontecimentos:
A : «A bola extraída tem número par»
B : «A bola extraída tem número múltiplo de 5»
Qual é o valor da probabilidade condicionada P(BIA) ?

(A) 0,1 (B) 0,2 (C) 0,3 (D) 0,4

5. Em cada uma das opções seguintes (A, B, C e D) estão representadas quatro figuras (as figuras são
círculos ou quadrados e estão pintadas de branco ou de preto).
Para cada opção, considere:
• a experiência que consiste na escolha aleatória de uma das quatro figuras
• os acontecimentos:

X : «a figura escolhida é um quadrado»


Y: «a figura escolhida está pintada de preto»

Em qual das opções se tem P(XI Y) � �?


(A) (B)
OD eo
•• D li
(C) (D)
•• 00
•D li D
6. Admita que um estudante tem de realizar dois testes no mesmo dia. A probabilidade de ter classificação
positiva no primeiro teste é 0,7, a de ter classificação positiva no segundo teste é 0,8, e a de ter
classificação negativa em ambos os testes é 0,1
Qual é a probabilidade de o estudante ter negativa no segundo teste, sabendo que teve negativa no
primeiro teste?

(A) 1_8 (B) 1_


7 (C) 31 (D) 1_
2

30
ITENS DE SELEÇÃO

7. Um saco contém um certo número de cartões. Em cada cartão está escrito um número natural.
Tira-se, ao acaso, um cartão do saco.
Considere os acontecimentos:
A : «o cartão extraído tem número par»
B: «o cartão extraído tem número múltiplo de 5 »
C : «o cartão extraído tem número múltiplo de 10 »

Sabe-se que: P(C) = � e P(BIA) = i�


Qual é o valor de P(A) ?

(A) 1_ (B) 1_ (C) 1_


3 (D) 23
5 5

8. Escolhe-se, ao acaso, um professor de uma certa escola secundária.


Sejam A e B os acontecimentos:
A : «o professor escolhido é do sexo masculino»
B : «O professor escolhido ensina Matemática»
Sabe-se q ue:
• P(A ) = 0,44

• P(A u B) = 0,92

Qual é a probabilidade de o professor escolhido ensinar Matemática, sabendo que é do sexo feminino?

(A) 1_
5
(B) 1_
6 (C) 1_
7 (D) 81

9. Um saco contém nove bolas indistinguíveis ao tato, numeradas de 1 a 9. As bolas numeradas de 1 a 5


são pretas e as restantes são brancas.
Retira-se, ao acaso, uma bola do saco e observa-se a sua cor e o seu número.
Considere os seguintes acontecimentos, associados a esta experiência aleatória:
A: «a bola retirada é preta»
B: «o número da bola retirada é um número par»

Qual é o valor da probabilidade condicionada P(A I B) ?

(A) 52 (B) 1 (C) 35 (D) l_


2 4

31
PROBABILIDADE CONDICIONADA

10. Seja Q, conjunto finito, o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória.
Sejam A e B dois acontecimentos (A eQ e B e Q).

Sabe-se que:
• P(A)=0,2
• P(B)=0,3
• P(AnB)=0,6
Qual é o valor de P(AIB) ?
(A) 1_3 (B) 21 (C) 32 (D) �
6
11. Uma turma é constituída por rapazes e por raparigas, num total de 20 alunos.
Sabe-se que:
• ! dos rapazes tem olhos verdes;
• escolhido, ao acaso, um aluno da turma, a probabilidade de ele ser rapaz e de ter olhos verdes é
110
Quantos rapazes tem a turma?

(A) 4 (B) 8 (C) 12 (D) 16

32
Funções exponenciais e logarítmicas

1. Seja f a função de domínio [�, � ] definida por f(x) = 4 x

Qual é o contradomínio de f?

(A) [1, 4] (B) [1, 8] (C) [2, 4] (D) [2, 8]

2. Para um certo valor de a E R considere a função f definida


em ]a, +oo[ por f(x) = ln (x - a) Y

Na figura junta está representada parte do gráfico da função f


Tal como a figura sugere, o gráfico de f intersecta o eixo Ox o 4 X
no ponto de abcissa 4

Qual é o valor de a ?

(A) -3 (B) -2 (C) 3 (O) 4

3. Sabe-se que log2 a = �


Qual é o valor de log2 ( �) ?
(A) - 1 (B) -2 (C) - 3 (D) -4

4. Indique qual das expressões seguintes é, para q ualquer número real a superior a 1, igual a a2+ Iog, 3

(A) 3 a2 (B) 2 a 3 (C) 3 + a2 (D) 2 + a 3

5. Considere a função f definida por f(x) = ln (3x)


(ln designa logaritmo de base e )

Indique qual dos seguintes pontos pertence ao gráfico da função f

(A) (e, ln 3 ) (B) (e, 1 + ln 3 ) (C) (e, e + ln 3) (D) (e, e ln 3 )

33
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

6. Considere a função f definida por /( x) = e x +3

Indique qual dos seguintes pontos pertence ao gráfico da função f

(A) A (- 3, 0) (B) B(ln 2, 2 e3 ) (C) C(-1, ln 2 ) (D) D(ln 5, 8)

7. Considere uma função f, de domínio R, definida por f(x) = ex + a, onde a designa um certo
número real.
O gráfico de f intersecta o eixo Oy no ponto de ordenada 2

Indique o valor de a

(A) ln 2 (B) 2 (C) e2 (D) e + ln 2

8. Na figura estão representadas graficamente duas funções, f e g, definidas em JR+ por /(x) log3 x =

e g(x) -2 + log3 (x2)


=

y 1

o X
g

Os gráficos de f e de g intersectam-se no ponto I

Qual é a abcissa do ponto I?

(A) 6 (B) 7 (C) 8 (D) 9

( )
9. Seja h a função, de domínio lR, definida por h(x) = ln W
2
(ln designa logaritmo de base e )

Qual das seguintes expressões pode também definir h ?

(A) IX (B) K (C) K


4 (D) IX
2
2

34
ITENS DE SELEÇÃO

10. Indique o número real que é solução da equação ex-Z = Je


{A) 1_
2
(B) l
2
(C) � (D) l_
2 2

11. Indique o conjunto dos números reais que são soluções da inequação log3 ( 1 - x ) :S 1

(A) [-2, 1 [ (B) [ - 1, 2 [

(C) ]-ao, -2 ] (O) [-2, +ao[

12. De um número real x sabe-se que log5 ( x ) = 7r: - 1

Indique o valor de 5x

(AJ 25ir-1 (B) 5ir-1

(C) 5 ir (D) 5( 71: - 1)5

13. Seja a um n úmero real maior do que 1

Indique qual das expressões seguintes é igual a loga 3 + 2 loga 5

(C) Ioga 75

14. Sabe-se que o ponto P(l, 3) pertence ao gráfico da função f definida por

Qual é o valor de a ?

(A) -2 (B) O

(C) 1 (D) 2

35
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

15. Na figura abaixo estão representadas, em referencial o. n. xOy :


• parte do gráfico da função f, de domínio R definida por /( x) = e x

• parte do gráfico da função g, de domínio JR+ , definida por g (x) = ln x


(ln designa logaritmo de base e )
O ponto A é o ponto de intersecção do gráfico de f com o eixo Oy e o ponto B é o ponto de
intersecção do gráfico de g com o eixo Ox

y
f

E
g

o B X

Na figura está também representado um triângulo [CDE]


O ponto C pertence ao eixo Oy, o ponto D pertence ao gráfico de f e o ponto E pertence ao
gráfico de g

Sabe-se ainda que:


• a reta BD é paralela ao eixo Oy e a reta CE é paralela ao eixo Ox

• AC = OA

Qual é a área do triângulo [CDE] ?

(A)
(e - l ) ln 2 (B) (e2 - l) ln 2
2 2
( C) e(e - 2) (D) e2 (e - 2 )
2 2

16. Seja x um número real positivo.

Qual das expressões seguintes é igual a e 4 lnx - l o2 Iogx ?


(ln designa logaritmo de base e; log designa logaritmo de base 10)

(A) ln x 4 - log x2 (B) x4 + x2 (C ) x4 - x2 (D) ln x4


logx2

36
ITENS DE SELEÇÃO

17. Sejam a e b dois números reais superiores a 1 e tais que b = a2

Qual dos valores seguintes é igual a 1 + logb a ?

{A) 1_
3 {B) ]_
4
(C) 43 {D) 23

18. Na figura, está parte da representação gráfica da função f, de y


domínio R+, definida por f(x) = log9 (x) f
P é o ponto do gráfico de f que tem ordenada � i - - · -

Qual é a abcissa do ponto P? o X

(A) l
2
(B) 2 (C) 3 (D) 92

19. Sejam a, b e e três números reais tais que a E ]1, +oo[, b E R+ e e E R+


Sabe-se que logab =e e que Ioga/C = 3

Qual das expressões seguintes é equivalente a Ioga/bXC?

{A) e + 3 (B) e - 3 (D) _f_ -


2 3

20. Para certos valores de a e de b (a > 1 e b > 1), tem-se logab = 2

Qual é, para esses valores de a e de b, o valor de logba + Iog alb?

(A) � + /2 (B) - 2 +12

(C) 1_2 (D) l


2

21. Sejam a e b dois números reais tais que 1 < a < b e logab = 3

Qual é, para esses valores de a e de b, o valor de Ioga( a5 x o/b) + alog"b ?

(A) 6 + b {B) 8 + b

(C) 6 + ah (D) 8 + ah

37
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

22. Seja a um número real positivo.


Considere o conjunto S {x E lR: ln ( e-x - a):". O}
=

Qual dos conjuntos seguintes é o conjunto S ?

(A) ]- ln (1 + a ), - ln a[ (B) [- ln (l + a), - ln a[

(C) ]-oo, - ln (l + a)] (D) [- ln (l + a), +oo[

23. Seja b um número real.


Sabe-se que log b = 2014 (log designa logaritmo de base 10 )

Qual é o valar de log (100b) ?

(A) 2016 (B) 2024

(C) 2 114 (D) 4028

24. Para certos valores de a e de b (a > l e b > l), tem-se 1ogba = �


Qual é, para esses valores de a e de b, o valor de Iog a (a2 b) ?

(A) l_
3 (B) �
3
(C) 2 (D) 5

25. Sejam a e b dois números reais superiores a 1, tais que a = b 3

Qual dos valores seguintes é igual a log0 b + logb a ?

(A) .±_
3
(B) 1

(C) lQ_
3 (D) 3

38
ITENS DE SELEÇÃO

26. Seja f a função, de domínio [-3, 3 ], cujo gráfico y

está representado na figura.


2
Tal como a figura sugere, todos os objetos inteiros
têm imagens inteiras.
Seja g a função, de domínio R+, definida por X

g(x) = lnx

Quais são as soluções da equação (!o g) (x) =O ?

(o símbolo o designa a composição de funções)


,- ---+
(A) .1e , e2
·
(B) e ; e2

(C) 1 ; e (D) .1
e ;
e

27. Seja a um número real superior a 1

Qual é o valor de 4 +Ioga (5lna) ?

(A) ln(10e) (B) ln (Se4 ) (C) ln (Se2) (D) ln(20e)

39
Limites, Assí ntotas, Continuidade, Teorema de Bolzano-Cauchy

1. O valor de lim (i 1-)2"


+
é

(B) +oo
n -+oo n

(A) 1 (CJ re (D) e2

2. Considere a função g definida por g (x) ZXx-- 5


1
=

é
Indique qual o valor de lim g(x)
x_,_1+
(A) O (B) 2 (C) -oo (D) +oo

ln x é
3. xlim
--o+ X
(A) -oo (B) O (C) 1 (D) +oo

4. Indique o valor de lim log2 x


x _,. o+ ex - 1
(A) O
(B) 1
(D) +oo
(C) -00

5. Na figura está representada parte dos gráficos de duas


y
funções f e g, contínuas em lR
O gráfico de f intersecta o eixo Ox no ponto de abcissa 3
g(x)
Indique o valor de lim f(x)
x -3-
(A) O
o X
(B) 1
oo
(D) +oo
(C) -

40
ITENS DE SELEÇÃO

6. O gráfico da função f, de domínio JR, definida por f(x) = 0,1 + 0,2eº·3x , tem uma única assíntota.

Qual das condições seguintes é uma equação dessa assíntota?

(A) y = O (B) y = 0,1 (C) y = 0,2 (D) y = 0,3

7. Na figura está a representação gráfica de uma função f, da qual a reta t é assíntota.

y
f t

o 2 X

O valor de lim [f(x) - (x - 2 )] é


X -++oo
(A) -ao (B) O (C) 1 (D) +ao

8. Na figura está representada graficamente uma função f, de domínio JR+

y f

A reta s,
que contém os pontos (-2, O ) e (O, 1), é assíntota do gráfico de f
Indique o valor de lim f( x)
x _,_+oo X
(A) - 2 (B) O (C) 1 (D) 1
2

41
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

9. De uma função f, de domínio JR+, sabe-se que a reta de equação y = -2x + 1 é assintota do seu
gráfico.

x-+oo
Qual é o valor de lim /( x) ?
(A) -oo (B) -2 (C} 1 (D) +oo

domínio [O,5 [U]5, +oo [


10. Na figura está representada parte do gráfico de uma função h, de

As retas de equações x = 5 e y = 3 são as únicas assintotas do


y3·· · · ·�
gráfico de h o 5 X

x-+oo 3 +e-x
h(x)
Indique o valor de lim

(A} O (B} 1 (C} 5 (D) +oo

11. Seja f uma função de domínio R e seja g a função definida por g(x) = f(x + 1)
A reta de equação y = 2x + 4 é a única assintota do gráfico de f

Qual das seguintes é uma equação da única assintota do gráfico de g?

(A} y = 2x + 6 (B} y = 2x + 4 (C} y = 2x - 4 (D) y = 2x - 6

12. De uma função h, de domínio JR-, sabe-se que a reta de equação y = 2 é assintota do seu gráfico.

X---+-oo ex
Qual é o valor de lim h (x) ?

(A) +oo (B) -oo (C} o (D) 2

13. Seja g a função definida em lR por g(x) = x5 - x + 1


O teorema de Bolzano-Cauchy permite-nos afirmar que a equação g(x) = 8 tem pelo menos uma
solução no intervalo

(A) [-1, O] (B) (O,1] (C} (1, 2] (D) (2, 3]

42
ITENS DE SELEÇÃO

14. Seja f a função de domínio ]-4, +oo[ definida por /(x) x + log4 (x + 4)
=

Em qual dos intervalos seguintes é possível garantir, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, a existência de
pelo menos um zero?

(A) [-3, -2] (B) [-2, 0] (C) [0, 4] (D) [4, 12]

15. Seja h uma função contínua, de domínio lR


Qual dos seguintes conjuntos não pode ser o contradomínio de h ?

(A) lR (B) lR\{O} (C) JR- (D) ]O, 1[

16. Na figura está parte da representação gráfica de uma função g, y


polinomial do terceiro grau.
... 3

admite mínimo relativo igual a -2 para x = 1


A função g admite máximo relativo igual a 3 para x = -1 e

Qual é o conjunto dos valores de b para os quais a equação 1


g(x) = b tem três soluções distintas? -1 X

(A) ]-oo, 3 [ (B) ]-2, +oo[


(C) [-2, 3] (D) ]-2, 3[

17. Considere a função f definida em lR+ por /(x) = lnx (ln designa logaritmo de base e ).
Seja (un) a sucessão de termo geral Un = (1 + � r
Qual é o valor de limf(un) ?

(A) +oo
(B) O
(C) 1
(D) e

43
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

18. Na figura está parte da representação gráfica de uma função g de domínio lR e contínua em JR\{O}
y

o X

Considere a sucessão de termo geral Un = 1-n


Indique o valor de lim g(un)
n->+oo
(A) +oo (B) O (C) 1 (D) 2

19. Na figura está desenhada parte da representação gráfica


de uma função /, cujo domínio é JR\ {2}
As retas de equações x = 2, y = 1 e y = O são
assíntotas do gráfico de f
Seja ( xn) a sucessão de termo geral o 2 X
Xn = 2 - n 2
Indique o valor de lim/(xn)
(A) O (B) 1 (C) -00 (D) +oo

20. De uma função /, contínua em lR, sabe-se que:


• f é estritamente crescente
• /(0) = 1
• o eixo Ox e a bissetriz dos quadrantes ímpares são assíntotas do gráfico de f
Qual é o contradomínio de f ?

{A) [1, +oo[ (B) ]-oo, 1] (C) ]O, +oo[ {D) ]-oo, O[
44
ITENS DE SELEÇÃO

21. Na figura está representada parte do gráfico de uma funçãog, de domínio JR, contínua em JR\{3}
As retas de equações x = 3 e y = -4 são as únicas assíntotas do gráfico de g

o 3 X

-4

Seja ( Xn ) uma sucessão tal que limg( ) = +oo


Xn

Qual das expressões seguintes pode ser o termo geral da sucessão (x ) ?


n

(A} 3 - -1n (B) 3 + ln


(C} -4 - ln (D} -4 + ln

h, , contínua em JR\{-3}, tal que:


lim h(x) = 5
22. Considere uma função

x --oo
lim h(x) = -oo x-lim+oo h(x) = D
X-+-3

Qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) O gráfico da função h não tem assíntotas verticais.


(B} O gráfico da função h não tem assíntotas horizontais.

(C} A função h tem mínimo absoluto.


(D) A equação h(x) = 2 tem pelo menos uma solução.

45
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

23. Considere uma função /, de domínio lll'\{5}, contínua em todo o seu domínio.
Sabe-se que:

xlim-5 /(x) = -3
• lim /(x) = 2
X-++oo


--oo (f( x) - x] = O
xlim
Em cada uma das opções seguintes, estão escritas duas equações, representando cada uma delas
uma reta.

Em qual das opções as duas retas assim definidas são as assintotas do gráfico da função /?

(A) y=X e y=2 (B) y=2 e X=5 (C) y=X e X=5 (D) y = -3 e X = 2
24. Considere a função f, de domínio JR\{3}, definida por /(x) = Xx -- z3
Em cada uma das opções seguintes estão escritas duas equações. Em qual das opções as duas
equações definem as assintotas do gráfico de f ?

(A) X=2 e y=1 (B) X=2 e y=2 (C) X=3 e y=1 (D) X=3 y=2
e

25. De duas funções, f e g, sabe-se que:


• o gráfico de f é uma reta, cuja ordenada na origem é igual a 2
• o gráfico de g é uma hipérbole.

Nas figuras seguintes estão representadas parte dessa reta e parte dessa hipérbole.

y y

o X o

A reta de equação x = 1 é assintota do gráfico de g


Indique o valor de /(x)
lim g(x)
(A) (B) 2 (D)
x- 1 '

O (C) +oo -oo

46
ITENS DE SELEÇÃO

26. Seja ( Xn) a sucessão de termo geral Xn = ( 1 + � )"


Seja (Yn) a sucessão de termo geral Yn = 1 + ln ( Xn) ( ln designa logaritmo de base e )
Qual é o valor de limyn ?
(A) 2 (B) 3 (C) 1 +e (D) 2+e

27. Seja g uma função de domínio JR+


Sa be-se que a reta de equação y = 2x + 3 é assintota do gráfico de g
Indique o valor de lim [ g(x)
X
x (g(x)- 2x)]
(A) O (B) 5 (D)
X--++oo

(C) 6 +ao

28. Seja f uma função de domínio R contínua no intervalo [-2, 2]


Tem-se f(-2) = 1 e f(2) = 3
Indique qual das expressões seguintes define uma função g, de domínio R para a qual o teorema
de Bolzano-Cauchy garante a existência de pelo menos um zero no intervalo [-2, 2]

(A) g(x) = x + f(x) (B) g(x) = x- f(x)


(C) g(x) = x2 + f(x) (D) g(x) = x2 - f(x)

29. Na figura está representada parte do gráfico de uma função f


de domínio [O, +ao[
A reta r, y = � x + 2, é assíntota do gráfico de f
de equação
Seja h a função definida em [O, +ao[ por

h(x) J(x) =

O gráfico de h tem uma assintota horizontal. o X

Qual das equações seguintes define essa assintota?

(B) y = 1_2 (C) y= 2 (D) y=3

47
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

30. Na figura está representada parte do gráfico de uma função f de domínio ]-oo, 2[
y
f

A reta t, de equação y= -x - 1, é assíntota do gráfico de f quando x tende para -oo


Qual é o valor de
x�l11oo (!(x) + x + 1) ?
{A) +oo {B) 1 (C) o (D) -1

31. Na figura está representado o gráfico de uma função f, de domínio JR+


y

o X

Tal como a figura sugere, a reta de equação y= 1 é assintota do gráfico de f


Indique o valor de lim [ ln(x) - /(x)]
x_,.+oo X

(A) -1 (B) O (C) 1 (D) +oo

32. Para um certo valor de a, é contínua em IR a função f definida por


x2 - 2x se x < a
!=
f(x)
x2 - x + 3 se x 2: a
Qual é o valor de a?
(A) -3 (B) -2 (C) 2 (D) 3

48
ITENS DE SELEÇÃO

33. Na figura estão representadas parte do gráfico de uma função f, de domínio [-3, +oo[ , e parte da
reta r, que é a única assíntota do gráfico de f

f
/
-3 o X

-1

Qual é o valor de lim /( x) ?


-++co X

(A) -1 (C)
X

(B) O 1 (D) 2

g a função, de domínio [O, +oo[, definida por


3 x_fX
34. Seja
se OS x < 2
g(x ) = l
x -5 + log2 (x -1) se x 2' 2
Em qual dos intervalos seguintes o teorema de Bolzano-Cauchy permite garantir a existência de pelo
menos um zero da função g ?

(A) [0,1] (B) [1, 3] (C) [3, 5] (D) [5, 9]

35. Considere a função g, de domínio R, definida por


ex se xSO
g(x) = {
lnx se x>O
Considere a sucessão de termo geral un = 1_
n

Qual é o valor de nlim g( un) ?


-++oo

(A) + oo (B) 1 (C) o (D) -oo

49
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

36. Seja a um número real diferente de zero.


Qual é o valor de Jim eª2 - 1 ?
x
x-D ax + a 2 x
(A) 1_
a (B) _1_ (C) O (D) +oo
2a

lzx
37. Seja f uma função de domínio [O, +oo [, definida por
-9 se O-S x < S
f(x) =
1 - eX se x 2: 5
X
Em qual dos intervalos seguintes o teorema de Bolzano-Cauchy permite garantir a existência de, pelo
menos, um zero da função f?

(A) (0, 1] (B) [1, 4] (C) [4, 6] (D) [6, 7]

38. Na figura, está representada, num referencial o. n. xOy , parte do gráfico de uma função g, de
domínio ]-3, +ao[

y
g

o X

A reta de equação y = Zx - 4 é assíntota do gráfico de g


Qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) X-•
lím+oo (g(x) - Zx - 4) = 0
x
(B) lim _ g( X)_ = 2
(C) lim (g(x) - 2x + 4) = 0
X-•+oo

x-..+oo
(D) xl_,.im+oo (g(x) - Zx) = O

so
ITENS DE SELEÇÃD

39. Considere a função f, de domínio ]O, +oo[, definida por


leX - 1 se O < x :S 2
f(x) =
_±_ + 1 se x > 2
X

Seja ( un) uma sucessão de números reais, de termos positivos, tal que limf(un) = 3
Qual das expressões seguintes pode definir o termo geral da sucessão (un) ?
(A) 2 - .1 (B) 2 + .1
(D) 3 + .1
n n

40. Considere uma função f, de domínio R\{3}, contínua em todo o seu domínio.
Sabe-se que:
• lim f(x) = l
x_,.+oo
• lim f(x) = -2
x-3
• x��00
(!(x) + 2x) = ü
Em qual das opções seguintes as equações definem duas assíntotas do gráfico de f?

(A) X= -2 e y = 1 (B) X =3 e y = -2x


(C) y = -2x e y = 1 (D) y= 2x e y = -1

41. Seja f uma função de domínio R, contínua no intervalo [-1, 4]


Tem-se f(-1 ) = 3 e f(4) = 9
Em qual das opções seguintes está definida uma função g, de domínio R, para a qual o teorema de
Bolzano-Cauchy garante a existência de pelo menos um zero no intervalo [-1, 4] ?

(A) g(x) = 2x + f(x) (B) g(x) = 2x - f(x)


(C) g(x) = x2 + f(x ) (D) g(x) = x2 - f(x)

51
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

42. Relativamente a duas funções, f e g, sabe-se que:


• têm domínio [2, 3]
• são funções contínuas
• /(2 ) - g(2) > 0 e /(3 ) - g(3) < 0
Qual das afirmações seguintes é necessariamente verdadeira?

(A) Os gráficos de f e g intersectam-se em pelo menos um ponto.


(B) A função f - g é crescente.
(C) Os gráficos de f e g não se intersectam.
(D) A função f - g é decrescente.

43. Na figura, está representada, num referencial o.n. xOy, parte do y


gráfico de uma função g, de domínio [ a, +oo[, com a < - �
Para esse valor de a, a função f, contínua em JR, é definida ---------- ------ 2

por
a
o X

llog3 (-x -�) se x <a


/(x) =
g(x) sex::O:a

Qual é o valor de a?
(A) _ lª-
3 (B) _ li
3 (C) 193 (D) ll_3
_

44. Sejam f e g funções de domínio ]O, +oo[. Sabe-se que:


• a reta de equação y = 3 é assíntota horizontal do gráfico de f

• f não tem zeros

• g(x) =
e -x _ 3
f(x)
Qual das opções seguintes define uma assíntota horizontal do gráfico de g?

(A) y =3 (B) y = e
(C) y=O (D) y = -1

52
ITENS DE SELEÇÃO

45. Seja f uma função de domínio JR+ . Sabe-se que lnx; f(x) 1
xlim
-+oo X
=

Qual das equações seguintes pode definir uma assíntota do gráfico da função f?
(A) y = 1-3 x (B) y = 1-3 x (C) y = X (D) y = 3x

/( x) =
r, _ ,)
46. Para um certo número real k, positivo, seja f a função, de domínio
se xSO
]-oo, 1 [ definida por

z ex + _l
lnx_ se O < x< 1
Sabe-se que f é contínua.

Qual é o valor de k?
(A) ln 2 (B) e 2 (C) ln 3 (D) e3

47. Seja f uma função de domínio JR+


A reta de equação y = 2x 5 é assíntota do gráfico da função f
-

Qual é o valor de lim 6X - l


x -+oo /(x) · ?

(A) O (B) 2 (C) 3 (O) +oo

48. Considere, para um certo número realk, a função f, de domínio R, definida por /(x) kex + x =

O teorema de Bolzano-Cauchy garante que a função f tem, pelo menos, um zero no intervalo [O, 1]

A qual dos intervalos seguintes pode pertencer k ?

(A) ]- e, - ! [
(B) ]- ! , o[
(C) ]o. ! [
(D) ] ! , 1 [

53
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

49. Seja f uma função de domínio JR-

Sabe-se que:
!. f(x) + ex - x
• IID
X---+-co X
= 1
• o gráfico de f tem uma assíntota oblíqua.

Qual é o declive dessa assíntota?

(A) -2 (B) -1 (C) 1 (D) 2

50. Considere a função /, de domínio JR+, definida por /( x) = lnx


Considere a sucessão de termo geral Un = _Tl_
e"
Qual é o valor de limf(un ) ?

(A) - oo (B) O (C) e (D) +oo

51. Sejam f e g duas funções de domínio JR+


Sabe-se que a reta de equação y = -x é assíntota oblíqua do gráfico de f e do gráfico de g
/( x) X g( x) ?
Qual é o valor de lím
x - +oo X

(A) +oo (B) 1 (C) -1 (D) -oo

54
Derivadas

1. Na figura estão representados:


y s r
• o gráfico de uma função f

• a reta r, tangente ao gráfico de f no ponto de


abcissa 2 e de equação y = x + � �
• a reta s, tangente ao gráfico de f no ponto de
o X
abcissa 6

Sabendo que as retas r e s são perpendiculares, indique o valor de f' ( 6 ) , derivada da função f
no ponto 6

(A) 3 (B) 45 (C) _1_5 (D) �


2 3

2. A reta de equação y = x é tangente ao gráfico de uma certa função f, no ponto de abcissa O


Qual das seguintes expressões pode definir a função f ?

(A) x2 + X (B) x2 + 2x (C) x2 + 2x + 1 (D) x2 + X + 1

3. Seja g : Jl:+ R
� a função definida por g( x) = lnx
No gráfico da função g existe um ponto onde a reta tangente é paralela à bissetriz dos quadrantes
ímpares.
Qual é a abcissa desse ponto?

(A) O (B) 1 (C) e (D) ln 2

4. Seja f a função definida em R por /( x) = 4 + lnx ( ln designa logaritmo de base e )

Sabe-se que a reta tangente ao gráfico de /, num certo ponto P, é paralela à reta de equação
y=�
3 +2
Qual é a abcissa de P ?

(A) 3 (B) 4 (C) 5 (D) 6

55
DERIVADAS

5. Na figura está representada, em referencial o.n. xOy, parte do gráfico da função f, de domínio JR,
definida por J( x) = eªx + ( a é uma constante real positiva).
1

-6 o X

Na figura está também representada a reta r, que é tangente ao gráfico de f no ponto em que este
intersecta o eixo Oy
A reta r intersecta o eixo Ox no ponto de abcissa -6
Qual é o valor de a ?

(A) 1_
2
(B) 13 (C) 23 {D) 23

6. Na figura abaixo estão representadas graficamente duas funções:


• a função f, definida em lR por J( x) = e x
• a função g, definida em JR+ por g(x) = lnx (ln designa logaritmo de base e )

a X

A reta r é tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa a e é tangente ao gráfico de g no ponto


de abcissa b
Qual das igualdades seguintes é verdadeira?

(A) eª = 1_b (B) eª = lnb (D) In(ab) = l

56
ITENS DE SELEÇÃO

7. Sendo f a função definida por J( x) = xe, a expressão analítica de J' é

(A) xe (B) xe-1 (C) exe-1 (D) xelnx

8. De duas funções f e g, de domínio [O, l ], sabe-se que


f'(x) = g' (x), Vx E [o, 1]

Em qual das figuras seguintes podem estar representados os gráficos de f e de g ?

(A) (B)

y y

1
X X

(C) (D)
y y

o 1 X o 1 X

9. Seja f uma função de domínio R


Sabe-se que a sua derivada, f', é tal que J' ( x) = x - 2 , Vx E R
Relativamente à função J, qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) f é crescente em R
(B) f é decrescente em R
(C} f tem um mínimo para x = 2
(D) f tem um máximo para x = 2

57
DERIVADAS

10. Se a representação gráfica de uma função g é

-2

então a representação gráfica de g' pode ser

{A) {B)
y y
Q

-2 : o X -2 o X

(C} {D)
y

X -2 o X

58
ITENS DE SELEÇÃO

11. Na figura abaixo estão representadas graficamente duas funções diferenciáveis f e g


As duas funções têm extremo para x = -1

y
f

- 2 · -1 : o :1 X

O conjunto solução da condição f' ( x ) < g' ( x ) é

(A) ]-2, -1( (B) ]-2, -1]

(C) ]-1, 1( (D) (-1, 1(

12. Seja f uma função de domínio lR, com derivada finita em todos os pontos do seu domínio.
Na figura encontra-se parte do gráfico de f' , função derivada de f

o 3

Sabe-se ainda que f( O)= 2


Qual pode ser o valor de f(3) ?

(A) 1 (B) 2

(C) 5 (D) 7

59
DERIVADAS

13. Na figura está representada parte do gráfico de uma função f' , derivada de f, ambas de
domínio R em que o eixo Ox é uma assintota do gráfico de f'
y

!'

Seja a função g, de domínio R, definida por g(x) = f(x) + x

Qual das figuras seguintes pode representar parte do gráfico da função g', derivada de g ?

(A) (B)
y y

X o X

(C) (D)
y y

o X o X

60
ITENS DE SELEÇÃO

14. Sejam f e g duas funções deriváveis em R


Sabe-se que:
• /(1 ) = /' (1) = 1

• g(x) = (2x - 1) x /(x), para todo o valor real de x

Qual é a equação reduzida da reta tangente ao gráfico de g no ponto de abcissa 1?

(A) y = 3x - 2
(B) y = 3x + 4
(C) y = 2x - 1
(D) y = -3x + 2

15. Seja g uma função cujo gráfico tem um ponto de inflexão de abcissa 1
Qual dos seguintes gráficos poderá ser o da segunda derivada de g ?

(A) (B)
y y

o 1 X X

(C) (D)
y y

o 1 X o 1

61
DERIVADAS

16. De uma função f, de domínio R, sabe-se que a sua segunda derivada é dada por
f"(x) = ( x2 - l )(x2 + s )(x + 6)2

Quantos pontos de inflexão tem o gráfico de f ?

(A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4

17. Seja g uma função, de domínio R, tal que a sua segunda derivada é definida por

g" ( X ) = 1 - x 2

Em qual das figuras seguintes poderá estar parte da representação gráfica da função g ?

(A) (B)

y y

(C) (D)
y y

o X o X

62
ITENS DE SELEÇÃO

18. Seja f uma função de domínio lR e a um ponto do domínio de f tal que f' (a) = O

Qual das afirmações seguintes é necessariamente verdadeira?

(A) a é zero de f
(B) /(a) é extremo relativo de f
(C) (a, f( a)) é ponto de inflexão do gráfico de f
(D) A reta de equação y = /(a) é tangente ao gráfico de f

19. De uma função f, de domínio JR, sabe-se que a sua derivada é dada por

Em qual dos conjuntos seguintes o gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo?

(A) ]-1, 1 [ (B) ]-ao, -1[ (CJ ]o, 3 [ (D) ]-ao, O [

20. Na figura está representada parte do gráfico de uma função polinomial f


Tal como a figura sugere, o gráfico de f tem a concavidade voltada para cima e m ]-ao, O ] e voltada
para baixo em [O, +ao[

y
r

-2 X
o

A reta r,tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa O, é paralela à bissetriz dos quadrantes


ímpares e intersecta o eixo Ox no ponto de abcissa -2
Sabendo que f' e f" designam, respetivamente, a primeira e a segunda derivadas de f, indique
o valor de /(O) + f' (O) + f"(o)

(A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4

63
DERIVADAS

21. Na figura abaixo está parte do gráfico de uma função h, de domínio lR

o X

Sejam h' e h" a primeira e a segunda derivadas de h, respetivamente.


Admita que estas duas funções também têm domínio lR

Qual das expressões seguintes designa um número positivo?

(A) h (O) + h" (O) (B) h(O) - h'(O)

(C) h'(O) - h"(O) (D) h'(o ) x h"(o)

22. Para um certo número real a, seja a função f, de domínio JR, definida por f( x) ax2 -1
=

Na figura, está representada, num referencial o. n. xOy, parte do gráfico da função f" segunda
derivada da função f

o X

Í"

Qual dos valores seguintes pode ser o valor de a?


(A) O (B) IT

(C) 3 (D) -3

64
ITENS DE SELEÇÃO

23. Na figura, está representada, num referencial o.n. xOy, parte do gráfico da função afim f, de
domínio lR

o X

Seja h a função definida por h ( x) = f( x) +ex


Em qual das opções seguintes pode estar representada parte do gráfico da função h" , segunda
derivada de h ?

(A) (B)
y

o X o X

(C) (D)
y y

1 o
............ -1
X
o X

65
DERIVADAS

24. Na figura, está o gráfico de uma função f cujo domínio é o intervalo ]1, 3[
y
r
:
'

'
'
'
'
'
' '
' '

o 1 3 X

A função f tem primeira derivada e segunda derivada finitas em todos os pontos do seu domínio.
Seja X E ]1, 3[

Qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) f'(x) > O /\ f"(x) > O (B) f'(x) < o /\ /"(x) > O
(C) f'(x) > O /\ f"(x) < O (D) f'(x) < O /\ /"(x) < O

25. Na figura, está representada, num referencial o.n. xOy, parte do gráfico de uma função f, de
domínio lR

y
2
1
- 5 4
- -3 -2 -1 1 2
X
-1 f
-2

Sejam f' e /", de domínio R a primeira derivada e a segunda derivada de f, respetivamente.


Qual dos valores seguintes pode ser positivo?

(A) f' ( 1 ) (B) f'(-3)


(C) /"(-3) (D) /"(1)

66
ITENS DE SELEÇÃO

26. Na figura, está representada, num referencial o.n. xOy, parte do gráfico da função f, de domínio
]-6, +oo [ , definida por J(x) = ln ( � + 2 )
y r

0 X

Sabe-se que:
• a reta r é tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa a

• a inclinação da reta r é, em radianos, �


Qual é o valor de a ?

{A) 4 (B) 2_ (C) 11_ (D) -5


2 2
- _ _

27. Seja f a função, de domínio R_+ , definida por f( x ) = xª + a 2 lnx (a é um número real maior do
que 1), e seja r a reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa a
Qual é o declive da reta r ?

(A) a ª -l + a Z (B) a ª + a 2 (C) a ª -1 + a (D) a ª + a

28. Seja f uma função de domínio R. f"


a segunda derivada da função f
e seja
Sabe-se que f" tem domínio R. e é definida por J" ( x) = x2 ( x 1) e-x -

Qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) O gráfico da função f tem exatamente quatro pontos de inflexão.


(B) O gráfico da função f tem exatamente três pontos de inflexão.
(C) O gráfico da função f tem exatamente dois pontos de inflexão.
(D) O gráfico da função f tem exatamente um ponto de inflexão.

67
DERIVADAS

29. Considere, para um certo número real a superior a 1, as funções f e g, de domínio JR, definidas
por f(x) = a x e g(x) = a -x
Considere as afirmações seguintes.
1) Os gráficos das funções f e g não se intersectam.
II ) As funções f e g são monótonas crescentes.
II I ) f' (- l ) g' ( 1 ) = 2 ln a
_

a
Qual das opções seguintes é a correta?

(A) II e III são verdadeiras.


(B) 1 é falsa e III é verdadeira.
(C) 1 é verdadeira e III é falsa.
(D) II e III são falsas.

30. Sejam f' e f", de domínio lR, a primeira derivada e a segunda derivada de uma função f,
respetivamente.
Sabe-se que:
• a é um número real

• P é o ponto do gráfico de f de abcissa a


• lim f(x) - f(a) o
a
x- x - a
• f"(a) = -2
Qual das afirmações seguintes é necessariamente verdadeira?

(A) a é um zero da função f


(B) f( a) é um máximo relativo da função f
(C) f( a) é um mínimo relativo da função f
(D) P é ponto de inflexão do gráfico da função f

68
ITENS DE SELEÇÃO

31. Seja f uma função de domínio ]-5, 5[


Sabe-se que o gráfico da função f tem exatamente dois pontos de i nflexão.

Em qual das opções seguintes pode estar representado o gráfico da função f", segunda derivada
da função f?

(A) (B)
y y

-5 o 5 X
5 X

(C) (D)
y y

5
X -5 o X

32. Seja f uma função de domínio R


Sabe-se que /'(2) = 6 (!' designa a derivada de f)

Qual é o valor de lim /(x)


x- 2 2
- !(2)
x - 2x
?

(A) 3 (B) 4

(C) 5 (D) 6

69
DERIVADAS

33. Na figura, está representada, num referencial o.n. xOy, parte do gráfico de uma função polinomial f
Sabe-se que o único ponto de inflexão do gráfico de f tem abcissa O
Seja J" a segunda derivada da função f
y

Qual das afirmações seguintes é verdadeira? f

(A) J" (1) + J" (2) < O


(B) f"(-2) + /" (-l) > O
o X

(C) f"(-l) x f"(-2) < 0

(D) J" (1) J" (2) > O


X

34. De uma função f, de domínio lll'. , com derivada finita em todos os pontos do seu domínio, sabe-se
que ]. x2 -2x = 4
xu:1 /(x) - /(2)
Qual é o valor de /'(2) ?

(A) _1_ (B) 1 (C) 1 (D) 1


2 4 2 4

35. Seja f uma função de domínio lR


A tabela de variação de sinal da função /", segunda derivada de f, é a seguinte.

Seja g a função definida por g(x) = - /(x - 5)

E m qual dos intervalos seguintes o gráfico de g tem concavidade voltada para baixo?

(A) ]-15, -5[ (B) ]O, 10[ (C) ]-5, 5[ (D) ]5, 15[

70
Funções Trigonométricas

1. Dos quatro ângulos seguintes, um deles tem 1 radiano de amplitude. Indique-o.

(A) (B)

(C) (D)

2. Considere uma circunferência de centro C e raio 1, tangente a uma reta r

Um ponto P começa a deslocar-se sobre a circunferência, no sentido indicado na figura. Inicialmente,


o ponto P encontra-se à distância de 2 unidades da reta r

a:
l
d(a)
'·-�
"e

r r

Seja d( a) a distância de P a r, após uma rotação de amplitude a

Qual das igualdades seguintes é verdadeira para qualquer número real positivo a ?

(A) d(a) = l + cosa (B) d(a) = 2 + sena

(C) d(a) = l - cosa (D) d(a) = 2 - sen a

71
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

3. Na figura estão representados, em referencial o.n. xOy y

• uma semirreta paralela ao eixo Oy, com origem no ponto ( 1, O)


• um quarto de círculo, de centro na origem e raio 1

A
• um ponto A pertencente a esta semirreta

• um ângulo de amplitude a, cujo lado origem é o semieixo


positivo Ox e cujo lado extremidade é a semirreta DA

Qual das expressões seguintes dá a área da região sombreada, em o 1 X


função de a ?
rc tg a- 2_
(A) - + -
4 2 (B) II.4 + _
tg a
tg a
(C ) 7C + -- (D) 7C + - 2-
2 tga

4. Na figura está representado um trapézio retângulo [ABCD ], cujas bases têm 10 e 30 unidades de
comprimento e a altura tem 10 unidades de comprimento.
B 10 C

Í"� A 30 D

Considere que um ponto P se desloca sobre o lado [ AB]


Para cada posição do ponto P, seja x a amplitude, em radianos, do ângulo PDA
Pretende-se determinar o valor de x para o qual o segmento [ PD] divide o trapézio em duas figuras
com a mesma área.
Qual das equações seguintes traduz este problema?

(A ) 30 2 senx 10 0 3 0 2 tgx 100


2 (B)
2
(C ) 30 x 10 senx - l50 3 0 X 10 tgx 150
4 (D) 4
_

5. Um navio encontra-se atracado num porto.


A distância h, de um dado ponto do casco do navio ao fundo do mar, varia com a maré.
Admita que h é dada, em função do tempo x, por h( x ) = 10 - 3 cos ( Zx)
A distância desse ponto do casco ao fundo do mar, no momento da maré-alta, é

(A) 4 (B) 10 (C) 13 (D) 16

72
ITENS DE SELEÇÃD

6. Seja D o domínio de uma função g tal que g( x) 1 -1tgx


=

Indique qual das afirmações seguintes é necessariamente falsa.

(A) OED (B) 34rr E D (C) 7t ED (D) S47t E D

7. Uma função f tem domínio R e contradomínio R+


Qual das seguintes pode ser a expressão analítica da função f ?

(A) senx (8) ex (C) 1 + x2 (D) lnx

8. Seja f uma função par, de domínio R, que não admite zeros.


Qual das seguintes expressões pode definir a função f?

(A) /(x) = x2 (B) /(x) = ex (C) /(x) = cosx (D) /(x) = rr

9. Indique qual das expressões seguintes define uma função injetiva, de domínio R

(A) cosx (B) x2 -x (C) l x l + l (D) x3

10. Na figura ao lado está parte da representação gráfica y f


da função f definida por
f(x) = cos( rr x) . ln(x - 1 )

Os pontos A, B, C e D são pontos de intersecção


do gráfico da função f com o eixo das abcissas. o A D X

A abcissa do ponto A é:

(A) 1 (B) 1 (C) 3 (D) 2


2 2

11. Qual é o limite da sucessão de termo geral Un = tg ( � + �) ?


(A) -ao (B) + ao (C) O (D) 1

73
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

12. Qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) lim senx =O (B) lim senx +oo =


X--++co x.-..+ oo
(C) lim senx = 1 (D) Não existe lim senx
X--++oo x-+co

13. 2
lim _X_
x_,_ o
senx
(A) é O (B) é 1 (C) é +oo (D) não existe

14. Considere a função h definida em lR por h ( x) = senx


Qual das seguintes equações pode definir uma reta tangente ao gráfico de h ?

(A) y = 2x + ir (B) y -2
= (C) y = Vzx - 9 (D) y=X

15. Considere a função f definida por /( x) sen ( x2 )


=

Indique qual das expressões seguintes define f', função derivada de f

(A) 2x cos(x2 ) (B) cos(x2 ) (C) 2x cos(2x) (D) -cos(x2)

16. De uma função f sabe-se que f( x) + f"(x) = O, para qualquer x E lR


Qual das seguintes pode ser a expressão analítica da função f?

(A) senx (B) ex (C) X (D) lnx

17. Considere, em R a equação senx + cosx 4 =

Qual das afirmações seguintes é verdadeira?

(A) A equação é impossível. (B) A equação tem exatamente uma solução


(C) A equação tem exatamente duas soluções. (D) A equação tem uma infinidade de soluções.

18. Quantas são as soluções da equação 3 senx = 1 que pertencem ao intervalo [O, 10ir] ?
(A) 5 (B) 10 (C) 15 (D) 20

74
ITENS DE SELEÇÃO

19. Na figura está representada parte do gráfico de uma função periódica.

Qual dos valores seguintes poderá ser período desta função?

(A) K (B) 2 7r (C) k (D) 4 7r


9 9 3 3

20. De uma função f sabe-se que f( x + y) = f(x) x f(y ), para quaisquer dois números reais
positivos x e y
Qual das seguintes pode ser a expressão analítica da função f?

(A) sen x (B) cosx (C) lnx (D) ex

21. Seja g a função definida em lR por g( x) = /x + 5


+ cosx
Considere a sucessão de termo geral un - n +21
n -

lndique o valor de lim g(un )


n ->+oo
(A) 1 (B) 2 (C) 3 (D) 4

22. Na figura está representado, em referencial o.n. xOy, um arco AB, y


que está contido na circunferência de equação x2 + y2 = 1 A

O ponto e pertence ao eixo Ox e o segmento de reta [AC] é


perpendicular a este eixo.
a é a amplitude, em radianos, do ângulo AOB
o e B X
Qual é a expressão que dá o perímetro da região sombreada, em
função de a ?

(A) Jr x a + sen a + cosa (B) Jr x a + sen a + 1 - cos a

(C) l + a - sen a + cosa (D) l + a + sen a - cosa

75
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

23. Na figura está representada a circunferência trigonométrica. y

Tal como a figura sugere, O é a origem do referencial, Q


pertence à circunferência, P é o ponto de coordenadas
( 1, O) e R é o ponto de coordenadas (-1, O)
A a mplitude, em radianos, do ângulo POQ é 5; R p X
Qual é o valor, arredondado às centésimas, da área do
triângulo [OQR] ?

(A) 0,39 (B) 0,42 (C) 0,46 (D) 0,49

24. Seja a função /, de domínio - � , [ � ] , definida por /(x) = cos(x)


Qual é o contradomínio de f?

(A) [-1, O] (B) [O, 1] (O) [o, ?]


25. Sejam a, b, e e d, as funções reais de variável real definidas por:
a(x) = 3 + lnx b(x) = ex c(x) = 10 senx d(x) = 2 + tgx

Considere que o domínio de cada uma das quatro funções é o conjunto dos números reais para os
quais tem significado a expressão que a define.
Qual é a função cujo gráfico tem mais do que uma assíntota?

(A) A função a (B) A função b (C) A função e (D) A função d

26. Para um certo número real positivo, k, a função g definida em lR por

j""'
3x se x > O
g(x) = é contínua.
ln(k - x) se x :S O

Qual é o valor de k ?

(A) Ve (B) e3 (C) e (D) 3 e


3

76
ITENS DE SELEÇÃO

27. Na figura, estão representados, num referencial y


o.n. xOy, uma circunferência e o triângulo [OAB]
Sabe-se que:
• O é a origem do referencial

• a circunferência tem centro no ponto O e raio 1 A


• A é o ponto de coordenadas (-1, O ) X

• B pertence à circunferência e tem ordenada


negativa
• o ângulo AOB tem amplitude igual a
2 7[
3
radia nos

Qual é a área do triângulo [OAB] ?


(A) /3 (B) 1_ (C) 1 (D) /3
4 2 4

28. Seja g a função, de domínio JR, definida por g ( x) cos2 = ( 1� ) - sen 2 ( 1� )


Qual das expressões seguintes também define a função g ?

(B) cos ( 2�) (C) sen ( �) (D) cos ( �)

29. Na figura, está representada a circunferência trigonométrica.


D
y

Sabe-se que:
• o ponto A pertence ao primeiro quadrante e à circunferência;

• o ponto B pertence ao eixo Ox


C X
• o ponto e tem coordenadas ( 1, o)

• o ponto D pertence à semirreta ÔA

• os segmentos de reta [AB] e [DC] são paralelos ao eixo Oy

Seja a a amplitude do ângulo COD ( E] � [)


a O,

Qual das expressões seguintes dá a área do quadrilátero [ABCD], representado a sombreado, em


função de a ?

(A) tg a _
sen (2a) ( B) tga _
sen (2a)
2 2 2 4
sen (2a) sen(2a)
(e) tg a - (D) tg a - z
4

77
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

30. Na figura, está representada uma circunferência de centro no ponto O e raio 1. Sabe-se que:

• os diâmetros [ AC] e [BD] são perpendiculares; B

• o ponto P pertence ao arco AB


• [ PQ] é um diâmetro da circunferência;
• o ponto R pertence a [ OD] e é tal que [ QR]
é paralelo a [ AC]

Seja a a amplitude, em radianos, do ângulo AOP

Qual das seguintes expressões dá a área do triângulo [ PQR ], representado a sombreado, em função
de a ?
(A) cos (2a) sen (2a) cos (2a) sen (2a)
(B) (C) (D)
4 4 2 2

31. Seja f a função, de domínio A e contradomínio ]-1, +oo[, definida por f(x ) = tgx

Qual dos conjuntos seguintes pode ser o conjunto A ?

(A)
]- �' � [ (B) ] 3;, 3; [ (C ) ] �· 3: [ (D) ]s;, 3; [

78
Complexos

1. Seja z um número complexo de argumento �


Qual poderá ser um argumento do simétrico de z ?

(A) -� (B) rr + K
5 (C) 7t - � (D) 2 rr + K
5

2. Em IC, conjunto dos números complexos, o número complexo i satisfaz uma das condições a seguir
indicadas.
Qual delas?

(A) � = z - i (C) Arg(z) = O


1�1 = i
2
(B) (D) z =z
l

3. Na figura estão representadas, no plano complexo, os


afixos de cinco números complexos: w, z1, z2 , z3 e z4
w
Qual é o número complexo que pode ser igual a 1 - w ? •

(A) z1 (B) Zz
1
ºz�

4. Em IC, conjunto dos números complexos, considere z= 2 cis(B- �)


Para qual dos seguintes valores de B é que z é um número real?

(A) 65rr (B) J..K


5 (C) Sir
5 (D) 95ir

5. Considere, no plano complexo, um ponto A, afixo de um certo número complexo z. Sabe-se que A
não pertence a qualquer um dos eixos do plano complexo.
Seja B o ponto simétrico do ponto A, relativamente ao eixo imaginário.
Qual dos números complexos seguintes tem por afixo o ponto B ?

(A) z (B) 1_z (C) -z (D) -z

79
COMPLEXOS

6. Para um certo número real positivo p e para um certo número real a,


A p
compreendido entre O e �,
o número complexo peisa tem por • .

afixo o ponto P, representado na figura. B,

Qual é o afixo do número complexo i eis(Za) ? C•


D

(A) O ponto A (B) O ponto B (C) O ponto C (O) O ponto D

7. Seja (J um número real pertencente ao intervalo ]o, � [


Considere o número complexo z=i eis( B)
Qual dos números complexos seguintes é o conjugado de z?
(A) eis ( - � - B ) (B) eis ( � - B ) (C) eis ( � + B) (D) eis (3; + B)

8. Na figura, está representada, no plano complexo, uma Im(z)


circunferência de centro na origem do referencial.
A
Os pontos A, B e C pertencem à circunferência.
O ponto A é o afixo do número complexo 3 + 4 i
o ponto e pertence ao eixo imaginário. Re(z)

O arco BC tem � radianos de amplitude.


B e

Qual é o número complexo cujo afixo é o ponto B ?

(A) 5 eis 109rr (B) 5 eis 2518rr (C) 7 eis 10rr


9 (D) 7 cis 25rr
18
9. Na figura, estão representadas, no plano complexo, os lm(z)
afixos de quatro números complexos zv z2, z3 e z4

Qual é o número complexo que, com n E N, pode ser


igua l a i4 n + i4 n +l + i4 n +2 ?

(B) Zz
o Re(z)

(C) Z3

80
ITENS DE SELEÇÃO

10. Na figura, estão representadas, no plano complexo, os afixos de seis números complexos

Im(z)

o Re(z)

Qual é o número complexo que pode ser igual a (z2 + z4 ) x i ?

(C) Z5

11. Na figura, estão representados, no plano complexo, seis pontos M, N, P, Q, R e S

Im(z)

N R Q p M
• • • •

o Re(z)

Sabe-se que:
• o ponto M é o afixo do número complexo z1 = 2 + i

• o ponto N é o afixo do número complexo z1 x z2

Qual dos pontos seguintes pode ser o afixo do número complexo z2 ?

(A) O ponto P (B) O ponto Q

(C) O ponto R (D) O ponto S

81
COMPLEXOS

12. Sejam k e p dois números reais e sejam z1 = (3 k + 2 ) + p i e z2 = (3p - 4) + (2 - S k)i dois


números complexos.
Quais são os valores de k e de p para os quais z1 é igual ao conjugado de z2 ?

(A) k -1 e p = 3
= (B) k = 1 e p = 3 (C) k = O e p = -2 (D) k 1 e p -3
= =

13. Seja w um número complexo diferente de zero, cujo afixo pertence à bissetriz dos quadrantes
ímpares.
O afixo de w 4 pertence a uma das retas a seguir indicadas.
A qual delas?

(A) Eixo real

(B) Eixo imaginário

(C) Bissetriz dos quadrantes pares

(D) Bissetriz dos quadrantes ímpares

14. Qual das seguintes regiões do plano complexo (indicadas a sombreado) contém os afixos das raízes
quadradas de 3 + 4 i ?
(A) (B)

(C) (D)

82
ITENS DE SELEÇÃO

15. Seja w um número complexo cujo afixo pertence à parte negativa do eixo real.
Os afixos das raízes quadradas de w pertencem a uma das retas abaixo indicadas.
A qual delas?

(A) Eixo real (B) Eixo imaginário

(C) Bissetriz dos quadrantes pares (D) Bissetriz dos quadrantes ímpares

16. Em IC, conjunto dos números complexos, considere z1 = 2 eis �e z2 =2i

Sejam P1 e P2 os afixos, no plano complexo, de z1 e de z2 , respetivamente.


Sabe-se que o segmento de reta [P1 P2 ] é um dos lados do polígono cujos vértices são os afixos das
raízes de índice n de um certo número complexo w
Qual é o valor de n ?

(A) 4 (B) 6

(C) 8 (D) 10

17. Qual das opções seguintes apresenta duas raízes quadradas de um mesmo número complexo?

(A) 1 e i (B) - 1 e i

(C) 1 - í e 1 + í (D) 1 - i e - 1 + í

18. Em IC, conjunto dos números complexos, seja i a unidade imaginária.


Seja n um número natural tal que i" = - í
Indique qual dos seguintes é o valor de ;n +l

(A) 1 (B) í

(C) - 1 (D) -i

83
COMPLEXOS

19. Seja b um número real positivo, e z1 = b i um número complexo.


Em qual dos triângulos seguintes os vértices podem ser os afixos dos números complexos
2 3
z1, ( z1 ) e ( z1 ) ?

W (B)

(C) (D)

20. Seja w o número complexo cujo afixo está representada na figura.

Im(z)

o Re(z)

A qual das retas seguintes pertence o afixo de w6 ?

(A) Eixo real (B) Eixo imaginário

(C) Bissetriz dos quadrantes ímpares (D) Bissetriz dos quadrantes pares

84
ITENS DE SELEÇÃO

21. Na figura, está representado, no plano complexo, a


sombreado, um sector circular. Im(z)

Sabe-se que:
• o ponto A está situado no 1.0 quadrante

• o ponto B está situado no 4.0 quadrante


o Re (z)
• [AB] é um dos lados de um polígono regular cujos
vértices são os afixos das raízes de índice 5 do complexo
32 eis ( �) B
• o arco AB está contido na circunferência de centro na
origem do referencial e raio igual a DA

Qual dos números seguintes é o valor da área do sector circular AOB ?


(A) JI (B) 4 rr (C) 25)'[ (D) -ªII
5 5 5

22. Qual das seguintes condições define, no plano complexo, o eixo imaginário?

(A) z + z = O (B) Im(z) = l (C) l z l = O (D) z - z = O

23. Considere o número complexo z1 = 3 Vz eis 3 rr


4
O afixo de z1 pertence à região do plano complexo definida pela condição

(A) l z l > 3 (B) O < Arg(z) < �


(C) Re(z) = 3 Vz (D) Im(z) = 3 rr
4

24. Seja w um número complexo.


O afixo, no plano complexo, de uma das raízes cúbicas de w pertence à região definida pela condição
O < Arg(z) < �

A que quadrantes pertencem os afixos das outras raízes cúbicas de w ?

(A) Primeiro e terceiro. (B) Segundo e terceiro.

(C) Segundo e quarto. (D) Terceiro e quarto.

85
COMPLEXOS

25. Qual das seguintes condições, na variável complexa z, define, no plano complexo, uma circunferência?

(A) l z + 4 I = 5 (B) 1 z 1 = l z + Z i l (C) O :S Arg(z) :S rr (D) Re ( z) + Im ( z) = 2

26. Seja k u m número real, e sejam z1 = 2 + i e z2 = 3 - ki dois números complexos.


Qual é o valor de k para o qual z1 X z2 é um imaginário puro ?

(A) ]_ (B) 3 (C) 1 (D) 6


2 2

27. Sejam k e p dois números reais tais que os números complexos z = 1 + i e w = (k - 1 ) + 2pi 11
sejam inversos um do outro.
Qual é o valor de k + p ?

(A) 1
4 (B) 1 (C) �
4 (D) 7
2 4

28. Em C, conjunto dos números complexos, seja z = eis 8, em que 8 é um número real pertencente
] ir[
ao intervalo 34rr ,

Seja w = z 2 - 2

A que quadrante do plano complexo pertence o afixo de w ?

(A) Primeiro (B) Segundo

(C) Terceiro (D) Quarto

29. Considere, em C, conjunto dos números complexos, z = 2 + bi, com b < O


Seja a E ] O, � [
Qual dos números complexos seguintes pode ser o conjugado de z ?

(A) � eis (a) (B) 3 eis (-a)

(C) 3 eis (a) (D) � eis (-a)

86
ITENS DE SELEÇÃO

30. Considere, em IC, conjunto dos números complexos, a condição


<3
<1z -3+i1-
l_ - /\ K3 -< Arg(z - 3 + i) < 23rr
2 -

Considere como Arg( z) a determinação que pertence ao intervalo [ -rr, rr[


Qual das opções seguintes pode representar, no plano complexo, o conjunto de pontos definido pela
condição dada?

(A) (B)
lm(z) Im(z)
o
o
o Re(z) o Re(z)

(C) (D)
Im(z) Im(z)

o Re(z)
Re(z)
o
3
31. Em IC, conjunto dos números complexos, considere w = ( 1 + i)2º1
A qual dos conjuntos seguintes pertence w ?

(A) { z E IC : 1 z 1 > 1 z - 1 I} (B) { z E IC : 1 z 1 :o; 12}

1ci { z E ic : z = .z} (D) {z E IC : Re(z) = lm(z)}

32. Na figura, está representado, no plano complexo, um lm(z)


B
polígono regular [ ABCDEF]

Os vértices desse polígono são os afixos das n raízes de


índice n de um número complexo z
O vértice C tem coordenadas (-2 /2, 2 12) D
Qual dos números complexos seguintes tem por afixo o
vértice E ?

(A) 2 /2 eis (g ) rr (B) 4 eis ( g rr) E

(C) 2 /2 eis ( g ) rr (D) 4 eis ( g ) rr

87
COMPLEXOS

33. Na figura, está representado, no plano complexo, um lm (z)


quadrado cujo centro coincide com a origem e em que z2 Z
I
cada lado é paralelo a um eixo.
Os vértices deste quadrado são os afixos dos complexos
Z1 , Zz1 Z3 e Z4
Re (z)
Qual das afirmações seguintes é falsa?
Z3 Z4

(C) Zl4 Z1

+
=

34. Em IC, conjunto dos números complexos, seja z = 3 4i


Sabe-se que z é uma das raízes de índice 6 de um certo número complexo w

Considere, no plano complexo, o polígono cujos vértices são os afixos das raízes de
índice 6 desse número complexo w

Qual é o perímetro do polígono?

(A) 42 (B) 36 (C) 30 (D) 24

35. Seja z um número complexo de argumento �


Qual dos seguintes valores é um argumento do número complexo -5 iz ?

(A) 3 ir (B) 4 ir (C) 7 ir (D) _ 13 ir


10 10
_
- _

5 5

88
ITE N S
DE
CO N STR U ÇÃO
Geometria no plano

1. Na figura, está representada, num referencial o.n. xOy, a circunferência que tem centro no ponto
A(4, 7 ) e q ue passa pelo ponto D(B, 10)
Sabe-se q ue: y
• [CF] é a corda da circunferência contida no eixo Oy
• [CD] é uma corda da circunferência, paralela ao eixo Ox

• [AE] é um raio da circunferência, paralelo ao eixo Oy


• [ABCD] é um trapézio retângulo
a) Determine a área do trapézio [ ABCD] o X

b) Determine a equação reduzida da mediatriz do segmento [AD]


e) Defina, por uma condição, a região sombreada, incluindo a fronteira.

2. Na figura, está representada uma circunferência de centro O e raio r


Sabe-se que:
• [AB] é um diâmetro da circunferência
• o ponto e pertence à circunferência
• a é a a mplitude do ânguloCOB
• [OD] é perpendicular a [AC]
Prove que AB . Aê = 4r2 cos 2 ( � )

3. Na figura, está representado o quadrado [ABCD] A B

Sabe-se q ue:
• o ponto l é o ponto médio do lado [DC] J

• o ponto ] é o ponto médio do lado [BC]


D I e
Prove que Af . AJ = li AB f

90
ITENS DE CONSTRUÇÃO

4. Considere, num referencial o.n. xOy: y


r

• a reta r,
definida pela equação y = 2x - 1
• o ponto A de coordenadas (O, -2 )
X

a) Escreva uma equação vetorial da reta r

b) Escreva a equação reduzida da reta paralela à reta r que


passa no ponto A
c) Na figura ao lado, estão representados a reta r, o ponto A e a
circunferência que tem centro no ponto A e que passa em O
Defina, por uma condição, a região representada a sombreado, incluindo a sua fronteira.

5. No referencial o.n. xOy da figura, estão representados o y


quadrado [OABC] e o retângulo [OPQR]
Os pontos A e P pertencem ao semieixo positivo Ox e os
pontos C e R pertencem ao semieixo positivo Oy
O ponto Q pertence ao interior do quadrado [ OABC]
Sabe-se que:
• OA = a • OP = b

Prove que as retas QB e RP são perpendiculares.


A X

6. a) Na figura junta estão representados, em referencial o.n. xOy, y

• o círculo trigonométrico
B
• a reta r, de equação x = 1
• o ângulo de amplitude a, que tem por lado origem o semieixo
positivo Ox e por lado extremidade a semirreta ÔA
• o ponto B, intersecção do prolongamento da semirreta ÔA
com a reta r
Como a figura sugere, a ordenada de B é 18
X
Sem recorrer à calculadora, determine o valor de

5 sen( + a ) + 2 cos (3 ir - a)

r
b) Considere agora um ponto P, do primeiro quadrante (eixos não
incluídos), pertencente à circunferência de centro na origem e raio 1 y t

Sejam ( r, s) as coordenadas do ponto P


s .
Seja t a reta tangente à circunferência no ponto P
Q
Seja Q o ponto de intersecção da reta t com o eixo Ox o X

Prove que a abcissa do ponto Q é .1


r

91
GEOMETRIA NO PLANO

7. Na figura, estão representadas, em referencial o.n. xOy, uma reta AB e uma circunferência com
centro na origem e raio igual a 5
Os pontos A e B pertencem à circunferência.
y
O ponto A também pertence ao eixo das abcissas.
a) Admitindo que o declive da reta AB é igual a � , resolva as 5 X
três alíneas seguintes:
al) Mostre que uma equação da reta AB é x - 2y + 5 = O
a2) Mostre que o ponto B tem coordenadas (3, 4)
a3) Seja C o ponto de coordenadas (-3, 16)
Verifique que o triângulo [ABC] é retângulo em B

.l. b) Admita agora que o ponto B se desloca ao longo da y


circunferência, no primeiro quadrante.
Para cada posição do ponto B, seja a a amplitude do
ângulo orientado cujo lado origem é o semieixo positivo Ox A
e cujo lado extremidade é a semirreta OB --<l""'---0--JL-'--<-+5,,.-�
x
Seja d o comprimento do segmento [ AB]
bl) Mostre que d2 = 50 + 50 cos a
b2) Para uma certa posição do ponto B, tem-se tg a = 124
Sem recorrer à calculadora, determine, para este caso, o valor de d

8. Na figura, está representada, em referencial o.n. xOy, a circunferência de centro em O e raio 5


Os pontos A e B são os pontos de intersecção da circunferência y
r
com os semieixos positivos Ox e Oy, respetivamente. B

Considere que um ponto P se desloca ao longo do arco AB, p

nunca coincidindo com o ponto A, nem com o ponto B


Para cada posição do ponto P, sabe-se que: o R A Q X

• o ponto Q é o ponto do eixo Ox tal que PO PQ =

• a reta é a mediatriz do segmento [OQ]


r

• o ponto R é o ponto de intersecção da reta r com o eixo Ox


• a é a amplitude, em radia nos, do ângulo AOP ( E ] O, � [)
a

Seja f a função, de domínio ] O, � [, definida por /(x) = 25sen x cos x

92
ITENS DE CONSTRUÇÃO

Resolva os itens seguintes sem recorrer à calculadora.


a) Mostre que a área do triângulo [OPQ] é dada por /(a)
b) Determine o valor de a, pertencente ao intervalo ] O, � [, para o qual se tem /(a) = 25 cos 2 a
c) Seja e um número real, pertencente ao intervalo ] O, � [ , tal que J(B) 5
=

Determine o valor de (sen B + cos 8)2


d) Considere agora o caso em que a abcissa do ponto Pé3
Determine a equação reduzida da reta tangente à circunferência no ponto P
9. Na figura, está representado um pentágono regular [ABCDE] D
Sabe-se que AB = 1
E e
Mostre que AB_.tD 1 - 2 sen 2 ( 7r5 )
l AD l
Nota: AÊ . AD designa o produto escalar do vetor AÊ pelo vetor AD A '----'s

93
Geometria no espaço

1. Na figura, está representada, num referencial o.n. Oxyz, uma pirâmide quadrangular regular [ ABCDV]
cuja base está contida no plano xOy
Sabe-se que:
• o ponto A pertence ao eixo Ox

+
• o ponto B tem coordenadas (5, 3, O)
• o ponto V pertence ao plano de equação z = 6
• 6x 18y - 5z = 24 é uma equação do plano ADV e Y
A
• lSx - 6y + 5z = 72 é uma equação do plano ABV B
X
a) Determine o volume da pirâmide.
b) Determine as coordenadas do ponto V, sem recorrer à calculadora.
e) Seja S o ponto de coordenadas (-1, -15, 5)
Seja r a reta que passa pelo ponto S e é perpendicular ao plano ADV
Averigue se o ponto B pertence à reta r

2. Considere, num referencial o.n. Oxyz, um cilindro de revolução como o representado na figura.
• A base inferior do cilindro tem centro na origem O do referencial e
z
está contida no plano xOy
D
• [BC] é um diâmetro da base inferior, contido no eixo Oy. O ponto C
tem coordenadas (O, 5 O)
r
- ,

• O ponto A pertence à circunferência que limita a base inferior do


cilindro e tem coordenadas (4, 3, O) C o,;::
---·--
-- ---
_ _ _ _ _-_. B
y
• A reta r passa no ponto B e é paralela ao eixo Oz A

• O ponto D pertence à reta r e à circunferência que limita a base x

superior do cilindro.
a) Justifique que a reta AC é perpendicular à reta AB
b) Escreva uma equação vetorial da reta r
e) Justifique que Aê é um vetor perpendicular ao plano ABD
Determine u ma equação deste plano.
d) Designando por a a amplitude do ângulo BOD, mostre que o volume do cilindro é dado por
V(a) = 125ir tg a, com a E [ü, � [

94
ITENS DE CONSTRUÇÃO

3. Considere, num referencial o.n. Oxyz, uma pirâmide regular de base quadrada (ver figura).
• O vértice V da pirâmide pertence ao semieixo positivo Oz
• A base da pirâmide está contida no plano xOy V
,
• A aresta [PQ] é paralela ao eixo Oy "
1:
,,
• O ponto Q tem coordenadas (2, 2, O) ! :

: !
/ !
a) Sabendo que, na unidade considerada, o volume da pirâmide é ,' i
: i
igual a 32, mostre que a cota do vértice V é igual a 6 1 :
s.L
'
-�- ----- R
b) Mostre que o plano QRV pode ser definido pela equação
'
I
li ql ..
y
'
3y + z = 6 p Q
c) Determine uma condição que defina a reta que passa na
origem do referencial e é perpendicular ao plano QRV

4. Na figura, estão representados num referencial o.n. Oxyz, um prisma quadrangular regular e
uma pirâmide.
A base [OFGE] da pirâmide está contida no plano xOy e z
coincide com a base inferior do prisma.
B C
O vértice H da pirâmide coincide com o centro da base superior H
do prisma.
O ponto G tem coordenadas (4, 4, O) '
1 ..•
'

a) Sabendo que o volume do prisma é igual a 96, mostre .


que H tem coordenadas (2, 2, 6)
, ..
OEH F
.. ot
, -----
b) Escreva uma equação cartesiana do plano
'
' y
c) Indique, justificando, uma equação vetorial da reta que é .. '
E :1
a intersecção do plano OEH com o plano ABC
X
d) Determine, com aproximação à centésima da unidade, o
raio da esfera cuja área é igual à área total do prisma.

95
GEOMETRIA NO ESPAÇO

5. Considere, num referencial o.n. Oxyz, os pontos


z
A(S, O, O) e B(O, 3, 1)
1 �
B
a) Mostre que a reta AB está contida no plano de equação - - - - - -

x + 2y - z = 5 o 3 y

b) Determine as coordenadas de um ponto C, pertencente A


ao eixo Oz e de cota positiva, de tal modo que o triângulo 5
X
[ABC] seja retângulo em C
e) Determine o volume do cone que resulta da rotação do triângulo [ AOB] em torno do eixo Ox
6. Na figura, está representada, num referencial o.n. Oxyz, uma pirâmide quadrangular regular.
• A base da pirâmide é paralela ao plano xOy z

• O pontoA tem coordenadas (8, 8, 7 )


• O ponto B pertence ao plano yOz

• O ponto C pertence ao eixo Oz

• O ponto D pertence ao plano xOz


• O ponto E é o centro da base da pirâmide

• O vértice V da pirâmide pertence ao plano xOy V


X
a) Determine o perímetro de uma face lateral da pirâmide.
b) Determine a amplitude do ângulo DVB
Apresente o resultado em graus, com aproximação à décima do grau.
e) Seja a o plano que passa no ponto E e é paralelo ao plano AVE
Mostre que o eixo Ox está contido em a

7. Considere, num referencial o.n. Oxyz, z


• o pontoA(lO, O, O)
• o pontoB(O, 2, 1)
• o ponto C(O, 5, O)
y
• a reta AB

• a reta BC
a) Justifique que as retas AB e BC são complanares X

e mostre que o plano a por elas definido admite


como equação x + 2y + 6z = 10
b) Determine uma equação vetorial da reta de intersecção do plano a com o plano xOz
e) Calcule o volume da pirâmide [ OBCA J

96
ITENS DE CONSTRUÇÃO

8. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, um cone de revolução.


Sabe-se que:
z
V

: e
D . - - - - - -,,- -- - - - - B
;: º
· · ·· · · ······· ->_Y
.,.
· · · · · · · · · .. ·

A
X

• a base do cone está contida no plano xOy e tem o seu centro na


origem do referencial
• [AC] e [BD] são diâmetros da base
• o ponto A pertence ao semieixo positivo Ox
• o ponto B pertence ao semieixo positivo Oy
• o vértice V pertence ao semieixo positivo Oz
a) Sabendo que uma equação do plano ABV é 4x 4y 3z 12, mostre que o comprimento do
+ + =

raio da base é 3 e a altura do cone é 4


b) Determine uma condição que defina a esfera cujo centro é o ponto V e cuja intersecção com o
plano xOy é a base do cone.
e) Designando por a a amplitude do ângulo BVD, determine o valor de sen a

9. Na figura, está representado um cubo, num referencial o.n. Oxyz


Sabe-se que: z

• a face [OPQR] está contida no plano xOy


• a face [OSVR] está contida no plano xOz
• a face [ OSTP] está contida no plano yOz
• uma equação do plano VTQ é x + y + z = 6 y

a) Mostre que o volume do cubo é 27 X

b) Determine uma equação da superfície esférica tal que:


• o centro é o simétrico de U, em relação ao plano xOy
• o ponto Q pertence a essa superfície esférica.
e) Seja a o plano que passa no ponto S e é paralelo ao plano VTQ
Prove que a reta RP está contida em a

97
GEOMETRIA NO ESPAÇO

10. A figura ao lado representa um cubo, num referencial o.n. Oxyz z


e
• [ABCD] é u ma face do cubo
• [EFGH] é a face oposta à face [ABCD] (o ponto H não está
representado na figura)
• [AE], [BF], [CG] e [ DH] são quatro arestas do cubo
• O ponto A tem coordenadas (3, 5, 3)
y
• O ponto D tem coordenadas (-3, 3, 6)
• O ponto E tem coordenadas (1, 2, -3) F'-7---.J
X
a) Determine o volume do cubo.
b) Determine as coordenadas do ponto H e comente a seguinte afirmação:
o ponto H pertence a um dos eixos coordenados.
c) O pontoP é o ponto de intersecção do eixo Oz com a face [ABCD]
Determine as coordenadas de P

11. Na figura, está representada, num referencial o.n. Oxyz, uma pirâmide quadrangular regular.
O vértice O é a origem do referencial. z

O vértice P pertence ao eixo Oz


O vértice R pertence ao plano xOy
O vértice V tem coordenadas (-2, 11, 5)
Uma equação vetorial da reta que contém a altura da pirâmide
é (x, y, z) = (7, -1, 5) + k(6, -8, O), k E lR X
R

a) Mostre que a base da pirâmide está contida no plano de equação 3x - 4y = O


b) Justifique q ue o centro da base da pirâmide é o ponto de coordenadas ( 4, 3, 5)
c) Determine o volume da pirâmide.

12. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, um sólido formado por um paralelepípedo
retângulo [ABCDEFGH] e uma pirâmide [ABCDV] z

A base [EFGH] do paralelepípedo está contida no plano xOy e a V


base da pirâmide coincide com a face superior do paralelepípedo.
A aresta [GF] está contida no eixo Oy C. . ................. . . ..... B

D ,L-;c-----�---\'�
Uma equação da superfície esférica com centro A(l, 1, 1) e que : e ......... o; . . .,�_..
.F

contém G é (x - 1 )2 + (y - 1)2 + (z - 1)2 = 11


.

X
a) Verifique que o pontoH tem coordenadas (1, -2, O)
b) Mostre que uma equação do plano AGH é y - 3z 2 = O+

c) Designando por e a cota do ponto V, mostre que o volume do sólido é 2 + e

98
ITENS DE CONSTRUÇÃO

13. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, um cone de revolução.
Sabe-se que: z

• a base do cone está contida no plano a de equação V


x + 2y - 2z = 11
• o vértice V do cone tem coordenadas (1, 2, 6)
• o ponto C é o centro da base do cone.
y
a) Determine uma equação do plano y que passa no
vértice do cone e que é paralelo ao plano a
b) Seja (3 o plano definido pela equação 2x - y z = 3
+

Averigue se os planos a e (3 são perpendiculares.


e) Seja W o ponto simétrico do ponto V, em relação ao plano xOy
Indique as coordenadas do ponto W e escreva uma condição que defina o segmento de reta [VW]
d) Sabendo que o raio da base do cone é igual a 3, determine o volume do cone.

14. Na figura, está representado, em referencial o.n. Oxyz, o prisma z


q uadrangular regular [ABCDEFGH]
As coordenadas dos pontos A, B e G são (11, -1, 2), (8, 5, O) Hr----- c
e (6, 9, 15), respetivamente.

;-:----,,W p
Determine as coordenadas do ponto H
,"
a)

'
/
D
,
b) Escreva uma equação que defina a superfície esférica com -----
� ---- {e
centro no ponto A e que passa no ponto B . '
o ,:- ··!··!-----·
'
' y
''
'

e) Escreva uma equação que defina a reta que passa no ponto G A -/"----..'/B
e que é paralela ao eixo Oy
X

15. Na figura, está representado um cilindro de altura h e raio da base r


A ,. . X.. . . .
Sejam A e B os centros das bases do cilindro.
Considere que um ponto P se desloca ao longo do segmento [ AB],
n unca coincidindo com o ponto A, nem com o ponto B h
Cada posição do ponto P determina dois cones cujos vértices coincidem
com o ponto P e cujas bases coincidem com as bases do cilindro.
Mostre que a soma dos volumes dos dois cones é constante, isto é, não
depende da posição do ponto P
Sugestão: designe por a a altura de um dos cones.

99
GEOMETRIA NO ESPAÇO

16. Na figura, está representado, em referencial o.n. Oxyz, o poliedro z


[VNOPQURST], que se pode decompor num cubo e numa pirâmide V
quadrangular regular.
Sabe-se que:
o y
• a base da pirâmide coincide com a face superior do cubo e está Q f---'--�Yp
contida no plano xOy
X
• o ponto P pertence ao eixo Ox R,.' ........ · · · ··
S

• o ponto U tem coordenadas (4, 4 4) - , -

u �·----� r
• o plano QTV é definido pela equação Sx 2y 2z = 12
+ +

a) Para cada um dos seguintes conjuntos de pontos, escreva uma condição cartesiana que o defina.
a1) Plano paralelo ao plano QTV e que passa na origem do referencial.
a2) Plano perpendicular à reta QN e que passa no ponto V
a3) Superfície esférica de centro em U e que passa no ponto T
b) Considere um ponto A, com a mesma abcissa e com a mesma ordenada do ponto U
Sabe-se que OA . OT = 8
Determine a cota do ponto A
c) Determine o volume do poliedro [VNOPQURST]

17. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, o cubo [ ABCDEFGH] (o ponto E não está
representado na figura).
e
z
Sabe-se que: ,)-j------D
• F tem coordenadas (1, 3, -4)
o ponto
• o vetor FA tem coordenadas (2, 3, 6)
B
a) Para cada um dos seguintes conjuntos de pontos, escreva uma 1 A
O)- - - - - -
condição cartesiana que o defina / y
/
/

a1) Plano FGH G /---J

+
a2) Superfície esférica de centro no ponto F à qual pertence o x F

ponto G
b) Sabe-se ainda que a equação 6x 2y - 3z + 25 = O define o plano HCD
Determine, sem recorrer à calculadora, as coordenadas do ponto E (vértice do cubo, não
representado na figura).

100
ITENS DE CONSTRUÇÃO

18. Considere, num referencial o.n.


a) Considere o plano de equação x -2y z 3 = O
a + +
Oxyz , os pontos A(O, O 2) e B(4, O, O)
,

Escreva uma equação do plano que passa no ponto A e é paralelo ao plano a

b) Determine uma equação cartesiana que defina a superfície esférica da qual o segmento de reta [AB]
é um diâmetro.
e) Seja P o ponto pertencente ao plano xOy tal que:
• a sua abcissa é igual à abcissa do ponto B
• a sua ordenada é positiva;
• BAP = 'J[_3
Determine a ordenada do ponto P

19. Na figura ao lado, está representado, num referencial o.n. Oxyz, z


V
o poliedro [NOPQRSTUV] que se pode decompor num cubo e
numa pirâmide quadrangular regular. Sabe-se que:
• P pertence ao eixo Ox
o vértice
• N pertence ao eixo Oy
o vértice
• o vértice T pertence ao eixo Oz
• o vértice R tem coordenadas (2, 2, 2)

• o plano PQV é definido pela equação 6x + z - 12 = O

a) Determine as coordenadas do ponto V


b) Escreva uma equação cartesiana do plano que passa no
ponto P e é perpendicular à reta OR
1
,l----------- --------J- •
/' O N
--

y
/
e) Seja A um ponto pertencente ao plano QRS P�----�
Q
Sabe-se que: X

• o ponto A tem cota igual ao cubo da abcissa;


• os vetores DA e TQ são perpendiculares.
Determine a abcissa do ponto A, recorrendo à calculadora gráfica.
Na sua resposta:
• equacione o problema;
• reproduza, num referencial, o(s) gráfico(s) da(s) função(ões) que visualizar na calculadora e
que lhe permite(m) resolver a equação, devidamente identificado(s) (sugere-se a utilização da
janela de visualização em que x E [-4, 4] e y E [-2, 7] );
• apresente a abcissa do ponto A arredondada às centésimas.

101
GEOMETRIA NO ESPAÇO

20. Considere, num referencial o.n. Oxyz, o plano f3 definido pela condição Zx - y + z 4 = O -

a) Considere o ponto P(-2, 1, 3 ) sendo um certo número real.


a , a

Sabe-se que a reta OP é perpendicular ao plano {3, sendo O a origem do referencial.


Determine o valor de a

b) Considere o ponto A(l, 2, 3)


Seja B o ponto de intersecção do plano f3 com o eixo Ox
Seja C o simétrico do ponto B relativamente ao plano yOz
Determine a amplitude do ângulo BAC
Apresente o resultado em graus, arredondado às unidades.
e) Determine uma equação da superfície esférica de centro na origem do referencial, que é tangente
ao plano f3
Na resolução deste item, tenha em conta que o raio relativo ao ponto de tangência é perpendicular
ao plano f3

21. Na figura, está representada, num referencial o.n. Oxyz, uma pirâmide quadrangular regular
[ABCDV]
Sabe-se que:
z
V
• a base [ABCD] da pirâmide é paralela ao
plano xOy
• o ponto A tem coordenadas (-1, 1, 1)
• o ponto e tem coordenadas (-3, 3, 1) e
;p_ _ _ _
'

• o plano BCV é definido pela equação


3y + z - 10 = 0 A B

a) Escreva uma condição que defina a


superfície esférica de centro no ponto A o y
e que é tangente ao plano xOy

b) Determine as coordenadas do ponto V x

e) Seja o plano perpendicular à reta AC e que passa no ponto P(l, 2 -1)


a - ,

A intersecção dos planos e BCV é uma reta.


a

Escreva uma equação vetorial dessa reta.

102
ITENS DE CONSTRUÇÃO

22. Considere, num referencial o.n.Oxyz, o plano a definido pela equação 3x 2y 4z - 12 = O


+ +

a) Seja C o ponto de coordenadas (2, 1, 4)


Escreva uma equação vetorial da reta perpendicular ao plano a que passa no ponto C
b) Seja D o ponto de coordenadas (4, 2, 2)
Determine as coordenadas do ponto de intersecção da reta OD com o plano a

e) Sejam A e B os pontos pertencentes ao plano a, tais que A pertence ao semieixo positivo Ox


e B pertence ao semieixo positivo Oy
Seja P um ponto com cota diferente de zero e que pertence ao eixo Oz
Justifique, recorrendo ao produto escalar de vetores, que o ângulo APB é agudo.

23. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, o prisma quadrangular regular [OABCDEFG]
Sabe-se que: z D G
• os pontos C, A e E pertencem aos eixos coordenados
E F
Ox, Oy e Oz, respetivamente; '
'
'
'

o ponto A tem coordenadas (O, 2, O)


'


'
'
'
'

• o plano OFB é definido pela equação 3x 3y z = O


+ -
'
'
'
'
'
'

a) Determine uma equação do plano paralelo ao plano '

c/L--- - B
'

OFB que passa no ponto D ,


,
-

o A y
b) Defina a reta OB por uma condição. X

e) Seja P o ponto de cota igual a 1 que pertence à aresta [BG]


Seja R o simétrico do ponto P relativamente à origem.

Determine a amplitude do ângulo RAP


Apresente o resultado em graus, arredondado às unidades.
Se, em cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, duas casas
decimais.

103
GEOMETRIA NO ESPAÇO

24. Na figura, está representado, num referencial o.n. Oxyz, o prisma quadrangular regular [OPQRSTUV]
Sabe-se q ue: z
s
• a face[OPQR] está contida no plano xOy V

• o vértice Q pertence ao eixo Oy e o vértice T pertence 1


1
ao eixo Oz 1
1
1
• o plano STU tem equação z = 3 1
1
a) Seja T' o simétrico do ponto T, relativamente à origem R '
- --'- ,
do referencial. Q y
Escreva uma equação da superfície esférica de p

diâmetro [TT'] x
b) Determine o valor do produto escalar fJJ5.'Jj§

25. Na figura está representado, num referencial o.n. Oxyz, o cubo [ABCDEFGH]
Sabe-se que: z

• [ABCD] está contida no plano xOy


a face E:;..-----,,H
• a aresta [CD ] está contida no eixo Oy

• o ponto D tem coordenadas (O, 4, O)


Fl'----+i--G'-1'
• o plano ACG é definido pela equação ,______-+ _ _ _ _ jQ ;.:-
e__,.
o
______ ----
·

/
y
x+y-z-6=0 ,.
/
/

A B
X
a) Verifique que o vértice A tem abcissa igual a 2
b) Seja P o vértice de uma pirâmide regular de base [EFGH]
Sabe-se que:
• a cota do ponto P é superior a 2
• o volume da pirâmide é 4
Determine a amplitude do ângulo OGP
Apresente o resultado em graus, arredondado às unidades.
Se, em cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, duas casas decimais.

104
Cálculo combinatório. Problemas de contagem

1. No balcão de uma geladaria existe um recipiente com dez compartimentos, cinco à frente e cinco
atrás, para colocar gelado. Em cada compartimento só é colocado um sabor, e nunca existem dois
compartimentos com o mesmo sabor.
Num certo dia, a geladaria tem sete sabores disponíveis: cinco são de fruta (morango, ananás, pêssego,
manga e framboesa) e os outros dois são baunilha e chocolate.
a) De quantas maneiras distintas se podem colocar os sete sabores no recipiente?
b) De quantas maneiras distintas se podem colocar os sete sabores no recipiente, de tal forma que os
cinco de fruta preencham a fila da frente?

2. Seja C o conjunto de todos os números naturais com três algarismos (ou seja, de todos os números
naturais de 100 a 999).
a) Quantos elementos do conjunto C são múltiplos de 5?
b) Quantos elementos do conjunto C têm os algarismos todos diferentes?

3. De um bilhete de lotaria sabe-se que o seu número é formado por sete algarismos, dos quais três são
iguais a 1, dois são iguais a 4 e dois são iguais a 5 (por exemplo: 1 5 5 1 4 1 4).
Determine quantos números diferentes satisfazem as condições anteriores.

105
Cálculo de probabilidades. Regra de Laplace

1. Um fiscal do Ministério das Finanças vai inspecionar a contabilidade de sete empresas, das quais três
são clubes de futebol profissional.
A sequência segundo a qual as sete inspeções vão ser feitas é aleatória.
Qual é a probabilidade de que as três primeiras empresas inspecionadas sejam exatamente os três
clubes de futebol?
Apresente o resultado na forma de percentagem, arredondado às unidades.

2. Seis amigos entram numa pastelaria para tomar café e sentam-se ao 0 0 0

D
acaso numa mesa retangular com três lugares de cada lado como
esquematizado na figura junta.
Determine a probabilidade de dois desses amigos, a Joana e o Rui, 0 0 0
ficarem sentados em frente um do outro.

3. Uma roda gigante de um parque de diversões tem doze


cadeiras, numeradas de 1 a 12, com um lugar cada uma (ver
figura). Seis raparigas e seis rapazes vão andar na roda gigante
e sorteiam entre si os lugares que vão ocupar.
Qual é a probabilidade de rapazes e raparigas ficarem sentados
alternadamente, isto é, cada rapaz entre duas raparigas e cada
rapariga entre dois rapazes?
Apresente o resultado na forma de percentagem.

4. O João e a irmã Alice querem telefonar a um amigo.


Ele lembra-se de q ue o número de telefone do amigo começa por 21 e tem mais sete algarismos:
um 3, dois 5, dois 7, dois 8
a) Quantos números existem nestas condições?
b) A Alice também se lembra de que o número de telefone do amigo termina em 857.
Se eles digitarem ao acaso os restantes quatro algarismos, qual é a probabilidade de acertarem à
primeira tentativa?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.

5. Seja B o conjunto dos números de quatro algarismos diferentes, menores que 3000, que se podem
formar com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7
a) Verifique que o conjunto B tem 240 elementos.

10 6
ITENS DE CONSTRUÇÃO

b) Escolhe-se, ao acaso, um elemento de B


Qual é a probabilidade de que esse elemento seja um número par?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.
c) Escolhem-se, ao acaso, três elementos de B
Qual é a probabilidade de todos eles serem maiores do que 2000?
Apresente o resultado na forma de dízima, com duas casas decimais.

6. Para inaugurar uma ponte em Cegonhas de Baixo, a respetiva Junta de Freguesia vai organizar
uma feijoada.
O principal clube desportivo da região, o Cegonhas Futebol Clube, foi convidado a fazer-se representar
no almoço por três quaisquer membros da sua direção.
A Srª. Manuela Silvestre e o Sr. António Gonçalves são dois dos sete elementos dessa direção.
Se a escolha dos três representantes for feita por sorteio, entre os sete membros da direção do clube,
qual é a probabilidade de a Sr•. Manuela Silvestre e o Sr. António Gonçalves irem ambos à feijoada?
Apresente o resultado na forma de uma fração irredutível.

7. Para representar Portugal num campeonato internacional de hóquei em patins foram selecionados
dez jogadores: dois guarda-redes, quatro defesas e quatro avançados.
a) Sabendo que o treinador da seleção nacional opta por que Portugal jogue sempre com um
guarda-redes, dois defesas e dois avançados, quantas equipas diferentes pode ele constituir?
b) Um patrocinador da seleção nacional oferece uma viagem a cinco dos dez jogadores selecionados,
escolhidos ao acaso.
Qual é a probabilidade de os dois guarda-redes serem contemplados com essa viagem?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.

8. Na figura junta estão representados um prisma quadrangular regular H ________ G


e uma pirâmide cuja base [ABCD] coincide com a base inferior do
./
.
prisma. E "-----"-
:: "-"' :. F
O vértice I da pirâmide coincide com o centro da base superior do
prisma.
,. .
Considerando, ao acaso, cinco dos nove vértices da figura ..
;, :
:

: ' .
representada, qual é a probabilidade de que pelo menos quatro . . .
.
: ' ..
sejam da pirâmide? / . ·b "
. . . . . . \ . . . . e

. .

A
, •

107
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

9. Pretende-se colocar, sobre um tabuleiro situado à nossa frente, como o representado na figura, nove
peças de igual tamanho e feitio, das quais quatro são brancas e cinco são pretas.
Cada casa do tabuleiro é ocupada por uma só peça.
a) Mostre que existem 126 maneiras diferentes de as peças ficarem colocadas no
tabuleiro.
b) Supondo que as peças são colocadas ao acaso, determine a probabilidade de
uma das diagonais ficar só com peças brancas.

10. Na figura está representado o sólido [ABCDEFGHI]. A


,
,
Dispomos de cinco cores (amarelo, branco, castanho, preto e vermelho) ,
,
,
para colorir as suas nove faces. ,-----
r

,."1 C
Cada face é colorida por uma única cor. .,/ :
B ,____. ..y,
'
___

'
a) De quantas maneiras diferentes podemos colorir o sólido, '
r-------
H
supondo que as quatro faces triangulares só podem ser coloridas /G
,
,
,
de amarelo, de branco ou de castanho, e que as cinco faces
F
retangulares só podem ser coloridas de preto ou de vermelho?
b) Admita agora que o sólido vai ser colorido ao acaso, podendo qualquer cor colorir qualquer face.
Determine a probabilidade de exatamente cinco faces ficarem coloridas de branco e as restantes
faces com cores todas distintas.
Apresente o resultado na forma de dízima, arredondado às décimas de milésima.

11. Na figura estão representados dois polígonos:


• um pentágono [ ABCDE]

• um quadrilátero [ FGHI]

e
Dos nove vértices representados, não existem três colineares.
a) Determine quantos triângulos têm como vértices três dos nove
pontos, de tal modo que dois vértices pertençam a um dos polígonos
e o terceiro vértice pertença ao outro polígono.
b) A Sandra e o Jorge escolheram cada um, e em segredo, um dos nove vértices representados.
Qual é a probabilidade de os dois vértices, assim escolhidos, pertencerem ambos ao mesmo polígono?
Apresente o resultado na forma de percentagem, arredondado às unidades.

108
ITENS DE CONSTRUÇÃO

12. Considere, num referencial o.n. Oxyz, a superfície esférica de equação x2 y2 z2 = 25


+ +

Considere todos os triângulos cujos vértices são pontos de intersecção desta superfície esférica com
os eixos do referencial.
Escolhido um desses triângulos ao acaso, determine a probabilidade de estar contido no plano
definido por z = O
Indique o resultado em forma de percentagem.

13. Na figura está representado, em referencial o.n. Oxyz, um z

octaedro regular. Sabe-se que: s

• um dos vértices do octaedro é a origem do referencial


• a reta ST é paralela ao eixo Oz R
y
• o ponto P pertence ao semieixo positivo Ox
p
• o ponto R pertence ao semieixo positivo Oy
X
Escolhidos ao acaso dois vértices do octaedro, qual é a
probabilidade de estes definirem uma reta contida no plano de T
equação x = y ?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.

14. Na figura está representado um poliedro com doze faces, que pode ser decomposto num cubo e em
duas pirâmides quadrangulares regulares.

a) Pretende-se numerar as doze faces do poliedro, com os números de 1 a 12 (um número diferente
em cada face). Como se vê na figura, duas das faces do poliedro já estão numeradas, com os
números 1 e 3.
al) De quantas maneiras podemos numerar as outras dez faces, com os restantes dez números?
a2) De quantas maneiras podemos numerar as outras dez faces, com os restantes dez números,
de forma a que, nas faces de uma das pirâmides, fiquem só números ímpares e, nas faces da
outra pirâmide, fiquem só números pares?
b) Considere agora o poliedro num referencial o. n. Oxyz, de tal forma que o vértice P coincida com
a origem do referencial, e o vértice Q esteja no semieixo positivo Oy
Escolhidos ao acaso três vértices distintos, qual é a probabilidade de estes definirem um plano
paralelo ao plano de equação y = O ?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.
109
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

15. Três casais, os Nunes, os Martins e os Santos, vão ao cinema.


a) Ficou decidido que uma mulher, escolhida ao acaso de entre as três mulheres, paga três
bilhetes, e que u m homem, escolhido igualmente ao acaso de entre os três homens, paga
outros três bilhetes.
Qual é a probabilidade de o casal Nunes pagar os seis bilhetes? Apresente o resultado na forma
de fração.
b) Considere o seguinte problema:
Depois de terem comprado os bilhetes, todos para a mesma fila e em lugares consecutivos,
as seis pessoas distribuem-nos ao acaso entre si. Supondo que cada pessoa se senta no lugar
correspondente ao bilhete que lhe saiu, qual é a probabilidade de os membros de cada casal
ficarem juntos, com o casal Martins no meio?

Numa pequena composição, com cerca de quinze linhas, explique por que razão �; é uma
resposta correta a este problema.

16. a) Uma coluna com a forma de um prisma hexagonal regular está assente no chão de um jardim.
Dispomos de seis cores (amarelo, branco, castanho, dourado, encarnado e verde) para pintar as
sete faces visíveis (as seis faces laterais e a base superior) desse prisma.
Admita que se pintam de verde duas faces laterais opostas.
Determine de quantas maneiras diferentes podem ficar pintadas as restantes cinco faces, de
tal modo
• que duas faces que tenham uma aresta comum fiquem pintadas com cores diferentes

• e que duas faces laterais que sejam opostas fiquem pintadas com a mesma cor.

b) Considere um prisma hexagonal regular num referencial o.n. Oxyz, de tal forma que uma das
suas bases está contida no plano de equação z = 2
Escolhendo ao acaso dois vértices do prisma, qual é a probabilidade de eles definirem uma reta
paralela ao eixo Oz ? Apresente o resultado na forma de fração irredutível.

17. Em duas caixas, A e B, introduziram-se bolas indistinguíveis ao tato:


• na caixa A: algumas bolas verdes e algumas bolas azuis;

• na caixa B: três bolas verdes e quatro azuis.

Retira-se, ao acaso, uma bola da caixa A e coloca-se na caixa B. De seguida, retira-se, também ao
acaso, uma bola da caixa B.
Sabendo que a probabilidade de a bola retirada da caixa B ser azul é igual a �, mostre que a bola
que foi retirada da caixa A e colocada na caixa B tinha cor verde.

110
ITENS DE CONSTRUÇÃO

18. Doze amigos vão passear, deslocando-se num automóvel e numa carrinha, ambos alugados.
O automóvel dispõe de cinco lugares: o do condutor e mais quatro. A carrinha dispõe de sete lugares:
o do condutor e mais seis.
Apenas dois elementos do grupo, a Filipa e o Gonçalo, têm carta de condução, podendo qualquer um
deles conduzir, quer o automóvel, quer a carrinha.
a) Os doze amigos têm de se separar em dois grupos, de modo que um grupo viaje no automóvel e
o outro na carrinha.
De quantas maneiras diferentes podem ficar constituídos os dois grupos de amigos?
b) Admita agora que os doze amigos já se encontram devidamente instalados nos dois veículos.
O Gonçalo vai a conduzir a carrinha.
Numa operação STOP, a Brigada de Trânsito mandou parar cinco viaturas, entre as quais a carrinha
conduzida pelo Gonçalo.
Se a Brigada de Trânsito escolher, ao acaso, dois dos cinco condutores para fazer o teste de
alcoolémia, qual é a probabilidade de o Gonçalo ter de fazer o teste?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.

19. Na figura estão representados dois poliedros, o cubo [ABCDEFGH] e o octaedro [ l]KLMN] (o vértice
L do octaedro não está visível).

Cada vértice do octaedro pertence a uma face do cubo.


a) Considere todos os conjuntos que são constituídos por cinco dos catorze vértices dos dois poliedros
(como, por exemplo, {A,B,C,K,L}) .
al) Quantos desses conjuntos são constituídos por três vértices do cubo e dois vértices do
octaedro?
a2) Quantos desses conjuntos são constituídos por cinco vértices do mesmo poliedro?
b} Escolhem-se ao acaso cinco dos catorze vértices dos dois poliedros.
Qual é a probabilidade de os cinco vértices escolhidos pertencerem todos à mesma face do cubo?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.

111
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

20. Na figura está representado um prisma pentagonal regular. Quatro dos vértices desse prisma estão
designados pelas letras A, B, E e O.
a) Pretende-se designar os restantes seis vértices do prisma, utilizando A
letras do alfabeto português (23 letras).
De quantas maneiras diferentes podemos designar esses seis vértices, de
tal modo que os cinco vértices de uma das bases sejam designados pelas
cinco vogais?
Nota: não se pode utilizar a mesma letra para designar vértices diferentes.

b) Ao escolhermos três vértices do prisma, pode acontecer que eles pertençam todos a uma
mesma face. Por exemplo, os vértices A, B e O pertencem todos a uma mesma face, o mesmo
acontecendo com os vértices A, E e O
Escolhem-se aleatoriamente três dos dez vértices do prisma.
Qual é a probabilidade de esses três vértices pertencerem todos a uma mesma face?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.
c) Escolhe-se aleatoriamente um vértice em cada base do prisma.
Qual é a probabilidade de o segmento de reta definido por esses dois vértices ser diagonal de uma
face?
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.

21. Na figura, está representado o poliedro [ NOPQRSTUV] que se pode V


decompor num cubo e numa pirâmide quadrangular regular. Dispõe-se
de sete cores diferentes, das quais uma é branca e outra é azul, para
colorir as nove faces do poliedro [NOPQRSTUV]. Cada face vai ser
colorida com uma única cor.
Considere a experiência aleatória que consiste em colorir, ao acaso, as
nove faces do poliedro, podendo cada face ser colorida por qualquer
uma das sete cores.
Determine a probabilidade de, no final da experiência, o poliedro ficar
com exatamente duas faces brancas, ambas triangulares, exatamente
duas faces azuis, ambas quadradas, e as restantes faces coloridas com
cores todas diferentes.
Apresente o resultado na forma de dízima, arredondado às décimas de p Q
milésima.

112
ITENS DE CONSTRUÇÃO

22. Na Figura 2, está representado, num referencial o.n. Oxyz, o prisma quadrangular regular
[OPQRSTUV]
z
s
Sabe-se que: V
T
• a face [OPQR] está contida no plano xOy 1
1
• o vértice Q pertence ao eixo Oy e o vértice T pertence 1
1
1
ao eixo Oz 1
1
RI
Escolhem-se, ao acaso, três vértices do prisma. - �'

Q y
Determine a probabilidade de o plano definido por esses três
vértices ser perpendicular ao plano xOy
X
Apresente o resultado na forma de fração irredutível.

113
Definição axiomática de probabilidade

Propriedades das probabilidades

1. Seja S o conjunto de resultados associado a uma experiência aleatória. Sejam A e B dois


acontecimentos (A e B são, portanto, subconjuntos de S).
Prove que P(A)+ P(B)+ P(An E) = 1 + P(A n B)

2. Seja S o conjunto de resultados (com um número finito de elementos) associado a uma certa
experiência aleatória. Sejam A e B dois acontecimentos (A e S e B e S )
Sabe-se que P(A) = 2P(B) e P(A U B) = 3P(B)
Prove que os acontecimentos A e B são incompatíveis.

3. Seja S um espaço amostral, finito, associado a uma experiência aleatória.


Mostre que é falsa a seguinte afirmação: «Quaisquer que sejam os acontecimentos A e B
(A e S e B e S), se P(A) + P(B) = 1 então A u B é um acontecimento certo.»

4. Num saco existem quinze bolas, indistinguíveis ao tato.


Cinco bolas são amarelas, cinco são verdes e cinco são brancas.
Para cada uma das cores, as bolas estão numeradas de 1 a 5.
a) Retirando todas as bolas do saco e dispondo-as, ao acaso, numa fila, qual é a probabilidade de as
bolas da mesma cor ficarem todas juntas?
Apresente o resultado na forma de dízima, com sete casas decimais.
b) Suponha agora que, no saco, estão apenas algumas das quinze bolas. Nestas novas condições,
admita que, ao retirarmos, ao acaso, uma bola do saco, se tem:
• a probabilidade de essa bola ser amarela é 50%
• a probabilidade de essa bola ter o número 1 é 25%
• a probabilidade de essa bola ser amarela ou ter o número 1 é 62,5%

Prove que a bola amarela número 1 está no saco.

5. Seja n o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória. Sejam A, B e C três
acontecimentos (A e Q, B e Q e C e Q) tais que (A u B) n C = fÍ
Sabe-se que P(A) = 0,21 e que P(C) 0,47 =

Calcule P(A U C), utilizando as propriedades das operações com conjuntos e a axiomática das
probabilidades.

114
ITENS DE CONSTRUÇÃO

6. a) Seja íl o espaço amostral associado a uma experiência aleatória. Sejam A e B dois


acontecimentos possíveis (A e Q e B e Q).
Prove que P(A u E) = P(A) - P(B) + P(A u B)
b) Numa determinada cidade, das 160 raparigas que fizeram exame nacional de Matemática, 65%
tiveram classificação positiva, e dos 120 rapazes que fizeram o mesmo exame, 60% também
tiveram classificação positiva.
Escolhendo, ao acaso, um dos estudantes que realizaram o exame, qual é a probabilidade de o
estudante escolhido não ser rapaz ou não ter tido classificação positiva? Apresente o resultado
em forma de dízima, com aproximação às centésimas.
Nota: se o desejar, utilize a igualdade referida e m a). Neste caso, deverá começar por caracterizar

claramente os acontecimentos A e B, no contexto da situação apresentada; no entanto, pode optar

por resolver o problema por outro processo.

7. U m saco contém n bolas indistinguíveis ao tato, numeradas de 1a n (com n par e superior a 6).
Retira-se, ao acaso, uma bola do saco.
Sejam A e B os acontecimentos:
A: «O número da bola retirada é menor ou igual a 6»
B: «O número da bola retirada é par»
Escreva o significado de P(A U B) no contexto da situação descrita e determine uma expressão, em
função de n, que dê esta probabilidade.
Apresente a expressão na forma de uma fração.

115
Probabilidade condicionada

1. Um saco contém seis bolas, numeradas de 1 a 6. As bolas que têm números pares estão pintadas de
verde. As bolas que têm números ímpares estão pintadas de azul.
Extraem-se, aleatoriamente, e de uma só vez, duas bolas do saco.
Sejam A e B os seguintes acontecimentos:
A As duas bolas são da mesma cor.
-

B - O produto dos números das duas bolas é ímpar.


a) Determine P(A). Apresente o resultado na forma de fração irredutível.
b) Indique, justificando, o valor da probabilidade condicionada P(A 1 B)

2. Seja S o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória. Sejam A e B dois
acontecimentos possíveis (A e S e B e S).
Sabe-se que:
P(A n B) = 0,1 P(A U B) = 0,8 P(A 1 B) = 0,25

Prove que A e A são acontecimentos equiprováveis.

3. Considere:
• uma caixa com seis bolas, todas brancas;
• seis bolas pretas, fora da caixa;
• um dado equilibrado, com as faces numeradas de 1 a 6.

Lança-se duas vezes o dado.


Tiram-se, da caixa, tantas bolas brancas quantas o número saído no primeiro lançamento. Colocam­
se, na caixa, tantas bolas pretas quantas o número saído no segundo lançamento.

a) Qual é a probabilidade de a caixa ficar com seis bolas? Apresente o resultado na forma de fração
irredutível.

b) Sejam A e B os acontecimentos:
A: «Sai face 5 no primeiro lançamento do dado.»

B: «Ficam, na caixa, menos bolos brancas do que pretas. »

Indique, j ustificando, o valor da probabilidade condicionada P(B I A ) . Apresente o resultado na


forma de fração irredutível.

116
ITENS DE CONSTRUÇÃO

4. Um saco contém onze bolas, numeradas de 1 a 11


a) Ao acaso, tiram-se, sucessivamente e sem reposição, duas bolas do saco.
Sejam A e B os acontecimentos:
A: «o número da primeira bola retirada é par»
B: «O número da segunda bola retirada é par»
Indique o valor de P(B 1 A), na forma de fração irredutível, sem utilizar a fórmula da probabilidade
condicionada. Justifique a sua resposta, começando por explicar o significado de P(B 1 A) no
contexto da situação descrita.
b) Considere novamente o saco com a sua constituição inicial. Ao acaso, extraem-se simultaneamente
três bolas do saco e anotam-se os respetivos números.
Qual é a probabilidade de o produto desses números ser ímpar? Apresente o resultado na forma
de dízima, arredondado às centésimas.

-,).

5. a) Seja S o espaço amostral associado a uma experiência aleatória. Sejam A e B dois


acontecimentos possíveis (A e S e B e S).
Prove que P(A n B) = P(A )-P(B) P(A 1 Bl P(B)
+ x

b) Das raparigas que moram em Vale do Rei, sabe-se que:


• a quarta parte tem olhos verdes;
• a terça parte tem cabelo louro;
• das que têm cabelo louro, metade tem olhos verdes.

bl) Escolhendo aleatoriamente uma rapariga de Vale do Rei, qual é a probabilidade de ela não
ser loura nem ter olhos verdes?
Sugestão: se l h e for útil, pode utilizar a igualdade enunciada na alínea a ) para resolver o problema.

b2) Admita agora que em Vale do Rei moram cento e vinte raparigas. Pretende-se formar uma
comissão de cinco raparigas, para organizar um baile.
Quantas comissões diferentes se podem formar com exatamente duas raparigas louras?

117
PROBABILIDADE CONDICIONADA

6. Seis amigos, a Ana, o Bruno, a Catarina, o Diogo, a Elsa e o Filipe, vão jantar a um restaurante. Sentam­
se, ao acaso, numa mesa redonda, com seis lugares (pode considerar que os lugares estão numerados,
de 1 a 6).
a) Sejam os acontecimentos:
A: «O Diogo, a Elsa e o Filipe sentam-se em lugares consecutivos, ficando a Elsa no meio.»
B: «A Catarina e o Filipe sentam-se ao lado um do outro.»
al) Determine a probabilidade do acontecimento A. Apresente o resultado na forma de
fração irredutível.
a2) Sem utilizar a fórmula da probabilidade condicionada, indique o valor de P(B I A). Numa
pequena composição, justifique a sua resposta, começando por explicar o significado de
P(B I A), no contexto da situação descrita.
b) Depois de sentados, os seis amigos resolvem escolher a refeição. Sabe-se que:
• na ementa, existem três pratos de peixe e quatro de carne;
• cada um dos seis amigos vai escolher um único prato, de peixe ou de carne;
• só o Filipe está indeciso se vai escolher peixe ou carne;
• os restantes cinco vão escolher peixe.
De quantas maneiras diferentes podem os seis amigos escolher os seus pratos?

7. Seja .O. o espaço amostral associado a uma experiência aleatória. Sejam A e B dois acontecimentos
(A e Q e B e Q), ambos com probabilidade não nula.
Utilizando a fórmula da probabilidade condicionada e as propriedades das operações com conjuntos,
prove que
( 1)
P ( A n B ) B = P(A 1 B)

8. Seja .O. o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória.


De dois acontecimentos A e B (A e Q e B e Q), de probabilidade não nula, sabe-se que
P(A) = P(B) e P(A U B) = SP(A n B)
Determine a probabilidade de acontecer A, sabendo que B aconteceu. Apresente o resultado na
forma de fração irredutível.

118
ITENS DE CONSTRUÇÃO

9. a) Seja n o espaço amostral associado a uma certa experiência aleatória. Sejam A e B dois
e.

acontecimentos (A e Q e B e Q), com P(A) > O


Prove que P(A) x [P(B 1 A) - 1] + P(A U B) = P(A )
b) Num encontro desportivo, participam atletas de vários países, entre os quais Portugal.
Metade dos atletas portugueses que participam no encontro são do sexo feminino.
Escolhido ao acaso um atleta participante no encontro, a probabilidade de ele ser estrangeiro ou
do sexo masculino é 90%.
Participam no encontro duzentos atletas.
Quantos são os atletas portugueses?
Nota: se desejar, pode utilizar a igualdade da alínea a) na resolução deste problema; nesse caso, comece
por explicitar os acontecimentos A e B, no contexto d o problema.

' 10. Seja n o espaço amostral associado a uma experiência aleatória. Sejam A e B dois acontecimentos
(A c Q e B c Q) .
Sabe-se que:
• P(B) = 0,3
• P(A 1 B) = 0,2
• P(A I B) = 0,4

Determine P(B I A )
Apresente o resultado n a forma d e fração irredutível.

11. Na figura, está representado um dado cúbico, não equilibrado, com as faces numeradas de 1 a 3, em
que faces opostas têm o mesmo número.

Lança-se o dado uma única vez e observa-se o número da face voltada para cima.
Sejam A e B os acontecimentos seguintes.
A: «sair número ímpar»
B: «sair número menor do que 3»
Sabe-se que:
• P(A u B) - P(A n B) = �
• P(B I A ) = Â
7
Determine a probabilidade de sair o número 3

119
PROBABILIDADE CONDICIONADA

12. Considere nove fichas, indistinguíveis ao tato, numeradas de 1a9


a) Considere duas caixas, U e V
Colocam-se as fichas numeradas de 1 a 5 na caixa U e as fichas numeradas de 6 a 9 na
caixa V
Realiza-se a seguinte experiência.
Retira-se, ao acaso, uma ficha da caixa U e retira-se, também ao acaso, uma ficha da caixa V
Sejam A e B os acontecimentos:
A : «A soma dos números das fichas retiradas é igual a10»
B : «O produto dos números das fichas retiradas é ímpar»
Determine o valor de P(BIA ) , sem aplicar a fórmula da probabilidade condicionada.
Na sua resposta:
explique o significado de P(E I A) no contexto da situação descrita;
indique os casos possíveis, apresentando cada um deles na forma ( u, v ) , em que u designa
o número da ficha retirada da caixa U e v designa o número da ficha retirada da caixa V
indique os casos favoráveis;
apresente o valor pedido na forma de fração irredutível.

b) Na figura, está representado um tabuleiro com 16 casas, dispostas em quatro filas horizontais
(A, B, C e D) e em quatro filas verticais ( 1, 2, 3 e 4 )
2 3 4
Pretende-se dispor as nove fichas ( numeradas de 1 a 9 ) no A
tabuleiro, de modo que cada ficha ocupe uma única casa e que
B
cada casa não seja ocupada por mais do que uma ficha.
e
De quantas maneiras diferentes é possível dispor as nove fichas,
D
de tal forma que as que têm número par ocupem uma única fila
horizontal?

120
ITENS DE CONSTRUÇÃO

13. Um saco contém n bolas, indistinguíveis ao tato, numeradas de 1 a n, sendo n um número par
maior do que 3

a} Retiram-se, em simultâneo e ao acaso, três bolas do saco.

Escreva uma expressão, em função de n, que dê a probabilidade de, dessas três bolas, duas
terem número par e uma ter número ímpar.
Não simplifique a expressão que escrever.

b} Admita agora que n � 8


Ao acaso, extraem-se sucessivamente duas bolas do saco (primeiro uma e depois outra} e
observa-se o número de cada uma delas.
Sejam A e B os acontecimentos:
A : «A primeira bola extraída tem número par.»
B : «A segunda bola extraída tem número par.»

Determine o valor de P(A n B) no caso em que a extração é feita com reposição e no caso em
que a extração é feita sem reposição.
Justifique a sua resposta, tendo em conta que P(A n B) � P(A) x P(BIA)

Na sua resposta:
interprete o significado de P(A n B), no contexto da situação descrita;
indique o valor de P(BIA), no caso de a extração ser feita com reposição;
indique o valor de P(BIA), no caso de a extração ser feita sem reposição;
apresente o valor de P(A n B), em cada uma das situações (designe esse valor por a no caso
de a extração ser feita com reposição e por b no caso de a extração ser feita sem reposição).

121
PROBABILIDADE CONDICIONADA

14. Uma escola secundária tem alunos de ambos os sexos.

a) Escolhe-se, ao acaso, um aluno dessa escola.


Seja A o acontecimento «o aluno escolhido é rapariga», e seja B o acontecimento «O aluno
escolhido frequenta o 10º ano».

Sabe-se que:
• a probabilidade de o aluno escolhido ser rapaz ou não frequentar o 10º ano é 0,82

• a probabilidade de o aluno escolhido frequentar o 10º ano, sabendo que é rapariga, é 1


3
Determine P(A)

b) Uma das turmas dessa escola tem trinta alunos, numerados de 1 a 30


Com o objetivo de escolher quatro alunos dessa turma para formar uma comissão, introduzem-se,
num saco, trinta cartões, indistinguíveis ao tato, numerados de 1 a 30. Em seguida, retiram-se
quatro cartões do saco, simultaneamente e ao acaso.
Qual é a probabilidade de os dois menores números saídos serem o 7 e o 22 ?
Apresente o resultado arredondado às milésimas.

15. Considere duas caixas, C1 e C2 . A caixa C1 tem 12 bolas, das quais cinco são brancas e as restantes
são pretas. A caixa C2 tem sete bolas, umas brancas e outras pretas.
Considere a experiência que consiste em retirar, simultaneamente e ao acaso, duas bolas da caixa
C1 , colocá-las na caixa C2 e, em seguida, retirar, também ao acaso, uma bola da caixa C2

Sejam A e B os acontecimentos:
A : «As bolas retiradas da caixa C1 têm a mesma cor.»
B : «A bola retirada da caixa C2 é branca.»
Sabe-se q ue P(B 1 A) � �
Interprete o significado de P(B 1 A ) e indique, justificando, quantas bolas brancas e quantas bolas
pretas existiam inicialmente na caixa C2

122
Funções exponenciais e logarítmicas

1. A pressão atmosférica de cada local da Terra depende da altitude a que este se encontra.
Admita que a pressão atmosférica P (medida em quilopascal) é dada, em função da altitude h (em
quilómetros), por P(h) = 101e-o,tzh

a) A montanha mais alta de Portugal é o Pico, na ilha do


Pico - Açores.
A altitude do cume do Pico é 2350 metros.
Qual é o valor da pressão atmosférica, nesse local?
Apresente o resultado em quilopascal, arredondado
às unidades.
b) Determine x tal que, para qualquer h, P(h + x) � P(h)
=

Apresente o resultado arredondado às décimas.


Interprete o valor obtido, no contexto desta igualdade.

2. Num lago onde não havia peixes, introduziram-se, num determinado momento, alguns peixes.
Admita que, t anos depois, o número de peixes existentes no lago é dado aproximadamente por
f( t ) - 1 + 2000
-
k e ,13 t
-O
onde k designa um número real.

a) Determine o valor de k, supondo que foram introduzidos 100 peixes no lago.

b) Admita agora que k = 24. Sem recorrer à calculadora, a não ser para efetuar cálculos numéricos,
resolva o seguinte problema:
Ao fim de quantos anos o número de peixes no lago atinge o meio milhar? Apresente o resultado
arredondado às unidades.
Se, em cálculos intermédios, proceder a arredonda mentos, conserve, no mínimo, três casas decimais.

123
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

3. A acidez de uma solução é medida pelo valor do seu pH, que é dado por pH = log10 ( x) , onde x
-

designa a concentração de iões H 3 o+, medida em mol/dm 3

Sem recorrer à calculadora, a não ser para efetuar eventuais cálculos numéricos, resolva as duas
alíneas seguintes:

a) Admita que o pH do sangue arterial humano é 7,4


Qual é a concentração (em moljdm3 ) de iões H 3 ü+, no sangue arterial humano?
Escreva o resultado em notação científica, isto é, na forma a x lO b , com b inteiro e a entre 1
e 10. Apresente o valor de a arredondado às unidades.
b) A concentração de iões H 3 ü+ no café é tripla da concentração de iões H 3 ü+ no leite. Qual é a
diferença entre o pH do leite e o pH do café? Apresente o resultado arredondado às décimas.
Sugestão: comece por designar por 1 a concentração de iões H 3 ü+ no leite e por exprimir, em
função de /, a concentração de iões H 3 o+ no café.

4. A figura representa um reservatório com três metros de altura.


Considere que, inicialmente, o reservatório está cheio de água
e que, num certo instante, se abre uma válvula e o reservatório T
T
3m
h(t)
começa a ser esvaziado.
O reservatório fica vazio ao fim de catorze horas.
i l
Admita que a altura, em metros, da água no reservatório, t horas após este ter começado a ser
esvaziado, é dada por h ( t) = log2 (a - bt) , t E [O, 14] , onde a e b são constantes reais positivas.

a) Mostre que a = 8 e que b = �


b) Prove que a taxa de variação média de h no intervalo [6, 11] é -0,2
Interprete este valor no contexto da situação descrita.

5. A magnitude aparente (m) e a magnitude absoluta (M) de uma estrela são grandezas utilizadas em
Astronomia para calcular a distância (d) a que essa estrela se encontra da Terra.
As três variáveis estão relacionadas pela fórmula 10 0A(m- M) = 2
1 0

(d é medida em parsec, unidade utilizada em Astronomia para grandes distâncias.)

a) A Estrela Polar tem magnitude aparente m = 2, sendo a sua magnitude absoluta M = -4,6
Qual é a distância da Terra à Estrela Polar? (Apresente o resultado em parsec, arredondado às
unidades.)
Sempre que1 nos cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, duas casas

decimais.

124
ITENS DE CONSTRUÇÃO

b) Prove que, para quaisquer m, M e d, se tem: m = M - 5 ( 1 - log10 d )

6. Seja e um número real maior do que 1 y


Na figura está representada uma parte do gráfico da função f, de domínio
R, definida por f(x) = ex - e
Tal como a figura sugere o X
• A é o ponto de intersecção do gráfico de f com o eixo Ox
• B é o ponto de intersecção do gráfico de f com o eixo Oy B

Mostre que:
Se o declive da reta AB é e - 1, então e = e

7. Considere, num referencial ortonormado xOy, os gráficos das funções f e g, de domínio [O, 3],
definidas por f(x) = ln(x + Z) e g(x) = e - ex-l
Determine a área de um triângulo [OAB], com aproximação às décimas, recorrendo às capacidades
gráficas da sua calculadora.

Para construir o triângulo [ OAB], percorra os seguintes passos:


• visualize as curvas representativas dos gráficos das duas funções, no domínio indicado;
• reproduza, na sua folha de respostas, o referencial e as curvas visualizadas na calculadora;
• assinale, ainda:
- a origem O do referencial;
- o ponto A de intersecção dos gráficos das duas funções, indicando as suas coordenadas, com
aproximação às décimas;
- o ponto B de intersecção do gráfico da função g com o eixo Ox

8. Determine, sem recorrer à calculadora, o conjunto dos números reais que são soluções da inequação
log2 (x - 1 ) + log2 (13 - x) S: 5
Apresente a sua resposta na forma de união de intervalos de números reais.

125
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

9. Quando uma substância radioativa se desintegra, a sua massa, medida em gramas, varia de acordo
com uma função do tipo

m ( t ) = ae t ,
h t 2: O ,
em que a variável t designa o tempo, medido em milénios, decorrido desde um certo instante inicial.
A constante real b depende da substância e a constante real a é a massa da substância no referido
instante inicial.
Resolva as alíneas seguintes sem recorrer à calculadora, a não ser para efetuar cálculos numéricos.

a) O carbono-14 é uma substância radioativa utilizada na datação de fósseis em que esteja presente.
Relativamente a um certo fóssil, sabe-se que:
• a massa de corbono-14 nele presente, mil anos depois de um certo instante inicial, era de 2,91 g
• a massa de carbono-14 nele presente, dois mil anos depois do mesmo instante inicial, era de 2,58 g

Tendo em conta estes dados, determine:


• o valor da constante b para o carbono-14
• a massa de carbono-14 que existia no fóssil, no referido instante inicial.

Apresente os dois valores arredondados às centésimas


Nota - Se, e m cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, três casas

decimais.

b) O rádio-226 é outra substância radioativa. Em relação ao rádio-226, sabe-se que b = -0,43


Verifique que, quaisquer que sejam os valores de a e de t, m �1t\6) é constante.
Determine o valor dessa constante, arredondado às décimas, e interprete esse valor, no contexto
da situação descrita.

10. Admita que a magnitude, M, de um sismo, é dada, na escala de Richter, por


M = 0,67 log E - 3,25 ( log designa logaritmo de base 10)
sendo E a energia, em joules, libertada nesse sismo.
Resolva, recorrendo exclusivamente a métodos analíticos, os dois itens seguintes.
A calculadora pode ser utilizada e m eventuais cálculos n u méricos; sempre que proceder a arredondam entos,
use duas casas decimais.

a) Sejam E1 e E2 as energias libertadas em dois sismos de magnitudes M1 e M2 , respetivamente.

Determine ��, com aproximação às unidades, sabendo que M1 - M2 = 1


Interprete o valor obtido no contexto da situação apresentada.

126
ITENS DE CONSTRUÇÃO

b} O sismo que ocorreu nos Açores, no dia 1 de Abril de 2009, teve magnitude 4,7 na escala de
Richter.
Qual foi a energia libertada nesse sismo?
Escreva o resultado em notação científica, isto é, na forma ax 10 b , sendo b um número inteiro,
e a um número entre 1 e 10.
Apresente o valor de a arredondado às unidades.

11. Numa certa região, uma doença está a afetar gravemente os coelhos que lá vivem. Em consequência
dessa doença, o número de coelhos existentes nessa região está a diminuir.
Admita que o número em milhares, de coelhos que existem nessa região, t semanas após a doença
ter sido detetada, é dado aproximadamente por
f(t)= 3 - 2 �-0,13t ( k designa um número real positivo)

Resolva, usando exclusivamente métodos analíticos, os dois itens seguintes.


A calculadora pode ser utilizada em cálculos n u m é ricos; sempre que, e m cálculos intermédios, proceder a

arredondamentos, conserve, no mínimo, quatro casas decimais.

a) Suponha que k = 10
Ao fim de quantos dias, após a doença ter sido detetada, é que o número de coelhos existentes
na referida região é igual a 9000 ?

b} Admita agora que o valor de k é desconhecido.


Sabe-se que, durante a primeira semana após a deteção da doença, morreram dois mil coelhos e
não nasceu nenhum.
Determine o valor de k, arredondado às décimas.

12. Determine, sem recorrer à calculadora, o conjunto dos números reais que são soluções da inequação

log3 (7x + 6) 2: 2 + log3 (x)

Apresente a sua resposta usando a notação de intervalos de números reais.

127
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

13. Na década de sessenta do século passado, uma doença infeciosa atacou a população de algumas
regiões do planeta.
Admita que, ao longo dessa década, e em qualquer uma das reg1oes afetadas, o número, em
milhares, de pessoas que estavam infetadas com a doença, t anos após o início de 1960, é dado,
aproximadamente, por
/( t) =
3 ekt
l + p é'
em que k e p são parâmetros reais.
Resolva os dois itens seguintes sem recorrer à calculadora, a não ser para efetuar cálculos numéricos.
a) Admita que, para uma certa região, k = � e p =1
Determine o ano em que o número de pessoas que estavam infetadas, nessa região, atingiu 2500
Sempre que, n o s cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo1 três casas

decimais.

b) N uma outra região, constatou-se que havia um milhar de pessoas que estavam infetadas no início
de 1961.
Qual é, para este caso, a relação entre k e p?
Apresente a sua resposta na forma k = -ln (A + B p ), em que A e B são números reais.

14. Na figura, está representada, num


referencial o.n. xOy, parte do gráfico da
função f, de domínio J -oo, 6[, definida
por /(x) = 2 + 1 5 ln(3 - � x) B f------'�
e

Considere que um ponto C se desloca p

ao longo do gráfico de f, e que C tem o A


coordenadas positivas.
Para cada posição do ponto C, considere
o retângulo [OACB], em que o ponto A
pertence ao eixo das abcissas e o ponto B pertence ao eixo das ordenadas.
Determine, recorrendo à calculadora gráfica, a abcissa do ponto A para a qual a área do retângulo
[OACB] é máxima.
Na sua resposta, deve:
• escrever a expressão que dá a área do retângulo [ OACB] em função da abcissa do ponto A;
• reproduzir o gráfico da função ou os gráficos das funções que tiver necessidade de visualizar na
calculadora, devidamente identificado(s), incluindo o referencial;
• indicar a abcissa do ponto A com arredondamento às centésimas.

128
ITENS DE CONSTRUÇÃO

15. Considere a função f, de domínio R e a função g, de domínio ]O, +oo[, definidas por
-x
J(x) = e x-z _ 4e e2+ 4 e g(x) = - ln (x) + 4

a} Mostre que ln ( 2 + 2 Vz) é o único zero da função f, recorrendo a métodos exclusivamente


analíticos.

b} Considere, num referencial o.n. xOy, os gráficos das funções f e g e o triângulo [OAB]

Sabe-se que:
• O é a origem do referencial
• A e B são pontos do gráfico de f
• a abcissa do ponto A é o zero da função f
• o ponto B é o ponto de intersecção do gráfico da função f com o gráfico da função g

Determine a área do triângulo [ OAB], recorrendo à calculadora gráfica.


Na sua resposta, deve:
• reproduzir os gráficos das funções f e g, devidamente identificados, incluindo o referencial;
• assinalar os pontos A e B
• indicar a abcissa do ponto A e as coordenadas do ponto B com arredondamento às centésimas;
• apresentar o valor da área pedida com arredondamento às décimas.

16. Considere, num referencial o.n. xOy, a representação gráfica da função f, de domínio [- 1, 2],
definida por f(x) = -x - 3 1 +ln(x'+l ), o ponto A de coordenadas (2, 0) e um ponto P que se
desloca ao longo do gráfico da função f
Existe uma posição do ponto P para a qual a área do triângulo [AOP] é mínima.
Determine a área desse triângulo, recorrendo à calculadora gráfica.
Na sua resposta, deve:
• reproduzir o gráfico da função ou os gráficos das funções que tiver necessidade de visualizar na
calculadora, devidamente identificado(s), incluindo o referencial;
• indicar o valor da área do triângulo [ AOP] com arredondamento às centésimas.

129
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

17. Considere, num referencial o.n. xOy, a representação gráfica da função f, de domínio [O, 1 0],
X

definida por /(x) =-e 2+ x2 + 8, e dois pontos A e B


Sabe-se que:
• o ponto A é o ponto de intersecção do gráfico da função f com o eixo das ordenadas;

• o ponto B pertence ao gráfico da função f e tem abcissa positiva;


• a reta AB tem declive -2

Determine a abcissa do ponto B, recorrendo à calculadora gráfica.


Na sua resposta, deve:
equacionar o problema;
reproduzir, num referencial, o gráfico da função ou os gráficos das funções que tiver necessidade
de visualizar na calculadora, devidamente identificados;
- indicar o valor da abcissa do ponto B com arredondamento às centésimas.

18. O movimento de uma nave espacial é um movimento de propulsão provocado pela libertação de
gases resultantes da queima e explosão de combustível.
Um certo tipo de nave tem por função o transporte de carga destinada ao abastecimento de uma
estação espacial.
Designemos por x a massa, em milhares de toneladas, da carga transportada por uma nave desse
tipo e por V a velocidade, em quilómetro por segundo, que essa mesma nave atinge no instante em
que termina a q ueima do combustível.
Considere que V é dada, em função de x, por V(X )=3 Jn ( XX:36°0° ) ( x ?': 0)
Nos itens a ) e b), a calculadora só pode ser utilizada em cálculos numéricos; sempre que proceder a
arredondamentos, use duas casas decimais.
a) Admita que uma nave do tipo referido transporta uma carga de 25 mil toneladas.
Determine quanto tempo demora essa nave a percorrer 200 quilómetros a partir do instante em
que termina a queima do combustível, sabendo que a velocidade da nave se mantém constante a
partir desse instante.
Apresente o resultado em segundos, arredondado às unidades.
b) Determine qual deve ser a massa da carga transportada por uma dessas naves, de modo que atinja,
3
após a q ueima da totalidade do combustível, uma velocidade de quilómetros por segundo.
Apresente o resultado em milhares de toneladas, arredondado às unidades.

19. Seja k um n úmero real positivo.

g,1[
Considere a função g, de domínio ]-k, +oo [ , definida por g(x) = In(x + k)
Mostre que: se g(O ) x g(k) < O, então k E
Na resolução deste item, não utilize a calculadora.

130
Limites, Assíntotas, Continuidade, Teorema de Bolzano-Cauchy

1. Aqueceu-se água num recipiente, durante um determinado tempo, num local onde a temperatura
ambiente é constante e igual a 25º Celsius. Interrompeu-se o processo de aquecimento, e nesse
instante, a água começou a arrefecer.
O arrefecimento da água segue a Lei do arrefecimento de Newton, de acordo com o modelo
matemático T( t) � 25 + 48e -o,os t, em que T( t) representa a temperatura da água em graus
Celsius, t minutos após o início do arrefecimento.
E m eventuais cálculos intermédios, sempre que proceder a arredondamentos, use quatro casas decimais.

a) Determine T( O) e tlim
_,.+oo
T( t)
Interprete os valores obtidos, no contexto do problema.

b) Determine ao fim de quanto tempo, após o início do arrefecimento, a temperatura da água


atinge os 36° Celsius. Apresente o resultado em minutos e segundos, com estes arredondados às
unidades.

2. Num determinado dia, um grupo de amigos decidiu formar uma associação desportiva. Admita que,
t dias após a constituição da associação, o número de sócios é dado, aproximadamente, por
2000
N(t) -- 1 + 199 t :O: O
e -0,01t '
Em eventuais cálculos intermédios, sempre que proceder a arredondame ntos, use aproximações às milésimas.

a) Determine N(O) e tlim


-----+oo
N(t)
Interprete os valores obtidos, no contexto do problema.

b) Ao fim de quantos dias se comemorou a inscrição do sócio número 1000?

131
LIMITES, ASSÍNTDTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

3. De uma função g, de domínio R+, sabe-se que a bissetriz dos quadrantes ímpares é uma assíntota
do seu gráfico.
Seja h a função, de domínio R+, definida por h(x) = g(;)
X

Prove que o eixo Ox é uma assíntota do gráfico de h

4. De uma certa função f, de domínio R, sabe-se que:


• f é contínua;
• a reta de equação y = x é assíntota do gráfico de f, quer quando x - +oo, quer quando x - -oo

Mostre que o gráfico da função g, definida, em R, por g (x) = xf(x), não tem qualquer assintota.

5. Seja f : [0, 2 ] - R uma função contínua tal que /(0) = /(2 ) = 0 e /(1) > 0
Prove que existe pelo menos um número real e no intervalo [O, 1] tal que /(e ) = f(c + 1 )
Sugestão: considere a função g : [0, 1] - ll:, definida por g(x) = f(x) - f(x + l)

6. De uma função g, de domínio ]O, +oo[, sabe-se que:


• não tem zeros;
• a reta de equação y = x + 2 é assíntota do seu gráfico.

Seja h a função, de domínio ]O, +oo[, definida por h(x) = (2


g x)
Prove que a reta de equação y= x - 2 é assíntota do gráfico de h

7. Sejam f e g duas funções, ambas de domínio R+


Sabe-se que:
• lim (f(x) - Zx) = O
x ---- +oo
• a função g é definida por g(x) = /(x) + x2

Prove que o gráfico de g não tem assintotas oblíquas.

132
ITENS DE CONSTRUÇÃO

1
R+:4 - x se x > O
8. Considere a função h, de domínio R definida por h(x) = 2 se x = O
e2x - 1 se x < O
X

Resolva, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, os dois itens seguintes.

a) Estude a continuidade de h no domínio R


b) Estude a função h quanto à existência de assíntotas do seu gráfico paralelas aos eixos coordenados
e, caso existam, escreva as suas equações.

9. Considere a função g, de domínio lR, definida por g (x) = e x +x 3


e
Estude, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, a função g, quanto à existência de
assíntotas do seu gráfico e, caso existam, escreva as suas equações.

10. Seja f a função, de domínio R+ , definida por /(x) = 2 + log3 x


Resolva os três itens seguintes sem recorrer à calculadora.

a) Determine o conjunto dos números reais para os quais se tem

Apresente a sua resposta na forma de intervalo de números reais.

b) Determine o valor de /(36 1000 ) - /( 4 1000 )

c) Seja g a função, de domínio R + , definida por g (x) = x + f(x)


Mostre q ue :Jc E [1, 3 ] : g(c) = 5

11. Considere, para um certo número real a positivo, uma função f, contínua, de domínio [-a, a]
Sabe-se que f(-a) = f(a) e f(a) > /(O)

Mostre que a condição /(x) = f(x + a) tem, pelo menos, uma solução em [-a, O]

133
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

12. Considere duas funções g e h, de domínio


Sabe-se que:
R+
• a reta de equação - 1 é assintota do gráfico da função g
y = 2x (x =
• a função h é definida por h ) l - [g x)]
2
X
;
Mostre que o gráfico da função h tem uma assíntota horizontal.

13. Considere a função f, de domínio R, definida por

l ex-4 -3x+11
4 - x
f(x) ln (2ex-e4) x 4=
x< 4 se

se 2::

Resolva os itens seguintes, recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) f x=4
Averigue se a função é contínua em

f
b) O gráfico da função tem uma assíntota oblíqua quando x tende para +=, de equação
y=x+b, b bER
Determine
com

f,
14. Considere a função de domínio )-=, -1[ U
)1, +=[, f(x) =ln(��i) definida por

Resolva os dois itens seguintes recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) f
Estude a função quanto à existência de assíntotas verticais do seu gráfico.

b) Seja a 1f
um número real maior do que
Mostre que a reta secante ao gráfico de nos pontos de abcissas a e -a passa na origem do
referencial.

134
ITENS DE CONSTRUÇÃO

15. O José e o António são estudantes de Economia. O José pediu emprestados 600 euros ao António para
comprar um computador, tendo-se comprometido a pagar o empréstimo em prestações mensais
sujeitas a um certo juro.
Para encontrarem as condições de pagamento do empréstimo, os dois colegas adaptaram uma
fórmula que tinham estudado e estabeleceram um contrato.
Nesse contrato, a prestação mensal p, em euros, que o José tem de pagar ao António é dada por

p = 600x (x > 0)
1 - e-nx
em que n é o número de meses em que o empréstimo será pago e x é a taxa de juro mensal.

Resolva os itens a) e b) recorrendo a métodos analíticos.


Na resolução do item a), pode utilizar a calculadora para efetuar eventuais cálculos numéricos.
a) O José e o António acordaram que a taxa de juro mensal seria 0,3% ( x = 0,003)
Em quantos meses será pago o empréstimo, sabendo-se que o José irá pagar uma prestação
mensal de 24 euros?
Apresente o resultado arredondado às unidades.
Se, em cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, cinco casas
decimais.
b) Determine lim 600x
x--+O 1 - e -n x 1
em função de n, e interprete o resultado no contexto da situação
descrita.

16. Seja g uma função contínua, de domínio R, tal que:


• para todo o número real x, (go g ) (x) = x
• para u m certo número real a, tem-se g( a) > a + 1

Mostre que a equação g( x) = x + 1 é possível no intervalo [a, g( a)]

135
Derivadas

1. Considere a função f, de domínio R_+ , definida por /( x) = ln(x + ; )


Sem recorrer à calculadora, resolva as alíneas seguintes:

a) Estude a função quanto à monotonia e à existência de extremos relativos.

b) Calcule lim
x-+oo
(!( x ) - lnx)

2. Considere a função f, de domínio R_+ , definida por /(x) = 2 x - xlnx


Utilize métodos exclusivamente analíticos para resolver as alíneas seguintes:

a) Determine a abcissa do ponto de intersecção do gráfico de f com o eixo Ox


b) Estude f quanto à existência de assíntotas não verticais do seu gráfico.
c) Na figura está, em referencial o. n. xOy, parte do gráfico da função f

y r

f
B
A
o 1 X

A reta r, tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 1, intersecta o eixo Oy no ponto B e o


eixo Ox no ponto A. Determine a área do triângulo [ AOB]

3. Prove que, para qualquer função quadrática g, existe um e um só ponto do gráfico onde a reta
tangente é paralela à bissetriz dos quadrantes ímpares.

136
ITENS DE CONSTRUÇÃO

4. Seja h a função de domínio ] -1, +oo [ definida por h(x) = 4 - x + ln(x + l )


Resolva, usando métodos analíticos, as alíneas seguintes.

A calculadora pode ser utilizada em eventuais cálculos intermédios; sempre que proceder a arredondamentos,
use, pelo menos, duas casas decimais.

a) Estude a função h, quanto à monotonia, no seu domínio.


Indique os intervalos de monotonia e, se existir algum extremo relativo, determine-o.

b) Justifique, aplicando o Teorema de Bolzano-Cauchy, que a função h tem, pelo menos, um zero
no intervalo [5, 6]

5. Considere a função f, de domínio JR\{ 1}, definida por /( x) = e:


x 1
Recorrendo exclusivamente a processos analíticos, resolva as alíneas seguintes:

a) Estude a função f quanto à monotonia e quanto à existência de extremos relativos.

b) Resolva a equação ln[/( x)] = x ( ln designa logaritmo de base e )

c) Estude a função f quanto à existência de assintotas verticais e horizontais do seu gráfico.

6. Seja f a função, de domínio ]1, +ao[, definida por /( x) = x + x ln( x - 1 )


Sem recorrer à calculadora, resolva as alíneas seguintes:

a) Estude a função quanto à existência de assintotas do seu gráfico.

b) Na figura estão representados, em referencial o.n. xOy, uma reta r y r


e um trapézio [ OPQR]
• Q tem abcissa 2 e pertence ao gráfico de f (o qual não está R 1-------1
representado na figura)
• r é tangente ao gráfico de f no ponto Q
• P é o ponto de intersecção da reta r com o eixo Ox
• R pertence ao eixo Oy e tem ordenada igual à do ponto Q o X

Determine a área do trapézio [ OPQR]. Apresente o resultado na


forma de fração irredutível.

137
DERIVADAS

7. Considere a função f, de domínio JR\{O}, definida por f( x) = 1 + ln( x2)


Recorrendo a métodos exclusivamente analíticos:

a) Determine os pontos de intersecção do gráfico de f com o eixo Ox


b) Estude a função quanto à monotonia e à existência de extremos relativos.

8. Seja f a função de domínio JR+, definida por f(x) =


j ,:x
X e2 -x
se O < x < l

se x 2: 1
a) Sem recorrer à calculadora, resolva as três alíneas seguintes:
al) Estude a função f quanto à existência de assíntotas do seu gráfico.
a2) Mostre que 3x E [4, 5] : f(x) + f(e -1 ) = 0

a3) Estude a função f quanto à monotonia, no intervalo Jo, 1[

b) Seja r a reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 2


Seja s a reta que passa na origem do referencial e é paralela à reta r

A reta s intersecta o gráfico de f num ponto.


Utilizando a sua calculadora, determine as coordenadas desse ponto. Apresente os valores
arredondados às centésimas. Explique como procedeu, apresentando o gráfico, ou gráficos,
obtido(s) na calculadora.

9. Admita que a concentração de um produto químico na água, em gramas por litro, t minutos após a
sua colocação na água, é dada, aproximadamente, por
e( t) = 0,5 t 2 x e -0•1 ', com t 2: O
Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.
a) Mostre que, durante os primeiros 15 minutos após a colocação desse produto químico na água,
houve, pelo menos, um instante em que a concentração do produto foi 13 gramas por litro.
Se utilizar a calculadora em eventuais cálculos numéricos, sempre que proceder a arredonda­
mentos, use três casas decimais.
b) Determine o valor de t para o qual a concentração desse produto químico na água é máxima.

138
ITENS DE CONSTRUÇÃO

10. U m fio encontra-se suspenso entre dois postes. A distância entre ambos é de 30 metros.

Ql
Ul
-

1
o._
o
N

'* f(x)
o

1
o._
o

X

30m

Considere a função f definida por f( x ) = 5( el-O,lx + eü,lx-1 )


Admita que / ( x ) é a distância ao solo, em metros, do ponto do fio situado x metros à direita do
primeiro poste.
a) Determine a diferença de altura dos dois postes. Apresente o resultado na forma de dízima, com
aproximação às décimas.
Nota: sempre que, nos cálculos intermédios, proceder a arredonda mentos, conserve, no mínimo, três

casas decimais.

b) Recorrendo ao estudo da derivada da função f, determine a distância ao primeiro poste do


ponto do fio mais próximo do solo.
e) Determine, com aproximação à décima de metro, a distância ao primeiro poste dos pontos do fio
que se encontram a 15 metros do solo.
Nota: sempre que, nos cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, três

casas decimais.

139
DERIVADAS

11. Admita que a intensidade da luz solar, x metros abaixo da superfície da água, é dada, numa certa
unidade de medida, por
I(x) = ae-h x (x ::> O )

a eb são constantes positivas que dependem do instante e do local onde é efetuada a medição.
Sempre que se atribui um valor a a e um valor a b, obtemos uma função de domínio Ró

a) Medições efetuadas, num certo instante e em determinado local do oceano Atlântico, mostraram
que, a 20 metros de profundidade, a intensidade da luz solar era metade da sua intensidade à
superfície da água.
Determine o valor de b para esse instante e local. Apresente o resultado arredondado às
centésimas.

b) Considere agora b = 0,05 e a = 10


Estude essa função quanto à monotonia e existência de assíntotas do seu gráfico. Interprete os
resultados obtidos no contexto da situação descrita.

12.

/( x) =
j
Considere a função f, de domínio R, definida por
x+1 +1
1 - e x+l
se x 7' -1
(a é um número real)
a+2 se x = -1
Resolva as alíneas seguintes recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

a) Determine a sabendo que f é contínua em x = -1

b) Seja f' a derivada de f


Mostre, sem resolver a equação, que J'( x) = ! tem, pelo menos, uma solução em ] O, 1[
Se utilizar a calculadora em eventuais cálculos numé ricos, sempre que proceder a arredondamentos,
use duas casas decimais.

13. Considere a função f, de domínio [O, +ao[, definida por


e Z-x - 1 se O :S x < 2
x-2
f(x) =
x+l se x ::> 2
ln(x + l )
Resolva as alíneas seguintes recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

a) Estude f quanto à existência de assíntotas verticais do seu gráfico.

140
ITENS DE CONSTRUÇÃO

b} Mostre, sem resolver a equação, que f( x) = -3 tem, pelo menos, uma solução em [O, �]
e) Estude f quanto à monotonia em ]2, +oo[

14. Pretende-se ligar uma fábrica F a uma central de tratamento de resíduos C, por meio de uma conduta,
conforme a figura.
• A conduta deve seguir ao longo de um muro, até um certo --- 4 Km __ ..,

ponto B, e daí deve seguir em linha reta até à central de Muro

tratamento. F B t
• Designou-se por A o ponto do muro mais próximo da central 2 Km

de tratamento. í
e
• A distância da fábrica ao ponto A é de 4 Km, e a distância deste
ponto à central é de 2 Km.
• Designou-se por x a distância entre A e B (em quilómetros).

O preço de colocação da conduta é:


• três mil contos por quilómetro, ao longo do muro;
• cinco mil contos por quilómetro, do muro à central de tratamento.

a) Mostre que o preço de colocação da conduta, em milhares de contos, é dado, em função de x,

por p(x) = 12 - 3 x + S /x2 +4 (x c ]0, 4[)

b} Determine o valor de x para o qual o preço de colocação da conduta é mínimo.

15. De uma função f, de domínio lR, sabe-se que:


• f tem derivada finita em todos os pontos de R
• f(ü) = -1
• f é estritamente crescente em R - e é estritamente decrescente em JR+

Seja g a função, de domínio R, definida por g( x) = [!( x) J 2


Prove que 1 é o mínimo da função g

16. Seja f uma função de domínio R, com derivada finita em todos os pontos do domínio, e crescente.
Sejam a e b dois quaisquer números reais. Considere as retas r e s, tangentes ao gráfico de f nos
pontos de abcissas a e b, respetivamente.
Prove que as retas r e s não podem ser perpendiculares.

141
DERIVADAS

17. De uma certa função


• /(1 ) = 0
f:
R+ R sabe-se que:

;
• a sua derivada, f', é definida por f'(x) = nx
1+

a) f
Escreva uma equação da reta tangente ao gráfico de no ponto de abcissa 1

x=
b) Poderá concluir-se que f é contínua para 1 ? Justifique a sua resposta.

e) Mostre que /" ( x) = -J�x f


X
e estude quanto ao sentido das concavidades do seu gráfico e à
existência de pontos de inflexão.
�l x l x< 1 se
18. Considere a função f,de domínio R, definida por /(
x) = + Jnx x 2: 1 2 se
X

a) O gráfico de f admite uma assíntota horizontal.


Seja P o ponto de intersecção dessa assíntota com a reta tangente ao gráfico de f no ponto de
abcissa e
Determine as coordenadas do ponto P recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

b) Existem dois pontos no gráfico de f cujas ordenadas são o cubo das abcissas.
Determine as coordenadas desses pontos recorrendo à calculadora gráfica.
Na sua resposta, deve:
• equacionar o problema;
• reproduzir o gráfico da função ou os gráficos das funções que tiver necessidade de visualizar na
calculadora, devidamente identificado(s), incluindo o referencial;
• assinalar esses pontos;

• indicar as coordenadas desses pontos com arredondamento às centésimas.

19. De uma função f, de domínio R, sabe-se que a sua derivada é dada por

f'(x)=(x +l)ex-lOx
Seja A o único ponto de inflexão do gráfico de f
Recorrendo às capacidades gráficas da sua calculadora, determine a abcissa do ponto A,
arredondada às décimas. Explique como procedeu. Inclua, na sua explicação, o(s) gráfico(s) que
obteve na calculadora.

142
ITENS DE CONSTRUÇÃO

20. Considere, para cada a E ] O, 1 [, a função, de domínio Jl'.+, definida por f( )


x = xª

Prove que, qualquer que seja o valor de a f


E ] O, l[, o gráfico da função tem a concavidade voltada
para baixo.

21. Num certo dia, o Fernando esteve doente e tomou, às 9 horas da manhã, um medicamento cuja
concentração C( t ) no sangue, em mg/l, t horas após o medicamento ter sido ministrado, é dada
por
e( t) = z t rº·3 ' t 2: o)
(
Resolva, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, as alíneas seguintes.

a) Calcule lim C( t ) e interprete esse valor no contexto da situação apresentada.


t- +oo
b) Determine a que horas se verificou a concentração máxima.
Apresente o resultado em horas e minutos, arredondando estes às unidades.

Nota: A calculadora pode ser utilizada em eventuais cálculos numé ricos; sempre q u e proceder a

arredondamentos, use três casas decimais.

22. Considere a função f, de domínio R definida por f( ) x = 3 + 4x2 e -x

Resolva as alíneas seguintes, usando exclusivamente métodos analíticos.

a) Mostre que o gráfico da função f tem uma única assíntota e escreva uma equação dessa
assíntota.

b) Mostre que a função f tem um único mínimo relativo e determine-o.


e) Seja g a função, de domínio ll'.\{O}, definida por g( x) ln [f(x ) - 3 ]
=x+

Determine os zeros da função g

143
DERIVADAS

23. De uma certa função f, sabe-se que:


• o seu domínio é ]1, +oo[
• a sua derivada é dada por f'(x) = x2 - 4x + � - 4 ln(x - 1)
a) Na figura, estão representadas:
y
• parte do gráfico da função f
•a reta r que é tangente ao gráfico da função f no
ponto A, de abcissa 2
• a reta s que é tangente ao gráfico da função f no
ponto B o 2 b X

As retas r e s são paralelas.


Seja b a abcissa do ponto B

Determine, recorrendo à calculadora gráfica, o valor de b


Na sua resposta, deve:
• equacionar o problema;
• reproduzir e identificar o(s) gráfico(s) que tiver necessidade de visualizar na calculadora para
resolver graficamente a equação;
• assinalar o ponto relevante para a resolução do problema;
• apresentar o valor de b arredondado às centésimas.

b) Tal como a figura sugere, o gráfico da função f tem um ponto de inflexão.


Determine a abcissa desse ponto, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

24.

f(x) =
l ee4xx-1
Considere a função f, de domínio lll!.\{O}, definida por

-1
se x < O

x ln(x) se x > O

Resolva as alíneas a) e b) recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Estude a função f quanto à existência de assintotas verticais do seu gráfico.

b) Seja g a função, de domínio Jll!.+ , definida por g( x) = J( x ) - x + ln 2 x


Estude a função g quanto à monotonia e quanto à existência de extremos relativos em ] O, e]
144
ITENS DE CONSTRUÇÃO

Resolva a alínea seguinte recorrendo à calculadora gráfica.


c) Considere, num referencial o.n. xOy, a representação gráfica da função g, de domínio JR+ ,
definida por g(x) =/(x) - x + ln 2 x

Sabe-se que:
• A é o ponto de coordenadas ( 2, O)
• B é o ponto de coordenadas (5, O)
• P é um ponto que se desloca ao longo do gráfico da função g
Para cada posição do ponto P, considere o triângulo [ABP]
Determine as abcissas dos pontos P para os quais a área do triângulo [ ABP] é 1
Na sua resposta, deve:
• equacionar o problema;

• reproduzir o gráfico da função ou os gráficos das funções que tiver necessidade de visualizar na
calculadora, devidamente identificado(s), incluindo o referencial;
• indicar as abcissas dos pontos P com arredondamento às centésimas.

25. Considere, para um certo número real k positivo, a função f, de domínio lR, definida por
3x se x < O
1 - e2x
/(x) = lnk se x = O

x + 1 ) se x > O
L2 - ln (_fu_
Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.
a) Determine k de modo que xlim
- o-
/( x) = f( O)
b} Mostre que ln ( IJ) é um extremo relativo d a função f n o intervalo ]ü, +oo[

26. Considere as funções f e g, de domínio ]-oo, o[, definidas por


/(x) = x - 1 + ln(-x) g(x) =-x + /(x)
X
e

Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.


a) Estude a função f quanto à existência de assíntotas do seu gráfico e, caso existam, indique as
suas equações.
b) Mostre que a condição /( x) =-e tem, pelo menos, uma solução em [-e, -1]
c) Estude a função g quanto à monotonia e quanto à existência de extremos relativos.
Na sua resposta, deve indicar o(s) intervalo(s) de monotonia e, caso existam, os valores de x para
os quais a função g tem extremos relativos.

145
DERIVADAS

27. Considere a função g, de domínio JR+ , definida por g(x) = 1 + 1nx


X

a) Estude a função g quanto à monotonia e quanto à existência de extremos relativos, recorrendo


a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.
Na sua resposta, deve indicar o(s) intervalo(s) de monotonia e, caso existam, os valores de x para
os quais a função g tem extremos relativos.
b) Considere, num referencial o.n. xOy, a representação gráfica da função g, os pontos A e B, e
a reta r de equação y = mx, com m < O
Sabe-se que:
• os pontos A e B pertencem ao gráfico da função g
• a abcissa do ponto A é o zero da função g
• o ponto B é o ponto de intersecção da reta r com o gráfico da função g
• a área do triângulo [OAB] é igual a 1

Determine a abcissa do ponto B, recorrendo à calculadora gráfica.


Na sua resposta, deve:
equacionar o problema;
reproduzir, num referencial, o gráfico da função ou os gráficos das funções visualizados,
devidamente identificados;

1
indicar a abcissa do ponto A e a abcissa do ponto B com arredondamento às centésimas.

2 x+ 1 + e-x se x :S O
28. Seja f a função, de domínio R, definida por f ( x) =
3x + lnx se x>O
X

Resolva as alíneas seguintes recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Seja t a reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa 1


Determine a equação reduzida da reta t

b) Estude a função f quanto à existência de assintotas do seu gráfico.


Na sua resposta, deve:
• mostrar que existe uma única assintota vertical e escrever uma equação dessa assintota;
• mostrar que existe uma assintota horizontal quando x +oo e escrever uma equação dessa

assintota;
• mostrar que não existe assintota não vertical quando x -oo �

146
ITENS DE CONSTRUÇÃO

e) Na figura, estão representados, num referencial o.n. y


xOy, parte do gráfico da função f, os pontos A e B,
ambos pertencentes ao gráfico de f, e a reta AB
B
Sabe-se que: f
• a reta AB é paralela à bissetriz dos quadrantes pares;
A
• os pontos A e B têm abcissas simétricas;
• a abcissa do ponto A pertence ao intervalo ] ü , 1[

Seja a a abcissa do ponto A o X

Determine o valor de a, recorrendo à calculadora gráfica.


Na sua resposta, deve:
• equacionar o problema;
• reproduzir, num referencial, o gráfico da função ou os gráficos das funções que visualizar na
calculadora, devidamente identificado(s);
• indicar o valor de a, com arredondamento às milésimas.

29. Na figura, está representado um recipiente cheio de um líquido viscoso. p

Tal como a figura ilustra, dentro do recipiente, presa à sua base,


encontra-se uma esfera. Essa esfera está ligada a um ponto P por uma
mola esticada.
Num certo instante, a esfera é desprendida da base do recipiente e inicia
um movimento vertical. Admita q ue, t segundos após esse instante, a
distância, em centímetros, do centro da esfera ao ponto P é dada por

d( t ) = 10 + (5 - t)e -o,os t (t 2- ü )

a) Sabe-se que a distância do ponto P à base do recipiente é 16 cm


Determine o volume da esfera.
Apresente o resultado em cm3 , arredondado às centésimas.

b) Determine o instante em que a distância do centro da esfera ao ponto P é mínima, recorrendo a


métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

147
DERIVADAS

j
30. Seja f a função, de domínio R, definida por

x<�
-z
e x - fe se
f(x) = Zx- 1
(x+ l)lnx se x .1
>

Resolva as alíneas a) e b) recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Averigue da existência de assíntotas verticais do gráfico da função f

b} Estude a função f quanto ao sentido das concavidades do seu gráfico e quanto à existência de
pontos de inflexão, no intervalo ] �, +oo [
Na sua resposta, apresente:
• o(s) intervalo(s) em que o gráfico de f tem concavidade voltada para baixo;
• o(s) intervalo(s) em que o gráfico de f tem concavidade voltada para cima;
• as coordenadas do(s) ponto(s) de inflexão do gráfico de f

c) Mostre que a equação f(x) = 3 é possível em [ 1, e] e, utilizando a calculadora gráfica, determine


a única solução desta equação, neste intervalo, arredondada às centésimas.
Na sua resposta:
• recorra ao teorema de Bolzano-Cauchy para provar que a equação f(x) = 3 tem, pelo menos,
uma solução no intervalo (1, e]
• reproduza, num referencial, o(s) gráfico(s) da(s) função(ões) que visualizar na calculadora,
devidamente identificado(s);
• apresente a solução pedida.

31. Seja f a função, de domínio R, definida por


{
1 + xe x
f( x) = ln(x - 3 ) - ln ( x )
se
se
x :S 3
x>3
Resolva as alíneas seguintes recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Estude a função f quanto à existência de assíntotas horizontais do seu gráfico.

b) Resolva, em J-oo, 3 J, a condição f( x) - Zx > 1


Apresente o conjunto solução, usando a notação de intervalos de números reais.

c) Determine a equação reduzida da reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa 4

148
ITENS DE CONSTRUÇÃO

32. Admita que, ao longo dos séculos XIX, XX e XXI, o número de habitantes, N, em milhões, de uma
certa região do globo é dado aproximadamente por

200
N =
1 + 5oe -o,z s t (t 2: 0 )
em que t é o tempo medido em décadas e em que o instante t = O corresponde ao final do ano
1800.
a) Determine a taxa média de variação da função N no intervalo [ 10, 20]
Apresente o resultado arredondado às unidades.
Interprete o resultado, no contexto da situação descrita.

33, Seja f uma função, de domínio JR, cuja derivada, f', de domínio R, é dada por
f'(x) = e x ( x 2 + x + l )
Resolva as alíneas seguintes recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Sejam p e q dois números reais tais que

p= lim f(x) - f(-1) e q = - 1_


X-+ -1 x+l p

Determine o valor de q e interprete geometricamente esse valor.


b} Estude a função f quanto ao sentido das concavidades do seu gráfico e quanto à existência de
pontos de inflexão.
Na sua resposta, apresente:
- o(s) intervalo(s) em que o gráfico de f tem concavidade voltada para baixo;
- o(s) intervalo(s) em que o gráfico de f tem concavidade voltada para cima;
- a(s) abcissa(s) do(s) ponto(s) de inflexão do gráfico de f

149
DERIVADAS

34. Na figura, está representada uma secção de uma ponte pedonal que liga as duas margens de um rio.
A ponte, representada pelo arco PQ, está suportada por duas paredes, representadas pelos
segmentos de reta [OP] e [RQ]. A distância entre as duas paredes é 7 metros.
O segmento de reta [OR] representa a superfície da água do rio.

"1'4--- 7m
Q

o R

Considere a reta OR como um eixo orientado da esquerda para a direita, com origem no ponto O
e em que uma unidade corresponde a 1 metro.
Para cada ponto situado entre O e R, de abcissa x, a distância na vertical, medida em metros, desse
ponto ao arco PQ é dada por
/( x ) =
9-2,S(e1 - 0,2 x + eo,z x- 1 ) , com x E [O, 7]
Resolva as alíneas a) e b} recorrendo a métodos analíticos; utilize a calculadora apenas para efetuar
eventuais cálculos numéricos.

a) Seja S o ponto pertencente ao segmento de reta [OR] cuja abcissa x verifica a equação

Resolva esta equação, apresentando a solução arredondada às décimas, e interprete essa solução
no contexto da situação descrita.
Se, em cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, duas casas
decimais.

b} O clube náutico de uma povoação situada numa das margens do rio possui um barco à vela.
Admita que, sempre que esse barco navega no rio, a distância do ponto mais alto do mastro à
superfície da água é 6 metros.
Será que esse barco, navegando no rio, pode passar por baixo da ponte?
Justifique a sua resposta.

150
ITENS DE CONSTRUÇÃO

35. Seja / R+ � R+ uma função tal q ue f'(x) < O, para qualquer número real positivo x
:

Considere, num referencial o.n. xOy,


• um ponto P, de abcissa a, pertencente ao gráfico de f
• a reta r, tangente ao gráfico de f no ponto P
• o ponto Q, ponto de intersecção da reta r com o eixo Ox

Sabe-se que OP = PQ
Determine o valor de f'(a) + f(a)
a
36. Considere a função f, de domínio R+, definida por /(x) lnx
X
=

Resolva as alíneas a), b) e c) recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Estude a função f quanto à existência de assíntotas do seu gráfico paralelas aos eixos coordenados.

b) Resolva a inequação /(x) > 2 ln x


Apresente o conjunto solução usando a notação de intervalos de números reais.

e) Para um certo número real k, a função g, de domínio R' , definida por g(x) =k+
X
f(x), tem
um extremo relativo para x=1
Determine esse número k

151
DERIVADAS

37. Pretende-se eliminar um poluente diluído na água de um tanque de um viveiro. Para tal, é escoada
água por um orifício na base do tanque e, em simultâneo, é vertida no tanque água não poluída, de
tal modo que a quantidade total de água no tanque se mantém.
Admita que a massa, p, de poluente, medida em gramas, t horas após o início do processo, é, para
um certo número real positivo k, dada por

p( t ) � 12o e-" ' (t 2: 0)

Resolva os itens a) e b) recorrendo exclusivamente a métodos analíticos.


Na resolução do item b}, pode utilizar a calculadora para efetuar eventuais cálculos numéricos.

a) Determine o valor de k, sabendo que, duas horas após o início do processo, a massa de poluente
é metade da existente ao fim de uma hora.
Apresente o resultado na forma ln a, com a>1

b) Admita agora que k � O, 7


Determine a taxa média de variação da função p no intervalo [O, 3 ] e interprete o resultado
obtido no contexto da situação descrita.
Apresente o valor da taxa média de variação arredondado às unidades.
Se, em cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, duas casas
decimais.

152
Funções Trigonométricas

1. Na figura está representado um quadrado [ ABCD ], de lado 1


O ponto E desloca-se sobre o lado [AB], e o ponto F desloca­
se sobre o lado [AD], de tal forma que se tem sempre AE = AF
Para cada posição do ponto E, seja x a amplitude do ângulo
( l � � [)
BEC x E ,

Recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, resolva as E


alíneas seguintes:

a) Mostre que o perímetro do quadrilátero [ CEAF] é dado, em função de x, por


2 2
f(x) - 2 tgx + __
-

senx
__

b} Calcule lim f( x) e interprete geometricamente o valor obtido.


rr-
x-z
e) Mostre que f'( x) = 2 -sen2 �osx
x e estude a função f quanto à monotonia.

2. Considere a função g definida em [o, ir] por g(x) =senx + sen(2x)


a) Determine os zeros da função g
b) Estude, quanto à existência de assintotas, a função h definida em [ O, irJ\{ ir2} por h (x) = cosx
g( x)
e) Mostre que, para qualquer x E ]o, �[, g(x) é a área de um triângulo [ABC], em que:
• x é a amplitude do ângulo BCA B

• BC = 2
2
• [EH] é a altura relativa ao vértice B
• AH = 1
X
A e
H

153
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

3. Considere a função /, de domínio ]-ir, ir[, definida por f(x) = 1 +cosx


cosx
Sem recorrer à calculadora, resolva as alíneas seguintes.

a) Estude a função quanto à existência de assíntotas do seu gráfico.

b) Mostre que a função f tem um máximo e determine-o.

e) Na figura está representada, em referencial o.n. xOy, uma parte do gráfico da função f

y
f

Na mesma figura está também representado um trapézio [ OPQR]


O ponto O é a origem do referencial, e os pontos P e R pertencem aos eixos Ox e Oy,
respetivamente.
Os pontos P e Q pertencem ao gráfico de f
Sabendo que o ponto R tem ordenada � , determine a área do trapézio.

4. Considere a função f, de domínio [O, � [• definida por f(x) = Zx - tgx

Utilize métodos exclusivamente analíticos para resolver as duas alíneas seguintes:

a) Estude f quanto à existência de assíntotas do seu gráfico.

b) Estude f quanto à monotonia e existência de extremos relativos.

154
ITENS DE CONSTRUÇÃO

5. De uma função f, de domínio [-rr, rr ], sabe-se que a sua derivada f' está definida igualmente no
intervalo [-rr, rr] e é dada por f'(x) = x + Z cosx

a) Utilizando métodos exclusivamente analíticos, resolva as duas alíneas seguintes:

al) Determine o valor de lim f(x) - f(O)


x-0 X

a2) Estude a função f quanto às concavidades do seu gráfico e determine as abcissas dos pontos
de inflexão.

b) O gráfico de f contém um único ponto onde a reta tangente é paralela ao eixo Ox. Recorrendo
à sua calculadora, determine um valor arredondado às centésimas para a abcissa desse ponto.
Explique como procedeu.

6. Considere a função, de domínio JR+, definida por f( x) = x + sen JS.X


a) Utilize métodos exclusivamente analíticos para resolver as três alíneas seguintes:
al) Estude a função f quanto à existência de assíntotas não verticais do seu gráfico.
a2) Determine uma equação da reta tangente ao gráfico de f, no ponto de abcissa 2
a3) Prove que, no intervalo ]l, +ao[, a função f não tem zeros.

b) Recorrendo às capacidades gráficas da sua calculadora, determine o número de zeros da função f,


no intervalo [�
, +ao [
Explique como procedeu, apresentando o gráfico, ou gráficos, em que se baseou para dar a sua
resposta.

7. Considere a função f, de domínio [-�, 32IT ], definida por f(x) = x + senx


Sem recorrer à calculadora, resolva as alíneas seguintes.

a) Utilizando a definição de derivada de uma função num ponto, calcule f'(ü)


b) Estude a função f quanto ao sentido das concavidades do seu gráfico e quanto à existência de
pontos de inflexão.

c) Determine os valores de x, pertencentes ao intervalo [-�, 3; ], tais que f( x) = x + cosx

155
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

8. Seja f a função, de domínio [ O, 2 rr ], definida por /( x) = senx


a) Na figura junta estão representados: y r

• o gráfico da função f

• duas retas, r e s, tangentes ao gráfico de f, nos b


o a X
pontos de abcissas a e b, respetivamente.
Prove que, se a + b = 2 rr, então as retas r e s são s
paralelas.

b} Sem recorrer à calculadora, estude, quanto à existência de assintotas do seu gráfico, a função g,
de domínio J O, 2 rr[\{rr}, definida por g( x) =
J(x)
9. Considere as seguintes funções:
• f, de domínio lR., definida por /( x) = 2 senx

• g , de domínio JR.\{ü}, definida por g(x) =


senx
X

Sem recorrer à calculadora, resolva as alíneas seguintes:

a) Estude a função g quanto à existência de assintotas verticais do seu gráfico.


b) Determine as abcissas, pertencentes ao intervalo ] O, rr J dos pontos de intersecção dos gráficos
das duas funções.

c) Determine os valores de k para os quais a equação /( x) = k tem exatamente uma solução no


intervalo [-rr, rr J

10. Considere a função g, de domínio lR., definida por g( x) = 2 + sen( 4x)


Resolva, usando métodos analíticos, as alíneas seguintes.

a) Determine g'(ü), recorrendo à definição de derivada de uma função num ponto.

b} Estude a monotonia da função g, no intervalo O, ] � [, indicando o valor dos extremos relativos,


caso existam, e os intervalos de monotonia.

11. Considere a função f, de domínio [ O, rr ], definida por /( x) = 2 sen( x) cos ( x) + 2


O gráfico da função f intersecta a reta y=1 num só ponto.
Determine, recorrendo exclusivamente a métodos analíticos, as coordenadas desse ponto.

156
ITENS DE CONSTRUÇÃO

12.

l
Seja f a função, de domínio [-rr, +oo[, definida por:
r4x+l
f(x) = 3sen(x)
se x ::> O

xz se - rr <:'. x < O
Estude a função f quanto à existência de assíntotas do seu gráfico, paralelas aos eixos coordenados,
escrevendo as suas equações, caso existam.

13. Considere a função f, de domínio [O, 2 rr ], definida por


l l + ln(rr - x) se O <:: x < rr
f(x) =
cos(Zx) se rr <:'. x <:'. 2 rr
a) Estude f quanto à continuidade.

b) Determine os zeros de f

c) Seja a E [ rr, 2 rr] tal que cos a = � . Determine f( a)

11
14. Considere a função f : lR - R, definida por

+ xZ ex+l se x <:'. O
f(x) x + senx
=

X
se x>O
a) Estude a função f quanto à continuidade.

b) Mostre que f admite um único máximo no intervalo ]-oo, o[ e determine-o.

e) Seja r a reta de equação y=1

Mostre que existem infinitos pontos de intersecção da reta r com o gráfico de f

157
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

15. Considere as funções f e g, definidas em lR por


/(x) = ex -l e g(x)= senx
Considere ainda a função h, definida em lR por h(x) = f'(x) - g'(x)
Sem recorrer à calculadora, a não ser para efetuar eventuais cálculos numéricos, resolva as alíneas
seguintes:

a) Mostre que a função h tem, pelo menos, um zero no intervalo [O, �]


b) Tendo em conta a alínea a), justifique que existe a E [O, �] tal que as retas tangentes aos
gráficos de f e g, nos pontos de abcissa a, são paralelas.

16. Seja f : lR - lR a função definida por

f(x) =
1 e-X
X
se x< O
sen(2x) - cosx se x 2: O
a) Recorrendo exclusivamente a processos analíticos (ou seja, sem utilização da calculadora), resolva
as alíneas seguintes:
al) Estude a função f quanto à existência de assintotas verticais do seu gráfico.
a2) Verifique se a função f tem máximo no intervalo ]-oo, O [ e, em caso afirmativo, determine-o.
a3) Determine os zeros de f no intervalo ]-3, 3 [
b) Recorrendo à sua calculadora, determine as soluções inteiras da inequação /( x) > x 4 -

pertencentes ao intervalo [-6, 6]. Explique como procedeu.

17. Para a, b e n, números reais positivos, considere a função f, de domínio R definida por
/( x) = a cos(nx) + b sen(nx)
Seja /" a segunda derivada da função f

Mostre que /" ( x) + n 2f( x) = O, para qualquer número real x

158
ITENS DE CONSTRUÇÃO

18. Duas povoações, A e B, distanciadas 8 km uma da outra, estão a igual distância de uma fonte de
abastecimento de água, localizada em F
Pretende-se construir uma canalização ligando a fonte às duas povoações, como se indica na figura
abaixo. A canalização é formada por três canos: um que vai da fonte F até um ponto P e dois que
partem de P, um para A e outro para B. O ponto P está a igual distância de A e de B
F

T
4 km

Tem-se ainda que:


• o ponto M, ponto médio de [ AB], dista 4 km de F
• ( [O, � ])
x é a amplitude do ângulo PAM x E

a) Tomando para unidade o quilómetro, mostre que


o comprimento total da canalização é dado por
g(x) = 4 + 8 - 4 senx
cosx
(Sugestão: comece por mostrar que PA -4- e que FP = 4 - 4 tgx )
=
cosx

O)
b) Calcule g( e interprete o resultado obtido, referindo a forma da canalização e consequente
comprimento.

e) Determine o valor de x para o qual o comprimento total da canalização é mínimo.

159
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

19. Duas bolas de plástico com o mesmo raio, uma branca e outra preta, flutuam na superfície de um
líquido contido num recipiente.
Por ação de uma força exterior, o líquido perdeu o estado de repouso em que se encontrava, tendo
a distância de cada uma das bolas à base do recipiente deixado de ser constante.


b(t)

Designando por b( t) e p( t) as distâncias, em cm, dos centros das bolas (branca e preta,
respetivamente) à base do recipiente, t segundos após o início da perturbação, admita que se tem:
b( t) = 10 + e-0•1 'sen(rrt) t :>: O
p(t) = 10 - 1,37e -0• 1 'sen(rrt) t :>: O
a) Sem recorrer à calculadora, resolva o seguinte problema:
Durante os primeiros cinco segundos após o início da perturbação (instantes O e 5 incluídos),
houve alguns instantes em que as duas bolas estiveram a igual distância da base do recipiente.
Quantas vezes isso aconteceu?

Determine a distância que vai do centro da bola


o
b)
branca ao centro da bola preta, meio segundo após o 1
1
1
• 1
início da perturbação, sabendo que, nesse instante, a 1

distância entre as respetivas projeções horizontais (na


base do recipiente) é de 2,5 cm. Apresente o resultado
em cm, arredondado às décimas.
r- 2,s cm �
Nota: sempre que, nos cálculos interméd ios, proceder a arredondam entos, conserve, no mínimo, duas

casas decimais.

160
ITENS DE CONSTRUÇÃO

20. Seja f a função, de domínio [O, � ], definida por /( x) = sen(Zx) cosx

a) Determine, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, a equação reduzida da reta


tangente ao gráfico de f, no ponto de abcissa O
b) No domínio indicado, determine, recorrendo às capacidades gráficas da sua calculadora, um
valor, aproximado às décimas, da área do triângulo [ABC], em que:
• A é o ponto do gráfico da função f cuja ordenada é máxima
• B e C são os pontos de intersecção do gráfico da função f com a reta de equação y = 0,3

Reproduza, na folha de respostas, o gráfico, ou gráficos, visualizado(s) na calculadora, devidamente


identificado(s), incluindo o referencial.
Desenhe o triângulo [ABC] assinalando os pontos que representam os seus vértices.

Nota: Nas coordenadas dos vértices em que é necessário fazer arredondamentos, utilize duas casas

decimais.

21. O
Seja a função f, de domínio [ , ir [, definida por /( x) = e x cosx

a) Estude, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos, a função f, quanto à monotonia e


quanto à existência de extremos relativos, indicando os intervalos de monotonia e, caso existam,
os extremos relativos.

b) Determine, recorrendo às capacidades gráficas da sua calculadora, um valor aproximado às


décimas, da área do trapézio [OABC], em que:
• O é a origem do referencial
• A é o ponto de intersecção do gráfico da função f com o eixo Oy
• B é o ponto do gráfico de f tal que a reta AB é paralela ao eixo Ox
• C é o ponto de intersecção do gráfico da função f com o eixo Ox

Reproduza, na folha de respostas, o gráfico visualizado na calculadora, incluindo o referencial.


Desenhe o trapézio [ OABC], assinalando os pontos que representam os seus vértices.

Nota: Nas coordenadas dos vértices em que é necessário fazer arredonda mentos, utilize duas casas

decimais.

161
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

22. Considere a função /, de domínio ]o, � [, definida por /( x) = e2x + cosx - 2x2

Sabe-se que:
• B é um ponto do gráfico de f
• a reta de equação y = Bx é paralela à reta tangente ao gráfico de f no ponto B
Determine, recorrendo à calculadora gráfica, a abcissa do ponto B
Na sua resposta, deve:
• equacionar o problema;
• reproduzir o gráfico da função ou os gráficos das funções que tiver necessidade de visualizar na
calculadora, devidamente identificado(s), incluindo o referencial;
• indicar a abcissa do ponto B com arredondamento às centésimas.

23. Na figura, estão representados, num referencial o.n. xOy uma circunferência e o triângulo
, [OABJ
y

o 1 A X

Sabe-se que:
• a circunferência tem diâmetro [ OA J
• o ponto A tem coordenadas ( 2, O )
• o vértice O do triângulo [ OAB J coincide com a origem do
referencial;
• o ponto B desloca-se ao longo da semicircunferência
superior.

Para cada posição do ponto B, seja a a amplitude do ângulo AOB, com a E ] O, � [


Resolva as duas alíneas seguintes, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

a) Mostre que o perímetro do triângulo [OABJ é dado, em função de a, por

f ( a ) = 2 ( 1 + cos a + sena )

b) Determine o valor de a, para o qual o perímetro do triângulo [ OAB] é máximo.

162
ITENS DE CONSTRUÇÃO

24. Seja f a função, de domínio ] O, 3[, definida por f( x) = x lnx + sen ( 2 x)

O ponto A pertence ao gráfico da função f


Sabe-se que a reta tangente ao gráfico da função f no ponto A tem declive 3
Determine a abcissa do ponto A
Na resolução deste item deve:
• traduzir o problema por uma equação;

• resolver graficamente essa equação, recorrendo à calculadora;


• indicar o valor pedido arredondado às centésimas.

Deve reproduzir e identificar o gráfico, ou os gráficos, que tiver necessidade de visualizar na


calculadora, incluindo o referencial, e deve assinalar, no(s) gráfico(s), o(s) ponto(s) relevante(s).

25. De duas funções f e g sabe-se que:


• f tem domínio R e é definida por f( x) =
7r - 4 sen(Sx)
• g tem domínio ]- 237r , -� [ e g' , primeira derivada de g, tem domínio ]- 237r , � [ e é -

definida por g' ( x) log2


= (-� - x )
Resolva as alíneas a) e b} recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

x-D fr)
a) Calcule o valor de lim x
X - 1l:
b} Estude a função g quanto ao sentido das concavidades do seu gráfico e quanto à existência de
pontos de inflexão no intervalo ]- 237r , -� [
Resolva a alínea seguinte, recorrendo às capacidades gráficas da sua calculadora.

c) Seja h a função, de domínio ]- 237r , -� [, definida por h( x) = f( x ) - g( x)


O ponto A pertence ao gráfico da função h
Sabe-se que a reta tangente ao gráfico da função h no ponto A é paralela ao eixo Ox
Determine a abcissa do ponto A.
Na sua resposta deve:
• equacionar o problema;

• reproduzir o gráfico da função, ou os gráficos das funções, que tiver necessidade de visualizar

na calculadora, devidamente identificado(s), incluindo o referencial;


• indicar a abcissa do ponto com arredondamento às décimas.

163
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

26.

j
Considere a função J, de domínio ]-oo, 2 ] , definida por
ir

ax + b + ex se x :S O
/(x) = x - se (2x) com a, b E R
; se O < x :S 2 ir

Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

a) Prove que a reta de equação y = ax + b, com a 1 O, é uma assintota oblíqua do gráfico de f


b) Determine o valor de b, de modo que f seja continua em x = O

27. Na figura, está representada, num referencial o.n. xOy, parte do


y
gráfico da função J, de domínio R definida por /( x) = 4 cos(2x)

Sabe-se que:
• os vértices A e D do trapézio [ ABCD] pertencem ao eixo Ox
• o vértice B do trapézio [ ABCD] pertence ao eixo Oy
7t B
• o vértice D do trapézio [ ABCD] tem abcissa e
6
• os pontos A e C pertencem ao gráfico de f
• a reta CD é paralela ao eixo Oy

Resolva as alíneas seguintes recorrendo a métodos exclusivamente


analíticos.

a) Determine o valor exato da área do trapézio [ABCD]


b) Sejaf' a primeira derivada da função f e seja f" a segunda derivada da função f
Mostre que /(x) + f'(x) + /"(x) = -4(3 cos(2x) + 2 sen(2x)) para qualquer n úmero real x

164
ITENS DE CONSTRUÇÃO

28. Considere a função f, de domínio R, definida por


senx se x< O
1 - / 1 - x3
f(x) = 1 - ek+l se x = 0 com kcR
1 - e4x se x > O
X

Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

a) Determine k, de modo que X--+Ü+


lim f( x) = f( O)
b) Estude a função f quanto à existência de assintotas verticais do seu gráfico.
e) Seja g uma função, de domínio JR+, cuja derivada g', de domínio R+ , é dada por
g'(x) = f(x) - 1-X . Estude a função g quanto ao sentido das concavidades do seu gráfico e
quanto à existência de pontos de inflexão.

29. Relativamente à figura, sabe-se que:


D
p
• o segmento de reta [AC] tem comprimento 4
• o ponto B é o ponto médio de [ AC]
• o segmento de reta [BD] é perpendicular a [AC] 2 B Q
• o arco de circunferência CD tem centro em B
Admita que um ponto P se desloca ao longo do arco CD, nunca coincidindo com C nem com D, e
que um ponto Q se desloca ao longo do segmento de reta [Bc] de tal forma que [PQ] é sempre
perpendicular a [ BC]
Para cada posição do ponto P, seja x a amplitude, em radia nos, do ângulo CBP e seja A( x) a
área do triângulo [ APQ]

Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

a) Mostre que A(x) = 2 senx+ sen(2x) ( x c ]o, � [)


b) Mostre que existe um valor de x para o qual a área do triângulo [APQ] é máxima.

165
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

30. Na figura, está representado o quadrado [ABCD]


Sabe-se que:
• AB = 4
• AE = AH BE = BF = CF CG = DG = DH
= =

• x é a amplitude, em radianos, do ângulo EAB


• X E l 0, � [
a) Mostre que a área da região sombreada é dada, em função de x, por a ( x) = 16( 1 - tgx)
b) Mostre que existe um valor de x compreendido entre �2 e � para o qual a área da região
sombreada é 5
Se utilizar a calculadora em eventuais cálculos numéricos, sempre que proceder a arredonda­
mentos, use duas casas decimais.

31. Considere as funções f e

f(x) -x + sen ( �) e g(x) = X


=
l
g, de domínio R., definidas, respetivamente, por
f(x) se x 7" O
com k E lll:.
é - 1 se x = O
Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

a) Determine k de modo que a função g seja contínua.


b) Determine, em ] -2ir, S ir(, as soluções da equação 2f'(x) = (f(x) + x)2 - 1

{ 3x + 1 - xe x se x<O
32. Seja f a função, de domínio R., definida por f( x) =
X + COSX se x 2: O
Resolva as alíneas seguintes recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Determine f' ( �) recorrendo à definição de derivada de uma função num ponto.


b) O gráfico da função f tem uma assíntota oblíqua quando x � -ao

Determine a equação reduzida dessa assíntota.

166
ITENS DE CONSTRUÇÃO

33. Considere a função g, de domínio ]-�, o [, definida por g(x) = sen(Zx) - cosx
Seja a um número real do domínio de g
A reta tangente ao gráfico da função g no ponto de a bcissa a é paralela à reta de equação y= � +1
Determine o valor de a, recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

34.

jxe3+x
Considere a função f, de domínio JR, definida por

sen x
+ Zx se x <:: 1
f(x) = 1 - IX + ( 1)-

1-x se x>1
Resolva as a líneas seguintes sem utilizar a calculadora.

a) Averigue se a função f é contínua em x=1


b} Mostre que o gráfico da função f admite uma assintota oblíqua quando x tende para

x) lnx
- ao

35. Considere a função f, de domínio ] O, ir[, definida por f( = + cos x - 1


Sabe-se que:
• A é um ponto do gráfico de f
• a reta tangente ao gráfico de f, no ponto A, tem inclinação J radia nos.

Determine a abcissa do ponto A, recorrendo à calculadora gráfica.


Na sua resposta, deve:
• equacionar o problema;
• reproduzir o gráfico da função ou os gráficos das funções que tiver necessidade de

visualizar na calculadora, devidamente identificado(s), incluindo o referencial;


• indicar a abcissa do ponto A com arredondamento às centésimas.

167
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

36. Na figura, estão representados a circunferência de centro no ponto C e de raio 1, a semirreta


éB, a reta AD e o triângulo [ ACE]

E B D C
X

Sabe-se que:
• os pontos A e B pertencem à circunferência

• os pontos D e E pertencem à semirreta éB


• a reta AD é perpendicular à semirreta éB

• o ponto A desloca-se sobre a circunferência, e os pontos D e E acompanham esse movimento


de modo que DE = 6
• x é a amplitude, em radianos, do ângulo ACB

• x E ] o, � [
a) Mostre que a área do triângulo [ACE] é dada, em função de x, por f(x) = 3 senx + ! sen(Zx)
b) Mostre, sem resolver a equação, que f( x) =2 tem, pelo menos, uma solução em [ �, l]
37. Seja f uma função cuja derivada f' , de domínio R é dada por f'( x) x- sen(Zx)
=

f(x)- t(;)
-�
a ) Determine o valor d e lim -�2�-'-
TC X - 1[
X__,.2
b) Estude o gráfico da função f, quanto ao sentido das concavidades e quanto à existência de
pontos de inflexão em ]- � � [,
, recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

Na sua resposta, deve indicar o(s) intervalo(s) onde o gráfico da função f tem concavidade
voltada para cima, o(s) intervalo(s) onde o gráfico da função f tem concavidade voltada para
baixo e, caso existam, as abcissas dos pontos de inflexão do gráfico da função f

168
ITENS DE CONSTRUÇÃO

38. Considere, para um certo número real

l k, a função f, de domínio ]-oo, e[, definida por


x ex -2
f( x) = sen(Z - x) + k
se X :S 2

x2+x-6 se Z < x < e

Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Determine k, de modo que a fUnção f seja contínua em x = 2


b) Estude a função f quanto à existência de assíntota horizontal do seu gráfico e, caso exista, indique
uma equação dessa assíntota.

39. Sejam f e g as funções, de domínio JR, definidas, respetivamente, por


f(x) = 1 - cos(3x) e g(x) = sen(3x)
Seja a um número real pertencente ao intervalo ] �, � [
Considere as retas r e s tais que:
• a reta r é tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa a

• a reta s é tangente ao gráfico da função g no ponto de abcissa a + �


Sabe-se que as retas r e s são perpendiculares.
Mostre que sen(3 a)= - �

169
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

40. Um cubo encontra-se em movimento oscilatório provocado pela força elástica exercida por uma mola.
A figura esquematiza esta situação. Nesta figura, os pontos O e A são pontos fixos. O ponto P
representa o centro do cubo e desloca-se sobre a semirreta OA

o ------

Admita que não existe qualquer resistência ao movimento.


Sabe-se que a distância, em metros, do ponto P ao ponto O é dada por
� ( �)
d( t) = 1 + sen rr t +

A variável t designa o tempo, medido em segundos, que decorre desde o instante em que foi
iniciada a contagem do tempo ( t E [o, +oo[).
Resolva as alíneas seguintes, sem recorrer à calculadora.

a) No instante em que se iniciou a contagem do tempo, o ponto P coincidia com o ponto A


Durante os primeiros três segundos do movimento, o ponto P passou pelo ponto A mais do que
uma vez.
Determine os instantes, diferentes do inicial, em que tal aconteceu.
Apresente os valores exatos das soluções, em segundos.

b} Justifique, recorrendo ao teorema de Bolzano-Cauchy, que houve, pelo menos, um instante, entre
os três segundos e os quatro segundos após o início da contagem do tempo, em que a distância do
ponto P ao ponto O foi igual a 1,1 metros.

41. Seja a um número real.


Considere a função f, de domínio R, definida por f( x) = a senx
z
Seja r a reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 3rr

Sabe-se que a inclinação da reta r é igual a � radianos.

Determine o valor de a

170
ITENS DE CONSTRUÇÃO

42. Num dia de vento, são observadas oscilações no tabuleiro de uma ponte suspensa, construída sobre
um vale.
Mediu-se a oscilação do tabuleiro da ponte durante um minuto.
Admita que, durante esse minuto, a distância de um ponto P do tabuleiro a um ponto fixo do vale
é dada, em metros, por

h( t ) = 20 + 2\. cos ( 2 7rt ) + tsen( 27rt) (t é medido em minutos e pertence a [0,1 ] )


a) Sejam Me m, respetivamente, o máximo e o mínimo absolutos da função h no intervalo [0,1 ]
A amplitude A da oscilação do tabuleiro da ponte, neste intervalo, é dada por A = M m -

Determine o valor de A, recorrendo a métodos analíticos e utilizando a calculadora apenas para


efetuar eventuais cálculos numéricos.
Apresente o resultado em metros.

b) Em [0,1 ], o conjunto solução da inequação h( t ) < 19,5 é um intervalo da forma ]a,b[


Determine o valor de b - a arredondado às centésimas, recorrendo à calculadora gráfica, e
interprete o resultado obtido no contexto da situação descrita.
Na sua resposta:
- reproduza o gráfico da função h visualizado na calculadora (sugere-se que, na janela de
visualização, considere y E [ 19,21 ]);
- apresente o valor de a e o valor de b arredondados às milésimas;
- apresente o valor de b - a arredondado às centésimas;
- interprete o valor obtido no contexto da situação descrita.

43. Seja f a função, de domínio ]- � , +oo[, definida por


""' ' se _ K2 < x -< o
se x > O
!'
Resolva as alíneas a) e b) recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Estude a função f quanto à existência de assíntota oblíqua do seu gráfico.

171
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

b) Estude a função f quanto à monotonia e quanto à existência de extremos relativos, no


intervalo ]- ; 'o[
f
e) Seja r a reta tangente ao gráfico da função no ponto de abcissa �
Além do ponto de tangência, a reta r intersecta o gráfico de f em mais dois pontos, A e B,
cujas abcissas pertencem ao intervalo ]- ; , o[ (considere que o ponto A é o de menor abcissa).
Determine analiticamente a equação reduzida da reta r e, utilizando a calculadora gráfica, obtenha
as abcissas dos pontos A e B
Apresente essas abcissas arredondadas às centésimas.
Na sua resposta, reproduza, num referencial, o gráfico da função ou os gráficos das funções que
visualizar na calculadora e que lhe permite(m) resolver o problema.

44. Seja f a função, de domínio ]- 3{ , +oo[, definida por


l
f(x) = -1x2 cosx
4 +

ln (ex + x) se x;:: o
Resolva as alíneas a) e b) recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Determine lim
x-+oo
[t( x ) -x]
Interprete o valor obtido em termos de assíntotas do gráfico de f

b) Estude a função f quanto ao sentido das concavidades e quanto à existência de pontos de


inflexão do seu gráfico, no intervalo ]- 32ir , o[

N a sua resposta, indique:


- o(s) intervalo(s) em que o gráfico de f tem concavidade voltada para baixo;
- o(s) intervalo(s) em que o gráfico de f tem concavidade voltada para cima;
- a(s) abcissa(s) do(s) ponto(s) de inflexão do gráfico de f

172
ITENS DE CONSTRUÇÃO

e) Na figura, estão representados:


• parte do gráfico da função f y
• um ponto A, pertencente ao gráfico de f, de abcissa a
• a reta t, tangente ao gráfico da função f no ponto A
Sabe-se que:
• a E ]ü, 1(
• a reta t tem declive igual a 1, 1
X
Determine, recorrendo à calculadora gráfica, a abcissa do
ponto A

Na sua resposta:
- equacione o problema;
reproduza, num referencial, o(s) gráfico(s) da(s) função(ões) que visualizar na calculadora, que
lhe permite(m) resolver a equação;
- apresente a abcissa do ponto A arredondada às centésimas.

45. Seja g a função, de domínio R, definida por


1 - x2 se x< 1
1 - e X- 1
g(x) = 2 se x = l
3+ s en(x - 1)
se x>l
1-x
Resolva os itens a) e b) recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

a) Estude a função g quanto à continuidade no ponto 1


b) Resolva, no intervalo ]4, 5 [ , a equação g(x) 3 =

173
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

e) Na figura, estão representados, num referencial o.n. xOy, parte do gráfico da função g e um
triângulo [OAP]

Sabe-se que:
• o ponto A é o ponto de abcissa negativa que é a y
intersecção do gráfico da função g com o eixo das g
abcissas;
• o ponto P é um ponto do gráfico da função g, de X
abcissa e ordenada negativas;
• a área do triângulo [OAP] é igual a 5
Determine, recorrendo à calculadora gráfica, a abcissa
do ponto P
Apresente o valor obtido arredondado às décimas.

Na sua resposta:
determine analiticamente a abcissa do ponto A p

equacione o problema;
reproduza, num referencial, o(s) gráfico(s) da(s)
função(ões) visualizado(s) na calculadora que lhe
permite(m) resolver a equação

46. Considere o desenvolvimento de ( Zxsena + co:a r, em que a E lR. e X 1' o


Determine os valores de a, pertencentes ao intervalo ] 7C, 2 7C [, para os quais o termo independente
de x, neste desenvolvimento, é igual a 1
Resolva este item recorrendo a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.

174
ITENS DE CONSTRUÇÃO

47. Num jardim, uma criança está a andar num baloiço cuja cadeira está suspensa por duas hastes
rígidas. Atrás do baloiço, há um muro que limita esse jardim.
A figura esquematiza a situação. O ponto P representa a posição da cadeira.

e
o
E
·\... y
; ,/,.
���� ,:J.( d(t)

'•,,

·1_ p
__

.. .. ..... ..
. ... .. ...
.

solo
Num determinado instante, em que a criança está a dar balanço, é iniciada a contagem do tempo.
Doze segundos após esse instante, a criança deixa de dar balanço e procura parar o baloiço arrastando
os pés no chão.
P ao muro, t

{
Admita que a distância, em decímetros, do ponto segundos após o instante inicial, é
dada por
30 + t sen(irt) se O :S t < 12
d(t) = 30 + 12e 12- ' sen(irt se t 2: 12
)
a) Determine, recorrendo à calculadora gráfica, o número de soluções da equação d( t) = 27 no
intervalo [O, 6], e interprete o resultado no contexto da situação descrita.
Na sua resposta, reproduza, num referencial, o(s) gráfico(s) da(s) função(ões) visualizado(s) na
calculadora que lhe permite(m) resolver o problema.
b) Admita que, no instante em que é iniciada a contagem do tempo, as hastes do baloiço estão na
vertical e que a distância do ponto P ao chão, nesse instante, é 4 dm
Treze segundos e meio após o instante inicial, a distância do ponto P ao chão é 4,2 dm
Qual é o comprimento da haste?
Apresente o resultado em decímetros, arredondado às unidades.
Se, em cálculos intermédios, proceder a arredondamentos, conserve, no mínimo, duas casas
decimais.

l
48, Seja f a função, de domínio ] 1 - ir, +ao[, definida por
s
f(x) = 2 e�(;! l) se 1 - ir< x < l
se X = l
e-2x + 4 + ln (x - 1) se x > l

Resolva a alínea a) recorrendo exclusivamente a métodos analíticos, sem utilizar a calculadora.


a) Escreva a equação reduzida da reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa 1- ;

175
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

b) O gráfico da função f tem um único ponto de inflexão, cuja abcissa pertence ao intervalo ]1, 2[
Determine, recorrendo à calculadora gráfica, a abcissa desse ponto.
Na sua resposta:
• reproduza, num referencial, o(s) gráfico(s) da(s) função(ões) visualizado(s) na calculadora que
lhe permite(m) resolver o problema;
• apresente a abcissa do ponto de inflexão arredondada às centésimas.

49. Na figura, está representada, num referencial o.n. xOy, a circunferência de centro na origem e raio 1

Sabe-se que:
• o ponto A está no segundo quadrante e pertence à
circunferência;
• o ponto D tem coordenadas (1, O)
• o ponto e pertence a o primeiro quadrante e tem abcissa
igual à do ponto D
X

• o ponto B pertence ao eixo Oy e é tal que o segmento de


reta [AB] é paralelo ao eixo Ox
• os ângulos AOC e COD são geometricamente iguais e
cada um deles tem amplitude a a ( E] �,� O
2
Mostre que a área do triângulo [ ABC], representado a sombreado, é dada por tga cos (2a)
2

176
Complexos

1. Em IC, conjunto dos números complexos, considere


z1 = 1 + í (í designa a unidade imaginária)
a) Determine os números reais b e e para os quais z1 é raiz do polinómio x2 + bx + e
b) Seja z2 = eis a
Calcule o valor de a, pertencente ao intervalo [ O, 2 IT ], para o qual X
z1 z2 é um número real
negativo ( z2 designa o conjugado de z2).

2. Seja IC o conjunto dos números complexos; í designa a unidade imaginária.


a) Considere w = 21+ í - í
-1

Sem recorrer à calculadora, escreva w na forma trigonométrica.

b) Considere z1 = eis(a) ez2 = eis(� - a)


Mostre que o afixo, no plano complexo, de z1 + z2 pertence à bissetriz dos quadrantes ímpares.

3. Seja IC o conjunto dos números complexos; í designa a unidade imaginária.


a) Considere z1 = (2 - í) (2 + eis � ) e z2 = � eis(-�)
Sem recorrer à calculadora, escreva o número complexo !1_ n a forma trigonométrica.
Zz
b) Seja z um número complexo cujo afixo, no plano complexo, é um ponto A situado no primeiro
quadrante.
Seja B o afixo de z, conjugado de z
Seja O a origem do referencial.
Sabe-se que o triângulo [ AOB] é equilátero e tem perímetro 6
Represente o triângulo [ AOB] e determine z na forma algébrica.

177
COMPLEXOS

4. Considere, em IC, um n úmero complexo w, cujo afixo no plano complexo é um ponto A, situado no
1.0 quadrante. Sejam os pontos B e C, respetivamente, os afixos de w (conjugado de w) e de -w
Sabe-se que BC = 8 e que 1 w 1 = 5

Determine a área do triângulo [ABC]

5. Considere, em IC, o número complexo z1 = 3 - 2 i


Z1 + Z f + 2 i43
(3;)
Determine, sem recorrer à calculadora, o número complexo z =
8 cis
Apresente o resultado n a forma algébrica.

6. Seja IC o conjunto dos números complexos.


Considere a equação z3 - z2 + 4z - 4 = O
Esta equação tem três soluções em IC, sendo uma delas o número real 1

Os afixos, no plano complexo, dessas três soluções são vértices de um triângulo.


Determine, sem recorrer à calculadora, o perímetro desse triângulo.

7. Seja IC o conjunto dos números complexos.


Resolva as alíneas seguintes sem recorrer à calculadora.

a) Considere z1 = 1 + 2 i e w = z1 x i4 n +3 - b , com b E lR. e n E N


rz eis S 7I ) (4
Determine o valor de b para o qual w é um número real.

b) Seja z um número complexo tal que 1 z 1 = 1


Mostre que 1 1 + z l2 + 1 1 - z l2 = 4

8. Em IC, conjunto dos números complexos, resolva as alíneas seguintes sem recorrer à calculadora.

a) Seja w o número complexo com coeficiente da parte imaginária positivo que é solução da
equação z2 + z + 1 = O
Determine 1-
w
Apresente o resultado na forma trigonométrica.

178
ITENS DE CONSTRUÇÃO

b) Seja z um número complexo.


Mostre que (z + i) x (z - i) = 1 z - i 1 2 , para qualquer número complexo z
( z designa o conjugado de z)

9. Em IC, conjunto dos números complexos, considere z1 = 16 eis�


Sem recorrer à calculadora, resolva as alíneas seguintes.

a) Mostre que z1 é solução da equação i z = z -

(i designa a unidade imaginária e z designa o conjugado de z )

b) Determine a área do polígono cujos vértices são os afixos, no plano complexo, das raízes quartas
de Z1

10. Em IC, considere os números complexos: Z1 = 1+i e Zz rz eis


= ! ][

a) Verifique que z1 e z2 são raízes quartas de um mesmo número complexo.


Determine esse número, apresentando-o na forma algébrica.

b) Considere, no plano complexo, os pontos A, B e O em que:


• A é o afixo de z1

• B é o afixo de z
2
• O é a origem do referencial

Determine o perímetro do triângulo [AOB]

11. Em IC, conjunto dos números complexos, considere:


z2 = Z i x z1

a) Determine, na forma trigonométrica, as raízes quadradas de


I �� I
b) Sejam A e B os afixos, no plano complexo, de z1 e de z2 , respetivamente. Seja O a origem
do referencial.
Sabendo que a área do triângulo [ OAB] é igual a 16, determine, na forma algébrica, o número
complexo z1

179
COMPLEXOS

12. Considere o número complexo z = 1 + 2i

a) Sabe-se que z é uma raiz cúbica de um certo número complexo w

Sem recorrer à calculadora, determine w, na forma algébrica.

b) Designando por a um argumento de z, determine, na forma trigonométrica, o número complexo


i z2 , apresentando o argumento em função de a

13. Em IC, conjunto dos números complexos, considere:

a) Resolva a equação (1 + 2i)z = 6 + z1 x z1


Apresente a solução na forma algébrica.

b) Determine o menor valor de n natural para o qual ( z1 x z2 )


" é um número real positivo.

14. Determine o valor 8, pertencente ao intervalo [O, � ], de modo que o afixo do número complexo
(2 eis 8)2 (1 + /3 i)
X pertença à bissetriz do 3.0 quadrante.

15. Em IC, conjunto dos números complexos, considere z1 = eis (; ) e z2 = 2 + i


Resolva as alíneas seguintes, recorrendo a métodos exclusivamente analíticos.

a) Determine o número complexo w=


3 - i x ( z1 )7
��
zz
---

( i designa a unidade imaginária e :Z2 designa o conjugado de z2 )

Apresente o resultado na forma trigonométrica.

b) Mostre que l z1 + z2 1 2 = 6 + 4cos (; ) + 2 sen (; )

16. Seja IC o conjunto dos números complexos; i designa a unidade imaginária.


( l2i)3 x cist
Para um certo número inteiro k, a expressão designa um número real.
k+i
Determine esse número k

180
ITENS DE CONSTRUÇÃO

17. Em IC, conjunto dos números complexos, seja z1 = 2 eis �


3
Z1 +2
a) Sem recorrer à calculadora, verifique que é um
imaginário puro.

b) No plano complexo, o afixo de z1 é um dos cinco vértices do


pentágono regular representado na figura. Este pentágono está
inscrito numa circunferência centrada na origem do referencial.
Defina, por meio de uma condição em IC, a região sombreada, excluindo a fronteira.

18. Seja A o conjunto dos números complexos que satisfazem a condição


l z l = l /\ Re(z) ::O: O

a) Mostre que o número complexo rz2 eis+ i


rr
pertence a A
b) A representação geométrica, no plano complexo, da condição z E A /\ - � $ Arg( z) $ �
é uma linha.
Represente graficamente essa linha e determine o seu comprimento.

19. Em IC, conjunto dos números complexos, seja z1 = 1 - i

a) Determine, na forma trigonométrica, os valores, não nulos, de z para os quais z2 = z x z1

b) Represente, no plano complexo, a região do plano definida por

20. Seja IC o conjunto dos números complexos; í designa a unidade imaginária.

a) Considere a equação í z3 - 13 - í = O
Uma das soluções desta equação tem o seu afixo no terceiro quadrante do plano complexo.
Sem recorrer à calculadora, determine essa solução, escrevendo-a na forma trigonométrica.

b) Seja B a região do plano complexo definida pela condição


i z l :S 2 /\ Re(z) ::O: O /\ i z - l l :S i z - í l
Represente graficamente B e determine a sua área.

181
COMPLEXOS

21. Seja IC o conjunto dos números complexos.

a) Seja n um número natural.


13 x i4 " -6 + 2 cis ( - �)
2 eis ( �)
Determine sem recorrer à calculadora.

Apresente o resultado na forma trigonométrica.

b) Seja a E ] �, � [
Sejam z1 e z2 dois números complexos tais que z1 = eis a e z2 = eis ( a + � )

+
Mostre, analiticamente, que o afixo de z1 z2 , no plano complexo, pertence ao 2.0 quadrante.

22. Seja IC o conjunto dos números complexos.

a) Considere z1 = 1 + 2/3 í + i 22 e z2 = -=L


Í Z1
Determine, sem utilizar a calculadora, o menor número natural n tal que ( z2 )" é um número
real negativo.

b) Seja a E J- ir, ir[ .


CDS (7t - a) + i CDS � - a
Mostre que -----�-=-�
( ) eis(ir - Za)
cosa + isena

23. Seja IC o conjunto dos números complexos.

a) eons1'd ere z1 =
(- 1 + /3. í)3 e z2 = c1s. a, a E [O, ir[
1-1 com

Determine os valores de a, d e modo que z1 x ( z2 )2 seja um número imaginário puro, sem


utilizar a calculadora.

b) Sejaz um número complexo tal que l 1 +z1 2 + l 1 -z 1 2 :<: 1 0


Mostre que 1 z 1 :<: 2

24. Em IC, conjunto dos números complexos, considere z = -212+eis2 iB19


�---

Determine os valores de B pertencentes ao intervalo Jü,Zir[, para os quais z é um número


imaginário puro.
Na resolução deste item, não utilize a calculadora.

182
ITENS DE CONSTRUÇÃO

25. Em IC, conjunto dos números complexos, seja Z1 = 12-l+i


eis {z
z
Determine os números complexos que são solução da equação z4 = z1, sem utilizar a calculadora.
Apresente esses números na forma trigonométrica.

z2 = ----Si
eis(- 65ir)
26. Em IC, conjunto dos números complexos, seja z1 = (1 + i)6 e

Sabe-se que os afixos dos complexos z1


e z2 são vértices consecutivos de um polígono regular de

n lados, com centro na origem do referencial.

Determine, sem recorrer à calculadora, o valor de n

27. Em IC, conjunto dos números complexos, sejam

z1 = 1-l +3ii19 e 3 ir ) , com k E IR


z2 = -3kcis (2 �

Sabe-se que, no plano complexo, a distância entre o afixo de z1 e o afixo de z2 é igual a /5

Qual é o valor de k?
Resolva este item sem recorrer à calculadora.

28. Em IC, conjunto dos números complexos, sejam z1 e z2 tais que z1 = 2 + i e z1 z2 4 - i x =


3

Considere a condição 1 z - z1 1= 1 z - Zz I

Mostre que o número complexo 12 eis � verifica esta condição e interprete geometricamente este
facto.
Resolva este item sem recorrer à calculadora.

29. Em IC, conjunto dos números complexos, considere:


• z - 1-i com
i
12 eisB '
-
• W = Z1 X Z14
Seja A = {z E IC : Re(z)< O /\ Im(z) > O /\ lzl=l}

Justifique que o número complexo w pertence ao conjunto A


183
SO LU ÇO ES
-
ITENS DE SELEÇÃO

Geometria no plano

1· (A) p. q = 11 !Jil X li q li X CDS (P A q)


- 9 = 3 x 3 x cos(p A q) "" cos (p A q)=-1
Logo, p A q = 180º e, portanto, os vetores p e q têm sinais contrários.
Por outro lado, como li p li = li q li, conclui-se que os vetores p e q são simétricos.
Portanto, p + q = Õ

3. (A) Vetor director da reta r: (2, O)


Vetor director d a reta s: (4, 3)
li (2, o ) li = 2 l (4, 3 J l = V4 2 + 3 2 = 5
Sendo a o ângulo das retas r e s,

cos a = 1(2, o2)x. (4,5 3)1 =- 8


2 x-5 = 0'8 pelo que ª "' 3 7'
4. (A) A reta r tem declive -� , pelo que o declive da reta s é2
Este facto exclui as opções (B) e (C).
Entre as opções (A) e (D), a que corresponde a uma reta que passa no ponto de coordenadas
(1, 4) é a opção (A).
5. (C) A condição (x + 1 ) 2 + (y - 1 ) 2 -<: 2 define o círculo de centro no ponto (-1, 1) e raio /2
A condição x ?. O define o conjunto dos pontos de abcissa não negativa.
A conjunção das duas condições, isto é, a condição (x + 1) 2 + (y - 1) 2 -<: 2 /\ x ?. O define,
portanto, o conjunto de pontos representado na opção (C).

6. (B) Como os lados [AB] e [AC] são iguais, os ângulos internos iguais são os ângulos de vértices
B e C. Dado que cada um destes ângulos tem 30º de amplitude, o ângulo BAC tem 120º de
amplitude.
Tem-se:
AÊ . Aê = l AÊ l x l Aê l x cos(A8 A Aê) = 8 x 8 x cos 120º = 64 x (-� ) = -32

186
SOLUÇÕES

7. (B) A circunferência definida pela condição x2 + (y - 1) 2 = 2 tem centro no ponto (O, 1)


Como x2 +(y - 1) 2 = 2 /\ y = 0 <> x2 = 1 /\ y = O <> (x = -1 V x = l) /\ y = O, a
circunferência intersecta o eixo Ox nos pontos de coordenadas (-1, O) e (1, O)
Como o ponto A tem abcissa positiva, o ponto A tem coordenadas (1, O)
Designando por C o centro da circunferência, tem-se:
CÂ = A - C = (l, 0) - (0, 1) = (1,-1)
Logo, o declive da reta CA é -1, pelo que o declive da reta r, que é perpendicular à reta CA,
é 1. Este facto permite-nos excluir as opções (C) e (D).
Como o ponto A pertence à reta r, a opção correta é a opção (B).

8. (C) A circunferência pedida tem centro no ponto de coordenadas ( O; 5)


4 , 1 ; = (2, 3) e tem raio
igual a 2
Portanto, a condição que define a circunferência pedida é (x - 2) 2 + (y - 3) 2 = 4

9. (C) A região definida pela condição é a intersecção do círculo de


y
centro no ponto de coordenadas (-1, -1) e raio 1 com o
semiplano fechado definido pela condição y 2: - x 2. O
X
-

centro do círculo pertence à reta de equação y = - x - 2, pelo


que a região referida é um semicículo de raio 1
Raio = 1
Diâmetro = 2
Comprimento da semicircunferência = 7C � 2 = rc
Perímetro da região = 7C + 2

10. (D) Seja P um ponto do plano tal que PR . PS = O. Concluímos daqui que os vetores PR e PS
são perpendiculares e que, portanto, o ângulo RPS é um ângulo reto.
Consideremos a circunferência de diâmetro [RS]. Tem-se que o ângulo RPS é um ângulo reto
se e só se for um ângulo inscrito numa semicircunferência de diâmetro [RS], ou seja, se e só
se o vértice P pertencer à circunferência de diâmetro [RS]
Assim, o conjunto A dos pontos P do plano que verificam a condição PR . PS = O é a
circunferência de diâmetro [RS]

187
Geometria no espaço

1. (C) Seja A(x, 0, 0) e B(O, y, O), sendo x e y dois números reais positivos.
Tem-se:
AÊ = B - A = (O, y, 0 ) - (x, 0, 0) = (-x, y, O), com x>O e y>O
2. (B) CÂ. CE = ll CJi ll x ll Cff ll x cas (CJi Cff) = 4 x 4 x cos 180º = 4 x 4 x (-1)= -16
A
3. (D) Podemos excluir as opções (A) e (C), pois a condição apresentada na opção (A) define um plano
e a condição apresentada na opção (C) define o ponto de coordenadas (3, 5, 4)
Tem-se:
PQ = Q - P = (3, 5, 0) - (0, 5, 4) = (3, 0, -4)
Assim, um vetor diretor da reta PQ é o vetor de coordenadas (3, O, -4), pelo que uma
condição que define esta reta é (x, y, z) = (3, 5, O) + k(3, O, -4), k E R

4. (B) Para que uma reta seja paralela ao eixo Oz, terá que ter vetor diretor da forma (O, O, y), com
r 7' o
Assim, a reta definida pela equação (x, y, z) = (1, 1, O) + k(O, O, 7), k E R é paralela ao eixo
Oz, pois tem vetor diretor (O, O, 7)

5. (A) Tem-se, PA = /(1 - 0)2 + (0 - 0)2 + (0 - 4)2 = ill e


QA = V(l - 0)2 + (0 - 4)2 + (0 - 0)2 = m, pelo que PA = QA
Como o plano mediador de um segmento de reta é o lugar geométrico dos pontos equidistantes
dos extremos desse segmento, tem-se que o ponto A pertence ao plano mediador do segmento
de reta [PQ]

6. (C) Tem-se que o ponto de coordenadas (2, 2, O) é o ponto A e o ponto de coordenadas (O, 4, O)
é o ponto e
Cada um dos pontos B, D e H é equidistante dos pontos A e C. Portanto, o plano mediador
do segmento de reta [AC] é o plano BDH

7. (B) Designemos por a a medida do comprimento da aresta do cubo. Assim, o ponto B tem
coordenadas (O, a, a )
Como o ponto B pertence ao plano definido pela equação x + y = 1 0, tem-se que O + a = 10,
donde a = 10

188
SOLUÇÕES

8. (C) Sendo (O, O, 1) um vetor diretor da reta r, tem-se que esta reta é paralela ao eixo Oz. A
condição x = 2 /\ y = 1 também define uma reta paralela ao eixo Oz (dado que corresponde
à intersecção de dois planos paralelos a este eixo).

9. (C) O plano definido pela condição x = y (equivale a x - y = O) tem vetor normal (1, -1, O)
O plano definido pela condição z = O tem vetor normal (O, O, 1)
Como (1, -1, O). (O, O, 1) = 1 x O + (-1) X O + O X 1 = O, osdoisvetoressão perpendicularespelo
que os planos definidos pelas equações x = y e z = O são perpendiculares.

10. (C) Como o plano f3 é paralelo ao plano a, o vetor (1, 2, -1), que é vetor normal ao plano a,
é vetor normal ao plano /3
Assim, uma equação do plano f3 tem a forma x + 2y - z = d. Como o ponto (O, 1, 2) pertence
ao plano f3, tem-se O+ 2 X 1 - 2 = d, donde d = O
Portanto, a equação x + 2y - z = O é uma equação do plano /3 e, consequentemente, a
equação equivalente - x - 2y + z = O é, também, uma equação do plano f3

11. (A) Um vetor normal ao plano xOz é o vetor de coordenadas (O, 1, O)


Os vetores d e coordenadas (1, 1, -1 ), (O, 1, -1) e (O, 1, O) são normais aos planos de
equações z = x + y (equivalente a x + y - z = O), z = y (equivalente a y - z =O) e y = 2,
respetivamente. Como nenhum destes vetores é perpendicular ao vetor de coordenadas
(O, 1, O), nenhum daqueles planos é perpendicular ao plano xOz
Um vetor normal ao plano de equação z = x + 2 (equivalente a -x + z = 2) é o vetor de
coordenadas (-1, O, 1 ) . Este vetor é perpendicular ao vetor de coordenadas (O, 1, O), pois
(0, 1, 0) . (-1, 0, 1) = 0 x (-1) + 1 x O + O x 1 = 0. Portanto, o plano definido pela equação
z = x + 2 e o plano xOz são perpendiculares.
12. (B) O vetor de coordenadas (3, O, -1) é vetor diretor da reta r e é perpendicular ao vetor de
coordenadas (O, 1, O), que é vetor normal ao plano xOz
Então, a reta r é paralela ao plano ou está contida no plano.
Dado que o ponto de coordenadas (O, 1, 2) pertence à reta r e'não pertence ao plano xOz,
conclui-se q ue a reta r é paralela ao plano xOz

13. (B) Uma reta paralela à reta de intersecção de dois planos é paralela a qualquer dos planos.

14. (D) A reta definida na opção (A) é paralela aos planos xOy e xOz e a reta definida na opção (B) é
paralela aos planos xOy e yOz. Na opção (C) está definida uma reta paralela ao plano xOy
Portanto, as retas definidas nas opções (A), (B) e (C) não intersectam, pelo menos, um dos
planos coordenados.
Só a reta definida na opção (D) intersecta os três planos coordenados.

189
GEOMETRIA NO ESPAÇO

15. (D) Uma esfera é tangente ao plano xOy se e só se o seu raio for igual ao módulo da cota do seu
centro.
A esfera definida pela condição (x - 2 ) 2 + (y - 3 ) 2 + (z - 4 ) 2 S: 42 tem raio 4 e a cota do
seu centro é 4

16. (A) A superfície esférica é tangente aos planos de equações x = 4 e y = O se e só se o seu centro
estiver a igual distância dos dois planos e essa distância for igual ao raio da superfície esférica.
Seja C (a, b, e) o centro da superfície esférica. O ponto C está a igual distância dos dois planos
se e só se l a - 4 l = l b l
Esta condição não é satisfeita pelas coordenadas do centro de cada uma das superfícies esféricas
definidas nas opções (C) e (D).
Nas opções (A) e (B) as coordenadas de C são (2, 2, O). Estas coordenadas satisfazem a referida
condição e permitem concluir que o raio da superfície esférica é igual a 2
Rejeita-se, portanto, a opção (B).

17. (A) A condição dada define a intersecção de uma superfície esférica com um plano.
O centro da superfície esférica é o ponto de coordenadas (1, 1, 1)
Dado que, neste caso, o plano passa no centro da superfície esférica, a intersecção é uma
circunferência.

18. (C) Dado que a circunferência tem comprimento 871", z


tem-se 27rr=87r e, portanto, r = 4
Podemos determinar o raio R, da superfície esférica,
recorrendo ao teorema de Pitágoras.
. . 4 · .. .
Atendendo a que a superfície esférica tem centro no 3;. R
ponto de coordenadas (O, O, O), tem-se:
R2 = 3 2 + 42 .,, R2 = 9 + 16 R2 = 25 R = 5
<> <>

Então, uma equação da superfície esférica é


x2 + y 2 + z2 = 2 5 X

19. (B) A superfície esférica de equação x2 + (y - 2 ) 2 + z2 = 2 tem centro no ponto de coordenadas


(O, 2, O) e raio /2
A superfície esférica de equação x2 + (y - 3 ) 2 + z2 = 2 tem centro no ponto de coordenadas
(0, 3, 0) e raio /2
A distância entre os centros das superfícies esféricas é igual a 1 e os raios das superfícies
esféricas são ambos iguais a 12, pelo que a intersecção destas superfícies esféricas é uma
circunferência.

190
SOLUÇÕES

20. (C) A esfera definida pela condição x2 + y2 + z2 S 4 tem centro na origem do referencial e raio 2,
pelo que o ponto de coordenadas (O, O, 2) pertence à superfície da esfera.
O ponto de coordenadas (O, O, 2) também pertence à reta r
O raio da esfera definido por esse ponto tem a direção do vetor (O, O, 2 )
Como a reta r tem a direção do vetor (O, 1, O), ela é perpendicular a esse raio.
Ora, uma reta que passa num ponto da superfície de uma esfera e é perpendicular ao raio dessa
esfera, definido por esse ponto, é tangente a essa esfera.
Então, r é tangente a E, pelo que a interseção de E com r é um ponto.

21. (D) Tem-se: KG = IG "" _Q_ = IG <> IG = 3


KC BC 12 6 - -

Volume da pirâmide [GIJK] = .1 x


IG X G] GK = .1 x 3 X 3 x 6= 9
3 2 X 3 2 .

22. (D) O vetor s (1, 1, -1) é um vetor diretor da reta s e o vetor n (3, 3, a) é um vetor normal ao
plano fJ
Como a reta s é paralela ao plano (J, o vetor s é perpendicular ao vetor n e, portanto,
s.n=º
Tem-se s . n = 0 <> (1, 1, -1) . (3, 3, a) = D <> 6 - a = D <> a = 6

23. (C) Os vetores GP e u são perpendiculares se, e só se, GP . u = O


Designemos por x a abcissa do ponto P
Então, as coordenadas do vetor GP são (x, - 4, 1)
Portanto,
GP . u = 0 <> (x, - 4, 1) . (2, 3, 6) = 0 <> 2x - 12 + 6 = 0 <> x = 3

24. (B) Das quatro condições apresentadas, apenas as condições das opções (A) e (B) definem planos
que passam pelo ponto A
Um vetor normal ao plano a é o vetor (3, 2, O)
Um vetor normal ao plano fJ tem que ser perpendicular ao vetor (3, 2, O)
Umvetor normal aoplano definido pela condição da opção (A) éovetor (3, 2, O) eumvetor normal
ao plano definido pela condição da opção (B) é o vetor (2, - 3, O); destes dois vetores, apenas o
vetor (2, - 3, O) é perpendicular ao vetor (3, 2, O)

191
Cálculo combinatório. Problemas de contagem

1. (B) Existem nove hipóteses para o primeiro algarismo (1 a 9) e uma hipótese para o último, dado
que este é igual ao primeiro. Para cada escolha do primeiro algarismo, existem dez hipóteses
para o segundo algarismo (O a 9) e uma hipótese para o penúltimo. Para cada escolha dos dois
primeiros algarismos, existem dez hipóteses para o terceiro algarismo e uma hipótese para o
quarto, pois este é igual ao terceiro.
Portanto, existem 9 x 10 X 10 X 1 xl X 1 = 900 números que verificam a condição do
enunciado.

2. (D) Existem sete hipóteses para o primeiro algarismo (todos os algarismos de 1 a 9, com exceção
de 2 e 5) . Para cada escolha do primeiro algarismo, existem sete hipóteses para o segundo
algarismo (tem que ser diferente do primeiro e não pode ser 2 nem 5). Para cada escolha
dos dois primeiros algarismos, existem seis hipóteses para o terceiro algarismo (tem que ser
diferente do primeiro e do segundo e não pode ser 2 nem 5) .
Portanto, existem 7 x 7 x 6 = 294 números que verificam as condições do enunciado.

3. (C) Há duas opções em alternativa: o delegado ser do sexo masculino e o subdelegado ser do sexo
feminino ou o delegado ser do sexo feminino e o subdelegado ser do sexo masculino. Sendo 8
o número de rapazes e 12 o número de raparigas, existem, em qualquer das situações, 8 x 12
opções. Portanto, o valor pedido é 8 X 12 X 2 = 192

4. (A) A última condição do enunciado sugere que a resposta seja dada pela soma de d uas parcelas,
correspondendo uma ao caso do círculo ser pintado com duas cores e a outra ao caso de se
utilizarem quatro cores. Sendo cinco as cores, e sendo os sectores todos diferentes, há 5A4
formas de fazer a pintura utilizando quatro cores. Se usarmos apenas duas cores, terá de utilizar­
se uma cor nos sectores com número ímpar e a outra cor nos sectores com número par. Há 5A2
possibilidades de escolher as duas cores e a sua posição nos sectores.
O número de maneiras diferentes de pintar o círculo é 5A4 + 5A2 = 140

5. (B) O lugar do meio pode ser ocupado por qualquer uma das três raparigas. Para cada um desses
casos, existem 4! maneiras de as restantes pessoas se sentarem. Portanto a resposta é
3 4J = 72
X

6. (B) Dado que apenas os rapazes podem conduzir, existem duas hipóteses em alternativa: conduz o
Paulo ou conduz o outro rapaz.
1.ª hipótese - Se conduz o Paulo, ao seu lado fica a Inês e no banco de trás ficam os outros três
jovens, existindo 3! maneiras de estes se sentarem. Nesta hipótese, o número de maneiras de
os cinco jovens se disporem é 1 x 1 x 3!

192
SOLUÇÕES

2.ª hipótese - Se conduz o outro rapaz, ao seu lado fica uma de duas raparigas (não pode ser a Inês,
pois ela fica ao lado do Paulo) e no banco de trás fica o Paulo, ao lado da Inês, e a outra rapariga. O
número de maneiras de estes três jovens se disporem no banco de trás é 2 x 2. Nesta hipótese, o
número de maneiras de os cinco jovens se disporem é 1 x 2 x 2 x 2.
Assim, de acordo com as restrições do problema, existem 1 x 1 X 3! + 1 x 2 x 2 x 2 = 14
maneiras de os jovens ficarem dispostos.

7. (A) Há 12 C5 maneiras diferentes de formar um conjunto de cinco rapazes e 8 C5 maneiras diferentes


de formar um conjunto com cinco raparigas. O grupo pode ser formado de 12 C5 x 8 C5 maneiras
diferentes.

8. (A) Cada irmão deve receber cinco discos, tendo o Ricardo de receber exactamente dois discos de
música clássica e, consequentemente, três discos de Jazz. Escolhidos os discos a oferecer ao
Ricardo, o Paulo receberá os restantes. A resposta a este problema pode, então, ser dada pelo
número de maneiras de escolher dois discos de música clássica de entre os três discos desse
tipo de música e três discos de Jazz escolhidos de entre os sete discos de Jazz, o que pode ser
feito de 3C2 x 7C3 maneiras diferentes.

9. (A) Em cada fila, existem 8C2 maneiras de escolher um conjunto de duas "casas" para colocar os
dois cavalos, que são peças iguais. O mesmo acontece em qualquer das outras filas e, portanto,
a resposta é dada por 8 x 8 C2

10. (A) O número de partidas disputadas é igual ao número de maneiras de escolher dois jogadores,
dos dez que participam no torneio. Esse número é 1ºc2

11. (D) O número de maneiras de arrumar os sete copos brancos nos doze compartimentos é 12 c7
Para cada uma destas, existem 5A3 maneiras de arrumar os restantes três copos nos cinco
compartimentos que sobram. Portanto, o número pedido é 12C7 x 5A3

12. (D) Há 4C2 maneiras diferentes de escolher os dois rapazes que vão viajar de pé. Para cada escolha
destes rapazes, há 6! hipóteses de sentar os outros seis jovens nos seis lugares disponíveis. A
resposta pode ser dada por 4C2 x 6! = 4320

5
13. (A) A exigência de que o código tenha três algarismos obriga a que a soma dos dois outros
algarismos tenha de ser igual a 2. Sendo esses dois algarismos diferentes, um tem de ser O
e o outro 2. Há 5 C3 possibilidades para posicionar os algarismos 5 e, restando dois lugares,
há duas possibilidades para os preencher com o O e o 2. Temos então, apenas, 5 C3 x 2 = 20
códigos nas condições do enunciado.

193
CÁLCULO COMBINATÓRIO Problemas de contagem
-

14. (C) Temos duas hipóteses em alternativa: colocar duas bolas em cada uma de duas caixas e uma
bola em cada uma das outras ou colocar três bolas numa caixa e uma bola em cada uma das
três outras caixas.
Como as caixas são diferentes, na primeira hipótese que apresentámos, temos de escolher, de
entre as quatro caixas, quais as duas onde vamos colocar duas bolas e isso pode ser feito de
4 C modos diferentes. Na segunda hipótese, temos de escolher, das quatro caixas, aquela onde
2
vamos colocar as três bolas e isso pode ser feito de 4 modos diferentes. Como 4C2 = 6 temos,
ao todo, 6 + 4 = 10 possibilidades.

15. (B) Sendo escolhido o Carlos, existem duas maneiras de escolher o outro irmão da família Andrade.
Para cada uma destas, existem 4C2 maneiras de escolher os dois irmãos da família Martins.
Portanto, o número de maneiras de fazer a escolha dos jogadores é 2 x 4C2 = 12

16. (B) Para que o número seja maior do que 40 000, o primeiro algarismo só pode ser 4 ou 5
Se o primeiro algarismo for 4, para que o número seja ímpar, existem três hipóteses para o
último alagarismo: 1, 3 ou 5. Quanto aos restantes três algarismos, o número de maneiras de
os colocar é 3!. Assim, se o primeiro algarismo for 4, existem 1 x 3 ! X 2 números.
Se o primeiro algarismo for 5, para que o número seja ímpar, existem duas hipóteses para o
último algarismo: 1 ou 3 . Quanto aos restantes três algarismos, o número de maneiras de os
colocar é 3!. Assim, se o primeiro algarismo for 5, existem 1 x 3! x 2 números.
Portanto, existem 1 x 3! x 3 + 1 x 3! x 2 = 30

17. (A) Existem 10 C6 maneiras de colocar os seis algarismos 2. Para cada uma destas, existem 8 4
maneiras de colocar os restantes quatro algarismos (estes podem ser iguais, mas não podem
ser 2). Portanto, existem 1 ºc6 x 8 4 números que verificam as condições do enunciado.

18. (D) Para que o número seja ímpar e tenha quatro algarismos pares, o último algarismo tem que ser
ímpar e os restantes quatro têm que ser pares.
Existem quatro hipóteses para o primeiro algarismo (2, 4, 6 e 8) , dado que se pretende que o
número seja superior a 20 000. Para cada uma destas, existem cinco hipóteses para cada um
dos outros três algarismos pares (O, 2, 4, 6 e 8) e cinco hipóteses para o último algarismo ( 1, 3,
5, 7 e 9). Portanto, existem 4 x 5 4 números que verificam as condições do enunciado.

19. (B) Designemos as posições dos algarismos por p1 , p2, p3, p4 e p5


..],
P1 P2 P3 P4 Ps
Existem quatro maneiras de os algarismos pares ficarem um a seguir ao outro. Podem ocupar
as posições {p1, p2 } ou {p2, p3 } ou {p3, p4 } ou {p4, p5 }. Para cada uma delas, o algarismo
2 pode ocupar a primeira posição e o 4 a segunda, ou vice-versa.Escolhidas as posições para os
algarismos pares, os 3 algarismos ímpares podem distribuir-se de 3! maneiras.
Assim, existem 4 x 2 x 3 ! 48 números nas condições pedidas.
=

194
Triângulo de Pascal. Propriedades das combinações

1. (A) A linha que tem quinze elementos é a linha que contém os números da forma 14CP . O sexto
elemento dessa linha é 14 C5

2. (C) A linha cujo penúltimo elemento é 10 é a linha que contém os números da forma 10Cp e o
terceiro elemento dessa linha é 10C2 45
=

3. (A) Dado que a soma dos dois últimos elementos da linha é igual a 31 e uma vez que o último
elemento é igual a 1, concluímos que o penúltimo elemento é igual a 30. A linha anterior é,
portanto, a linha que contém os elementos da forma 29 CP . O quinto elemento da linha anterior
é 29[4 = 23 751

4. (A) O número 2ºº6c4 é o quinto elemento da linha. Os elementos dessa linha que são menores do
que 2ºº6C4 são oito: os quatro primeiros e, atendendo à simetria, também os quatro últimos.

5. (C) Dado que a soma dos dois primeiros elementos da linha é igual a 13 e uma vez que o primeiro
elemento é igual a 1, concluímos que o segundo elemento é igual a 12. A linha em causa é,
portanto, a linha que contém os elementos da forma 12Cp . O terceiro elemento dessa linha é
66 ( 12C2 ) e o quarto é 220 (12c3 ) . Portanto, os elementos da linha que são menores do que
70 são seis: os três primeiros e os três últimos.

6. (C) Como a soma dos dois primeiros termos é 21, conclui-se que o segundo termo é 20, dado
que o primeiro é 1. Assim, a linha tem 21 termos, pelo que o maior termo é o termo central.
Esse termo é 2ºc10 184 756
=

7. (C) O terceiro elemento da linha seguinte é 120, como se ilustra no esquema abaixo:
12 1
12 0
,......,___._

1 "C1 "C2
""--,...---'
j
1 n +l cl n+l c
2
8. (A) A soma de todos os elementos da linha de ordem n do Triângulo de Pascal é 2 " .
Tem-se, então: 2" 256 "" 2" 28. Vem então que n = 8.
= =

A linha de ordem 8 é a que contém os elementos da forma 8Ck com k E {O, 1, ... , 8 } .
O terceiro elemento dessa linha é 8C2 2 8
=

195
Binómio de Newton

3
1. (B) A equação dada é equivalente à equação x4 + 4x + 6x2 + 4x + 1 = x4 + 4x3 + x + 1( ver item
1). Esta equação é equivalente à equação 6x2 =
+ 3x O e tem-se:
( )
6x2 + 3x = 0 .,, 3x 2x + 1 = 0 .,, x = O V X = - �

=
2. (A) Tem-se n 7 + 3 e, portanto, o valor de n é 10

3. (C) No desenvolvimento de ( x + 2 )5 o monómio da forma kx3 é 5Czx3 22. Portanto, tem-se


k = 5 C2 X 22
= 40

4. (D) O termo geral do desenvolvimento de (x2 + 2)6 6Ck x (x2)6 - k x 2 k =6Ck x 2" x x12-2 k
é
A expressão 6Ck x 2 k 1 - k
x x 2 2 tem grau 6 se, e só se, 12 2k = 6 "" k = 3.
-

O termo de grau 6 é, portanto, 6C3 X 23 X x6=160x6


5. (B) O termo geral do desenvolvimento de ( ; + x)1º , com x # O, é

10ck X (X2 )10 - k X xk = 10ck X 210 - k X x-!O + k X xk = IOck X 210 - k X x-10 +2 k


A expressão 10Ck x 210 - k x x-10 +2 k não depende da variável x se, e só se, -10 + 2k =O"" k = 5
O termo que não depende da variável x é, portanto, 10C5 x 210 -5 = 8 064

196
Cálculo de probabilidades. Regra de Laplace

1. (D) Casos possíveis: 6 x 5 30 - 6 para o número saído no dado,


= 5
para o número saído na
extração da bola.
Casos favoráveis: 6 x 1 6 - para o produto ser zero, no dado pode sair qualquer um dos 6
=

números, mas apenas uma bola (a numerada com zero) poderá ser extraída.
A probabilidade pedida é assim 36 0 �
=

2. (A) Número de casos possíveis: O número de casos possíveis é 7 x 7 pois qualquer um dos dois
cientistas tem 7 opções para escolher o hotel.
Número de casos favoráveis: Como há sete hotéis, há 7 casos favoráveis a que os dois cientistas
fiquem no mesmo hotel.
3 =�
7 7
Probabilidade pedida:

3. (D) Número de casos possíveis: Há 9C2 possibilidades de escolher dois CD de entre os nove que a
Maria gravou.
Número de casos favoráveis: Há sete hipóteses de escolher um CD de música rock e duas
hipóteses de escolher um CD de música popular. O número de casos favoráveis é x 2
_]__
7
9c2 36 18
Probabilidade pedida: 7 X 2 14 =
=

4. (D) Número de casos possíveis: O João tem no bolso seis moedas e há 6C2
maneiras diferentes de
tirar um conjunto de duas moedas de entre seis.
Número de casos favoráveis: Para perfazer 2,5
euros com duas moedas é necessário retirar
uma moeda de 2 euros e outra de 50 cêntimos. Há uma possibilidade de retirar uma moeda
2
de 50 cêntimos e há três hipóteses de retirar uma moeda de euros. O número de casos
favoráveis é 1 x 3 3=

Probabilidade pedida: 6�2 i35 = �


=

2ºC3
5. (D) Número de casos possíveis: O número de casos possíveis é o número de conjuntos de três
números, escolhidos de entre os vinte números. Há casos possíveis.
Número de casos favoráveis: Para que o maior dos números das bolas extraídas seja 10, é
necessário que a bola com o número 10 faça parte do conjunto de três bolas que foram
extraídas e é necessário que as outras duas bolas tenham número inferior a 10. Como há nove
bolas com número inferior a 10, o número de casos favoráveis é 1 x 9C2 9C2
290CC32 = --ª-º-
=

Probabilidade pedida: 2ºC3

197
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

6. (B) Número de casos possíveis: Os sete amigos podem dispor-se de 7! maneiras diferentes.
Número de casos favoráveis: Os adeptos do clube Alfa podem trocar entre eles de 3 ! maneiras
e os adeptos do clube Beta podem trocar entre eles de 4! maneiras. Como as duas claques
podem ordenar-se de duas formas (Alfa Beta ou Beta Alfa), o número de casos favoráveis é
2 x 3 ! x 4!
Probabilidade pedida: 2 X 3 1 X 41
7!

7. (D) Casos possíveis: 7! número de maneiras dos 7 amigos se sentarem.


-

Casos favoráveis: 7! - 6! x 2 os casos favoráveis serão todos menos aqueles em que o João e
-

a Margarida se sentam juntos; o João e a Margarida podem sentar-se juntos de 6! x 2 maneiras


distintas.
A probabilidade pedida é assim 7! - 6! x 2 1 _ _
__ 2 5 _ _

71 7 7

8. (D) Número de casos possíveis: Considerando o espaço amostral associado aos dois últimos
lançamentos, o número de casos possíveis é 6 x 6 6 2 =

Número de casos favoráveis: Para que os algarismos sejam todos diferentes, há quatro hipóteses
para o primeiro dos dois últimos lançamentos e três hipóteses para o segundo.
Probabilidade pedida: 4 x2 3
6
9. (D) Número de casos possíveis: A linha constituída pelos números da forma 24Cp tem 25 elementos.
Portanto, o número de casos possíveis é 25
Número de casos favoráveis: Os únicos elementos dessa linha que são iguais a 1 são o primeiro
e o último. Logo, existem dois casos favoráveis.
Probabilidade pedida: }
5

10. (D) Número de casos possíveis: A linha do Triângulo de Pascal em que o segundo elemento é 35 é a
linha cujos elementos são os números da forma 3 5 CP . Essa linha tem 36 elementos. O número
de casos possíveis é 3 6C2 pois a experiência consiste em escolher dois elementos de entre os
36 da referida linha.
Número de casos favoráveis: Há 1 8 casos favoráveis a que os dois elementos escolhidos sejam
iguais, pois o primeiro elemento da linha é igual ao último, o segundo é igual ao penúltimo,
o terceiro igual ao antepenúltimo, e assim sucessivamente até esgotar os elementos que
constituem a primeira metade da linha.
Probabilidade pedida: 3�8
C2

198
SOLUÇÕES

11. (B) Número de casos possíveis: Como o cubo tem oito vértices, há 8C2 formas de escolher dois
vértices distintos de entre os oito.
Número de casos favoráveis: Escolhidos dois vértices do cubo, eles podem definir uma aresta,
uma diagonal facial ou uma diagonal espacial. O centro do cubo é o ponto médio do segmento
apenas no caso de os vértices escolhidos serem extremos de uma diagonal espacial. Como o
cubo tem quatro diagonais espaciais, existem 4 casos favoráveis.
Probabilidade pedida: 4
8Cz
12. (A) Número de casos possíveis: O número de casos possíveis é 8C2, pois a experiência consiste em
escolher dois vértices diferentes de entre os oito vértices de um paralelepípedo retângulo.
Número de casos favoráveis: Como um paralelepípedo retângulo tem 12 arestas, o número de
casos favoráveis é 12
Probabilidade pedida: 12
8 Cz
13. (C) Número de casos possíveis: Atendendo a que o octaedro tem 6 vértices, o número de casos
possíveis é o número de conjuntos com três elementos que se podem formar a partir de um
conjunto de seis elementos. Portanto, o número de casos possíveis é 6C3
Número de casos favoráveis: Dos planos definidos por três vértices do referido octaedro, o
único que é perpendicular ao eixo Oy é o plano xOz. Como o octaedro tem quatro vértices
nesse plano, o número de casos favoráveis é o número de maneiras de escolher três de entre
esses quatro vértices. Assim, o número de casos favoráveis é 4C3
4
Probabilidade pedida: C3 = 4 1 =
6C3 20 S
14. (B) Casos possíveis: 6C3 número de maneiras de escolher em simultâneo três dos seis vértices
-

Casos favoráveis: 4C3 4 o plano xOy é paralelo ao plano de equação z 5, dos quatro
= - =

vértices pertencentes ao plano xOy deverão ser escolhidos três.


A probabilidade pedida é assim �
C3
15. (A) Casos possíveis: 6 x 4 24 - 6 para o dado cúbico, 4 para o dado tetraedrice.
=

Casos favoráveis: 6 X 4 5 X 3 9 - os casos favoráveis serão todos menos aqueles em que


- =

em nenhum dos dados sai o número 4; não sair 4 no dado cúbico pode acontecer de 5
maneiras e não sair o 4 no dado tetraédrico pode acontecer de 3 maneiras.
A probabilidade pedida é assim z9
4 = �

199
Definição axiomática de probabilidades. Propriedades das probabilidades

1. (C) Dado que cada bola só tem uma cor, uma bola não pode ser, simultaneamente, branca e azul,
de onde se conclui que A n B = 0. Portanto, os acontecimentos A e B são incompatíveis.

2. (C) A partir da axiomática de Kolmogorov, prova-se que P(A ) = 1 - P(A). Esta condição é
equivalente a P( A ) + P(A ) = 1 que, em linguagem corrente, se traduz na afirmação «A soma
das probabilidades de dois acontecimentos contrários é igual a 1 ».

3. (B) P(A) = 30% ; P(A u B) = 70%


Como A e B são acontecimentos incompatíveis, tem-se P(A B) = P( A) + P(B)
U

70% = 3 0% + P(B) P(B) = 40%


<>

4. (C) A probabilidade da união de dois acontecimentos não pode ser inferior à probabilidade de
qualquer deles, o que permite rejeitar as opções (A) e (B); por outro lado, a probabilidade
da união de dois acontecimentos não pode ser superior à soma das probabilidades dos dois
acontecimentos, o que permite reje'1tar a opção (D).

5. (C) Sabe-se que P(A ) = 0,3 e, portanto, P(A) = 0,7. Dado que a probabilidade da união de
dois acontecimentos não pode ser inferior à probabilidade de qualquer deles, rejeitam-se as
opções (A) e (B). O mesmo argumento permite rejeitar a opção (D), tendo em consideração que
AnB =AUB
6. (D) Quando se abre qualquer livro, independentemente do seu número de páginas, das duas
páginas que ficam à vista, uma tem número par e a outra tem número ímpar. Como a soma
de um número par com um número ímpar é, sempre, um número ímpar, o acontecimento em
causa é um acontecimento certo e, portanto, tem probabilidade igual a 1

7. (D) p [A u (A n s )] = P[(A u A) n (A u s)] = P[Q n (A u s)] = P[(A u s)] =


= P(A n B) = 1 - P(A n B) = 1 - � = �

200
Probabilidade condicionada

1. (D) Se saiu o número 5 no lançamento do dado, então retira-se uma bola da caixa A
Como a caixa A contém três bolas das quais duas são verdes, a probabilidade pedida é igual
a 1_
3

2. (B) Depois de tirar uma bola verde, ficam na caixa 5 bolas verdes. Dado que a probabilidade de a
segunda bola retirada ser preta é igual a � , conclui-se que o n úmero de bolas pretas também
é igual a 5

3. (C) No contexto do problema, P(V 1 M ) designa a probabilidade de retirar da caixa 2 uma bola
verde, sabendo que se retiraram da caixa 1 duas bolas de cores diferentes. Dado que as bolas
retiradas da caixa 1 têm cores diferentes e são colocadas na caixa 2, esta caixa fica com duas
bolas verdes e uma bola amarela. Então, a probabilidade pedida é igual a �
4. (B) No contexto do problema, P(B 1 A) designa a probabilidade de a bola extraída ter um número
múltiplo de 5, sabendo que a bola extraída tem um número par.
No espaço amostral constituído pelas dez bolas com número par, a probabilidade de a bola
extraída ter um número múltiplo de 5 é igual à probabilidade de o número da bola terminar
em zero.
Assim, há 10 casos possíveis e há 2 casos favoráveis, pois existem duas bolas com números
que terminam em zero: a bola com o número 10 e a bola com o número 20. A probabilidade
pedida é igual a 2 , ou seja, 0,2
10

5. (B) No contexto do problema, P(X 1 Y) designa a probabilidade de a figura escolhida ser um


quadrado, sabendo que a figura escolhida está pintada de preto. Como esta probabilidade é
igual a , na resposta correcta, metade das figuras pintadas de preto têm de ser quadrados.
Na opção (B) há duas figuras pintadas de preto, sendo um quadrado e um círculo e essa é,
portanto, a opção correcta. Nas opções (A) e (D) tem-se P(X 1 Y) = 1 e na opção (C) tem-se
P(X I Y) = §
6. (C) Designando por A o acontecimento «Ter classificação positiva no primeiro teste» e designando
por B o acontecimento «Ter classificação positiva no segundo teste», e entendendo que ter
classificação negativa é o acontecimento contrário de ter classificação positiva, a probabilidade
pedida é P(B 1 A)
P(B n A) 0,1 1_
P(B 1 A ) = 0,3 3
_

P(A ) -

201
PROBABILIDADE CONDICIONADA

7. (B) Os múltiplos de 5 que são números pares terminam em O e, portanto, são múltiplos de 10
Então, A n B = e
3
15 "" P(A n B) 15 "" P(C) = 15 "" B = 15 ""
P( B 1 A) = 16
P( A) 16 P( A) 16 P( A) 16

"" P(A) = � i� "" P(A) = �


x

8. (C) A probabilidade pedida é


P(B n A) 1 - P(BnÂ) 1 - P(B u A) 1 - 0,9 2 1_
P(B I A ) = = = = =
P(A ) P(A ) 1 - P(A) 1 - 0,44 7

9. (B) P(A 1 B) designa a probabilidade de a bola retirada ser preta, sabendo que foi retirada uma
bola com número par.
No saco existem 4 bolas com número par (as bolas com os números 2, 4, 6 e 8). Destas,
apenas duas são pretas (as bolas com os números 2 e 4).
Portanto, P(A 1 B) = = � �
10. (A) P(A n B) = 0,6 "" P(A U B ) = 0,6 "" 1 - P(A U B) = 0,6 "" P(A U B) = 0,4

P(A u B) = 0,4 "" P(A) + P(B) - P(A n B) = 0,4 "" 0,2 +0,3 - P(A n B) = 0,4 ""
"" P(A n B) = 0,1

P(A I B) = P(A n B) 0,1 = 1


0,3 3
P(B)

11. (A) Sejam R e V os acontecimentos:


R : «o aluno escolhido é rapaz» V : «o aluno escolhido tem olhos verdes»
Tem-se:
P(V I R) = ! l
P(R n V) = o

"" 10P(R) = 4 "" P(R) =


l� "" P(R) = �
Assim, o número de rapazes é � X 20 = 8

202
Funções exponenciais e logarítmicas

1. (D) Dado que a função


3 crescente, o contradomínio de f
f é uma1 função é o intervalo
[t( �). � � )], ou seja, D' = [42, 42] = [ 14, 143] = [2, 8]
2. (C) O ponto em que o gráfico de f intersecta o eixo Ox é o ponto de coordenadas ( 4, O). Então,
4
tem-se: /( 4) = O <> ln( 4 - a) = O <> - a= e0 <> - a = 1 - 4 <> a = 3

3. (B) log2 ( �5 ) = log2 ( a 5 ) - log2 (8) = 5 log2 (a) - log2 (2 3 ) = 5 log2 (a) - 3 =
= 5 X 1_5 - 3 = 1 - 3 = -2

5. (B) Um ponto (a, b) pertence ao gráfico de uma função / se e só se a E Dt e f(a) = b Como,


em todas as opções, a abcissa do ponto é igual a e, vamos calcular a imagem de e pela função f
/(e ) = ln(3e) = ln3 + lne = ln3 + 1
Então, ln 3 + 1 é a ordenada do ponto do gráfico da função f que tem abcissa e

6. (B) Um ponto (a, b) pertence ao gráfico de uma função f se e só se a E Df e /(a) = b


A opção (A) deve rejeitar-se pois uma função exponencial não toma o valor zero.
O ponto de coordenadas (ln 2, 2 e3 ) pertence ao gráfico da função f se e só se /(ln 2) = 2 e 3
/(l n 2) = e ln2 +3 = e ln2 X e 3 = 2e3
7. (A) O ponto em que o gráfico de f intersecta o eixo Oy é o ponto de coordenadas (o, 2). Então,
/(0) = 2 e tem-se: J(ü) = 2 <> e º + ª = 2 <> eª = 2 <> a = ln2
8. (D) Sendo x a abcissa do ponto /, tem-se f(x) = g(x)
Como /(x) = g(x) <> log3 x = -2 + log3 (x2 ) e, atendendo a que x > O, tem-se:
f( x) = g(x) <> log3 x = -2 + 2 log3 x <> log3 x - 2 log3 x = -2 <>
<> - log3 x = - 2 <> log3 x = 2 <> x = 3 2 <> x = 9
9. ( c) Tem-se g ( x ) = ln( VeX)
2
= z-1 ln ( ex )t = z-1 X z-1 ln ( ex ) = 41 x x = 4X

11. (A) log3 ( 1 - X) :S 1 <> 1 - X :S 3 1 /\1 - X > Ü <> - X :S 3 - 1 /\ - X > -1 <>


� - x :S 2 fl x < 1 <> x 2 -2 fl x < 1

203
EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

12. (C) log5 (x) = 7r - l "" x = S ir-1


Assim, Sx = 5 x 5 ir-l = 5 1 +ir-1 = 5 ir

14. (D) Dado que o ponto P pertence ao gráfico da função f, tem-se f(l) = 3, ou seja,
2 a x1 _ 1 = 3
Então, f(l ) = 3 "" 2 a xl - 1 = 3 "" 2ª = 3 + 1 "" 2 ª = 4 "" a = 2

15. (D) Vamos tomar [CE] para base. CE é igual à abcissa do ponto E e o ponto E é o ponto do
gráfico de g que tem ordenada igual à do ponto c
A ordenada do ponto A é f( O ) = e 0 = 1 . De DA = 1 e de AC = DA , conclui-se que a
ordenada do ponto c é 2
Portanto, a abcissa do ponto E é a solução da equação g( x) = 2
g( x) = 2 "" lnx = 2 "" x = e 2
A altura do triângulo [CDE], relativa à base [CE], é igual à diferença entre as ordenadas dos
pontos D e C
A abcissa do ponto D é igual à abcissa de B e a abcissa do ponto B é a solução da equação
g( X) = Ü
g( x) = O "" lnx = O "" x = e 0 "" x = 1
Concluímos então que a abcissa do ponto D é igual a 1 e, portanto, a sua ordenada é
f( l ) = e 1 = e
Assim, a altura do triângulo é igual a e - 2 e, sendo a base CE = e 2 , a área do triângulo
[CDE] é dada por X (2 - 2)
e2 e

16. (C) Para x > O, tem-se:


e4lnx - 10 2 logx = elnx4 - 10 logx2 = x 4 x2
_

17. (D) Para a > 1 e b > 1, tem-se b = a2 "" a = lb


2) = 1 + � = �
1
Então: 1 + logb (a ) = 1 + logb ( /b) = 1 + logb ( b

18. (C) �
f( X) = "" log9 X = � "" X = 9z1 "" X = 19 "" X = 3
1
19. (C) log0 1lJXC = log0 (/b X IC) = log0 /b + log0 /C = loga bZ + 3 =

= log0 b + 3 = � + 3

204
SOLUÇÕES

22. (B) ln(e-x - a ) :S O <> e-x - a :S 1 i\ e-x - a > O <> e-x :S 1 + a i\ e-x > a <>
<> -x :S ln ( 1 + a) i\ - x > ln a <> x 2: - ln ( 1 + a) i\ x < - ln a
Portanto, S = [-In(l + a), -!na[

23. (A) log( lOOb) = log 100 + logb = log10 2 + logb = 2 + 2014 = 2016

25. (C) Tem-se: a = b 3 <> b = Va


1
logab + logba = Ioga Va + logbb 3 = log0a 3 + 3 = � + 3 = 13º
26. (D) (f o g )( x ) = O <> J[g ( x)] = O <> f(lnx) O .,, Jnx = -1V lnx=1
= ""

<> X = e-1 v x = e <> x = .le v x = e

27. (B) Tem-se:


4 + log0 (5 1n ª) = 4 + ln a X loga S = 4 + ln a X 11nn 5a = 4 + ln 5 = ln(e4) + ln 5 = ln( S e4)

205
Limites, Assíntotas, Continuidade, Teorema de Bolzano-Cauchy

1. (D) Tem-se lim ( 1 + � r = e (limite notável). Portanto:


lim (1 + � )2 n = ( lim ( 1 + � r r = e 2
2. (C) lim1+g( x) = X--lim 2x - 5 -- -3 = - oo
2- 5 = -
X_,_ + lr X - 1 o+ o+
3. (A) lim ln x = -oo
x _,_ Q+ X o+
= _
00

4. (C)

5. (D) Tem-se lim g(x) = B(3) com g (3 ) E JR+; portanto, lim g (x) = + oo
x -3- /(x) o + x -3- fl( x)
6. (B) lim ( 0,1 + 0,2eº·3 x) = 0,1 + 0,2e -00 = 0,1 + 0,2 O = 0,1
x
x_,_-oo
Portanto, a reta de equação y = 0,1 é assíntota do gráfico da função f

7, (B) A equação reduzida da reta t é y = x - 2


Como a reta t é assíntota do gráfico da função f em JR+ , conclui-se que
x_,.Jim+ oo(!(X) - (X - 2)) = 0
8. (C) Se a reta de equação y = mx + b é assíntota do gráfico de f, de domínio JR+ , então
lim f(x)
m = x_,_+oo X
O declive da reta s é 1-0 1
0 - (-2) 2
Tem-se, portanto, lim
/( x) = 1
x_,.+ oo X 2
9, (A) Dado que a feta de equação y = -2x + 1, é assíntota do gráfico da função f, cujo
r, domínio
é JR+, então lim [f(x) - (-2x +1)] = 0.
X--++oo
Tem-se, então, x_,_+oo lim [/(x) - (-2x + 1 ) + (-2x + l)] =
lim /(x) = x_,.+oo
= x_,.lim+oo[f(x) - (-2x + 1)] + lim _,_ + oo
(-2x + 1) =
= o + ( -oo) = - 00
x

10. (B) Como a reta de equação y=3 é assíntota do gráfico de h, quando x -+oa, conclui-se
h(x) 3 = -3- = l = l
que lim
X--++ooh(x) = 3 e, portanto,
x-+oo 3 + e 3 + e -00 3 + 0 3
lim -x

206
SOLUÇÕES

11. (A) O gráfico da função g pode obter-se aplicando ao gráfico da função f a translação definida
pelo vector (-1, O). Aplicando a mesma translação à única reta que é assíntota do gráfico de
f, obtém-se a única assíntota do gráfico da função g
A equação dessa reta é y = 2 ( x + 1) + 4, que é equivalente a y = 2x + 6
12. (A) Como a reta de equação y = 2 é assíntota do gráfico da função h, que tem domínio R_- ,
conclui-se que lim h( x) = 2
X-.-oo

lim h ( xx ) = l = + oo
x_,_-00 e o+
13. (C) Como a função g é contínua em R, é contínua em qualquer intervalo fechado.
Opção (A): g(-1) = (-1)5 - (-1) + 1 = 1 e g(0) = 05 - 0 + 1 = 1
Portanto, o teorema de Bolzano-Cauchy não permite garantir que a equação g( x) = 8 tem
solução no intervalo [-1, O]
Opção (B): g(O)=l e g(1 ) = 1 5 - 1 + 1 = 1
Portanto, o teorema de Bolzano-Cauchy não permite garantir que a equação g( x) = 8 tem
solução no intervalo [o, 1]
Opção (C): g(1) = 1 e g(2) = 25 - 2 + 1 = 31
Tem-se g( 1) .;; 8 ,,;; g( 2) e, portanto, o teorema de Bolzano-Cauchy permite afirmar que a
equação g( x) = 8 tem pelo menos uma solução no intervalo [1, 2]
14. (B) Sendo f contínua em ]-4, + oo[, é contínua em qualquer dos intervalos apresentados.
Procuremos, de entre esses intervalos, aquele em que as imagens dos extremos têm sinal
contrário.
Opção (A): /(-3)= -3 + log4 (-3 + 4) = -3 + log4(1) =-3 + 0 = -3
/(-2) =-2 + log4 (-2 + 4) =-2 + log4 (2) = -2 + � = - �
Portanto, o teorema de Bolzano-Cauchy não permite garantir a existência de pelo menos um
zero no intervalo [-3, -2]
Opção (B): /(-2) = - � e /(0) = 0 + log4 (0 + 4) = 1og4 (4) =1
Como /(-2) < O e /(O) > O, o teorema de Bolzano-Cauchy permite garantir que a função f
tem pelo menos um zero no intervalo [-2, O]
15. (B) Uma função contínua, de domínio R, não pode passar de valores negativos a valores positivos,
ou de valores positivos a valores negativos, sem tomar o valor O
Portanto, o contradomínio de uma função contínua de domínio lR. não pode ser R \ {O}
16. (D) A equação g( x) = b tem três soluções distintas se e só se a reta de equação y = b intersectar
o gráfico de g em, exactamente, três pontos. Os valores de b para os quais isso acontece são
os do intervalo ]-2, 3 [

207
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO·CAUCHY

17. (C) Jim Un = e (limite notável). Então, dado que xlim-e lnx = lne = 1,
conclui-se que Jim /( Un ) = 1

18. (D) A sucessão ( Un) tende para O, por valores superiores a O. Então, dado que Jim g( x) = 2,
x _,.o+
conclui-se que lim g ( un) = 2
n_,.+oo
19. (B) A sucessão ( xn ) tende para
_,.-oo/( x ) = l, conclui-se que lim /( xn)= l
-oo. Dado que xJim
20. (C) Sendo a função estritamente crescente, tendo o gráfico que passar no ponto (O, 1) e
sendo o eixo Ox assíntota do gráfico, tem-se Jim fl x) = O. Como a bissectriz do 1º
X ->-oo
quadrante também é assíntota do gráfico, tem-se Jim /( x ) = + oo
x -.- oo
O contradomínio de qualquer função nas condições indicadas é Jü, + oo(
No referencial seguinte apresenta-se uma representação gráfica de uma função que cumpre as
condições do enunciado.
11

'
'
'

/
/
/
/
/
:r

21. (A) Da informação do enunciado e da observação da representação gráfica da função g conclui-se


que Jim g(x) = + oo
x -3
A sucessão ( xn ) definida por 3 _ 1_n tende para 3, por valores inferiores a 3 e, portanto,
lim g ( xn) = + oo
22. (D) Dado que lim h(x) =-oo, conclui-se que a reta de equação x = -3 é assíntota vertical do
x --. -3
gráfico da função h e conclui-se também que a função h não tem mínimo absoluto. Devem,
portanto, rejeitar-se as opções (A) e (C).
Por outro lado, pode também concluir-se que as retas de equações y = 5 e y = O são
assíntotas do gráfico da função h, porque Jim h( x ) = 5 e lim h( x ) = O
x _,.-oo x ...... +oo
Assim, a opção (B) não é a opção correta.
A opção correta é, então, a opção (D): sendo h uma função contínua em J-oo, -3(,
o contradomínio da sua restrição a este intervalo contém o intervalo ]-oo, s[, pois
Jim h(x) = - oo e x--oo
X--+-3 Jim h(x) = 5
Assim, 2 pertence ao contradomínio da função h e, portanto, a equação h(x) = 2 tem, pelo
menos, uma solução.

208
SOLUÇÕES

23. (A) A reta de equação y = 2 é assíntota do gráfico de f pois X--+lim+oo/( x) = 2


A reta de equação y = x é assíntota do gráfico de f pois lim [!( x ) - xJ = O
X-> -00
O gráfico de f não pode ter outras assíntotas não verticais, o que permite rejeitar a opção (D).
A reta de equação x = 5 não é assíntota do gráfico de f pois lim/(x) = -3, o que permite
rejeitar as opções (B) e (C). x -S
24. (C) A função f tem domínio R \ {3} e é uma função contínua. Portanto, só a reta de equação
x = 3 pode ser assíntota vertical do gráfico de f
Como lim x - 2 = _1_ = + , a reta de equação x = 3 é efetivamente assíntota do
x _,.3+ x - 3 o + oo
gráfico de f
Tem-se lim x - 2 = lim L = 1 ' portanto, a reta de equação y = 1 é a única assíntota
x --±ooX - 3 x .--,. ± ooX ·

horizontal do gráfico da função f

25. (A) Tem-se lim !(_ x) = f( 1) (o gráfico de f é uma reta, pelo que f é contínua).
X -+ 1 +
Então, lim
!(_ x) = J\ l) = O
x -1+g(x) -oo
26. (A) Tem-se lim lnx = ln e = 1. Então, dado que limxn =e (limite notável), tem-se:
limyn = 1 + lim ( lnxn) = 1 + 1 = 2
27. (C) Dado que a reta de equação y = 2x + 3 é assíntota do gráfico da função g, cujo domínio é
JR+, então lim
g(x) = 2 e lim (g(x) - 2x) = 3
X-++oo X x _,_+oo
Portanto, lim [
g(x) x (g(x) - 2x)] = 2 x 3 = 6
X ->-+oo X

28. (A) Na opção (A), tem-se:


g(-2)=-2 + /(-2)=-2 + 1 = -1 e g(2 ) = 2 + /(2) = 2 + 3 = 5
Dado que g(-2) e g(2) têm sinais contrários e como g é uma função contínua no intervalo
[-2, 2], o teorema de Bolzano-Cauchy permite garantir que a função g tem pelo menos um
zero no intervalo [-2, 2]
Está, portanto, encontrada a opção correta.
Em cada uma das restantes opções, g(-2) e g(2) têm o mesmo sinal e, portanto, o teorema
de Bolzano-Cauchy não permite garantir a existência de pelo menos um zero no intervalo
[-2, 2]

209
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

29. (D) Como a reta de equação y = � x + 2 é assíntota do gráfico de f, cujo domínio é [O, + oo[,
conclui-se que lim !( = 1
x)
x_,.+oo X 3
lim h(x) = x-lim+oo_ x 1
x -+oo f(x)_ = hm . -- f(x) _1__13 = 3
x ---->+ oo X
Então, a reta de equação y = 3 é assíntota do gráfico da função h

30, (C) Tem-se lim (f(x) + x + l ) = lim [/(x) - (-x - 1)]


X----> - oo x-+oo
Dado que a reta de equação y = -x - 1 é assíntota do gráfico da função f, quando x - oo, �

conclui-se que o limite pedido é igual a O

31, (A) Dado que a reta de equação y = 1 é assintota do gráfico de f em R+ , conclui-se que
tem-se também lim -- = O (limite notável).
lim /( x) = 1; ln( X)
X----> +oo
Então lim
[ ln(x)
x_,. +oo X
- f(x)] = Ü - 1 = -1
X->+oo X
32. (A) Dado que a função f é contínua em R, é contínua, em particular, para x = a e, portanto,
lim f(x) = f(a), ou seja, a 2 - 2 a = a 2 - a + 3
lim_f(x) = x_,_a+
x _,_ a
Ora, a 2 - 2 a = a 2 - a + 3 "" -2 a = - a+ 3 "" a = -3

33. (C) Se a reta de equação y = mx + b é assíntota do gráfico da função f, cujo domínio é


.
11moo--
[ 3, + oo [ , entao, m = x-+
_
f(x)
X
A reta r tem declive 1, portanto, lim --f(x) = 1
X-++ oo X
34. (C) Tem-se g(ü) = 3º - Vo = 1 e g(1) = 3 1 - l:l = 2
Como g ( O ) e g(l) são ambos positivos, o teorema de Bolzano-Cauchy não permite garantir
a existência de pelo menos um zero no intervlo [O, 1]
Como lim g( x) = 9 - /2 e lim g(x) = -3, a função g não é contínua no ponto 2, pelo
x_,. z·· x_,.z+
que o teorema de Bolzano-Cauchy não permite garantir a existência de pelo menos um zero no
intervalo [ 1, 3]
Tem-se g(3) = 3 - 5 + log2 (3 - 1 ) = -2 + 1 = -1 e g(5) = 5 - 5 + log2 (5 - 1) = 0 + 2 = 2.
Como a função g é contínua em [3, 5] e como g(3) e g(5) têm sinais contrários, o
teorema de Bolzano-Cauchy permite garantir a existência de pelo menos um zero no intervalo
[3, 5]
35, (D)
n lim g u = lim ln ( ) = ln(o+) = - oo
l
---- + oo ( n) n _,.+oo n

210
SOLUÇÕES

36. (A) lim e2ª - 12


x ].
lill
eªx -1 lim- 1 - X lim e ªx - l 1_a X lim eª - 1 =
x
x----- O ax + a x x - o ax( x + a ) x_,.o a x- 0 ax
x + x - o ax y = ax

37. (B) Tem-se /(0) = 2º - 9 = -8 e /(1) = 2 1 - 9 = -7


Como /(O) e /( 1) são ambos negativos, o teorema de Bolzano-Cauchy não permite garantir
a existência de pelo menos um zero no intervalo [O, 1 J
Tem-se /(1) = -7 e /(4) = 2 4 - 9 = 7
Como a função f é contínua em [ 1, 4J e como f( 1 ) e /( 4) têm sinais contrários, o teorema
de Bolzano-Cauchy permite garantir a existência de pelo menos um zero no intervalo [ 1, 4]

38. (C) Uma vez que o domínio é minorado, o facto de a reta de equação y = 2x - 4 ser assintota
do gráfico de g significa que lim (g( x ) - ( 2x - 4 )) = O pelo que lim (g( x ) -2x + 4) = O
X--++oo x -.+oo

( )
39. (B) Como 1im 2 + 1- = 2 + ü + = 2 + , tem-se
n
limfl2
1\
+ 1-n ) = x_,_limz+/(x) = 42+ 1 = 3
40. (C) Como lim (f( x ) + 2x) = O tem-se lim (f(x) - (-2x)) = O, pelo que a reta de equação
X--+-00 X--+-oo
y = -2x é assintota do gráfico de f
Como lim /(x ) = 1, a reta de equação y = 1 é assintota do gráfico de f
X--+ +oo
41. (D) Para que o teorema de Bolzano-Cauchy garanta a existência de pelo menos um zero da função
g no intervalo [-1, 4], é necessário que a função g seja contínua no intervalo [-1, 4J, e que
g( -1) e g(4) tenham sinais contrários.
Em cada uma das três primeiras opções é verificada a continuidade de g no intervalo [-1, 4J,
mas g(-1) e g(4) têm sinais iguais.
No caso em que g é definida por g( x ) = x2 - f( x ), tem-se que g é contínua no intervalo
[-1, 4], e que g(-1) e g(4) têm sinais contrários, pois g(-1) = (-1)2 -1(-1) = 1 -3 = -2
e g( 4) = 4 2 - f( 4) = 16 -9 = 7

42. (A) A função f - g é contínua no intervalo [2, 3], pois as funções f e g são ambas contínuas
nesse intervalo. Além disso, (f - g)(2) e (/ - g)(3) têm sinais contrários, pois
(f - g)(2 ) = 1(2) - g(2) > o e (f - g)(3) = /(3) - g(3) < o
Pelo teorema de Bolzano-Cauchy, concluímos que a função f - g tem pelo menos um zero
no intervalo ]2, 3[. Assim, existe um n úmero e E ] 2, 3[ tal que (! - g )(e) = O, donde
f( e) - g( e) = O e, portanto, /(e) = g( e)
Concluímos, assim, que existe um objeto e cujas imagens por meio das funções f e g são
iguais, o que, do ponto de vista gráfico, significa que os gráficos de f e g se intersetam no
ponto (e, /( e)). Portanto, os gráficos de f e g intersetam-se em pelo menos um ponto.

211
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO·CAUCHY

43. (A) Tem-se lim f(x) = x_,_a+


x ...... a+
lim g (x) = g (a) 2 e xlim
_,_ a _
f(x) = xlim
=

- a_
log3 (-x - 13) = log3 (-a - 31 )
Como f é contínua em JR, é contínua no ponto a, pelo que

X-+ Q-
lim f( x) "" log3 (-a _ 1_)
lim f( x) = X-+Q+ 3 = 2 "" - a 1_3 = 3 2 "" a = _ l_fl_
_

3
44. (D) Como o domínio de f é ]O, + oo[ e a reta de equação y = 3 é assintota horizontal do gráfico
de f, conclui-se que lim f( x) = 3
X->-+ oo
Assim, lim g( x) = lim e - _ 3
X -++co X _,.+oo fl X )
t
Portanto, a reta de equação y = -1 é assintota horizontal do gráfico de g
45. (D) Tem-se lim
lnx + f(x) = 1 "" -1 lim lnx + f(x) = 1 ""
x-+oo 3x 3 X-++oo X
"" x limoo
-+ X
( lnx + f(x) ) = 3 "" lim lnx + lim f(x) = 3 ""
X X-+ +oo X x_,.+oo X
"" O + lim f( x) = 3 "" lim !( x) 3
x-.. +oo X x-+oo X
=

Portanto, a assintota oblíqua do gráfico de f, se existir, tem declive igual a 3. Apenas na opção
(D) está a equação de uma reta com declive igual a 3.

46. (B) Dado que f é contínua em ]-oo, 1[, f é contínua no ponto O, pelo que se tem
lim f(x) = x_,_Q+
x---- 0 -
lim f(x) f(o)
=

Ora, f( O ) = lim f( x) = ln k e lim f( x) = lim ( 2 ex + - 1 1 ) 2 x 1 + -1- 2 + O = 2,


= =

x _,_ o- x ..... o + x-o+ nx -oo


pelo que se conclui que lnk 2. =

Portanto k e 2 =

6x - l 1 . 6x - 1 Q_
lill
47. (C) lim 6x - 1 = lim x X->+co f(x) X = 2 =3
x-+ oo f(x) x-+oo f(x)
X
lim
X-++co X
(Note-se que lim
f(x) = 2 pois a reta de equação y = Zx - 5 é asssíntota do gráfico de
X-+ + co X
f, de domínio JR+ )

48. (B) Qualquer que seja o valor de k, a função f é contínua em JR, pelo que é contínua no
intervalo [O, 1]
Para que o teorema de Bolzano-Cauchy possa garantir que a função f tem, pelo menos, um
zero no intervalo [O, 1 ], tem que se ter f( O) x f( 1) < O
f( o) f( 1) < o "" ( k X e 0 + o) ( k e1 + 1) < o "" k(ke + 1) < o""
X X X

"" k E ]-!, o[

212
SOLUÇÕES

49. (D) Dado que o gráfico de f tem uma assíntota oblíqua quando x � -
oo, o declive dessa reta
/(x)
é igual a X---'>lim-CO X
Ora, lim !(
x--oo X
(
x--co X
�)
x) + e x - x = 1 lim /( x) + � - = 1 .,,
<>
X X

-
.,, x-lim-oo /(Xx) + X-+lim-00�X 1 = 1 X lim
<>
---'>- OO X
__
.,,
/( x) + O = 2 lim !( x) = 2
-oo X-+-00 X

limun = Jim_!l_ _Ln = 1 n = _l_ = o +


50. (A) Tem-se ne = lim -
e hm . -e +oo
n n
Portanto, limf( un) = lim f(x) = lim lnx = - oo
x-o+ x - o+

51. (A) Como as funções f e g têm domínio JR+ e a reta de equação= -x é assíntota dos seus
y
gráficos, tem-se:
lim /(x) = - oo ; lim g(x) = - oo ; lim /(x) = -1 ; lim g(x) = -1
X-++oo x-+oo x- . +oo X
. x-+ oo X
Portanto, lim /(x) x g(x) _ lim /(x) x lim g(x) = -l x (-oo) = + oo
x-..+oo X x-+oo X x -+oo

213
Derivadas

1. (A) O valor de /'(6) é igual ao declive da reta s. Como as retas r e s são perpendiculares, o
declive de uma é igual ao inverso do simétrico do declive da outra, ou seja, ms = _1_
� �
mr
_

Então, sendo o declive da reta r igual a , o declive da reta s é igual a -

2. (A) Podemos rejeitar as opções (C) e (D), pois as expressões que apresentam definem funções cujos
gráficos não passam no ponto de tangência, que é o ponto de coordenadas (O, O)
Como a reta de equação y = x tem declive igual a 1, a função que procuramos tem de ter
derivada igual a 1, para x = O. Calculemos então, por exemplo, a derivada da função definida
pela expressão x2 + x, para x = O
(x2 + x)' = Zx + 1 q ue, para x = O, toma o valor 1, sendo, portanto, esta a opção correta.
3. (B) O declive da reta tangente ao gráfico da função g, num ponto A, é igual à derivada da função
g, na abcissa do ponto A. Como retas paralelas têm declives iguais e como a bissetriz dos
quadrantes ímpares tem declive igual a 1, a abcissa que procuramos é a solução da equação
g'(x) = 1. Ora, g'(x) = 1 <> (lnx)' = 1 <> 1- = 1 <> x = 1
X

4. (A) Dado que o declive da reta de equação = � + 1 é igual a § , tem-se que a abcissa de P é a
y

solução da equação f'(x) = § . Ora, f'(x) = § ( 4 + lnx)' = § <> ; = § <> x = 3


<>

5. (B) Dado que /(ü) = eº + l = l + l = Z, a reta r passa nos pontos de coordenadas (-6, 0) e
(O, 2 ) . O declive m da reta r é, então, = � §
Como a reta r é tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa O, tem-se m = f' (O), ou seja,
§ = f'(ü)
Tem-se f'(x) = (eªx + 1 )' = (ax)' eªx = aeªx
3
1-
Portanto, = /'(O) "" 1- = aeª xo "" 1- = a
3 3

6. (A) O declive da reta r é igual, quer a f'(a) quer a g'(b)


Então, f'(a) = g'(b)
Como f'(x) = (e x)' = ex e g'(x) = (lnx)' = 1_ , tem-se
X
eª = 1_b
7. (C) f' (x) = (xe )' = exe -l
8. (D) As funções f e g têm derivadas iguais. Logo, para um certo número real k, tem-se
J\ x) = g( x) + k, V x E [O, 1]. Assim, o gráfico de uma das funções pode ser obtido, a partir do
gráfico da outra, por meio de uma translação vertical.

214
SOLUÇÕES

9. (C) A função f é derivável em R, f' tem um zero em x = 2, é negativa em ]-oo, 2[ e é positiva


em ]2, + oo[
Então, a função f é decrescente em ]-oo, 2 ], é crescente em [ 2, + oo[ e atinge um
mínimo para x = 2

10. (C) A opção (A) deve ser rejeitada, pois dado que a função g é constante em ]-oo, -2[, a derivada
é nula nesse intervalo.
A opção (B) deve ser rejeitada, pois a função g não é derivável em -2 e em 2
A opção (D) deve ser rejeitada, pois dado que a função g é decrescente em ]-2, 2[, a função
derivada é negativa nesse intervalo.

11. (A) As duas funções têm extremos para x = -1. Logo, dado que são deriváveis, f'(-1) = 0 e
g'(-1) = 0 e, portanto, f'(-l) = g'(-1). Assim, rejeitam-se as opções (B) e (D), pois -1 não
pertence ao conjunto-solução da condição f'(x) < g'(x)
Como f é decrescente em ]-2, -1[, f' toma valores negativos nesse intervalo; no mesmo
intervalo, g' toma valores positivos, pois a função g é crescente. Como qualquer número
negativo é menor do que qualquer número positivo, tem-se f'(x) < g'(x) no intervalo
]-2, -1[. No intervalo ]-1, 1[, tem-se f' ( x) > g' ( x) , o que permite concluir que o conjunto
solução da condição f'(x) < g'(x) é ]-2, -1[

12. (A) No intervalo [O, 3 ], a função derivada é negativa e, portanto, a função f é decrescente neste
intervalo. Como se sabe que f (O) = 2, o valor de f (3) tem de ser inferior a 2
Dos valores apresentados nas opções, só 1 é inferior a 2

13. (D) Dado que g' ( x) = f' ( x) + ( x )' = f' ( x) + 1, conclui-se que o gráfico de g' se obtém a partir do
gráfico de f' pela translação definida pelo vetor de coordenadas (o, 1 ) , ou seja, deslocando
o gráfico de f' uma unidade para cima. Como o eixo Ox é uma assintota do gráfico de f', a
reta de equação y = 1 é uma assintota do gráfico de g'

14. (A) Tem-se g( 1) = ( 2 1 - 1) !( 1) = 1


x x

Como g'(x) = ((2x -1)x f(x))' = (2x - 1)' x f(x) + (2x - 1) f'(x) =x

= 2!( x) + ( 2 x - 1) X f' ( x), tem-se


g'(1)= 2f(1) + (2 X 1 - 1) X f'(l) = 2 X 1 + (2 X 1 -1) X 1 = 3
Portanto, a reta tangente ao gráfico da função g, no ponto de abcissa 1, tem equação reduzida
da forma y = 3x + b. Como g(1) = 1, a reta passa no ponto de coordenadas (1, 1 ) , pelo que
1 = 3 + b, donde vem b = -2
Portanto, a equação pedida é y = 3x - 2

215
DERIVADAS

15. (B) Se o gráfico da função g tem um ponto de inflexão com abcissa 1, o sentido da concavidade
muda nesse ponto. Existindo segunda derivada, tem-se g " ( 1) = O e a função g " muda de
sinal em x = 1. As opções (C) e (D) podem rejeitar-se pois as funções representadas não se
anulam para x = 1
A função representada na opção (A) tem um zero em x = 1, mas não muda de sinal; não é,
portanto, a opção correta.
A função representada na opção (B) tem um zero no ponto de abcissa 1 e muda de sinal nesse
ponto, pode, portanto, ser a segunda derivada de uma função que tem um ponto de inflexão
no ponto de abcissa 1

16. (B) As abcissas dos pontos de inflexão do gráfico de f são os zeros de /" onde haja mudança de
sinal. Tem-se:
f', (X) = o x2 - 1 = o V x2 + 5 = o V (X + 6 )2 = o ""
"'°'

"" x = -1 V x = 1 v x = -6 (A condição x2 + 5 = O é impossível)


Em x = -6, a segunda derivada anula, mas não muda de sinal.
Portanto, dos três zeros de /", só o -1 e o 1 são abcissas de pontos de inflexão do gráfico
de f

"
17. (C) Na tabela seguinte apresenta-se a variação de sinal de g e a sua relação com o sentido da
concavidade do gráfico de g
X -oo -1 1 +oo
sinal de g " - o + o -
concavidade do gráfico de g (\ P.I. u P.I. (\

As opções (A) e (B) podem rejeitar-se pois os gráficos têm apenas um ponto de inflexão.
A opção (D) deve ser rejeitada pois, por exemplo, a concavidade do gráfico está, inicialmente,
voltada para cima.

18. (D) Dado que existe derivada em a, também existe reta tangente ao gráfico de f no ponto de
abcissa a e o declive dessa reta é igual a /' (a). Como, neste caso, se tem f' (a) = O, a reta
tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa a é a reta paralela ao eixo Ox que passa no ponto
(a, J(a)). A equação reduzida dessa reta é y = f(a)
(Note-se que o facto de se ter f' (a) = O não garante que /(a) seja um extremo da função f ).

19. (A) Tem-se /"(x) = (x3 - 3x + 1)' = 3x2 - 3


f" (X) = Ü 3 X2 - 3 = Ü "" X -1 V X = 1
<o> =

O gráfico de /" é uma parábola com a concavidade voltada para cima que intersecta o eixo
das abcissas nos pontos de abcissa -1 e 1
Portanto, f"(x) < O "" x ]-1, 1[
E

Assim, no intervalo ]-1, 1[, o gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo.

216
SOLUÇÕES

20. (C) Dado que a função f é uma função polinomial, sabe-se que admite primeira e segunda derivada
em lR
A informação de que o gráfico da função f tem a concavidade voltada para cima em ]-oo, O] e
voltada para baixo em [O, + oo[ permite concluir que o gráfico tem um ponto de inflexão para
x = O e, portanto, /"(0)=0
O facto de a reta r ser paralela à bissetriz dos quadrantes ímpares, permite concluir que a reta
r tem declive igual a 1. Então, f'( O)= 1

A reta r tem declive 1 e passa no ponto de coordenadas (-2, O); a sua equação reduzida é
y = x + 2 e, portanto, /(O) = 2

Assim, /(O) + f'(O) + /"(0) = 2 + 1 + 0 = 3

21. (C) A observação do gráfico da função h permite concluir que, numa vizinhança de O, a função h
é crescente e o gráfico tem a concavidade voltada para baixo.
Então, h'(O) > o e h"(O) < O
Portanto, h'(O) - h"(O) > O

22. (D) A partir da observação do gráfico, concluímos que a função /" é negativa em lR. Portanto, o
gráfico da função f tem a concavidade voltada para baixo em lR
O gráfico da função quadrática f, definida por fi x) = ax2 - 1, é uma parábola em que o
sentido da concavidade depende do sinal de a. Como o gráfico da função f tem a concavidade
voltada para baixo, o valor de a é negativo. Portanto, só pode ser a = -3
Podemos chegar à mesma conclusão por processos analíticos:
f' ( x) = ( ax2 - 1 )' = 2 ax
f" ( x) = ( 2 ax )' = 2 a
Como a função /" é negativa em JR, tem-se Za < O, pelo que a<O
23. (A) A função afim f, cujo gráfico está representado, é definida por uma expressão do tipo
f(x) = ax + b. Tem-se f'(x) =(ax + b)' = a, donde /"(x) = a' = O
Logo, h"(x) = (fix) + e x )" = /"(x) + (ex )" = O + (e x)' = e x, cujo gráfico está representado
na opção (A).

24. (C) A partir da observação do gráfico, concluímos que a função f é crescente e tem a concavidade
voltada para baixo em ]1, 3[
Portanto, dado x E ]l, 3[, tem-se f'(x) > O e /"(x) < O

25. (C) O ponto 1 pertence a um intervalo onde a função f é decrescente e o seu gráfico tem a
concavidade voltada para baixo. Portanto, f' ( 1) e f" ( 1) são ambos negativos.
O ponto -3 pertence a um intervalo onde a função f é decrescente e o seu gráfico tem a
concavidade voltada para cima. Portanto, f'(-3) é negativo e /"(-3) é positivo.

217
DERIVADAS

26. (D) Dado que a reta r tem inclinação � , o seu declive é tg( � ) = 1. Como a reta r é a reta
tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa a, tem-se f' (a) = 1
Ora, /'(x) = ( ln ( L + z )) =
' ( L3 + z )' _l3 _ 1
= __
3 L+z L+z x+6
3 3
1
Portanto, f'(a) = 1 .,, __ = 1 .,, a = 5
a+6 -

27. (D) Tem-se f'(x) = axª -l + a 2 x l


X
Portanto, o declive da reta r é f'(a)= aaª -1 + a 2 x l = aª + a
a
28. (D) Tem-se a seguinte tabela:
X -oo o 1 +oo
e-
X + + + + +
xz + o + + +
x-1 - - -
o +

f" -
o -
o +

f n n P.l. u

29. (B) Tem-se:


y

As afirmações 1) e li) são falsas. Os gráficos intersectam-se no ponto de coordenadas (o, 1 ), f


é crescente, mas g é decrescente.
Tem-se f'(x) = ax x lna pelo que f'(-1) = a -1 lna = la lna
x x

Tem-se g ' (x) - a -x !na pelo que g ' (l ) = - a -1 lna = _ l_ x lna


= x x
a
'
Vem, então: f' (-1 ) - g ( 1) = l ln a + l ln a =
x x
2 ln ª
a a a
Portanto, a afirmação Ili) é verdadeira.

218
SOLUÇÕES

30. (B) Tem-se lim f(x) - f(a) o .. f'(a) = O


- a
x X-a
Como f" (a) < O, o gráfico de f, numa vizinhança de a, terá de ser da forma
y

o
/]\ a X

Logo, f( a) é um máximo relativo da função f


31. (A) O gráfico representado na opção (A) tem exatamente dois zeros e em cada um deles há mudança
de sinal.

32. (A) Tem-se f'(2) = 6 .,, xJim f(x) -!(2) 6. Portanto, tem-se:
- 2 x-2
lim f(x) - !(2) lim [ t (x) -!(2) x 1-] = lim f(x) - !(2) x lim1- = 6 x 1- = 3
x- 2 x2 - 2x x - 2 x - 2
· x x- 2 x - 2 x - 2 X 2
33. (D) O gráfico da função f tem a concavidade voltada para baixo em ]-oo, O] e tem a concavidade
voltada para cima em [O, + oo[ . Portanto, f'(x) < O em ]-oo, O[ e f'(x) > O em ]O, + oo[ .
Logo,
f'(l) > O ; ['(2) > 0 ; f'(-1) < 0 ; f'(-2 ) < 0
f'(l) ['(2) > 0
X

34 · (C) \' x2 - 2x 4 "" l' (x -2)x


x ':'1 f(x) - [(2) x ':'1 f(x) -[(2) 4 "" }� f(x) � [(2)
x-2
limx
x -.. 2
<=>

lim �f(
� x� ) -�ji�(2�)
x-2 - 2 X

35. (C) O gráfico de f tem a concavidade voltada para baixo em ]-oo, - 1 0] e em [O, 10] e voltada
para cima em [-10, 0] e em [10, +oo[
Portanto, o gráfico da função definida por f(x - 5) tem a concavidade voltada para baixo em
]-oo, -5] e em [5, 15] e voltada para cima em [-5, 5] e em [15, +oo[
Logo, o gráfico da função g tem a concavidade voltada para baixo em [-5, 5] e em [15, +oo[
Das quatro opções, a opção correta é ]-5, 5[

219
Funções Trigonométricas

1. (C) Tem-se:
180° rrrad
x 1 rad
X = 180 X l "°' 5 7°
7[

2. (A) 1.0 Processo (procurando argumentos para rejeitar as opções não corretas)
Na posição inicial tem-se a = O e a distância d é o diâmetro da circunferência, ou seja, d = 2
Este resultado permite-nos rejeitar a opção (C), pois 1 - cos O = 1 - 1 = O
Quando P percorre um quarto da circunferência, tem-se a = ; e d igual ao raio da
circunferência, ou seja, d = 1. Então, podemos rejeitar a opção (B), pois 2 + sen ; = 2 + 1 = 3
Quando P percorre metade da circunferência, tem-se a = 7f . P está sobre a reta r e, portanto,
d = O. Como, na opção (D), se tem 2 - sen7f = 2 - O = 2, esta opção é rejeitada.
Portanto, só a opção (A) pode estar correta.
2.0 Processo (determinando uma expressão que dê a distância de P a r, em função de a)
Considerando o referencial xOy representado na figura, X
tem-se que a distância d do ponto P à reta r pode ser
dada pela soma de 1 (distância de C a r) com a abcissa
p
do ponto P. Repare que essa abcissa é positiva quando P ' a
está no 1.0 quadrante e é negativa quando P está no 2.0 '
quadrante e tenha em consideração que a abcissa de P, y e
na circunferência trigonométrica, é o cosseno do ângulo
a, O que j ustifica que d( Q') = 1 + CDS Q' r

3. (A) A área da região sombreada pode obter-se adicionando as áreas do quarto de círculo e do
triângulo. A área do quarto de círculo de raio 1 é dada por 7f X 12 e a área do triângulo
4
e, dada por 1 tga
X

� + t�a
2
Portanto, a área pedida é dada por

4. (B) A igualdade que se pretende traduzir é equivalente à área de cada uma das figuras ser igual a
metade da área do trapézio.
A área do trapézio [ ABCDJ é 3o ! 10 x 10 = 200 e, portanto, metade da área do
trapézio é 100. A área do triângulo [ APD J é dada por AD � AP 30 � AP
De tgx = �� , conclui-se que AP = 30tgx e, portanto, a área do triângulo [APD] é dada
por 30x 30tgx 30 tgx
2
2 2
Assim, o problema pode ser traduzido pela equação
30�tgx = 100
220
SOLUÇÕES

5. (C) A distância do casco do navio ao fundo do mar varia com a maré e, no momento da maré alta,
atinge o seu valor máximo. O maior valor que a expressão 10 - 3 cos(2x) toma é obtido
sempre que cos(2x) = -1. Então, o máximo da função h é igual a 10 - 3 x (-1) = 10 + 3 = 13

6. (D) Tem-se tg ( s:) = tg ( �) = 1 e, portanto, 1 - tg ( 5:) = O. Então, pois o


denominador da fração anula-se quando x assume o valor 5:
7. (B) A opção (A) deve ser rejeitada, pois o contradomínio da função seno é [-1, 1 ]. A função, de
domínio IR, definida por !( x) 1 + x 2 tem contradomínio [ 1, + oo[ e, portanto, não é a
=

opção correta.
A opção (D) deve ser rejeitada porque a função definida por lnx não tem domínio R, pois só
existe logaritmo de números positivos.

8. (D) A exigência relativa ao domínio não permite excluir nenhuma das expressões, pois todas
admitem domínio R . A função definida por f( x ) = ex não é uma função par (por exemplo,
f(-1)7' /(1), pois e-1 i" e). Rejeita-se, portanto, a opção (B) .
As opções (A) e (C) devem ser rejeitadas pois as funções que apresentam têm, pelo menos, um
zero: O é zero da função f definida por !( x ) = x2 e a função definida por !( x ) = cosx tem
uma infinidade de zeros (todos os números da forma � + kn:, com k E Z).

9. (D) Uma função f, de domínio IR, é injetiva se V x1, x2 E R, x1 7' x2 f( x1 ) 7' f( x2 ) . Assim, se
=>

identificarmos dois objectos diferentes com imagens iguais, podemos garantir que a função não
é injetiva.
As funções definidas nas opções (A), (B) e (C) não são injetivas pois, por exemplo:
• coso = cos ( 2 71: ) • o2 - o = 12 - 1 • 1 -2 1 + 1 = 1 2 1 + 1

Podemos também recorrer à representação gráfica: quando existe, pelo menos, uma reta
paralela ao eixo das abcissas, que intersecte o gráfico da função em mais do que um ponto, a
função não é injetiva.
Apresentam-se, em seguida, representações gráficas das funções definidas nas quatro opções,
que evidenciam que as funções definidas nas opções (A), (B) e (C) não são injetivas .
y = cosx y = x2 - X Y=lxl+l y = x3

221
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

10. (C) As abcissas dos pontos de intersecção do gráfico da função f com o eixo das abcissas são os
zeros da função f e tem-se:
!(X) = o "" ( cos ( irx) = o V ln ( X -1) = o) /\ X > 1
A abcissa do ponto A é o menor zero da função f
ln(x -1) = O "" x - 1 = e 0 "" x - 1 = 1 "" x = 2

cos( irx) = O "" 3 k E l : irx = � + kir "" 3 k E l : x = + k
A menor solução desta equação, que é maior do que 1, é + 1 = � �

Dado que < 2, conclui-se que � é o menor zero da função f e é, portanto, a abcissa
do ponto A

11. (A) Dado que lim ( tgx) = oo e dado que a sucessão de termo geral !I. + 1- tende para
2 n
-

x-(f)'
� por valores superiores a � , tem-se lim Un = lim ( tgx) = - oo
x - (fr
12. (D) A sucessão ( un) de termo geral tende para +oo, tendo-se
mr

lim ( senun) = lim(senn ir) = O


A sucessão ( vn) de termo geral � + 2nir também tende para +oo, tendo-se
lim ( senvn) = lim ( sen ( � + 2 nir)) = 1
Portanto, não existe lim( senx)

2 = lim
x_ (*) x
13. (A) lim _
x_,.o senx
_ _ x x_,.o
senx
x _. Q
limx =

14. (D) Pode-se começar por rejeitar a opção (B) porque não existem, no gráfico de h, pontos com
ordenada igual a 2, dado que o maior valor que o seno toma é 1
Por outro lado, o declive da reta tangente ao gráfico de uma função num ponto é o valor da
derivada da função na abcissa desse ponto. A função derivada da função seno é a função
cosseno e como o cosseno só toma valores entre -1 e 1, podemos rejeitar as opções (A) e (C),
que apresentam equações de retas com declive superior a 1. Resta a opção (D), que apresenta
a equação reduzida da reta tangente ao gráfico de h no ponto de abcissa O

15. (A) f'(x) = (sen(x2 ))' = ( x2 )' cos(x2 ) = 2xcos(x2 )


16. (A) ( senx)' = cosx pelo que (senx)" = ( cosx)' = - senx
Tem-se, então, /( x) + /"( x) = senx - senx = O

17. (A) Dado que as funções seno e cosseno não tomam valores superiores a 1, a equação
senx + cosx = 4 é impossível.

222
SOLUÇÕES


18. (B) A equação dada é equivalente à equação senx = . Esta equação tem duas soluções em
cada um dos intervalos [ü, 2 ir[, [2 ir, 4 ir[, [4 ir, 6 ir[, [6 ir, 8 ir[ e [8 ir, 10 ir]
Ao todo são, portanto, 10 soluções.

19. (D) O período da função não pode ser:


• �' pois, por exem p lo, ! ( -\ir + �) = ! ( -� ) e !(- 49ir ) # !(- � )

29ir ' pois, por exemplo, ! (- 49ir + 29ir ) = ! (- 29ir ) e ! (- 4;) # ! (- 2;)

2 ir ' pois, por exemplo, !(- 4; + 2 ir ) = ! ( 29ir ) e ! (- 4;) # ! ( 29ir )
3 3
ou
O período da função pode ser obtido, por exemplo, pela diferença entre as abcissas de dois
pontos em que a função atinge o máximo: l�ir - 29ir = 43ir

20. (D) As expressões que conhece para sen(x + y) e para cos (x + y) permitem rejeitar as opções
(A) e (B). Por outro lado, as regras operatórias relativas a potências e a logaritmos apontam para
a opção (D). Confirmemos:
f( X + y) = ex +y = ex X e Y = f( x ) X f(y)

21. (B) n---->-lim+co( un ) = n_,.lim+oo


n+1
= n-limoo _11_ (
+ n 2 n 2 n -+co n n Z
nZ
(
+ _L) = lim 1- + _L) = e, dado que O
lim g ( x ) = lim e + 5
x 1+5 lim g (un ) = lim g( x ) = 2
x-0 x - 0 2 + COSX 2 + 1 = 2 , conclui-se que n-+oo x --.. 0
22. (D) A circunferência tem raio 1 e, portanto, AC = sen a e OC = cosa. Então, CE = 1 - cosa
O arco AB tem comprimento a, pois a circunferência tem raio 1 e a é a amplitude do ângulo
ao centro, em radia nos.
Então, o perímetro da região sombreada é sena + 1 - cos a + a

23. (A) Tomando [ RO] para base do triângulo, a altura correspondente é a ordenada do ponto Q,
1 X sen 5 ir
que é igual a sen ; . Portanto, a área do triângulo [OQR] é igual a
2 7
5
Recorrendo à calculadora, conclui-se que o valor pedido é 0,3 9

24. (B) O contradomínio de uma função é o conjunto das suas imagens. A função f é contínua, mas não
é monótona no intervalo indicado: cresce em [-�,O],
tomando todos os valores de O
a 1, e decresce em [O, � ], tomando todos os valores de 1 a � . Conclui-se, então, que
o contradomínio de f é o intervalo [ O, 1 J

223
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

25. (D) O gráfico da função a tem uma única assíntota, que é a reta de equação x = O
O gráfico da função b tem uma única assíntota, que é a reta de equação y = O
O gráfico da função e não tem assíntotas.
O gráfico da função d tem uma infinidade de assíntotas verticais: todas as retas de equações

x = + kn: com k E Z, são assíntotas verticais do gráfico da função d
26. (A) Dadoqueafunçãoécontínuaem IR, écontínuaem x = O, peloque,como lim g( x) = g(O) = lnk,
tem que ser lim_ g(x) = lnk
x__,Q+
x- 0
Ora, lim g( x) = x-o· senx = 1- x lim senx = 1- 1 = 1-
lim 3x x
x-o- 3 x - o- X 3 3
1
Vem, então, ln k = � "" k = e3 "" k = o/e
27. (A) Considerando [AO] como base do triângulo [OAE], a altura h correspondente a essa
base é igual ao módulo da ordenada do ponto E
A ordenada do ponto E é igual ao seno do ângulo cujo lado extremidade é a semirreta OE,
ou seja, a ordenada do ponto E é igual ao seno de n: + 2 71:
3
Tem-se sen(n: + 2
3
n: ) n: (
= sen 3 = sen 2 n: - n:3 ) = - senK3 = - 13
S
2
Portanto, h = I - 13 1 = 13
2 2
Área do triângulo [ AOE]
28. (D) Tem-se:
cos 2 a - sen 2 a = cos(2a), pelo que
cos 2 ( � ) - sen 2 ( X ) = cos ( 2 �) = cos ( �)
1 12 1 x

29. (B) Área do quadrilátero [ AECDJ = área do triângulo [ OCD J - área do triângulo [ OEA J =
OE x CJ5 OE x EA = 1 x tga _ cosa - sena = tga 2 X cosa x sena =
2 2 2 2 2 2x2
tga sen(2a)
2 4
Outro processo:
Área do quadrilátero [AECDJ =
CD ; EA X EC
- -

tg a + sena ( 1 - CDS a) =
X
2
(
= 2 + 2 ) (1 - cosa) = tga
tga sena tga sena sena
x
2 - 2 x cosa+ 2 - 2 cosa= x

tg a tg a x cosa + - sena- sena cosa x


2 2 2 2
= tga _ sena + sena _ 2 sena cosa tga _ sen(2a)
x x
2 2 2 2x2 2 4

224
SOLUÇÕES

30. (D) Considerando [QR] como base do triângulo [PQR], a altura h correspondente a essa
base é igual a 2 sena
Tem-se QR = 1 cos (ir + a ) 1=1- cos a 1 = CDS a
Então, tem-se:
, CDS a x ( 2 sen a ) 2 cos a sen a sen ( Z a )
Area do triângulo [ PQR] =
2 2 2
31. (B)

D= ]- �, � [ D= k ]4' 2
k [ ]
D = K' k
2 4 [ D= k ]
k
4' 2
[
D' = ]-1, 1 ( D' = ]-1 , +oo ( D' = ]-oo, -1 ( D' = ]1, +oo (
A resposta correta é ]3.:, 32ir [

225
Complexos

1. (B) Um argumento do simétrico de z é 7r + �


2. (B) A opção (A) rejeita-se, pois l = 1 f i - i
l

A opção (C) rejeita-se, pois O não é um argumento do número complexo


A opção (D) rejeita-se, pois i 2 = -1 f i
A opção (B) está correta, pois
m= i =
i

3. (C) Como o afixo de w pertence ao primeiro quadrante, o afixo de -w pertence ao terceiro


quadrante.
O afixo de 1 - w obtém-se a pa rtir do afixo de -w pela translação associada ao vetor (1, O)
(note-se que 1 - w = - w + 1 ) . Assim, das opções apresentadas, o único número complexo
que pode ser igual a 1 - w é z3

4. (A) Substituindo B por cada um dos valores apresentados nas opções, verificamos que z é um
5 5
(
número real para B = 6 7r , pois z = 2 eis 6 7r - �)
= 2 cis(7r) = -2

5. (C) Seja A o afixo do número complexo z = a + bi. Como o ponto A não pertence a qualquer um
dos eixos do plano complexo, tem-se A(a, b ) , com a f O e b f O
Como o ponto B é simétrico do ponto A, relativamente ao eixo imaginário, ele tem coordenadas
(-a, b ), sendo, portanto, afixo do número complexo - a + bi
Tem-se - a + bi = - (a - bi) = -( a + bi) = - z

6. (B) Designemos por z o número complexo cujo afixo é o ponto P. Tem-se z = p cis(a)
O módulo do número complexo i
cis(Za) é igual a metade do módulo de z, pelo que
podemos excluir as opções (A) e (D).
Por outro lado, como a está compreendido entre O e ; , 2 a está compreendido entre O
e 7r. Tal facto permite excluir a opção (C).

7. (A) Tem-se z i cis(B) = cis( ; ) cis(B) = cis ( ; + B )


=
Portanto, o conjugado de z é o número complexo eis(-; - 8)
8. (B) O número complexo cujo afixo é o ponto B tem módulo igual ao do número complexo cujo
afixo é o ponto A
Tem-se j 3 + 4 i l = V9 + 1 6 = 5
Um argumento do número complexo cujo afixo é o ponto B é
3 7r _ ][_ = 2 5 7r
2 9 18
Assim, o número complexo cujo afixo é o ponto B é 5 eis 2{87r

226
SOLUÇÕES

9. (B) i4 n + i4n + 1 + i4 n + 2 = (i4)" + (i4)" X i + (i4 )" X i2 = l + i + i2 = 1 + i - 1 = i

10. (C) Im (z)

Z5 0 Re (z)

Tem-se z2 + z4 = z3 , pois z4 + OZz = Dz;


z3 x i = z5 (multiplicar um número complexo não nulo por i corresponde a aplicar, ao afixo
desse complexo, uma rotação de centro na origem do referencial e amplitude � ).

11. (C) Seja z3 o número complexo cujo afixo é o ponto N, ou seja, z3 = z1 X z2


Sejam Arg( z1) = B e Arg( z2 ) = a
Seja p o módulo de z2
Tem-se:
z1 = 2 + i = IScis B e z2 = pcisa , pelo que z1 x z2 = 15 x pcis (B + a)
Portanto, z3 = IS x p eis (B + a)
Como o afixo de z3 é o ponto N, tem-se 3 < B + a < rr: :
Como o afixo de z1 é o ponto M; tem-se O < B < �
Tem-se, então, O < B < e 3 < B + a < rr: , donde vem - < - B < O e
� : �
3 < B + a < rr: , pelo que, adicionando membro a membro as desigualdades, vem
:
� < a < rr:
Podemos assim concluir que o afixo de z2 terá de ser R
12. (B) Z1 = (3 k + 2 ) + pi e Zz = (3p - 4) + (2 - 5 k)i
z1 é conjugado de z2 se e só se 3 k + 2 = 3 p - 4 e p = -2 + 5 k
{
3k+2=3p-4 {
3 k + 2 = 3(-2 + 5 k) - 4
.. {
3 k + 2 = - 6 + 15 k - 4
.. .. { k=l
p = -2 + 5 k p = -2 + 5 k p = -2 + 5 k p=3

13. (A) Como o afixo de w pertence à bissetriz dos quadrantes ímpares, tem-se
w = p cis ou w = p eis 5
� : (com p E lR.+ )

Vem, então, w4 = (P eis � r ou w4 = (P eis s: r , donde w4 = p4 eis rr: ou


w4 = p4 cis(Srr: ) = p4 eisrr:
Portanto, w4 = p4 eis rr:, que é um número real.

227
COMPLEXOS

14. (A) Seja Arg(3 + 4i) = 8, com 8 pertencente ao intervalo ]o, ; [


Assim, as raízes quadradas de 3 + 4í terão argumentos � e � + n:, pelo que os seus afixos
pertencem ao 1.0 e 3.0 quadrantes.

15. (B) Tem-se w = p eis n:, com p E R +


Vw = /p c is n: = IP eis n: +} kn: = IP eis ( ; + kn: ), com k E {0, 1}

Logo, os afixos das raízes quadradas de w pertencem ao eixo imaginário.

16. (C) Na figura está representado o polígono referido no enunciado.

Im (z!

Re Cil

Por observação da figura, concluímos que n = 8

17. (D) Para que dois números complexos distintos sejam raízes quadradas de um mesmo número
complexo têm de ter o mesmo módulo e os seus argumentos têm de diferir um múltiplo de n:, isto
é, têm de ser simétricos.
Das opções apresentadas, apenas na opção (D) estão dois números complexos simétricos.

18. (A) in + 1 = í" X í = - í X í = - i 2 = - (- 1 ) = 1

19. (C) z1 = bi, b E R+ ; (z1 ) 2 = (bi) 2 = b 2 i 2 = - b 2 ; (z1 ) 3 = (bí) 3 = b 3 i3 = b 3 x (-í) = - b 3 i


Portanto, z1 e (z1 ) 3 têm afixo no eixo imaginário e (z1 ) 2 tem afixo no semieixo negativo
dos reais.

20. (A) Um argumento de w é 327r . Consequentemente, um argumento de w6 é 6 x 32n: = 9n:


Outro argumento de w6 é 9 n: - 4 x 2 n: = n:
Assim, w6 é um número real negativo e, portanto, o seu afixo pertence ao eixo real.

228
SOLUÇÕES

21. (B) Os afixos das raízes de índice cinco de 32 eis � são os vértices de um pentágono
regular inscrito numa circunferência centrada na origem do referencial e raio
rn = z
Como A e B são dois vértices consecutivos do pentágono regular, a amplitude do ângulo
AOB é 2 7r radianos.
5
Assim, o sector circular AOB tem raio 2 e amplitude 2 7r radianos. A sua área é, pois,
5
2 7r x z 2
5 4 7r
2 5
22. (A) O eixo imaginário pode ser definido pela condição cartesiana x =O
Fazendo z = x + yi, com x e y reais, tem-se:
Z + Z = Ü _,,, (X + yi) + (X - yi) = Ü 2 X = Ü _,,, X = Ü
_,,,

Portanto, a condição z + z = O define o eixo imaginário.

23. (A) Tem-se que 1 z1 1 = 3 Vz


Dado que 3 Vz > 3, tem-se que 1 z1 1 > 3
Portanto, z1 é solução da condição 1 z 1 > 3, pelo que o afixo de z1 pertence à região do plano
definida pela condição 1 z 1 > 3

24. (B) Seja w0 a raiz cúbica de w cujo afixo pertence à região definida pela condição O < Arg(z) < �.
Seja 80 o argumento de w0 tal que O < 80 < �
Designemos as restantes duas raízes cúbicas de w por w1 e w2 . Estas duas raízes cúbicas
têm argumentos 81 = 80 + 2,f e 82 = 80 + 437r , respetivamente.
Como O < 8o < !L vem O + 2 7r < 8o + 237r < !L + 2 7r 2 7r 5r
6 3 6 3 ' donde 3 < 81 < 67 ' pelo que
o afixo de w1 pertence ao segundo quadrante.
Por outro lado' tem-se O + 4 7r < 8o + 4 7r < !L + 4 7r donde 4 7r < 82 < 3 7r pelo que
3 3 6 3 ' 3 2 '
o afixo de w2 pertence ao terceiro quadrante.
Assim, os afixos de w1 e w2 pertencem ao segundo e terceiro quadrantes.

25. (A) A condição 1 z + 4 I = 5 define a circunferência de centro no afixo de -4 e raio 5

26. (D) Z1 X Zz = (2 + i) X (3 + ki) = 6 + 2 ki + 3 i + ki2 = (6 - k) + (2 k + 3)i


Então, o complexo z1 x z2 é imaginário puro para k= 6

229
COMPLEXOS

27. (D) 1- = w ., __L, = (k - 1 ) + 2pi 11 ., l-i 3


z 1+1 (l + i)(l - i) (k - 1 ) + 2pi .,
., 1 - i = (k - 1) - 2pi ., 1_ _ 1_ i = (k - 1) - 2pi .,
2 2 2
., k = l /\ p = l_
2 4
Então, k + p = l + 1- = _z_
2 4 4

J [
28. (C) Como z 2 = cis(2 B) e 28 pertence ao intervalo 3 7r , 2 7r , o afixo de z2 pertence ao
2
arco de circunferência de centro na origem e raio 1 contido no 4.0 quadrante.
Como o afixo de w é o transformado do afixo de z2 pela translação associada ao vetor (-2, O) ,
podemos concluir que o afixo de w pertence ao 3.0 quadrante.

29. (C) Dado que z = 2 + bi , com b < O , o afixo de z pertence ao 4.0 quadrante, pelo que o afixo do
conjugado de z pertence ao 1.0 quadrante. Isto exclui as opções (B) e (D).
Tem-se 1 z 1 = V2 2 + b 2 = V4 + b 2
Ora, para qualquer valor real de b , V4 + b2 representa um número real maior do que 2 , o que
exclui a opção (A).

30. (A) A condição l - < l z - 3 + il-


< 3 define a coroa circular compreendida entre duas
2
circunferências de centros no ponto de coordenadas (3, -1 ) , pelo que as opções (B) e (C)
estão excluídas.
{
A condição � :S Arg (z - 3 + i) :S 2 define o ângulo cujo vértice é o ponto de coordenadas
(3, -1) e cujos lados são as semirretas com origem nesse ponto e que são paralelas às
semirretas definidas por Arg(z) = � e Arg(z) = 237r , pelo que a opção (D) está excluída.

(
31. (D) w = (l + i) 2º13 = 12 cis ( � )) 2 º13 = V2 2º 13 cis ( 2º�3 7r ) = l22º1 3 cis ( 5: )
:
Como 5 é um argumento de w , tem-se que o afixo de w pertence à bissetriz do
terceiro quadrante, pelo que Re (w) = Im (w)

230
SOLUÇÕES

32. (D) O polígono representado é um hexagano regular com centro na origem do referencial, pelo
que a amplitude do ângulo COE é igual a 2 x 2J: , ou seja, 2 Tr e OC = OE
3
Seja w1 o número complexo cujo afixo é o ponto C
Tem-se:
l w1 I = oc = /(- 2 12) 2 + (212) 2 = v's + s = 4
W1 = 4 eis ( 3:)
Seja w2 o número complexo cujo afixo é o ponto E
Tem-se:
( )
w2 = 4 cis 34Tr + 23Tr = 4 cis 17( )
12
Tr

33 . (C) Analisemos, uma a uma, as diversas opções.


Opção (A):
1 z - w 1 representa a distância entre os afixos, no plano complexo, dos números complexos z
e w
Então, como as diagonais de um quadrado são iguais, a afirmação é verdadeira.
Opção (B):
Seja z1 = a + aí Tem-se: z1 + z4 = (a + aí) + (a - ai) = 2 a = 2 Re (z1)
Portanto, a afirmação é verdadeira.
Opção (C):
Z4
= a - ai = (a - aí) x (-í) -ai + aí 2
Seja z1 = a + aí Tem-se: -
- ai + a = - a - aí = Z
-- i x (-í) -Í 2
1 3
Portanto, a afirmação é falsa.

34. (C) O polígono a que o enunciado se refere é um hexágono regular inscrito na circunferência com
centro na origem do referencial e raio igual a 1 z 1
l
Tem-se l z l = V3 2 + 4 2 = il = 5
Como o lado de um hexágono regular inscrito numa circunferência é igual ao raio da
circunferência, o perímetro do hexágono é igual a 6 X 5 , ou seja, é igual a 30

35. (A) Seja z = pcis �


�)
- 5 íz = 5 cis ( - � ) x pcis � = 5pcis ( - � + �) = 5pcis ( - �
Logo, um argumento de - 5 íz é - ��

231
ITENS DE CONSTRUÇÃO

Geometria no plano

1.
a) [CD] é a base maior do trapézio. Como CD é igual à abcissa do ponto D, tem-se CD = 8
[EA] é a base menor do trapézio. Como EA é igual à abcissa do ponto A, tem-se EA = 4
A altura do trapézio é igual à diferença entre a ordenada do ponto D e a ordenada do ponto A, ou
seja, é 10- 7 = 3
A área do trapézio é, portanto, 8 ; 4 3 = 18
x

b) Seja P(x, y) um ponto genérico da mediatriz do segmento [AD]


Tem-se:
PA = PD .,, (x - 4)2 + (y - 7)2 = (x - 8)2 + (y - 10)2 .,,

.,, -8x + 16 - 14y + 49 = -16x + 64 - 20y + 100 .,,


.,, 6y = -8x + 99 .,, y = -"ª-x
6 + 996 .,, y = -±x
3 + li 2
Assim, a equação reduzida da mediatriz do segmento [AD] é y = - j x + 3]
e) A região sombreada é limitada pelas retas de equações x = O, x 4 e y = 7 e pela circunferência de
=

centro no ponto A(4, 7 ) e raio igual à norma de AD


AD = D - A = (8, 10) - (4, 7) = (4, 3) pelo que l AD l = /42 + 3 2 = 5
Assim, uma condição que define a região sombreada, incluindo a fronteira, é
(x - 4)2 + (y - 7)2 :S 25 O :S x :S 4 y :S 7
li 11

2. Como OA = OC, o triângulo [OAC] é isósceles.


Como o triângulo [OAC] é isósceles, a altura [OD] intersecta [AC] no ponto médio deste segmento,
donde AD = DC , pelo que AC ZAD =

Como o ângulo COE é um ângulo ao centro, a amplitude do arco CE é igual à amplitude do ângulo COE
Portanto, a amplitude do arco CE é igual a Q'

O â ngulo CAE é um ângulo inscrito na circunferência, pelo que a sua amplitude é igual a metade da
amplitude do arco CE

232
SOLUÇÕES

Logo, a amplitude do ângulo CAB é igual a �


Como CDS ( � ) = �g vem AD = AO CDS ( �) = r cos ( �)

Tem-se AÊ . Aê = l ffB li X l Aê li X CDS ( � )

Como l ffB l = AB = 2r

e como l Aê li = AC = 2AD = 2rcos ( �)

vem AÊ . Aê = 2 r x 2rcos ( �) x cos ( � ) = 4r2 co 2 ( � ) s

3. Tem-se Ai = AD + m e A] = AÊ + w
Então, Ai . Aj = ( AD + m) . ( AÊ + BÍ) = AD . AÊ + AD . B] + m . AÊ + m . BJ =

= o + AD . s1 + m . A§ + o = AD . BJ + m . AÊ =
= AD. (� AD) + ( � AB) . ffB = � (AD AD) + � (ffB . AÊ) =
.

= � l AD 1 2 + �ll ffB 1 2 = � l ffB11 2 + � l ffBll2 = l ffBll2

4.
a) Como a reta r tem declive 2 e ordenada na origem -1, as coordenadas de um vetor diretor da reta
r são (1, 2) e as coordenadas de um ponto da reta são (O, -1)
Portanto, uma equação vetorial da reta r é: (x, y) = (O, -1) + k( l, 2), k E lR
b) Seja s a reta paralela à reta r que passa no ponto A. A reta s tem declive 2, pois é paralela à reta
r, e tem ordenada na origem -2 , pois passa no ponto A
Portanto, a equação reduzida da reta s é: y = 2x -2
e) A região representada a sombreado é limitada pela circunferência que tem centro no ponto A(O, -2)
e raio 2, pelo eixo Oy e pela reta r
Uma condição que define esta região, incluindo a sua fronteira, é:
x2 + (y + 2) 2 S 4 A x ::>: O A y S 2x - 1

233
GEOMETRIA NO PLANO

5. As retas QB e RP são perpendiculares se QB . RP = O


Tem-se: P(h, O), B(a, a), R(O, a - h) e Q(h, a - h)
Então, QB = B - Q = (a, a) - (h, a - h) = (a - h, a - a + h) = (a - h, h) e
RP = P - R = (h, 0) - (0, a - h) = (h, - a + h)
QB . RP = (a - h, h) . ( h, - a + h) = (a - h) x h + h X ( -a + h) =

= ah - h 2 - ah + h 2 = O
Portanto, as retas QB e RP são perpendiculares.

6.
a) Resulta da figura que tg a = /8
Pretende-se saber 5 sen ( � + a ) + 2 cos (3 7f - a)
Ora, S sen (� + a ) + 2 cos (37r - a) = 5 cos a - 2 cos a = 3 cos a

Portanto, sabemos que tg a = /8 e queremos saber o valor de 3 cos a

Tem-se: 1 + tg2 a = 1
cos 2 a
Vem, então: 1 + ( /8) 2 =
cos a
\ "" 9 = cos12 a "" cos 2 a = 1-
9
Como a é um ângulo cujo lado extremidade está no terceiro quadrante, tem-se que cos a < O

Portanto, cos a = - §
Vem então que 3 cos a = -1

b) Apresentamos a seguir três possíveis processos de resolução:

1.0 Processo:
Seja (3 a amplitude do ângulo QOP y t
Por um lado, tem-se que cos (3 = r
Por outro lado, tem-se que
Q
cos /3 = OP = 1 X
OQ OQ
Portanto, 1
0Q
= r , donde OQ = 1-r
Portanto, a reta t intersecta o eixo Ox no ponto de abcissa 1
r

234
SOLUÇÕES

2.0 Processo:
Seja x a abcissa do ponto Q. Como este ponto pertence ao eixo Ox, a sua ordenada é zero.
Tem-se assim que Q tem coordenadas (x, O)
Como a reta t é tangente à circunferência n o ponto P, os vetores GP e PQ são perpendiculares,
pelo que GP . PQ = O
Como PQ = Q - P = (x, 0) -(r, s) = (x-r, -s) , vem:
GP . PQ = 0 "' (r, s) . (x - r, - s) = O "' r x - r2 - s2 = 0 "'

"' r x = r2 + s2 "' r x = 1 "' x = -1r


3.0 Processo:
Tem-se que GP = (r, s) , pelo que um vetor diretor da reta t é o vetor u = (-s, r)
O declive da reta é, portanto, igual a _r_
t
s
A equação reduzida da reta t é, assim, da forma y = _r_x + b
s
Como o ponto P(r, s) pertence a esta reta, tem-se que s = - f r + b ,
2 2 2
donde vem b = s + Lr = s + r__ = s + r - 1
s s s s
_

A equação reduzida da reta t é y = _ r_x + -1


s s
A abcissa do ponto de intersecção da reta com o eixo Ox é a solução da equação
t

s + -s1 (onde x é a incógnita). 1


O = _ r_x
.;:=;> X = r
S
s
7.
al) Como o declive da reta AB é igual a� , a equação reduzida desta reta é da forma y = � x + b
Como a reta passa no ponto A(-5, O), tem-se O = � x (-5) + b
0 = -21 x (-5) + b "' 0 = - �2 + b "' b= �2
Vem, então:
y = 1-x
2
+�
2
"' Zy = x + 5 "' x - Zy + 5 = O
a2) O ponto B é o único ponto do primeiro quadrante que pertence simultaneamente à reta AB e à
circunferência centrada na origem do referencial e raio 5, cuja equação é x2 + y 2 = 25
Portanto, para mostrar que o ponto B tem coordenadas (3, 4 ), é suficiente verificar que este par
ordenado satisfaz, quer a equação da reta quer a equação da circunferência.

235
GEOMETRIA NO PLANO

Tem-se:
3 - 2 x 4 + 5 = 0 "" 3 - 8 + 5 = 0 "" 0 = 0, o que é verdade;
3 2 + 4 2 = 25 .,, 9 + 16 = 25 25 = 25, o que também é verdade.
<>

Portanto, o ponto B tem coordenadas (3, 4)

a3) O triângulo [ABC] é retângulo em B se, e só se, os vetores BA e BC são perpendiculares.


Tem-se:
BA = A - B = (-5, 0) - (3, 4) = (-8, -4)
BC = C - B = ( -3, 16 ) - (3, 4 ) = ( -6, 12 )

Estes dois vetores são perpendiculares se, e só se, o produto escalar BA . BC é igual a zero.
Vejamos: BA . BC = (-8, -4) . (-6, 12) = 48 - 48 = O
O triângulo [ABC] é, de facto, retângulo em B
Tem-se que as coordenadas do ponto B são (5 cos a, 5 sen a )
Como as coordenadas do ponto A são (-5, O), tem-se:
AB = B - A = (5 cos a, 5sen a ) ( 5, O ) = (5 + 5 cos a, 5 sen a )
- -

Portanto, d 2 = li AB 11 2 = (5 + 5 cos a) 2 + (5 sen a) 2 =


= 25 + 50 cos a + 25 cDs 2 a + 25 sen 2 a =
= 25 + 50 cos a+ 25(cos 2 a + sen 2 a ) =
= 25 + 50 cos Q' + 25 = 50 + 50 cos Q'

b2) Tem-se 1 + tg 2 a = \
cos Q' Como tg a= 124 vem:
1 + 24 = 12 "" 12 2 25
cDs a cos a 25 cDs a = _L ""

Como a é um ângulo do primeiro quadrante, tem-se CDS a = �


Portanto, d2 = 50 + 50 cos a = 50 + 50 x � = 50 + 10 = 60
Vem, então, d = l60
8.
a) No triângulo [OPQ] , o segmento de reta [PR] é a altura relativa à base [OQ]
Assim, a área do triângulo [OPQ] é dada por OQ x PR
2
Tem-se:
g� ºt
- -

• cos a = = , pelo que OR = 5 CDS a e, portanto, OQ = 10 cos a


• sen a = PR = PR pelo que PR = 5sen a
OP 5 '

236
SOLUÇÕES

Portanto, a área do triângulo[OPQ] é


10 cos a x S sen a = 25 sen a cos a = f(a)
2
b) f(a) = 25 cos 2 a "" 25sen acos a = 25cos 2 a "' sen a cos a = cos 2 a
Como a E ] O, � [, tem-se cos a cfa O

Portanto, para a E ] O, � [ , tem-se sen a cos a = cos 2 a "' sen a = cos a "' a = J

e) /(8)=5 "' 25sen 8 cos 8 = 5 "' sen 8 cos 8 = �


(sen 8 + cos 8) 2 = sen 2 8 + 2sen 8 CDS 8 + cos 2 8 = sen2 8 + cos 2 8 + 2sen 8 cos 8 =
= 1 + 2 sen 8 CDS 8 = 1 + 2 X � = 1 + � = �
Portanto, (sen 8 + cos 8 ) 2 = �
d) A ordenada do ponto P é PR
Como o triângulo [OPR] é retângulo, por aplicação do teorema de Pitágoras, tem-se

Assim, as coordenadas do ponto P são (3, 4)


Vamos determinar a equação reduzida da reta tangente à circunferência no ponto P por dois processos.

1.0 Processo:
A reta tangente à circunferência no ponto P é perpendicular à reta OP. Como o vetor OP
tem coordenadas (3, 4 ), o declive da reta OP é � e, portanto, o declive da reta tangente à
circunferência no ponto P é -!
!
Assim, a equação reduzida d a reta pedida é d a forma y = - x + b
Como P pertence a esta reta, vem
4 = - l4 x 3 + b "" 4 = - 1.4 + b "' b = li
4
Portanto, a equação reduzida da reta tangente à circunferência no ponto P é y = - ! + 21
x

2. 0 Processo:
O ponto G(x, y) pertence à reta tangente à circunferência no ponto P se e só se os vetores
OP e GP forem perpendiculares, ou seja, se e só se OP . GP = O

237
GEOMETRIA NO PLANO

Tem-se:
O? = P - 0 = (3, 4) - (0, 0) = (3, 4)
GP = P - G = (3, 4) - (x, y) = (3 - x, 4 - y)
OP. GP = o "' (3, 4) . (3 -X, 4 - y) = o "'

"' 3(3 - x) + 4(4 - y) = 0 "' 9 - 3x + 16 - 4y = 0 "'


"' -4y = 3x - 25 "' y = - ! X + 21
Portanto, a equação reduzida da reta tangente à circunferência no ponto P é y = - ! x + 21

9. Comecemos por determinar !firAD, amplitude do ângulo BAD, ângulo dos vetores AB e AD
Ora BAD é um ângulo inscrito na circunferência que contém os vértices do pentágono, pelo que a sua
amplitude é igual a metade da amplitude do arco DB
A amplitude do arco DB é igual a 2 2; , ou seja, 4t
x

47'
Então, ifB'AD = . 5 = 2 7r
2 5
X X
AH . AD li AB li li AD li cos CTB'AD )
Tem-se, então,
l AD l l ADll
= l flB li x cos ( 257r ) = 1 cos (2 �) = cos2 ( �)- sen2 ( �) =
X x

= 1 - sen2 ( � ) - sen2 ( �) = 1 - 2sen2 ( �)

238
Geometria no espaço

1.

a) A altura da pirâmide é a cota do ponto V, que é igual a 6


O ponto A tem coordenadas (x, O, O )
Como o ponto A pertence a o plano ADV, tem-se
6x + 18 o - 5 o= 24 "" 6x = 24 "" X = 4
X X

Portanto, as coordenadas do ponto A são ( 4, O, O)


Tem-se, então, AB = /(5 - 4)2 + (3 - 0)2 + (O - 0)2 = f:iO
A área da base da pirâmide é, portanto, igual a 10
O volume da pirâmide é igual a 10{ 6 20

b) O ponto V é o ponto de intersecção de três planos: o plano de equação z = 6, o plano ADV e o plano
ABV
(z=6

1
Resolvendo o sistema 6x + 18y - 5z = 24 , obtemos as coordenadas do ponto V

l z=6 z=6 1
18x - 6y + 5z = 72
z=6
6x + 18y - 5z = 24 "" 6x + 18y - 30 = 24 "" 6x + 18y = 54

lz=6
"" -60y = l20 "" y = 2
1
18x - 6y + 5z = 72 18x -6y + 30 = 72
z=6 z=6
.,, y = 2
1
18x -6y = 42

Deste modo, tem-se V(3, 2, 6)


18x - 6y = 42 18x - 12 = 42 x = 3
e) O plano ADV é definido pela equação 6x + 18y - 5z = 24
Então, o vetor de coordenadas (6, 18, -5) é perpendicular ao plano ADV, sendo portanto um vetor
diretor da reta r
Uma condição que define a reta r é x � 1 = Y ;815 z-5- 5
É referido no enunciado que o ponto B tem coordenadas (5, 3, O)
Como é verdade que 5 + 1 = 3 + 15
6 18 = O - 5 conclui-se que o ponto B pertence à reta
-5 ' r

239
GEOMETRIA NO ESPAÇO

2.
a) O ângulo BAC está inscrito numa semicircunferência, sendo, por isso, um ângulo reto. Como o ângulo
BAC é reto, a reta AC é perpendicular à reta AB

Outro processo de resolução deste exercício consiste em mostrar que os vetores AC e AB


são perpendiculares.
Tem-se:
AZ' =
e A (o, -5, o) - (4, 3, o) = (- 4, -8, o)
- =

AB B A ( 0 5 0 ) (4 3 0 ) ( 4 2 0 )
= - = , , - , , = - , ,

Uma vez que os vetores AC e AB são diferentes do vetor nulo, se o produto escalar de AC por
AB for igual a zero, poder-se-á concluir que os vetores AC e AB são perpendiculares.
Vejamos:
AC . AB = ( 4 -8, 0) . (-4, 2, 0) = (-4) X (- 4 ) + (-8) X 2 + o X o = 16 + (-16) + O = o
- ,

Os vetores AC e AB são, de facto, perpendiculares, pelo que a reta AC é perpendicular à reta AB

b) Para se escrever uma equação vetorial de uma reta, é necessário conhecer:


• um ponto da reta;

• um vetor com a direção da reta.


Neste caso, tem-se:
Ponto da reta: o ponto B(O, 5, O)
Vetor com a direção da reta: como a reta r é paralela ao eixo Oz, tem-se que o vetor (O, O, 1) tem
a direção da reta r
Equação vetorial da reta r
( x, y, z) = (O 5, O) + k(O, O, 1), k
, E lR

e) Se o vetor AC for perpendicular a dois vetores não colineares do plano ABD, então o vetor AC é
perpendicular ao plano ABD
Dois vetores não colineares do plano ABD são, por exemplo, o vetor AB e o vetor (O, O, 1) (recorde­
se que este vetor tem a direção da reta r, a qual está contida no plano ABD)
Já mostrámos, na alínea a), que o vetor AC é perpendicular ao vetor AB
Se provarmos que o vetor AC é perpendicular ao vetor (O, O, 1), fica provado o pretendido.
Vejamos:
( 4 -8, O) . (O, 0, 1) = (-4) X O + (-8) X O + O X 1 O + O + 0 = 0
- , =

Está provado.

240
SOLUÇÕES

Determinemos agora uma equação do plano ABD


Como o vetor Aê = (-4, -8, O) é perpendicular ao plano ABD, este plano pode ser definido por uma
equação do tipo -4x -8y + Oz = k
Determinemos o valor de k
Como o ponto B(O, 5, O) pertence ao plano ABD, tem-se:
-4 x O - 8 x 5 + O x O = k , ou seja k = -40
Vem, então, que uma equação do plano ABD é -4x - By = -40, equação esta equivalente à equação
x + 2y = 10
d) Tem-se que tg a = BD = BD 5 pelo que BD = S tg a
OB
Portanto, a altura do cilindro é dada, em função de a, por S tg a
Como a área da base do cilindro é igual a 7f X S 2 = 25Jr, vem que o volume do cilindro é dado, em
função de a, por 25Jr x S tg a, que é igual a 125Jr tg a

3.
a) Como o ponto Q tem coordenadas (2, 2, O), a aresta da base da pirâmide mede 4, pelo que a área
da base da pirâmide é igual a 16
Designando por h a altura da pirâmide, tem-se então que § 16 h 32
X X =

Resolvendo esta equação, vem h = 6


Como a cota do vértice V é igual à altura da pirâmide, vem que a cota do vértice V é igual a 6
b) Para mostrar que o plano QRV pode ser definido pela equação 3y + z = 6, basta mostrar que os
pontos, não colineares, Q, R e V pertencem ao plano definido por esta equação.
Vejamos:
Ponto X
Q(2, 2, O) : 3 2 + O = 6 6 = 6 Afirmação verdadeira.
<>

Ponto R(-2, 2, 0): 3 x 2 + 0 = 6 6 = 6 Afirmação verdadeira.


<>

Ponto V(O, O, 6 ): 3 x O + 6 = 6 6 = 6 Afirmação verdadeira.


<>

Está provado.
Outro processo de resolução deste exercício consiste em obter uma equação do plano QRV e mostrar
que ela é equivalente à equação 3y + = 6
z

Comecemos então por determinar as coordenadas de um vetor perpendicular ao plano QRV. Para isso,
vamos determinar as coordenadas de dois vetores (não colineares) do plano QRV, para depois obtermos
as coordenadas de um vetor perpendicular a esses dois. Este terceiro vetor, sendo perpendicular a dois
vetores (não colineares) do plano QRV, será perpendicular ao plano QRV

241
GEOMETRIA NO ESPAÇO

QR e QV são dois vetores não colineares do plano QRV


Tem-se:
QR = R - Q = (-2, 2, 0) - (2, 2, 0 ) = (-4, 0, 0)
QV = V - Q = (O, 0, 6) - (2, 2, 0)= (-2, -2, 6)
Pretendemos agora determinar um vetor u = (x, y, z) que seja perpendicular a QR e a QV
Tem-se:
u J_ QR (x, y, z) . (-4, 0, 0 ) = 0 "" -4x + 0 + 0 = 0 x = O
<> <>

{ { {
u J_ QV (x, y, z) . (-2, -2, 6) = 0 -2x - 2y + 6z = 0
<> <>

Vem, então:
x=O <:=>
X=O X=O
<:=>

-2x - 2y + 6z = 0 -2y + 6z = 0 y = 3z
Portanto, um vetor perpendicular a QR e a QV é, por exemplo, o vetor (O, 3, 1)
Como o vetor (O, 3, 1) é perpendicular a o plano QRV, este plano pode ser definido por uma equação
do tipo Ox + 3y + z = k
Como o ponto Q(2, 2, O) pertence ao plano QRV, tem-se:
x x
O 2 + 3 2 + O = k, ou seja, k = 6
Vem, então, que uma equação do plano QRV é 3y + z = 6

e) Um vetor perpendicular ao plano QRV é o vetor (O, 3, 1)


Portanto, a reta q ue passa na origem do referencial e é perpendicular ao plano QRV pode ser definida
pela equação vetorial (x, y, z) = (O, O, O)+ k(O, 3, 1), k E IR

4.
a) Como o ponto G tem coordenadas (4, 4, O), a aresta da base do prisma mede 4, pelo que a área da
base do prisma é igual a 16
Designando por h a altura do prisma, tem-se então que 16 h = 96 x

Resolvendo esta equação, vem h = 6


Como a cota do vértice D é igual à altura do prisma, vem que a cota do vértice D é igual a 6.
A abcissa e a ordenada do vértice D são iguais às do vértice G. Por isso, as coordenadas do
vértice D são ( 4, 4, 6)
Por outro lado, tem-se que as coordenadas do vértice B são (O, O, 6)
O vértice H é o ponto médio do segmento [BD]
Por isso, as coordenadas do vértice H são ( O + 4 O + 4 6 + 6 ) ou sei·a as coordenadas do vértice
1 1

H são (2, 2, 6 ) 2 2 J 2 1

242
SOLUÇÕES

b) Comecemos por determinar as coordenadas de um vetor perpendicular ao plano OEH


Para isso, vamos determinar as coordenadas de dois vetores (não colineares) do plano OEH, para
depois obtermos as coordenadas de um vetor perpendicular a esses dois. Este terceiro vetor, sendo
perpendicular a dois vetores (não colineares) do plano OEH, será perpendicular ao plano OEH
EH e OfI são dois vetores não colineares do plano OEH
Tem-se:
EH = H - E = (2, 2, 6)- (4, 0, 0)= (-2, 2, 6)
OfI = H - O = (2, 2, 6)- (O, O, O)= (2, 2, 6)
Pretendemos agora determinar um vetor u = (x, y, z) que seja perpendicular a EH e a OfI

Tem-se:
u J_ EH <> (x, y, z) . (-2, 2, 6) = 0 <> -2x + 2y + 6z = 0
u J_ OfI <> (x, y, z) . (2, 2, 6) = 0 <> 2x + 2y + 6z = 0

{ -2x + 2y + 6z = O "" { x = y + 3z { x = y + 3z ""


Vem, então:

""

"" { x = y + 3z "" { X = O
2x + 2y + 6z = O 2(y + 3z) + 2y + 6z = 0 4y + 12z = O

y = -3z y = -3z
Portanto, um vetor perpendicular a EH e a OfI é, por exemplo, o vetor (O, -3, 1)
Como o vetor (O, -3, 1) é perpendicular ao plano OEH, este plano pode ser definido por uma equação
do tipo Ox - 3y + z = k
Determinemos o valor de k
Como o ponto 0(0, O, O) pertence ao plano OEH, tem-se que
x
O O - 3 x O + O = k, ou seja, k = O
Vem, então, que uma equação do plano OEH é -3y + z = O

243
GEOMETRIA NO ESPAÇO

e) Na figura abaixo está representada a reta r, que é a intersecção do plano OEH com o plano ABC
z

''
'
'
'
'
'
''
F
y

A reta r é paralela ao eixo Ox, pelo que tem a direção do vetor (1, O, O)
Como o ponto H(2, 2, 6) pertence à reta r, podemos concluir que uma equação vetorial da reta r é
( x, y, z) = (2, 2, 6) + k(1, 0, 0), k lR
E

d) A área da base do prisma é 4 x 4 = 16


A área de uma face lateral do prisma é 4 X 6 = 24
Portanto, a área total do prisma é 2 x 16 + 4 x 24 = 32 + 96 = 128
A área de uma esfera é dada, em função do raio, por 4 ir r2
O valor pedido é, portanto, a solução positiva da equação 4ir r2 = 128
Tem-se que 4 ir r2 = 128 "" ir r2 = 32 "" rz = R
J[

O valor pedido é {J! "' 3,19


5,
a) Para mostrar que a reta AB está contida no plano de equação x + 2y - z = 5, basta mostrar que os
pontos A e B pertencem a este plano.
O ponto A tem coordenadas (5, O, O)
Tem-se que 5 + 2 O - O = 5, pelo que o ponto A pertence a o plano.
x

O ponto B tem coordenadas (O, 3, 1)


Tem-se que O + 2 x 3 - 1 = 5, pelo que o ponto B pertence a o plano.
Portanto, a reta AB está contida no plano.

244
SOLUÇÕES

b) O triângulo [ABC] será retângulo em C se, e só se, o ângulo ACB for reto, ou seja, se, e só se, Aê
for perpendicular a Bê
Um ponto C, pertencente ao eixo Oz e de cota positiva, tem coordenadas (O, O, e), com e > O
Tem-se, assim,
AC = C - A = (O, O, c) - (5, 0, 0) = (-5, 0, c)
Bê = e - B = (O, O, c) - (0, 3, 1) = (O, -3, c - 1)
Aê .l BC "" Aê . Bê = 0 "" (-5, 0, c) . (0, -3, c - 1 ) = 0 ""
"" -5 x O + O x (-3) + c x (c - 1) = 0 "" c(c - 1) = 0 "" c = O V c = l
Como e > O, tem-se que e = 1

c) O cone que resulta da rotação do triângulo [AOB] em torno do eixo Ox tem altura igual a OA e base
de raio OB, tal como ilustrado na figura.

Tem-se que OA = 5 e OB = /32 + 12 = /iO


Portanto, o volume do cone é � x ir x ( /i0) 2 x 5 = 5�ir
6.
a) O ponto A tem coordenadas (8, 8, 7). Por isso, tem-se que AB = 8
O ponto V tem coordenadas (4, 4, O). Por isso, tem-se que
AV = /(8 - 4)2 + (8 - 4)2 + (7 -0)2 = V16 + 16 + 49 = rsl = 9
O perímetro de uma face lateral da pirâmide é, portanto, 9 + 9 + 8 = 26
b) O ponto B tem coordenadas (O, 8, 7)
O ponto D tem coordenadas (8, O, 7)
O ponto V tem coordenadas (4, 4, O)

245
GEOMETRIA NO ESPAÇO

Portanto,
VB = B - V = (0, 8, 7) - (4, 4, 0)= (-4, 4, 7)
VD = D - V = (8, O, 7) - (4, 4, O) = (4, -4, 7)

VB . V5 = (-4, 4, 7) . (4, -4, 7 ) = -16 + (-16) + 49 = 49 - 32 = 17


Por outro lado, tem-se que
VB . VD = li VB l i x l i VD li x cos x ( x é a amplitude do ângulo DVB ).
Como se tem li VB li = li VD li = 9, vem que 17 = 9 x 9 x cos x, pelo que cos x = �i , donde vem
X "' 77,9°

e) Como o ponto E pertence ao plano a e este plano é paralelo ao plano AVB, os pontos E + AV e E + BV
também pertencem ao plano a
Tem-se:
AV = V - A = (4, 4, 0) - (8, 8, 7)= (-4, -4, -7)
BV = V - B = (4, 4, 0 ) - (0, 8, 7)= (4, -4, -7)
Portanto,
E + AV = (4, 4, 7) + (-4, -4, -7) = (0, 0, 0)
E + BV = (4, 4, 7)+ (4, -4, -7) = (8, 0, 0)
Concluímos, assim, que os pontos (O, O, O) e (8, O, O) pertencem ao plano a
Como estes dois pontos pertencem ao eixo Ox, podemos concluir que o eixo Ox está contido em a
7.
a) As retas AB e BC são complanares porque são concorrentes (têm o ponto B em comum e não
são coincidentes). O plano a por elas definido é o plano ABC. Para mostrar que o plano a admite
como equação x + Zy + 6z = 10 basta verificar que as coordenadas de cada um dos três pontos não
colineares A, B e C satisfazem esta equação.
Vejamos:
Ponto A : 10 + 2 x O + 6 x O = 10 É verdade.

Ponto B : O + 2 x 2 + 6 x 1 = 10 É verdade.

Ponto C : O + 2 x 5 + 6 x O = 10 É verdade.

Está verificado.

246
SOLUÇÕES

b) O plano a admite como equação x + Zy + 6z = 10


O plano xOz admite como equação y = O
A reta de intersecção do plano a com o plano xOz pode, então, ser definida pela condição
x + Zy + 6z = 10 /\ y = O, a qual é equivalente à condição x + 6z = 10 /\ y = O
Para escrevermos uma equação vetorial desta reta precisamos de um ponto da reta e de um vetor
diretor da reta.
Basta, então, determinar dois pontos da reta.
Atribuindo a z o valor O, obtemos:
li
X + 6 X 0 = 10 y = 0 X = 10 y = 0
<> li

O ponto (10, O, O) pertence à reta (observe-se que este ponto é o ponto A, que, pertencendo ao
eixo Ox, pertence ao plano xOz, pertencendo portanto à reta de intersecção deste plano com o
plano ABC)
Atribuindo a z o valor 1, obtemos:
li
x + 6 X l = 10 y = O x = 4 /\ y = O
<>

O ponto (4, O, 1) pertence à reta. Designemos este ponto por D


Um vetor diretor da reta é o vetor AD
Tem-se que AD = D - A = (4, 0, 1) - (10, 0, 0) = (-6, 0, 1)
Uma equação vetorial da reta é, assim, (x, y, z) = (10, O, O)+ k(-6, O, 1), k E lR
e) Considerando que a base da pirâmide [OBCA] é o triângulo [OBC], tem-se que a altura correspondente a
essa base é OA
z

e Y

Determinemos a área do triângulo [OBC]. Se tomarmos para base do triângulo o lado [OC], a altura
correspondente é a cota do ponto B
Portanto, a área do triângulo [OBC] é igual a 5 � 1 , ou seja, �
O volume da pirâmide é, portanto, .1
3 x ii_ xlO = �
2 6 = li
3

247
GEOMETRIA NO ESPAÇO

8.
a) O raio da base do cone é igual à abcissa do pontoA
O ponto A é o ponto de intersecção do plano ABV com o eixo Ox

14x + 4y + 3z = 12
y=O
j
As coordenadas do ponto A podem, portanto, ser obtidas resolvendo o sistema
x=3
, sistema este equivalente a y = O
Z=Ü Z=Ü
As coordenadas do ponto A são (3, O, O), pelo que o raio da base do cone é igual a 3
A altura do cone é igual à cota do ponto V
O ponto V é o ponto de intersecção do plano ABV com o eixo Oz

l
As coordenadas do ponto V podem, portanto, ser obtidas resolvendo o sistema
4x + 4y + 3z = 12 z=4
X=Ü
y=O l
, sistema este equivalente a x = O
y=O
As coordenadas do ponto V são (O, O, 4), pelo que a altura do cone é igual a 4
b) O raio da esfera pode ser obtido pelo Teorema de Pitágoras (ver figura).

Tem-se que r2 = 42 + 32, donde vem r = 5


Portanto, uma condição que define a esfera é x2 + y2 + (z - 4 )2 '.". 25

248
SOLUÇÕES

e) O ângulo BVD é o ângulo formado pelos vetores VB e VD


Tem-se:
VB= B - V = (0, 3, 0) - (4, 0, 0) = (-4 ,3, 0)
VD D - V = (0, -3, 0) - (4, 0, 0) = (-4, -3, O)
=

VB . VD = (-4, 3, 0) . (-4, -3, O) = 16 + (-9)+0 = 7


Por outro lado, tem-se:
VB . VD = li VB li x li VD li cos a ( a é a amplitude do ângulo BVD)
x

Como se tem l ffB l = l ®ll = /(-4)2 + 32 + 02 = 5, vem que


7 = 5 x 5 cos a, pelo que cos a = J5
x

Como sen2a + cos2 a = 1, vem s n2a + (J5 )2 = 1


e

Portanto' sen2a = 1 - (_]_ 25 ) ' donde sen a = 25 = li


2 /576
25
9.
a) Designemos por a a aresta do cubo. As coordenadas do ponto Q são (a, a, O)
Como este ponto pertence ao plano VTQ, cuja equação é x +y + z = 6, tem-se que
a + a + O = 6, donde vem que a = 3
O volume do cubo é, portanto, 33 = 27

b) As coordenadas do simétrico de U, em relação ao plano xOy, são (3, 3, -3)


Como o ponto Q pertence à superfície esférica, vem que o raio é 3
Portanto, uma equação da superfície esférica é (x - 3 ) 2 + (y - 3)2 + (z + 3)2 = 9
e) Como o plano é paralelo ao plano VTQ, qualquer vetor do plano VTQ é vetor do plano
a a.

a
Portanto, pertence a qualquer ponto que seja a soma de um ponto de com um vetor do a

plano VTQ
Tem-se que R = S + SR = S + TQ. Logo, R pertence a a

Tem-se também que P = S + SP S + VQ. Logo, P pertence a


= a

Portanto, a reta RP está contida em a

Outro processo de resolução deste exercício consiste em determinar uma equação do plano e, em
a

seguida, mostrar que os pontos P e R pertencem a a

249
GEOMETRIA NO ESPAÇO

Como o plano é paralelo ao plano VTQ, este plano pode ser definido por uma equação do tipo x
a

+ y + z k. Atendendo a que o ponto S (O, O, 3) pertence a a, tem-se que k = 3 , pelo que uma
=

equação do plano a é x +y + z = 3
Como o ponto R tem coordenadas (3, O, O) e como 3 + O + O = 3, vem que R pertence a a
Como o ponto P tem coordenadas (O, 3, O) e como O + 3 + O = 3, vem que P pertence a a

Portanto, a reta RP está contida em a


10.
a) Comecemos por determinar a aresta do cubo.
Tem-se: AD = /(3 + 3 ) 2 + (5 - 3) 2 + (3 - 6) 2 = /36 + 4 + 9 = 7
Portanto, o volume do cubo é 73 343=

b) Tem-se que H = D + Dlf = D + AÊ


Como AÊ = E - A = (l, 2, -3) - (3, 5, 3 ) = (-2, -3, -6), vem que
H = D + AÊ (-3, 3, 6)+ (-2, -3, 6 ) (-5, 0, O)
= - =

Portanto, H pertence ao eixo Ox


c) Comecemos por determinar uma equação do plano que contém a face [ABCD]
Como o vetor AÊ é perpendicular a este plano, o plano pode ser definido por uma equação
do tipo -2x - 3y - 6z = k
Determinemos o valor de k
x x x
Como o ponto A (3, 5, 3) pertence ao plano, tem-se que -2 3 - 3 5 - 6 3 -39, ou seja, =

k=- 39
Vem, então, que uma equação do plano é -2x- 3y-6z -39, que é equivalente a 2x + 3y + 6z= 39
=

Sendo P o ponto de intersecção do eixo Oz com este plano, vem que as coordenadas de P
= /\
resultam do sistema 2x + 3y + 6z 39 x O /\ y = O =

Vem então z = 12_ li


1 1
6 = 2 /\ x O /\ y = O
=

Portanto, as coordenadas de P são (o, O, 1} )


11.
a) É referido no enunciado que uma equação vetorial da reta que contém a altura da pirâmide é
(z, y, z) = (7, -1, 5) + k(6, -8, O), k E R . Isto significa que um vetor diretor desta reta é o vetor de
coordenadas (6, -8, O)
Portanto, o vetor de coordenadas (6, -8, O) é perpendicular ao plano que contém a base da pirâmide.
Este plano pode, portanto, ser definido por uma equação do tipo 6x- 8y + Oz = k

250
SOLUÇÕES

Determinemos o valor de k. Como o ponto 0(0, O, O) pertence ao plano, tem-se que


6 x O - 8 x O + O x O = k, ou seja, k = O
Vem, então, que uma equação do plano é 6x- By = O, que é equivalente a 3x - 4y = O
b) O centro da base da pirâmide é o ponto de intersecção da reta que contém a altura da pirâmide com
o plano de equação 3x - 4y = O
Portanto, para justificar que o ponto de coordenadas (4, 3, 5) é o centro da base da pirâmide, basta
verificar que o ponto de coordenadas (4, 3, 5) pertence à reta que contém a altura da pirâmide e
pertence ao plano de equação 3x - 4y = O
o ponto de coordenadas (4, 3, 5) pertence à reta que contém a altura da pirâmide, pois

(4, 3, 5) = (7, -1, 5)- � (6, -8, 0)


o ponto de coordenadas (4, 3, 5) pertence ao plano de equação 3x- 4y = O pois 3 x 4 - 4 x 3 = O

O ponto de coordenadas (4, 3, 5) é, de facto, o centro da base da pirâmide.

e) Tendo em vista determinar a área da base, comecemos por determinar a distância do ponto O (O, O, O)ao
centro da base da pirâmide.
Tal distância é /(4 - 0)2+ (3 - 0)2+ (5- 0)2 = V16 + 9+ 25 = ISO
Portanto, a diagonal da base da pirâmide tem comprimento igual a 21SO
Como a base da pirâmide é um quadrado, e um quadrado é um caso particular de um losango, a área
da base da pirâmide é dada por
2!50 x21SO _ 100
2
A altura da pirâmide é a distância do centro da base ao vértice da pirâmide.
Tal distância é /(4 + 2)2 + (3 - 11)2 + (5 - 5)2 = /36 + 64 + O = 10
O volume da pirâmide é, portanto, 1- x 100 x 10 = 1000
3 3
12.
a) O ponto H tem abcissa 1, porque os pontos A e H têm a mesma abcissa.
O ponto H tem cota O, porque pertence ao plano xOy
O ponto H tem ordenada igual à de G
Comecemos então por determinar a ordenada do ponto G
O ponto G é um dos pontos de intersecção do eixo Oy com a superfície esférica de equação
(x - 1)2+ (y - 1)2 + (z - 1)2= 11
Portanto, a ordenada do ponto G é uma das soluções da equação
(o - 1 )2 + (y - 1 )2 + (o - 1 )2 = 11

251
GEOMETRIA NO ESPAÇO

Resolvendo a equação, vem:


(o - 1 )2 + (y - 1 )2 + (o - 1 )2 11 "" 1 + (y - 1 )2 + 1 = 11 ""
=

"" (y - 1 )2 9 "" y - 1 3 V y - 1 - 3 "" y = 4 V y = - 2


= = =

Como o ponto G tem ordenada negativa, tem-se que a ordenada de G é - 2


Portanto, H tem coordenadas (1, -2, O)
b) O ponto H tem coordenadas (1, -2, O)
O ponto G tem coordenadas (O, -2, O)
O ponto A tem coordenadas (1, 1, 1)
Como estes três pontos não são colineares, para mostrar que uma equação do plano AGH é
y - 3z + 2 = O, basta verificar que os três pontos pertencem a este plano.
Vejamos se assim é:
Ponto A (1, 1, 1)
X
Tem-se que 1 - 3 1 + 2 = O "' O = O (igualdade verdadeira).
O ponto A pertence ao plano.
Ponto G (O, -2, O)
Tem-se que - 2 - 3 O + 2 = O "' O = O (igualdade verdadeira).
X

O ponto G pertence ao plano.


Ponto H (l, -2, O)
X
Tem-se que - 2 - 3 O + 2 = O "" O = O (igualdade verdadeira).
O ponto H pertence ao plano.
Portanto, uma equação do plano AGH é y - 3z + 2 = O
e) Tem-se que: GF = 3, EF = 1, BF = 1
O volume do paralelepípedo é 3 x 1 x 1 = 3
A área da base da pirâmide é 3 x 1 = 3 e a altura da pirâmide é e- 1
O volume da pirâmide é igual a � 3 x (c - 1) = e - 1
X

O volume do sólido é, portanto, igual a 3 + e - 1 = 2 + e

252
SOLUÇÕES

13.
a) O vetor de coordenadas (1, 2, -2) é perpendicular ao plano a, pelo que também é perpendicular
ao plano r
Assim, o plano r pode ser definido por uma equação do tipo x + 2y- 2z + d = O
Como o vértice do cone, que tem coordenadas (1, 2, 6), pertence ao plano y , tem-se que
x
1 + 2 2 - 2 6 + d = O, donde resulta d = 7
x

Portanto, uma equação do plano y é x + 2y- 2z + 7 = O


b) O vetor de coordenadas (1, 2, -2) é perpendicular ao plano a
O vetor de coordenadas (2, -1, 1) é perpendicular ao plano /3
Os planos a e /3 são perpendiculares se, e só se, os vetores de coordenadas (1, 2, -2) e (2, -1, l)forem
perpendiculares, ou seja, se e só se o produto escalar (1, 2, -2) . (2, -1, 1) for igual a zero.
Ora, (1, 2, -2) . (2. -1. 1 ) = 1 X 2 + 2 X (-1) + (-2) X 1 = -2
Portanto, os planos a e f3 não são perpendiculares.
c) Tem-se que o ponto W tem coordenadas (1, 2, -6)
A reta VW pode ser definida pela condição x = 1 y = 2 /\

Assim, uma condição que define o segmento de reta [VW] é


X = l /\ y = 2 /\ -6 -<; z -<; 6
d) O volume de um cone é igual a � X Área da base AlturaX

Relativamente ao cone em causa, tem-se:


• a área da base é igual a 7r x 3 2 9 7r
=

• a altura é igual a l Vêll


Para determinarmos li Vê li, precisamos de saber as coordenadas do ponto C
O ponto C é o ponto de intersecção do plano a com a reta perpendicular a este plano e que passa
por V
Tem-se:
• uma condição que define o plano a é x + 2y- 2z = 11
• uma condição que define a reta perpendicular a este plano e que passa por V é
(x, y, z) = (l, 2, 6) + À (l, 2, -2), À E R

253
GEOMETRIA NO ESPAÇO

Assim, as coordenadas de C satisfazem a condição


(x, y, z) = (1, 2, 6) + íl (1, 2, -2) /\ x + 2y - 2z = 11, que é equivalente a
(x, y, z) = (1 + íl, 2 + 2íl, 6 - 2íl) /\ x + 2y - 2 z = 11
Tem-se:
1 + íl + 2(2 + 2íl ) - 2(6 - 2íl ) = 11 "" 1 + íl + 4 + 4íl - 12 + 4íl = 11 "" 9íl = 18 "" íl = 2
X X
Portanto, o ponto C tem coordenadas (1 + 2, 2 + 2 2, 6 - 2 2 ) = (3, 6, 2)
Vem, então: l Vê li = l C - V I = li (2, 4, -4) 1 = /22 + 42 + (-4)2 = 6
Portanto, o volume do cone é igual a � 9 7r: 6 = 18 7r:
x x

14.
a) Tem-se H = G + BÃ
BA = A - B = (11, -1, 2 ) - (8, 5, O) = (3, -6, 2)

Portanto, H = G + BÃ = (6, 9, 15) + (3, -6, 2) = (9, 3, 17)


b) O raio da superfície esférica é a distância do ponto A ao ponto B

Uma equação da superfície esférica é, portanto,


(x- 11)2 + (y + 1)2 + (z -2)2 = 49
e) A reta que passa no ponto G(6, 9, 15) e é paralela ao eixo Oy pode ser definida pela
condição x = 6 z = 15 ou pela condição (x, y, z) = (6, 9. 15) + k(O, 1, O), k E R
/\

15. Designando por a a altura de um dos cones, a altura do outro cone é h - a


Designemos por C1 o cone de altura a e por C2 o cone de altura h - a
Tem-se:
7r:r2a
Volume do cone C1 = -- 3
7
Volume do cone C2 = r:r2 (h3 - a)
A soma dos volumes dos dois cones é igual a
u2a + 7r:r2 (h - a) 7r:r2 a + 7r:r2 h - 7r:r2 a = 7r:r2 h
-
-
3 3 3 3
Portanto, a soma dos volumes dos dois cones não depende de a, pelo que não depende da posição
do ponto P

254
SOLUÇÕES

16.
al) Dois planos paralelos admitem o mesmo vetor normal. Portanto, uma condição cartesiana do plano
paralelo ao plano QTV e que passa na origem do referencial é Sx + 2y + 2z = O
a2) Um plano perpendicular à reta QN é paralelo ao plano yOz
Portanto, o plano pedido pode ser definido por uma equação da forma x = k
Como o ponto V tem abcissa 2, uma condição cartesiana do plano perpendicular à reta QN e que
passa no ponto V é x = 2
a3) O ponto U tem coordenadas (4, -4, -4) e o raio da superfície esférica de centro em U
e que passa no ponto T é UT = 4
Uma equação cartesiana dessa superfície esférica é:
(x - 4) 2 + (y + 4) 2 + (z + 4)2 = 16
b) Seja z a cota do ponto A
Então o ponto A tem coordenadas (4, -4, z) e, portanto, o vetor OA tem coordenadas (4, -4, z)
O ponto T tem coordenadas (4, 0,-4) e, portanto, o vetor OT tem coordenadas (4, 0,-4)
OA . OT = 8 "" (4, -4, z) . (4, 0, -4) = 8 "" 16 - 4z = 8 "" z = 2

Portanto, o ponto A tem cota 2


e) O volume do poliedro [VNOPQURST] pode obter-se como soma do volume do cubo [NOPQURST]
com o volume da pirâmide [VNOPQ]
O cubo tem aresta 4 e, portanto, o seu volume é 43 = 64
Para calcular o volume da pirâmide é necessário determinar a sua altura.
A altura da pirâmide é igual à cota do ponto V. Este ponto é o ponto do plano QTV que tem abcissa
2 e ordenada -2
Substituindo por 2 e y por -2 na equação do plano QTV, obtém-se:
x

S x 2 + 2 x (-2) + 2z = 12 "" 2 z = 6 "" z = 3


Tem-se, então, que a altura da pirâmide é igual a 3. Como a base da pirâmide é um quadrado de
lado 4 o volume da pirâmide é 16{ 3 = 16
O volume do poliedro [VNOPQURST] é 64 + 16 80 =

255
GEOMETRIA NO ESPAÇO

17.
al) O vetor FÃ é perpendicular ao plano FGH, pelo que uma equação deste plano é da
forma 2x + 3y + 6z + d = 0
X
Como o ponto F tem coordenadas (1, 3, - 4), tem-se 2 x 1 + 3 x 3 + 6 (- 4) + d = O
Portanto, d = 13
Assim, uma condição cartesiana que define o plano FGH é 2x + 3y + 6z + 13 = O
a2) A superfície esférica de centro no ponto F à qual pertence o ponto G tem raio igual a FA Tem-se
FA = l FÃ l = V22 + 32 + 62 = ffl = 7
Assim, uma condição cartesiana que define a superfície esférica é

b) O ponto E é o ponto de intersecção da reta EF com o plano HCD


Como a reta EF é perpendicular a este plano, que é definido por 6x + 2y - 3z + 25 = O, uma equação
vetorial da reta é (x, y, z) = (l, 3, - 4) + k (6, 2, - 3), k E lR
Tem-se:
(x, y, z) = (l, 3, - 4) + k (6, 2, - 3) ""
"" X = l + 6k /\ y = 3 + 2k /\ Z = - 4 - 3 k
Portanto, qualquer ponto da reta EF tem coordenadas da forma (1 + 6k, 3 + 2k, - 4 - 3k) sendo k
um número real.
O ponto E é o ponto desta reta cujas coordenadas satisfazem a equação 6x + 2y- 3z + 25 = O
Vem, então:
6(1 + 6k) + 2(3 + 2k) - 3 (- 4 - 3k) + 25 = 0 ""
"" 6 + 36k + 6 + 4k + 12 + 9k + 25 = 0 "" 49k = - 49 "" k = - 1
Portanto, o ponto E é o ponto de coordenadas (-5, 1, -1)

18.
a) Como o plano é paralelo a a, pode ser definido por uma equação da forma x - 2y + z + d = O
Como o plano passa no ponto A(O, O, 2 ) tem-se O - O + 2 + d = O pelo que d = -2
Então, uma equação do plano é x - 2y + z - 2 = O

256
SOLUÇÕES

b) O centro C da superfície esférica é o ponto médio do segmento de reta [AB]


Tem-se C ( -
=
0 +-,4 O+O 2+0 )
2 -2-, -2- = (2, 0, 1 )
r = AC = /(2 - 0) 2 + (0 - 0) 2 + (1 - 2) 2 = 14+1 IS =

Uma equação cartesiana que define a superfície esférica é (x - 2)2 + y2 + (z - 1) 2 = 5


e) A figura ilustra a situação descrita.
z
A2

, y
, ,, y
,,, ,
o
B4
- - - - - - - - - -- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Tem-se B A P = AB " ifP !!_3


=

Uma condição que traduz o problema é AÊ . AP = li AÊ li li AP li cos (AJ3 " A?) X X

Seja y a ordenada do ponto P (y > O). Tem-se P (4, y, O)


AÊ = B - A= ( 4, O, O) - (O, O, 2) ( 4, O, -2)
=

AP = P - A = (4, y, 0) - (0, 0, 2) = (4, y, -2)


AÊ . AP = l AÊ l x l lfP l x cos (AJ3 " A?) '"' 16 + 0 + 4 = V16 + 4 /16 + y2 +4 x cos � '"' x

ç:,20 = /2Q /20 + y2 � � /20 + y2 20 + y2 80 y2 60


X X ç:, = ç:, = ç:, =

Como se tem y > O, a ordenada do ponto P é /60


19.
a) A abcissa e a ordenada do ponto V são, respetivamente, iguais à abcissa e à ordenada do centro da
face superior do cubo, pelo que ambas são iguais a 1
Como o ponto V pertence ao plano de equação 6x + z - 12 = O, tem-se
x
6 1 + z - 12 = O, pelo que z = 6
V é o ponto de coordenadas (1 ,1 ,6)
b) Um vetor normal ao plano é o vetor DR= (2, 2, 2)
Então o plano é definido por uma equação do tipo 2x + 2y + 2 z + d = O
X
Como o plano passa no ponto P(2, O, O), tem-se 2 2 + O + O + d = O pelo que d -4 =

Uma equação do plano é 2x + 2y + 2z - 4 =O ou, o que é equivalente, x + y + z - 2 = O


257
GEOMETRIA NO ESPAÇO

e) Dado que o ponto A pertence ao plano QRS e dado que este plano é definido pela equação y = 2,
podemos concluir que o ponto A tem ordenada 2. Como, além disso, a cota do ponto A é igual ao
cubo da abcissa, podemos afirmar que as suas coordenadas são do tipo (x, 2, x3)
Tem-se,
DA = (x, 2, x3) e TQ = Q - T = (2, 2, 0 ) - (0, 0, 2 ) = (2, 2, -2)

Assim, DA J_ TQ '"' DA . TQ =o '"' (x, 2, x3) . (2, 2, -2) = o '"' 2x + 4- 2x3 = o


Utilizando a calculadora para representar graficamente a
função polinomial definida pela expressão y = -2x3 + 2x + 4,
concluímos que 1,52 é o valor arredondado às centésimas
do seu zero.
Portanto, a solução da equação -2x3 + 2x + 4 = O é 1,52
Assim, a abcissa do ponto A é 1,52
X

20.
a) Dado que a reta OP é perpendicular ao plano {3, OP é colinear com qualquer vetor perpendicular a f3
Um vetor perpendicular a f3 é o vetor u de coordenadas (2, -1, 1)
Tem-se OP = (-2, 1, 3a)
Como OP e rr são colineares, tem-se -22 = _\ = 3t
Portanto, 3a = -1, donde vem a = - �
b) Seja x a abcissa do ponto B
Dado que B pertence ao eixo das abcissas, tem-se B(x, O, O)
Como B pertence ao plano {3, tem-se 2x - O + 0 - 4 = O, pelo que x= 2
Portanto, B é o ponto de coordenadas (2, O, O)
Logo, C é o ponto de coordenadas (-2, O, O)
Tem-se:
AB = B - A = (2, O, 0 ) - (1, 2, 3) = (1, -2, -3)
AC = C - A = (-2, O, 0) - (1, 2, 3)= (-3, -2, -3)
Vem: AB . Aê = l lfB l x l Aê l x cos BÂC '"' -3 + 4 + 9 = v'l + 4 + 9 v'9 + 4 + 9 cos BÂC '"'
x x
- = 10
cos BAC
<o> =
y 308
Portanto, BÂC "' 55 °

258
SOLUÇÕES

e) Uma condição que define a reta que passa por O e é perpendicular ao plano f3 é
(x, y, z) = (O, O, O)+ k(2, -1, 1), k lR E

l l
Determinemos as coordenadas do ponto T, ponto de interseção desta reta com o plano f3

2x - y + z 4 = O
- 4k + k + k - 4 = 0
x = 2k '"'
X = 2k '"'
y =-k y=-k
z=k z=k

T é o ponto de coordenadas ( j, - �, � )
Então Of = ( j, - �, � ) pelo que o raio da superfície esférica é igual a

Uma equação da superfície esférica é, então, (X - 0)2 + (y - 0) 2 + (Z 0)2 = 1±


-

9 ou seja,
x2 + y 2 + z2 = -ª-
3

21.
a) (x + 1) 2 + (y - 1 ) 2 + (z - 1) 2 = 1
b) A abcissa e a ordenada do ponto V são, respetivamente, iguais à abcissa e à ordenada do centro da
base da pirâmide, o qual é o ponto médio, M, do segmento de reta [AC]
M = ( - \- 3 , 1 � 3 , 1 ; 1 ) = (-2, 2, l)

Como o ponto V pertence ao plano de equação 3y + z - 10 = O, tem-se:


x
3 2 + z 10 = O, pelo que z = 4
-

V é o ponto de coordenadas (-2, 2, 4)


e) Como o plano é perpendicular à reta AC, o vetor Aê é um vetor normal ao plano
a a

Tem-se Aê = C - A = (-2, 2, O)
Assim, o plano pode ser definido por uma equação da forma -2x + 2y + d = O
a

Como o ponto P pertence ao plano tem-se: a,

-2 x 1 + 2 X (-2) + d = O '"' d = 6
Então, uma equação do plano é -2x + 2y + 6 = O
a

259
GEOMETRIA NO ESPAÇO

A reta de intersecção dos planos e BCV pode ser definida por


a

! -2x + 2y + 6 = O
3y + z - 10 = 0
Determinemos dos pontos da reta:
• ;
para y = O vem x = 3 e z = 10 ponto (3, O, 10)
• para y = 1 vem x = 4 e z = 7 ponto (4, 1, 7)
;

Então um vetor diretor da reta é o vetor de coordenadas (1, 1, -3)


Portanto, uma equação vetorial da reta pedida é (x, y, z) = (3, O, 10) + k(l, 1, -3 ), k E lR

22.
a} (x, y, z) = (2, 1, 4) + k(3, 2, 4), k E lR
b} Um vetor diretor da reta OD é o vetor de coordenadas (4, 2, 2)
Logo, uma equação vetorial da reta OD é (x, y, z) = (O, O, O)+ k(4, 2, 2), k E lR
Assim, qualquer ponto da reta OD é da forma (4k, 2 k, 2 k), sendo k um número real.
O ponto de intersecção da reta OD com o plano é o ponto da reta OD cujas coordenadas satisfazem
a

a equação 3x + 2y + 4z - 12 = O
Vem, então:
3(4k) + 2(2k) + 4(2k) - 12 = 0 "" l2k + 4k + 8k - 12 = 0 "" k = �
Portanto, as coordenadas do ponto de intersecção da reta OD com o plano são (2, 1, 1)
a

e} Seja z a cota do ponto P


Tem-se: P(O, O, z), A(4, O, O) e B(O, 6, O)
FÃ = A - P = (4, 0, 0) - (0, 0, z) = (4, 0, -z)

PB = B - P = (O, 6, O) - (O, O, z) = (O, 6, - z)


- -
PA . PB = (4, 0, -z) . (0, 6, -z) = (-z)Z = z2
Como z i O, o produto escalar é positivo, pelo que o ângulo APB é um ângulo agudo.

260
SOLUÇÕES

23.
a) O ponto D tem abcissa -2 e ordenada O. A sua cota é a cota do ponto F, que vamos determinar a
partir da equação do plano OFB (3x + 3y - z = O).
Como o ponto F pertence ao plano OFB e tem abcissa O e ordenada 2 (que são a abcissa e a
ordenada do ponto A), tem-se 3 x O + 3 x 2 - z = O .,,, z = 6. Assim, como o ponto F tem cota 6,
podemos concluir que o ponto D tem coordenadas (-2, O, 6)
O vetor de coordenadas (3, 3, -1) é um vetor normal ao plano OFB. Assim, qualquer plano paralelo
ao plano OFB admite uma equação da forma 3x + 3y - z + d = O . Como o plano cuja equação é
pedida passa no ponto D(-2, 0, 6) tem-se 3 x (-2) + 3 x 0 - 6 + d = 0 .,,, d = l2.
Portanto, uma equação do plano é 3x + 3y - z + 12 = O
b) O ponto B tem coordenadas (-2, 2, O). Portanto, a reta OB tem vetor diretor DÊ = (-2, 2, O).
Como passa no ponto 0(0, O, O), pode ser definida pela condição (x, y, z) = (O, O , O ) + k(-2, 2, O), k lR
E

e) A abcissa e a ordenada do ponto P são iguais à abcissa e à ordenada do ponto B. Portanto, o ponto
P tem coordenadas (-2, 2, 1)
O ponto R, simétrico do ponto P relativamente à origem do referencial, tem coordenadas (2, -2, -1)
Como o ângulo RAP é o ângulo formado pelos vetores AP e AR, tem-se:
AP = p - A = (-2, 2, 1) - (O, 2, o) = (-2, O, 1)

AR = R - A = (2, -2, -1) - (0, 2, O ) = (2, -4, -1)


' ) = (-2, 0, 1) . (2, -4, -1)
cos (RAP -5 -5
li (-2, 0, l Jll X li (2, -4, -l J l 1105
Recorrendo à calculadora, obtemos 119° para o valor da amplitude, em graus, arredondado às
unidades, do ângulo cujo cosseno é �105 e cuja amplit ude está compreendida entre 0° e 180°
V

Portanto, a amplitude do ângulo RAP, nas condições pedidas, é 119°

24.
a) Tem-se: T(O, O, 3) e T' (O, O, -3)
Assim, a superfície esférica tem centro em O(O, O, O) e raio 3
Portanto, uma equação da superfície esférica é x2 +y2 + z 2 = 9
b) X
VP . RS = l VP li l RSll X cos (VP'R5 ) = 3 X 3 X (- 1 ) = -9

261
GEOMETRIA NO ESPAÇO

25.
a) Os pontos A e D têm a mesma ordenada, e o ponto A tem cota O
Designemos por a E lR a abcissa do ponto A . Tem-se A(a, 4, O)
Como A E ACG vem a + 4 - O - 6 = O "" a 2 , pelo que o vértice A tem abcissa 2
, =

b) A (2 , 4, O) ; D (O, 4, O) ; AD 2 ; Área[EFGH] 4
= =

V= � x 4 § x 4 x altura "" altura = 3


4 x altura "" =

Logo, as coordenadas de P são (1,4 + 1,2 + 3) (1, 5, 5) =

As coordenadas de G são (2,4 + 2,2) (2, 6, 2) =

Gõ = 0 G (-2, -6, 2 )
- = -

GP P G ( l 5 5 ) ( 2 6 2 ) ( 1 1 3 )
= - = , , - , , = - , - ,

Gõ . G?= (- 2, -6, -2 ) . (- 1, -1, 3) = 2+6-6 2 =

ll GiJ l / 4 + 3 6 + 4 = 144 = 2 /iT


=

llGP ll v'1 + 1 + 9 = IIT


=

- 2 1
cos
(OGP
- ) =
Gõ . GP ., cos ( OGP) = ., cos ( OG-P ) IT
=

l Gõ l x l GP l 2 fil x fil

Portanto, OGP "" 85 °

262
Cálculo combinatório. Problemas de contagem

1.
a) Pretende-se o número de diferentes maneiras de distribuir sete tipos diferentes de gelado em dez
compartimentos distintos (ficando, assim, três compartimentos vazios).
Tal número é 1 ºA7 604 800
=

b) Existem 5! maneiras diferentes de distribuir os cinco gelados de fruta pelos cinco compartimentos
da fila da frente. Para cada uma destas maneiras, existem 5A2 maneiras diferentes de distribuir os
gelados de baunilha e chocolate pelos cinco compartimentos da fila de trás.
Então, o número pedido é 5! x 5A2 2 400=

2.
a) Existem nove hipóteses para o primeiro algarismo (de 1 a 9); para cada escolha do primeiro algarismo,
existem dez hipóteses para o segundo algarismo (de O a 9); para cada escolha dos dois primeiros
algarismos, existem duas hipóteses para o terceiro algarismo (O ou 5).
O número pedido é, portanto, 9 X 10 2 180X =

b) Existem nove hipóteses para o primeiro algarismo (de 1 a 9); para cada escolha do primeiro algarismo,
existem nove hipóteses para o segundo algarismo, dado que não pode ser igual ao primeiro; para
cada escolha dos dois primeiros algarismos, existem oito hipóteses para o terceiro algarismo, dado
que tem de ser diferente dos dois primeiros.
O número pedido é, portanto, 9 9 8 648
x x =

3. Existem 7C3 maneiras diferentes de escolher as três posições do algarismo 1.


Para cada uma destas, existem 4C2 maneiras diferentes de escolher as duas posições do algarismo 4.
Uma vez selecionadas as posições que os algarismos 1 e 4 vão ocupar, restam duas posições
disponíveis, que serão obrigatoriamente preenchidas pelo algarismo 5.
Existem, assim, ao todo, 7C3 x 4C2 , ou seja, 210 números diferentes que satisfazem as
condições do enunciado.

263
Cálculo de probabilidades. Regra de Laplace

1. Número de casos possíveis:


O número de casos possíveis é o número de maneiras de ordenar a sequência das sete inspeções, ou seja, 7!
Número de casos favoráveis:
O número de casos favoráveis é o número de maneiras de ordenar a sequência das sete inspeções,
de tal forma que as três primeiras empresas inspecionadas sejam exatamente os três clubes de
futebol ( _E_ _E_ _E_
_ _ _ _ ) .

Existem 3! maneiras de ordenar a sequência das inspeções dos clubes de futebol e, para cada uma
destas, existem 4! maneiras de ordenar a sequência das inspeções das restantes quatro empresas.
Portanto, o número de casos favoráveis é 3! x 4!
Probabilidade pedi da: 31 �! 41 "' 3%
2. Número de casos possíveis:
O número de casos possíveis é o número de maneiras de os seis amigos se sentarem nos seis lugares
disponíveis, ou seja, 6!
Número de casos favoráveis:
O número de casos favoráveis é o número de maneiras de os seis amigos se sentarem, de tal forma
que a Joana e o Rui fiquem sentados em frente um do outro.
Existem três pares de lugares possíveis para a Joana e o Rui:
000 000 000
ll 1 1 l 1 1 l1
000 000 000
Para cada um desses pares de lugares, a Joana e o Rui podem trocar de posição.
Para cada maneira de a Joana e o Rui se sentarem, existem ainda 4! maneiras de os restantes quatro
amigos se sentarem nos restantes quatro lugares.
Portanto, o número de casos favoráveis é 3 x 2 x 4!
Probabilidade pedida: 3 x �r 4! = �
3. Número de casos possíveis:
O número de casos possíveis é o número de maneiras de os doze jovens se sentarem nos doze
lugares disponíveis, ou seja, 12!
Número de casos favoráveis:
Para os dozejovens se sentarem de tal forma que rapazes e raparigas fiquem sentados alternadamente,
existem duas hipóteses: as raparigas nos lugares com número par e os rapazes nos lugares com
número ímpar, ou ao contrário.
264
SOLUÇÕES

Para cada uma destas duas hipóteses, existem 6! maneiras de as raparigas se sentarem nos seus
seis lugares e 6! maneiras de os rapazes se sentarem nos seus seis lugares.
Portanto, o número de casos favoráveis é 2 6! 6!
x x

x
Probabilidade pedida: 2 x 16!2! 6! 0,2%

4.
a) Existem sete posições possíveis para o algarismo 3.
Para cada uma delas, existem 6C2 posições possíveis para os dois algarismos 5 (das seis posições
disponíveis, escolhemos duas).
Para cada uma das maneiras de os algarismos 3 e 5 ficarem posicionados, existem 4C2 posições
possíveis para os dois algarismos 7 (das quatro posições disponíveis, escolhemos duas).
Selecionadas as posições dos algarismos 3, 5 e 7, existe apenas uma maneira de colocar os dois
algarismos 8: eles vão ocupar as duas posições disponíveis.
Portanto, o número pedido é 7 x 6C2 x 4C2 x 1 630
=

b) Número de casos possíveis:


O número de telefone tem este aspeto: 2_ j_ _ _ _ _ ..ª-í J_

Dos quatro algarismos que faltam, sabe-se que são: um 3, um 5, um 7 e um 8, mas não se sabe a
ordem correta. Portanto, o número de casos possíveis é o número de maneiras de ordenar os quatro
algarismos, ou seja, 4! 24
=

Número de casos favoráveis:


Existe apenas um caso favorável, que corresponde à ordenação correta dos quatro algarismos.
Probabilidade pedida: z14
5.
a) Para que o número tenha quatro algarismos e seja menor do que 3000, o primeiro algarismo (o dos
milhares) pode ser 1 ou 2.
j_
_ _ _ ou 2_ _ _ _

Para cada uma destas duas hipóteses, existem seis hipóteses para o segundo algarismo (não pode
ser igual ao primeiro), cinco para o terceiro (não pode ser igual, nem ao primeiro, nem ao segundo)
e quatro para o quarto algarismo (não pode ser igual, nem ao primeiro, nem ao segundo, nem ao
terceiro). O número pedido é, portanto, 2 x 6 x 5 4 240
x =

265
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

b) Número de casos possíveis:


O número de casos possíveis foi determinado na alínea anterior: 240
Número de casos favoráveis:
Como vimos na alínea anterior, os elementos do conjunto B podem ser de dois tipos:
j_ _ _ _
ou 2 _ _ _

Vejamos agora, para cada um destes dois casos, quantos são os números pares.
No primeiro caso, existem três hipóteses para o quarto algarismo (pode ser 2, 4 ou 6), cinco para o
segundo (não pode ser igual, nem ao primeiro, nem ao quarto) e quatro para o terceiro algarismo
(não pode ser igual, nem ao primeiro, nem ao segundo, nem ao quarto).
No segundo caso, existem duas hipóteses para o quarto algarismo (pode ser 4 ou 6), cinco para o
segundo (não pode ser igual, nem ao primeiro, nem ao quarto) e quatro para o terceiro algarismo
(não pode ser igual, nem ao primeiro, nem ao segundo, nem ao quarto).
Portanto, o número de casos favoráveis é 3 5 x 4 + 2 5 4
X x x

Probabilidade pedida·. 3 X 5 4240X


+ 2 x 5 x 4 --º--
-

12
e) Número de casos possíveis:
O número de casos possíveis é o número de coleções de 3 elementos que se podem formar a partir
de um conjunto com 240 elementos, ou seja, 24°C3
Número de casos favoráveis:
O número de casos favoráveis é o número de coleções de 3 elementos que se podem formar a
partir de um conjunto com 120 elementos, ou seja, 12 ºC3 . De facto, existem, em B, 120 elementos
maiores do que 2000 (são todos os números que começam por 2).
Probabilidade pedida: 122o40cC3 "' 0,12
3
6. Número de casos possíveis:
7C3 (número de maneiras de escolher três pessoas, de entre sete).
Número de casos favoráveis:
Para que duas das três pessoas que vão à feijoada sejam a Srª. Manuela Silvestre e o Sr. António
Gonçalves, é necessário escolher mais uma pessoa, a qual tem de ser selecionada de entre as cinco
restantes. Portanto, o número de casos favoráveis é o número de maneiras de escolher uma pessoa,
de entre cinco, que é se! = 5.
Probabilidade pedida: f-­ 1
C 7
3

266
SOLUÇÕES

7.
a) É
preciso escolher um guarda-redes, de entre dois, dois defesas, de entre quatro, e dois avançados,
X X
de entre quatro. O número pedido é, portanto, 2C1 4Cz 4Cz = 72
b) Número de casos possíveis:
10
C5 (número de maneiras de escolher cinco jogadores, de entre dez).
Número de casos favoráveis:
Para que dois dos cinco jogadores contemplados com a viagem sejam os dois guarda-redes, é
necessário escolher mais três jogadores, os quais têm de ser selecionados de entre os oito restantes.
Portanto, o número de casos favoráveis é o número de maneiras de escolher três jogadores, de entre
oito, que é 8C3
Probabilidade pedida: 180CC3 = 92
s
8. Número de casos possíveis:
9Cs (número de maneiras de escolher cinco vértices, de entre nove).
Número de casos favoráveis:
Para que pelo menos quatro dos cinco vértices escolhidos sejam da pirâmide, temos duas hipóteses,
em alternativa:
l.ª hipótese: quatro vértices pertencem à pirâmide e o outro não pertence sc4 x 4C1
-

2.ª hipótese: os cinco vértices pertencem à pirâmide ses = 1


-

X
Portanto, o número de casos favoráveis é SC4 4C1 + 1
5
Probabilidade pedida: C4 x9C4C1 + 1 126
-���-
21
s
9.
a) O número de maneiras diferentes de as peças ficarem colocadas no tabuleiro é o número de maneiras
de escolher quatro, das nove casas do tabuleiro, para colocar as peças brancas. As peças pretas ficam
colocadas nas restantes cinco casas.
O número pedido é, portanto, 9C4 = 126
b) Número de casos possíveis:
126 (número calculado na alínea anterior).
Número de casos favoráveis:
Existem duas diagonais, pelo que existem duas hipóteses em alternativa, cada uma delas com seis
possibilidades: três peças brancas numa diagonal e a quarta peça numa das seis casas restantes.
Portanto, o número de casos favoráveis é 2 x 6
Probabilidade pedida: 2126
x6 =l
21

267
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

10.
a) Cada maneira resulta de um processo com duas etapas:
1.ª etapa: pintar as faces triangulares; como cada face pode ser pintada com uma de três cores,
existem 3 x 3 x 3 x 3 3 4 maneiras diferentes de o fazer;
=

2. ª etapa: pintar as faces retangulares; como cada face pode ser pintada com uma de duas cores,
existem 2 X 2 X 2 X 2 X 2 2 5 maneiras diferentes de O fazer.
=

O número pedido é, portanto, 3 4 x 2 5 2 592


=

b) Número de casos possíveis:


5 9 (cada face pode ser pintada com uma de cinco cores).
Número de casos favoráveis:
Cada caso resulta de um processo com duas etapas:
1.ª etapa: escolher as faces que vão ser pintadas de branco; existem 9 C5 maneiras diferentes de o fazer;
2.ª etapa: pintar as restantes faces; como sobram quatro faces e quatro cores, e não podem existir
duas faces com a mesma cor, existem 4! maneiras diferentes de o fazer.
O número de casos favoráveis é, portanto, 9C5 x 4!
Probabilidade pedida: Cs X9 4! 0,0015
9

5

11.
a) Existem duas hipóteses, em alternativa: ou dois vértices pertencem ao quadrilátero e um ao
pentágono (existem 4C2 x 5 triângulos deste tipo) ou dois vértices pertencem ao pentágono e um
ao quadrilátero (existem 5 C2 X 4 triângulos deste tipo).
O número pedido é, portanto, 5 C2 x 4 + 4C2 x 5 = 70
b) Número de casos possíveis:
9 x 9 9 2 (cada pessoa escolhe um de nove vértices).
=

Número de casos favoráveis:


Existem duas hipóteses, em alternativa: ou os dois vértices escolhidos pertencem ao quadrilátero
(existem 42 casos) ou os dois vértices escolhidos pertencem ao pentágono (existem 5 2 casos).
O número de casos favoráveis é, portanto, 4 2 + 5 2
2 2
Probabilidade pedida: 4 +2 5 - 51%
9

12. Número de casos possíveis:


6C3 (como a superfície esférica tem centro na origem do referencial, existem seis pontos de intersecção
dessa superfície com os eixos do referencial, dos quais é preciso escolher três, para serem os vértices
de um triângulo).

268
SOLUÇÕES

Número de casos favoráveis:


Dos seis vértices referidos acima, existem quatro no plano xOy (plano de equação z = O). O número
de casos favoráveis é, portanto, 4C3
Probabilidade pedida: :c3 = 20%
C3

13. Número de casos possíveis:


6C2 (dos seis vértices do octaedro, é preciso escolher dois, para definir uma reta).
Número de casos favoráveis:
Dos seis vértices do octaedro, existem quatro no plano de equação x = y (os pontos O, S, Q e T).
O número de casos favoráveis é, portanto, 4C2
4
Probabilidade pedida: Cz - 2
6C2 - 5

14.
al) Número de maneiras de colocar dez números em dez lugares: 10! = 3 628 800
a2) Cada maneira resulta de um processo com três etapas:
1.ª etapa: numerar as faces da pirâmide que já tem os números 1 e 3; existem 4A2 maneiras
diferentes de o fazer;
2.ª etapa: numerar as faces da outra pirâmide; existem 6A4 maneiras diferentes de o fazer;
3.ª etapa: numerar as restantes quatro faces do poliedro com os quatro números que sobram;
existem 4! maneiras diferentes de o fazer.
O número pedido é, portanto, x
4A2 6A4 x 4! = 103 680
b) A figura representa o poliedro em referencial o. n. Oxyz, nas
condições do enunciado. Assinalaram-se, a sombreado, as
bases das duas pirâmides, as quais são paralelas ao plano
de equação y = O
Q
Três vértices do poliedro definem um plano paralelo ao y

plano de equação y = O se, e só se, pertencerem a uma


dessas bases.
Número de casos possíveis:
10C3 (o poliedro tem dez vértices, dos quais é preciso escolher três, para definirem um plano).

Número de casos favoráveis:


Temos duas hipóteses, em alternativa:
1.ª hipótese: os três pontos escolhidos pertencem à base da pirâmide de vértice P (existem 4C3 casos);

269
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

2.ª hipótese: os três pontos escolhidos pertencem à base da pirâmide de vértice Q (existem igualmente
4
C3 casos).
O número de casos favoráveis é, portanto, 2 x 4C3
Probabilidade pedida: _L
15

15.
a) Número de casos possíveis:
3 x 3 32
= (existem três hipóteses para a mulher que vai pagar os bilhetes; para cada uma destas
três hipóteses, há também três hipóteses para o homem que vai pagar os bilhetes).
Número de casos favoráveis:
Existe apenas um caso favorável, que é o par Sr.ª Nunes, Sr. Nunes.
Probabilidade pedida: 1z
1
3 9
b) De acordo com a Regra de Laplace, a probabilidade de um acontecimento é dada pelo quociente
entre o número de casos favoráveis à realização desse acontecimento e o número de casos possíveis,
se estes forem todos equiprováveis.
O número de casos possíveis é 6! (número de maneiras de seis pessoas permutarem).
O número de casos favoráveis é 24. De facto, ficando o casal Martins no meio, ou os Nunes se
sentam à direita dos Martins e os Santos à esquerda, ou vice-versa. Para cada uma destas duas
maneiras de os três casais se sentarem, existem 2 x 2 x 2 maneiras de as seis pessoas ocuparem os
seus lugares (para cada casal, há duas maneiras de as duas pessoas se sentarem).
A probabilidade pedida é, portanto, �;
16.
a) Duas faces laterais opostas já estão pintadas de verde.
Existem mais dois pares de faces laterais opostas. Para um dos pares, existem 5 cores disponíveis (as
seis iniciais, menos o verde). Uma vez pintado esse par de faces opostas, restam quatro cores para
o outro par.
Uma vez que a base superior tem uma aresta em comum com cada uma das faces laterais, tem de
ser pintada de cor diferente das utilizadas nas faces laterais, pelo que existem três cores disponíveis
para pintar a base superior.
O número pedido é, assim, 5x4x3 = 60
b) Número de casos possíveis:
12 C2 (existem doze vértices num prisma hexagonal, dos quais se escolhem dois).

270
SOLUÇÕES

Número de casos favoráveis:


Para que os vértices escolhidos definam uma reta paralela ao eixo Oz, têm de pertencer à mesma
aresta lateral. Como existem seis arestas laterais, existem seis casos favoráveis.
Probabilidade pedida: 6 1
12 Cz 11
17. Sabe-se que, após a transferência de uma bola da caixa A para a caixa B, a probabilidade de retirar
uma bola azul da caixa B passou a ser igual a � . Logo, nesta caixa, o número de bolas verdes passou
a ficar igual ao número de bolas azuis.
Na caixa B havia, inicialmente, três bolas verdes e quatro azuis. Por isso, teve de se colocar lá uma
bola verde, para que o número de bolas verdes ficasse igual ao número de bolas azuis.

18.
a) Comecemos por observar que, uma vez escolhidas as cinco pessoas que vão viajar no automóvel, o
grupo que vai viajar na carrinha fica univocamente determinado.
Podemos pensar na escolha das cinco pessoas que vão viajar no automóvel como um processo com
duas etapas:
l.ª etapa: escolha do condutor, para a qual existem duas hipóteses;
2.ª etapa: escolha dos restantes quatro ocupantes, para a qual existem 10C4 hipóteses.
Existem, portanto, 2 x 10C4 , ou seja, 420 maneiras diferentes de os dois grupos de amigos
ficarem constituídos.
b) Número de casos possíveis:
5 C2 (dos cinco condutores, escolhem-se dois).
Número de casos favoráveis:
1 x 4 (o Gonçalo e um dos outros quatro condutores).
Probabilidade pedida: 5 4 1-
c2 s
-

19.
al) O cubo tem 8 vértices e o octaedro tem 6 vértices. Por isso, o número de conjuntos que são
constituídos por 3 vértices do cubo e 2 vértices do octaedro é 8 C3 x 6C2, ou seja, 840
a2) Existem duas hipóteses, em alternativa: ou os 5 vértices pertencem todos ao cubo, ou pertencem
todos ao octaedro. Por isso, o número de conjuntos que são constituídos por 5 vértices do mesmo
poliedro é 8 C5 + 6C5 , ou seja, 62
b) Número de casos possíveis:
14C5 (número de maneiras de escolher cinco dos catorze vértices).

271
CÁLCULO DE PROBABILIDADES - Regra de Laplace

Número de casos favoráveis:


6 (número de faces do cubo).
Probabilidade pedida: 1 6 _3_
4Cs 1001

20.
a) Existem 2 maneiras diferentes de colocar as vogais I e U na base em que três dos vértices são as
vogais A, E e O. Para cada um destas maneiras, existem 1 7A4 maneiras de designar os quatro
vértices em falta da outra base (por haver ainda dezassete letras disponíveis). Assim, o número de
maneiras diferentes de designar os seis vértices é 2 x 17A4 � 114 240

b) Número de casos possíveis:


10C3 (número de maneiras diferentes de escolher três vértices de um total de dez).

Número de casos favoráveis:


O prisma representado tem 7 faces, duas das quais são bases. Cada uma das bases tem cinco vértices
e cada uma das restantes cinco faces tem quatro vértices. Para que os três vértices pertençam
todos a uma mesma face, ou pertencem a uma das bases, ou pertencem a uma das outras faces.
No primeiro caso, temos de escolher uma base, de entre duas, e, para cada uma delas, temos de
escolher três vértices, de entre cinco, pelo que existem 2 x 5C3 maneiras diferentes de o fazer.
No segundo caso, temos de escolher uma face, de entre cinco, e, para cada uma delas, temos de
escolher três vértices, de entre quatro, pelo que existem 5 x 4C3 maneiras diferentes de o fazer.
O número de casos favoráveis é, então, 2 x 5 C3 + 5 x 4C3

Probabilidade pedida: 2
5

e) Número de casos possíveis:


Cada uma das duas bases do prisma representado tem cinco vértices; como se escolhe um vértice
de cada base, o número de casos possíveis é 5 x 5
Número de casos favoráveis:
Para ser diagonal de uma face, o segmento de reta definido pelos dois vértices só pode ser diagonal
de uma das cinco faces laterais; como cada uma dessas faces tem duas diagonais, o número de casos
favoráveis é 2 x 5
Probabilidade pedida: � � � 2
5

272
SOLUÇÕES

21. Número de casos possíveis:


Dado que cada face pode ser colorida com qualquer uma das sete cores, há 7 9 maneiras diferentes
de colorir as nove faces do sólido.
ou
Existem sete possibilidades para colorir, por exemplo, a face [PQRU] . Para cada uma destas sete
possibilidades, existem também sete possibilidades para colorir, por exemplo, a face [URV], e
assim, sucessivamente, até colorir cada uma de todas as nove faces do poliedro.
Portanto, o número de casos possíveis é 7 9
Número de casos favoráveis:
Existem 4C2 x sc2 maneiras de escolher duas das quatro faces triangulares para ficarem brancas
e duas das cinco faces quadradas para ficarem azuis. Para cada uma destas 5C2 x 4C2 maneiras de
pintar quatro faces do poliedro nas condições exigidas, existem S! maneiras de colorir as restantes
cinco faces com as cinco cores ainda não utilizadas, ficando estas faces coloridas com cores todas
diferentes.
Portanto, o número de casos favoráveis é 4C2 x 5C2 x S!

Probabilidade pedida:

22. Número de casos possíveis: 8C3 56


=

Número de casos favoráveis: 243


Existem 6 planos perpendiculares ao plano xOy que podem ser definidos por 3 vértices do prisma:
os 4 planos que contém as faces laterais, o plano OQV e o plano PRS. Cada um destes planos
pode ser definido por 3 dos 4 vértices que lhe pertencem. Portanto o número de casos favoráveis
é 6 X 4C3 24
=

Probabilidade pedida

273
Definição a xiomática de probabilidade. Propriedades das probabilidades

1. P(A)+ P(B)+P(An B) = P(A)+P(B)+P(A u B) = P(A)+P(B)+ 1-P(A u B) =


= P(A) + P(B) + 1-[P(A)+ P(B)- P(A n B)] = P(A) + P(B)+ 1-P(A) -P(B)+ P(A n B) =
=l +P(A n B)
2. Sabemos que P(AUB) = P(A)+P(B) - P(A nB)
Por hipótese, tem-se P(A) = 2P(B) e P(A U B) = 3P(B)
Substituindo, obtém-se 3P(B) = 2P(B)+ P(B)- P(A n B), donde P(A n B) =O
Portanto, A e B são incompatíveis.

3. Sabemos que P(AuB) = P(A)+P(B) - P(A nB)


Portanto, se P(A)+P(B) = l, vem: P(A uB)=l-P(An B)
Como P(A n B) pode não ser igual a O, vem que P(A U B) pode não ser igual a 1
Portanto, A U B pode não ser um acontecimento certo.

4.
a) Número de casos possíveis:
15! (número de maneiras de dispor ordenadamente, em fila, quinze bolas diferentes).
Número de casos favoráveis:
(5 ! )3 3! ( 3! é o número de maneiras de dispor ordenadamente as três cores; para cada uma destas
X

ordenações, existem (5!)3 maneiras de dispor as quinze bolas, dado q ue existem 5! maneiras de
dispor as cinco bolas de cada cor).
1
Probabilidade pedida: (5 ! � 3 "' 0,0000079
ts
b) Designemos a probabilidade de «sair bola amarela» por P(A) e a probabilidade de «sair bola com
o número 1» por P(B)
Então P(A u B) designa a probabilidade de «sair bola amarela ou com o número 1» e P(A n B)
designa a probabilidade de «sair a bola amarela número 1».
Sabemos que P(A u B) = P(A) + P(B) -P(A n B), donde
62,5% = 50% +25%- P(A n B)
Concluímos então que P(A n B) = 12,5%
Ora, sendo positiva a probabilidade de «sair a bola amarela número 1», tal significa que é possível
retirar essa bola do saco, pelo que ela lá está.

274
SOLUÇÕES

5. Tendo em conta a propriedade distributiva da intersecção de conjuntos, relativamente à união de


conjuntos, tem-se que (A U B) n C = 0 "' (A n C) U (B n C) = 0
Como a união de dois conjuntos é vazia se, e só se, os dois conjuntos forem vazios, vem:
( A n C) u(BnC) = 0 <> A n C = 0 A B n C = 0
Tem-se, assim, que A n C 0, pelo que, tendo em conta a Axiomática das Probabilidades,
=

P(A C) P(A)+ P(C) = 0,21 + 0,47 = 0,68


U =

6.
a) P(A u B) P(A nB) 1 - P(A B) = 1 -[P(A)+P(B) - P(A u B)]
= = n =

= 1 - P(A) -P(B) + P(A u B) P(A) - P(B)+ P(A B)


= U

b) Tem-se que:
• o número total de raparigas é 160 e o número total de rapazes é 120
• o número total de estudantes é 280 (160 +120)
• o número de raparigas com classificação positiva é 104 (0,65 X 160)
• o número de rapazes com classificação positiva é 72 (0,6 x 120)
• o número de estudantes com classificação positiva é 176 (72 104) +

• o número de estudantes que são rapazes ou têm classificação positiva é 224


(número de rapazes + número de raparigas com classificação positiva = 120 + 104)
Sejam agora os acontecimentos: A: «o estudante escolhido é rapaz»
B: «o estudante escolhido teve classificação positiva»
Queremos saber P(A B) U

Utilizando a igualdade da alínea anterior, vem: P(A u B) P(A ) - P(B) P(A u B)


= +

• P(A ) é a probabilidade de o estudante escolhido ser uma rapariga, pelo que P(A) = ���

• P(B) é a probabilidade de o estudante escolhido ter tido classificação positiva, pelo que P(B) ���
=

• P(A B) é a probabilidade de o estudante escolhido ser rapaz ou ter tido classificação positiva,
U

pelo que P(A B) = ��Ó


U

Portanto, p(- A u -B ) = 160 176 224 208


280 - 280 280 = 280 "' O, 74
+

7. No contexto da situação descrita, P(A u B) significa «probabilidade de o número da bola retirada


ser superior a 6 ou ser par».
Ora, das bolas contidas no saco, somente em três delas (as bolas numeradas com 1, com 3 e
n

com 5) há um número que não é par nem superior a 6.


Portanto, P(A u B) n - 3
=
n

275
Probabilidade condicionada

1.
a) Número de casos possíveis:
6C2 (número de maneiras de escolher duas bolas, de entre seis).
Número de casos favoráveis:
Para que as duas bolas tenham a mesma cor, temos duas hipóteses, em alternativa:
1.ª hipótese: as duas bolas são azuis - 3C2
2.ª hipótese: as duas bolas são verdes - 3C2
Portanto, o número de casos favoráveis é 3 C2 + 3 C2 = 2 x 3 C2
Probabilidade pedida: 2 : 3Cz 2
c2 5
b} P(A 1B) = 1 visto que, se o produto dos números é ímpar, ambas as bolas têm números ímpares,
pelo que são ambas azuis, sendo, assim, da mesma cor.

2. Tem-se que P(A I B) = P(AP(B)B)


n

Como, do enunciado, se tem P(A 1B) = 0,25 e P(A B) 0,1 , vem: 0,25 = 0 1
n =
P(B)
Portanto, P(B) = } °
0, : 5 = 0,4
Como, por outro lado, se tem P(A B) = P(A) + P(B) -P(A B),
U n

vem 0,8 = P(A) + 0,4 - 0,1. Portanto, P(A) = 0,5


Como P(A) = 1 - P(A) = 1 - 0,5 = 0,5 tem-se que P(A) = P(A), ou seja, A e A são aconteci­
mentos equiprováveis, como se pretendia provar.

3.
a) A caixa ficará com seis bolas se o número de bolas que entram for igual ao número de bolas que
saem. Isto acontece se, e só se, o número saído no segundo lançamento do dado for igual ao número
saído no primeiro lançamento.
A probabilidade de a caixa ficar com seis bolas é, assim, igual à probabilidade de serem iguais os
números saídos nos dois lançamentos do dado.
Número de casos possíveis:
6 X 6 (existem seis hipóteses para o primeiro lançamento; para cada uma destas, existem igualmente
seis hipóteses para o segundo lançamento).

276
SOLUÇÕES

Número de casos favoráveis:


6x1 =6 (existem seis hipóteses para o primeiro lançamento; para cada uma destas, existe
apenas uma hipótese para o segundo lançamento, dado que o número saído terá de ser igual ao
do primeiro lançamento).
Probabilidade pedida:
6�6 = �
b) P(BjA) = � , pois P(BjA) designa a probabilidade de ficarem na caixa menos bolas brancas do
que pretas, sabendo que saiu a face 5 no primeiro lançamento. Ora, tendo saído a face 5 no primeiro
lançamento, ficou apenas uma bola branca na caixa. Para que fiquem, na caixa, menos bolas brancas
do que pretas, terá de sair face 2, 3, 4, 5 ou 6 no segundo lançamento.

4.
a) P(B 1 A )designa a probabilidade de o número da segunda bola retirada ser par, sabendo que o
número da primeira bola retirada é ímpar. Inicialmente, existem seis bolas com número ímpar e
cinco com número par. Após a primeira extração, ficam dez bolas na caixa, das quais cinco têm
número par.
Portanto, 5 =1
P(BjA ) = N Z
-

b) Para o produto de três números ser ímpar, os números têm de ser todos ímpares. De 1 a 11 existem
seis números ímpares.
Portanto, a probabilidade pedida é:

5.
a) P(A n B) = P(A UB) = 1 - P(A UB) = 1 - [P(A)+P(B) - P(A n B)] =
= 1 - P(A) - P(B)+ P(A n B) = P(A ) - P(B)+P(A B) = n

= P(A )-P(B) + P(A j B) X P(B)

bl) Designando por A o acontecimento «a rapariga tem olhos verdes» e por B o acontecimento
«a rapariga é loura», vem que a probabilidade pedida é P(A n E) .
. Do enunciado, sabemos que, das raparigas que moram em Vale do Rei,
• a quarta parte tem olhos verdes, ou seja, P(A) = �
• a terça parte tem cabelo louro, ou seja, P(B) = �
• das que têm cabelo louro, metade tem olhos verdes, ou seja, P(A 1 B) = �
Vem, então: P(A B) = P(A ) - P(B) + P(A j B) x P(B) =
n

=3 1 +1 X1 =3 1 +1 = 9 2 7
4 - 3 z 3 4 - 3 6 Ll - Ll Ll = Ll
4
+

277
PROBABILIDADE CONDICIONADA

b2) Em Vale do Rei moram 120 raparigas, a terça parte das quais são louras.
Existem, assim, 40 raparigas louras, das quais se devem escolher duas para integrar a comissão. Das
restantes 80 raparigas de Vale do Rei, temos de escolher 3, para completar a comissão.
O número pedido é, portanto, 4°C2 x 8°C3 = 64 084 800

6.
al) Número de casos possíveis:
6! (número de maneiras de os seis amigos se sentarem nos seis lugares disponíveis).
Número de casos favoráveis:
A Elsa pode ocupar seis lugares. Para cada um destes lugares, o Diogo e o Filipe podem sentar-se
ao lado da Elsa de duas maneiras distintas. Para cada disposição do Diogo, da Elsa e do Filipe, os
restantes três amigos podem sentar-se de 3! maneiras diferentes. O número de casos favoráveis é,
pois, 6 X 2 X 3 !
- . 6 x 2 x 31 1
Probabilidade pedida·
6! 10
a2) É pedida a probabilidade de a Catarina e o Filipe se sentarem ao lado um do outro, sabendo que o
Diogo, a Elsa e o Filipe estão sentados em lugares consecutivos, com a Elsa no meio.
Nestas circunstâncias, existem três lugares possíveis onde a Catarina pode estar sentada, que são os
seis lugares da mesa, menos os três ocupados pelo Diogo, a Elsa e o Filipe. Dos três lugares onde a
Catarina pode estar sentada, apenas um é favorável ao acontecimento «a Catarina e o Filipe ficam
ao lado um do outro», pois o Filipe já tem a Elsa ao seu lado.
A probabilidade pedida é, portanto, igual a �
b) O Filipe tem sete escolhas possíveis (existem sete pratos, ao todo) e cada um dos restantes cinco
amigos tem três (existem 3 pratos de peixe para serem escolhidos).
Portanto, o número pedido é 7 x 35 = 1 701

7.
u B)n B) P((A n B) u (BnB))
P ((A n B ) I B) = P((A u B)I B) = P((AP(B) P(B)
n B) u 0) P(A n B) P(A I B)
= P((AP(B) P(B)
8. Tem-se P(A B) = P(A) + P(B) - P(A n B)
U

Donde SP(A n B) = P(A) + P(B) - P(A n B), pelo que


6P(A n B) = P(A)+P(B) = 2P(B), pois P(A) = P(B)
Vem, então,

278
SOLUÇÕES

9.
a) P(A) [P(BIA) - 1] + P(Au B) = P(A) P(BIA) - P(A) + P(A n B) =
x x

= P(A n B) - P(A) + 1 - P(A n B) = 1 - P(A) = P(A )


b) Em relação à experiência aleatória «escolher, ao acaso, um atleta participante no encontro
desportivo», sejam A e B os acontecimentos:
A: «O atleta é português»; B: «0 atleta é do sexo feminino».
Consequentemente:
• a informação «metade dos atletas portugueses que participam no encontro são do sexofeminino»
traduz-se por P(B 1A) = 0,5
• a informação «escolhido ao acaso um atleta participante no encontro, a probabilidade de ele ser
estrangeiro ou do sexo masculino é 90%» traduz-se por P(A U B) = O, 9
Portanto, de acordo com a igualdade da alínea anterior, tem-se:
P(A) (0,5 - 1) + 0,9 = P(A)
x

Donde: -0,5 P(A) + 0,9 = 1 - P(A) "" 0,5 P(A) = 0,1 "" P(A) = �
Como � 200 = 40, participam no encontro 40 atletas portugueses.
x

10. Tem-se: P(A n B) = P(B) P(A 1 B) = 0,3 0,2 = 0,06


x x

P(A n 8) = P(B) P(A 1 B) = 0,7 o,4 = 0,28


x x

Como P(A n B) = P(A u B ), conclui-se que P(A u B) = 0,28


Assim, P(A UB) = 0,72
Por outro lado, tem-se P(A U B) = P(A) + P(B) - P(A n B) e portanto:
0,72 = P(A) + 0,3 - 0,06 "" P(A) = 0,48
Entao, P(BIA) = P(A n B) 0,06 = 1

P(A) 0,48 s
11. P(AU B) - P(A n B) = � P(A nB) - P(A n B) = � 1 - P(A n B) - P(A nB) = � ""
.. ..

$; -2P(A nB)= � - 1 .. -2P(A nB) = - � <> P(A nB) = �


P(A n B) 2 - 2 -

1_ 2
P(B I A ) = 7 "" P(A) 7 "" P(A) - 7 "" P(A ) 92 <> P( A ) = g7
9 _ 2 -
7
Dado que A = {1, 3} e A n B = {1 }, conclui-se que a probabilidade de sair o número 3 é dada por
P(A) - P(A n B), ou seja, é igual a � - �
Assim, a probabilidade pedida é �

279
PROBABILIDADE CONDICIONADA

12.
a) P(B A)10».
1
igual a
significa «probabilidade do produto das fichas retiradas ser ímpar, sabendo que a soma é

Casos possíveis: ( 1, 9 ) , (2, 8 ) , ( 3, 7 ) e ( 4, 6 )


Casos favoráveis: ( 1, 9 ) e ( 3, 7 )
P(B A I )= �=�
b) 4 4!
X X 12As 9123840
=

13.
a) O número de casos possíveis é o número de maneiras diferentes de tirar três das n bolas do saco,
o qual é igual a nc3
Dado que n é um número par, existem � bolas numeradas com número ímpar e � bolas numeradas
com número par. Assim, o número de casos favoráveis, que é o número de maneiras de retirar do
saco duas bolas com o número par e uma com o número ímpar, é dado por fC2 X fC1 = fC2 x �
"

'e2 x -
n

Portanto, a probabilidade pedida é 2


nc3
b) P(A n B) é a probabilidade de as duas bolas extraídas terem ambas número par.
Dado que n = 8, existem quatro bolas com número par e quatro bolas com número ímpar. Assim,
P(A)= � é a probabilidade de a segunda bola extraída ter número par, sabendo que a primeira
tem número par.
No caso em que a tiragem é feita com reposição, 1 P(B A)= � = �
, pois, aquando da segunda
tiragem, existem novamente, dentro do saco, oito bolas, das quais quatro têm número par.
Portanto, P( A n B) = P( A) P(
x 1 B A)= � ! X � =
.
Ass1m, a=4
1
P(B
No caso em que a tiragem é feita sem reposição, 1 A) = �,
pois, aquando da segunda tiragem,
existem dentro do saco apenas sete bolas, das quais apenas três têm número par.
Portanto, P( A n B)
= P( A)
x P( B A)
1 = � � = 14
X
3
Assim, b= 3 14
14.
a) Tem-se: P(A = 0,82 = �6 P(B I A)=�
u B) e

!P(A UB)=1150 "" lP(P(AAnB)=11


50 "" 11-P(AnB)=n
P(A nB)= ia "" !P(A nB)=-2_50
50 "" l 9
P(B I A )=l_3 P(An)B) 1_3 P(P(A AnB)) 1_ P(50A) 1_3 P(A )=ll50
=
3 _
-

Logo, P(A) �b 0,54


= =

280
SOLUÇÕES

b) Número de casos possíveis: 30c4 = 27405

Número de casos favoráveis: 1 x 1 x 8c2 = 28


y y '-v-'

(1 ) (2 ) (3)
(1) escolher o 7 ; (2) escolher o 22 ; (3) escolher dois dos oito números superiores a 22

15. Designemos por x o número de bolas brancas existentes inicialmente na caixa C2


P(B 1 A ) é a probabilidade de se retirar uma bola branca da caixa C2 , sabendo que se retiraram
duas bolas de cores diferentes da caixa C1
Após se terem retirado duas bolas de cores diferentes (uma branca e outra preta) da caixa C1 e se
terem colocado na caixa C2 , a caixa C2 ficou com 9 bolas, das quais 1 são brancas. Pela regra
x+

de Laplace, tem-se que P(B 1 A ) = x � 1


Assim, P(B 1 A ) = � <> x � 1 = � <> x = 5
Portanto, na caixa C2 existiam inicialmente cinco bolas brancas e duas (7 5) bolas pretas.
-

281
Funções exponenciais e logarítmicas

1.
a) P(2, 35 ) "' 76 (em quilopasca/)
b) P(h + x) = i P(h) <> 101 . e -O,lZ(h + x) = i . 10 1 . e -O,lZh .,,
.,, 101 . e-O,l2h - O,l2x = � . lOl . e-O,l2 h .,,
.,, 101 . e-O,l2h . e-0,12x = � . lOl . e -O,l2 h .,,

<> e -O,lZx = 1-2 <> -O , 12x = ln ( )


1 <> ln (
x = -0,12
-1)
2
2
-

Conclusão: x "' 5,8


Interpretação: quando se sobe 5,8 Km (em altitude), a pressão atmosférica passa para metade.

2.
a) Tem-se /(O ) = 100 "" ;�ºf = 100 k = 19 <>

b) Tem-se /( t) = 500 .,, -� 2�º�º�º�- 500 ""


1 + 24 e-0,13 t

2 000 = SOO (1 24 e -0,13 ) .,, 2500


<>
+ '
000 = 1 24 e -0,13 t .,, +

'* 4 = 1 + 24 e -0, 13 t .,, 3= 24 e -0, 13 t .,, l -0,1


24 = e 3 t
.,,

.,, � = e -0,13 t .,, -0,13t = ln (�) -0,13 t = - ln 8


'* <>

<> 0,13 t = ln 8 "" t= ln 8


0,13
Portanto, t "' 16

3.
a) Tem-se: -log1 (x) = 7, 4 log10 (x) = -7,4 <> x = l 0 -7•4
o '*

Logo, x "' 4 x 10 -8. Portanto, a concentração de iões H3 o+ , no sangue arterial humano é,


aproximadamente, de 4 10 -8 mol/dm 3
x

282
SOLUÇÕES

b) De acordo com a sugestão, designemos por 1 a concentração de iões H3 o + no leite.


Então, a concentração de iões H3 o+ no café é dada por 31 (pois, de acordo com o enunciado, a
concentração de iões H3 o+ no café é tripla da concentração de iões H3 o+ no leite).
Assim, a diferença entre o pH do leite e o pH do café é igual a
-log10 ( / ) - [ -log10 ( 3 1 )]
� ,_,_,

pH do leite pH do café

Tem-se que: - log10 ( 1 ) - [- logio (3 1)] = -log10 ( / ) + log10 (3 1 ) =


= - log10 ( 1 ) + log10 (3) + log10 ( 1 ) = log10 (3) "' 0,5
Portanto, a diferença entre o pH do leite e o pH do café é igual a 0,5

4.
a)
{log2 (a - b x O) 3 "' {log2 (a) = 3 "'
=

{a = 8 "' {ª = 8 "' a = 8 b = l_2


log2 (a - b x 14) =0 log2 (a - 14b) = 0
"' /\
a - 14b = l 8 - 14b = l

b) h(11) - h(6) logz (f) - logz (5) = Jog2 (5) - log2 (2) - log2 (5)
11 - 6 5 5
- - log5z (2) -15 = -O'2
Interpretação: a altura da água no reservatório diminuiu, em média, 20 centímetros por hora, entre
os instantes correspondentes a seis e a onze horas após a abertura da válvula.

5.
a) 10 0,4 x 6,6 = __ct__
100 d2 = 100 x 10 °A x6,6 pelo que d "' 209 (parsec)
.,,,

b) 10º·4 x = 1�20 "' 0,4(m - M ) = log10 (d2) - log10 (100) "' 0,4(m - M ) = 2 . log10 (d) - 2 "'
(m - M)

"' 0,4(m - M) = 2[log10 (d) - 1] "' m - M = 5[1og10 (d) - 1] "' m = M - 5[1 - log10 (d)]

283
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

6. Tem-se que /(O ) = e0 - e = 1 - e pelo que o ponto B tem coordenadas (O, 1 - e)


Tem-se também que /(x) = O "" e x - c = O "" e x = c "" x = ln (c) pelo que o ponto A tem
coordenadas (ln (e) , O)
Portanto, AB = B - A = (O, 1 - c) - (ln(c), O) = (-ln (c), 1 - e)
O declive da reta AB é, portanto, 1 - c c-1
- ln ( e ) ln (e)
Tem-se, então, 1�(; = e - 1 "" ln ( c) = 1 "" e = e
)
7. Na figura estão representados, de acordo com o enunciado, os gráficos das funções f e g, bem como
o triângulo [OAB]

f
1,2

B
o 1,4 2

A área do triângulo, com aproximação às décimas, é igual a 2 x/,2 - 1 2


,

8. Comecemos por observar que, em JR, apenas os números positivos têm logaritmo.
Portanto, para que a expressão log2 (x -1) + log2 (13 - x) tenha significado, em JR, é necessário
que x - 1 > O /\ 13 - x > O
Tem-se: X - 1 > o /\ 13 - X > o "" X > 1 /\ X < 13 "" X E ] 1, 13 [
Neste intervalo, tem-se: log2 (x - 1 ) + log2 (13 - x) :S 5 "" log2 [(x - 1 )(13 - x)] :S 5 ""
"" (x - 1 )(13 - x) :S 2 5 "" 13x - x2 - 1 3 x :S 32 ""
+

"" x2 - 14x + 45 2: O ""


"" x :S 5 V x 2: 9 Cálculo auxiliar:
2
x2 - 14x + 45 = 0 "" x = 14 ± V14 2- 4 x 1 x 45 ""

284
SOLUÇÕES

O conjunto solução da inequação é, portanto, o conjunto dos números reais que satisfazem a
condição: x E ] 1, 13 [ /\ (x � 5 V x ?' 9)
Podemos fazer um esquema:

I I

I 5
I
1 9 13

Tem-se, assim, que o conjunto solução da inequação é: ] 1, 5] [ 9, 13 [


U

9.
a) Tem-se, de acordo com o enunciado:
a massa de carbono-14, mil anos após o instante inicial, era de 2,91 g

{
a massa de carbono-14, dois mil anos após o instante inicial, era de 2,58 g

a e 2 h = 2' 58
Portanto, m(l) = 2,91 e m(2) = 2,58 ou seja
a eh = 2,91
Donde: aaee2hh = 22,58 2,58 ( 2,58 )
1 91 "" eh = 2 91 "" b = 1n 2 91
1 ,

Portanto, b "' -0,12


Por outro lado, como a eh = 2,91 e como eh = �,,�� vem:
a x 2,58 = 2 91 "" a = 2Z91 2 Portanto, 3,28 a "'
2,91 ' , 58
Assim, no instante inicial, a massa de carbono-14 que existia no fóssil era de 3,28 g

b) Tem-se m(tm(t) + 1,6) a e-0,43(t + 1,6 ) e-0,43 t - 0,688 _ e -0,43t-0,688 + o,43t = e -0,688 "' 0,5
ae-0,43 t e-0,43t
Concluímos assim que m(tm(t)+ l,6) -_ 0 5 o que significa que, durante o processo de desintegração
'
do rádio-226, a sua massa diminui para metade, sempre que passam 1600 anos.

285
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

10.
a) Tem-se: Mi = 0,67 log Ei - 3,25 M2 = 0,67 log E2 - 3,25
Mi - M2 = 1 "" 0,67 log Ei - 3,25 - (0,67 log E2 - 3,25) = 1 ""
"" 0,67 log Ei - 3,25 - 0,67 log E2 - 3,25 = 1 ""
"" 0,67 log Ei - 0,67 log E2 = 1 "" 0,67(log Ei - log E2 ) = 1 ""

"" 0,67 log ( i� ) = 1 "" log (i�) = 0,�7 "" i� = 10 ºi'



Portanto, E "" 31
E
Interpretação:
Quando a diferença entre as magnitudes de dois sismos é de uma unidade, a energia libertada
no sismo de maior magnitude é 31 vezes maior do que a energia libertada no sismo de menor
magnitude.

b) 0,67 log E - 3,25 = 4,7 "" 0,67 log E = 7,95 "" log E =
, 6'�� "" E = 10 6::;
Portanto, E "" 7 x 10 i 1

11.
a) Como 9000 são 9 milhares, começamos por escrever a equação /( t) = 9
f(t) = 9 "" 10 9 "" 3 _ 2 e -o,i3 t = 1Q_ "" _2 e -0,13 t = 1º_ _ 3 ""
3 - 2 e -o,13 t 9 9

1n ( 17 )
"" _2 e -o,i3t = -17 "" e -o,i3 t = 1I "" -O, l3 t = ln ( 1I) "" t = IS
9 18 18 -0,13

Portanto, t "" 0,4397


Como 0,4397 x 7 "" 3, é ao fim de 3 dias, após a doença ter sido detetada, que o número de coelhos
é igual a 9000
b) Ao longo da primeira semana, morreram dois mil coelhos e não nasceu nenhum. Por isso, no instante
em que a doença foi detetada, havia mais dois mil coelhos do que uma semana depois.
No instante em que a doença é detetada, o número de coelhos (em milhares) é igual a /(O)
Ao fim de uma semana, o número de coelhos (em milhares) é igual a /(1)
Portanto, /(O ) - /(1 ) = 2
Tem-se: /(O) - k 0 k =k
3 - 2e 3-2

286
SOLUÇÕES

/(1) = 3 - 2: 3 -0, 1

Vem, então
k - 3 - 2ke-0,
13
2
Como 3 - 2 e-0· "' 1,2438, vem
13

k 2 "" 1,2438k -k = 2,4876 "" 0,2438k = 2,4876 "" k = 2,4876


k - 1,2438 0,2438
Tem-se, assim, k "' 10,2

12. Comecemos por observar que, em IR , apenas os números positivos têm logaritmo.
Portanto, para que a expressão log3 (7x + 6) 2: 2 + log3 (x) tenha significado, em IR, é necessário
que 7x + 6 > 0 /\ x > O
7x + 6 > 0 /\ x > O "" x > - � /\ x > O x > O
<>

Para x > O, tem-se:


log3 (7x + 6) 2: 2 + log3 (x) log3 (7x + 6) 2: log3 (9) + log3 (x) log3 (7x + 6) 2: log3 (9x)
<> <> <>

<> 7x + 6 2:9x -2x 2:-6 x :'.S 3


<> <>

O conjunto solução da inequação é, portanto, o conjunto dos números reais que satisfazem a
condição x > O /\ x :'.S 3
Portanto, o conjunto dos números reais que são soluções da inequação é J O, 3 ]

13.
a) Como 2500 são 2,5 milhares, o problema pode traduzir-se pela equação /( t) = 2,5
Para k = � e p = 1, tem-se
'

/(t) = 2,5 "" 13+ee''_ = 2,5 "" 3ef = 2,5(1 + ef) "" 3e' = 2,5 + 2,5e2
' '
<>

t t t _t t
2 '-5 <> e2 = 5 <> - = ln(5)
t
<> 3e2 - 2,5e2 = 2,5 0,5e2= 2,5 <> e' = -0,5
<>
2 <>

"" t = 2 ln(5) t = ln(5 2) <> t = ln (25)


<>

Portanto, t ,,, 3,219


Assim, foi em 1963 que o número de pessoas que estavam infectadas, nessa região, atingiu 2500

287
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

b) Como o início de 1961 corresponde a = 1, tem-se 1(1) = 1


t

1(1) = 1 "" 1 +3e"p e" = 1 "" 3e" = 1 + p e" "" 3e" - p e" = 1 "" e"(3 - p) = 1 ""
"" é = 3 � p "" k = ln ( 3 � p ) "" k = ln [(3 - pt1 ] "" k = - ln (3 - p)

14. Seja x a abcissa de A


O ponto A está entre a origem do referencial e o ponto P
Por isso, x varia entre O e o zero da função f
f(x) = O "" 2 + 15 ln ( 3- � x ) = ü "" ln ( 3 - � x ) = - 125 "" 3 - � x = e- 12s ""
"" 1-2 x = 3 - e -IT2 "" x = 6 - 2 e -IT2
Então, X E l O, 6 - 2 e- 12s [ Tem-se: 6- 2e - 152 "' 4,25
Tem-se, ainda: Área do retângulo [OACB] = OA OE = x [2 + 15 ln ( 3 - � x )] =
x x

= 2x + 15xln ( 3 - � x )
Na figura está o gráfico da função definida por y = 2x + 15x ln ( 3 - � x)
obtido na janela de visualização [O; 4, 25] [O; 30]
x

2,47 X
o

Esta função tem o seu valor máximo para x "' 2,47


Portanto, a abcissa do ponto A para a qual a área do retângulo [OACB] é máxima é 2,47

288
SOLUÇÕES

15.
a)

"" e x _±_
-

ex - 4 = O
"" Y = 4 ± /16 - 42 x 1 x (-4) "" Y = 4 ± 2132 "" Y = 4 ± 2412 ""
"" y = 2 ± 212 "" ex = 2 + 2 12 V e x = 2 - 212 "" e x = 2 + 212 ""
'-----v-----'
Equação im possível

<ó X = ln(2 + 212)


Portanto, ln (2 + 212) é o único zero da função f
b) Na figura estão representados os gráficos das funções f g e
y
A abcissa do ponto A é ln(2 + 212) "'" 1,57
As coordenadas do ponto B podem ser obtidas com recurso
à ferramenta adequada da calculadora. 2,83
g
A área do triângulo [OAB] é aproximadamente igual a
1,57 2,83 - 2,2
X X
2 _

16. Para qualquer posição do ponto P, a altura do triângulo [AOP], relativa à base [OA], é a distância
do ponto P ao eixo Ox, ou seja, é o valor absoluto da ordenada do ponto P. Então, a posição do
ponto P para a qual a área do triângulo [AOP] é mínima é a que corresponde ao ponto aonde a
função f atinge o seu máximo.
y
A
-1 o 2 X

Recorrendo à calculadora, verifica-se que o máximo de f é aproximadamente -2,92


A área do triângulo é, portanto, aproximadamente, OA �2,92 2 x 22,92 _ 2,92
289
FUNÇÕES EXPONENCIAIS E LOGARÍTMICAS

17. Tem-se /(O) = 7 e, portanto, as coordenadas do ponto A são (O, 7)


Como a reta AB tem declive -2, a sua equação reduzida é y = -Zx + 7
A abcissa do ponto B é a solução positiva da equação /(x) = -Zx + 7 no intervalo [O, 10]
Para resolver esta equação, recorremos à calculadora gráfica.
Na figura está representado o gráfico da função f no intervalo [O, 10] e a reta de AB
y
f
A
o

A abcissa do ponto B com arredondamento às centésimas é 9,35


18.
a) Se a nave transporta uma carga de 25 mil toneladas, então, no instante em que termina a queima
do combustível, a sua velocidade é V( 25) = 3 ln ( 2255+/6º0º ) "' 4, 02 quilómetros por segundo.
Dado que a velocidade da nave se mantém constante a partir do instante em que termina a queima
do combustível, o tempo que ela demora a percorrer 200 quilómetros, a partir daquele instante,
t

verifica a equação 200 = 4,02 donde 5 0 t, t "'

Portanto, o tempo pedido é 50 segundos.


+ 300 ) = 3 "" ln ( X + 300 ) = 1"" X + 300 e "" X + 300 = e(x + 60) ""
b) V(x) = 3 "" 3 ln ( Xx+60 x+60 x+60
"" x + 300 =ex + 60e "" x- ex= 60e-300.,,, x(l- e) = 60e- 300 .,,, x = 60� -300
-e
Como 60 1e -- e300 "' 80 ' podemos concluir que a massa da carga transportada deve ser de
80 milhares de toneladas.
19. Tem-se g(O) = lnk e g(k) = ln(k + k) = ln(2k)
g(O) g(k) < O "" lnk ln(2k) < O "" lnk (ln2 + lnk) < O "" (lnk)2 + ln2 lnk < O ""
x x x x
Y "" lnk

.,,, y2 + (ln 2 )y < O .,,, - ln 2 < y < O "" ln � < ln k < ln 1 .,,, � < k < 1
y = �k (� y = �k

Podemos, então, concluir que k E ]�, 1 [


Ili Como y2 + (ln 2 )y = O "" y(y + ln 2) = O "" y = O V y = - ln 2 e como a concavidade da função
quadrática g, definida por g(y) = y2 + (ln 2 )y, é voltada para cima, o conjunto solução da
inequação y2 + (ln 2 )y < o é ]-ln 2, o[
290
Limites, Assí ntotas, Continuidade, Teorema de Bolzano-Cauchy

1.
a) T(0 ) =25+48e-o,os x o =25+48e0 =25+48=73
t----lim-+ ooT( t) = t--->-lim+oo(25 + 48e-o,OS t) = 25 48 e -00 = 25 + 48 O= 25
+ x

Interpretação: a água estava a 73º e quando começou a arrefecer; com o decorrer do tempo, a
temperatura da água tende a igualar a temperatura ambiente.

b)


11 ) � t = ln ( ��) pelo que t "' 29,4661
-0,05 t =ln (48 _0 05 '

Como 0,4661 60 "' 28, é ao fim de 29 minutos e 28 segundos, após o início do arrefecimento,
x

que a temperatura da água atinge os 36° Celsius,

2.
a) N(O) - 1+1992000 2000
e-O,Ol x o 1+1 99 =lO
t-+oo N( t ) = t-+oo
lim lim 1+199 2000 O 2000
2000-O,Olt 2000 -00 1+199 X
e 1 + 199
_

e _

Interpretação: o grupo que formou a associação desportiva era constituído por dez pessoas; com o
decorrer do tempo, o número de sócios tende a igualar 2000,

b) �2DOO-O,Olt - 1000 � 2000 = 1000(1+ 199e-o,Ol t) �


N(t ) = lOOO 1+199 e
� 2DOO = 1+199 e-O, O lt 2 = 1+ 199 e-O,Ol t 1=199 e-O,Ol t
� � �
1000
� _1_ = e -O, O lt � -0,0lt = ln (
1199 ) � t= ln ( 1�9 ) pelo que t "' 529,330
199 -0 01 '

291
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

Considerando que o primeiro dia é o da fundação da associação, a inscrição do sócio número 1000
ocorre no 530. 0 dia, como se mostra no esquema seguinte:
529,330
i
1 º dia 2º dia 1 530º dia 1
Instantes: O
Nota: se considerarmos que o primeiro dia é o dia a seguir ao da fundação da associação, a inscrição
do sócio número 1000 ocorre no 529.0 dia.

3. Como o domínio de g é R e como a bissetriz dos quadrantes ímpares é uma assíntota do gráfico
+

de g, tem-se que lim g X(x) = 1


x - + oo

Portanto,
= lim
x - + oo
( g (x) ) x
X
lim
x - + oo
(1-)=lxO=O
X
Concluímos assim que o eixo Ox é assintota do gráfico de h

4. A função g é contínua em R, pois é produto de duas funções contínuas, a função f e a função


definida por y = x . Podemos assim concluir que o gráfico de g não tem assíntotas verticais.
Por outo lado, tem-se que:
• lim
g( x) = lim
x f( x ) = lim f(x) = + oo
x-+oo X x-+oo X x-+oo

(tem-se que lim f(x) = + oo pois a reta de equação y = x é assintota do gráfico de f, quando x - +oo)
X-++oo

Portanto, o gráfico de g não tem assintotas não verticais, quando x - + oo


• lim
g( x) = lim
x f( x ) = lim f(x) = -oo
x--oo X x--oo X x--oo

(tem-seque lim f(x) =-oo pois a reta deequação y=x é assíntota dográficode f, quando x--oo)
x--oo

Portanto, o gráfico de g não tem assintotas não verticais, quando x - -oo


Assim, o gráfico da função g não tem qualquer assintota.

292
SOLUÇÕES

5. Consideremos, de acordo com a sugestão, a função g : [O, 1] R, definida por g(x) = /(x) - /(x + 1)

Tem-se que:
•a função g é contínua em [O, 1] , uma vez que a função f é contínua
• g(l) = /(1) - /(1 + 1) = /(1) -/(2) = /(1) - 0 = /(1) > o
• g(0) = /(0) - /(0 + 1 ) = /(0) - /(1) = 0 - /(1) = -/(1) < 0
Portanto, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, existe pelo menos um número real e no intervalo [O, 1]
tal que g(c) = O
Como g(c) = O <> /(e)- /(c + l) = O <> /(e)= /(c + l), podemos concluir que existe pelo
menos um número real e no intervalo [O, 1] tal que /(e) = /(e + 1)

6. Dado que a reta de equação y = x + 2 é assíntota do gráfico de g, tem-se


lim
g(x) = 1 e lim (g(x) - x) = 2
X-> + oo X x_,.+oo
Tem-se, sucessivamente,
x'
h(x) = (x ) x 1- = 1
lim
x-+oo X
lim g
X--++co X
lim
g(x)_ = X--++co-
= x_,. + co _ lim
g(x ) -X-

e lim (h(x) - x) = ( x2 - x ) =
lim
x2 - ( �(x) lim
1.
1m
x(x - g(x))
x-+oo X--++oo g ( X ) X-• + oo g X x-+oo g(x)
= x_,_+oo ( (x - g(x)) x g(x ) ) = x.-.+oo (-(g(x) - x) x g (xX) ) =
lim -

X
lim -

= -x-+oo (g(x) - x) x X->-+oo g(xX) =-2 x 1 = -2


lim lim _

Portanto, a reta de equação y = x - 2 é assíntota do gráfico de h

7. Como X--lim
++oo
(J(x)- 2x) = O, tem-se que a reta de equação y = 2x é assíntota do gráfico de f,
pelo que lim
/(x) = 2
X--++co X

Vem, então: lim


x-----+oo
g(x) =
X
lim
x-----+oo
f(x)+ x 2
X
lim
X-++co
( /(x) + .i!__) = X_,_+oo ( /(x) + x )
X X
lim
X
=

= 2 + (+ co) = + co
Como lim
g(x) = + co
x-.+oo X

podemos concluir que o gráfico de g não tem assíntotas oblíquas.

293
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

8.
a) A função h é contínua em ]-ao, O [ pois é quociente de duas funções contínuas.
A função h é contínua em ] O, +ao [ pois é diferença de duas funções contínuas.

Vejamos se h é contínua no ponto O


Tem-se:
lim h(x) = lim
e 2 x - 1 lim _2� x_
(e_z_ -_1�) lim ( e2 x - 1 ) =
x
x-,o- z
�-�
x_,_o- x_,.o- x x-o- 2x 2x

=2 x lim
e2 x - 1 2 1=2
x
x-o- 2x
lim h(x) = x_,_o+ /x2 + 4 - x = f4 - 0 = 2
x_,.Q "
lim

Como h(0) = 2, concluímos que x_,_o- h(x) = x_,_o+ h(x) = h(O)


lim lim

Portanto, h é contínua no ponto O


Concluímos, assim, que a função h é contínua em lR

b) Como a função h é contínua em JR, não existem assíntotas verticais.


e2x - 1 e- oo - 1 = -=1_ = O
Tem-se: X--lim
+-00
h(x) = lim =
X--+-CO X - oo - 00

lim h(x) = x-+oo (/x 2 + 4 - x) = x.-.+oo (rxz+4Vx-2x+)(4rxz+4


lim lim
+ x)
X-++oo +X
= x-+00 Ixx2 2++44- +x2X = X--++oo /x2 +44 + X _
lim lim -
+4_ = O
00

Concluímos, assim, que o gráfico de h tem uma única assíntota, que é a reta de equação y = O
9, Afunção g é contínua em lR pois é quociente de duas funções contínuas.
Como a função g é contínua em JR, o seu gráfico não tem assíntotas verticais.
lim
X->-+co
g(x) = ex + 3 =
lim
x-+oo e X x-+oo
(i + 3;)
lim
e
=1+O=1

Portanto, a reta de equação y = 1 é assíntota horizontal do gráfico de g


lim g(x) = e x + 3 = e -oo + 3 = _:3__ = + ao
lim
X--+ -CO X->-00 e X e-oo o+
Portanto, o gráfico de g não tem assíntota horizontal, quando x � - ao

294
SOLUÇÕES

Vejamos se tem assíntota oblíqua.


g(x) lim ex + 3 = lim � + lim -3- = lim 1- + 3 lim 1 =
x ...... X = x--oo
lim
-00 X eX X--+-CO X e x X-+-co X e x x--co X x--co X e x
= O + 3 Xlim -x
!:é_
IY �-xl
= 3 lim y y
_1'_ = -3 lim L = -3 x ( + oo) = - oo
-> -CO X y......+oo -y y-+co y
Portanto, o gráfico de g tem uma única assíntota, que é a reta de equação y = 1

10.
a) Em JR:., apenas os números positivos têm logaritmo.
Portanto, para que a expressão 2 + log3 x 2: 4 + log3 (x -8) tenha significado, em JR:., é necessário
que x > O e que x - 8 > 0
x > O /\ x - 8 > 0 <> x > 8 x E ]8, + oo[
<>

No intervalo ] 8, + oo [ , tem-se:
2 + log3 x 2: 4 + log3 (x - 8) <> log3 x 2: 2 + log3 (x - 8) <>
<> log3 x 2: log3 9 + log3 (x - 8) <> log3 x 2: log3 (9x - 72) <>
.,, x 2: 9x - 72 <> -8x 2: -72 <> x :S 9
Portanto, o conjunto dos números reais que verificam a condição dada é ] - oo, 9 ] n ] 8, + oo [ = ] 8, 9]
b) /(36 1000 ) - /(4 1000 ) = 2 + Jog3 (36 1000 ) - 2 - log3 (4 1 000) = Jog3 (36 1000 ) - log3 (4 1000 ) =
= 1000 log3 (36) - 1000 log3 ( 4) = 1000(log3 (36) - log3 (4 )) = 1000 log3 ( 3: ) = 1000 log3 (9) =
= 1000 X 2 = 2000
e) g(x) = x + /(x)= x + 2 + log3 x
A função g é contínua em JR.+, pelo que é contínua em [1, 3]
Tem-se:
• g(1) = 1 + 2 + log3 (1) = 1 + 2 + 0 = 3
• g(3) = 3 + 2 + log3 (3) = 3 + 2 + 1 = 6
Portanto, g(l) .;; 5 .;; g(3)
Logo, o teorema de Bolzano-Cauchy permite garantir que :J c E [1, 3] : g( e ) = 5

11. Tem-se /(x)= /(x + a) <> /(x)-/(x + a)= O


Portanto, mostrar que a condição /(x )= /(x + a) tem, pelo menos, uma solução em [-a, O] equivale
a provar que a função definida por g(x) = /(x)- /(x + a) tem, pelo menos, um zero em [-a, O]
295
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

Tem-se:
• g é contínua em [ -a, O J por ser a diferença de duas funções contínuas
• g(-a) = f(-a) -f(-a + a) = f(-a) - f(O) = f(a) - f(O) > O
• g(O) = f(O) - f(O +a) = f(O) - f(a) < O
Logo, o teorema de Bolzano-Cauchy permite concluir o pretendido.

12. Dado que Dg = JR+ , a reta de equação y = 2x- l é assintota oblíqua do gráfico de g quando
x - + oo. Concluímos daqui que xlim g(x)
-+oo X = 2
lim l - [g(x)J = lim [...L - [g(x)J ] =
Portanto, xlim h(x) = 2 2
-+oo x-+oo x2 x-+oo xZ x2
= xlim [ ...L - ( g(x) )2] = O - 2 2 = -4. Assim, o gráfico da função h tem uma assintota horizontal,
-+oo x 2 X
que é a reta de equação y = -4

13.
x
lim e -4 _ 3x + ll y x lim e Y - 3(y + 4) + 11 =
a) lim
x- 4 - f(x)= x- 4 - 4-x = - 4 y-0 -y
= ylim e Y - 3y - 12 + 11 = lim e Y - l - 3y = lim (- eY - 1 + 3 ) = -l + 3 = 2
-o -y y-o - y y-o y
...... 4+ f(x)= x-lim4 + ln(ze x - e4) = ln( ze 4 - e 4) = ln (e4) = 4
xlim
Dado que xlim - 4- f(x) # xlim
- 4+ f(x), concluímos que a função f não é contínua em x = 4
b) A reta de equação y = x + b, com b E lR, tem declive igual a 1
Tem-se:
- +oo (f(x)-lx) = xlim
xlim -+co (ln (ze x - e4) - x) = x-lim+co (ln(ze x - e4) - ln e x) =
= xl-im+co ln (z -�)
e X = ln 2
Portanto, b = ln 2

296
SOLUÇÕES

14.
a) Uma vez que a função f é contínua em ]-oo, -1[ e em ]1, + oo[, apenas as retas de equações
x = -1 e x = 1 poderão ser assíntotas verticais do gráfico de f
x 1
lim
-- _!(x) = x lim
--l _ ( 1n( x - l J ) = ln ( -� ) = ln(+oo) = + oo
X+ 1 O
Portanto, a reta de equação x = -1 é assíntota vertical do gráfico de f
lim f(x) = lim ( 1 n( x -1 J ) = ln ( 0+ ) = ln (o +) = - oo
x- 1 + -
x 1 + x +1 2
Portanto, a reta de equação x = 1 é assíntota vertical do gráfico de f
b) Seja A o ponto da reta de abcissa a e seja B o ponto da reta de abcissa -a
Tem-se: A (a, ln ( �� i )) e s( -a, ln ( =� � i ))
1n ( ª -1 ) 1 ( -a- 1 )
a+T - n - a+ 1
O declive da reta AB é igual a
a -(-a)
ª - l -a - 1 ln ( a -1 ) - ln ( -(a+ 1) ) (�)- �)
ln( a+l )-ln( -a +l ) a+T -(a - l) - ln ln(
a - (-a) 2a 2a
ln( a - 1 x a+l
a+l a-1 ) ln( a+l ª -1 )2 2ln( a+l ª - 1 ) ln( a+l
a-1 )
= -��--�� 2a 2a 2a a
1 n ( a-1
a+T )
A equação reduzida da reta AB é, então, da forma y = a x + b
Como o ponto A ( a, ln ( � � i )) pertence à reta, tem-se:
1n ( a-1
a+T ) x
- 1
ª ) = a a+b ,,,, 1n( a+l
ln( a+l ª -1 )+b <>b=O
ª -1 ) = 1n( a+l
Como b =O, a reta passa na origem do referencial.

15.

a) 24 = �O�:-�O��; 24(1- e-D,003 n ) = 1,8 .,


.,

<> 1 - e -D,003 n = 1,248 ., e-D,003 n lZ_


=
40 .,
40 ., -O'003 n = ln(R)
<> n = ln-0(fo-)
'
003
Portanto, n "' 26
Logo, o empréstimo é pago em 26 meses.

297
LIMITES, ASSÍNTOTAS, CONTINUIDADE, TEOREMA DE BOLZANO-CAUCHY

b) lim 600x- x lim 600 ( -Ln ) ].


lffi
-600y -
x----- 0 1 - e n y- 0 1 - eY y-o n ( l - e Y )

= - 600 lim -Y- = 600


n y-D l - e Y
lim -Y- = 600
n y-DeY - 1
lim 1
n y-o e Y - 1
y
= 600 1 = 600
X
n n

lntemretacão: Quando a taxa de juro tende para zero, a prestação mensal tende para o quociente
entre o valor do empréstimo e o número de prestações mensais.

16. Tem-se g( X) = X + 1 g( X) - X - 1 = o
<>

Portanto, mostrar que a condição g( x) = x + 1 é possível em [a, g( a)] equivale a provar que a
função definida por h( x) = g( x) - x - 1 tem, pelo menos, um zero em [a, g( a)]
Tem-se:
• h é contínua em [a, g( a)], por ser a diferença de duas funções contínuas
• h(a) = g(a) - a -l > O
• h(g(a)) = g(g(a)) - g(a) - l = a - g(a) - 1
Como g(a) > a + l, vem -g(a) < - a - 1, donde a - g(a) < -1, pelo que a - g(a) - 1 < -2,
donde vem h (g(a)) < O
Logo, o teorema de Bolzano-Cauchy permite concluir o pretendido.

298
Derivadas

1.

(x+ 1 J = 1--
1 x2 -1
x2 -1
a) f'(x) = x+l x + x2l x2x2+ 1 = x(x2
X
+1 )
X X X

Como o domínio da função f é, de acordo com o enunciado, JlC tem-se que +


,

f'(x) =O x2 -1=0 x>O x = l


<> f\ <>

X o 1 +oo
f' n.d. - o +
f n.d. mín.
' !'
n.d. - não definida
Concluímos assim que f é decrescente em ] O, 1] e crescente em [1, +oo[
Concluímos também que /( 1) é o único mínimo de f
b) lim (!( x) - lnx) = lim [in(x + l) - lnx] = lim ln ( x+lx ) =
x_,_+co x -----+oo X X-++oo X
__

lim ( in(1+ -\))= ln(1+0)=0


X-++oo X

2.
a) /(x) =O 2x-xlnx= 0 x(2-lnx) = 0
<> <>

Como x não pode ser igual a O, vem 2 -Jnx =O, ou seja, lnx = 2, pelo que x = e2
b) lim /(x) = lim (2- lnx) = -oo
x_,_+oo X x -. + oo

Logo, o gráfico de f não tem assíntotas não verticais.

e) f' (x) = 2 - ( lnx + x. �) = 1 - lnx


Como f'(1) =1 e /(1)=2, uma equação da reta r é y=x+l
Esta reta intersecta o eixo Oy no ponto de ordenada 1 e intersecta o eixo Ox no ponto de
abcissa - 1. Área do triângulo [ AOB] = 1 � 1 = �

299
DERIVADAS

3. Uma função quadrática g é uma função definida por uma expressão do tipo
g(x) = ax2 + bx + c, com a i" O
Um ponto ( x, y) do gráfico de g onde a reta tangente, nesse ponto, é paralela à bissetriz dos
quadrantes ímpares é um ponto tal que g' ( x) = 1
Como g'(x) = Zax + b, vem g'(x) = l "" 2ax + b = l
Dado que, sendo a 7' O, esta equação tem uma e uma só solução, que é 12-ah podemos concluir
que o gráfico de g admite um e um só ponto nas condições do enunciado.

4.

a) h'(x) = -l + (xx ++ l)l ' = -1 + - 1


x +-l = --=L
x+l
h'(x) = O x = O

X -1 o +oo
h' n.d. + o -
h n.d. í' máx. \.
n.d. - não definida
Podemos, assim, concluir que:
• h é crescente em ]-1, O]
• h é decrescente em [O, +oo[
• h tem máximo relativo para x = O, que é h(0) = 4 - 0 + In(1) = 4
b) Tem-se h(5) = 4 - 5 + In(6 ) "' 0,79 e h(6) = 4 - 6 + ln(7)"' -0,05
Como a função h é contínua em todo o seu domínio, também o é no intervalo [5, 6]
Como a função h é contínua no intervalo [5, 6] e como h(5) > O e h( 6) < O, podemos concluir,
pelo teorema de Bolzano-Cauchy, que a função h tem, pelo menos, um zero no intervalo [5, 6]
5.

a) f'(x) ex (x - 1 ) 2- ex - ex (x -2)2
(x - 1) (x - 1 )
f'( x) = O x = 2
*>

_,I
X - CQ 1 +oo
f' ____ __
.__
__
f
j__

\.
n.d. _
___j.
n.d.
__, ____
,
_j_

__m_ín-. -----_
--'-
: o.d. - oão defloido
300
SOLUÇÕES

Podemos, assim, concluir que:


• f é decrescente em ]-oo, 1 [ e em ]1, 2]
• f é crescente em [2, +oo[
• f tem mínimo relativo para x = 2
b) O domínio da expressão ln ( xe:1 ) é ]1, +ao[
Para x > 1, tem-se: ln (/:"1 ) = x '"' ln(e x) - ln(x -1) = x '"'
'"' x - ln(x - 1) = x '"' ln(x - 1) = 0 '"' x - 1 = 1 '"' x = 2
c) Tem-se que lim x) = +oo e lim
x - 1+ /( x ..... 1- /( x) = -oo
Portanto, a reta de equação x = 1 é assíntota vertical do gráfico de f
Como f é contínua em lR\{ 1 }, podemos concluir que não existem outras assíntotas verticais do
gráfico de f
Como Xlim+oo /( x) = +oo, podemos concluir que não existe assíntota horizontal do gráfico de f,
-+

quando x -+ao
Como xlim_,_-co /(x) = O, podemos concluir que a reta de equação y = O é assíntota horizontal do
gráfico de J, quando x - -ao
6.
a) Como f é uma função contínua em todo o seu domínio ]1, +oo[, só a reta de equação x = 1
poderá, eventualmente, ser assíntota vertical do gráfico de f
Tem-se
+
Xlim
--+1'' /(x) = Xlim
-+1 +[x+ xln(x - 1)] = 1 + 1 x ln(o ) = 1 + (-oo) =-oo
Portanto, a reta de equação x = 1 é assíntota vertical do gráfico de f

Por outro lado, tem-se: xlim /(x) x + xln(x - 1)


-+oo X = lim
-+oo x X

= lim [.KX + xln(xX - 1) ] = lim [1 + ln(x - 1)] = +oo


X-++oo X-++oo

Portanto, o gráfico de f não tem assíntotas não verticais.

301
DERIVADAS

b) Para se determinar a área de um trapézio, é necessário conhecer as bases e a altura.


A base maior é RQ . Tem-se que RQ = abcissa de Q = 2
A altura é OR . Tem-se que OR = ordenada de Q = f(2) = 2 + 2 x ln(1 ) = 2
A base menor é OP . Tem-se que OP = abcissa de P
Com vista a determinar a abcissa de P , determinemos a equação reduzida da reta r

O declive desta reta é f' ( 2)


Tem-se que f'(x) = 1 + 1 x ln(x - 1 ) + x x x J.. 1 , pelo que f'(2) = 3
Como a reta passa no ponto Q(2, 2) e tem declive 3, a sua equação reduzida é y = 3x - 4. Ora,
r

3x - 4 =O .,, x = 1 . Portanto, a abcissa de P é 1


2+ 4
3 10
2 X2=-
A área do trapézio é, assim, -- 3
7.
a) f(x) = O .,, 1 - ln(x2 ) = 0 .,, ln(x2 ) = 1 .,, x2 = e .,, x = ± Ve
Os pontos de intersecção do gráfico de f com o eixo Ox são (!e, O) e (-!e, O)
b) Tem-se que f'( x) = - 2X; = _1_,
X
pelo que f' não tem zeros.

A função é crescente no intervalo J-oo, o[ e é decrescente no intervalo ]o, + oo[


A função não tem extremos relativos.

8.
al) Como f é uma função contínua no intervalo Jü, 1 [ e no intervalo ]1, +oo[, só as retas de equações
x = O e x = 1 poderão, eventualmente, ser assíntotas verticais do gráfico de f
Tem-se xlim x O_ = O
_,.o+ f(x) = xlim
_,.o+ 1nx = _
-

-oo

302
SOLUÇÕES

Portanto, a reta de equação x =O não é assíntota vertical do gráfico de f


Tem-se x-1-
lim -
lim /(x) = x-1- nxx =�=-ao
1
O
Portanto, a reta de equação x = 1 é assintota vertical do gráfico de f
Vejamos agora se o gráfico de f tem assíntota não vertical.
lim /(x) = lim xeZ -x = lim e2-x = e -00 =O
x-+co X x__,.+oo X X--->-+co

lim [/(x) +O.x] = x-+co


x-+co lim (x e Z-x ) 00;'º
lim f(x) = x-+co
= x-lim+oo _x_= lim x
ex -2 x---+co e x . e -2
= O x -e1-z- =0 (note que X--->-lim+co �=+ao )
X

Portanto, o gráfico de f tem uma assíntota horizontal, de equação =Oy

a2) Como f é uma função contínua no intervalo ]1, +ao[, também é contínua no intervalo [ 4, S], pelo
que a função g definida por g( x) = /( x) + J( e -1 ) também é contínua neste intervalo.
g( 4) = /(4) + /(e-1) =4e-2 + � = _±_ + e -l = _1__1_ = 4 - e
lne -1 e2 -1 e2 e e2
Como e "' 2,7, tem-se que 4 >e, pelo que 4e-;e > O

Como e "' 2, 7, tem-se que 5 < e2 , pelo que 5 -e 3e2 < O


Dado que g( 4) >O e g(S ) < O e dado que g é contínua em [4, S], o teorema de Bolzano-Cauchy
permite concluir que 3xE [4,S] : g(x)=0, ou seja, 3x E [4,S] : /(x)+ J(e-1) = 0
a3) No intervalo ]o, 1[ tem-se:
, l x lnx - x x 1 lnx- 1
-
x
f' (x) = ( ,;x ) = (inx)2 (lnx)2
Como, VxE ]0, 1[ , lnx< O, vem que Vx E ]0, 1[, f' (x) < O , peloqueafunção/ é estritamente
decrescente neste intervalo.

303
DERIVADAS

b) No intervalo ]1, +oo[ tem-se


f' ( x) = ( x e2-x)' = 1 e2-x + x (-e2-x) = e2-x
x x - x. e2-x
f' ( 2) = e2-2 - 2 e2-2 = 1 - 2 = 1
Portanto, o declive da reta r é -1 y
e
s
Como a reta passa na origem do referencial e é
r,
paralela à reta uma equação da reta é y = s -x

Na figura está parte do gráfico da função f, parte s


da reta de equação y = -x, bem como o ponto de
intersecção e as respetivas coordenadas (obtidas com
recurso à calculadora). X
O ponto pedido tem coordenadas (0,37; -0,37)

9.
a) A função C é contínua em [O, +oo[ e, portanto, é contínua em [O, 15]
Tem-se, também, que:
C( 0) = 0,5 X 0 2 X e-0,lxO = 0
C(15) = 0,5 X 152 X e-O,lxlS "" 25,102
Como a função C é contínua em [O, 15], e como se tem c(o) < 13 < C(lS), podemos concluir,
pelo teorema de Bolzano-Cauchy, que :Jt E [O, 15 J : C( t ) 13 =

Portanto, durante os primeiros 15 minutos após a colocação do produto químico na água, houve,
pelo menos, um instante em que a concentração do produto foi 13 gramas por litro.

b) C' ( t ) = 0,5[ ( t2 )' e-0· 1 ' + t2 ( e-o.l t )'] 0,5( 2 t e-o,l t - 0,1t2 e-0,H)
=

C'( t ) = O 0,5(2t e-O,l t _ O,lt2e-O,l t) = 0


<> <> 0,5t e-0,1 t (2 - 0,1t) = 0 <>

<> t = O V 2 - O,lt = O t = O V t = 20
<>

t o 20 +oo
C' + -
o o
e mín. /' máx. '

O valor de t para o qual a concentração do produto químico na água é máxima é 20


10.
a) /(30) - f(0 ) "" 22,2

304
SOLUÇÕES

f' ( x) = 5 [ ( el-0,lx )' + ( eO,lx-1 )'] = 5 (-0,1 el-0,lx + eO,lx-l ) = -0,5 e l-0,lx +
b) 0,5 eO,lx-1
f' ( x) =o .,,,, -0, 5 el-0,lx + 0, 5 eO,lx-l = 0 e l-0,lx = eO,lx-1 .,,,,
.,,,,

"" 1-0,lx= O,lx-1 "" 0,2x =2 "" x=10


X o 10 30
+
f' - o
f '. mín. /
Conclusão: a distância ao primeiro poste do ponto do fio mais próximo do solo é de 10 metros.
+ +
e) 5(e1-0,1x eO,lx-l ) = 15 "" el-0,lx + eO,lx-l = 3 .,,,, el-0,lx e-(1-0,lx) = 3 ""
"" e l-O,lx + ( el-O,lxf1 = 3 (escrevendo y = el-O,lx )
""

"" y + y-1 = 3 "" y + 1-y = 3 "" y2 + 1 = 3y "" y2 - 3y + 1 =0 ""


"" y = 3 ± 15 "" el-0,lx = 3 ± 15 "" 1- O,lx = ln ( 3 ± 15 ) ""
2 2 2
ln ( 3 ±215 ) -1
"" X = -O,1 Logo, X "' 0,376 V X "' 19,624
As distâncias ao primeiro poste dos pontos do fio que se encontram a 1 5 metros do solo são:
0,4 metros e 19,6 metros.

11.
a) Do enunciado, vem que 1(20) = � 1(0)
Tem-se, então: 1(20) = � 1(0) "" a e-2 0h = � a .,,,, e-20 b = � ""
"" -2ob= lnn) "" -20b=ln(1) -1n(2) "" -2ob=-ln(2) ""
"" 20b=ln(2) "" b= ln2� )
Portanto, b "' 0,03

305
DERIVADAS

b) Estudemos então a função, de domínio [ O, +oo [ , definida por I( x) = lO e-o,os x


Monotonia:
Tem-se I'( x) (10e-O,OSx )' lO(e-O,OS x)' 10 x (-0,05) x e-o,osx -O, s e-o,osx
= = = =

Como e-o,osx > O, \ix E [O, +oo [, vem que [' ( x) < O, \ix E [ O, +oo [
Portanto, a função 1 é estritamente decrescente em [ O, +oo [
Assíntotas:
Sendo a função I contínua, no intervalo [O, +oo [ , o seu gráfico não tem assíntotas verticais.
Tem-se
- +oo I(x) = xlim (10e -O,OSx ) = 10e -00 = 10 x 0 = 0
xlim -+oo
pelo que a reta de equação y = O é assíntota do gráfico da função, quando x +oo �

Como o domínio da função l é [O, +oo[, não faz sentido calcular lim 1( x)
X--+-oo

Conclusão: o gráfico da função 1 tem uma única assíntota, que é a reta de equação y = O
lnteroretacão: com o aumento da profundidade da água do mar, a intensidade da luz solar vai
diminuindo e tendendo para zero.

12.
a) Como f é contínua em x = -1, tem-se lim /( x) = lim /( x) = /(-1)
x --1- x --1+
Como -lim1 - /(x) = lim
- 1+ /(x), vamos calcular apenas um destes limites.
x - x -
f(-1) = a + 2
lim ( x + l + 1
x--1- 1 - ex+1 ) (%) y
lim
- J(x) = = l =x+lI
x--1
lim -
y- ( Y - + 1 ) = lim
-o 1 - eY
1 ( _1_ )
y-o- _ eY - 1 + 1 = - 1 + 1 = 0
y
Então, a + 2 = O, ou seja, a = -2

306
SOLUÇÕES

b) Para x E ] O, 1 [, tem-se:
f' ( x ) = ( 1 x- +ex+l l + l )' = ( 1 x- +exl+l )' = (x + 1)' (1 - e(1x+1-) e-"(x+1)+2 1)(1 - ex+l)'

l + x e x+l
( 1 - e x+l )2

Ora, como f' é contínua no seu domínio, também é contínua em [o, 1]

Tem-se, por outro lado,


f' ( 0) = 1 + 0 eO+l = 1 "' 0,3 4
X

( 1 - e o+1 )2 (1 - e)2
11
f' (l ) = 1 + 1 x e +
(1- el+l )2
Como f' é contínua em [O, 1 ], f' (O) > ! e f' ( 1) < ! , o teorema de Bolzano-Cauchy permite
concluir o pretendido.
13.
3
a)
_,_z+f( x ) = f(2 ) = 1n 3
xJim
lim l
x
f(x) = im e 2- Z 1 - ( fazendo y = 2 x )
x_,.z- x_,.z X - (%) -

eY - 1 _- 1.1m ( ---
- 1.1m --
_ eY - 1 ) - -1
y-o -y y-o y
A reta de equação x = 2 não é assíntota vertical do gráfico.
Como a função é contínua em [O, 2 [ e em ] 2, + oo[, podemos concluir que o seu gráfico não admite
assíntotas verticais.
b) f é contínua em [O, � ] por ser o quociente de funções contínuas.
f(D ) = e �Z l "' -3,19 < -3
1(1..) = e2- 1-z - 1 e 2 3 1 "' -2,32 -3
2
>
2 _ 1.. 2
Logo, pelo teorema de Bolzano-Cauchy, existe pelo menos um objeto em [O, �] cuja imagem é -3,
2 2

ou seja, a equação f( x) = -3 tem, pelo menos, uma solução em [ O, � ]


307
DERIVADAS

e) Seja x E ]2, +ao[


x+ 1 )' = ------��--�
f'(x) = ( ln(x+ (X + 1 )' ln (X + 1) - (X + 1 J(!n (X + 1 l)'
l) (tn(x+ 1) )2
ln(x +l)-(x +l) xh _- ln(x+l)- 1
(1n(x+ 1) )2 (1n(x+1))2
f'(X ) = 0 <> ln(x +l)-1)2 O <> ln(x+l)-1=0 ""
(1n(x +1)
"" ln(x+l)=l "" x + 1 = e "" x=e-1
Como -1 < 2, f' não tem zeros em ] 2, +ao [
e

Tem-se que f' é sempre positiva em ]2, +ao[, pelo que fé estritamente crescente nesse intervalo.
14.
a) FB = 4 - x
Pelo teorema de Pitágoras, BC 2 = x2 + 22, ou seja, BC = /x2 + 4
Portanto, p( X) = 3(4 - X) + 5 Vx2 + 4 = 12 -3x + 5 Vx2 + 4
b) p'(x) =-3+5x 2� x + 4 =-3+ � x2 +4
x2 + 4 = 3 <> 5 x=3Vx2 + 4
p'(x) =O "" � pois
·
x ::::>: O
"" 25x2 =9(x2 + 4) ""

X o _1
2 4
p' - o +
p \. mín. /
O valor de x para o qual o preço de colocação da conduta é mínimo é 1,5 (em quilómetros).
15. f tem derivada finita em todos os pontos de R pelo que é contínua em lR
Dado que f é estritamente crescente em JR-, estritamente decrescente em ]R+ e contínua em R
conclui-se que /(O)= -1 é máximo absoluto de f
Portanto, /( x) :S -1, 'v'x E JR,
Consequentemente, g( x) = [!( x)J2 2: 1, 'v'x E lR
Como g( O)=[!(O)]2 = ( -1 )2 = 1, conclui-se que 1 é o mínimo absoluto de g
308
SOLUÇÕES

16. Os declives das retas r e são, respetivamente, iguais a /'(a) e a f' ( b)


s

Dado que f é uma função crescente, tem-se que f' (a) ?_ O e f' ( b) ?_ O
Logo, não é verdade que f'(b)=- f'(a)
s
As retas r e não podem, assim, ser perpendiculares.
17.
a) Como /'( 1 ) = 1+{n1 - 1 e como /(1) = O, uma equação da reta tangente a o gráfico de /, no
ponto de abcissa 1, é y = x - 1
b) Como o valor de f' ( 1) é finito e como toda a função com derivada finita num ponto é contínua
nesse ponto, podemos concluir que f é contínua para x = 1
1- . x - (l + lnx) -lnx
e) Tem-se que /"(X) = �x ____

x2 xz
/"(x) = O x = l
<=>

X o 1 +ao
f" n.d. + o -
f n.d. \__) p.i. n

n.d. - não definida


Portanto, o gráfico de f tem a concavidade voltada para cima em ]o, 1] e voltada para baixo em
[1, +ao[, tendo um ponto de inflexão.

18.
a) x�oo /( x) = x�llloo x � 1 = O, pelo que a equação da assíntota horizontal é y = O
Determinemos a equação da reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa e :
·( 2 + lnx )' = (2 + lnx)' x - (2 + lnx)x' 1-X x x - (2Z + lnx) -
X X2 x
= 1 - 2x-Z lnx - 1 x-Zlnx
f' ( e ) = - 1 e-zln e 2
ez

309
DERIVADAS

Deste modo, a equação da reta é do tipo y = _ _f_


ez x + b
Como f(e) = 2+eln e = -ªe- , tem-se -ªe- = - l
ez x e + b
Portanto, b = iie A equação da reta é: y
ez x + iie
= _f_
_

Determinemos o ponto de intersecção desta reta com a reta de equação y =O

O ponto P é ( 52e , O)
b) O problema pode ser equacionado por f(x) = x3
Esboçados, na janela de visualização (-5, 5] (-5, 5 j, os gráficos da função f e da função
X g
definida por g( x) = x3, obtém-se:

y g

f
X
f

Os pontos A e B são os pontos de intersecção dos gráficos de f e de g


Tem-se: A(l,12; -1,41) e B(l,22; 1,80)
19. O processo mais usual para determinar a abcissa de um ponto de inflexão do gráfico de uma função é
procurar um zero da segunda derivada onde exista mudança de sinal, isto é, onde a segunda derivada
passe de positiva a negativa ou de negativa a positiva. Como sabemos, do enunciado, que o gráfico
de f tem um, e um só, ponto de inflexão, tal significa que existe apenas um zero de f" onde esta
função muda de sinal. Só temos de o encontrar.
Como f'(x) = (x + l)e x - 10x, tem-se:
f"(x) =((x + l)ex - 10x} =
=ex + ( x + 1 )ex - 10 = ( x + 2 )ex - 10
Na figura está representada uma parte do gráfico de f", obtido na 1,15
calculadora, bem como um valor aproximado do seu zero. A abcissa
do ponto de inflexão do gráfico de f, arredondada às décimas, é 1,2

310
SOLUÇÕES

20. Tem-se que f(x) = x", donde f'(x) = ax"-1 pelo que f"(x) = a(a - l) x"-2
Estudemos agora o sinal de f"
Como, do enunciado, se tem que o domínio da função f é R +, vem que x E R+ , pelo que x"-2
é positivo.
Como, do enunciado, se tem que a E ]o, 1 [, vem que a é positivo e que a - 1 é negativo.
Portanto, o produto a( a - 1 )x"-2 é negativo.
Como, para qualquer X pertencente ao domínio de f, se tem f" (X) < 0 , a concavidade do gráfico
de f está voltada para baixo.

21.
a) lim e( t) = lim (ue -0•3 ') = lim ...1.L
t---+co t-++oo t-+oo eü,3 t
Seja x = 0,3t. Tem-se então que t = 0x3 '

Vem, então:
2x
lim ...1.L = lim _Qd_ = lim ---ª-x - =
t-+oo e 0,3t X--++oo e X x-- +oo Ü , 3 e

Interpretação: com o passar do tempo, a concentração do medicamento no sangue do Fernando


tende para zero.
b) c'(t) = (2trº·3')' = (2t)' e -0•3 ' + 2 t(e-0•3 ')' =
= 2 e-0•3' + 2 t(-0,3 e-o,3t) = 2 e-o,3 t - 0,6 te -0•3 ' =
= e-o,3t (2 - 0,6 t)
c'( t) = O '"' e-0•3 ' (2 - 0,6t) = O '"' 2 - 0,6t = O

t o 10 +oo
3
C' + + o -
e o j' máx. \.

311
DERIVADAS

Concluímos que a função C atinge o valor máximo quando t = 13º


Como 13º = 3 + � e como a terça parte da hora corresponde a 20 minutos, a concentração máxima
foi atingida três horas e vinte minutos após a toma do medicamento.
Como o medicamento foi tomado às 9 horas da manhã, a concentração máx'1 ma foi ating'1da às 12
horas e 20 minutos.

22. A função f é contínua em lR, pelo que o seu gráfico não tem assíntotas verticais.
Quanto à existência de assíntotas não verticais, tem-se:
• lim
f(x) = lim
3 + 4x2e -x
x -----+oo
X x ......+co X

= x -.+oo ( l + 4xz e-x ) = X -++oo (l +4x e -x)=


lim
X X
lim
X

= X -++oo (J_ + 4 X -"-)=


Jim
X ex 0 + 4 X 0 = 0

x -+oo [f(x) - O x x] = x _,.+oo f(x) = X -++co (3+ 4x2e-x ) =
lim lim lim

= X -++oo (3 + 4 �
!im X
eX ) = 3 + 4 X 0 = 3
Portanto, a reta de equação = 3 é assíntota do gráfico da função f
y

• lim
f(x) = 3+ 4x2e-x =
lim
x--• oo X X-+- oo X

= X --+-oo ( l + 4xze-x ) = X_,.-oo (l+4xe-x ) =


lim
X X
lim
X

=O+ 4 ( ) e+oo = 4 X ( -oo) ( +oo) = -oo


X - oo X X

Portanto, o gráfico da função f não tem assíntota não vertical, quando x � - oo

Conclusão: a reta de equação y = 3 é a única assíntota do gráfico da função f

312
SOLUÇÕES

f'(x) = O "" e-x (sx- 4x2) = 0 "" 8 x - 4x2 = 0 ""


"" 4x(2 - x) = 0 "" x = O V x = Z

1�
-()() +oo
+
í'

Portanto, a função f tem um único mínimo relativo que é igual a 3 (!(O ) = 3)


e) g(x) = O "" x + ln[f(x) - 3] = 0 "" x + ln(3 + 4x2e-x - 3 ) = 0 ""
"" x + ln(4x2e-x) = 0 "" x + ln(4x2) + ln (e-x) = 0 ""
"" x + ln(4x2) - x = 0 "" ln(4x2) = 0 "" 4x2 = 1 "" x2 = 1_4 ""
<* X = - -1 V X = -1
2 2
O domínio de g é JR\{O} e, portanto, a função g tem dois zeros: - �e�

23.
a) r é f'(Z). O declive da reta s é f'(b)
O declive da reta
Como as retas r e s são paralelas, tem-se f'(b) = f'(Z)
Portanto, uma equação que traduz o problema é f'(x) = f'(z)
Tem-se f'(Z) = 22 - 4 x 2 + _2_2 - 4ln 1 = 4 - 8 + _2_2 = 1_2
Portanto, f'( x) = f'(Z) "" f'( x) = �
Temos, portanto, de resolver a equação f'( x) = �
Recorrendo à calculadora, podemos visualizar
o gráfico de f' e a reta de equação y = � y
Como era de esperar, 2 é uma das soluções
da equação f'(x) = � 1
2
A outra solução é b
o X

Portanto, b "' 4,14


313
DERIVADAS

b) Tem-se f"(x) = [x2 - 4x + 2-2 - 4Jn(x - 1J] ' = 2x - 4 - - 4


x --1
Como X e ) 1, +oo [ , tem-se:
4
x �-l = 0 pois x""-1#0 (2x - 4)(x - 1) - 4 = 0 ""
2x - 4 - -
"" 2x2 - 2x - 4x + 4 - 4 = O "" 2x2 - 6x = O ""
"" x(2x - 6 ) = 0 pois""x#oO 2x - 6 = 0 "" x = 3
Como o único zero da segunda derivada é 3, é esta a abcissa do ponto de inflexão.

24.
a) Como a função f é contínua em )-oo, o[ e em )o, +oo[, só a reta de equação x = O pode,
eventualmente, ser assíntota vertical do gráfico de f
Tem-se: x
-
o x e -1 ]. e -1
x- o
1m --
x---- o- X
lim
x_,_o-
f(x) = lim � l
x-o- e x � 1
lim
x-o- e 4x - 1
�X __

e 4x - 1
X
lim
x_,_o- x
1 1 --
1 -41
= ----�-
4 X xlim e
-o- 4x
4
-
x-1 Y 4x

4 X
].
Iill
y-o-
---
eY - 1
y
4x1

!y = ; 1
Oxoo
lim f(x) = x_,_Q+
x - o+
lim (xlnx)

ln (1-y )
( )]
lim [1_Y ln 1-Y = y-+oo
= y-+oo lim Y
lim -lny = O
y-. +oo Y

Como ambos os limites laterais são finitos, pode concluir-se que a reta de equação x = O não é
assíntota do gráfico de f. Portanto, o gráfico de f não admite qualquer assíntota vertical.

b) Tem-se, para x J O, e J :
e

g'(x) = (f(x) - x + In2x)' = (xlnx - x + (Inx)2 )' =


= 1 lnx + x .1 _ 1 + 2 x lnx .1 = Inx + 2 lnx
x x
X
x
X X

g'(x) = O "" lnx + 2 lnx


X
= Ü "" xlnx +X 2 lnx = 0 "" xlnx + 2 lnx = 0 ""
"" (x + 2)lnx = 0 "" lnx = O "" x = l

314
SOLUÇÕES

e
+ +
I' máx.
Portanto, g é decrescente em ] O, 1] e crescente em [ 1, e], atingindo um mínimo relativo para
x = 1 e um máximo relativo para x = e
c) Tal como as figuras abaixo ilustram, para qualquer posição do ponto P, a altura do triângulo [ ABP],
relativa à base [AB ], é dada, em função da abcissa x do ponto P, por 1 g(x ) 1

y y
g

B B
o X o X

x
Então, a área do triângulo [ ABP] é dada por AB 2l g(x) I 3 l g(x
2
)I

Vem: 3l g2( x ) I 1 <> � l g(x) l = l <> l g ( x ) I = �

Na figura estão representados o gráfico da função definida por y = 1 g(x ) 1 e a reta de equação
y = � , bem como os pontos de intersecção destas duas linhas.

2
3

o 0,31 0.61 1,56 2,52 X

Também se indicam as abcissas destes pontos, arredondadas às centésimas.


Assim, as abcissas dos pontos P para os quais a área do triângulo [ ABP] é 1 são:
0,31, 0,61, 1,56 e 2,52
Nota: para x > 2,52, as funções g e g' são positivas, pelo que, para x > 2,52, tem-se que 1g(x) 1 = g( x)
e tem-se q u e g é estritamente crescente; portanto o problema não tem outras soluções para além das
referidas.

315
DERIVADAS

25.
a) lim /(x) = lim 3\ = - 3 lim }x lim _
= l l2 y-o- Y_ =
x - o - x - 0 - 1 - e x 2x -o- e x - l ly= 2 x
_

eY -1
lim eY1- 1 - -32 X -11 = - -32
= - l2 y-o-
y
lim /( x) = /(O) "" --3 = ln k k = e _]_2
""

x -o- 2

b) Para x > O tem-se: f'(x J = ( � - ln ( x�1 ))' = ( � )' - (ln ( x:\ ) )' =
(6x)' X (X+ 1) - ( 6x) X (X + 1 )'
6x )'
1
2
(x+r
6x
1 ----���
2 6x
2
(x + 1)---- - = 1 6 X (x + 1 ) - 6x
2 6x(x + l )
x+l x+l
1_2 1 x2 + x - 2
_

x(x + 1) 2x(x + l)
Para x > O tem-se: /'(x) = O "" x2 + x - 2 = 0 "" x = l

X o 1 +oo
f' - o +
f " mín. /
Concluímos então que /( 1 ) é um extremo relativo da função f no intervalo ] O, +oo [
Como /(1 ) = � - ln 3 = ln et - ln 3 = lnve - ln 3 = ln ( 1} concluímos que ln ( ".{ ) é um
extremo relativo da função f no intervalo ]o, +oo[

26.
a) Comecemos por estudar as assíntotas verticais do gráfico de f
Como f é contínua no seu domínio ]-oo, O[, a única candidata a assíntota vertical é a reta de
equação x = O
Tem-se: lim
x_,_ o- /( x) = lim
x _,.o- ( x - 1 + ln(-x) ) = O - 1 + ln (o + )
x O _

= -1 + �00 = -l + (+oo) = +oo


Concluímos assim que a reta de equação x = O é a única assíntota vertical do gráfico de f
316
!

SOLUÇÕES

Vejamos agora se existe assíntota não vertical do gráfico de f, quando x - -oo


A observação da expressão f( x) = x - 1 + ln(-x) X
sugere-nos aplicar diretamente a definição de
assíntota não vertical para verificar se a reta de equação y = x - 1 é, ou não, assíntota oblíqua do
gráfico de f
Tem-se lim (f(x) - (x - 1)) = lim ln(-x)
x--oo Xx--oo
lim ln(�yy) =
Y=-X y-+oo

= - lim ln(y ) = O
y-+ co Y

Portanto, como lim ( !( x) - ( x - 1 )) = O, concluímos que a reta de equação y = x - 1 é assíntota


x--oo

oblíqua do gráfico de f, quando x - -oo


b) A função f é contínua no seu domínio ]-oo, O [
Como [- e, -1] J-oo, O[ tem-se que f é contínua em [- e, -1]
e

Tem-se ainda
J(- e) = - e - 1 + ln(-(- e)) = - e - 1 - 1. que é inferior a - e
-e e
f(-1 ) = -1 - 1 + ln(-(-1))
_ 1 - -2 que é superior a - e
pelo que f(- e) < -e< J(-1)
Assim, como f é contínua em [- e, -1] e f(- e) < - e< f(-l ) , podemos concluir pelo teorema
de Bolzano-Cauchy que a equação J(x) = - e tem, pelo menos, uma solução em [-e, -1]
e) Tem-se g(x) = -x + J(x) = -x+ x - l + ln(-x) = - 1 + ln(-x)�
-�
X X

Portanto, a função g é definida em ]-oo, O [ por g( x) = -1 + -


ln(-x)
��
X

Para estudar a monotonia de g, determinemos a sua função derivada:


(
g'(x) = - l + ln(X-x) )' = (ln (-x))' xx2- ln( -x)x'
� x - ln( -x) 1 - ln(-x)
x2 x2
Determinemos os zeros de g'
Para x E ]-oo, O[ tem-se: g'(x) = D "" 1 - ln(-x)
x2
- O ""
317
DERIVADAS

"" 1 - ln(-x) = O "" ln(-x) = l "" - x = e "" x = - e


Estudemos o sinal de g'
Para X E ]-ao, 0[ tem-se: g'(x) > O "" 1 - ln(-x)
X2
> O <>
"" 1 - ln(-x) > O "" ln(-x) < l "" -x < e "" x > - e "" x E ]-e, O [
Consequentemente, g'(x) < O "" x E ]-ao, -e[
Organizemos toda a informação numa tabela:

1�1 1 :: 1-:--I :__--+-- º: l_,


ao
>---
-- -+--- -- m---+-
\. -1--
o .d. - o5o "' "'"
Podemos, assim, concluir que:
• g é decrescente em ]-ao, - e[
• g é crescente em [ -e, O [
• g atinge mínimo relativo em x = - e

27.
a) g'(xJ = ( l +xlnx
Z
)' = (1+ lnx)' x x2 - (1 + lnx) x (x2)'
(x2)2
1X- x x2 - (1 + lnx) x (2x) x - 2x - 2xlnx - x - 2xlnx -1 - 2 lnx
x4 x4 x4 x3
Para x E �+, tem-se: g'(x) = O "" -1 - Z lnx = O .,, lnx = - � .,, x = e -1/2 "" x = fe
X o 1 +ao
re
g' + o -
g / máx. \.

Podemos, assim, concluir que:


• g é crescente em ] O, fe ]
• g é decrescente em [ fe, +ao [
• g tem máximo relativo para x = fe
318
SOLUÇÕES

b) A figura abaixo ilustra a situação apresentada no problema:


g
A

Pretende-se determinar a abcissa do ponto B do gráfico de g, pertencente ao 4.0 quadrante, de


modo que a área do triângulo [OAB] seja igual a 1
A altura do triângulo [ OAB] relativa ao lado [ OA] é o simétrico da ordenada de B já que esta
ordenada é negativa.
Determinemos OA , ou seja, o zero de g
Para x E JR+, tem-se: g(x) = O .,. l +x2lnx = 0 .,. l + lnx = O .,.
<> lnx = -1 x = e-1 .,. x = 1e-
<>

1- x [-g(x)]
Área do triângulo [OAB] = e 2 pelo que uma equação que traduz o problema é
1- x [-g(x)]
�e-�2�-- = 1
1-e x [-g(x)]
2 = 1 ! x [-g(x)] = 2 -g(x) = 2e g(x) =-2e
<> <> <>

A solução da equação é a abcissa do ponto de intersecção do gráfico da função g com a reta de


equação y = -2 e
Com recurso à calculadora, podemos obter parte do gráfico da função g, parte da reta de equação
y = -2 e , bem como a abcissa do ponto de intersecção do gráfico da função com a reta

0,26
O iA
.
.

A abcissa do ponto B, com arredondamento às centésimas, é 0,26

319
DERIVADAS

28.
a) Para x > O, tem-se:
f'(x) = ( 3x +X lnx )' = (3x + lnx)' x x -x2(3x + lnx) x (x)' =

( 3 + ;) X x - (3x + lnx) x 1 3 x + 1 - 3 x - lnx 1 -lnx


������� = ���

x2 x2 x2
1-0 =1
1
Assim, a reta t tem declive 1. A equação reduzida da reta é, portanto, da forma y = x + b
t

Como f( 1) 3 +in l - 3 r O = 3, o ponto de tangência tem coordenadas (1, 3)


=

Assim, 3 = 1 + b , pelo que b = 2


A equação reduzida da reta t é, portanto, y = x + 2
b) Assintota vertical

Uma vez que a função f é contínua em ]-oo, O[ e em ] O, +oo[, apenas a reta de equação x = O
poderá ser assíntota vertical do gráfico da função f
lim /( x) = xlim
Tem-se: x_,.o+ 3x + lnx 3 X 0 + (��
-oo) - -- = -oo
_ 00

X
---

_,_ 0 1· o+ o+
Portanto, a reta de equação x = O é a única assíntota vertical do gráfico de f
Assintota horizontal

Tem-se: x-lim+oo /( x) x lim


=
3x + lnx lim ( 3 + lnx ) = 3 + O = 3
__,_+oo X x- +oo X

Assim, a reta de equação y = 3 é assíntota do gráfico de f quando x - +oo


Assintota não vertical

Tem-se: x-lim-oo /(Xx) xlim


=
2x + 1 + e -x = lim ( 2 + .1 + e -x ) =
--oo X x --oo X X

= 2 + 0 + x-.lim-oo eX-x = 2 + ylim � = 2 - ylim


_,.+ oo -y
� = 2 - (+oo) = -oo
-.+ oo y

Como Xlim /(x) = -oo , conclui-se que não existe assíntota não vertical do gráfico de f
- -oo X
>
quando x - -oo

320
SOLUÇÕES

e) Como a reta AB é paralela à bissetriz dos quadrantes pares, o seu declive é igual a -1
Tem-se: f(a) = 3 a +a lna 3 + lnªa e f( -a) = -2 a + 1 + e ª, pelo que o ponto A tem coorde­
nadas ( a, 3+ 1�ª ) e o ponto B tem coordenadas (-a, -2a+1+ eª)
3 + l!!.g__ - (-2 a + 1 + eª) 2 + l!!.g__ + 2 a - eª
ª ª
Portanto, o declive da reta AB é dado por a - ( -a ) = 2a
2 + lnx
x + 2x - e x = -1, no intervalo ]o, 1[ é o valor de a
Assim, a solução da equação 2x
2 + lnx + 2x - e x
Ora, X
2x =-1 "" 2 + lnx + 4x - ex = 0
X

Para resolver esta equação, recorremos às potencialidades gráficas da calculadora.


Na figura, está representada parte do gráfico da função definida por y = 2 + lnx + 4x - ex
X

O zero desta função, no intervalo ]o, 1[, é o valor de a


Conclusão: a "" 0,413

o 0,413 X

29.
a) r
Designemos por o raio da esfera.
Tem-se r = 16 - d(0) = 16 - ( 10 + Seº) = 16 - 15 = 1
Assim, o volume da esfera é dado por j 1 3 , ou seja, j
rr x rr

Logo, o valor do volume da esfera, arredondado às centésimas, é 4,19 cm3

321
DERIVADAS

b) Tem-se:
d'( t) = [10 + (5- t)e-0,0St]' = (5 - t)' e-0,0St + (5 - t) X (e -0,0St)' =
X

= - e -o,os t + (5 - )(-0,05 e-O,OSt) = e-o,ost (-1 - 0,05(5 - t)) =


t

= e -o,os t (-1 - 0,25 + 0,05 t) = e-O,OSt (0,05 - 1,25)


t

d'(t) = O .,, e -O,OSt(o,05t - 1,25) = 0 .,,


.,; e -O,OSt = 0 V 0,05 - 1,25 = 0 .,; 0,05 t - 1,25 = 0 .,; t = 25
'-r----'
t
eq. impossível

Tem-se o seguinte quadro:


t o 25 +oo
d' - - o +
d 15 "' Mín. /'

Portanto, a distância do centro da esfera ao ponto P é mínima no instante = 25 t

30.
a) Uma vez que a função f é contínua em ]-oo, � [ e em ] �, + oo[, apenas a reta de equação x = �
poderá ser assíntota vertical do gráfico da função f
1_ 1_

Tem-se: lim /(x) = lim e2x x - re lim e - e 2 X e Z (e - 21 - 1 )


X

x - (�f x - (tr - 1 x -,(tr 2x - 1 2 (X - � )


1_
e Z lim e x - .lz - 1
2 x - (tr x - 1-
2
Tem-se: lim + /(x) = f(l2 ) = l2 ln (l2 )
x- (1_)
2

Como ambos os limites laterais são finitos, pode concluir-se que a reta de equação x = � não é
assíntota do gráfico de f. Portanto, o gráfico de f não tem qualquer assíntota vertical.
b) Seja x E] �, +oo [
f'(x) = ((x + l) ln x)' = (x + l)' In x + (x + l)(ln x)' = ln x + x +X 1

/"( x) = (ln x)' + ( x +X l )' = lX + (x + l)' x -X2(x + l)(x)' -1x - -


1 x-1
xZ = --
xZ
f"(x) = O .,, xx-Z l = 0 .,, x - 1 = 0 .,, x = l

322
SOLUÇÕES

Tem-se o seguinte quadro:


X 1_ 1 +oo
2
r - o +
f n p.i. u

O gráfico de f tem concavidade voltada para baixo no intervalo ] �, 1 ] e tem concavidade voltada
para cima no intervalo [ 1, +oo [ ; o ponto de inflexão tem coordenadas (1,f(l)), ou seja, (1, O)
c) No intervalo [ 1, e] , a função f é definida pela expressão y = (x + 1) ln x
Assim, podemos afirmar que a função f é contínua no intervalo [ 1, e]
Tem-se
f(1 ) = (1 + 1) x ln 1 = 2 x 0 = 0 e f(e) = ( e + 1 ) x ln e = e + 1 "' 3,7
pelo que podemos concluir que /(1) < 3 < f(e)
O teorema de Bolzano-Cauchy permite-nos então concluir que a equação f(x) = 3 tem, pelo menos,
uma solução no intervalo [l, eJ
Recorrendo à calculadora, podemos obter o gráfico da função f no intervalo [ 1, e J e a reta de
equação y = 3
y
e+l ----------------

o 1 X

A abcissa do ponto de intersecção destas duas linhas é a solução da equação f(x) = 3 no


intervalo [1, eJ
Assim, 2,41 é o valor arredondado às centésimas da única solução da equação f(x) 3 no =

intervalo [1, eJ
31.
a) Tem-se:
x
x_,.lim-coJ(x) = lim (l + x e ) = l + lim (x ex) = 1 + lim (-y e-Y) =
X-> -CO X -> -CO y = -X y - +oo

= 1 - lim _L __L 1
y _,_ +ooe Y = l - lim � = l - -
y - +co +oo- = 1 - 0 = 1
y

Assim, a reta de equação y = 1 é assintota horizontal do gráfico da função f, quando x - -oo


323
DERIVADAS

Tem-se:
lim f(x) = lim (ln(x - 3) - ln(x)) = lim ln x -X 3 = lim ln (1 - 1-X ) = ln l = O
X -• +oo x _,. +oo x -. +oo x _,. +oo

Assim, a reta de equação y = O é assintota horizontal do gráfico da função f, quando x -+oo


b} Em ]-oo, 3] , tem-se:
f(x) - 2x > l ., l + x e x - 2x > l "" x e x - 2x > O "" x(e - 2 ) > 0
x

Para determinar o conjunto solução da condição x(e - 2 ) > O pode-se construir um quadro de sinais.
x

Assim, tem-se:
X -oo o ln 2 3
X - o + + +
e -2
x
- - - o +
x(e - 2 )
x + o - o +
Portanto, o conjunto solução é ]-oo, O [ U ] ln 2, 3]
e) Para x > 3, tem-se:
f'(x) = (ln(x - 3)- ln (x))' = __l___
X-3
_ .!.
X

Portanto, f'( 4) = 1 - ! = !
Assim, a reta tangente ao gráfico da função f no ponto de abcissa 4 tem declive !
A equação reduzida desta reta é, portanto, da forma y = ! x + b
Como /(4) = - ln 4, o ponto de tangência tem coordenadas (4, - ln 4)
Assim, - ln 4 = ! 4 + b, pelo que b = -3 - ln 4
x

A equação reduzida da reta pedida é, portanto, y = ! x - 3 - ln 4


32.
a) A taxa média de variação da função N, no intervalo [ 10, 20] , é dada por N(20) - N(lO)
20 - 10
Tem-se:
200 - 200
S
tm ll[10, zo] = l + oe -o , z s x zo l + oe-o,2 s x 10 "' 11
S
10
No contexto da situação descrita, tmll[zo, io] "' 11 significa que, ao longo do século XX, o número
de habitantes da referida região do globo aumentou, em média, aproximadamente 11 milhões por
década.

324
SOLUÇÕES

200 t "" N(l + 5oe -O,ZSt) = 200 "" N + 50N rD,ZSt = 200 ""
b) N = 1 + 5oe -o,2s
"" e-O,2 s t = 200
50N
-N "" t = - 0 125 ln ( 200
"°' -O, 25 t = ln ( 200 -N
50N )
-N
50N ) ""
,

4 4
( 200 - N 200 -
"" t = -4 ln 50 N ) "" t = ln ( 50 N N )- ( 50 N
"" t = ln 200 - N )

33.
a) p = xlim f(x) - f(-l) f'(- l) = e-1 ((-1)2 - l + l ) = e-1 = 1
--1 x + l e

Interpretação: -e é o declive de qualquer reta perpendicular à reta tangente ao gráfico da


função f no ponto de abcissa -1

b) /" ( x) = (e x)'( x2 + x + 1) + e x (x2 + x + 1 )' = ex ( x2 + x + 1 ) + e x ( 2x + 1) = e x ( x2 + 3x + 2)


f" ( x) = O ex (x2 + 3 x + 2 ) = O "" U V x2 + 3 x + 2 = O ""
""

eq. impossível

<o> X2 + 3x + 2 = 0 <o> X = -2 V X = -1

1-· 1 1 1 1 "001
X -2 -1
f" + o o +
f V p.1. n p.i. V

O gráfico de f tem concavidade voltada para cima em ]-oo, -2[ e em ]-1, + oo[ e tem concavidade
voltada para baixo em ]-2, -1[; existem dois pontos de inflexão, um com abcissa -2 e um com
abcissa -1

325
DERIVADAS

34.
a) Tem-se /(0) = 9 - 2,5( e1 -0 + e0 -1 ) = 9 - 2,5 (e + ! ) = 9 - 2,5e - � logo
/(f(o))2 + x2 = 2 <* (/(0))2 + x2 = 4 <> x2 = 4 - (/(0))2 <> x = /4 - (/(0))2 .,
l
<>O

<* X = /4 - (/(0))2 <> X = 4 - ( 9 - 2,5e - 2�5 )2


p
Portanto, x "' 1,5
f(O)L_
() s

Interpretação: Na secção representada, 1,5 é a abcissa do ponto da superfície da água do rio que
dista dois metros do ponto P

b) O barco pode passar por baixo da ponte se e só se a distância máxima da superfície do rio à ponte for
superior ou igual a 6 metros. Determinemos então o máximo da função f
Para qualquer x E [O, 7 ] , tem-se:
f' ( x) = [ 9 2,5(e l-0,2 x + eO,Zx-1 )]' = -2,5 (-0,2 e l -0,Zx + 0,2 e O,Zx-1 ) = 0, 5(e l-0,2 x e O,Zx-1 )
f'(x) = o .. 0,5( el-0,2 x - e O,Zx-1 ) = o .. el-0,Zx - e O,Zx-1 = o .. el-0,Zx = e O,Zx-1 .,
_
_

<> 1 - 0,2x = 0,2x - 1 <* 0,4x = 2 "" x = 5


f'(x) > o <> 0,5( e l-O,Zx e O,Zx-1 ) > o "" e l-0,Zx e O,Zx-1 > o "" e l-0,Zx > e O,Zx-1 ""
_ _

"" 1 -0,2x > 0,2x - 1 <> 0,4x < 2 <> x < 5


f'(x) < o ., 0,5(e l-0,2x e o,Zx-1 ) < O <> e l-0,Zx eo,z x-1 < O <> e l-0,Zx < eo,zx -1 .,
_ _

<> 1 -0,2x < 0,2x - 1 <> 0,4x > 2 <> x > 5


X o -2 5 -1 7
f' + + o - -
f /(O) I' /(5) '... /(7)
A função admite um máximo absoluto para x = 5 e esse máximo é
/(5) = 9 - 2,5( e l-0,2 5 + e o,z xs-1 ) = 9 - 2,5(e º + eº) = 9 - 2,5 2 = 4
x X

Portanto, a distância máxima da superfície do rio à ponte é 4 metros. Logo, o barco não pode passar
por baixo da ponte, porque 6 > 4

326
SOLUÇÕES

35. Tem-se que o declive da reta r é f'(a)


f
Como o triângulo [OPQ] é isósceles, as coordenadas do ponto Q
são (Za, O)
De P(a, /(a)) e Q(Za, O) vem que o declive da reta é r

m -
f(a) - O /(a)
, - a - Za - a
Logo, f'(a) = - f�a) "" f'(a) + f�a) =O
36.
a) Como o domínio de f é JR.+ e f é contínua em todo o seu domínio, apenas a reta de equação x = O
poderá ser assíntota vertical do seu grático.
lim f(x) = lim lnx
x .... o+ X
= -oo
x _,. o + O + = -oo , logo a reta de equação x = O é assíntota vertical do grático
de f
Como o domínio da função é limitado inferiormente, apenas poderá existir assíntota horizontal
quando x tende para +oo
lim f(x) = Xlim lnx = O , logo a reta de equação y = O é assíntota horizontal do grático de f,
X -> + oo --++oo X
quando x tende para +oo
b) Para x E JR.+, tem-se:
f(x) > Z ln x "' lnx
X
> Z ln x "' lnx - XZxlnx > O "' (l - Zx)lnx
X
> O "' (l - Zx)lnx > O
y
>o

X o 1 1 +oo
2
1 - Zx + o - - -
lnx - - - o +

(1- Zx)lnx - o + o -
Conjunto solução: ] �, 1[

e) g(x ) = kX + lnx
X
= k +Xln x , Dg = JR.+ com k E R.

g'(x) = ( k +x1nx ) = -"x�-�


1- X x - (k + --lnx) 1 k - lnx
'

xz - _

xZ
Como a função g tem um extremo relativo para x 1, tem-se g'(l) = O
=

g'(1) = 0 "" l - k12- ln l = 0 .,,, 1 - k = O "' k = l

327
DERIVADAS

37.
a) Ao fim de uma hora a massa de poluente é P(l) = 120 e-k gramas.
Dado que, duas horas após o início do processo, a massa de poluente é metade da existente ao fim
de uma hora, tem-se P(2) = p�), donde
12oe-2 k = 12oe -" "" 2 e-2" = e-k "" e-2k = .l "" e-k = .1 ""
2 e-k 2 2
"" - k = ln l2- "" - k = - ln 2 "" k = ln 2

b) Tem-se P(t ) = 12oe-o,7 t


Assim,
tmv[o,3 ] - P(3)3 - 0P(O) 120e-0,7 x33 - 120e º = 40c2, 1 - 40 "' -3 5
_

No contexto da situação, tmv[o,3 ] "' -3 5 significa que ao longo das três primeiras horas, a massa de
poluente diluído na água diminuiu, em média, 3 5 gramas por hora.

328
Funções Trigonométricas

1.
a) Tem-se que senx = ClE pelo que CE = _ l_
senx
Tem-se ainda que tgx = �1 pelo que EB = _l
�X_ donde AE = 1 -EB = 1--�X1-
f(x) = 2 X AE + 2 X CE = 2-L+_ 2_
tgx senx
b) lim
rr -
/(x)= lim (2--tgx2- + -
rr-
2-)=2- 0 +2= 4
senx
X ---+ T X ---+ T

Interpretação: quando x �, o ponto E aproxima-se de B e o ponto F aproxima-se de D.


-

Assim, o quadrilátero tende a coincidir com o quadrado [ABCD ], pelo que o seu perímetro tende
para o perímetro do quadrado.

' senx
e) tgx2 ) + (-)
f (x) =O- ( - 2 ' =- + -2cosx
,

sen2x
2 2cosx 2-2cosx
cos2x. tg2x sen2x sen2x
Tem-se que f' ( x) > O, para qualquer x E ] �, � [, pelo que a função f é crescente.

2.
a) senx+ sen(2x)=O "" senx=-sen(2x) "" senx =sen(-2x) ""
"" x=-2x +2krc x = rc-(-2x) +2krc, k E Z .,.
V

"" 3x=2krr x=rr+2x+2krc, k E Z ""


V

"" 3x=2krc -X=JC+ 2krr, k E Z ""


V

"" X= Zkrc
3 X=-rr-2krr, k E Z
V

Para x 2;rr , só pertencem ao intervalo [O, rr] as soluções que correspondem a k =O e a k = 1,


=

ou seja, O e 23JC
Para x=-rr-2krr, só pertence ao intervalo [o,rc] a solução que corresponde a k=-1, ou
seja1 rr
Os zeros da função são, portanto, O, z3rr e rc
g

329
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

b} Pelo facto de o domínio de h ser um conjunto limitado, não tem sentido procurar assíntotas não
verticais.
Pelo facto de h ser contínua em todo o seu domínio, que é [ O, n ] \ { � }, só poderá haver assíntota
vertical em 1f_
2

Tem-se que lim_ h(x) = +oo e lim h(x) = -oo


x-z
rr rr"
x_,. z
Portanto, a reta de equação x = � é assíntota vertical do gráfico de h
e) Tem-se que: cosx = CH = CH pelo que CH = 2 cosx
BC 2
Portanto, tem-se: Base do triângulo = 1 + 2 cosx

Por outro lado, senx = �� = Bf pelo que BH = 2 senx


Portanto, tem-se: Altura do triângulo = 2 senx
, ( 1 + 2 cos x) . 2 sen x
Area do triângulo = = ( 1 + 2 cosx) senx =
2
= senx + 2 senx cosx = senx + sen(Zx)

3.
a) lim
X ---+ -
7[ +
f(x) = -o+l = -oo, pelo que a reta de equação x=-n é assíntota vertical do gráfico de f

f(
lim x) = -l = -oo, pelo que a reta de equação x = n é assíntota vertical do gráfico de f
x- n- o+

O gráfico de f não tem outras assíntotas verticais, uma vez que f é contínua em ]-rr, rr[
O gráfico de f não tem assíntotas não verticais, uma vez que o domínio de f é limitado.

X
- senx(l + cosx) + senx cosx - senx
b} f'( )= �--�-----

(1 + cosx)2
--

(1 + cosx)2

f'(x) = ü <> senx = O.

Como x E ] - n, n [ vem que x = O

330
SOLUÇÕES

X - 7[ o 7[
f' n.d. + o - n.d.
f n.d. )' máx. ' n.d. n.d. - não definida
A função f tem um máximo, para x = O, que é /(O) = �
e) O comprimento da base maior do trapézio é a abcissa do ponto P
Tem-se: /(x) = O 1 +cosx <>
cosx = O /\ x E ]-rr, rr [ ""
"" COS X = Ü /\ x E ]-rr, rr[ .. X = - � V X = �
A abcissa do ponto P é, portanto, �
O comprimento da base menor do trapézio é a abcissa do ponto Q. Tem-se:

f (x) = 1-3 .,, l +cosx 1


cosx 3 /\ x E ]-rr, rr[ .,,
<> 1 + cosx = 3 cosx /\ x E ]-rr, rr[ <>

"" 1 = 2 cosx /\ x E ]-rr, rr[ ""


"" cosx = 1-2 /\ x E ] -rr, rr[ x = - !i_3 V x = !i_3
<>

A abcissa do ponto Q é, portanto, � . Vem, então, que:

Área do trapézio =

4.
a) lim /(x) = -oo
X + �-
-
Portanto, a reta de equação x = � é assintota do gráfico de f
Como a função é contínua em [ O, � [ , o seu gráfico não tem mais assintotas verticais.
Uma vez que o domínio da função é limitado, o seu gráfico não tem assintotas não verticais.

b) f'( x) = (Z x - tgx)' = 2 - - 1 - = Z cos zx - 1


cos2x cos2x
f'(x) = O "" 2 cos2x - 1 = 0 .,, cos2x = �

331
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

Como x E [ O, � [, tem-se cosx = IJ, donde x = �


7[ 7[
X o 4 2
f' + + o - n.d.
f mín. / máx. ' n.d. n.d. - não definida

A função é crescente em [O, � ] e decrescente em [ �, � [


A função tem um máximo relativo para x = � e um mínimo relativo para x = O

5.
) -_f�
( x� ( º�)
al) lim _f�
X --+ Ü X
/'(0) = 2

a2) /" ( x) = 1 - 2 sen x f"(x) = O "" senx = �


Tendo em conta que x E J - rr, rr [ , conclui-se que x = � V x = 5 rr
6
Análise do sinal de /"

X -7[ K6 Srr 7[
6
f" + o - o +
f u p.i. n p.i. u

O gráfico de f tem concavidade voltada para cima em [-rr, � ] e em [ 56rr , rr ] e tem concavidade
[
voltada para baixo em �, 5 rr
6 ]
O gráfico de f tem dois pontos de inflexão, de abcissas � e 56rr

b) Atendendo à interpretação geométrica do conceito de derivada de uma função num ponto,


determinar a abcissa do ponto do gráfico de f onde a reta tangente é paralela ao eixo Ox equivale
a determinar o zero da derivada de f

Tem-se: f'(x) = O "" x + 2 cosx = 0

332
SOLUÇÕES

Com recurso às capacidades gráficas da calculadora, podemos obter parte do gráfico de f' e um
valor aproximado do seu zero:
y

f'

- 1 ,03 Q X

Conclusão: x "' -1,03


6.
al) Tem-se que:
lim
( )=
L!_ lim
x + sen Kx lim
(1+ -sen-Kx-=1+0=1
)
X X x ......+oo X
-

x .-.. + oo x--+oo

lim [!(
x - + oo
x) -xJ = lim sen K =seno = O
X-++oo X

Portanto, a reta de equação y = x é assíntota do gráfico de f quando x - +oo


Como o domínio de f é minorado, não existe outra assíntota não vertical.
a2) f'(x) = (x +senK)' =l+ (K)' cosK =1--1LcosK
X X
x2 X X

Como f'(2) = 1 - � cos � = 1 e /(2) = 2 + sen � = 3, uma equação da reta pedida é y = x + 1


a3) Tem-se -1 � senKX � 1, para qualquer x do domínio de f
Como sen KX 2- -1 e x > 1, vem x + sen K > O X

Logo, no intervalo ]1, +oo[, a função f não tem zeros.

333
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

b) Tendo em conta a alínea anterior, basta investigar o número de zeros no intervalo [ !' 1 J
A figura abaixo mostra a parte do gráfico de f para x neste intervalo.

.V� -=
X

Portanto, o número de zeros da função f, no intervalo [ ! +ao[, é quatro.

7.
a) f'(ü)= xlim- 0 f(x)X - f(O) x-..lim0 x + senX x - O
Ü

) = lim (i senx ) =
-

lim x + senx lim ( senx "'- + +


x _,. o X X
X -+ ÜX X
x ---- 0

= 1 lim sen
+
X -+ ÜX
x =1 1=2 +

b) f'(x) =l+cosx f"(x) = -senx


Como xE [ - ;, 32ir ], vem: f"(x) =O "" x=O V x = ir

X ir2 o ir 32ir
f" + o - o +
f V p.i. (\ p.i. V

O gráfico de f tem concavidade voltada para cima em [ - ; O ] e em [ir, 32ir ] e tem concavidade
voltada para baixo em [O, ir]
,

O gráfico de f tem dois pontos de inflexão, de abcissas O e ir

e) f( x) = x + cosx "" x + senx = x + cosx "" senx = cosx


No intervalo [-;, 32ir ] tem-se: senx = cosx "" x = � V x = \ir

8.
a) mr m5
Designemos por e os declives das retas r e respetivamente. s,

Tem-se: = f'(a) = cos(a) e = f'(b) = cos(b)


mr m5

334
SOLUÇÕES

Como a+b=ZK, então b = ZK-a, pelo que


cos ( b) = cos ( 2 K -a) = cos (a)
donde se conclui que mr = m 8 , logo as retas são paralelas.
b) Como a função g é contínua em todo o seu domínio (por ser o quociente de duas funções
contínuas), as únicas retas que poderão, eventualmente, ser assíntotas verticais do gráfico de g são
as retas de equações: x =O, x = e x = 2 K 7C

Vejamos:
x x
• lim
x-o+
g(x)= lim _ f(x) = lim _
x _,. o+ senx_ = 1
x .... o+

pelo que a reta de equação x =O não é assíntota vertical do gráfico de g


lim g(x) = lim _ x x- = 2� =-oo

x - zn- f(x)_ = lim . -


x - 2 7t- senx O
x-2n ..

pelo que a reta de equação x = ZK é assintota vertical do gráfico de g



lim g( x) = lim _
X -· IT- f(xX) = lim _
x - TC
x_ = Q+ = +oo
SellX
X -> 1r-
_'l[_

lim g( x) = lim _x_ = lim _x_ =_ir_= -oo


x - JI+ f(x)
x _,_ n+ senx o -
x - IT+

pelo que a reta de equação x = é assintota verticaldo gráfico de g


7C

O gráfico de g não admite assíntotas não verticais, pois o domínio de g é um conjunto limit ado.
9.
a) A função g é contínua em todo o seu domínio, por ser o quociente de duas funções contínuas.
Portanto, só a reta de equação x =O poderá, eventualmente, ser assintota vertical do gráfico de g.
Tem-se que lim g(x) = lim senx
x-0 X
=1
x-0

Portanto, o gráfico da função g não tem assíntotas verticais.


b) As abcissas pedidas são as soluções da equação f( x) = g( x) que pertencem ao intervalo ] O, 7C]
Ora, f(x) = g(x) "" Zsenx= senx X

Para x pertencente ao intervalo ] o, 7C], tem-se x ofa O. Por isso, tem-se que
Zsenx= senx X "" Zxsenx =senx "" senx(Zx-1)=0 ""
"" senx=O Zx-1=0 "" x=K x=.21
V V

Portanto, as abcissas, pertencentes ao intervalo ] O, ], dos pontos de intersecção dos gráficos das
7C

duas funções são � e 7C


335
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

e) Tem-se que f(x)= k "" 2senx = k "" senx = �


Para que esta equação tenha exatamente uma solução no intervalo [-ir, ir ], � tem de ser igual
a 1 ou a -1. Portanto, k = -2 V k = 2

10.
a) g'( O) = xhm.-. o g(x)x-0
- g(ü) = im 2+ sen(4x)-[2+sen( ü)]
1.
x_,.o
-- �-��--��

x
2+ sen(4x)-
= xhm.-. o -- �� - 2 hm. -
- sen(4x)
�� i1.
m 4sen(4x)
- -4x��
X X -> Ü X x- 0

=4x xlim- 0 sen(4x)


4x - 4x1=4

b) g'(x)=[2 + sen(4x) ]' =4cos(4x)


g'(x) =O "" cos(4x) =ü "" 4x= � + kir, k E l "" x= � + k4ir , k E l
No intervalo ] O, � [• existem duas soluções: � e 3;

X o ir8 38ir ir2


g '
+ o - o +
g !' máx. ' mín. !'

Portanto, no intervalo ]o, � [. tem-se que:


• a função é crescente em ] O, � ] e em [ 38ir, � [
• a função é decrescente em [ � , 3; ]
• a função tem um máximo relativo para x = � e um mínimo relativo para x = 38ir
• g ( �) = 2 + sen( \ir ) = 2 + sen( � ) = 2 + 1 = 3 (máximo )
• g ( 3;) = 2+ sen(1�ir ) = 2 + sen( 32ir ) = 2-1=1 ( mínimo )

336
SOLUÇÕES

11. Tem-se: 2sen(x) cos(x) +2=1 ""' sen(2x)+2=1 ""'


""' sen(Zx) =-1 ""' Z x= 3F +Zkir, k E Z ""' x= 34ir + kir, k E Z
Como x E [O, ir], vem x = 34ir
As coordenadas do ponto de intersecção do gráfico de f com a reta y = 1 são ( 34ir , 1 )

12. lim 3sxenx


im /( x) = x_,.o-
lx_,_o- 2
].
IID
[ -3 X --
X
senx ] = -oo X 1 =
X
-oo
x_,_Q-
Portanto, a reta de equação x = O é assíntota vertical do gráfico de f
Como f é contínua em [-ir, o [ e em ]o, +oo[, o gráfico de f não tem mais assíntotas verticais.
Tem-se x_,.+oo
lim e -4x+l = e-00 =O
lim /( x) = x_,.+co
Portanto, a reta de equação y = O é assíntota horizontal do gráfico de f
Como o domínio de f é minorado, o gráfico de f não tem mais assíntotas.

13.
a) A função f é contínua em [O, ir[, pois neste intervalo é definida pela soma de duas funções
contínuas: uma função constante e uma função que é composta de uma função logarítmica com uma
função afim.
A função f é também contínua em ] ir, 2 ir], pois neste intervalo é definida pela composta de duas
funções contínuas: uma função trigonométrica e uma função afim.
A função f não é contínua no ponto ir, pois x-lim /( x) = -oo
rr

b) Para O :S x < ir: l + ln(ir - x) = ü ""' ln(ir-x)=-1 ""' ir -x=e-1 ""' x=ir - .1e
Para ir :<::; x :<::; Zir: cos(Zx) = ü ""' x= 54ir V x= 74ir
Portanto, os zeros de f são: ir _ .1e ' Sir4 e 7ir4

e) /(a) = cos(2a) = cos2a -sen2a= � - � =- �

337
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

14.
a) f é contínua em JR-, pois é soma de duas funções contínuas: uma função constante e uma função
que é produto de uma função quadrática pela composta de uma função exponencial com uma
função afim.
f é contínua em JR+ , pois é quociente de duas funções contínuas, em que uma é a soma de uma
função afim com uma função trigonométrica e a outra é uma função afim.
f não é contínua no ponto O, pois
lim f(x) = l e lim f(x) = lim ( 1 + senx ) = 2
x - o- x - o+ x - o+ X
b) Para x < O, tem-se:
+
f'( X) = (x2)' ex+l + x2 ( ex +l )' = 2x ex +l xZ ex+l
2x ex+1 + x2 ex +1 = 0 "" ex+1 (2x + x2) = 0 "" x(2 +x) = 0
Concluímos assim que - 2 é o único zero de f' para x < O
X -oo -2 o
f' + o -
f /' máx. '

Portanto, f admite um único máximo no intervalo ]-oo, o[ , que é f(-2) = 1 + ±e


c) Para x > O, tem-se:
f(x) = l "" senx = O "" x = krc, com k E N
r
Existem, portanto, infinitos pontos de intersecção da reta com o gráfico de f
15.
a) h(x) = (e x -1 )' - (senx)' = ex-1 - cosx
A função h é contínua no intervalo [O, � ], pois é diferença de duas funções contínuas.
Tem-se que: h( O)= e-1 -cos O = 1-e 1 "" -0,63
_

Como a função h é contínua no intervalo [O, � ] e como h(O) < O e h ( � ) > O, o teorema de
Bolzano-Cauchy permite concluir que a função h tem, pelo menos, um zero no intervalo [O, � ]

338
SOLUÇÕES

b) Da alínea a) resulta que existe a E [O, �] tal que h(a) = O




Ora, h(a) = O f'(a) - g'(a) = O f'(a) = g'(a)
Tem-se que: f' (a) é o declive da reta tangente ao gráfico de /, no ponto de abcissa a
g' (a) é o declive da reta tangente ao gráfico de g, no ponto de abcissa a
Como f' (a) = g' (a), as duas retas têm o mesmo declive, pelo que são paralelas.
16.
al) Pelo facto de f ser contínua em R.\{O}, só a reta de equação x = O poderá, eventualmente, ser
assintota vertical do gráfico de f
-x
Como lim /( x) = lim e = -1=- = -oo, a reta de equação x = O é assintota do gráfico de f
x - o- x-o- X Ü

'
a2) No intervalo J-oo, O [, tem-se: f' ( x) =
( e-x ) x - e -x
X2

1�
-oo o
+ n.d.
í' n.d. n.d. - não definida

Conclusão: a função f tem máximo no intervalo J -oo, o[, que é /(-1) = - e

-X
a3) No intervalo ] -3, o[, não tem zeros, já que a equação §___
X
_ = O é impossível.


Em [ 0, 3 [ tem-se: f(x) = O sen(2x) - cos x = 0 sen(Zx) = cosx

Em R., tem-se: sen(Zx) = cosx �


sen(Zx) = sen ( � - x) �
� 2x = � - x + 2 kir V 2x = ir - ( � - x) + 2 kir, k E Z �
� 3x = � + 2 k ir V X = � + 2 kir, k E Z �


x = -"- + 2 kir V X = '/rz+ 2 kir, k E l
6 3

No intervalo [O, 3 [, as soluções são: � , � e 5 ir


6

339
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

b) Na figura está a parte do gráfico de f que y


corresponde ao intervalo [-6, 6] do eixo das
abcissas. -3,1
X
Na figura está também a parte da reta de equação
y = x - 4 correspondente ao mesmo intervalo.
Da análise do gráfico, concluímos que as soluções
inteiras da inequação /( x) > x - 4 que
pertencem a [-6, 6] são: -3, -2,-1, 0, 1, 2, 3
e4

17.
f' (x) = (a cos(nx) + b sen(nx))' = (a cos(nx))' + (b sen(nx))' =
= a(nx)' (-sen(nx)) + b(nx)' cos(nx) = - n a sen(nx) + n b cos(nx)
f"(x) = (-n a sen(nx) + n b cos(nx))' = (-na sen(nx))' + (n b cos(nx))' =
= - n a(nx)' cos(nx) + n b (nx)' (-sen(nx)) = - n2a cos(nx) - n2bsen(nx) =
= - n2 (a cos(nx) + b sen(nx)) = - n2 f(x)
Então, vem, Vx E R, /"(x) + n2 f(x) = -n2 f(x) + n2 f(x) = O

18.
a) Tem-se: cosx = MA = 4 pelo que
PA PA
PA =- 4
cosx-
tgx = �� = p� pelo que PM = 4tgx donde FP = 4 - 4tgx
Portanto, o comprimento total da canalização é igual a FP + 2 x PA =
= 4 - 4tgx + 2 x - 4 4senx ª- = 4 + 8 - 4 senx
cosx- = 4 - cosx + - cosx cosx
b) g( o)= 12
Interpretação: quando x = O, a canalização tem a forma _!_, pelo que o seu comprimento
( sendo FM + AB) é 12 km

340
SOLUÇÕES

e)
+ senx( 8 - 4 senx)
g' ( x ) -4 . cosx . cosxcos2x
-4 cos2x + 8 senx -4 sen2x -4( cos2x + sen2 x ) + 8 senx =
cos2x cos2x
X
-4 1 + 8 senx -4 + 8 senx
cos2x cos2x
g' ( x) = O -4 + 8 senx = 0 senx = �
� �

'/[_ 7t
X o 6 4
g' -
o +
g " mín. !'

O valor de x para o qual é mínimo o comprimento total da canalização é, portanto, �


19.
a) O problema reduz-se a encontrar o número de soluções da equação b ( t ) = p ( t ) , para t E [ 0,5 ]
Ora, b( t ) = p ( t ) 10 + e-o,l t sen (rrt ) = 10 - 1,37 e-O,l t sen ( rrt)
� �

� e-0,Hsen ( rrt) = -1,37 e-0·1 tsen ( rrt) �

� 2,37 e-0,1 tsen ( rrt) = 0 sen ( rrt) = O


Ora, sen ( rrt) = O /\ t E [0, 5 ] t E { 0, 1, 2, 3, 4, 5 }


Conclusão: durante os primeiros cinco segundos, as duas bolas estiveram seis vezes à mesma
distância da base do recipiente.

b) Tem-se que:
b ( � ) = 10 + ro,ixo,5 sen ( � ) = 10 + e-o,o5 "' 10,95
( }
()
P l_2 ) = 10 - 1 37 e-O,lxo,5 sen '/[_2 = 10 - 1 37 e-o,o5 8 70
1

,.__, 1

341
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

10,95

h
2,25
8,70
2,5
Pelo teorema de Pitágoras, vem, então, h 2 = 2,252 + 2,52, pelo que h "' 3,4
A distância entre os centros das bolas é de 3,4 cm

20.
a) f'( x) = ( sen(2x) cosx )' = ( sen(2x ))' cosx + sen(2x) . ( cosx )' =
.

= 2 cos(2x)cos( x) + sen(2x)(-senx) = 2 cos(2x)cos( x) - sen(2x )senx


Tem-se f' ( O) = 2. Portanto, o declive da reta é igual a 2
Como /(O) = O, a reta passa na origem do referencial. A equação reduzida é y = 2x
b) A figura ilustra a situação.
y
BC = 1,15 - 0,15 = 1 A
0,77
A altura correspondente é
0,77 - 0,3 = 0,47
A área do triângulo [ABC] é 0,3
l x 0,47 -_ 0 2
2 '

o 0,1 5 1,15 1' X


2

21.
a) f' (x) = (e x cosx)' = (ex)' cosx + ex (cosx)' =
= ex cosx - ex senx = ex ( cosx - senx)
f' (x) = O "" ex (cosx - senx) = O "" cosx - senx = O <> cosx = senx

342
SOLUÇÕES

No intervalo [O, rr[, tem-se que cosx = senx "" x = �


X o K 7[
4
f' + + o -
f mín. !' máx. '

A função f é estritamente crescente no intervalo [ O, � ]


A função f é estritamente decrescente no intervalo [ �, rr [
A função f tem um mínimo relativo, igual a 1, para x = O
A função f tem um máximo relativo, igual a 1 err/4 , para x = �

b) Representa-se ao lado parte do gráfico da função /, bem como


o trapézio [ OABC]
A ordenada do ponto A é /(O), que é igual a e0 cos O = 1
Recorrendo às capacidades gráficas da calculadora, obtém-se
1,29 como valor aproximado da abcissa do ponto B e 1,57
como valor aproximado da abcissa do ponto C X
o

Área do trapézio = AB 2+ OE OA "" l,29 +2 l,57 1 "" 1,4


x x

22. Dado que a reta tangente ao gráfico de f no ponto B é paralela à reta de equação y = Sx, uma
equação que traduz o problema é f' (x) = 8
Tem-se: f'(x) = ( e2, + cosx - 2x2)' = (e2x)' + (cosx)' + (-2x2)' = 2 e2x - senx - 4x
Podemos obter, com recurso à calculadora, o gráfico y
da função f' e a reta de equação y = 8, na
janela de visualização [ O, � ] X [ -1, 40]
A abcissa do ponto B, ponto de intersecção das
duas linhas, arredondada às centésimas, é 0,91 0,91 X

343
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS

23.
a) Comecemos por observar que o ângulo OBA é reto, pois é um ângulo inscrito numa semicircun­
ferência.
Portanto, o triângulo [OAB] é retângulo, sendo [OA] a hipotenusa.
Tem-se ' assim·. sena= AB AB
OA = 2 e cos a = OA = 2
OB OB
Daqui vem: AB = 2 sena e 0B = 2 cosa
Portanto, o perímetro do triângulo [ OAB] é OA + OB + AB =
= 2 + 2 cos a + 2 sena= 2 ( 1 + cosa + sena)

b) f'(a) = [2(1 + cosa + sena)]' = 2(1 + cosa + sena)' =


= 2 ( - sena + cosa) = 2 (cosa - sena)

f' (a) = O "" 2 (cosa - sena) = O "" cosa - sena = O "" cosa = sena
No intervalo ]o, � [ existe apenas um ângulo para o qual o cosseno e o seno são iguais, que é �
Portanto, � é o único zero de f'
Vem:
X o K4 '/[
2
f' + o -
f í' máx. "'

Portanto, o valor de a para o qual o perímetro do triângulo [ OAB] é máximo é �

24. Designando por x a abcissa do ponto A, o declive da reta tangente ao gráfico da função f, no
ponto A, é igual a /'(x)
Trata-se, assim, de encontrar o valor de x tal que f' ( x) = 3
f'(x) = 3 "" (x lnx + sen(2x))' = 3 "" lnx + 1 + 2 cos(2x) = 3

344
SOLUÇÕES

Na figura, estão representados o gráfico da função f' e a reta de equação y = 3, bem como o
ponto de intersecção destas duas linhas. Também se indica a abcissa deste ponto, arredondada às
centésimas.
y

o X

Portanto, a abcissa do ponto A, arredondada às centésimas, é 2,63


25.
senx = lim
lim f(x) senx senx =
a)
x-o - rr x - o rr - 4 sen(5x) - rr = xlim
- o - 4sen(5x)
senx x x
_1
= 4 xlim sen x -1
= 4 xlim _ _ ,,x =
- o sen(Sx) - o sen(Sx)
_ _ ____

Sx x 5x
lim -senx
-O X__
= - 4 5 . sen(Sx) = - _14 _15 _11 = - 20l
_1X _1
X _,,_
x= " X X __

hm _,_
x-0
_

Sx_!_
g"(x) = ( log2 (- � - x))'
( - � -x)' -1 1
b)