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Projecto eléctrico e de ITED

Memoria descritiva e justificativa

PROJECTO ELECTRICO E DE INFRA-ESTRUTURAS DE TELECOMUNICAÇÕES EM


EDIFÍCIOS (ITED) DO EDIFICIO COM PISO 1 E 2

Elaborado por EETENGENHARIA-Nampula

EETENGENHARIA

Cidade de Nampula, Bairro de Muatala

Contactos:+258845861735/Eetengenharia@hotmail.com
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Memoria descritiva e justificativa

Indice

I.Organização do projecto ............................................................................................................. 7


II.Legislação e organização aplicada ao projecto .......................................................................... 7
III.Conceitos importantes .............................................................................................................. 8
PARTE DA INSTALAÇÃO ELÉCTRICA ...................................................................................... 11
V.Ligação à rede e alimentação de energia ................................................................................ 11
VI.Circuitos que compõem a instalação ...................................................................................... 11
VII.Determinação da potência mínima de tomada uso geral e de iluminação.............................. 12
VIII.Potências em função das áreas ............................................................................................ 13
IX.Determinação de número de luminárias por compartimentos ................................................. 15
X.Levantamento de cargas de uso específico ............................................................................. 17
XIII.Escolha do disjuntor de tomadas de uso específico.............................................................. 24
XIV.Secção mínima dos condutores a utilizar ............................................................................. 25
XV.Escolha da aparelhagem de comando e serviço ................................................................... 26
XVI.Escolha do diâmetro do tubo da instalação .......................................................................... 26
XVII.Protecção contra contactos indirectos ................................................................................. 27
XVIII.Determinação da potência do edifício................................................................................. 28
XIX.Quadro Eléctrico .................................................................................................................. 29
PARTE DA INFRA-ESTRUTURAS DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFÍCIOS (ITED) ............ 35
XX.Caracterização do edifício ..................................................................................................... 35
XXI.Escolha de pontos de rede de internet e televisão ............................................................... 35
XXII.Cabos a aplicar para rede de Internet e televisão ............................................................... 37
XXIII.Conectores tipo rj45 ........................................................................................................... 37
XXIV.Conectores de cabo coaxial ............................................................................................... 38
XXV.Tomadas de redes e televisão ............................................................................................ 38
XXVI.Tubos................................................................................................................................. 39
XXVII.Escolha do Switch de rede................................................................................................ 40
XXVIII.Método de instalação do Switch....................................................................................... 40
XXIX.Escolha do LNB e divisor de sinal do sistema de TV ........................................................ 41

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Índice de tabelas
Tabela 1:Potências unitárias para Edifícios Residenciais - (RSIUEE - Art. 435º). ..............13
Tabela 2: Potências de iluminação e tomadas de uso geral em função da área do
compartimento do piso 1 .....................................................................................................14
Tabela 3:Potências de iluminação e tomadas de uso geral em função da área do
compartimento do piso 2 .....................................................................................................14
Tabela 4: Tabela de equivalência varias lâmpadas convencional vs lâmpadas LED ........15
Tabela 5: Tabela de equivalência lâmpada convencional das actuais Leds do piso I ........16
Tabela 6: Tabela de equivalência lâmpada convencional das actuais Leds do piso I ........17
Tabela 7:Potências de TUE para o piso I ............................................................................18
Tabela 8: Potência de TUE para o piso II ...........................................................................18
Tabela 9: Potências de lustres a aplicar .............................................................................19
Tabela 10: Divisão de circuitos do piso I .............................................................................22
Tabela 11: Divisão de circuitos do piso 2 ............................................................................23
Tabela 12:Disjuntores para tomadas de uso específico do piso .........................................25
Tabela 13:Disjuntor para tomadas de uso específico do piso 2 ..........................................25
Tabela 14: Tabela do diâmetro em função da secção do condutor ....................................27
Tabela 15: Redes de cabos a instalar nos edifícios residenciais ........................................35
Tabela 16: Número de pontos de internet e televisão do piso 1 .........................................36
Tabela 17:Número de pontos de internet e televisão do piso 2 ..........................................37
Tabela 18: Número de portas do Switch de rede em função do piso ..................................40
Tabela 19: Número de portas de Switch .............................................................................40
Tabela 20: Tipos de divisor de sinal ....................................................................................41

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Índice de figuras

Figura 1: Lustre similar ou igual a aplicar ...........................................................................19


Figura 2: Modelo similar da arandela a instalar nos muros do edifício ...............................20
Figura 3: Modelo igual ou similar de lâmpada de jardim a aplicar ......................................21
Figura 4: Cabo UTP CAT6 igual ou similar a aplicar ..........................................................37
Figura 5: Cabo coaxial RG6 igual ou similar a aplicar ........................................................37
Figura 6: Conector RJ45 a utilizar ......................................................................................38
Figura 7: Conector para cabo coaxial a utilizar ...................................................................38
Figura 8: Tomadas RJ45+TV e RJ45 apenas, similar a aplicar ..........................................39
Figura 9: Tubo gris a aplicar ...............................................................................................39
Figura 10: Switch de rede de 8 portas igual ou similar a aplicar .........................................40
Figura 11: Switch de rede de 16 portas igual ou similar a aplicar .......................................40
Figura 12: Tipo de bastidor a aplicar ..................................................................................41
Figura 14 : Divisor de sinal 1x4 similar a aplicar .................................................................41
Figura 13: Divisor de sinal 1x8 similar a aplicar ..................................................................41
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Abreviaturas

RSIUEE- Regulamento de Segurança das Instalações de Utilização de Energia Eléctrica;


RSICEE- Regulamento de Segurança das Instalações Colectivas de Edifícios e Entradas;

NP- normas Portuguesas;

EN- normas Europeias;

- Unidade de potência eléctrica aparente;

-Unidade de potência eléctrica activa;

-Unidade de potência eléctrica reactiva;

E.DM.- Electricidade de Moçambique;

B.T- designação de baixa tensão ;

CE-Regulamento do parlamento Europeu e de conselho;

IP66- Designa o índice de protecção a objectos jatos potentes de poeras e jatos potentes
de água;

Is- Corrente de serviço;

In- Corrente nominal;

Iz- Corrente máxima admissível;

TUG-Tomadas de uso geral;

TUE- Tomadas de uso específico;

ITED-Infra-estruturas de Telecomunicações em Edifícios;

ATI-Armário de Telecomunicações Individual;

MATV-Master Antenna Television;

RF-Rádio Frequência;

SMATV-Satellite Master Antenna Television;

TDT-Televisão Digital Terrestre;

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TIC-Tecnologias de Informação e Comunicação. Deriva de ICT (Information and


Communication Technologies);

TT-Tomada de Telecomunicações.

TV-Televisão.

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I. Organização do projecto

Este projecto obedecerá a as seguintes etapas de projecção:

 Instalações eléctricas (IE);


 Infra-estruturas de telecomunicações em edifícios (ITED).

Instalações eléctricas (IE)

Na parte de IE, são apresentados aspectos relativos as tomadas de uso geral, tomadas de
uso específico, Iluminação, caixas de derivação, dispositivos de comando, manobro e
protecção de instalações eléctricas.
Infra-estruturas de telecomunicações em edifícios (ITED)

Nesta parte são apresentados aspectos relativos a infra-estruturas de redes computadores


e sistemas colectivos de televisão digital.

II. Legislação e organização aplicada ao projecto


Este projecto eléctrico e de telecomunicações, segui os regulamentos e normas
portugueses a seguir:

Instalações eléctricas

 Regulamento de Segurança das Instalações de Utilização de Energia Eléctrica


(RSIUEE);
 Regulamento de Segurança das Instalações Colectivas de Edifícios e Entradas
(RSICEE);
Infra-estruturas de telecomunicações em edifícios
 Decreto-Lei nº123/2009, de 21 de Maio;
 Decreto-Lei nº258/2009, de 25 de Setembro.
**Os decretos acima forma extraídos no Manual de ITED 2009.

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III. Conceitos importantes

Instalação eléctrica

Tensão eléctrica

É denotada tensão eléctrica a diferença de potencial eléctrico entre dois pontos ou a


diferença em energia potencial eléctrica por unidade de carga eléctrica entre dois pontos.

Corrente eléctrica

A corrente eléctrica é o fluxo ordenado de partículas portadoras de carga eléctrica ou


deslocamento de cargas dentro de um condutor, quando existe uma diferença de
potencial eléctrico entre as extremidades.

Potência eléctrica

A potência eléctrica é uma grandeza física que mede a quantidade de trabalho realizado
em um determinado período de tempo ou seja é a taxa de variação de energia. Em
instalações eléctricas de corrente alternada existem três tipos de potência eléctrica,
descritas a seguir.

Potência aparente

A potência aparente é o resultado do produto da multiplicação entre a tensão e a corrente


é dada em Volt-Amperes ( ).

Potência activa

A potência activa, que é chamada de potência real é a potência que realmente produz o
trabalho na carga, é dada em Watts ( ).

Potencia reactiva

A potência reactiva é a potência consumida por reactâncias (capacitivas ou indutivas) no


armazenamento de energia, magnética ou eléctrica, dada em volt-amperes-reactivos
( ).

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Instalação eléctrica

De acordo com o Art. 3.° Do regulamento de segurança das instalações de utilização de


energia eléctrica (RSIUEE) define que Instalação eléctrica é a instalação destinada a
permitir aos seus utilizadores a aplicação da energia eléctrica pela sua transformação
noutra forma de energia.
Infra-estruturas de telecomunicações em edifícios
Amplificador

Um amplificador é o dispositivo destinado a elevar o nível do sinal recebido na sua entrada.

Armário de telecomunicações individual (ATI)

Um armário de telecomunicações individual (ATI) é um conjunto de caixa mais dispositivos


(activos e passivos) donde se estabelece a interligação entre a rede colectiva e a rede
Individual de cabos.

Arquitectura de rede

Uma arquitectura de é uma forma de estruturação de uma rede de telecomunicações,


incluindo os vários níveis funcionais, as interfaces e os protocolos utilizados para garantir a
comunicação entre os diversos pontos, e a transferência fiável de informação.

Atenuação

Também designada por perdas por inserção é a quantidade de energia perdida pelo sinal
através da sua propagação no cabo.

Continuidade

Chama-se de continuidade o ensaio para verificação da continuidade eléctrica dos


condutores, os eventuais curto-circuitos ou circuitos abertos, pares trocados ou invertidos.

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Derivador

Dispositivo que permite utilizar uma parte do sinal que circula numa linha de transmissão,
numa ou em várias derivações.

Equipamento activo

Equipamento de telecomunicações que necessita, para o seu funcionamento, de ser


alimentado electricamente.

Sistema de MATV

Sistema colectivo de captação, recepção, equalização, amplificação e distribuição de sinais


em radiofrequência, analógicos ou digitais, de difusão terrestre.

Sistema de SMATV

Sistema colectivo de captação, recepção, equalização, amplificação e distribuição de sinais


em radiofrequência, analógicos ou digitais, de difusão por satélite.

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PARTE DA INSTALAÇÃO ELÉCTRICA

IV. Classificação do local quanto a sua utilização eléctrica

A classificação do local deste projecto quanto à sua utilização eléctrica é considerado de


acordo com o Art° 83° alinea b) e Art 97° do R.S.I.U.E.E., como Locais Residenciais ou
de Uso Profissional. Fazendo assim que o dimensionamento de todos os dispositivos e
parâmetros possam se basear de acordo com o local supracitado.

V. Ligação à rede e alimentação de energia

O edifício será alimentado por sistema trifásico em B.T. (Baixa Tensão), a partir do posto
de transformação mais próximo. A alimentação partirá do quadro de distribuição do PT,
conforme a indicação da concessionária de energia E.DM. Assim para efeitos de
alimentação serão usados cabos do VAV de instalados por via subterrânea.
Após a energia chegar ao edifício está passara por uma portinhola que empregará três
fusíveis cuja amperagem será calculada numa página especifica, que posteriormente
passará a um quadro geral que compreenderá os dispositivos de protecção cuja
amperagem encontra-se dimensionada numa das páginas a seguir, por sua vez na saída
do quadro geral alimenta os respectivos compartimentos do edifício.

A rede de alimentação deve compreender as seguintes características:

 Tensão eléctrica nominal: 220/360V


 Frequência nominal: 50Hz

VI. Circuitos que compõem a instalação

Tratando de uma instalação eléctrica classificada como de locais residenciais ou de uso


profissional, esta compreendera os seguintes circuitos:

 Circuito geral, que alimenta e corta todos os circuitos que contem essa instalação;
 Circuito de força ou de tomadas monofásicas, destinadas aos fins de força motriz;
 Circuito de luz, destinado a iluminação dos espaços;
 Circuito de climatização;
 Circuitos de alimentação da piscina.
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VII. Determinação da potência mínima de tomada uso geral e de iluminação

A determinação da potência de uma instalação de utilização de energia eléctrica consiste


na listagem das potências previstas para os diferentes consumidores e utilizadores dessa
instalação. Como tal constitui um elemento base para o correcto dimensionamento e
definição da concepção dessa mesma instalação, nomeadamente na avaliação do tipo de
alimentação de energia eléctrica (opção entre média ou baixa tensão), no valor da
potência a contratar, no tipo de redes de distribuição a considerar.

Nas instalações de edifícios, quer os destinados a habitação, quer os destinados a


serviços (escritórios, hotéis, hospitais, escolas, estabelecimentos comerciais), são
normalmente desconhecidos o tipo, as características e a potência dos receptores que
estarão ligados aos circuitos de utilização. Também o modo como a instalação será
explorada, poderá ser relativamente desconhecido.
A determinação da potência previsional de uma instalação passa pela definição de rácios
de potência por unidade de área (VA/m²) que são função do tipo de utilização da
instalação. Na tabela a seguir são apresentados, as potências mínimas a considerar no
dimensionamento das instalações de uso residencial ou profissional, que será a base do
dimensionamento dos circuitos.

Assim as cargas de iluminação serão obtidas de acordo com as dimensões


estabelecidas na planta baixa. Entre tanto no Art. 435.° Recomenda que as instalações
de utilização a estabelecer em locais residenciais ou de uso profissional sejam
dimensionadas com base nos valores mínimos seguintes:
 25 VA/ para os circuitos de iluminação e tomadas para uso geral;
Conforme outros parâmetros explicitados pela tabela a seguir:

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Tabela 1:Potências unitárias para Edifícios Residenciais - (RSIUEE - Art. 435º).

VIII. Potências em função das áreas

Como Art. 435.° do RESUEE recomenda que as instalações de utilização a estabelecer


em locais residenciais ou de uso profissional sejam dimensionadas com base nos valores
mínimos seguintes de 25 VA/ para os circuitos de iluminação e tomadas para uso
geral;
O cálculo das potências de iluminação e TUG compreenderá a seguinte formula:

Resultando assim nos valores representados na tabela a seguir.

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PARA O PISO 1

Compartimento Área em Potencia TUG Potencia iluminação


m2 em VA em VA
Piso 1
Quarto 1 22.55 563.75 563.75
Suite 1 20.25 506.25 506.25
WC do Suíte 1 6.3 157.5 157.5
Escada 10.9 272.5 272.5
Circulação 21.61 540.25 540.25
WC da circulação 5.23 130.75 130.75
Sala de Estar 36.22 905.5 905.5
Sala de Jantar 25.8 645 645
Cozinha 28.6 715 715
Despensa 5.78 144.5 144.5
C.Despensa 5.775 144.375 144.375
Varanda Traseira 21.39 534.75 534.75
Zona exterior
WC 9.1 227.5 227.5
C.Exterior 1 12.25 306.25 306.25
C.Exterior 2 27 682.875 682.875
Tabela 2: Potências de iluminação e tomadas de uso geral em função da área do
compartimento do piso 1
PARA O PISO 2

Compartimento Área em Potencia TUG Potencia iluminação


m2 em VA em VA
Piso 2
Quarto 1 25.075 626.875 626.875
Circulação 45.725 1143.125 1143.125
Closet 13.0625 326.5625 326.5625
WC do closet 13.0625 326.5625 326.5625
WC geral 5.5 137.5 137.5
Varanda 23.375 584.375 584.375
Quarto 2 26.125 653.125 653.125
Quarto suite 34.815 870.375 870.375
master
Varanda do suite 12.66 316.5 316.5
master
Tabela 3:Potências de iluminação e tomadas de uso geral em função da área do
compartimento do piso 2

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IX. Determinação de número de luminárias por compartimentos

Com as transformações das técnicas de iluminação, a luminotecnia passou por várias


transformações. Sendo assim os tipos de lâmpadas utilizadas em locais residências e de
uso profissional também sofreram essas alterações, na qual se passou das lâmpadas
incandescentes ou fluorescentes para as lâmpadas LED. Neste contexto torna-se
necessário fazer uma equivalência entre as potências das lâmpadas fluorescentes ou
incandescentes para as lâmpadas LEDs que estão sendo utilizadas actualmente. Assim
para este projecto se utilizará a tabela de equivalência a seguir:

Tabela 4: Tabela de equivalência varias lâmpadas convencional vs lâmpadas LED

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Assim o número de luminárias e as respectivas potências, tendo em conta o tipo de


lâmpadas LED são apresentadas na tabela a seguir.

PARA O PISO 1

Compartimento Área em Potencia Potencia Número Potencia


m2 Iluminação em lâmpada de lâmpada
Led em
W convencional lâmpadas W
em W
Piso 1
Quarto 1 22.55 563.75 140 4 18
Suite 1 20.25 506.25 100 6 12
WC do Suíte 1 6.3 157.5 150 1 20
Escada 10.9 272.5 100 3 12
Circulação 21.61 540.25 100 6 12
WC da 5.23 130.75 140 1 18
circulação
Sala de Estar 36.22 905.5 150 6 20
Sala de Jantar 25.8 645 150 4 20
Cozinha 28.6 715 140 6 18
Despensa 5.78 144.5 150 1 20
C.Despensa 5.775 144.375 150 1 20
Varanda 21.39 534.75 100 6 12
Traseira
Zona exterior
WC 9.1 227.5 100 2 12
C.Exterior 1 12.25 306.25 100 4 12
C.Exterior 2 27 682.875 140 6 18
Tabela 5: Tabela de equivalência lâmpada convencional das actuais Leds do piso I

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PARA O PISO 2

Compartimento Área Potencia Potencia Número Potencia


em m2 Iluminação lâmpada de lâmpada
Led em
em W convencional lâmpadas W
em W
Piso 2
Quarto 1 25.075 626.875 100 6 12
Circulação 45.725 1143.125 140 8 18
Closet 13.0625 326.5625 150 2 20
WC do closet 13.0625 326.5625 150 2 20
WC geral 5.5 137.5 140 1 18
Varanda 23.375 584.375 140 4 18
Quarto 2 26.125 653.125 150 4 20
Quarto suite 34.815 870.375 150 6 20
master
Varanda do suite 12.66 316.5 100 3 12
master
Tabela 6: Tabela de equivalência lâmpada convencional das actuais Leds do piso I

X. Levantamento de cargas de uso específico

Não existe regulamento específico para o levantamento das potências dos aparelhos do
uso específico, assim será efectuado de acordo com as estimativas das potências dos
equipamentos de uso específico que serão instalados, isto quer dizer os aparelhos que o
proprietário necessitará para o pleno funcionamento do seu estabelecimento, tabela a
seguir.

Compartimento Área em Potencia Potencia Numero Nome do


m2 TUE em TUE em Equipamento equipamento
BTU W s de TUE
Piso 1
Quarto 1 22.55 15000 1800 1 Ar condicionado
Suite 1 20.25 15000 1800 1 Ar condicionado
WC do Suíte 1 6.3 1500 1 Aquecedor de água por
acumulação até 80 L
Circulação 21.61 15000 1800 1
WC da 5.23 1500 1 Aquecedor de água por
acumulação até 80 L
circulação
Sala de Estar 36.22 26000 2850 1 Ar condicionado
Sala de Jantar 25.8 18000 2600 1 Ar condicionado

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Cozinha 28.6 18000 2600 1 Ar condicionado


6000 1 Fogão eléctrico de 4
bocas
Zona exterior
WC 9.1 1500 1 Aquecedor de água por
acumulação até 80 L
C.Exterior 1 12.2 9000 1100 1 Ar condicionado
5
C.Exterior 2 27 18000 2600 1 Ar condicionado
Cargas da piscina - - 5000 - Bomba, aquecedor de
água, etc
Potência parcial 32650
de TUE em W
Factor de 0.75
simultaneidade
KS
Potencia total de 24487.5
TUE em W
Tabela 7:Potências de TUE para o piso I

PARA O PISO II

Compartimento Área em Potencia Potencia Numero Nome do


m2 TUE em TUE em W Equipamentos equipamento
BTU de TUE
Piso 2
Quarto 1 25.075 18000 2600 1 Ar condicionado
Closet 13.0625 1100 1 Ar condicionado
9000
WC do closet 13.0625 - 1500 1 Aquecedor de
água por
acumulação até
80 L
WC geral 5.5 - 1500 1 Aquecedor de
água por
acumulação até
80 L
Quarto 2 26.125 18000 2600 1 Ar condicionado
Quarto suite master 34.815 21000 2800 1 Ar condicionado
Potência parcial de 12100
TUE em W
Factor de 0.75
simultaneidade KS
Potencia total de TUE 9075
em W
Tabela 8: Potência de TUE para o piso II

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** Os dados nas duas tabelas acima foram extraídos em tabelas de potências de


equipamentos eléctricos.

XI. Iluminação especial interior

De modo a permitir um bom ambiente de iluminação e beleza do estabelecimento, são


utilizados lustres que é um candeeiro suspenso com mais de um foco luminoso, com velas
ou lâmpadas. Nesse caso para este estabelecimento são previstos os lustres nos
seguintes compartimentos em função da potência do das lâmpadas dos cadeeiros:

Compartimento Área em Potência máxima do


m2 lustre em W Modelo do
lustre
Sala de Estar 36.22 200 A escolha do
proprietário
Sala de Jantar 25.8 200 A escolha do
proprietário
Potência total 400
dos lustres em
W
Tabela 9: Potências de lustres a aplicar

** O tipo de lustre a aplicar dependerá do proprietário da residência desde que obedeça a


potência prevista.

Figura 1: Lustre similar ou igual a aplicar

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XII. A Iluminação exterior do estabelecimento

De acordo com o Regulamento (CE) 245/2009 “iluminação da via publica significa uma
instalação fixa de iluminação destinada a permitir que os utilizadores de zonas de
circulação pública exteriores possam usufruir de uma boa visibilidade durante as horas
de escuridão em prol da segurança e do fluxo de trafego e da segurança privada. Assim
para este edifício a iluminação exterior consistirá dos seguintes pontos:

 Iluminação do muro;
 Iluminação do jardim.

Iluminação do muro e local exterior

Para a iluminação do muro serão aplicados 12 lâmpadas de baixo consumo de 50W


instalados em modelos apropriados (arandelas ) nas paredes dos muros como ilustra a
figura abaixo, bem como lâmpadas para as paredes do local exterior do edifício.

Figura 2: Modelo similar da arandela a instalar nos muros do edifício

Iluminação do jardim

Para iluminação do jardim serão utilizados 28 lâmpadas de jardins de 60W de acordo com
modelo existente no mercado comercial.

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Figura 3: Modelo igual ou similar de lâmpada de jardim a aplicar

Divisão de circuitos

A concepção das instalações de utilização deverão ser concebidas de forma a permitir


desempenhar, com eficiência e em boas condições de segurança, os fins a que se
destinam, por isso torna-se necessário, a divisão de circuitos para permitir a
superactividades dos circuitos de modo que uma falha num circuito não afecte outro
circuito.

O art. 417.° do R.S.I.U.E.E apresenta as seguintes recomendações para realização de


divisão de circuitos:

a) Considerar, para alimentação de aparelhos de iluminação, pelo menos, dois


circuitos distintos;
b) Considerar, para alimentação de tomadas de corrente, circuitos distintos dos
destinados a aparelhos de iluminação;
c) Considerar circuitos distintos para alimentação de aparelhos de utilização de
potência elevada e de aparelhos de características especiais de funcionamento por
exemplo, aparelhos de soldadura).

Dai que a divisão de circuitos descrita na tabela a seguir obedeceu rigorosamente o


estipulado pelo R.S.I.U.E.E.

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PARA O PISO I

Compartimento Área Potência de Potência de Corrent Corrente Corrente Corrente


m2 iluminação em TUG e de de TUG do do
W iluminaç em A disjuntor Disjunto
ão em A de r de TUG
iluminaç em A
ão em A

Piso 1
Quarto 1 22.5
5
Suite 1 20.2 164 1227.5 0.7454 5.57 10 16
5
WC do Suíte 1 6.3
Escada 10.9
Circulação 21.6
1 671
WC da circulação 5.23 126 0.5727 3.05 10 16
Sala de Estar 36.2
2
Sala de Jantar 25. 8 1550.5
Iluminação especial 600 2.7272 7.0477 10 16
interior
Cozinha 28.6
Despensa 5.78
C.Despensa 5.77
5
Varanda Traseira 21.3 220 1538.625 1 6.9937 10 16
9
Zona exterior
WC 9.1
C.Exterior 1 12.2
5 180 1216.625 0.8181 5.5301 10 16
C.Exterior 2 27 1

Iluminação do muro 1680 2.7272 10


Iluminação do 120 0.5454 10
jardim
Potencia total de 3090
iluminação em W
Potência total de 6204.25
TUG em W
Tabela 10: Divisão de circuitos do piso I
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PARA O PISO 2

Compartimento Área Potência Potência de Corrente Corrente Corrente Corrente


m2 de TUG em W de de TUG do do
iluminação em A disjuntor Disjuntor
Iluminação em A de de TUG
em W iluminação em A
em A

Piso 2
Quarto 1 25.075
Circulação 45.725 216 1770 0.98 8.04 10 16
Closet 13.0625
WC do closet 13.0625 98 790.625 0.44 3.59 10 16
WC geral 5.5
Varanda 23.375
Quarto 2 26.125 152 1237.5 0.69 5.625 10 16
Quarto suite 34.815 10 16
master 156 1186.875 0.709 5.39
Varanda do 12.66
suite master
Potencia total 622
de iluminação
em W
Potência total 4985
de TUG em W
Tabela 11: Divisão de circuitos do piso 2

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XIII. Escolha do disjuntor de tomadas de uso específico

Os dispositivos de protecção de tomadas de uso específicos serão escolhidos de acordo


com acorrente que atravessa o circuito, como ilustra a tabela a seguir.

PARA O PISO 1

Compartimento Área m2 Potencia Tensã Corrente Corrente Nome do


TUE em W o de do do equipamento
opera circuito disjuntor
ção em A em A
em V
Piso 1
Quarto 1 22.5 1800 220 8.81 20 Ar condicionado
5
Suite 1 20.2 1800 220 8.81 20 Ar condicionado
5
WC do Suíte 1 6.3 1500 220 6.81 20 Aquecedor de água
por acumulação até
80 L
Circulação 21.6 1800 220 8.81 20 Ar condicionado
1
WC da circulação 5.23 1500 220 6.81 20 Aquecedor de água
por acumulação até
80 L
Sala de Estar 36.2 2850 220 12.95 20 Ar condicionado
2
Sala de Jantar 25.8 2600 220 11.81 20 Ar condicionado
Cozinha 28.6 2600 220 11.81 20 Ar condicionado
6000 220 27.27 32 Fogão eléctrico
de 4 bocas
Zona exterior
WC 9.1 1500 220 6.81 16 Aquecedor de água
por acumulação até
80 L
C.Exterior 1 12.2 1100 220 5 16 Ar condicionado
5
C.Exterior 2 27 2600 220 11.81 16 Ar condicionado
Cargas da piscina - 5000 380 12.15 32 Bomba,
aquecedor de
água, etc
Potência parcial 32650
de TUE em W
Factor de 0.75
simultaneidade
KS

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Potencia total de 24487.5


TUE em W
Tabela 12:Disjuntores para tomadas de uso específico do piso
PARA O PISO 2

Compartimento Área m2 Potencia Corrente Corrente do Nome do


TUE em W do disjuntor equipamento
circuito em A
em A
Piso 2
Quarto 1 25.075 2600 11.81 20 Ar condicionado
Closet 13.0625 1100 5 20 Ar condicionado
WC do closet 13.0625 1500 6.8181 20 Aquecedor de água
por acumulação até
80 L
WC geral 5.5 1500 6.8181 20 Aquecedor de água
por acumulação até
80 L
Quarto 2 26.125 2600 11.81 20 Ar condicionado
Quarto suite master 34.815 2800 12.72 20 Ar condicionado
Potência parcial de 12100
TUE em W
Factor de 0.75
simultaneidade KS
Potencia total de TUE 9075
em W
Tabela 13:Disjuntor para tomadas de uso específico do piso 2

**Como a tabela não apresenta a coluna de tensão de operação são considerados que
todos equipamentos funcionam a 220V de TUE nesse piso.

XIV. Secção mínima dos condutores a utilizar

O artigo 426 do R.S.I.U.E.E diz que nas canalizações não poderão ser empregados
condutores com secções nominais inferiores às seguintes:
a) Em circuitos de tomadas, força motriz ou climatização: 2,5 ;
b) Em circuitos de iluminação ou outros usos: 1,5 .
Por esse facto que o executor da instalação que utilizará este projecto deve ter conta os
aspectos acima citados.

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XV. Escolha da aparelhagem de comando e serviço

Toda a aparelhagem de comando e serviço terá corpo e espelho em material plástico


isolante, e as tomadas serão necessariamente, fixadas as caixas por parafusos. Assim
toda a aparelhagem de comando e tomadas terá os seguintes calibres mínimos:
 Comando 10 A, 231 V, 50 Hz;
 Tomadas 16/32 A, 231/400 V, com terminal de terra.
Em todas as zonas consideradas húmidas e/ou molhadas, a aparelhagem será estanque,
do tipo 1P55 ou similar.
XVI. Escolha do diâmetro do tubo da instalação
De acordo com Art. 207.° do RSIUEE os tubos deverão ter diâmetro ou dimensões da
secção recta tais que permitam o fácil enfiamento e desenfiamento dos condutores
isolados ou cabos. Assim os condutores que serão empregados no tubo Gris que
actualmente é empregado nas instalações eléctricas devem obedecer as regras
estipuladas pela tabela a seguir.

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Tabela 14: Tabela do diâmetro em função da secção do condutor


XVII. Protecção contra contactos indirectos
A protecção de pessoas contra contactos indirectos deve assegurada pela ligação à terra
de todas as massas metálicas normalmente sem tensão.
A ligação das massas à terra será efectuada pelo condutor de protecção incluído em
todas as canalizações e ligado ao circuito geral de terras através do quadro, os
condutores de protecção serão de cor verde/amarelo, do tipo dos condutores activos e de
secção igual à dos condutores de neutro.
Os eléctrodos deverão, em regra, ficar enterrados verticalmente no solo, a uma
profundidade tal que, entre a superfície do solo e a parte superior do eléctrodo, haja uma
distância mínima de 0,80 m.
Para os valores de resistência de contacto, deverão ser tidos em conta os valores
indicados no RSIUEE. Assim caberá técnico instalador realizar a medição do valor da

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resistência de terra, ajustando o número de eléctrodos necessários, de modo a que se


obtenha uma resistência de terra adequada, inferior a 20Ω.
XVIII. Determinação da potência do edifício

A determinação de potencia total da instalação resulta na soma da potencia de todos


equipamentos e dispositivos que compõem a instalação, matematicamente representado
por:

Antes deve-se determinar a potência total do piso 2 para calcular o disjuntor que
compreenderá esse edifício bem como a sua secção transversal do condutor de
alimentação do edifício.

Potência do piso 2

( )

Assim pode-se determinar a corrente de serviço para determinar a corrente nominal do


disjuntor de protecção.

Assim a corrente nominal do disjuntor de protecção para o piso 2 será de 40A.


A secção do condutor para alimentar este edifício deve ser feita a cabo de entrada VAV
de . Que apresenta uma corrente máxima admissível de 80A, conforme a
tabela, para satisfazer a condição abaixo.

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Determinação da potência total

( )

Assim pode-se determinar a corrente de serviço para determinar a corrente nominal do


disjuntor de protecção.

Assim a corrente nominal do disjuntor de geral do edifício será de 100A.


A secção do condutor para alimentar este edifício deve ser feita a cabo de entrada VAV
de . Que apresenta uma corrente máxima admissível de 132A, conforme a
tabela, para satisfazer a condição abaixo.

XIX. Quadro Eléctrico

De acordo com o artigo Art. 48.° do Regulamento de Segurança das Instalações de


Utilização de Energia Eléctrica (RSIUEE) quadro eléctrico – é o conjunto de aparelhos,
convenientemente agrupados, incluindo as suas ligações, estruturas de suporte ou
invólucro, destinado a proteger, comandar ou controlar instalações eléctricas.

O dimensionamento deste será de acordo com as cargas de forca motriz instaladas bem
como as de iluminação e tomada de uso geral, deste facto também serão colocados os
disjuntores de acordo com o código de cada compartimento, como ilustra a
representação do quadro.

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Assim o quadro terá uma porta que permite o acesso aos aparelhos, para efeito de
manobra, manutenção e execução de ligações e regulação de aparelhos neles
instalados.

Os barramentos e condutores deverão ser identificados com as cores de (castanho/preto)


para as fases, azul para o neutro e (verde /amarelo) para o barramento de terra. A
aparelhagem montada nos quadros, serão devidamente identificada por meio de etiquetas
que permitam conhecer as funções a que se destinam, ou os circuitos a que pertencem.

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QUADRO Geral do PISO 1

Legenda

F1-Portinhola do edifício contendo fusíveis de 140A cada;


DDR. Disjuntor Diferencial Geral de Trifásico de 100A;
A. Disjuntor de iluminação do Quarto 1, Suite 1 e WC do Suíte 1de 10A;
B. Disjuntor de iluminação da Escada, Circulação e do WC da circulação de 10A;
C. Disjuntor de Iluminação da Sala de Estar, Sala de Jantar e Iluminação especial interior de
10A;
D. Disjuntor de Iluminação Cozinha, Despensa, C.Despensa e Varanda Traseira de10A;
E. Disjuntor de Iluminação do muro de 10A;
F. Disjuntor de Iluminação do jardim de 10A;
G. Disjuntor de TUG do Quarto 1, Suite 1 e WC do Suíte 1de 16A;
H. Disjuntor de TUG da Circulação e do WC da circulação de 16A;
I. Disjuntor de TUG Sala de Estar, Sala de Jantar de 16A;
J. Disjuntor TUG da Cozinha, Despensa, C.Despensa e Varanda Traseira de 16A;
K. Disjuntor para protecção do edifício exterior de 25A;
L. Disjuntor de ar condicionado do quarto1 de 20A;

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M. Disjuntor de ar condicionado do Suite1 de 20A;


N. Disjuntor do aquecedor de água por acumulação do Wc do Suite de 20A;
O. Disjuntor de ar condicionado da circulação de 20A;
P. Disjuntor do aquecedor de água por acumulação da circulação de 20A;
Q. Disjuntor de ar condicionado da sala de estar de 20A;
R. Disjuntor de ar condicionado da sala de jantar de 20A;
S. Disjuntor trifásico das TUE da cozinha fogão eléctrico, ar condicionado de 32A;
T. Disjuntor trifásico das cargas da piscina de 32A;
U. Disjuntor trifásico de alimentação do piso 2 de 40A.

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Quadro electrico do edifico exterior

Legenda

DDR. Disjuntor Diferencial do edifício exterior 20A;


A. Disjuntor de iluminação do WC, C.Exterior 1 e C.Exterior 2 de 10A;
B. Disjuntor de TUG do WC, C.Exterior 1 e C.Exterior 2 de 16A;
C. Disjuntor do aquecedor de água por acumulação do Wc de 16A;
D. Disjuntor de Ar condicionado do C.Exterior 1 de 16A;
E. Disjuntor de Ar condicionado do C.Exterior 2;
F. Disjuntor de reserva do edifício exterior de 16A.

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QUADRO ELECTRICO DO PISO 2

Legenda
DDR. Disjuntor Diferencial Geral de Trifásico de 32A;
A. Disjuntor de iluminação do Quarto 1 e Circulação de 10A;
B. Disjuntor de iluminação do Closet, WC do closet e WC geral de10A;
C. Disjuntor de iluminação da Varanda e Quarto 2 de 10A;
D. Disjuntor de iluminação do Quarto suite master e da Varanda do suite master de 10A;
E. Disjuntor de TUG do Quarto 1 e Circulação de 16A;
F. Disjuntor de TUG do Closet, WC do closet e WC geral de16A;
G. Disjuntor de TUG da Varanda e Quarto 2 de 16A;
H. Disjuntor de TUG do Quarto suite master e da Varanda do suite master de 16A;
I. Disjuntor de ar condicionado do Quarto 1 de 20A;
J. Disjuntor de ar condicionado do Closet de 20A;
K. Disjuntor do aquecedor de água por acumulação do Wc do Closet de 20A;
L. Disjuntor do aquecedor de água por acumulação do Wc geral de 20A;
M. Disjuntor de ar condicionado do Quarto 2 de 20A;
N. Disjuntor de ar condicionado do Quarto suite master de 20A;

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PARTE DA INFRA-ESTRUTURAS DE TELECOMUNICAÇÕES EM EDIFÍCIOS (ITED)

XX. Caracterização do edifício

Tanto a R.S.I.U.E.E no seu artigo Art° 83° alinea b) e Art 97°, tanto o manual de ITED 2ª
edição seu ponto 2.4.1 , classificam os edifícios de várias maneiras nesse caso como
edifícios residências.
No caso do manual de ITED 2ª edição seu ponto 2.4.1, faz menção que edifícios
residências são “edifícios destinados à habitação unifamiliar ou multifamiliar, incluindo os
espaços comuns de acessos, e as áreas não residenciais reservadas ao uso exclusivo dos
residentes”, sendo o a escolha e a projecção dos sistemas de telecomunicação (dados e
voz) se baseará utilizando este tipo de edifício.

XXI. Escolha de pontos de rede de internet e televisão

O manual de ITED 2ª edição no seu capítulo 6 faz menção que as redes de cabos e de
tubagens a instalar, obrigatoriamente, como mínimo, nos edifícios residenciais, são as
constantes das tabelas seguintes.

Tabela 15: Redes de cabos a instalar nos edifícios residenciais


O mesmo capítulo faz menção, nas salas, quartos e cozinha, é obrigatória a instalação de
tomadas RJ45+TV e 1 tomada RJ45.
Nas casas de banho, halls, arrecadações, divisões para máquinas de lavar,
parqueamentos, ou similares, não é obrigatório a instalação de tomadas de
telecomunicações.

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Sendo assim a escolha dos pontos de tomadas RJ45 e TV abaixo representados


obedeceram as regras acima descritas.

PARA O PISO 1
Compartimento Área em m2 Nº: Pontos de Nº Pontos de
tomadas RJ45 tomadas de TV
Piso 1
Quarto 1 22.55 2 1
Suite 1 20.25 2 1
WC do Suíte 1 6.3 2 1
Escada 10.9
Circulação 21.61
WC da circulação 5.23
Sala de Estar 36.22 2 1
Sala de Jantar 25.8 2 1
Cozinha 28.6 2 1
Despensa 5.78
Despensa 5.775
Varanda Traseira 21.39 1
Zona exterior
WC 9.1
C.Exterior 1 12.25 1
C.Exterior 2 27
Tabela 16: Número de pontos de internet e televisão do piso 1

PARA O PISO 2
Compartimento Área em Nº: Pontos de Nº Pontos de tomadas
m2 tomadas RJ45 de TV
Piso 2
Quarto 1 25.075 2 1
Circulação 45.725
Closet 13.0625 1 1
WC do closet 13.0625
WC geral 5.5
Varanda 23.375 1
Quarto 2 26.125 2 1
Quarto suite 34.815 2 1
master
Varanda do suite 12.66 1
master
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Tabela 17:Número de pontos de internet e televisão do piso 2

XXII. Cabos a aplicar para rede de Internet e televisão


Nas ITED serão admitidos apenas cabos de Categoria 6 e 7, ou superior, cumprindo a
Normalização Europeia aplicável a este tipo de materiais.
As características Eléctricas e Mecânicas são assinaladas na tabela seguinte, consoante
sejam compostos por:
 Um único fio no condutor central – Cabo Sólido;
 Vários fios no condutor central – Cabo Flexível.
Sendo assim para cabo de internet devera ser utilizado o cabo UTP CAT6 e para televisão
cabo coaxial, pois nas ITED segundo manual de ITED 2ª edição Considera que os cabos
coaxiais a utilizar nas ITED deverão ser, no mínimo, da categoria TCD-C-H.

Figura 5: Cabo coaxial RG6 igual ou Figura 4: Cabo UTP CAT6 igual ou similar
similar a aplicar a aplicar

XXIII. Conectores tipo rj45


O manual de ITED 2ª edição faz menção que pontos extremos de um canal que
possibilitam a flexibilização da ligação são conectores do tipo rj45, na qual, a sua categoria
deverá ser a mesma, ou superior, à dos restantes elementos do canal. Deverão possuir um
ponto de ligação para malha de blindagem e/ou fio de massa, caso o cabo a utilizar no
canal o possua. Assim para esta moradia o switch de rede deverá ser conectado utilizando o
conector rj45 representado abaixo.

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Figura 6: Conector RJ45 a utilizar

XXIV. Conectores de cabo coaxial


Um conector para cabo coaxial é um dispositivo utilizado para fazer a terminação do cabo
coaxial com o ponto a conectar, nesse caso para conectar no divisor de sinal ou LNB,
figura abaixo.

Figura 7: Conector para cabo coaxial a utilizar

XXV. Tomadas de redes e televisão

Para conexão dos decoder, bem como dos aparelhos informáticos em cada
compartimento devem ser previstos pontos de tomadas de rede e tv de acordo com as
tabelas de números de pontos de internet e televisão do piso 1 e 2.

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Figura 8: Tomadas RJ45+TV e RJ45 apenas, similar a aplicar

XXVI. Tubos
Os tubos classificam-se recorrendo a uma sequência numérica de 12 dígitos conforme
diagrama, tal como especificado na EN50086. A classificação para referenciar o tubo, e
devem constar da respectiva marcação, juntamente com a referência do fabricante. Os
tubos susceptíveis de aplicação nas ITED têm a seguintes características:
 Material isolante rígido, com paredes interiores lisas;
 Material isolante maleável, com paredes interiores lisas ou enrugadas;
 Metálico rígido, com paredes interiores lisas e paredes exteriores lisas ou
corrugadas;
 Material isolante flexível ou maleável, tipo anelado, com paredes interiores
enrugadas;
 Material isolante flexível, com paredes interiores lisas.

Por isso para empregar o cabo coaxial e o cabo UTP se empregará o tubo Gris de
secção que dependerá da quantidade do grupo.

Figura 9: Tubo gris a aplicar

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XXVII. Escolha do Switch de rede

Um Switch de rede é um equipamento de rede que permite interconectar dispositivos em


um rede de computadores, usando comutação de pacotes para receber, processar e
encaminhar dados aos dissectivos de destino. Assim sendo para este projecto se utilizar
dois switch de redes.

Edifício Nº de portas do Switc


Piso 1 16
Piso 2 8
Tabela 18: Número de portas do Switch de rede em função do piso

** A marca dos switchs de redes dependerá, do cliente bem como do executor do


projecto desde que obedeça a quantidade de portas estipuladas na tabela acima.

Figura 11: Switch de rede de 16 portas igual ou Figura 10: Switch de rede de 8 portas
similar a aplicar igual ou similar a aplicar

XXVIII. Método de instalação do Switch

A instalacao dos Switchs de rede devem ser feitas atraves de bastidores em que as
dimensões deverão ser definidas em função da dimensão, características e objectivos
pretendidos para as instalações, nesse caso por bastidores de pequena dimensão como
ilustra a figura a seguir.

Edifício Nº de portas do Switch


Piso 1 16
Piso 2 8
Tabela 19: Número de portas de Switch

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Figura 12: Tipo de bastidor a aplicar

XXIX. Escolha do LNB e divisor de sinal do sistema de TV

Um LNB é um dispositivo usado para recepção de sinais de satélites emitidos na faixa de


frequência de microondas do espectro das ondas electromagnéticas geralmente em duas
bandas banda C e banda Ku. Na qual para este projecto deve-se utilizar o LNB tipo
unicable de modo que uma antena espalhe sinal para vários decoders. Para tal deve-se
aplicar um divisor de sinal de acordo com a tabela a abaixo.

Edifício Tipo de divisor de sinal


Piso 1 1x8
Piso 2 1x4
Tabela 20: Tipos de divisor de sinal

Figura 14: Divisor de sinal 1x8 Figura 13 : Divisor de sinal 1x4 similar a aplicar
similar a aplicar

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Projecto eléctrico e de ITED
Memória descritiva e justificativa

** Devem ser instaladas duas antenas para cada piso, tendo em conta que o tipo de LNB
é unicable.

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