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SISTEMA DE

ABASTECIMENTO DE ÁGUA

SGA NA UFRGS - 29/11/2011


Sinergia

QUANTOS QUADRADOS VOCE RECONHECE?


30 SEGUNDOS
METODOLOGIA PARA PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO DE AÇÕES

O QUE FAZER (WHAT)? ONDE


FAZER (WHERE) ?
QUANDO FAZER (WHEN)?
OFICINA DE PROJETOS E
POR QUE FAZER (WHY)?
O SABER FAZER
QUEM É O RESPONSÁVEL
(WHO)?
PLANO DE AÇÃO – 5W2H
COMO FAZER (HOW)?
QUANTO CUSTA (HOW MUCH)?

SE TEMOS UM SENTIMENTO COMUM A PARTIR


DAS RESPOSTAS, PORQUE NÃO FAZEMOS?
FALTA UMA LIDERANÇA? DELEGAMOS PARA
OUTRO FAZER?
GESTÃO É UM PROBLEMA LOCAL E GLOBAL
aplicada aos sistemas de abastecimento e saneamento básico

BARRAGEM MÃE-D´ÁGUA ,
AMAZÔNIA & GELEIRAS
TERRITÓRIOS
TRANSFRONTEIRIÇOS
Aponte três principais causas da
escassez da água
O QUADRO DAS ÁGUAS
LOCALIZAÇÃO VOLUME % RENOVAÇÃO
(1.000 KM3)
Oceanos 1.464.000 97,6 37.000 anos

Massas Polares 31.290 2,086 16.000 anos

Rochas 4.371 0,291 300 anos


Sedimentares
Lagos 255 0,017 1 a 1000 solo e susbsolo
67 0,004 280 dias
Atmosfera 15 0,001 9 dias

Rios 1,5 0,0001 6 a 20 dias


Disponibilidade de água (mm/a)

Centro de Investigação de Sistemas Ambientais


Universidade de Kassel

0 1 5 10 25 50 100 200 400 1000


Extração de água (mm/a)

Centro de Investigação de Sistemas Ambientais


Universidade de Kassel

0 1 5 10 25 50 100 200 400 1000


Stress hídrico (extração/disponibilidade)

Indicador de Falkenmark =
Stress hídrico = extração / disponibilidade < 0.40 disponibilidade per capita
<1000 m3/ano =
Baixo stress Stress moderado Stress elevado escassez crônica
<1700 m3/ano de
0 0,2 0,4 Centro de Investigaçãorecursos renovados
de Sistemas Ambientais
anualmente
Universidade=destress
Kassel
hídrico
Classificação da Disponibilidade Hídrica (m3 per
capita/ano) segundo o UNEP / ONU
Maior que 20.000 Muito alta

10.000 – 20.000 Alta

5.000 – 10.000 Média

2.000 – 5.000 Baixa

1.000 – 2.000 Muito Baixa

Menor que 1.000 Catastroficamente baixa

Brasil....................................35.000 m3 / hab.ano
Pernambuco..........................2.468 m3 / hab.ano
Bacia do Piracicaba.................408 m3 / hab.ano
Bacia do Alto Tietê (RMSP).....201 m3 / hab.ano
A Cúpula da Terra ou Rio-92 (Conferência das Nações Unidas para o
Meio Ambiente e Desenvolvimento), apresentou um capítulo
específico sobre a sustentabilidade hídrica das populações.

Trata-se do Capítulo 18 da Agenda 21, intitulado: “PROTEÇÃO DA


QUALIDADE E DO ABASTECIMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS;
APLICAÇÃO DE ABORDAGENS INTEGRADAS PARA O
DESENVOLVIMENTO, GESTÃO E USO DA ÁGUA” (ONU, 1992).

PROGRAMAS –
(1) Desenvolvimento de novas fontes e alternativas de abastecimento
de água, tais como a dessalinização da água, a recarga artificial de
aqüíferos subterrâneos, o uso de águas com menor qualidade e o
reúso de águas residuárias e a reciclagem de água.

(2) Promoção de práticas conservacionistas de água através de


programas mais eficientes de aproveitamento de água e de
minimização do desperdício, inclusive com o desenvolvimento de
mecanismos que resultem na poupança de água.
Princípios da Agenda 21
Princípios da Agenda 21
PORQUE INOVAR NOSSO SABER ?
UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL PALAVRAS
UNIVERSALIZAR QUE PALAVRA É ESTA ?
SANEAMENTO PARA TODOS?

UMA UTOPIA POSSÍVEL ?


“DESENVOLVIMENTO” & IMPACTOS AMBIENTAIS
Manancial abastecedor da cidade de La
Paz - Misicuni – Bolívia
DAR À NATUREZA
O QUE É DA NATUREZA - RIOS VIVOS

ONTEM

PONTE SOBRE O RIO SANTA MARIA


MAU USO GERA ESCASSEZ - APONTA A NECESSIDADE DE
GERENCIAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS

HOJE
RESPEITAR
TESTEMUNHOS DE UM CONFLITO PELO
USO DA ÁGUA

RIO IBICUI - CACEQUI

RIO SANTA MARIA – ROSÁRIO DO SUL


DEZ/2001
ESGOTO SANITÁRIO – O ELO PERDIDO DO
CICLO AMBIENTAL DA ÁGUA
CICLOS DA ÁGUA
• Ciclo hidrológico da água
• ciclo da água na natureza (sistema)
• sub-sistema se atribui o nome de “ciclo
urbano” da água, que compreende, na sua
forma atual,os sistemas públicos de
abastecimento de água, de esgotamento
sanitário e de gerenciamento de águas
pluviais.
Ciclo hidrológico simplificado
Esquema dos ciclos da água
CLIMA

Irrigação,
energia
Distribuição dos recursos hídricos
Responsabilidades de quem?
BACIAS HIDROGRÁFICAS
UNIDADES DE
PLANEJAMENTO
Distribuição percentual por tipo de consumo de água nas
bacias hidrográficas do Brasil (Adaptado a partir de TUCCI
et al., 2000)
Distribuição percentual por tipo de consumo de água nas
bacias hidrográficas do Brasil (Adaptado a partir de TUCCI et al., 2000)
Distribuição percentual por tipo de consumo de água nas
bacias hidrográficas do Brasil (Adaptado a partir de TUCCI et al., 2000)
Distribuição percentual por tipo de consumo de água nas
bacias hidrográficas do Brasil (Adaptado a partir de TUCCI et al., 2000)
Classificação dos tipos de usuários
• O consumo de água em áreas urbanas
também pode ser classificado nos
seguintes segmentos:
- residencial,
- não residencial (comercial + industrial de
pequeno porte + público) e grandes
consumidores.
CONTA DE ÁGUA
Consumo per capita médio de água e por economia em
cada região do Brasil, sem considerar a parcela referente
às perdas
REGIÃO POR HABITANTE POR ECONOMIA
(L/HAB.DIA) (M3/ECONOMIA.MÊS)
NORTE 111,7 16,1

NORDESTE 107,3 12,5

SUDESTE 174,0 15,9

SUL 124,6 11,7

CENTRO-OESTE 133,6 13,4

BRASIL 141,0 14,1

• Clima da região,
• Renda familiar,
• Número de habitantes da residência,
• Características culturais da comunidade,
• Desperdício domiciliar,
• Valor da tarifa de água,
• Estrutura e forma de gerenciamento do
sistema de abastecimento.
O índice mais comum relativo ao uso da água em áreas
urbanas é o “consumo diário per capita”, expresso em litros
por habitante por dia (L/hab.dia). A agenda 21 propõe como
meta de fornecimento de água tratada para 2005 consumo
diário per capita de 40 litros (ONU,1992).

As Normas Técnicas estipulam um consumo de água per


capita de 200 L/hab.dia

O volume de água medido médio per capita pelo


DMAE/P.Alegre equivale a 140 L/hab.dia
O volume de água medido médio per capita pela
CORSAN/RS equivale a 130 L/hab.dia
Conservação de Água no Meio
Urbano
• Reduza a captação de água dos mananciais,
• Reduza os usos consumptivos,
• Reduza o desperdício ou as perdas de água,
• Aumente a eficiência do uso da água,
• Aumente a reciclagem ou o reuso,
• Previna a poluição da água.

LEI 10506, 05/08/2008 – Institui o programa de conservação,


uso racional e reaproveitamento de água, (P.Alegre)
Usos múltiplos da água
O CAMINHO DAS ÁGUAS NO CAMPUS
DO VALE
- ABASTECIMENTO DE ÁGUA DO CAMPUS DO VALE:
SUBSISTEMA ANEL VIÁRIO

Engº Paulo Robinson Samuel


DOS PRINCÍPIOS DA Lei 11.445/07
“LEI DO SANEAMENTO BÁSICO”

UNIVERSALIZAÇÃO CONTROLE SOCIAL


ÁGUA, ESGOTO, RSU ORIENTADOS P/ SAÚDE E MEIO AMBIENTE

DRENAGEM & ÁGUAS PLUVIAIS EM ZONAS URBANAS


TÉCNICAS & PROCESSOS ADAPTADOS INTEGRALIDADE

ARTICULAÇÃO DESENV. URBANO, HABITAÇÃO,


COMBATE À POBREZA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE
EFICIÊNCIA E SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA

TECNOLOGIAS APROPRIADAS
TRANSPARÊNCIA, INFORMAÇÃO

SEGURANÇA, QUALIDADE, REGULARIDADE


CONCEITOS
SANEAMENTO BÁSICO – CONJUNTO DE SERVIÇOS, INFRA-
ESTRUTURAS E INSTALAÇÕES OPERACIONAIS DE ABASTECIMENTO DE
ÁGUA, ESGOTAMENTO SANITÁRIO, RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS,
DRENAGEM E MANEJO DE ÁGUAS PLUVIAIS
CONCEITOS
UNIVERSALIZAÇÃO –
AMPLIAÇÃO PROGRESSIVA DO
ACESSO DE TODOS OS
DOMICÍLIOS OCUPADOS AO
SANEAMENTO BÁSICO

CONTROLE SOCIAL – CONJUNTO DE


MECANISMOS E PROCEDIMENTOS QUE
GARANTEM À SOCIEDADE INFORMAÇÕES,
REPRESENTAÇÕES TÉCNICAS E
PARTICIPAÇÕES NOS PROCESSOS DE
FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS, DE
PLANEJAMENTO E DE AVALIAÇÃO
RELACIONADOS AOS SERVIÇOS PÚBLICOS
DE SANEAMENTO BÁSICO.
CONCEITOS
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – UM PROPÓSITO DE PLANEJAR E
EXECUTAR AÇÕES CUJAS DIMENSÕES ECONÔMICA (SOLIDÁRIA,USO
RACIONAL, SEM DESPERDÍCIO E SOLIDÁRIO), AMBIENTAL (PRESERVAR A
BIODIVERSIDADE) E SOCIAL (COMBATE À POBREZA), ANDEM INTEGRADAS
E EQUILIBRADAS. DIALOGA COM VALORES DA CIDADANIA: ÉTICA,
JUSTIÇA, TRANSPARÊNCIA.

NÃO HÁ UMA DEFINIÇÃO EXATA !


PARA QUEM? CONCEITO AMBÍGUO.
CONCEITO DE ÁGUA

ÁGUA – “PRINCÍPIO DA VIDA”, BÁSICO, ESSENCIAL, SINGULAR, NÃO


TEM COR, CREDO, CLASSE SOCIAL OU PARTIDO, NÃO É MERCADORIA,
É UM DIREITO DE TODOS

PLANETA ÁGUA
PORQUE INOVAR NOSSO
SABER ?
PARA UNIVERSALIZAR É PRECISO DISTRIBUIR RENDA
ÁGUA:
DIREITO HUMANO
BEM FINITO
PATRIMÔNIO
DA HUMANIDADE
A CIDADE E OS CIDADÃOS
AÇÃO LOCAL, REPERCUSSÃO GLOBAL
CIDADE FORMAL

CIDADE INFORMAL
INDICADORES DO
SANEAMENTO BÁSICO
PADRÃO URBANO % COBERTURA
ABASTECIMENTO DE 93,1%
ÁGUA
ESGOTAMENTO 48,3%
SANITÁRIO
TRATAMENTO DE ESGOTO 32,2%
PERDAS DE ÁGUA 39,8%
CUSTO MÉDIO DA ÁGUA R$ 1,75/M3 SNIS, 2007

O QUE TEMOS ? O QUE QUEREMOS TER ? O QUE PODEMOS TER !

A QUALIDADE TEM SUA VALIA.


A IMPORTÂNCIA DOS
VALORES CULTURAIS PARA A
UNIVERSALIZAÇÃO DOS
SERVIÇOS DE SANEAMENTO
BÁSICO

ÁGUA VERSUS CELULAR


OS DESAFIOS TECNOLÓGICOS
DOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO E
SANEAMENTO AMBIENTAL

BARRAGEM RODOLFO C. E SILVA


TECNOLOGIA SOLO CIMENTO

AUTOMAÇÃO

CONTROLE DE PERDAS DE ENERGIA


ELÉTRICA E DE ÁGUA
O QUE PARECE SER ÀS VEZES NÃO É.
Na carta de Ottawa (Canadá) sobre Promoção da
Saúde, formulada na I Conferência
Internacional sobre Promoção da Saúde em
1986, foram apresentadas cinco estratégias:
1) Elaboração e implementação de políticas
públicas saudáveis;
2) Criação de ambientes favoráveis à saúde;
3) O incremento do poder técnico e político das
comunidades;
4) O desenvolvimento de habilidades e atitudes
pessoais;
5) A reorientação dos serviços de saúde.

“ A água e a saúde da população são duas coisas inseparáveis. A


disponibilidade de água de qualidade é condição indispensável para
a própria vida e, mais do que qualquer outro fator, a qualidade da
água condiciona a qualidade da vida.” (OPAS/OMS – Água e Saúde,
Washington, D.C., 1998).
Escassez num cenário de abundância?
Representação esquemática de um sistema de
abastecimento de água
Representação esquemática de um sistema de
abastecimento de água
IMPACTOS DAS BARRAGENS SOBRE
SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE ÁGUA PARA
CONSUMO HUMANO
ALGAS CIANOFÍCIAS

Represa Hidrelétrica de Itá


Mananciais de água para abastecimento
público & captação

Captação Piray – DAEB - Bagé

Captação Barragem Dal Bó –Samae/Caxias do Sul


Tratamento da Água
Adutoras e redes de distribuição
Reservatórios & ETA & Adutoras & EBATs
EBAT – Estação de Bombeamento de água tratada
Reservatório Elevado & Motores & Bombas
Esquemático de um sistema de
abastecimento de água
Esquemático de um sistema de
abastecimento de água
INTEGRANDO PLANEJAMENTO ZOOP &
CICLO PDCA
A QUEBRA DO PARADIGMA
DA INEFICIÊNCIA DO
SETOR PÚBLICO
Edificações

1. Água potável.
2. Conservação.
3. Águas cinzas
4. Água de chuva.
5. Reuso predial
Gerenciamento de água em uma
edificação
USO RACIONAL DA ÁGUA: MAIS QUE UMA
NECESSIDADE, DEMONSTRAÇÃO DE
SOLIDARIEDADE
PARA LEMBRAR:
CHUVEIRO
PIA
1m³ de água
=
1.000 litros
de
água
10 VASO
litros SANIT.

BANHEIRA

MÁQ.LOUÇA

40 MÁQ. LAVAR
litros ROUPA

PREPARO 5a8
ALIMENTO litros
POR PESS.

20
litros
LAVAR
LOUÇA
A ÁGUA LAVAG
DE
EM

MOLHAR
15 a 20
litros
JARDIM
EM CASA CARR
OS
Distribuição do consumo de água nas
residências

SÃO PAULO

ALEMANHA
Defeitos/falhas dos aparelhos sanitários e
intervenções necessárias.
Volumes estimados perdidos em vazamentos.
Fontes: OLIVEIRA (1999) e GONÇALVES et al. (2005)
Programa de conservação de água em
edificações novas.
Sistema de aproveitamento de água pluvial
Equipamentos Econômicos

Hidrômetro
Medição individualizada do consumo de
água
Equipamentos econômicos
Fonte: SANASA – Campinas/SP. (Consumos ref. abr/2005 – out/2005)
Edificação vertical: 221 economias
Variação de faturamento (%): - 35,61%
Variação de consumo (%): - 14,40
Medição individualizada em condomínios
horizontais – DMAE/P.Alegre
Padrões de qualidade da água para reuso
ÁGUA DE REUSO CLASSE 1 – Os usos preponderantes para as águas
tratadas desta classe, nos edifícios, são basicamente os seguintes: a) descarga
de bacias sanitárias; b) lavagem de pisos e fins ornamentais (chafarizes,
espelhos de água, etc.); c) lavagem de roupas e de veículos.
Padrões de qualidade da água para reuso

ÁGUA DE REUSO CLASSE 2 – Os usos preponderantes nessa classe são


associados às fases de construção da edificação: a) lavagem de agregados; b)
preparação de concreto; c) compactação do solo e; d) controle de poeria.
Padrões de qualidade da água para reuso

ÁGUA DE REUSO CLASSE 3 – O uso preponderante das águas dessa classe


é na irrigação de áreas verdes e rega de jardins.
Características físicas, químicas e bacteriológicas das águas
cinzas originada em banheiros brasileiros. (Fonte: Santos e Zabracki (2003)
Sistema de reuso de água cinza
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
Gestão sustentável
EXTERIOR INTERIOR

CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL CONFORTO


1. Relações harmoniosas das
edificações com o entorno imediato 8. Conforto higrotérmico

2. Escolha integrada dos processos 9. Conforto acústico


construtivos 10. Conforto visual
3. Canteiro de obras com baixo 11. Conforto olfativo
impacto

GESTÃO SUSTENTÁVEL SAÚDE


12. Condições sanitárias
4. Gestão da energia
13. Qualidade do ar
5. Gestão da água/esgotos
14. Qualidade da água
6. Gestão de resíduos
7. Gestão Operação & Manutenção
E O QUE VEM ANTES DA
GESTÃO?

O planejamento, o projeto !
GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS
HABITAÇÕES – IPH 0209

Favela da Rocinha – foto julho 2008 arquiteto Marat Troina


EMPRESA VENDE PRÉDIO
SUSTENTÁVEL

PODA RADICAL DE ARVORES


(ESTREMOSAS) QUE ESTAVAM ASSIM!
SEPARAÇÃO DOS RESÍDUOS NA ORIGEM
(EDIFICAÇÃO, OBRA)
Coberturas verdes
Infiltração e armazenamento de água pluvial
Pavimentos permeáveis, infiltração
e percolação

• Infiltração e
percolação:
normalmente, cria
espaço para que a
água tenha maior
infiltração e
percolação no
solo, utilizando o
armazenamento e
o fluxo
subterrâneo para
retardar o
escoamento
superficial.
Equipamentos economizadores
Equipamentos & cultura

?
PORTARIA MS N.°518 DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
DE 25 DE MAIO DE 2004 DETERMINA:

“que os responsáveis pelos sistemas e soluções alternativas de


abastecimento de água são obrigados a fornecer a todos os
consumidores, nos termos do Código de Defesa do Consumidor,
informações sobre a qualidade da água distribuída”
PARA QUEM SERÃO PRESTADAS AS
INFORMAÇÕES?

• Todos os consumidores que


recebem água distribuída
coletivamente, seja por sistema
de abastecimento, seja por
solução alternativa coletiva.
QUEM DEVE PRESTAR AS INFORMAÇÕES?

• Informações prestadas:
- Responsáveis pelos sistemas
de abastecimento
- Responsáveis pelas soluções
alternativas coletivas.
INFORMAÇÕES
AO USUÁRIO

a) Conta Mensal; b) Relatório Anual; c) Internet;


d) Ligações Telefônicas; e) Boletins em jornal de
circulação local; f) Folhetos; g) Cartazes; h)
Outros meios de fácil acesso ao consumidor
Laboratórios para o controle da qualidade da água
para consumo humano
Indice de Qualidade de Água Distribuída
Água tratada, compromisso
com a vida

INDICE DE QUALIDADE DE ÁGUA DISTRIBUÍDA


CIDADE : B
PERÍODO : 01/02/2002 a 31/03/2002

PARÂMETRO MÉDIA ÍNDICE AMOSTRAS


pH 6,2 84,5 45
TURBIDEZ 1,7 51,0 45
CLORO 0,4 84,8 45
FLUOR 0,8 90,4 45
COR 3 98,2 45

Positivas % Pos. ÍNDICE AMOSTRAS


BACTERIOLÓGICO 0 0 100 45

IQA 86,45
Vc repórter: rompimento em tubo deixa água
laranja em SP

18/07/2009 -
Torneiras de diversas casas de Sorocaba (SP) passaram
a liberar água com uma cor alaranjada na manhã deste
sábado. O motivo foi o rompimento de uma rede de
abastecimento.
Segundo o Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto),
a tubulação na região é larga, de 6 polegadas, e abastece
vários bairros da região. Por causa do estrago, houve
contaminação da água com terra.
O estudante Marcel Scinocca, morador do bairro Jardim
Califórnia, diz que a água suja apareceu por volta das 8h
nas residências de sua rua e em bairro vizinhos. Isso
preocupou os moradores, que buscaram alternativas à
água da rede pública. "A procura por água mineral para
consumo aumentou aqui no bairro", diz ele. No início da
tarde, o problema persistia.
O conserto da tubulação foi feito ainda de manhã pelo
Saae. Parte da água foi desviada da rede para que a lama
fosse escoada, mas a operação não evitou que a terra
chegasse às residências. De acordo com o órgão, a
distribuição deve voltar ao normal ao longo das horas.
Qualidade da água para consumo humano

CONHECIMENTO, HABILIDADES, ATITUDE


ESTRATÉGIAS PARA SALVAR
HOJE, A ÁGUA DE AMANHÃ

1. RECONHECER A VULNERABILIDADE DA
NATUREZA E DA BIODIVERSIDADE, DOS RISCOS
DE SUA IRREVERSIBILIDADE
2. ÁGUA DIREITO DE TODOS, PATRIMÔNIO DA
HUMANIDADE. CONTRAPOR À
MERCANTILIZAÇÃO E À SUA PRIVATIZAÇÃO.
3. DAR PARA A NATUREZA O QUE É DA NATUREZA:
o tempo que a natureza precisa para renovar o
ciclo da água é contraditório ao ditado: TEMPO &
DINHEIRO.
4. ÁGUA LIMPA PARA TODOS: Gestão pública,
participativa de qualidade para todos e
gerenciamento eficaz dos USOS E DEMANDAS,
compatibilizando-os.

Citar direitos de propriedade intelectual


ESTRATÉGIAS PARA SALVAR
HOJE, A ÁGUA DE AMANHÃ

5. MAIS SOLIDARIEDADE PLANETÁRIA


6. REPENSAR A CIVILIZAÇÃO E CORRIGIR O
SISTEMA ECONÔMICO VIGENTE PARA DIMINUIR
DESIGUALDADES DE ACESSO AOS SERVIÇOS
BÁSICOS E A POBREZA NO MUNDO.
7. PERMITIR O ACESSO DEMOCRÁTICO DA
INFORMAÇÃO PARA TODA HUMANIDADE.
8. SER EDUCANDO E EDUCADOR POIS NÃO EXISTE
CONTROLE SOCIAL SEM EDUCAÇÃO.
9. NÃO SER INDIFERENTE E PARTICIPAR É VITAL
PARA CONSTRUIR UM MUNDO MELHOR PARA
TODOS.

Citar direitos de propriedade intelectual


Se não houver frutos,
Valeu a beleza das flores;
Se não houver flores,
Valeu a sombra das folhas,
Se não houver folhas,
Valeu a intenção da semente.

HENFIL
dieterw@iph.ufrgs.br
OBRIGADO