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FIS0094_Apuração_Simples_Nacional - Linha Microsiga Protheus - TDN 15/02/2019 20(37

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FIS0094_Apuração_Simples_Nacional
Criado por Luciana Santos, última alteração em 17 abr, 2018

Produto: Microsiga Protheus®

Versões: 12

Ocorrência: Manual de Apuração do Simples


Nacional

1 Introdução
2 Procedimento para implementação
2.1 Atualização do Ambiente
2.2 Compatibilizador
2.3 Inclusão de nova rotina no menu
3 Pré-requisitos
3.1 Configurador
3.2 Inclusão das Receitas Mensais do Período
4 Procedimentos Para Uso
4.1 Processar Apuração do Simples Nacional
4.2 Cadastro de Anexos do Simples Nacional
4.3 Cadastro de Atividade
4.4 Receitas Mensais
4.5 Encargos Mensais da Folha
4.6 Limites do Simples Nacional
4.7 Alíquotas Efetivas
4.8 Saldos de Devoluções
4.9 Relatório Sintético de Apuração
4.10 Relatório Analítico de Apuração
5 Dicas Importantes
5.1 Fontes Relacionados
5.2 Parcela
6 Informações Técnicas
6.1 Rotinas auxiliares
6.2 Estrutura de Tabelas
7 Perguntas e Respostas
7.1 1) Como a apuração segrega as receitas?
7.2 2) Como a rotina define em qual município o ISS será devido?
7.3 3) Como gerar títulos e contabilizações?
7.4 4) O valor de ICMS-ST é considerado no valor da receita?
7.5 5) É possível utilizar as alíquotas efetivas no faturamento notas fiscais?
7.6 6) Como são feitas as deduções das devoluções?
7.7 7) O valor dos tributos calculados pela apuração não corresponde ao valor calculado pelo PGDAS. Trata-se de um erro do sistema?
7.8 8) Por que razão as alíquotas efetivas são gravadas somente com duas casas decimais?
7.9 9) No regime de caixa, a RBT12, a RBA e a RBAA serão compostas em função dos recebimentos que ocorrerem no período?
7.10 10) Meu RBA excedeu o sublimite em até 20%. As alíquotas efetivas de ICMS/ISS deixam de ser consideradas no faturamento da nota fiscal?
7.11 11) O que fazer quando o sublimite for excedido em mais de 20%?

Introdução

O Simples Nacional é um sistema único e compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos federais, estaduais e municipais, aplicável às Microempresas e Empresas de
Pequeno Porte com regulamentação prevista na Lei Complementar nº 123/2006.
O regime sofreu mudanças significativas em razão da Lei Complementar nº155/2016, por este motivo a rotina de apuração do Simples Nacional na linha de produtos Microsiga-Protheus foi
reestruturada, e irá apurar de forma unificada 8 tipos de tributos:
Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica – IRPJ.
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL.
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS.
Contribuição para o Programa de Integração Social - PIS
Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI.
Contribuição Patronal Previdenciária - CPP
Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS.
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS.

Os contribuintes devem declarar as informações pelo PGDAS - Programa Gerador do Documento Fiscal de Arrecadação do Simples Nacional. Uma ferramenta disponibilizada pela Receita
Federal, que com base na declaração das receitas auferidas pelos contribuintes por mês de apuração, apresenta o valor da tributação devida pelos contribuintes optantes pelo regime de
apuração Simples Nacional.
Visando facilitar o preenchimento do PGDAS a TOTVS apresenta a apuração do Simples Nacional, desenvolvida utilizando as premissas de Resolução CGSN 94/2011, para apurações a partir
de Janeiro/2018. Esta função permite ao contribuinte informar, para cada período de apuração, as receitas brutas obtidas em cada atividade exercida. Ao final da declaração, o programa irá
calcular o apurado estimado, que poderá ser utilizado para conferência dos valores apresentados no PGDAS.

 Descontinuidade de rotina
Respeitando o princípio da irretroatividade recomenda-se a utilização da funcionalidade Simples Nacional (MATA924) para os períodos de apuração 07/2007 até 12/2017. Considerando
que o ente federativo poderá requerer ao contribuinte a declaração das informações que tenham ocorrido nos 5 anos-calendários anteriores, mantendo-se a metodologia de apuração
anterior a LC 155/2016 pela rotina Simples Nacional (MATA924).
Importante destacar que a rotina foi mantida apenas para fins de legando e não sofrerá manutenções e nem novas implementações.

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Procedimento para implementação


Atualização do Ambiente
Os pacotes de atualização estão disponíveis nos links abaixo. Importante: O pacote da versão 11 está disponível apenas para clientes com garantia estendida.

11.80: Clique para efetuar o download


12.1.16: Clique para efetuar o download
12.1.17: Clique para efetuar o download

Compatibilizador
Para a implementação desta função será necessário a atualização do dicionário de dados do Protheus.

 Compatibilizadores
Para clientes que operam na versão 11 em garantia estendida ou em releases anteriores ao 12.1.21 será necessário a execução do compatibilizador UPDDISTR com o pacote
diferencial (SDFBRA.txt) disponibilizado juntamente com os pacotes de atualização mencionados acima.
Para mais informações: Atualizador de dicionário e base de dados - UPDDISTR

Inclusão de nova rotina no menu


Para clientes que operam na versão 11 em garantia estendida ou em releases anteriores ao 12.1.21 será necessária a inclusão da rotina "Apuração do Simples Nacional" no menu dos Livros
Fiscal, utilizando como programa de execução a rotina FISA153.

 Menus
Para mais informações: PSIGABD0006 - CFGX013- Inclusão de rotina no Menu.

Pré-requisitos
Configurador

No Configurador (SIGACFG) verifique:

CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica): Deveria ser avaliado se o CNAE da empresa matriz e de todas as filiais estão preenchidos corretamente. Este campo está na
pasta Complementos e é imprescindível para o processamento consolidado de matriz e filiais.
Configuração dos parâmetros abaixo relacionados;

 Filial
Nas hipóteses em que o cliente possuir filiais em Estados com sublimites distintos, recomendamos que os parâmetros MV_CODREG e MV_DTINISI sejam tratados de forma exclusiva.

 Data de Início de Atividade vazia


Caso o parâmetro MV_DTINISI não esteja preenchido, a rotina adotará como padrão que o início de atividade é superior a 13 meses.

Nome da MV_CODREG
Variável

Tipo Caractere

Descrição Código do Regime de Tributação


1 - Simples Nacional
2 - Simples Nacional Excesso de sub-limite de receita bruta
3 - Regime Nacional

Valor Padrão 1

Nome da MV_DTINISI
Variável

Tipo Caractere

Descrição Informe a data de início de uso do sistema.

Valor Padrão

Nome da MV_LPADSN
Variável

Tipo Caractere

Descrição Códigos de lançamento padrão para o processo Simples


Nacional.

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Informe: 999,999, ou seja: Código para a apuração, código para


o estorno.

Valor Padrão

Inclusão das Receitas Mensais do Período

Para que o sistema faça o enquadramento de faixa de tributação corretamente, será necessário fazer a inclusão manual das receitas mensais dos últimos doze meses, por matriz centralizadora
e segregadas por mercado interno e externo. Esta informação será utilizada para a composição da Receita Bruta Acumulada nos últimos 12 meses (RBT12).
Sugerimos que sejam incluídos os valores declarados no PGDAS nos últimos 12 meses.
Este procedimento será realizado somente uma vez, antes do primeiro processamento da apuração. Para os meses subsequentes a rotina gravará automaticamente estes valores para
composição do RBT12.
A inclusão deerá ser através da rotina Receitas Mensais disponível no menu lateral da apuração.

Procedimentos Para Uso

A rotina "Apuração do Simples Nacional" estará disponível no menu Miscelânea /Apurações. A tela inicial da rotina centraliza diversas funcionalidades auxiliares pertinentes a esta metodologia
de apuração.

 Importante
Para utilizar a rotina o sistema deverá, obrigatoriamente, estar logado na filial considerada matriz. Todo o processamento será efetuado baseando-se nesta premissa.

Processar Apuração do Simples Nacional;


Cadastro de Anexo;
Cadastro de Atividades;
Receitas Mensais;
Encargos da Folha Mensais;
Limites e Sublimites;
Alíquotas Efetivas;
Relatório Sintético de Apuração;
Relatório Analítico de Apuração;

Na tela inicial da rotina, ao lado direito será possível visualizar as apurações já realizadas, por período de apuração. Para visualizar a apuração no detalhe basta clicar em visualizar ou clicar
duas vezes na apuração desejada para que as informações sejam apresentadas.

Processar Apuração do Simples Nacional

A função Processar Apuração do Simples Nacional tem por objetivo efetuar o processamento com base nas operações de saída, considerando as configurações fiscais utilizadas no
momento da inclusão do documento fiscal de saída.

A informação tem como origem as seguintes tabelas:

SD1 - Itens das notas fiscais de entrada


SD2 - Itens das notas fiscais de saída
SF1- Cabeçalho das notas fiscais de entrada
SF2 - Cabeçalho das notas fiscais de saída
SE1 - Contas a receber (para apuração por regime de caixa)
SE5 - Movimentação de Caixa (para apuração por regime de caixa)

Ao selecionar esta opção automaticamente será apresentada a tela de parâmetros iniciais:

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Mês/Ano Ref.: Informar o período que será apurado, seguindo o formato MM/AAAA.
Seleciona Filial: Informe Sim se desejar incluir mais de uma filial no processamento. Se esta pergunta estiver como não, então será considerada no processamento apenas a filial logada no
ERP.
Regime: Informar a opção pelo regime de apuração de receitas declarado pelo contribuinte no PGDAS.
Regime de Competência – Será considerado o período de reconhecimento da receita, independentemente do efetivo recebimento destas.
Regime de Caixa – Será considerada o perído de recebimento das receitas, respectivamente, independentemente do momento em que foram reconhecidas.
Mov. Financeira/Contábil: Indica se devem ou não ser geradas movimentações financeiras e contábeis.
Não: Não será gerada a movimentação financeira com o valor do tributo estimado pela rotina de apuração e nem os lançamentos contábeis para esta apuração.
Somente Título: Será gerada somente o valor do tributo estimado pela rotina de apuração. Ao selecionar esta opção não será gerado lançamento contábil.
Título+Contábil: Serão geradas movimentações financeiras com o valor do tributo estimado pela rotina de apuração e contábeis.

Caso seja necessário realizar o reprocessamento de uma apuração, a rotina identificará a existência de registros para aquele período e questionará ao usuário se deve reprocessar os valores.
Caso responda sim, os processo de apuração serão refeitos e uma nova apuração será gravada.

 Normas Legais
A opção pelo Regime de Caixa servirá exclusivamente para a apuração da base de cálculo mensal, aplicando-se o Regime de Competência para as demais finalidades, especialmente,
para determinação dos limites e sublimites, bem como da alíquota a ser aplicada sobre a receita bruta recebida no mês. (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 18, § 3º).
Na hipótese de a ME ou EPP possuir filiais, deverá ser considerado o somatório das receitas brutas de todos os estabelecimentos. (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 18, caput).

 Lançamento Padrão
Os códigos de lançamento padrão para a contabilização da rotina devem ser informados no parâmetro MV_LPADSN. Sugerimos a criação dos códigos:
770: Para a apuração do Simples Nacional
771: Para o estorno da apuração do Simples Nacional

Ao término do processamento da Apuração do Simples Nacional será apresentada as informações referentes a apuração, em abas, conforme demonstrada a seguir:

Receita Bruta Atividades Econômicas Totais do Período Status dos Tributos por Filial Indicador de Limite por Filial Evolução do RBA

Este demonstrativo apresenta a cumulatividade da receita de duas formas distintas:

Receita Bruta Anual (RBA): Detalhamento mês a mês do total das receitas internas e externas de cada período de apuração do ano corrente. Os valores apurados nesta
receita serão utilizadas para identificar se o faturamento anual ultrapassa os limites de enquadramento do Simples Nacional;

Receita Bruta Acumulada nos últimos 12 meses (RBT12): Detalhamento mês a mês do total das receitas internas e externas dos 12 meses anteriores a apuração
corrente. Os valores apurados nesta receita serão utilizadas para identificar a aliquota efetiva que optantante do Simples Nacional se enquadrou.

Cadastro de Anexos do Simples Nacional

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O valor devido mensalmente pelo contribuinte será determinado mediante a aplicação da alíquota efetiva, calculada a partir das informações contidas nos anexos da LC 123/2006.
Este cadastro apresentará as informações relativas aos tributos incidentes, deduções aplicáveis e percentual de incidência de cada tributo. As informações relativas aos percentuais de rateio de
ISS, quando a alíquota efetiva deste for superior a 5%, também devem constar neste cadastro.

 Controle de Vigência
O cadastro possui controle de vigência a fim de contemplar alterações legais dos limites, deduções ou faixas.
Estas alterações poderão ser feitas antecipadamente e controladas através das vigências, de forma que a apuração do período atual não seja afetada.

 Tabela autocontida
Para melhor usabilidade, este cadastro será incluído automaticamente no primeiro processamento da rotina, utilizando como base as informações na LC 123/2006.
Em caso de tratamento diferenciado, por ramo de atividade ou operação, recomenda-se a edição manual dos dados.

Cadastro de Atividade

As atividades econômicas e as receitas correspondentes deverão ser informadas por empresa. Ao preencher o PGDAS o contribuinte deverá apresentar, individualmente, as receitas
segregadas por tipo de operação e enquadramento por tipo de subatividade, podendo esta última, possuir a incidência individual de cada tributo.
A origem das receitas é dívidida conforme abaixo:
Receitas de mercadorias: Para as receitas obtidas com a venda ou revenda de mercadoria, a classificação das atividades e subatividade serão feitas com base no CFOP - Código Fiscal da
Operação;
Receitas de Serviços - Transporte/Comunicação: Para as receitas obtidas com a prestação de serviços regulamentados pelas normas estaduais do ICMS, a classificação das atividades e
subatividades serão feitas com base no CFOP - Código Fiscal da Operação;
Receitas de Serviços - ISS: Para as receitas obtidas com a prestação de serviços regulamentado pelas normas municipais, a classificação das atividades e subatividades serão feitas com
base no código de serviço informado no cadastro de produto;
Receitas de Locação: Para as receitas obtidas com locacação de bens móveis, a classificação das atividades e subatividades serão feitas com base no grupo de produtos.

 Importante
Antes da utilização da rotina certifique-se de que todos os CFOP's, códigos de serviço e, se aplicável, grupos de produto envolvidos nas operações estejam devidamente vinculados
às respectivas atividades e anexos. Caso não estejam, as receitas relativas a estes itens não relacionados não serão apuradas.

 Tabela autocontida
Para melhor usabilidade, este cadastro será incluído automaticamente no primeiro processamento da rotina, utilizando como base as informações na LC 123/2006.
Em caso de tratamento diferenciado, por ramo de atividade ou operação, recomenda-se a edição manual dos dados.

 Código de Serviço
Como a estrutura do cadastro de código de prestação de serviços do ISS não é uniforme, por considerar as diversas hipóteses de códigos munícipais, o usuário ficará responsável pelo
cadastro dos serviços que deverão compor a receita de cada atividade, devendo dar especial atenção ao campo "Tipo de Serviço", caso tenha atividades de serviços contábeis, de
construção civil (subitens 7.02 e 7.05 da LC 116/2003) e demais serviços relacionados nos subitens 16.1 da LC 116/2003.

 Regra de Segregação das Receitas


Os cadastros de atividade e subatividade foram baseadas na classificação apresentada no MANUAL DO PGDAS-D E DEFIS 2018, disponível no sitio da Receita Federal.

Receitas Mensais

Após a Apuração do Simples Nacional, o valor da receita mensal para fins de composição da Receita Mensal Acumulada e o armazenamento desta receita, será feito de forma segregada por
receita bruta interna ou por exportação.
A rotina também está preparada para receber a inclusão manual das receitas dos períodos não apurados por ela. A inclusão das receitas dos 12 meses anteriores ao primeiro período de
apuração processado por esta rotina é obrigatória para que seja composta a RBT12 a ser considerada nos cálculos.

Encargos Mensais da Folha

Cadastro destinado a inclusão do montante pago a título de folha de pagamento (remunerações a pessoas físicas decorrentes do trabalho, incluídas as retiradas de pró- labore, montante
efetivamente recolhido a título de contribuição patronal previdenciária e para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
Deverão ser incluídos os encargos nos 12 (doze) meses anteriores ao período de apuração.
Este cadastro deve ser preenchido mensalmente pelos contribuites de atividades enquadradas como prestação de serviços sujeitas ao Fator "r".

Limites do Simples Nacional

Os tributos de incidência estadual e municípal não adotaram os limites da última faixa do Simples Nacional. Nestes casos, aplica-se o sublimite, que determinará até qual valor de Receita Bruta
Anual o Estado vai permitir o recolhimento no Simples Nacional do ICMS e do ISS.
O controle deste cadastro é feito por filias, permitindo com que o sistema opere quando o cliente possuir filiais em Estados com sublimites distintos.

 Controle de Vigência

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O cadastro possui um controle de vigência, para contemplar alterações legais dos limites e sublimites.
Estas alterações poderão ser feitas antecipadamente e controladas através das vigências, de forma que a apuração do período atual não seja afetada.

 Tabela autocontida
Para melhor usabilidade, este cadastro será incluído automaticamente no primeiro processamento da rotina, utilizando como base as informações na LC 123/2006.
Em caso de tratamento diferenciado, por ramo de atividade ou operação, é recomendado a edição manual dos dados.

Alíquotas Efetivas

As alíquotas nominais, interna e externa, constam das tabelas dos Anexos I a V disponível no Cadastro de Anexos do Simples Nacional. Os percentuais efetivos de cada tributo serão
calculados a partir da alíquota efetiva, multiplicada pelos percentuais de repartição constantes dos Anexos I a V e gravados neste cadastro, para fins de identificar a carga efetiva de tributos
aplicados aos contribuintes do Simples Nacional.
A rotina também está preparada para receber a inclusão manual das alíquotas nos períodos não apurados.

Saldos de Devoluções

O valor da mercadoria devolvida deve ser deduzido da receita bruta total, no período de apuração do mês da devolução. Caso o valor da mercadoria devolvida seja superior ao da receita bruta
total ou das receitas segregadas relativas ao mês da devolução, o saldo remanescente deverá ser deduzido nos meses subsequentes, até ser integralmente deduzido. Esta rotina controlará os
saldos e as deduções de acordo com as regras estabelecidas do Simples Nacional.
A rotina também esta preparada para receber a inclusão manual dos saldos nos períodos não apurados, para utilização nas apurações dos meses subsequentes.

Relatório Sintético de Apuração

Este relatório apresenta as receitas auferidas para cada atividade/subatividade, bem como o valor dos tributos calculados. Sua finalidade é auxiliar no preenchimento das informações no
PGDAS.

Exemplo:

Relatório Analítico de Apuração


Este relatório demonstra a memória de cálculo das alíquotas efetivas e dos tributos. Sua finalidade é fornecer um meio de conferência dos valores apurados.

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Dicas Importantes
Fontes Relacionados

A Apuração do Simples Nacional é composta por diversos fontes/programas, para saber a data de cada um deles, basta acessar a opção "Sobre" em "Ações Relacionadas", desta forma
serão exibidos os fontes e suas respectivas datas.

Parcela
Nos meses em que o sublimite ou limite for excedido, o sistema irá proporcionalizar as receitas de forma a identificar qual a parcela da receita corresponde ao valor não excedido e qual a
parcela correspondente ao valor excedido, seguindo as disposições do § 4º, Art. 24, Resolução CGSN nº 94/2011.

Informações Técnicas

A quem se destina Às Microempresas (ME) ou Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional.
A opção pelo Simples Nacional pode ser feita por empresas enquadradas como Microempresas (ME) ou Empresas de Pequeno Porte
(EPP) conforme disposto na Resolução CGSN no 004 de 30 de maio de 2007.

Objetivo Apurar o valor mensal devido referente ao Simples Nacional pelo contribuinte

Prazo de Entrega Mensal

Competência Nacional

Aplicativo disponibilizado pelo Fisco PGDAS

Versão do aplicativo contemplada pela PGDAS-D 2018


TOTVS®

Onde encontrar http://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/servicos/grupo.aspx?grp=5

Rotinas auxiliares

As rotinas envolvidas no processamento da apuração são:

Nome da Rotina Programa

Apuração - Rotina Principal FISA153.PRW

Classes de Apuração FISA153A.PR


W

Cadastro de Anexos FISA150.PRW

Cadastro de Atividades FISA151.PRW

Cadastros Genéricos FISA152.PRW

Interfaces da Apuração FISA154.PRW

Cadastro de Alíquotas Efetivas FISA155.PRW

Relatório Sintético de Apuração FISR153.PRW

Relatório Analítico de Apuração FISR153A.PR


W

Estrutura de Tabelas

Todas as informações geradas e consumidas pela rotina estão gravadas em tabelas específicas, conforme a listagem abaixo:

 Compartilhamento de Tabelas
A estrutura de compartilhamento das tabelas foi criada de forma a atender as regras de limites e sublimites determinado pela lei complementar.
Por este motivo é altamente recomendável que não sejam alterados os níveis de compartilhamento de nenhuma das tabelas.

Sigla Nome da Tabela Observação

F10 Anexos do Simples Nacional Cadastro dos anexos conforme a Lei Complementar 123/2006.

F11 Faixas do Simples Nacional Cadastro das faixas de receita conforme a Lei Complementar 123/2006.

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F12 Atividades do Simples Nacional Cadastro das atividades econômicas conforme a Lei complementar 123/2006.

F13 Detalhamento das Atividades do Nesta tabela é feita a amarração entre os CFOP's, códigos de serviço e grupos de produto que deverão compor a receita da atividade
Simples Nacional econômica.

F14 Limites do Simples Nacional Cadastro dos limites e sublimites para recolhimento dos tributos pelo simples nacional aplicáveis a cada estado.

F15 Receitas do Simples Nacional Histórico das receitas auferidas pela apuração. Estas informações serão utilizadas na composição das receitas acumuladas dos
processamentos subsequentes.

F16 Detalhamento das Alíquotas Alíquotas efetivas calculadas pela apuração segregadas por filial e por anexo. As alíquotas gravadas nesta tabela, após aprovação, serão
Efetivas utilizadas no faturamento do mês subsequente à apuração.

F17 Subatividades do Simples Nacional Cadastro de subatividades do simples nacional. Estas subatividades representam as receitas que deverão ser segregadas no PGDAS-D.

F18 Apuração do Simples Nacional - Resumo da apuração por filial. Esta tabela contém os valores calculados pela apuração totalizados por filial.
Totalizador

F19 Detalhamento da Apuração do Detalhamento da apuração por filial. Esta tabela contém os valores calculados pela apuração segregados por filial e código de
Simples Nacional subatividade.

F1A Apuração do Simples Nacional - Resumo da apuração na visão da matriz centralizadora. Contém totalizadores considerando todas as filiais selecionadas para
Matriz processamento.

F1B Memória de Cálculo Esta tabela contém as memórias de cálculo de todos os tributos calculados pela apuração. É utilizada na geração do Relatório Analítico de
Apuração.

F1C Cadastro de Encargos da Folha do Histórico dos encargos da folha de pagamento. Estas informações serão utilizadas no cálculo do fator "r".
Simples Nacional

F1D Saldos de Devoluções Esta tabela contém o controle dos saldos de devolução, que serão gerados quando o valor das devoluções for superior ao valor da receita
mensal auferida.

F1E Alíquotas Efetivas do Simples Alíquotas efetivas na visão da matriz centralizadora.


Nacional - Matriz

Perguntas e Respostas

1) Como a apuração segrega as receitas?


As receitas serão segregadas por código de Atividades Econômicas e também por Subatividades. Abaixo estão as atividades consideradas pela apuração:

Código Descrição da Atividade


da
Atividade

01 Revenda de mercadorias, exceto para o exterior

02 Revenda de mercadorias para o exterior

03 Venda de mercadorias industrializadas pelo contribuinte, exceto para o


exterior

04 Venda de mercadorias industrializadas pelo contribuinte para o exterior

05 Locação de bens móveis, exceto para o exterior

06 Locação de bens móveis para o exterior

07 Prestação de Serviços, exceto para o exterior

08 Prestação de Serviços relacionados nos subitens 7.02, 7.05 e 16.1 da lista


anexa à LC 116/2003, exceto para o
exterior

09 Prestação de Serviços para o exterior

10 Prestação de Serviços relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista


anexa à LC 116/2003, para o exterior

11 Serviços de comunicação; de transporte intermunicipal e interestadual de


carga; e de transporte intermunicipal
e interestadual de passageiros autorizados no inciso VI do art. 17 da LC
123, exceto para o exterior

12 Serviços de comunicação; de transporte intermunicipal e interestadual de


carga; e de transporte intermunicipal
e interestadual de passageiros autorizados no inciso VI do art. 17 da LC
123, para o exterior

 Nota
Lembrando que as atividades poderão ser consultadas através da rotina Cadastro de Atividades disponível na apuração.
Neste cadastro será realizado o vínculo do CFOP, Código de ISS e Grupo de Produtos com a atividade econômica, identificando a qual Anexo a operação está sujeita, bem como se
a operação está sujeita ao Fator R.

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 Serviços Contábeis e Subitens 7.02, 7.05 e 16.1 da LC 116/03


Para as pretações de Serviços Contábeis e serviços relacionados nos subitens 7.02, 7.05 e 16.1 da LC 116/03, no Cadastro de Atividades→Aba Origem das Receitas→Aba
Serviços-ISS, especificar no campo Tipo do Serviço a opção correspondente ao código de ISS em questão.

Após segregar a receita por atividades, a rotina também segregará as receitas em Subatividades, considerando os códigos de Subatividades e regras descritas abaixo:

Código da Descrição Regra


Subatividade

0101 Sem substituição tributária/tributação monofásica/antecipação com encerramento de tributação (o substituto Revenda de mercadoria com CFOP vinculado à at
tributário do ICMS deve utilizar essa opção) CSOSN diferente de 500 (ICMS recolhido anterior

0102 Com substituição tributária/tributação monofásica/antecipação com encerramento de tributação (o substituído Revenda de mercadoria com CFOP vinculado à at
tributário do ICMS deve utilizar essa opção) CSOSN igual a 500 (ICMS recolhido anteriormente

0201 Revenda de mercadorias para o exterior Revenda de mercadoria para o exterior com CFOP
atividade 02.

0301 Sem substituição tributária/tributação monofásica/antecipação com encerramento de tributação (o substituto Venda de mercadoria com CFOP vinculado à ativid
tributário do ICMS deve utilizar essa opção) CSOSN diferente de 500 (ICMS recolhido anterior

0302 Com substituição tributária/tributação monofásica/antecipação com encerramento de tributação (o substituído Venda de mercadoria com CFOP vinculado à ativid
tributário do ICMS deve utilizar essa opção) CSOSN igual a 500 (ICMS recolhido anteriormente

0401 Venda de mercadorias industrializadas pelo contribuinte para o exterior Venda de mercadoria para o exterior com CFOP v
atividade 04.

0501 Locação de bens móveis, exceto para o exterior Grupo de produto da operação vinculado ao códig
atividade 05

0601 Locação de bens móveis para o exterior Grupo de produto da operação de exportação vinc
código de atividade 06

0701 Escritórios de Serviços contábeis autorizados pela legislação municipal a pagar o ISS em valor fixo em guia do Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
município 07 e com Tipo de Serviço com opção igual a
Contábeis.

0702 Sujeitos ao fator "r", sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido a outro(s) município(s) Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
07, sujeito ao fator "r", sem retenção do ISS e com
a outro município do estabelecimento.

0703 Sujeitos ao fator "r", sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido ao próprio município do Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
estabelecimento 07, sujeito ao fator "r", sem retenção do ISS e com
ao próprio município do estabelecimento.

0704 Sujeitos ao fator "r", com retenção/substituição tributária de ISS Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
07, sujeito ao fator "r" e com retenção do ISS.

0705 Não sujeitos ao fator "r" e tributados pelo Anexo III, sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido a Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
outro(s) município(s) 07, sujeito ao fator "r", sujeito ao Anexo III, sem re
ISS e com ISS devido a outro município do estabe

0706 Não sujeitos ao fator "r" e tributados pelo Anexo III, sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido ao Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
próprio município do estabelecimento 07, sujeito ao fator "r", sujeito ao Anexo III, sem re
ISS e com ISS devido ao próprio município do
estabelecimento.

0707 Não sujeitos ao fator "r" e tributados pelo Anexo III, com retenção/substituição tributária de ISS Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
07, sujeito ao fator "r", sujeito ao Anexo III e comre
ISS.

0708 Sujeitos ao Anexo IV, sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido a outro(s) município(s) Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
07, sujeito ao fator "r", sujeito ao Anexo IV, sem re
ISS e com ISS devido a outro município do estabe

0709 Sujeitos ao Anexo IV, sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido ao próprio município do Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
estabelecimento 07, sujeito ao fator "r", sujeito ao Anexo IV, sem re
ISS e com ISS devido ao próprio município do
estabelecimento.

0710 Sujeitos ao Anexo IV, com retenção/substituição tributária de ISS Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
07, sujeito ao fator "r", sujeito ao Anexo IV e com r
ISS.

0801 Serviços da área da construção civil relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC 116/2003 e tributados Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
pelo Anexo III, sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido a outro(s) município(s) 08, sujeito ao Anexo III, sem retenção do ISS, com
a outro município do estabelecimento e com o Tipo
igual a 2 - SubItem 7.02/7.05 LC 116/03.

0802 Serviços da área da construção civil relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC 116/2003 e tributados Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
pelo Anexo III, sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido ao próprio município do estabelecimento 08, sujeito ao Anexo III, sem retenção do ISS, com
ao próprio município do estabelecimento e com o T
serviço igual a 2 - SubItem 7.02/7.05 LC 116/03.

0803 Serviços da área da construção civil relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC 116/2003 e tributados Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
pelo Anexo III, com retenção/substituição tributária de ISS 08, sujeito ao Anexo III, com retenção do ISS e co
serviço igual a 2 - SubItem 7.02/7.05 LC 116/03.

0804 Serviços da área da construção civil relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC 116/2003 e tributados Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
pelo Anexo IV, sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido a outro(s) município(s) 08, sujeito ao Anexo IV, sem retenção do ISS, com
a outro município do estabelecimento e com o Tipo
igual a 2 - SubItem 7.02/7.05 LC 116/03.

0805 Serviços da área da construção civil relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC 116/2003 e tributados Prestação de serviço com Código de ISS vinculad

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FIS0094_Apuração_Simples_Nacional - Linha Microsiga Protheus - TDN 15/02/2019 20(37

pelo Anexo IV, sem retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido ao próprio município do estabelecimento 08, sujeito ao Anexo IV, sem retenção do ISS, com
ao próprio município do estabelecimento e com o T
serviço igual a 2 - SubItem 7.02/7.05 LC 116/03.

0806 Serviços da área da construção civil relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC 116/2003 e tributados -Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
pelo Anexo IV, com retenção/substituição tributária de ISS atividade 08, sujeito ao Anexo IV, com retenção do
o Tipo de serviço igual a 2 - SubItem 7.02/7.05 LC

0807 Serviços de transporte coletivo municipal rodoviário metroviário ferroviário e aquaviário de passageiros, sem Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido a outro(s) município(s) 08, sem retenção do ISS, com ISS devido a outro
estabelecimento e com o Tipo de serviço igual a
16.1 LC 116/03.

Serviços de transporte coletivo municipal rodoviário metroviário ferroviário e aquaviário de passageiros, sem Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
retenção/substituição tributária de ISS, com ISS devido ao próprio município do estabelecimento 08, sem retenção do ISS, com ISS devido ao próp
do estabelecimento e com o Tipo de serviço igual
SubItem 16.1 LC 116/03.

0809 Serviços de transporte coletivo municipal rodoviário metroviário ferroviário e aquaviário de passageiros, com Prestação de serviço com Código de ISS vinculad
retenção/substituição tributária de ISS 08, com retenção do ISS, e com o Tipo de serviço
SubItem 16.1 LC 116/03.

0901 Escritórios de Serviços contábeis autorizados pela legislação municipal a pagar o ISS em valor fixo em guia do Prestação de serviço para o exterior com Código d
município vinculado à atividade 09 e Tipo de serviço igual a
Escritórios contábeis.

0902 Sujeitos ao fator "r" Prestação de serviço para o exterior com Código d
vinculado à atividade 09 e sujeito ao fator R.

0903 Não sujeitos ao fator "r" e tributados pelo Anexo III Prestação de serviço para o exterior com Código d
vinculado à atividade 09, não sujeito ao fator R e s
Anexo III.

0904 Sujeitos ao Anexo IV Prestação de serviço para o exterior com Código d


vinculado à atividade 09 e sujeito ao Anexo IV.

1001 Serviços da área da construção civil relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC 116/2003 e tributados Prestação de serviço para o exterior com Código d
pelo Anexo III vinculado à atividade 10, sujeito ao Anexo III e com
serviço igual a 2 - SubItem 7.02/7.05 LC 116/03.

1002 Serviços da área da construção civil relacionados nos subitens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC 116/2003 e tributados Prestação de serviço para o exterior com Código d
pelo Anexo IV vinculado à atividade 10, sujeito ao Anexo IV e com
serviço igual a 2 - SubItem 7.02/7.05 LC 116/03.

1101 Transporte sem substituição tributária de ICMS (o substituto tributário deve utilizar essa opção) Prestação de serviço de transporte intermunicipal/
com CFOP vinculado à atividade 11 e com CSOSN
de 500.

1102 Transporte com substituição tributária de ICMS (o substituído tributário deve utilizar essa opção) Prestação de serviço de comunicação
intermunicipal/interestadual com CFOP vinculado
11 e com CSOSN igual a 500.

1103 Comunicação sem substituição tributária de ICMS (o substituto tributário deve utilizar essa opção) Prestação de serviço de comunicação com CFOP
atividade 11 e com CSOSN diferente de 500.

1104 Comunicação com substituição tributária de ICMS (o substituído tributário deve utilizar essa opção) Prestação de serviço de comunicação com CFOP
atividade 11 e com CSOSN igual a 500.

1201 Transporte Prestação de serviço de transporte para o exterior


vinculado à atividade 12.

1202 Comunicação Prestação de serviço de comunicação para o exte


CFOP vinculado à atividade 12.

2) Como a rotina define em qual município o ISS será devido?


O critério de definição para qual município o ISS é devido seguirá a seguinte hierarquia:
Será verificado o campo Mun.Prest. (C5_MUNPRES) do pedido de venda, na sua ausência será verificado o campo do Produto Exe. Servico (B1_MEPLES ), se estiver definido com
opção EP(Estabelecimento do Prestador), a rotina adota o município do próprio prestador, se este campo estiver com conteúdo LES (Local da execução do serviço), então será
considerado o município do cliente. Se nenhum dos campos anteriores estiverem preenchidos por padrão será considerado o município do prestador do serviço.

3) Como gerar títulos e contabilizações?


A geração dos títulos e contabilizações poderão ser realizadasde duas maneiras:

1. A primeira é processar apuração com a opção Somente Título ou opção Título+Contábil da pergunta Mov. Financeira/Contábil, e confirmar apuração após conclusão do
processamento;
2. A segunda é selecionar apuração que inicialmente não tenha gerado título e/ou nem contabilizado, selecionar a opção Gerar Movimentação Financeira ou Gerar Movimentação
Financeira e Contábil, que estão disponíveis em Outras Ações, e confirmar apuração após conclusão do processamento

Lembrando que o valor que será gerado no título é o valor total do tributo a ser recolhido, e os códigos de lançamento padrão para contabilização são: 770para apuração e 771 para estorno da
apuração.

4) O valor de ICMS-ST é considerado no valor da receita?


O critério para considerar o valor do ICMS ST no valor da receita, é o campo do cadastro de TES Agrega Solid (F4_INCSOL). O valor de ICMS ST será considerado no total das receitas caso
este campo esteja com opção A, N ou D. Para as demais opções deste campo o valor do ICMS ST não será considerado no total da receita

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5) É possível utilizar as alíquotas efetivas no faturamento notas fiscais?


Sim. Após a conclusão do processamento será necessário aprovar as alíquotas efetivas calculadas pela apuração. Para isso basta acessar a rotina Alíquotas efetivas, selecionar o período em
questão, Outras Ações e então selecionar a opção Aprovar/Desaprovar. Será exibida a tela com o detalhamento das alíquotas. Confira-as e clique em Confirmar. Após a confirmação o
status mudará para Aprovado, e a partir deste momento, as alíquotas já estão aptas a serem consideradas no faturamento do mês seguinte ao mês de apuração.

 Aviso
Alíquotas não aprovadas não serão consideradas no faturamento dos documentos.
Para que as alíquotas sejam consideradas é obrigatório que o parâmetro MV_CODREG seja configurado com a opção 1.

6) Como são feitas as deduções das devoluções?


Conforme art. 17 da resolução CGSN nº 94/2011:
Art. 17. Na hipótese de devolução de mercadoria vendida por ME ou EPP optante pelo Simples Nacional, em período de apuração posterior ao da venda, deverá ser observado o seguinte:
(Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 2º, inciso I e § 6º; art. 3º, § 1º)
I - o valor da mercadoria devolvida deve ser deduzido da receita bruta total, no período de apuração do mês da devolução, segregada pelas regras vigentes no Simples Nacional nesse
mês;
II - caso o valor da mercadoria devolvida seja superior ao da receita bruta total ou das receitas segregadas relativas ao mês da devolução, o saldo remanescente deverá ser deduzido nos
meses subsequentes, até ser integralmente deduzido.

 Devoluções
A rotina só irá considerar as notas fiscais de devolução que estiverem vinculadas a um documento de origem existente no sistema.

 Atenção
Primeiramente serão consumidos os saldos de devolução mais antigos, e só então, na hipótese de ainda haver valor de receita, serão deduzidas as devoluções do período.

Ao identificar devoluções no período de apuração, ou na hipótese de haver saldo de período(s) anterior(es) a serem consumidos, a rotina fará a dedução destes valores da(s) receita(s) da
seguinte forma:

1) Filial e subatividade de origem: O valor das devoluções será deduzido da receita da mesma filial e subatividade de origem.
2) Filial e anexo de origem: Havendo valor de devolução remanescente após o item 1, a subatividade será desconsiderada e o valor das devoluções será deduzido da(s) receita(s) da(s)
subatividade(s) relacionada(s) ao anexo de origem.
3) Subatividade de origem: Havendo valor de devolução remanescente após os itens 1 e 2, a filial será desconsiderada e o valor das devoluções será deduzido da receita da subatividade de
origem, independentemente da filial que a tenha auferido.
4) Anexo de origem: Havendo valor de devolução remanescente após os itens 1, 2 e 3, a subatividade será desconsiderada e o valor das devoluções será deduzido da(s) receita(s) da(s)
subatividade(s) relacionada(s) ao anexo de origem, independentemente da filial que a tenha auferido.
5) Gravação do saldo: Havendo, ainda, valor de devolução remanescente após os itens 1, 2 3 e 4, este valor será armazenado como saldo de devolução e ficará disponível para utilização nas
apurações subsequentes até sua completa utilização.

7) O valor dos tributos calculados pela apuração não corresponde ao valor calculado pelo PGDAS. Trata-se de um erro do
sistema?
Não necessariamente. A causa mais provável é que, conforme descrito no manual do PGDAS, o software considera todas as casas decimais nos cálculos, enquanto que o Protheus, por uma
limitação de sua própria plataforma, reconhece até a oitava casa decimal. Desta forma, podem ocorrer pequenas diferenças entre os valores calculados pela rotina e os valores calculados pelo
PGDAS. Vale lembrar que esta é uma rotina de apoio e deve ser utilizada como tal, não estando o contribuinte enquadrado no Simples Nacional desobrigado a declarar as informações no
PGDAS e nem isento da responsabilidade pela integridade das informações declaradas.

8) Por que razão as alíquotas efetivas são gravadas somente com duas casas decimais?
A gravação das alíquotas efetivas dos tributos com somente duas casas decimais é intencional e parte do princípio de que os layouts da NF-e, bem como da EFD ICMS-IPI e EFD Contribuições
não aceitam alíquotas com mais de duas casas decimais. Mesmo que o contribuinte optante pelo Simples Nacional não seja obrigado a entregar estas obrigações, o contribuinte optante pelo
RPA que adquirir mercadorias ou tomar serviços deste deverá destacar os tributos em campos próprios para fins de aproveitamento de crédito e posterior declaração nas obrigações
supracitadas. Portanto, as alíquotas informadas deverão seguir os critérios definidos pelos mecionados layouts.

9) No regime de caixa, a RBT12, a RBA e a RBAA serão compostas em função dos recebimentos que ocorrerem no
período?
Não. O valor apurado pelo regime de caixa compõe EXCLUSIVAMENTE a Base de Cálculo. A RBT12, a RBA, o enquadramento das faixas, o critério de decisão de permanência no simples e
todas as demais decisões que envolvam receita serão com base na receita bruta auferida pelo regime de competência.

10) Meu RBA excedeu o sublimite em até 20%. As alíquotas efetivas de ICMS/ISS deixam de ser consideradas no
faturamento da nota fiscal?
Neste cenário as alíquotas efetivas de ICMS e ISS ainda continuarão sendo consideradas no faturamento. Elas deixam de ser consideradas quando o RBA exceder o sublimite em mais de 20%
no ano calendário ou no início de um novo ano calendário.

11) O que fazer quando o sublimite for excedido em mais de 20%?

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Neste caso basta configurar o parâmetro MV_CODREG informando a opção 2, que significa excesso de sublimite de receita bruta. Uma vez efetuada esta configuração as alíquotas
calculadas pela apuração deixarão de ser utilizadas no faturamento dos documentos. Conforme orientação de configuração do parâmetro MV_CODREG, na hipótese de haver filiais localizadas
em estados em que vigorem sublimites distintos, o parâmetro deverá ser exclusivo por filial. Neste caso a configuração para a opção 2 deverá ser efetuada somente para as filiais cujo sublimite
tenha sido excedido.

base_de_conhecimento fiscal sigafis servicos bra mp_fiscal_manut


versao_11 versao_12 livros_fiscais manuais manuais_fiscal apuracao
fisa153 simples_nacional

Política de privacidade Termos de uso

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