Você está na página 1de 10

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA

INTELIGÊNCIAS MULTIPLAS COMO PORTAS PARA


APRENDIZAGEM MATEMÁTICA

RODRIGO RIBEIRO DOS SANTOS

JEQUIÉ- BAHIA
DEFINIÇÃO DO PROBLEMA DE PEQUISA

Diante do complexo processo ensino aprendizagem, o professor sempre se depara,


com as diversas dificuldades que impossibilita o alcance dos objetivos planejado por ele.
A disciplina de matemática, dentre as demais, se destaca, infelizmente como umas
das áreas do conhecimento de difícil entendimento, portanto o temor de crianças e
adultos diante desta disciplina. Na realidade esta aversão causada pela matemática tem
sua origem em sala de aula, desde as séries iniciais, quando a diversidade de assuntos
trabalhados pelo professor, torna se incompreensível por varias crianças. Desta forma
procuraremos neste anteprojeto propor uma possibilidade de ensino, que leva em
consideração os anseios e interesses pertinentes a cada criança.
É impossível alcançar os objetivos traçado pelo professor, sem rever as práticas
pedagógicas em questão. Quando se acredita que todos os alunos podem aprender da
mesma forma, o educador corre o risco, de impossibilitar o aprendizado de seus
educando. Diante as dificuldades encontradas, o professor de matemática deve refletir
sobre os aspectos cognitivos de cada aluno, levando em consideração que são seres
diferentes em vários aspectos; cultural, social, econômico e, o que vem ser objeto deste
anteprojeto: capacidades diferentes de aprender, ou seja, inteligências diferenciadas.
Em fim, o problema que estará sendo discutido neste anteprojeto trata se de
encontrar metodologias diferenciadas, que possa proporcionar o aprendizado, levando em
consideração a teoria das inteligências múltiplas, e a possibilidade de utilizá-la como
portão facilitador da aprendizagem da matemática.

OBJETIVOS GERAIS

Diante da possibilidade de renovação do ensino da matemática, buscaremos


relacionar bases teóricas a respeito do desenvolvimento cognitivo das crianças, e estudos
relacionados à formação do conhecimento matemático nos indivíduos. Através da teoria
das inteligências múltiplas, procuraremos entender a diversidade de inteligência e como
esta pode contribuir na prática docente do professor de matemática.
OBJETIVOS ESPECIFICOS

Buscar novas metodologias de ensino, baseado nas inteligências múltiplas, de


forma que estimule o aprendizado da matemática nas escolas. Procurar criticar as atuais
metodologias a fim de analisar possíveis mudanças para o ensino da matemática.

JUSTIFICATIVA

Desde muito cedo podemos notar diferenças significativas entre as crianças,


algumas gostam de certas coisas e outras já preferem coisas diferentes. Durante todo seu
desenvolvimento até a forma adulta, a diferença entre os indivíduos poder ser visto como
uma manifestação comum da natureza humana. Quando as crianças chegam à escola os
mesmos comportamentos, que outrora, manifestavam em casa, na rua, na casa do colega
etc. Também estarão lá presentes. Determinados alunos conversa mais que outros, faz
mais barulho, bate em um objeto aqui, outro ali. Diante desta situação, vários professores
se desesperam, e passa a encarar tal atitude como desvio de comportamento, ou se
culpam, por acreditar que perderam o controle da aula.
Entretanto, as diversidades de manifestações de comportamento em uma sala de
aula, podem ser encaradas pelo professor como canais diferentes por onde percorrerá o
conhecimento.
Armstrong (2001, p. 36) sugere uma boa maneira de se identificar as inteligências
nos alunos: “É observar seu mau comportamento na sala de aula”. Para ele o aluno
altamente lingüístico vais conversar fora de hora, o aluno altamente espacial vai estar
rabiscando e devaneando, o aluno com inclinações interpessoais vai estar socializando
com os outros. Portanto é preciso encontrar formas diferenciadas de ensino, baseado na
cognição de cada aluno.
Segundo Vygotsky (1991, p. 71), “Para criar métodos eficientes para a instrução das
crianças em idade escolar no conhecimento sistemático, é necessário entender o
desenvolvimento dos conceitos científicos na mente da criança”. Torna se imprescindível,
portanto, que educadores tome uma posição diante esta situação. É impossível alcançar
os objetivos em sala de aula sem atualizar os métodos de ensino.
Para Carvalho (1994, p.103), não é aceitável pensar que em uma sala de aula
temos, alunos inteligentes, e alunos fracassados. O saber matemático não pode continuar
sendo privilégio de poucos alunos, tidos como mais inteligentes, cujo temperamento é
mais dócil e, por isso, consegue submeter-se ao „fazerem tarefas escolares‟ sem se
preocuparem com o significado das mesmas no que se refere ao seu processo de
construção do conhecimento. O que deve-se admitir, é que em sala de aula temos alunos
diferentes, com afinidades diferentes, porém com capacidades semelhantes para
desenvolver os níveis satisfatório de inteligência, embora alguns possa desenvolver esta
capacidade em uma área melhor do que em outra área.
Para Gardner (1994, p, 45) “Uma competência intelectual humana deve contemplar
um conjunto de habilidades de resolução de problemas”. Assim, Torna-se complexo julgar
a inteligência de uma criança, pois não se considera inteligência como algo mensurável,
individualizado.
Tomando consciência, que os indivíduos possuem diversos potenciais, o professor
deve analisar seus métodos de ensino, fazendo uma autocrítica de sua prática docente e,
assim, estar adequando suas aulas as necessidades e formas diferenciadas de
compreensão de cada aluno.

REVISÃO BIBLIOGRAFICA
Em busca de novas formas de ensino, é preciso recorrer às bases teóricas,
desenvolvida com a finalidade de compreender melhor o desenvolvimento cognitivo da
criança e consequentemente, entender o processo da aquisição do conhecimento.

Visão de Piaget sobre o desenvolvimento cognitivo da criança

Para Piaget a criança, no curso de seu desenvolvimento, forma estruturas de


ordenação do comportamento, da percepção e do pensamento, alarga e modifica-as
progressivamente por assimilação e acomodação. O pensamento, segundo a concepção
de Piaget, é diretamente originado da ação. As operações de pensamento distinguem das
ações concretas pela maior elasticidade, mas, sobretudo por sua conversão. As
operações do pensamento da criança são egocêntricas. A criança não pode se desviar do
seu ponto de vista. O desenvolvimento do pensamento e da inteligência, segundo Piaget,
evolui em fases relativamente claras e limitadas. Do mais simples esquema sensório-
motor, passando pelas ações do pensamento pré-operacional e do pensamento concreto,
até o mais elevado grau das operações formais do pensamento, não é possível pular
fases, pular graus parciais e estruturas de ordenação. O pensamento em si é cada vez
mais fortemente objetivado, partindo de ações de pensamento egocêntricos, durante o
curso do desenvolvimento. (MULLER, 1977).

Construção do Pensamento Lógico na Criança segundo Lev Vygotsky

Tem sua psicologia baseada nos aspectos culturais e sociais. Vê o homem


influenciado pelo meio, mas voltando-se sobre ele para transformá-lo.
A preocupação central de Vygotsky foi mostrar a importância que o relacionamento
social tem no processo de desenvolvimento da criança. Desta forma, ele amplia muito o
estudo de Piaget, abordando aspectos a que este não deu muita ênfase. Vygotsky através
de sua pesquisa abre novos caminhos para entendermos como a criança aprende, como
a sua inteligência se desenvolve, mostrando que é na interação com pessoas mais
experientes que as funções psicológicas básicas, que são características próprias do
homem (de origem biológica), se modificam para funções superiores de origem sócio-
cultural. Inclui-se nessa explicação o desenvolvimento da fala.
Para Vygotsky (1991, p. 81) Qualquer aprendizado, seja ele lógico matemático,
musical, ou outros exige certo grau de maturidade de determinadas funções: não se pode
ensinar uma criança de um ano de idade a ler, ou uma criança de três anos a escrever.
Desse modo, a análise da aprendizagem reduz se a determinação do nível de
desenvolvimento que várias funções devem atingir para que a aprendizagem se torne
possível.

A teoria das inteligências múltiplas

Durante muito tempo, acreditou-se que inteligência fosse algo mensurável, então
desde 1904, através do psicólogo Frances Alfred Binet, passou a ser desenvolvido testes
que pudesse medir o nível de inteligência dos alunos dos colégios franceses. A partir de
então espalhou pelo mundo a possibilidade de medir a inteligência humana atribuindo
valores.
Em 1983 um psicólogo chamado Howard Gardner, propôs uma nova teoria que
mudaria o conceito de inteligência que o mundo tinha até esse momento. A teoria das
inteligências múltiplas vem mostrar que existem, pelo menos, oito tipos de inteligência,
são elas:
Linguistica: Bem desenvolvida em pessoas que possuem sensibilidade aos sons,
estruturas, significados e funções das palavras e linguagem.
Lógico-matemática: como diz o nome, é característica de pessoas que são boas
em lógica, matemática e ciências. É a inteligência que determina a habilidade para o
raciocínio lógico-dedutivo e para a compreensão de cadeias de raciocínios, bem como a
capacidade de solucionar problemas envolvendo números e elementos matemáticos. É a
competência mais diretamente associada ao pensamento científico e, portanto, à idéia
tradicional de inteligência. Cientistas, advogados, físicos e matemáticos são exemplos de
profissionais nos quais essa inteligência se destaca.
Corporal-cinestésica: Capacidade de controlar os movimentos do próprio corpo e
manipular objetos habilmente.
Musical: envolve a capacidade de pensar em termos musicais, reconhecer temas
melódicos, ver como eles são transformados, seguir esse tema no decorrer de um
trabalho musical e, mais ainda, produzir música. É a inteligência que permite a alguém
organizar sons de maneira criativa, a partir de elementos como tons, timbres e temas. As
pessoas que apresentam esse tipo de inteligência – como, por exemplo, muitos músicos
famosos da música popular brasileira – em geral não dependem de aprendizado formal
para exercê-la.
Espacial: Corresponde à habilidade de relacionar padrões, perceber similaridades
nas formas espaciais e conceituar relações entre elas. Inclui também a capacidade de
visualização no espaço tridimensional e a construção de modelos que auxiliam na
orientação espacial ou na transformação de um espaço. Um mestre de xadrez usa
imagens visuais e a inteligência espacial para planejar suas estratégias. A inteligência
espacial não depende da visão, pois crianças cegas, usando o tato, podem desenvolver
habilidades nessa área. A inteligência espacial estaria presente em arquitetos, pilotos de
fórmula 1 e navegadores, por exemplo.
Cinestésica: é uma das competências que as pessoas acham mais difícil aceitar
como inteligência. Cinestesia é o sentido pelo qual percebemos nosso corpo –
movimentos musculares, peso e posição dos membros etc. Então, a inteligência
cinestésica se refere à habilidade de usar o corpo todo, ou partes dele, para resolver
problemas ou moldar produtos. Envolve tanto o autocontrole corporal quanto a destreza
para manipular objetos. Atores, mímicos, dançarinos, malabaristas, atletas, cirurgiões e
mecânicos têm uma inteligência corporal cinestésica bem desenvolvida.
Inteligência interpessoal: inclui a habilidade de compreender as outras pessoas:
como trabalham, o que as motiva, como se relacionar eficientemente com elas. Esse tipo
de inteligência é a que sobressai nos indivíduos que têm facilidade para o relacionamento
com os outros, tais como terapeutas, professores, líder políticos, atores e vendedores.
São pessoas que usam a habilidade interpessoal para entender e reagir às manifestações
emocionais das pessoas a sua volta. Nas crianças e nos jovens tal habilidade se
manifesta naqueles que são eficientes ao negociar com seus pares, que assumem
liderança, ou que reconhecem quando os outros não se sentem bem e se preocupam com
isso.
Inteligência intrapessoal: é a competência de uma pessoa para se autoconhecer e
estar bem consigo mesma, administrando seus sentimentos e emoções a favor de seus
projetos. Significa dimensionar as próprias qualidades de trabalho de maneira efetiva e
eficaz, a partir de um conhecimento apurado de si próprio, ou seja: reconhecer os próprios
limites, aspirações e medos e utilizar esse conhecimento para ser eficiente no mundo. Os
terapeutas são um exemplo de alguém capaz de refletir sobre suas emoções e depois
transmiti-las para os outros; essa capacidade também aparece em líderes políticos.
De acordo com Armstrong (2001, p. 19), “Gardner sugere que inteligências são
galvanizadas pela participação em alguma atividade culturalmente valorizada, e que o
desenvolvimento do individuo nessa atividade, segue um padrão de desenvolvimento
mental. Cada atividade baseada numa inteligência tem sua própria trajetória
desenvolvimental, isto é, cada inteligência tem sua maneira de surgir na infância inicial,
seu momento de pico durante a vida, e seu próprio padrão de declínio rápido ou gradual
conforme a pessoa envelhece”.
Para Wadsworth (1997, p. 195), todos nós somos mais ou menos pessoas com
dificuldades de aprender, ou seja, todos nos temos pontos fortes e pontos fracos.
Algumas de nossas áreas de inteligência são mais desenvolvidas do que outras. Por
muitas razões nos somos muito bons em determinadas coisas e bem fracos em outras.

Tanto alunos com dificuldades de aprendizagem quanto aqueles considerados


normais podem ter seus portões fechados, embora, certamente, os primeiros o
tenham. Uma preocupação para os professores é como ajudar as crianças a
conservarem os portões abertos e, mais, como ajudá-las a abrirem os portões que
estão fechados. Em sua essência, esta é uma questão de afetividade. Trata-se de
uma questão de como os alunos se sentem e não do que eles sabem. (Wadsworth
1997, p. 197)
Uma vez que o aluno fechou os portões, podemos assumir que seus sentimentos em
relação àquelas áreas são negativos. Estes sentimentos negativos refletem valores
construídos de forma autônoma. O professor que valoriza a matemática pode querer que
o aluno valorize também. Portanto, o problema consiste em saber auxiliar quem não
valoriza a matemática, a vir a gostar dela.

ASPECTOS MÉTODOLÓGICOS

Tendo como base a teoria das inteligências múltiplas, pode ser desenvolvido atividades
que auxilie os alunos alcançar o conhecimento matemático. Através da observação em
sala de aula do potencial das crianças, podem-se desenvolver atividades de acordo com
cada inteligência. Assim poderá estimular o aluno, a busca pelo conhecimento
matemático. Abaixo listamos duas atividades como exemplo de uma aula, que utiliza as
inteligências múltiplas como canais para o conhecimento
Jogo da trilha: O professor pode levar ao ambiente de aula, não necessariamente a sala
de aula, mas até mesmo a quadra de esportes da escola; os seguintes materiais: dado de
seis faces, cartinhas com perguntas de matemática adequadas aos alunos. Deve pedir
aos seus alunos que se organize em grupos de até cinco pessoas. Com auxilio de um giz
poderá pedir a um aluno, para traçar no chão uma trilha que possuirá vinte e quatro
números positivos e vinte quatro números negativos, o número zero ficará no centro da
trilha. Cada participante lança o dado e quem tirar o maior número inicia o jogo. O dado
indica o número de casas que o aluno vai andar no desenvolvimento do jogo, cada
jogador deverá responder a uma questão presente nas cartinhas de perguntas. Ele só
poderá andar a quantidade de casas determinada pelo dado se acertar a questão, caso
não acerte deverá lançar o dado e voltar o número indicado pelo dado. Se o jogador parar
em uma casa contendo um rostinho de criança, ele terá que fazer uma mímica e proceder
conforme o estabelecido nessa cartinha. Vence o jogo aquele que chegar primeiro à
saída.
No “jogo da trilha”, a utilização de uma tarefa lúdica como ferramenta de ensino pode
abordar os seguintes conteúdos: Adição, Subtração, Frações; Números decimais; Dobro,
triplo e quíntuplo. Esta atividade pode funcionar como canal de aprendizagem aos alunos
que possuem um melhor desenvolvimento da Inteligência corporal cinestésica,
Inteligência espacial, Inteligência lógico-matemática, e proporcionar aos demais alunos, o
desenvolvimento destas inteligências por intermédio do jogo.
Música e matemática: Dispondo de 5 copos, um sendo graduado (em mililitros, gramas,
etc.) e os demais numerados de 1 a 4, uma vasilha com água e uma colher de metal, os
alunos poderão realizar as seguintes tarefas:
Com o copo graduado recolher água da bacia e:
a) No copo 1, encher totalmente de água;
b) No copo 2, preencher com 4/3 de água;
c) No copo 3, preencher com 3/2 de água;
d) No copo 4, preencher com a metade de água;
Em seguida o professor poderá realizar as seguintes perguntas:
a) Você conseguiu perceber alguma diferença no som que foi produzido em cada dos
quatro copos? Quais?
b) O que podemos constatar com relação às frações de água contidas em cada um dos
copos?
Ainda utilizando a música, como ferramenta de aprendizagem o professor poderá utilizar
um tocador de disco, cd e um cronometro em seguida colocar alguma música para tocar.
Quando iniciar a música, um componente de cada grupo cronometrará o tempo e os
demais irão bater palmas no ritmo, e contar o número de palmas em um minuto.
Em seguida o professor poderá realizar as seguintes perguntas:
1) Quantas palmas você bateu em um minuto durante a música que escutamos?
2) Qual a fração que representa o número de palmas, por minuto (60 segundos), que você
bateu durante a música?
Na atividade música e matemática a criança poderá perceber que o timbre
produzido por cada um dos quatro copos depende da fração de água que colocamos
dentro deles, ou seja, quanto maior a fração de água, mais grave será o som produzido e,
quanto menor a fração de água, mais agudo será o som produzido.
Além de associar os conhecimentos que os alunos possuem sobre frações, esta
atividade trabalha com a percepção dos sons musicais e fatos históricos relacionados
com a ciência. Está atividade pode despertar naqueles alunos que talvez não apresentem
afinidade com á música, o interesse por ela e pela matemática, e assim poderá perceber
a relação entre estas ciências, que aparentemente tão diferentes possuem uma forte
ligação entre si. Já para aqueles que gostam de música, esta atividade poderá funcionar
como porta de entrada para o aprendizado de matemática.
IMPORTANCIA DO TEMA PARA PROGRAMA

A aplicação da teoria das inteligências múltiplas no ensino da matemática, pode ser


pensado e aplicado como um caminho para os novos profissionais da área de educação,
e como renovação da prática docente daqueles professores que já atuam há tempos, na
educação infantil.
A partir dos estudos e pesquisas relacionadas ao tema inteligências múltiplas e
suas aplicações em sala de aula, podemos estar sanando diversas dificuldades
encontradas por alunos e professores no processo ensino aprendizagem. Alunos que
muitas vezes incompreendidos, pelas suas diferenças cognitivas, e professores que
desconhece a diversidade de inteligências que as crianças podem possuir, ignorando
assim as diversidade metodológicas utilizadas para alcançar as competências desejadas .

BIBLIOGRAFIA

Armstrong, Thomas. Inteligências Múltiplas na sala de aula. 2. ed. Porto Alegre:


ARTMED, 2001.
Carvalho, Dione l. Método do ensino da matemática. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1994.
Gardner, Howard. Estruturas da mente: A teoria das inteligências múltiplas. 1. ed.
Porto Alegre: Artmed, 1994.
Muller, Kurt. Psicologia aplicada à educação. 2. ed. Porto Alegre: E.P.U, 1977.
Vygotsky, Lev S. Pensamento e linguagem. 3. ed. São Paulo: Martins fontes, 1991.
Wadsworth, Barry J. Inteligências e afetividade da criança na teoria de Piaget. 5. ed.
São Paulo: Pioneira educação, 1997.