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Disciplina Empreendedorismo e sustentabilidade

Unidade 2: Empreendedorismo na prática

Empreendedorismo e
Sustentabilidade
Unidade 2 : Empreendedorismo na prática

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Disciplina Empreendedorismo e sustentabilidade
Unidade 2: Empreendedorismo na prática

Empreendedorismo e Sustentabilidade

Autor (a):
Jácomo Chiaratto Jr
capa por: kjpargeter/ Kues / Freepik

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Unidade 2: Empreendedorismo na prática

Sumário
Introdução................................................................4
1. A importância de planejar o negócio.......................5
2. Fatores críticos......................................................6
3. O que é um plano de negócios................................7
4. Objetivos e público alvo de um plano de negócios..9
5. Estrutura do plano de negócios.............................10
Síntese da unidade...................................................15
Referência Bibliográfica...........................................16

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Unidade 2: Empreendedorismo na prática

Empreendedorismo
na prática
Introdução
Empreender não é simplesmente fazer coisas impetu-
osamente. Nesta unidade 2 você vai entender por quê e
descobrir que o planejamento auxilia muito a montar e
gerir um empreendimento. Para isso, aprenderá como
estruturar um plano de negócio e o que deve ser levado
em consideração para a sua elaboração.

Terá a chance também de aplicar seu entendimento


sobre plano de negócios num tema que deve conhecer
bem: Você.

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1. A importância de planejar o negócio


Como já descrito de diversas maneiras, empreendedo- falta de planejamento.
rismo é a qualidade de transformar em realidade uma
ideia, desejo ou oportunidade. Na maioria das vezes, No Brasil, a falta de planejamento também figura como
a inspiração motivadora para se iniciar uma atividade a principal causa do fracasso de nossas empresas de
acontece de forma intuitiva e formada por um turbi- pequeno porte - EPP e microempresas - ME.
lhão de ideias interconectadas pelo cérebro, dentro de
uma lógica que pode fazer sentido para quem teve a Dornelas (2005) aponta as principais causas de morta-
epifania, mas que, para a maioria dos mortais, neces- lidade de empresas no Brasil:
sita ser mais bem explicada.
a) Falta de planejamento;
O grande índice de mortalidade das micro e pequenas b) Deficiências de gestão (gerenciamento do
empresas tem mostrado que a falta de planejamento fluxo de caixa, vendas e comercialização, desen-
pode levar um sonho à ruína em poucos anos. Sabe-se volvimento de produto etc.);
que duas a cada três empresas brasileiras fecham suas c) Políticas de apoio insuficientes;
portas antes de atingir cinco anos de existência. d) Conjuntura econômica;
e) Fatores pessoais (problemas de saúde, crimi-
Nos Estados Unidos, ícone do capitalismo mundial, nalidade etc.)
também considerado o país das oportunidades, esses
índices não são muito diferentes. Da mesma forma,
o principal motivo que leva as empresas a fechar suas
portas não é muito diferente das de outros países: a

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2. Fatores críticos
Um dos principais malefícios causados pelo proces- Um bom plano de negócios deve ser usado por todo
so inflacionário agudo, vivido no Brasil entre os anos empreendedor que deseja transformar seu sonho em
1980 e meados da década de 1990, foi o desmonte das realidade. E não só isso! Deve, também, ser usado no
políticas de planejamento. Com a relativa estabilidade planejamento de empresas maduras. Assim, é corre-
econômica ocorrida nos anos recentes, houve uma re- to afirmar que um bom plano de negócios serve como
tomada da cultura do planejamento. ferramenta importante de planejamento e deve ser
reavaliado periodicamente, pois o mercado passa por
Segundo Pinson e Jinnett (1996), quando se considera constantes mudanças, sendo importante manter-se
o conceito de planejamento, têm-se pelo menos três fa- atualizado.
tores críticos que podem ser destacados:

a) Toda empresa precisa de um planejamento


do negócio para gerenciá-lo e apresentar suas
ideias a investidores, bancos, clientes etc.
b) Toda entidade financiadora necessita de um
bom plano de negócios da empresa requisitante
para poder avaliar os riscos inerentes ao negócio.
c) Poucos empresários sabem como escrever
um bom plano de negócios.

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3. O que é um plano de negócios


Segundo Dornelas (2005), “todo plano de negócios Com um bom plano de negócios é possível:
deve ser elaborado e utilizado seguindo algumas re-
gras básicas, mas que não são estáticas e permitem ao Entender e estabelecer diretrizes para o seu
empreendedor utilizar sua criatividade ou o bom sen- negócio;
so, enfatizando o que mais interessa ao público-alvo Gerenciar de forma mais eficaz a empresa e
do plano de negócios em questão”. tomar decisões acertadas;
O plano de negócios é um documento que serve para Monitorar o dia a dia da empresa e tomar
que o empreendedor possa validar a sua ideia, atra- ações corretivas quando necessário;
vés do planejamento detalhado da empresa. Segundo Conseguir financiamentos e recursos junto a
Dornelas, o plano de negócios é um documento usado bancos, governo, Sebrae, investidores, capita-
para descrever um empreendimento e o modelo de ne- listas de risco etc.;
gócios que sustenta a empresa. Sua elaboração envolve Identificar oportunidades e transformá-las
um processo de aprendizagem e autoconhecimento e em diferencial competitivo para a empresa;
permite ao empreendedor situar-se em seu ambiente Estabelecer uma comunicação interna eficaz
de negócios. e convencer o público externo (fornecedores,
Para Bangs (1998), os aspectos-chave que devem ser fo- parceiros, clientes, bancos, investidores, asso-
cados em qualquer plano de negócios são: ciações etc.).

Em que negócio você está?


O que você realmente vende?
Qual é o seu mercado-alvo?

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Você deve ler!

Acesse o capítulo 7 do livro HISRICH, R. D.;


PETERS, M. P.; SHEPERD, A. D. (01/2014).
Empreendedorismo. 9 edição. Porto Ale-
gre: MCGraw-Hill, 2014. Disponível em: ht-
tps://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788580553338/, no acervo virtual Mi-
nha Biblioteca. Possui uma boa fonte com
informações bem detalhadas e práticas que
ajudam a entender como elaborar o plano de
negócio.
Lembre-se: a leitura deste material é impres-
cindível para a elaboração das atividades ava-
liativas desta disciplina.

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4. Objetivos e público alvo de um plano


de negócios
Segundo dados da Harvard Business School, um bom Mantenedores das incubadoras: visando fi-
plano de negócios aumenta em 60% as chances de su- nanciamentos para as empresas.
cesso de um negócio. Ainda assim, muitos empreen- Parceiros: para estabelecimento de estraté-
dedores ignoram todo esse processo de planejamento gias conjuntas.
e, numa atitude pouco inteligente, optam por não o Bancos: para obter financiamentos para
fazer. equipamentos.
De forma geral, podemos resumir os objetivos a ser Investidores: empresas de capital de risco,
atingidos por um bom plano de negócios como: pessoas jurídicas, BNDES, governo e outros inte-
ressados.
1. Testar a viabilidade de um conceito de negó- Fornecedores: para obter crédito para com-
cio. pra de mercadorias e matéria-prima.
2. Orientar o desenvolvimento das operações e A própria empresa: para comunicação inter-
estratégia. na da gerência com o conselho de administração
3. Atrair recursos financeiros. e com os empregados.
4. Transmitir credibilidade. Os clientes potenciais: para vender a ideia, o
5. Desenvolver a equipe de gestão. produto ou o serviço.
Sócios: para convencer a participar do em-
Segundo Pavani et al. (1997), vários são os públicos-al- preendimento.
vo de um plano de negócios:

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5. Estrutura do plano de negócios


Existem vários modelos propostos para escrever um 3. Sumário executivo
plano de negócios adequado. Filion e Dolabela (2000) 4. Descrição da empresa
apresentam um modelo com quatro partes: 5. Produtos e serviços
6. Mercado e competidores
1. Sumário executivo. 7. Marketing e vendas
2. A empresa. 8. Análise estratégica
3. Plano de marketing. 9. Plano financeiro
4. Plano financeiro. 10. Anexos

Nesse modelo, os autores defendem que cada parte A seguir, conheça cada uma das partes que estruturam
deve comportar várias partes menores, abrangendo um plano de negócio:
diversos tópicos, que devem ser completos, claros e em
linguagem bastante simples. 1. Capa: Apesar de não parecer, é uma das partes mais
Já Dornelas (2005), apresenta seis variações para a es- importantes do plano de negócios. É a primeira parte
trutura de um plano de negócios, de acordo com o foco a ser visualizada por quem vai ler o plano. Portanto,
da empresa. No exemplo a seguir é apresentada uma deve ser feita de maneira limpa e com informações ne-
estrutura voltada para empresas focadas em inovação cessárias e pertinentes.
e tecnologia.
2. Sumário: Contém o título de cada seção do plano de
1. Capa negócios Contém o título de cada seção do plano de ne-
2. Sumário gócios e a respectiva página onde se encontra. Mostra,

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também, as subdivisões das seções com os assuntos re- Faturamento dos últimos anos
lacionados. Facilita ao leitor encontrar o que interessa. Razão social
Impostos
3. Sumário executivo: É a principal parte do plano de Estrutura organizacional e legal
negócios. Fará o leitor decidir se continuará ou não a Localização
ler o plano. Deve ser escrito com muita atenção, revi- Parcerias
sado várias vezes e conter uma síntese das principais Certificações de qualidade
informações que constam no plano de negócios. Serviços terceirizados etc.
Além disso, deve ser dirigido ao público-alvo e expli-
citar qual o objetivo do plano de negócios em relação 5. Análise estratégica: Define os rumos da empresa,
ao leitor (por exemplo: apresentação da empresa para sua visão e missão futura, sua situação atual, as poten-
potenciais parceiros e clientes, requisição de financia- cialidades e ameaças externas, suas forças e fraquezas,
mento etc.). seus objetivos e metas de negócio. Serve como base
Deve ser a última parte a ser feita, pois depende das para o desenvolvimento e implantação das demais
outras seções do plano para ser elaborado. ações descritas no plano.

4. Descrição da empresa: Neste tópico deve ser feita 6. Produtos e serviços: Destina-se a descrever os pro-
uma descrição das características da empresa, enfati- dutos e serviços, abordando:
zando aspectos que a qualifiquem para o empreendi-
mento. A seguir são listados alguns pontos a ser abor- Como são produzidos.
dados: Quais os recursos utilizados.
Ciclo de vida.
Histórico Fatores tecnológicos envolvidos.
Crescimento Processo de pesquisa e desenvolvimento.

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Principais clientes atuais. Como a empresa pretende vender seu produto


Marcas e patentes. ou serviço.
Visão do nível de satisfação do cliente etc. Qual a política para conquistar seus clientes.
Qual a estratégia para manter o interesse dos
7. Análise de mercado e competidores: Aqui devem ser clientes e aumentar a demanda.
apresentadas informações que demonstrem conheci- Sobre o produto ou serviço, deve abordar:
mento do mercado a ser explorado, considerando: Seus métodos de comercialização.
Diferenciais do produto ou serviço para o clien-
Que os executivos da empresa conhecem te.
muito bem o mercado consumidor do produto ou Política de preços.
serviço (pesquisa de mercado). Principais clientes.
Como o mercado está segmentado. Canais de distribuição.
Uma avaliação do crescimento do mercado Estratégias de promoção, comunicação e publi-
explorado pelo negócio. cidade.
Características do consumidor e sua localiza- Projeções de vendas.
ção.
Se há sazonalidade e como agir neste caso. 9. Plano financeiro: O plano financeiro deve apresen-
Análise de concorrência. tar, em números, todas as ações planejadas para a em-
Sua participação no mercado e a de seus prin- presa e as comprovações, por meio de projeções futu-
cipais concorrentes etc. ras de sucesso do negócio (quanto, quando e com que
propósito necessita de capital).
8. Plano de marketing e vendas: De forma objetiva e Além disso, deve conter demonstrativos de:
concisa, o tema deve ser desenvolvido de modo a de-
monstrar: Fluxo de caixa.

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Balanço patrimonial.
Análise do ponto de equilíbrio. Passo a passo.
Necessidades de investimento.
Demonstrativo de resultados.
Para complementar os conceitos sobre plano
Análise de indicadores financeiros do negó-
de negócio, você deve ler o Capítulo 11, páginas
cio (faturamento previsto, margem prevista, pra-
185 a 192, do livro: BERNARDI, L. A. Manual de
zo de retorno sobre o investimento inicial, taxa
Plano de Negócios: Fundamentos, Processos e
interna de retorno etc).
Estruturação, 2ª edição. São Paulo: Atlas, 2014.
Disponível em: https://integrada.minhabi-
10. Anexos: Devem conter informações adicionais jul-
blioteca.com.br/#/books/9788522489183/. É
gadas relevantes para melhor entendimento do plano
um guia bem didático com dicas passo a pas-
de negócios. Não se podem esquecer os currículos dos
so para a elaboração de um plano de negócio.
sócios e dos dirigentes da empresa.
Depois disso você já terá plena condição de
Podem-se anexar, também, fotos de produtos, plantas
produzir sua própria “obra”. Lembramos no-
de localização, roteiros e resultados de pesquisas rea-
vamente que o material de leitura é a base de
lizadas, material de divulgação do negócio, planilhas
referência para a avaliação da disciplina, por-
financeiras, contrato social da empresa etc.
tanto, não deixe de ler nada.

Vale lembrar que o plano de negócio se constitui de


projeções de como o empreendedor estará estruturado
para concretizar seu negócio ou projeto pessoal. Con-
tudo, deve ser flexível para adaptar-se aos desafios e
oportunidades que eventualmente podem surgir no
decorrer da implantação do empreendimento.

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Pratique em você mesmo.

Antes de partir para a elaboração de um plano


de negócio de uma ideia ainda em formação,
vale a pena “treinar” com algo que conhece
bem: você mesmo. Então será de grande ajuda
a leitura do capítulo 3 do livro de Samnya Fei-
tosa TAJRA, Empreendedorismo - Conceitos
e Práticas Inovadoras, 1 ed. São Paulo: Érica,
2014. Disponível em: <https://integrada.mi-
nhabiblioteca.com.br/#/books/9788536513218/
cfi/31!/4/2@100:0.00>. As páginas desse livro
são uma oportunidade de praticar a elabora-
ção do plano de negócio e, ao mesmo tempo,
refletir sobre seus objetivos futuros e como fa-
zer para concretizá-los.

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Síntese da unidade
A importância do planejamento e os principais requisitos para se elaborar o plano de negócio foram os temas prin-
cipais tratados nesta unidade. Portanto, você já possui uma boa noção sobre empreendedorismo que o capacita a
seguir adiante no aprofundamento sobre esse assunto.

Um alerta importante: é imprescindível que leia todo o material indicado, pois a avaliação do seu conhecimento
sobre esta disciplina se baseará no conteúdo da bibliografia recomendada.

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Referência Bibliográfica
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2005.
FILION, L. J. e DOLABELA, F. Boa Ideia! E Agora? São Paulo: Cultura, Editores Associados, 2000.
HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPERD, A. D. (01/2014). Empreendedorismo. 9 edição. Porto Alegre: MC-
Graw-Hill, 2014. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580553338/>. Acesso
em: 20/12/2016.
PINSON, L. e JINNETT, J. Anatomy of Business Plan. Chicago: Upstart Publishing Company, 1996.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Empreendedorismo - Conceitos e Práticas Inovadoras, 1 ed. São Paulo: Érica, 2014. Dis-
ponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536513218/>. Acesso em: 14/11/2015.

Alternativa

HASHIMOTO, Marcos; BORGES, Cândido. Empreendedorismo - Plano de negócios em 40 lições – 1 ed. São Paulo:
Saraiva, 2014. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788502220461/>. Acesso em:
04/01/2017.
BERNARDI, L. A. Manual de Plano de Negócios: Fundamentos, Processos e Estruturação, 2ª ed., São Paulo: Atlas
2014. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/ 9788522489183>. Acesso em: 04/01/2017

Complementar

BANGS, D. H. The Business Planning Guide. Chicago: Upstart Publishing Company, 1998.

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DOLABELA, F. Plano de Negócios e seus Componentes. São Paulo: Cultura Editores Associados, 2002.
DOLABELA, F. O Segredo de Luísa. São Paulo: Cultura, Editores Associados, 1999.
FILION, L. J. Oportunidades de negócios. São Paulo: Cultura Editores Associados, 2002.
PAVANI, C.; DEUTSCHER, J. A. e LOPEZ, S. M. Plano de Negócios – planejando o sucesso de seu empreendimen-
to. Rio de Janeiro: Lexikon, 1997.
SALIM, C. S. Construindo Planos de Negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2002.

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