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SOLUÇÕES - CIENTIC 9

SOLUÇÕES

SOLUÇÕES - CIENTIC 9 - 2018-2019

SOLUÇÕES

p.6-7 Propostas de resolução (TD)


1.1. B. ❶     1.2. C. ❶     1.3. A. ❷     1.4. D. ❶
1.5. B. ❶     1.6. B. ❷     1.7. C. ❶     1.8. A. ❶
2.1. A – Placenta;     B – Cordão umbilical;     C – Fígado;
D – Ventrículo;     E – Aurícula;     F – Pulmão;     G – Veia;     H – Artéria. ❷
2.2. A placenta e o cordão umbilical. ❷
2.3. Três. ❷
2.3.1. O sistema cardiovascular está representado pelo coração, o sistema respiratório pelos pulmões e o sistema
digestivo pelo fígado, um órgão anexo. ❷
3.1. As doenças cardiovasculares, os tumores malignos e as doenças respiratórias. ❶
3.2. C. ❷
3.3. A. ❷
4.1. O sexo e a idade. ❷
4.2. A linha horizontal representa a média percentual da população com um ou mais problemas de saúde ou doença
prolongados. ❷
4.3. Os problemas de saúde prolongados afetam mais as mulheres do que os homens. O peso destes problemas
evidencia-se, sobretudo, a partir dos 45 anos. ❷
5. As doenças cardiovasculares podem ser prevenidas com a adoção de hábitos de vida saudáveis, como a prática de
exercício físico, uma alimentação equilibrada, pobre em sal e gorduras de origem animal, o controlo
do stresse, bem como não beber álcool e não fumar. ❷

SAÚDE INDIVIDUAL E COMUNITÁRIA


TEMA A – SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA
p.13 - Propostas de resolução (Q)
1.1. Poderiam dizer que se sentem bem, consigo próprios e com os seus amigos, num ambiente relaxante e saudável,
com mais qualidade de vida. ❶
1.2. Poderiam dizer que sofrem com a poluição e com o stresse característicos das grandes cidades, com menos
qualidade de vida. ❶
2. A qualidade de vida depende de muitos fatores, sendo a saúde um dos mais importantes. Quanto melhor for a
saúde, maior será a qualidade de vida. ❷
3. A saúde, a educação e o ambiente. ❷

p.16 - Propostas de resolução (Q1)


1. Nos países representados, as esperanças de vida são muito altas. Mas em muitos países, como Portugal, viver mais
tempo não significa viver mais com saúde. As esperanças de saúde não acompanharam o crescimento das esperanças
de vida. ❷
2. Portugal apresenta a maior diferença. Em 2012, os portugueses puderam esperar viver 80,6 anos, mas apenas 55,6
com saúde. A Noruega apresenta a menor diferença. Os noruegueses puderam esperar viver 81,5 anos, 72,1 dos quais
com saúde. ❷

p.17 - Propostas de resolução (Q2)


1. Desde 1970, a esperança de vida tem vindo a crescer (aumentou mais de uma década), tanto para os homens como
para as mulheres. ❶
2. Significa que os cidadãos podem esperar viver mais tempo, mas com doenças. ❶
3. A esperança de vida corresponde ao número de anos que se pode esperar viver; a esperança de saúde corresponde
ao número de anos de vida saudável. ❶
4. A esperança de vida das mulheres portuguesas já é superior à das norueguesas.
No entanto, estas apresentam uma esperança de saúde muito superior. ❶
5. Quanto maior for a esperança de saúde, mais anos são vividos saudavelmente, aumentando a qualidade de
vida. ❷
p.18 - Propostas de resolução (Q)
1. A taxa de anos potenciais de vida perdidos tem vindo a diminuir ao longo do tempo. ❶
2. A esperança de vida corresponde ao número de anos que se pode esperar viver. Os anos potenciais de vida
perdidos são os anos não vividos devido a uma morte prematura, sendo a idade em que ocorre o óbito
subtraída a um valor estabelecido, que, em Portugal, é de 70 anos. ❷

p.21 - Propostas de resolução (D)


1. As agressões provocadas por microrganismos no corpo humano têm várias causas: a capacidade do
microrganismo provocar doença (sendo patogénico), a incapacidade das defesas naturais do corpo atuarem no sentido
da sua neutralização, a falta de regras de higiene pessoal, o incumprimento de um calendário de vacinação e o uso
inadequado de antibióticos e de medicamentos de venda livre. ❷
p.22 - Propostas de resolução (Q2)
1. Os vírus necessitam de infetar uma célula hospedeira para se poderem reproduzir. Quando o conseguem fazer, são
beneficiados, sendo o hospedeiro prejudicado. ❷
2. Uma alteração (mutação) no vírus da gripe, que lhe confere maior capacidade de infeção e o beneficia, pode
estimular uma adaptação do hospedeiro, que desenvolve uma nova defesa. Esta, por sua vez, vai favorecer novas
mutações do vírus, e assim por diante, havendo uma evolução interligada das duas entidades. ❸ 

p.23 - Propostas de resolução (Q2)


1. Podem ser referidos três dos seguintes efeitos:
O antibiótico pode passar a fazer menos ou nenhum efeito; pode ser necessário tomar doses superiores; eventual
necessidade de um antibiótico diferente, mais forte, para obter o mesmo efeito; possível propagação a outras pessoas
das bactérias resistentes, quer no meio hospitalar quer na comunidade; maior dificuldade em descobrir antibióticos
capazes de eliminar estas bactérias; poderem voltar a surgir doenças graves já consideradas controladas, como a
tuberculose, e em formas mais graves e difíceis de tratar. ❷

p.24 - Propostas de resolução (Q)


1. O sedentarismo, o excesso de peso e a obesidade, o tabaco, o álcool e uma alimentação incorreta são referidos
como fatores de risco em muitas doenças não transmissíveis. ❶
2. A inatividade física, o consumo de tabaco e de álcool, as deficiências alimentares e o stresse estão muito
dependentes da vontade própria de cada pessoa. ❷
3. Alterar a dieta alimentar, comendo mais frutas, vegetais, frutos secos e cereais integrais; substituir as gorduras
animais por gorduras vegetais; reduzir o consumo de alimentos salgados e doces; iniciar a prática de exercício físico
diário; vigiar o peso, não fumar nem ingerir álcool. ❷

p.31 - Propostas de resolução (F)


1.1. D. ❶
1.2. O número de médicos ao serviço de uma dada população é, ao mesmo tempo, um indicador e um determinante da
saúde dessa população. ❷
1.3. A um aumento da qualidade de vida corresponde uma diminuição da taxa de natalidade. ❷
1.4. A enorme redução da taxa de mortalidade infantil, o aumento do número de médicos ao serviço da população e a
diminuição da mortalidade são indicadores de que, em Portugal, a saúde evoluiu positivamente desde 1973 e,
consequentemente, a qualidade de vida. No entanto, verificou-se uma enorme redução da taxa de natalidade, o que
pode comprometer o nível de qualidade de vida no futuro. ❸
1.5. A – 7; B – 3; C – 4; D – 2; E – 6; F – 5; G – 1. ❷
2.1. B. ❶
2.2. Os tumores malignos e as doenças cardiovasculares. ❶
2.3. O envelhecimento e o tabagismo são fatores de risco de tumores malignos; o excesso de peso e o sedentarismo
são fatores de risco de doenças cardiovasculares. ❷
2.4. Os homens têm menor tendência do que as mulheres a fazerem exames de saúde de rotina ou de prevenção. ❷

p.32 - Propostas de resolução


3.1. A. ❶
3.2. B. ❶
3.3. Portugal e Roménia. ❶
3.4. Em Portugal, a automedicação e o abandono da toma do antibiótico sem concluir o tratamento conduzem a um
aumento da resistência bacteriana. ❷
3.5. Tomar antibióticos apenas quando receitados pelo médico, não interromper a medicação e seguir regras básicas
de higiene são medidas que todos podem tomar para prevenir a resistência bacteriana. ❷

TEMA B – PROMOÇÃO DA SAÚDE


p.36 - Propostas de resolução (D)
1. Os cuidados de higiene, corporal, mental e alimentar, promovem a saúde. A exposição a poluentes do ar, da água e
do solo, constitui um fator de risco para a saúde individual e comunitária. ❶  

p.37 - Propostas de resolução (Q)


1. As capacidades funcionais desenvolvem-se ao longo da infância e da adolescência, mas começam a diminuir após
a entrada do indivíduo na vida adulta. Essa diminuição é mais acentuada com o envelhecimento.❶
2. Se forem adotadas práticas de promoção da saúde, o capital de saúde é gerido de forma mais eficaz ao longo da
vida, podendo o indivíduo nunca manifestar incapacidades. Pelo contrário, a ausência de medidas de promoção da
saúde conduz ao aparecimento de incapacidades e perda de
qualidade de vida. ❷  

p.38 - Propostas de resolução (Q)


1. A – Prática de exercício físico;
B – Controlo do peso;
C – Cumprimento do calendário de vacinação;
D – Hábitos de higiene pessoal;
E – Proteção contra infeções sexualmente transmissíveis;
F – Rejeição de drogas;
G – Rejeição de álcool;
H – Rejeição de tabaco;
I – Moderação no consumo de gorduras de origem animal;
J – Consumo de frutas e vegetais. ❷ 

p.40 - Propostas de resolução (Q)


1. A – Rastreio de doenças cardiovasculares;
B – Rastreio da diabetes;
C – Sensibilização para a rejeição do consumo de álcool e drogas pelos
trabalhadores;
D – Caminhada contra o cancro da mama;
E – Campanha de prevenção do consumo de tabaco;
F – Sensibilização para o uso correto dos antibióticos;
G – Sensibilização para o uso de preservativo e proteção contra a SIDA.❷  
p.43 - Propostas de resolução (F)
1.1. O risco de desenvolver uma DNT aumenta com a idade. Já existe antes do nascimento e é muito elevado na vida
adulta. ❶
1.2. O aparecimento de uma DNT depende de vários fatores, cada um com um risco associado. Numa cultura de risco,
o indivíduo pode ter vários fatores desfavoráveis (obesidade, sedentarismo, stresse, álcool, tabaco, etc.), acumulando
risco. ❷
1.3. Se forem tomadas medidas de promoção da saúde, como hábitos individuais saudáveis, o risco de desenvolver
uma DNT é baixo. ❷
2.1. A falta de rendimento escolar devido à sonolência e ao cansaço dos alunos. ❶
2.2. É um problema de saúde, dada a inexistência de bem-estar físico, mental e social. ❷
2.3. Insucesso escolar, dependência das tecnologias, cansaço físico e psicológico, conflito e isolamento social,
sedentarismo, etc. ❷
2.4. Dormir o suficiente, alimentar-se adequadamente e concentrar-se nos estudos. ❶
3.1. Seria de esperar que o seu aspeto fosse idêntico, já que são portadoras da mesma informação genética. ❷
3.2. Mariana tem um aspeto mais envelhecido do que Luísa. ❶
3.3. O meio físico e o estilo de vida de Luísa terão favorecido a sua saúde. O contrário terá acontecido com
Mariana. ❷

ORGANISMO HUMANO EM EQUILÍBRIO


TEMA C – ESTRUTURA DO CORPO HUMANO
P. 46     Propostas de resolução (Q)
1. Quando está frio, o corpo reage e faz o sangue circular menos à superfície da pele, que fica pálida, devido à
constrição dos capilares sanguíneos. Assim, o corpo irradia menos calor para o ambiente.
Quando está quente, o corpo também reage e faz o sangue circular à superfície da pele, que fica ruborizada, devido à
dilatação dos capilares sanguíneos. Assim, o corpo perde mais calor para o ambiente e a temperatura corporal
baixa. ❸
2. Quando está frio, e a temperatura do corpo desce, os tremores musculares servem para produzir calor. Quando está
calor, e a temperatura do corpo sobe, o suor permite arrefecer a pele e baixar a temperatura corporal. ❸ 
P. 48     Propostas de resolução (Q)

1. O corpo humano é constituído por diferentes sistemas orgânicos, sendo cada um deles formado por vários órgãos.
Um órgão é constituído por diferentes tecidos e cada tecido é formado por células. Na célula organizam-se diversos
organelos, cada um deles integrando diferentes moléculas na sua estrutura. Cada molécula é formada por átomos
unidos por ligações químicas. ❷

P. 50       Propostas de resolução (Q)


1. Os elementos químicos mais abundantes do corpo humano são o oxigénio, o carbono e o hidrogénio. As moléculas
mais abundantes são a água, as proteínas e os lípidos. ❶

P. 53       Propostas de resolução (Q)


1. A obtenção de imagens do interior do corpo humano por raios X (radiografas), por ecografia e por endoscopia. ❶
2. A ecografia. Atualmente já é possível obter imagens dinâmicas do feto no ventre materno, isto é, ver o seu corpo, a
três dimensões, em movimento e em tempo real (4D). ❷

P. 56       Propostas de resolução (Q)


1.1. B. ❶     1.2. C. ❷1.3. Carbono, hidrogénio, oxigénio e azoto. ❶
1.4. O facto de 193 proteínas presentes no corpo humano serem desconhecidas da ciência (apenas nos resultados de
uma equipa de investigação) é um indicador de que haverá, ainda, muito por descobrir na composição e no
funcionamento do organismo humano. ❷
2.1. Cavidades abdominal e pélvica. ❶
2.2. Os órgãos estão localizados nas zonas inferior e anterior do tronco. ❶
2.3. A endoscopia eletrónica ou a cápsula endoscópica. ❶
2.4. O défice de nutrientes no corpo humano é compensado pela ingestão de alimentos, induzida pela fome ou pela
sede, repondo-se o equilíbrio. ❷ 

D – ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
p. 57   Propostas de resolução (D)
1. Os constituintes dos alimentos são os nutrientes. ❶
2. Quanto à sua função, os nutrientes podem ser energéticos, plásticos ou reguladores. ❷

p. 58   Propostas de resolução (Q)


1. Os nutrientes orgânicos, geralmente associados aos sistemas biológicos, são moléculas formadas por átomos de
carbono ligados a átomos de hidrogénio e, geralmente, a oxigénio e azoto, entre outros elementos; os nutrientes
inorgânicos são elementos químicos ou moléculas que não apresentam esta estrutura e composição. ❷
2. A, B, C e E. ❶

p. 61 Propostas de resolução (Q)


1. Os antioxidantes protegem as células e o ADN da ação dos radicais livres, moléculas que estarão relacionadas com
o aparecimento de doenças cardiovasculares e cancros, entre muitas outras. ❷
2. Vitaminas C e E, betacaroteno e minerais como selénio, manganés, cobre e zinco. ❶
3. A laranja, o tomate e a sardinha (entre outros). ❶
4. Tomar antioxidantes na forma de suplementos não ajuda a proteger contra doenças cardíacas ou cancro. Talvez seja
a combinação de antioxidantes naturalmente presentes nos alimentos, e não uma ou duas vitaminas em altas doses,
que faz baixar o risco de tais doenças. ❸

p. 63 Propostas de resolução (Q)


1. Embora presentes no corpo humano em proporções muito reduzidas, estes elementos são indispensáveis na
estrutura de muitas moléculas e na regulação de muitos processos. Sem eles o corpo humano não funciona
corretamente. O mesmo sucede quando um motor complexo e poderoso não trabalha, porque lhe foi retirada uma peça
minúscula, mas essencial ao seu funcionamento. ❸
2. Uma alimentação pobre, repetitiva e pouco diversificada pode satisfazer as necessidades energéticas do corpo, mas
não fornece os microminerais nas quantidades e proporções certas. ❷

p. 64 Propostas de resolução (Q)


1. Na anorexia nervosa, há uma rejeição quase completa da comida e uma acentuada perda de peso; na bulimia
nervosa, há episódios de ingestão voraz de alimentos, seguidos de vómito compensatório, pelo que o peso
médio não sofre grande variação. ❷
2. Privar o corpo de nutrientes ou fornecê-los de forma descontrolada alteram o equilíbrio do meio interno para além
dos limites em que funcionam os mecanismos de regulação. Sem a reposição do equilíbrio do meio interno, aparecem
graves doenças e, no limite, a morte. ❷

p. 66 Propostas de resolução (Q)


1. Anorexia nervosa. ❶
2. Imagem distorcida do seu corpo, obsessão pela perda de peso e rejeição quase total da comida. ❶
3. Simboliza a perceção distorcida das pessoas anoréticas em relação ao seu corpo. ❷
4. A pressão exercida sobre ele pela família, pela escola e pelo seu médico em relação ao excesso de peso. ❷
5. A redução da dieta diária a um iogurte não assegura minimamente as necessidades de nutrientes, tanto em
quantidade como em qualidade. O resultado foi um emagrecimento, sem controlo, de 38 quilos. ❷
6. Bulimia nervosa. ❶
7. Ingestão de grandes quantidades de comida num curto intervalo de tempo, seguida de vómito. ❶
8. A privação total de guloseimas, optando por uma dieta vegetariana, e o isolamento social. ❷
9. Destruição da sua imagem e incapacidade em controlar a própria vontade. ❷
10. Esconder o problema dos outros, sem pedir ajuda e aconselhamento, pode implicar o prolongamento da
perturbação no tempo, agravando as suas consequências, ou a adoção de medidas inadequadas para a tentar
resolver. ❷

p. 68 Propostas de resolução (Q1)


1. A representação em pirâmide justifica-se porque, na base, estão os alimentos que devem ser consumidos em maior
quantidade na alimentação diária e, no topo, os alimentos a consumir com moderação. ❷
2. Frutas frescas, hortícolas, leguminosas, frutos secos, azeite, ervas e especiarias. ❶
3. Doces, carnes vermelhas, charcutaria e enchidos. ❶
4. O azeite. ❶
5. As ervas e as especiarias. ❶
6. Água ou chá. ❶
7. A dieta mediterrânica traduz um estilo de vida e não apenas um padrão alimentar, combinando produtos locais,
receitas e formas de cozinhar, refeições partilhadas, celebrações, tradições, exercício físico diário moderado e um
clima ameno. ❷

p. 69 Propostas de resolução (Q2)


1. A Roda dos Alimentos representa um guia para a escolha alimentar diária, estando organizada em grupos de
alimentos com valor nutricional semelhante dimensionados em função das proporções necessárias. ❷
2. A Balança Alimentar Portuguesa representa as disponibilidades de alimentos no mercado para consumo dos
portugueses. ❷
3. Os dados indicam um consumo excessivo de alimentos dos grupos “carne, ovos e pescado” e “óleos e gorduras” e
um défice de alimentos dos grupos “hortícolas”, “frutas” e “leguminosas”. ❷
4. O padrão alimentar seguido pelos portugueses pode estar relacionado com uma educação alimentar inadequada,
que valoriza o consumo de carne, e a escassez de recursos económicos, devido à crise e ao desemprego, que dificulta
a compra de frutas e hortícolas. ❸
5. Este padrão representa um maior risco de doenças cardiovasculares, cancro e obesidade. ❷

p. 73 Propostas de resolução (F)


1.1. C. ❶     1.2. B. ❶
1.3. A ingestão de alimentos ricos em glícidos de absorção rápida implica uma sensação de fome poucas horas após as
refeições, levando a um maior consumo de alimentos, ao excesso de peso e à obesidade. ❷
2. A – 2 – IV,V,VI;           B – 1– I,II;      C – 3 – II, III, V, VI. ❷
3.1. Comodidade, rapidez e baixo custo. ❶
3.2. O fast food utiliza gorduras saturadas de origem animal. Fornece carne em excesso e tem défice de vegetais. Além
disso, é acompanhado por bebidas açucaradas, muito calóricas. A dieta mediterrânica fornece verduras e frutas em
abundância, tem o azeite como fonte de gorduras e o peixe e os frutos secos como fontes de proteínas. ❸
3.3. O consumo de carnes vermelhas e gorduras de origem animal aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de
cancro. A prevenção do cancro fica diminuída pela pobreza em frutas e vegetais. A ingestão de batatas fritas e de
bebidas açucaradas aumenta o risco de obesidade. ❸

p. 74     Propostas de resolução (F)


4.1. C. ❶    4.2. B. ❶    4.3. D. ❷    4.4. A. ❷
4.5. Educar e sensibilizar para os riscos e doenças associados ao distúrbio e combater a ideia de que uma boa imagem
é o mais importante da vida. ❸
5.1. O exercício físico permite gastar as calorias em excesso, mantendo o peso, e contribui para o bom funcionamento
do organismo e para a promoção da saúde em geral. ❷
5.2. O consumo de gorduras de origem animal e de sal aumenta o risco de doenças cardiovasculares; o consumo diário
de doces e refrigerantes aumenta o risco de excesso de peso e de obesidade; finalmente, uma
dieta pobre em frutos e vegetais aumenta o risco de cancro. ❷
p. 75  Propostas de resolução (D)
1. Transformar os alimentos em nutrientes necessários ao funcionamento das células. ❶
2. Todas as células do organismo. ❶  

p. 75  Propostas de resolução (Q)


1. A – Lípidos; B – Prótidos; C – Glícidos. ❶
2. Os nutrientes presentes nos alimentos são desdobrados em moléculas mais simples antes de chegarem às
células. ❷
3. A digestão. ❶ 

TEMA E – SISTEMA DIGESTIVO


p. 76  Propostas de resolução (Q)
1. O tubo digestivo é formado por um conjunto de órgãos dispostos sequencialmente, desde a boca até ao ânus, que
recebe e transforma os alimentos e expulsa os resíduos da digestão. As glândulas anexas lançam
as suas secreções no tubo digestivo. ❷

p. 78  Propostas de resolução (Q)


1. As enzimas ligam-se a moléculas complexas e dividem-nas em moléculas mais simples. A seguir, libertam essas
moléculas simples e repetem o processo com novas moléculas. ❷

p. 79  Propostas de resolução (ad)


1. Na boca, os alimentos são fragmentados pelos dentes e misturados com a saliva, com a ajuda da língua. ❷
2. Os movimentos do tubo digestivo permitem a progressão dos alimentos e dos nutrientes ao longo do tubo digestivo
e ajudam à sua mistura com os sucos digestivos. Os sucos digestivos transformam os alimentos em
nutrientes. ❷
3. A glicose, os ácidos gordos, o glicerol e os aminoácidos são produtos da digestão. ❷
p. 79  Propostas de resolução (Q)
1. A presença do bolo alimentar no esófago provoca a constrição das suas paredes na extremidade próxima da faringe.
Essa constrição desloca-se no sentido do estômago, empurrando o bolo alimentar ao longo do esófago. ❷

p. 80  Propostas de resolução (Q1)


1. Os movimentos peristálticos do estômago misturam repetidamente o bolo alimentar com as secreções gástricas.
Também impulsionam o quimo para o duodeno. ❷

p. 80  Propostas de resolução (Q2)


1. As proteínas. ❶
2. O estômago. ❶
3. A colocação dos tubos na incubadora permite manter a temperatura a 37oC, simulando a temperatura corporal a que
ocorre a digestão. ❷
4. O tubo D. ❶
5. Só ocorre digestão quando a pepsina está na presença do ácido clorídrico, pois este assegura as condições de
acidez necessárias à sua ação digestiva. ❷

p. 81  Propostas de resolução (Q)


1. A absorção consiste na passagem dos nutrientes, através da parede do tubo digestivo, para o sangue. Este
processo, que ocorre sobretudo no intestino delgado, é possível devido ao tamanho reduzido dos nutrientes. ❷
2. Os produtos da digestão não absorvidos são eliminados através das fezes.  ❶
3. Hábitos alimentares saudáveis, com ingestão de fibras e abstinência de álcool. ❶

p. 82  Propostas de resolução (Q)


1. 1 – A; 2 – F; 3 – B; 4 – G; 6 – C; 7 – H; 8 – D e E. ❷
2. A bílis. ❶
3. O intestino delgado. ❶
4. A temperatura e o pH. ❷
5. A digestão física, através da mastigação e dos movimentos peristálticos, separa os alimentos em bocados mais
pequenos, aumentando a área de exposição às enzimas, e misturam-nos com as secreções enzimáticas, facilitando a
digestão química. ❷
6. O intestino delgado. É, sobretudo, nesta parte do sistema digestivo que os alimentos já se encontram digeridos e os
nutrientes estão na forma de moléculas suficientemente pequenas para passarem para o sangue e para linfa.
Apresenta, também, uma grande área de absorção. ❷

p. 84  Propostas de resolução (Q)


1. As válvulas coniventes são pregas da parede interna do intestino delgado que aumentam muito a sua área superficial
de contacto com os nutrientes e a taxa de absorção. O facto de serem revestidas por vilosidades e de as células do seu
tecido de revestimento apresentarem microvilosidades aumenta ainda mais a sua capacidade de absorção. ❷

p. 85  Propostas de resolução (Q)


1. Em A, o microbiota é diversificado e saudável, com a mucosa intestinal coberta de bactérias benéficas para a saúde;
em B, as bactérias benéficas desapareceram, deixando espaço para a instalação de bactérias patogénicas e outros
microrganismos prejudiciais. ❷
2. Uma alimentação rica em frutos e hortícolas favorece a manutenção do microbiota intestinal; ao contrário, uma dieta
de glícidos e lípidos de fraca qualidade destrói o microbiota. ❷
3. Proliferação de bactérias nocivas, fungos e protozoários parasitas, acumulação de toxinas e lesões internas na
mucosa intestinal. ❷
4. Alimentação equilibrada, rica em frutos e vegetais, ingestão abundante de água e abstinência de álcool. ❶

p. 86  Propostas de resolução (Q)


1. Uma úlcera é uma ferida na parede do estômago, os cálculos biliares formam-se no interior da vesícula, danificando-
a, e o cancro do cólon é o crescimento de uma massa na parede do intestino. ❷
2. Uma alimentação equilibrada, rica em frutos e vegetais, a prática de exercício físico e a abstinência de álcool e de
tabaco. ❷

p. 88  Propostas de resolução (F)


1.1. 1 – Boca;   2 – Glândulas salivares; 3 – Esófago;   4 – Estômago;   5 – Fígado;    6 – Vesícula biliar;
7 – Pâncreas;    8 – Intestino delgado;    9 – Intestino grosso;    10 – Reto. ❷
1.2. C. ❶    1.3. B. ❶    1.4. C. ❶    1.5. C. ❶
2. A – 5 – III; B – 3 – III;  C – 1 – II, III;   D – 2, 3, 6, 7 – II;  E – 6 – IV; F – 8 – V;   
    G – 7 – IV; H – 6 – III;   I – 1 – I; J – 3 – II, III. ❸
3.1. A – Pepsina;    B – Amílase salivar;    C – Lípase pancreática. ❷
3.2. A pepsina atua no estômago, em meio ácido; a amílase salivar, na boca, em meio neutro, e a lípase pancreática atua
no intestino delgado, em meio básico. ❷

p. 89  Propostas de resolução (F)


4.1. C. ❷ 4.2. B ❷
4.3. As vilosidades intestinais, que recobrem as válvulas coniventes e apresentam microvilosidades, nas suas células
epiteliais, aumentam muito a área superficial e, consequentemente, a taxa de absorção de nutrientes.

4.4. Problemas na digestão dos alimentos e diminuição da absorção de nutrientes. ❷


5.1. A úlcera gástrica é uma ferida na parede do estômago; o cancro é o crescimento descontrolado de uma massa na
parede do órgão. ❷
5.2. Infeção pela bactéria, idade, predisposição genética e maus hábitos alimentares. ❷
5.3. Alimentação saudável, abstinência de álcool e de tabaco, controlo do stresse e vigilância médica. ❷

TEMA F – O SANGUE
p. 90  Propostas de resolução (D)
1. O sangue é constituído por uma parte líquida, o plasma, e por elementos
fgurados, os eritrócitos, os leucócitos e as plaquetas. ❶

p. 90  Propostas de resolução (Q)


1. A forma e a flexibilidade dos eritrócitos facilitam a sua deslocação no interior dos vasos sanguíneos. Nos capilares
mais apertados só conseguem deslocar-se em fila. ❷

p. 93  Propostas de resolução (Q)


1. O transporte de oxigénio e de glicose para todas as células do corpo assegura as matérias-primas necessárias à
obtenção de energia através
da respiração celular. A remoção de dióxido de carbono e de produtos azotados do metabolismo celular liberta as
células de resíduos tóxicos. A
coagulação do sangue repara roturas nos vasos sanguíneos e impede hemorragias. A eliminação de microrganismos
patogénicos previne a instalação de doenças. ❸

p. 95  Propostas de resolução (Q)


1. O hemograma, o hematócrito, a hemoglobina, a glicose e o colesterol “bom” (HDL). ❶
2. Os valores diminuídos de eritrócitos, hematócrito e hemoglobina podem indicar falta de nutrientes essenciais (ferro e
vitaminas) à formação dos
eritrócitos. Uma hemorragia é outra causa possível. Os valores aumentados de leucócitos podem indicar uma infeção.
Os valores aumentados de glicose podem indicar que o pâncreas não produz insulina suficiente (diabetes). A ingestão
de gorduras de má qualidade e a falta de exercício físico podem explicar os valores diminuídos de colesterol “bom”.

3. O desequilíbrio do organismo, traduzido na dificuldade em abastecer as células de oxigénio (falta de eritrócitos), de
glicose (falta de insulina) ou no risco de doença cardiovascular (colesterol “bom” reduzido). ❷
4. Maior facilidade na realização de exames ao sangue e maior rapidez na obtenção dos resultados. Os problemas
podem ser detetados mais cedo, assim como a tomada de medidas para a sua correção. ❷
5. Permitirá identificar os indivíduos em risco de morte prematura e aplicar medidas de prevenção das doenças. Em
termos psicológicos, pode trazer problemas. ❷

p. 98  Propostas de resolução (Q)


1. A contaminação dos tecidos por bactérias patogénicas, devido à perfuração da pele por um objeto cortante,
desencadeou uma resposta do sistema imunitário que se traduziu na saída de leucócitos, por diapedese, dos vasos
sanguíneos para a zona infetada. Os leucócitos fagocitaram as bactérias e o sangue coagulado iniciou a reparação da
ferida. ❷

p. 99  Propostas de resolução (Q)


1. Os sangues dos grupos A e B são incompatíveis, pois os anticorpos de um aglutinariam os eritrócitos do outro. O
sangue do grupo AB não pode ser transferido para um indivíduo de qualquer outro grupo sanguíneo, uma vez que os
eritrócitos transferidos seriam todos aglutinados pelos anticorpos do recetor. No entanto, sangue de qualquer grupo
pode ser transferido para um recetor com sangue do tipo AB, uma vez que este indivíduo não possui quaisquer
anticorpos no seu plasma.
Um recetor com sangue do grupo O não pode receber uma transfusão de qualquer outro tipo de sangue, pois os
eritrócitos recebidos seriam aglutinados pelos anticorpos do seu plasma. No entanto, o sangue do grupo O pode ser
transferido para um recetor com qualquer tipo de sangue, uma vez que os eritrócitos transferidos não podem ser
aglutinados, dado que não apresentam quaisquer antigénios na sua superfície. ❸

p. 102  Propostas de resolução (Q)


1.1. A – Plaquetas;
B – Eritrócitos;
C – Leucócitos;
D – Plasma. ❶
1.2. D. ❶
1.3. B. ❶
1.4. A. ❶
2. A – 3; B – 2; C – 4; D – 2;
E – 4; F – 1; G – 4; H – 2; I – 4; J – 2. ❷
3.1. Verificam-se desvios na quantidade de eritócitos (inferior aos valores de referência) e de leucócitos (superior aos
valores de referência). ❶
3.2. Os valores diminuídos da quantidade de eritrócitos podem indicar uma anemia e os valores aumentados da
quantidade de leucócitos, uma infeção. ❷
3.3. A determinação da percentagem de volume ocupado pelos eritrócitos no volume total de sangue (hematócrito) e da
concentração de hemoglobina podem confirmar a anemia. A contagem dos diferentes tipos de leucócitos ajuda a
compreender o tipo de infeção em curso. ❸
3.4. A anemia pode ser provocada por uma alimentação pobre em vitaminas e sais minerais (como o ferro). Uma má
nutrição pode baixar as defesas do organismo e facilitar a instalação de infeções. ❷
4.1. Antes de uma transfusão sanguínea, é obrigatório testar a compatibilidade do sangue do recetor com o sangue do
dador. ❶
4.2. Não pode ser o dador. Um dador com sangue do grupo AB não o pode doar a um recetor com sangue do grupo A.
A Mariana, do grupo A, possui anticorpos anti-B no seu plasma que iriam aglutinar os eritrócitos recebidos no sangue
do João, do grupo AB. ❷
4.3. São dadores possíveis os que pertencerem ao grupo sanguíneo da Mariana (solução ideal) e ao grupo O. ❶

TEMA G – O SISTEMA CARDIOVASCULAR


p. 103   Propostas de resolução (AD)
1. Os principais constituintes do sistema cardiovascular são o sangue, o coração e os vasos sanguíneos. ❶

p. 103   Propostas de resolução (Q)


1. Os corações humano e do porco apresentam uma forma externa e uma estrutura interna idênticas. Além disso, estão
ligados a vasos sanguíneos idênticos. ❶

p. 106   Propostas de resolução (Q)


1. O coração é constituído por duas aurículas e por dois ventrículos que comunicam através de válvulas
auriculoventriculares. O órgão está dividido em duas metades, direita e esquerda, que não comunicam entre si. ❷

p. 108   Propostas de resolução (Q)


1. A – Veia cava superior;     B – Veia cava inferior;     C – Veia pulmonar
D – Artéria pulmonar;     E – Artéria aorta;     F – Aurícula direita;
G – Aurícula esquerda;     H – Ventrículo direito;    I – Ventrículo esquerdo;
J – Válvula tricúspide;     K – Válvula bicúspide;     L e M – Válvulas semilunares. ❷
2. O sangue entra no coração através das aurículas. Na aurícula direita, proveniente das veias cavas, e na aurícula
esquerda, vindo das veias pulmonares. A contração das aurículas impulsiona o sangue para os ventrículos através das
válvulas bicúspide e tricúspide. A contração dos ventrículos injeta o sangue nas artérias, o ventrículo direito na artéria
pulmonar e o ventrículo esquerdo na artéria aorta, e fecha as válvulas bicúspide e tricúspide, que, assim, impedem o
sangue de retornar às aurículas. Por sua vez, as válvulas semilunares impedem o refluxo de sangue para os
ventrículos. ❸
3. A separação do coração em duas metades que não comunicam entre si impede a mistura do sangue venoso, que
circula na parte direita, com o sangue arterial, que circula na parte esquerda do órgão. ❷

p. 109   Propostas de resolução (Q)


1. As principais etapas do ciclo cardíaco são a diástole geral, a sístole auricular e a sístole ventricular.
Na diástole geral, o coração encontra-se relaxado. O sangue entra nas aurículas e o órgão vai enchendo passivamente.
Na sístole auricular, as aurículas contraem-se e impulsionam o sangue para os ventrículos.
Na sístole ventricular, os ventrículos contraem-se e
injetam o sangue nas artérias. ❷

p. 110   Propostas de resolução (Q)


1. A – Diástole ventricular; B – Sístole ventricular. ❷
2.1. Durante a diástole (e a sístole auricular), o volume de sangue vai aumentando no ventrículo esquerdo até atingir
mais de 130 mL. Com a sístole ventricular, o sangue é ejetado para a artéria aorta e o seu volume diminui,
abruptamente, para cerca de 65 mL. ❷
2.2. No ventrículo, a pressão é muito baixa (inferior a 25 mmHg) durante o relaxamento da cavidade (diástole) e
aumenta abruptamente (para cerca de 120 mmHg) durante a sua contração (sístole ventricular). ❷
2.3. A pressão arterial na aorta atinge o seu máximo (120 mmHg) durante a sístole ventricular, quando o sangue,
injetado pelo ventrículo, entra na artéria. Esta pressão resulta da força que o sangue exerce sobre as paredes da artéria
em resultado da contração do ventrículo e, também, da contração das paredes da própria artéria. Após a sístole
ventricular, a pressão arterial vai diminuindo até um valor mínimo de 80 mmHg,
garantindo a continuidade do fluxo de sangue nos vasos. ❸
3. I – 1.o ruído cardíaco;     II – 2.o ruído cardíaco. ❷

p. 112   Propostas de resolução (Q)


1. As artérias apresentam paredes espessas e elásticas para se poderem contrair e resistir à pressão do sangue no seu
interior. Os capilares possuem paredes muito finas para facilitar as trocas de substâncias com os tecidos e órgãos. As
veias, com paredes menos espessas do que as das artérias, dilatam-se mais e transportam uma maior quantidade de
sangue. As válvulas venosas impedem o refluxo do sangue e obrigam à sua circulação no sentido do coração. ❷

p. 113   Propostas de resolução (Q)


1. As varizes são causadas por defeito ou mau funcionamento das válvulas venosas. Estas não conseguem impedir o
refluxo de sangue, que, assim, se acumula nos vasos. ❶
2. A acumulação de sangue nas veias pode originar coágulos que vão obstruir a circulação. ❷
3. Não permanecer de pé ou sentado por períodos muito prolongados. ❷

p. 114   Propostas de resolução (Q)


1. A circulação sistémica inicia-se no ventrículo esquerdo, que bombeia sangue arterial para todos os órgãos do corpo,
onde ocorrem as trocas com as células. O sangue arterial transforma-se em sangue venoso e regressa à aurícula
direita pelas veias cavas. A circulação pulmonar inicia-se no ventrículo direito, que bombeia sangue venoso para os
pulmões, onde ocorrem as trocas gasosas. O sangue venoso transforma-se em sangue arterial e regressa à aurícula
esquerda pelas veias pulmonares. ❷
2. O sangue venoso é rico em dióxido de carbono e pobre em oxigénio; o sangue arterial é rico em oxigénio e pobre em
dióxido de carbono. ❶

p. 115   Propostas de resolução (Q)


1. Em cada momento, mais de metade do volume de sangue existente no corpo humano encontra-se nas veias. ❶
2. A circulação pulmonar ocorre num trajeto muito mais curto e envolvendo uma quantidade muito menor de vasos,
relativamente à circulação sistémica, que abrange todos os órgãos e tecidos do corpo. Assim, num dado momento,
apenas cerca de um quinto do volume total de sangue está em circulação pulmonar. ❷
3. A existência de um maior volume de sangue nas veias explica-se pelo maior diâmetro do espaço interior destes
vasos e pela sua capacidade distensível. As artérias, com paredes mais espessas, não comportam um
volume de sangue tão elevado como as veias. Os capilares, embora sejam os vasos sanguíneos mais abundantes do
corpo humano, apresentam um diâmetro microscópico, pelo que não conseguem comportar um
grande volume de sangue. ❸

p. 116   Propostas de resolução (AD)


1. Um estilo de vida sedentário, com consumo de tabaco e de álcool, a prática de uma alimentação rica em sal e
gorduras e pobre em frutos e vegetais, a falta de exercício físico, uma vida stressada e o excesso de
peso favorecem as doenças cardiovasculares. ❷
2. A adoção de um estilo de vida saudável com uma alimentação equilibrada, a prática de exercício físico e o controlo
do stresse. ❶

p. 116   Propostas de resolução (Q)


1. Numa artéria normal (A), surge um depósito de gordura nas suas paredes
(B). Com o tempo, esse depósito cresce e forma uma placa concêntrica
que retira espaço ao interior do vaso (C). Finalmente, forma-se um coágulo sanguíneo que obstruiu totalmente a artéria
(D). ❷
2. Uma alimentação com excesso de gorduras e sal, o consumo de álcool e
de tabaco e o sedentarismo. ❶

p. 119   Propostas de resolução (F)


1.1. A – Artéria aorta;     B – Artéria pulmonar;     C – Veia pulmonar;     D – Veia cava;
E – Aurícula direita;     F – Aurícula esquerda;     G – Válvula tricúspide;
H – Válvula bicúspide;     I – Ventrículo direito;     J – Ventrículo esquerdo.❷
1.2. D. ❷ 1.3. C. ❷ 1.4. C. ❶
2.1. I – Circulação sistémica; II – Circulação pulmonar. ❷
2.2. A – Órgãos;     B – Pulmões;     C – Coração;      D – Veia cava;      E – Artéria pulmonar;
F – Artéria aorta;     G – Veia pulmonar. ❷
2.3. C. ❶
3.1. A – Capilar sanguíneo;     B – Veia;     C – Artéria. ❶
3.2. O capilar sanguíneo apresenta um diâmetro muito reduzido, tendo as suas paredes a espessura de uma célula. A
veia é um vaso de grande calibre e possui paredes com uma espessura inferior à das artérias.
Além disso, apresenta válvulas venosas. A artéria também é um vaso de grande calibre, com paredes muito espessas.

3.3. Com paredes mais finas e mais deformáveis do que as das artérias, as veias funcionam como reservatórios de
sangue, que transportam sempre em direção ao coração, graças à existência de válvulas venosas no seu interior. Com
paredes espessas, resistentes e elásticas, as artérias conseguem transportar o sangue sob pressão, para a qual
contribuem com a sua própria contração. ❷
3.4. Uma rede de capilares sanguíneos permite uma grande eficiência nas trocas de produtos com as células. ❶
3.5. C. ❶

p. 120   Propostas de resolução (F)


4.1. A – Artéria;     B – Arteríola;     C – Capilares;     D – Vénula;     E – Veia. ❶
4.2.1. A pressão sanguínea é elevada nas artérias e vai diminuindo à medida que o sangue flui para as veias, onde é
reduzida. ❶
4.2.2. A velocidade do sangue é máxima à saída do coração, elevada nas artérias e vai diminuindo até ficar muito baixa,
ao nível dos capilares sanguíneos. Depois, à medida que as veias se vão alargando, a velocidade do sangue volta a
aumentar. ❶
4.2.3. A área total de secção dos muitos milhões de capilares do organismo é muito maior do que nas veias e artérias.

4.3. Nos capilares sanguíneos, a pressão do sangue ainda é suficientemente elevada para obrigar o plasma a
abandonar os vasos; devido ao reduzido calibre dos capilares, o sangue circula muito lentamente para
permitir as trocas de substâncias com as células; a área total de secção é muito mais elevada nos capilares
sanguíneos, pois, embora cada um deles tenha um diâmetro microscópico, o somatório da área de
muitos milhões de capilares supera largamente a área total de qualquer outro tipo de vasos. ❸
5.1. A – Aurícula direita;     B – Artéria aorta;     C – Artéria pulmonar;     D – Ventrículo esquerdo.❷
5.2. D. ❷ 5.3. A. ❷
5.4. A ciência e a tecnologia permitiram construir um dispositivo mecânico
que recebe sangue do coração e o injeta, sob pressão, nas artérias,
substituindo de forma artificial a função dos ventrículos.

TEMA H – O SISTEMA LINFÁTICO


p. 124   Propostas de resolução (Q)
1. Na rede de capilares sanguíneos, que irriga todos os tecidos e órgãos do corpo, o plasma do sangue dá origem à
linfa intersticial. Esta é recolhida por um sistema de capilares e canais linfáticos que lançam a linfa circulante na
corrente sanguínea, ao nível das veias subclávias. ❷
2. A linfa circulante é canalizada, através de vasos, para o interior dos gânglios linfáticos. Depois de atravessar esses
órgãos, sai para o exterior e
continua o seu percurso nos vasos linfáticos. ❷
3. Os gânglios linfáticos são preenchidos por um tecido essencialmente constituído por leucócitos. ❶

p. 125   Propostas de resolução (Q)


1. A linfa intersticial é formada pelos líquidos que banham as células; a linfa circulante resulta da drenagem da linfa
intersticial e desloca-se no
interior de vasos. ❶
2. A formação da linfa intersticial permite o constante intercâmbio de substâncias com as células; a sua drenagem
facilita a renovação e o equilíbrio do meio extracelular A produção e acumulação de leucócitos no sistema linfático
defendem o organismo de substâncias e microrganismos patogénicos e elimina células velhas e defeituosas. ❸
3. As válvulas impedem o refluxo de linfa, obrigando à sua circulação sempre no mesmo sentido. ❶
4. Os gânglios linfáticos filtram a linfa, eliminando corpos estranhos por ação dos leucócitos do seu interior. ❷
5. O aumento do volume dos gânglios linfáticos é provocado pela multiplicação de leucócitos no seu interior. ❷

p. 126   Propostas de resolução (Q)


1. O sangue normal está representado em A e o sangue de uma pessoa com leucemia, em B. ❶
1.1. A leucemia caracteriza-se pela redução do número de eritrócitos e de plaquetas e pelo aumento do número de
leucócitos. ❶
2. Uma das formas de diagnosticar a leucemia é através de análises sanguíneas. ❶
3.1. A diminuição da quantidade de eritrócitos provoca anemia. ❷
3.2. A diminuição da quantidade de leucócitos saudáveis torna o organismo incapaz de combater infeções. ❷
3.3. A diminuição da quantidade de plaquetas impede o sangue de coagular nas zonas feridas, levando a hemorragias
excessivas. ❷
4. A leucemia é um cancro do sangue porque é causada pela multiplicação descontrolada de células, uma característica
dos cancros. Neste caso, as células afetadas são células do sangue, os leucócitos. ❷

p. 129   Propostas de resolução (F)


1.1. A – Capilar sanguíneo;   B – Capilar linfático;   C – Linfa intersticial;
D – Linfa circulante;   E – Vaso linfático;   F – Gânglio linfático. ❷
1.2. A. ❶   1.3. C. ❷    1.4. D. ❷    1.5. B. ❶
1.6. Os vasos linfáticos transportam a linfa circulante para a corrente sanguínea, sempre no mesmo sentido, devido à
existência de válvulas no
seu interior. ❷
1.7. Os gânglios linfáticos filtram a linfa de modo que fique limpa de corpos estranhos, atuando na defesa do
organismo. ❷
1.8. Em caso de infeção, os gânglios linfáticos incham devido à multiplicação de linfócitos e à produção de anticorpos
para combater os agentes
patogénicos. ❸
2. A – 1; B – 3; C – 1; D – 2; E – 1; F – 3. ❷

TEMA I – O SISTEMA RESPIRATÓRIO


p. 130   Propostas de resolução (AD)
1. O sistema respiratório é formado pelos pulmões e pelas vias respiratórias. Estas incluem, as fossas nasais, a faringe,
a laringe, a traqueia, os brônquios e os bronquíolos. ❷

p. 133   Propostas de resolução (Q)


1. As vias respiratórias são uma porta de entrada de poeiras e microrganismos patogénicos. As vias respiratórias
desempenham um papel de filtragem do ar, livrando-o desses agentes estranhos. Para tal possuem pelos (fossas
nasais) e cílios (traqueia) que, com a ajuda dos mucos, fazem a retenção de poeiras e bactérias e as encaminham para
o exterior (através da boca ou das narinas) ou para o tubo digestivo. As bactérias também podem ser atacadas e
destruídas por leucócitos das amígdalas. ❷

p. 136   Propostas de resolução (Q)


1. Durante a inspiração, os músculos contraem-se e a caixa torácica expande. A pressão dentro dos pulmões é menor
do que no exterior. O ar flui para os alvéolos. Durante a expiração, os músculos relaxam. A compressão da caixa
torácica aumenta a pressão dentro dos pulmões. O ar flui para o exterior. ❸

p. 138   Propostas de resolução (Q)


1. A capacidade pulmonar total é de 5,8 litros. ❶
2. Num ciclo respiratório normal, o volume corrente é de 500 ml. ❶
3. A letra A representa o máximo volume de ar que se consegue inspirar ou capacidade inspiratória (uma inspiração em
repouso (VC) seguida de uma inspiração forçada (VRI)); a letra B representa o máximo volume de ar que se consegue
expirar ou capacidade vital (expulsão do ar inspirado de forma forçada (VRI), acrescido do ar expirado em repouso
(VC), acrescido de uma expiração forçada (VRE)). ❷
4. O VRI refere-se ao volume extra de ar que pode ser inspirado, além do volume corrente normal, correspondendo a
cerca de 2,9 litros. O VRE é a quantidade de ar que ainda pode ser expirada, pela expiração forçada, após o término da
expiração corrente normal, correspondendo a cerca de 1,2 litros. ❷
5. O VR é o volume de ar que ainda permanece no pulmão após uma expiração forçada. ❶

p. 139   Propostas de resolução (Q)


1. Os alvéolos pulmonares são pequenos sacos de paredes muito finas, envolvidos por uma rede de capilares
sanguíneos. Esta característica aumenta muito a área de contacto entre o ar do interior dos alvéolos e o
sangue que circula no interior dos capilares. As paredes muito finas e humedecidas facilitam a difusão dos gases
respiratórios. ❷
2. Nos alvéolos pulmonares, o oxigénio difunde-se para o sangue e o dióxido de carbono faz o percurso contrário; nos
tecidos, o oxigénio difunde-se do sangue para as células e o dióxido de carbono faz o percurso
contrário. ❷

p. 140   Propostas de resolução (Q)


1. A respiração externa refere-se às trocas gasosas nos alvéolos pulmonares; a respiração celular é um processo de
obtenção de energia a partir da glicose, com gasto de O2 e libertação de CO2. ❷

p. 141   Propostas de resolução (Q)


1. A pressão atmosférica diminui com a altitude, o que implica menos moléculas de oxigénio disponíveis por unidade
de volume de ar. ❶
2. Com menos oxigénio disponível no ar inspirado, a pressão de oxigénio nos alvéolos pulmonares é menor. ❶
3. O fornecimento de oxigénio às células, através do sangue, fica mais reduzido. Como o oxigénio é necessário para a
respiração celular, este processo vai ser reduzido e, consequentemente, a produção de energia a
partir dos nutrientes energéticos, como a glicose, vai baixar. ❸
4. O dióxido de carbono é um produto da respiração celular. Diminuindo este processo, também diminui a quantidade
de CO2 produzido nas células, baixando a pressão parcial deste gás. ❷
5. Para tentar compensar a menor disponibilidade de oxigénio na atmosfera, o organismo responde imediatamente com
um aumento do ritmo cardíaco e da frequência ventilatória. Com o tempo, poderá aumentar a produção de eritrócitos e
a amplitude ventilatória. ❸
6. Sintomas moderados são a sensação de falta de ar, cansaço e dores de cabeça. Em situações mais graves podem
ocorrer edemas pulmonares e cerebrais e, até, a morte. ❸
7. A aclimatação é o ajustamento do organismo à menor disponibilidade de oxigénio na alta montanha. Este processo
exige tempo. ❷
8. Pulmões mais desenvolvidos, corpos mais pequenos e sangue com maior quantidade de eritrócitos são algumas das
características dos habitantes da alta montanha. ❷

p. 142   Propostas de resolução (D)


1. As doenças respiratórias são causadas, principalmente, pela poluição atmosférica e pelo tabagismo. ❶

p. 145   Propostas de resolução (Q)


1.1. A – Fossas nasais;     B – Faringe;     C – Laringe;     D – Traqueia;     E – Brônquio;
F – Bronquíolo;     G – Alvéolo pulmonar;     H – Diafragma. ❷
1.2. C. ❶ 1.3. C. ❶ 1.4. B. ❶
2. A – 4; B – 5; C – 2; D – 7; E – 6; F – 1; G – 3. ❷
3.1. A pressão do ar é maior no dispositivo B, uma vez que a mesma quantidade de ar ocupa um menor volume. ❷
3.2. O dispositivo A ilustra a pressão no interior dos pulmões aquando da inspiração. A caixa torácica expande-se e a
pressão desce no interior dos pulmões, favorecendo a entrada do ar.
O dispositivo B ilustra a pressão no interior dos pulmões aquando da expiração. A caixa torácica relaxa e comprime os
pulmões, aumentando a pressão no interior do órgão e expulsando o ar para o exterior. ❸

p. 146   Propostas de resolução (F)


4.1. A frequência respiratória refere-se ao número de ciclos respiratórios por unidade de tempo; o volume corrente
corresponde ao volume de ar inspirado numa ventilação normal; a ventilação pulmonar refere-se ao processo
mecânico de entrada e saída de ar dos pulmões. ❷
4.2. O aumento dos valores de ventilação pulmonar com a intensidade do exercício físico explica-se pelo crescente
aumento das necessidades de oxigénio das células musculares. ❷
4.3. A menor capacidade de oxigenação dos diferentes tecidos e células limita o trabalho celular. O organismo humano
tentará compensar a falta de oxigénio com um aumento mais acentuado dos valores da ventilação pulmonar. ❷
4.4. Os indivíduos fumadores estão limitados na sua capacidade respiratória, pelo que não conseguem responder
satisfatoriamente às necessidades de oxigenação das células associadas ao exercício físico intenso. ❷
5.1. A – Alvéolo pulmonar;          B – Capilar sanguíneo;
C – Leucócitos;       D – CO2;      E – O2;     F – Coração;    G – Células do corpo. ❷
5.2. A. ❶ 5.3. C. ❶ 5.4. B. ❷ 5.5. D.
6.1. A asma. A doença caracteriza-se por crises imprevistas de dificuldades respiratórias devido ao estreitamento dos
brônquios e dos bronquíolos. ❸
6.2. O sedentarismo, que leva à obesidade, e a exposição a agentes poluentes ou agressivos para o sistema
respiratório podem desencadear a asma. ❷

TEMA J – SUPORTE BÁSICO DE VIDA


p. 147   Propostas de resolução (Q)
1. A cadeia de sobrevivência define uma sequência de ações em que cada uma articula com a anterior e com a
seguinte:
1.o – pedir ajuda acionando de imediato o sistema de emergência médica;
2.o – iniciar de imediato manobras de SBV de qualidade;
3.o – aceder à desfibrilhação tão depressa quanto possível, sempre que indicado.
O respeito por esta sequência de procedimentos pode salvar vidas. ❷

p. 148   Propostas de resolução (Q)


1. Os procedimentos para um correto alarme passam pelo reconhecimento da gravidade da situação da vítima, uma
descrição o mais exata possível da situação em que se encontra, a referência ao sexo e idade aproximada
da vítima e a localização geográfica precisa do local da ocorrência. ❷
2. A avaliação do estado de consciência da vítima e a tentativa de ver, ouvir ou sentir a sua respiração e os movimentos
torácicos são aspetos a ter em conta no exame à vítima. ❷
3.1. Na criança, a amplitude ventilatória é menor, pelo que pode ser mais difícil ver os movimentos respiratórios e ouvir
ou sentir a sua respiração. ❷
3.2. Na criança, as manobras de SBV deverão ser feitas com maior moderação e suavidade, dada a sua fragilidade
corporal. Uma vez que os pulmões da criança apresentam menor capacidade, é fundamental iniciar
de imediato as manobras de SBV. ❷

p. 152   Propostas de resolução (Q1)


1. As compressões torácicas geram um pequeno fluxo de sangue que é essencial para o cérebro e para o coração. ❷
2. O número de compressões está ajustado a um ritmo cardíaco normal numa situação de maior necessidade de
sangue nos tecidos e órgãos. ❷
3. Uma superfície mole, como um colchão, iria amortecer uma boa parte do impacto das compressões, tornando o SVB
menos eficaz. A cabeça no mesmo plano é importante para manter a permeabilidade da via aérea. ❷
4. A roupa desapertada facilita a permeabilização da via aérea. O tórax exposto facilita o correto contacto com o
esterno da vítima, aquando das compressões torácicas. ❷

p. 153   Propostas de resolução (Q2)


1. Um traumatismo da coluna pode provocar lesões na medula espinal, afetando o desempenho do sistema nervoso e,
por isso, o controlo dos membros e dos órgãos internos. O risco é agravado se houver uma manipulação incorreta da
vítima durante as manobras de SBV. ❸
2. A compressão de partes moles vai pressionar, indiretamente, as vias respiratórias, diminuindo a sua
permeabilização. ❶
3. A obstrução total da via aérea impede a passagem de ar entre os pulmões e o exterior, não ocorrendo movimentos
ventilatórios. ❶
p. 154    Propostas de resolução (Q1)
1. Na criança, a ativação do serviço de emergência (112), não havendo mais ninguém além de quem socorre, só é feita
após um minuto de SBV. No adulto, a chamada para o 112 é feita logo após a permeabilização da via
aérea da vítima. ❷
2. Dada a menor capacidade respiratória da criança e a sua maior fragilidade, os seus tecidos e órgãos são menos
resistentes à privação de oxigénio, pelo que o SBV deve ser iniciado imediatamente. ❷

p. 154  Propostas de resolução (Q2)


1. O diálogo indica falta de formação sobre manobras de SBV e incapacidade de atuar em socorro da vítima. ❶
2. O desfecho mais provável é a morte da vítima. ❶
3. Uma ativação incorreta dos serviços de emergência, como são os falsos alarmes, pode desviar recursos humanos e
materiais para falsas ocorrências, pondo em risco o socorro a vítimas reais. ❶

p. 161   Propostas de resolução (F)


1.1. D. ❶    1.2. C. ❶    1.3. A. ❶   1.4. B. ❶
2.1. D – H – E – A – B – F – C – G. ❸
2.2. As manobras de SBV devem ser iniciadas numa situação de OVA grave, com a vítima inconsciente e após ativação
do 112. ❷
2.3. A posição lateral de segurança garante a permeabilidade da via aérea e a drenagem de fluidos da cavidade oral.
Além disso, é uma posição estável, que não provoca lesões na vítima. ❷

TEMA K – OS SISTEMAS EXCRETORES


p. 162 Propostas de resolução (D)
1. A função excretora permite ao organismo eliminar os resíduos tóxicos do
metabolismo, como a ureia e o CO2, de modo a manter o equilíbrio do meio
interno. ❷
2. O sistema urinário é constituído pelos rins, ureteres, bexiga e uretra. ❶

p. 164   Propostas de resolução (Q)


1. A água é um meio líquido (solvente) onde ficam dissolvidas substâncias (solutos) a expelir para o exterior. ❷
2. Através de uma urina mais abundante e diluída, o sistema urinário compensa os excessos de água; com uma urina
mais escassa e concentrada, o sistema urinário compensa as carências de água. ❷

p. 165   Propostas de resolução (D)


1. Os rins filtram o sangue e produzem urina. Esta é conduzida à bexiga pelos ureteres. A urina acumula-se na bexiga,
sendo regularmente expulsa para o exterior através da uretra. ❷
2. A circulação do sangue permite a recolha dos resíduos tóxicos de todos os tecidos e órgãos do corpo. A passagem
do sangue nos rins implica a sua filtração e posterior excreção de resíduos. ❷
3. A urina, composta por água, produtos azotados e sais minerais, é formada a partir do plasma do sangue de acordo
com três etapas: filtração, reabsorção e secreção. A urina permite eliminar resíduos tóxicos. ❷

p. 167   Propostas de resolução (Q)


1. O aspeto granuloso da zona cortical deve-se à presença dos corpúsculos de Malpighi e dos túbulos contornados. A
elevada densidade de ansas de Henle e de tubos coletores confere um aspeto estriado à zona medular. ❷
2. A arteríola aferente transporta o sangue vindo da artéria renal e ramifca-se em capilares que formam o glomérulo de
Malpighi. A arteríola eferente transporta o sangue filtrado que sai do glomérulo e divide-se em
capilares que envolvem o tubo urinífero. ❷
3. A pressão sanguínea é a força responsável pela saída de plasma dos capilares glomerulares para a cápsula de
Bowman. ❸
4. A rede de capilares sanguíneos que envolve o tubo urinífero facilita o intercâmbio de substâncias entre os capilares
e o tubo. ❷
5. Um único tubo coletor recolhe a urina formada em muitos nefrónios. ❶

p. 168     Propostas de resolução (Q)


1. A formação da urina é influenciada por diversos fatores, como a pressão sanguínea, a disponibilidade de água ou a
concentração de solutos no plasma. ❷
p. 169     Propostas de resolução (D)
1. A ingestão de água em abundância, o consumo moderado de proteínas e de sal, a toma de medicamentos sob receita
médica e a vigilância da hipertensão arterial e da diabetes são alguns cuidados a ter com o sistema
urinário. ❷

p. 170     Propostas de resolução (Q)


1. O sangue é bombeado do corpo do paciente e posto a circular num filtro formado por vários tubos interligados.
Nestes tubos, o sangue apenas está separado de uma solução de diálise por uma membrana semipermeável, o que
permite trocas de substâncias entre os dois líquidos. Os resíduos tóxicos do sangue difundem-se para a solução, que,
a seguir, é retirada do filtro e substituída por nova solução. O sangue filtrado é devolvido ao corpo do paciente. ❸

p. 171     Propostas de resolução (D)


1. A pele é formada por duas camadas principais, a epiderme e a derme. A pele é irrigada por vasos sanguíneos e
linfáticos e enervada por diferentes sensores. Os pelos, as unhas e as glândulas são estruturas anexas da pele. ❷
2. O suor, constituído por água, cloreto de sódio e ureia, é formado pelas glândulas sudoríparas. Para além de permitir
excretar substâncias nocivas para o organismo, a evaporação do suor refresca a pele. ❷
3. A pele, a par dos rins, permite a eliminação de solutos nocivos, como a ureia, para o organismo. Contribui, assim,
para manter o equilíbrio do meio interno. ❷

p. 173 - ad    Propostas de resolução (D)


1. Cuidados diários de higiene, evitamento de ambientes poluídos e uso de protetor solar adequado são medidas
promotoras de uma pele saudável.

p. 173 – q     Propostas de resolução (Q)


1. A acne é causada pela obstrução e inflamação das glândulas sebáceas da pele. ❶
2. Tanto o carcinoma como o melanoma são massas de células em crescimento descontrolado. Ao contrário do
carcinoma, as células do melanoma penetram na derme e entram nos vasos sanguíneos, espalhando o
cancro noutros órgãos do corpo (metástases). ❷

p. 175     Propostas de resolução (F)


1.1. A – Rim; B – Uréter;   C – Bexiga; D – Uretra;   E – Bacinete; F – Medula; G – Córtex. ❶
1.2. C. ❶ 1.3. D. ❶ 1.4. D. ❶
2.1. A – Arteríola eferente;   B – Glomérulo de Malpighi; C – Arteríola aferente;  D – Cápsula de Bowman. ❶
2.2. 1 – Filtração;   2 – Reabsorção;   3 – Secreção;   4 – Excreção. ❷
2.3. I – Filtrado glomerular;   II – Urina; III – Plasma. ❸
2.4. O fltrado glomerular (I) está presente no interior da cápsula de Bowman
(D). A urina (II) forma-se no tubo urinífero (E). O plasma (III) faz parte do sangue que circula no glomérulo de Malpighi (B). ❷
2.5. A reabsorção de água nos tubos uriníferos vai aumentar de modo a manter o equilíbrio do sangue. O resultado será uma urina mais escassa e concentrada. ❷
2.6. A hemodiálise substitui a função excretora do rim, permitindo a remoção dos resíduos tóxicos do sangue. ❷
3.1. A pele é constituída por diferentes tecidos, cada um deles formado por vários tipos de células com diferentes especializações. ❷
3.2. A função excretora, em que a pele elimina do corpo substâncias nocivas, e a função protetora, funcionando a pele como barreira às agressões externas. ❶
3.3. Manter a pele limpa e evitar as agressões (poluição, tabaco, tatuagens, etc.), entre outros cuidados. ❶

TEMA L – O SISTEMA NERVOSO

p. 179     Propostas de resolução (Q)


1. Os principais constituintes do SNC são o encéfalo e a medula espinal. ❶
2. O encéfalo está protegido por meninges e por tecido ósseo do crânio. ❷
3. O SNC coordena toda a atividade do corpo humano, pelo que deve estar
bem protegido de choques mecânicos que o possam danifcar e isolado
do meio externo, para diminuir os riscos de infeção por agentes patogé-
nicos. ❸

p. 180     Propostas de resolução (Q1)


1. Os principais constituintes do SNP são os gânglios e os nervos. ❶
2. A medula espinal está protegida por meninges e por tecido ósseo das
vértebras da coluna. ❷
p. 181     Propostas de resolução (Q2)
1. O neurónio é formado por uma zona central, o corpo celular, de onde partem
diversas dendrites e um axónio. A extremidade do axónio ramifca-se na arborização terminal. ❶
2. Os impulsos nervosos são a forma como os neurónios comunicam entre
si e com os diferentes órgãos e sistemas do organismo. ❷
3. Para a comunicação não fcar interrompida, os impulsos nervosos terão
de se propagar às células vizinhas. Poderia ser feito através de pontos de
contacto das membranas de células vizinhas, sem qualquer interrupção
do impulso, ou através da libertação de substâncias químicas para o exterior de uma célula nervosa que seriam reconhecidas pela célula vizinha
como um sinal para retomar o impulso nervoso. ❸

p. 182     Propostas de resolução (Q1)


1. No neurónio, o impulso nervoso propaga-se do corpo celular para a arborização terminal. Quando atinge a
extremidade do neurónio, este liberta
neurotransmissores que são reconhecidos pela célula vizinha. Se esta
célula for outro neurónio, dá continuidade ao impulso nervoso; se for
outro tipo de célula, é estimulada a desencadear uma ação, como, por
exemplo, a contração muscular. ❸

p. 183      Propostas de resolução (Q2)


1. Um traumatismo craniano na zona posterior esquerda poderá afetar a
visão e a capacidade de compreender a linguagem falada. ❶
2. Um AVC no hemisfério direito pode levar à paralisação ou limitação motora no lado esquerdo do corpo. ❶

p. 184     Propostas de resolução (Q1)


1. A estrutura do sistema nervoso envolvida na regulação da temperatura
corporal é o hipotálamo. ❶
2. Os recetores térmicos da pele são sensíveis a subidas ou descidas da temperatura ambiental e enviam essa informação ao sistema nervoso central. ❶
3. Se houver uma subida ou uma descida da temperatura corporal, o organismo responde no sentido de compensar essa alteração e repor a temperatura normal. No caso de uma
subida da temperatura, o hipotálamo
ativa mecanismos de libertação de calor (vasodilatação, transpiração e
redução do metabolismo celular) para fazer baixar a temperatura do corpo; havendo uma descida da temperatura, o hipotálamo ativa mecanismos de produção de calor
(vasoconstrição, tremuras musculares e aumento do metabolismo celular) para fazer subir a temperatura do corpo. ❸
4. A tiroide é uma glândula produtora de hormonas, que lança na corrente sanguínea de modo a poder chegar a todas as células. ❷
5. O sistema nervoso inclui estruturas, como o hipotálamo, que funcionam
como sensores capazes de detetar alterações nas condições do meio
interno. Uma vez identifcada uma anomalia, o sistema nervoso envia
mensagens aos órgãos efetores, como músculos e glândulas, para que
executem as ações necessárias para repor o equilíbrio homeostático. ❷

p. 185     Propostas de resolução (Q2)


1. A – Recetor nervoso da pele;
B – Medula espinal;
C – Músculo;
D – Encéfalo.
2. I – Neurónio sensitivo;
II – Neurónio de associação;
III – Neurónio motor. ❶
3. Os cinco componentes do arco reflexo são: recetor sensorial, neurónio
sensitivo, neurónio de associação, neurónio motor e órgão efetor. ❷
4. O neurónio de associação recebe o estímulo do neurónio sensitivo, analisa a informação e transmite, de imediato, a resposta ao neurónio efetor.
Também conduz a mensagem da medula espinal para o encéfalo, permitindo a consciência da dor. ❸
5. Ao contrário dos atos voluntários, os atos reflexos não dependem da
vontade e acontecem de forma repentina e automática. ❷

p. 186     Propostas de resolução (Q1)


1. O SNA não depende da consciência e é responsável por manter constantes as condições do meio interno (homeostasia). ❶
2. O sistema simpático é um sistema de alerta, colocando o corpo em prontidão para responder a situações de perigo ou de stresse, com elevados gastos de energia; o sistema
parassimpático está associado a um estado de
repouso e baixo consumo de energia. ❷

p. 187    Propostas de resolução (Q2)


1. A paralisia é provocada por um impacto na coluna vertebral. A quebra
das vértebras comprime ou corta, parcial ou totalmente, a medula espinal. ❶
2. Na paraplegia, o indivíduo não sente nem mexe as pernas; na tetraplegia,
sucede-se o mesmo, mas com os quatro membros. ❷
3. O local em que a medula espinal é lesionada determina o tipo e a gravidade da paralisia. Todas as zonas do corpo que dependem dos nervos
localizados abaixo da lesão fcam privadas de comunicação com o SNC
e, portanto, paralisadas. ❷
4. A paraplegia C, para além da paralisia dos membros inferiores, afetará
funções associadas à zona inferior do abdómen, como disfunções sexuais e urinárias; a paralisia B é mais grave, afetando, para além dos
membros inferiores, todo o abdómen e parte do tórax. ❷  

p. 188     Propostas de resolução (Q)


1. A doença de Alzheimer afeta toda a massa encefálica e diminui as capacidades intelectuais do indivíduo (o SNC vai
deixando de funcionar). A
ELA afeta apenas os neurónios motores, paralisando todos os músculos,
não implicando perda de capacidades intelectuais (o SNC dá ordens mas
o SNP não as executa). ❷

p. 190     Propostas de resolução (F)


1.1. A – Cérebro;
B – Cerebelo;
C – Medula espinal;
D – Nervo.
1.2. A. ❶
1.3. C. ❷
1.4. D. ❷
2.1. 1 – Dendrites;
2 – Corpo celular;
3 – Axónio;
4 – Arborização terminal. ❶
2.2. A – Pele (órgão recetor); B – Neurónio sensitivo;
C – Neurónio de associação;
D – Neurónio motor;
E – Músculo (órgão efetor). ❷
2.3. O neurónio sensitivo (do SNP) recebe o estímulo dos sensores da pele
e conduz o impulso nervoso ao SNC; o neurónio de associação (do SNC)
processa a informação e estabelece a ligação ao neurónio motor; o neurónio motor (do SNP) recebe a resposta do neurónio de associação e
transmite o impulso nervoso ao músculo para que execute um movimento. ❷
2.4. Representa uma sinapse, que permite a transmissão da mensagem
nervosa entre um neurónio e a célula com a qual comunica. ❷
2.5. A. ❶
2.6. B. ❶
2.7. Caso o estímulo seja o frio, a resposta do sistema nervoso será o aumento, voluntário ou involuntário, da atividade muscular, de modo que
as fibras musculares produzam mais calor. ❷
3. A produção de saliva foi estimulada pelo sistema parassimpático, enquanto
a fuga do cão é apoiada pelo sistema simpático do Artur, nomeadamente
pela produção de adrenalina pelas glândulas suprarrenais. ❸      

TEMA M – O SISTEMA HORMONAL

p. 191     Propostas de resolução (Q)


1. Uma glândula endócrina produz hormonas, substâncias químicas lançadas no sangue que viajam pelo corpo e são reconhecidas por células-
-alvo dotadas de recetores específicos. Reconhecida a hormona, a célula-alvo executa uma ação. ❶
2. Uma hormona é produzida numa glândula endócrina e é lançada no sangue. Dissolvida no plasma, passa para o líquido intercelular e pode ser
reconhecida por recetores das células-alvo de diferentes tecidos e órgãos. ❷
3. O tecido I faz parte da glândula e as suas células produzem hormonas; o
tecido II faz parte de um órgão cujas células-alvo, reconhecendo as hormonas, executam a resposta ao estímulo químico recebido. ❷
4. A célula A possui recetores capazes de reconhecer a hormona, ligando-se a
ela. É, por isso, uma célula-alvo. A célula B não consegue reconhecer a hormona, dado que os seus recetores não são compatíveis com ela. Não é uma célula-alvo. ❷

p. 196     Propostas de resolução (Q)


1. No processo I, não há intervenção do sistema nervoso. As células do
próprio pâncreas são sensíveis à variação dos níveis de glicose no sangue. No processo II, a intervenção do sistema
nervoso ocorre quando o
hipotálamo recebe o estímulo e, por sua vez, estimula a hipófise a libertar
hormonas. ❷
2. A regulação descrita em I funciona em retroação negativa, uma vez que
o aumento da taxa de glicose no sangue estimula a produção de hormonas que levam à sua diminuição. Já o processo
II funciona em retroação
positiva, dado que a amamentação provoca a libertação de hormonas
que reforçam a continuação da alimentação do bebé. ❷
3. Sem os sistemas nervoso e hormonal, a homeostasia não seria possível.
São aqueles sistemas que garantem a estabilidade das condições do
meio interno, condição essencial à saúde e à sobrevivência do organismo
humano. ❷

p. 199   Propostas de resolução (Q)


1. A insulina em pó inalável pode substituir as injeções diárias de insulina a
que são submetidos os diabéticos insulinodependentes, evitando as picadas e os constrangimentos da injeção em público. ❶
2. A ausência de efeitos adversos e a rápida absorção da insulina são vantagens do novo tratamento. ❶   

p. 201     Propostas de resolução (F)


1.1. A – Hipófise;
B – Hipotálamo;
C – Glândula pineal ou epífise;
D – Tiroide;
E – Glândula suprarrenal;
F – Pâncreas;
G – Ovário;
H – Testículo. ❷
1.2. B. ❶
1.3. B. ❶
1.4. A. ❶
1.5. As hormonas e os impulsos nervosos constituem formas de comunica-
ção entre as diferentes partes do corpo humano e ambos participam
na manutenção da homeostasia. As hormonas circulam no sangue e
demoram mais tempo a atuar do que os impulsos nervosos, que são
transmitidos entre células com recurso a sinapses. ❸
2. A – 2 – IV; B – 5 – I; C – 6 – II; D – 3 – III; E – 4 – V;
F – 1 – VI. ❷
3.1. Diabetes, pois os níveis de glicose no sangue são elevados e a glicose
aparece na urina. ❶
3.2. A glândula é o pâncreas (ilhéus de Langerhans); as hormonas são a
insulina e o glucagon; as células-alvo são todas as células do organismo. ❷
3.3. O indivíduo B não produz insulina ou as suas células desenvolveram resistência a esta hormona. ❷
3.4. Os indivíduos com diabetes tipo I não produzem insulina; os que apresentam diabetes tipo II produzem pouca
insulina ou esta não é eficaz. ❷
3.5. A produção de insulina sintética e de instrumentos de aplicação. ❷
3.6. Praticar uma alimentação saudável e exercício físico regular. ❶

TRANSMISSÃO DA VIDA
TEMA N – O SISTEMA REPRODUTOR
p. 204 - Propostas de resolução (D)
1. A função dos testículos é produzir espermatozoides e hormonas sexuais masculinas e a função dos ovários é
produzir oócitos e hormonas sexuais femininas. O útero permite alojar um embrião e desenvolver uma gravidez. ❷

p. 208 - Propostas de resolução (D)


1. O espermatozoide é uma célula com uma longa cauda flagelada e um citoplasma muito reduzido; o oócito é uma
célula de grandes dimensões, redonda e com um citoplasma abundante. ❷

p. 209 - Propostas de resolução (Q)


1. O folículo ovárico imaturo aumenta de tamanho, desenvolvendo várias camadas de células a rodear um único
oócito. Quando amadurece, forma uma cavidade interior cheia de líquido. Quando rompe e liberta o oócito, transforma-
se no corpo amarelo, uma estrutura que, mais tarde, degenera. ❷

p. 210 - Propostas de resolução (D)


1. No ciclo menstrual, a ovulação é o momento em que o oócito é lançado na trompa de Falópio, ao longo da qual se
desloca, ficando disponível para ser fecundado. Este é o período onde é máxima a probabilidade de
haver uma fecundação.

p. 211 - Propostas de resolução (Q)


1. O período fértil é o intervalo de tempo do ciclo sexual onde é máxima a probabilidade de ocorrer uma
fecundação. ❶
2. Entre o 12.o e o 16.o dias, para ciclos regulares de 28 dias. ❶
3. A ovulação, que marca o início do período fértil, ocorre ao 14.o dia, em ciclos regulares de 28 dias. No entanto, terá
de existir uma margem de dois dias antes ou depois, mesmo em mulheres com ciclos regulares. Em casos de ciclos
menstruais com duração variável, esta margem terá de ser maior. ❷
4. Considerando apenas o calendário do ciclo menstrual, a determinação do período fértil é bastante ineficaz no
controlo da fertilidade, devendo funcionar apenas como um indicador de uma maior probabilidade de engravidar. ❸
p. 212 - Propostas de resolução (Q)
1. No sistema reprodutor feminino, a FSH e a LH, produzidas pelo complexo hipotálamo-hipófise, estimulam os
folículos ováricos a amadurecerem e a produzirem hormonas ováricas, estrogénios e progesterona. Estas atuam sobre
o útero, estimulando a regeneração do endométrio. O aumento dos seus níveis no sangue inibe a produção de FSH e
LH, por retroação negativa sobre o complexo hipotálamo-hipófise.
No sistema reprodutor masculino, a FSH e a LH estimulam os testículos a produzirem testosterona, responsável pela
espermatogénese. Esta hormona exerce uma retroação sobre o complexo hipotálamo‑hipófise, inibindo a produção de
gonadoestimulinas. ❸
2. O sistema nervoso, através do complexo hipotálamo-hipófise, produz hormonas que controlam o funcionamento
dos ovários; estes, por sua vez, produzem hormonas que controlam o funcionamento do útero. As hormonas sexuais
controlam a libertação de hormonas pelo complexo hipotálamo-hipófise. ❷
p. 214 - Propostas de resolução (D)
1. A fecundação consiste na união dos gâmetas feminino (oócito) e masculino (espermatozoide) para formar o ovo ou
zigoto. ❶
2. A fecundação refere-se à união de duas células sexuais para formar a primeira célula do novo ser; a nidação refere-
se à implantação do embrião na parede uterina. ❷
p. 215 - Propostas de resolução (Q)
1. A fecundação ocorre na trompa de Falópio, quando um único espermatozoide consegue penetrar no oócito,
fundindo-se com ele para formar o ovo ou zigoto. A nidação acontece quando o embrião desenvolve prolongamentos
que penetram no endométrio e permitem a sua fixação na parede uterina, acabando o embrião por ficar totalmente
coberto por este tecido. ❷
2. O desenvolvimento do folículo ovárico, a ovulação, a fecundação, a divisão do zigoto, a formação do embrião e a
sua nidação. ❷
p. 216 - Propostas de resolução (Q)
1. A placenta é um órgão de trocas entre o sangue materno e o sangue do feto, que nunca se misturam. O sangue fetal
circula através do cordão umbilical até à placenta, onde troca, com o sangue materno, o dióxido de carbono e outros
produtos de excreção por oxigénio e nutrientes, antes de regressar ao corpo fetal. ❸

p. 220 - Propostas de resolução (Q)


1. A – Extração de gâmetas femininos (oócitos);
B – Colocação do oócito num meio de cultura apropriado;
C – Inseminação do meio de cultura com espermatozoides;
D – Fecundação;
E – Embrião;
F – Colocação do embrião no útero;
G – Nidação do embrião. ❸
2. As características do meio de cultura devem ser as mesmas do meio que os gâmetas encontram nas trompas de
Falópio. ❷

p. 222 - Propostas de resolução (F)


1.1. A – Escroto;
B – Testículo;
C – Epidídimo;
D – Canal deferente;
E – Vesícula seminal;
F – Próstata;
G – Uretra;
H – Pénis. ❷
1.2. D.❷
1.3. A. ❶
1.4. C. ❶
1.5. A próstata produz um líquido que neutraliza a acidez da vagina e permite a sobrevivência e a mobilidade dos
espermatozoides. ❷
2. A – 1; B – 6; C – 3; D – 2; E – 7; F – 8; G – 5; H – 4. ❷
3.1. A – Vagina;
B – Colo do útero;
C – Útero;
D – Ovário;
E – Trompa de Falópio;
F – Folículo imaturo;
G – Folículo maduro;
H – Oócito;
I – Corpo amarelo;
J – Corpo amarelo degenerado. ❷
3.2. O tecido sobrante do folículo maduro (G), após a ovulação, dará origem
ao corpo amarelo (I). ❷

p. 223 - Propostas de resolução (F)

4.1. 1 – Estrogénios;
2 – Progesterona. ❶
4.2. I – Fase proliferativa;
II – Fase secretora;
III – Fase menstrual. ❶
4.3. A – Endométrio; B – Vaso sanguíneo; C – Glândula. ❶
4.4. A fase proliferativa corresponde a um aumento da secreção de estrogénios pelos folículos ováricos; a fase
secretora coincide com a produção de progesterona e de estrogénios pelo corpo amarelo; a fase
menstrual decorre da diminuição dos teores destas hormonas no sangue. ❸
5.1. I – FSH e LH; II – Estrogénios e progesterona; III – Estrogénios e progesterona. ❷
5.2. A FSH e a LH estimulam o ciclo ovárico, de que resulta a produção de estrogénios e progesterona. Estas
hormonas têm um duplo efeito: estimulam o ciclo uterino e inibem o complexo hipotálamo-hipófise de continuar a
produção de gonadoestimulinas. ❸
5.3. A hipófise produz hormonas que estimulam o ovário a produzir hormonas sexuais, mas estas, uma vez no sangue,
podem inibir a produção das hormonas da hipófise. Assim, é mantido o equilíbrio das quantidades de hormonas no
sangue. ❷
6.1. O coração é dos primeiros órgãos a funcionar no embrião, garantindo a circulação sanguínea e, por isso, a sua
nutrição e respiração, entre outras funções vitais. O sistema nervoso é fundamental para o embrião reagir a estímulos e
coordenar a sua atividade. ❸
6.2. A – Feto; B – Saco amniótico; C – Cordão umbilical; D – Placenta. ❷
6.3. Substâncias como os compostos do tabaco, álcool e drogas, ao circularem no sangue da mãe, acabam a circular
no corpo do feto, pois são absorvidas através da placenta. Estas substâncias podem afetar a formação dos órgãos e o
desenvolvimento do feto, comprometendo o sucesso da gravidez e o futuro da criança. ❸+

TEMA O – A GENÉTICA


p. 225   Propostas de resolução (Q)
1. Mendel é considerado o fundador da Genética, pois descobriu como funciona a transmissão das características ao
longo das gerações. ❷
2. A insulina produzida em laboratório é mais barata, mais eficaz, mais segura e mais acessível do que a insulina
extraída de animais (que são
poupados). ❸
3. Um clone é uma cópia geneticamente idêntica de outro ser. A clonagem é
um método que permite replicar organismos com características desejadas e em grandes quantidades, como sucede
com muitos micróbios e
plantas. ❸

p. 226   Propostas de resolução (Q1)


1.1. Dois. ❶    1.2. Um. ❶
2. O fator para a cor púrpura prevalece sobre o fator para a cor branca, sendo dominante. ❷
3. A afirmação é falsa. Os indivíduos com flores púrpura podem conter dois fatores para a cor púrpura ou um fator para
a cor púrpura e outro para a cor branca. ❷
4. 50% de indivíduos com flor púrpura e 50% de indivíduos com flor branca. O progenitor “B” só transmite o fator para
cor branca aos descendentes, mas o progenitor “A” pode transmitir o fator para cor branca ou para cor púrpura. ❷

p. 227   Propostas de resolução (Q2)


1. No núcleo estão contidos os cromossomas. Estes são constituídos, essencialmente, por ADN. Um fragmento de ADN
forma um gene. ❷

p. 228   Propostas de resolução (Q1)


1. O fenótipo é a característica que resulta da expressão do genótipo; o genótipo é a constituição genética para a
característica. ❷
2. Olhos azuis é o fenótipo da Rita e do Pedro, expressão do genótipo cc;
olhos castanhos é o fenótipo da Joana e do Luís, expressão do genótipo Cc. ❷
3. O alelo dominante representa informação genética que se exprime sempre; o alelo recessivo é portador de
informação genética que não se manifesta na presença do alelo dominante. ❷
4. O alelo para a cor castanha dos olhos é dominante em relação ao alelo para a cor azul, que é recessivo. ❶
5. O xadrez mendeliano é um quadro de dupla entrada que permite analisar a transmissão dos genes pelos
progenitores aos seus descendentes e calcular as probabilidades de ocorrência dos fenótipos e dos genótipos na
descendência. ❸

p. 229   Propostas de resolução (Q2)


1. Fenótipos de I e II: lóbulo da orelha solto. ❷
2. A – S; B – s; C – S; D – s. ❷
3. I – Ss; II – Ss; III – SS;
IV – Ss; V – Ss; VI – ss. ❷
4. O alelo S, para lóbulo de orelha solto, é dominante em relação ao alelo s, para lóbulo aderente, que é recessivo. Os
progenitores são portadores do alelo para lóbulo aderente (caso contrário, nunca poderiam originar um descendente
(VI) com lóbulo aderente), mas apresentam lóbulo solto, o que demonstra a dominância do alelo para este fenótipo. ❷
5. A probabilidade é de 0%. Progenitores com lóbulo aderente não possuem o alelo para lóbulo solto, pelo que não
poderão originar descendentes com este fenótipo. ❷
6. Três gerações. ❶
7. O Henrique é pai da Patrícia e avô do João. ❶
8. É recessivo. Os pais da Patrícia, que tem cabelo loiro, apresentam ambos cabelo castanho. ❷
9. Patrícia – fenótipo: cabelo loiro; genótipo: cc; gâmetas: c.
Ricardo – fenótipo: cabelo castanho; genótipo: Cc; gâmetas: C ou c.

EE C c
mm
oo
j j
i i
OO
nn
ee
33
. .
1 1

c Cc cc
c Cc cc
A probabilidade de o João vir a ter um irmão de cabelo loiro é de 50%. ❸

p. 230    Propostas de resolução (Q1)


1. Morgan cruzou uma fêmea de drosófla de olhos vermelhos com um
macho de olhos brancos (cruzamento direto), tendo obtido 100% de descendentes com olhos vermelhos. Estes
resultados eram os esperados
tendo em conta os ensinamentos de Mendel. No entanto, ao cruzar uma
fêmea de olhos brancos com um macho de olhos vermelhos (cruzamento
recíproco), já não obteve os mesmos resultados, mas 50% de drosóflas
de olhos vermelhos (todas fêmeas) e 50% de olhos brancos (todos machos). ❸
2. As experiências de Morgan demonstraram a influência dos cromossomas
sexuais na hereditariedade, completando os ensinamentos de Mendel.

p. 231    Propostas de resolução (Q2)


1. O cariótipo do homem é 44 + XY e o da mulher é 44 + XX. O cariótipo humano inclui 44 autossomas e 2
heterossomas. ❶
2. Os espermatozoides, para além de 22 autossomas, podem conter um cromossoma X ou um cromossoma Y. Os
oócitos são sempre constituí-
dos por 22 autossomas e um cromossoma X. ❷
3. As probabilidades são de 50% para cada género. ❷

EE
mm
oo X Y
j j
i i
OO
nn
ee
33
. .
1 1

X XX XY
X XX XY
4. Recessiva. As mulheres portadoras têm visão normal. ❷
5. As mulheres portadoras possuem o alelo para o daltonismo, mas este não se manifesta. ❷
6. No sexo masculino basta a presença do cromossoma X, com o alelo para o daltonismo, para este se manifestar. ❷
7. Sendo rapazes, herdam sempre do pai o cromossoma Y. ❷
8. A probabilidade é de 25%. ❸
9. Este tipo de imagens serve de teste à visão. Caso o indivíduo não distinga os números do fundo, signifca que sofre
de daltonismo. ❷

p. 236   Propostas de resolução (F)


1.1. A cor amarela. Indivíduos portadores de ambos os alelos manifestam a cor amarela. ❷
1.2. A e B – Aa; G – Aa; H – aa. ❷
1.3. I – A; II – a; III – A; IV – a; V – a; VI – a; VII – A; VIII – a. ❷
1.4. C – AA; D, E, I e K – Aa; F, J e L – aa. ❷
1.5. D. ❷
2.1. A – Núcleo;  B – Cromossoma;  C – Gene;  D – ADN. ❶
2.2. O núcleo contém cromossomas organizados em genes e formados por ADN. ❷
3.1. São células indiferenciadas que podem transformar-se em qualquer tipo de célula do organismo. ❷
3.2. Escolher células ou novos seres com características desejadas. ❷
3.3. Começa-se por transferir um núcleo de uma célula somática, contendo o genoma desejado, para um oócito
anucleado. Seguidamente, estimula-se a sua divisão para formar um embrião. Este será implantado no útero de uma
barriga de aluguer. ❸
3.4. A utilização de embriões humanos para obter células ou tecidos ou a seleção de embriões humanos com
informação para características físicas, como a cor dos olhos, são alvo de recriminação pela sociedade. ❸

PROVA GLOBAL
p. 237   Propostas de resolução (G)
1.1. Esperança de saúde. ❶
1.2. Uma maior esperança de vida sem a correspondente esperança de saúde traduz-se em muitos anos de doença. ❷
1.3. Uma infância com mais dificuldades e estilos de vida pouco saudáveis podem explicar a menor esperança de
saúde dos portugueses. ❷
1.4. Educar os jovens para hábitos saudáveis e intensificar o acompanhamento médico da população. ❷
2.1. D. ❶
2.2. B. ❶
2.3. A. ❷
2.4. A sociedade moderna é global, facilitando a disseminação do vírus. ❷
p. 238   - CONTINUAÇÃO
3.1. Doenças cardiovasculares, cuja causa é o consumo excessivo de sal. ❶
3.2. Pão e sopa. ❶
3.3. A pré-preparação dos alimentos. ❶
3.4. Pizzas e batatas fritas. ❶
3.5. Preferir alimentos naturais e substituir o sal por ervas aromáticas. ❷
3.6. O consumo excessivo de açúcares. ❶
4.1. C. ❶     4.2. A. ❷    4.3. A. ❶
4.4. A deteção dos efeitos permite atuar sobre as causas, de modo a restabelecer a normalidade. ❸

p. 239   - CONTINUAÇÃO
5.1. A – Esófago; B – Traqueia; C – Diafragma; D – Pulmão; E – Coração; F – Veia cava; G – Aurícula direita; H – Válvula
auriculoventricular;
I – Ventrículo direito; J – Artéria pulmonar. ❷
5.2. O ventrículo, ao contrário da aurícula, tem de gerar força suficiente para bombear o sangue para o exterior. ❷
6. A – 6; B – 7; C – 4; D – 3; E – 1; F – 5; G – 8; H – 2. ❷
7.1. I – Reconhecimento e alerta; II – SBV; III – Desfibrilhação; IV – SAV. ❷
7.2. D – B – C – A – E. ❷
8.1. A – Hipotálamo; B – Hipófise; C – Placenta; D – Útero; E – Colo do útero; F – Vagina. ❷
8.2. A. ❶
8.3. Estimula as contrações uterinas. ❷
8.4. As contrações são sentidas pelo complexo hipotálamo-hipófise que liberta oxitocina. Esta intensifica as
contrações, que estimulam a liberta-
ção de mais oxitocina. ❸

FIM

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Publicado 5th June por

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