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ABR 1992 NBR 12548


Métodos de aplicação de defensivos
agrícolas
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas

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Terminologia
Origem: Projeto 12:002.10-002/1990
CB-12 - Comitê Brasileiro de Agricultura e Pecuária
CE-12:002.10 - Comissão de Estudo de Máquinas e Implementos para
Aplicação de Defensivos Agrícolas
Copyright © 1992,
ABNT–Associação Brasileira
NBR 12548 - Terminology for pesticides application methods
de Normas Técnicas Reimpressão da TB-394, de AGO 1991
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil
Todos os direitos reservados
Palavra-chave: Defensivo agrícola 2 páginas

1 Objetivo 2.1.6 Linha de fluxo de uma gota ou partícula carregada

Esta Norma define os termos e métodos de aplicação de Trajetórias percorridas pelas gotas eletricamente carre-
defensivos agrícolas. gadas, dentro de um campo elétrico entre o mecanismo
gerador e o alvo.
2 Definições
2.1.7 Pulverização centrífuga
Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições
de 2.1 a 2.6. Pulverização na qual as partículas são produzidas por
bicos rotativos.
2.1 Métodos de aplicação de defensivos por via líquida
2.1.8 Pulverização com pressão hidráulica
2.1.1 Aplicação de aerossol
Pulverização obtida unicamente pelo uso da pressão hi-
Aplicação de partículas com diâmetro inferior a 50 µm.
dráulica sobre líquido.
2.1.2 Aplicação por contato direto
2.1.9 Pulverização eletrodinâmica
Aplicação na qual o dispositivo aplicador entra em con-
Forma abreviada do termo eletroidrodinâmica.
tato direto com o alvo.
2.1.9.1 Carga/massa de uma partícula
2.1.3 Aplicação por gotejamento

Processo de aplicação no qual o produto é liberado gota Quantidade de carga elétrica recebida por uma massa
a gota. de gota ou partícula, expresso em coulomb/kg.

2.1.4 Aplicação por injeção 2.1.9.2 Carga saturante/massa

Processo de aplicação no qual o produto é injetado no Quantidade máxima de carga elétrica que uma gota pode
alvo. adquirir.

2.1.5 Aplicação por imersão 2.1.10 Pulverização eletroidrodinâmica

Aplicação na qual as plantas ou órgãos vegetais são Pulverização na qual o líquido é pulverizado unicamente
parcial ou totalmente imersos na calda. pela ação de carga elétrica.
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2 NBR 12548/1992

2.1.11 Pulverização pneumática 2.3.4 Aplicação de pélete

Pulverização obtida pela ação direta de um fluxo de ar. Aplicação de uma formulação peletizada.

2.1.12 Termonebulização 2.3.5 Polvilhamento com impregnação

Nebulização por energia calorífica. Aplicação simultânea de pó e líquido.

2.2 Métodos de aplicação de defensivos por via gasosa 2.3.6 Polvilhamento eletrostático

2.2.1 Aplicação de fumigante Polvilhamento no qual as partículas são dotadas de carga


elétrica.
Aplicação de uma formulação gasosa ou a ser gaseifica-
da, para tratamentos espaciais ou de espaços existentes 2.4 Aplicação de partículas transportadas
entre os componentes do material tratado. (pulverização ou polvilhamento transportado)

2.3 Métodos de aplicação de defensivos por via sólida Processo de aplicação no qual as partículas são transpor-
tadas por fluxo de ar gerado artificialmente.
2.3.1 Aplicação de isca
2.5 Aplicação de partículas lançadas
Aplicação de uma formulação, com a finalidade de atrair
e eliminar problemas fitossanitários. Processo de aplicação no qual as partículas são direcio-
nadas para o alvo por ação da energia cinética transmitida
2.3.2 Aplicação de grânulos à partícula no momento do seu lançamento.

Aplicação de uma formulação granulada. 2.6 Classes de volume de aplicação

2.3.3 Aplicação de pastilha A Tabela seguinte apresenta os volumes técnica e eco-


nomicamente estabelecidos para a aplicação de defensi-
Aplicação de formulação em forma de pastilha. vos dentro de cada classe.

Tabela - Classes de volume de aplicação (litro/hectare)

Aplicação terrestre
Sigla Denominação Aplicação
Culturas de porte Culturas de porte aérea
baixo (anuais) alto (árvores e arbustos)

AV Volume alto > 600 > 1000 > 50

MV Volume médio 200 - 600 500 - 1000 30-50

BV Volume baixo 50 - 200 200 - 500 5-30

MBV Volume muito baixo 5 - 50 50 - 200 -

UBV Volume ultrabaixo <5 < 50 <5