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Rede Ferroviária Nacional – REFER, EPE

Identificação IT.VIA.018

Designação Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via

Versão 02

Data 20.02.2009

Ficheiro It_via_018_2.doc

Classificação EXT
IT.VIA.018 Versão: 02
Data: 20.02.2009
Tolerâncias dos parâmetros geométricos da
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Tolerâncias dos parâmetros geométricos da
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Índice:

Pág.
Índice II
Índice de tabelas e figuras III
Participantes na elaboração do documento normativo V
Histórico do Documento V
1. Introdução 1
1.1. Âmbito 1
1.2. Documentos normativos revogados 1
1.3. Abreviaturas, siglas e símbolos 2
1.4. Documentos de referência 2
1.5. Definições 2
1.5.1. Tolerância de alerta 2
1.5.2. Tolerância de intervenção 2
1.5.3. Tolerância de acção imediata 3
1.5.4. Valor de referência dos parâmetros geométricos da via 3
1.5.5. Disfarce de escala 3
2. Requisitos de medição dos parâmetros geométricos da via 3
3. Medição, cálculo e avaliação dos parâmetros geométricos 3
3.1. Bitola 3
3.1.1. Bitola pontual 3
3.1.2. Bitola média 4
3.2. Nivelamento transversal 4
3.3. Nivelamento Longitudinal 5
3.3.1. Medição com sistemas inerciais 5
3.3.2. Medição por cordas 5
3.4. Alinhamento 5
3.4.1. Medição com sistemas inerciais 5
3.4.2. Medição por cordas 6
3.5. Empeno 6
4. Recepção de trabalhos 7
4.1. Recepção imediata 7
4.2. Recepção provisória 9
4.2.1. Trabalhos de construção, renovação ou rectificação do traçado 9

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4.2.2. Trabalhos de manutenção da geometria da via 9


4.3. Recepção definitiva 9
4.4. Recepção por meios alternativos 10
4.5. Tolerâncias para recepção de trabalhos 11
4.5.1. Linhas de bitolas 1668mm e 1435mm 11
4.5.1.2 Tolerâncias para trabalhos de manutenção 12
4.5.2 Linhas de bitola 1000mm 13
5. Avaliação da geometria da via para decisão sobre acções de manutenção 14
5.2. Tolerâncias 14
5.2.1. Linhas de bitola 1668mm e 1435mm 14
5.2.2. Linhas de bitola 1000mm 16
ANEXO A – Exemplos de formulários para preenchimento nas recepções A1
ANEXO B – Formato do ficheiro com os elementos das curvas B1
ANEXO C – Exemplo de pontos de medição em troço de recepção C1

Índice de tabelas e figuras


Nº Designação Capítulo Pág.
Tabela 1 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1668mm e 1435mm – Linhas novas ou renovadas 4 11
Tabela 2 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1668mm e 1435mm – Trabalhos de conservação ou manutenção 4 12
Tabela 3 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1000mm – Linhas novas ou renovadas 4 13
Tabela 4 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1000mm – Trabalhos de conservação ou manutenção 4 13
Tabela 5 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1668mm e 1435mm – Alerta 5 14
Tabela 6 Tolerâncias do desvio padrão para linhas de bitola 1668mm e 1435mm 5 15
Tabela 7 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1668mm e 1435mm – Intervenção 5 15
Tabela 8 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1668mm e 1435mm – Acção Imediata 5 16
Tabela 9 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1000mm – Alerta 5 16
Tabela 10 Tolerâncias do desvio padrão para linhas de bitola 1000mm 5 17
Tabela 11 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola

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1000mm – Intervenção 5 17
Tabela 12 Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola
1000mm – Acção Imediata 5 17
Tabela 13 Exemplo de ficheiro com os elementos das curvas Anexo B B2
Figura 1 Bitola 3 3
Figura 2 Nivelamento transversal 3 4
Figura 3 Nivelamento longitudinal 3 4
Figura 4 Alinhamento 3 5
Figura 5 Empeno 3 6
Figura 6 Exemplo de formulário para recepção imediata da via (frente) Anexo A A2
Figura 7 Exemplo de formulário para recepção imediata da via (verso) Anexo A A3
Figura 8 Exemplo de formulário para recepção provisória / definitiva da via (frente) Anexo A A4
Figura 9 Exemplo de formulário para recepção provisória / definitiva da via (verso) Anexo A A5
Figura 10 Pontos de medição em troço de recepção Anexo C C2

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Participantes na elaboração do documento normativo:

Nome Empresa Cargo / Órgão

Sequeira da Cruz REFER GO – Coordenação Central da Manutenção

Aureliano Lemos REFER CCM – Via e Geotecnia

Rui Burrinha REFER EN – Via e Construção Civil

Marco Baldeiras REFER EN – Monitorização e Performance da Infra-estrutura

João Vieira REFER EN – Monitorização e Performance da Infra-estrutura

Marcos da Conceição REFER CCM – Via e Geotecnia

Carla Farinha REFER UON – Centro de Manutenção de Ermesinde

Histórico do Documento:

Versão Descrição Data


01 Versão Inicial 18.02.2008
02 Inclusão de tolerâncias para linhas de bitola 1000mm 20.02.2009

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1. Introdução
1.1. Âmbito
O presente documento define as tolerâncias dos desvios verificados em relação aos valores de
referência dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitolas 1668mm, 1435mm e
1000mm, que se consideram nas seguintes situações:
− Recepção de trabalhos;
− Decisão sobre acções de manutenção.

Nos trabalhos de via foi estabelecida uma distinção entre a recepção de linhas novas ou
renovadas e a recepção de trabalhos de manutenção.

A avaliação da qualidade da via, com vista à decisão sobre acções de manutenção é efectuada
através da consideração das seguintes tolerâncias:
− Alerta (Planeamento de trabalhos);
− Intervenção (Acções de curto prazo);
− Acção imediata.

As tolerâncias de recepção e as de acção imediata são de aplicação obrigatória, as tolerâncias


de alerta e de intervenção são estabelecidas como valores de referência, que dependerão da
política de conservação adoptada pela REFER, nomeadamente, no que respeita ao nível de
qualidade da via pretendido, aos prazos de correcção das anomalias, à frequência das
inspecções e ao tipo de monitorização afecto às anomalias de maior gravidade.

1.2. Documentos normativos revogados


São revogados os requisitos constantes nas Normas Técnicas nº 3/b “ Fiscalização dos trabalhos
de balastragem de via” e nº 4/b “Fiscalização dos trabalhos de renovação de via – carris e
travessas” que entram em conflito com o disposto na presente I.T.

NTV – 004: 01/08/1994, “Tolerância dos parâmetros geométricos por classes de via”.
IT.VIA.018 Versão 01, "Tolerância dos parâmetros geométricos da via".
Capítulo 2 “Tolerâncias” da I.T.V nº 11, “ Nivelamento – Levantes Medidos”

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1.3. Abreviaturas, siglas e símbolos


Pk Ponto quilométrico
Niv.Transv. Nivelamento transversal
Niv.Long. Nivelamento longitudinal
V Velocidade máxima do troço
λ Comprimento de onda
D1 Banda com 1m ≤ λ ≤ 25m
D2 Banda com 25m < λ ≤ 70m
n.a. Não aplicável
e Escala
r Raio
b Base de medição do empeno
TAI Tolerância de acção imediata
TI Tolerância de intervenção
TA Tolerância de alerta

1.4. Documentos de referência


Série EN 13231, “Railway applications – Track – Acceptance of works”.
Série EN 13848, “Railway applications – Track – Track geometry quality”.
IT.VIA.002, “Bitolas de Via Larga. Sobrelarguras e Tolerâncias”

1.5. Definições
1.5.1. Tolerância de alerta
Corresponde ao valor do parâmetro geométrico que, quando atingido, originará que o
troço em questão seja incluído na programação de trabalhos de manutenção.
O horizonte da programação de trabalhos será definido pelo órgão responsável pela
manutenção da infra-estrutura, tendo em conta os limites escolhidos e os meios
disponíveis.

1.5.2. Tolerância de intervenção


Corresponde ao valor do parâmetro geométrico que, quando atingido, originará que o
troço em questão seja, a curto prazo, alvo de acções de manutenção, por forma que a
tolerância de acção imediata não seja atingida.

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1.5.3. Tolerância de acção imediata


Corresponde ao valor do parâmetro geométrico que nunca deverá ser atingido. Caso o
seja obrigará que o defeito em questão seja alvo de correcção imediata ou que o
respectivo troço seja sujeito a redução de velocidade ou interdição.

1.5.4. Valor de referência dos parâmetros geométricos da via


Corresponde ao valor de projecto ou ao valor obtido a partir do tratamento dos dados
medidos que melhor traduza a sua tendência e que permite determinar a amplitude do
desvio do parâmetro.

1.5.5. Disfarce de escala


Taxa segundo a qual a escala aumenta ou diminui ao longo de um dado comprimento da
transição.

2. Requisitos de medição dos parâmetros geométricos da via


A medição dos parâmetros geométricos da via será efectuada por veículo de inspecção que cumpra os
requisitos da EN 13848. As medições realizadas com equipamentos que não cumpram estes requisitos
só serão aceites quando não haja disponibilidade de as mesmas serem efectuadas por veículo
adequado.

3. Medição, cálculo e avaliação dos parâmetros geométricos


3.1. Bitola
3.1.1. Bitola pontual
A bitola pontual corresponde à menor distância G, entre as faces internas da cabeça de
dois carris adjacentes, medida no ponto P a uma distância ZP do plano de rolamento, que
varia entre 0 mm e 15 mm.

1 - Plano de rolamento

Figura 1 – Bitola

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A bitola pontual é medida directamente e avaliada por comparação com o valor nominal.
Exceptuam-se as zonas de curva com sobrelargura, onde ao valor da tolerância será
adicionada a sobrelargura de projecto, desde que a soma não exceda os limites de bitola
pontual definidos nas tabelas 8 e 12.

3.1.2. Bitola média


Representa a média, em 100 m, da diferença entre a bitola pontual e a bitola nominal.
Por exemplo, a bitola média ao Pk 1.250 é a que resulta da média dos valores registados
entre o Pk 1.200 e o Pk 1.300.

3.2. Nivelamento transversal


Diferença em altura da mesa de rolamento de cada carril obtida pelo ângulo entre o plano de
rolamento e o plano horizontal de referência.
Corresponde à dimensão do cateto vertical de um triângulo rectângulo que tem como
hipotenusa um valor de referência representativo da distância entre os eixos dos carris.

1 – Nivelamento transversal

2 – Plano de rolamento

3 – Plano horizontal de referência

4 – Distância entre eixos dos carris

Figura 2 – Nivelamento transversal

O nivelamento transversal é medido directamente e avaliado por comparação com os valores de


referência.

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3.3. Nivelamento Longitudinal


3.3.1. Medição com sistemas inerciais
Corresponde ao desvio ZP’ na direcção Z, perpendicular ao plano de rolamento, em
consecutivas posições, do eixo de cada carril, em relação a uma linha de referência
paralela ao plano de rolamento, calculado em sucessivas medições.

1 – Eixo do carril

2 – Linha de referência

Figura 3 – Nivelamento longitudinal

O nivelamento longitudinal é calculado em cada fila, a partir da respectiva posição


vertical e filtrado nas bandas de comprimentos de onda D1 e D2.

3.3.2. Medição por cordas


O nivelamento longitudinal é medido nas duas filas, com cordas de 10m simétricas ou
assimétricas com uma relação de 60% para 40%, e comparados com os respectivos
valores de referência.

No caso de medições manuais utilizam-se exclusivamente cordas simétricas de 10m. Na


avaliação da geometria baseada nestas medições, como suporte a acções de manutenção
(ponto 5), aplicam-se as tolerâncias definidas para D1.

3.4. Alinhamento
3.4.1. Medição com sistemas inerciais
Desvio YP na direcção y, paralela ao plano de rolamento, em consecutivas posições, de P
em cada carril, em relação a uma linha de referência intermédia, calculado em sucessivas
medições.

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1 – Plano de rolamento

2 – Eixo de via

3 – Eixo da mesa de rolamento

Figura 4 – Nivelamento transversal

O alinhamento é calculado em cada fila, a partir da respectiva posição horizontal e


filtrado nas bandas de comprimentos de onda D1 e D2.

3.4.2. Medição por cordas


O alinhamento é medido nas duas filas, com cordas de 10m simétricas ou assimétricas
com uma relação de 60% para 40%, e comparados com os respectivos valores de
referência.

No caso de medições manuais utilizam-se exclusivamente cordas simétricas de 10m. Na


avaliação da geometria baseada nestas medições, de suporte a acções de manutenção
(ponto 5), aplicam-se as tolerâncias definidas para D1.

Para efeitos de recepção de trabalhos (ponto 4) o corredor definido pelo valor de


referência e pelas tolerâncias terá de conter os valores de projecto.

3.5. Empeno
Considerando-se quatro pontos sobre a mesa de rolamento dos carris, dois sobre cada carril,
formando um rectângulo, define-se como empeno, a distância vertical de um dos pontos ao
plano formado pelos outros três.
Na prática, o valor do empeno corresponde à diferença de dois nivelamentos transversais numa
determinada base de medição.

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Figura 5 – Empeno

O empeno é calculado numa base de 3m.

Na avaliação para efeitos de decisão sobre acções de manutenção, a análise é efectuada por
comparação do valor obtido com a tolerância que lhe seja aplicável.

Na avaliação para efeitos de recepção de trabalhos, ao valor da tolerância definido nas tabelas 1
a 4 será adicionado o valor de projecto do disfarce de escala.

4. Recepção de trabalhos
Para efeitos de recepção provisória e definitiva, a medição dos parâmetros geométricos da via só
excepcionalmente não será efectuada por equipamento de inspecção da REFER.
O espaço entre medições sucessivas de cada parâmetro será no máximo de 1m. Excepção será feita
nos casos em que as medições sejam efectuadas por equipamento portátil de registo não contínuo
(ver 4.4).

4.1. Recepção imediata


A recepção imediata tem por finalidade verificar, no final de cada período de trabalhos, se os
elementos constituintes da via não sofreram danos e se a geometria da via possui as condições
mínimas de modo a permitir a circulação com toda a segurança.

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A abertura à exploração só será permitida se os parâmetros geométricos estiverem em


conformidade com as tolerâncias de alerta, nas seguintes situações:
− Sem restrições, se antes da entrada em exploração, a via tiver sido sujeita a estabilização;
− Com restrições, se antes da entrada em exploração, a via não tiver sido sujeita a
estabilização.
Neste caso, se a via estiver dentro das tolerâncias da Tabela 2 e 4, deve ser introduzido um
limite de velocidade nunca superior a 80 km/h.
Se estas tolerâncias não forem observadas, o limite de velocidade não poderá ser superior a 40
km/h.
O limite introduzido terá sempre em consideração o tipo de via, o seu grau de desconsolidação e
o risco de deformação não controlada por variação de temperatura.

Na recepção imediata, a medição do nivelamento longitudinal e do alinhamento poderá ser


efectuada, unicamente, numa das filas e com cordas diferentes das requeridas, simétricas ou
assimétricas, desde que o seu comprimento não seja inferior a 8m.

Para a verificação da geometria, deverão ser utilizados os gráficos efectuados pelo equipamento
de medição da última máquina que tenha intervindo no troço em questão.

Serão aceites as seguintes escalas de representação gráfica:


− valor dos parâmetros geométricos, 1:1, podendo o nivelamento transversal ser representado
também a 1:2;
− distâncias longitudinais, de 1:2500 a 1:5000.

A utilização dos gráficos para efeito da recepção imediata terá que ser validada pelo órgão
responsável pela fiscalização dos trabalhos.

Para além do referido, durante a recepção imediata terão que ser avaliadas:
− a posição da via em relação aos pontos fixos adjacentes;
− a largura da entre via;
− a posição da via relativamente ao fio de contacto da catenária.

No Anexo A é apresentado um exemplo de formulário para preenchimento na recepção


imediata.

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4.2. Recepção provisória


4.2.1. Trabalhos de construção, renovação ou rectificação do traçado
A recepção provisória tem por finalidade verificar se os parâmetros geométricos da via,
com excepção do nivelamento longitudinal, estão em conformidade com as tolerâncias
que constam das tabelas 1 ou 2, quando aplicadas aos valores definidos nas telas finais.

O nivelamento longitudinal é avaliado em relação ao seu valor de referência, como


definido em 3.3., por comparação com as tolerâncias das tabelas 1 e 2.

O valor da bitola não pode variar mais de 2mm entre duas travessas adjacentes, excepto
na presença de curvas com sobrelargura, em que se aplica o disposto no ponto 5 da
IT.VIA.002.

Para efeitos de recepção, com excepção de trabalhos de manutenção que não tenham
provocado alterações nos valores de projecto, terá que ser fornecido pelo executante um
ficheiro em formato de folha de cálculo, com os elementos das curvas em cada metro, de
acordo com o exemplo do Anexo B.

No Anexo A é apresentado um exemplo de formulário para preenchimento nas recepções


provisória e definitiva.

4.2.2. Trabalhos de manutenção da geometria da via


Em trabalhos de manutenção da geometria da via, a recepção provisória coincide com a
recepção imediata, aplicando-se o disposto em 4.1.

4.3. Recepção definitiva


A recepção definitiva será realizada entre 60 e 90 dias após a recepção provisória e deverá,
sempre que tal suceda dentro do prazo definido, ser efectuada após a passagem de
1.500.000Ton de tráfego (incluindo a carga imposta por acção de eventual estabilização).
Os parâmetros geométricos da via serão verificados de acordo com o disposto em 4.2.1.
No Anexo A é apresentado um exemplo de formulário para preenchimento nas recepções
provisória e definitiva.

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4.4. Recepção por meios alternativos


Sempre que não seja possível efectuar recepções com os meios anteriormente especificados, as
mesmas poderão ser feitas com equipamento de medição de registo contínuo com capacidade
para medir ou processar os parâmetros definidos.

Em último caso, as medições poderão ser feitas manualmente, distinguindo-se as seguintes


situações:
− Na recepção de trabalhos de construção, renovação ou rectificação do traçado, os
parâmetros geométricos são medidos, em recta a cada 50m e em curva a cada 10m,
prolongando-se este último espaçamento nos 100m de recta adjacentes à curva;

− Na recepção definitiva de trabalhos de manutenção da geometria da via, consideram-se


troços de recepção todos os que tenham sido alvo de intervenção durante um período de
interdição da via. Os troços de recepção serão subdivididos em segmentos pelas
características do traçado em planta (recta, transição e curva circular). Em cada um destes
segmentos, os parâmetros geométricos serão medidos obrigatoriamente em 3 pontos: 2
deles situados a uma distância máxima de 20m dos extremos do segmento, previamente
marcados no terreno pelo executante do trabalho e o terceiro situado sensivelmente a meio
da distância entre eles (ver exemplo no Anexo C).
Sempre que a fiscalização o entender, poderá efectuar medições de qualquer parâmetro
geométrico em pontos adicionais para melhor identificar e delimitar os locais onde existam
defeitos que excedam as tolerâncias definidas.

Para efeitos de medição manual:


− O alinhamento será medido somente numa das filas e avaliado por comparação com o valor
de projecto tendo em consideração a tolerância que lhe seja aplicável. Para o efeito, nas
curvas recorrer-se-á à fila alta. O ponto de medição coincidirá com o ponto médio das
cordas de 10 metros.

− A segunda medição do nivelamento transversal, para efeitos de cálculo do empeno, será


obtida no sentido crescente da quilometragem.

− O nivelamento longitudinal é medido somente numa das filas (neste caso, fila baixa nas
curvas) e é avaliado por comparação com a tolerância que lhe é aplicável. Na medição do
nivelamento longitudinal será utilizado equipamento que reproduza o parâmetro definido,

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por exemplo, através da diferença entre duas medições com visor e mira, com a colocação
da mira a 5 e 10 metros do visor.

4.5. Tolerâncias para recepção de trabalhos


4.5.1. Linhas de bitolas 1668mm e 1435mm
4.5.1.1. Tolerâncias para linhas novas ou renovadas

Classe VI V IV III II I
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120 120 <V ≤ 160 160 <V ≤ 230 V > 230

Parâmetro [mm]
1
Bitola -3/+5 -3/+4 -3/+4 -2/+4 -2/+4 -2/+3
1
Niv. Transversal ±4 ±3 ±3 ±3 ±2 ±2
2 *
Niv. Longitudinal ±6 ±6 ±4 ±4 ±3 ±3
1
Alinhamento * ±6 ±5 ±3 ±3 ±3 ±3
1
Empeno (base 3 metros) ±4.5 ±4.5 ±3 ±3 ±3 ±3
2
Niv. Longitudinal D1 ±4 ±4 ±3 ±3 ±2 ±2
2
Niv. Longitudinal D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±3 ±2
2
Alinhamento D1 ±5 ±4 ±2 ±2 ±2 ±2
2
Alinhamento D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±3 ±2

Tabela 1 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola 1668mm e 1435mm –
Linhas novas ou renovadas

1
Desvio do valor máximo em relação ao valor de projecto
2
Desvio do valor máximo em relação ao valor médio
*
Medição com cordas de 10 metros

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4.5.1.2 Tolerâncias para trabalhos de manutenção

Classe VI V IV III II I
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120 120 <V ≤ 160 160 <V ≤ 230 V > 230

Parâmetro [mm]
3
Bitola -3/+8 -3/+7 -3/+5 -2/+5 -2/+5 -2/+4
3
Niv. Transversal ±6 ±5 ±4 ±3 ±3 ±3
4 *
Niv. Longitudinal ±7 ±7 ±5 ±5 ±4 ±4
3 *
Alinhamento ±8 ±7 ±5 ±5 ±4 ±4
3
Empeno (base 3 metros) ±6 5 ±4.5 5 ±4.5 ±4.5 ±3 ±3
4
Niv. Longitudinal D1 ±5 ±5 ±4 ±4 ±3 ±3
4
Niv. Longitudinal D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±4 ±3
4
Alinhamento D1 ±6 ±5 ±4 ±4 ±3 ±3
4
Alinhamento D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±4 ±3

Tabela 2 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola 1668mm e 1435mm –
Trabalhos de manutenção

3
Desvio do valor máximo em relação ao valor de projecto
4
Desvio do valor máximo em relação ao valor médio
5
A tolerância é aumentada de 1.5mm no caso de vias com juntas
*
Medição com cordas de 10 metros

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Tolerâncias dos parâmetros geométricos da
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4.5.2 Linhas de bitola 1000mm


4.5.2.1 Tolerâncias para linhas novas ou renovadas

Classe VI V IV
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120

Parâmetro [mm]
6
Bitola -3/+5 -3/+4 -3/+4
6
Niv. Transversal ±4 ±3 ±3
7 *
Niv. Longitudinal ±6 ±6 ±4
6 *
Alinhamento ±6 ±5 ±3
6
Empeno (base 3 metros) ±3 ±3 ±3
7
Niv. Longitudinal D1 ±4 ±4 ±3
7
Alinhamento D1 ±5 ±4 ±2

Tabela 3 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola 1000mm – Linhas novas
ou renovadas

4.5.2.2 Tolerâncias para trabalhos de manutenção

Classe VI V IV
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120

Parâmetro [mm]
6
Bitola -3/+8 -3/+7 -3/+5
6
Niv. Transversal ±6 ±5 ±4
7 *
Niv. Longitudinal ±7 ±7 ±6
6 *
Alinhamento ±8 ±7 ±5
6 8 8
Empeno (base 3 metros) ±3 ±3 ±3
7
Niv. Longitudinal. D1 ±5 ±5 ±4
7
Alinhamento D1 ±6 ±5 ±4

Tabela 4 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos da via para linhas de bitola 1000mm – Trabalhos de
manutenção

6
Desvio do valor máximo em relação ao valor de projecto
7
Desvio do valor máximo em relação ao valor médio
8
A tolerância é aumentada de 1.5mm no caso de vias com juntas

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Data: 20.02.2009
Tolerâncias dos parâmetros geométricos da
Ficheiro: It_via_018_2.doc
via
Classificação: EXT

As tolerâncias apresentadas na tabela anterior podem ser incrementadas, pelo Dono de Obra no
caderno de encargos, em função do estado dos materiais.

5. Avaliação da geometria da via para decisão sobre acções de manutenção


O espaço entre medições sucessivas de cada parâmetro será no máximo de 0.5m.

5.2. Tolerâncias
5.2.1. Linhas de bitola 1668mm e 1435mm
5.2.1.1 Tolerâncias de Alerta

Classe VI V IV III II I
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120 120 <V ≤ 160 160 <V ≤ 230 V > 230

Parâmetro [mm]
9
Bitola -7/+25 -7/+25 -7/+25 -6/+25 -4/+20 -3/+20
9
Bitola Média n.a. /+25 -6/+25 -5/+22 -3/+16 -3/+16 -1/+16
10
Niv. Longitudinal D1 ±18 ±18 ±16 ±15 ±12 ±10
10
Niv. Longitudinal D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±20 ±18
10
Alinhamento D1 ±15 ±15 ±11 ±9 ±8 ±7
10
Alinhamento D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±15 ±13
11
Empeno (base 3 metros) ±12 ±12 ±12 ±12 ±9 ±9

Tabela 5 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos para linhas de bitola 1668mm e 1435mm – Alerta

Nas curvas, a diferença entre o valor do nivelamento transversal e o seu valor de projecto não
deverá exceder 20mm.

*
Medição com cordas de 10 metros
9
Desvio do valor máximo em relação ao valor de projecto
10
Desvio do valor máximo em relação ao valor médio
11
Amplitude máxima do defeito (Empeno Absoluto)

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Data: 20.02.2009
Tolerâncias dos parâmetros geométricos da
Ficheiro: It_via_018_2.doc
via
Classificação: EXT

Desvio padrão
Velocidade
[mm]

Niv. Longitudinal Alinhamento


Classe [km/h]
D1 D1

VI V ≤ 40 3.3 2.1

V 40 <V ≤ 80 3.0 1.8

IV 80 <V ≤ 120 2.7 1.5

III 120 <V ≤ 160 2.4 1.3

II 160 <V ≤ 230 1.9 1.1

I V > 230 1.5 1.0

Tabela 6 – Tolerâncias do desvio padrão para linhas de bitola 1668mm e 1435mm – Alerta

5.2.1.2. Tolerâncias de Intervenção

Classe VI V IV III II I
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120 120 <V ≤ 160 160 <V ≤ 230 V > 230

Parâmetro [mm]
12
Bitola -9/+30 -9/+30 -9/+30 -8/+30 -5/+23 -4/+23
12
Bitola Média n.a. /+28 -7/+28 -6/+25 -4/+18 -4/+18 -2/+18
13
Niv. Longitudinal D1 ±21 ±21 ±19 ±17 ±14 ±12
13
Niv. Longitudinal D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±23 ±20
13
Alinhamento D1 ±17 ±17 ±13 ±10 ±9 ±8
13
Alinhamento D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±17 ±14
14
Empeno (base 3 metros) ±15 ±15 ±15 ±15 ±12 ±12

Tabela 7 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos para linhas de bitola 1668mm e 1435mm –
Intervenção

12
Desvio do valor máximo em relação ao valor de projecto
13
Desvio do valor máximo em relação ao valor médio
14
Amplitude máxima do defeito (Empeno Absoluto)

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Tolerâncias dos parâmetros geométricos da
Ficheiro: It_via_018_2.doc
via
Classificação: EXT

Os pontos onde existam pelo menos dois parâmetros que excedam as Tolerâncias de
Intervenção serão sujeitos aos procedimentos definidos na acção imediata.
5.2.1.3. Tolerâncias de Acção Imediata

Classe VI V IV III II I
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120 120 <V ≤ 160 160 <V ≤ 230 V > 230

Parâmetro [mm]
15
Bitola -11/+35 -11/+35 -11/+35 -10/+35 -7/+28 -5/+28
15
Bitola Média n.a. /+32 -9/+32 -8/+27 -6/+20 -6/+20 -4/+20
16
Niv. Longitudinal D1 ±31 ±28 ±26 ±23 ±20 ±16
16
Niv. Longitudinal D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±33 ±28
16
Alinhamento D1 ±25 ±22 ±17 ±14 ±12 ±10
16
Alinhamento D2 n.a. n.a. n.a. n.a. ±24 ±20
17
Empeno (base 3 metros) ±21 ±21 ±21 ±21 ±15 ±15

Tabela 8 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos para linhas de bitola 1668mm e 1435mm – Acção
imediata

5.2.2. Linhas de bitola 1000mm


5.2.2.1. Tolerâncias de Alerta

Classe VI V IV
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120

Parâmetro [mm]
15
Bitola -7/+25 -7/+25 -7/+25
15
Bitola Média n.a. /+25 -6/+25 -5/+22
16
Niv. Longitudinal D1 ±18 ±18 ±16
16
Alinhamento D1 ±15 ±15 ±11
17
Empeno - base 3 metros ±9 ±9 ±9

Tabela 9 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos para linhas de bitola 1000mm – Alerta

15
Desvio do valor máximo em relação ao valor de projecto
16
Desvio do valor máximo em relação ao valor médio
17
Amplitude máxima do defeito (Empeno Absoluto)

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Tolerâncias dos parâmetros geométricos da
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via
Classificação: EXT

Desvio padrão
Velocidade
[mm]

Niv. Longitudinal Alinhamento


Classe [km/h]
D1 D1

VI V ≤ 40 3.3 2.1

V 40 <V ≤ 80 3.0 1.8

IV 80 <V ≤ 120 2.7 1.5

Tabela 10 – Tolerâncias do desvio padrão para linhas de bitola 1000mm – Alerta

Nas curvas, a diferença entre o valor do nivelamento transversal e o seu valor de projecto não
deverá exceder 20mm.

5.2.2.2. Tolerâncias de Intervenção

Classe IV V VI
Velocidade [km/h]
80 <V ≤ 120 40 <V ≤ 80 V ≤ 40

Parâmetro [mm]
18
Bitola Pontual -9/+30 -9/+30 -9/+30
18
Bitola Média -6/+25 -7/+28 n.a. /+28
19
Niv. Longitudinal D1 ±19 ±21 ±21
19
Alinhamento D1 ±13 ±17 ±17
20
Empeno - base 3 metros ±11 ±11 ±11

Tabela 11 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos para linhas de bitola 1000mm – Intervenção

Os pontos onde existam pelo menos dois parâmetros que excedam as Tolerâncias de
Intervenção serão sujeitos aos procedimentos definidos na acção imediata.

18
Desvio do valor máximo em relação ao valor de projecto
19
Desvio do valor máximo em relação ao valor médio
20
Amplitude máxima do defeito (Empeno Absoluto)

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Tolerâncias dos parâmetros geométricos da
Ficheiro: It_via_018_2.doc
via
Classificação: EXT

5.2.2.3. Tolerâncias de Acção Imediata

Classe VI V IV
Velocidade [km/h]
V ≤ 40 40 <V ≤ 80 80 <V ≤ 120

Parâmetro [mm]
21
Bitola -11/+35 -11/+35 -11/+35
21
Bitola Média n.a. /+32 -9/+32 -8/+27
22
Niv. Longitudinal D1 ±31 ±28 ±26
22
Alinhamento D1 ±25 ±22 ±17
23
Empeno - base 3 metros ±15 ±15 ±15

Tabela 12 – Tolerâncias dos parâmetros geométricos para linhas de bitola 1000mm – Acção imediata

21
Desvio do valor máximo em relação ao valor de projecto
22
Desvio do valor máximo em relação ao valor médio
23
Amplitude máxima do defeito (Empeno Absoluto)

- 18/18 -
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Data: 20.02.2009
Anexo A
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

ANEXO A – Exemplos de formulários para preenchimento nas recepções

- A1/5 -
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Data: 20.02.2009
Anexo A
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

Recepção imediata da geometria da via

Identificação do
executante

Designação
Designação dos
trabalhos

Data / /

Localização:

Linha Via Pk inicial Pk final

Elementos de verificação da geometria da via:

Foi introduzida redução de velocidade? Sim Velocidade [km/h]

Não

Observações

Registar no verso as verificações da posição da via

Pelo executante Pela REFER

Nome Nome

Ass _____________________________________ Ass _____________________________________

Figura 6 – Exemplo de formulário para recepção imediata da via (frente)

- A2/5 -
IT.VIA.018 Versão: 02
Data: 20.02.2009
Anexo A
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

Recepção imediata da geometria da via

Registo de verificações da posição via

Altura da Largura da Distância a pontos fixos


Pk catenária entre via Distância Observações
[mm] [mm] Identificação [mm]
[mm

Figura 7– Exemplo de formulário para recepção imediata da via (verso)

- A3/5 -
IT.VIA.018 Versão: 02
Data: 20.02.2009
Anexo A
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

Recepção provisória / definitiva da geometria da via

Identificação do
executante

Designação
Designação dos
trabalhos

Data / /
Localização:

Linha Via Pk inicial Pk final


Elementos de verificação da geometria da via:

Troços com inconformidades:


inconformidades:
Troços Defeitos detectados
Pk inicial Pk final Bit. N.T. N.L.
N.L. Al. Emp. Observações

Marcar com X os tipos de defeitos detectados em cada troço (continua no verso)

Pelo executante Pela REFER

Nome Nome

Ass _____________________________________ Ass _____________________________________

Figura 8 – Exemplo de formulário para recepção provisória / definitiva da via (frente)

- A4/5 -
IT.VIA.018 Versão: 02
Data: 20.02.2009
Anexo A
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

Recepção provisória / definitiva da geometria da via

Troços Defeitos detectados


Pk inicial Pk final Bit. N.T. N.L. Al. Emp. Observações

Figura 9 – Exemplo de formulário para recepção provisória / definitiva da via (verso)

- A5/5 -
IT.VIA.018 Versão: 02
Data: 20.02.2009
Anexo B
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

ANEXO B – Formato do ficheiro com os elementos das curvas

- B1/2 -
IT.VIA.018 Versão: 02
Data: 20.02.2009
Anexo B
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

Alinhamento [mm]
Pk (corda simétrica de Escala [mm]
10m)
95.227 0 0
95.228 0 1
95.229 1 2
95.230 1 3
95.231 1 5
… … …
95.314 26 100
95.315 26 101
95.316 27 102
95.317 27 103
95.318 27 103
… … …
95.697 27 103
95.698 27 103
95.699 27 102
95.700 26 101
95.701 26 100
… … …
95.784 1 5
95.785 1 3
95.786 1 2
95.787 0 1
95.788 0 0

Tabela 13 – Exemplo de ficheiro com os elementos das curvas

- B2/2 -
IT.VIA.018 Versão: 02
Data: 20.02.2009
Anexo C
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

ANEXO C – Exemplo de pontos de medição em troço de recepção

- C1/2 -
IT.VIA.018 Versão: 02
Data: 20.02.2009
Anexo C
Ficheiro: It_via_018_2.doc
Classificação: EXT

Figura 10 – Exemplo de pontos de medição em troço de recepção

- C2/2 -

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