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2021/ JAN/ VOLUME 5

• E-BOOK SEMANAL D.I•

TUDO SOBRE SAÚDE INTESTINAL

MICROBIOTA INTESTINO SAÚDE INTESTINAL

LEAKY GUY BACTÉRIAS ALIMENTAÇÃO

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EBOOK SEMANAL DE CONTEÚDOS

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TODO O CONTEÚDO TÉCNICO-CIENTÍFICO


É PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITOS
AUTORAIS Nº 9610/98 .

NENHUMA PARTE DESTE MATERIAL PODE


SER REPRODUZIDA OU TRANSMITIDA,
DE QUALQUER FORMA OU POR
QUALQUER MEIO, SEM PRÉVIA
AUTORIZAÇÃO DE LIGIANE MARQUES
LOUREIRO, IDEALIZADORA DO
DESCOMPLICANDO O INTESTINO.
DESCOMPLICANDO O INTESTINO-DI

O QUE É O DI?

É uma metodologia exclusiva, com abordagem 100% prática


para facilitar o atendimento de nutris e médicos que desejam
terem condutas mais assertivas e seguras, fidelizando e
encantando sua clientela com resultados concretos e
duradores.

Durante anos, eu estudei e apliquei essas ferramentas em meu


atendimento. Com isso, conquistei liberdade financeira e
reconhecimento profissional com atendimentos entre 2012 a
2016. Foram mais de 1000 atendimentos aplicando a
modulação intestinal. E vendo resultados extraordinários.

E apesar de tudo isso, parei de atender para me aprofundar


ainda mais nos estudos sobre Saúde Intestinal e seguir minha
missão: "descomplicar o intestino para o máximo de
estudantes e profissionais". Durante meu doutorado (2016-
2019) me especializei ainda mais. Até decidir lançar o Curso
completo de formação em Saúde Intestinal: o DI. Atualmente
com centenas de profissionais que já validaram o método.
Meu nome é LIGI
ANE M. LOUREIR
mãe da Bárbara ( O sou a
meu milagre que
seis meses, depoi nasceu de
s de uma disbiose
Nutricionista, Dra vaginal).
em Ciências Nutr
pela URFJ, profe icionais
ssora de Pós Grad
pesquisadora tam uação e
bém na URFJ. Pro
efetiva Adjunta II fessora
da UFPA. Desde 2
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EBOOK SEMANAL DE CONTEÚDOS

SUMÁRIO

1. Cinco dicas para obter uma microbiota saudável.


2. Anemia ferropriva: qual a relação com o intestino?
3. Emagrecedores milagrosos e saúde intestinal.
4. Meditação e eixo-intestino-cérebro.
5. Sem saúde intestinal, não há saúde óssea.
6. Orégano: uma estratégia para tratar a disbiose.
7. Excesso de higiene e microbiota do bebê.
8. Levedura nutricional e seus benefícios ao intestino.
9. Alguma frutas causam constipação?
10. Aromatoterapia na modulação intestinal.
11. Constipação crônica; nem sempre água e fibras resolvem.
12. Programa 6r conheça cada passo.
13. Fodmaps: pra quem restringir?
14. Tudo sobre microbiota, intestino e obesidade.
15. Como os fitoterápicos auxiliam na saúde intestinal?
16. Conheça as cepas mais eficientes na diarreia.
17. O nervo vago comunica o cérebro com o intestino?
18. A relação entre ansiedade e diarreia.
EBOOK SEMANAL DE CONTEÚDOS

SUMÁRIO

19.Xilitol: tenha cuidado.


20.O critério que diagnostica a síndrome do intestino irritável.
21.Principais gatilhos da SII.
22.Quercetina: o polifenol querido pelo intestino.
23.Piores alimentos para a microbiota.
24.Inulina e seu potencial prebiótico.
25.A lactose não é bem vinda nesta situação!
26.Síndrome do ovário policístico e disbiose.
27.Exercício físico: aliado da imunidade intestinal.
28.Chá de hibisco e intestino.
29.Conheça os benefícios da soja no Intestino.
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• E-BOOK SEMANAL D.I•

5 DICAS PARA OBTER UMA MICROBIOTA


SAUDÁVEL
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A primeira grande dica é a ingestão adequada de fibras com


vegetais, frutas, grãos integrais e leguminosas. Segundo; o manejo
do estresse, tudo o que sentimos é comunicado ao intestino e,
consequentemente pode afetar negativamente a microbiota.

Terceira dica, incluir compostos fenólicos, econtrados em alimentos


como uvas, açaí, blueberry e amora, possuem ação prebiótica
provendo diversos benefícios para a nossa microbiota e saúde.

Quarta grande dica; a prática regular e de forma adequada de


exercícios físicos, além de gerar tantos outros benefícios à saúde,
também é capaz de modular positivamente nossa microbiota.
Quinta grande dica valiosa; medicamentos, elas alteram a
microbiota de forma negativa e devem ser utilizados somente por
indicação médica, quando necessário, desencoraje seus paciente a
se automedicarem.

Por Ligiane Loureiro


01
• E-BOOK SEMANAL D.I•

ANEMIA FERROPRIVA; QUAL A RELAÇÃO COM


O INTESTINO?
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O tratamento de anemia ferropriva associada a desordens


gastrointestinais depende do grau de severidade dos
sinais e sintomas do paciente. A anemia ferropriva
causada por doenças inflamatórias intestinas pode ser
desencadeada pela má absorção de ferro e pela perda de
sangue crônica no trato gastrointestinal.

Embora se pense na suplementação oral, em alguns casos


ela não é bem tolerada devido aos efeitos colaterais da
presença de ferro mal absorvido no trato gastrointestinal.
A transfusão de sangue pode ser recomendado em
pacientes com sangramentos agudos no trato
gastrointestinal, enquanto que em pacientes com
sangramento crônico pode não ser interessante.

Em caso de urgência, com a terapia parenteral de ferro, a


anemia pode ser melhorada rapidamente. Em sumo, é de
grande importância que você, nutri, faça abordagens
nutricionais para amenizar os sintomas dessas doenças do
trato gastrointestinal e assim, com um trabalho
integrativo, melhore o quadro de anemia nesses
pacientes.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 02
• E-BOOK SEMANAL D.I•

EMAGRECEDORES MILAGROSOS E SAÚDE


INTESTINAL
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Na busca de facilitar a perda de peso, o qual é um processo que


demanda tempo e disciplina, cada vez mais tem se propagado o
uso de emagrecedores (shakes, chás) que prometem verdadeiros
milagres, já que definem perdas de peso irreais para um curto
espaço de tempo.Assim sendo, devido a modernização do mundo,
tornou-se inevitável a presença de aditivos alimentares nesses
produtos.

Mas você, por um momento, já se questionou até onde existe


segurança no que diz respeito a saúde intestinal e o seu impacto
sobre a microbiota? Bem, é válido lembrar de um aditivo muito
comum na constituição desses produtos, os adoçantes artificiais!
Os quais tem por função atuar no sabor doce do produto e ser
isento ou baixo em calorias.

Entretanto, pouco se é falado do papel que adoçantes como


sacarina, sucralose e aspartame, tem na intolerância a glicose, isto
é, um estudo apresentou evidências que a presença desses aditivos
estava diretamente relacionada ao aumento de bacteroides spp. e
bactérias no filo Clostridiales no intestino.

Outro aditivo também presente quase que unanimemente entre


esses produtos, são os corantes, sendo avaliados pelo estudo, a
prata e dióxido de titânio, onde, de maneira dose dependente e
adequada tamanho e/ou peso, houve redução da riqueza
bacteriana, aumento das firmicutes e diminuição de bacteroidetes.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 03
• E-BOOK SEMANAL D.I•

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A meditação está ganhando popularidade em ambientes clínicos por


suas bases terapêuticas no tratamento de doenças psicológicas e
fisiológicas, que abrangem desde distúrbios psiquiátricos a disfunções
gastrointestinais.

O estresse psicológico normalmente desencadeia uma resposta de


luta e fuga, estimulando o hormônio liberador de corticotropina e a
produção de catecolaminas em várias partes do corpo, o que acaba
perturbando a microbiota, além de elevar da pressão arterial,
irritabilidade, ansiedade, insônia, dor e diminuição da função
imunológica.

O impacto da meditação na saúde intestinal é benéfico, pois a


meditação ativa a resposta parassimpática, isso por sua vez pode
aliviar os problemas digestivos e sintomas da DII, mantendo uma
barreira intestinal saudável e reduzindo a inflamação, além de
melhorar a absorção e o metabolismo de nutrientes.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 04
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SEM SAÚDE INTESTINAL, NÃO HÁ SAÚDE


ÓSSEA
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A má absorção de nutrientes pelo Intestino tem diversas causas,


e dentre elas, as doenças inflamatórias intestinais e doença
celíaca, que prejudicam a vilosidades e microvilosidades,
diminuindo a superfície de contato do Intestino. Quando
pensamos na osteoporose, a falta de cálcio (que pode ser pela
má absorção intestinal) é identificada pelo nosso corpo.

Quando isso acontece, nosso organismo busca maneiras de


equilibrar os níveis séricos. Na prática, observamos o aumento do
PTH (paratormônio) pela paratireoide. Quando o PTH se eleva, os
osteoclastos são recrutados. Qual o problema disso? Eles
recorrem ao cálcio dos ossos, para equilibrar os níveis
sanguíneos.

A longo prazo, os ossos ficam fragilizados e nosso paciente pode


cursar com a osteoporose. E tudo isso, pode ter contribuição da
má absorção de nutrientes pelo Intestino. Nutri, é claro que
existem inúmeros nutrientes essenciais a manutenção da nossa
saúde óssea, como silício, zinco, fósforo, vitamina D e K, no
entanto, quis dar ênfase ao cálcio.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Matheus 05
• E-BOOK SEMANAL D.I•

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O orégano, membro do gênero Oreganum, oriundo de regiões


mediterrâneas como a Turquia, é uma erva amplamente utilizada
na culinária brasileira.

O que talvez poucos saibam, é que suas aplicações não se


resumem apenas ao preparo de receitas. O uso sobretudo de
óleos essenciais de orégano, parece exercer uma atividade
antimicrobiana efetiva, reduzindo cepas patogênicas e
oportunistas presentes em quadros disbióticos.

Além disso, a presença de fenólicos naturais dessa erva parece


contribuir para redução de quadros inflamatórios em virtude da
sua ação no manejo da permeabilidade intestinal, comumente
observada em quadros disbióticos.

Por Ligiane Loureiro


06
• E-BOOK SEMANAL D.I•

EXCESSO DE HIGIENE E MICROBIOTA DO BEBÊ

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Durante a gestação, o intestino humano é considerado estéril,


adquirindo a sua microbiota à medida que entra em contato com
o canal de parto, onde, as bactérias da vagina, pele, fezes e do
meio ambiente são ingeridas durante a passagem. Além disso,
após o nascimento, a transferência bacteriana é continuada por
meio da amamentação.

Assim, ao passo que a microbiota humana é constituída a partir


de sucessivas interações com as bactérias presentes no meio
ambiente, uma higiene de maneira excessiva será um obstáculo
para essas interações! Dessa forma, você deve se atentar ao
excesso, porque a formação de uma microbiota normal que se
estabelece ainda na infância pode ser acometida! A criança pode
sim, brincar no chão, ter contato com familiares de várias idades
e animais de estimação.

Claro que, não estou dizendo para ignorar cuidados básicos de


higiene! A criança não deve, por exemplo, ter contato com a boca
de animais de estimação. Também não há necessidade de ser
babada pela família inteira.

Estou me referindo ao equilíbrio, ok? E nos casos em que a


criança é praticamente colocada em uma bolha, não podendo ter
contato com ninguém e não é exposta a nenhum tipo de
''sujeirinha'' do chão? No que isso implica? Em alterações no
desenvolvimento da microbiota intestinal durante a infância,
podendo ter uma variedade de efeitos negativos sobre a saúde
imunológica e o aparecimento de alergias durante a fase adulta.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 07
• E-BOOK SEMANAL D.I•

LEVEDURA NUTRICIONAL E SEUS BENEFÍCIOS


AO INTESTINO
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A levedura nutricional (do inglês Nutritional Yeast) vem


ganhando destaque, sobretudo em determinados nichos de
atendimento.Mas, você conhece ela e seus benefícios? A
levedura (Saccharomyces cerevisiae) é considerado um
probiótico que apresenta em sua estrutura uma fibra solúvel
muito importante quando o assunto é saúde intestinal: a beta
glucana.

Essa fibra foi identificada como uma potente estimulante do


sistema imunológico e antagonista contra tumores benignos e
malignos. Além disso, a beta glucana contribui para menores
níveis de colesterol e triglicerídeos, e mantém o equilíbrio da
glicemia.

No intestino ela atua também como um prebiótico,


favorecendo o crescimento de bactérias como Lactobacilos e
Bifidobactérias e contribuindo para um aumento na produção
de ácidos graxos de cadeia curta que exercem diversos papéis
no organismo e contribuem para saúde intestinal.

Nesse sentido, o uso de produtos que favorecem a oferta desse


componente vem despertado o interesse de muitos
profissionais e a levedura nutricional está nesse caminho.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 08
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• E-BOOK SEMANAL D.I•

ALGUMAS FRUTAS CAUSAM CONSTIPAÇÃO?

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Você já ouviu falar que existem alimentos que apresentam efeito


mais obstipante (ou seja, tendem a reduzir a motilidade
intestinal, ou como falam: "prendem o intestino") mais do que
outros alimentos? Sinto te informar então que isso é um MITO!

De fato tem pessoas que são mais sensíveis ao consumo de


alguns alimentos, e esses podem gerar esse efeito. Mas o que
realmente acontece ao consumirmos alimentos como a maçã e a
goiaba? Vou te ensinar isso através desses exemplos: A maçã e a
goiaba são ricas em pectina, uma fibra solúvel com capacidade
de absorver água e formar um gel espesso, diminuindo o apetite
e fermentando no intestino pela ação da microbiota, o que atua
na regulação do pH intestinal.

E é justamente por essa característica de absorver água, que


frutas ricas em pectina acabam prendendo o intestino daqueles
indivíduos que não ingerem água o suficiente ou que são mais
intolerantes as fibras desses alimentos. Seja qual for a condição,
a nutrição pode auxiliar, ajustando a melhor estratégia para que
essas ou outras frutas (desde que possível) continuem sendo
consumidas sem gerar desconfortos.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Fernanda 09
• E-BOOK SEMANAL D.I•

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Ela está inclusa dentro das abordagens da medicina alternativa


complementar e tem como princípio o uso de óleos essenciais
por meio da inalação. Sabe-se que o uso desses óleos pode
auxiliar no tratamento do câncer via redução dos efeitos
colaterais como insônia e náuseas.

Acredita-se, ainda, que a aromaterapia pode contribuir para


melhora tanto em condições físicas quanto espirituais. Mas, você
deve estar se perguntando: Onde o intestino entra nessa história,
Ligi? Sabemos que a ansiedade e o estresse são fatores que
podem impactar a saúde intestinal do seu paciente, sendo o eixo
intestino-cérebro uma das repostas para essa relação.

Pensando nisso, estratégias com caráter mais holísticos e que


foquem no cuidado com o corpo e com o espírito podem ser
recursos promissores na contribuição de uma maior qualidade de
vida, por exemplo, em pacientes com Doenças Inflamatórias
Intestinais e Síndrome do Intestino Irritável.

A aromaterapia é um campo novo e com muitos caminhos a


serem desbravados. Vale ressaltar que, deve ser prescrita de
forma individualizada pelo profissional habilitado.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Matheus 10
• E-BOOK SEMANAL D.I•

CONSTIPAÇÃO CRÔNICA: NEM SEMPRE ÁGUA


E FIBRAS RESOLVEM
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Aposto que durante muito tempo você escutou que para


tratar a constipação bastava incluir fibras e melhorar a
hidratação do seu paciente não é mesmo?! Bom, já te alerto
que não é tão simples assim. Existem alguns pontos
importantes que precisam ser considerados quando lidamos
com essa queixa.

Antes de decidir qual conduta usar com seu paciente


constipado, precisamos responder uma pergunta: Qual tipo de
constipação estamos lidando? Isso porque, existem dois tipos
de constipação: CRÔNICA que normalmente tem duração
superior a 4 semanas ou maior que 3 meses*. e AGUDA que
normalmente tem duração inferior a 1 semana.

Quando pensamos na constipação crônica, apenas incluir


fibras e melhorar a hidratação pode não ser a fórmula mágica
para o funcionamento intestinal. Considere fatores como: Qual
tipo de fibra prescrever?. Qual estratégia terá mais resposta no
meu paciente?. Além disso: Estresse, fatores Emocionais,
sedentarismo.

A resposta da sua conduta estará sempre no seu paciente e o


tratamento da constipação crônica deve envolver cuidados
com a saúde mental, exercícios físicos e nutrição.

Por Ligiane Loureiro


11
• E-BOOK SEMANAL D.I•

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Ele nada mais é do que um plano alimentar que tem como objetivo a
modulação dos desequilíbrios do trato gastrointestinal por meio de seis
passos como focos distintos. Ficou na dúvida de que passos são esses e o
que fazer em cada um? Então arraste para o lado e entenda como aplicá-
lo na prática clínica.

O plano alimentar engloba: 1R= REMOVER; alérgenos da dieta, patógenos,


xenobióticos, poluentes e outros fatores estressores, alimentos com alta
carga glicêmica, industrializados, excesso de sal e de gorduras saturadas.
2R= Reparar mucosa intestinal, dieta não irritativa e anti-inflamatória.
Focar em nutrientes de crescimento, reparo da mucosa e antioxidantes.

3R= RECOLOCAR. É hora de avaliar o que pode ser incluído na


alimentação para melhorar a digestão e, por consequência, a absorção.
4R= REINOCULAR, reparar a microbiota intestinal. Como? incluindo
prebióticos, probióticos, simbióticos, paraprobióticos.

5R= REEQUILIBRAR, hábitos saudáveis, dormir melhor, meditar, praticar


exercícios físicos. 6R= REAVALIAR se atentar a sinais e sintomas e avaliar
as condutas utilizadas ao longo do tratamento para vê o que deu certo,
precisa ser ajustado e que pode ser suspeito.

Por Ligiane Loureiro


12
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FODMAPS: PRA QUEM RESTRINGIR?

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Quando o assunto são os FODMAPs, recebo inúmeras


dúvidas diariamente. No entanto, não existe fórmula
pronta, tampouco conduta protocolada para todo mundo.

Você Nutri, deve ser capaz de avaliar cada paciente de


forma individualizada e traçar condutas que respeitem as
reais necessidades do seu paciente, pois nem todas as
pessoas apresentam sensibilidade aos FODMAPS. Vale
ressaltar que, alimentos que contém FODMAPS também
são fontes de fibras, antioxidantes e fitoquímicos,
essenciais para garantir a promoção e manutenção da
saúde.

Não podemos generalizar uma conduta que é benéfica


para quem sofre de uma desordem funcional, como a SII e
Doenças Inflamatórias Intestinais, que cursam com
disbiose e leaky gut, para aqueles indivíduos que não
apresentam nenhum sintoma.

Por Ligiane Loureiro


13
• E-BOOK SEMANAL D.I•

TUDO SOBRE MICROBIOTA, INTESTINO E


OBESIDADE
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A obesidade é uma doença de alta complexidade e diversos


fatores permeiam sua etiologia, como a genética,
comportamento, ambiente e questões socioeconômicas.
Uma infinidade de microrganismos vivem em nosso
intestino, mas se estes vão trazer benefícios ou não, é uma
outra história...

Isso porque a dieta de um indivíduo influencia fortemente


mudanças na microbiota, fazendo uma seleção desta.
Agora, imagine a microbiota de um indivíduo com
sobrepeso e obesidade. O que pode ocorre na obesidade é o
desbalanço desses microrganismos, que afetam a
permeabilidade intestinal e resultam em um estado
inflamatório, que é um fator que está ligado a resistência à
insulina e consequentemente ao aumento de peso.

Além disso: mudança na produção de neurotransmissores


pelo intestino, alterando a sensação de fome, produção
inadequada de ácidos graxos de cadeia curta e interação
entre metabólitos da microbiota e mecanismos
epigenéticos. São muitos mecanismos e precisamos nos
aprofundar para ajudar estes pacientes da melhor forma.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 14
• E-BOOK SEMANAL D.I•

COMO OS FITOTERÁPICOS AUXILIAM NA


SAÚDE INTESTINAL?
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Muitos fitoterápicos contêm polissacarídeos que escapam


da nossa digestão e não são absorvidos no intestino. Essas
moléculas acabam sendo degradadas por enzimas
bacterianas, como hidrolases e redutases secretadas por
Bifidobacterium e Bacteroides. Essa metabolização feita
pela nossa microbiota permite então que o produto dessa
metabolização seja absorvido e promova seus efeitos
benéficos ao nosso organismo.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Matheus 15
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A diarreia é frequentemente causada por uma infecção


intestinal. Contanto que a diarreia não seja grave, beber
água pode ser o suficiente para evitar a desidratação e
esperar que a infecção siga seu curso.

Em casos de crianças e idosos, o cenário muda, a perda de


fluido pode rapidamente se tornar tão perigosa, que é
necessário um tratamento especial. E aí entramos com os
probióticos que tem como função reduzir o tempo da
diarreia, em média um dia a menos de diarreia, o que é
muita coisa quando se trata desse grupo de risco.

Ok, mas quais são as cepas? Evidências de qualidade


moderada apóiam um grande efeito protetor para
probióticos (por exemplo, S. boulardii ou L. acidophilus mais
L casei em uma dose de 10 a 50 bilhões de UFC por dia). Na
prevenção da diarreia associada ao Clostridium difficile, as
mesmas cepas podem ser utilizadas em caso de diarreia
causada por antibióticos. Em resumo:Lactobacillus
rhamnosus GGSaccharomyces boulardii,Bifidobacterium
lactisLactobacillus casei

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Matheus 16
• E-BOOK SEMANAL D.I•

O NERVO VAGO COMUNICA O CÉREBRO COM


O INTESTINO?
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O eixo intestino-cérebro vem sendo alvo de estudos a fim


de elucidar causas de algumas doenças e potencializar
tratamentos para desordens gastrointestinais e
psiquiátricas, como doenças inflamatórias intestinais,
depressão e transtorno de estresse pós-traumático.

E é através do nervo vago que grande parte dessa conexão


intestino-cérebro acontece! Ele é uma via neural de
comunicação entre o cérebro e demais órgãos, como
nosso querido intestino. Sinais eferentes saem do cérebro
em direção ao intestino, e as fibras aferentes do nervo
vago mandam sinais do intestino para o cérebro,
formando uma via de mão dupla entre esses órgãos.

Essa via permite a conexão de áreas cognitivas e


emocionais do cérebro com algumas funções intestinais,
imunidade, permeabilidade intestinal e sinalização
enteroendócrina, o que nos ajuda a compreender as
desordens do eixo intestino-cérebro.

Por Ligiane Loureiro


17
• E-BOOK SEMANAL D.I•

A RELAÇÃO ENTRE ANSIEDADE E DIARREIA

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Diferindo dos demais órgãos periféricos, o trato


gastrointestinal (TGI) dispõe de um sistema nervoso
intrínseco denominado sistema nervoso entérico (SNE),
que age de maneira independente ao sistema nervoso
central (SNC), apesar de não ser autônomo devido a sua
organização integrada.

Assim sendo, ao correlacionar as atividades do sistema


nervoso entérico a ansiedade como agente estressor,
observou-se que doenças do TGI, como a síndrome do
intestino irritável, apresentam uma amplificação dos
sintomas e da própria ansiedade corroborando com os
achados anteriores, mas não de forma aguda como um
preditor para diarreia, demandando mais estudos
intervencionistas, a fim de testar o efeito da redução da
ansiedade momentânea específica às sensações
intestinais na SII.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 18
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XILITOL, TENHA CUIDADO

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O xilitol faz parte da família dos polióis, e pode ser


encontrado naturalmente ou preparado artificialmente via
fermentação bacteriana.

Utilizado comumente como adoçante e substituto do


açúcar principalmente em pacientes com sobrepeso e
obesidade, esse poliol merece uma atenção especial
quando pensamos em Síndrome do Intestino Irritável.

Isso porque quando consumido em quantidades


excessivas, o xilitol pode contribuir para o agravamento de
sintomas como flatulência, dor abdominal e efeitos
laxativos em pacientes com SII, contribuindo para crises
agudas. Essas manifestações ocorrem em virtude da má
absorção observada tanto pela combinação de diferentes
polióis quanto pelo consumo excessivo de um tipo
específico.

Por apresentar característica fermentativa, o xilitol


excedente sofre ação das bactérias locais e contribui para
alterações na motilidade intestinal.Por isso é importante
estar atento aos alimentos que apresentam polióis na hora
de montar o plano alimentar do seu paciente, Nutri.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Matheus 19
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Se você lê artigos sobre desordens associadas ao nosso trato


gastrointestinal, provavelmente já deve ter se deparado com o
“Rome criteria” que varia do Critério de Roma 1 até o 4.

O critério de Roma, atualmente, é uma classificação que auxilia


nas recomendações para diagnóstico e tratamento, utilizados na
pesquisa e prática clínica de desordens do eixo intestino-cérebro.

Ao longo dos anos, os critérios de Roma para diagnóstico de


desordens gastrointestinais vem sendo atualizado de acordo com
o surgimento de novas evidências. Atualmente, contamos com o
critério de Roma IV (2016).

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Fernanda 20
• E-BOOK SEMANAL D.I•

PRINCIPAIS GATILHOS DA SII

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O interesse por entender os mecanismos e fatores ligados a


Síndrome do Intestino Irritável vem crescendo nos últimos
tempos, tendo em vista a prevalência dessa doença de difícil
diagnóstico. Contudo, hoje já sabemos que existem gatilhos
fisiológicos e comportamentais que contribuem para a
progressão e manifestação dos sintomas característicos da SII, e
a alimentação é um deles.

A síndrome do intestino irritável é uma doença com elevada


prevalência por todo o mundo e de fifícil diagnótico, apesar
disso, a literatura já vem apontando possíveis fatores que podem
contribuir para manifestação e progressão da SII, dentre eles, a
alimentação recebe um destaque especial, existem alguns
gatilhos alimentares que contribuem para quadros clínicos
característicos da SII, como disbiose e leaky gut.

Os gatilhos são; álcool, cafeína, condimentos, alimentos


alergênicos como amendoim, frutos do mar e trigo, gorduras,
principalmente as saturadas e produtos industrializados.

Por Ligiane Loureiro


21
• E-BOOK SEMANAL D.I•

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A quercetina é um polifenol encontrado nos alimentos, que


apresenta vários benefícios à saúde, principalmente à
microbiota, pois é lá que vários polifenóis são
metabolizados. Dessa forma os polifenóis como a
quercetina, são convertidos em moléculas bioativas pelas
bactérias intestinais e também podem influenciar a
composição da microbiota.

Vale lembrar que vários estudos que investigam os efeitos


dos polifenóis na microbiota intestinal têm usado altas
concentrações de polifenóis por longos períodos de tempo
predominantemente para sua aplicação potencial na
indústria de alimentos e farmacologia.

A ideia é sempre combinar com outros alimentos, nada


sozinho vai fazer a diferença, mas o conjunto de várias
coisas sim, então foque no conjunto como um todo.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Matheus 22
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• E-BOOK SEMANAL D.I•

PIORES ALIMENTOS PARA A MICROBIOTA

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Nossos pacientes podem ser a resposta para muitas queixas


relatadas e por isso é importante que saibamos o que deixar
de lado quando o assunto é saúde intestinal.

Não tem como fugir: para se ter saúde intestinal, precisa ter
uma dieta equilibrada. E quais alimentos em excesso
atrapalham isso? No geral: alimentos com carboidrato
refinado, alto consumo de proteína animal, produtos
ultraprocessados e alimentos ricos em gordura saturada
trazem malefícios à saúde intestinal.

Mas afinal... como? Reduzindo a diversidade microbiana, o


que leva a um desequilíbrio intestinal (disbiose),
hipermeabilidade e inflamação!

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Fernanda 23
• E-BOOK SEMANAL D.I•

INULINA SEU POTENCIAL PREBIÓTICO

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As inulinas são polissacarídeos com potencial prebiótico encontradas


em alimentos como os vegetais.

Um estudo avaliou uma dieta rica em inulina (9g/dia) proveniente de


vegetais na saúde humana. Ao fim do estudo, houve um aumento na
proporção de bifidobacterium e diminuição de clostridiales.

Também foi observado melhora no desconforto intestinal e aumento


de saciedade, embora ainda houvesse aumento na flatulência. Além
disso, foi relatado diminuição no desejo de consumir doces e
alimentos gordurosos e salgados.

Tais resultados devem ser observados com cautela, visto que se trata
de uma pequena população, sem grupo controle e por ser tratar de
um FODMAP, onde algumas pessoas podem ser mais sensíveis e
apresentar sintomas gastrointestinais mais intensos.

Porém, para indivíduos não sensíveis, é possível diversos benefícios à


saúde com o consumo de vegetais ricos em inulina.

Por Ligiane Loureiro


24
• E-BOOK SEMANAL D.I•

A LACTOSE NÃO É BEM VINDA NESTA


SITUAÇÃO!
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Primeiro, vamos resgatar brevemente a fisiologia! Para


que um dissacarídeo (ex: lactose) seja hidrolisado e
posteriormente absorvido, é preciso que ele passe pela
ação das dissacaridases, presentes no muco intestinal. No
caso da lactose, esta é clivada em glicose e galactose.

Em casos de diarreia, o adequado processo digestivo e


consequentemente absortivo é impossibilitado devido ao
aumento da peristalse, associado a diminuição destas
enzimas no muco intestinal.

O consumo de lactose não é indicado para pacientes com


diarreia (mesmo que não sejam intolerantes - a restrição é
temporária) porque este carboidrato aumenta a retenção
de água no intestino grosso, levando uma piora do quadro
de diarreia.

Relembrando a aula de osmose na faculdade, a tendência


é que a água vá do meio menos concentrado para o mais
concentrado. Como a lactose atrai muita água para o
intestino grosso, isso faz com que toda e qualquer água
presente no lúmen intestinal seja excretada em forma de
diarreia.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 25
• E-BOOK SEMANAL D.I•

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A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é uma doença


endócrina de origem pouco clara e multifatorial, sendo
diagnosticada a partir da presença de ao menos 2
características clássicas: hiperandrogenismo,
oligo/anovulação e ovários policísticos.

Nesse contexto, alguns pesquisadores formulam a


hipótese de que a SOP possa vir a ser uma doença
metabólica, não se restringindo ao ovário, onde, a disbiose
intestinal leva a uma inflamação de baixo grau que está
associada ao um quadro de resistência à insulina.

Consequentemente, a hiperinsulinemia pode levar a


elevações na síntese de hormônios androgênicos nos
ovários e, assim, interferir no desenvolvimento normal do
folículo ovariano, o que está diretamente ligado a
infertilidade, um dos possíveis desfechos desfavoráveis as
mulheres com SOP.

Portanto, entre as possíveis estratégias de tratamento, o


uso de prebióticos, probióticos e simbióticos podem ser
uma opção a ser levada em consideração! Além de outras
estratégias que visam a regulação da glicemia e do
processo inflamatório como um todo.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 26
• E-BOOK SEMANAL D.I•

EXERCÍCIO FÍSICO: ALIADO DA IMUNIDADE


INTESTINAL
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O exercício tem uma grande influência em nossa saúde, principalmente


pensando em imunidade, e a microbiota tem uma co-participação nisso
tudo. Há evidências de que várias respostas imunes são suprimidas
durante períodos prolongados de treinamento físico intenso.

Mas CALMA! Entenda INTENSO, como verdadeiramente deve ser


compreendido, horas de exercício, com muita força e esforço físico,
semelhante ao que vivem diariamente atletas de alta performance ou
desportistas que se dedicam a um treinamento INTENSO. Esse portanto,
precisam ter uma atenção mais que especial a manter sua microbiota
saudável.

Além disso, no exercício prolongado (superior a 1h pelo menos e com


alta intensidade), os níveis plasmáticos de cortisol aumentam, e esse
efeito agudo reflete no aumento de citocinas pró-inflamatórias como
IL-6, IL1, TNF alfa, (tudo dentro do esperado para esse tipo de exercício,
afinal faz parte da adaptação), porém a inflamação não seja uma coisa
ruim, nesse contexto, precisamos cuidar da saúde intestinal, pois nesse
casos há aumento da permeabilidade intestinal, que embora transitória
é uma adaptação necessária, pois o exercício tem um papel importante
na modulação de citocinas anti-inflamatórias como IL-10, IL-8 e
proteína inflamatória de macrófagos-1.

Além disso, o exercício físico aumenta a expressão de imunoglobulina A


(IgA), que reveste as bactérias, ajudando a manter uma relação
hospedeiro-microbiota equilibrada, o que por sua vez pode diminuir
infecções intestinais. O grande problema, é quando essa inflamação
ocorre de forma exacerbada e para evitar isso, você Nutri precisa saber
manejar a saúde intestinal desse público, em especial atletas
profissionais ou recreativos, em especial de Endurance.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Fernanda 27
• E-BOOK SEMANAL D.I•

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Veja só, conhecido cientificamente como Hibiscus sabdariffa, o


chá de hibisco ganhou muita popularidade nos últimos
tempos, sobretudo pela sua capacidade diurética,
antioxidante, antimicrobiana e anti-hipertensiva.

Devido a essas características, muito se é estudado a respeito


dos seus potenciais benefícios na síndrome metabólica e
obesidade. Mas, e na saúde intestinal? Qual será seu impacto e
qual a relação entre os benefícios desse chá e a composição da
nossa microbiota intestinal?

Parece que o conteúdo de compostos fenólicos presentes no


chá de hibisco atua como prebiótico, favorecendo a
proliferação de bactérias benéficas como os Lactobacillus e as
Bifidobactérias, e inibindo o crescimento de bactérias
patogênicas.

Mas atenção! Embora apresente baixo grau de toxicidade


aguda, o uso de hibisco por pessoas que utilizam medicações
controladas pode aumentar seus efeitos colaterais. Além disso,
o consumo de quantidades exageradas e pro longos períodos
pode contribuir para danos hepáticos.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Kaique 28
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BENEFÍCIOS DA SOJA AO INTESTINO

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A Soja é uma oleaginosa conhecida e muito consumida em


alguns países asiáticos. Nos últimos anos, seu consumo
têm aumentado nos países ocidentais, o que desperta o
interesse por estudos a cerca de seus efeitos na
microbiota humana.

Os Oligossacarídeos e fibras, principalmente os


polissacarídeos pécticos da soja, são conhecidos por
possuírem propriedades prebióticas.

Embora não haja muitos estudos sobre fibras da soja e


microbiota, sabe-se que que já foi observado que elas
podem alterar a concentração de ácidos graxos de cadeia
curta, principalmente butirato, pela microbiota intestinal.

Sabe-se também que a soja é fonte de fitoquímicos que


contém potencial prebiótico.

Além disso, alimentos que levam a fermentação de soja


também podem ser interessantes para a saúde intestinal,
devido a presença de pré e probióticos.

Por Ligiane Loureiro


Coautoria Matheus 29
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REFERÊNCIAS
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