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Tércio Marcos Casado Barbosa

AUDITORIA E GASTOS PÚBLICOS: O PAINEL DE


VIAGENS DO GOVERNO FEDERAL

Canoas, RS
2020
Tércio Marcos Casado Barbosa

AUDITORIA E GASTO PÚBLICO: O PAINEL DE


VIAGENS DO GOVERNO FEDERAL

Artigo científico apresentado ao


Centro Universitário Leonardo da Vinci
como exigência parcial à
obtenção do título de
Especialista em Auditoria.
Orientadora: Noemi Back Poffo.

Canoas, RS
2020
Tércio Marcos Casado Barbosa

AUDITORIA E GASTO PÚBLICO: O PAINEL DE


VIAGENS DO GOVERNO FEDERAL

Artigo científico apresentado ao


Centro Universitário Leonardo da Vinci
como exigência parcial à
obtenção do título de
Especialista em Auditoria.
Orientadora: Noemi Back Poffo.

Aprovado pelos membros da banca examinadora em ____/____/______, com menção


__________________________ (______________________________)

Banca Examinadora:

Canoas, RS
2020
Resumo

A palavra Resumo deve ser de letra 12, negrito, alinhado à esquerda. Após a palavra
“resumo”, deixar 1 linha de tamanho 12 em branco. Na primeira frase do resumo, você
deverá expressar o assunto tratado. Não é aconselhável usar citações aqui. O resumo
deve ter um parágrafo de, no máximo, 250 palavras (aproximadamente 15 linhas), sem
recuo na primeira linha. Usar espaçamento simples, justificado, tamanho 12. Deve
apresentar o objetivo geral da pesquisa, o método utilizado, os resultados e as conclusões
do trabalho, formando uma sequência corrente de frases concisas, e não de uma
enumeração. (NBR6028, 2003).
Segundo a ABNT (NBR no 6.028, 2003), um resumo não deve conter citações, os
verbos
devem ser usados na voz ativa e na 3a pessoa do singular. Deve conter os seguintes
elementos:
»» tema;
»» objetivo;
»» metodologia;
»» resultados;
»» conclusões;
»» palavras chave.
Tema – Inicialmente, deve-se apresentar o tema principal do artigo.
Objetivo – Como se trata de um resumo, geralmente só é citado o objetivo geral do
trabalho. Porém, fica a critério do autor a colocação também dos objetivos
específicos.
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UNIDADE II │ CONSTRUINDO O TRABALHO DE CONCLUSÃO
Metodologia – [...] Basta o autor citar que este estudo utilizou procedimento
bibliográfico, o autor
em quem se baseou e o ano da publicação de sua obra.
Resultados – Assim como a metodologia, não se trata aqui de descrever os resultados,
porém de efetuar uma síntese do que foi tratado em cada capítulo.
Conclusão – Deve-se responder, sucintamente, se o objeto geral alcançou ou não o
que
foi proposto no início do trabalho. No resumo, não é comum se colocar limitações ou
sugestões. Fica a critério do autor.
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Palavras-chave: Auditoria. SCDP. Governança pública.


Abstract

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Keywords: Audit. SCDP. Public governance.


1 INTRODUÇÃO
O Brasil passa por um momento de ajustes em sua Economia. Após os gastos
públicos terem sido exorbitantemente elevados durante alguns anos – gastos fixos, contra uma
receita variável, vimos o desencadeamento de uma crise econômica nunca antes
experimentada na história desse país. Estados e municípios brasileiros falidos, sem
conseguirem pagar ao menos os salários de seus servidores, e aposentados, empresas
fechando, desemprego em níveis elevados, além de um cenário global de recuperação
econômica das grandes potências, que atraíram o capital de investidores para situações de
menor risco.
Conforme reportagem veiculada em o jornal gazeta do povo, “a União acumula
sucessivos deficit primários desde 2014. A arrecadação caiu por causa da crise e a despesa
continuou crescendo, o que obriga o governo a pegar empréstimos para pagar seus gastos
básicos. Com isso, o endividamento público avança rapidamente: a dívida pública federal, que
estava próxima de 52% do PIB no início de 2014, está em quase 72% do PIB”.
Mediante esse cenário, existiam duas saídas ao governo brasileiro, desvalorizar a
moeda, o que causaria inflação, ou readequar seus gastos – o que ficou amplamente conhecido
como ajuste fiscal. Algumas despesas fixas, como gastos com salários de servidores,
aposentados e pensionistas não poderiam ser alterados. Iniciou-se então um período de
contenção do gasto público, redução no número de ministérios e cargos comissionados,
reformas estruturantes enviadas ao Congresso Nacional, entre outros.
Um dos gastos da União, são com as viagens de seus servidores, a fim de cumprirem
seus trabalhos em uma outra localidade, adversa de suas lotações, gastos estes, que conforme
o jornalista Otávio Augusto , aumentaram em relação ao ano de 2018, justamente num
momento de austeridade fiscal, e cita ainda em seu artigo, o cientista político da Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Rudá Ricci. “Observamos se é muito ou
pouco pelo retorno, se as viagens trazem investimentos. O que acontece é que não vemos
resultados. É um gasto desnecessário e mal planejado (RUDÁ RICCI, CIENTISTA
POLÍTICO DA PUC-SP)”.
O governo federal, através do site do painel de viagens, tem alimentado uma base de
dados para consulta pública. Esse site mostra todos os gastos do poder executivo federal para
dar publicidade aos atos públicos, conforme os princípios da administração pública, entre
eles:
 Princípio da legalidade: “O Estado é resultado da vontade da coletividade. Por
conseguinte, as entidades públicas e a ação do administrador público está condicionada aos
mandamentos legais e às exigências do bem comum” (MEDEIROS, 2013, p. 13);
 Princípio da moralidade: “A moralidade administrativa constitui pressuposto de
validade de todo ato da Administração Pública, que deve obedecer não somente à lei jurídica,
mas também a padrões éticos que podem ser estabelecidos em cada instituição” (MEDEIROS,
2013, p. 13);
 Princípio da publicidade: “A gestão pública, em razão do princípio democrático,
deve ser transparente. Assim, a publicidade impõe a divulgação oficial do ato, processos e
contratos para o conhecimento público. Além disso, todo cidadão tem o direito de conhecer as
informações que a Administração possua a seu respeito, e as que dizem respeito ao bem-estar
da coletividade” (MEDEIROS, 2013, p. 14);
 Princípio da eficiência: “Exige que a atividade administrativa seja exercida com
presteza, perfeição e rendimento funcional, com resultados positivos para o serviço público e
satisfatório atendimento das necessidades da coletividade” (MEDEIROS, 2013, p. 14).
Esse artigo científico visa a analisar os gastos com viagens dos servidores públicos
do governo federal, divulgados no painel de viagens. Será realizada uma pesquisa qualitativa
e quantitativa, através de uma pesquisa bibliográfica e documental, análise de relatórios do
painel de viagens do governo federal, exploratória a respeito dos gastos públicos do poder
executivo federal em viagens com servidores públicos, no ano de 2019 do poder executivo
federal.
2 A CONTABILIDADE E A AUDITORIA
2.1 A HISTÓRIA DA CONTABILIDADE
Segundo Marion (2009, p.28), a contabilidade pode ser definida como “o
instrumento que fornece o máximo de informações úteis para a tomada de decisões dentro e
fora da empresa”.
Podemos inferir então, que a contabilidade é uma importante ferramenta de gestão,
ao passo em que nos direciona para a melhor tomada de decisão, ou pelo menos, a melhor
decisão possível.
Conforme Santos (2016, p.10),
“Alguns autores colocam a origem da contabilidade no mesmo momento em que o
homem começa formas de registro e escrita primitivas, entretanto o consenso maior é de que
dataria de pelo menos 4.000 A.C., entretanto não seria exagero colocar sua origem consoante
a origem histórica do homem”.
Nasceu então a necessidade de se criar métodos e regras a fim de dar maior
segurança ao controle desse patrimônio, surgindo então um marco no estudo da contabilidade,
a saber, o método das partidas dobradas, descrito por Luca Paccioli em seu livro “Summa de
Arithmetica, Geometria, Proportioni et Proportionalità”, publicado em 1494, conforme
Iudícibus, Marion e Faria (2009), metodologia utilizada até os dias de hoje.
Vê-se, portanto, que há uma certa divergência entre os autores quanto à demarcação
do início da contabilidade, porém sabe-se que desde que o homem primitivo passou da
condição de nômade a se fixar mais a um local, e cultivar o seu sustento, despertou-se a
necessidade do controle do patrimônio, qual seja, quantidade de animais nascidos e mortos.
2.2 A HISTÓRIA DA AUDITORIA
Segundo o IBRACON (2007, p.42) a atividade de auditoria se remonta à Idade
Antiga, no Império Persa, quando o imperador Dario I designou pessoas para acompanharem
os atos dos seus governantes. Ainda, segundo a publicação, temos funções semelhantes
aparecendo durante o Império Romano, de onde surgir o termo auditoria, do latim audire.
O professor Clóvis Kronbauer (2012, p. 10) aponta a auditoria como originária da
Inglaterra, à época das grandes navegações, a fim de se certificar de que as riquezas
conquistadas para o reino condiziam com a realidade.
Ainda segundo Kronbauer (2012, p.10) a auditoria chegou ao Brasil juntamente à
chegada de empresas multinacionais ao país, com a necessidade de auditoria de suas
demonstrações financeiras.
Percebe-se então o quão longevo, e nobre, é esse ofício, e a importância histórica em
se assegurar a vericidade e a confiabilidade do controle patrimonial, ou seja, da Auditoria.
3 A AUDITORIA
Segundo a professora Nathália Laffin (2018, p.14),
“a auditoria é uma especialização da contabilidade e sua origem está intimamente
ligada à evolução da sociedade. O aparecimento de grandes empresas em diferentes lugares
do mundo e o desenvolvimento do mercado fizeram com que as demandas sobre o patrimônio
evoluíssem”.
Para Crepaldi apud Fernandes e Knuth(2014, p.7), “de forma bastante simples, pode-
se definir auditoria como o levantamento, estudo e avaliação sistemática das transações,
procedimentos, operações, rotinas e das demonstrações financeiras de uma entidade”.
“Podemos dizer que auditoria é a técnica utilizada para verificar e confirmar a
veracidade das informações e dos registros contábeis, principal meio de que se vale a
Contabilidade para alcançar seu fim, que é o de apresentar a situação da saúde econômica e
financeira da empresa” (FERNANDES E KNUTH, 2014, p.7).
De acordo com Attie apud Laffin(2018, p. 16), “o objetivo principal da auditoria
pode ser descrito, em linhas gerais, como sendo o processo pelo qual o auditor se certifica da
veracidade da totalidade das demonstrações contábeis preparadas pela companhia auditada”.
Portanto, a auditoria pode ser caracterizada como uma forma de se confirmar a
veracidade das informações prestadas através de demonstrações contábeis, examinando-as
criteriosamente.
A auditoria tem por interessado, o usuário da informação contábil, seja este interno
ou externo. Entende-se por usuário interno a própria empresa, gestores e funcionários e por
usuário externo o governo, a sociedade, os sócios, os funcionários. No caso da auditoria
governamental o usuário interno seriam os gestores, os servidores, os próprios órgãos, além
dos órgãos de controle interno, enquanto que os usuários externos seriam a sociedade, os
outros poderes, os Tribunais de Contas e outros governos.
“Os usuários são as pessoas que se utilizam da Contabilidade, que se interessam pela
situação da empresa e buscam na Contabilidade as suas respostas. Evidentemente, os gerentes
(administradores) não são os únicos que se utilizam da Contabilidade. Os investidores (sócios
ou acionistas), ou seja, aqueles que aplicam dinheiro na empresa, estão interessados
basicamente em obter lucro, por isso se utilizam dos relatórios contábeis, analisando se a
empresa e rentável; fornecedores de mercadoria a prazo querem saber se a empresa tem
condições de pagar suas dívidas; os bancos, por sua vez, emprestam dinheiro desde que a
empresa tenha condições de pagamento; o governo quer saber quanto de impostos foi gerado
para os cofres públicos; outros interessados desejam conhecer melhor a situação da empresa:
os empregados, os sindicatos, os concorrentes, etc”. (MARION, 2009, P. 29).
3.1 O PAINEL DE VIAGENS DO GOVERNO FEDERAL
Conforme informação disponibilizada pelo site, “o Painel de Viagens, desenvolvido
pela Secretaria de Gestão, do Ministério da Economia, disponibiliza informações sobre os
afastamentos a serviços (viagens), nacionais e internacionais, realizados através do Sistema de
Concessão de Diárias e Passagens (SCDP) do Governo Federal e do VIAJAR, sistema de
controle de diárias e passagens do Banco Central do Brasil. Tem como objetivos o
monitoramento e controle dos gastos relativos as diárias e as passagens e dar transparência em
relação aos afastamentos”.
Através das consultas realizadas pelo painel de viagens, pudemos extrair as seguintes
informações (anexos):
 As figuras 1 e 2 mostram o total gasto com viagens no ano de 2019, em
valores brutos, e a sua distribuição ao longo do ano. Utilizando-se métodos estatísticos,
infere-se da figura 2 ao menos um ponto fora da curva, o mês de Janeiro. Percebe-se ainda,
uma tendência de aumento dos gastos com viagens durante o ano, na distribuição de
frequência;
 As figuras 3, 4 e 5 mostram o total gasto com as passagens aéreas, nos
deslocamentos dos servidores no ano de 2019, em valores brutos, sua distribuição ao longo do
ano e percentuais utilizados. Utilizando-se métodos estatísticos, infere-se da figura 5, dois
pontos fora da curva de distribuição normal – os meses de Janeiro e Outubro. Percebe-se,
então, a mesma tendência de crescimento nos gastos, e não seria de se esperar o contrário, aja
visto tal comportamento com as viagens. O que mais chama atenção na figura 4 são os
percentuais de cancelado e não utilizado, cerca de 7% do gasto total;
 As figuras 6, 7 e 8 mostram o total gasto com as passagens aéreas –
modalidade compra direta, onde o governo negocia o valor diretamente com as companhias
aéreas; e as distribuições por companhia. Da figura 6, tem-se a informação do valor
economizado nesta modalidade, em relação ao valor de mercado, e o tíquete médio de R$
810,36. Na figura 7 vê-se o percentual médio de desconto aplicado por companhia aérea, e na
figura 8 a participação das aéreas. Percebe-se que mesmo a companhia GOL aplicando o
menor desconto (figura 7), é a que tem maior participação (figura 8);
 As figuras 9 e 10 mostram o total gasto com as passagens aéreas –
modalidade agenciamento, onde o governo compra as passagens aéreas através de agências de
turismo contratadas; e a distribuição por companhia. Da figura 9, tem-se o total gasto nesta
modalidade, com um tíquete médio de R$ 988,91. Na figura 10 vê-se novamente a companhia
GOL com maior participação do mercado.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Mediante a crise econômica em que o Brasil ainda atravessa, cabe ao Governo
Federal equilibrar as contas públicas, devido a uma menor arrecadação de impostos, fruto de
uma economia desacelerada, e isso se inicia “em casa”, equilibrando receita e despesa, o que
ficou conhecido como ajuste fiscal. Um desses gastos, que foi objeto desse artigo, foram as
despesas com viagens dos servidores.
Tal gasto se faz necessário à medida que o serviço público exige o deslocamento de
seus servidores para cumprirem tarefas em outras localidades, diversas de sua lotação, porém
sempre deve-se atentar aos princípios da administração pública, como os da moralidade e
transparência.
A auditoria nasceu com a necessidade de certificar que os relatórios contábeis
condiziam com a realidade que segundo Crepaldi apud Fernandes e Knuth(2014, p.7), “pode-
se definir auditoria como o levantamento, estudo e avaliação sistemática das transações,
procedimentos, operações, rotinas e das demonstrações financeiras de uma entidade”.
Conforme os relatórios públicos disponíveis no painel de viagens do Governo
Federal, extraíram-se algumas informações das quais destacamos:
1. Houve uma redução de cerca de 10% no valor total das despesas com viagens dos
servidores, em relação ao ano de 2018 (figura 1);
2. Percebe-se um percentual no mínimo incômodo de cerca de 7% dos gastos perdidos
com passagens (figura 4), o que num universo de R$ 470.206.829,54, equivale a uma
perda de cerca de R$ 32.914.478,07 que poderiam ser utilizados em outra área, o que
pode indicar uma maior necessidade de planejamento e controle;
3. Verifica-se uma maior emissão de passagens aéreas através do sistema de
agenciamento (figura 9), com um tíquete médio de R$ 998,91, contra um tíquete
médio de R$ 810,36 na modalidade compra direta (figura 6), ou seja, a compra direta
é mais vantajosa para a administração pública, e mais econômica em cerca de 20%;
4. Existe uma maior emissão de bilhetes pela companhia aérea GOL, em detrimento de
um desconto maior da companhia aérea AZUL, o que não é compatível com o
princípio da economicidade (figuras 7, 8 e 10).
Conclui-se que se fazem necessários maiores planejamento e controle nas viagens
dos servidores público, embasados nos princípios da administração pública, a fim de não
haver desperdício de dinheiro público nessas viagens.

REFERÊNCIAS

1)MARION, José Carlos, Contabilidade Básica. 10ª Edição. São Paulo: Atlas, 2009;

2)IUDÍCIBUS, Sérgio de; MAR ION, José C.; FARIA, Ana C. Introdução à teoria da
contabilidade para o nível de graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2009;

3)AUDITORIA: REGISTROS DE UMA PROFISSÃO (IBRACON, 2007);

4)KRONBAUER, Clóvis Antônio; SILVA, Jonas Ismael. Auditoria: Aspectos conceituais e


normativos. 1. ed. São leopoldo: Unisinos, 2012;

5)Laffin, Nathália. Fundamentos e objeto da auditoria. Indaial: Uniasselvi, 2018;

6)FERNANDES, Luciano; KNUTH, Valdecir. Auditoria e controladoria. Indaial:


Uniasselvi, 2014;

7)SANTOS, Lucas José Machado dos. Teoria da contabilidade. Rio de Janeiro: SESES,
2016.

8)MEDEIROS, Lu. Princípios básicos da administração pública: poderes, deveres,


direitos e responsabilidades. São Paulo: FEAUSP,2013.

9)BRASIL. Painel de viagens. 2020. Disponível em:


<http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 de jan de 2020;
10)O que é ajuste fiscal. Gazeta do povo, Curitiba, 26 de jun. de 2017. Disponível em: <
https://www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/oque-e-ajuste-fiscal-
di8pyypfpxotpjyuxaynmb4kh/ >. Acesso em: 16 de dez. De 2019;

11)AUGUSTO, Otavio. Em 2018, o governo federal gastou R$ 1,3 bilhão com viagens e
diárias. Jornal Metrópoles, Brasília, 23 mar. 2019. Disponível em:
<https://www.metropoles.com/brasil/politica-br/em-2018-governo-federal-gastou-r-13-bilhao-
com-viagens-e-diarias>. Acesso em 16 de dez. 2019.
ANEXOS
Figura 1 – Total de gastos com viagens no ano de 2019.
Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.

Figura 2 – Distribuição de viagens no ano de 2019.


Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.
Figura 3 – Total de gastos com passagens aéreas no ano de 2019.
Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.

Figura 4 – Distribuição de passagens por status.


Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.

Figura 5 – Distribuição de passagens no ano de 2019.


Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.
Figura 6 – Total de gastos na modalidade compra direta.
Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.

Figura 7 – desconto médio por conpanhia, na modalidade compra direta.


Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.

Figura 8 – Distribuição de passagens por companhia aérea, na modalidade compra direta.


Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.
Figura 9 – Total gasto com passagens, na modalidade agenciamento.
Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.

Figura 10 – Distribuição de passagens por companhia aérea, na modalidade agenciamento.


Fonte: Painel de viagens. Disponível em: <http://paineldeviagens.economia.gov.br>. Acesso em: 31 jan2020.