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LÍNGUA PORTUGUESA

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Leia a tirinha abaixo.

Disponível em http://clubedamafalda.blogspot.com.br/ Acessado em 14/05/15 as 17.01.

1) Quando Mafalda diz: “Tem um doente em casa”(1º quadrinho) , ela está se referindo
A) ao Brasil.
B) ao mundo.
C) a Manolito.
D) a seu pai.
E) a sua mãe.

Leia o fragmento de texto a seguir.


O TEMPO E A ETERNIDADE
Amigos, o velho Barbosa está fora do Brasil. Mas não importa e explico: — a ausência do verdadeiro craque
é tão ativa, militante e absorvente como a presença viva. Só o perna de pau consegue ser esquecido. Um
Barbosa, não. Está na longínqua e quase inexistente Escandinávia e continua sendo fato, continua sendo
notícia. Ausente dá uma sensação de presença física.
Nelson Rodrigues, Manchete Esportiva, 30/05/1959 - fragmento

2) A expressão “perna de pau” (l. 3), no texto tem o significado de jogador


A) criativo.
B) experiente.
C) sem habilidade.
D) sem igual.
E) sem preparo.

Leia o poema a seguir.

Amor é fogo que arde sem se ver;


É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;


É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;


É servir a quem vence o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor


Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

CAMÕES, L. Rimas. Coimbra: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, 1953.

3) No poema de Camões, o amor é determinado como um sentimento


A) confuso.
B) contraditório.
C) ruim.
D) triste.
E) valioso.

Observe a charge.

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Disponível em http://www.osvigaristas.com.br/imagens/charges acessado em 17/04/2014 as 12.02
4) Dois elementos das frases que mostram uso de linguagem informal são:
A) a gente / consultoria
B) europeu / acostumado
C) pindaíba / consultoria
D) tá / pindaíba
E) viver / dar

5) O que gera humor na frase é


A) a expressão “viver na pindaíba”.
B) um mendigo dar consultoria sobre miséria.
C) o cão beber cachaça.
D) o fato de um cão falar.
E) um mendigo falar de tema culto.

Leia o texto abaixo.

- Cai fora, Nina! Isto não é brinquedo de mulher...


Aquilo doía como um tapa. Eu mordia o beiço, sentia no rosto uma quentura de ódio e ia pra dentro...
vinham lá de fora, do quintal claro de sol, gritos, risadas correrias... Luisinho, Carlos e os meninos da vizinhança
brincavam de piratas, pulavam o muro, vermelhos, sem camisa, a testa escorrendo suor.
E eu no exílio. A única menina da casa, mamãe me proibia tomar parte nos brinquedos masculinos.
[...] Pra que é que eu tinha nascido mulher? Não tinha jeito nenhum para a coisa. O piano me irritava,
as bonecas me desinteressavam, o bordado me enlouquecia. Tinha uma impressão machucante de
inferioridade, sempre que era posta à parte num brinquedo ou num passeio, por ser menina.
Lessa, Elsie. In Seleção de contos brasileiros. Organização Graciliano Ramos, Rio de janeiro.
Edições de ouro.

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6) Dentre as diversas funções da Literatura, ela é uma arte que aborda os grandes problemas universais. Neste
trecho da autora Elsie Lessa o conflito interior vivido pela personagem decorre de
A) da ausência de companhias do mesmo gênero.
B) da relação conflituosa estabelecida entre pais e filhos.
C) de uma convenção social relacionada ao gênero.
D) de um padrão econômico vigente.
E) de um problema de auto estima.

Leia o texto a seguir. Ele servira de suporte para as questões 7 a 10.


A BOLA
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola
do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "Legal!". Ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de
alguma coisa.
— Como é que liga? – perguntou.
— Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
— Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente
outros.
— Não precisa manual de instrução.
—O que é que ela faz?
—O que é que ela faz?
— Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
— O quê?
— Controla, chuta...
— Ah, então é uma bola.
— Claro que é uma bola.
— Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
— Você pensou que fosse o quê?
— Nada, não.
O garoto agradeceu, disse "Legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a
bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de
monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo em que
tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido.
Estava ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.

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— Filho, olha.
O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou,
tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução
fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.
Luís Fernando Veríssimo. Festa de Criança. São Paulo, Ática, 1980.

7) O menino reconhece, finalmente, o brinquedo que lhe é oferecido: “- Uma bola, bola. Uma bola mesmo.”
Tanto a repetição da palavra “bola” quanto o uso do termo “mesmo” visam:
A) declarar que aquele era o objeto que ele pensava.
B) reforçar o desapontamento do menino diante da bola.
C) apontar a alegria do personagem por ter ganhado a bola.
D) indicar a surpresa do menino ao ver o objeto que ganhara.
E) constatar que o objeto era mais interessante do que havia pensado.

8) “O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido.”


Os termos em destaque indicam que o:
A) pai reconheceu no filho a habilidade e o talento para o futebol.
B) pai achou que o filho não se interessava por nada ligado a futebol.
C) menino destruiu um time de monstrinhos chamado de Monster Ball.
D) menino revelou sua excelente coordenação quando ensaiou algumas embaixadinhas.
E) menino manejava bem os controles do videogame, embora não tenha se interessado pela bola de plástico.

9) “O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do
couro.”
O ato de cheirar a bola que, segundo ele não cheirava a nada, adquire no contexto outro sentido, não ligado ao
olfato. Na situação em que se encontra, o gesto do pai nos leva a concluir que ele está em busca de algo mais.
Ele tenta resgatar:
A) a intimidade com o filho.
B) uma bola número 5 oficial.
C) as lembranças da própria infância.
D) a importância de ter uma bola de couro.
E) a beleza de uma bola que agora é de plástico.

10) Assinale a opção em que se percebe claramente um tom de ironia.


A) “- Não se liga.”
B) “- Ela não faz nada.”
C) “- Não precisa de manual de instrução.”
D) “O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse ‘Legal!’.”
E) “Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês...”

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Leia a tirinha a seguir.

11) Em relação à variedade linguística empregada pelos locutores dessa tira, (Zé Lelé e Chico Bento) pode-se
afirmar que:
I - A língua sofre uma variação linguística por conta de diferenças de lugar ou região.
II - Há na fala das personagens a presença do dialeto caipira, como em “espeio” “oiando”. Do ponto de vista
linguístico essa fala é considerada errada e não é aceita.
III - De acordo com a norma-padrão o diálogo ficaria assim: “Está se olhando no espelho, Zé Lelé? / “Eu não!”
/ “Ele é que está me olhando”.
IV - A tira perderia a expressividade com o emprego da norma-padrão, pois não haveria coincidência entre o
perfil das personagens e a linguagem que eles utilizam.

Estão corretas as afirmativas


A) I, III e IV.
B) I e III.
C) II e IV.
D) I e II.
E) I, II e III.

Leia o quadrinho e responda as questões 12 a 15.

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12) O Menino Maluquinho é bem conhecido por estar sempre fazendo maluquices. Na tirinha acima, ele está
feliz porque tem muito espaço para brincar, só que, repentinamente, não se lembra de nada para fazer. Essa
falta de ideia do Maluquinho é representada mediante dois elementos, um verbal e outro não-verbal, que são,
respectivamente:
A) o uso de “algo” e o olhar surpreso do menino no 5º quadrinho.
B) a expressão “deu um branco” e o espaço restrito no 1º quadrinho.
C) o uso das reticências e o olhar desconfiado do menino no 5º quadrinho.
D) a expressão “deu um branco” e o espaço em branco no último quadrinho.
E) a expressão “deu um branco” e o espaço limitado nos cinco primeiros quadrinhos.

13) Apesar do espaço enorme para brincar, Maluquinho acaba brincando com o videogame. A atitude dele:
A) revela uma “maluquice muito louca”.
B) demonstra o menino criativo que ele é.
C) confirma sua intenção no primeiro quadrinho.
D) contraria a intenção revelada no início do texto.
E) reforça o desejo de caprichar na escolha da brincadeira.

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14) Nossa língua é riquíssima e nos oferece vários elementos para expressar o que sentimos e
pensamos. No penúltimo quadrinho, o uso frequente das reticências indica que o Menino Maluquinho:
A) não sabe o que fazer.
B) fica surpreso com sua ideia genial.
C) fica dividido entre brincar e estudar.
D) não se decide diante de tantas opções.
E) interrompe seu raciocínio diante do espaço.

15) No primeiro e último quadrinhos, as expressões faciais do Menino Maluquinho mostram, respectivamente,
os sentimentos de:
A) euforia e alívio.
B) alegria e depressão.
C) animação e desprezo.
D) entusiasmo e decepção.
E) excitação e menosprezo.

Leia o texto a seguir.


INSETOS DO ESPELHO
Alice continua sua caminhada para chegar à oitava casa do jogo e atravessa um bosque.
Logo chegou a um campo aberto, com um bosque do outro lado; parecia mais escuro que o último
bosque e Alice sentiu um pouco de medo de entrar nele. [...]
“Este deve ser o bosque”, disse pensativamente, “em que as coisas não têm nomes. O que será que vai
ser do meu nome quando eu entrar nele? [...] Assim divagava quando chegou ao bosque: parecia muito fresco
e sombrio. [...] Ficou em silêncio um minuto, pensando. Depois, de repente, recomeçou. “Então, no fim das
contas a coisa realmente aconteceu! E agora, quem sou? Vou me lembrar se puder, estou decidida!” Mas estar
decidida, não ajudou muito. [...]
Nesse instante apareceu uma Corça vagando por ali; olhou para Alice com seus olhos grandes e meigos,
mas não se assustou nadinha. “Venha cá! Venha cá!” Disse Alice, esticando a mão e tentando afagá-la; mas a
Corça só recuou um pouco e voltou a olhar para Alice.
“Como você se chama?” finalmente a Corça perguntou. Que voz doce e suave ela tinha!
“Quem me dera saber!” pensou a pobre Alice. Respondeu um tanto acabrunhada: “Nada, por enquanto.”
“Pense bem”, a Corça disse, “esse não serve.”
Alice pensou, mas não adiantou coisa alguma. “Por favor, poderia me dizer como você se chama?”
Disse timidamente. “Acho que isso poderia ajudar um pouco.”
“Vou lhe dizer se vier um pouco adiante comigo”, disse a Corça. “Aqui não consigo me lembrar.”
Assim. Saíram caminhando juntas pelo bosque, Alice abraçando afetuosamente o pescoço macio da
Corça, até que chegaram a outro campo aberto; então a Corça deu um súbito pinote no ar e desvencilhou dos
braços de Alice. “Sou uma Corça! Gritou radiante, “e, oh! Você é uma criança humana!” Uma expressão de
susto tomou de repente seus bonitos olhos castanhos e no instante seguinte ela fugiu como um raio.

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Alice ficou procurando-a, prestes a chorar de frustração por ter perdido sua querida companheira de
viagem tão de repente. “De todo modo, agora sei meu nome”, disse, “é algum consolo. Alice...Alice...não vou
esquecer de novo. [...]
Fragmento de Alice através do espelho e o que encontrou por lá. Lewis Carol, 1871

16) Em relação aos elementos da narrativa desse trecho pode-se afirmar que
A) o foco narrativo está em 1ª pessoa.
B) o espaço em que ocorrem os fatos não é citado, não é possível saber o lugar.
C) não há nenhum tipo de descrição de lugar ou de personagem.
D) o tempo de duração é de alguns minutos, o tempo em que durou o encontro entre as personagens.
E) não há fala de personagens.

17) Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações referentes aos fatos narrados no texto:
 A Corça e Alice caminham juntas pelo bosque, como companheiras de viagem. ( )
 A Corça sabia que no lugar em que elas estavam não se lembrariam de seus nomes. Por isso, convidou
Alice para ir um pouco mais a frente. ( )
 Ao final da narrativa, Alice se sentiu frustrada por não ter conseguido se lembrar do seu nome, e quase
chorou ( )
 A Corça ficou assustada ao perceber que Alice era uma criança humana. ( )

A sequência correta é:
A) V-F-F-V.
B) V-F-V-F.
C) F-V-V-V.
D) V-F-V-V
E) V-V-F-V.

18) O texto a seguir mistura linguagem verbal e não verbal e é um exemplo de gênero relativamente novo que
circula nas redes sociais. Que gênero é esse?

A) Meme
B) Poema
C) HQ
D) Charge
E) Cartaz

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Leia o texto a seguir.
PRAIA QUENTINHA
As baleias jubarte moram na Antártida, onde há muito krill, seu prato favorito. Em junho, quando começa o
inverno por ali, elas partem para lugares tropicais, como o litoral inverno do Brasil, onde machos e fêmeas se
encontram para o namoro. Na volta para casa, muitas fêmeas estão grávidas e passam o tempo comendo para
nutrir os filhotes. No próximo inverno, elas viajam de novo para ter bebês nos mares quentes. Depois, mães e
filhos nadam para a Antártida juntos.

19) O título do texto antecipa para o leitor que o objetivo dele é:


A) Identificar fêmeas grávidas e os filhotes nos mares quentes.
B) Localizar o local onde essas baleias vivem antes de junho.
C) Reconhecer o lugar adequado de acasalamento da jubarte.
D) Relatar a alimentação das baleias jubarte no período do verão.
E) Divulgar o roteiro de migração das baleias.

Leia o texto a seguir. Ele servirá de suporte para as questões 20, 21 e 22.
O Coveiro - Millôr Fernandes
Ele foi cavando, cavando, cavando, pois sua profissão - coveiro - era cavar. Mas, de repente, na
distração do ofício que amava, percebeu que cavara demais. Tentou sair da cova e não conseguiu. Levantou
o olhar para cima e viu que sozinho não conseguiria sair. Gritou. Ninguém atendeu, penas um cachorro solitário
apareceu, atrido pelos gritos. Gritou mais forte. Ninguém veio. Enrouqueceu de gritar, cansou de esbravejar,
desistiu com a noite. Sentou-se no fundo da cova, desesperado. A noite chegou, subiu, fez-se o silêncio das
horas tardias. Bateu o frio da madrugada e, na noite escura, não se ouviu um som humano, embora o cemitério
estivesse cheio de pipilos e coaxares naturais dos matos. Só pouco depois da meia-noite é que vieram uns
passos. Deitado no fundo da cova o coveiro gritou. Os passos se aproximaram. Uma cabeça ébria apareceu lá
em cima, perguntou o que havia: O que é que há?

O coveiro então gritou, desesperado:

-Tire-me daqui, por favor. Estou com um frio terrível!

Mas, coitado! - condoeu-se o bêbado - Tem toda razão de estar com frio. Alguém tirou a terra de cima
de você, meu pobre mortinho! E, pegando a pá, encheu-a e pôs-se a cobri-lo cuidadosamente.

20. O texto acima pertence ao gênero


A) conto
B) notícia
C) romance
D) poema
E) carta
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21. No trecho “Mas, de repente, na distração do ofício que amava, percebeu que cavara demais” o termo em
destaque marca uma ideia de
A) adição.
B) oposição.
C) intensidade.
D) quantidade.
E) certeza.

22. A história acontece


A) num buraco cavado pelo coveiro.
B) no portão do cemitério.
C) no cemitério.
D) no bar.

Leia o texto a seguir.

POR QUE AS PESSOAS ABREVIAM A LINGUAGEM NA WEB?


Para a professora Maria Teresa de Assunção Freitas, são dois os principais motivos da abreviação de
palavras: o primeiro, a facilidade de se escrever de modo simplificado, e o segundo, a pressa. Esta, por sua
vez, está ligada a outras duas razões: a economia (mandar uma mensagem maior pelo celular pode custar
mais) e o desejo de reproduzir virtualmente o ritmo de uma conversa oral.
Para acelerar o bate-papo na internet em chats e programas de mensagem instantânea acontece em
tempo real, explica a especialista. No celular, há o agravante do teclado, que é menor, e do preço, que é maior.
Uma terceira causa seria o desejo do adolescente de pertencer a um grupo: ele pode adaptar a sua
escrita a linguagem da comunidade de que quer fazer parte - com o uso dos termos adaptados, ele adere aos
códigos do grupo.
http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/linguagem-internet-celular/idioma-
escrita-abreviada-jovens-adolescentes.shtml

23) A partir do texto, podemos afirmar que tanto a linguagem escrita como a oral passam por mudanças ao
longo do tempo, mudanças essas que são bem específicas em certos grupos sociais. Com base nos textos
podemos afirmar que o real motivo dessa mudança é
A) a necessidade dos jovens de serem diferentes dos mais velhos.
B) a busca dos mais velhos de escrever para que os jovens não entendam.
C) a adaptação dos jovens e sua necessidade de convivência.
D) baseada unicamente motivos econômicos.
E) a falta de conhecimento da escrita padrão.
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Leia o texto abaixo.
O JORNAL DO MUNDO
Na Roma antiga, as informações eram escritas à mão em placas brancas. As primeiras informações
impressas não tinham o formato do jornal que conhecemos hoje, nem vinham divididas em seções, colunas ou
eram ilustradas. As primeiras fotografias em jornal são de 1880. O jornal passou por uma longa revolução e só
chegou à era moderna com a prensa, inventada por Johannes Gutemberg, em 1447. A história da mídia
impressa tem início com a Acta Diurna, uma espécie de ancestral do jornal. Surgiu em Roma, cerca de 59 a.C.,
e a ideia veio de Júlio César, que precisou informar as pessoas, em diferentes cidades, sobre os importantes
acontecimentos sociais e políticos.
As Actas eram escritas em grandes placas brancas e expostas em lugares públicos e populares. Assim,
a população ficava sabendo sobre os escândalos no governo, campanhas militares, julgamentos e execuções.
Correio Braziliense. Leio e escrevo meu futuro. Caderno Especial. Fragmento
24) De acordo com esse texto, o invento de Gutemberg foi
A) a prensa.
B) a Acta Diurna.
C) as fotografias.
D) as placas brancas.
E) a publicação de jornais.

25) O assunto desse texto é


A) a invenção da prensa por Gutemberg.
B) a história das informações impressas.
C) as informações escritas em placas.
D) as primeiras fotografias em jornal.
E) a importância dos jornais.

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